Episódios de Nutrição Sem Fronteiras

207 - Por que os análogos de GLP-1 vão tornar o nutricionista mais necessário do que nunca

04 de maio de 202657min
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Você ainda acredita que os análogos de GLP-1 vão tirar o trabalho do nutricionista? Ou será que essa é a maior oportunidade que a nutrição já teve para crescer, fidelizar e faturar de verdade?

Nesta live de aquecimento do Summit NSF 2026, Samir Bayde recebe Pedro Perim, nutricionista e um dos maiores especialistas em GLP-1 do Brasil, fundador da primeira clínica de nutrição no país especializada no suporte a pacientes que utilizam análogos de GLP-1.

Com dados reais da própria clínica, Pedro revela por que 80% dos pacientes reganham peso sem acompanhamento nutricional, como ele converteu 98% da sua base para pacientes de GLP-1 e de que forma um funil simples de R$29,90 se tornou a porta de entrada para acompanhamentos de 6 e 9 meses com taxas de conversão impressionantes.

Descubra como se posicionar nessa nova era, adaptar o seu atendimento, criar scripts de venda específicos para o paciente de GLP-1 e usar ferramentas acessíveis como o dinamômetro de R$100 para se diferenciar de todos os outros profissionais que esse paciente já consultou antes de você.

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📌 SOBRE O SAMIR E A NUTRIÇÃO SEM FRONTEIRAS:

Samir Bayde é nutricionista, mentor e criador do Método Check-in de acompanhamento de pacientes e do modelo de negócio baseado em Consultorias Premium. Junto de Laís Vilar, fundou a Nutrição Sem Fronteiras, EdTech e maior Escola de Negócios para Nutricionistas da América Latina, com mais de R$300 milhões de impacto gerado para seus alunos.

Participantes neste episódio2
S

Samir Bayde

HostNutricionista
P

Pedro Perim

ConvidadoNutricionista
Assuntos9
  • Análogos de GLP-1 e o futuro da nutriçãoImpacto dos análogos de GLP-1 no negócio do nutricionista · Oportunidade de crescimento e fidelização de pacientes · Reganho de peso sem acompanhamento nutricional · Adaptação do atendimento e criação de scripts de venda · Diferenciação profissional com ferramentas acessíveis
  • Estratégias de negócio para nutricionistasDiferença entre consulta e acompanhamento nutricional · Funil de vendas com 'Raio-X do Nutri' a R$29,90 · Importância do acompanhamento contínuo e previsibilidade financeira · Uso de ferramentas digitais e inteligência artificial no acompanhamento · Investimento em conhecimento e estruturação antes de equipamentos caros
  • Posicionamento e comunicação do nutricionistaConstrução de autoridade através do conhecimento e experiência · Comunicação empática e entendimento das dores do paciente · Uso de dados e métricas para demonstrar resultados · Diferenciação através de ferramentas como dinamômetro e escalas de sono
  • Evolução científica dos análogos de GLP-1GLP-1 como palavra do ano e desafio do século · Desenvolvimento de novos agonistas e combinações · Histórico de uso e aprovação dos medicamentos · Impacto da queda de patente no mercado brasileiro
  • Oportunidades e desafios para nutricionistas em 2026Momento ideal para ser nutricionista · Necessidade de atualização e adaptação às novas tecnologias · Diferenciação através de conhecimento específico e metodologia · A importância de buscar conhecimento em negócios e empreendedorismo
  • O futuro do acompanhamento de saúde com dadosPaciente buscando análise de dados de saúde (wearables) · Uso de aplicativos para exportar dados de sono e outras métricas · Consultas mais efetivas com base em dados históricos
  • O Papel da Inteligência Artificial no AtendimentoIA como ferramenta de otimização do trabalho do nutricionista · Uso de IA para análise de dados e criação de scripts de venda · IA como facilitadora do acompanhamento entre consultas
  • O papel da tecnologia e inteligência artificial na nutriçãoFerramentas de IA para otimização do trabalho do nutricionista · Importância do contato entre consultas (check-in) · Análise de dados de saúde pelo paciente (wearables) · Aplicativos brasileiros para exportação de dados de saúde
  • A importância da profissionalização e do empreendedorismo na nutriçãoNecessidade de buscar conhecimento fora da faculdade · Estruturação financeira e planejamento de investimentos · Nutricionista como empreendedor e gestor do próprio negócio
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A primeira live de esquenta do Summit NSF 2026, três anos já desse evento que mudou completamente a forma que o nutricionista olha para o seu próprio negócio e eu tô animado demais para iniciar esse batidão de lives.

até o nosso evento maravilhoso que vai acontecer dia 23 e 24 de maio aqui com vocês. E hoje nós já vamos iniciar a sequência de lives com chave de ouro, meus amigos. Hoje a gente recebe aqui Pedro Perim, um dos maiores especialistas em geração.

LP1 do Brasil. E a gente não vai falar sobre a parte técnica, mas sim sobre como que isso influencia o nosso negócio, como que isso influencia a nossa captação, a nossa venda, o nosso posicionamento. Então vai ser bem interessante o bate-papo de hoje, por isso convidei um dos maiores especialistas nesse tema. E essa live de hoje vai ser o início de uma sequência de várias lives focadas no Summit, que é o nosso maior evento do ano inclusive, tá gente?

O Summit desse ano está diferente de todos os outros eventos que a gente já fez. Não só pela quantidade de palestrantes que a gente está trazendo esse ano, então são mais de 10 palestrantes de diversos temas, inclusive o próprio Pedro, que vai estar aqui com a gente hoje, mas também a estrutura do evento, o local do evento, o conteúdo do evento. A gente já formulou tudo.

Então a gente entendeu que precisava trazer uma nova roupagem para o Summit, uma nova estrutura, inclusive até um novo espaço, tá? O evento esse ano vai ser na Community Creators Academy, um espaço de 14 mil metros quadrados. Então teve muita mudança aí dos últimos anos para esse ano. Então se você, inclusive, estava nessa live depois gravada e já foi para o Summit, esteja esse ano que você vai se surpreender com tanta coisa que a gente está trazendo de novidade.

E aí, meu irmão? Fala, meu irmão. Tudo bem? Tudo ótimo. Tá me escutando bem aí? Tudo certo, tudo certo. Tá na escritória? Tô nada, velho. Tô aqui. Vim num evento aqui na sede da Carol Pfeiffer. Aí falei, gente, separa só um quartinho pra mim fazer uma live. Sete e meia que eu tenho que fazer. Aí já entrei aqui com você, meu amigo. E você, como é que tá aí a rotina de viagem, evento? Coisa boa. Corrido, corrido, viu? Essa semana temos evento em Brasília. Formação e suplementação inteligente.

E aí, semana de evento é daquele jeito que você sabe muito bem, né? É, meu amigo. O problema é que a semana de evento é toda semana, né? O negócio fica mais puxado ainda, né? Hoje a gente estava na reunião lá com o time, né? E a gente brincando. Pô, tinha que ter uma sessão de massagem, né? Uma bolsa massagem para o time da P2 a cada lançamento ou evento. Aí a menina falou, vai ter que ser toda semana, né?

Já contrata fixo, já contrata fixo a massagista. Já bota na folha. Mas, meu irmão, seja bem-vindo para fazer a apresentação. Quero que você se apresente aí também para a galera que não te conhece. Mas, turma, convidei o Pedro, um dos maiores especialistas no tema de GLP-1 do Brasil. Ele é nutricionista, então isso é super importante também, porque ele é especialista dentro da nossa ótica e não um médico que se especializou na área, mas um nutricionista que olhou para isso de forma bem profunda.

