Episódios de Esperon que Ouça

#56 | A odisseia de beber Ypê e jogar Mortal Kombat

11 de maio de 202654min
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Esperon⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Gustavo⁠⁠⁠ veem pessoas malucas bebendo Ypê, dão uma chance pra Odisseia do Chris Nolan, entram num torneio de luta mortal (de novo) e muito mais!

Esperon que Ouça é o podcast de segunda que vai te contar as principais notícias da semana da forma caótica que só a gente sabe fazer⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠.

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TIMECODES (pode pular um tema, a gente não vai ficar chateado)

00:00 Justiça eleitoral lança o PILILI

01:38 Esperon consome detergente Ypê e respira por aparelhos

05:58 Recadinhos e comentários da semana

09:05 Dublador Clécio Souto reaparece e afirma estar melhor após se tratar

10:11 Morre Ted Turner, empresário criador do Cartoon Network e da CNN

12:38 Nintendo vai lançar remake do Star Fox 64

14:18 Giro de Trailers: A Odisseia (novo do miliciano do Christopher Nolan)

17:47 Gustavo viu: Tucci in Italy

18:27 Esperon viu: As Aventuras de Buckaroo Banzai (1984)

21:25 Gustavo viu: Better Man (2024)

24:48 Esperon viu: Monstro do Ártico (1951)

26:52 Gustavo viu: Star Wars - The Last Jedi (2017)

43:51 Esperon viu: Uma Família do Bagulho (2013)

45:26 Esperon viu: Veneno (2023)

46:51 Esperon viu: Troia (2004)

49:52 Esperon viu: Mortal Kombat II (2026)

Assuntos6
  • Contaminação de produtos IPÊAnvisa · Bactérias · Bolsonaristas
  • Falecimento de Ted TurnerTed Turner · CNN · Cartoon Network
  • Mascote da Justiça EleitoralPILILI · Zé Gotinha · Fuleco · Tom e Vinícius · Castorzinho da Mocidade Independente de Padre Miguel
  • Remake de Star Fox 64Star Fox 64 · Nintendo Switch 2
  • Dublador Clécio SoutoClécio Souto
  • Trailer de A OdisseiaA Odisseia · Christopher Nolan · Mitologia Grega
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Segunda chegou, o play vai rolar, o nosso giro de notícias vai te contar, do cinema ao streaming, ninguém segura, é o Esperão que ouça, sente só, ai que loucura. Diretamente de dentro da sua cabeça, começa agora, ó, Esperão que ouça, o seu resumo semanal da semana, meu nome é Mateus Esperão, aqui comigo hoje é o Gustavo Angelés.

Esperou um boa tarde pra você, boa tarde pra audiência. Hoje começando aqui num tom um pouco mais sério, porque a gente tem que falar de um assunto muito importante, que foi o lançamento do mascote da justiça eleitoral, o Pilili, que já nasceu pro mundo aí com um legado difícil de sustentar, né?

O Brasil é terra de mascotes como Zé Gotinha e Fuleco, isso sem falar em outros que estão em patamares abaixo, mas também seriam grandes em outros países, como o Tom e Vinícius ou o Castorzinho da Mocidade Independente de Padre Miguel. E o suposto, o bom Pirili já sobe aí da base para o profissional com grande potencial. É simples, tem o momento certo para ser usado, defende o lado certo da história, que é a urna eletrônica. Estou ansioso para ver aí como vai ser aproveitado pelos treinadores da vida mascotal. Qual a sua opinião sobre o Pirili?

Eu vi por alto só, ele é uma urninha, né? É, uma urninha simpática e fofinha. Eu acho fantástico, cara. Eu acho que qualquer coisa que valorize o nosso sistema de votação avançado, porque, não sei se você sabe, mas tem países em tese de primeiro mundo, os malucos votam contando papel. Votam no papelzinho, se você tacar fogo na bolsa do carteiro, você sabota a eleição, porque o cara tá levando os papeizinhos pra serem contados. Não é insano isso? É insano.

O que é insano também é, eu tenho que dar o aviso aqui, eu estou me recuperando de uma gripe masculina perigosa. É verdade. A ilusiva gripe masculina. Cara, eu adoro aquele meme. Eu não lembro o exemplo exato, mas é tipo mulheres com cólica, depois tomaram um tiro. E aí a mulher fala assim, não, tá tudo bem, tá tudo certo. Homens pegando uma gripe. É tipo, ah, diga pra minha família que eu amo eles, sabe? Morrendo assim. É isso? É 100% isso.

Então eu tô tomando uma balinha aqui, então talvez eu vá tossir aí durante o programa. Então, galera, paciência comigo. Também não separei muitas notícias hoje pra ler por causa disso, porque tem que preservar um pouquinho, até porque eu vou gravar os vídeos da semana amanhã. Mas é isso. O que tá rolando nessa semana, Gustavo, é a situação da IP.

IP. Ah, é? Caralho, loucura. Aqui em casa era o Lodge fodido. Sério? Sério, sério. Caraca. A gente nem sempre compra o IP porque tem o tal do Lodge, que é mais barato. Muito bom. Muito mais barato também. É muito bom e é muito mais barato. Então a gente geralmente compra ele. Só que teve uma época que a gente tava vendendo no mercado e não tinha. Aí teve que comprar o IP e era o IP fodido com a bactéria assassina.

Pois é, cara. Então, pra quem tá ligado, a Anvisa suspendeu a venda de produtos de lotes com numeração final 1 da IP, que inclui detergentes, lavar roupas, infetantes, porque a inspeção da Anvisa detectou deficiências no controle de qualidade na fabricação dos produtos, com risco de contaminação por bactérias. E aí a IP recorreu, a venda foi liberada, a Anvisa falou que ainda não recomenda os outros produtos, aí não entendi o que tá acontecendo, porque assim...

