BlastCast #361 – Remakes: preservação, nostalgia ou falta de novas ideias?
No programa de hoje vamos abordar os remakes. Enquanto alguns recuperam jogos presos em plataformas antigas e reinterpretam clássicos, também existem aqueles que parecem desnecessários. Afinal, estamos preservando obras importantes, aproveitando a nostalgia do público ou apenas reciclando sucessos por falta de coragem para criar algo novo? Quer saber se criamos um remake sobre nossa opinião, então vem com a gente!
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Participaram deste episódio: Alexandre Galvão, Alec Oliveira, Matheus Senna e Paulo Andrade.
Edição: Alexandre Galvão
Alexandre Galvão
Alec Oliveira
Matheus Senna
Paulo Andrade
- Remakes e Remasters de Jogos Clássicos· EntretenimentoResident Evil·Final Fantasy VII·Shadow of the Colossus·Demon's Souls·Crash Bandicoot N. Sane Trilogy·Tony Hawk's Pro Skater·Spyro the Dragon
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- Remake The Last of Us Parte 1· EntretenimentoNecessidade do remake·Melhorias de qualidade de vida·Comparação com remaster
No programa de hoje, vamos abordar os remakes. Enquanto alguns recuperam jogos presos em plataformas antigas e reinterpretam clássicos, também existem aqueles que parecem desnecessários. Afinal, estamos preservando obras importantes, aproveitando a nostalgia do público ou apenas reciclando sucessos por falta de coragem para criar algo novo. Quer saber se criamos um remake sobre nossa opinião? Então vem com a gente! Saudações, ouvintes e colegas de bancada, sejam muito bem-vindos a mais um episódio.
Em muitos casos, um remaster está de bom tamanho, mas se o remake for bom, pode mandar que eu tô aceitando.
Eu sou o Alec e eu sou defensor do remake quando ele é bem feito, o que eu acho que é a maioria dos casos.
E aí, pessoal, aqui é o Mateus e olha, eu acho que o importante é o jogo ser bom, né? Se é remake, se é remaster, se é original. Tem que ser bom, o resto depois a gente vê.
Olá pessoas, aqui é o Paulo e para quem usa óculos acontece um remaster toda vez que o teu grau muda.
Não, não, ele tem toda razão.
Visão em alta definição, né?
Visão além do alcance. E eu sou o Alexandre Galvão, xalão, e sejam todos muito bem-vindos ao Blastcast. Mas antes de entrarmos no tema de hoje, saiba que você pode participar do podcast deixando um comentário e avaliando o nosso programa na página do Spotify. Mas se você preferir, o BlastCast também tem um email de contato, então você pode mandar uma mensagem para blastcast@lineblast.com.br e ter o seu comentário lido aqui no final de cada episódio.
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Recados dados, vamos ver se esse remake sobre o tema vai ser o melhor até agora. Amigos, sejam todos muito bem-vindos, vocês estão ouvindo o Braincast. Resident Evil, Final Fantasy, Silent Hill, Demon's Souls. Nos últimos anos, olhar para os grandes lançamentos da indústria também tem sido olhar para o passado. Jogos que marcaram gerações estão voltando com gráficos modernos, novas mecânicas e, em alguns casos, histórias completamente reformuladas.
Mas por que estamos recebendo tantos remakes? Eles são uma forma de preservar clássicos e apresentá-los a um novo público? Uma oportunidade legítima de corrigir limitações dos originais? Ou representam uma indústria cada vez mais dependente da nostalgia e com medo de investir em novas ideias? No episódio de hoje, vamos discutir o que realmente justifica um remake, quais jogos merecem uma segunda vida, ou não, e quais clássicos deveriam simplesmente ser deixados como estão.
Eu acho que um bom ponto para se debater rapidamente antes de entrarmos nesse tema é meio que esclarecermos aquela clássica dúvida sobre o que é um remake, o que é um remaster e o que é um reboot. Que em muitos casos o pessoal, acho que até a própria indústria meio que engloba esses três termos em alguma coisa só, mas eles são essencialmente coisas diferentes. Para isso, o Mateus, ele já publicou lá no site alguns textos muito interessantes, vou até deixar como sugestão de leitura aí na descrição do episódio. É sobre, foi sobre remakes, né, que você tava falando, não foi, Mateus?
É, eu fiz uma matéria sobre uma discussão, né? Porque volta e meia entra naquela história, né? O que que é um remake, que que é um reboot, o que que é um remaster, né? Uma remasterização. E aí eu, eu vi que cada produtora fazia de um jeito, alguns jogadores confundiam e tal. Na verdade, não tem uma definição formal assim, não tem uma lei, né?
Ou tá no dicionário assim, é uma definição num glossário, num dicionário, tipo assim, se você for lá no Mikaelis Micaelis é o nome do dicionário lá, para quem não sabe. Pode ser o Luft também, pode ser o Luft também. É que na minha época eu tinha o mini Micaelis, sabe, que você carregava na mochila, podia ir para o colégio.
Tinha um português, o Luft, o Aurélio, né? Isso.
Se você for lá, pode ser que hoje existam esses termos lá, mas pelo menos na minha época não tinha esses termos lá no dicionário não.
Aí o que que eu fiz? Eu, baseado principalmente nas palavras em si, né, o que que elas querem dizer, né, remake, remaster e reboot, na etimologia, né? Isso, perfeito. E como elas foram criadas palavras historicamente, o que que elas querem dizer intrinsecamente. Eu escrevi essa matéria e fica assim, fica entre aspas claro, né, que o remake é um processo de recriação, né, em inglês, né, refazer, né, criar algo de novo mas do zero.
Então todo jogo que tu tem algum tipo de motor gráfico diferente, outro mudou a história, né, é um remake. Remaster seria pegar o jogo original e botar uma com alta definição, botar um filtro, alguma coisa.
Apesar de ter certas empresas que vão contra a sua ideia, mas a gente vai conversar sobre isso.
É, tem gente que pensa, não, mas se eu troquei só os gráficos e o jogo em si, a base é totalmente igual, ainda é um remaster. Tá, para mim não, né? Mas que nem o Alec falou, é uma discussão, né? Que que pode ir lá. Então é um tema que eu acho bem interessante, porque geralmente tem muitos remakes de jogos que eu gostei, que eu gosto de ver como é que é um novo olhar, Às vezes dá raiva também, né, porque o pessoal faz porque é, né.
E respondendo a tua pergunta, Xelão, eu acho que é tudo junto e misturado que tu falou. Às vezes é pelo dinheiro, às vezes é para fazer uma coisa melhor, às vezes é para honrar o original, às vezes é para corrigir coisas do original. Temos todas as opções.
Eu vejo muito dessa forma quando, por exemplo, alguém anuncia, sei lá, uma versão remasterizada de um jogo tal. Pode ser um jogo qualquer aí que vocês estejam imaginando. Primeira coisa que eu penso é, olha, vamos trazer esse jogo de novo, é bem provável que eles corrijam coisas que na época não funcionou direito. Eu vou dar um exemplo bem interessante sobre isso, que foi um, foi até um jogo que eu analisei para o site na época, que foi aquele Star Wars Bounty Hunter, que é aquele que você joga com o Jango Fett, sabe, o caçador de recompensas lá do do Star Wars, é o filho do Boba Fett, é o pai do Boba Fett na verdade.
Ah tá, então é esse espaço. Ah tá, é do antigo, tá.
Aí o que que acontece, eu lembro assim, eu gosto de pegar muito desses jogos quando eles são remasterizados, porque assim, principalmente quando são jogos que eu tive a oportunidade de jogar na época. Esse foi um que foi uma experiência, vamos dizer assim, um pouco mista. Foi legal porque assim, o jogo tá disponível novamente agora para uma audiência maior, ele tá com os gráficos atualizados, mas ele é essencialmente o mesmo jogo.
Mas assim, a remasterização ela permite algumas coisas que eu acho que são essenciais quando o estúdio vai fazer esse tipo de trabalho. Por exemplo, ah, vamos corrigir alguma coisa relacionada aos controles, a câmera, ou então ao desempenho do jogo, porque sei lá, naquela época rodava a 30 FPS, hoje ele joga, ele roda normalmente a 60, uma coisa desse tipo, uma coisa mais para deixar uma coisa assim, uma experiência mais agradável para essa audiência atual.
Mas o jogo essencialmente naquela época ele já não era tão bom, e ele continua, se você pegar ele para jogar hoje, ele continua sendo não tão bom. Agora um exemplo mais para o lado positivo disso foi um outro jogo que eu também recebi para fazer análise Blast, que foi aquele, a remasterização do Soul Reaver 1 e 2. Eu tive a oportunidade de jogar esses jogos na época. O Soul Reaver 1, ele foi originalmente lançado para PlayStation 1, e o 2 foi lançado para PlayStation 2 ali no começo da vida lá do PlayStation 2.
E cara, na época, o primeiro Soul Reaver foi aquele jogo que assim, ele dispensa apresentações, aquele jogo, nossa, revolucionário e tal, principalmente em questões de narrativa e tudo mais. Mas assim, eu gostava aquele jogo pela ambientação, pela proposta dele ser uma coisa assim, uma coisa meio ação-aventura que flerta ali com o gênero de Metroidvania, aquela coisa tal. Mas o desempenho dele de modo geral no PlayStation 1 era uma coisa assim que não me agradava, sabe?
O jogo era meio travadão, lerdo, mas era alguma coisa que era compreensível na época porque você sabia que tipo assim ele tava usando o PlayStation, o hardware do PlayStation 1 ali, o máximo que ele podia. Quando anunciaram essa remasterização, primeira coisa que pensei, pô, agora eu vou jogar esse jogo de uma maneira mais decente, né, vamos dizer assim. E foi exatamente essa experiência que eu tive com ele. O jogo roda a 60 quadros por segundo, 60 FPS.
Eles fizeram uma atualização nos gráficos. Você ainda tem aquela, aquela feature, aquela característica que você aperta um botão, você joga com os gráficos antigos ou então com os gráficos novos, né, com as texturas lá em alta definição, aquela coisa toda, tipo para você ter a experiência de como que era o jogo antes e como que ele tá agora. Para você realmente ver, nossa, realmente ficou um trabalho muito bom.
Esse tipo de jogo eu acho muito curioso o lançamento, porque ele já não era uma sumidade quando foi lançado. Eles lançam novamente esse exemplo que tu deu, né, do Bounty Hunter, e tipo assim, eles não trazem nenhuma mudança significativa. Então para quem é esse jogo? Para quem é muito fã do original, é um público pequeno. Vai conquistar jogadores novos? Ele tem uma jogabilidade meio datada, os gráficos meio datados. Então tipo assim, é um remake que eu acho que entra naquela categoria de dinheiro assim, tipo, eles conseguem fazer sem muito trabalho.
