BlastCast #362 – Jogos que todo mundo gosta, menos você
No programa de hoje vamos exaltar aquela típica frase que sua mâe vivia dizendo para você quando criança: "Você não é todo mundo!" Existem jogos que todo mundo adora, mas que por algum motivo você não vai com a cara dele, mas o motivo não é por que ele é ruim. Quer saber quais jogos não são do nosso agrado, apesar da aclamação do público? Então vem com a gente!
Confira também
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Participaram deste episódio: Alexandre Galvão, Alec Oliveira, Matheus Senna e Monica Castilho.
Edição: Alec Oliveira
Alexandre Galvão
Alec Oliveira
Matheus Senna
Monica Castilho
- Jogos amados pelo público, mas não pelos participantesHype e expectativas·Gosto pessoal e momento de jogar
- RPG e a falta de tempoRPG de turno·RPG de ação·Baldur's Gate 3·Final Fantasy XV·Final Fantasy XVI·Persona 5
- Zelda e a fórmula de mundo abertoThe Legend of Zelda: Ocarina of Time·The Legend of Zelda: Majora's Mask·The Legend of Zelda: Breath of the Wild·The Legend of Zelda: Link's Awakening
- Battle Royale e jogos onlineFortnite·Valorant·MMO·Ragnarok Online·Tibia
- Pokémon e a evolução para o 3DPokémon Scarlet and Violet·Pokémon Legends: Arceus·Pokémon Stadium
- Jogos de luta e sistemas de tagMarvel Tokon·Dragon Ball FighterZ·Marvel vs. Capcom 2
- Jogos de esporte e simulação da vida realFIFA·NBA 2K·Harry Potter Quidditch·Rocket League
- Jogos de terror e ambientação sombriaHollow Knight·Devil May Cry·Doom 2016
No programa de hoje, vamos exaltar aquela típica frase que sua mãe vivia dizendo pra você quando criança: você não é todo mundo. Existem jogos que todo mundo adora, mas que por algum motivo você não vai com a cara dele. Mas o motivo não é porque ele é ruim, geralmente. Quer saber quais jogos não são do nosso agrado? Apesar da aclamação do público? Então vem com a gente. Saudações, ouvintes e colegas de bancada, sejam muito bem-vindos a mais um episódio. Vale lembrar que também existe aquela mínima do só você gosta, tá?
Eu sou o Alec e eu admito, adoro ser do contra às vezes.
Ah não, Alec, sério, cara?
Jura?
Achei que tu não levava isso muito sério.
Achei que era personagem.
É, né?
Às vezes é um personagem muito verdadeiro.
Ah, tá.
Oi, aqui é o Mateus e tem aquela frase que diz, né? É ruim, mas é bom. Então às vezes também é bom, mas é ruim. Vamos lá.
Oi, aqui é a Mônica. E sei lá, já pode começar a falar mal de Zelda?
Não, vem, calma, calma, calma, calma, calma. Primeiro tem que dar os recados, depois fala mais, fala mal de Zelda.
Calma, você vai falar umas baixarias, deixa pelo menos fazer a parte séria.
E eu sou Alexandre Galvão, o Xelão, e sejam todos muito bem-vindos ao Blastcast. Mas antes de entrarmos no tema de hoje, saiba que você pode participar do podcast deixando um comentário e avaliando o nosso programa. Na página do Spotify. Mas se você preferir, o Blastcast também tem um email de contato, então você pode mandar uma mensagem para blastcast@gameblast.com.br e ter o seu comentário lido aqui no final de cada episódio.
Recadinhos, aqueles recadinhos rápidos antes da Mônica, antes da gente soltar ela, né, para poder falar mal de Zelda aí. Se você está ouvindo a gente pelo Spotify, nos avalie, clique lá nas estrelinhas, é de graça, não custa nada, custa só o quê, 2 segundinhos do seu tempo para você clicar, clicar e pronto. Muito obrigado. Se você está ouvindo a gente pelo YouTube, deixa o like este episódio, se inscreva no nosso canal para acompanhar o Blastcast também pelo YouTube.
Se você está ouvindo a gente diretamente pelo nosso site, deixe um comentário também lá no finalzinho da postagem, clique nos emojis para ajudar a deixar a postagem relevante lá na homepage. Enfim, se você está nos ouvindo, interaja conosco, pois isso nos ajuda demais. Além disso, esta é a última semana para você participar da dinâmica do mês valendo um jogo para PC Para participar é só clicar no link do formulário, deixar o seu nome, seu email, e no episódio da semana que vem, onde vamos trazer as notícias do mês, vamos fazer o sorteio aí, vamos premiar mais um ouvinte com um jogo para PC totalmente gratuito na Fábrica.
Mas é um jogo que ele vai gostar ou ele não vai gostar do jogo?
Aí já é um outro rolê. O meu negócio aqui é fazer, como é que fala, a logística de distribuição. A logística de aprovação aí já é outro rolê.
Eles têm os seus problemas e os meus problemas.
É, não transforme isso em nossos problemas. Recados dados, hora de falar mal, mas com argumentos, de jogos que muita gente gosta, menos a gente. Amigos, sejam todos muito bem-vindos, vocês estão ouvindo o Blastcast. Sempre existe aquele jogo que parece ser uma unanimidade. A crítica adorou, ganhou prêmios, aparece constantemente nas listas de melhores de todos os tempos, e quando alguém diz que não gostou, quase precisa apresentar uma justificativa do nível de uma petição para um juiz.
Mas e quando você joga justamente aquele título que todo mundo considera uma obra-prima e simplesmente não consegue se divertir? No programa de hoje, vamos falar sobre jogos que todo mundo ama, menos você, ou a gente, no caso, né? E discutir aqui até que ponto nossas experiências com videogames são influenciadas pelo hype, pela opinião da comunidade, pelas expectativas e principalmente pelo nosso próprio gosto. Porque no fim das contas, um jogo pode ser excelente e ainda assim não ser para você.
É aquela máxima, cara, todo mundo gosta disso aqui menos eu. Por quê? Mas o motivo não é porque ele é ruim, porque assim, se o jogo é ruim, obviamente que eu não vou gostar, né? E muita gente também não vai. Nossa conversa aqui hoje é justamente sobre isso, aqueles jogos, aqueles gêneros que muita gente gosta, muita gente muita gente elogia, mas que na nossa mão não funciona, não dá certo. Eu, faz aquele nariz torto, passa um pano, sabe?
Eu acho assim engraçado, né, porque na verdade isso existe tudo na vida. Tudo. Eu conheço, conheço a Ana, por exemplo, que ela não gosta de tomate, mas come molho de tomate, né? Tem gente que gosta, não gosta de chocolate, tem gente que não curte, sei lá, Pokémon ou Zelda, sei lá, por exemplo. Não, eu gosto, cinema não gosta de ver filmes de ação, gosta de música sertaneja.
E agora nessa época de streaming mesmo, um caso que aconteceu comigo mesmo foi na época que estreou aquela série da Netflix Stranger Things, que eu gosto de chamar de Bagulhos Estranhos, sabe, cara? Quando aquela série lançou, todo mundo só falava disso. Nossa, você já viu Stranger Things? A melhor série que já fizeram e não sei o quê, não sei o quê. Eu na minha cabeça, duvido que seja melhor que Breaking Bad, mas enfim. E eu tô lá tal ouvindo esses comentários aí, ah, quer saber, eu vou assistir assistir isso aqui.
Fui lá assistir, falei assim, cara, é uma série boa, mas é a melhor que tem? Não, calma, gente, vocês estão emocionados demais. E com jogos é a mesma coisa, né?
Às vezes eu acho que o hype é tão grande que você já vai assistir aquilo ali realmente esperando que seja uma coisa muito disruptiva, entendeu? E quando não é, você avalia para baixo porque você tava com uma expectativa alta, sabe? Pelo menos isso acontece muito comigo. Por exemplo, falando, né, de filme, só para usar o argumento aí. Quando lançaram aquele Batman do Robert Pattinson, que todo mundo achou maravilhoso, eu assisti. Então eu assisti, eu achei sem graça.
Eu particularmente acho ele excelente.
E ele é pior ou melhor que o do Nolan?
Muito melhor.
Nossa Senhora, muito pior, muito pior, muito pior.
Eu não gosto do Cavaleiro das Trevas.
Como é que a gente demorou tanto para gravar esse episódio?
Meu Deus, como é que a gente deixou o Alec participar disso e falar essas atrocidades?
Como assim? O melhor Batman, o melhor filme do Batman é Batman Returns. Outro filme também que é o que tem o pinto, que é o que tem o Dendê Vito. Para mim, assim, para época, né? Hoje você pode falar é trashzeira, né? Meio desefeito esquisito. Mas, cara, você entender que a época do filme também, para mim é um filme maravilhoso, é o melhor filme do Batman. Mas enfim, eu acho que eu fui assistir, o pessoal falando tanto que não, esse é o melhor Batman, nossa, agora sim fizeram um Batman bom.
Quando eu assisti, eu lembro que eu terminei o filme, fica com aquela cara de bunda falando, mas Esse é o Batman bom que o pessoal tava falando?
Será que eu baixei o filme certo aqui?
Exatamente. Então assim, eu acho que é justamente isso. Talvez a hype ela pode se ter o efeito ruim, porque coloca a sua régua lá em cima e daí mais atrapalha do que ajuda. Pelo menos comigo é assim. Isso quando eu não pego ranço pela hype também, que acontece.
E isso é engraçado, né? Porque vamos lá, por exemplo, eu não sou muito fã de soulslike. Quem escuta os episódios aí com uma certa regularidade Vai ouvir isso. Então assim, eu não é um gênero que eu paro, ah, eu vou comprar Elden Ring porque todo mundo falou que é bom e tal. O hype não me fez diferença. E só de saber que é um jogo que não é que eu odeie, deteste, mas não é um jogo que eu tenho muito, não acho muito legal aquela barra de energia, né, para fazer os movimentos, não poder disparar golpe a qualquer momento.
Eu gosto mais do hack and slash. Dito isso, eu já joguei Soulslike e eu já joguei alguns que eu gostei. Por exemplo, tem um que eu gostei muito que é o Ascensão do Ronin, o Rise of the Ronin. Cara, eu gostei muito daquele, principalmente pela ambientação. Ambientação, o estilo do jogo, se passa no Japão feudal e tal, samurais. Eu gostei muito. E mesmo não gostando tanto, é um jogo que ele te dá outras mecânicas pra te compensar um pouco a questão da dificuldade, né, e tal.
