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EBD Especial - Encerramento da revista: Família cristã. Ir Raphael Carneiro

03 de maio de 202620min
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tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te.

Deuteronômio 6:7

Participantes neste episódio1
R

Raphael Carneiro

Host
Assuntos4
  • Culto da FamíliaAtivismo e rotina exagerada · Terceirização do ensino para a igreja ou escola · Ausência de testemunho e vida dupla
  • Responsabilidade parental versus controle excessivoEnsino de assuntos delicados (sexo, drogas, ética) · O papel do homem como líder e sacerdote do lar · O ensino pactual e a importância de começar desde o ventre
  • O verbo 'inculcar' em Deuteronômio 6:7Significado hebraico de 'shanã' · Repetição e intensidade no ensino
  • Experiências missionáriasA dificuldade da aplicação versus o conhecimento · A família como prioridade e principal missão
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Queridos, eu serei bem rápido. Não é uma pregação, tá? É mais uma instrução prática. Um momento muito importante para a gente. Os meninos vão me ajudar aqui e vocês vão ver. Por isso que eu estou aqui. Deixa eu sair daqui. Deixa eu ficar aqui. E aí a gente vai encerrar. Queridos, um dos grandes desafios que a gente tem

hoje é conciliar a nossa vida cotidiana, o nosso cotidiano com uma vida de prática cristã dentro do lar. Então eu fui desafiado aqui a resumir em alguns pontos e trazer para vocês, falando sobre os fundamentos e prática do culto doméstico.

Quem aqui faz culto doméstico? Não precisa levantar a mão, não. Só reflita retoricamente isso. Quem aqui faz culto doméstico? Existem várias maneiras de se fazer um culto doméstico. Existem maneiras adaptadas, formas adaptadas e uma linguagem adaptada. Então, o meu objetivo aqui é trazer um guia prático para transformar o seu lar em seu principal campo missionário. Lembrando, pessoal, que o nosso objetivo...

não é dizer como você tem que educar a sua família espiritualmente, mas dar um norte para que você possa fazer isso. E você será muito bem edificado. Então eu queria que já pudesse passar aí, porque vai ser bem breve mesmo. A gente tem...

Duas colunas, uma no qual eu vou falar sobre criar memórias. Quem aqui, veja, eu posso, por exemplo, eu sempre lembro de Gideane falando do pai dela, da mãe dela, sobre os cultos domésticos na casa deles. Veja como isso cria, de fato, uma memória, não só afetiva, mas inclusive espiritual. Então, reunir a família criará memórias marcantes. Então, quando você... Isso eu falo, queridos, ainda que seus filhos já estejam adultos.

Porque ainda há oportunidade, por exemplo, eu, no meu caso, a minha família não é cristã, mas vamos supor que meu pai e minha mãe se convertessem agora. Eu ainda poderia ter a oportunidade de criar essas memórias, de lembrar dos meus pais, mas eu fico imaginando aqueles pais que têm aqui crianças pequenas.

que tem um desafio de juntá-los debaixo das suas asas, em um momento de edificação do lar. Então, veja como isso vai ficar marcante, marcado na memória dessas crianças, como isso pode ser benéfico para a edificação dessa criança. Então, a primeira coisa que a gente tem que entender é que precisamos criar essas memórias, memórias de coisas boas, memórias de edificação do Senhor dentro da nossa casa.

Porque isso vai perdurar para a fase de adolescente, isso vai perdurar para a fase adulta. Outra coisa importante que a gente tem que discernir é qual o objetivo. Discernir, inclusive, qual é a diferença de um culto doméstico para um devocional. Veja, eu creio que aqui, pelo menos eu espero, que todo mundo aqui tenha um momento devocional com Deus. Tenha lá o seu momento de leitura.

tem o seu momento de oração, tem o seu momento de leitura de canção, de ouvir algumas músicas. Isso daí, queridos, nós temos que fazer independente da nossa família. Lembrem-se, a salvação é o quê? É individual, cada um...

dará conta de si mesmo. Então, você deve fazer isso. Mas, veja, quando a gente discerne isso, isso é o que eu tenho que fazer, porque eu preciso, como indivíduo, fazer. Já o culto doméstico, ele é diferente. Ele tem como intuito reunir a família. Ele tem como um fundamento fazer com que todos aqueles que estão naquela casa participem de um momento em conjunto. Lembre-se...