Se ela recorreu, a venda foi liberada, você ainda não recomenda, por que você liberou a porrada da venda? Não estou entendendo nada. Mas tudo bem. E aí, o fato insano, falando de insanidade, é que os bolsonaristas, a galera do bem, cidadãos de bem e tal, eles entraram numa de automaticamente defender a IP, como se fosse uma coisa ideológica, tipo, não, a Anvisa está tentando sabotar a IP, porque parece que a IP, eu não sabia disso, mas parece que a IP, não a IP, a IP é uma empresa, mas o dono da IP, alguma coisa assim.

doou dinheiro pra acompanhar o Bolsonaro em 2018. Então, aí os caras entraram nessa, a gente falou assim, não, a Anvisa tá mentindo, isso é pra sabotar a IP, porque a IP é de direita, não sei o quê. E aí os caras estão defendendo a IP, falando que vão continuar usando o produto tal. Tem gente se gravando, tomando banho com detergente IP, tem gente fazendo vídeo de inteligência artificial de um cara lavando o Brasil com IP e a água saindo vermelha. Sim, eu acabei de ver. Exatamente. Então assim...

É inacreditável, cara. É engraçado, mas ao mesmo tempo é muito assustador, porque assim, literalmente um órgão do governo falando gente, inspecionou. E não é a IP inteira. Eles estão mandando boicotar a IP inteira como empresa. São lotes específicos e tal. Então assim...

Os caras tão falando, pô gente, descobrimos que pode ter uma bactéria meio escrota nesses produtos. E os caras tão assim, não, eu vou tomar essa porra, vou literalmente beber essa porra então, porque eu sou de direita. E é isso, sabe? É, mas é que isso é parte um pouco dessa desconfiança total que foi estimulada pelo sistema, no próprio sistema, né? Então assim...

Essa extrema direita, ela estimula que as pessoas tenham uma desconfiança absoluta do sistema, ao mesmo tempo que elas ignoram o funcionamento deles. Elas não sabem que, por exemplo, a Anvisa é um órgão regulador que não necessariamente está ligado ao governo. Pois é. Os chefes da Anvisa, se eu não me engano, dessas agências reguladoras, que você também tem a ANAC, você tem a Anatel, você tem a Anfaveia, você tem várias delas, eu nem sei o que é Anfaveia, só lembro desse nome.

Mas você tem várias dessas agências. O cabeça geralmente é indicado pelo governo, mas grande parte dos funcionários são contratados. São contratados, não, concursados. Mais ainda, tipo assim, é uma galera que pode ser de qualquer espectro político. Então essa decisão, ela geralmente é a mais técnica possível dessas agências.

É sempre triste constatar bem ou mal que tem, tipo, cerca de 30% do Brasil que não tem salvação, cara. É assustador isso, assim. Tipo, é uma galera que não tem volta. Sabe qual é? Não é desesperador isso? É. Não, é completamente desesperador. É muito difícil mesmo, sim. Mas eu tendo a achar que...

Tem uma parte dessa galera que tá muito perto de Sacá, tá ligado? Da grande ficha realmente cair. É uma galera que tem uma certa revolta. E já entendeu que a situação tá uma merda, sacou? É um pulo, assim. É um... Porra, é... Uma pessoa vir e falar Gente, vocês estão na caverna e só estão vendo sombra. É isso, sabe? Então, eu só fico pensando como tirar essa galera disso. Eu acho que tem esperança. Isso é que é o foda. Só que eu fico pensando como resolver isso.

Eu não faço ideia. Então, vamos falar do time code do episódio aí que tem na descrição desse programa. Tem os numerozinhos mágicos pra você tocar e ir pra diferentes partes do programa, pular alguma sessão que você não tem interesse. Eu tô até ficando em spoiler, você não quer saber do spoiler, a gente te avisa. Mas tudo bem, você pode pular, a gente não fica chateado, mas vale o aviso, né, Gustavo? Às vezes aqui, temas inesperados levam a gente por caminhos inesquecíveis.

Então, se você pular um tema, pode ser que você perca algo que mudaria a sua vida.

Aí, galera, tô doente, vou adiantar aqui. Dá nota, manda pro amigo, segue no Spotify. Vocês já sabem, já estão carecas de saber. E no Spotify tem os comentários pra você poder torcer. Esperou um doente, enfermo, passando pela gripe masculina e trabalhando aqui pra levar entretenimento pra vocês. Pois é, porra, abriu um negócio aqui do lado. É, então tem os comentários no Spotify, né? A gente tá sempre lá olhando, sempre respondendo e tal.

Então manda o nosso abraço semanal pra caravana do Spotify que comentou no último episódio.

Alexandre Souza, Lucas L.A., Rafaela Rico, Rafaela Pobre, Lucas SB, Isaac Carmo, Coca, Fanta, Guaraná, Matthew, Thiago Moura, Paulinha Araújo, Rafael Barbosa, Gabriel Castro, Amandita, Aline Duenas, Miag, Mestre Daniel San, Guilherme Faria, mas não fez, Camila Gomes, Yusli, Joana Cardoso, Famosa Jojo, Raíssa Pereira, 035, Inga Leal e Bruna Félix.

A irmã do Gato Félix. Inclusive, a Mandita falou que ela passou por uma situação parecida que eu falei no episódio passado, né? De que eu usei uma referência do Gato Félix com uma pessoa e ela não fazia ideia do que era o Gato Félix, né? Ela falou que passou por isso com o Looney Tunes, porque parece que ela encerrava as aulas dela. Aula de pole dance tailandês, né? Pra quem não sabe.

E ela encerrava as aulas dela do polidense tailandês, fazendo um... E isso é tudo, tudo, pessoal. E aí começou a surgir uma galera que não fazia ideia do que ela tava fazendo, achou que ela tava tendo um derrame porque não conhecia do iTunes. E realmente. Isso porque a Amanda já é bizarramente mais nova que a gente, né? Então é pra gente se sentir triplamente mais velha. Pois é, complicado, né? Puxa a notícia aí.

Não, então, antes disso, uma galera mandou já pergunta para o programa 60. E a Raíssa Pereira, que você comentou, 035, ela perguntou se a gente pensa em mudar um pouco o nicho e trazer coisas que a gente nunca assistiu para comentar aqui no podcast. E aí, eu não sei se eu entendi muito bem a pergunta, por isso que eu estou trazendo aqui.

