PAIXÃO DEIXA BURRO, e comigo não foi diferente - Episódios Pra Você Sorrir #07 | Kativeiro Cast
Dizem que paixão e chifre é difícil evitar de ter, nem que seja uma vez na vida...
E tem gente que leva os 2 numa só!
Vem me ouvir falar das histórias sobre os meus momentos de emburrecimento temporário causado por essa droga chamada PAIXÃO.
Kati Vieira
- Primeira paixão na adolescênciaPaixão aos 14 anos · Critérios de atração (cabelo e humor) · Estratégias inusitadas para conquistar · Namoro com o 'filhinho da mamãe' · Conflitos familiares no relacionamento
- Paixão e suas loucurasDesorientação e insegurança causadas pela paixão · Ciúmes e possessividade · Pessoas que se apaixonam facilmente
- Segunda paixão e relacionamentos curtosPaixão após 14 anos · Relacionamentos baseados em razão e compromisso · Paixões de curta duração (meses) · Sensação de 'quero mais' em términos abruptos
- Desilusão amorosa e MSNDescoberta de interesse em outra pessoa via MSN · Reação à desilusão (destruição de bilhetes) · Música 'Na Sua Estante' da Pitty · Consequências emocionais e traumas
- Lidando com a rejeição e o 'eu te amo'Ansiedade e comunicação ineficaz · Bloqueio em redes sociais · Declaração de 'eu te amo' e vácuo · Dica para se livrar de pessoas indesejadas
- Dinâmica do relacionamento pós-pandemiaConhecimento via Facebook Date · Proximidade e assuntos em comum (publicidade) · Indicação de emprego · Primeiro encontro e conexão imediata
- Aceitação e superação de paixõesTransformar paixão em ódio para esquecer · A importância de confiar no que sai da vida · Reflexão sobre ser correspondido na paixão
- Escrita como forma de lidar com a paixãoCriação de romance baseado na paixão · Registro de livro na Biblioteca Pública Nacional · Escrita de poemas depressivos
E bem-vindos a mais um Cativeiro Cast. Hoje em clima de paixão. Se bem que tô achando que essa música aqui tá muito sexual. Tô muito indo pra uma coisa, né? Que não é só isso aí, né? Então melhor a gente mexer aqui, pera lá. Oi, DJ.
Agora sim a gente fala de algo avó salador, algo que mexe e remexe, nos bambeia, nos desequilibra. Nem o mais louco viverá o que um apaixonado tem pra viver, não é mesmo? Hoje o tema é esse, bem-vindos.
Mais um episódio pra você sorrir falando das paixões dessa vida, não é mesmo? Vem comigo, pega aqui na minha mão, vamos juntos pra gente entender. E aí você já vai se perguntando, e eu também te pergunto, e a gente se pergunta, e eu já te pergunto respondendo o que eu acho, que é, você é uma pessoa que se apaixona fácil? Qual foi a sua maior loucura por estar apaixonado? Vem comigo! Música
Eu sou igual o Ney, de Mato Grosso. Lembra aquela entrevista? Vamos ver, DJ. Põe aí o texto da entrevista. Paixão, eu não gosto. Paixão me deixa desorientado. Paixão me deixa completamente inseguro. Me deixa completamente... Tudo que eu não gosto de ser, a paixão me faz. Aflora todos os defeitos, os ciúmes, as posses, as loucuras. A paixão aflora tudo isso. Se depender de mim, eu não quero nunca mais.
Eu sou igual, gente. Eu não sou muito fã de estar apaixonada não, mas... Esse é um episódio que não adianta, né? Como diz o ditado, ser corno e ser apaixonado... Não tem como você evitar, né? Uma hora todo mundo vai ser. Uma vez na vida. E é engraçado porque eu falei que não me apaixono facilmente. Mas tem gente que se apaixona, meu Deus, até pela própria sombra. Tive várias amigas que, juro pra você, eu ouvia na minha frente quantas vezes a cena acontecendo. Era qualquer pessoa dar uma mini atenção... Pronto.
Tava lá a pessoa extremamente apaixonada. Tinha até um menino que uma vez gostou de mim e de 500 pessoas ao mesmo tempo. Que eu vi... Gente, juro por Deus. Foi o menino, ele nem acho que lembrava da minha existência. Foi ele me mostrar uma música lá que a gente ficou dois segundos ouvindo lá um fone de ouvido. Pronto. O menino já tava lá esperando pra todo mundo que tava gostando de mim, que tava apaixonado, que não sei o quê.
Mas não se preocupe, porque ele faz isso com um monte de gente. Não é porque a pessoa é canalha. Não, é engraçado isso, mas hoje a gente não vem pra refletir. A gente vem pra apontar dedos. Essas pessoas, né, que gostam de ser levada e as maiores loucuras, na verdade, né, que é estar de quatro pra alguém. Deus me livre, guarda. Tem gente que gosta, tá? Tem gente que gosta dessa...
Deus do Deus, dessa lobotomia que se chama estar apaixonada. E hoje a gente vai nem discutir, tá? Como eu falei, a parte reflexuda disso aí. A gente vem aqui só mergulhar. E eu vim contar que ao todo, gente, em minha vida, eu me apaixonei apenas duas vezes. E vou dizer já bem claramente aqui que... Amor de pica não conta, tá?
Mas aqui a gente vai falar só de paixão. Que a saber, pra mim, envolve um momento muito específico da nossa vida quando a gente tá desequilibrado. Pelo menos no meu caso é assim. Eu só me apaixonava quando eu tô assim desequilibrado, bem mal da cabeça, sabe? Eu não tô boa, tô mal, não tô bem. Aí eu vou lá e me apaixono. Aí, minha filha, aí a coisa vai acontecer. Claro que também não é assim, né? Não vou me apaixonar por qualquer ser humano que passar pela minha frente, como eu já falei pra vocês que tem gente que é assim.
Eu tenho, assim, uns mínimos, uns critérios, mas não são eles tão raros e tão difíceis de se achar, não. Como eu falei, aconteceu duas vezes na minha vida. A primeira, eu tinha 14 anos, pouquíssima idade. E aqui, eu nem vou me delongar tanto, assim, nessa paixão, porque eu acho que envolve mais a gente ser adolescente do que ser apaixonado. Porque daí, porra, piorou, né? Se você é apaixonado, já é meio lock, né? Já é meio biruleibe da cabeça. Imagina você ser apaixonado com 14 anos de idade. Ai, juro, né? Não tem como.
Eu, meu único critério na época era cabeludo, que isso sempre já falei lá no episódio pra vocês. No último, acho que episódio pra você sorrir. Falei no último, é um deles aí, tá? Procura, procura lá o que você acha. Teve um deles que eu falei que eu gostava de cabeludo. E aí, é também a questão do humor, que é uma coisa que todo mundo que é palhacito, né? Seja você mulher, seja você homem. A gente que gosta da piadinha, sabe? Da malemolência, do humor, daquela falazinha mais que... E aí
A gente tá sempre de olho pra ver quem é que embarca na nossa loucura. E ao menor risinho da nossa piada, a gente já tá olhando de novo. E mais do que olhar e rir da nossa piada, porque ter audiência e público é uma coisa que a gente vai construir e vai ter em qualquer lugar, mas é a pessoa ser tão louca quanto a gente. Quando a gente acha um parceiro cômico, uma dupla cômica, uma pessoa que ela agrega, que ela amplifica, acrescenta na tua piada.
Aí sim, aí pra pessoa que é do humor, é o que nos encanta e foi isso que eu achei nessa pessoa, né?