Então também tem isso. Às vezes tu olha pra um jogo e tu cria ranço dele pelo que ele é, não pelo que ele pode ser. E aí tu joga e tu pode gostar dele mesmo ele não sendo aquilo que tu normalmente aprecia. Não que ele vá mudar o teu gosto para sempre. Tipo, eu joguei ele, gostei, nem por isso eu fui lá e comprei Demon's Souls ou Dark Souls, sei lá. Mas é um jogo que eu gostei. Então isso é engraçado também, a gente tem os nossos preconceitos, às vezes eles criam exceções, né? Mesmo que a gente não mude a regra.
Assim, minha relação com alguns jogos da Sony é mais ou menos isso, sabia? Lá na época que eu não tinha acesso, não tinha como ter um acesso aos jogos do PS4, mais ou menos de 2016 até 2020, por aí, eu ficava vendo os trailers de Horizon Zero Dawn, de God of War, e falando, pô, esses jogos devem ser incríveis, eu quero muito jogar eles. E eu defendia o Horizon Zero Dawn antes dele lançar, porque tinha gente que tava muito com o pé atrás com relação a ele por algum motivo.
Aí passou anos, anos, anos, aí peguei um PC bom, PC que roda o que eu quero, esses jogos foram lançados para PC também. Quando eu fui jogar Rise of the Road não me empolgou mais do que 20 minutos. E o God of War eu tentei bastante por umas 3 horas mais ou menos aí, tipo, aí a minha conclusão é que tipo, ah, eu não gosto tanto disso. Tipo, não é que eu não gosto tanto disso, mas eu não tô com cabeça muito pra isso. E nem é exatamente pelo hype e tal, talvez naquela época lá do lançamento deles o hype me pegou, mas já pegando sem o hype, senti que eu já estou em outra fase da vida, com outros gostos.
E não necessariamente são jogos ruins, mas é aquele caso que, ah, não tô a fim, não tô a fim não. E aí tem gente que olha isso e fala, meu Deus, como assim você não chorou porque o Kratos levantou o braço e não sei o quê?
Nem se abalou.
Ele gritou boy, boy, boy. Não sei como é que em português isso ficou.
Garoto, é garoto, garoto, garoto.
É, não, já não. Se fosse guri, eu já ia achar guri.
Moleque.
Não, não, moleque já, moleque é da hora, moleque é da hora. Moleque é que legal do boy, que é uma sílaba só, né?
Chegava assim no ouvidinho do Atreus, cara, eu tenho isso com alguns assim, que assim, alguns igual o Alex tava falando, às vezes é o momento, né? Às vezes você tá numa época que você tá muito ligado para um gênero, alguma franquia, E aí passa um tempo, você fica, não, cara, é o famoso, cara, eu não tenho mais saco para isso aqui, sabe?
Por exemplo, dá um exemplo. Hoje é o dia do sincericídio, filhão.
É, hoje é o dia de ser sincero, né? Eu tô tomando aqui, eu tô aqui com meu chazinho aqui, com uma, sabe aquele envelopinho de chá, sabe? Aí tá escrito sinceridade negra. Ele já tem meia hora que ele tá mergulhado aqui no copo, chega, mudou de cor. Mas tipo, antes, até quando eu era assim adolescente, jovem adulto, tá lembrando? Eu tenho 40 anos, já sou velho. Adolescente, jovem adulto, eu gostava muito de jogos de RPG. E hoje, cara, eu não tenho muita, muito mais paciência para jogos de RPG de um modo geral, seja RPG, mas RPG, ah sim, seja RPG de turnos, RPG de ação, RPG tático.
Cara, quando eu vejo lá que é um RPG, eu falo assim, cara, assim, eu gosto, mas a questão do é um jogo que você tem que dedicar tanto tempo, e eu paro assim, cara, eu não tô na vibe Tu não tá disposto a gastar 100 horas da tua vida para jogar Baldur's Gate 3, cara? Não, cara, eu estou na época que quando eu vejo a palavra RPG eu prefiro evitar do que ficar falando coisa que eu não devo, sabe?
Então, mas o problema não é que você não gosta, que você tem uma carteira de trabalho, né? Porque quando a gente é novo a gente tem tempo. Não, mas aí depois que a carteira de trabalho chega—
não, é por isso que eu enfatizei, quando eu era mais jovem, cara, mesmo trabalhando trabalhando, sei lá, 6 por 1, naquela loucura toda, eu jogava esse jogo, cara. Final Fantasy, quando lançou Final Fantasy XV, nossa, eu só jogava isso todo dia. Eu entrava madrugada adentro jogando isso aí, platinei esse jogo. Me julguem por causa disso, mas tipo, aí quando lançou o XVI, eu demorei 1 ano para terminar esse jogo, 1 ano. E eu fiquei assim, cara, nossa, velho, tipo, o XV eu consegui terminar ele em, sei lá, um mês no máximo, coisa assim, que RPG geralmente você vai jogando aos pouquinhos e tal.
O 16 foi pouco mais de um ano para eu terminar aquele jogo, porque eu ia, eu jogava um pouco no começo, eu joguei bastante porque assim, eu tava empolgado com o jogo e tal, sou fã de Final Fantasy, aquela coisa, tá, que o 16 não é aquela maravilha toda, o 15 também dizem que não, mas enfim, gosto é gosto e isso aí a gente é discussão para outro tipo, outra ocasião. Mas a questão é que antes, mesmo assim, eu mesmo sabendo que era um jogo que tinha que, você tem que desprender muito tempo Eu me dispunha a jogar isso, entendeu?
Persona, quando eu fui jogar Persona 5, eu vou falar uma coisa aqui, é uma atrocidade, não é à toa que me chamam de herege. Eu estou parado no final daquele jogo já tem uns 3 ou 4 anos. Como assim, filhão? Eu estou literalmente parado no final boss daquele jogo.
Mas aquele, ai, a melhor parte.
A sua missão para esse fim de semana é pegar e terminar esse jogo.
Não, minha missão para esse fim de semana é preparar, sei lá, 3, 4 conteúdos para a próxima semana, meu bem.
O que que tu vai fazer da meia-noite às 6?
Tô atolado de coisa para fazer.
Um dos conteúdos pode ser como é que foi a sua experiência terminando esse jogo depois de 4 anos dele parado, entendeu?
A pior parte é, já nem lembro o que tá acontecendo.
Exatamente, eu não lembro o que que tá acontecendo, eu tenho que lembrar como é que joga, aquela coisa toda.
Não lembra nem que é a tua namorada no jogo para te presentear.
Não, não me esqueço não, eu sou solo, eu sou também. Não, esse negócio de relacionamento para mim não dá certo não, mas enfim. RPG é um gênero que assim, particularmente, não é que eu não gosto, mas eu estou evitando pela questão de, cara, eu não tenho, eu não estou com disposição, paciência para poder desprender tanto tempo assim num jogo desse tipo, sabe? Então eu obviamente uma hora eu vou voltar, porque assim, tem jogos em particular que, cara, eu gosto muito, quero ter aquela experiência tal, mas hoje, agosto de 2026, não estou, estou deixando no banco, sabe?
É meio assim, já tem o backlog dos jogos e esse aí é tipo, é o backlog do backlog, sabe?
Para quem não ouviu, a gente fez um episódio backlog, pessoal, ficou bem legal. Não deixem no backlog de vocês para escutar, baixa. Nossa, eu ia falar isso, mas tem isso também, né? A gente tem mais de uma razão para dizer que não quer jogar um jogo, né? Só porque Não gosta do gênero, não gosta da marca, tipo, ah, só não gosto de Persona, eu não vou jogar Persona.
Às vezes você tá na vibe ali de um gênero, de alguma coisa.
Hoje eu não tô. Eu adoro visual novel, mas eu não gosto de visual novel de fadas, sei lá, né, shoujo. Aí eu só jogo outros tipos de visual novel. Ou que nem tu falou, eu não tenho tempo, então eu não quero jogar jogos muito longos. Eu quero jogar um joguinho ali que eu senti meia hora, joga.
Eu vejo Eu vejo o meu save do Witcher 3 com 300 e tantas horas, eu penso assim, caraca, velho, eu olho para aquilo lá, eu penso assim, caraca, mano, eu era uma pessoa muito dedicada nessa época. Hoje, se eu entro naquele jogo é para dar uma voltinha de cavalo, olha lá.
O último jogo single player que eu dei tanta dedicação assim foi o próprio Baldur's Gate 3. E assim, não foi, eu tenho 134 horas lá no Steam e não são seguidas, né, foram meio que ondas, tipo Um final de semana inteiro jogando. Aí eu parava um pouquinho, jogava outras coisas. Aí de repente eu voltava de novo e continuava. Até que de repente em um ano eu terminei. Não porque eu estava enjoado do jogo, é porque coisas da vida, né?
Mas eu sempre cogitava voltar pra ele. Até hoje eu cogito voltar pra ele, de tão apaixonado que eu sou por esse jogo. E sobre esse negócio de clicar uma vez, aconteceu com o próprio Breath of the Wild, que é um jogo que eu tentei muitas vezes Né, o pessoal aqui tá ligado que eu já falei isso diversas vezes. Eu também, foi umas 6 vezes de diversas formas diferentes, até que de repente começou a clicar, né. Eu joguei no Switch Lite na época, eu tava trabalhando longe, então eu ficava horas deslocando para cima e para baixo.
E aí eu pegava no Switch, de repente eu terminei. Talvez não da forma que o pessoal recomende, pegando um monte de coletável e tal. Eu só realmente quis terminar, cheguei no ponto que eu falei, ok, quero matar alguém agora. Peguei a Master Sword, fui lá, pronto, acabou. Witcher 3 também, quando eu tive acesso a ele, no começo eu não tava tão interessado, mas de repente eu comecei a jogar ele, ó, eu não terminei, mas eu fui até bastante longe no Witcher 3.
E no começo eu era daqueles que falava que não gostava tanto, mas aí hoje em dia, tipo, ah, tem um carinho por Witcher 3. Realmente é questão de fases mesmo, vai ver um jogo que você joga agora e você não gosta, no futuro pode gostar, e vice-versa também pode acontecer.
