Castback Hype 234: Gigolô Americano (1980)
Olá, queridos Castbackers! No episódio Hype de hoje vamos mergulhar no glamour decadente, no suspense e na sensualidade de Gigolô Americano, dirigido por Paul Schrader!Rodrigo Poli, Jon Souza e Edu Schnaider revisitam esse clássico estiloso dos anos 80, onde luxo, solidão e obsessão caminham lado a lado pelas ruas iluminadas de Los Angeles. A trama acompanha Julian Kaye, um acompanhante de luxo sofisticado e extremamente confiante, que vê sua vida perfeita desmoronar quando se torna o principal suspeito de um assassinato brutal.Com Richard Gere em uma atuação marcante e carregada de carisma, o filme mistura thriller, drama e erotismo em uma narrativa elegante e melancólica, explorando temas como aparência, vazio emocional e o preço de viver apenas de imagem e desejo.Então, ajuste o terno, coloque os óculos escuros… porque o HYPE já vai começar! 🕶️🚘Aproveite e nos siga nas redes sociais. É tudo @castbackp, esse “pêzinho” de Podcast!Elenco:Edu Schnaider: @eduschnaider76Rodrigo Poli: @orodrigopoliJon Souza: @naosoumarveteNicollas Kdouk: @cinema5d__
- Gigolô Americano (1980)Análise do filme e sua estética · Figurino de Giorgio Armani · Influência de Brian De Palma · Estilo transcendental de Paul Schrader · Vulnerabilidade masculina no cinema · Trilha sonora de Giorgio Moroder · O papel de Richard Gere · O personagem Julian Kaye · O personagem Leon (Bill Duke) · O personagem Lauren Hutton · Los Angeles
- O legado de Giorgio ArmaniImpacto na moda e no cinema · Marca Armani como sinônimo de qualidade · Linhas esportivas e colaborações
- Crítica ao visual do podcastReclamações sobre vestimenta dos apresentadores · Críticas ao cenário e amadorismo · Uso de camisa do Flamengo
- Paul Schrader como diretor e roteiristaEstilo de direção e roteiro · Controvérsias e vida pessoal · Influência de Hitchcock e Bresson
- Fatos históricos e científicos dos anos 80Definição temporal da década de 80 · Transição entre décadas
- Recepção do filmeDificuldade em encontrar o filme para assistir · Disponibilidade em plataformas de streaming
- O papel do 'Fade to Black'Uso excessivo da técnica no final do filme · Comparação com comerciais de TV
- Vira Casacas Podcast e ApoioAssinatura do Cashback Plus · Vantagens para assinantes · Sorteios e premiações · Plata
e iremos revelar o desfecho da obra. O famoso spoiler.
Olá, olá, seja muito bem-vindo a mais um Cast Back Hype, eu sou o John Souza E hoje nós vamos explorar
As noites, as madrugadas aí da Califórnia com um filme gigolô americano, não é isso? Em comemoração aí, escolha do nosso querido amigo Rodrigo Polli, que fez já aniversário, né? Fazendo aí seus 27 aninhos. Muito obrigado. Tá com a gente aí hoje muito bem arrumado, fino, trajado. Devidamente, né? Exatamente. Devidamente trajado.
claramente o personagem foi inspirado no Rodrigo. Você pode ver que exala a carreira. Exatamente. Eu não sei como, o Rodrigo nem nasceu. Quatro anos depois, mas foi uma premonição. Não, foi, foi. Já previ, pelas profecias, pelas escrituras, dizia que o Rodrigo viria dessa forma. É isso aí. A língua falada, desde a época da língua falada, já tinha. É isso aí. Juntamente conosco, Edu Schneider, hein, Edu?
Fala, meus amigos. Parabéns, Rodrigão. Obrigado. Muito felicidades pelo seu 27º aniversário. Vocês estão contando uma perna só. Obrigado. Pior que se fosse no meu caso, Rodrigo, se falasse 27, já seria quase de profissão mesmo. Era uma perna só mesmo. Na verdade, em dezembro eu faço 27 anos de formado. Meu Deus, cara. Porque eu me formei em 99.
Dezembro de 99, faz aí 27 anos. Mas, cara, você está aí bem trajado. Eu estou aqui com a minha, com o meu manto sagrado do Mengão, por um motivo especial. Quem já acompanha o Cashback há muito tempo, as nossas lives e tudo mais, já me viu de camisa do Flamengo muitas vezes. Mas hoje tem um motivo especial, porque eu fui esculachado. Foi, é.
Esculachado. Daqui do cashback, eu sou o único solteiro. João casado agora, Rodrigo casado já há um tempo. Tudo mais, eu sou o único solteiro aqui do trio. Eu e Nicolas, mas o Nicolas não está aqui. Então, quem está aqui, do quarteto que está aqui, só eu. Aí, pô, nessas conversas que eu tenho aí, nas minhas andanças e tal, eu comecei a conversar com a moça. Beleza. Oi, ela veio.
vocês sabem quanto o meu apreço por signo né quanto que eu escolacho signo nas minhas redes sociais e aí beleza aí ela já não você qual signo eu sou eu não tenho eu falei para não entendo nada esse negócio de signo é só libriano tal ela libriano é covarde
Ô, louco. Já começou já metendo uma sola. Você é o quê? É só a Ariana, não sei o quê, beleza. Ih, já entendi, então. Típico de Ariana, né, Rodrigo? Vocês me conhecem já há bastante tempo, sabem que eu sou uma pessoa educada com todo mundo. Você está conversando, conhecendo uma pessoa, você manda aquele bom dia, um ótimo dia de trabalho para você. Aí, depois do meu bom dia, um boa tarde, aí, velho, queria te mandar uma real. O que foi?
Esse negócio de ficar mandando bom dia, boa tarde é chato pra cacete. Se você puder parar com esse negócio de bom dia, boa tarde. Aí eu falei, cara, é meu grande erro. É a persistência. É uma merda. Eu deveria ter mandado a lavar a merda e tchau. Mas não, eu persisti. Eu falei, não, beleza. De repente é o jeito da pessoa, vai melhorar. Aí, beleza. Você começou a mandar mal dia. Exatamente. Aí ela comentou que gostava muito ao patino, igual o nosso Rodrigo.
E eu falei, ah, meus filmes preferidos são Scarface e o perfume de mulher. Aí eu falei, pô, que legal, porque a gente tem episódio do cashback desses dois filmes. Aí mandei. Ai.
Cara, eu tava no meu trabalho, daqui a pouco começou a pipocar mensagem, galera. Pá, pá, pá, pá. Eu falei, que porra é essa, cara? Aí eu já fico logo preocupado. Eu sou pai, Rodrigo é pai também, aí vai se identificar. A gente, quando recebe muita mensagem, o coração já acelera. A gente acha que alguma coisa com nossos filhos e tal. Sim, sim. Aí já fui, peguei, dei uma pausa no trabalho e tal. Fui pra um cantinho ali, no refeitório do trabalho e tal, e fui pegar a mensagem.
Aí, cara, a pessoa tinha ouvido cinco minutos do podcast e já mandou assim. Ó, aí mandou um print da tela.
estava vendo pelo Spotify, falou, olha só, você e esse seu amigo de regata, no caso, Rodrigo, estava de camiseta nesse dia, acho que era o episódio do Scarface, se não me engano, vocês precisam se vestir melhor, porque isso aí é um desrespeito às pessoas que ouvem vocês, vocês têm um público grande aí, que está crescendo, isso é um desrespeito ao público de vocês, o único que está bem vestido é o outro menino que está ali.