E eu convidei ele pra essa primeira live de Aquecimento Pro Summit. A gente vai ter uma sequência de várias lives. Pra poder a gente falar, né, irmão? Sobre essa grande onda que chegou no nosso mercado. Muitas mudanças. Tem muito nutricionista com medo. Muito nutricionista resistente. Muito nutricionista tacando pedra nos médicos. Enfim, tem vários perfis. E hoje eu queria muito que a gente trocasse uma ideia sobre esse assunto, né?

Então, meu irmão, se apresenta aí pra turma também. Acho que é super justo você falar um pouco das suas credenciais. E vamos partir pro conteúdo.

Obrigado, obrigado. Primeiramente, obrigado pelo convite. Muito feliz de estar junto com você, não só aqui na live, mas no evento. Você é uma pessoa que, assim como o GLP1 tem mudado a área da saúde, você tem mudado o rumo da nutrição aqui no Brasil. Sou muito fã do trabalho que você faz, da profissionalização que você traz para a nutrição. Acho que essa...

Seria a melhor palavra se eu pudesse descrever o seu trabalho, o trabalho que você tem feito por trás. É a profissionalização que você tem trazido para os nutricionistas, para a nossa profissão. Então, estou muito feliz e muito honrado, viu? Que máximo.

Me apresentar é sempre difícil, né? Eu tento ir sem graça de me apresentar, mas eu igual você falou, sou nutricionista, apaixonado por nutrição e suplementação. Fazem 12 anos desde que eu li o meu primeiro artigo científico sobre suplementação. E de lá eu não parei de estudar sobre isso. Então tem uma veia muito forte dentro dessa parte de conteúdo técnico de suplementação.

Mas nos últimos dois anos, digamos assim, eu coloquei um recheio adicional nesse bolo, né? Que é a parte dos análogos do GLP-1 e algo que não só a parte técnica, mas algo mercadológico também. Mudou muito a minha carreira, mudou muito a minha clínica, mudou o meu jeito de ver a nutrição como nutricionista.

Então, eu acredito muito que esse é uma... Já adiantando um pouco do que eu vou falar aqui hoje, um pouco do que eu vou falar lá no evento também, eu acredito que essa é a melhor onda, como você falou. Eu tenho uma frase que ilustra muito bem o que é, para mim, a era dos análogos de LP1, que é...

nunca foi tão bom ser nutricionista quanto agora né a demanda o número de pessoas que vão precisar de nutricionistas nunca foi tão alto quanto agora nunca foi tão claro quanto agora e falando mercadologicamente né nutricionista nunca vai ganhar tanto dinheiro quanto nessa era de agora tá

Caraca, irmão, tu já chegou então com os dois pés na porta aí já trazendo uma coisa que eu ia puxar contigo, que é o nutricionista que tá acreditando no inverso.

Ele tá acreditando que os análises do GLP-1 vão fazer com que o nutricionista seja substituível, que o nutricionista tá perdendo espaço, que o paciente não tá contratando o Nutri, tá comprando só o GLP-1 ali. Me fala, vamos entrar logo de cara, assim, que é o elefante que tá na sala, né? Tipo assim, esse negócio é bom, é ruim, é positivo, é negativo? Enfim, qual que é a tua visão, velho? Boa, boa.

Cara, essa visão de que os medicamentos vão tirar o trabalho do nutricionista, eu até consigo entender esse olhar, principalmente ali naquele começo.

Onde tudo cresceu muito rápido, né? Então, em questão de meses, o acesso à informação, as pessoas consumindo, as pessoas postando sobre isso daí. E quando eu digo pessoas, eu digo o público final mesmo, né? Hoje...

a gente observa o tanto de informações produzidas sobre esse tema que eu diria que a minoria é de profissionais da área da saúde. Onde a gente tem as pessoas acompanhando, criando rotinas, acompanha o blog, acompanha a minha jornada através do emagrecimento com esses análogos.

E no começo talvez isso possa ter assustado, e eu entendo de verdade, né? Esse susto com algo que nunca foi falado antes, que nós não aprendemos de maneira nenhuma na faculdade sobre isso daí, e chega promovendo e prometendo o emagrecimento que, sendo sincero, dieta e exercício físico nenhum fez anteriormente.

Então é normal ter esse choque, é normal ter isso. Só que também, por outro lado, já está muito provado por A e mais B que só o medicamento não dá conta do recado. Então nessa primeira fase, igual eu comentei com você, era normal ter um pouco de receio, ter um pouco de medo, mas nós estamos na fase onde passou essa primeira onda, essa onda da empolgação.

e já sabemos que não existe como esse medicamento funcionar sem o nutricionista. Eu prometi que eu não ia falar termo técnico aqui, né? Mas rapidamente, eu peço licença. Porque hoje, pra você ter noção, já tem os artigos científicos mostrando que 80% das pessoas reganham todo o peso corporal perdido quando não fazem acompanhamento com o nutricionista.

Então, isso é muito claro que só o medicamento sozinho não vai dar conta do recado, ou seja, não vai roubar o trabalho do nutricionista. E pelo contrário, eu sempre vou muito além, eu falo, o medicamento sozinho é a melhor captação de paciente para o nutricionista. Porque uma pessoa, pensa comigo...

Imagina, a gente sabe a questão de obesidade, a questão do quanto isso influencia em vários aspectos e inclusive no próprio amor que a pessoa se olha no espelho. A gente recebe pacientes que falam que há 10 anos não escolhia roupa porque gostava, mas era roupa porque...

Então ficava marcando As pessoas não escolhiam tênis porque achavam bonito Mas escolhiam tênis sem cadastro Porque não conseguia abaixar Para amarrar o cadastro Então quando você sente É aquela famosa frase O paladar não retrocede Quando você sente pela primeira vez Depois de anos de frustração Você se olha no espelho Com carinho, se admirando Se achando bonito E aí

E você não vai querer voltar. Você não vai querer voltar a sentir aquela frustração toda vez que você olha no espelho. Então, as pessoas não vão medir esforços em ir ao nutricionista. Então, tipo, perdeu o peso usando o GLP-1, aí tem um reganho. Só que como ele já viveu aquilo, ele vai falar Caraca, eu tô ganhando peso e agora eu preciso do Nutri.

e eu não posso ganhar eu não posso voltar o que eu era antes então isso eu falo que eu brinco que eu falo né que nunca foi tão bom ser nutricionista conta agora porque até mesmo as pessoas que de um momento inicial pensa a não seja nutricionista não eu vou usar esse negócio aqui sozinho mesmo vai chegar um momento que ela vai falar é eu preciso de um nutricionista

Total, velho. Cara, isso é muito bom, Pedro. Eu acho que essa visão é uma visão que as pessoas precisam escutar. Porque tudo que é novo gera medo, né, irmão? A gente pode pegar um exemplo muito, porque até a gente vai falar sobre isso lá no Summit, mas tem duas grandes ondas, que é o GLP-1 e a inteligência artificial.

E aí as pessoas, tudo que elas não conhecem, gera uma resistência. Tudo que é novo, gera um medo. Principalmente quando muda o paradigma da profissão. Quando muda o paradigma da construção de negócio, como foi com a AI. E aí, cara, eu tô vendo muito esse medo. E eu acho que a gente precisa derrubar o medo com conhecimento. Não tem outro caminho, entendeu? Se a gente sabe que os dados estão mostrando que existe um reganho de peso, que existe uma tendência de uma gangorra, né? Onde muita gente vai ousar, depois vai voltar correndo pro Nutri.

A gente tem que estar pronto para se posicionar e aproveitar isso. Total, total.