Eu não lembro de um jogo que eu não gostei, aí depois eu comecei a gostar, que foi um gosto adquirido. Eu não lembro assim, tirando quando era criança que eu não gostava muito de Mario, mas é porque eu achava muito difícil, então não conta, porque enfim, eu cresci um pouco, eu gostei. Mas tirando isso, eu não lembro de nenhum. Acho que eu sou muito assim de tipo, aí eu gosto, não gosto, e daí nunca mais, já eu crio ranço. Mas se tem um gênero que eu não consigo jogar, eu já joguei alguns títulos, né, tipo diferentes, é Battle Royale, Fortnite, Valorant.
Gente, eu já tentei começar de Battle Royale para tudo.
Ai, não consigo. Eu não sei se eu sou velha, né, porque Battle Royale é uma coisa adolescente, mais jovem, até me sentir melhor agora.
Obrigado, Mônica.
Imagina, tamo junto. Mas cara, eu não consigo, eu não consigo. E assim, e o Fortnite teve um hype muito grande, né? Eu falei, cara, eu, será que eu tenho problemas por não gostar de Fortnite? Vou tentar. E eu tentei, tentei várias vezes, tem a continha do Fortnite, tem no PlayStation, tem no PC, não adianta. Falei, ah não, eu não gosto mesmo, tchau, é isso.
Mônica, você dizendo isso quando eu tô baixando Fortnite por conta do Sonic e botaram lá, cara, o Alec é muito fã. Eu estou cogitando comprar o passe de batalha para comprar o Sonic, para ter o Sonic.
Muito fã de Sonic, né, cara?
Meu Deus, mas não desse jeito, porque é só skin, né?
É assim, eu quero É que eu acho que é isso aí, é tipo assim, nossa, eu tenho um pijaminha do Sonic para usar no meu bonequinho do Fortnite, eu quero.
Isso é que assim, o Alec tá fazendo o contrário do programa, ele gosta tanto de Sonic que ele aceita jogar qualquer coisa que tenha Sonic.
É o contrário, não bota Sonic Forces na minha frente que eu vou chutar para longe.
Não, mas assim, pegando carona nessa opinião da Mônica, eu já vou um pouco assim, eu já volto um pouco mais no tempo Porque tipo, cara, tem um gênero, eu já tentei na época que isso tava em alta, que são aqueles MMO, que era tipo febre nas LAN house no começo dos anos 2000.
Pá, agora eles tavam jogando Tibia, jogando MU.
É Tibia, é Ragnarok Online, e mais uma meia dúzia de nomes aqui que eu não lembro, mas é tudo quase igual os jogos, aquele negócio. Você sempre tinha assim no seu grupo de amigos alguém que jogava pelo menos um ou dois desses jogos. Eles não faziam mais nada, cara. Na época que ainda, sei lá, internet banda larga ainda era novidade e ainda era um luxo para algumas pessoas.
Você tinha que esperar meia-noite para jogar, é tipo isso.
É, eu, cara, eu por muitos anos eu era a pessoa que esperava. Se eu quisesse acessar a internet durante a semana, eu tinha que esperar da meia-noite. Senão, só no sábado a partir das 2 da tarde. E ainda torcer para ninguém telefonar na minha casa para poder não cair a conexão.
Tinha o disco CD-ROM da iBest lá para ligar?
Não, eu tinha o do UOL e do IG. Isso que tinha o cachorrinho, lembra? Mas assim, e não, e detalhe, você falando agora de CDs, esses jogos vinham em CDs que você comprava em banca de revista. Às vezes nem comprava, você ganhava. Você chegava lá, não, é a amostra grátis do jogo aqui, o instalador tal do Ragnarok Online, do do Tíbia, de não sei mais o quê e tal. Porque assim, a internet também não era essas coisas, você não tinha como baixar o negócio.
Às vezes o jogo era de graça, mas você conseguia baixar o tamanho do jogo, então você comprava ele ali em CD para você poder jogar.
No CD vinha o instalador e o máximo que você fazia, você fazia download de alguma atualização, mas era coisa pequena, coisa não era igual hoje que você baixa gigas e gigas em alguns minutos, não. Naquela época, se você tivesse que baixar 1 giga, meu amigo, era a tarde toda baixando esse negócio.
Vocês aí baixando o jogo, a gente tinha que sair de casa para baixar o jogo. Sim, a gente tinha que sair de casa para comprar o instalador.
Você tinha que ir lá na lan house com pendrive, aí você copiava os Ataris no pendrive achando que tava copiando os jogos.
Olha só, você tá sendo muito, você tá sendo muito moderno no pendrive.
O CD, o seu disquete, tá? Eu já transferi jogos.
Quem não sabe o que que é um disquete, é aquele ícone de salvar, tá?
Existia uma versão física dele, existia uma versão anterior a ele que era um disquete com o dobro do tamanho do normal.
Não, e assim, uma coisa que eu não, cara, e uma coisa que eu me irritava, não vou dizer nem gostava, me irritava nesse tipo de jogo, era assim, ah, você sempre tem um amigo que joga isso, esse amigo ele tem um grupo de amigos assim à parte, que tipo assim tem o grupo de amigos e esse amigo que joga MMO, ele tem um grupo específico de amigos que jogam esse MMO com ele. Né? Geralmente funciona, a hierarquia funciona dessa maneira.
E aí, quando ele sempre tinha, cara, parecendo, sei lá, coisa de igreja, sabe? A pessoa tem que recrutar alguém para poder participar também ali do grupo, do clã, não sei o quê. E aí um dia um amigo me convidou para poder, não, baixa isso aqui, joga. Ele me emprestou o CD lá para instalar, aquela coisa toda. E tá lá, e eu entrei, não sei o quê, pá. E uma coisa que me irrita muito nesse tipo de jogo é assim, Você entra, você tem 1 milhão de informações na tela ao mesmo tempo, tá?
Que você pode selecionar ali alguma coisa para você fazer e tal, mas sempre, sempre eu simplificava com aquela sensação de, cara, eu nunca vou chegar no nível desse pessoal, você só mais um NPC aqui. Eu não quero ser um NPC, eu jogo para ser o protagonista, caramba! Eu cresci jogando single player. Aí eu tenho, olha, preguiça.
Mas sabe qual que é para mim a pior coisa? Não é nem tanto de informação, é questão de tipo, você vai lá e por mais que você tenha tempo, você se dedique, você jogue, sempre vai ter uns cracudos que tem, tira tempo. Tem 26 horas no dia da pessoa e as 27 delas a pessoa tá jogando, entendeu?
E em uma dessas horas ele vai cruzar o seu caminho.
Mas isso vale para qualquer jogo, de qualquer coisa, sempre vai ter.
Mas essa joga, qualquer jogo, qualquer jogo que tiver um mínimo componente online É, mas a questão é que nesses jogos ele funcionava assim, você era meio que obrigado a interagir com o pessoal ali no ambiente online. Você não tinha a opção de não, vou entrar no online igual GTA da vida que tem hoje. Ah, tem a história e tem online. Ah não, vou jogar a campanha aqui, eu vou me divertir e tal. Ali não, você só tem aquele ambiente para você entrar e interagir, aquela coisa. E ah não, que preguiça.
Então você se sentia que, pô, fico o dia inteiro aqui, mesmo assim eu tô sendo humilhado, sabe? Eu achava muito frustrante.
Aí ficava comigo, foi isso, tá? Eu Tentei jogar Final Fantasy XIV. As pessoas sempre falam que ele é um jogo que vai melhorando bastante, né? As expansões seguintes vão melhorando o escopo, as classes, as magias, principalmente a história. E A Realm Reborn, que é o primeiro, não é muito interessante, é uma porta de entrada muito complicada. E aí, para você chegar no ponto que começa a ficar interessante, é que nem aquelas séries que alguém fala, ah, fica bom a partir da segunda temporada.
É isso. A porta de entrada é muito grande, aí você vai jogar, é tipo 30 horas, aí fica difícil a gente perder tanto tempo assim para uma coisa que talvez não seja tão divertida.
É igual tem jogo que o pessoal fala assim, ah não, mas você espera desbloquear tal coisa depois de 50 horas de jogo que daí o jogo melhora, e nisso você já tá tipo morrendo. Eu vou citar um exemplo agora que vai todo mundo me matar, mas o jogo que resume isso é Red Dead Redemption 2, gente, porque assim, eu não consegui jogar. Eu achei chato, desculpa.
Não, o começo do Red Dead 2, eu admito, nossa, é muito arrastado o começo dentro daquele jogo.
Então aí o pessoal falava, não, mas quando você desbloquear, sei lá, nem lembro o que é, sei lá o quê, vai ficar legal. Eu falei, gente, mas era tão arrastado que eu não consegui, cara. E olha que eu comprei a mídia física, eu tenho até hoje aqui. A mídia física eu acho linda porque vem um mapa muito bonito, muito bem feito, tanto que eu não vendi, eu tenho ainda, não quis nem me desfazer. Mas cara, eu não consigo, eu não consigo, porque eu falo, gente, eu vou ter que jogar 50 mil horas para poder o jogo ficar bom, que aí eu já joguei 2 Pokémon.
Ai, mano, meus 2 maiores exemplos de jogo que todo mundo ama menos eu é justamente Red Dead Redemption 2 e o Zelda Majora's Mask. Eu acho que ambos pelo mesmo motivo: o começo é muita coisa para você lidar. E pode até falar que, ah, você tá muito viciado em dopamina, aquela desculpa, né, de começar logo na ação, que não sei o quê. E não é exatamente isso, é que o jogo tem que te entreter. Se você não tá interessado naquele mundo, e no caso no Majora's Mask, por exemplo, é, desculpa quem gosta, mas eu acho o game design daquele jogo, o ritmo, pavoroso, por conta da questão de viagem no tempo, de que se você não sabe exatamente a rotina do que está acontecendo ali, você não progride.
E aí, então é só você prestar atenção, tá? Mas você realmente precisa fazer um vestibular para progredir no jogo? Você precisa ter um caderno do seu lado para anotar as coisas certinho?
Eu fico sempre muito feliz em concordar com o Alec, cara.
Eu não concordo muito, mas quando eu concordo Zelda, eu fico muito feliz.
Majora's Mask, eu penso exatamente isso, cara. É um jogo que te sufoca demais.
Você tá ligado que você acabou de fazer, né? Abriu o portal para a gente falar mal de Zelda.