Aí que era o John. O John tinha vindo do trabalho e estava bem vestido. Estava mais bem vestido do que a gente. Aí ele mandou assim, não, mas... E também ele é o único que usa um fundo ali e tal. Por que vocês não usam um fundo também? Porque esse cenário de vocês aí é uma vergonha. Demonstra total amadorismo. Caramba, cara. Olha aí.
E você fazendo um episódio com essa camisa de futebol, isso não tem nada a ver. Isso é um desleixo completo. Aí eu falei, olha só, muito obrigado aí, cara. Aí você mandou o nome. Quando falou mal do Flamengo, ele se levantou. Muito obrigado aí pelas suas análises, mas, porra, já viu que a gente é completamente incompatível. Então, valeu aí, muito obrigado. E não precisa mais ouvir porra nenhuma, não.
eu não vou te mandar mais episódio nenhum não valeu, tchau, bloqueei você tá precisando ver sinal cara, porque no covarde eu já tinha mandado a merda, falei, faz o seguinte então, o covarde aqui vai pra um lado, você vai pro outro eu vi muito aquele desenho, o Coragem de repente eu me identifiquei mas porra, aí em homenagem a essa pessoa dantesca eu vim com meu manto sagrado e só pra sacanear ela, o Rodrigo hoje veio porra o Corino
Manda só mais esse episódio pra ela. Eu tô de camisa de pijama, hoje deu invertido. Tá vendo? Nada como um dia após o outro. Aquele outro menino ali precisa voltar a se vestir bem, porque tá uma merda hoje. Mas tá com um fundo legal, né? Vocês viram? É, que é a nossa casa, né, cara? Será que melhorou? O meu tá aqui realmente um fundo totalmente desqualificado aqui com meus materiais de limpeza, inclusive fazendo a propaganda do VEG aqui. Ao fundo.
Então, mas porra, entendeu? Ela nem prestou atenção na qualidade do podcast, cara, se a gente falava bem, se o filme, né, condizente com o que o filme tava querendo mostrar, não. Ela só foi diretamente esculachar o visual do cashback. Então aí, em homenagem a essa pessoa, vou continuar com o meu cenário aqui com a camisa do Flamengo. Vou gravar os próximos três, quatro episódios aí com o Manto Sagrado.
Vou te falar uma coisa. Sei lá, quantos episódios será que a gente tem ao todo, de todas as nossas... Ah, uns 300 aí, quase. É, né? Cara, eu acho que eu só gravei aquele episódio de regata. Acho que foi o único. Foi justamente... Foi sorteado, né, cara? Tá bom, tudo bem. Meu fundo, nem sei qual era. Acho que é da antiga casa ainda, não era? Hoje eu já estava aqui.
Acho que já tava aí, Rodrigo. Você podia estar de smoking. Quando a pessoa quer arranjar alguma merda pra falar, algum problema, ela vai arranjar. A pessoa que tava querendo era me esculachar, cara. Principalmente o quanto que eu fui esculachado nessa semana. Puta merda. Mas toca a vida aí. Pensa se casar com um negócio desse aí. A mulher ia até me bater, Rodrigo.
ia jogar suas camisas fora de futebol não vai sair comigo com essas camisas não você tá maluco eu não vi mais camisetas aqui do basquete mas ó hoje nós vamos falar de Gigolo americano, nunca tinha assistido com a trilha sonora de Call Me do Blonde que o James Gunn tem usado bastante pra divulgar o filme da Supergirl tá bem em alta novamente aí né
A trilha também é bacana Muito boa, muito boa Eu fiz umas anotações Inclusive sobre a trilha Porque ele tem as vezes um quesinho no ar Aquela coisa da luz e sombra E o sintetizador grave Aqui é muito bem usado Porque passa solidão Mas enfim, eu não quero adiantar Eu queria saber de vocês Como é que foi a primeira experiência Assistindo esse filme Deixa o Rodrigo falar Que o Rodrigo é aniversariante O Rodrigo começa
Muito bom, muito bom. Bom, vamos lá. Nesses meus 27 anos, essa foi, acho que a segunda ou terceira vez que eu assisti esse filme. Só que agora de uma maneira mais apurada, né? Agora eu tenho o selo castback de 300 episódios. Se são 300 episódios, eu já devo ter assistido pelo menos uns 250 filmes, né?
Porque se a gente tirar os copas, se a gente tirar os que odeiam os gatos, então, se são 300, uns 250 eu estive presente. Ou 230, sei lá. Estou fazendo as contas de padaria. Vamos lá. Hoje eu vou ficar fazendo aqui o tempo inteiro. Gostei. Em homenagem. Mas, cara, esse filme, se tem alguma coisa...
É curioso, porque eu não ia nem escolher ele. Na verdade, eu estava pensando, o que eu vou escolher? Vocês se safaram de eu escolher Street Fighter ou Antigão, porque o novo nem lançou ainda. Até para a gente fazer uma... Vamos assistir o Antigão, eu vou fazer isso, obviamente, porque agora logo menos vai lançar o novo também. Eu estava pensando, eu vou ferrar com eles, vou pegar o Street Fighter. Porque o pior é que eu gosto, mas aqui não é o tribunal, o cashback.
Mas vamos lá. E ele deve voltar ao tribunal. Só um spoilerzinho. Um spoiler aí pra todo mundo. Mas eu gosto muito de moda. Eu gosto de... Por incrível que pareça, viu, dona? Eu gosto de moda pra caramba. Eu gosto de roupa. Sempre gostei, sempre fui ligado. Até com isso já trabalhei em um determinado período da vida. Em dois períodos da minha vida.
E, cara, é um filme que é muito relacionado com moda, né? Esse filme tem uma estética absurda. Se tem um filme que a gente pode falar de estética no cinema, é esse filme que, inclusive, ele...
O filme tem sua história, que é muito boa, tem suas questões técnicas, que são excelentes, mas acho que o impacto dele na sociedade, na carreira de George Armani, eu acho que é maior até do que o próprio enredo do filme, e acho que eu quero comentar isso mais para frente. Mas eu já queria assistir esse filme por conta disso. Eu falei, puta, cara, eu estou numa onda aí de ver... Conta do de moda, não sei o quê, novamente. Eu tenho ciclos, né?
E aí eu falei, cara, eu quero assistir o jogo lá americano, né? Porque eu acho que é um filme que tem a ver e tal. Todos esses filmes que tem essa temática, eu gosto, né? Você pega o Alphysedutor, mesmo antigo, como o novo também tem nessa linha. Você pega o próprio Scarface também, é muito relacionado, né? Enfim, e por aí vai. Então, eu acabei escolhendo por conta disso, né? Vocês me deram a ideia, eu falei, pô, vamos nessa. Vamos, né?
Vamos nesse filme. E foi muito gratificante. É um filme muito bom, foi muito bacana. Eu acho que eu e o John estávamos conversando em off, ele dá uma desbaratinada no final. Mas acho que é o que ele se propõe e ele vai muito bem. Não sei como foi a experiência de vocês. A primeira vez que eu assisti esse filme foi lá no Corujão. Tinha que ser mesmo. Não era um filme para uma criança assistir, mas naquela época, nos 80...
A gente assistia qualquer coisa. E aí, Rodrigo, a gente sempre... Eu até conversei com o John quando a gente estava falando que o episódio semana que vem não vamos fazer num tema mais livre, não, porque tem o aniversário do Rodrigo e tal. Vamos deixar o Rodrigo escolher um filme. E aí a gente falou, pô, com toda certeza vai ser um filme setentista, né? Para os desavisados, o filme é 1980. Aí você vai dizer anos 80. Não, senhor.
porque há um erro cometido aí, um erro de data matemática que as pessoas cometem, de achar que os anos 80 foram de 1980 a 1989. Não, senhor.