O culto no seu lar vai ser refletido aqui na igreja. A forma que você faz o seu trabalho individual, a forma que você se comunica com Deus, vai ser refletido aqui na igreja. Então, isso é fundamental. Então, discernir a diferença entre culto e devocional, a gente vai falar aqui.

culto doméstico e devocional, entender os fundamentos bíblicos para vencer esses desafios e concluir por que é fundamental realizar um culto. Veja, eu não estou dizendo que você tem que fazer um culto de forma que ele seja extremamente...

litúrgico, não é isso, mas é preciso parar no momento da nossa jornada, dessa correria que a gente tem, sentar e falar acerca de Deus. Queria dizer, eu queria que nós pudéssemos abrir, eu vou colocar ali, mas abra sua Bíblia em Deuteronômio 6, 7. Na verdade, eu gostaria de ler o capítulo 6 inteiro, mas o nosso tempo não permite. Então a gente só vai se ater ao versículo 6, ao versículo 7 do capítulo 6, amém?

que ele vai dizer justamente isso. Ó, Deuteronômio 6, 7. Fica lá no comecinho da Bíblia. Amém?

Você as encucará seus filhos e delas falará quando estiver sentado em sua casa, andando pelo caminho, ao deitar-se e ao levantar. De que ele está falando aqui? A palavra do Senhor. Você vai encucar. E eu fiz questão de trazer como é esse verbo, como é essa palavra no hebraico, que é shanã, que quer dizer o seguinte, literalmente, afiar.

Ou seja, você vai colocar o seu filho e vai ficar amolando ele, afiando ele, dizendo, olha, quando estiver sentado, quando estiver brincando, quando estiver jogando futebol, quando estiver assistindo futebol, em qualquer momento você falará sobre o Senhor para essa criança. Nisso você vai criando uma pessoa, uma criança, um jovem, um adolescente, muito mais afiado, muito mais, literalmente,

moldado para que ele possa ser diferenciado. Então, a palavra também tem umas questões semânticas, de tornar agudo, e também tem a questão de você repetir isso com intensidade. Queridos, quando nós temos crianças, adolescentes, a gente não pode falar apenas uma vez. Eu desafio aqui qualquer pai e mãe...

qualquer pai e mãe aqui, que mandou o filho tomar banho e ele foi de primeira. Muitas vezes você arruma o teu quarto, olha, arruma o teu guarda-roupa, faz a tua tarefa de casa. Às vezes você tem que falar 500 vezes.

E às vezes você não tem como só falar. Às vezes você precisa agir. Às vezes você precisa pegar ele pela mão e fazer com que ele faça aquilo ali. Isso faz parte do ensinamento. E é esse ensinamento que a gente tem que ter com os nossos filhos. Não se cansem, queridos, de falar aos seus filhos sobre a palavra do Senhor. Porque é isso que o Senhor quer que a gente faça. Inculcar essa palavra. Colocar, imprimir profundamente. Olha, imprimir profundamente.

O objetivo principal é repetir intensamente a palavra do Senhor até que ela penetre a alma.

E aí sim, ele será transformado. Então, não é pelo nosso repetir, mas é porque a palavra de Deus tem poder.

Pode passar, queridos. Distinções essenciais entre culto doméstico e devocional. Olha, o culto doméstico tem um caráter que envolve toda a família, um caráter geral. Então, a gente não vai, por exemplo, vamos supor que eu tenho dois filhos. Eu, Jéssica, mais dois filhos. Eu não vou deixar um no quarto e fazer só com três. Não é esse o objetivo. Ainda que eu precise fazer esse culto dentro do quarto dele.

para lá e vou fazer com todo mundo. O objetivo é esse. Não existe por que deixar um membro da família apartado, ainda que ele não queira. Mas é necessário você envolvê-lo a isso. A liturgia de um culto doméstico simula um culto público, mas tem um rigor menor. Não tem por que a gente querer fazer da nossa casa...

culto litúrgico da igreja, porque não tem como. Aqui é um culto congregacional público. O da nossa igreja é um culto privado, é diferenciado. Existe dinâmica diferente. Então, isso é fundamental. E, queridos, não adianta querer fazer culto de três horas, porque aqui, nesse exato momento, as pessoas estão com dificuldades. Falta três minutos para a gente dar dez horas e as pessoas já estão com dificuldades.