Não, não, não, não, estamos limitados a Majora's Mask.
É só Majora's Mask nesse caso. E eu tenho problema com ele justamente porque ele é o menos Zelda dentre os Zeldas. E do que eu gosto nessa franquia não está lá. E principalmente em questão de dungeon, dungeons Né? E o mundo, assim bem que o mundo do Majora's Mask, que acho que é o ponto mais forte dele, mas é mais que ele te sufoca.
Ele podia ser lá o primeiro dungeon, Alec, ele podia não ter o negócio do tempo ou podia ser um tempo mais lento, tipo não do início já do início tem três dias, tem cuidado relógio, tem que saber meio onde ir e tal, porque senão tu não tem as músicas para voltar no tempo e diminuir a passagem de tempo. Ele poderia ser mais lento, pouco mais pegar pela mão.
Ele na hora que você não vê no primeiro dia aquele NPC que vai de uma área para outra. De novo. Ah, mas ele acontece no segundo dia, e se você reiniciar, tem que voltar do primeiro dia. E aí você tem que fazer um monte de coisa para esperar ir para o segundo dia para ver aquele NPC. E se você errar, você tem que fazer de novo. E aí você tem que fazer uma coisa, outra coisa acontece no primeiro dia, você tem que voltar de novo.
Cara, é chato. Eu sei que tem gente que gosta disso porque é uma sensação de descoberta, só que é chato. Você tem que estar muito focado.
Tem aquela parcela de pessoas que gostam disso entre aspas gostam só porque é Zelda.
Sim, tem isso também, tem aquela coisa, né? Você tem que ter senso crítico de tipo, beleza, você gosta de uma franquia, mas tem que admitir que tem, igual a gente falou aqui de Sonic, cara, tem que admitir que pode ser um jogo de uma franquia que você ama que é uma porcaria, e faz parte.
Cenário de Twitter de Sonic é uma loucura. Nos últimos anos começou um certo revisionismo com Sonic 2006, que pasmem, é um jogo que eu gosto, Mas eu reconheço que não é um jogo ruim, fundamentalmente ruim em todos os aspectos, tirando áudio, trilha sonora no caso. Tem gente que defendendo ele que, por exemplo, ele é melhor do que o Frontiers, que tem seus problemas de tech demo, etc., mas é porque ele é um jogo que tinha ambição, porque é um jogo que tinha um propósito, apesar de ele não conseguir executar eles, mas ele tinha alguma alma que eu não sei o quê.
E gente, eu quero jogo bom. Nesse caso aí eu quero jogo bom. Sabe, um jogo que me atrai. Novamente, não que também me atrai, mas enfim, reconheço. A gente fala disso, desse tópico depois aqui, aqui que tá até na pauta da discussão.
Mas enfim, um jogo bem recente, para dar um exemplo bem recente mesmo, eu não comprei o jogo, tá? Aí poderiam me dizer, não, mas tu não comprou o jogo, tu não teve experiência completa. Pode ser, mas eu joguei o Marvel Tokon, o jogo novo de luta. Eu baixei, eu joguei, teve uma versão demo, eu acho que foi por um fim de semana, não me lembro exatamente, foi fim de semana. É, mas pelo que eu vi, a beta tava bem, tava bem, bem próxima do que foi lançado de verdade depois, porque já faltava aqui, acho que 2 semanas para lançar, uma coisa assim.
O jogo já tava praticamente pronto.
É, eles acham que eles mais testaram servidor e conexão do que algum equilíbrio ali, balanceamento, do que propriamente mudar muito. Mas enfim, cara, eu não gostei, eu não gostei. Eu gosto, eu fiquei, eu acho confuso ter que chamar os personagens para dar combo com os personagens de fora e não com os próprios golpes. E aí tem esses ataques que é múltiplos de vários personagens atacando ao mesmo tempo, que são lindos, são muito bem animados.
Mas, cara, o jogo de luta, tu larga o controle, toma um chá, um latte, é, e volta. E tipo, tudo bem, é óbvio que os jogos de luta sempre tiveram, mas eles sempre tiveram, era uma coisa difícil de fazer e pontual assim. Esse jogo é meio padrão, sei lá, eu Eu não clicou assim, não clicou.
Eu já pego isso que você tá falando e já emenda com o seguinte, cara: jogos de luta com sistema de tag, eu já olho assim, ah não, nem. Apesar de que tem um ou outro assim que eu faço um esforço para poder jogar mais, porque eu gosto de, por algum motivo, seja pela ambientação, os personagens ou coisa assim. Mas quando é tag fighter, que aí tem aquele negócio, cara, eu tenho que aprender a jogar com, eu sou obrigado a aprender a jogar com mais de um boneco aí.
Ah não, não dou conta, meu cérebro de 40 anos não consegue mais passar, não tem promoção assim.
Tem que aprender que jogar com mais de um e tem que aprender o que que eles fazem, não tem que aprender a fazer a sinergia deles.
Nossa, aí tem que entender, escolher, por exemplo, pegar o personagem X ou Y porque eu gosto, não tem que pegar o personagem X ou Y porque ele vai combinar com esse outro que eu tô jogando.
Para não fugir da Marvel, tá? E Marvel's Capcom 2 também tinha um pouco de sinergia. Né? Não vamos— tinha um pouco de sinergia, mas era uma coisa mais direta assim. Ah, vou escolher esse com esse, eu sei que mais ou menos o epísofo especial ali, esse é raio, esse é raio, e vai funcionar legal. Não, esse ficou uma coisa muito mais complexa. E que nem eu tinha falado em vários outros programas, tem relativamente poucos personagens.
E como eu falei, vai ter alguns que vão ser bem mais fortes. Então tu vai ter 8 personagens que vão ser 4 personagens iguais. Então tu vai ter 2 duplicados, 4 duplicados, e isso fica meio, né, tipo, todo mundo joga o Deadpool, todo mundo joga a Magique, Ainda é muito cedo para o Proton tá nesse ponto aí, tá?
Dito isso, é um elemento que eu ignoro em praticamente todo drag fighter, é fazer combo com assist. Eu admito que eu não consigo, mas eu consigo me divertir mesmo assim, mesmo com essa limitação.
Dito isso, mas Deadpool tá em todos os times.
Um dos poucos jogos que eu realmente consegui investir algum tempo ali foi o Dragon Ball FighterZ, mas foi pelo único e simples motivo de eu ser muito fã de Dragon Ball.
É, com Marvel, meio que isso comigo também.
Se fosse qualquer outra porcaria, não tinha nem chegado perto.
Aí a sua tolerância foi lá para cima, né, por ser Dragon Ball.
É o que existe mesmo.
Mas é, tu gosta mais de Dragon Ball que Marvel?
Interessante, cara. Entre Marvel e DC, eu gosto mais de DC. Eu já vou mandar logo essa aqui, aproveitando a deixa.
Você jogou Suicide Squad?
Eu não, isso aí foi o Matheus.
Sabe o que que esse jogo tá tentando fazer exatamente? Episódio de hoje. Eles estão lançando jogos ruins da DC para tu ficar com raiva e toda vez que tu vê um jogo tu dizer, bah, não gosto de jogos da DC.
Que bom que nos videogames a Marvel é melhor, mesmo que talvez a DC tenha o maior expoente de jogo de herói, Batman Arkham.
A exceção é absurda, o troço é meio tanto.
Rapidinho, se alguém quiser comprar um Esquadrão Suicida aqui comigo, na minha mão tá R$12,50.
Eita! E foi vendido a R$300 no lançamento.
E a Epic deu depois, eu peguei de de graça na Epic.
Verdade, tá lá, vale jogar as primeiras missões ali, são legais.
Cara, é assim, eu acho que a DC, tanto para filme quanto para jogo quanto para qualquer coisa, ela quer ganhar dinheiro, ela lança um Batman. Ela fala, ah, tô precisando lançar não sei o quê, tá tudo ruim aqui, lança um Batman. É isso, e me dá raiva.
Então quer dizer que todo mundo gosta do jogo do Batman e você não gosta só porque, né?
Eu adoro jogos do Batman, mas eu reconheço, Batman é o meu herói favorito, e o meu cachorro chama Bruce por causa do Batman. É, e assim, eu reconheço que, cara, o Batman já saturou um pouco, sabe? A DC vai dar um, às vezes, um reboot no universo, bota um Batman. Ah, vou fazer um filme de herói, faz. Cara, você vê os heróis da DC, o que mais teve filme foi Batman. Superman também, mas que tem mais teve filme mesmo e jogo, Batman.
É porque o Batman é o Homem-Aranha deles, entendeu? Assim funciona.
É, o Homem-Aranha é muito mais da hora, né? Muito menos chorão, muito menos besta, né?
Depende do Homem-Aranha também, né?
Mas enfim, aí, gente, eu tenho preconceito com ele.
Tem mil histórias de mil redatores e desenhistas diferentes, cada um com uma pegada. Então talvez tu não tenha achado a tua.
Eu já li muito quadrinho, mas eu não li quadrinhos da Marvel. Eu li pouco quadrinho da Marvel, eu li mais quadrinho da DC. Então eu manjo DC mesmo, Marvel manjo muito pouco.
Mas voltando para os jogos, tem outro jogo que eu baixei, eu não lembro, acho que foi na versão de PlayStation 3 ainda, Mass Effect é de PlayStation 3, né, o original? Sim, eu fui jogar Mass Effect. Não, todo mundo fala, meu Deus, Mass Effect incrível!
Esse você vai me machucar, tá, cara?
Eu lembro da época que Mass Effect tava em alta, qualquer notícia relacionada a Mass Effect, pessoal falava, não, é o RPG definitivo, é um exemplo de narrativa, concordo, não sei mais o quê, aquela coisa toda, cara.
Eu joguei meia hora e eu não consegui mais. Primeiro, a ação era bem pai assim, um roteio e tal, achei muito limitado. Aí toda hora tinha uns diálogos muito chatos, muito exagerado. Eu não tenho problema com diálogos chatos, diálogos de RPG, tenho problema com diálogos chatos e no meio da ação de uma maneira meio fora de um timing péssimo. E eu achei as animações faciais meio, né, tipo, ah, poderia ser mais, né?
A gente até releva um pouco, apesar de já ter muita coisa boa naquela época também.
É, exatamente, a coisa melhor na época.
