Rai Kochõ (Faíska) #295
Neste episódio do Gimito, recebemos a Faiska para uma conversa divertida, espontânea e cheia de histórias marcantes. Entre risadas, reflexões e momentos inesperados, ela compartilha sua visão de mundo, bastidores da sua trajetória e assuntos que prometem prender a atenção do começo ao fim. Um bate-papo leve, autêntico e com aquela energia que só o Gimito sabe entregar...
Link do canal da Faíska: https://www.youtube.com/@raikocho
Link das redes sociais do Gimito: https://linktr.ee/Gimito
- Trajetória artística de FaíscaDesenho e animação · Arte-terapia
- Origem do nome Faísca
- Discussão sobre animesOne Piece · Demon Slayer · Jujutsu Kaisen
- Planejamento FuturoMangá · Livro ilustrado
- Bullying Escolar
- Processo Criativo
Nossa próxima convidada é alguém que o público precisa conhecer. Fala, meus queridos e minhas queridas. Sejam todos bem-vindos a mais podcast. Eu sou Henrique Moura e estou com ela, Thalita Santos. Seja bem-vinda. Oi. E estou com ele, nosso querido professor André. Seja bem-vindo. Salve, salve. Retornando novamente.
Bom, estamos recebendo uma convidada muito legal hoje. Eu adorei os desenhos dela. Achei muito criativo os vídeos dela. Bom, eu não sei se eu chamo você pelo seu codinome, mas eu vou te apresentar como Raíssa Alves. Seja bem-vinda, Raíssa Alves. Querida Faísca, seja bem-vinda. Obrigada, é uma honra estar aqui hoje. Posso te chamar de Raíssa, Faísca, o que você prefere?
Pode me chamar de Faísca, Faísca. Tá bom, Faísca. Vamos começar por que Faísca? Por que esse nome, Faísca? De onde você tirou esse codinome e tudo mais?
Por que Faísca? Nossa, essa é uma boa pergunta. Bom, esse nome surgiu em 2022. Eu fazia parte de um grupo de amigos. E um amigo em específico, ele foi escrever meu nome Raíssa pra me chamar lá no grupo. E acabou errando. Digitou errado e escreveu Faísca. Aí todo mundo viu aquilo e falou. Ou agora você vai ser a Faísca e pronto.
Só que depois desse dia eu já tava querendo desapegar desse apelido. Mas aconteceu uma coisa que me fez abraçar esse apelido de uma forma mais filosófica. E é que eu me afastei daquele grupo. E eu queria também me afastar desse nome. Já que aquelas pessoas me chamavam de faesca. Então eu acusei uma coisa que eu consegui me afastar deles. Acordei pra realidade e sabia que aqueles amigos ali não estavam me fazendo muito bem.
E eu pensei, quer saber? Uma faísca só pode causar um incêndio. Então, a partir desse momento, eu vou ser essa faísca. Que sozinha, ela pode causar um incêndio. Aí eu adotei esse apelido. E coloquei muito significado nele. A faísca da criatividade.
Ó, legal, cara. Então você pegou o codinome e falou assim, eu vou virar Vandinha agora. Então vamos começar a ser criativa, não, tá certo. Mas, é, realmente, a gente fala brincando aqui, mas a gente fala, sabe, que às vezes os apelidos eles pegam, né? Eu já sofri muito com o apelido, eu tinha muita espinha quando era mais novo, o meu apelido era Choquito.
Então assim, eu tinha, era o chukito, aí chegou o chukito lá, lá, lá, lá, lá, aí eu fiz tratamento, tudo, mas eu tinha muito espinha, tipo, eu era grau nível 2, sabe, então eu sofri muito, eu tenho uma patela, que eu não sei se você sabe que mexe, então era Transformer, era Pikachu, enfim, era, era, enfim, quando eu tinha cabelo comprido, me chamava de Guga, usava uma faixa igual você na cabeça, assim, era, era um monte de apelido, é, é, eu não sei, vocês tinham bastante apelido quando você era mais nova?
fala pra gente aí qual que é o seu ai gente, não vou falar não vou falar, não vou, não vou porque eu não gostava, e digo não ao bullying, tá, era por causa de bullying isso aí por isso que eu não vou falar isso é, infelizmente, a gente sabe que na escola, principalmente quando a gente ali tá bem pequenininho começando a galera é bem movadinha com esse negócio de apelido, eu gostaria de saber, de onde vem esse seu estilo você se inspira em alguém, porque eu adorei esse estilo aí, só com uma roupinha bem legal por que?
Pode falar já, né? Bom, essa roupa aqui é a camiseta de uma comunidade que eu faço parte, que foi a comunidade que abraçou essa forma de eu ser diferente. Por isso, o símbolo de diferente, sabe? E eu gosto de misturar esse estilo aqui, por conta que eu gosto muito do estilo da Vandinha. Mesmo eu não sendo tão frio assim como ela, porque eu sou o oposto dela. Mas falo que eu pareço muito.
E essa faixa tem uma longa história também. É uma história mais ou menos triste, porque quando era criança eu também sofria muito bullying, porque eu tinha as orelhas grandes.
Aí eu usava a faixa como forma de esconder as minhas orelhas. E eu praticava esporte também, quando eu jogava futebol. Aí quando eu ia jogar, eu tinha que prender o cabelo. Aí eu sempre usava essa faixa pra esconder as minhas orelhas e não ficarem me chamando, ah, sei lá o quê. E hoje em dia eu não uso pra esconder mais elas, e sim pra... Por estética mesmo, porque eu adoro e é uma forma de resistência. Porque eu não mudei a minha orelha por conta daqueles bullying, mas eu continuei usando a minha faixa porque eu gosto dela. Eu me sinto confortável com ela.
A faixa eu também gostava. Sabe por que eu gostava da faixa? Eu já vou passar a palavra pro professor André, mas só pra contar essa história da faixa, já que a gente tá entrando nesse tópico de falar sobre adereços, coisas que fazem a gente se sentir bem. Não, eu era zoado demais.
Primeiro que eu comecei, tinha uma época que me deram um arco. O arco era meio complicado usar, né? Mas aí eu comecei a usar a faixa. Aí me deram a faixa e, tipo assim, eu tinha um cabelo comprido. Então, tipo, ele era por cima da orelha e tal. Eu até mostrei pra você fotos quando eu tinha cabelo comprido. E eu usava a faixa.