É, nesse caso eles são remasters, eles são, eles estão descritos ali, o próprio Soul Reaver mesmo tá descrito nos títulos, são remasters.
Mas eles são muito úteis para disponibilizar o jogo para plataformas modernas, porque era só Play 1, Dreamcast e PC, e a versão de PC é toda cheia de não me toque, você tem que ter um monte de besteira para tocar nele.
Então tu tá me dizendo que o jogo é bom para preservação, não por ser bom em si para jogar? É, eu ia chegar nisso.
Qualquer outra coisa, né? Um ponto positivo que eu vejo tanto em remakes quanto em remasters é justamente isso, a preservação de alguma coisa. Por exemplo, a gente vai ter um caso agora nesse mês de agosto que é o lançamento do volume 2 do Metal Gear Solid Master Collection. Por que que ele é tão importante? Porque ele finalmente está tirando Metal Gear Solid 4 de uma plataforma que hoje pouca gente tem acesso, que é o PlayStation 3.
Hoje, aí, quando ele for lançado na semana que vem, vai estar disponível para PC, PlayStation e tudo quanto é plataforma que tiver atualmente. Até para o Switch vai sair esse jogo. Eu vejo, esse é o ponto mais positivo que eu vejo desse tipo de trabalho do pessoal, e que é justamente essa questão de poder ter acesso a algo que lá atrás pouca gente tem acesso, porque, sei lá, por algum motivo. Por exemplo, eu, eu tenho PlayStation 3 e eu tenho Metal Gear Solid 4, eu tenho o jogo original aqui.
Só que vamos dizer que, por exemplo, o Mateus, Mateus não tem um PlayStation 3 e um disco do Metal Gear 4, tem ou não tem?
Não tenho.
Pois é, mas a partir da semana que vem, no pior dos casos, como você tem um PlayStation 5, o jogo vai estar lá, você pode comprar o jogo e jogar lá.
É isso, legal, realmente, tipo, é preso uma plataforma só, em uma empresa só, no caso, né, apenas PlayStation, apenas Sony. E se você quisesse jogar, você tinha que achar um Play 3 Ou tipo, métodos não oficiais não roda direito. Aí tipo, e é um capítulo super importante para franquia porque é o último jogo cronologicamente da linha principal, né? Tem o Horizon depois dele, mas enfim, é algo muito importante. E quem entrou em Metal Gear depois disso e não tem um Play 3 fica sem um capítulo final da história.
Sim, mas ainda assim, tá, a produtora não lançou pela preservação, lançou pelo dinheiro. Eu estou certo.
Mas coincidentemente ou não, foi, foi um, foi pelo menos pensando no dinheiro, fizeram uma coisa boa.
É, sim, o útil, agradável para empresa, né?
Isso, isso é legal, isso é legal, isso é bom.
E como exemplo também de alguém que não faz isso, apesar de ter uma franquia muito forte, a gente ainda tem aí, por exemplo, a própria franquia Silent Hill, em que a gente tem enterrado o 1, 2, o 3 clássico.
É, o máximo que a gente teve foi justamente um remake Do 2, que até onde eu vi muita gente gostou, mas teve muita gente ficou meio assim, cara, não sei. Mas foi, mas esse não sei é uma coisa mais que eu, que assim, que eu vi tava mais para o lado do pessoal muito, muito fã de Silent Hill, sabe? Porque o pessoal da Konami parece que eles tomaram algumas liberdades, alguma coisa ali de dar uma atualizada também na história, deixar uma coisa meio atualizada também, deixar uma coisa mais contemporânea e também dá uma passada de plano, vamos dizer assim, poder não, sei lá, enfim, foram ideias criativas que por um lado deram certo e por outro lado não deram tão certo assim.
Eu não vou entrar muito em detalhes também porque senão acaba revelando coisa aqui, essa cara surpresa de quem vai jogar, quem nunca jogou.
Os spoilers são importantes serem preservados para os nossos ouvintes.
No caso, Silent Hill, pelo menos acho que tem relacionamento no GOG, não tem? Do 2?
Não, ele ainda tá na na Wish, ele ainda tá com um pedido. E aí a gente pega também um outro exemplo, né? A gente teve toda a série Resident Evil sendo rebootada, ou remake, é, para mim é reboot. A própria Capcom deixou que os clássicos saíssem, depois elas viram que tinha público e aí realmente relançaram, né? Então a gente pensa, recente inclusive, sim, exatamente o que eu ia falar, depois dos remakes inclusive, né? Então você vê que uma coisa não atrapalha a outra.
Então a preservação histórica, ela tem que, ela tem que existir, mas os remakes também são bem-vindos.
Mas tem uma coisa, Paulo, esse negócio do Resident Evil, só para aproveitar, eles são as duas coisas. É um reboot, ela reiniciou, porque, e ao mesmo tempo é remake. Porque assim, por exemplo, Resident Evil 2, que foi o mais vendido, né, da história da franquia, eles largaram uma notícia recentemente.
Muito bom, muito bom, hein, muito bom.
É muito bom, mas assim Ele faz muita coisa do 2 antigo original, refaz, e ao mesmo tempo ele muda algumas coisas. E ele é parte de uma sequência de remakes que tá sendo lançada num, entre aspas, novo universo Resident Evil, que concorda com coisas dos originais e ao mesmo tempo muda coisas dos originais.
É o novo Umbrellaverso. Eu já vi uma pessoa usando esse termo na internet.
É um bom termo. É um bom termo. Então, ao mesmo tempo que é um remake, ele não deixa de ser um reboot, porque foi ele que começou esse negócio, cara, dá para refazer tudo, ganhar muito dinheiro e proporcionar uma experiência de alta qualidade. Acho que as duas coisas, tipo, ele foi o reboot da franquia, mas ele também não deixa de ser um remake. Aí os outros não são bem reboots, né, porque quem começou esse negócio— interessante, né, eles fizeram reboot começando do 2, né, eles não começaram a partir do primeiro, é porque o 1 já tem um remake, né?
É, o 1 já tem um remake, né, tem esse detalhe.
Sabe a questão do 2?
É que além deles Além de darem uma atualizada na história, atualizaram também o gameplay, né? Porque ele não era mais aquele— eles deixaram uma coisa mais próxima do que, por exemplo, Resident Evil 4, que hoje virou meio que o padrão da franquia, né?
Eles mudaram coisas na história também.
Eu acho que foi bem interessante também o 2. Eu virei, foi assim, cara, eu não lembro disso aqui no original, mas eu gostei.
Não, foi muito bem feito. É que nem para mim o Resident Evil 4 original ainda é superior no que considera o pacote completo. Mas o remake do Resident Evil 4, ele é muito bom porque ele é uma aula assim, melhora o que tem que melhorar, traz coisa nova, ele não faz tudo que o antigo faz, mas faz algumas coisas melhores.
Resident Evil 4, eu sempre esbarro na opinião do pessoal por aí nas redes falando que em questão de remakes, o remake de Resident Evil 4 é uma das melhores coisas que já fizeram, sei lá, na indústria como um todo. Ah, você tem remake de jogo tal, de jogo X, jogo Y, jogo Z, mas quando chega, por exemplo, qual é o melhor remake? Muita gente fala, não, Resident Evil 4 foi o melhor remake que já fizeram.
Muito bom, é muito bom, ele foi muito bem feito, ele honra o original, traz coisa nova, mas ao mesmo tempo ele também toma cuidado de refazer algumas coisas melhores. Tem alguma outra coisinha que poderia ter sido usada, mas enfim, acho que dentro do que poderia fazer, ele fez muito bem.
É, e a gente pode também pensar que, por exemplo, esses remakes também servem para as coisas novas, né? A gente vê Pragmata, que bebeu muito da maneira, e a gente tá vendo o Hacking também, que bebe muito de toda essa aula que os remakes deram, né, para a Capcom.
Lembrando que Pragmata só chegou por causa do Alec, né? Não sei se tu sabe disso, Paulo.
O Alec, ele conseguiu ativar o karma premium para poder Pragmata finalmente estar disponível aí para o mundo todo.
É mesmo? É, a gente tinha que guardar. Qual foi o episódio que ele falou? É, como é que era o nome?
Eu acho que foi uma semana antes da Capcom, a gente tinha gravado, gravado, publicado, não lembro. E aí na semana seguinte a Capcom ela fez uma apresentação lá, ou foi no State, acho que foi no State of Play, não foi?
Acho que foi no State of Play, foi.
E aí eles revelaram, ó, Pragmata vai ser lançado dia tal. Aí na semana seguinte, aí eu tô, caraca, mano, não sei o quê.
Tipo, ninguém lembrava desse jogo. O Alec, a Pragmata, eu até botei no Google o que que é Pragmata, já nem lembrava mais.
Não, era eu e o Alec, só que o Alec ele comentou um negócio que parece que tipo foi o destravou o karma da parada e pronto. Nossa, pragmata!
Confirmando, Capcom escuta o Blast.
Sim, mas a Capcom sabe fazer o uso dessas 3 coisas, né? Remaster, remake e reboot. Ela, sim, quando precisou rebootar alguma coisa, ela foi lá e fez. Ela tem os remasters dela ali, aquele jogo do fotógrafo lá, Caçador de Zumbis, Matador de Zumbis, e também faz remake. Então é que a Capcom atualmente ela tá numa excelente, né? Ela tá meio que tipo, estão trabalhando agora no remake remake do Código Verônica, né? Sim, eles aprenderam a fórmula dos remakes, né?
Então agora é um Resident Evil por ano, mas é que tá, é um Resident Evil por ano e bom.
É isso que é o ponto, porque assim, na época que a Ubisoft lançava, sei lá, um Assassin's Creed por ano, era, cara, a qualidade ia ficando, começou a cair, começou a cair, entendeu? Às vezes vinha um bom, aí depois vinha um ruim, aí depois vinha um mais ou menos, aí depois vinha um bom de novo, tal. No caso da Capcom, cara, todo ano ano eles estão lançando agora uma parada, e em 2026 os cara tão no modo full loucura lançando uma bomba atrás da outra.
Mas é assim, ah, lançaram Resident Evil 7, pessoal ficou, achou meio estranho, nossa, mas o jogo é muito bom. Lançou o 8, nossa, muito bom. Lançou o 9, nossa, não tem nem o que falar. Aí lançou o remake do 4, nossa, que loucura. Código Verônica vai ser a mesma coisa. Eu imagino que vai ser tão bom quanto, porque, cara, o Código Verônica é assim, acho que depois do 2 e do 4 Ele é meio que assim, aliás, junto com o 2 e o 4, ele é meio que a santíssima trindade ali de Resident Evil.
