Episódios de Programa de Indie

As Novidades de Maio, com FBC, Olivia Rodrigo, Beck, Mombojó e muito mais!

08 de maio de 20261h2min
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No mês do trabalhador, o Programa de Indie louva a máxima de Muricy Ramalho ("aqui é trabalho!") e bota as novidades de maio para rodar.

De cara, tem o novo disco do FBC, urgente e roqueiro, e Alice Caymmi mandando um abraço pro avô Dorival. Tem o power pop do Hurry bebendo na fonte do Teenage Fanclub, a psicodelia Faber Castell do Exclusive os Cabides, o neilyoungismo do Brown Horse e... claro, tem o Capelas renovando seu afeto pela Olivia Rodrigo.

Pra completar, tem ainda uma porção de trocadilhos de pai com o New Dad e as novidades de Beck e de Cameron Picton, ex-Black Midi, agora chegando com o My New Band Believe. Isso pra não falar no nosso correspondente gaudério Carlinhos Carneiro, que vem chegando direto de Porto Alegre com um baita, um hiper troço.

Pega a chinoca, monta no cavalo e vem desbravar essa coxilha – só não te esquece da playlist, ô bagual. (Ganha uma Pastelina quem souber a referência da capa de hoje)

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Por falar em playlist, sabia que a gente tem uma playlist com ⁠todas as novidades⁠ que já tocamos no programa? 

Já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein!

E se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria,⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠aqui tá o nosso Media Kit⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, viu?

Assuntos4
  • Mês de MaioFBC - Tambores, cafezais, fuzis, guaranas e outras brasilidades · Alice Caymmi - Caymmi · Hurry - Zoned Out · Rosalie - Other Side · Exclusive os Cabides - Bicicleta · Brown Horse - Sorrow Rites · Olivia Rodrigo - Drop Dead · Thier - Contato · She's Green - Swallowtail · New Dad · Beck - Ride Lonesome · Cameron Picton - My New Band Believe · Mombojó - Solar
  • Pertencimento social e políticaPolítica brasileira · Congresso Nacional · STF · Ditadura militar · Fome e desigualdade social no Brasil
  • Eventos CulturaisDJ set e assinatura de livro em Porto Alegre · Shows em Porto Alegre · Shows em São Paulo · C6 Fest em São Paulo · Virada Cultural em São Paulo · Discotecagem no Tap & Go Jundiaí · Hiper Troço Festival em Porto Alegre · Final da Champions League
  • Música e admiração por artistasFBC como artista multifacetado · Alice Caymmi e a obra de Dorival Caymmi · Hurry e a influência de Teenage Fanclub · Rosalie e o estilo singer-songwriter · Exclusive os Cabides e o crescimento da banda · Brown Horse e o alt-country · Olivia Rodrigo e o teste do terceiro disco · Thier e a sofisticação pop · She's Green e o shoegaze · New Dead e o slowcore · Beck e sua versatilidade musical · Cameron Picton e o My New Band Believe · Mombojó e a dualidade musical · Jason Molina · Neil Young · Elliot Smith · Debbie Harry · Adriano Sintra · Antônio Adolfo · Jamil Joanes · Greg Mendes · Cameron Payton · Jorginho Gripe · Frog
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Programa de Indy, com Bruno Capelas e Igor Miller.

Seja muito bem-vinda, seja muito bem-vindo, seja muito bem-vinde ao programa de índio, nosso quartinho de bagunça onde estamos todas as semanas, não apenas falando de uma visão da música alternativa, mas também falando de uma visão alternativa da música. Eu sou Igor Miller, sempre ao lado dele, resistindo bravamente a cada dia, mais na distopia, seu Bruno Capelas, boa noite.

Boa noite, Igor Miller. Prazer enorme estar aqui. Seguimos, seguimos. Nós seguimos e você segue a gente na sua plataforma de streaming, no seu agregador de podcast, sempre dando a cotação máxima. É muito importante para a gente para continuar aqui mantendo essa resistência cada dia mais importante. Resistir trazendo conteúdo diferente para você aqui, semanalmente, com...

novidades, com clássicos, com tudo que interessa deste universo alternativo e também de olho nas nossas redes sociais. O nosso Instagram, que é o arroba programa de Indie, o nosso Blue Sky, que é o arroba programadeindie.bluesky.social e claro, o nosso simpático e-mail, onde aceitaremos convites para chimarrões e x coração olaprogramadeindie arroba gmail.com

Ó, eu não sou um grande fã de X-Coração, mas eu sei o porquê o Capelas está se convidando para esse tipo de evento. Ele vai contar pra gente agora, entre muitas outras coisas, na agendinha da semana. Já que eu falei de X-Coração, vou passar isso na frente da agenda. No dia 16 de maio, eu, Marcelo Costa, Janaína Lopes, Homero Pivoto Jr. e Leonardo Tissot.

Estaremos juntos em Porto Alegre, na Rádio Agulha, para um DJ set e assinar Eu Nem Queria Dar Entrevista, ou melhor, do Scraniel, volume 1. A gente vai estar em Porto Alegre para fazer a nossa festinha, seguindo a Scraniel Book Tour, com cinco autores do livro. Vai ser um barato, muito legal ser recebido lá em Porto Alegre.

pela turma do Marcelo Ferla na Rádio Agulha, um espaço que eu tô doido pra conhecer, já queria ter conhecido o Agulha antes das enchentes e agora ainda mais a Rádio Agulha vai ter uma programação bem bacana de shows em Porto Alegre essa semana inclusive se você for do interior gaúcho e quiser aproveitar, saiba que na sexta-feira, na véspera, dia 15 tem Supervão e Viridiana

No dia 16 tem festa alfinete, tem show do Carlinhos Carneiro, tem muita coisa legal acontecendo na cidade. Vale a pena este passeio em Porto Alegre, se você estiver na região. E, por favor, me dê um abraço. Comeremos juntos uma pastelina lá na Rádio Agulha.

Mas, voltando pra agenda de shows, falando de muita coisa que vai rolar aqui em São Paulo, começando com Bela e o Homo da Bruxa e Buenos Vampiros tocando no La Iglesia esse final de semana, sexta-feira, aqui em São Paulo. No sábado, você sabe...

Você já deve ter ingresso, provavelmente, se você é um garoto ou uma garota esperta, ou um garoto esperte. Tem Jim Warham, do Galaxy 500, e Vapors of Morphine, no Cinejoy, a produção da Marathi. Marathi, inclusive, que anunciou a Flock of Seagulls, um clássico do synthpop, lá para outubro, mas isso a gente fala mais perto.

Mas Jim Warham e Vapors of Morphine estarão entre nós no CineJóia. E vale lembrar que no fim do mês a gente tem alguns encontros marcados ao longo das próximas semanas em São Paulo. Dia 22 de maio tem FBC lançando o seu novo trabalho.