Da minha primeira paixonite. É, paixonite não, né? Paixão mesmo. E também uma coisa que eu prezo muito hoje, que é essa coisa da pessoa mais gentil, mais leve, mais doce, mais... Não sei se a palavra é ingênua, acho que não é ingenuidade que eu tô falando, mas eu tô falando de doçura, sabe? Uma pessoa gentil, uma pessoa amável, uma pessoa que, sabe? Pesado por pesado, já basta eu. Pesado por pesado, bad vibe, clima ruim.
Brincadeira, tá gente? Eu já me curei, eu já me estrei, eu não sou mais um ser humano. Então, contemplando esses requisitos, me apaixonei por um menininho. Eu não vou lembrar o nome desse personagem que tinha na Malhação nessa época, que era por volta dos anos 2006. Mas tinha um ator lá que ele era, sei lá, talvez alto, não sei se tão alto, mas enfim. E ele tinha uns cabelos cacheadinhos. E eu lembro que esse menino na época tava com esse look. Não sei se por conta de Malhação, vocês vão lá perguntar pra ele.
E até uma vez a gente tava na rua, um véio, gente, que eu nem esperava, ok se fosse um adolescente, né, mas um véio passando de carro, buzinando e falando que esse cara parecia o ator lá. Olha, você é um menino da malhação e não sei o que. Então, já fica de dica pra você que é o homem que tá ouvindo, não tem nada mais bonito do que uma pessoa que cuida do seu cabelo, deixa o seu cabelo bonito, e homens incluído, tá? Por isso que eu sou uma hater, detesto o homem que passa a máquina no cabelo, deixa o cabelo curto, eu sou uma...
fã inveterada de cabelo, é bonito e bem cuidado e etc. Então, dada todas as características, né, no Belo Dia e de Tares na escola, num trabalho de inglês do qual eu era, com licença, the only one, tá, que falava ali inglês na sala, com essa idade, por mérito meu, sozinha, eu fui fazer par com esse menino e aí foi que eu vi essas...
Essas características todas que eu falei Nossa, esse cabelinho, ai, cheirozinho Engraçadinho, darará, pronto, né Aí o ladrão se apaixonou E o Tiver, nem tá no roteiro aqui, mas eu vou falar Sabe o que foi uma estratégia pra ficar com esse menino? Foi tosca demais, mas eu vou te falar Mano, eu não sei porquê a Catiele de 14 anos pensou assim
e eu vou fazer esse cara me escolher. Olha que ideia tosca. Eu comecei a fazer ele ficar com as minhas amigas. Gente, quem é que faz isso? Eu nem sei se eu vou colocar isso como loucura de paixão, isso aqui é loucura de loucura mesmo. É loucura de cabeça. Eu não sei o que rolou, mas eu simplesmente comecei a oferecer as minhas amigas pro cara ficar. Eu acho que foi até uma amiga minha que eu tava oferecendo ela também. Ela falou, Catia, mas isso não é fim do menino, maluca?
você tá oferecendo eu e todo mundo aí? Fica você com o menino. Aí eu falei, ah, acho que está na hora, então eu vou lá. Um mapa pra frente eu ia dizer, mas já digo aqui, eu sou uma pessoa que graças a Deus eu posso levantar minhas mãos para o céu e dizer que eu sempre fui pra cima, eu não passo vontade, se eu quero ficar com uma pessoa mesmo assim, eu vou pra cima, eu sou loba, eu vou...
com tanto afinco que eu não dou nem espaço e tempo e, sabe, pra pessoa pensar, raciocinar se ela quer ficar comigo ou não. Quando ela vê, a boca dela já tá na minha boca. Não deu nem tempo dela entender o que tava acontecendo. Claro, com consciência dela, né, com sentimento. Claro, não tô falando aqui que eu vou agarrar a pessoa, mas eu chego chegando, acho que a pessoa não tá assim à espera, né, de uma coisa tão direta, acaba cedendo e aí lá estou eu.
Então, esse menino foi, assim, não vou dizer que não foi diferente, porque como eu disse, eu fui por umas vias meio estranhas de início, mas quando chegou a hora, eu fui lá direto e falei,
Bem assim pra ele. Eu falei. Mano. Tenho mais um rolo pra você. E ficado. Ele com quem? Eu falei. Comigo. Aí ele. Uau. Né. Ficou ali. Gag. Ficamos. Mas não é aí que a história começou da paixão. Esse beijinho aí pra mim não significou muita coisa. Porque eu tava muito mal. Olha o diagnóstico. Afirmando aquilo que eu falei. Que eu só me apaixono quando eu estou. Virulei. Muito mal na cabeça. Deprê. Chateada. Mal. Entendeu? Aí o meu cérebro fica assim. Afoito. Né. Aflito.
Pra achar ali uma coisinha que dê um ânimo, que dê uma cor pra minha existência, um significado, um propósito. Então, nesse caso, quando eu beijei esse menino aí que eu pensei, nossa, acho que vai ser a minha salvação, dar um beijo nesse menino aqui bonitinho, não foi, entendeu? Aí me deixou pior ainda. Mas na época, isso aí é outro assunto, né? Eu ainda continuei cismada nele. Por quê? Porque como eu falei, ele era engraçadinho, ele era legal, ele era não sei o quê, cheirosinho, filhinho da mamãe.
E aí, gente, essa na verdade é a maior loucura que eu fiz por paixão com essa pessoa, que foi namorá-la sabendo que a família dela, como todas as famílias, incluindo a minha, é uma família com as suas características peculiares. Então ali pensa você namorar o filhinho da mamãe, o netinho da vovó, o favoritinho, aí assim, comendo o pão que o diabo amassou e com sorriso no rosto, porque estava ali namorando o menino que pretendia namorar.
E aqui foi interessante também e fofo, porque como eu falei, as coisas não foram tão rápidas. Eu quero deixar assim meio rápido pra vocês, mas não foi tão rápido assim. Eu então conheci esse menino com 14, mas depois eu virei crente, então eu não ficava. Que crente não beija na boca. Crente faz o quê? Ora. Não está relacionado, caso você está pensando aí que eu virei crente porque eu era crente, não é verdade, isso não foi uma estratégia minha, eu jamais faria algo assim.
Tô falando sério. Inclusive, o que eu amo falar, eu até falei isso no episódio lá sobre religião, quando eu virei crente, e eu fui reparando, né, como é que os crentes agiam à minha volta, e ele era crente, eu pensei, que bela ideia, eu agora escrevi uma carta, já que eu li a Bíblia, entendo as coisas, né.
avisando pros meus amigos crentes que eles, na verdade, estão fazendo várias coisas erradas. Porque talvez eles estão fazendo essas coisas erradas sem saberem que estão fazendo errado. Vulgo esse menino, por exemplo, que eu gostava. Então eu mandei uma carta pra ele falando, olha, você faz isso de errado, isso, isso, isso, isso. E eu tava arrasando, né? Por quê? Porque eu tava ajudando os meus amigos.
E aí, o mundo desmoronou quando eu descobri que, na verdade, ele tava gostando de outra menina. Ele colocou isso lá no subnique do MSN dele, que ele tava gostando de outra menina e tal. Aí, meu mundo caiu, porque eu pensei, nossa, eu tô aqui de noite lambendo esse menino. Tô aqui fazendo de um tudo pra esse menino. E ele tá gostando de outro. Que horas que deu tempo pra ele gostar de outro. Sendo que eu tô aqui igual a Urubu em cima dele.