Gente, 2006 não, gente, Para 2006, 2007, não, não.
Eu aceito que era mais limitado porque o escopo do jogo era muito grande. Então, óbvio, eles não conseguiram fazer tudo perfeito. E pela quantidade de falas e opções de diálogo, é óbvio que eles não conseguiram fazer uma animação boa para todas as falas. Perfeito, eu consigo entender isso, tá? Aqui é uma crítica do meu gosto, tipo, é um jogo que não clicou. Eu achei lento, achei a jogabilidade meio palha, achei, sei lá, tipo, o jeito que os personagens falavam.
É um mundo muito grande, tu não sabia direito para onde ir. E aí eu fiquei, não é para mim.
Eu acho que esses jogos que a galera fala assim, ah, é o melhor, é definitivo, não sei o quê, acho que chega um ponto que a galera começa a ouvir tanto essas críticas boas que às vezes elas nem joga, fica falando e vai junto, sabe, camarada? Porque não é possível.
Ah não, tem muito jogador de YouTube que escuta no YouTube e já tem a sua opinião pronta. Isso aí tem muito.
Os cara vê um vídeo de meia hora do Zangado e pronto, é isso aqui.
O Zangado é engraçado, mas joguem Mass Effect 2, o Matheus, por favor.
Jogou.
Eu faço, faço um bem para você mesmo.
Ele corrige todos esses problemas que eu falei.
Mas aí, um exemplo, ó, cara, Mass Effect fica bom no 2.
Não, não, mas assim, eu acho bom desde o primeiro jogo. Dito isso, ele é um jogo datado porque é um jogo velho, 2006.
Não, mas eu joguei faz tempo, tá? Não joguei agora, eu joguei faz tempo.
Ele tava tentando misturar o RPG, né, ocidental, com tiroteio. Você não pode entrar em Mass Effect 1 achando que ele vai ser um Gears of War. Agora Mass Effect 2 pode até pensar assim, porque ele é realmente um jogo mais voltado para o tiroteio e as mecânicas de tiro são muito melhores e tals. E aí é uma evolução muito grande, tá?
Talvez seja um problema de tipo, eu vou tentar começar confirmando que Mass Effect fica bom no 2.
Como eu falei, eu prefiro, eu gosto muito do 1, talvez eu prefira até o 1 do que o 2 em muitos aspectos. Tem várias melhorias, claramente melhoria de qualidade de vida é algo importante de videogame.
Mas tem muita franquia que assim tem um título especial que se tu não começar por aquele tu não vai, não vai clicar. Resident Evil, muita gente foi assim com Resident Evil 4, sei lá, Witcher.
Witcher, cara, é um exemplo claríssimo. Puts, gente, Witcher 1 é ruim, ruim, ruim, ruim, ruim. O 2 é mais ou menos, tipo, dá, talvez depende muito do seu gosto para jogo desgonçado, e é realmente esse caso aí, cara. Persona 2 é muito bom também, mas você pode gostar dele dependendo da sua vibe.
Persona 1, agora, o segundo, tanto que todos os Personas vieram depois do 3, é basicamente a base do 3, né, estrutura do 3.
Pô, Mônica, GTA também. GTA 2 é mó legal, mas GTA 1 também é travado, datado.
Eu já vi uma galera falando que só jogou 5, e realmente 5 foi o que explodiu, na minha opinião, que eu vejo o pessoal falando.
San Andreas Não, Vice City.
O 5 é um caso à parte de todo o resto da série, realmente.
É assim, todas essas gerações que eu vejo sobre GTA, é o que eu vejo, que assim, o jogo que popularizou GTA foi o Vice City. San Andreas, ele meio que consolidou a franquia.
Pode ser, mas não foi um, não foi o primeiro de qualquer maneira, entendeu? Se você fosse jogar na ordem certa, você ia adiantar.
Mas assim, dentro da comunidade ali que joga GTA, o pessoal fala muito bem do 4.
Sim, mas é que ele é bem difícil de achar, né?
Porque assim, quem gosta assim de uma história boa com a jogabilidade já ali já meio que caminhando, porque a gente conhece do 5 em diante, aquela coisa toda assim, o pessoal fala muito bem do 4. 4 que tem aquela vibe assim, é, cara, que é aquele jogo que você termina e fica na memória, sabe? Se você está em busca das melhores ofertas para jogos, consoles, acessórios e todo tipo de itens para dar um upgrade no seu setup gamer e elevar o nível do seu jogo, saiba que agora o GameBlast também pode te ajudar nisso.
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Outro exemplo, outro exemplo que o Xelão veio vir comigo: Hollow Knight.
Sim, esse aí entra, esse aí entra no Todo Mundo Ama Menos Eu também.
Ah, então temos, já temos mais gente, cara.
Aí, ó, aí, ó, sim, finalmente uma unanimidade aqui, ó.
O que que tu acha?
Mônica, cara, eu não consigo me pegar. Eu acho que eu já comecei ele muitas vezes, eu não sei o porquê, mas não me pegou, sabe? Assim, de verdade, jogos que não me pegam, eu não sei o porquê, mas não dá. E eu já tentei jogar várias vezes Hollow Knight, assim, ai, vou falar de novo, os próprios Zelda, próprio Zelda, cara, eu não sei o porquê, porque de verdade Zelda não me apetece. Pior que eu acho, por exemplo, a trilha sonora bonita, Zelda.
Mas você fala Zelda de a franquia de uma maneira geral?
Uma franquia de maneira geral. Já tentei jogar alguns títulos e nenhum me prendeu.
Jogou Hyrule Warriors?
Jogou Musou? Joga Musou, não tem como dar errado.
Ó, o que eu joguei foi Ocarina. Ó, o que eu joguei foi Ocarina, Majora's e o Breath of the Wild. Foi os 3.
Nada pode ser maior, nada pode ser maior.
E o Link's Awakening. O Link's Awakening, o único que eu consegui ali mais ou menos, mas o resto, cara, é que Link's Awakening me ganhou porque eu achei fofinho, sendo bem honesto, né? É, entendeu? Mas os outros eu não sei por quê. Assim, eu reconheço que é um jogo bom, sabia? De verdade, eu reconheço. É a mesma coisa do Red Dead Redemption 2, eu reconheço que é um jogo bom, que a história é interessante, você interage com os personagens.
Eu já vi, né, vídeos das interações que os personagens lembram. Eu falo, porra, Meu, é muito bem construído, mas não é para mim. Vida que segue, fazer o quê, entendeu? Eu não vou falar que o jogo é uma porcaria agora, sendo bem honesto, não acho que é uma porcaria. Só que eu não consigo, nunca já me forcei muito a gostar achando que o problema era eu, mas não consegui não.
É tipo, diferenciando personagem aqui, eu realmente não acho Hollow Knight um jogo ruim. É muito difícil achar Hollow Knight jogo ruim, tipo, ele acerta tudo bonitinho, é um jogo bonito. Sim, tem uma jogabilidade bem suave, os pulos são bons, o combate é, não é a melhor coisa do universo, mas ele é funcional e tal. Só que realmente eu jogo ele e eu fico com preguiça da arte, que não é muito meu tipo, mesmo sendo bonita não é muito minha vibe.
Aquele sistema de mapa super complexo de que você precisa praticamente ir anotando o seu passo em vez do mapa ser automático que nem um Metroidvania convencional. E as pessoas gostam muito desse detalhe, essa mecânica a mais. E eu fico tipo, eu tô muito acostumado com Super Metroid, Symphony of the Night, sei lá, Agar.io, esses jogos que já estabeleceram que é assim, ponto. É bom remexer? É, mas eu não quero nesse caso. Então eu fico com preguiça.
E não gostou de Hollow Knight? Eu não sei se é por isso que eu não gostei, que você não gostou. Enfim, verdade, não sei mesmo. Mas eu já vi gente falando que não gostou por causa que ele é muito escuro. Basicamente ele é azul marinho e branco, né, se for parar para pensar. Faz sentido, entendeu? Eu já vi gente falando disso, foi, pô, pode ser, pode ser.
A paleta dele é particular, é particular.
Eu tenho problema com jogo que aparece muito jogo de Flash, sabe? Que você consegue ver a articulação exatamente de cada elemento de um sprite, digamos assim. Isso me incomoda muito.
Olha, tem um jogo que é desse jeito e que eu amo, eu amo muito, que é assim, ele não, eu não sei se ele é muito famosinho porque eu não vejo gente falando dele, que foi o jogo do Samurai Jack que lançou uns anos atrás.
Ah, eu sei qual é, mas eu não cheguei a ver.
Eu achei o jogo divertidíssimo, eu gostei muito. Então não sei, talvez esse problema seja eu, outro, ou— mas eu aposto que a paleta de cores do— e a questão do mapa faz a gente cansar um pouco do Hollow Knight.
Ah, outro gênero de jogo que eu não sou muito, tô monopolizando. Vocês querem falar, vocês falam aí, tá?
Não, não, vai, vai, vai, tô abrindo meu coração aqui. Minha lembrança não tá funcionando, mas aí alguém fala alguma coisa e falou, é verdade, é minha sessão de terapia, é minha primeira sensação de terapia de videogame assim para mim, sabe?
Jogos Stardew Valley-like.
Ah não, não, não, cara, isso daí é um jogo que você tem que entender agora, que você não vai jogar ele quando você tá querendo uma jogatina tipo que vai te dar ação, que te dá um frio na barriga, que vai você ficar com o olho parecendo de uma coruja jogando e vai falar tipo, meu Deus, socorro! Não é esse jogo para te dar adrenalina, é um jogo para você tá na sua caminha, no seu suíte, antes de dormir, você vai jogar, cuidar da sua fazendinha. É um jogo de conforto. Então assim, é de verdade, é que ele tem momento.
Tipo, por exemplo, cara, eu vou falar, eu acho ele confortável, eu acho ele confortável demais, digamos.
Mas tem dia que eu falo, cara, eu quero uma coisa mais elétrica.
Eu não quero ação.
A arte precisa de desconforto, é isso que você tá dizendo?
Então assim, tem dias que a Mônica ela olha para o Pocópio, não, eu não quero, eu não quero cozy hoje, eu tô meio que cerceio, escolha violenta.
Exato, exatamente isso.