Anos 80 é de 1981 até 1990. Vai do ano 1 ao ano 0. Porque Jesus Cristo, o nosso calendário é todo baseado ali, o nascimento de Cristo e tudo mais, Jesus Cristo não nasceu no ano 0, Jesus Cristo nasceu no ano 1.
Então, por isso, a década é do ano 1 até o ano 0. E aí, em 1980, não se encaixa. E na década de 80 se encaixa, ainda é o último ano da década de 70. Então, tecnicamente, o Rodrigo novamente escolheu um filme setentista.
apesar de ser o último ano, é um filme sententista. É um filme dirigido pelo Paul Schrader, que a gente fez episódio do Taxi Driver, e depois a gente vai comentar durante o episódio, não sei se vocês tiveram essa mesma impressão, mas é um filme muito, muito, muito, muito com estética do Brian De Palma.
Ele tem muito ali o vestido a para matar, dublê de corpo. E se você for olhar assim também, ele pega um pouquinho também, o Rodrigo aí que pegou essa época, talvez concorde, o John, eu não sei se chegou a ver, mas acredito que sim, por conta até do pai do John. Mas ele tem também um pouquinho de Miami Vice ali.
totalmente. Ele tem muito Miami Vice. E é engraçado, Rodrigo, quando eu assisti esse filme, já fazia muito tempo que eu não reassistia, mas a primeira vez que eu assisti, ficou um efeito Mandela na minha cabeça, Rodrigo. Porque tem aquela cena clássica ali, né? A primeira vez, a primeira incursão do, como você comentou, né, Rodrigo? A primeira incursão do George Armani em Hollywood, né? Depois ele fez. E aí tem mais uma semelhança com Brian De Palma, porque depois ele foi fazer também o filme do Brian De Palma, lá no Dos Intocáveis, né? Ele também é figurino do...
do Giorgio Armani. Então, na minha cabeça, Rodrigo, quando ele abria aquele armário, que é aquela cena clássica, que ele abre o armário, tem 500 mil paletós, né? Tive diversas cores. Na minha cabeça era tudo preto. Engraçado isso, né? E não é, cara. Isso é um efeito Mandela completo, porque é um terno ali, um paletó de cada cor, um blazer de cada cor. É bem variado ali os blazers que ele usa. Tem uma hora que ele faz bem questão de focalizar, que é...
um Armani, né? Então isso é bem interessante, mas tem muito dessa semelhança com o Brian De Palma. Se você for olhar, eles, pô, quem apresentou o roteiro do Taxi Driver para os produtores? Foi o Brian De Palma, porque eram vizinhos do Brian De Palma. Quem foi o roteirista lá do Trás com Obsessão, que é um filme muito baseado num corpo que cai...
do Hitchcock. O roteiro é do Paul Schrader, inclusive do mesmo ano do rock, o filme que o Rodrigo gosta, de 1976. Então eles têm uma ligação, mas também ele tem a ligação estética, a parte visual é muito parecida.
entendeu? Aquela cena, então, lá que tem na boate gay e tal, é muito parecida com uma cena que tem lá no dublê de corpo, se você for olhar ali, é muito parecida, mas ele, o ritmo do filme é diferente, porque o Brian De Palma, ele é muito mais ágil ali na filmagem, e esse filme aqui tem uma cadência mais lenta.
que é o que a gente chama de estilo transcendental. O estilo transcendental já não se compara muito ao Brian De Palma. Eu fui buscar referências, ele é muito semelhante ao cinema do Robert Bresson, cineasta bem antigo, lá da França, um cara bastante conceituado. Então, ele tem muito aquele estilo transcendental ali. E, como o John falou muito bem, é um filme neo-noir.
Ele é completamente neo-noir. O Richard Gere, novinho, para quem acha que o Richard Gere já nasceu de cabelo branco, assim como o de Marte, e o Lesbio Nunes, parece que são pessoas que já nasceram com cabelo completamente branco, o grisalho, e não é. Ele tinha cabelo preto ali, bonitaço, não estava bonito para cacete ali, jovem. E tem outros atores ali que rodearam.
filmes dos anos 80, inclusive um ator que trabalhou com o próprio Richard Ghi, vocês vão lembrar o Hector Elizondo que faz o Detetive, o Detetive Sunday, ele era o gerente do hotel lá numa linda mulher, inclusive ele fez também, ele foi o parceiro do Ed Muff lá no Tira da Pesada 3.
É verdade, é verdade. É bem ruimzinho, mas faz parte da trilogia. Mas o Hector Elizondo trabalhou com... Provavelmente criou-se essa amizade ali por conta do gigolo americano. E aí, quando chegou lá na Linda Mulher, eles trabalharam juntos de novo ali. E, obviamente, a gente vai lembrar que o personagem dele é o Leon, no filme, é o nosso queridíssimo Bill Duck, que já esteve aqui no Cashback no Predador.
E eu tenho certeza absoluta que um dia ele estará de novo quando a gente for falar de Comando para Matar, que é outro filme também, classicaço dos anos 80, que um dia merece ter um episódio. Lógico.
Perigou, viu, também. Então, o Bill Duck ali fazendo um papel completamente diferente, porque normalmente ele é o cara durão ali, do exército, alguma coisa, ou um vilão. Aqui ele faz um homem gay e tal, um cafetão ali. Um cafetão, é. Então, é bem interessante ali o filme. Fora pastex, como vocês falaram, da trilha lá do George Moroder. Esse filme é produzido pelo... John Furkeheimer, que fez.
diversos outros filmes, o próprio Top Gamavre, que recentemente, e fez também Armagedon, né, foi produtor da Armagedon, vários filmes de ação ali, anos 80, anos 90 ali, tem, né, o...
o Frank Heimer ali trabalhando também. Então é bem interessante ali, né, essa parte técnica e a parte ali também de atuação. Então eu gosto, apesar de ser um ritmo mais lento ali, é bem setentista ali quanto ao ritmo, mas eu gosto bastante do jeito que é feito. Talvez, como vocês mencionaram, o final ali tem algumas coisinhas que a gente vai comentar.
que talvez eu não goste tanto, também eu concordo com vocês, mas na totalidade foi uma delícia rever esse filme ali, cara. Ele é retrato de uma época assim que é bem característico ali. Apesar de ser o último ano dos anos 70, ele já tem uma pegada anos 80 ali, esse filme.
É bem interessante. Já está na transição, né, Edu? A gente vai trazer bastante coisa legal sobre esse filme. E, cara, tem gente que nem conhece. Talvez tem gente, né, Rodrigo e John, que conheça séries de televisão, né? Porque tem uma série com o Joe Bern e tal. Que, inclusive, essa série, ele volta com os personagens todos, mas ele é 15 anos depois que ele saiu da prisão.
Então a série continua O que aconteceu no filme Eu vou ser sincero com vocês Não vi nenhum episódio dessa série Mas a gente sabe que existe O John Bernthal é outro cara que transita Em diversos filmes Da atualidade
É curioso você ter falado, desculpa, João, te cortar. Você ter falado dessa história do Richard Gere de cabelo preto, né, cara? De castanho ali, enfim, né? Mas eu acho que esse filme talvez tenha sido... O Richard Gere...
talvez desde uma linda mulher, mas todo mundo falava que ele era um símbolo sexual, um cara bonitão do cinema. Hoje em dia, não mais, porque ele já está mais idosinho e tudo mais, mas ele sempre foi tido como esse cara galanzão do cinema, que as mulheres... Talvez tenha sido esse filme que tenha despertado essa...
essa pecha nele de ser um galã, de ser um símbolo sexual, vem a partir desse filme, que aí se consolida ali numa linda mulher, ele já é um pouco mais maduro. Teve a força do destino também. É o filmão também. Com farda. Mas é a partir desse filme aí, e aí vai que dá o start. Mas pode continuar, Edwin.