Aí eu fiquei bem mal, fui lá, me decepcionei. Foi a primeira desilusão gigantesca amorosa, né? Peguei todos os bilhetinhos que ele tinha me mandado. Porque, gente, o menino falava que me amava, tá? Ele mandava um bilhetinho pra mim também. Ai, I love you, não sei o quê. Eu não fazia isso pra todo mundo, não. Se eu era qualquer uma pra ele, se eu era só mais uma que ele mandava bilhetinhos, pra mim ele não era.
E aí eu levava sério as coisas que ele falava pra mim. Ele falava assim, ai, eu super casarei com uma pessoa como você. Mano, você acha que é uma pessoa apaixonada ouvindo isso? Até que não tá apaixonado. Se eu ouvi uma coisa dessa, você vai ficar na dúvida. Você vai achar que é recíproco, né? Então o meu mundo caiu. Quando eu entrei lá no MSN, ele estava se declarando pra uma outra piriguete. Reuni todos esses bilhetinhos dele, todas as cartinhas.
Qualquer caralha que eu tinha dele. Joguei num saco de lixo, falando na casa dos meus amigos. E falei, eu não...
quero mais saber dele, não sei o que eu fiz ele saber que eu vi a mensagem, que eu fiquei mal, então eu nunca tinha demonstrado tantos meus sentimentos por ele mas nesse dia, minha filha, eu fui lá no MSN e eu acabei com a raça desse menino ai, mas eu falei um monte de coisa, não lembro o que mas uma das coisas que eu lembro é que eu mandei a letra da Pitty, aquela música na sua estante e eu fiquei lá
Nossa, mandei pra ele e detonei com ele. Inclusive ele era meu vizinho. Nunca mais vi ele. Minto. Uma vez eu vi ele. Nesse tempo aí que a gente tava brigado que eu andava falando com ele. E eu fiquei com tanta raiva de mim, gente. Porque como eu ficava agarrada nesse lino dia e noite. Quando eu vi ele, depois de uns meses.
Cara, foi mais forte do que eu Quando eu vi ele, eu corri abraçar ele Ai, que ódio que me deu depois No meu corpo me traindo desse jeito Ladino demais Ai, eu fiquei com uma raiva Teve um dia também que eu acho que arrumei alguma desculpinha Pra ir na casa dele e resolver um pendrive Do nada, ai, maluca demais Ele veio um amigo meu comigo Ai, mano, esquece Guria louca, tonga louca
Fiquei um ano muito mal com essa história Porque lembra que eu falei que eu era adolescente Então aquela coisa de você não se amar E não sei o que, aí você confunde tudo Fiquei mal, mas aí, como eu disse Aos 19 anos eu falei Chega, basta de sofrer, vou confrontar O meu problema, porque essa sou eu Sou confrontadora de problemas Depois de um ano mal, fui lá confrontar ele Por quê? Porque eu precisava resolver essa história E aí quando eu fui conversar com ele Ele não lembrava mais de nada Não lembrava, ai que delícia, né, quem é assim Eu sou.
A pessoa nem guarda rancor, por quê? Porque ela não tem memória. Agora, eu, minha filha, eu lembro de tudo. E eu me fodo, porque daí... Só eu, só eu, só eu fico mal, né? Mas daí, desse dia aí que eu aprendi a não fazer mais isso. Não ficar guardando ressentimento, porque enquanto você tá mal, a pessoa tá lá vivendo a vida dela. Então...
Fui lá, conversei com ele, aí a gente se encontrou, aí foi tudo de bom, a gente se encontrou, nossa, a gente já era adulto, a gente já trabalhava, quer dizer, eu trabalhava, né? Ele era vagal. Aí já éramos adultos, ele já dirigia, daí foi buscar de carro, aí a gente ia passear, aí não sei o quê, aí foi indo, foi indo, eu falei, epa, tela lá, que isso aqui tá se encaminhando pra aquilo que a gente já viveu.
Que é ai, kikiki, kikiki. Risinhos, risinhos, risinhos. E eu aqui apaixonada por você. E você depois não quer saber de nada. Alto lá. Não admitirei. E é isso que ele vira e fala. Não, não é nada do que você tá pensando. Não é exatamente o que você tá pensando ser.
Que é sim, é exatamente. Eu não tô agindo como se quisesse algo. Eu realmente quero algo. Aí desperta toda aquela adolescente. Ai, como assim? Eu sempre quis que ele quisesse algo comigo. Eu sempre quis que ele ficasse comigo. Que ele gostasse de mim. Agora ele tá aqui gostando de mim. Mas tenho medo, será? Você não tá me vendo agora? Mas eu tô tipo assim com a mão protegendo.
Sabe, com os pés me protegendo assim do sol, tipo, meu Deus, não, será que eu estou pronta pro amor? Ai, será que eu confio de novo? E a gente se ligava, gente, pra falar disso, e eu chorava, ele chorava. Ai, gente, que loucura, né, que ia ter 18 anos de idade.
Mas o que importa é... Quando nós começamos a namorar... Foi o momento que eu falei, né? Que ele é todo queridinho da família e não sei o quê. Aí pensa... Já começou o namoro naqueles termos que a mãe dele falou assim... Não quero saber de você namorando com meu filho... Porque eu li o que você falou com meu filho na MSN... Você acha que...
você é quem? Por que meu filho nem namorava com você? Por que você acha que ele tinha obrigações contigo? Você fala mal do meu filho? O que que é isso? E não era só isso, né? Tinha um monte de coisa lá também que ela projetou em mim e eu que era uma barata tonta, mosca morta, a mulher tava lá me, né, endemonizando que não era pra namorar com o filho beldade dela.
Pois eu namorei. Contra tudo e todos. Bem aquela cena de Romeu e Julieta. Ai meu Deus, todo mundo contra nós. Mas a gente quer ficar junto e não sei o que lá. Envolvendo todo o carrossel de emoção. Que você possa imaginar. Que contempla isso. Como eu falei nesse cenário todo. Rometa. Rometa. Adorei. Que é uma junção de Romeu com Julieta. Rometa. Gostei. E eu lembro que na primeira semana.
Porque, de novo, a gente era crente. Ou seja, a gente não começou ficando, tá? Aí, depois, quando a gente resolveu que a gente ia namorar, a gente foi lá, orou pra Deus. Aí, a gente queria que a mãe dele aprovasse o namoro, porque ela ia ser um sinal de Deus e a mulher não queria. Porque Deus tava tentando dizer pra gente, não é pra ficar junto. Tô falando aqui que não é.
Olha eu agora querendo justificar, né, que a mulher ela tava certa de fazer a nossa vida um inferno. Mas aí ela não queria, não queria que a gente namorasse. Tava ali, não, não, não, não, até uma hora que ela falou assim, ah, vocês que sabem, caralho. E aí foi nessa hora que a gente falou, bom, se a gente que sabe e a gente que quer, então bora lá. Então a gente começou a namorar, aí o primeiro beijo foi a gente já namorando. Aí foi super estranho, porque faziam mil anos que eu não beijava mais.
Aí tava beijando ele, né, que eu gostava dele. Aí daqui um pouco lá pra frente, sei lá, nas primeiras semanas assim namorando, eu lembro que...
Eu tava assim, beijando ele. Aí me veio um flashback, assim, nossa, quanto gostava dele. E quantas vezes eu sonhei com essa cena, que a gente tava junto, e a gente tava namorando, e ele gostava de mim. Agora eu tô vendo essa cena. Aí eu comecei a chorar no beijo. Ai, que brega, né?
Mas eu não sou a única. Já vi histórias de amigas que também choraram aí. Até na hora do sexo já vi gente chorando. Ai meu Deus, tô emocionada. Que momento perfeito. Que momento lindo. Que incrível. Enfim. Eu vivi essas breguices sim. Durou bastante, né? Então todas as peripécias aí envolvendo esses conflitos familiares. E envolvendo também essas briguinhas por conta dessas situações todas. E aí que eu vivi, gente. Aquilo que eu quando era criança não entendia que eu via nas novelas.