É, o pessoal fala muito bem desse jogo.
Eu nunca joguei, só formato clássico, né? E é o que trouxe melhor todas as mecânicas dos anteriores. Eu cheguei a jogar, joguei muito mesmo. Eu acho que eu já daria uma estreia.
Eu não joguei muito ele, eu joguei, eu joguei ele um pouco no PlayStation 2 na época. Eu acho que eu não cheguei a terminar, não joguei até na metade ali, mais ou menos. É porque eu já tava, como é que eu vou dizer, contaminado pela influência do Resident Evil 4, que quando eu voltei para o estilo clássico de Resident Evil, eu falei, não, nem é, não, controle tanque não é complicado.
Controle tanque é maravilhoso.
Lembrando que Resident Evil 4 é controle tanque, tá? Eu sei, antes que alguém fale, eu é, só que é feito do jeito correto, do jeito bom.
Tem um preconceito contra as pessoas que têm preconceito contra controle de tanque.
Sabe que tu ter preconceito contra o preconceito é uma Inconsistência, preconceito, né? Não, mas é, cara, como qualquer coisa, tem gente gosta, a gente não gosta, né? Tá tudo certo.
O controle de tanque para câmera fixa é perfeito, funciona um pouco melhor.
O problema é quando você tá segurando o botão para poder andar em comando de tanque, aí o ângulo da câmera muda, aí você tem que—
opa, pera aí, não tem esse problema. Pera aí, dá meio que um nó cerebro, você fica, não, pera aí, ele mantém o caminho que você tá seguindo e só depois que você larga o botão aí ele atualiza.
30 minutos, você já jogou na parede o negócio.
Esse negócio de você trocar de ângulo de câmera e ele continuar indo para uma direção enquanto você tá segurando outra acontece com quando você usa o controle moderno, que aí você tem que manualmente mexer o analógico para aquela direção que você quer, que acontece nos relançamentos de Resident Evil. Acho que é só o Remake e o Zero, né? Que tem isso. E os Onimusha também, Onimusha 1 e 2.
Ah, sim, verdade, cara.
Mas um jogo que eu acho que é muito exemplo desse negócio de remaster e remake é Shadow of the Colossus, cara. É um jogo que saiu para PlayStation 2, os cara tiveram que fazer tudo que foi concessão e malabarismo para fazer o jogo rodar no PlayStation 2. E aí quando saiu PlayStation 3, eles lançaram uma versão Remasterizada do jogo, remasterizada e com suporte à TV 3D.
Exatamente, eu joguei esse jogo em 3D. Nossa, tinha uma televisão Sony 3D e eu na época eu tinha esse jogo, aí eu levei na casa dele, falei assim, ô, eu tenho um jogo aqui que tem 3D, bora testar? Não, bora tal, não sei o quê. A gente foi jogar esse trem em 3D, na moral, foi coisa de uns 20 minutos só, você já fica meio, não, pera aí. Mas assim, é uma parada interessante, cara, é interessante. Mas é igual você quando você não tá acostumado, por exemplo, com VR.
Você usa é mais pelo, pela curiosidade de ver como é que o jogo fica nesse modo do que, mas jogar ele todo desse jeito, cara, não dá, complicado.
É, eu me lembro que teve essa moda das TVs 3D, depois morreu. Mas enfim, e aí não satisfeito, quando teve o PlayStation 4, eles fizeram o quê? Aí eles refizeram o jogo com visual remake mesmo e com uma qualidade muito boa assim. Claro, tu vê que é lá o início do PlayStation 4, né? Hoje já não é assim incrível, mas cara, as texturas são boas, os monstros têm um pelo, uma pelagem assim que fica muito legal de jogar. E tudo ocorre tipo, são lutas gigantes, né?
Os monstros são gigantes e tudo corre meio de suave assim, meio tranquilo, que tem outros jogos que teria que ter um loading enorme. No jogo funciona bem, bem legal, né? Tudo é grande no jogo. Então eu gostei muito. Eu joguei pelo último porque eu não joguei no meu PlayStation 2. PlayStation 2 tinha 1 bilhão de jogos, eu joguei alguns deles e não joguei no PlayStation 3 também. Mas aí no PlayStation 4 eu virei o jogo. Esse spoiler, né, Cheló? Não vou contar o final.
Não conta não, pode contar. Ó, então o caso do Shadow of the Colossus é um problema, o remake. E inclusive é uma discussão que tem até hoje com relação a alguns remakes, especialmente o da Bluepoint, descansem em paz, que é o, para mim, a melhor versão, e para muita gente a melhor versão de Shadow of the Colossus é a de Play 3, e justamente porque ela é de Play 2, só que mais jogável, né?
Mais jogável, de FPS, com desempenho melhorado, né?
É porque a do PlayStation 2 é soft, coitado.
É, não, não, na força do ódio, cara, porque tinha hora lá que era que nem eu, rodava 10 FPS. Aí eu adoro, era outro Era tenso demais.
Eu adoro demais o Play 2 sofrendo para rodar esse jogo. Eu gosto quando ele tá peidando frio.
O gato masoquista do Alec gosta de ver o videogame sofrendo.
É o Breath of the Wild de antigamente.
O Alec é o BDSM de console, velho.
Console velho sofrendo para rodar jogo.
Ele tampava a saída de ar com paninho e deixava o videogame esquentar.
É, quando via que o videogame tava custando a rodar o jogo, eu vou abrir sua tampa aqui, quero ver você rodar esse jogo agora, o seu.
Console velho para rodando jogo pesado assim, ó, pô, Mega Drive rodando Gunstar Heroes, ele sofreu. Isso é isso, eu quero que você sofra porque eu sei que você tá, cartucho até esquentava. Então esse caso aí, porque o remaster é justamente isso, é bastante fiel, né? E o ICO também praticamente a mesma coisa, né? Melhor forma de jogar esses jogos. Infelizmente tá preso no Play 3. Porque se você quiser jogar Shadow of the Colossus atualmente, você tem que jogar a versão de PS4 lá no PS4 mesmo, ou na retro com Play 5.
Nem para PC esse bicho tem. E aí essa versão da Bluepoint muda a direção de arte. Isso também aconteceu com o Demon's Souls. Esse talvez seja um dos maiores problemas de remakes assim, porque claramente não é feito pela galera original, né? Não é feito pela Japan Studio, descansem em paz também. E não é feito pela FromSoftware, no caso do Demon's Souls. Então é uma outra visão, dá para ver que tipo o mundo não tem exatamente a mesma estética, os colossos não tem a mesma estética, o diálogo, o chefe do Demon's Souls tem um chefe lá que claramente a visão original lá do time do Miyazaki não é o mesmo que a Bluepoint View.
Eu não lembro o nome do chefe exatamente, mas é um chefe que é um cara meio esquisitão, usa um capacete e tal. Na versão, no remake, é um cara gordo, asqueroso, que não era a visão da FromSoftware. E aí assim, a fidelidade gráfica é realmente superior, tanto do Shadow of the Colossus quanto do Demon's Souls, mas a direção de arte entra naquilo. Se você for muito purista, você vai ver que tipo, e perde a oportunidade também de trazer conteúdo novo, no caso colossos novos, né, no Shadow of the Colossus, que foram cortados.
Eu gostei da pronúncia correta do plural de colossos, né.
Na minha cabeça, eu nunca, eu sempre usei isso, esse negócio no plural. E aí entra outro problema também, não é acessível alguns desses jogos que seria bom ter um remaster. Se tivesse um remaster do Demon's Souls do Play 3, do Shadow of the Colossus do Play 3 nos consoles atuais, no caso no Play 5, estaria tudo bem. Ah, tem um remake, tem um remaster, show. O problema é quando a empresa tenta apagar o seu legado. E aí você tem que ir lá atrás no videogame antigo para jogar de novo.
Esse é um dos problemas do remake, né? Porque tu refazer o jogo, o próprio reboot, né, pode dar muito errado, né? Tem um exemplo clássico de reboot, entre aspas, moderno, que é o Devil May Cry, né? Que o pessoal, o famoso DMC, foi um reboot da franquia. Eu particularmente achei aquele jogo bem gostoso de jogar, bem divertido.
Ele é muito bom, ele é muito bom.
Agora, os personagens são muito nojentos. Agora, olha que falei nojento, eu me lembro do Mondus lá, repugnante demais assim, cara.
Pois é, tem uns bonecos, uns modelos de personagem lá que, cara, é um negócio para te deixar visualmente incomodado, cara. Você falou do Mondus agora, eu tô lembrando dele.
Então assim, tem essa questão, pô, e a versão original? Se eu quiser jogar Resident Evil 4 original, eu consigo porque ele tá disponível para literalmente qualquer coisa.
Sim.
E o remake, até para executar. Agora, realmente eu não consigo jogar o Shadow of the Colossus original. Eu não consigo enfrentar os colossos, né, de forma colossal, de forma mais fidedigna, né. Eu não tenho essa opção. Isso é ruim, digamos assim. Tipo, é legal que pelo menos a experiência é parecida com a antiga, tem, tá mais bonita, né. Não chega a ser uma coisa assim horrível, porque a gente tem jogos que estão literalmente presos e não tem jeito nenhum de jogar, nem com remake, nem sem remake.
Mas seria legal ter as duas opções, né, para conhecer a história e tal. Eu entendo, Alec, realmente fica um gostinho estranho na boca.
O próprio Ico, né, que foi citado, tá preso, enterrado, e ninguém, ninguém fala dele. E tipo, é um jogo magnífico assim.
Eu vou elogiar a Konami aqui, tá? Metal Gear Solid 3 recebeu remake, Metal Gear Solid Delta, que é mais ou menos nessa mesma vibe do que a Bluepoint fazia, que o Delta é praticamente um remake 1 para 1 com algumas leves atualizações.
Isso aí eu falo com com tranquilidade. É, fui eu que recebi para fazer análise, cara. Se você, cara, se você pegar o Metal Gear Solid 3 original hoje, assim, começa a jogar ele agora, aí você joga, pá pá pá pá, aquela coisa, terminou. Se você for imediatamente para o Delta, que é o remake, né, cara, você tá literalmente jogando o mesmo jogo, só que todo refeito assim graficamente, tudo. Tanto é que você no Delta você tem as opções de controle e câmera para poder deixar ele igual Metal Gear Solid 3 original, inclusive a câmera de cima.