Tambores, cafezais, fuzis, guaranas e outras brasilidades. Uma porrada da qual a gente vai falar mais. FBC toca no Cine Joia ansiosíssimo. Ele toca no Cine Joia na sexta-feira. De quinta a domingo tem em São Paulo o já tradicional C6 Fest. Quinta e sexta-feira no Auditório Ibirapuera com shows de jazz. No sábado e no domingo o mundo pop, o mundo rock, o mundo alternativo tomar conta do Parque Ibirapuera.

Vai ter XX, vai ter Robert Plant, vai ter Paralamas com Nação Zumbi, Matt Berninger, Wolf Ellis, o Horse Girl favoritas da casa e muita coisa a mais, incluindo seu Cameron Inter, talvez o Affair de Olivia Rodrigo, não sei, não sabemos. A fofoca não chegou até este quartinho de bagunça. O fato é que além de C6 Fest, também tem virada cultural rolando em São Paulo nesse final de semana, 23 e 24 de maio.

E para completar a bagunça, ainda tem o Super Chunk no dia 31 de maio, produção da Balaclava, lá no Cine Joia. Animadíssimo para esse Super Chunk. Certo, gormila?

Tá, seu capelas, eu sei que o convite tá em cima da hora, só quem tá ouvindo na estreia ou estiver na Anhanguera, ou vindo no sábado de manhã, vai poder curtir essa festa, mas não custa nada a gente convidar, né? Claro que vale a pena o convite, eu e Igor Miller vamos ocupar as picapes do Tap & Go Jundiaí, no sábado, dia 9, sábado à noite, estaremos por lá.

junto com as excelentes cervejas escolhidas pelo André Paniza, o Bacana, um grande fã do programa de índia. Eu tenho uma história muito divertida quando eu conheci o Bacana. Eu tinha ido para Jundiaí e ver o Vapors of Morphine no ano passado. Estava com o Marcelo Costa.

E aí a gente entrou no bar pra tomar uma cerveja antes do show. Ele olhou e falou assim, eu tava ouvindo você hoje. Ele apontou pra mim. E aí apontou pra Marcelo, eu tava lendo você hoje. E aí eu falei, ok, eu me sinto um pouco em casa. E aí eu olhei pra TV do bar e tava tocando My Bloody Valentine. Eu falei, eu acho que eu gosto desse lugar. E é lá que faremos uma discotecagem muito especial neste final de semana, neste sábado dia 9. Se vocês estiverem junto aí, Redondezas, peguem a CPTM e venham com a gente.

Hotel Rio

E ele, sempre ele, que roda numa turnê muito própria, ainda que seja um membro honorário do programa de Indy. Às vezes ele aparece por aqui para dar o seu alô sempre conectadíssimo, não só com as nossas mentes, mas também com os nossos corações.

Carlinhos Carneiro desembarcando no programa de índia. Salve, salve, ouvintes do programa de índia. Alô, Igor. Alô, Bruno. Firmeza. Aqui é Carlinhos Carneiro. Sou cruner de rock, jornalista, portador de um cabelinho bem ajeitadinho, curtinho, bonito, num degradê elegante. Parece caro, mas foi eu mesmo que fiz.

E estou aqui pra contar pra vocês que nesse fim de semana aqui por Porto Alegre, sou praticamente o repórter destacado ao sul pelo pessoal do programa de Indy, né? E nesse fim de semana aqui em Porto Alegre rolou um momento total, programa de Indy.

No domingo teve o Hiper Troço, festival que eu tive o prazer de produzir ao lado do pessoal da Mochilinha Produções, Birra Feia, lá de Santa Catarina, e El Ninho, de São Paulo. Contamos com shows de Cidade Dormitório, diretamente de Sergipe, Quem É Você, Alice, aqui de Porto Alegre, Jonah Bug, de Marília.

Teve Supervão, que mora em Porto Alegre, maçã de São Leopoldo. Teve também a Tapete Tapete de Floripa. E Insira Aqui, uma feliz novidade aqui da nossa música gaúcha, que veio diretamente de Canoas. E Tchê, que loucura fazer um festival com seis bandas num domingo de feriado numa capital, cara.

Tem que ser meio dodói da cabeça ou atrapalhado das ideias por conta da sucessão de guitarras distorcidas ao longo de 30 anos na minha cabeça. Mas o que importa é que foi muito, muito, muito massa.

O hiper troço rolou e rolou bonito, gurizada emocionada cantando tudo, lotando a pista do Bar Opinião, palco sagrado da música porto-alegrense, recebendo um monte de nomes novos ali. Um evento que teve uma importância...

quase que maior do que a gente estava pensando. Ele já servia, e muito, como uma troca de figurinhas entre pessoas e bandas e trabalhos de lugares tão distantes. Uma chance de poder assistir Cidade do Dormitório, John Abung, no momento que eles recém saíram do Lollapalooza, aqui em Porto Alegre.

Mas acabou sendo mais legal ainda pra gente valorizar o público que Porto Alegre tá tendo pra iniciativas guitareiras por aí. E pra deixar bem claro que Quem É Você Alice é um dos maiores nomes da música daqui, do Brasil. Chega no momento...

perfeito pro Brasil um monte de coisa acontecendo nesse tipo de som nessa gurizada jovem inspirada sei lá, no Midwest Emo e cara, eles simplesmente atrolharam a pista do Opinião de Gente Cantando emocionada todas as músicas

Foi como ver os primeiros shows, sei lá, da Fresno, da Dingo, de tantas, da Apanhador Sol, tantas bandas recentes que eu tive o prazer de assistir e ver crescer.

E quem é você ali se tá nessa lista? A banda superou um momento difícil na sua história, virou um trio. Esse trio tá sendo acompanhado por um guitarrista em paralelo ali, que chegou botando a coisa pra funcionar também junto. Estamos três cantando, baixista, batéria e guitarra, cantando em uníssono.

o que dá uma identidade bem diferenciada pra banda, e todo o público canta junto todas as músicas deles, e é emocionante assistir isso, todo mundo pulando, gritando e enlouquecido. Supervão também arrebentou a boca do balão.

Fez um showsaço. Tive o prazer de repartir o palco com eles em Tudo Certo Pra Dar Errado. Música que faz parte ali do disco Amores e Vícios da Geração Nostalgia. E que eu gravei na nova versão do álbum, na versão deluxe do álbum. Eu tenho uma participação nessa música.

E fui lá e subi, invadi o palco com a gurizada e cantei junto. Uma emoção também ver a Supervão cheia de fãs. Todo mundo de camiseta enlouquecido. A Insira Aqui, uma novidade. Dois singles apenas lançados. Bombando, cheio de plays. Uma coisa louca. Todo mundo enlouquecido pela Insira Aqui.

A gente teve em rádio. E a banda que mais teve abertura em rádio de todas essas que estavam participando do festival foi a Insira Aqui. É um futuro promissor pra essa gurizada de canoas. E a banda que mais chapou o meu melão foi o Tapete Tapete de Floripa.