Falando um pouco também sobre a minha primeira experiência, eu nunca tinha assistido o filme, nunca, pra ser sincero, nunca nem tinha ouvido falar. Olha só. E aí eu fui pesquisando, e aí é uma coisa muito triste, porque esse filme não tem em lugar nenhum. Você não encontra em lugar nenhum. Nem no YouTube alguém se indignou a colocar a parada lá, porque normalmente esses filmes mais antigos, o pessoal pelo menos coloca no YouTube e não tem.
eu achei algum felizardo que lá em 2022 disponibilizou de uma forma que eu consegui acessar, mas só dublado. Então é um filme mega difícil. E para você que está nos ouvindo, provavelmente você não assistiu o filme também, ou se já assistiu, lembra de pouca coisa, só para a gente relembrar a sinopse e a trama para o pessoal, que o enredo gira em torno do Richard Gere, como vocês estão comentando, que faz o papel de Julian Cain. E ele é um acompanhante de luxo, é o Gigolo.
ganha uma grana absurda, vive como se fosse um ciclo social dessas mulheres muito ricas, que precisam, que gostam de acompanhantes de luxo, ele é um prostituto, transa aquela mulherada, e...
Tem uma vida um tanto quanto perfeita ali, né? E isso é colocado, inclusive, pela forma de atuar do Richard Gere, a forma como ele anda, a forma como ele olha, a forma como ele tá sempre colocando o terno pro lado, ele anda meio rebolado, né? A postura, uma mão no bolso e tal. Isso é colocado pelo ator muito bem ali de, pô, a vida perfeita, as coisas funcionam de acordo com aquilo que eu quero, que eu faço, que eu decido, né? Eu estipulo as regras da minha vida.
E aí ele vê isso tudo virando de cabeça pra baixo no momento em que morre uma das clientes dele e ele não consegue um álibi pra provar que ele não estava lá porque é meio que um trabalho secreto, né? Ninguém quer comprovar, falar assim, não, não, vou testemunhar em juízo que eu tava traindo meu marido com você. Então tem toda essa dinâmica, esse drama.
que vai acontecendo o filme, que eu particularmente gostei bastante, principalmente porque, pra mim, eu não sei a opinião de vocês, eu até queria saber se vocês também sentem isso. Ele é muito babaca, né? Ele é muito trouxa, assim, muito trouxa. E é bacana ver ele se desmontando, né? Ver ele sendo dobrado. Até mesmo pra confessar um sentimento pela Lauren, né? Pela atriz Lauren lá, que é a mulher do senador.
os amigos que ele acha que é amigo que ele acha que ele manda, né? ele acha que a bolha dele é ordenada por ele, é ele que dirige, que faz cada ação e na verdade não, né? Ele só vai se lascando cada vez mais. É, esse filme ele é interessante porque ele mostra
uma masculinidade mais vulnerável, que até então a gente não tinha muito visto no cinema. A gente sempre tem visto, inclusive, até a questão dos ternos, sempre ternos extremamente estruturados, ternos emparrudos dos anos 70, anos 60 e por aí vai. Mas aqui você já vê, o terno já é desestruturado, ele é mais fininho, ele é pano mais leve.
colado no corpo, ele já é mais sensível ele já é mais vulnerável você vê que ele é um idiota ele vive uma vida ali que ele acha que ele é o rei da focada preta e beleza, realmente ele é um cara muito bacana mas no final ele começa a ser desmontado e ele começa a perceber que na verdade tudo aquilo que ele vivia
Cara, era tudo negócio, as tiazinhas começam, não vou te ajudar, não sei o quê, até quem dava trabalho para ele, um estava querendo ferrar ele por grana, aí a outra, meu, cara, você não...
você não fez o trabalho aqui pra mim, você me traiu no trabalho aqui, não vou te ajudar. Ele começou, ele percebeu que ele estava realmente de fato sozinho. Aí ele começou a se desconstruir, até a imagem dele mudou. É curioso, né, que ele começa todo alinhado, terninho mais claro, depois na sequência ele começa, quando já está ficando meio terrível pra ele, a situação terninho dele começa a ficar preto, que até o Duck fala pra ele, o Leon, né, fala pra ele...
Você está num funeral? O que está acontecendo? Você veio de um velório. É, você veio de um velório. E aí daqui a pouco nem o Blazer que está com ele o tempo inteiro, seja no corpo ou seja aqui nos ombros, já não está mais com ele. Ele já está com a camisa toda aberta, a barba por fazer. Então ele vai totalmente se desconstruindo. E é legal como neste filme, como a gente não tinha visto antes no cinema, a vulnerabilidade masculina, como o Scam carou aqui.
Pô, existe, tem cara que tá aí, é normal, nós somos seres humanos também, né? Nós também temos as nossas fragilidades, né? É isso, cara, não tem que ficar mostrando que todo mundo é machão, não sei o quê, não. Você vê, é um cara mais vaidoso, talvez seja o primeiro metrosexual do cinema, né? Muito provavelmente, né? Enfim, mostrou um outro lado.
tanto que você comentou, João, ele andava meio rebolando meio sex symbol ele fala com todo mundo querendo seduzir é muito engraçado o olhar dele, a gente pega o Tony Maneiro vocês já perceberam que eu gosto de filme que tem interno tem corte, alfaiataria um aniversário meu foi dos Embalas de Sábado à Noite mas você pega o Tony Maneiro, que tinha uma pegada dessa já era um cara mais sedutorzão mas ainda assim era um machão ainda assim era...
tal, era um escrotão. Esse aqui é só um bobão que vive ali no mundinho dele, acha que é o tal, mas na verdade ele é muito mais vulnerável, muito mais vaidoso, é uma outra linha, então é interessante. E por ser um filme que tem essas nuances e essas novidades,
trazidas pra época, inclusive, importantíssimo pra carreira de um dos maiores estilistas do mundo, é curioso esse filme não estar em lugar nenhum, estar esquecido no churrasco, né gente? Demais, demais, cara. Agora vocês comentaram sobre a...
A estética do filme, cara, eu achei muito bonito, muito chique o letreiro inicial do filme. Aqueles créditos que vai tocando Call Me, né, do Blondes. E aí vai, os créditos vão dando como se fosse uma assinatura, né? Sabe uma parada meio de perfume, comercial de perfume, que vem aquela assinatura bonita. Aqui vem as letras pretas com um pouquinho de prata e dourado, assim, bem estilizado. É muito bonito.
E há outro momento também que eu acho fantástico nessa questão de estética, é o primeiro encontro dele com a mulher do senador, né? Que é naquele bar. E, cara, eles fazem um tom sobre tom que tudo combina. Então o terno dele combina com o estofado que combina com a parede. É verdade.
Aí o loiro do cabelo dela, e ela tá com a mesma roupa que ele, que o ambiente. Aí a cor de cabelo dela combina com a luz que tá em cima da mesa, e a rosa branca combina com a coluna branca que tá atrás. Não tem nenhuma cor solta, assim. Todas as cores são casando uma na outra, é enquadramento perfeito, assim, nos dois. Cara, muito bacana.
Aí é ponto positivo para o diretor de arte, o Scarfiotti, o italiano, que é o diretor de arte desse filme. E para concluir essa questão de que como o homem aqui foi mostrado de forma...
forma diferente, acho que talvez nunca antes também no cinema, e talvez até hoje, tá? A gente não tenha, imagina, Blonde sendo uma música tema de um homem. É curioso, né, se você analisar. Hoje em dia ainda é assim, é difícil você ver uma banda feminina, uma voz feminina, sendo a música tema ali de um cara, né? É uma música muito relacionada com mulheres mesmo, Blonde e tal, você pode ver.