Na época que eu fiz a análise, eu comentei isso na análise e depois fiz uma publicação, um texto adicional fazendo comparações do Metal Gear Solid 3 Snake Eater original com o Delta. E cara, é absurdo o tanto, o trabalho que a comunidade fez ali. É absurdo no bom sentido, né, que eles fizeram para tipo, não, a gente vamos respeitar isso aqui, né. Apesar deles terem, sei lá, cagado na cabeça do Kojima, da coisa toda, mas é questão do jogo mesmo. Eles respeitaram bastante, cara, ficou excelente.
E nesse caso, se você não gostar da direção de arte nova que obviamente não é feito com todo o cuidado, zelo do Kojima. Tem a versão remaster, que é o mais próximo possível do original. Não é idêntico. Se você for muito purista, você só vai ter aquela experiência no original mesmo, no Play 2. Mas o mais próximo disso, HD Collection, tá disponível para os consoles atuais, né? No caso, isso é verdade. Na Master Collection, HD Collection é lá na sétima geração.
Tá disponível para os consoles atuais, você pode jogar tanto original quanto Delta.
Mas se por um lado a Konami faz isso, Insolent Hills ela só entregou para gente, por exemplo, aquela HD Collection do PS3, que é 2 e o 3, né?
E cara, e que portes vagabundos aquele lá!
Empresa japonesa, empresa japonesa tem algum problema seríssimo, pelo menos tinha lá nos anos 90 e no começo dos anos 2000, E eu não, e olha só, o código-fonte do HD deles.
É, exatamente. Assim, tirando alguns casos que aconteceram, sei lá, alguns eventos, eventos, incidentes, tipo um incêndio, alguma coisa desse tipo, ok, a gente entende. Mas simplesmente o cara assim, não, vamos apagar isso aqui que a gente precisa de espaço, cara, não, pelo amor de Deus.
É isso que aconteceu. Ou a Square Enix, acho que é campeã nisso. É, Final Fantasy 7, 8 e 9 tiveram que passar por algumas gambiarras. Acho que o 9 nem tanto.
O pessoal vive pedindo, sei lá, remaster, remake do 8 e do 9, não é porque a Square Enix não quer fazer, porque eles não têm o código-fonte, cara.
O 9, o 9, o 9 eu acho que tá de boa.
Mas outra coisa, o que que impede eles de chegar em alguém que tem o jogo original? Ô, me empresta aí para fazer uma cópia?
Eu não sei se é que depois que gera o código, o código, eu sei que tem isso, mas poxa, já é alguma coisa também, né? Não, eles conseguem fazer o contrário, teve várias, várias, vários engenheiros.
Os cara não consegue fazer É uma empresa milionária, né, cara?
Não é possível que não consiga. Ia vender que nem água, certo?
E outra coisa, vocês aí falando mal dessa coletânea HD do Silent Hill, engraçado que a própria Konami fez um trabalho bem feito, ironicamente com outra propriedade intelectual do Kojima. Eu tenho isso aqui, inclusive, que é aquela coletânea em HD do Zone of the Enders.
Sabia, sim, é muito boa.
Cara, e era excelente assim no PlayStation 2, já é um jogo com desempenho primoroso, maravilhoso.
Eu acho que o Kojima guardou o código-fonte disso tudo, cara.
Ele deve ter um backup de cada projeto dele, eu acho que é um bunker escondido em cada continente do planeta. Eu imagino que ele tem alguma coisa desse tipo.
Eu gostei dessa história aí do Urbana, eu gosto.
Acho que ele só não tem o código-fonte do Metroid Solid 1. 1, mas fora isso, porque o 1 é só emulação, pelo visto.
Cara, eu quero Metal Gear Revengeance, esse é o que eu quero.
Esse aí, não, eu quero que assim, já fizeram um remake do primeiro Metal Gear Solid, que é aquele Twin Snakes, que só saiu para o GameCube e por algum motivo só está disponível lá.
Eu acho até problema de direitos autorais, porque não foi a Konami que desenvolveu esse jogo.
É o pessoal que sempre fala, toca nesse assunto e tudo mais, mas poxa, velho, eu queria, eu queria o Twin Snakes disponível aí para geral. Porque aquele jogo é fenomenal.
Lembra, lembra do Final Fantasy 8, quando a Konami queria muito relançar eles, eles não conseguiam porque não tinha código fonte nenhum? E o Final Fantasy 7, ele só é Square Enix. E Final Fantasy 7, o port atual só existe porque a versão de PC existiu, né, feito lá na época pela Eidos. E atualmente o remaster dele é muito bom e tal, Mas o 8 passou por tantos problemas que você vê hoje, pô, os cenários lavadíssimos, né? Porque eles não têm um código-fonte para melhorar aquela imagem de fundo que é pré-renderizado, e não encaixa com os modelos.
E eu acho que eles aprenderam isso depois, porque você pega, por exemplo, a coletânea lá, o remaster do 10 e do 10-2, que o pessoal fala X2 também, né? E tá lá, cara, o jogo bonitão, tal, aquela coisa.
Esse também tem problemas, é porque nesse caso acho que não foi nem perda de código-fonte, foi Decisões questionáveis de design, porque pô, a cara dos personagens é muito feia no remaster, mas de resto é de boa.
Nesse caso a gente releva porque é um remaster, não é um remake.
É porque no Play 2 era melhor, esse é o problema. Mas de resto, cenários e música, por exemplo, é melhor.
Quer um que ficou muito cachorreira? O trilogia do GTA. Ah, naquilo lá, aquilo ali foi, e aquilo ali claramente foi, claramente não, mas eu chuto que foi feito com IA ali, tentaram botar um filtro meio automático.
Não foi IA, não.
Aquele ali parece que eles Sacanagem!
Eles usaram uma coisa muito artificial, parece que em nenhum momento alguém olhou. Tipo, eles apertaram o botão arruma, arrumou, lança. Tipo assim, ninguém jogou aquilo para ver que ia dar ruim.
Sabe o que que foi isso aí? É porque na Rockstar eles não têm o departamento de vai dar ruim, onde tem um analista de vai dar ruim.
A Rockstar não tem esse departamento, que sobra para nós mortais.
Esse projeto foi rushado na época, eles tinham prazo super limitado para trabalhar.
Eu lembro que a maior crítica nessa época, o que que foi que aconteceu? Porque já existiam versões desses 3 jogos, né? Era o Vice City, o Liberty City Stories e o San Andreas. Aí o que que aconteceu? Já existiam versões desses 3 jogos disponíveis nas plataformas.
Vice City e San Andreas, é o 3.
Aí é o 3, verdade. Já existiam versões desses jogos disponíveis nas plataformas e elas estavam funcionando perfeitamente bem. Aí a Rockstar deu a louca, falou assim: não, vamos tirar essas versões, vamos deixar só as da Definitive Collection.
Por quê?
Porque assim, porque são superiores, né, óbvio, são muito melhores.
Só que não, porque nós somos o dono disso aqui e é isso aí. Mas assim, agora aproveitando que a gente tá falando de Final Fantasy, a questão do remake do Final Fantasy 7, porque é um, é um, é um estudo de caso, vamos dizer assim, interessante. Porque assim, ele, eu acho que ele extrapola de todas as maneiras o conceito de um remake. Porque se você pega o Final Fantasy 7 original, aí é um JRPG de turnos clássico tradicional, aquela coisa toda.
Você vai para o remake, é um senhor RPG de ação onde os caras colocam, sei lá, todo o esforço deles para poder trazer uma experiência cinematográfica de narrativa, de experiência de jogo e tudo mais. E o jogo, e aí o pessoal ainda faz aquela brincadeira, o jogo original ele tinha 3 discos, né, no PlayStation Sim, cara, isso era discos.
Olha só, discos.
E o remake são 3 jogos diferentes, cara, são 3 downloads de 200 GB, já que são muito grandes mesmo.
E nesse caso é um remake literal na palavra, porque eles estão refazendo a linha do tempo de Final Fantasy 7, praticamente. Então o reboot, eu não sei nem reboot, porque ele reconhece É, eu botei, ele reconhece o que aconteceu nos eventos principais. Então, por exemplo, você pode jogar o Final Fantasy VII Remake sem ter jogado o original, mas ele reconhece os eventos que aconteceu lá no Play 1, como se realmente tivesse reescrevendo a história por N motivos que seria spoiler aqui.
Porque tem coisas lá, quando você chega em determinados momentos da história lá, você olha assim, cara, eu não lembro disso aqui acontecer no jogo. Ou então aconteceu, só que aconteceu em um outro momento, em uma outra circunstância, em um o contexto. Até, por exemplo, ali, por exemplo, as cenas lá que eu não vou entrar muito em detalhes justamente por questão de spoiler.
Mas, por exemplo, quando aparece o Zeke, alguns eventos de um jogo de 30 anos, é, pô, mas enfim, suficiente para—
é, mas só que como tem o remake agora, o jogo voltou a ser recente. Então, né, mas assim, tem hora que tem coisa assim, cara, o Zeke não tava aqui nessa hora, tá? Tanto é que, tipo, quando lançou o segundo, o Murphy, ainda surgiu aquela dúvida se, nesse caso eu posso falar porque isso todo mundo sabe, personagem X, personagem X, a menina morre. Ficou essa dúvida de que a mesma personagem importante do jogo original iria morrer no remake, né? E eu vou ser sincero, até hoje eu não sei a resposta disso.
Pior que, ó, ó, não aparece no trailer de divulgação do Então não sei o que aconteceu, até porque eu não joguei o Rebirth, nem terminei o Remake. Tenho minhas curiosidades.
Aí eu não terminei o Remake também. Eu me lembro que eu fiz para o Blast a matéria do, do, da demo. Teve uma demo, aí eu fiz a matéria, falei, ah, em breve eu vou jogar, em breve jogarei. E nunca mais, nunca mais voltei. Eu tenho que voltar porque a demo era muito boa. Só que é engraçado, né, aqueles vídeos é que nem aqueles vídeos, né, de comparação que eles botam ali, né, PlayStation 1 combate por turno, aí vai ali o Cloud todo quadradão e dá o golpe lá, homem de slash.
Lá, uma animaçãozinha e tal. Aí eles pegam a animação do Omni Slash do remake, cara, é um troço assim que é outro universo, é outro jogo.
O que dava para comparar na época era o Omni Slash do filme, né, do Advent Children.
Ah, pode ser, o filme era bem legal mesmo, né, com movimento de câmera que não era possível.
Esse é um exemplo de um remake que extrapolou totalmente o conceito de não vamos refazer esse jogo aqui, mas vamos refazer muita coisa.
Vamos ver, a gente pode vir pelo contrário, um jogo que refez e refez quase igual foram os jogos da trilogia do Crash Bandicoot, o jogo de corrida.