Gente, eu não sei nem explicar o que é o mexidão de referências mil que eles têm naquele som pesado e psicodélico deles que vai além do stoner, além de muita coisa que eu consigo decifrar. Fiquei louco pra sequestrar eles pra um canto do camarim e de fazer eles me explicarem de onde veio todo aquele...

aquela sonoridade maluca deles ali. Mas é muito massa o som da banda, o show acachapante, Tapete e Tapete, um dos nomes mais legais, mostrando que Floripa, apesar dos pesares, é um lugar que a gente anda associando tanta coisa.

bad vibe nesse Brasil nosso de hoje em dia, tá mostrando muita música a fuder. Acho que não é nem apesar dos pesares, é por causa disso, quando as coisas estão numa bad vibe, a música, a arte resolve respirar um troço e emanar uma vibe legal. E é por isso que a gente tem visto tantas bandas legais.

bundangue, exclusivos cabides e agora tapete, tapete se liguem, se grudem e não deixem passar a oportunidade de conhecer e se jogar na música brasileira de hoje em dia que tal bicho sempre muito bom ouvir notícias sobre a movimentação noturna em Porto Alegre este baita, este não, este hiper troço E aí

Muito feliz, muito feliz. Carlinhos me espera pra gente comer um mumu.

Mas, Socapela, você sabe também quem está te esperando na turnê Scream and Hell em Porto Alegre? O nosso ouvinte Virgílio Moraes, que mandou mensagem no episódio sobre as últimas novidades que a gente fez do mês de abril.

que ele falou que demorou uns dias para ouvir, ouviu o abraço no último programa e está aguardando você para o lançamento do livro do Scrum Daniel lá em Porto Alegre. Um abraço, Virgílio. Conduz aí o nosso Dante, tá? Vou apontar minhas canetas.

aproveitar também, porque é esse momento que a gente bate um papo com você, todo mundo que comenta lá nas nossas redes sociais, que comenta no espaço de comentários do programa, tá sempre junto com a gente batendo um papo, é bom demais ter você aqui, mandar um abraço também pro Leandro de Andrade 2, que respondeu pra gente o meu questionamento da última vez.

que ele é júnior mesmo, ele não é segundo, como eu contei do caso do meu colega de escola. Ele explica aqui o porquê que ele colocou o 2 lá no perfil do Spotify e também sugeriu pra gente escutar Beansteller. Meu querido, a gente tocou Beansteller na época do lançamento, né?

É isso, um abraço pra você. E também sugere novidades é o RM misterioso, que tá falando do sluice, aí a nossa inteligência artificial, o Júlio César Camarini falou que o sluice é o puro sluco do OutFolk. E eu preciso parar pra rir um pouquinho aqui. Você queria dizer que talvez ele seja um suco preguiçoso? Pode ser um suco de maracujá, né? O sluice. Pode ser, pode ser.

Mandar um abraço aqui também pro Rock Caio 19 que comentou o nosso comentário sobre o Kid Abelha sem Leone com KKK. Não dá, né? Não dá. Mandar um abraço também pro Cássio sempre junto com a gente que disse que tá surpreendido com o Jorge Drexler na nossa programação. Mas a gente toca Jorge Drexler há muito tempo, quase. Quem sabe ele não aparece aqui no programa de indie em algum momento. Seria demais. Seria demais.

O Cássio, inclusive, me deu uma das boas risadas das últimas semanas, numa interação que não aconteceu na caixa de comentários, mas sim lá no Blue Sky, que ele acordou na quinta-feira, pré-feriado, ali no dia 30 de abril, abriu o Spotify e falou, ué, cadê o programa? E aí ele se deu conta que era quinta-feira e não sexta, e aí, quando deu o feriado, ele finalmente comemorou e pôde tocar o programa da Chococorne com a gente.

Eu fiquei muito feliz, que significa que viramos um hábito a ponto de fazer parte da sexta-feira das pessoas, mesmo quando não é sexta-feira ainda. Falando em Chococorna e a galera curtindo o episódio do Chococorna, inclusive um abraço para o Adhemar Fragoso Jr., que eu não sei se é parente do nosso querido colega aqui, que sempre salva a gente nas entrevistas, o Valtinho Fragoso. Será que é? Mas ele falou que adora o Chococorna. O Roque Caio também falou que vai ver...

o Chococorne lá na Casa Natura em breve. Aqui um abraço também, ó, pro Bruno que sugeriu...

a gente falar sobre o Eldorado aqui no programa de Indy. Em breve a gente vai falar um pouquinho. Vamos esperar baixar um pouco a bola de toda essa loucura inesperada de uma rádio que o Capelas já falou, eu já falei nas redes sociais, mas a gente vai falar com mais tranquilidade. Espera a bola baixar, tem muita emoção envolvida neste jogo tão difícil. É por isso que eu falo que a gente...

deve resistir. E você, resista com a gente. Apoie não só a gente, apoie todo mundo que você acredita. Porque, velho, o meio mudou, as coisas mudaram. Se a gente resiste aqui, se a gente faz essas coisas, é por uma teimosia e um coração e uma crença de que mesmo nos dias mais escuros...

a gente tem que caminhar. É isso. Daqui a pouco a gente fala mais sobre isso, né, seu capela? Não começa que senão eu desabafo, que nem no programa lá das redes sociais, porque eu começo a falar mal do Lollapalooza. Não me deixa falar mal das coisas, não.

Vamos falar bem das coisas. Meu pai, seu Capelas, que é um ouvinte não comentativo do programa nas redes sociais, mas muito ativo no WhatsApp, falou, cara, eu acho que eu nunca vi você tão puto com alguma coisa quanto naquele programa. Mas, apesar disso, os ouvintes gostaram.

O próprio Caio falou que eu fui cirúrgico e gostou muito do episódio. O Titio também gostou do programa de debates malucos. E o nosso querido Cássio sentiu falta da playlist. Na verdade, foi uma falha nossa. A playlist está lá embaixo. Eu adorei a comentária dele de que a origem da expressão com grão de sal não é anglo-saxânica, mas sim latina. Eu me sinto um pouco menos pior.

Porque toda vez que eu puxo um anglicismo pra minha fala, eu fico triste. É coisa de quem trabalha com startupeiro, gente. Desculpa aí.

Então seguimos, resistimos e trazemos pra você um horizonte de novidades aqui no programa de Indy, as novidades de maio antecipadas aqui pra você a partir de agora. E falando em resistir, soco no estômago dos caras. Eu acho que poucos discos representaram tão bem o asco que eu tô sentindo.

o estado de putidão que eu estou sentindo quanto à política brasileira, quanto ao estado das coisas no Brasil hoje, quanto a esse disco do FBC, que acabou de sair. Eu acho que era o disco perfeito que a gente precisava ouvir na semana passada e eu acho que é o disco perfeito que a gente precisa ouvir ao longo deste ano.