Que é aquele momento que o casal tá super brigando. E daqui a pouco o quarto tá acendo e eles tão se pegando no maior fogo. E eu ficava... Nossa, what the fuck? Eu não entendia isso quando eu era criança. Fui entendendo esse relacionamento. Que você tá ali, mano, com as emoções a flor da pele. Aquela coisa de brigar e daqui a pouco se olha. É, filha. Foi ali que eu vi que isso aí é verdade.
Rendeu muitos traumas. Muitas sessões de terapia. O psicólogo ficou rica com esse namoro aí. E rendeu também três livros. Você não sabia, mas eu tenho livros escritos. Quem sabe um dia eu publico mais. Rendeu o meu primeiro romance. Que eu escrevi. O personagem era bastante baseado nesse cara, né? Que eu gostei. Inclusive, depois de terminados. Eu terminei o livro também. E eu imprimi, etc. Eu registrei na Biblioteca Pública Nacional. E mandei pra ele uma cópia com dedicatória pra ele.
E ele leu o livro e depois ele me procurou e disse que a partir então daquele livro que ele entendeu quanto eu realmente gostei dele. Eu morro de vergonha nesse livro. Eu não sei se algum dia, na verdade, esse livro em específico eu vou publicar porque é muito trash, é muito... Nossa, gente, eu comecei a escrever esse livro, eu tinha 14 anos de idade. Eu escrevi ele numa folha de caderno. Eu já não gosto do gênero romance, já não sou fã.
Aí eu penso aqui, eu escrevi aquilo. Nossa, gente, eu morro de vergonha. Cada vez que eu começo a ler aquela porra daquele livro, eu quero morrer.
Ele não é ruim. Só que ele também não é bom. Eu acho que ele é ruim, na verdade. Enfim, então eu escrevi o livro lá pro menino. E aí tem todo um universo assim, meio Naruto. Sim. Ai, gente, eu já tô rindo porque é uma bosta mesmo. Mas também tiveram um livro, porque sabe como é que é o artista, né? Ele sofre, ele escreve. Ou pinta, ou seja lá o que ele faz. Mas eu escrevia. Então, rendeu um livro inteiro com poemas. Bem deprês, na época que eu tava deprê.
Aí daqui um pouco, quando eu já tava melhor, outro livro ali com bastante poema. Não era só sobre ele, né? Era sobre várias coisas, mas tinham muitos poemas sobre ele, né? Sobre todas essas situações. Tudo isso pra dizer o quê? É bom ficar apaixonado, gente? É claro que não. Olha isso, né? É choro, é livro deprê, é romance mal escrito, é mãe brigando comigo, mãe dos outros, né? Brigando comigo, é eu correndo atrás dele, na casa dele. Ai, gente, juro.
Uma loucura. Você acha que isso é gostoso? Você acha que eu quero ver isso sempre? É claro que não. Essa foi a minha primeira paixão. E aí, vamos para a segunda paixão de Katiele. Lembrando que passaram-se 14 anos, né? Então, ou seja, é um evento canônico. A cada 14 anos, Katiele se apaixona. Então, agora, a gente tá em vias de... Daqui a 8 anos eu volto a me apaixonar, quem sabe?
Porque depois disso, não me apaixonei mais. Mas de novo, por conta dessa configuração que eu falei pra vocês. Que é, eu tenho que tá muito biruleiro da cabeça. Tenho que tá peixuruca, tenho que tá mal, tenho que tá tristonha. Aí eu fico bem do jeitinho que a paixão gosta. Que é bem doidinha. Então eu acho que essas pessoas que se apaixonam com facilidade, é porque já tem o diagnóstico de ser maluco, doido, esvarado. Entendeu? Meio maluco. Aí tá aberto mesmo pra se apaixonar.
Agora, pra mim, não dá, gente. Eu não gosto de viver esse estado o tempo todo, não. E também não é como se eu estivesse me segurando, tá, gente? Não é como se eu não tivesse gostado de ninguém nesses 14 anos de idade. Claro que gostei, tive relacionamentos, mas eles não vinham do princípio paixão, tá? Não nascia de uma paixão, não. Nascia de um convívio, uma consciência, uma escolha de estar com a pessoa, porque é legal, porque eu gosto.
Eu sou uma pessoa que tenho facilidade pra me comprometer e sou uma pessoa mais ali do compromisso. Então...
Pra mim é mais razão, né, que fique claro. Acho que é mais por aí. Perfil, talvez. E aí com essa segunda paixão, eu já quero fazer igual aqueles filmes que as pessoas colocam assim o final do filme, aí elas jogam assim o final do filme, e daqui a pouco o filme vem explicando como é que tudo aconteceu pra chegar naquele final. E com isso, eu quero deixar o áudio que sintetiza toda essa minha segunda paixão, porque eu vou contar agora a história pra vocês.
Hoje ainda eu tava pensando em tudo que a gente já fez, sabe? Quanta coisa em tão pouco tempo que faz parecer que é muito mais tempo do que realmente foi. Aquela vez que eu cheguei morrendo na tua casa, que fui inventar de andar de skate da PUC até a tua casa ali, ideia de jirico, sabe? Sei lá, tipo, o café que a gente tomou junto, o dia que a gente passou no Jardim Botânico, as vezes que a gente saiu.
porque foi tudo muito bom sempre. E eu sempre me senti muito bem com você. Mas eu, nesse momento, eu sinto que se a gente continuar se vendo, se a gente continuar nisso, que nem eu falei, por mais que você tenha se resolvido, o meu psicológico vai estar me falando uma coisa, sabe? A minha cabeça me diz uma coisa e eu vou acabar me... Eu estou me sentindo mal com a situação já.
Então, o dono dessa voz, né, que aqui a gente vai expor tudo. Ai, eu não tô nem aí. Então, esse menino a gente conheceu na igreja também, vulgo Facebook Date.
Dei match lá com o menino. Nem lembrava mais. Um belo dia eu tava no meu Instagram. E vi lá o quê? O story do menino. Que se é que ele apareceu pra mim em outro momento, eu não tinha visto. Eu não tinha reparado. Eu acho que, como eu falei, é aquele momento propício mesmo. Que se você tava sendo exposto àquela parada. Mas você tava distrindo com outra coisa. Você não ia ver. Então, naquele momento, eu estava 100% preparada pra ver aquilo que era ele.
No seu auge ali do cabelo bonito. Que me pega, não tem como, já falei. Adivinha? Também super cacheado, super bonito o cabelo dele.
Primeiro, acho que eu vi uma coisa do feed. Eu falei, quem é esse menino? Aí, falando story, tava lá ele com toda a sua caixiadez, né? Assim, uma cara meio com aquelas piadinhas, tipo, ai, segunda-feira, ai, qualquer merda de story assim, justamente feito pras meninas lá interagirem. Falando, ai sim, eu também odeio segunda-feira. Ai, sabe essas merdas? Pois é, porque eu fui lá exatamente nessa armadilha. Nem lembrava mais que tinha encontrado ele do Facebook, dating. Fui ver lá que fazia um ano, literalmente, que a gente tinha se dado match.
E como eu disse, né, gente, não adianta. É olhar a carinha da pessoa e o cabelinho e pronto. Apaixonei. E como eu disse que eu sou uma loba, que eu não doar no espaço, eu não funciono com... Ai, vai aos pouquinhos. Ai, cria um cenariozinho. Ai, se faz de bobinha. Não, gente, eu vou direto na jugular da pessoa. Sempre foi assim.