É... a gente sempre traz coisas que a gente nunca assistiu, né? A maior parte das coisas que a gente fala aqui é que a gente nunca assistiu. Eu acho que talvez ela esteja perguntando sobre coisas que a gente não costuma assistir, tal como a gente falou semana passada de cinema italiano. Eu acho que é uma coisa que a gente deveria fazer mais, inclusive. É... mas mudar um pouco o nicho, por isso que eu achei que fosse isso. Então, se não foi isso, Raíssa, depois você conserta aí nos comentários pro programa 60. E a Jojo mandou uma pergunta pro 60 que eu vou passar aqui na frente pra...

E aquecendo os motores e a galera ficar animada pra perguntar e mandar perguntas. Lembrando que no podcast 60, a cada 10 programas, a gente vai fazer um quadro respondendo as perguntas de todo mundo. E ela perguntou, Zico ou Pelé? Aqui não tem muito como. O Edson basicamente é o fundador do futebol moderno. Ele é o arquétipo perfeito de jogador de futebol. Se você pensar as melhores qualidades de todos os jogadores bons que vieram depois... splendidas.

A origem é o Pelé, assim, ele é o começo de tudo. O Zico se compara em termos de idolatria, no sentido de quanto ele significa pro Flamengo em relação a que o Pelé era pro Santos. Mas assim, bola jogada, não tem como. Dito isso, Zico ou Pelé? Zico. É isso. Cara, tá fazendo uma notícia super legal aqui, que há algumas semanas, acho que tem um mês até, a gente trouxe aqui a notícia de que o dublador Clécio Solto tinha passado por uma situação muito ruim, né? Ele tentou tirar ali a própria vida e tal.

E aí, muito legal que essa semana ele postou um vídeo nas redes sociais dele, afirmando que tá bem, tá recuperado, falou que tá medicado, ficou numa clínica psiquiátrica e tal, falou que tá super aberto agora a voltar a trabalhar, né, as agências de dublagem e tal, e agradeceu todo o carinho que ele recebeu. Então, pô, muito legal, cara, que bom, que bom que ele tá bem. Legal, legal. Eu tava pensando, eu não vi não o vídeo, eu vou até seguir ele aqui no Instagram, mas eu não tinha visto o vídeo e eu tenho pensado bastante nele, porque aqui em casa eu e Bianca a gente descobriu um canal que passa que é o, literalmente o dia inteiro. Então a gente... E aí

Tem assistido muito. E aí volto e me lembro dele ficar pensando. Pô, como é que será que ele tá? Que bom que ele... Tá bem. Apareceu e disse que tá bem. Maneiro. Esqueci de ligar a luz. Agora sim. Aí derrubei a luz. Pronto, agora sim. Lamentamos informar. Fuleco acaba de falecer em Brasília. Foi encontrado morto após tentar chupar o próprio pau.

Tem aquela imagem que botaram, tipo, bebeu o pinçol e foi encontrar com o criador. Agora vai ser bebeu o IP, né? É, é verdade. Puxa a notícia aí. Eu não tenho notícia não, cara. Ah, porra, eu tava te esperando. Então, pô, notícia aí triste, um falecimento. E aí, calma, Gustavo. Abaixa essa pedra, porque você vai entender porque eu estou trazendo essa pessoa aqui, né?

Morreu o empresário, o Ted Turner. Morreu aos 87 anos. Você tá assim, pô, espero que isso tá dizendo aí a morte de um empresário. Porque, porra, o Ted Turner simplesmente foi o fundador da CNN. Foda-se, assim, com todo respeito. Caguei. Não bebo jornalismo. Mas ele também foi o fundador do Cartoon Network, cara. Muito foda. E eu, como uma criança privilegiada dos anos 90, 2000, tive Cartoon Network em casa. Sim, came em praça pública, tudo bem.

E, cara, era muito legal. Era muito foda. Até hoje, cara. É absurdo o nível das paradas que saíram de lá.

E esse cara criou. Então assim, porra, muito foda. E eu tava lendo um depoimento de um artista que trabalhou com ele. Eu acho que não foi um depoimento recente. Até porque essa galera também já é bem velha às vezes. Mas assim, o cara falando que gostava muito do... O Chico meteu hoje... Tô tão tiratório, mas o Chico, a gente tava fazendo piada com o velho. Aí o Chico meteu assim, pô, essa galera aí fez pre-save da Bíblia. Pô, pô, pô, caralho.

E aí eu vi um artista, cara, falando sobre ele, e falou que ele era muito gente boa, ele deixava todo mundo trabalhar, tipo, quieto, ele não ficava se metendo, ele falava, cara, quem entende de animação são vocês, quem entende de storytelling são vocês, então assim, por que eu vou ficar me metendo? Então eu achei maneiro, cara, achei legal essa atitude dele, e parece que ele era bem filantropo também, aí não sei até que ponto, né?

Mas maneiro, então assim, abraço aí pra família do Ted Turner que tá ouvindo o programa, porque ele, no meu caso, por exemplo, ele moldou a minha infância, assim, ele, né, ajudou a moldar a minha infância, cara, pô, Vaca e Frango, Menino Super Poderosa, Amorai Jack.

Dudu e Edu, tudo veio do cartoon. Os próprios Flintstones também passavam no cartoon, passavam Flintstones, Jetsons, Looney Tunes, né? Se bem que Looney Tunes agora não lembro se era cartoon. Mas enfim, era muito foda, cara. Então... Era muito foda. E até pro jornalismo também, a CNN é importante, assim, ela não degringolou tal qual a Fox News.

Mas de qualquer forma, esse conceito de jornalismo, 24 horas, canal de jornalismo, foi criado pela CNN e é importante. A gente pode julgar se está certo, se não, quais males isso causou, mas isso de fato mudou o jornalismo no mundo para sempre, basicamente.

Em 20 minutos tudo pode mudar. Mas eu vi ele falando sobre a CNN que parece que ele quis criar um canal de notícias de 24 horas porque ele achou que os americanos eram muito mal informados por não ter acesso às notícias. E acho que assim, na época que ele criou, pode fazer sentido. Pode ser que era isso, realmente. Eles continuam mal informados, mas ele tentou fazer alguma coisa. Pois é. Aí pra fechar as notícias aqui...