O nome do disco é grande, eu já falei no programa, mas falo de novo. Tambores, cafezais, fuzis, guaranas ou guaranás e outras brasilidades. E é um disco de rock do FBC. E eu acho que tem dois comentários aqui pra gente fazer. Um é o comentário mais urgente, que é o comentário político. É um disco do FBC, de dedo na cara, de espunho fechado.

para a gente encarar 2026 do jeito que esse ano deve ser encarado. A gente passou muito tempo achando que ia ser um ano tranquilo, que a gente tinha colocado o Bolsonaro na cadeia e que a gente ia viver um ano tranquilo. E acho que tudo que a semana passada nos mostrou, com tudo que aconteceu no Congresso, o que vem acontecendo no STF, o que vem acontecendo em Brasília, de modo geral, nos mostrou que o ano vai ser um ano muito difícil e que a gente vai ter que...

resistir muito se a gente quiser ter um resultado mais ou menos decente lá no final. E eu acho que o disco do FBC é a grande trilha sonora para esse momento. Assim como a gente teve o Cinco da Maglore e o Jardineiros do Planet Ramp lá em 2022, esse disco está aqui para isso. É um disco que fala da cocaína no avião da FAB, que fala mal do Bananinha.

que fala mal do Congresso, que aponta o Congresso como um grande culpado porque a gente está vivendo hoje também, que recoloca algumas questões históricas dentro do contexto, que fala mal da polícia, não é nenhuma novidade a maneira como o FBC se expressa quanto a polícia militar, as polícias militares estaduais do Brasil.

E acho que é um grande disco e um grande momento do FBC. Mas mais do que essa urgência, mais do que essa mensagem política que pode ficar velha se as coisas derem certo lá no final, e que a gente pode olhar e falar, nossa, que bom que isso aqui passou, ou virar um sorriso amarelíssimo se não passar.

eu queria resaltar o artista que é o FBC nesse momento. Primeiro pela capacidade de se multiplicar em diferentes formas. A gente já viu o FBC.

rapper, boom bap, mais tradicional. A gente já viu o FBC fazendo um grande disco de funk dançante, de Miami Bass, de funk retrô ao lado do VOR, que é o baile, que é um clássico instantâneo. A gente já viu o FBC indo fazer uma coisa discotec, sensual, divertida, dançante, no Amor, Perdão e a Tecnologia. Ele gosta de nomes de discos longos.

E fez um descaste com Assaltos e Batidas ano passado. E agora está fazendo um disco de rock. Ele é um artista múltiplo, extremamente capaz, versado em diferentes idiomas da música pop e capaz de entregar sentido nisso. E a maneira como ele abre o disco com duas músicas do João Bosco e encerra o disco com mais uma, Vênesis, O Ronco da Cuíca e Tiro de Misericórdia.

Eu acho que é muito interessante porque, primeiro, ele traz de volta uma figura que a gente fala até pouco, apesar de uma importância muito grande, né, João Bosco? João Bosco é o Dirblanc, né, aqui uma figura meio que indissociável da outra. A gente falou muito do Dirblanc em 2020 por conta da Covid, falou muito do Dirblanc por conta da lei Aldir Blanc, que tem um nome mais que justo, mas a gente reposiciona João Bosco e Aldir Blanc nesse momento.

e traz de volta dois artistas que eu acho que a gente não costuma falar tanto que foram imprescindíveis naquele momento de falar de ditadura. E o FBC mostra que a luta que se fez nos anos 60, nos anos 70, é a mesma luta de hoje. Ronco da Cuíca é uma música sobre um país que continua tendo fome, um país que continua não tendo saneamento básico, um país que continua vivendo muitas vezes abaixo de uma condição digna.

E é sobre isso que a gente está falando quando a gente fala em eleições. Não é só sobre os banqueiros e os casos masters e os privilégios dos caras da 4, mas é sobre o fato de que lá na ponta tem muita gente que tem fome, que não tem uma privada e não tem um chuveiro para tomar banho e ter uma vida digna. E eu achei lindo a forma que o FBC trouxe de volta o João Bosco e ressignificou o João Bosco, fazendo de ronco da cuí com hardcore.

E tornando essa mensagem urgente. E eu acho que isso mostra o quanto é especial esse artista chamado Fabrício, que a gente tratou, começa a tratar pelo nome de FBC há alguns anos. Não é um cara comum o FBC. Isso aqui é cada vez mais... Se a gente fizesse aquelas coisas de cheer list, que é muito comum em futebol...

O FBC já é craque e está cada vez mais chegando perto do status divino. Contemporâneo, com todas as ressalvas.

Eu até tinha coisa pra falar, mas você já falou, então segue. Quem vem junto com o FBC, e aí aqui eu quis aproveitar pra fazer um bloco de releituras, mais do que só de covers de versões, é um bloco de releituras. Quem vem junto é a Alice Caymmi, que tá fazendo um... Tá lançando um disco chamado Caymmi, lançou no último dia 30, aniversário do seu avô Dorival, e é um disco inteiramente dedicado à obra.

de Dorival Caymmi. E se eu acho que o FBC faz um trabalho talvez menos...

menos proposital, no sentido de não se dedicar a um tributo, mas sim escolher essas músicas para colocar junto do trabalho dele. A Liz Caymmi faz sim um trabalho incidental, proposital, de escolher canções e trazer de volta a Dorival Caymmi. Ela falou, eu podia entrevistá-la para um programa do show que ela vai fazer no Teatro Cultura Artística, que ela fez nessa quinta-feira, véspera do lançamento do show.

E ela fala que ela sente que é a missão dela trazer de volta as canções do Dorival, deixar a coisa menos erudita, porque o Dorival nunca foi um cara erudito, muito sofisticado, mas ele nunca foi elitizado, nunca foi uma coisa específica, voltada para poucos, as canções eram canções para tocar no rádio.

E acho que isso fala muito sobre a qualidade da música brasileira. E ela traz esse disco que tem um frescor. São umas músicas que a gente já conhece, são as músicas que a gente aprendeu a cantar, que as mães e pais cantaram pra gente quando a gente era criança. Dois de Fevereiro, Acalanto, Modinha pra Gabriela, Maracangalha, O Bem do Mar. São canções que a gente tá cansado de ouvir, mas que trazem um frescor, que trazem um sabor diferente.

e toda a qualidade do canto da Alice e Caim. Acho que a gente tem a Nipple Babies e Nipple Babies, e claro que a gente às vezes até desvaloriza certas pessoas por estarem nessa condição. Mas eu gosto muito do trabalho da Alice, eu acho que a Alice tem uma trajetória artística muito interessante, que primeiro precisou destruir, desconstruir, agora vem construindo essa tradição.

e acho que esse disco é um passo muito interessante, fico muito interessado em saber o que ela vai fazer depois desse mergulho na obra da família, nesse mergulho ela também já tinha feito um show em homenagem à Tia, Nana Caymmi, escrevi sobre esse show na minha newsletter, inclusive, e no ScreenL, e eu acho que é um disco muito legal, muito bom de ouvir, e se você nunca ouviu Darival Caymmi atentamente,

quiser um caminho suave, começa por aqui que vai dar bom. Ótima produção do Yuri Rio Branco, que trabalhou muito tempo com a Marina Sena. O dia está muito, muito bom.