E aqui não, aqui a gente tem um homem que tem uma música tema feminina ali e tal. Você vê como esse filme, ele realmente traz coisas diferentes do que estávamos habituados, que é diferente até hoje, né? Se dá até por conta do trabalho dele, né? Porque a tradução da letra é ele, tipo, me liga, tá precisando de mim e tal, se eu me ligo eu vou estar lá, eu vou aparecer lá, porque ele nada mais é do que isso, né? Um garoto de programa. Então combina perfeitamente, cara. No final do dia é isso, né, Ju?
Só fazendo um adendo aqui na minha fala inicial, eu falei John Frankheimer, não, é Jerry Brookheimer. John Frankheimer é o diretor que dirigiu, inclusive, Sobre o Domínio do Mal, aquele filme lá do Sinatra, que a gente fez até um episódio da nova versão do filme do...
do Denzel Washington, do Liv Schreiber, com a Meryl Streep e tudo mais. Mas vocês estavam falando aí de estética também, como o Paul Schrader gosta de um dolly, né? Você vê sempre a câmera se aproximando do rosto do Richard Gere o tempo inteiro do filme, né?
Ele tem o tempo inteiro ali, você vê um dole ali, a câmera vai aproximando diversas vezes. Outra coisa que me chamou muita atenção, que obviamente eu nunca ia reparar isso vendo o filme lá quando eu tinha, sei lá, meus 10 anos de idade, é que tem uma tonalidade verde o tempo inteiro no filme ali. E aí...
você remete a um corpo que cai também. E aí remete ao Trágico Obsessão, que é todo um corpo que cai do Brian De Palma com o roteiro do Paul Schrader. Então é mais uma homenagem ali, porque o Brian De Palma é muito mais hit coquiano do que o Paul Schrader. O Paul Schrader é mais da linha, como eu falei, do Bresson. O Brian De Palma não, mas tem essa tonalidade verde que o personagem do James Stewart estava o tempo inteiro, aquela coloração verde ali.
com o personagem no vértigo, no corpo que cai. Inclusive tem uma história muito interessante do Hitchcock, que ele fez uma cena do lado, ele fez questão de gravar a cena do lado de um hotel que tinha um letreiro com o neon verde. Então, quando ele piscava ali, aparecia aquele verdão na tela e era uma coisa que foi totalmente proposital. E aqui eu vi esse verde o tempo inteiro ali, mostrando o personagem. E a gente brinca, a gente fez o episódio do nosso vídeo.
do último filme do Kubrick, o De Olhos Bem Fechados, que tem aquela cena final memorável da personagem da Nicole Kidman, falando lá o fuck dela lá. E aqui tem também, a Laula e o Hutt, quando eles se encontram, como é que faz aí para eu trepar com você?
E aí aquilo meio que choca, porque, cara, você não está acostumado a ver a mulher falando. Normalmente é o homem que chega ali provocando. Ele é o cara todo... Ele tem isso também. Ele é um prostituto ali, um gigolô, mas ele é um cara completamente refinado, o cara que fala seis línguas.
ele fala sueco, cara, a mulher quer contratar ele porque ele é o único cara ali, gigolou, que fala sueco, e aí ele vê por que ele se interessou na mulher, na Lauren Hutt, que é lindíssima também, que é atriz bonita também, e aí por que ele se interessa? Porque ela tá ali meio que treinando o francês dela, né?
E aí ele meio que se interessa ali e tal. Mas você percebe que ele sentiu alguma coisa diferente por ela, porque ele meio que se ofende quando ela fala, pô, eu quero transar com você. Ele se ofende porque ele meio que queria que rolasse um clima de sedução e não fosse só sexo.
Tanto que nas primeiras vezes ela chega a comentar você não me deseja e tal. Não é que ele não a deseja, é porque ele tem algum sentimento diferente além do sexo em relação a ela. Você vê que ele gosta dela. E a gente vai vendo isso. No começo ele tenta meio que fugir dessa situação, porque o cara é um gigoloio. Tanto que é bem estruturado no roteiro do filme, que também é do Paul Schrader, dele falando no começo, não, eu não repito cliente.
Eu não saio duas vezes porque elas se acostumam e tudo mais. Ele tem o preconceito também de não transar com homens e tal, não, homens de jeito nenhum e tal.
até de um jeito meio, né, essas bichas, né, um transo com bichas e tal, que é, infelizmente, final dos anos 70, início dos 80 e até hoje ainda tem, mas naquela época era muito mais exacerbado, hoje é uma coisa um pouco mais latente, mas tem essa coisa também e o personagem dele, como vocês falaram, o figurino e o físico dele também, a questão da barba e do cabelo começa a ficar mais desgrenhado, porque ele tem o cabelo perfeito no começo do filme.
O cabelo dele não tem um fio fora do lugar. E no final ele já tá com uma roupa horrorosa. Ele tem uma hora que ele se suja todo. Naquela hora que ele tá procurando embaixo do carro a joia, que ele se suja todo de graxa, de óleo do carro e tudo mais. Você vê que ele vai se desconstruindo também fisicamente. O Paul Schrader faz isso de uma forma muito legal também. De você ver o personagem se transformando durante o filme ali.
E o filme é legal porque é um neo-noir e tem esse clima de suspense que a trilha acompanha. A trilha do George Moroder, que fez a trilha do Flashdance também. E é interessante, Rodrigo, é um filme que sempre acompanha o cashback, a gente está sempre comentando sobre ele. E hoje a gente vai ter que comentar sobre ele também, porque ele fez a trilha do Falcão, o campeão dos campeões também, Rodrigo.
Grande Falcão, grande Stallone. Que a gente sempre brinca aqui e tal. Um dia vai estar riscado até pintar aí no cashback. Algum aniversário meu eu trago, se vocês não quiserem trazer. Eu acho que a trilha pontua muito bem o filme.
Ela pontua muito bem. Agora, uma diferença que tem do jeito de filmar, porque não tem como. Esse filme é muito Brian De Palma. O Brian De Palma usa muito o split screen, que é aquela tela dividida e tal. Ele usa isso muito. Aqui não. Aqui é o Fate to Black em muitos momentos. E eu vou ser sincero.
Esse Fate to Black às vezes me incomoda em determinados momentos. Principalmente ali para o final, parece que tem uma hora que ele quer... É quase como uma cebola, ele vai descascando e a cada vez que ele vai mostrar uma cena, rola um Fate to Black.
todo o preço ali. Vai escurecendo e fica pretão. A gente que assistiu muito o filme na Globo é como se fosse aquela hora que vai entrar o comercial. E eu acho que é muito exagerado aquele face to black ali no final do filme. Durante o filme não tem tanto.
mas ali naquele final durante o filme também as movimentações de câmera são muito legais, tem uma hora que essa cena do restaurante, ele vai seguindo o restaurante todo, e aí essas cores que vocês falaram muito bem, essas cores mesclando com a roupa, com o cabelo com tudo ali, vai combinando e a câmera vai caminhando, tem uma hora que a câmera circula a personagem da Lauren Hutton
E é muito bonito essa movimentação de câmera ali. O Paul Schrader é um excelente roteirista. Como diretor, ele tem alguns filmes muito legais. Esse aqui é um dos mais legais que eu acho. E o Fer Corrompida, que é um filme com o Ethan Hawke, é um filme um pouco mais recente, que é muito bom. Para mim, o melhor filme que ele dirigiu.
juntando tudo com o roteiro e tal, obviamente a gente tem que citar o Taxi Driver, porque o Taxi Driver é masterpiece. Mas eu gosto muito do Gigolo americano aqui, cara. Pra mim é um dos melhores filmes do Paul Schrader. Paul Schrader é uma figura também muito polêmica, né? A gente não pode também jogar pra debaixo do tapete toda vez que a gente vai comentar sobre um ator ou diretor ou próprio produtor que comete muitos deslizes graves, no caso dele criminosos.