E, cara, era Guga, nossa, era Ronaldinho, era não sei o quê, ela era uma faixa, assim, igual, não era tão grande como a sua, era uma faixinha. Aí, um dia, eu tirei a faixa, falei, puta, mas que merda, né, tá todo mundo me zoando. Só que, pô, tirava a faixa e meu cabelo desmontava tudo, era horrível. Aí, a menina chegou assim, ah, mas por que você não tá usando a faixa? Não, porque quando você usa a sua faixa, é teu charme, ela falou assim. Ela falou assim, ah!
Eu falei, nunca mais eu tirei a faixa. Eu falei, não, quer saber que se dane a opinião de todo mundo. Ela falou, eu vou usar a faixa. E fiquei usando a faixa até que começou a bater muito calor, a testa começa a suar, e aí você decide cortar o cabelo que você vê que é a melhor opção, né?
É complicado, né? Sua muito a testa. Aí eu falei, não, não, eu vou me desfazer do cabelo grande, desfazer da faixa, mas eu tenho minha faixa até hoje. Tá guardadinha lá, eu tenho minha faixinha até hoje. Professor André, quer fazer alguma pergunta? Não, tô tranquilo. Pode continuar o papo.
Tá certo, então. Bom, Faísca, então, legal que você começou com a questão da criatividade. E devo dizer que você é muito criativa, porque, olha, eu vou falar bem a verdade pra você. Eu não domino nada da arte do desenho, e olha que eu mexo com a animação. E eu faço tudo os bonecos. E, assim, tá uma situação em que eu não consigo gerar... Eu não sou um cara bom pra desenho. E eu queria saber de você.
Você se considera... Como é que você começou, primeiramente, a desenhar? Foi uma paixão desde criança? Foi uma coisa depois de adulta? Como é que foi isso?
Desde criança, acho que toda criança nasce artista, né? Querendo rabiscar tudo. Então, desde criança eu tava rabiscando as parelhas de casa. A minha avó, ela comprava materiais desenhos pra mim. E eu ficava rabiscando, criando meus próprios personagens. Eu criava uma história junto daqueles personagens. E eu viajava na criatividade. Tem algum tempo que eu parei. Mas na pandemia, foi o momento que me fez me aproximar ainda mais do desenho. E sobre animação, eu tentei fazer animação, só que não foi. É tipo um.
desenhando a mão tudo, foi usando um jogo chamado Gacha Life. Na época que eu fiz isso, eu tava no ensino médio. Então, eu fiz uma mistura de duas culturas. Eu misturei One Piece, que é um anime japonês, com a história aqui nossa do sertão, que eu sou da Bahia. Aí eu misturei uma história, assim, do Nordeste, no caso, como se dizia da Bahia, mas é Vidas Secas.
Aí eu criei, se One Piece estivesse em vidas secas, a gente fez aquela mistura de One Piece em vidas secas, a gente levou pra um projeto que acontece no estado da Bahia, que é o FECIBA. E a gente conseguiu ganhar no primeiro ano, a gente conseguiu ganhar em primeiro lugar. Aí no segundo ano a gente fez a mesma ideia, conseguimos ganhar em terceiro lugar. Poxa, que legal.
Poxa, que bacana, muito legal. Isso é muito legal, isso é muito bacana. Legal que você gosta do Luffy, né? O nosso querido One Piece. Eu acho que é um anime sensacional. Eu confesso que eu não tive coragem de assistir, porque é muito episódio, gente. É muito episódio que leva à loucura. E o Paranipas? É.
Se eu começar hoje, eu termino com 90 anos, eu acho. Mas enfim, a gente sabe que é muito episódio de One Piece. Mas assim, realmente é incrível a obra. A gente não pode deixar de comentar. Mas é muito legal, assim, que essa questão que você comentou dos prêmios e tudo mais. Acho que isso motiva mais a gente a correr atrás. E essa questão que você falou ali, você mora em qual cidade? Desculpa a pergunta.
Eu moro em uma cidade bem no interior mesmo da Bahia, chamada Heliópolis, Bahia. Uhum. É próximo de isso. Aham. Legal, bacana. Desculpa, pode falar. Ah, é que a gente mora quase na divisa, assim, entre Bahia e Segipte. Legal, bacana.
E você comentou ali, a gente mora aqui em São José, né? Que a gente veio um pouquinho perto de você, Paraná. Mas a gente... A gente... Eu achei legal o que você falou desse... Esse projeto que você fez é como se fosse quadrinhos, então. Você desenhou um anime, como é que foi isso? Você uniu One Piece com a sua história? Como é que foi isso?
É que como esse jogo você monta os personagens, coloca a skin que você quer, vai mudando a cor e tudo pra ficar com a aparência semelhante ao personagem da obra original.
E os outros personagens a gente teve que recriar eles porque a gente não tem mais de uma imagem referência forte pra gente criar exatamente igual. Então a gente misturou como se o pessoal de One Piece tivesse se perdido no mapa e veio parar aqui no Nordeste. Eles estavam procurando comida na seca brava, encontrou uma família pobre que é um casal que era explorado pelo patrão da fazenda.
E a gente fez meio que com animação. A gente pegou frame por frame, editou. Colocou dublagem também. A gente pediu para o regente dos alunos ajudar a gente com a dublagem. E a gente foi encaixando tudo. Inclusive, está até no YouTube esse vídeo. Tem os dois vídeos no YouTube, no meu canal. E aí
Legal, bacana. Eu vi que você tem um canal no YouTube também, né? Você publica bastante vídeos e tudo mais. E da onde que também surgiu essa questão de você querer ser influenciadora e mostrar essa arte pro mundo, pras redes sociais e tudo mais. Vi que você é bem ativa no YouTube e no Insta, é isso? Obrigado, obrigado. Desculpa. Posso responder, então? Claro, claro.
Primeiramente, o meu canal, eu só ficava no YouTube. Postava só no YouTube e eu não aparecia. Eu tinha vergonha. Eu tinha muita vergonha de aparecer. É a minha cara. E até a voz. Por isso que eu usei esse jogo como uma forma de criar algo, mas não aparecer. Inclusive, o nome antigo do meu canal era Shinobu. Shinobu 29. Por conta que é uma personagem bastante.
E eu fazia as histórias e reacts de animes. Só que era com os personagens. Aí eu colocava tal personagem de Naruto reagindo a tal anime. Aí eu criava, tipo, tirava print, frame, frame, frame, as reações dos personagens e colocava. Só que eu não aparecia e nem falava. Eu vim aparecer mesmo, assim, com a minha voz, com o meu rosto. Foi quando... Eu vou começar por aqui.