Sempre foi assim, no episódio lá que eu falei de stalker, né? Que eu falei que eu gostei lá do Tiago, que eu era criança. E já fui lá avisar ele que eu gostava dele. Eu sou assim, eu não sou essa pessoa que gosta em silêncio, gente. Eu já vou lá, te esclareço, já fala minhas intenções. Você já me fala a sua, a gente resolve aqui. Eu não gosto de ficar perdurando loucura e fantasia na minha cabeça sozinha, não. Né? Então tá bom.
E essa, diferente da outra que durou anos, né? Essa foi uma paixão de meses. E dizem que essas são as piores, né? Essas paixazinhas aí de dois, três meses. Por quê? Porque geralmente esses rolês, como eu já vi alguns vídeos da galera falando, né?
é o pior porque você é meio que cortado no meio do rolê, sabe? No clímax da história, você... Sabe? A coisa acaba e você fica com aquele gosto de quero mais, de nossa, mas já acabou. Eu nem sei explicar, é como se fosse um curta-metragem que tá muito bom e aí quando você tava quase se engajando na história, na verdade o curta-metragem acabou e você tá tipo... esperando que tem mais, dá uma decepcionada.
diferente do relacionamento que você vive o comecinho e as coisas vão progredindo aí você curte toda a fase boa depois vai decaindo, vem a fase ruim aí meio que no fim você vai aceitando porque é tanta merda que já aconteceu no relacionamento que você vai conseguindo comparar que realmente agora tá ficando ruim comparado com o início que era super bom só que aí quando é coisa curta
Você se ferra. Por quê? Porque a coisa ainda tá boa. Mas ela já tá acabando. No meio do gostosinho. Entendeu? Então o rolê foi mais ou menos por aí. A gente começou a se falar. Nas redes sociais. Era um rolê assim. Meio pós pandemia. Então a galera né. Tava começando. A sair pra rua. Etc. Tava naquele. Naquela segunda onda da pandemia. Então já tava saindo. Porém com cautela né. Então assim. Quando a gente começou a se falar. E eu comecei a puxar assunto com ele.
Mano. A gente começou a se falar demais. E ele também era publicitário. Então a gente tinha muitos assuntos em comum.
inclusive, eu ajudei ele a arrumar um emprego, porque ele tava super reclamando lá do emprego dele anterior, e aí eu indiquei lá na filial de uma empresa minha, ele começou a trabalhar lá, etc. Então assim, a gente começou a ficar muito próximo. E aí um dia a gente saiu, e cara, desde o primeiro dia, a gente já tava se falando, sei lá, há um mês. Ele até inclusive tava afim de outra pessoa, e ele falou, falou que gostava de uma menina, e como eu tava tipo, foda-se, né, quando eu falei que apaixonei por ele, é brincadeira, ainda não tava apaixonada, tava interessada.
Mas depois que ele falou que ele tava afim de não sei quem, eu fiquei, ah, foda-se, né? Então, amigo por amigo, nessa época eu tinha uma paciência pra falar com Deus o mundo, então, ok, geminiana, né? Tava ali falando com ele também. E daqui a pouco esse menino, nesse rolê aí que ele tava com não sei quem lá, uma menina que ele gostava, não deu certo, desandou.
E nessa ele começou a jogar pra cima de mim também. E marcou o encontro. E desde o primeiro encontro, gente. É aquele rolê, sabe? Que tudo flui. É que você... Né? No caso eu. Eu entrei no carro e... Eu nunca tinha visto ele pessoalmente. Mas eu já, tipo... Eu já entrei. Já coloquei meu telefone pra ser o GPS. Já comecei a falar com ele. E conversar. E tipo... Mano, como se a gente fosse best friend. Assim, sabe? E tem uma coisa que eu acho muito legal.
E que nem é coisa engraçada. Mas eu gostei de compartilhar. Que é... Você tem uma coisa que eu valorizo, gente?
É você sentir vontade de fazer coisas e então fazê-las. Por que eu citei sentir vontade? Porque eu sou uma pessoa que não tem tantas vontades. Já despleguei isso lá nos últimos episódios do Cativeiro Cast. Onde eu falo que nada me empolga muito. Então como nada me empolga muito. Quando algo me empolga, eu fico empolgada. Literalmente.
Então, eu olhar pra uma pessoa e sentir vontade de beijá-la e ficar atraída por ela a ponto de querer beijá-la, não é uma coisa que acontece sempre. Tipo, eu não tenho esse ímpeto. E vou dizer até mais. Por mais que eu chegue a beijar uma pessoa, às vezes eu só faço isso pra cumprir tabela, sabe? Tipo, uma coisa meio... Ah, tá. Não me custa, sabe? É tipo, é um grande tanto faz. A verdade é essa. Mesmo quando eu beijo algumas pessoas, talvez por essa predisposição do cabelinho dele. E aí, lembra que eu falei?
dos requisitos, é engraçadinho, é, passa uma leveza, passa uma coisa assim, mais doce, mais amável, mais gentil, uma pessoa que você não vê maldade, acho que esse é o ponto do tipo de cara que eu gosto. E eu olhei pra isso e, mano, eu conversando com ele, então assim, eu não vi a hora da gente se beijar, mas ao mesmo tempo, não era uma coisa desesperada, sabe, eu tava tipo, empolgada que ia chegar uma hora e a gente ia trocar um beijinho.
E de fato, a gente tava lá num rolê desses que você vai no bar e fica tomando lá umas cervejas.
E quando a gente deu um beijinho, foi literalmente só um selinho mesmo. Foi... A gente tá sentadinho assim, do lado do outro, já meio bêbado. E eu me escorasse no ombro dele, já meio sonolenta. E nisso a gente trocar um beijinho bem... Beijinho assim, de novelinha, que é só uma bitoquinha, sabe? E a gente já tava. É como se... Por mais que não foi um grande beijão, a gente já tava conectado. Super conectado. E dali pra frente, minha filha? Só para trás. Porque vira... Até como ele citou no áudio, né?
vira, virou aquele coisa de você viver mil coisas. Eu sou assim, essa sou eu, eu sou extremamente good vibe maker, eu gosto de fazer vários rolês num dia só, eu amo ser produtiva, e quem tá comigo, eu arrasto junto pra essas aventuras. Então, ele foi junto comigo, a gente viveu, né, tava tudo incrível, inclusive nesse rolê aí, nessa semana, ele lança pra mim assim, ai, eu tô sentindo, sabe, Cate, que a gente vai namorar, eu tô sentindo que, que...
Então, assim, ó, era um momento, como eu falei pra vocês, que eu não estava bem na cabeça, e eu não tava, gente, obviamente que eu não tava. E aí
Eu, inclusive, estava com um diagnóstico recente de que eu ia ter que tomar medicamentos, literalmente falando, tá? Porque eu estava muito deprê, não estava conseguindo sair desse buraco. Do nada, ela pesando o clima no episódio. Epa!
Calma, gente. Então, eu não tava bem. Inclusive, quando eu comecei a sair com esse cara, eu já tava saindo com outro cara. Só que o outro cara era muito focado no trabalho. E não que isso seja um defeito, né? Mas eu não tava em momento de estar com uma pessoa tão indisponível. Eu precisava de alguém muito perto, muito próximo, com atenção e tal. E esse cara, ele só falava comigo, tipo, porteiro, sabe? Bom dia, boa noite. E saía lá uma vez por semana, mas eu precisava de mais.