Só trazer uma atualização, porque depois do filme do Mario Galaxy eu comentei aqui que, porra, a Nintendo com certeza vai lançar um jogo novo do Star Fox, né? Porque, pô, fez super sucesso no filme e tal. E foi anunciado essa semana um novo jogo do Star Fox. Mas não é um jogo novo, porque é um remake do Star Fox 64, que eu amo, joguei pra caralho e tal. E assim...

Não era o que ninguém esperava, né? Não era o que ninguém tava querendo, assim. A galera tava querendo um jogo novo. Mas, pelo menos, assim, os gráficos tão realmente incríveis, assim. As ambientações e tal. Muito do caralho. Tá tudo refeito. Eles vão botar mais cutscenes que não tinha no jogo, né? No jogo original. Os personagens conversando entre si. Da história e tal. Maneiro. Só que, cara, o design dos personagens. Do Fox. Da porra do sapo lá e tal. O Falcão.

Muito esquisito, cara. Eles fizeram uma vibe meio realista, assim, um 3D super realista. Ficou muito esquisito, cara. Parece que eles são animais, né? Pra quem não conhece o jogo, são animais que pilotam naves e tal. Autropomórficos, né?

Parece que eles estão todos empalhados, sabe? Parece que são animais empalhados que ganharam vida. Eu acho muito insano como é que eles não seguiram o design do filme, cara. Tipo, caraca, sabe com a faca e o queijo na mão? Você vai fazer o remake? Ele faz no estilo do filme, então, né? Até o próprio criador do design do Star Fox 64 falou isso também. Falou, tipo, ah, achei que eles iam seguir o design do filme. Ficou legal e tal.

Acho que assim, o cara não ia falar que ficou a merda, né? Mas falou assim, ah, ficou legal e tal, mas... É, eu achei que eles iam seguir o design do filme. Todo mundo achou. Mas, enfim, Star Fox...

que eu acho que o nome agora é só Star Fox esse jogo, sai pro Nintendo Switch 2 dia 25 de junho. Estou tentado a cometer um crime contra o meu patrimônio. Mas vamos ver, vamos ver. Se você chegou até aqui no programa, comenta no Spotify o quê, Gustavo? Pirili. Pirili. Como é que é? Pirili. Com L, né? Pirili. Não é pirili. Pirili é outra coisa. Não. É o que o Perón tá sentindo. Isso. Não. Sim. Não. Ganhei. Vamos acreditar. Não, eu não tô me cagando, cara. Tô gripado.

Isso é o corpo, ué.

ruim de ficar gripado é quando você ri e parece que você é fumante, sabe? Tu faz aquelas resalhas de fumante. É, que você é um idoso. Pois é. Imediatamente eu me sinto como uma interjeição no pânico na TV. Ah, e além do Pili Li, se você quiser, deixa também uma perguntinha pro Programa 60. Alguma pergunta que você quer que a gente responda, pode ir deixando aí também. A gente tá adiantando isso desde já, beleza? Aí, o giro de trailer, só um trailerzinho rápido aqui, que teve essa semana, mas um trailer bem importante até, foi o trailer de A Odisseia, né?

O novo filme aí do Chris Nolan, o miliciano Christopher Nolan, como diria nosso amigo Chico Barney.

Matt Damon, Hathaway, Charlize Theron Zendaya, Stephanie Zessian Robert Pattinson, Tom Holland, Hollywood inteiro está no filme cara

Achei maneiro o trailer, assim, eu não achei que eu fosse gostar tanto quanto eu gostei, não achei, nossa, a Coca-Cola 2.0, meu Deus do céu, achei legal, achei o trailer maneiro, me preocupa um pouco, me preocupa, nossa, tira meu sono à noite, mas me preocupa um pouco o lance de ser o Nolan fazendo um filme que bem mal envolve deuses, mitologia, criaturas e tal, até parece no trailer do Ciclope, né, mas ele não tá com a roupa de X-Men, então já tá errado aí. Então assim, até parece o Ciclope no trailer.

E, assim, é um ciclope, né? Não tem muito o que fazer. Mas eu não sei até que ponto ele vai se permitir brincar com essas paradas, a intervenção dos deuses e tal. Vamos ver a questão. Muita gente reclamou e eu acho que, assim, tem uma razão, mas ao mesmo tempo, foda-se também. Da questão do anacronismo, né? Do filme, assim, as roupas não são da época certa. Aparecem lá uns guerreiros meio gigantes batendo em todo mundo. Eles estão quase que literalmente com roupa medieval. Aquela armadura bem medieval, tipo, não faz sentido nenhum que é...

Milhares de anos antes até? Talvez mil? Não sei. Mas enfim, é muito antigo. Sim, mas assim, eu entendo essa reclamação um pouco. Eu concordo um pouco com as críticas ao Nolan sobre isso. Mas o fato é que mitologia grega é mitologia, né? Essa história é toda mitologia. É uma coisa que são contos lendários e tal. Então, o cara que for contar, ele pode contar do jeito que ele quiser. Dito isso, eu só dou a minha opinião sobre Christopher Nolan sob a presença dos meus advogados.

É, mas enfim, então, tô curioso, cara, tô curioso, acho que pode ser interessante, a história da Odisseia é maneira, eu dei mais uma lida sobre, assim, tipo, algumas coisas, é interessante pra caralho, isso é muito, muito maneira. É, é maneiro. Basicamente é a luta de um homem pra não ser corno, assim, no fim do dia. Exato. É isso que tá acontecendo. Mas então, Odisseia... Que é o grande motor da história, né? É. Odisseia, então, estreia dia 16 de julho, tá chegando, achei que ia ser mais no final do ano. Caraca. Daqui a pouco já, dois meses, já tá aí. Então, o que já tá aí também...

É o seu lembrete de ajudar a gente lá na Vizinhança dos Peron, catarse.me barra esperon. Tem link na descrição. A partir de R$5,00 por mês, você ajuda a gente a continuar produzindo esse conteúdo maravilhoso. E você ainda entra no chat da Vizinhança, o grupo do WhatsApp exclusivo para quem apoia a gente no catarse.me barra esperon para conversar diretamente comigo, com o Gustavo, com toda a nossa comunidade, com a Joana, com o Lucas, com outras pessoas que eu sou enfermo, não estou lembrando, galera, desculpa.