Eu fui convidada pra um evento, pra ir representar minha escola em outra cidade. E eu comecei a pintar uma tela. E nessa tela eu comecei a pintar Manoel Gomes. Aí eu falei, eu vou começar a gravar isso aqui. Aí eu gravei, postei, aí deu bom. Aí eu percebi, olha, eu vou começar a aparecer então fazendo isso. Aí eu continuei. Até pra aqui. Legal, bacana. Quero abrir novamente pra perguntas. Talita, professor André.
Eu quero saber qual o seu anime favorito e qual personagem e por quê. Meu anime favorito é Diamond Slayer. E minha personagem favorita é a Shinobu. Eu gosto dela também. Eu adoro ela. O motivo é porque na época que eu comecei a assistir Diamond Slayer, eu tava na fase de adolescente revoltada. Eu guardava muita raiva de todo mundo.
Só que eu disfarçava. Do mesmo jeito que ela disfarçava. Eu, nossa, você se parece muito comigo. Eu disfarçava a raiva que eu tinha no peito. Eu, na frente, as pessoas eu tava... Toda sorridente, assim, tipo... Tratando bem as pessoas que me tratavam mal. Mas eu sempre tava guardando ali um ódio delas. Porque elas me tratavam mal, mas na frente eu não tinha coragem de tratar elas mal. Eu me tratava bem. E aquilo era triste, porque eu queria, sei lá... Tirar aquela raiva do peito.
E era difícil. E é por isso que eu me identifico um pouco com ela. Você diria que os desenhos eram uma forma de terapia pra você? Tipo, é uma coisa assim que você... Ah, porque é a forma de você se expressar, eu penso, né? Acredito eu que você... Você desenha aquilo que você quer. Tirar aquela ideia que você tem na cabeça e tudo mais, né? Então você diria que é uma forma de terapia pra ti?
Com certeza, desenhar é uma das terapias mais bem, assim, que representa, assim, que aumenta até a nossa autoestima. Inclusive, falar em terapia, eu criei uma oficina de arte-terapia. E no colégio que me ajudou a expandir esse meu talento criativo, me contratou.
pra trabalhar como professora de lá. Aí eu atuo como oficineira. Aí a minha oficina é de arteterapia. Aí eu ajudo os estudantes de lá a desenvolver essa habilidade de criar também. E perceber que não é só criar por estética, mas sim por sentimento, expressão. Legal, bacana. Pô, muito legal isso. Professor André, quer fazer alguma pergunta? Tranquilo? Tranquilo.
Tranquilo, fechou. Eu vou prosseguindo aqui, então. Bom, percebi assim que vocês geralmente postam os vídeos extremamente criativos, principalmente na sua página no Instagram. Eu acho muito legal as produções que você faz e tudo mais. E você costuma desenhar todos os dias? Uma pergunta. Todo dia, todo dia, todo dia? Bom, todo dia acho que não. Tem dias que a preguiça bate e você, ah, tô com preguiça de pegar o papel, a caneta, o lato. Mas...
Acho que no máximo que eu aguento ficar sem desenhar é um dia só. Aí depois eu tenho que estar rabiscando alguma coisa. Do nada eu me pego rabiscando em algo, até quando eu saio pra algum lugar, eu tô, se tiver um papel na minha frente, ou até mesmo um celular ou tablet, eu já tô rabiscando alguma coisa. Mas quando eu tô com treguiça, não tem jeito.
E como que você vê os seus planos futuros? Você pensa em desenhar, tipo, um quadrinho, fazer alguma animação? O que você gostaria de conquistar hoje nesse mercado ilustrativo, de design, com os desenhos e tudo mais? Eu penso muito em criar ou um mangá, já começar por um mangá, ou um livro ilustrado.
Inclusive, eu idealizei essa ideia e já comecei a anotar. E o nome basicamente seria Arte Morta. Era uma mistura de terror com suspense. E cada página seria ilustrada para quem fosse ler, entrasse junto na história. Legal. E só faz uma sinopse para nós dessa história. O que seria?
Bom, um artista que ela é cobrada muito pelo sistema e acaba entrando em loucura. Essa loucura faz com que ela faça muitas tragédias na vida das pessoas. No caso, ela vira um serial killer. Olha só, olha, é pesado, hein, cara?
caramba, hein, meu, o louco, é, dá pra fazer uma coisa mais bonitinha, não? Fazer uma história da, podia fazer, sei lá, eu tinha uma época que quando eu era mais novo, eu gostava muito de assistir Simpsons, eu pensava em fazer site com, nossa, eu tenho vários roteiros, assim, de comédia e tudo mais, e hoje, graças.
a Adobe, também algumas IAs, né, eu não sou, não sou, tô bem longe de ser um desenhista, mas a IA lá possibilitou a gente tirar algumas ideias do papel, eu sempre gostei muito de escrever, né, assim como você tem tua paixão com...
a pintura, com os desenhos, o meu momento de me soltar era escrever. Confesso que hoje eu estou bem atrasado porque faz tempo que eu não escrevo, né? Então, o meu tempo, eu me dedico muito à edição hoje, que eu trabalho também com isso e também tenho um podcast. E também as animações. Mas eu várias vezes eu me vejo pensando em várias histórias. Inclusive, você vai ver que a gente tem uma boneca chamada Mari.
em homenagem à nossa eriza jornalista Mari Becker eu dei o nome dela de Mari que ela aparece sempre no começo do Gimito e eu sempre tento dar um pouco mais de vida pra ela e a nossa ideia é fazer uma série pra ela em breve claro que é uma coisa assim bem mais tranquila, não que como a sua história mais dark mas eu acho isso legal, eu acho bacana as histórias e tudo mais, acho que e tudo mais
eu já tive uma história também, esse tempo atrás, que eu tava querendo, com a ajuda da IA, né, porque eu também falei, não vou escrever de início ao zero. Ah, que tem um grupo de hacker, esse grupo de hacker é sequestrado por uma, digamos como se fosse um grupo, pra tentar derrubar o sistema também, como você diz, assim, eu também tava com essa ideia, sonhei com isso, isso me incomodou algumas noites, eu falei, não, eu acho que eu vou, eu acho que isso é uma puta car...
montada, acho que eu vou escrever. E aí eu peguei e não, eu pegava, mandava pra IA escrever e tudo mais, né? Porque eu falei, não, se eu começar a escrever, eu agora não tenho tempo, vou mandar pra IA pra mandar escrever. Então eu tenho, às vezes, tenho essas questões de eu sonhar com algumas coisas e às vezes pra eu não perder a ideia, pra eu não ter a ideia montada, eu geralmente pedia pra IA escrever.