Assim, ó, até para ser, por exemplo, tá, tem outros jogos nesse estilo que eu acho que tem um pouquinho mais de interação, pouquinho mais de ação. Eu não tenho problema com cozy games assim, um pouco mais leve e tal. É que eu acho que esse é o extremo do, tipo assim, ele não te oferece quase nada em comparação. É um exemplo, por exemplo, um jogo que eu poderia considerar jogar é Animal Crossing. Ele um pouco mais de carne ali.
Animal Crossing e Pokkén é a mesma coisa, a única diferença é que tem Pokémon. Assim, é uma simplificação meio, não, mas eu acho Animal Crossing e Pokémon bem parecidos. Só que Pokémon, o Pokkén, né, só que o Pokkén tem uma história muito legal de fundo, que você assim, não é o carro-chefe do jogo, a história, né, ali você jogar, cuidar da sua ilha, né, não é o chefe na história, mas o Pokkén tem uma história muito legal. Os Animal Crossing não tem história ali.
Animal Crossing é um, você aprende sobre agiotagem. Nossa, porque você fica o jogo inteiro devendo para aquele maldito, daquele guaxinim do Tom Nook.
Desgraçado, verdade, realmente.
É que eles, é que assim, esse tipo de jogo, se for só isso, só a fazendinha ali, pouco mais, eu acho que é claro que a Stardew Valley eu sei que tem um pouco a mais que isso, tá? Mas é muito, tudo muito leve. Eu acho que tem que ter um pouco a mais, que é um jogo que eu acho que é tipo isso intenso, mas que eu acho que é mais legal. Tem um jogo chamado V Rising, vocês já ouviram falar?
Ah, sei qual, dos vampiros, né?
Do vampiro, é. Tem Castlevania, tem collab com Castlevania.
Então, cara, ele tem essa parte de construção, de cuidar das tuas coisas, né, e tal, bonitinho. Só que ele é com vampiro e tem a parte de ação, tem a parte de luta, a parte de exploração, que é mais um pouco mais, um pouquinho mais intenso do que, né, tipo assim ele sabe mesclar bem a jogabilidade. Acho que por isso assim não me pega. Não pode ser totalmente cozy, tem que ter um mínimo ali de ser um pouquinho, só um pouquinho de adrenalina, não precisa muito. Clash of Clans, Clash of Clans teve uma época que eu era fissurado naquilo.
Pois é, também não é muito para mim não. Tem, tem, existem os momentos para esse tipo de jogo. Última experiência assim positiva que eu tive com jogo cozy foi aquele jogo da Hello Hello Kitty. Eu recebi aquele jogo bastante, é que assim, eu recebi ele para fazer análise, mas eu aceitei mais pela zoeira. Ah, velho, vou jogar aqui um jogo da Hello Kitty, acho que não vai dar nada.
E cara, eu, como eu gostei daquele jogo, eu jogo a expectativa lá no chão também, né?
Eu vim aqui procurando cobra e achei ouro, sabe?
Olha só, justo, justo.
Para mim, a única coisa ruim nesse jogo da Hello Kitty é porque ele é caro, ele é muito caro.
Para quem tem dispositivos Apple, você tem Apple Arcade, parece, é de graça.
Assim, o que eu tenho é a versão para PC, né, cara. O jogo base dele é R$150, ele na oferta ele fica R$90, uma coisa assim. Cara, esse tipo de jogo por esse preço não dá, cara, não rola.
Porque é pouco, é R$400.
É, pois é, mas ali é por causa da licença, né. É caro também, né.
Mas tá, mas até para você solidário a Mônica, Zelda, tá? Eu não— o meu primeiro impacto com Breath of the Wild foi de aversão total. Que fizeram? É aquele meme do, do A Máfia lá, ó: o que fizeram com meu garoto? Olha como massacraram o meu garoto. Aí vira o meme do Lula Molusco quando ele morde o hambúrguer de Siri, né? Cara, até que tem, até que não é tão ruim. É, eu, eu, na minha mente eu imagino outros personagens, não é o Zelda, é o Zelda.
Sobre Zelda, sei lá, Alguém já jogou um jogo chamado Graveyard Keeper?
É tipo um pouco Animal Crossing, Stardew Valley.
É o Stardew Valley de cemitério.
Cemitério, é. Então ele tá na minha lista e eu tava tentando lembrar o nome dele.
Como assim, cara? Tem que cultivar zumbis?
Sim, você tem que administrar um cemitério.
Mas esse jogo não é meio morto, né?
Editor, põe o batuque aí.
Não, é que quando eu penso em gerenciar zumbis, eu penso em Hotel Transilvânia.
Então, sobre o Breath of the Wild rapidinho, porque até porque eu já lembrei os 3 jogos aqui que eu posso falar mal. Meu problema com Breath of the Wild é que vai de encontro com pessoas que gostam e junto com as pessoas que não gostam, né? Que as pessoas que gostam do Breath of the Wild muito estavam enjoados da fórmula do Ocarina of Time que foi aplicado nos jogos seguintes, certo? E eu acho que eu não senti enjoo suficiente dessa fórmula porque eu não joguei na época do lançamento cada um deles, né?
Como é que eu vou enjoar de uma parada que eu só joguei 2 jogos em um espaço de tempo longo, né? No caso foi o Ocarina e o Twilight Princess, né? Em um espaço de tempo tão grande assim, como é que eu vou enjoar disso? Aí o pessoal que jogou Wind Waker no meio do tempo, jogou Skyward Sword, foi ficando enjoado disso. E aí tem essa questão de tipo, ok, já que tá enjoando, então vamos dar o mundo aberto, vamos tirar pegar o conceito de faz X dungeons para chegar no chefe final e bota várias mini dungeons, e o objetivo final na verdade é só ficar mais forte e fazer side quests no mundo, né, de você viver aquele mundinho de Zelda.
E essa é a parte que mais evita, mais me tira de tipo de amar Breath of the Wild, porque eu gosto das dungeons. Então é por causa disso que eu não amo tanto ele. Eu aprendi a gostar, Tá, mas é aquele caso que sempre falo, ok, ele é um jogo muito bom, mas ele não tá na mesma categoria, na mesma prateleira dos jogos que eu mais gosto da franquia.
Você gosta do roteiro de, não, eu estou nessa dungeon, tem que fazer isso aqui e vou aprender uma coisa nova aqui, que o item dessa dungeon, para nós, e depois tem umas coisinhas secretas que tu podia ter feito com ele.
Sim, exatamente.
O backtracking do Zelda sempre foi uma coisa que eu adorei, que tu olhava assim assim, olha só essa grama alta, tá, uma grama alta ficou meio, pá, uma pedra muito grande, é o clássico, né? Depois tu pega uma luva que tu consegue levantar pedras grandes, aí tu lembra, ah, lembra que eu passei por uma pedra, aí tu volta lá e tem alguma coisa.
Cara, eu acho isso assim, ó, suco de Zelda, é um conforto, é um lugar de conforto. Ah, é limitado criativamente falando? É, pode ser, tipo, não dá tanto poder para o item que você pega numa dungeon para o resto do jogo, Mas às vezes é bom ter isso. Agora que tá tendo uma pausa aí, a gente tá desde 2017 nessa mesma fórmula, seria bom voltar para fazer um jogo novo. Só que aí vai o Nomura e fala o quê? Aí eu não entendo porque os fãs antigos querem de volta essa fórmula.
Por que será, né?
Pô, gente, daqui a pouco mais João muda aberto também, eu vou ter que encontrar outra coisa e vai seguir sempre assim.
Alec quis dizer ao Numa: coitado do Nomura lutando pelo Kingdom Hearts 4. Cara, ele tem que entender que Zelda não seria o que é se não fosse esses jogos. Breath of the Wild tem muito pouca carne naquele osso, cara, de termos de narrativa. Ele aproveita muita coisa que foi feita antes, ele não contribui tanto assim para a lore. Calma, calma, tem que voltar para o lugar de conforto.
Lembrei de uma franquia que eu tinha e ainda tenho muita dificuldade de adentrar, e é uma parada que eu queria muito gostar: Monster Hunter. Insider. É uma franquia que tipo eu só falo que eu gosto de um, que é o Rise, e eu acho que é mais pela ambientação do que qualquer outra coisa. Mas eu tento jogar qualquer um. Um dia desse eu baixei o World, assim que eu vi aquele hub cheio de coisa para fazer eu falei, eu não quero isso, tchau, não quero isso para minha vida.
Fui lá e deletei. Nesse caso até consigo entender porque eu não gosto, ele tá muito no combate, que também é uma parte que eu sinto que os fãs gostam, que ele é muito Tipo, não é que nem um jogo convencional de ação que você é, aloca no inimigo e começa a bater nele, né, com as armas frescas. Não, você tem que prestar atenção se o seu ataque vai pegar no inimigo, porque talvez você tiver usando uma arma pesada, ele vai ter que fazer o movimento de levantar a arma para trás e fazer outra preparação.
E se o inimigo desviar, a coreografia que você vai fazer com aquele ataque, aquele movimento, tem todo mundo, não é telegrafado.
E aí eu tento, eu tenho o Elders eu tentei por um tempinho também, só que aí é aquele caso, eu até tipo consigo admirar o que eles fazem, mas aí eu fecho o jogo e eu não tenho vontade de voltar no dia seguinte. Essa é a minha relação com Monster Hunter.
Cara, sabe um jogo que assim eu só não gosto, não é porque é ruim, tá, mas é porque de tanto eles lançarem me deu ranço, porque acho que eu vejo tanto que já me deu ranço? Assassin's Creed.
Sabia, sabia. Esse eu era Assassin's Creed, era COD.
Então, mas é só porque já me entulharam tanto de Assassin's Creed, sabe? Sempre todo ano Assassin's Creed, quase todo ano Assassin's Creed. E eu falei, não, não quero, cansei só de ver, entendeu? Acho que saturou para mim. É tipo aquele filme de demolição, sabe, que lançaram tanto que saturou. Assassin's Creed para mim é isso. Esse não é, eu como eu falei, não é ruim, mas acho que saturou. E eu, ai meu, falei, não, mais um, mais um, mas eu cansei. Não dá tempo de ter saudade da franquia, sabe?
Depois do 2 eles começaram a lançar um por ano, acho que até tinha 2 por ano, era E tinha alguns bons, outros não tão bons. Aí realmente deu uma gasta, tanto que eles tiveram que ir para o mundo aberto, né, para renovar. Senão acho que tinha perdido de vez.