Seu Capelas dando sequência aqui no programa de Indy, ó. Essa banda a gente curtiu muito há três anos atrás, lá no longínquo ano de 2023. Uma banda que homenageia uma outra banda que a gente curte até hoje, mas que seria muito mais legal se estivesse trazendo as guitarras que o Harry está trazendo para os dias de hoje.

Lá em 2023, a banda da Pennsylvania lançou o disco Don't Look Back. Olha aí. Fica em que a gente tá falando quando a gente fala de Don't Look Back, né? Não é do Walgreens. Não é do Oasis. Estamos falando de Teenage Fan Club. Inclusive, o novo disco do Harry, que vai ter o nome desse single chamado Zoned Out, tem a participação do Gerard Love. Ninguém mais, ninguém menos do que o eterno baixista.

E a voz mais adocicada do Teenage Fan Club, o aposentado Jared Love, que aparece para dar o seu ar da graça àquela cara de Teenage Fan Club no próximo dia 10 de julho, saindo o álbum novo do Harry Power Pop. Sem muita invenção, para a gente ser feliz aqui no programa de hino. Zone it out, faixa título.

que eu tava ouvindo a playlist, que a gente sempre prepara. A gente prepara a primeira playlist pra gente, depois a gente compartilha com vocês, ouvintes. E eu tava ouvindo aqui enquanto fazia umas tarefas domésticas, antes de começar a gravar. E eu olhei e falei, nossa, bonito isso. Eu comecei a prestar atenção na letra, falei, acho que eu conheço essa letra. E aí o primeiro verso de Zoned Out é também o primeiro verso de Alcohol Day. E são músicas que tem...

tem ali estruturas paralelas, não estou falando que é plágio não, pelo contrário, estou falando que tem uma inspiração muito interessante, muito determinada aqui, e eu falei, pô, que música bonita, e apesar do meu protesto, de eu ter colocado oito artistas mais conhecidos neste programa, e o Igor colocado oito artistas menos conhecidos, eu olhei e falei, tá muito boa a seleção do meu colega, tá muito boa a seleção do meu sócio, e Zones Out é prova disso.

E seu Capelas? Aí o ouvinte talvez não saiba, mas nem em discussões em grupos do qual fazemos parte, o senhor estava com um certo receio desta moda de se retirar as vogais. Mas e se a gente retirasse uma vogal da sua querida Delírio? Aí é você que me diz.

Viraria um pop delicioso que combina muito bem com o som do Harry. Eu estou falando de Rosalie, que também vem da Pensilvânia, que lançou no ano de 2024 o seu primeiro álbum pela Merge Records, trazendo essa tradição de singer-songwriter. Primeiro disco dela pela Merge, ela tem discos antes, inclusive.

Mas em 2024 ela lançou o Bite Down, o primeiro pelo selo da galera do Super Chunk. E chamou a atenção de muita gente, mas passou batido por aqui. Porém, agora em 2026 ela lançou um single, uma delicinha chamada Other Side, que flerta com muito esse singer-songwriter de folk, mas com gostinho, uma vocação pop. Que além da piada com Rosalia, que eu queria fazer com o Senhor e o Seu Capelas.

Vale a pena demais e combina com o Harry. O meu destaque aqui no programa. Por falar em outro lado... Eu só queria poder dar alegria no meu povo. Eu tô saudando a mandioca.

A língua dos índios é verdadeira língua brasileira. Culpissava nem galpava. Em Brasília, 19 horas. É golpe. Não é golpe, não. Não é golpe, não. É golpe porque já tinha que ter tido vinheta. Ah, não, mas é que o FBC era tão urgente que eu não merecia estragar o fluxo de pensamento ali.

Por falar em outro lado, já que você trouxe a Rosali, eu preciso trazer um outro lado. A gente, às vezes, costuma falar que Santa Catarina não presta, que Santa Catarina tinha que virar uma jangadinha de pedra.

ir pro meio do oceano, que a gente podia isolar e deixar lá os malucos fascistas, mas eu preciso dizer, Santa Catarina tem muita gente legal, e se depender desses caras, eu acho que dá pra salvar, e tem muita coisa bacana pra gente curtir em Florianópolis e Cercanias, se tudo for como o trabalho dos exclusivos cabides, que estão de volta lançando um novo EP E...

E uma música deliciosa chamada Bicicleta. Eles já tinham tocado aqui em São Paulo, no circuito, lá no Cine Club Cortina. E é uma delicinha a bicicleta. Tem uma inspiração ali, óbvia, em bike do Pink Floyd. Mas vai além disso. E eu acho que é um retrato, um registro de como essa banda tem crescido ao longo dos últimos tempos.

e uma das bandas favoritas da casa dos últimos anos aqui no Brasil e é só isso que eu tinha que dizer mesmo, uma delícia de música pra você ouvir no repeat, botar no som quando você tá andando de bicicleta ou caminhando pela rua e vai fazer seu dia mais feliz e vai achar que Santa Catarina tem salvação

Enquanto isso, lá de Pernambuco, quem também está de volta é o Bombojó, que nos últimos tempos vinha num trabalho mais nostálgico, seja relendo a obra de Alceu Valença, no Carne de Caju, ou seja numa turnê muito interessante, comemorando os 20 anos do Nada de Novo, o primeiro disco deles, a estreia, excelente estreia que saiu lá pela revista Outra Coisa faz tempo.

e agora o Mombo J está de volta com um disco novo Solar, recheado de participações especiais tem a Letícia Sadiê do Stereolab, tem a Letrux Sofria Freire, Domenico Lancelotti um monte de gente, mas eu vou destacar aqui a primeira faixa do disco Quero Amanhecer Le Comandant Cousteau e Mombo J fazendo aí uma música ensolarada porque eu acho que E aí

a gente precisa viver nessa dualidade. Se de um lado a gente tem esse sangue no zóio do FPC, eu acho que a gente também precisa saber reconhecer a beleza de Dias de Sol.

E entender que é isso aqui que a gente quer alcançar. A gente precisa passar por um trabalho como o do FBC para conseguir chegar em um estágio em que a gente possa curtir esse trabalho ensolarado do Mombojó mais tranquilamente. E quis fazer um pouco dessa dualidade nesse programa. É muito legal esse disco do Mombojó. Acho que vale a pena. Especialmente se você não entrou ainda na onda da banda. Acho que aqui pode ser um bom ponto de partida.