Mas eu me estimulo muito a comédia, sabe? Eu gostava muito de escrever sobre humor. Até você deve ter pensado que eu sou meio brincalhão. Eu sempre fui, sempre rebatia o, como se diz, o bullying zoando com o bullying. Eu era aquele cara, não, eu zoo, vou zoar também. Então, já que é pra...
Já que o choro é livre, vamos zoar também, né? Então eu era aquele cara que eu rebatia muito. Mas eu entendo que, claro que, de um momento, eu fazia justamente pra ofender as pessoas. Acho que a gente tem a questão de que incomoda e tudo mais. Mas é legal que você encontrou uma forma de trazer tudo isso. E hoje você faz desenhos incríveis. E o que você mais gosta? Desenhar ou pintar?
O que eu mais gosto? Nossa, essa é uma pergunta muito difícil, porque eu adoro o processo da pintura. Na hora que eu começo a trabalhar com as cores, eu vejo que meu desenho tá ganhando vida. Mas o desenho é a parte de estruturar toda a ideia, né? Mas quando eu começo a pintar, acho que realmente é a minha parte favorita, porque eu duvido aquilo. As cores vai dando volume, forma, e eu gosto desse processo. Acho que a pintura tem o meu coração.
Quando eu era mais novo, minha mãe comprou um cavalete pra mim. Durou muito tempo, né? Eu tinha um cavalete lá, eu tentei me inspirar, mas eu realmente, eu sirvo pra desenhar boneco palito. Sabe os bonecos palito? Esse é o que eu desenho, o jogo da forca, né? Tinha que circular lá. É, esse era o tipo de desenho que eu fazia, né? Mas, professor André, gostava de desenhar, professor? Olha, meu dom nunca foi pra desenho.
meus bonecos palitos, eles são uma bolinha e quatro riscos, porque eu esqueço de fazer o corpo. Tive muito problema pra passar no psicotécnico. Mas assim... Ah, dos palitinhos, tá falando? Aham. Ah, é dos palitinhos.
Parte visual ali, pra registrar a parte visual, eu sou terrível. Mas o meu irmão, o meu irmão do meio, o Thiago, que ele era o artista da família, ele pegava do nada, ah, vou... Tô sem fazer nada, vou pintar meu quarto. Ele fazia lá retrato de bailarina dançando.
É tipo, bailarino, rodopiano e tudo mais. Ele do nada, assim, só na cabeça dele. O quarto dele era lindo e maravilhoso. Mas, assim, a parte de desenhar, não sou bom. Sou bom de acompanhar, de ver ali os mangás, dar uma olhada nos anime e tudo mais. E observando tantos vídeos ali do Instagram da...
da Faísca, me deu muito uma ideia, uma curiosidade de saber se você é inspirada, se você se inspira em algum traço específico de algum autor específico, e se em teu projeto de fazer aí do livro tem uma influência do Jinjuito, das artes loucas e tudo mais.
Nossa, que pergunta incrível. Sim, eu me inspiro muito nos animes. Principalmente no Jujitsu, que é um anime muito bom, inclusive. Eu sou não é meu favorito porque a Damaisley tem o meu coração. Mas eu gosto bastante do Jujitsu, das artes. É incrível mesmo. Mas eu misturo mais. Acho que o meu estilo tá mais misturado com... Eu misturo, acho que anime e cartoon. Gosto de cartoon também.
Só que eu até hoje não consigo definir o meu estilo. Porque eu gosto de pegar tudo que já existe e misturar em uma única panela e criar. No caso, recriar algo. Bacana, legal. É, eu percebi que você tem bastante desenhos. Até eu tô vendo alguns ali atrás. Tem um homem-aranha, eu vi ali. Tem uma que eu não consigo identificar, que acho que é uma moça. Que é uma coruja, se não tô errado.
É o Totoro. Ah, o Totoro, tá. Ó, tô só com a gente aqui. Vamos ver, ó. Isso aqui é um sketchbook. Ah, que legal. Você consegue mostrar um pouquinho pra gente? Ué, dá pra ver? Dá, dá sim. Ou tá tão escuro? Essa arte aqui é do nosso mentor, do sétimo sentido, que inclusive é da camiseta que eu falei, a comunidade que eu faço parte. Foi a primeira parte que eu pintei. Pintei com guache.
E aqui foi uma arte que eu fiz aleatória, inclusive não ficou nem tão boa porque o olho ficou torto. Nem sei se existe esse personagem, só sei que veio na minha cabeça o CRIO aleatório, sem pensar se ia sair bonito ou não. Só confiei no processo. Aí tem aqui a personagem da Viadão Poctária. Eu acho ela muito bonita. E esse aqui acho que é um dos meus favoritos, que é realismo.
Ah, Bialis? Ah, sim, legal. Que bacana. Aí tem mais. Comecei um quadro desenhando seguidores, nem finalizei. Nossa, que legal, você desenhou seguidores. Que bacana. Sim, pretendo continuar, porque eu conto três pessoas. Vai dizer, eu admito, hein? É, tem que dizer mal, eu.
Eu fiz um tipo inspirado em mim, porque eu fiz uma vez um cosplay de elfo, aí eu fiz até o cajado, o cajado até existe, porque eu fiz com papelão. Aí eu pintei com aquarela. Legal. E aqui é o de Mac, de Jujutsu Kaisen. E esse desenho, eu tenho que terminar ainda. Eu comecei em 2024 e não terminei, não tive coragem ainda de terminar. Esse é o William Johnson? Ah, The Rock. The Rock.
Legal. Acabou. Que bacana. E você jogou um jogo chamado Baldur's Gate? Não, nunca joguei. Eu convido você a dar uma olhada. Eu acho que você pode ter alguns desenhos que você vai se inspirar em Baldur's Gate. É legal. Essa questão dos elfos que você falou ali e tudo mais. Eu acho que vale a pena. É um jogo, né? Tem o 3, que acho que é o... Eu vou começar por aqui.