E esse menino chegou assim, ó, como um copo de água no deserto. Falando comigo pra caramba, que ele também, acho que ele tava super carentão.
A gente super se falando. Foi exatamente essa configuração, sabe? Você chega lá desesperado, encontra alguém tão desesperado quanto, é isso, é fogo e gasolina. Esse foi o nosso encontro. E aí a gente começa a caminhar para o fim. Aí o que a gente começa? Eu não fui me vendo apaixonar, mas eu lembro que eu falei assim, olha, se acontecer, eu tô aberta para isso. Eu tô de boa, vamos lá. Só psicóloga sabe.
Às vezes que eu ia lá e falava, ai Mari, tô deixando, mano, tô deixando. E foi deixando que as coisas, né, acabaram. E foi deixando que fui deixada, gente, olha só. Mas o que rolou foi exatamente uma conversa que a gente teve, que foi bem parecida com essa do áudio.
onde ele ficou, ah, eu acho que eu sinto que eu estou criando expectativas e tal, mas ele colocou de uma maneira como se ele estivesse criando expectativas em mim, como se eu estivesse sendo iludida numa ideia e na verdade não era o que ele queria e tal. Então eu fiquei na defensiva, né, porque eu falei, ah, tava indo aqui distraída, fiquei na defensiva. Falei, então, mano, eu me resolvo aqui. Aí foi nesse dia que me deu o baque, assim, a gente já tava sendo, sei lá.
ao mês, aí eu falei, é, realmente eu apaixonei, agora que olhando, é, eu tô ciente, e não é porque eu ligava pra ele o tempo todo, e não é porque a gente se via sempre não é porque eu falava dele o tempo todo, e não é porque eu fiquei obcecada por ele, e não é porque ele tinha ali, né, não era uma beleza super padrão, mas eu achava ele lindo, perfeito, muita gente achava ele bonito, tá, mas o meu amigo disse que eu estava apaixonada, disse que ele não era bonito, que o oço dele era extremamente assimétrico, ele mesmo falava que o oço dele era assimétrico, e eu falava, não é nada você gosta de ser perfeito, então eu.
Realmente é só cego pra não ver o quanto eu tava já bem apaixonado. Mas naquele momento que eu brequei, eu falei... Então tá bom. Mas assim, brequei entre aspas, né? Eu ainda tava apaixonada e enfim, quem tava se brecando era ele. Que isso é uma coisa que eu já vou desabafar aqui. Eu acho isso tão baia.
Então, pai, você tá no auge dos sentimentos e a pessoa vem te brecar. Eu sou uma pessoa extremamente fã do hoje, da presença do agora. E eu penso assim, pô, se tá gostoso, se tá bom. Mano, eu fico aqui com os dois pés, sabe? Eu não vou ficar, ai, mas é que no futuro... Ai, é que... foda-se o futuro, tá bom agora?
Eu vou aproveitar agora. Quando começar a ficar ruim, azedar e ficar chato, aí a gente começa a falar de realmente cada um pro seu lado. Mas no auge do gostosinho, a pessoa quer cortar o gostosinho, lembra que eu falei que é essa coisa dos relacionamentos curtos que nos deixam mais biruta da cabeça? Então foi esse rolê que o menino queria fazer. Aí começou com uns papos de que, ai, eu não sei, tarará, melhor a gente não se ver mais, não sei o quê. Você acha que a Catrice deu por vencida? Não.
Visto que ele não queria mais ir na minha casa Estar ali no meu covil Eu falei, ah, mas eu vou dar o bote de outro jeito Foi aquilo que eu disse pra vocês, gente Eu tinha um negócio e tem um negócio Que eu falei assim, ó, eu não tenho interesse nos seus interesses Eu tenho interesse nos meus interesses Então se eu resolver que eu quero te ver Não me interessa se você não quer me ver Eu vou te ver e ponto final Eu tenho que me resolver
Você que se resolva. Se eu quero um treco, eu quero um treco. Aí teve um dia lá que eu falei assim, ó, tô pedindo um Uber. E de fato tava, tá. Tô pedindo um Uber, eu vou pra tua casa. Nunca fui na casa dele. Porque a casa dele era extremamente longe da minha. Andava tipo assim, ó, quase uma hora de carro. Era fora da cidade a casa dele, pra você ter uma noção. E eu...
falei, eu tô indo aí, ia pagar na época que 50 reais era muito dinheiro, tá? Eu ia pagar 50 reais de Uber, um valor exorbitante, um valor que eu nunca paguei nem saindo de balada no meio da noite do pico. Eu falei, tô indo pra tua casa pedir o Uber e ele quer te dizer, por favor, não vem aqui hoje, tá uma bagunça na minha casa, eu não quero que você venha, nem meus pais tão vindo aqui hoje, os pais dele moravam acho que no mesmo quintal, e não sei o que, por favor, não venha.
Mano, eu fiz o fuzuê na cabeça desse menino, que eu ia lá, que eu tava quase indo, enfim, cansei o Uber, porque eu engatilhei dele uma ansiedade, porque ele tinha ansiedade.
Quem não tem, né? Engatilhei nele uma ansiedade lá, o cara me implorou de tudo quanto é jeito pra eu não ir na casa dele, que ele não queria me ver e eu tava, tipo, precisa ter uma noção nível de que eu tô nem aí quando eu tô apaixonada. Eu quero resolver o meu BO. Eu não quero saber se você não gosta de mim, não tá apaixonada. Ai, Catia, isso é correr atrás. Ai, não corro atrás nem a pau. Ai, eu acho isso... a pessoa não se valoriza.
Eu acho já muito confiante da minha parte isso. Eu não tô nem aí, como eu falei pra vocês. Eu não tenho medo da rejeição, meu filho. Eu tenho problema de eu dormir arrependida.
De eu dormir querendo ter feito uma coisa que eu podia ter feito e não fiz porque não tentei. Você dizer que não quer, tudo bem. Mas eu vou fazer a minha parte de ir atrás do meu rolê. E eu tenho que me resolver, entendeu? Então, eu fiz isso aí na vida do menino de inferno. Mas foi só uma vez, tá? Também não sou tão maluca assim. Aí, vi que o menino não queria e tal, né? Aí, um dia eu falei assim, ah, então tá bom. Então, você vai sair do teu trabalho, dia tal.
E tem um shopping aí perto do teu trabalho. Eu preciso trocar uma calça. E precisava nada, gente. Tipo, até tinha que trocar uma calça. Mas não era uma urgência, não. E também não dependia dele. Foi só álibi.
Da Loba aqui. Da Cátila Loba, como diz o meu amigo. Pra eu ir lá conseguir ver ele. Aí fui. E nesse dia, eu acho que a paixão já tava começando a esfriar. Porque nesse dia eu achei ele muito feinho, muito breguinha.
Ele tava assim com uma polo, que eu detesto camisa polo. Meu Deus do céu, pra mim, você quer parecer um pai, você coloca uma polo. Eu acho muito difícil você ficar bonito com uma polo. Vai depender muito da polo, da cor da polo, do teu jeito, do teu estilo, do resto da composição. Mas acho uma manobra arriscada e acho que bem fortemente você pode parecer um tiozão. Então eu não sou fã de polo e esse dia ele tava com uma polo.