Ó, a gente tava gravando aqui na semana em que saíram os finalistas desta edição de 2026 da Champions League. Às vésperas de uma Copa do Mundo, eu só queria lembrar o seguinte, que eu assisti uma final de Champions com o pessoal do Mombojó. Fica aí a memória. Rapaz!

conta essa história um outro dia, mas digo que foi aquela final Barcelona e Manchester United em Roma 2009 com direito a gol de cabeça de Lionel Messi. Qual é a sua final de Champions favorita, Igor Miller? Essa é muito especial, porque é o início de uma revolução no futebol e...

Acho que o momento que eu mais me encantei vendo futebol na vida, talvez, foi com esse time do Guardiola. E é o primeiro ano do Guardiola no Barcelona. Mas também foi muito divertido 2006, daquela final de virada contra o Arsenal, do Barcelona também. Ou do Belete. É, não, um gol absurdo. Eu lembro de detalhes, assim, que a gente pode ficar conversando durante horas. Afinal, Manchester City e Inter de Milão também eu fiquei, assim, embasbacado também de novo. O ouvinte já percebeu que eu sou um guardiolista.

o que é completamente contrassenso, porque eu passei a minha vida inteira vendo times do Corinthians absurdamente jogando de maneira... Nunca de maneira artística, como os times do Guardiola costumam jogar, mas talvez eu colocaria a memória e o quanto eu curti essas três sinais, eu não consigo colocar uma na frente da outra, talvez. Tem a primeira final que eu assisti, mas aí não são dois times exatamente que eu tinha muito apreço.

que foi em 95, que foi Ajax e Milan, no Ernst Rappel em Viena, 1x0, gol de Patrick Kluivert. Eu só queria dizer que eu sei qual é a minha final menos favorita. É aquela que o Sérgio Ramos mete o gol de cabeça no Atlético de Madrid. Aquilo me corta o coração toda vez que eu lembro.

Vamos voltar para o mundo, seu Bruno Capelas. O mundo um pouco mais indie do que o futebol. Esse futebol não é nada indie do que a gente está falando. Bora, Nick Hornby. É o clima de Copa do Mundo, né? A gente falou com os meninos do Chococorn sobre futebol. A gente está falando hoje. Mas vamos voltar para um universo onde a galera bate um bolão.

E o ouvinte do programa de indie sabe que, pra gente, poucos artistas batem um futebol musical de alto nível na atual conjuntura do indie que o universo expandido Wednesday MJ Landerman. E, recentemente, veio até mim, só que não do universo americano, mas fazendo uma remetência completa a esse universo de Wednesday MJ Landerman.

mas vem lá de Norwich, na Inglaterra, falando em futebol, o eterno, o esporte Recife da Inglaterra, que adora ficar subindo e descendo da Championship para a Premier League, a cidade de Norwich, traz uma banda que...

faz o fino do Outcountry e que corrobora com a tese dos nossos queridos Terraplaners, que é banda que tem cavalo no nome. E se tem cavalo, é bom. É bom pra caralho. Brown Horse, uma das bandas mais legais que eu ouvi neste ano de 2026, que já tá no terceiro disco, mas infelizmente só descobri agora e que vai além um pouco desse universo Wednesday. MJ Landerman, Wayne Jen Landerman...

num alt folk, num alt country mais straight Wednesday flertando com guitarras o Brown Horse explora muito um universo que a gente ama de paixão, que é o universo Jason Molina seu Bruno Capelas o terceiro álbum deles se chama Total Dive

Bom do começo ao fim. Ouçam agora este álbum delicioso que saiu no último dia 10 de abril. A faixa que a gente destaca é a que abre o disco, chamada Sorrow Rites.

Eu amo que se a gente fala de MJ Landerman e se a gente fala de Jason Molina, significa que a gente está falando de um único universo cinematográfico. Neil Young. Falando em comparação, seu Bruno Capelas.

Um artista veterano que não faz muito parte direta. Tem muito artista subterrâneo nos Estados Unidos que está tocando há anos, fazendo circuito, e que às vezes não bate aqui na primeira linha das pesquisas, mas às vezes aparece uma vez ou outra. Eu estou falando de um cara chamado Greg Mendes, veteranaço, desde 2006 na pista.

que explora muito esse universo alt-folk, com pitadas, bastante pitadas lo-fi, mas ele lançou um single recentemente de um álbum que vem aí chamado Beautyland, sai no próximo dia 29 de maio, e já tem alguns singles, um deles é Gentle Love.

Que, apesar do Greg Mendes estar mais conectado com uma Atmosfera Lo-Fi, essa faixa é um primor de limpeza que me lembrou os melhores momentos de Elliot Smith, seu Grêmio Capelas. Faz sentido. Assina o correlator.

Vai, seu capelas! Ela está de volta. E desta vez, com mais palavras. Depois de lançar dois discos com palavras curtas, Sour, Guts, Olivia Rodrigo vem aí. Com You Seem Pretty Sad for a Girl So In Love. Você parece muito triste para uma garota tão apaixonada. Um disco composto em meio aos escombros de um relacionamento.

que a Olivia tinha, e eu vou dizer que eu estou muito, muito, muito interessado nesse trabalho, muito curioso para saber como a Olivia Rodrigo vai passar pelo teste do terceiro disco, o Cuts, que saiu em 2023. Foi um trabalho muito interessante, e eu quero muito saber para que lado que ela vai, como ela vai expandir essa... Para começar pelo teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do teste do

paleta sonora. Eu acho que a Olivia Rodrigo me interessa muito porque ela, ao mesmo tempo, consegue olhar para o pop e, ao mesmo tempo, também trazer influências do rock e cooptar o universo do rock, do alternativo, para estar junto com ela. Isso aconteceu...

recentemente, por exemplo, no Saturday Night Live, em que ninguém mais, ninguém menos que Debbie Harry apareceu no palco pra apresentá-la em uma das suas músicas. Ela fez parte do programa, foi atração musical, e também fez algumas skets, tem algumas divertidíssimas, mas assim, um humor bem da série.

lá no YouTube do Saturday Night Live se você consegue compreender em inglês eu acho que você poderá se divertir muito com as skets mas eu gostei muito, muito, muito desse primeiro single, Drop Dead que saiu já há algumas semanas que tem um clipe divertidíssimo da Olivia no Palácio de Versalhes foi a primeira vez em, sei lá, mais de 15 anos que deixaram filmar no Palácio de Versalhes e aí

E um negócio sensacional, eu gostei muito. E eu acho que é uma canção que fala sobre um sentimento muito bom, que é se deixar abater quando você está apaixonado, até de uma maneira meio exagerada. E eu acho que é muito interessante ver uma artista assumir esse papel sem meias palavras. Eu acho que me coloca num lugar muito divertido.

Eu adorei Drop Dead e quero muito saber o que vem por aí no You Seem Pretty Sad for a Girl So In Love, que chega no dia 12 de junho, dia dos namorados aqui no Brasil. Não é dia dos namorados na gringa, senão eu poderia dizer que tudo é uma concatenação do pai do João Doria.