Duas horas. Imagina você querer fazer algo extensivo demais. Não é para fazer isso. O objetivo é você ser objetivo, prático e conciso. Para que todo mundo se envolva e que aquela questão de você ficar disperso não alcance, principalmente para quando tem criança, querido. Quando tem criança, a gente tem que ter aquele jogo de cintura para lidar com isso.

O devocional é um caráter individual, foco na edificação pessoal, então leitura e orações feitas a sós com Deus, esse é um momento que você tem com o Senhor, e é uma experiência individual que prepara e potencializa para o culto doméstico e também para o culto público.

Porque, veja, o reflexo da gente, queridos, é do nosso culto. A gente passa quantas horas na igreja semanalmente? Vamos supor que a gente venha a todos os cultos. Falando cultos públicos, doutrina, quatro horas. Isso é suficiente? Multiplica 24 vezes 7.

Dá muitas horas, vão dar mais de cem horas. Então, você dedica ao Senhor quatro horas apenas, então a gente precisa rever isso. Então o devocional é justamente para entrar nessas lacunas que a igreja não está fazendo o trabalho que ela tem que fazer. Mas é sua obrigação buscar ao Senhor, fazer suas leituras. E, queridos, leituras não é só a Bíblia, não.

Eu sei que a palavra é fundamental, ela é primordial. Mas se você quer ser edificado ainda mais, leia a palavra e adicione livros que falam sobre a palavra. Mas não faça o contrário. Não só leia livros que falam sobre a palavra, senão você vai ser um reprodutor do pensamento alheio. Você tem que ler a palavra. Então se dediquem a isso. Isso vai, de fato, reverberar no seu culto doméstico e no seu culto público aqui na igreja.

Pode passar. Queridos, a responsabilidade de ensinar não é do professor da escola bíblica. A responsabilidade de ensinar não é do pastor André. Não é dos oficiais. A responsabilidade de ensinar espiritualmente, inclusive assuntos delicados como sexo, drogas, libertinagem, ética e moral, são de obrigação dos pais. E os pais serão cobrados disso, principalmente aos homens.

serão cobrados porque é dado a nós a responsabilidade de ser líder da nossa casa. Então, queridos, não existe assunto que um homem não possa lidar com a sua família. Seja ele cabeludo que for, o homem tem que ser capaz de lidar com esses assuntos. Ah, mas a minha filha é mulher. Não importa. Você tem como tratar assuntos sexuais com a sua filha.

Você deve, porque a palavra de Deus nos ajuda a isso. É claro que a esposa vai lhe auxiliar. Mas, queridos, toda e qualquer responsabilidade é do homem, principalmente. Eu falo isso, queridos, porque nós gostamos. Muitos homens dizem, olha, a mulher tem que ser submissa ao homem. Muitos homens usam isso de maneira errada. Mas não assumem a sua responsabilidade como pais de família, como homens, como sacerdotes do seu próprio lar. E acabam delegando à mulher esse papel. O que é errado...

Quando você delega, queridos, o trabalho sacerdotal a uma mulher, você está desfazendo a ordem que Deus fez. E isso vai dar muito errado. Pode ter certeza que vai dar errado. Então, olha, o ensino não é ocasional. Ele é um ensino pactual. Existe um pacto. Abraão ensinou ao seu filho. Adão ensinou ao seu filho. José ensinou a Jesus.

Todo aquele que foi de fato preparado foi ensinado. Então é necessário que as crianças sejam ensinadas, os adolescentes sejam ensinados. Então isso não é ocasional. Não adianta, queridos, eu deixar que a igreja ensine uma vez por semana. Sabe por quê? Porque o colégio ensinará todo santo dia. Porque o amiguinho ensinará todo santo dia. Porque Satanás batizará todo santo dia.