Eu queria falar sobre isso. É, Activision trata a N. Sane Trilogy, né, que é o 1, 2 e 3 do PlayStation 1, com novos visuais, com cutscenes novas e tals, como remaster. Master.
Para mim, aqui não tem errados, né?
Eles são errados porque eles não usam o código do jogo original, né? É tudo refeito. Dá para jogar com a cor, até como o personagem jogava. Se bem que era só uma reskin, mas tem ela jogável.
É questão de níveis extras que eles colocaram lá, que adicionaram depois via DLC.
Tem o sistema de colisão, é diferente, funciona de forma completamente diferente. Então assim, eles já fizeram do começo ao fim. Remake, mas a Activision por algum motivo trata como remaster. Só que só ela trata, todo o resto do mundo fala que é remake, e é o certo.
Lembrando, não, a gente tem que dar o braço a torcer, Alec, porque assim, ó, na prática eles até chamaram pessoas que jogaram, especialistas entre aspas do jogo, bateram os tempos de time trial lá para ver se tudo tava bem coerente. Se apesar de terem feito do zero, se o sentimento, né, a sensação de jogar era a mesma do original.
Original.
E realmente tu joga os dois, o movimento é muito orgânico assim. Uma pessoa que jogou original pode pegar esse e jogar tranquilamente, que apesar da colisão, a colisão é um problema. É, a colisão, mas ainda assim, cara, tá muito parecido, muito parecido.
E o de corrida, você passa raiva igual que você passava no jogo original.
É um caso diferente, por exemplo, do Metroid Prime Remastered, que apesar de ter visuais realmente refeitos ele aparentemente é feito em cima do código do GameCube, só que é modernizado, etc. Aí sim, beleza, é um remake, show. Não, não, uma experiência não muda a outra tirando os controles mais modernos e tal. Antigamente era mais fácil você definir o que que era remake, o que era remaster, lá na época do PlayStation 3, 360, porque quando ele chamava de remaster é o famoso HD, né, HD Edition, sim, o tratamento em alta definição.
Porque o que que era o remaster naquela época? É o jogo lá 480p, justamente o Shadow of the Colossus que a gente falou, em HD com umas texturas levemente melhoradas, mas ainda é o mesmo jogo. Hoje em dia tem jogo que fica bem difícil, que tipo, isso é remake ou é remaster? Ah, se o jogo é 1 para 1, ele é só um remaster. Ah, mas ele foi feito totalmente do zero, ele é um remake. Sonic 1 e Sonic 2 que estão no Sonic Origins, mas foram refeitos no celular, no Android e iOS lá, em 2013, 2014, mais ou menos.
Eles são remakes porque eles foram refeitos do zero mesmo, só que é o mesmo jogo, mesmo gráfico, mesma trilha, só que remasterizada, etc. Aí fica nesse, nessa área cinza que a gente não sabe como chamar.
Mas como eu sempre eu disse lá no início, são jogos bons e é o que importa, né? Se o jogo é bom, é isso aí.
Falando em jogo bom, tem um jogo muito interessante, eu tenho ele até na minha coleção aqui, e muita gente esquece que ele é um remake porque é ele é um remake de um jogo meio antiguinho, sabe, que é aquele Trials of Mana, que foi originalmente lançado para o Super Nintendo, para o Super Famicom no caso, né, como na versão japonesa dele chama Seiken Densetsu 3. Ele é um jogo da série Mana. E cara, eu lembro que no Super Nintendo eu adorava esse jogo.
Esse jogo é maravilhoso, é muito muito bom. Quando anunciaram que iam fazer esse jogo, um remake dele, né, mas em nenhum momento é assim, não em nenhum momento, mas assim, eu acho que eles evitavam de falar que era um remake e tal, uma coisa assim, deixavam tipo assim, quem conhece a série sabe que é um remake, quem não conhece é um jogo totalmente novo e tudo mais. Porque de certo modo foi um jogo que durante muito tempo ele ficou restrito ao mercado japonês, e só agora com a popularização da franquia que ele foi saindo do Japão e conquistando outros territórios e tudo mais.
E cara, esse jogo, quando anunciaram ele, eu lembro que eles até lançaram na época uma demonstração e eu joguei, cara. Eu jogava, eu acho que eu joguei umas 3 ou 4 vezes essa demonstração, porque a dinâmica do jogo permite que você jogue com assim, são 6 personagens, mas você tem que escolher 3 para poder jogar. E dependendo dos 3 que você escolhe, a história vai tomando uns rumos, né, tem umas ramificações e tudo mais. E aí muito tempo depois apareceu uma oportunidade de eu pegar esse jogo em mídia física.
Vamos deixar, vamos enfatizar aqui, em mídia física. E hoje é uma raridade, se você procurar esse jogo em mídia física hoje, ele custa um dinheirinho bom. E eu joguei ele, cara, que jogo gostoso! E eles assim, ele mantém a dinâmica, ele mantém o sentimento, mantém a experiência visual, e isso, e ele mantém aquele sentimento assim de jogabilidade aquela sensação assim, as músicas, a ambientação, tudo. Você, cara, eu tô jogando aquele jogo de novo, mas na sua melhor versão, sabe?
E isso para mim é uma coisa assim que junta o útil com algo muito agradável, que é tipo assim, eu fui atrás desse jogo pela nostalgia e fui extremamente bem recompensado pela qualidade do trabalho que o pessoal da Square Enix fez com ele, sabe? Ou seja, a nostalgia foi a isca para poder eu ir atrás dele lá, porque eu conhecia esse jogo, né? Ele não é um jogo muito difundido, mas quem conhece, quem conhece esse jogo reconhece que é excelente, tanto a versão original quanto o remake.
E tipo, em cima disso, em cima dessa nostalgia, eles conseguiram fazer uma coisa, cara, que coisa maravilhosa, que jogo bonito. Quem tiver oportunidade, tem disponível para PC, geralmente fica de oferta, mas para console, se você conseguir tentar conseguir em disco hoje em dia, é Boa sorte.
Uma coisa que eu fiquei assim, porque o Resident Evil 4, quando eu joguei, joguei no PlayStation 2, faz uns bons anos, e eu fiquei muito tempo sem jogar. E às vezes a gente fica na memória uma coisa que a gente não jogou, né? A nossa memória, ela, nossa imaginação, ela melhora uma coisa que não existia, né? Ela cria um tipo de jogar o Super Mario antigo lá, quadradão, e tu tinha uma percepção um pouco diferente do que aparecia na tela.
Aquele meme, né, que tu olha o jogo quadrado e diz, meu Deus, os gráficos nunca serão mais bonitos do que isso. Olha lá, é super tosco. E aí quando eu joguei Resident Evil 4 Remake, que o nome oficial não tem remake do lado, né, mas enfim, nenhum deles.
Quando eu joguei, cara, eu fiquei com uma sensação tipo assim, a gente fala remake para você saber de qual versão que você tá falando. Isso.
Uma coisa que eu vi algumas cenas ali que obviamente eram mais bem feitas, mas dentro de mim eu olhava aquilo E eu dizia, cara, eu pensava nisso, eu imaginava isso, algumas coisas assim, tipo, bah, o Leon conseguia fazer um chute que agora ele faz de uma maneira muito mais bonita, né? Os inimigos muito mais— parece que é o remake traz à tona, tipo, não é o potencial, mas tudo aquilo que o jogo poderia ter sido, tudo aquilo que a gente esperava dele, que na época não tinha.
Consegue transmitir com mais intensidade aquilo que queria passar naquela época, né?
É porque não tinha limitações, né? É como o George Lucas sempre falou, né, que ele queria ter feito muito mais coisas no Star Wars original, a trilogia original, e ele não conseguiu.
Ele teve que esperar lá até 1999, teve que esperar a tecnologia ser criada para conseguir fazer o que ele queria, para enfiar um CGI feio no jogo.
Não, não, não, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, não vamos começar essa discussão.
Não é feio, rapidinho em cima disso, um off topic rapidinho em cima disso, eles vão relançar a versão original de 1977 do Star Wars no cinema.
Se vier aqui no Brasil, eu vou assistir no cinema.
Eu vou, eu também, cara, tô garantido já.
Pô, quero muito ver isso, que é bonito. É o Jabba original, né?
Esse aqui é bizarro, o Jabba todo, dá para ver até o zíper ali do—
nem existia. Essa é a questão, essa vez eu quero que ele existia no roteiro, ele existia no roteiro, no corte original não existia ele lá.
Tá, mas enfim, eu acho que isso é legal do remake, Sabe, tu conseguir trazer um pouco a mais do que poderia ter sido e não foi por N razões, porque a geração antiga, porque não tinha dinheiro, porque sei lá, alguém lançou e depois olhou, putz, que oportunidade, podia ter feito isso, né? Porque muito jogo antigo, não qualquer jogo ali antes de PlayStation 3 não tinha atualização online para o jogo. Se saía com erro, azar, ou uma oportunidade perdida, daqui a pouco uma melhora no menu, né, um chefe que era meio quebrado, isso não existia.
Hoje dá para fazer. Então daqui a pouco poderia ter uma versão super 100%, né? Muito, tudo, todo o potencial poderia ter sido. A gente vive em época de esperando aí Ocarina of Time, né, remake.
Talvez seja um dos remakes mais aguardados de todos os tempos, porque é o remake mais aguardado de todos os tempos, em que as pessoas sempre sonharam e agora vai acontecer. Mas pelo menos até o momento, até o momento a gente ainda não sabe qual é a cara desse remake, né?
E eu coloco Ocarina of Time pau a pau com Resident Evil 4. Assim, são jogos que entregaram demais, assim, revolucionaram muita coisa. Então qualquer remake que tu não faça de maneira muito excelente vai tomar um pau gigante.
É engraçado, aproveitando esse negócio do Ocarina of Time, remakes que não precisava. Eu nunca estive muito presente no assunto de que o Ocarina of Time precisava de um remake. Eu fiquei surpreso que as pessoas realmente ansiavam por isso e fico pensando, sério, isso aí é a nostalgia falando mais alto que a razão. Assim, Resident Evil 4 também tava na mesma situação quando ele foi anunciado. Eu fiquei pensando, Resident Evil 4 não precisa de remake.
E eu acho que realmente ele não precisava, só que a Capcom fez um trabalho tão bom que, ok, a gente aceitou, é um ótimo remake, show, mas ainda não precisava. O Ocarina of Time para mim é a mesma coisa, ela não tinha necessidade alguma.
Depois que o jogo for lançado, a gente volta nesse seu questionamento aí para poder ver É o mesmo resultado que o Resident Evil.