O Joe Joe também, mas assim, não deva dinheiro pro Joe Joe, galera. É muito primoso. Jamais, jamais deva dinheiro pra ele. Vai bater gente na sua porta. Pois é, mas é isso. Se quiser entrar lá com a gente, vai ser um prazer te receber. Tem link na descrição. Vamos então, Gustavo, pro que a gente assistiu essa semana. Vamos. Cara, eu assisti um episódio de um documentário chamado Tutti in Italy. Que é basicamente um documentário do Stanley Tutti andando e comendo pela Itália.

Eu vi só o primeiro episódio e aí acaba falando também um pouco das regiões, da Itália, economia, história e um pouquinho mais. Coisa fina, coisa chique, bom passar tempo vendo série pra ver meio de bobeira, fazendo outra coisa. Tá no Disney Plus, Tutti in Italy. Maneiro, vou dar uma olhada. Não sabia que ia assistir isso não. Eu também não. Eu assisti uma coisa que eu vou falar mais tarde e tava no Disney Plus. Aí imediatamente apareceu a sugestão lá.

Eu falei, hum, o que será que é isso? E aí me interessou e eu vou assistir mais. Pô, maneiro. Vou dar uma olhada, vou dar uma olhada. Cara...

Eu vi um filme. Eu vi um filme chamado... Insano. Insano. Um filme chamado As Aventuras... Olha esse nome. Olha bem comigo. As Aventuras de Bacaru Banzai. É um filme de 1984. Estrelado pelo Peter Weller, que é o nosso Robocop. Tem o John Lithgow. Tem o Jeff Goldblum, que é o nosso Ian Malcolm, do Jurassic Park. A Vida Encontra Um Jeito. E tem o Christopher Lloyd, nosso Dr. Brown. Cara, é o filme mais inacreditável que eu já vi. A pessoa que é do estúdio...

que aprovou esse filme, ou ele não leu o roteiro, ele aprovou, sem querer, ou ele tava muito chapado, mano, porque assim, basicamente, o Peter Weller, nesse filme, ele faz um cara com ascendência japonesa chamado Bancaru Banzai. Esse é o nome dele. O Bancatá na identidade dele. Bancaru Banzai. Ele...

É um neurocirurgião. Ele é um astro do rock. Ele tem a sua banda própria. A banda própria dele é composta pelos... Puta, agora eu esqueci o nome. Mas é tipo assim... É os cavaleiros de alguma coisa. Tipo, cavaleiros de knights. Os cavaleiros de não sei o quê. É basicamente um culto. Eles fazem tudo o que ele manda. Eles idolatram ele e tal. Ele é extremamente famoso no mundo todo. Ele é uma celebridade e tal. E ao mesmo tempo, ele participa de experimentos interdimensionais para o governo.

Os anos 80 foram uma época incrível. E ele se veste, obviamente, como o clichê dos anos 80. É bandana na cabeça, é faixa na cabeça, jaqueta com a gola pra cima e tal. Muito foda, muito foda. E aí, no filme, ele começa o filme fazendo um teste. Mito, ele começa o filme fazendo uma cirurgia no cérebro de uma pessoa, porque é óbvio. E aí, imediatamente, ele sai da cirurgia, entra num carro que tá com um foguete acoplado ali na parte traseira.

dispara com esse carro no deserto, vai em direção da montanha, todo mundo, Bacaru, o que você está fazendo? Ele entra na montanha, ativa um bagulho, ele passa pela montanha e ele entra em outra dimensão. Quando ele entra em outra dimensão, coisas acontecem, aí tem uns aliens envolvidos, e aí tem um cara que fez esse experimento com o mestre dele há, tipo, 40 anos, e ele entrou nessa outra dimensão, mas ele voltou com uma entidade possuída no corpo dele, e a entidade agora viu que o Bacaru Banzai conseguiu ativar de novo o portal interdimensional, então ele vai querer agora usar isso pra voltar pro lugar dele e tal, não sei o que, o Bacaru Banzai,

Cara, loucura. Nada faz o menor sentido. Mas é um dos melhores filmes que eu já vi na minha vida. 4 de 5. Muito bom. Pra quem gosta, a gente foi maluco, filmando os 80, insano, meio... Não sei, foda-se. Cara, As Aventuras de Bocaru Banzai. Tá por aí. Vale a pena pra quem curte. E o que eu gosto também desse filme é que é assim...

Peter Weller, com todo o respeito dele que tá vendo o podcast, ele já era velho nessa época. E é muito foda, porque ele faz não só o protagonista do filme, em vez de ser um cara mais jovem, bonitão e tal, e ele é tipo um sex symbol dentro do filme. Eu achei isso fantástico. Então, recomendo muito. Ele não era tão velho, não. Ele é de 47. Então, de aparência ele era. Ele tava mal. Ah, perfeito. E esse que é o lance. Nessa época as pessoas pareciam mais velhas. Parecia, parece. É assustador. Mas, enfim, recomendo.

Cara, eu assisti uma recomendação sua. Semana passada você falou que viu Better Man e... Eu fui assistir porque eu já tinha sido chamado a atenção desse filme por causa da questão do macaco. Eu falei, cara, tem um macaco. Exato. Você foi ver o macaco. Eu quero ver o macaco. Eu fui ver o macaco.

E aí quando você falou que realmente era muito foda, eu falei, cara, maneiro, vou assistir. E aí eu fui assistir e assim, mano, eu não tenho muita coisa a acrescentar dentro do que você falou, não. É muito foda. Pra mim ainda num tom meio pessoal assim, ele coloca a música My Way do Frank Sinatra como uma música importante. Eu adoro essa música. Ela sempre me emociona quando eu escuto. Fico muito arrepiado e no filme ela é bastante importante. Então assim...

Me pegou, o filme é emocionante, a história é bem contada, essa parada do macaco, dele ser um macaco realmente serve a narrativa do filme, isso é muito bom, muito interessante, diferente né cara, porque a gente vê tantas biografias que estão na moda e todas estão iguais e aí ele resolve fazer diferente, também fiquei pensando na questão do Michael Jackson, que eu nem vi o filme ainda, mas assim...