Ganhou como jogo do ano em 2023, acho, né? O GOT em 2023. Não sei se você é muito ligado em games, se você gosta de videogame. Mais ou menos. É, o Baldur's Gate é um game, mas ele tem personagens muito legais. Tem o Astarium, que a Trita gosta de jogar bastante, né? Apesar de ele estar no meu bando, né? O Astarium, eu acabei eu resgatando ele. A gente joga RPG, né? Inclusive, a gente vai começar agora...
sábado, sábado não, domingo que vem a gente começa a montar uma ficha pra jogar RPG, eu sei se é chegado em RPG eu só joguei uma única vez e fui no online me colocaram pra ser vilã no RPG aí eu era uma vilã só que eu não me enxergia muito bem eu era péssimo, não sabia nem jogar
A gente tá com o mestre agora muito legal, que é o Caio. Ele criou um material muito bacana. E eu conversei com ele, ele topou fazer a experiência com a gente. E vai ser muito bacana, porque a gente vai lançar no podcast. E ele tá bem empolgado também. Domingo que vem a gente começa fazendo as fichas, né? Criando os personagens e tudo mais. Então acho que vai ser muito legal. E me conta uma outra coisa.
a gente não pode deixar de falar que eu conheci você através da página do Diomas Unidos, a página da Júlia. Você aprende inglês com ela? Inglês, japonês, deixa eu ver o que mais, Libras também, que é Oi. Nossa, você é a uma favorita dela, então. Tô. Tô. Tchau.
eu adoro, ganhar conhecimento é uma coisa que não tem explicação, porque onde tem conhecimento eu tô ali porque eu sei que de alguma forma aprender idiomas vai me beneficiar no futuro vai me ajudar com minha carreira então eu vejo que é algo bem importante mas você assim você tá aprendendo inglês, japonês e libras?
Sim, e também espanhol. É que eu vou aprendendo um pouquinho de cada. Num ritmo lento, porque... Pra processar tudo, né?
Caramba, você tá em todas as turmas dos idiomas unidos, então. Então, caramba, nossa. Que legal, bacana, né? É, eu confesso, a gente teve um podcast com a Júlia também, foi bem interessante e tudo mais, ela contou um pouco da história dela, mas que bacana, né? E você tá... E qual o idioma que você mais gosta de aprender? Japonês. Eu acho que até o japonês é mais fácil de aprender do que o inglês.
Rapaz, sério? Eu tô muito acostumada com o japonês porque eu assisto anime legendado. Aí eu escuto uma fala assim e já fica fácil de entender. No inglês tem uma dificuldade ainda na escuta. Na leitura até que vai, mas na escuta tem uma dificuldade ainda.
Certo, certo. Bom, eu confesso, eu já sou mais americanizado, eu já sou mais do inglês, porque eu consumo bastante coisa em inglês, então eu acabo que... Eu já tenho um pouco mais de facilidade no inglês, já não sou tão basicão, o information já está a um nível avançado. Mas voltando ao assunto dos desenhos e tudo mais...
Hoje você também trabalha, por exemplo, fazendo desenhos particulares, tipo, tem algum cliente, alguma pessoa que pede um desenho, ah, quero que você faça um desenho X, aí você faz, você manda pra pessoa, como é que funciona? Nossa, eu faço encomendas, a pessoa, ah, eu quero que você junte uma pessoa em uma foto, em realismo. Eu faço muito em realismo porque as pessoas me procuram mais pra restaurar uma foto de uma pessoa que já faleceu. E elas acham muito significativo ter uma arte.
Aí eu faço muito em quadros. Inclusive, eu tô com uma que vou entregar amanhã. Vou enviar pelo correio lá pra São Paulo. E eu tenho três obras no Canadá. Que uma pessoa que é do Brasil, veio pra... Ela mora no Canadá. Aí, em 2024, ela veio pro Brasil. E ela queria levar três artes minhas pra presentear os amigos do Canadá. Aí ela levou com ela três obras minhas.
E estão lá. E eu gosto, tipo, de fazer obras em telas, porque trabalhar com tinta é um sentimento muito bom, trabalhar com tinta. É, aproveitando, né? Então, essas obras que você faz, elas são em qual tamanho? Cartão, grandes, pequenas? Porque você falando ali que, ah, restaura foto, normalmente eu imaginava foto pequenininha, mas você falou que é pintura, então, normalmente é uma maior, né? Então, seria mais ou menos qual o tamanho?
O tamanho é da escolha da pessoa. Eu até pergunto o tamanho que ela vai criar. 30 por 40, o tamanho 40 por 5. Normalmente, o pessoal escolhe mais qual. Isso, porque deixa livre, porque tem pessoas que gostam de uma obra maior ou menor, depende. Aí vai variando até o valor. Aí eu deixo essa liberdade para eles escolherem o tamanho. Eu até falo para encomendar um mês antes, se for possível, porque assim eu já consigo encomendar o quadro desse tamanho.
Porque facilita mais o processo da criação. E você... E como é que... E assim, o pessoal... E o pessoal mais nerd pede pra desenhar? Ah, desenha um personagem X de um tal anime. Você recebe muito esse tipo de pedido também? Sim, muito. Inclusive, quando eu posto o vídeo, tá ali nos comentários. Ah, desenha o Goku. Desenha... Tem o pessoal do K-pop, né? Desenha, sei lá, o Sunrun do Aifem. Aí vai um montão de gente pedindo.
Legal, bacana. E, bom, vou passar aqui agora para a Talita. Inclusive, eu vi nos seus vídeos, eu acho que você desenhou o Jim, não foi? Essa foi uma encomenda? Não, não foi encomenda. Eu fiz, tipo, um pedido de um inscrito. Ah, você pode desenhar o Jim? Só que não foi uma encomenda para enviar para ele. Foi um pedido para fazer um vídeo. Então, ele realizou o pedido dele, né? Ah, eu desenhei o Jim. Só que ele não pediu para ele, pediu para eu desenhar apenas.
Mas eu faço encomenda. É, e eu gostaria de saber qual foi, assim, a encomenda que mais te impactou? Que você pegou essa encomenda e pensou assim, meu Deus, isso aqui, eu tenho que fazer isso, é uma questão de honra, porque essa encomenda me tocou.
Nossa, recentemente eu fiz uma encomenda da mesma cliente. Há dois anos atrás, em 2024, ela encomendou uma encomenda muito importante, que foi acho que uma das melhores encomendas que eu fiz na minha vida, que ela queria que eu desenhasse o pai saindo de casa pra ir pra roça.
E ela não tinha nenhuma imagem de referência, ela apenas descreveu como queria essa obra. E eu consegui, de alguma forma, imaginar como foi a cena que ela descreveu, falando em áudio, e consegui colocar no papel. E quando ela mandou a mensagem, parecia que ela tava chorando porque ela se emocionou. Porque ela falou, era exatamente assim que meu pai saía pra ir pra roça.