Eu não digo que não precisa, eu digo que é um risco altíssimo, um altíssimo risco, porque tu vai tomar um, vai apanhar feito bicho assim, porque não vai ter desculpa. Por que que tu refez um jogo que é perfeito, já tava muito bom, lançou de qualquer coisa, é para ganhar dinheiro, blá blá blá blá blá. Então na prática é um risco muito grande, mas não que não possa fazer. Se fizer bem feito, é mais um jogo bom aí para mim.
Como é a própria Nintendo que tá fazendo, então eu acho que nesse ponto aí a gente pode ficar um pouco mais tranquilo.
O que que a Nintendo tem de remakes assim? Star Fox, que tem uns 5, né? Ela refez Pokémon, né?
E todos tirando, Red fez várias vezes inclusive.
Awakening, Link's Awakening, né? Tem os de 3DS que também o pessoal elogiou bastante.
Cara, tem um Super Nintendo, Link's Awakening, não, é no do 3DS, é uma continuação dele.
Acho que o único que tomou mais apanho, tomou mais pau assim, foi aquele que é o Shining Pearl e o Brilliant Diamond. Não foi a Nintendo que fez, foi uma terceirizada lá que fez.
Nem foi a Game Freak que fez esses, né?
Não, não foi. Eu vi que assim, é muito mais porque o pessoal adora esses jogos e não foi tudo que se esperava, sabe? Assim, não que tenha sido tão ruim em si, mas poderia ter sido muito melhor. Melhor, mas uma oportunidade, tipo assim, o remake que acabei de falar, né, pode ser uma coisa muito melhor, oportunidade do potencial, e esses não viveram o potencial. Então não, mas não que sejam jogos ruins, né.
Acho que é isso, né, não me lembro de mais nenhum de cabeça. Tem um jogo em específico, é assim, cara, é o meu, é o meu jogo assim favorito da vida. Se alguém virasse para mim falar assim, Alex, você tem, você pode jogar um último jogo antes de deixar este mundo? Jogar o 4, né, o novo. Isso, dizem que ele ficou bom. Ele ficou bom, Alex? Você que jogou ele?
É bom, é bom, é um bom jogo. Inclusive vai ter atualização gratuita que vai botar 15 fases novas no jogo.
Aí que é bom, tá vendo? Mas assim, durante muitos anos eu pensava que, cara, esse é um dos meus, sei lá, top 3 jogos melhores, mais perfeitos que eu imaculados assim da minha vida, que é Chrono Trigger. Sempre que entrava nessa discussão de jogos que eu não queria ver, sei lá, refeitos, Chrono Trigger tava sempre nessa lista. Chrono Trigger, ele foi originalmente lançado para Super Nintendo há mais de 30 anos. E o que que acontece?
Ele já recebeu versões para PC, para DS, para outras plataformas, plataformas, mas foram ports, né? Por muito tempo eu defendi a ideia de que esse jogo não precisaria ser refeito, mexido, nem nada. Só que aí começaram a surgir esses jogos com essa estética HD 2D, que eu acho a coisa mais magnífica de bonita assim do mundo, principalmente os Dragon Quest, que a própria Square já lançou aí. Cara, eu vejo esses jogos assim, caraca, mano, lá vou eu querer jogar Dragon Quest de novo!
De novo só porque eles fizeram com essa estética brilhante, magnífica e tudo mais. E aí em cima disso eu pensei, cara, se eles tivessem que fazer um remake de Chrono Trigger, eu queria que fizessem dessa maneira, HD 2D.
Eu gostaria de um remake 3D boladão mesmo por causa do Chrono Trigger, só que eu acho que a Square Enix não teria capacidade de fazer uma parada tão boa.
Então o HD 2D é mais Eu achei que ele ia falar de Octopath Traveler, de estética.
Não, eu não falo muito dele porque é um jogo que eu não joguei, então ele nunca entra assim no meu vocabulário, sabe?
Vamos dizer assim, é porque a estética dele eu acho que combina muito com Chrono Trigger.
Eu não sei por quê, mas os HD-2D é aquele negócio, você tá refazendo parada, mas você ainda tá, vamos, de certo modo preso àquela estética original dele. Dele, mas você ainda assim tá trabalhando pelo menos na direção, assim, num foco na direção artística de uma maneira que vai atrair mais gente, sabe? Porque assim, Chrono Trigger, se você pegar alguma pessoa mais nova hoje, vai olhar para aquele jogo, não sei o quê, porque na época que Chrono Trigger foi lançado, cara, que jogo, que jogo, que jogo magnífico, que jogo estupendo aquele lá! Quantos finais que ele tem mesmo? 13, 14?
13, acho que a gente não dava só de DS, são 13.
E eu lembro que assim, eu e um amigo meu, a gente jogou a versão do PlayStation e a gente fez todos os finais que tinha para fazer naquele jogo lá. Sabe o que é você ficar, sei lá, uns 2 meses direto jogando a mesma coisa? Era a gente lá naquela época. E assim, eu pessoalmente, se eu quiser, se fosse para ver um remake de Chrono Trigger, eu gostaria que vê nessa estética de HD 2D, porque eu acho que funciona para proposta assim de Chrono Trigger, para não perder o charme original dele, sabe? Eu acho que nesse caso funcionaria.
É porque assim, a gente, pelo menos o que eu tô vendo, é que a galera tá com um pouquinho de receio de mexer no que é RPG de turno. Então a gente tá vendo exatamente a alteração de todos os jogos de RPG de turno, eles estão dando uma variada. E aí eu não sei como ficaria Chrono Trigger A gente já tem os clássicos aí, a gente já falou de Resident Evil, de Final Fantasy 7, mas a gente também tem uma mudança até no próprio Pokémon, que deixou de ser um RPG de turno, infelizmente, né?
Mas os remakes atuais, pelo menos o que tiveram de remake, todos eles mantiveram o mesmo sistema de batalha do original, né? O último remake que tivemos de Pokémon foi o Brilliant Diamond, porque ele tem problemas por ele ser tão fiel ao original que até as partes ruins da 4ª geração ele mantém. É, ficou RPG de turno.
Não, e é um jogo bom, ele tem algumas coisas legais ali que eu particularmente, pelo sei lá, eu entendo que Pokémon é um monstro gigantesco, é difícil agradar todo mundo, é um troço que é meio complexo assim, mas eles podiam manter essa vertente por turnos e não por turnos para pelo menos agradar os dois, os dois O que você acha?
É meio que o non-turno da, da, no caso de Pokémon, eles poderiam ousar um pouquinho. E você já jogaram um jogo chamado Ni no Kuni? Conheço bastante o primeiro, no caso em específico. Ele tem um sistema de batalha que você usa uns bichinhos. E quando eu joguei aquilo pela primeira vez, eu falava, eu vivia falando assim, cara, se Pokémon fosse assim, seria uma coisa muito legal, porque no Ni no Kuni as batalhas elas são definidas assim: você, quando você entra numa batalha, aparece meio que uma arena, você joga um bichinho lá, né, o seu mascotinho, vamos dizer assim, e aí você vai dando comandos para ele em tempo real, e aí ele vai executando conforme uma linha do tempo lá na tela vai se mexendo, uma coisa assim.
E eu pensando, cara, se Pokémon fosse desse jeito, ia ser, cara, né, porque aqui pelo menos assim ele ia manter um pouco da essência mesmo de Pokémon, mas sem perder muito sem ousar demais, sabe? E ainda ia manter a, vamos dizer assim, a experiência daquele universo. Para quem não conhece, depois vai lá no YouTube falar assim, vai lá, Ni no Kuni Battle, sei lá, e assistir uma batalha lá, você vai entender mais ou menos o que que eu tô dizendo.
Se eu tivesse que escolher 2 jogos para fazerem remakes, eu vou falar 2 jogos do PlayStation 2 que eu era muito fã, que eram— não é mais não, ainda sou, mas é como o Alec falou, né? Eles estão presos lá, né? Eu não tenho como jogar Quer dizer, tem mais ou menos, né? É o Burnout 3, Burnout 3 Takedown, que eu simplesmente adoro. Na verdade, eu poderia estender para Need for Speed Underground, aqueles jogos de corrida daquela época, cara, eram uns jogos tão estilosos de corrida.
A gente não, tipo, não que Forza, por exemplo, seja ruim, mas é outra batida de jogo.
Foi rebaixada a estúdio de apoio de Battlefield.
Meu Deus, lembrando que a maioria dos caras da Criterion original do Burnout já nem estão mais lá, eles têm um outro estúdio jogar. Mas enfim, e eu também queria muito jogar os Ratchet Clank original. Eles podiam ter refazer os originais usando o motor gráfico do, dos atuais, em outra dimensão. Como é que é o nome agora?
É outra dimensão em português.
Eles podiam fazer naquele motor gráfico porque os Ratchet Clank originais são muito bons, muito bons. Podiam só refazer, tipo assim, take my money. É aquele meme do Fry lá do Futurama.
É muita lavoura e pega o dinheiro.
Porque podia pegar carona com essa Galera aí acelerar. Podia, podia.
Eu só falei Ratchet Clank porque meio que pronto, já vai, já leva todo mundo, cara.
Tem tanto jogo bom que se eles têm dificuldade em emplacar séries novas, eles querem fazer seguro, porque não fazesse, sabe? Por que que tem que fazer uns jogos AAA caríssimos aí, super nichados, quando podem fazer uma coisa mais boa?
Sly Cooper, nossa, podia fazer remake de The Last of Us Parte 1 é acessível.
Não, remake foi muito desnecessário.
Meu Deus, assim, o jogo é bom, mas foi o que o Matheus acabou de falar, desnecessário.
Eu acho que eu vou defender aqui o Parte 1.
Ah não, ah não, não, não, pera aí, me defende, eu quero ouvir.
Vou lá, Paulo, argumenta, bora lá, argumente.
É, eu gosto, não, Matheus tá lá naquela mesa assim, ó, The Last of Us Parte 1, me convença, me convença, me convença.
Eu tô com uma faca aqui, uma chaira aqui Assim, sabe o que você sentiu quando você jogou Resident Evil 4, o original, para o remake? Que é aquela coisa de ele me lembra a memória afetiva que eu tenho do jogo antigo e não necessariamente o que é o jogo antigo. Eu acho que o Parte 1, ele é muito isso. Ele vai assim, eu joguei o original lá em meados de 2013, eu pulei o remaster dele no PS4 e eu vim jogar o Parte 1, né, mais recente.
E assim, eu juro que quando eu terminei o parte 1, eu virei e falei assim, cara, por que que eu tô jogando esse jogo? Esse jogo não mudou nada, eu só fiz literalmente pagar por ele de novo. Há umas 2 semanas atrás, o remaster de PS4 tava em promoção, e aí eu fui, eu comprei de novo pela terceira vez, pelas duas vezes, e eu fui jogar. E cara, assim, para quem tem eu acho que esse gap do que foi a versão de PlayStation 3, e sério, gente, eu joguei muito a versão de PlayStation 3, e pulou a versão de PlayStation 4 e foi diretamente para o Parte 1, vai ter essa mesma estranheza do tipo, cara, não mudou nada, não mudou nada necessariamente.