Pelo que tá todo mundo falando, é um filme bem básico. E assim, se o Robbie Williams é capaz de fazer uma cinebiografia que foge do básico, a do Michael Jackson tinha que fugir muito mais e ser muito melhor pra honrar o artista que o Michael Jackson foi. E pelo visto o filme não faz isso, mas Barryman de fato faz. E eu vou criar uma nova...

Editoria? Um novo hábito aqui nesse podcast. Uma editoria, um novo hábito, uma nova coisa que eu vou fazer, que é quando citar futebol eu vou procurar sobre o que eles estão citando. Acontece algo muito importante na vida do Robbie Williams, sem dar spoiler, quando estava rolando a final da FA Cup.

que é uma competição muito importante no futebol, que é o campeonato de clubes mais antigo ainda em atividade. Começou no ano de 1871. E eu fui ver se eu consegui descobrir qual ano que é a final e qual final. Não deu nem tanto trabalho, porque o Rob é de 74 e ele diz que tinha cerca de nove anos quando acontece essa coisa que aconteceu. Então é ali entre 82 e 85, com alguma margem de erro. E tem duas possibilidades, uma quando ele tinha exatamente nove anos e uma quando ele já teria 12, 13. Então eu...

supulso que só pode ser a primeira possibilidade, que é a final da FA Cup na temporada de 82 e 83, que a final foi no dia 21 de maio de 83, o Rob tinha exatamente 9 anos e a partida terminou em 2x2. Já tinha disputa de pênaltis desde a década anterior, mas nem todos os torneios tinham implementado isso, então cinco dias depois a partida de desempate foi vencida pelos Diabos Vermelhos do Manchester United por 4x0 contra...

O Brighton, com gols de Brian Robson, Norman Whiteside e um do holandês Arnold Johannes Jacintos Mürren, que eu gostei muito do nome dele. Não conhecia nenhum dos quatro, porque foda-se o futebol inglês. E aí dois anos depois, o outro torneio que poderia ser que o United disputou nessa época foi contra o Everton por 1x0, mas o Rob já tinha 12 anos.

Tá bom. Informação. Qual nota você dá? Ah, esqueci. Puta. Ah, 10 e 10. Pô, esqueci de falar agora que era pra ser no começo do programa, mas mandar um beijo pra todas as mães de ouvintes e pra todas as ouvintes que são mães também. Feliz Dia das Mães, que foi ontem, domingo. Eu não tenho mais minha mãe, mas todo Dia das Mães eu fico feliz vendo a galera compartilhando as imagens das nossas sogronas. São todas as nossas sogras.

É isso, um beijo pra suas mães ou pra você que é mãe também que tá ouvindo o programa. Cara, ainda na linha ali de filme antigo, do Bacaru Banzai, eu vi um filme que eu sempre tive curiosidade de ver, cara, que é o Monstro do Ártico, que é um filme de 51, que ele é a versão original do Enigma de Outro Mundo, de 82, aquele filme clássico do John Carpenter e tal, quem nunca viu, pô galera, tem que ver, é fantástico, até hoje. E aí, fui ver esse Monstro do Ártico.

Cara, é legal, assim, ele é bem interessante. É sempre legal ver filme antigo, assim, porque a vibe de fazer filme mesmo, ela mudou muito, né? O jeito de fazer, até o jeito de atuar mesmo, né? Era muito mais um teatro, assim, era bem menos corte, era mais todo mundo meio que virado pra câmera, assim, né? Os pessoas mais lado a lado, se olhando, mais virados pra câmera. Uma coisa super ensaiada de um tá falando, aí o outro começa a falar, aí o outro começa a falar logo depois, e tal, não sei o quê.

O jeito de atuar também é super diferente. Então é muito maneiro, cara. Pra quem não tem esse hábito, eu acho que é sempre interessante de fazer isso, porque você vê como que as coisas mudaram. E o ritmo é legal também. Não é um filme chato, não. É interessante. E o que é mais legal...

é que ele é bem diferente da versão dos anos 80, porque no dos anos 80, super rapidinho, eles acham um alien no Ártico e tal, e aí quando eles congelam ali o alien, ele descobre que é um metamorfo, ele consegue assumir a forma de qualquer pessoa, ele mata a pessoa, assume a forma e vai matando todo mundo. Eu falei, ah, legal, como é que vai ser isso no filme antigo? Não vai ser, por quê?

nesse monstro do Ártico, é um alien que eles acham também no Ártico e tal, eles acham a nave, só que é só um bicho bizarro, meio vegetal, assim, tipo, ele tem coisas vegetais no corpo, na composição e tal, e aí o lance do filme é meio que esse bicho tentando matar os caras e se reproduzir e tal, porque ele se reproduz que nem uma planta mesmo, né?

Mas não tem esse lance dele mudar de forma, pegar uma pessoa e se passar por ela e tal. Eu achei isso muito doido. Pra mim, foi legal ver o filme em si. Então, 3 de 5 pro Monstro do Ártico, que tá por aí, não tem nenhum streaming. Mas foi muito legal porque ele, pra mim, deixou a versão de 82, né? Do Enigma de Outro Mundo. Deixou ainda melhor. Tornou o John Carpenter mais genial ainda. Porque o cara não pegou só um remake e fez igual.

Ele meio que mudou as paradas e deixou muito mais irado, assim, a ideia e tal. Então, muito foda, cara. Quem nunca viu o Enigma de Outro Mundo, vale muito a pena.

Maneiro. Cara, ainda falando sobre filme antigo, eu assisti um filme um pouco menos antigo, mas ainda antigo, porque essa semana foi 4 de maio, né? May the 4th. Ah, é? É. E aí eu vi muita gente comentando sobre Star Wars e tal, resolvi assistir The Last Jedi, que...