Por isso, queridos, que eu digo, não espere para você falar da palavra de Deus quando seu filho nascer. Juliana, Jonadab, por exemplo, já vá falando. A criança já entende, ela já sabe. Pode ter certeza, já profetize, já fale da palavra, já ensine desde o ventre. Pode ter certeza que isso fará a diferença.

Pode passar. Quais são as barreiras para um culto doméstico? Ativismo. São várias. Na revista tem várias. Mas eu peguei os três principais. Ativismo, terceirização e ausência de testemunho. Do qual eu caracterizo a ausência de testemunho como o pior dos três. Porque é uma vida dupla.

Isso é condenável. Então, se eu sou uma pessoa dentro da igreja, mas quando eu chego dentro da minha casa, eu sou um demônio, isso é errado. Isso tem alguma coisa. É preciso conversão. Então, o ativismo é aquela rotina exagerada, que não há espaço para o Senhor. O Senhor, muitas vezes, está disposto a...

Estar entre vós, mas a gente não está. Por quê? Porque a gente tem trabalho, a gente tem as responsabilidades normais de toda casa, pagar conta, fazer tudo, fazer feira. Mas onde está o Senhor? Esse ativismo nos afasta do Senhor. Então a gente tem que fugir disso. Outra coisa é a terceirização disso.

Não é a escola nem a igreja que precisa fazer esse trabalho. Somos nós. E, queridos, é um trabalho difícil. Discipular é difícil. Educar é difícil. Porque se não fosse, não era um desafio.

Então, todo pai, toda mãe sabe o que eu estou falando aqui. Ainda que eu ainda não seja pai, mas eu tenho noção de quem eu fui. Porque eu fui filho. Eu sei qual foi a dificuldade do meu pai me educar, da minha mãe me educar. Então, nós não podemos terceirizar. A gente tem que abraçar essa responsabilidade, porque é nossa. Foi nos dado. Nós adoramos quando falamos, os filhos são herança do Senhor. Mas, olha, você é que tem que fazer com que ele seja educado. É a nossa cruz nesse sentido. Então, educar é difícil, faz parte.

E a falta de testemunho, queridos, ela é arrebatadora. Porque o seu filho, quando é criança, ele não percebe. Ele vê em você um herói que não existe.

Eu falo isso porque eu sinto isso, a mesma coisa. Todos nós, quando somos crianças e adolescentes, nós vemos os nossos pais como heróis, que não existem. Porque quando você ficar adulto, você vai perceber que ele não é aquele herói mesmo, não. Você vai ver as falhas. Caraca, meu pai fazia isso, isso, isso. E toda aquela idolatria, ela vai ruir. Como é que a gente minimiza isso? Um testemunho.

Não adianta falar, é preciso fazer. Não adianta dizer o que é certo, é preciso fazer o que é correto. Existe um jeito e uma maneira de se fazer as coisas. E a ausência desse testemunho é uma das grandes causas dos filhos pararem de vir à igreja. Pais e mães que deixam seus filhos na igreja e vão para a praia estão dizendo claramente que é melhor ir para a praia.

Pais e mães que vêm para cá, deixam seus filhos e vão para um jogo, está dizendo claramente, é melhor ir para um jogo. Ao Senhor, nada. Ao mundo, todas as coisas. Então, é isso que está sendo dito. Ainda que você não fale, não é importante, eu estou levando meu filho, mas ele não vai verbalizar, isso não vai bater. O que está se falando com o que se está fazendo. Então, a ausência de testemunho vai, com certeza, e a ausência de testemunho vai, com certeza,

Desviar o seu filho. Isso é um fato. Outra coisa, culto doméstico não é prática, para a gente já chegar no finalzinho.

regularidade. É importante que a gente tente fazer isso com regularidade. É difícil, mas buscar regularidade, ter flexibilidade, não adianta. É de sete horas da noite, não adianta. Tem dias que não vai ser. Então, oito horas, nove horas, não tem problema, não se apeguem a isso. Não é um culto público que todo mundo tem que convergir no mesmo momento. É um local em que a gente pode flexibilizar.

flexibilizar, ser breve e ser simples. Acabem com a necessidade de ser acadêmicos em um culto doméstico. Falem coisas simples, até porque crianças não vão entender a forma que a gente está falando. Então, simplicidade faz parte de um ensino correto também. Veja, falar coisas simples é mais difícil do que falar coisas difíceis. Porque falar coisas simples requer o quê? Domínio demais da coisa. Ou seja, fazer um bolo de fubá, por exemplo.