Seria uma concatenação do pai do João Dória para aproximar o camarãozinho da Olivinha? Cara, aí é psi-op da indústria agindo mais uma vez. Mais uma manipulação da turma do Guiz para chamar a sua atenção. Mas só seria pior se os dois estivessem com roupas de bolinhas. Não vai começar a resmungar, segue. Sigo e trago de volta uma figura que fazia tempo, eu até vou dizer que eu não esperava.

falar dela aqui no programa de Indy, mas a Thier, uma cantora que surgiu ali no final dos anos 2000, começo dos anos 2010, e que fez trabalhos muito interessantes ali numa linha Singer-Song Writer, depois foi pra um universo mais pop, mais rádio FM mesmo, assim, até se distanciou um pouco, tá de volta com uma música que eu achei muito bacana.

E apareceu o Algoritmos mostrando coisas e eu toquei e falei, nossa, que legal essa música. E aí eu fui ver os créditos e eu achei muito interessante porque junta várias figuras que eu gosto.

de maneira meio improvável. A composição tem participação do Adriano Sintra, do Cansei de Ser Sexy, e entre os instrumentistas que estão nessa faixa, tem o piano elétrico de Antônio Adolfo e o baixo de Jamil Joanes. Uma coisa finíssima, um pop muito interessante, muito sofisticado da Thier, e que eu acho que serve como um bom exemplo daquilo que eu estava falando no programa que eu desabafei pra cacete.

Você quer ir beber lá na sonoridade dos anos 70? Quer fazer uma coisa dançantinha? Quer fazer uma coisa sofisticada? Faz assim. Olha que bonito que fica. Olha que coisa legal que fica. Não precisa ir lá roubar Lincoln Olivetti. Dá pra fazer uma coisa bonita e ao mesmo tempo moderna. Prestar tributo e aqui abraçar o passado.

Tá muito legal essa música da Thier. Tô curioso pra saber o que vem mais aí. Mas esta Contato é uma ótima canção. Me lembrou minha época de contatinhos. Me passa de novo Seu endereço Não tenho certeza Se anotei

Ai, ai, ó, seu Capelas. Como eu sou uma pessoa velha e repetitiva, eu vou trazer aqui, como sempre, um bloquinho da instituição mais sólida.

Se bem que um pouquinho além já, os bloquinhos vão mudando ao longo do tempo. A instituição mais sólida está caminhando para outros lados, mas aqui a gente abre com o Shoegaze. Lá de Mineápolis, uma das boas novidades do Shoegaze, que a gente vem acompanhando desde o ano passado, lançou alguns EPs, mas agora vem com um disco cheio.

Neste ano de 2026, mais precisamente no dia 10 de julho, sai o Swallowtail, o álbum de estreia do She's Green. A gente já tocou um single recentemente desse disco novo e eu estou na expectativa demais dessa banda. Deliciosa, joga no seguro, Paper Theme é uma dessas que vem pra ganhar aqui no programa de hoje.

Cheese Green é o nome daquele lanche vegano que tem lá no Rio Grande do Sul? Não sei, você que entende mais de Rio Grande do Sul do que eu. Apesar de eu ter sangue gaúcho. Tem sangue gaúcho? Meu avô é de passo fundo. Mas, bah, ó o guri. Não vamos falar sobre isso, vamos dar sequência aqui. Eu estava falando que o bloquinho do Shoegaze, a instituição mais sólida, ela está migrando, ela está migrando.

E cada vez mais o Pulse Hardcore vem trazendo a sua letra, apesar desta banda. Bom, na verdade, essa banda, quando apareceu pra gente, ela já estava neste meio de caminho entre um shoelgaze e...

uma herança do Pulse Hardcore, daquele Slowcore, que o Capelas adora este termo, New Dead, lá da Irlanda, que em 2024 lançou um álbum que eu adorei, a gente colocou entre os melhores de 2024, o álbum Madra, do New Dead, o ano passado eles lançaram um outro disco, chamado Walter, mas passou reto pra gente aqui, que era o segundo álbum deles pela Atlantic, e eles romperam recentemente com Atlantic, e estão dando sequência na carreira, eles fizeram um show no Coachella, eu achei um show meio estranho,

mas as músicas no estúdio continuam funcionando muito bem, como esse single chamado Kick the Curb, que não anuncia frontalmente nenhum disco, se bem que eles lançaram um disco por ano, 2024, 2025, pode ser que saia coisa nova aí, mas esta faixa em particular só reforça essa postura do Pulse Hardcore, porque tem a produção...

do Multihomem, que assina como Sign Crush's Motorist. A gente tocou um single recente desta banda aqui também, e tem participação de outra figuraça deste universo bem lo-fi, bem alternativo do alternativo. Esse é um universo do slowcore que talvez a gente não vá tão longe. O Dead Calm também, que frequenta muito bem esta região sonora, participa deste single.

que tem a cara dessas bandas, chamada Kick the Curb. Eu adorei essa faixa, apesar de eu não ter gostado tanto do álbum de 2025, Walter. Prometo reouvir isso e reavaliar pra você aqui no programa. Encaminhando o programa de indie pro final, a gente volta a falar dele.

que é o camaleão contemporâneo. Toda vez que eu vejo uma música nova do Beck, eu nunca sei o que esperar. Eu nunca sei se vai vir um negócio dançante, roqueiro, uma coisa triste que vai me enterrar numa depressão de três semanas. O Beck tem essa capacidade, eu acho muito interessante. E o Beck está de volta.

com Ride Lonesome o que promete ser a primeira canção de um disco triste como foi o Morning Phase e como foi o clássicasso Sea Change de 2002 tem gente até chamando esse próximo disco que vem aí de Sea Change 3 e eu gostei muito dessa faixa nova do Beck o Beck que vem lançando coisas a gente tocou recentemente ele aqui e aí

por conta da compilação que ele lançou, com várias músicas que ficaram espalhadas por filmes, tinha até Caetano Veloso, e agora o Beck aparece com esse single. Acho que vai dar muito pano pra manga, não se surpreenda se esse novo trabalho aparecer em várias listas de melhores do ano.

É engraçado porque o Beck pra mim é um artista de Schrodinger. Quando eu acho que a gente gosta muito dele, eu acho ele superestimado. E quando eu acho que a gente gosta pouco dele, eu acho ele subestimado. Ele sempre fica girando pra mim, assim, é meio esquisito. Mas gostei muito dessa faixa nova, Ride Lones.

Eu acho que a coisa que me lembra do Beck hoje em dia é aquele grande momento gag de la gag pra falar coisa dos jovens, da gente improvisando um groove com caixinhas de tic-tac no Primavera Sound. Grande momento, obrigado, sala de imprensa do Primavera Sound por nos fornecer o tic-tac para essa brilhante percussão. Te almoçou e jantou o tic-tac.