É um cara que em 2025 estava respondendo o processo de assédio sexual. Então é um cara bem complicado também. É muito doido, porque a história do próprio Taxi Driver meio que mescla com a vida dele. A gente falou isso lá na época do episódio. Um cara muito doido. Estava pensando em se matar na época, quando estava fazendo o roteiro. Ele era um cara muito reprimido. Ele e o irmão foram criados...
numa família muito religiosa, principalmente a mãe dele, então ele não podia ver filme. Ele só foi ver o primeiro filme, porque ele já era quase adolescente.
Então, tanto ele quanto o irmão, que também trabalhou como roteirista junto com ele. Depois, pelo próprio caráter do Paul Schrader, ele meio que foi afastando o irmão do trabalho e tal, e ficou com todos os louros. Só para ele, passou a trabalhar solo. Mas no começo da carreira, trabalhava ele e o irmão. E ele era um cara muito reprimido. E quando ele pôde soltar essa coisa, isso acontece muito, né? Para quem estuda aí...
se a esposa do John estivesse aí, ela definiria muito melhor do que a gente, mas quando a pessoa é muito reprimida na infância, quando chega na fase adulta, ela quer recuperar o tempo perdido, só que aí de uma forma muito atabalhoada e faz um monte de merda, entendeu? E a vida do Paul Schrader...
É completamente assim. Então, muito do que a gente vê também nas obras do Paul Schrader meio que reflete um pouco da vida dele, o submundo ali. O filme tem muita coisa do submundo também. Tem a parte da galera muito rica ali de Los Angeles e tal, senadores, gente que lida com arte e tal, mas tem também o submundo, que é a parte do Leon. A gente vê muito esses dois mundos e esse submundo meio que ele...
O Paul Schrader conhecia ali, porque ele viveu muito tempo na pobreza e tal, ele conhece muito desse submundo, assim como o William Friedkin também conhecia. Então, tem esses diretores ali daquela época, o próprio Scorsese também, de uma família pobre, ítalo-americana ali. Então, muitos desses diretores, roteiristas, muito do que acontece em tela reflete muito do que os caras viviam na sua vida pessoal. Então, esse filme aqui também tem muito disso.
O Paul Schrader também, ele se utiliza bastante, muito provavelmente, alguma influência de cinema europeu e tal aí nesse filme, porque em vários momentos a gente tem bastante silêncio, apesar da trilha de Call Me ter em vários formatos, com sintetizador e tal, daqui a pouco ela própria, a gente tem muitos momentos de silêncio, assim também.
E aí você vê, às vezes, ele para e ele fica só observando. E isso aí já é um subtexto também. É uma câmera muito voyeur, né, Rodrigo? Ela é muito voyeur. Exato, exatamente.
E uma coisa que eu gosto desse filme é que muitas vezes não fica no embromeixo ali. Tem coisa que não precisa explicar. Tem coisa que eu não quero ver ele discutindo ali com a pessoa. E aí você faz isso, faz aquilo. Tipo assim, que nem às vezes... Ah, tal, mas tá, eu vou te contar como tudo aconteceu. E aí daqui a pouco já troca a cena. Pô, ele já tá andando. Tipo, já aconteceu. Ele já explicou lá o que ele tinha que explicar.
Não preciso ficar vendo ele explicar o que eu já sei. Que ele não tava lá na cena, entendeu? Do crime.
enfim, né, então eu acho legal isso, quando tipo várias vezes no filme você tem tipo assim, ah, quando ele precisa ter uma conversa com alguém ali, tipo, ah, beleza já corta e já aparece ele indo embora, já de dia, já com o clão dele lá e tal o terninho aqui, o blazer nas costas, você fala, ah, beleza não precisa ouvir essa conversa, precisa explicar tudo de novo pra mim, que eu já sei, né, então isso é muito bom, eu acho isso bom, eu acho isso
E é bacana porque fica... Tem um certo mistério, né? Porque a noite que ele fica com essa mulher lá de Palm Springs é mega escroto, né? Porque ele chega, aí o cara que dá o dinheiro, o cara que paga, ele até fala, ó, eu não fico com um casal, não.
tipo, irmão, sai daí e tal, ele me fala, não, não, beleza eu vou ficar só olhando pode ser? Não, olhando pode ele até gosta, ele fala, não, olhando tipo assim, né, eu vou fazer arte, você bate palma e aí ele ele entra no quarto tirando e ele vem falando com ela, tá, olha, eu tô aqui, vai ser maravilhoso você vai me satisfazer e eu vou satisfazer você, e ela parece até meio dopada assim, meio drogada, porque ela não tem reação nenhuma
Ela tá bem estática E aí ele vai fazendo E aí o cara grita Não, não, pelas costas Aí ele já olha assim Aí ele vai Agora bate nela Aí você fica tipo, caraca E aí nessa cena tem o fade que o Edu falou
Então você não sabe se necessariamente em algum momento ali rolou alguma coisa ao ponto dele matar ela, seja por um acidente, seja por alguma coisa. Claro que rapidamente o filme meio que deixa claro que não foi ele, né? Inclusive aquele cara, o marido era muito mais provável de ter matado a mulher do que ele. Sim, sim. Mas tem outra coisa também que eu acho bacana, que vocês estavam comentando bastante da trilha, tem um momento em que a trilha destoa completamente e é usado isso como uma ferramenta no filme. Vocês lembram qual que é?
Um momento assim que, putz, não tem nada a ver com o restante do filme. Qual? Cara, não me recordo. É a montagem que tem da cena de sexo deles, com a personagem da Lauren, com o protagonista, que tem os lençóis brancos, e aí vai fazendo vários cortes dela. Ali começa um pianinho mega alegre. É, fica um piano alegre, uma parada super... Porque é justamente pra mostrar que, pô, isso destoa do trabalho dele.
ali no trabalho dele. Exatamente, e tem uma certa pureza, porque apesar do filme ser todo nesse tom pastel, nesse tom do terno do Rodrigo, naquele momento é tudo clarinho, é tudo branquinho, é tudo bonitinho, os cortes são até que, por mais que seja uma cena sexual, os cortes são até que meio que inocentes, porque eles estão o tempo todo felizes, rindo, um beijando o outro. Então eu achei também sensacional, porque tu vê o fade da trilha.
Ele começa com um cientizador grave, tipo... Ele começa um pianinho super alegre, assim, na cena. Eu achei fantástico, porque não é uma coisa, tipo assim, nossa, viajou aqui. Não, não, é proposital, sabe? É feito de uma forma que fica muito claro que é proposital essa mudança de clima na trilha sonora. E sabe quem é o editor desse filme?
É o Richard Halsey, que aí você vê como é que nada é por acaso, né? Richard Halsey que ganhou o Oscar de edição por nada mais, nada menos que rock e um lutador. Aí, Rodrigo, tem tudo a ver com o que você gosta. Tem tudo a ver. Tem tudo a ver. Tem tudo a ver ali. Tem a moda, tem o rock, tem tudo aí. Que bela escolha, né?
É, realmente, é aí que é engraçado, porque eu gosto muito da montagem durante 80% do filme. Ela casa muito bem. Eu só não gosto do terço final, da montagem do terço final. Ela fica muito episódica. Tipo assim, agora vamos mostrar isso. Aí, pum. Agora vamos mostrar isso. Agora vamos mostrar isso. Eu não gosto da cena também no apartamento do Leon, vou ser sincero. Nossa, que horrível.