É mais difícil do que fazer uma torta. Porque a torta tem tanta coisa gostosa que vai dar bom. Em algum momento vai dar bom. Mas o bolo de fubá não tem muitos ingredientes. Então fazê-lo requer o quê? Saber fazer o básico. Então simplicidade. Culto doméstico na prática é simplicidade, flexibilidade e entendimento dos indivíduos.

Outra coisa importante, vou dar para vocês uma estrutura sugerida. Canta uma música, faz uma oração, faz um estudo. Ali, meia hora, no máximo, vocês estão finalizando.

Isso é importante. Então, priorize músicas que as pessoas saibam. Não adianta você ficar cantando sozinho, queridos. Isso serve para a igreja também. Quando você vier trazer uma música, vai fazer um momento de oração, alguma coisa, vai cantar um hino, traga a música que as pessoas saibam, porque senão você vai ficar cantando sozinho. E o objetivo é congregar. Hinos congregacionais. Hinos que as pessoas congreguem.

orações, queridos, a oração do justo tem muito poder, então fazer orações breves, orações objetivas, específicas, para que seja tudo mais fácil. E a palavra sem exposição teológica técnica, não precisa trazer nada, não é o intuito disso. Meditação compatível com o formato de culto e a idade dos filhos. O que não fazer no culto?

Que aqui é um problema. O que não fazer no culto doméstico, que às vezes acontece. Culto doméstico não é para lavar roupa suja, queridos. Evite exposição. Não use esse ambiente sagrado para apontar falhas e pecados e defeitos. Não é o momento. Indiretas, esqueça. Esqueça dar indiretas. O objetivo aqui é louvar ao Senhor e adorar ao Senhor. Nunca faça repreensões ou dê broncas disfarçadas de oração. Tem gente que faz isso.

Tem gente que usa a oração para dar uma indireta. Queridos, isso é satânico. Não façam isso. Excesso de tempo. Queridos, esqueça. Você não vai conseguir passar duas horas no culto, não.

Doméstico não. Por quê? Porque não vai dar, é uma rotina. É melhor você fazer 10 minutos todo dia do que 2 horas em um dia e só daqui a 3 meses. É melhor ser constante, 1% todo dia. É melhor do que 100% no dia e 2 meses sem nada. Então, esse é o objetivo. Para finalizar, queridos, tudo o que foi falado é perfeitamente aplicável. Tudo isso que eu falei, a chance é grande que vocês já saibam. Sim ou não?

Vocês já sabem, nós já sabemos. Agora, aplicar é o mais difícil. Então, tome a decisão hoje. Torne a sua família o seu principal campo missionário. E a maior missão da sua vida, pois é exatamente isso que ela é. A sua família, queridos, é a coisa mais importante. Deus e a sua família.

trabalho, amigos, isso vem como consequência. Mas tendo uma família forte e unida, você vai conseguir sobrepujar diversos obstáculos. Então, queridos, que Deus abençoe. Eu fui bem breve, de fato, mas eu queria agradecer a oportunidade. Então, que a gente possa aplicar isso em nome de Jesus. Eu vou orar só para que a gente encuque isso no nosso coração. Amém? Pode ficar sentado mesmo, queridos.

Senhor Deus, nós queremos te louvar, agradecer o teu poderoso nome. Pai, obrigado pela oportunidade que temos de inculcar a tua palavra na nossa mente, que possamos, de fato, aplicar o que foi dito aqui de maneira breve, de maneira objetiva, para que possamos ser totalmente diferenciados, que possamos render graças e louvores a ti. É isso que eu te peço em Cristo Jesus. Amém.