E aí, como é que tu vê hoje, assim, tipo... Quando eu penso em nutricionista, né? Tem dois grupos de nutri, vamos dizer. O nutri que trabalha com consulta e o nutri que trabalha com acompanhamento. Cara, eu brinco que o nutri que trabalha com consulta, ele... Tipo, já perdeu. Aí já faz a dieta ali, a consulta. Agora, aquele que trabalha com acompanhamento, que se envolve com o médico, que faz um trabalho multidisciplinar, que muda o posicionamento, muda o conteúdo nessa nova era, ele vai aproveitar um grande pum de crescimento, né? O que é que tu tá vendo aí na tua experiência conversando com os nutri? Cara...

Eu concordo mil por cento com você. Inclusive lá no Summit, eu vou trazer alguns números para ilustrar isso daí para quem estiver lá presente. E para você ter noção do quanto isso, eu não só acredito, mas do quanto isso é verdadeiro.

Eu transformei a minha clínica inteira em uma clínica voltada para o GLP-1. Olha aí que massa. Então, a minha clínica é a primeira e única clínica no Brasil de nutricionista, não é médico.

Ah, Pedro, eu conheço uma que tem protocolo de LP1, mas é médio. A minha primeira e única clínica do Brasil de nutrição para trazer esse suporte aos pacientes utilizando os análogos de LP1. Hoje, 98% dos pacientes que chegam na clínica são pacientes utilizando análogos de LP1. E os outros 2% são pacientes que eu atendi antes, mas foi uma grande transição de mercado. E assim como...

O monjaro, ele tem, eu falo que a melhor propaganda deles é o boca a boca. Então, uma pessoa que usa monjaro, ela chega num almoço de domingo, ela fala para 10 mil pessoas que ela está usando monjaro e que está emagrecendo e que nunca emagreceu tanto com aquilo. E aquilo se torna a melhor propaganda, fazendo outras pessoas terem interesse de usar isso daí também. A mesma coisa acontece na nutrição.

Quando você, com o paciente que está utilizando esses medicamentos, você faz um trabalho determinado, um trabalho legal, um trabalho específico, ele percebe que esse é um trabalho específico, que isso, inclusive, nós vamos falar um pouco aqui hoje e mais aprofundado lá no evento também. Quando você faz um trabalho específico para isso daí, a melhor propaganda é o boca a boca. A indicação, a taxa de indicação.

que eu tenho na clínica, é algo assim, absurdo. E isso aumentou, e aí em todas essas métricas, a taxa de fechamento dos acompanhamentos. Conversão. Conversão. Igual você falou, hoje é impossível. Eu não atendo, ninguém da clínica atende uma única consulta. E isso faz total sentido na era dos análogos de LPO. Total. É um trabalho de longo prazo.

Exato, é impossível você resolver o problema da vida de um paciente em uma única consulta. Ainda mais no GLP-1, que o paciente tem uma jornada que hoje ele está pensando em utilizar. Daqui a quatro meses ele está utilizando. Daqui a seis meses ele está retirando o medicamento. Olha como muda em seis meses o modelo que você trabalha. E eu falo muito isso. A era dos análises do GLP-1, ela...

fez e precisa fazer, quem ainda não fez, uma mudança muito grande no atendimento. Não dá mais pra achar que é um déficit calórico só, que vai emagrecer, uma dieta hiperproteica pra ganhar massa muscular. Eu postei hoje no Instagram, se até grandes restaurantes estão mudando o cardápio por causa de análogos de LP1, quem dirá? O nutricionista. Quem dirá? O profissional da área da saúde. É o primeiro a precisar se adequar a essa mudança.

Total, velho. E eu falo sempre que, cara, no mundo dos negócios, no mundo, eu acho, quem vence são os mais flexíveis, são os mais adaptáveis. E a gente tem que olhar pro mundo que a gente vive hoje e entender que a velocidade de mudança do mundo tá mais rápida do que...

É o momento mais rápido de evolução que a gente já viveu. Então as coisas são muito rápidas. E se a gente fica demorando muito pra se adaptar, pra ser flexível, pra abrir os olhos pra essas mudanças, fica muito resistente, a gente é atropelado, irmão. Exato! É o que eu tô vendo acontecer com muita gente. Então essa mudança de posicionamento, a mudança de estrutura, ela é importante. Isso que tu falou do boca a boca...

O boca a boca o pessoal enche a boca pra falar que é ruim a indicação, né? Que a indicação é imprevisível e tudo mais. Eu acredito que, cara, boca a boca é o maior ouro que tem. Porque você já vem com o lead quente, a conversão é alta. Só que também tem um efeito positivo, né, Pedro? Que é, os teus pacientes, eles te indicam.

Mas e o médico que indica e vê o resultado? Porque aquele nutricionista é muito bom, ele entende do medicamento, ele entende de como é o perfil do paciente. E aí o médico também vira uma rede de indicação para o nutro. Então também tem uma outra oportunidade aí, né? Exato. Tem toda uma jornada. Tem toda uma jornada, né? Lá no Summit eu vou compartilhar. Eu estou preparando um material bônus para a galera.

um que é um guia de experiências para pacientes utilizando análogos de LP1, que é uma coisa que a gente pode falar muito disso também. Hoje em dia não dá para ser só uma consulta, né? E os análogos de LP1 mudam, inclusive, a experiência, para você ter noção, trazendo ali para a parte técnica, depois da antropometria, depois da bioimpedância.

Sempre tem um lanchinho, né? Ali no bar e tudo mais, pra você entregar pro paciente. Cara, tu não pode entregar um shake de 500ml pra um paciente utilizando análogo de LP1? Não, o paciente vai sair totalmente estufado, enjoado, ele não vai aguentar comer, ele vai achar que aquele negócio é ruim e tudo mais. Até as ações extra-consulta, vamos dizer assim, elas precisaram ser adaptadas, né? E pra você ter noção do quanto essa adaptação ela é tão profunda, ela é tão profunda, e aí

Hoje, nessa clínica, quando eu falo que ela é especializada em GLP-1, o paciente, ele entra pela nutrição, mas ele tem os braços dos profissionais da área da saúde. Ele entra pela nutrição, mas ele tem o médico que pode acompanhar ele, fazendo a mesma comunicação. E olha só que legal, e eu tenho um profissional de educação física que faz um treino GLP-1 de suporte.

Como que vai fazer para uma pessoa que está enjoada, que acorda enjoada do medicamento, pedir para ela fazer 40 burbs? Não tem como. É isso que eu falo. A área da saúde é uma até 2024 e de 2024 ela...

precisou se reinventar então todas essas coisas né elas fazem parte aí volta para aquele papo inicial nosso que a necessidade de você ter um acompanhamento e isso até falando de business né é muito mais previsível tem um monte de gente que fala poxa não eu sou contra acompanhamento

Eu sou contra acompanhamento mal feito. Mas o acompanhamento bem feito, ela tira o principal gargalo do nutricionista, que é a sua situação ao longo do ano. Exato. Poxa, legal, início do ano, ó, minha agenda tá cheia. Chegou meio do ano, começou a baixar, e aí vai chegando no projeto verão, volta a aumentar, né? Exato. Esse medo, aquele receio que o nutricionista tem, tipo, nossa, esse mês tá contado os pacientes e o cara acabou de cancelar. Meu Deus do céu.