Mas quando você joga a versão, a própria versão remaster mesmo, cara, você vê que a qualidade de vida do jogo na parte 1 é milhões de vezes melhor, milhões de vezes melhor.
Foi o que eu vi quando eu joguei isso aí, eu percebi quando eu joguei, por exemplo, o remake do Metal Gear Solid 3, o Delta, foi desse jeito, tá?
É que assim, ó, pelo que eu entendi, eles não mudaram nada em termos de jogabilidade, história, itens.
Eles refizeram história, tem algumas mudanças assim, gente. Eu sei as falas inteiras de The Last of Us, eu literalmente dublar o jogo todo.
As falas que ele fala no momento 54 minutos e minuto 1.255.
Claro, você ensinar a cena do Joe entrando no quarto para pegar a Ellie, a Ellie tá lendo só o diário de uma outra garota que, sei lá, viveu há 20 anos atrás e se importava só com roupas, garotos e o que que vai combinar. Eu sei inteiro, eu sei. Mas assim, de fala realmente mudou muita pouca coisa, mas se você pegar o roteiro original, ele já é bom o suficiente. Então, tipo, não sei como melhorar.
É aí que tá, porque assim, ó, tu pega o remake do Resident Evil 4, cara, é um jogo da sua época, mas que hoje mudou demais. Então assim, a questão de trocar arma é um troço extremamente irritante. Mesmo quando eu jogava no Play 2, eu já achava um pouco irritante ter que pausar para trocar arma, cara. Isso é um avanço que remake é direto assim, tu nem pensa, né? Pô, óbvio. E eu não vejo esse tipo de coisa É, isso é uma coisa que o remake não trouxe, do Last of Us.
Que nem tu falou, acho que tem esse ponto. Se tu perdeu o remaster do PlayStation 4, tá, aí talvez faça algum sentido tu ir direto para o Parte 1. Bom, né, eu vou ter uma versão mais bonita, né, e o jogo é basicamente o mesmo. Mas tu jogou o original, jogou o remaster, o Parte 1 é muito nichado. Eu só vejo ele como uma pessoa que realmente gosta muito da quer, porque ele não acrescenta nada em termos de jogabilidade, que é o que mais importa num jogo de videogame, né?
Pelo menos na minha opinião assim, a história tem que ser absurda para compensar a jogabilidade. E como isso não é alterado, eu sempre olho tipo assim, cara, precisava assim? Aparentemente precisava, porque tem pessoas que acham interessante.
Mas aí também aí atrai um público que não tem isso também.
Mas aí tu não vai me defender aquela coletânea que teve a última, a parte 5.
Aí não, aí não, aí não.
Ah não, porque se tu defendesse aí sim, aí não. Como é que é o nome? É, como é que é a coisa?
Era, tinha um nome pomposo, mas eu não lembro.
É tão relevante que ninguém se lembra, ninguém se importa.
Complete Edition, edição completa. Ou em português ficou Last of Us completo. Ah, custando apenas R$570.
Justo, tá mais barato que o FIFA.
Tá bom, tá assim, para quem, para quem vai jogar pela primeira vez, um The Last of Us, cara, vale a pena assim, R$250 cada um dos jogos. E eu acho bem pagável.
Não, eu não acho, desculpa, eu não acho.
Não, eu acho que, eu acho que nesse, nesse detalhe aí eu recomendo o pessoal ficar de olho nos canais de oferta, porque lá tem umas oportunidades melhores.
Mas enfim, né, acho que a tua defesa foi razoável, Paulo. Eu aceito ela, não concordo, mas eu respeito.
Pô, não, caraca, não, pera aí, vamos chutar, vamos chutar cachorro morto, gente. Vamos, eu gosto. Alguns remakes realmente ofensivos: Tartarugas Ninja: Todos em Time, aquela nojeira lá.
Só você lembra disso, Qual é o, qual é o Ninja?
É o remake do Turtles in Time que ninguém se importa, que a Ubisoft fez lá na 7ª geração.
Ah tá, não é esse último agora bonitinho?
Não, não, o Shell.
Pesquisa aí, é um que só saiu digital lá na PlayStation Store.
Nossa, eu nem sabia disso, cara.
Abre o YouTube e dê uma olhada do porquê ele parece Tão ruim. É, é, é, é.
Terminando aqui, você dá uma passadinha lá no YouTube e vê essa atrocidade.
Pior que eu tô vendo aqui. Por quê? Por que Activision? Por quê, cara?
Activision não, Ubisoft.
Ubisoft só podia, né? Tinha que ser o Chaves de novo. Por quê?
Por quê? Até cachorro morto.
Olha esses 3D, cara.
Não. Porque, prossiga, qual é o próximo cachorro?
Obrigado, Alec, por me trazer pesadelos.
Ah, de nada. Ô, Shalom, você que gosta de Mana, eu vejo muito comentários ruins sobre o remake de Secret of Mana, o 3D.
O Secret of Mana, cara, ele não é ruim, mas ele não é bom. Não, é assim, ele fica naquele negócio assim, cara, se você é muito fã, muito, muito fã mesmo de Secret of Mana, o remake você olha para ele assim, sabe, cara?
Eu vejo mais comentários ruins com relação ao visual dele.
É, o pessoal parece que deu uma viajada na direção de arte ali porque perdeu um pouco do charme do original, uma coisa que, por exemplo, no Trials of Mana não aconteceu, entendeu? Trials of Mana, ele respeita muito o material original.
Faz sentido.
Tony Hawk é muito bom, os remakes que eles fizeram, tá?
Nossa, sim, são excelentes, né? Esse aí não tem como negar. Os Spyro também.
Verdade, também ficaram muito bons.
Pô, maravilhoso a trilogia dos Spyro, cara. Ah, uma opinião sobre vocês no geral, é o visual do Super Street Fighter 2 Turbo HD Remix, que eu acho muito estranho. Eu acho muito estranho, não clica muito comigo.
É um jogo legal para quem gosta de Street Fighter assim, talvez. Nossa, sim, muito. Caramba, Street Fighter em Flash, meu Deus.
Qual é o nome desse mesmo? Turbo HD Remix, né? Isso.
Acho que felizmente ele tem a opção de você trocar os sprites dele para o original.
Ah, é, tá, lembrei. Não, mas eu não acho ofensivo.
Não, não é ofensivo não, mas é estranho porque são novos desenhos feitos em cima dos sprites do Street Fighter 2, que já não tem grandes animações para hoje em dia. Para época era convincente, para Hoje em dia nem tanto.
Nada pior que essas tartarugas em 3D aqui.
Nada é tão ruim que não possa melhorar, hein?
Mas teve uma época que eles entraram nessa, nessa lenga aí, né? Ah, vamos transformar tudo que é 2D em 3D, né? Jogos 2D, 3D.
E aí essa geração aí teve remake de Earthworm Jim, teve um monte de remake de jogo de Atari, de Missile Command.
É que nem o Worms 3D, cara. O Worms 3D não funciona.
Não funciona.
Teve remake de Prince of Persia, do original mesmo, né, do 2. Também pela Ubisoft. Aliás, não pela Ubisoft, pela Gameloft. É quase uma—
nossa, Gameloft, meu Deus!
E acho que só chutar, para chutar a caixa, acho que é só isso mesmo. Ah, não, pera aí, a trindade do PSP, para finalizar aqui: Mega Man: Maverick Hunter X, que é um É o melhor remake.
Esse é o melhor de todos, eu acho. Vamos ver.
Não, eu acho que é do Super Nintendo ainda melhor, mas eu acho, com certeza. Mega Man Powered Up, que é aquele versão meio que típico dos Mega Man.
Mas esse não é tão ruim, Alec.
Não, são bons, eles são bons. Não, a Santa Trindade que eu tô falando, que do PSP vai chegar a versão. Por isso que eu fiquei pensando, são os 3 jogos, tipo, você pega um PSP, você pega esses jogos, né? O Powered Up tem até um um criador de fase lá, mó legal. E para agraciar o Shalom aí, talvez Castlevania: Dracula X Chronicles, excelente remake. Sim, esse merecia um remaster, tipo, só para deixar os assets em alta resolução mesmo hoje em dia, sem mudar nada, precisa mudar mais nada, só uma alta resolução.
Aí o que que a Konami fez? Pegou o Rondo of Blood e o Symphony of the Night desse pacote e lançou no PlayStation 4. PS4 e tá lá até hoje. Parabéns, parabéns!
Eu lembro que eu fiz uma análise desse pacote, eu desci o ferro nela. Depois dei uma olhada lá no site, ficou uma análise maravilhosa. Modéstia à parte, cara, eu adoro Castlevania. Esse jogo eu platinei ele, essa versão do PS4. Mas na hora que eu falei assim, cara, eu vou fazer um review desse jogo aqui para postar lá para posteridade, sabe? Como eu detonei a Konami nesse texto, gente! Se você quiser ver uma lavação de roupa gratuita, vai lá no texto dessa análise aí.
Chama Castlevania, como é que é, o Rondo of Blood. É o hack antes do Resident Evil, tá vendo?
Mas assim, ó, uma coisa que a gente não comentou nesse episódio, a gente pode fazer um só sobre isso.
Mas tem alguns jogos, vai rolar remake desse episódio um dia. Esse aqui acho que é o terceiro ou quarto.
Essa foi boa. Mas assim, tem jogos que são tão bons que não precisa nem remasterizar o portátil, fazer remake, só port é o suficiente. Realmente, tu pega joguinhos assim, tipo, Ultimate tem uma coleção do Pac-Man, Dig Dug, Galaga, ou sei lá, pega Mega Man, Mega Man X, cara, tem as coleções. Eles não fazem nada, eles só botam o jogo ali e é isso, cara.
Não, e pior que se a gente for pensar em portáteis, eu acho que é quase um episódio à parte, porque tem muita coisa que tá exclusiva em portáteis até hoje que, meu Deus, são maravilhosas.
Inclusive remakes que você pode apertar um botão para voltar. Falaram aí do, qual que você falou mesmo, que tinha esse botão de apertar, ou Chama para voltar para o gráfico original.
O Tomb Raider tem isso, a do Soul Reaver tem isso.
Além do Halo, acho que Combat Evolved Anniversary lá do 360. Mas eu só tô puxando o gancho para enaltecer o Wonder Boy: Dragon's Trap, baita remake, lindíssimo exemplo de como fazer gráficos modernos de um jogo em pixel art originalmente, lindíssimo.