É certamente o meu top 3 de Star Wars, tá no meu top 3. Eu mudo de opinião constantemente e no top 3 nunca sai The Last Jedi, O Império Contra-Ataca e Rogue One. E aí eu vi muita gente no meu Twitter falando como é um excelente filme de Star Wars e eu ainda tô bem magoado, desgostoso desse universo. Eu fui reassistir pra ver se acendia alguma nova esperança em mim, assim. E, cara, eu queria falar de algumas coisas aqui que eu gosto desse filme, outras que eu olhei...

de uma maneira diferente nessa reassistida, mas tudo isso sem falar mal do episódio 9. Do episódio 9. Eu quero falar especificamente do episódio 8. E aí eu vou falar pra caralho aqui, aproveitar que o programa tá curto até esse momento. E se você não tiver interesse em Star Wars ou não quiser tomar spoilers do filme, você pode olhar o timecode aí e pular. Posso, Bruno? Pode, por favor.

Eu vou ter que suprimir algumas coisas que eu anotei Porque tem muita coisa Eu acho que do começo do filme Eu sei que tem muita gente que não gostou do Luke Jogar o sabre de luz dele pra trás Na época eu não entendia muito bem os argumentos De quem defendia isso Mas anos depois agora eu refleti Eu até entendo Mas eu gosto pra caralho disso É perfeito

É, cara, eu acho que é perfeito pra esse momento dele, assim, pro momento da série, pro momento da franquia, pro momento do mundo, assim, cara. Acho que é um conflito dentro do personagem, que é um conflito que existe dentro de cada um de nós, assim. Tipo, caraca, eu tô fazendo a coisa certa? Ele se fudeu muito ao longo do tempo, perdeu muitas das batalhas que ele travou e por isso fugiu.

de tudo e todo mundo. Ele tá claramente renegando esse passado que é simbolizado ali no Sábio de Luz e isso é retomado na frente do filme de uma forma que pra mim acessa muito, assim. Eu entendo que pra algumas pessoas, a partir dessa cena acabou gerando uma lente que ressaltou os defeitos do filme, né? Tudo que o filme tem que não é tão bom assim, pareceu pior. Só que ao mesmo tempo é o Luke que tá dizendo assim, cara, tudo que a gente fez não é tão importante assim. Vamos olhar pra frente.

E eu acho que é super factível isso, porque assim, se você pensar, faz sentido ele ter medo de ele acabar criando um novo Darth Vader, tipo, o Anakin bem ou mal já foi uma criança aprendiz, tá ligado? Ninguém achou que aconteceu o que aconteceu. Então faz sentido isso. E cara, eu acho sempre muito doido na época, até na época que a galera criticava isso, ai, como é que o Luke Skywalker desistiu do Jedi, não sei o que, que absurdo.

Mano, a própria trilogia prequel do George Lucas, um dos grandes pontos dela é mostrar como que os Jedi são uns merdas, assim, como que é falho também. É, são falhos.

Não é um reforço de que como eles são fantásticos e tal. Não, é tipo, gente, olha a cagada que eles fizeram. Essa parada de a gente não pode ligar pra sentimento, a gente não pode se abrir, não sei o que, gerou a porra do Darth Vader, tá ligado? Então, eu não entendo esse argumento da galera. Tipo assim, não, mas o Luke nunca... Não, ele entendeu o que o Jorge Lucas queria que a gente estendesse com a trilogia Precow, tá ligado? Mas tem gente que não consegue enxergar isso, né?

É, e assim, coisas básicas que esse filme tem de iluminação são muito fodas e reforçam isso, né? Reforçam essa mensagem que o filme tá passando, assim. Tem uma hora que a Rey tá acompanhando o Luke lá na casa do caralho que eles estão. E aí ela encontra o local que tem os últimos escritos Jedi, né? Que é uma árvore lá que tem os últimos escritos.

Aí o Luke desconfia dela, ele tá com a cara, tipo, meio iluminada, e quando você percebe que ele deixou a desconfiança tomar conta completamente dele, que ele parou de confiar na luz, que no caso é a Rey, né, que é uma nova parada ali pro Jedi, ele dá um passo à frente e fica num lugar mais sombrio, assim, aí ele deixando o lado negro começar a tomar conta, que tá sempre à espreita, esse lado negro, o império, o lado, tudo isso tá sempre...

com possibilidade de crescer e o filme joga muito com a iluminação. Eu acho que assim, pô, foi um erro ali o filme reviver a Leia, entre aspas, no começo, assim. Porque, tipo assim, eu não acho nenhum eu reviver. Eu acho que, dado que a gente sabia que a Carrie Fisher tinha morrido e que a Leia ia ter que morrer em algum momento, eles não precisavam ter apirado daquela forma, fazendo parecer que ela ia morrer no começo do filme só pra reviver ela, né? Então assim, é foda. Isso me incomodou um pouco, assim.

Tem a polêmica de Cantobite, que é aquela parada do cassino lá e tal. Eu acho essa parte mais fraca do filme pra mim.

Pô, mas eu acho muito foda, mano, porque assim, a introdução do lugar é, tipo, alguém pergunta, você conhece Cantobite? Aí a resposta é, é um lugar terrível, lotado das piores pessoas da galáxia. Aí corta imediatamente pros bilionários babacas, tá ligado? Acumuladores, enquanto rola uma guerra e ainda falam, só tem um ramo que dá tanto dinheiro assim pra uma pessoa que é a guerra. Isso eu acho muito foda.

inclusive cara, o Luke uma coisa que eu nunca tinha notado o Luke fala duas vezes que o legado dos Jedi é híbris, que é um conceito da mitologia grega ele fala duas vezes muito perto isso inclusive até fiquei bastante curioso do porquê que coloca isso, porque colocam esse conceito lá

E aí significa bem mais ou menos, eu não reli pra falar 100%, se tiver algum especialista de fato em metodologia grega pode me corrigir, mas a Ubris é uma certa marra dos mortais, assim, uma espécie de desafio aos deuses. Quando um humano acaba se achando muito superior a todo mundo e quase um deus na parada, é quando ele tá deixando a Ubris tomar conta. Inclusive quem teve isso, por exemplo, foi Sísifo, que ele foi condenado justamente por causa dessa Ubris, que ele achou que ele...