A previsibilidade, ela Muda o jogo, tipo, agora é abril E eu tenho uma previsibilidade No quanto a clínica vai faturar em dezembro Então é algo Que esse Ensinamento, né, ele é muito Válido, né, eu falo, o conteúdo Técnico é a base, e eu digo que é quase que Obrigatório, obrigatório É o mínimo É o mínimo, não é Diferencial, é assim como, sei lá Tem que beber água, tem que estudar Pra você ser profissional da área da saúde Obrigado

mas esse olhar sobre o como que eu falo como você transforma o seu conhecimento em faturamento é o que muda o jogo

É, já é outra coisa. Isso que você falou é muito real, que é até trazendo pro pessoal, né? Qual que é a diferença de uma consulta pra um acompanhamento? É que na consulta, é uma venda única. Aí o paciente, ele te paga, e aí, pô, sabe como é, né, Pedro? O paciente vem e te paga, sei lá, 500 reais, vamos dizer. Aí ele passa 60 dias pra te pagar de novo. Às vezes 90 dias, às vezes tem um retorno gratuito, que eu até brinco aqui na NSF, a gente nem fala essa palavra, né? A palavra é com R, né?

Que é oito. Então imagina, o cara te paga 500 reais. Aí passa 60 dias pra voltar. Então 500 reais virou 250 por mês. Cara, isso é uma diluição do teu ticket médio. Quando tu vende um plano de 3 meses por 1.500, ou por 2.000, ou por 3.000...

Tu tem um ticket médio travado no tempo e não na quantidade de consultas ou nesse momento que o cara vem, paga e nunca mais volta. Então isso gera um efeito de ticket médio, de renovação, mas olhando pro lado do paciente, de comprometimento do paciente, velho. Porque imagina se o paciente paga uma consulta de 500 reais e nunca mais volta, ou ele paga seis meses, pô, 3 mil, 4 mil, 5 mil reais no acompanhamento de seis meses. Eu brinco que aquele efeito Smart Fit, ele existe na nutrição.

Que é o cara vem, paga e nunca usa, não faz, não tá nem aí. Porque foi só um dinheirinho que ele pagou e tá de boa. Agora, se ele paga seis meses, eu sinto isso. Tem um investimento emocional, investimento financeiro, um comprometimento com a jornada que faz o cara ser muito mais constante e aí reduz esse problema que tu trouxe, que é a imprevisibilidade.

E aí isso é o Nutri. Qualquer nicho, qualquer mercado, todos os Nutris da NSF usam esse modelo. Mas quando a gente vai pro GLP-1, o cara que trabalha com pacientes que usam análogo, isso fica ainda mais necessário, né, irmão? E lá no Summit, inclusive, turma, a gente vai abrir tudo isso. E aí, galera, pra quem tá mandando a hashtag Summit aí no chat, vocês vão concorrer a um par de ingressos aí pro evento, hein? Então quem não mandou ainda, manda.

Mas, cara, o que eu vejo é que, como a gente está conversando aqui, né, Pedro? Com os GLP-1 isso se torna ainda mais importante. Porque se o paciente vem na consulta, está tomando um negócio, não tem com quem conversar, não tem suporte, não tem check-in, não tem acompanhamento, não tem jornada, a chance dele entrar para aquele grupo do reganho, sendo o teu paciente, sendo o paciente do NUTRI, é gigante. Aí queima o filme, queima a reputação.

Porque aí não, pô, tomei GLP-1, eu fui no NUTRI, o NUTRI tal, tal, tal, e não tive resultado. Aí é o pior dos cenários, né, meu querido?

Exato, e aí isso que você falou é muito bom, porque eu vou até fazer mais estruturado lá no Summit esses detalhes, mas quando você entende exatamente o que você falou, a jornada de um paciente utilizando análogos de RP1, você consegue, inclusive, encaixar numa estrutura de acompanhamento exatamente os diferenciais que eles precisam.

então por exemplo hoje aqui na clínica eu tenho um plano de acompanhamento de três de seis e de nove meses então a toda a estruturação ela é desenhada óbvio para o cara fechar o de seis e o de nove meses né cara hoje eu diria que eu tenho 90 por cento do das conversões de seis e de nove meses três meses é o mínimo é uma falta de entrada né só para fazer seu trabalho

E quem fecha o de 3, a maioria fala, tem como eu abater o valor e fazer o de 6, o de 9? Cashbackzinho, né? Então, geralmente, e isso é muito bom, e a gente também tem que entender que o de 3, ele vem muito por um motivo de desconfiança. Hoje existem alguns dados daqui do Brasil mesmo, que um paciente, é óbvio que isso mescla com plano de saúde e tudo mais, mas traz uma informação muito importante para nós.

Que é um paciente, ele demora oito consultas. Ele passa em oito profissionais para se sentir confiante com o novo profissional.

Então, olha o tanto de tempo e de frustração, de decepção que esse paciente tem antes de virar e falar achei um profissional que eu confio. Então, é muito comum nós recebermos pessoas que chegam com desconfiança, desacreditado, que conta que falou na última consulta com outro profissional de saúde que não gostava de banana.

E a primeira... Botou banana. O primeiro negócio foi panqueca de banana. Tem uma coisa assim. E aí é nisso que eu falo. É nisso que eu falo. A inteligência artificial, né? Você comentou, né? Da inteligência artificial também como um grande medo. Ela não vai substituir nunca o trabalho do nutricionista. Ela vai otimizar. Eu adorei seu post que você fez hoje. Cara, as ferramentas, elas vêm para otimizar o trabalho. Para fazer do nosso trabalho a inteligência artificial.

é o contrário é igual o análogo de lp1 ela faz do trabalho do nutricionista ainda mais substituível mas do nutricionista que se adaptou não é isso aqui acha que uma dieta de 1500 calorias dividido em quatro refeições ali o dia lista de substituição da conta do recado isso aí não precisava nem de inteligência artificial Google já fazia isso banca de revista já fazia isso com a fórmula anos atrás

Verdade, velho. Até um desaforo pra inteligência artificial colocar ela pra calcular a caloria.

Muito bom, velho. Muito bom. A Vanessa fez uma pergunta ali, válida. Deixa eu responder. Ela falou, você acha que é válido ter uma consulta única e tentar vender o acompanhamento e consulta? Vanessa, válido é válido. Principalmente se você não tem um time, uma secretária, uma vendedora, bem capacitada pra poder já vender direto o plano. Então isso vira um funil. Então, ah, você vende a consulta, chegou lá na consulta, vende o acompanhamento de 3, 6, 9, 12 meses.

Pode ser. Agora, se você tem um time que já vem de direto o acompanhamento, uma secretária ou abendedora que vem de direto, é bom porque você não tem o esforço de fazer isso com o paciente de primeira vinda, né? Na renovação, você renova ele, mas não precisa ficar fazendo esse trabalho. Mas assim, eu não vejo problema, não. É um funil. Pensa que a consulta, ela vira um canal de captação. Tem alguma contribuição? Sabe uma coisa que eu faço aqui? Não sei se você concorda, se vai gostar e tudo mais.

Mas é uma coisa que dá certo aqui. Acho que isso que é válido, né? E os eventos que você promove, que eu vejo que não é só palestra, é uma presunidade de networking e de troca de informações com quem está ali.

na prática, né? Um campo de batalha, meu amigo. Que só falam frases de efeito, né? Quem tá no campo de batalha vivenciando isso, que eu acho maravilhoso, dos seus eventos, eu vou compartilhar aqui uma coisa que deu muito certo e dá muito certo quando a gente fala dentro desse funil. É o raio-x do Nutri.

Então, R$29,90 a pessoa paga. Cara, são 15 minutos. Se você tem uma estrutura, não precisa nem ser você. R$29,90 a pessoa paga. Cara, são 15 minutos, é um raio-x. A pessoa pode escolher se ela quer mandar um exame ou alguma bioimpedância que ela já fez na vida.

Vamos lá. Se você está bem, se você está maravilhoso, se você está saudável, está sarado, você vai fazer um raio-x do Nutri que você não conhece? Não vai. Você vai fazer um raio-x quando você percebe que tem algo ruim. Tem um problema. Então, são 15 minutos a 20 minutos literalmente de aumento do nível de consciência e pitch. Cara, a taxa... E aí, o que faz para aumentar essa taxa de conversão? Você abate os R$29,90 que a pessoa investiu no plano de acompanhamento.