Legalíssimo.
Esse eu recomendo também. O que também, também tá vendo na retape de mensal, tudo isso aí que tem esse botão de voltar para o gráfico original. O Alex Kidd também. Sim, é verdade.
Dito isso, vem em mim Metal Gear Solid, Metal Gear Rising Revengeance, por favor.
Rising Revengeance.
Mas você quer um remake? Você quer um remaster?
Eu quero alguma forma de jogar esse troço no meu PlayStation 5, cara.
Venha para o PC, não tem mais.
É, no PC tem, né?
No PC eu tenho ele aqui, tô olhando para ele agora, inclusive.
Que legal para vocês. Depois eu vou jogar o meu Shadow of the Colossus, tá, Alec? Abraço.
Ah, eu dou meu jeito para jogar isso aí na melhor versão.
Cuidado.
Talvez você já saiba que tanto Nintendo Tanto GameBlast possuem revistas digitais, não é mesmo? Mas você sabia que agora você pode receber novas edições diretamente no seu celular? Pois é, agora você tem mais essa comodidade graças à BancaBlast, nosso novo canal no WhatsApp e Telegram. Por meio dele, sempre que uma nova edição de uma de nossas revistas for lançada, você será avisado e já poderá acessar na hora uma edição fresquinha das revistas Nintendo Blast e Game Blast.
E o melhor, tudo isso totalmente de graça! O que você está esperando para entrar no canal e não perder nenhuma novidade e ainda participar da escolha das próximas edições? Acesse agora o canal Banca Blast no WhatsApp e Telegram pelo link na descrição. Então é isso aí, pessoal. Esse aí foi o nosso, sei lá, acho que foi igual eu comentei agora há pouco, acho que é o terceiro ou a quarta vez que a gente entra nesse assunto, porque remake, né? A gente tem que refazer nossas opiniões aí.
Você faz um remake dela todo dia.
É desse jeito. E para finalizar os trabalhos de hoje, vamos agora para o nosso bloquinho final, onde trazemos os comentários comentários e resultados das enquetes de programas anteriores. Começando aqui com os comentários, no episódio 359, o nosso episódio de notícias aí de julho, a gente, o Panda Lixo comentou o seguinte. Olha só, ele tá se referindo diretamente a um de nós aqui. Ele comentou o seguinte: o Paulo tem uns insights incríveis, ótima adição ao podcast.
Aí, isso é bom.
Acho que a gente conhece, hein?
Eu não sei se é bom, Panda Lixo, também não entendi, né?
Falou obrigado, primo. Falou, falou, deve ser seu primo, sei lá.
Pode ser com ironia, pode ser com ironia.
Pois é, Panda Lixo falando isso, eu fico até, sei lá, muito obrigado.
Tem que ver o avatar dele, é um, parece uma foquinha falando assim. Seguindo aqui no episódio 360, o da semana passada, onde nós falamos sobre backlog. Foi um tema bem divertido aí, a maneira como a gente abordou ele. O Abraão Lopes, nosso colega aí, parceiro que está sempre comentando aí nos episódios, ele disse o seguinte: meu backlog é tão grande que eu preciso de duas cartelas. Caraca! Na infância só ganhava um ou dois jogos por ano.
No máximo alugava algo para o fim de semana, então aproveitava ao máximo. Hoje, com tantas promoções, download imediato e opções grátis, é impossível jogar tudo. Diminuí bastante as compras, mas vez ou outra dou uma escorregada. Isso quando ele não ganha os jogos aqui, que já ganhou jogo aqui também. Sugestão de pauta: loucuras que fizeram por causa de games. Exemplo: gente que mudou de nome na justiça por causa de uma promoção de jogo, botar nome no filho, etc.
Olha, eu vou anotar isso aí, é um tema irreverente que dá para trazer aqui um momento ou outro.
Eu vou botar o nome do meu filho de GTA 6.
Ah, o WhatsApp aí, ó, maior exemplo de loucura, né?
Grande Téfit Alto, nome do filho, desse jeito mesmo, pô, até com essa pronúncia toda zoada.
No mesmo episódio, o Cauê Coelho comentou o seguinte: adorei essa ideia de vocês fazerem Bingo e comecei a ouvir vocês recentemente. Ah, muito obrigado, Cauê! Já está seguindo a gente aí no Spotify? Já deixou avaliação? Já deixou seu nome aí para concorrer a um jogo para PC? Participe, viu?
Vai que seja um remake, hein?
E é, eu posso providenciar, quem sabe. Próximo comentário é do Ilumize. Não sei se eu falei certo, mas é o que tá escrito aqui. A vantagem de só jogar jogo dos outros é ter um backlog tristíssimo. Viva o sistema de família da Steam! Será que eu ouvi um amém?
Amém! Isso é maravilhoso.
Deixa eu até olhar aqui a quantidade de jogos aqui só para mostrar.
Pô, só falta o tempo, só falta o tempo.
Acho que tem mais de 2.200 jogos. É, caraca, caraca, é complicado, é muito jogo.
Por fim, nós recebemos aqui também um email. Eu já falei, se quiser pode mandar email também, tá lá o endereço lá no início lá do episódio. É, ué, que não, povo não pode mandar carta também, mas a gente não tem caixa postal, né? Então não adianta. Olha só que interessante esse email que a gente recebeu aqui, ó. Olá, equipe do Blastcast! O Blastcast 357 discutiu como análise de um jogo é produzida e o Game Blast também reserva espaço para jogos independentes.
Isso é verdade. Por isso acredito que Wonderlang possa render uma pauta concreta sobre como uma mecânica educacional funciona dentro de um RPG completo. Meu nome é Jonathan Barillet, desenvolvedor solo francês baseado em Paris. Olha só onde nós chegamos, chegamos na França. Lancei Wonderlangue, um RPG retrô no qual o idioma escolhido interfere diretamente nos diálogos, na exploração, nos enigmas e nos combates. Não é uma camada de perguntas ao lado do jogo.
Compreender e usar o idioma erro faz parte da progressão. É possível aprender inglês, francês, espanhol, alemão, italiano, português, coreano, japonês ou mandarim. O jogo está disponível para Windows, Mac, Steam Deck e Android, e a versão para iOS está em preparação. Aí deixou o site aqui, né, chama wonderlang.net. Então, merci, mon ami Jonathan Dili, pelo seu email. Merci beaucoup. Meu francês tá muito enferrujado. Na verdade, eu nem falo francês, tô improvisando.
Olha só que legal, gente, a gente chegou num desenvolvedor francês. E aí ele mandou aqui, né, o site aqui. Vou repetir para vocês, para quem quiser conferir mais, chama wonderlang.net. Ou então vai lá direto na Steam, por exemplo, digita Wonderlang, que aí você vai ver as várias versões do jogo. Porque tem, eu tava olhando lá, tem versões do jogo com idiomas específicos e tem uma versão que já traz todos os idiomas. Aí você escolhe ali qual idioma que você quer jogar.
E aí basicamente dentro do jogo você tem que resolver puzzles e conversar com as pessoas baseados no idioma que você escolhe para jogar. Cara, é muito interessante isso aqui. Então fica aí o agradecimento ao Jonathan por ter mandado o email para gente e a recomendação aí do jogo jogo dele. Então, o mínimo que vocês podem fazer, vai lá no Steam, dá um wishlist lá no jogo dele, e quem puder, tiver interesse em comprar e jogar, tá lá.
Fica aí a sugestão também. Wonderlang. Por fim, a enquete aqui. Hoje vamos trazer a enquete que a gente lançou no episódio 358, que a gente falou sobre os melhores jogos de 2026 até agora. Nós Perguntamos o seguinte: dos jogos que já lançaram em 2026, quantos você já jogou? Todos, 0%, porque ninguém, ninguém, cara, ninguém consegue jogar tudo que lançou esse ano. Isso aí, ok. Alguns, 83,3% das pessoas que votaram disseram que jogaram alguns.
E nenhum, 16,7% das pessoas que votaram aqui disseram que não jogaram nenhum dos jogos. Ou seja, tá meio sem tempo aí para poder jogar, ou sem interesse. Mas é totalmente compreensível.
Às vezes ele consegue vencer, né, a inércia ali. A gente acaba jogando algumas coisinhas antigas.
Backlog, ele tem o seu lado benéfico, que você economiza dinheiro um pouquinho, né, com pelo menos com coisa nova.
Mas tem o lado mais benéfico, é que a gente, cara, tem jogos excelentes que a gente nunca jogou, né?
Não, não tem não, porque o negócio é você olhar aquela lista interminável e virar e falar: nossa, não tenho nada para jogar.
Ou eu tô jogando e aí não era isso que eu queria jogar hoje. É terrível.
Depois de 3, 4 horas jogando, não era isso que eu queria não. Finalizando aqui, vou deixar aí um questionamento para vocês, que é o seguinte: o que vocês acharam do episódio de hoje? Qual jogo, na opinião de vocês, merece um remake? Ou qual clássico deveria ser deixado exatamente como está? Ou seja, não mexa nisso isso aqui. Deixa isso quieto aí. Deixe aí sua opinião na seção de comentários da nossa publicação no Spotify ou então no nosso site gameblast.com.br.
Somos orgulhosamente o Blastcast, o podcast do GameBlast, site que você encontra notícias, análises, artigos, revistas, dicas, remakes de opiniões e tudo sobre o universo dos games que você tanto ama. Um grande abraço e até o próximo episódio.
Tchau, tchau, gente! E pouca coisa me ofende tanto quanto gente clamando para remake de Symphony of the Night. Vai jogar Symphony of the Night, não precisa de remake.
Para que refazer a perfeição, né?
Exatamente.
Tchau, tchau, pessoal! E eu queria fazer um remake dessa, dessa indústria de videogames. Quem sabe eles tiram as microtransações ou baixa os preços, pelo menos, né? Consoles mais baratos, o disco ficar, né, mídia física. É, mas esses remakes aí acho que a gente não vai ter não.
Tchau, tchau, pessoal! E por favor, por favor, nunca peçam remake de Super Mario World.
Verdades foram ditas nesse programa.
E eu sou aquele que na verdade queria um remake da minha própria vida. Eu não ia achar ruim não.
Ah, não seja tão pessimista, né?
O remake da minha aparência eu aceito, hein?
Pô, já é uma coisa, tá vendo?
Já inventaram o nome para isso, chama plástica, chama harmonização facial. Não, é que é um remake. Se fosse harmonização É um remaster.
A gente se vê na próxima jogada. Até mais, pessoal! Este podcast foi editado por Alexandre Galvão.