Eu até falei pra ele na cara dele que eu sou desbocada. Eu falei, ah, você tá parecendo um pai hoje. Mas não era um elogio. Se ele achou que fosse, agora reitero, não era um elogio. Tava meio descabelado, o cabelo dele tava começando a ficar esquisito sem corte. Quando eu conheci ele, o cabelo dele tava no auge, entendeu? Aí o cabelo dele foi continuando sem corte. Aí foi por uns caminhos que eu não sei se eu fui gostando. O cacho, quando é o cabelo curto, ele tem uma curva, uma curvatura, né? Aí vai ficando pesado quando ele tá comprido, vai ficando...
outra curvatura... não sei se gostei da proposta... porém ainda estava... no finalzinho ali... daquela paixão. E aí eu estava assim... mano... eu vou levar esse cara para minha casa hoje... não interessa... se ele quer ou se ele não quer... ele vai dormir comigo hoje... ah... ele vai dormir comigo hoje... essa é a sua velha apaixonada... viu que desequilibrado... por isso que eu não recomendo... nem a mim... nem ao mundo.
pra saúde e bem de todos. A Gatia não pode ficar se apaixonando sempre. Tem mesmo que ser uma coisa meio canônica, meio de décadas em décadas é que isso vai acontecer. Então, eu lembro que eu falei assim, mano, vamos lá em casa, vamos lá em casa, vamos lá em casa. E aí ele, não, não, não, não sei o que. Corta a cena, DR. Sim, DR, onde ele chorou, sim, vim expor, chorou sim. Por quê? Porque ele tava com esse kikiki.
De ai, ai, tô ajudando expectativas, ai, não sei o que, não sei o que lá. Aí eu falei, o fulano, eu já entendi que a gente não vai namorar. Eu não tô falando disso, eu tô falando de viver agora. Eu já entendi que a gente não vai namorar. Quando eu falei que a gente, falei exatamente isso, que a gente não vai namorar, que eu sou meio fatalista, tá? Eu sou assim, ai, Geminina, eu sou meio fatalista. Eu gosto de trazer pra pessoa exatamente o cenário.
Quando ela começa a firular muito, a ficar muito de que que que, com essa coisa de futuro, tipo...
Aí que na verdade, eu gosto de dar pra realidade, pra entender onde é que a gente tá pisando. Ô fulano, eu já entendi que a gente não vai namorar, caceta. Eu já fiz isso mais de uma vez na minha vida, tá? Não vamos namorar. Aí quando eu falei isso, que a gente não ia namorar, aí o olhinho dele encheu de lágrima, aí eu falei, pô...
puta que me pariu, aí fui lá na frente do shopping, fui lá achei um canto, fui lá no canto, falei, pois é fulano, então, e aí? Aí ele falou que na verdade, quando ele disse que ele estava criando expectativa, não é que ele quis dizer que ele estava criando expectativas em mim, ele estava criando expectativa comigo, então era ele que estava criando expectativa olha que jumento viu.
Por que que não falou certas coisas, mano? Não sabe se comunicar, formado em comunicação e não sabe falar? E aí, pô, se ele tivesse falado isso lá naquela hora, naquele dia lá na minha casa, pô, a gente ia ser resolvido. Mas aí eu falei, olha, não foi isso que pareceu que você falou? Ele, ai, pois é, é que eu só pensei nisso depois, enfim.
No final das contas, tá tudo certo, tá tudo correto Eu não ter ficado com esse menino Que aí já deu pra entender qual seria a dança Eu estaria repetindo mais um padrão De gostar de cabeludinho e engraçado Que infelizmente é meio imaturo e covarde Mas eu falei Bom, entendido então que a gente não vai namorar Entendido que a gente tem um rolê aqui muito gostoso A minha proposta é continuar em pé Bora lá dormir comigo E o menino assim Não, mas é que se a gente for Não é isso que eu falei falando Então
Se você for pra tua casa agora, vai resolver? Você vai agora dormir tranquilamente? Vai dormir bem? Tá tudo resolvido? Na paz? Não, não vou. Então ótimo. Então vamos lá na minha casa. Que a gente faz um negócio. A gente dorme muito bem. Muito relaxado. Muito tranquilo. E foi assim que eu levei ele pra minha casa.
exatamente, então essa foi a última vez que a gente se viu e depois disso, como eu falei a gente se conversava muito e a gente trocava uma ideia e a gente se dava muito bem então assim, eu passei por um momento de ter raiva disso porque eu pensava, porra, vai se fuder, o cara parece que só quer a minha amizade, e tá tudo bem se fosse antes, né, mas depois do momento que eu já me envolvi, já gostei, já apaixonei ah, porra, eu não quero ficar aqui sendo tua amiga além do que, volta e meia quando eu aparecer pelos aplicativos, quem é que tava lá nos aplicativos usando as fotos que eu tirei?
Ele mesmo. E aqui fica o conselho pra toda a humanidade. Jamais tire foto do seu contatinho. Fotos boas deles, tá? E mande pra ele. Não ajude eles a criar esse arsenal. Onde você vai estar nos aplicativos. E você vai ver lá a sua fotona que você tirou dele. Ele se achando bonitão.
Uma foto tua. Por que ele tá se achando bonitão lá? Porque foi uma foto que foi o resultado de um filtro, de uma lente, de como você o enxergava. Então você valorizou ele na foto porque você o via daquela forma. Mas não é mais. E ele não tem que estar usando aquela foto. Inclusive, não faça isso, tá? Não faça isso. Não cometa os meus erros. Inclusive, eu já cometi várias vezes, mesmo depois. Cala a boca. Ninguém precisa saber disso.
Enfim. Tava lá ele bonitão, lá com as fotos que eu tirei dele nos aplicativos. Ele ficava, porra, vai se fuder, né? O menino aqui, conversando comigo com uma amiga.
A gente tem um treco legal, tem um treco gostoso aqui que a gente, né, não sei o que. E ainda tá caçando mulher no Tinder, o filho da... Então eu fiquei brava. Aí teve uma época que eu falei, quer saber? Bloqueei ele em tudo. Que eu falei, não fale mais comigo. Não tava brava com ele, só que eu ficava nesse jogo. Eu pensava, poxa...
o menino tá aqui me iludindo agora, que eu quer ficar falando comigo de amiguinha e não quer sair comigo, aí depois eles faziam uns charminhos, parecia que queria que eu pedisse pra sair com ele, eu fazia de louca, se ele se fazia de louca eu era mais louca ainda, que eu fingia que não via que ele tava tentando fazer isso, então eu não chamava ele pra sair.
E aí, bloqueado de tudo, no Natal, eu nem lembro, acho que eu não tinha bloqueado ele, acho que no Insta, só parei de seguir e tal. Aí no Insta, no Natal, eu acordo com uma mensagem dele falando, um textinho lá, dizendo que eu fui a melhor coisa que aconteceu pra ele naquele ano, e pipipi, blá blá blá, já tinha um tempo que a gente não tava se falando. Aí reacendeu, né? Reacendeu a paixão. Não que eu não pensasse nele, eu gostava dele, ainda tava pensando nele e tudo.
Aí nesse dia, eu cheia daquele sentimento, acho que passou um tempo, eu fui lá e respondi ele assim, eu te amo.
Olha, poucas pessoas na minha vida eu falei eu te amo. Eu acho que eu falei eu te amo pros meus namorados, né? E pra ele. Então três pessoas ouviram eu te amo. Romanticamente falando. E aí você acha o quê? Ele não me respondeu. Ele não me respondeu. E ele ficou travadíssimo. E eu sabia que isso ia acontecer. Eu imaginava toda vez a cena assim. Ele pegando o telefone. Indo me responder. E depois se dando conta, né? Indo assim com a carona olhando aquela frase. Eu te amo. No telefone dele.
se acovardando e não sabendo o que responder e daqui a pouco ele voltava isso durou, gente, dele me dar um vácuo mais ou menos uma semana inclusive você aí que quer se livrar de alguém, principalmente desse perfil aí de caras, ou mulheres pode ser também você manda isso, você manda eu te amo não precisa ser verdade, mas você vai ver que a pessoa vai, olha, correr igual o diabo foge da cruz, tá bom? fica aí outra dica, hoje várias dicas pra você
E aí ele travou, não me respondeu, né? Eu tava tranquilíssima. Eu sabia que em algum momento ele ia me responder. E aí, eis que minha resposta, uma semana depois, que foi... É por isso que você me bloqueou? Ihuuu! É sim, gente. O geminiano não é dessa maneira. O amor bloqueia. Quem ama, bloqueia. Quem ama, se distancia.