Então só por isso que eu não gosto. Ai, nossa, vou ser polêmica, eu vou falar de mais um tipo de jogo que eu não gosto aqui, mas se alguém gosta também, foda-se. FIFA não é jogo, não.
Mônica, não tem problema falar isso, porque até porque não existe mais o jogo do FIFA, né, já faz uns 4 anos.
Meu Deus do céu, você sabe que a A semântica do FIFA é só coisa da sua cabeça, né?
Não, é jogo de esporte. Agora falando sério, esporte ele é meio divisivo, né? Tem gente que acha que jogo de esporte não deveria existir, tipo, e não é FIFA, é basquete, é futebol, futebol americano, é golfe, Fórmula 1. Tem gente que acha que só deve existir se tiver o Mario lá. Se tiver o Mario, aí tudo bem, né?
Mario e o Sonic, né, nas Olimpíadas.
Só de resto, e aqueles joguinhos do Switch, né, de você fica lá com o joinha lá, é sorte da vida.
Quando o jogo fica muito, eu acho que é uma questão, eu na minha cabeça é o seguinte, quando tenta simular muito a vida real, entre aspas, né, ser mais próximo, aí mais a pessoa tem que gostar daquilo para gostar do jogo, entendeu? Não é tipo Mario Party ali que tu qualquer joguinho é divertidinho porque é simples, é fácil, é simplificado. Não, FIFA é um troço que tenta, ainda que seja muito diferente da vida real, ele mais ou menos faz de conta que é, né?
Isso vale para NBA 2K, MLB, e tal. É que eu não gosto de beisebol, né? Eu não gosto de futebol americano também na vida real. Aí eu não jogo. Aí tá por outro lado, eu não gosto desses esportes na vida real. Beisebol até mais ou menos, mas futebol americano nada. Então eu não vou jogar esse jogo, cara.
Eu odeio tanto jogo de esporte que até o jogo de quadribol do Harry Potter eu odiei.
Ah, mas aquele jogo era meio paia mesmo. Aquele jogo não era grande coisa.
O mais recente, eles deram para PlayStation. Tipo, eu não comprei, graças a Deus não comprei aquele jogo, mas eles deram para PlayStation. E eu lembro que eu peguei, né? E assim, eu joguei papo de meia hora. Eu falei, Gente, que porcaria! E desinstala.
Não é grande.
Uma época que eu tava me arriscando no Rocket League, aí chegou uma época lá, não, chega, não suporto mais isso aqui mais não.
Muito complexo, Rocket League é muito complexo. Parece que não, mas é.
Um preconceito que eu tenho, mas aí é uma coisa minha, é Pokémon em 3D. Eu não sei se é porque eu me criei jogando Pokémon paleta, tipo Arceus, Scarlet e Violet, essas coisas.
É a partir do 3DS. Né?
É Pokémon Black ali, o Sun e Moon, que eu não joguei, mas eu vi os vídeos. É, o Black é 2D ainda, mas o Sun e Moon ali que tem aquela coisa mais 3D, mas é um 3D meio controlado assim, né?
Mas por exemplo, Let's Go Pikachu você jogaria?
Que é porque é visão de cima daquele mundo aberto gigantesco.
É que sei lá, eu não sei, você gosta do, como é que fala, da dinâmica clássica de Pokémon Pokémon.
É, ou eles não fizeram 3D que me convenceu ainda, pode ser também. Talvez eu esteja tipo assim, dos 3D que existe até agora eu não gostei de nenhum.
Eu tô do lado contrário, sabia?
Meu problema com Pokémon é que eu acho as batalhas lentíssimas.
Isso se chama RPG por turno.
Não, não, não, mas existe um RPG por turno dinâmico que é Final Fantasy Persona. Aí é que tá eu, Mario Luigi, Paper Mario, Gente, vários aí, Dragon Quest também é lento, mas eu, o problema do Pokémon é que se você excluísse os monstrinhos dali, botasse só textos, você estaria jogando o RPG de turno que é o Pokémon. E ele nunca evoluiu tanto disso.
A melhor forma de jogar Pokémon é você pegar o emulador e acelerar ele. É muito satisfatório, é muito satisfatório você jogar Pokémon assim. Você vai gostar de qualquer Pokémon, sério. Eu tenho esse problema também, que assim, eu gosto muito de Pokémon, então eu relevo, mas eu entendo, eu entendo, eu concordo com você. Se desse para acelerar aquele bando de texto, aquele bando de passagem, nossa, para mim é só, né?
Aí é a mesma coisa, visual móvel e querer pular o texto.
E se o Noroa usa golpe, aí de repente ele faz o ataque, foi super efetivo, e faz puff e fica tremendo o bichinho. Aí tipo 1 ou 2 segundos, aí o, sei lá, o oponente tá com vida zerada, aí rola animação de derrota. Aí, treinador fulano vai jogar o seu Pokémon. Aí é lento, demora segundos, sabe?
Não tem isso.
É, mas tu entende que isso é— sabe o que que significa RPG, Alec? A definição de RPG. E não é por ser RPG, é para ser uma coisa contada, é uma história, tá vivendo aquilo ali.
Tá sendo repetitivo, né? São os mesmos textos.
Eu entendo.
Assim, óbvio que na milésima vez fica um saco, mas tu entende que é meio tipo assim, ah, agora tá tendo. É tipo um narrador de futebol, entendeu? O cara não vai narrar, ah, passou a bola, ah, chutou a gol. Não, tu vai fazer algo assim, olha só, lançou Pokémon, ah, usou o golpe e tal. Não tem narrador, né? Porque o jogo, os jogos antigos eram mais limitados, né? E Game Freak, né, não faz um podcast. Perfeito, cara. Pokémon Stadium conseguiu minimamente injetar um pouco de emoção.
Os jogos novos da Nintendo não tem narração, né? Na verdade, o trabalho de som não é dublado, né?
Acho que Pokémon abrindo boca, fazendo um monte de animação super detalhada, não tem voz nenhuma.
Como isso irrita! Isso é outra coisa que irrita nos jogos novos, porque tu vê a maldita boca deles, podiam botar uma dublagem, só que não tem.
Inclusive, por conta dessa aqui da dinâmica do combate e tal, você tem interesse em Legends Legends EA, só não baixei por falta de tempo mesmo, mas quero experimentar essa mistura mais forte de ação e turno.
Você é mais ativo no Legends EA, pode crer. Eu quando eu joguei Legends EA eu lembro que, cara, eu fiquei com o Switch na mão esperando liberar o download, assim, foi nesse nível que eu tava ansiosa.
Dito isso, ele é feio para caramba.
É, ele é um pouquinho feio, tadinho.
E as texturas, meu Deus.
Mas assim, cara, de verdade eu assustei com a mecânica.
Você tem que entender que a Game Freak não tem orçamento para poder fazer essas coisas, né?
Pior que não tem mesmo.
De mulher.
Mas vocês têm que entender que é tipo comercial do Dolinho, é identidade do negócio já. Se fizer um negócio bom, se fizer um negócio bom, a galera não vai gostar mais.
É tipo, só aí tá com expectativa alta lá porque Pokémon Ondas e— como é que é? Ondas e Ventos. Vai vendo.
Nossa, eu tô, cara, só estou com alta por esse Pokémon porque tem um Pokémon que é um cachorrinho. E dito isso, é isso, é o melhor dos Essa é a minha sugestão.
Tem um Pokémon lá que é o Canarinho Pistola, velho.
Gostei do Canarinho, cara, gostei. Como é que é o nome dele?
Mas dois exemplos aqui para não deixar passar. Eu não gosto de Devil May Cry.
Tentei jogar, achei meio merda também, não consegui também.
Meio merda é complicado.
Não, não, não tem meio, não tem meio. Ou ele é ou ele não é.
Então eu sou todo contra nesse aspecto, que o Devil May Cry que eu mais gosto gosto é o DMC.
DMC, mas ele é bom, ele é muito bom. Sim, foi que a gente comentou na semana passada, a jogabilidade dele é boa, mas a história—
o único problema do DMC é porque é o nome do jogo, entendeu? Se fosse qualquer outra coisa relacionada, não tinha esse problema.
É boa, boa análise.
É o mesmo caso dos Castlevania lá da MercurySteam.
Faz sentido. O meu motivo de não gostar de Devil May Cry talvez tenha uma razão, Bayonetta, porque eu não gosto do combate ser apenas um botão de ataque, um botão de de tiro. Eu gosto da ideia de ter um botão de soco e de chute além do de tiro. Eu sinto que tem mais liberdade com isso, além de ficar dando um toquinho no analógico.
Mas você acha que isso tem relação com o fato de você ser muito ligado a jogos de luta?
Eu acho que sim, apesar que tem gente que fala que o Devil May Cry é muito jogo de luta justamente, e só com botão, né?
Porque a complexidade dos toques lá que você faz no analógico com botão muda o É porque o lance do Devil May Cry são os combos e a hora certa de você trocar de arma para poder estender os combos.
Isso, isso, sim, sim, isso é verdade. Mas é um ritmo que eu realmente não curto tanto. E a ambientação e história também é muito dark, é de trevoso. Não gosto tanto, cara, assim, não gosto tanto do Vergil assim em personalidade. Como em ação, tipo eles batendo, é mó da hora, é realmente estiloso, não dá como, não dá para negar. Mas eu não gosto muito deles como personagem mesmo, tirando Devil May Cry 1, porque o Dante de Devil May Cry 1 é comicamente novela mexicana.
Ele é bem divertido, total.
Ele chorando para Trish morrendo lá é o suco da Capcom dos anos 90, 2000. É muito bom. E o outro jogo é Sonic Adventure 2, o queridinho de muita gente da minha geração. Produção. E tipo, sério, ele faz tudo que o Sonic Adventure 1 faz pior, talvez com exceção do level design das fases de Sonic e do Shadow, né? E mesmo assim eu gosto mais do Sonic Adventure 1. E aí, nossa, o negócio de caça é tão chato, e o sistema de atirar lá com Tails e Robotnik é tão travado, parece que tá carregando, o Tails tá carregando no rabo dele 2 toneladas de metal.
As pessoas gostam de falar que ele foi revolucionário para franquia Sonic, que Shadow e não sei o quê, que tudo que vem depois é bomba.
E esse povo é muito emocionado.