Eu não gosto. Para mim, é talvez a cena mais mal feita do filme. E deveria ser um clímax ali, né? Mas ela é muito... Está muito blasé ali a cena para uma coisa tão grave. Quando você descobre tudo o que está acontecendo ali, você vê que o Leon está envolvido...
na culpabilidade ali do personagem do Richard Gere, e a coisa acontece meio atabalhoada ali, a própria hora que ele empurra o cara pela... o cara tá caindo ali, sei lá, não casou com o que tava o resto do filme, o resto do filme que tava tão redondinho ali... Cara, pra tu empurrar um negão daquela altura...
O cara gigantesco, forte pra caramba. Tu acha que tu só empurra, dá sacada? Não é assim que funciona, cara. E ali tem um erro, parece que a edição vai pras cucuia, tá ligado? Tipo assim, o diretor foi embora e falou assim, qualquer um dirige aí. Termina aí, termina aí. Nossa, cara, os cinco minutos finais do filme, os dez minutos finais, são muito ruins, muito mal dirigidos. A cena não tem impacto, destoa totalmente do personagem. Todo o que foi construído do personagem vai pro cacete, porque o cara mata...
Então, tipo assim, se ele não era culpado do assassinato até agora, agora ele tem um assassinato da culpa dele, com o Pozo Doloso tem um assassinato da culpa dele. Aí ele não tem reação nenhuma. Ele fica com o sapato na mão, ninguém volta, a rua Los Angeles lotada, gente andando pra lá e pra cá, o cara cai lá embaixo, ninguém fala nada, e ele senta lá no sofá sem reação nenhuma. E sabe o que é grave? Eu odeio quando usam um artifício de roteiro com uma explicação...
tosca para poder justificar uma determinada coisa. Ele fala, não, o vizinho viu que ele estava segurando o cara para tentar socorrê-lo. Por isso ele escapou do...
da culpa ali em relação ao Leon, um vizinho olhou, cara, não, né? E é usado duas vezes, né? Porque um vizinho viu ele entrando na casa da mulher lá de Palm Spring, aí um vizinho viu, ele esse vizinho é onipresente, né, cara? É, é um vizinho, viu? Esse vizinho é um anjo, né?
e não é e tipo parece que foi uma coisa meio corrida né para mostrar tipo não sei aí entrou muito nesse feito black né tipo pá aí daqui a pouco mostrava ele preso aí daqui a pouco ele conversando com aquele advogado dele que é um sons aí daqui a pouco ele lá aí ele com a Laura então aí
Tipo assim, aí você fala, nossa, uns flashes assim que você fala, puta, é sério que vai acabar assim? Eu não lembrava. No roteiro tava um traço sem Natal. Traço sem Natal. Tipo assim, né? Vamos só... Parecia um chat GPT, os travessões do chat GPT. Faltou conectar uma coisa no outro, assim. É, sei lá. Só o finalzinho dele que realmente deixa a desejar. E essa decisão... Ah, agora o álibi é...
A personagem da mulher. Ah, não, ele tava comigo. Sério? Ah, você não falou antes. Não, vamos lá. Tchau, gente. Valeu. É fácil assim, né, cara? É fácil assim. Você arranja alguém que fala que tava com você e acabou. É isso aí. Exato.
Por isso que eu digo que esse filme é muito bom, ele tem uma história muito bem construída, ele finaliza de uma forma que deixa a desejar, mas acho que o impacto cultural dele é maior do que a própria história dele, do que o próprio enredo dele. O próprio Armani, ele já era famosíssimo no meio da moda, ele tinha inaugurado a loja dele, se não me engano, nos anos 70, 75, 76, não sei.
em 80, ele já era super famoso, mas ele não tinha esse alcance global, esse alcance de, nossa, virou uma coisa assim que todo mundo queria um Terno Armani, todo mundo queria ser Julian, todo mundo queria ter uma sofisticação. Hoje é sinônimo de um Terno bem acabado, tanto que virou codinome paterno bem acabado. Eu quero um Armani. Eu quero um Armani. Eu quero um Terno, eu quero um Armani.
É tipo uma Ferrari, é uma Ferrari. Uma Ferrari, um Armani. Exatamente isso aí. Quando o nome da marca vira o produto, meu amigo, é porque deu muito certo. É muito interessante. Jorge Armani que morreu agora recentemente. Recentemente, exatamente. A gente fez até uma homenagem lá, a gente fez uns shorts em homenagem a ele, porque ele merece demais, porque não tem como, ele está ligado à história do cinema, por esse filme, pelos intocáveis, por outros filmes também que ele fez figurino.
Era um baita de um estilista, né? Meu Deus do céu. A marca dele continua aí, famosíssima. Inclusive, agora até tem umas linhas mais esportivas, né, Rodrigo? Até jogadores de futebol utilizam aí. É o famoso Emporio Armani, que é o EA, né? Ah, sim. Inclusive, até time de futebol. Inclusive, faz camisas de time de futebol. Sim, é o Napoli. O Napoli, né? O Napoli. É engraçado, né? Eu tenho uma do Napoli que é do...
É para dar Tailândia, na verdade, mas é em Paul Hermann. É muito bonito ali. Você vê vários jogadores de futebol com esse EA nas suas roupas. Aí virou também uma coisa mais cool ali entre jogadores de futebol, entre o meio esportivo. Então, cara, uma baita de uma marca ali. E o Richard Gere é um dos melhores papéis dele. Está muito bem. Está muito bem. Ele realmente transmitiu ali todo esse personagem que, ao mesmo tempo, é...
Ele é todo garboso, mas é um cara mais sensível e, ao mesmo tempo, iludido com o que ele vive. Tanto que você percebe que ele fica no Leon lá, tipo, não, mas e aí? Por que você está fazendo isso? Pô, ele não percebeu ainda aqui.
O cara que está arranjando, armando para ele, o cara poderoso lá, porque ele está saindo com a mulher do cara, o cara que está ajudando o cara a armar isso aí, ele não percebeu ainda. Então você vê que é um personagem ali que precisa, né? Enfim, aprender um pouquinho mais sobre a vida ali, sair dessa vida vazia, esse vazio existencial. É um...
chega quase a ser, não sei se é um terror psicológico, mas é um lance psicológico que ele passa ali, que até eu entenderia ele dar uma surtada e querer empurrar o cara, mas pô, no terror psicológico que ele tava ali, não dava pra chegar tanto, enfim, se deixar a gente vai ficar discutindo aqui essas nuances. O problema não é a ação dele, o problema é como foi executado no filme, eu acho que a direção foi ruim, ele poderia ter feito a mesma coisa que ele fez ...
Só que a forma como foi dirigido, eu achei que ficou... Ele poderia ter empurrado o cara, eu acho que dava, mas... Sei lá, aquele negócio de ficar sentado lá, aí o Feijo, a paradinha, foi... É, depois que o Coppola fez aquela cena de briga lá do...
do James Cunh batendo no cunhado. Nossa. Tudo é permitido e eu perdoo muitas coisas hoje. Ah, sim, sem dúvida nenhuma. Porque se o filme considerado o melhor filme de todos os tempos, por muita gente, o Poderoso Chefão, tem uma cena tosca daquela, os outros também podem ter, tem uma licença poética para os outros errarem também. Está tudo bem, né? Está tudo bem.