Você conseguiu. Olha que eu não mandei nenhuma imagem de referência pra você. E você conseguiu fazer do mesmo jeito. Até o tamanho do meu pai você conseguiu acertar. E esse feedback me fez até se chorar junto. Eu me emocionei, chorei e falei. É por isso que eu acredito na arte. É esse sentimento que a gente faz. Conectar as pessoas.
se aproximar a pessoa ainda mais, esse sentimento que a arte traz. E eu fiquei muito emocionada, e é uma das artes que eu mais gostei de ter feito, foi o pai dela indo pra roça. E é muito legal isso que você traz, você tem totalmente um, eu diria um dom, né, a gente fala que, a gente pode, claro, aprender, mas eu diria que é um dom, porque é...
Isso realmente é muito incrível. E outra coisa que eu queria comentar com você. Você tem uns vídeos que eu acho que você faz muito criativos. Eu acho que você tem até uma pegada de fazer uma edição muito legal. Você mesmo que edita seus vídeos? Sim, sim. Eu mesma.
Eu fui aprendiz de um rapaz chamado Rafa. Ele tem uma empresa também de edição. Ele gosta de estar ensinando as pessoas e contrata também. Que ele é, inclusive, participa da Guinness Unidos também. E ele é da mesma comunidade que eu, Sétimo Sentido. E ele me ensinou a editar. E depois eu comecei a estudar mais sobre a edição de cinema. As cores em cada audiovisual. Eu comecei a estudar mais porque eu tenho uma paixão por cinema também.
Olha, o que você gosta de cinema, assim? Que diretor de cinema você gosta? Eu não conheço muito diretor de cinema, assim, mas... Eu conheço alguns amigos que eles trabalham, assim, gravam num... Curtas-metragens, que eu conheço um amigo que é chamado Igor Arashi, ele grava muito no estilo de cinema. Eu não conheço muitos diretores, mas eu gosto de pesquisar como é que faz aquele estilo de cinema mesmo.
A área que eu mais gosto também é a atuação. Que a atuação, assim, no cinema, acho que entrega muito ali a emoção. Legal, legal. A gente tava esperando você falar Hitchcock, já falei, ela vai falar Hitchcock já, mas já espera que ela vai largar uma psicose aí. Você falou que gosta do terror e tudo mais, né? Mas o... Cara, cinema é incrível. E você faz, e realmente dá pra ver que você se destaca muito na sua edição. Você trabalha muito essa questão da definição de cor. Eu percebi isso. Qual que é o seu editor? O Da Vinci?
O que? O editor do vídeo? É o CapeClet.
Ah, o CapCut? Eu achei que pelas cores você, eu falei, ah, deve gostar do DaVinci, de usar, o DaVinci tem esse recurso muito das cores e tudo mais, né? Mas é legal, muito bacana isso que você utiliza essa tecnologia e fica muito legal os seus vídeos, assim, né? Até percebo que você tem um quarto que toda hora tá mudando de cor aí, tá com as luzinhas, os leds. Muito legal.
Que bacana. E você tem aí, na sua cidade, você tem outras pessoas também que desenham? Também tem o sonho de também trabalhar com desenho e tudo mais? Sim, tem bastante gente que desenha. Olha, eu moro bem na roça mesmo, sou da roça. Não tem muito não, assim, gente. Mas eu conheço um que é um primo meu que tá começando a desenhar e tá desenhando muito bem. Só que ele desenha carros. E ele adora desenhar carros.
E eu tenho meus alunos, que eles são muito talentosos, inclusive, têm muita ideia criativa, só que eu vejo que falta mais coragem e ousadia neles, pra eles se jogarem sem medo, assim, no futuro. Mas com o tempo eles vão conseguir, porque eu também fui assim no início. Você, quando você era mais nova, você era daquela pessoa que gostava de desenhar no caderno e tudo mais, e tinha vergonha de mostrar os desenhos?
Nossa, eu sempre gostei de exibir. Vai exibir, né? É, eu tinha um amigo meu que na escola gostava muito de desenhar. Ele desenhava super bem, assim. Era uma coisa que era fenomenal, assim. Na época da idade, assim, eu lembro que ele tinha um dom, assim, pra desenhar. Era uma coisa surreal, assim.
Eu confesso que essa parte, assim, das artes, eu, em questão de desenhar, em questão de toda parte, eu, claro, eu gosto da área do design, mas, assim, pra pegar um... Eu tenho uma mesa esferográfica, até a amor pega ali pra mim, eu acho que tá ali dentro. Eu tenho uma mesa esferográfica pequenininha, até uma época eu tentei me aprimorar, tá até aqui ela... Você tem uma esferográfica de desenho? A mesa esferográfica qual a mesa digitalizadora? Não sei.
É, eu falo, eu falei, mesa esferográfica, mesa digitalizadora. Acho que esse é o termo mais correto. Eu tenho uma pequenininha aqui, ó. Eu tenho aqui, essa aqui da Xpen tem. Ah, legal. É a minha, é a minha uma, é a minha da Xpen também, ó. Aqui, acho que tá... É. Mas tá, nossa.
Eu usei isso aqui, acho que algumas vezes só. Eu tenho um curso, eu tenho um curso de desenho lá que eu comprei, mas eu confesso que comecei a fazer um negócio, comecei a ver, cara, mas eu sou ruim mesmo desse negócio, cara, meu Deus. Mas é legal isso aqui. Eu achava super legal, ficava mexendo. Aí eu tentei me acostumar a usar isso aqui como mouse, mas não rolou muito. Eu tentei, mas eu sou daquele que brinca, quando a criança fica brincando no Paint.
Nossa, eu lembro de brincar no Paint. Ela clicava no Paint, ficava rabiscando o Paint lá e tudo mais. Eu acho que ela é boa também para assinar documentos no online. Já tentou usar assim, para assinar documentos no online? Então, eu trabalho em restaurante. No restaurante tem um rapaz que entrega gás, ele tem um online, esse assina digital. Aí ele vem, só que antigamente ele vinha com uma caneta, agora não, agora tem que ensinar no dedo.
É ruim. Nossa, a minha acertura fica muito ruim. Meu Deus, eu já tenho uma letra feia. Minha letra já não é bonita. Quando digo que eu desenho mal, assim, pra esse lado, eu sou muito do digital. E aí, nossa, fica horrível. Nossa, chega a assinar assim, aí o cara, assim, não, tenta de novo, aí o cara apaga, aí tem que ficar lá, e fica lá desenhando e tudo mais. E não rola, sabe? Eu confesso que eu sou...