E o resumo de tudo, que nem resumi, mas agora pra já acabar. Foi isso, eu me abri com ele. Falei que, tipo, que eu gostava dele sim. E que tava gostando, mas já entendi que não ia rolar nada. E assim, ele voltou a querer falar comigo e conversar. Mas como amigo de novo. Fui dando cada vez mais, né, menos atenção. E uns meses depois, veio a notícia aí. Que ele já estava saindo com outra pessoa. Aí depois eu pensei, claro, foi um baque, né?
Boom! Mas eu falei, tudo bem. Vai que é só uma piriguete aí, né? O amor de verdade sou eu.
Aí ele falou, não, Catiela, eu estou gostando dela mesmo. E aí, meu irmão, tem momentos na vida, gente, que a gente tem que caçar a coisa pra fazer a gente odiar a pessoa. Que daí, odiar a pessoa nos ajuda a parar de gostar dela. Entende? Sabe aquela coisa, conheço seus heróis? Sabe aquela coisa assim de você, ah, eu vou esquecer uma paixão com outra paixão? E se você esquecesse uma paixão com ódio? Pela paixão.
E às vezes a gente não tem essa possibilidade, né? Porque é pessoa gente boa, porque as coisas acabaram tranquilamente e tal. Então às vezes a gente tem que ir atrás do ódio. Aí eu fui atrás do ódio. Aí eu falei, ah é? Você não gosta de mim? Pô, mas eu ainda tenho aqui esses sentimentos. E aí ele falou o que eu precisava ouvir. Que ele falou assim, ah, Catia, ele não lembra agora, tá? Vou parafrasear, mas é...
A frase final é verdadeira. E precisa ler. Ele falou exatamente isso. Ele falou bem assim. Ai, é complicado. Você tá gostando de mim ainda. Sentimentos são assim. Não sei o que. Mas, bom. O que ele quis dizer foi. Pô, Jackat Shelly. Só o tempo, né. Vai te ajudar nisso. Daqui a pouco você já não vai gostar de mim. Tenta buscar outras coisas. Que possam tirar sua mente dessa questão. Foi o que ele quis dizer. Mas o que ele disse foi. Ah, compra o Playstation então.
Eu fiquei tão indignada que eu peguei a frase dele e printei. E aí em vez de mandar pro meu amigo, que eu ia mandar pro meu amigo pra falar pro meu amigo isso, eu mandei pra ele mesmo. Aí eu quis desfazer a merda que eu fiz. Aí eu falei assim, tá vendo o que você falou? Olha a merda que você falou. Você acha que é isso que se fala? Outra dica aí pra você.
quando você mandar print da pessoa pra própria pessoa, você fala olha aí o que você disse, hoje só conselhos muito bons aqui do CativeiroCast e foi basicamente isso, foi o álibi que eu precisava para sair dessa situação foi ter um pouco de ranço dele, mas foi bem rapidinho e nem foi muito profundo, tá, ele é super gente boa inclusive Tom, olha o nome dele onde quer que você esteja, felicidades felicidades pra você, tudo de bom, ai eu tô tossindo, mas é verdade, tá, não é porque é mágoa, tá bom enfim
E aqui já falo pra vocês fechando o episódio, tá, galera? Eu acho que mais legal do que você conseguir ter sentimentos é você não se identificar com eles no sentido de... Pra mim foi super tranquilo gostar dessa pessoa, porque como eu disse, eu tenho muita sorte de ter um dedo, assim, bom pra escolher pessoas pra gostar. Não são, ai, vilões, não são pessoas que me fazem mal, não são pessoas que, tipo, estão articulando de maneira proposital e manipuladora, tipo...
Não, sabe? Tipo, no máximo, no dos máximos, a pessoa tem maturidade e não consegue lidar com a situação, não consegue se comunicar direito, não consegue se posicionar direito, mas daí, minha filha, é só eu sair da situação e tá tudo certo. Então, enquanto dura as coisas, é muito tranquilo. Então, foi um prazer gostar de ti, Tom. Felicidades ao casal. Estar solteiro, não sei, não está ok, como eu já disse no último episódio. Não quero saber.
mas, felicidades, um dia que a gente se encontra aí, vamos, né, tomar uma cervejinha aí, quem sabe, nem sei se eu vou tomar cerveja, que hoje em dia eu já não tomo quase que nada, mas eu também nem sei se a gente vai conseguir se ver, porque eu nem moro mais no meu lugar, então, assim, onde quer que estejam todas as pessoas, né, que a gente se apaixona, que a gente pense nelas como uma estrelinha que brilha no céu, ou, se for o seu caso, uma faísca que queima lá no inferno.
não é o meu caso, então pra mim posso desejar bem pra todas essas paixões porque embora, né, foi aquele reboliço de emoções e chora e tal e que esse dia eu chorei, tá, quando eu soube que ele tava gostando e namorando com outra menina chorei, porque eu falei, eu quero pra ser eu, mas é sobre isso gente, às vezes a gente tem que confiar e é o posicionamento que eu falo sempre temos que confiar nas coisas que saem da nossa vida, porque é pra sair mesmo, e que venha o que é pra ficar, e que fique quando tiver que ficar e que saia na hora que tem que sair também, né pronto, eu não consegui, já comecei a refletir aqui l..
Deixe para o próximo bloco, caso você queira refletir mais, de maneira séria essa questão de paixões temos aqui episódios do Cativeiro Cast sobre, por exemplo, o estado de apaixonamento também temos como lidar com términos chega lá, tem uma playlist só dedicada para relacionamentos lá no YouTube, você pode entrar lá e você vai achar os meus episódios inclusive, fica aqui o convite também para você seguir Cativeiro Cast nas redes sociais no YouTube, no Spotify, no Instagram no Chiquitoque, por tudo estou por tudo
tá bom? E obviamente, como eu disse, essas foram as grandes paixões que eu tive, que mexeram comigo mesmo. Tive aqui ali uma outra paixonite, uma coisa assim, uma rapidinha, uma coisa assim, mais já, umas semaninhas ali iludida por um ou pro outro. Mas graças a Deus, ela enverga, mas ela nunca cai. Ó, ficou pertinho do chão, na verdade, tá? Mas ela se levanta, que é isso que tem que ser, tá bom? E é isso. Me comenta aqui como é que foi as suas paixões, se você se apaixona rápido, se você não se apaixona rápido, se você já se apaixonou, e uma coisa que a gente sempre tem que valorizar, tá?
Não é pra todo mundo, nem todo mundo passou por essa experiência de ser correspondido na paixão. A gente acha que todo mundo passou por isso? Não é verdade. Então, se você teve o privilégio de ter se apaixonado por uma pessoa que também era apaixonada por você, ou se você, infelizmente, essa pessoa aqui nunca foi correspondido, que eu sinto muito por você, tá bom? Mas você merece o amor, eu espero que mereça, tá bom? Que às vezes você também não merece, e é por isso que ninguém te ama. Vamos pensar? Vamos refletir? Então é isso. Até a próxima.
E aí