Então, isso é uma entrada de um funil absurdo, absurdo, absurdo, onde o pessoal tem o primeiro contato com você ou com a sua clínica, com alguma metodologia sua. Legal. De imediato, ela percebe, opa, eu estou ruim e aqui eu tenho caminho para me ajudar. E eu já estou com metade do pé aqui porque eu estou fazendo esse raio X. Então, vamos aqui mesmo. E aí é o momento onde tem uma conversão muito significativa.

Muito bom isso. Isso é presencial ou por videochamada, Pedro? Por videochamada em 80% dos casos, mas quando o paciente quer ir presencial, a gente faz isso. A gente já teve alguns movimentos também, que é quase que um raio-x, né? Mas a gente chamou de bioimpedância dele.

Não, todo mundo que faz uma bioimpedância tem ou uma baixa massa muscular, ou um excesso de gordura corporal, ou um excesso de gordura visceral. Total. Todo mundo. Algum problema não tem, né? A pessoa, ela chegava ali, ela fazia, ela via um relatório impresso, qual é o custo.

A impressão. A folha A4 e o cartucho da impressora. Porque ela é impressa, olha isso, ela é materializado o problema na frente dela. Sai daquela caixinha do tipo, putz, eu acho que eu não tô bem. Para, visualmente, materializadamente, eu não tô bem. Então, isso aumenta o nível de consciência para você ter ali essa conversão do paciente de uma maneira muito significativa.

Cara, isso é muito bom. A gente tem esse funil, que é o funil de... Tanto esse do Bimper Dancer Day, como também online. E, cara, isso é uma coisa interessante que tu trouxe. Porque tu cobra um pouquinho, né? Porque normalmente a gente faz gratuito.

Eu gosto da ideia de ter uma cobrança, principalmente para quem já tem uma audiência, já tem um fluxo de paciente chegando, porque já tem uma qualificação, né? Por mais que a pessoa pague só 30 reais, é uma qualificação. E faz a pessoa ir, a pessoa investir um pouco mais. Aquela coisa, né? Tudo que é pago é... Você traz um filtro, então menos gente faz do que se fosse gratuito, mas são pessoas mais qualificadas para conversar lá na ponta.

Isso é uma estratégia que funciona demais, né, velho? E aí deixa eu te perguntar uma coisa, Pedro. Quando você pensa hoje nesse mercado de LP1, nas mudanças que estão acontecendo,

Tipo assim, tu acha que isso é uma coisa que é como se fosse um, como muitos falam, um hype que vai acabar? Tu acha que é uma coisa que a tecnologia vai avançar cada vez mais? Isso vai ficar uma coisa cada vez mais dentro da realidade? Vai ser uma coisa que todo mundo vai ter acesso? Ou tu acha que é algo que, tipo assim, tem um fluxo de evolução tão contínuo e tão rápido?

Que daqui a um, dois anos a Ingrid vai estar nem falando mais de GLP-1, vai estar falando de outras coisas. Como é que está o teu... Porque você está muito por dentro da parte de desenvolvimento, de ciência da parada. Como é que você está vendo isso? Olha, eu tenho uma frase que eu falo, né? Que é... E eu vou falar ela e depois eu vou explicar. O GLP-1, ela é a palavra do ano e o desafio do século.

Então, toda vez que eu dou uma palestra sobre GLP, eu começo falando isso. Eu começo falando que o aprendizado que as pessoas vão ter naquela palestra, eles vão usar pelo menos pelos próximos 10 anos. Legal. E eu entendo, novamente, ter essa desconfiança, porque no meio da nutrição, nós já vimos e vemos o tanto de moda que vem e vão. Eu falo, eu entrei na faculdade na época do Goldberry, né? E eu caí no golpe, eu paguei caro pra caramba do Goldberry, achando que...

Até alimentos como o ovo, o ovo já foi vilão, já foi assim, já foi vilão. Pão, tapioca, sempre tem as coisas que vêm e vão. Mas essa dos análogos do GLP-1 é algo que vai durar pelo menos um século. E a gente tem alguns indícios disso aí. Primeiro, cientificamente. Cientificamente, hoje nós estamos, por exemplo, no famoso do momento, Monjaro.

que é um duplo agonista. Então, GLP-1 e JIP. Ok, legal. É o queridinho do momento. Nós estamos aí prestes a ter. Acredito que no ano de 2026 nós teremos a liberação, a aprovação do FDA da reta trutida, que já vai para três. Então, vem GLP-3, JIP e glucagon. Só que nós já temos documentados em estudos acontecendo, nesse exato momento, uma combinação de oito agonistas. Caraca!

Então, assim, é algo que não veio só para durar um ano. E outra coisa que eu sempre falo também, né? Muita gente acredita que o GLP-1 é uma moda do momento. Mas o primeiro medicamento análogo do GLP-1 já é utilizado desde 2014 para a diabetes. Nós temos 12 anos do uso desses medicamentos.

Fora o período de estudo prévio disso daí. 12 anos de aprovação já desses medicamentos, né? Então, isso é muito legal. Vou lançar um livro agora, vou te mandar com certeza. Lançar um livro, o máximo. Um livro agora esse mês sobre essas questões envolvendo GLP-1, nutrição e suplementação, né? E o primeiro capítulo conta um pouco dessa história.

sobre a história dos análogos do GLP-1. Então, isso é muito bom, pensando dentro desse contexto que traz a segurança de que não é algo passageiro. E fora essas mudanças do mercado brasileiro. Então, nós tivemos agora, no dia 20 de março desse ano, a queda na patente. Então, abrindo a possibilidade...

brasileiras farmacêuticas brasileiras produzirem esses medicamentos e no dia 20 caiu a patente no dia 21 a visa publicou uma nota mostrando que já tem 14 farmacêuticas brasileiras com solicitação de produção do medicamento então assim é algo que eu digo que o que nós sabemos hoje sobre o GLP1 e o impacto que o GLP1 trouxe para o mercado não é nem

10% do que vai acontecer. Exato. Então, a lição que tirei é que o GLP-1 é tipo o iPhone, né? Foi 1, 2, 3, já está no 17, 18. Exatamente, exatamente. Gostei dessa. Muito bom, velho. Cara, então, o GLP-1 é que no iPhone sempre vai ter a próxima versão. É uma ciência que não é, tipo, ah, surgiu do nada uma caneta que emagreceu. Não, está sendo já há vários e vários anos estudada essa parada.

E uma das coisas que eu vejo é que dentro dessa jornada com os análogos, o nutricionista, ele, claro, tem que buscar o conhecimento técnico, que eu acho que isso é o mínimo, o básico do básico.

Mas ele tem que começar a comunicar, seja com o paciente, seja com outros médicos, pra poder fazer paciência, ele tem que começar a comunicar esses aprendizados, ele tem que começar a se posicionar. E, cara, pra onde é que tu vê, assim, que é o primeiro passo, assim, pro nutricionista, depois que ele aprendeu, vamos dizer, eu fui pra um evento teu, eu fui pra um evento como o Summit, eu fui estudar, eu li sobre tudo, eu entendi a parada, beleza, eu entendi.

Qual que é o primeiro passo para ele fazer com que o paciente veja ele como um especialista? Veja ele como alguém que entende daquele assunto. Por onde que você começaria se você estivesse como nutre agora entrando nesse mundo?