Nessa parte, eu se eu tivesse que fazer minha assinatura na mesa de estados de autor, acho que eu não saia outra assinatura, assim, sabe? Não é a mesma. Então, é uma situação em que, assim, eu realmente, eu acho que eu tenho que, eu acho que eu faltei as horas de arte quando eu era mais novo, cara, que eu acho que eu precisava...
Ah, eu olhava... Eu acho que hoje eu vejo que faltou um pouco isso, mas eu gosto, eu tinha vontade de aprender. Porque tem um software chamado Adobe Character Animator que você faz as animações via webcam, que é muito legal.
Que você configura a mão e tal. Aí você baixa os desenhos. E é muito legal esse software. Aí tem os outros que você tem que desenhar. O próprio Photoshop e tudo mais. Tem como você desenhar. Só que assim. Como eu não desenho. Eu fico à mercê dos desenhos. Que a plataforma tem disponível. Eu não posso sair dali. Então uma época eu queria. Eu falei não. Eu quero desenhar justamente. Para se eu quiser me desenhar. Eu posso me desenhar.
Eu sou ruim. Eu sou ruim mesmo. Eu acho que eu sou um zero à esquerda no desenho. Acho que eu passava fome desenhando o cara. Eu ia fazer aqueles desenhos, sabe aqueles rabiscos? Que depois o cara vende por 5 milhões. Eu ia falar, não, veja aqui, a parte que está aqui, veja que o autor, o desenhista, veja que ele está ali num momento de tensão. Agora veja que ele está tranquilo.
Agora, veja, então, eu acho que é só um rabisco, você vê lá, nossa, que tesão, os caras com 10 milhões essa obra. Até uma coisa que você entende muito dessa arte contemporânea, assim, dessa parte quando tá uma tela toda...
jogada, monta de cor, que aí a galera fica olhando assim e tal. Eu não consigo ver muito assim, eu confesso minha ignorância, eu sou meio ignorante pra isso. Você consegue enxergar assim, não, que o artista ele tá... você vê que o cara é um gênio, o cara é um... você consegue ter esse, como se diz, esse feedback assim, quando você olha essas obras? Eu consigo um pouco, porque eu não sei, como é o nome daquela condição que você consegue ver forma de som?
Eu consigo ver a forma de som e sentir cheiro de algumas cores. Porque eu vou assemelhando também, né? É uma cor que lembra a tal fruta. Eu vou assemelhando e consigo sentir o cheiro quando eu pego assim e começo a pintar. E sobre ver forma de som, quando eu escuto um som, é como se ele estivesse passando algumas linhas aleatórias na minha frente. Sabe quando você vai fechando os olhos perto de uma luz e ela vai criando umas formas malucas?
Aí quando eu escuto o som, eu meio que vejo essas linhas assim. E em questão de sentimento, uma vez eu tive uma crise de raiva. Eu peguei um lápis, uma caneta e comecei a rabiscar de forma aleatória e criou uma forma. E aí só que enquanto eu fazia com maior agressividade, aos poucos eu ia diminuindo aquela agressividade.
E ia prestando mais atenção naquela linha. Aí eu comecei a olhar assim, ó, essa linha tem alguma forma aqui, ó. Eu vou finalizar com mais calma. Aí quando eu finalizei, criou uma forma muito... Diferente, mas você sentia que tinha algo ali. Ali é minha raiva. Ali é minha raiva. Aí eu acho que eu fico olhando, assim, as obras das outras pessoas que é meio loucona. E fica assim, será que essa pessoa tava com raiva? Tava triste? Ou ela tava na loucura? Querendo arrancar a orelha?
É, eu confesso que eu não tenho. Eu já ia olhar um monte de rádio e ia falar cara, esse cara, o olho tá brabo. Ele pegou isso daí, sei lá. Mas eu confesso que eu já não consigo ter essa visão. Legal isso aí que você comentou. Eu confesso que eu não tenho esse olhar crítico e tudo mais. Gente, antes da gente seguir pra um momento, se eu alguém tem alguma pergunta?
Todo mundo tranquilo? Bom, gente, eu vou... Vamos ligar aqui a tela. Vamos lá. Põe na tela. Vamos lá. Deixa eu só colocar aqui. Então, quem ganhar a nossa brincadeira hoje vai receber em Kindora. Que legal, já que é desenho, eu vou me dar em digital o curso básico de desenho mangá. Eu devia ter feito esses aí quando era mais novo.
Aqui tá um curso básico de desenho e tudo mais. Então, quem ganhar a nossa brincadeira de hoje, tá ali, tá a professora André, vai tá aí ganhando em Kindle o curso básico de desenho e também a nossa querida Raíssa, né? A brincadeira é muito simples. Eu só vou minimizar aqui novamente a tela. E eu vou usar a... Não sei se você... Você é contra a favor de Ana Arte, Raíssa?
Nossa, no início eu tava revoltada, mas hoje em dia eu falo... Não faz sentido isso de revoltar com uma coisa, que a gente nem sequer tá usando. Tipo, eu uso a IA muito como ferramenta e eu sei que a IA pode sim ajudar a gente, principalmente artistas. Só que não assim de entregar todo o material, assim, de mão beijada. Você só apenas digita uma palavra e ela faz o resto. Mas você pode usar ela com sabedoria.
Eu acredito muito nisso. Inclusive, eu fiz até um vídeo falando sobre. E, bom, eu acredito que se você treinar a IA, você consegue até pedir pra ela te passar um treinamento de como evoluir no desenho. Então, veja ela como uma ferramenta que pode sim estar ajudando a gente. Eu não sou dizer, ah, eu sou contra. Não, não faz sentido dizer que é contra.
Com certeza. É, eu, eu, eu, a gente tem hoje a VL3, que é uma EA de vídeo, que é muito legal, você trabalha bastante com animações, você tem a Cidense, que, pô, faz uns negócios fenomenal, assim, você pode fazer o Pikachu lutando com homem de ferro, cara, é incrível isso, quando você ia ter isso na Hollywood, ia ser muito difícil ver um crossover disso, né, então, a EA permitiu isso, eu acho sensacional. Mas, gente, falando agora um pouco da nossa brincadeira, na verdade é meio besta essa brincadeira, né, mas vamos lá.