Vemos e convenhamos, o Paul Schrader nessa época era mais roteirista do que diretor. Ele estava meio que engatinhando. Mas, cara, para quem era mais roteirista que diretor, para mim, a direção dele... 80% do filme, 85%, 85% é muito redondo. Até porque tem essa similaridade com o Bradley Palmer, que é outro cineasta também, que eu adoro. O cara é o rei do maneirismo. O pessoal fala muito aí do...
do Tarantino, mas o Tarantino não chega nem perto do que é o Braia de Palma. O Braia de Palma é muito mais diretor do que o Tarantino. E esse filme tem muita inspiração. Quando eu comecei a ver, eu falei, caraca, porque eu tenho visto muita coisa do Braia de Palma recentemente. Revi do Blade Corp vestida para matar. Até por influência do Luca, que é o nosso amigo aí, que também faz crítica de cinema, ele curte muito o Braia de Palma.
Então até para a gente conversar e tal, eu revi alguns filmes do Braia de Palma, que é o diretor favorito dele.
E eu olhei e falei, caraca, é muito. E é muito neo-noir, como o John falou, porque tem...
a questão de luz e sombras, tem a trilha, tem o vestuário, tem a Femme Fatale, que é a personagem Michel, da Lauren Hutter, então tem todos os ingredientes do Noir, do Neo Noir, e tinha muitos filmes nesse finalzinho dos anos 70, início dos 80, tinha muitos filmes aqui parecidos com essa estética, então faz muito sentido esse filme ter existido ali em 1980.
e, cara, foi muito bom rever, porque, como a gente está falando, é um filme que, cara, está quase esquecido. Está quase esquecido pelas pessoas, é triste isso. Totalmente. Muita gente nem sabe, como o John, não sabia nem que existia. Eu comentei para o pessoal, o gigolô americano, aí o pessoal da minha faixa etária, todo mundo sabe o que é, porque viu na televisão. O Rodrigo, que é a geração um pouquinho mais à frente, mas viu também, chegou a pegar.
Mas a galera do John ali, eu até arrisco mais ali, de 35. Exato, é isso. 35 para baixo, já não conhece. Já não conhece. Entendeu? Não faz. Vai lembrar do Rob Schneider, o Gigolo. Ah, o Gigolo. Esse, esse. Tem pessoal falando, caramba, cashback fazendo episódio do Rob Schneider. É muito bom, cara. Gigolo Europeu por Acidente também com a perna lá, mano.
É porque o Rob Schneider faz tanta merda na vida pessoal. É embaçado. Porra de antivacina. É embaçado o filme. Mas enfim, só lembrando pra você que mais barato que um gigolô é assinar o cashback. Assinar.
o cashback, tá bom? Ser cashback plus é muito mais barato e tem muito mais vantagens, tá? Muito mais vantagens. E você não vai ser acusado de crime nenhum. Exatamente, exatamente.
Você não é acusado de crime, você fica feliz, você tem acesso a episódios exclusivos, você escolhe um episódio e acima de tudo, além de diversas outras vantagens, grupo no WhatsApp e outras coisas, você participa de sorteios. Não é isso, Edu? Sorteio de ingresso para o cinema. Porque aqui a gente ajuda o cinema da forma que a gente consegue.
Isso aí, fizemos o terceiro sorteio agora, no final de abril. Ganhou o nosso amigo Sérgio Luiz Quiminazo, que é muito legal, porque o Sérgio está com a gente, eu até falei lá no grupo, já está, se não me engano, há 38 meses, cara. Está ali com a gente, cara, é muito tempo ali. Duas pessoas que ganharam a...
Luana também ganhou ali, entendeu? A galera das antigas ali está ganhando. E também teve gente mais nova também. A Dani acabou ganhando também. Foram as três pessoas que ganharam. Então foi bem legal ali ver o nosso amigo aí já de tanto tempo de apoio ali ser presenteado aí com... Ele que já deu tanto pelo cashback. Ele é um dono, eu acho, do cashback. Ele já tem parte no cashback.
Ele e a Neide, né? Foram os nossos primeiros ali. A Neide que anda um pouquinho sumidinha aí, mas de vez em quando ela me manda uma mensagem. Ela sempre fala. Ela fala, não, eu continuo ouvindo aí. Tá um pouco atrasado, mas tô sempre ouvindo e tal. Mas é, né? Nossa ouvinte aí também. Eles são a dupla ali, 01 ali do...
do cashback, então é legal ver essa galera aí sendo premiada também, o pessoal que apoia. E você, cara, você assinando agora, você já está concorrendo também. Escolhe seu episódio, e esse episódio fica disponível na nossa playlist lá no YouTube para todos os nossos assinantes. Você entrou, a gente já te manda o link ali para você acessar. Então é bem bacana aí.
essas vantagens aí é molezinha, cara, a partir de 10 reais. Exatamente. Vai estar ajudando um projeto de quase 5 anos. E agora a gente está com uma plataforma nova, muito mais fácil, como você pode ver aqui. Se você quiser digita aí no Google, no seu navegador livepix.gg barra cashbackp, você já vai entrar no site ou então só aponta a câmera do teu telefone para esse QR Code que está aqui, ele já vai mandar para lá e dessa forma, Edu, você pode mandar para a gente vídeo,
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Exatamente. Pra gente estar bem vestido. Já tem gente demais reclamando, a gente precisa estar melhor trajado aqui no Cashback, a gente aceita a doação. Tão criticados por nossos textos. Duramente criticados. Contribua que a gente vai passar a gravar estúdio, cara, não tem problema nenhum. A gente vai na Rene.
com muito esforço a gente passa na C&A e compra umas camisas pelo menos comprar uma camisa de manga pro Rodrigo a gente vai tentar o problema do Rodrigo foi a regatinha uma camiseta que não seja do Flamengo pro Edu com manga camiseta de preferência lisa preta tem que ser preta staff de teatro mesmo e
Show de bola. A gente precisa da sua ajuda. Aqui eu já tô. Pronto. Esse é o cara do teatro. O cara do teatro, assim, o figurino já troca na hora. Se o pessoal já tivesse fortalecido aí no Pix, teria as dançarinas aqui atrás, no meu cenário. Fazer o strip-tease aqui. O Rodrigo Guilherme, estilo o programa do Miele, o coquetel. Tem gente que não pode ter dinheiro.
arminha de ar, arminha de água, arminha de água, a gente vai ser cancelado. Mas é isso aí, é isso aí. Inclusive, se você assinar o Cashback Gold, seria maravilhoso. É o Plus. Eu sou nostalgia. Eu sou nostalgia pelo Cashback Gold. O Cashback Plus é mais que o Gold, pelo amor de Deus. Você vai assistir o filme. Só isso que eu te falo. Esse filme que nós estamos aqui, não acho que em lugar nenhum é isso aí.
Só vou falar isso. O Richard Gui me ligou. Me ligou. Eu tenho um arquivo aqui. Ele me ligou e falou, olha só.
Vou te mandar aqui a cópia. É um querido. A cópia original aqui que o Post Raider me disponibilizou. Vou mandar pra vocês, que eu sei que vocês vão fazer um episódio aí do meu filme. Vão promover o meu filme. Exatamente. Então, ele mandou direto. Em troca, a Dani deu um tubo de pintar cabelo, de tinta de pintar cabelo pra ele lá. No próximo filme ele vai aparecer castanho. Isso, isso. Cajuzinho. Sabe aquele branco que o cara pinta de preto e fica com o caju? Aquele acaju, acajuzinho do velho.
Vai rolar. Maravilhoso, vai estar lá. Graças ao cashback. É isso aí. Fechou, galera? É isso aí. Fechamos. Tá bom. Maravilha, então. Mais uma vez, feliz aniversário pro Rodrigão aí. Baita filme pra gente conversar. Show de bola. E a gente se vê semana que vem com mais um episódio, com mais um vídeo pra você. Valeu. Abraço.