Cara, isso é uma resposta muito da experiência, inclusive, do que eu estou tendo lá na clínica. É verdade. Óbvio que eu tive uma insegurança. Poxa, GLP-1 é um hormônio. Será que a galera vai ter a credibilidade de passar numa clínica nutricional, de nutricionista com suporte de GLP-1?

E a resposta que eu dou é você se posiciona com autoridade quando você entende do que você está falando. Porque o emagrecimento com o GLP-1, ele não é um emagrecimento comum. Ele não é um emagrecimento comum. Então, quando você entende essas coisas... Muda muitas variáveis, né? Exato. E você comunica que você sabe exatamente o que o paciente está passando.

ele se conecta com você na hora porque tá cheio cheio cheio de informações um monte de post na internet que fala o famoso engenheiro de obra pronta né que fala um monte de frase bonita um monte de frase de efeito mas que na prática é totalmente diferente a prática ela é algo totalmente diferente e que nós não fomos preparados nós não tivemos esse ensinamento na nossa faculdade

Então é tendo essa vivência e entendendo quais são as dores e tudo mais que nós podemos gerar esse conteúdo como autoridade. E aí tem uma coisa muito legal que eu deixo de dica para a galera.

que funciona como uma via de mão dupla, um mecanismo duplo de coisas boas. Você criar alguma, seja uma inteligência artificial, ou do jeito mais simples possível, um questionário, mas também não vai ser aquele questionário longo, que pelo amor de Deus o paciente não vai ter paciência de responder. Mas algo que você tenha de contato com esse paciente, entre essa primeira e essa segunda consulta.

Onde ele vai relatar todas as dificuldades e todas as qualidades. Você começa a ver que tipo, caramba, pedir pro paciente fazer um pré-treino 6 horas da manhã não é só pra uma pessoa, não. É 99% da galera que tá relatando essa dificuldade. Então você começa a entender... É padrão.

o que que todo mundo tá passando e aí na hora que uma pessoa que não passa você ver que você traz essa dica traz esse esse esse suporte ela falou para essa pessoa ela entende do que ela tá falando ela não é aquela pessoa que tá postando na rede social que para emagrecer você precisa fazer um pré-treino com carboidratos e esse carboidrato vai encher o teu glicogênio e vai dar mais energia para treinar o que no artigo científico é muito bonito

mas que na era dos análogos de LP1 é totalmente diferente. Cara, que doido isso, né? Porque de fato mexe com tantas vias que a forma de pensar o padrão já não se aplica, né? Então meio que você precisa se atualizar. Mas isso que tu falou é muito real, Pedro, que a pessoa compra quando ela sente que você entende o problema dela.

Então, acho que tanto no marketing, no posicionamento, que é a primeira etapa, né? Como na parte de vendo, o script, a conversão. Tudo você tem que ter estratégias que mostram para aquele paciente que você entende o problema dele, que você acolhe. Porque muitos nutres estão julgando o paciente, né? Que os GLP-1 estão, tipo...

Achando que o paciente é menos, que ele não é esforçado, enfim, aquela coisa tudo. E aí eu acho que você passar para o paciente no conteúdo, que é o primeiro ponto de contato, e depois na conversa, né, do um a um, que é o ponto de conversão, que, cara, eu entendo a tua dor, entendo a necessidade, eu entendo como funciona todo esse processo, e eu estou aqui como um facilitador.

Esse é o posicionamento que, na minha opinião, mais ganha o paciente, né? Porque se você tá ali, criticando todo mundo, falando mal, não sei o quê, isso, na verdade, vai afastar o paciente. Eu acho que essa é uma dor que muitos nutricionistas estão tendo. Porque, pô, o Nutri a vida inteira falou sobre reeducação alimentar, cuidar do comportamento, mudar os hábitos. Aí ele acha que o GLP-1, ele meio que exclui tudo isso. Só que, na verdade, é a união dos dois que faz o negócio andar de verdade, né, irmão? É isso que eu entendi na conversa contigo aqui hoje.

Cara, e quando você mensura isso, isso vira até script de vendas. Por exemplo, dentro de um script de venda de análise de LP1, vou usar um exemplo aqui, como detalhes mudam o jogo. Cara, emagrecer, todo nutricionista vai ter script de venda de emagrecimento. Ai, 93% das pessoas emagrecem nos primeiros dois meses, não sei o quê, e tudo mais. Legal. Agora, quando você se posiciona como uma pessoa especialista em LP1,

então o script de venda ele fica assim ó e você identifica que caramba o maior dificuldade da galera é consumir proteína no café da manhã ou por exemplo vai um pouco mais a fundo a maior dificuldade da galera é tirar a náusea tirar o enjoo que o medicamento traz né ou por exemplo a maior dificuldade da galera é a constipação fica três dias sem fazer cocô no banheiro

medicamento então quando você identifica essas coisas no script de venda quando chega um paciente por exemplo que tá já a luz do gel que é um você vai virar e vai falar assim seja para você ou porque o time de vendas você já é um pouco mais estruturado né 95 dos porcento dos pacientes emagrecem

emagrecem nos primeiros 45 dias de acompanhamento nutricional. 96% não têm náusea após a primeira semana de tratamento. 98% melhora o trânsito intestinal por conta do tratamento voltado para isso daí. Enfim, cara, quando você identifica...

imagina a pessoa o paciente que tá ali que passou por oito lembra da história dos oito passou por oito frustrações com o portal e ele vê aquele script de algo falando meu Deus ninguém nunca falou isso essa pessoa não é só no emagrecimento ela sabe exatamente o que eu tô sentindo essa pessoa só sabe o que você tá sentindo quando você acompanha esse paciente aí ó você não precisa ficar o dia inteiro na tarde conversando com paciente e aí tá tudo bem como você tá sentindo mais

cria, sei lá, às vezes um agente de inteligência artificial para ir tirando dessas dúvidas, depois você coleta essas informações, qual foi a dúvida que mais apareceu ao longo desses últimos meses e isso se torna um script de vendas. Cara, a era dos análogos de LP não tem suas peculiaridades, mas são peculiaridades muito boas para aquela frase que nós falamos lá no começo, que nunca foi tão bom ser nutricionista quanto agora.

Total, velho. E eu concordo, viu? Nunca foi tão bom ser nutricionista quanto agora. E eu quero falar sobre esse suporte entre as consultas. Inclusive, tem uma solução que eu acho que a galera vai curtir muito. E aí, Pedro, tu falou uma parada que me pegou. Tu falou, cara...

é importante ter, sei lá, um AI, um formulário, qualquer coisa que você tenha um ponto de contato entre as consultas para poder fazer um acompanhamento real. E aí, cara, o que eu vejo? Hoje, a gente tem uma metodologia aqui na MSF, que na verdade ela existe desde o nascimento da MSF, que é o método Shake-In, que é basicamente, a gente inclusive tem um software para isso, que é a Welts, onde você pode...

fazer um formulário, um formulário ali que eu gosto muito de ter perguntas, por exemplo, de 0 a 10, como é que foi o teu sono? A tua digestão? Teve alguns confortos usando o análogo? Enfim, dá para tu criar. E isso gera gráficos de evolução do paciente. Então, tu consegue acompanhar semanal ou quinzenalmente essa evolução nesses marcadores de biofeedback. E isso traz uma pista rápida de mudança. Porque imagina, o paciente está lá usando o análogo, aí ele vem na consulta, aí você passa o plano. Aí daqui a 7 ou 14 dias, você tem esse ponto de contato com...

ao ELTS fazendo essa análise desses dados. Aí tu vê que, cara, o que eu passei pro paciente não era o ideal. Eu tinha que fazer um ajuste aqui nessa refeição, ter que aumentar a fibra, ter que tirar, botar mais proteína no café da manhã, tirar, enfim, essa coisa toda.

você vai fazer um acompanhamento entre a consulta usando o método check-in. E aí depois dá pra treinar, um AI, dá pra fazer todo esse jogo mais avançado. Mas eu acho que o mínimo que a gente tem que ter são pontos de contato entre as consultas, velho. Isso vale pra qualquer nicho, pra qualquer mercado. E se o paciente tá usando análogos de LP1, isso se torna ainda mais importante. Porque aí você consegue atuar de forma preventiva.