O que será que vai ter esse ano, né? Porque no primeiro Primavera foi aquele Fresh Mint, agora foi Tic Tac. Patrocina nós, inclusive. O que será que vem esse ano? Mentos? A linha de hortelã garoto. Pô, eu adorava, cara. Eu adoro. Você sabe que uma outra lembrança... Toda essa história recente, acho que disparou um Marcel Proust em mim. Mas isso me faz lembrar que o meu tio, que morava em Americana, aquele que eu citei,

indiretamente pros amigos da Chococorna, que a americana é perto de Santa Bárbara, eu ia passar férias na casa dele, ele tinha um cachorro que todo dia ele dava um pacote dessa bala de hortelã pro cachorro. Mas muitas vezes eu não deixava nem chegar na boca do cachorro, eu roubava antes. Pacote de bala de hortelã pro cachorro?

É, ele dava aquele pacotinho, aquela pastilha garoto pro cachorro e eu... Sei lá, cara. É família de gente maluca, né? Mas é só uma lembrança. Depois o cachorro teve que tomar em sua aulina. O pai está de volta! New Dad aqui no programa de Indy. Vamos lá, vai, bora!

Na verdade, quem está de volta e quem eu sei que você gostava muito era o Black Meere. E o Black Meere não está de volta, infelizmente. Mas membros do Black Meere estão de volta. O My New Band Believe lançou um disco que eu achei muito interessante neste começo de ano. O disco chama, obviamente, My New Band Believe.

É o novo trabalho do Cameron Payton, um dos integrantes do Black Meadie, baixista do Black Meadie, que dividiu os vocais ali com o nosso querido Jorginho Gripe. E o My New Band Believe...

Tem aquela verve teatral, meio escalafobética, que tanto fazia a nossa alegria no Black Mirror, mas enquanto o Black Mirror era mais ruidoso, exagerado, pesado em alguns momentos, o My New Bad Belief é mais prog rural, de uma certa forma. Me lembrou muito o trabalho do Gênesis, o primeiro Gênesis ali com Peter Gabriel. Me lembrou algumas passagens até de rock rural.

brasileiro, de Baroque Rock aquele som meio esquisito que se fazia ali na Inglaterra final dos anos 60, começo dos anos 70 entre o prog e o psicodélico e o trabalho do My New Band Belize está aí com ótimos arranjos vocais diga-se de passagem e achei um disco muito interessante algumas faixas curtinhas, outras faixas mais longas, eu separei uma dessas faixas mais longas pra gente ouvir que é In The Blink Of An Eye Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para Para

E acho que é um disco que vai pegar muita gente de jeito, assim. Acho que o jovem que gosta de groove, de coisas estranhas, vai se divertir com o My New Band Believe, trabalho aí do Cameron Picton. Mas eu confesso que eu acho que ainda gosto mais do Jorginho Guilherme.

Não é isso, né? Esse é Doobie Brothers, né?

I don't believe. Eu fiz essa brincadeira, inclusive, seu Capelas, e deixei esse bloco pro final, justamente pra evitar que o Capelas dispare a falar, como a gente quase fez no começo do programa, sem querer. Porque esse último bloco, seu Capelas, pra mim, e ele veio por acaso, ele ia se organizar de uma outra maneira, mas eu acabei montando ele assim aqui, por um motivo especial. Porque pra mim, são duas faixas que caberiam perfeitamente na programação do Eldorado.

Fale mais. Primeiro, este duo, lá de New Rochelle, New York, já veterano, projeto chamado Frog, que faz um... Me lembrou, me lembrou, quando entrou essa faixa pra mim, nas pesquisas, me lembrou muito um artista que a gente tocou algum tempo atrás, que é o Cutworms. Eu acho que o Frog tem muito... Desse universo, talvez nem tanto Sixty, quanto os irmãos da Dario, lá do Lemon Twigs, mas traz esse...

essa doçura, que a gente fala muito de power pop e tal, mas tem alguns artistas que vão um pouquinho mais pro R&B, pra uma verve da força da canção acima de um certo etos do rock, e o Frog tá exatamente dentro disso. Um dead rock, vamos dizer assim.

de um pai que passou boa parte da vida meio freaky, mas agora tá medicado, um popzinho delicioso, que, vou repetir, me lembrou muito o Cutworms, eu amei de paixão essa faixa, que inclusive, olha só, se chama Gené Cepal.

E esse toquezinho francês era a cara do Eldorado, né? Exatamente. Eu acho que tudo combina essa sofisticação e esse pop descompromissado. É engraçado como... E tocava muito, né? Esse pop açucarado. Algumas bandas assim que...

A gente sempre ouvia, a gente que gosta de Teenage Fan Club, gosta de Fountains of Wayne, eu ouvia, falava assim, nossa, mas isso tem tudo a ver, mas isso é um pop mais... Eu estou tentando lembrar o nome daquele artista que me lembrava até um pouco de Magic Numbers, que ele cantava uma música que basicamente era só falando de doces. Que é Strawberry, Gingerbread, ele vai enumerando várias coisas.

I Can't Wait, o nome da música, agora eu não lembro o nome do artista, mas o Frog me pegou justamente nesta parada. E do outro lado, um artista muito legal, também de Nova York, que aí vem justamente dessa herança um pouco mais sofisticada de Nova York, mas que é um singer-songwriter, ele traz elementos...

de uma coisa mais experimental, típica de Nova York, mas pra uma canção. E essas canções são maravilhosas. Ele lançou no último dia 9 de janeiro um álbum chamado Yet Mostly, é o Will Epstein, que lançou via Fat Possum Records, inclusive. É um artista...

bem experiente de uma cena alternativa. Nova York é muito peculiar nesse sentido, esses artistas que experimentam. Eu acho que ele talvez fosse um Bill Fursell que gostasse de ser mais cancioneiro do que um cara improvisador. Will Epstein lançou Yeah Mostly, como eu já falei, e eu adorei uma faixa bem intimista, bem cara, de alguns momentos também da Eldorado, chamado Bright Head Revisited Revisited, pra gente fechar aqui.

É isso então, seu Igor Miller. É isso, seu Bruno Capelas. Quem tá ouvindo na sexta ou no sábado de manhã, corre pra Jundiaí pertinho, vai no trem com a gente. Uma horinha, nem isso, 40 minutos, você tá lá com a gente fazendo a festa. Vai ser bom demais. Faz tempo que a gente não discoteca, né? Desde a Breta. Faz tempo que a gente não discoteca, vai ser bom. Porque eu preciso voltar a ter o meu módio pra discotecar. Faz tempo que eu não discoteca.

Aliás, olaprogramadindia.com, nossas redes sociais. Chama a gente pra gente discotecar. Eu, particularmente, adoro se deixar o discoteco de segunda a sexta. É isso, é isso. É isso, vai. Fecha? Fecha!

E mais nada

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