Prefiro Sonic Heroes do que Adventure 2. É bom que eu acho que aqui não tem uma comunidade tão fã de Sonic assim, então isso não vai ofender ninguém. Mas cuidado se falar isso no Twitter, foi o Alec que falou isso, tá? Sim, vai provocar reações aí adversas.
Importante não tentar evitar os preconceitos, né? Então eventualmente só de olhar tu já tem um certo ranço, e videogame é uma mídia que tu tem que pegar e jogar, né? Sempre que for possível, porque às vezes não parece clicar nos vídeos, mas jogando clica e funciona. Sim, isso é muito importante, tentar jogar. E às vezes perseverar um pouquinho, porque alguns jogos que vão exigir ali uma, duas fases, 20, 30 minutos, mas não duas versões.
E não é igual um Mass Effect que fica bom no 2.
E tem isso também, daqui a pouco pega a franquia franquia e ver qual é o melhor da franquia. E aí tu joga o melhor. Se tu não gostar do melhor, a chance de tu gostar dos outros é muito pequena, cada vez diminui mais. Então tu já tá eliminando a possibilidade de perder uma ótima experiência. Então pega o melhor, testa, joga um pouco ali, 1, 2 horas, não deu, bom, aí sai com o coração tranquilo e não deixa passar a oportunidade de ter jogado grandes jogos.
Porque sei lá, eu já tive, eu por exemplo por muito tempo não joguei jogo de tiro, que eu achava muito rápido, muito confuso, jogo de first-person shooter. Né, no geral assim, não só COD, cara. Tem muito jogo bom, muitos jogos incríveis dessa categoria.
Então me lembrou de uma coisa, eu não gosto de Doom 2016.
Podia ter terminado sem essa, né, Alec?
Ai, caramba! É, mas eu vou chegar para ser polêmico, né? Mas esse pessoal tá levando a polêmica muito a sério.
O jogo que reviveu a franquia clássica, literalmente é o jogo.
Calma aí, Alec, eu não entendi o nome do jogo. Qual que é?
Doom 2016.
Ah, Doom!
Nossa, talvez nem de Doom eu gosto tanto assim, não sou o maior fã em geral. Mas a questão com o Doom 2016 é que eu tentei ele algumas vezes e não foi, não fui para frente. A partir do momento que você entra naquele, acho que é em Marte, né, logo no começo do jogo mesmo, quando joga você na área mais aberta, logo na primeira fase ali, eu fico com preguiça de ficar explorando aquele lugar.
Faz sentido tu não gostar da franquia então. Aí pelo menos explica um pouco melhor porque que tu não gosta. Porque, cara, essa trilogia nova da nova geração do Doom é muito muito boa.
É engraçado, eu gosto mais de Quake do que de Doom, por exemplo. Quake 1 é mó da hora.
Quake 1, gosta do gênero.
É bom, meio que é bom. O 2 em diante eu não curti muito não.
Tá bom, o 2 ainda vale por ser o single player, mas o 3 já virou multiplayer, aí eu não é para mim. Não peguei na época, obviamente.
Como eu sempre digo nesse programa, tá tudo certo em tá errado.
Assim, aproveitando, saiba separar o ódio do jogo com a qualidade dele. Realmente jogos que que eu olho e falo, ok, eu só não gosto. Mas tem gente que exagera, que tipo, vou pegar Resident Evil 2, eu não tô chegando aqui falar que tipo quem gosta disso é feio e bobo e merece apanhar na rua. Não, não é o caso aí, só realmente não é meu gosto e eu não vou ficar enchendo o saco de ninguém na internet por gostar disso, exceto Majora's Mask. Aí eu encho o saco.
Toda oportunidade dá um tapa em Zelda aqui, o pessoal aproveita.
Os caras, o Sonic e Zelda estão sempre aparecendo nos nossos episódios, cara. A Alice e a Mônica estão fazendo história.
Não sei se no bom sentido, né, mas tudo bem.
O povo gosta de uma polêmica, isso aí é importante.
Então é isso aí, pessoal. Essas foram nossas opiniões polêmicas e algumas nem tão polêmicas, só papo de chato mesmo sobre gêneros, sobre jogos que muita gente gosta e a gente não curte muito. É o famoso, sabe, o santo não bate. Tem sempre esse negocinho também envolvido. Sendo assim, para finalizar os nossos trabalhos de hoje, vamos para o nosso último bloquinho aqui com os comentários e resultados das enquetes dos programas anteriores.
Começando aqui com o comentário do nosso querido ouvinte Abraão Lopes, que sempre está participando aí. Um abraço já de antemão para ele. Ele comentou no episódio da semana passada onde nós falamos sobre remakes. Ele disse o seguinte: realmente nem todo remake se fica. Nos consoles é mais complicado, porque quando muda a geração, se não tem retrocompatibilidade, muita coisa fica para trás. Já no PC não tem tanto esse problema, daria para melhorar um jogo com patches e mods, mas a indústria precisa faturar, né?
Pois é, os boletos também chegam para o pessoal de lá. Parabéns pelo episódio, um abraço. Um abraço aí, Abraão, continue participando. É isso aí que ele falou, né? Estamos reféns aí das famosas gerações E pelo menos no PC temos aí o advento aí das comunidades que mantêm os jogos vivos por meio de correções, mods. Cara, mod é vida! Tem jogo aí que com mod vira uma coisa, vira uma experiência totalmente nova. Nossa, que coisa legal!
E da retrocompatibilidade nativa do PC, né? Eu fico zoando o Matheus aqui o tempo todo que, ah, quer jogar Metal Gear Rising? Joga no PC.
Lembrando que o maior inimigo da retrocompatibilidade no PC é a própria Windows, né? A própria Microsoft.
Microsoft, etc.
Então, então tu tá certo, Alec, mas não tá totalmente certo.
Você está certo, mas também não está errado, né?
Mas o Metal Gear Rising roda.
É, não, Metal Gear Rising roda. Quer dizer, não sei, presumo que rode.
Nas enquetes, vamos trazer aqui a enquete que a gente lançou no episódio 359, que foi o nosso episódio de notícias, e onde nós perguntamos o seguinte: você acha que a Sony ainda se importa com a comunidade do PlayStation? 11,1% das pessoas que votaram disseram que sim, que ela ainda se importa. Essa pessoa que votou deve ser um executivo que votou aí, né? Eu me importo sim, gente, eu me importo. Não é brincadeira. E a esmagadora maioria, acabamos de perder 1,20, né?
Parabéns.
Nada, perde nada, sabe que eu tô brincando. E a esmagadora maioria, 88,9%, disseram que não, que a comunidade, que a Sony não se importa mais com a comunidade PlayStation. Só lembrando, nesse episódio de notícias aí, o principal destaque foi justamente a questão da Sony ter simplesmente, ah, cara, não vai ter mais disco e é isso mesmo, e vai ficar por isso mesmo, não está afetando os nossos negócios ainda, tal, e bola para frente.
Ah, é fazer o quê, né? A gente não tem muito poder. Eu acho que vender. Na verdade, essa, essa pergunta a gente tem uma noção agora, até com a ajuda dos nossos ouvintes. Mas quando a gente tiver o PlayStation 6, a gente vai ter uma resposta bem bastante definitiva assim. Sim, o quanto vai vender, o quanto não vai vender, o quanto vai fazer burburinho positivo ou não. Porque uma coisa a gente já sabe, se não vai ter disco, não vai ter retrocompatibilidade com os joguinhos que a gente já tem de Play 4 e Play 5, né? Então isso é uma quebra de paradigma bem grande.
Estamos vivendo tempos sombrios, muito Então é isso aí, esse foi o resultado da enquete. Se tiver uma nova enquete disponível aí, vote, participe, isso nos ajuda demais. Lembrando mais uma vez, esta é a última semana para você participar aí do nosso sorteio de jogos para PC deste mês. O resultado será divulgado na próxima semana, onde vamos trazer mais um episódio, um compiladão de notícias, certo? E nesse meio tempo eu deixo uma pergunta para vocês, que é o seguinte: o que vocês acharam do episódio de hoje?
Qual jogo do seu círculo de convivência ou das pessoas que você segue aí nas redes sociais que é aclamado, mas que você é apenas, para você, apenas mais um na fila do pão? Ou seja, esse jogo para mim não é lá essas coisas não. Deixa aí a sua opinião na seção de comentários da nossa publicação no Spotify ou então no nosso site gameblast.com.br. Somos orgulhosamente o Blastcast, o podcast do Game Blast, o site que você encontra notícias, análises, artigos, revistas, dicas, controvérsias bem justificadas e tudo sobre o universo dos games que você tanto ama. Um grande abraço e até o próximo episódio.
Até logo, pessoas! E se você é o tipo de jogador que ama um jogo nota 6 e odeia um jogo nota 10, tá tudo bem, você não é o único.
Tchau, pessoal! Eu gostei desse episódio, me senti mais leve de colocar algumas coisas que eu guardo para mim para fora, de desabafar, né?
Vamos fazer mais Gente, é isso, né? Gosto, cada um tem o seu.
E eu sou aquele que ainda considera Zelda uma franquia superestimada, até demais. Pronto, falei. Não, a gente se vê na próxima jogada.
Até mais, pessoal!
Tu já botou a primeira frase, a minha ali: eu não gosto de soulslike.
Eu acho assim, pô, você não fez a análise do caso?
Eu fiz, mas eu fiz como um profissional, não como amante.
Ele jogou por conta do ofício, não por livre-arbítrio.
Porque eu peguei que na época não tinha, eles falaram que RPG de ação, e parecia os trailers parecia ser mais hack and slash. Aí quando eu comecei a jogar Soulslike, os primeiros trailers dava muita sensação de ser Soulslike.
Não, mas ele obviamente é um Soulslike.
Acho que no máximo Soulslike.
Você não tá vendo que é um Soulslike, seu burro?
É, não, depois eu falei isso para mim.
Não, aí começa aquele negócio: não, é um RPG de ação, porque o pessoal evita falar o nome porque espanta.
É, tem essa, cara, melhor ser honesto, ficar.
Então tá, vou fechar essa aqui que eu precisava. Ok, podemos dar início ao, como é que é, como é que o pessoal fala? Podemos dar início aos trabalhos do dia. Começando aqui é a ata da reunião do condomínio.
Bora!
Esse podcast foi editado por Alexander, Alec Oliveira.
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