Porque o núcleo, ele atua muito de forma reativa, né? O problema acontece, ele vai pra ele resolver. Mas se você consegue identificar o problema antes dele acontecer, cara, isso é incrível pro resultado do paciente e é incrível pra OLTV, renovação. Pô, demais. Cara, tudo que você...

mostra para o paciente, vira um grande ponto positivo para essa conversão. Conversão, renovação, enfim. Por exemplo, eu vou dar uma dica aqui. Eu falo muito com a galera. Todo nutricionista que o paciente vai, ou tem adipometria ou tem bioimpedância. Certo? Exato. Então, desculpa se vai doer.

Mas não é diferença nenhuma, não é diferença nenhuma, você ter bioimpedância ou fazer adipômetro na sua prática clínica. É igual a gente falou, é obrigatório. Isso não é um diferencial teu, mas tem uma coisa que ninguém faz que custa 100 reais.

dinamômetro 100 reais no Mercado Livre se você comprar na Shopee amanhã chega na tua casa olha aí pessoal não olha para isso é demais de força muscular no análogo de gel e tem é alto muito perceptível total mesmo jeito que a ganha de massa muscular faz muita de força muscular faz muita diferença na vida desse paciente

Então com 100 reais Você aplica Inclusive dentro do script de Vera Que você não avalia só a massa muscular Como todos os outros Nutricionistas fazem Mas você avalia o fator que inclusive Antecede a perda de massa muscular

que é a força muscular, que por R$100 você faz isso e ninguém mais faz. E você se torna um diferencial. E aí você joga ali no chat EPT da vida, em qualquer inteligência artificial, um gráfico que você vai mostrar para o paciente, olha só, em X dias, olha só, o quanto a sua força muscular ganhou com essa estratégia intracional, com essa estratégia de suplementação ou não sei o quê. Então, assim, essas métricas, todas essas coisas fazem muita diferença.

escala de sono que eu sempre ensino né eu sempre sou mais da parte técnica mando para galera aqui e tudo mais uma escala validada de Pittsburgh né então porque que pô vai esperar o paciente fazer uma uma um exame médico para ele ver se ele tem um sono bom ou se tem um ruim tem escala com cinco perguntas que tem uma validação científica enorme que dá um resultado em número ou seja se dá um resultado em número a cada para acompanhar gráfico evolutivo exato

Cara, isso aí é o futuro, na minha opinião. Um dos futuros, né? Falamos de LP1, aí tem AI. Um outro que eu acho é, cara, o paciente que cada vez mais ele vai querer olhar pro analytics da saúde dele. Os dados da saúde dele. A galera usando o anel, até tô sempre o meu aqui hoje, o Jory Ring, usando o relógio, usando a pulseira da UPE. Cara, isso aí é o grande futuro, assim. Junto com o LP1, com o AI, o paciente vai querer ver o dashboard de evolução dele.

Com as métricas, os dados, com a evolução. E isso é uma parada que eu acredito muito. Cara, e quando você mostra pro paciente que você tem isso, é um outro olhar. Não dá mais, tipo, cara, pra você achar de acordo com a noite anterior do paciente, se ele dormiu bem ou dormiu mal, isso foi os últimos 30, 40 dias. Cara, esses aplicativos, todas essas coisas são maravilhosas. Tem um aplicativo, né?

que eu sempre apresento nas minhas palestras também, chama Ion, Ion to Life. Depois tem que te apresentar, galera, tu vai gostar. Tipo, é daqui do Brasil, é um aplicativo brasileiro, que o paciente exporta. Da mesma maneira que ele exporta um PDF de exames do laboratório, ele exporta um relatório do sono dos últimos 30 dias.

Então você consegue ver não só como foi a noite do paciente do dia anterior, mas dos últimos 30 dias. Então a sua consulta fica mais efetiva, o resultado fica muito melhor e o paciente tem uma experiência totalmente diferente, mais uma vez, do que ele teve com aqueles oito últimos profissionais da saúde que ele passou e se frustrou.

Total, velho. Mas aí, Pedro, uma coisa que eu queria trazer, que tu comentou, que eu achei muito, muito interessante, é que o paciente do GLP-1, ele tem diferenças do paciente normal. E aí, se por exemplo, esse exemplo do dinamômetro, a maioria dos núcleos não tá nem olhando pra isso. Talvez o núcleo que trabalha com...

com paciente idoso, sei lá, oncológico, alguns desses devem olhar, né? Mas a turma do geral não olha para esse tipo de coisa. E aí eu vejo que a galera está muito focada hoje em investir em grandes equipamentos, em grandes coisas que vão fortalecer o branding, né? Essa palavra que o pessoal usa para poder comprar coisa cara por aí, que é o tal do branding.

E eu te pergunto, velho, tu acha que hoje, pro profissional que tá focado no GLP-1, nesse paciente que tem essa necessidade, tipo, faz muita diferença você ter uma grande máquina ali de calorimetria, uma máquina cara de impedância, ou é muito mais ir na linha de estruturar a clínica pra depois, quando tiver caixa, investir nessas coisas? Eu vejo que o pessoal pula muito, né?

Muita gente tem dificuldade para fazer isso daí, acreditando em trazer um resultado. E vamos lá, legal. É um diferencial. É um diferencial interessante você ter, poxa, uma bioimpedância, ter uma calorimetria. É legal fazer isso. Mas é ainda mais legal quando você estrutura para isso. Porque eu sempre falo, quando a pessoa me pergunta, ou tu vai comprar um aparelho de 40, 50, 70 mil reais e saindo de três pacientes para cinco,

É muito mais fácil você investir R$40 mil para sair de três pacientes para R$40 mil, para aumentar o ticket da tua consulta, para investir nessa captação. Senão você vai ter um aparelho de R$40 mil, R$50 mil, só que não vai ter pacientes, não vai servir para nada. Então, a estruturação, eu acho que ela é um caminho prévio antes do investimento desses equipamentos.

Total, velho, total. E hoje em dia, eu vejo que o pessoal cai muito na pressão dos colegas, a pressão do que ele acha que o paciente vai pensar dele. Só que eu sou muito contra essa lógica, velho. Eu acho que é um diferencial legal, mas tem que ter uma organização financeira prévia. Exato. Eu vejo que o pessoal pula muitas etapas. E isso até é um assunto que eu acho que vale comentar aqui também, no próprio CPF, né, bicho? O Nutri, quando entra aqui na NSF, ele fatura os seus 3, 5, 7, 10 mil.

Aí do nada ele tá faturando 30, 40, 50, tem gente que fatura 100, 200, 300 por mês. Isso gera um efeito na pessoa que ela começa a querer gastar aquele dinheiro com um monte de coisa, né? E aí vem essas máquinas, aí vem o carro, vem o apartamento, tudo empilhado em um monte de parcela.