Eu vou mostrar aqui pra vocês. Não sei se você conhece esse site, é a Faísca. Ah, não, não conheço não. Sou meio leita nisso aí. Tá, deixa eu start over. Deixa eu ver como é que só, como é que eu saí daqui, mas eu tinha desenhado uns lápis aqui, mas eu só quero sair aqui. Pera aí, só um minutinho, gente. Tá, eu vou... aí
Vocês estão vendo aqui que a minha tela está em branca, né, gente? Vocês estão vendo aqui? Consegue ver? Eu vou desenhar uma casa, certo? Então, eu vou desenhar aqui uma casa. Tá, eu estou com... Só para vocês verem, eu não estou com o mouse aqui, tá? Só estou com o negócio... Então, está saindo tudo torto. Então, aqui, tá? Vamos por aqui, foi o telhado. Não, aqui vai sair uma casa. Então, aqui... Não saiu nada de uma casa.
Tá, saiu tudo tosco. Mas ele te dá várias formas de desenhos aqui em cima. Vocês estão vendo, né, gente? As formas de desenho aqui em cima. Então, se eu quiser que isso aqui vire uma torradeira, que não era a minha ideia, ele vira. Vocês estão vendo aqui? Ó, ele vira uma borracha. Não sei o que que é isso. Até as fórmulas, se você quiser. Um livro. Então, ele vai te dando sugestões do desenho. Só que nada vem em uma casa aqui, gente. Eu acho que eu sou ruim no desenho, que nem a IA consegue entender.
O que era para desenhar? Uma bolsa. Então aqui, gente, vocês conseguem desenhar. Então simplesmente você rabisca e ela... Ah, o que você está tentando rabiscar aí? Você está tentando criar um lápis? E você pode vir aqui e... Daqui a bolsa, né? E vir em download e pronto. Ele baixa em PNG para você. Olha que legal. Aqui, ó. Em PNGzinho, bonitinho a bolsa.
Então é muito legal. Você pode rabiscar e o teu rabisco vira desenho. Então se você quer rabiscar uma casa, quer rabiscar não sei o que, você pode rabiscar com esse site. Eu confesso que eu já utilizei, eu já brinquei com ele, mas é bem interessante. Então eu, pra eu, que no Venei, ah, entrei com o desenho, né, mas que merda, hein, cara. Mas enfim, qual que é a ideia? A ideia é vocês rabiscarem, a Thalita, o André e a Faísca rabiscarem.
E tentamos adivinhar os desenhos de você. Mas não pode desenhar completo. Que é abiscando. E aí quem soma mais pontos, né? Por exemplo, você não vai fazer o desenho inteiro. Você abisca ali um pouquinho. Aí não conseguiu adivinhar. Abisca mais um pouco. E aí vai dar sugestões ali de desenho. E a intenção é tentar descobrir o desenho. Entenderam? Entendi. Entenderam? Beleza. Então vocês estão vendo. Certo.
Como é que a gente vai rapiscar agora? Não, não, é, perdão. Eu vou rapiscar e vocês vão tentar adivinhar. Ah, entendi agora. Valeu. São três desenhos que eu vou fazer. A melhor de três. Se todo mundo ficar com um ponto, eu faço um quarto desenho. Tá. Tá todo mundo vendo minha tela, gente? Sim. Tá bom, então. Então vamos lá.
Pode ser que não seja desenho sugerido. Eu não sei se tem todo tipo de desenho. Mas a ideia de vocês é tentar adivinhar. Tá? Então vamos lá. Primeira dica. O que é isso? É um copo com água dentro? Não. Professor André? Uma toalha? Não.
Ó, parece que eu sou ruim no desenho. Um vaso de flor? Não. Eu vou tentar. Eu vou ver se vai sair certo esse negócio aqui. Cara, eu sou ruim no desenho. Acho que essa brincadeira aqui vai dar flop, cara.
Deixa eu ver como é que eu vou desenhar isso, cara. Eu não sei nem desenhar esse negócio aqui. Deixa eu ver se já apareceu aqui esse desenho aqui. Ah, meu Deus do céu. Nossa, que merda isso aqui. Meu Deus. Tá, o que vocês acham que é? Faísca? Será que é um copo de café? Professor André?
Uma lixeira? Talivita? É uma latinha? Caraca, você acertou, hein? Uma lata de refrigerante. Gente, pegamos o melhor desse. Tá, um ponto pra você. Parabéns. Era pra tentar fazer, mas eu tava tentando achar aqui, ó. Aqui, ó. Era uma lata de refrigerante. É pra se almoçar.
Os desenhos aqui. Vamos lá. Vamos tentar um ponto para a senhora Thalita. Vamos fazer mais um. Vamos lá. Vamos lá. Como é que faz aqui para eu voltar para o começo? Só um minutinho, gente. Start over. Tá. Vamos lá. Deixa eu ver se tem formas geométricas de desenhar aqui. Vamos lá. Eu acho que vai ficar fácil nessa grande forma.
O que vocês acham que é isso? Você, Thalita. Uma laranja? Não. Senhor André? Uma batata? Não. Paísca? Um limão? Não, mas limão a Thalita já falou. Tu dou limão, você já falou. Laranja, tá. Mas já apareceu o desenho aqui, ele já entendeu o que eu quero desenhar.
É que tava o médico, esse negócio. Paísca? É uma rosquinha? Não. Senhor André? Um ovo? Não. Um olho? Não. Um...
Agora ficou fácil. Quem quer começar agora? Alguém tem algum palpite? Uma bola? Não. Professor André? Esse é o sal mais estranho que eu já vi. Não, não é só... Paísca? Não. Não, peraí. Calma, o que eu tô pensando aqui. Se eu vou dar mais uma dica.
Eu acho que eu sei. Vai, vai, pensa aí. Fazer mais um. É uma teia de aranha? Não. Professor André. Uma roda? Aí. Aí, professor André acertou. Uma roda.
Nossa, mãe do céu. Eu não falei que eu não é uma roda, não é o que ele falou. Olha, André, aí o senhor André fez um ponto. Aí. Nossa, mãe do céu. Tá vendo que eu tô mandando bem nesse negócio aqui, tá? Deixa eu ver agora o que eu posso desenhar. Deixa eu pensar. A few moments later.
Já apareceu. Já sabe. O que você acha que é? Um lacinho? Você acertou. É um lacinho. O lacinho tá aqui. Já apareceu aqui.
E mais uma vez quero agradecer a presença da Faísca, a presença do André, da Thalita por terem me ajudado nesse podcast. E é isso, gente. Vou deixar o link das redes sociais da Faísca na descrição. E é isso, gente. Vou ficando por aqui. E até a próxima.