E eu vejo que se você tem uma estruturação de primeiro investir em habilidade, conhecimento, ambiente, para poder aumentar o faturamento e aí se organizar financeiramente para fazer esses grandes investimentos, isso gera uma pressão muito menor. Porque tu já deve ter visto isso várias vezes em colegas. O cara...

cresce, só que cria uma pressão financeira tão grande que não consegue curtir o crescimento porque está sempre preocupado. Porque se um mês vai mal, está cheio de coisas para pagar. Aí está cheio de coisas para pagar. É exatamente isso, cara. Por exemplo, quando a gente reformou a clínica, por exemplo, eu vou mostrar lá no Summit alguns números.

em três meses, né? Três meses e meio, teve um faturamento maior do que o ano de 2025 inteiro. Então foi um investimento que valeu a pena, porque foi pensado no retorno. Exatamente. Só que assim, você me perguntar, pô, Pedro, então tu tá, pô, já daqui a pouco vai ter foto com a Ferrari? Não. Irmão, tô estruturando um caixa e tudo mais, toda essa estruturação.

antes de começar a fazer as coisas. Por quê? Porque tem um projeto de expansão para a clínica. Daqui a pouco eu saio de 70 metros quadrados e com essa demanda dos análises do GMP1 eu quero ir para 200 metros quadrados. Aí eu fiz o dinheiro, gastei...

Então essa estruturação Ela é muito boa Ela faz a diferença Para você, igual eu falei mais cedo Para você profissionalizar O nível do negócio Seja o seu consultório Da sua clínica De você mesmo como nutricionista Que é uma empresa A profissionalização É algo que vai levar Para um patamar muito grande E aí

Total, velho. É isso que a gente acredita. Tanto que aqui na NSF, né? Nós somos uma escola de negócios que olha justamente pra essa lacuna que tem no mercado. O nutricionista, ele sai da faculdade... Se o nutricionista não sabe nem ser nutricionista direito quando ele sai da faculdade, imagina ser empreendedor, né? Eu acredito que a faculdade tem muita coisa, claro, importante, relevante, mas tem muita coisa ultrapassada. E olhando pro que a gente conversou aqui hoje, irmão...

É urgente ter uma mudança nessa estrutura de conteúdo das faculdades. Mas como isso não tem, não existe, não fala nem de LP1, nem de AI, nem de venda, nem de captação, nem de fidelização, nem de contratação, nem nada disso, a gente tem que buscar esse conhecimento em outros lugares. Pois é, eu brinco muito. Eu falo que o nutricionista sai da faculdade e ele acha que fazer um post do Canvas que ele está agenda aberta vai fazer ele ter paciente.

E o complicado é que é igual você falou, cara, nós não somos ensinados. Não tem nem como criticar ou julgar. É uma ingenuidade muito grande de acreditar nisso daí. E o nutricionista sai com a base técnica insegura, quem dirá com essa base de marketing, de venda, de captação e tudo mais.

então eu acho que o trabalho que você faz que eu acho muito legal que você antecipa e essa essa frustração porque eu não queria que isso aqui não cruza o seu caminho por outras vezes que não cruza o caminho da sua empresa ele tá muito

muito propenso a ter esse momento de frustração que vem ali após um ano e meio dois dois anos e meio de formado que seja por uma frustração de nadar e não ver saindo do lugar ou seja por uma frustração de estagnação onde mesmo crescimento que ele teve nos primeiros dois meses formado é o mesmo que ele tá tendo com dois anos de formado então é o conteúdo que você traz que a sua gente traz ela é muito bom para para justamente para isso de verdade

Cara, muito obrigado pelo carinho, irmão. Tô animado aí pro evento. E eu acho que isso que você falou é real. Quando você tem pessoas que já viveram a jornada, que tem metodologia, que tem aquilo pra te ensinar, você economiza tempo e economiza erros, né, velho? Eu acho que na vida a gente tem duas moedas. Dinheiro e tempo.

E a gente tá o tempo todo trocando um pela outra. A gente paga pra ganhar tempo, usa o tempo pra ganhar dinheiro. Pra sempre você troca, troca. E, cara, no mundo dos negócios, se você pode investir no seu dinheiro pra ganhar velocidade, ganhar tempo, eu acho que esse é o maior investimento que você pode fazer de todos, assim, sabe? Porque, no fim das contas, você pode demorar 5, 10. Pô, tem alunas nossas aqui com 30 anos de formado aprendendo negócios aqui no INSS. Exato.

Se essa pessoa tivesse vivido isso no início da carreira, o quanto de construção... E aí, lógico, nem tinha isso, né? Não tinha essa formação de tanto nenhum na época que essa pessoa se formou. Só que aí vem a vantagem que a galera nova tem hoje, né, irmão? A galera se forma com acesso à abundância de conhecimento, de dados, de tecnologias. Pô, isso é uma coisa que a pessoa tem que aproveitar, abraçar esse momento e eu vou usar a tua frase.

Não tem momento melhor na história para ser nutricionista do que isso, velho. Não tem problema de correr.

Não tem, não tem. É isso. A gente tá no melhor momento da nutrição. Gravíssimo. E ainda tem o fato que a gente comentou aqui algumas vezes que também a maioria dos profissionais, eles não buscam fazer e aprender nada do que a gente tá conversando. Essa galera que tá aqui na live, já são diferenciadas. Total, total. Maioria não faz nada. Segunda-feira à noite.

Cada um que tá aqui numa live do Instagram que é cheio de distração, cheio de coisa. Pô, pra você tá aprendendo sobre isso, vou te falar a galera que tá aqui é 1%. É o 1% que vai pegar essa onda e vai tá na na crista dessa onda, entendeu? E vai surfar, exatamente, vai surfar a onda. Cara, sensacional. Meu irmão, o que você acha?

Qual que é o teu recado final, a tua mensagem final depois dessa uma hora conversando aqui? O que é a tua... Se pudesse deixar só uma coisa tatuada dessa conversa na cabeça do nosso ouvinte, o que tu diria, velho? Planta, planta que vai colher. Meu irmão, planta, planta, planta que tá chegando a hora de colher. Nunca foi tão rápido...

o plantio da colheita quanto na era dos análogos de LPM. Então quem plantar agora vai colher. Cara, muito bom. Ou seja, planta e executa. É isso, velho. Não tem para onde correr, não. E além do faturamento, cara, além da materialização do faturamento, é a questão da jornada.

É como que a pessoa chegou até lá. É tipo, como que você vai chegar até lá. Não vai ser da noite para o dia, mas o que você vai fazer para encurtar o seu caminho. Qual caminho é mais assertivo para você. Então, nesses locais, a maior valiosidade é isso. É um insight que você tira, define o seu futuro.

E outra coisa que vale ressaltar, e aí vai ser eu que vou ressaltar, porque para mim isso você tem que se orgulhar, né? De levar pela primeira vez na história um evento de nutrição para um dos grandes polos.

de empreendedorismo, de marketing, de produção de conteúdo que tem em São Paulo, que hoje é talvez um dos maiores polos do Brasil e do mundo, né? Então você tá levando um evento de nutricionista pra lá. Então isso é algo que tem que ser comentado e tem que ser parabenizado também.

A arrepiai, meu irmão. Obrigado pelo carinho. Como eu falei, tem duas moedas na vida, dinheiro e tempo. A gente gosta de dinheiro, mas o tempo é a moeda mais preciosa. Então, se você dedicou uma hora aqui com a gente hoje ou então ficou alguns minutos que seja, eu agradeço de coração. Aguardo vocês muito em breve aí no Summit. E, Pedro, obrigado pelo teu tempo, irmão. Adorei o nosso bate-papo. Achei que foi... Assim, a gente agregou absurdos.

Eu tenho certeza absoluta que quem assistir gravado vai tirar muito valor também. E, irmão, te aguardo no Summit, hein? Bora pra cima.

Valeu, obrigado pelo convite, nos vemos no Summit, valeu pessoal, obrigado. Valeu turma, tchau, tchau. Tchau, tchau. Valeu, filho.

207 - Por que os análogos de GLP-1 vão tornar o nutricionista mais necessário do que nunca | Castnews Index — Castnews Index