A história dele é legal, porque ele enganou os deuses quando ele pegou Zeus, dando uma rapidinha fora do casamento, e caguetou Zeus. E aí, a partir disso, ele foi condenado e a morte foi buscar ele, e ele enganou a morte também. E aí, é por isso a punição dele foi morta todo mundo. Eu consigo entender, aí voltando pro filme, eu consigo entender quem acha que a parada do cassino é uma barriga, mas pra mim, sem isso, o filme, ele perde grande parte da alma, porque, cara, Star Wars é a batalha.

contra o império, assim, é genocídio, é mentira, manipulação, blackout de mídia, tudo isso que o filme mostra, e todos os filmes acabam mostrando isso. Só que por baixo dessas estruturas, de quem ganha dinheiro com isso, tem alguém que mantém isso de pé, e o filme retrata isso com as criancinhas do estábulo, assim, elas são o sinal de esperança que existe no universo, e são crianças trabalhadoras, assim, a estrutura que sustenta quem faz o mal são essas crianças trabalhadoras.

Eu concordo, mas eu até agora eu olho pra essa sequência com um olhar diferente, assim. Eu acho que, de fato, me incomodou um pouco mais do que já tinha incomodado em outros momentos. Até porque eu acho que a direção do Finn e da Rose é muito caricata, assim. Eles tão gritando dentro do cassino, olha pra gente, galera! Aqui, gente aqui! Tipo, pô, pelo amor de Deus, né?

Eu acho também o lance do plano da Rodo também, dela ficar muito insistindo, tipo, não posso contar, eu não posso contar, eu não posso contar, eu não posso contar, e eu fiquei assim, caralho. Aí eu lembro de ouvir no cinema e eu fiquei assim, gente, mas por que você não pode contar? Tipo assim, tá num nível, pô, bem ou mal, eu entendo. Ah, tem patente, não sei o quê. Tá bom, tudo bem, mas assim, você não tá vendo que você tá perdendo a sua tripulação?

Tipo, a galera tá numa situação de desespero, tipo, você vai ficar mantendo o segredo? E eu acho engraçado porque... É.

Eu não lembro bem agora se tem ou se não tem. Tipo, se não tem e poderia ter. Ou se tem e é mal desenvolvido. Mas poderia ter um plot de alguma coisa de espionagem e tal. Poderia ser mais, sabe, usado melhor. Que aí você justifica. Ah, não. Eu não tô contando porque tem um espião. Eu não posso contar. Eu lembro que isso me incomodou muito na época. Que eu fiquei muito assim, puta, mano.

Não tem muito motivo pra estar escondendo isso. Star Wars nunca foi assim, meio mal, sabe? Não tinha muito isso do... Ah, o general do exército não poder contar o que ele tá fazendo. Nunca teve isso, sabe? Então, essa ideia é meio paia. É, eles não mostram. Mas... É, não, concordo. Mas eu gosto muito da ideia do filme de... Pô, o Kylo Ren fala isso pra Rey, né? Tipo, cara, esquece o passado. Vamos seguir em frente, né? Ele fala literalmente isso pra ela.

que eu acho que é o que o próprio Rian Johnson queria fazer com o Star Wars, gente, para com essa porra de ficar, sabe, tudo Skywalker tudo Skywalker, tudo é prequel, tudo é antigo e tal vamos andar pra frente, vamos olhar pra frente e tal eu acho uma pena porque assim, é insano o que a Disney, um abraço aí pra vocês estão vendo o podcast mas é insano o que a Disney fez com o Star Wars cara, olha o Lucasfilm é uma loucura completa, cara, assim o episódio 7, é um remake do 4 que é legal, é bacana, funciona mas ele é basicamente um remake do 4 Kiumium

Eu entendo. Ah, tem que trazer a galera de volta, né? A Star Wars tá voltando depois de tanto tempo, não sei o quê, tudo bem. Aí veio o 8, que é claramente... Tem um personagem que, como eu falei, né? Claramente diz, gente, vamos esquecer o passado, siga em frente. Irado. Sim. Aí veio o 9 e fala, não, na verdade, esquece o 8. O negócio é o passado, sim. Caralho! É, é uma loucura. É uma loucura. Calma, não vamos falar do 9. Vamos ficar no 8 e vamos falar de coisa boa.

Eu sei que é difícil. Eu acho que seria muito maneiro se o... Pô, eles tinham enterrado essa trilogia toda na mão do Ryan Johnson. Cara, toma a nova trilogia. É insano eles terem dado pra três diretores diferentes, né? Mas assim... O 9 era pra ser do Ryan Johnson, só que aí teve a repercussão que teve. O 9 era pra ser do Colin Trevorrow. É? Era pra ser do cara do Jurassic World. Eu lembro.

O que o Ryan Johnson ia receber, disseram depois que ele ia fazer uma trilogia separada dele, mas aí o Jesus também morreu. Mas o 9 era isso, era o J.J. Abrams no 7, o Ryan Johnson no 8 e o Colin Trevorrow no 9. Só que aí o Colin Trevorrow lançou um filme chamado Book of Henry, se não estou enganado. Foi uma merda, assim, o filme é de gente tipo, ah, acho que esse cara...

não é muito bom, não. Aí peidou na farofa e chamou o G.J. Abrams de volta, mas cara, se eles tivessem dado essa trilogia na mão do Ronald Johnson e deixado ele fazer três filmes sobre esquecer o passado e seguir em frente, pô, teria sido muito foda, cara. Eu acho que não acreditaram no terem deixado. Eu até acho o 7 um bom primeiro filme de uma trilogia boa. Se o 8 mantivesse igual e o 9 aproveitasse o que o 8 construiu, eu não reclamaria, mas acaba ficando muito solto, né? Ele é só...

uma repetição, eu acho que se você colocasse ele como, a ideia de colocar o sétimo filme como uma retomada do episódio 4, uma espécie de rima visual, rima narrativa, ele vai conversando com o quarto filme, isso eu acharia interessante se fosse bem aproveitado na sequência. Pô, na época do 7, só na época do 7, quando o 7 saiu, nosso amigo Rafael May, cara, ele tinha uma teoria muito foda pra essa nova trilogia, cara. Ele tinha a teoria de que Kiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumiumium

o Luke sumiu porque ele percebeu que a história estava se repetindo. Sabe qual é? Que a história era cíclica e ele começou a estudar e ele viu que essas fases de tipo, ah, os Jedi estão no auge, surge o Sith. Aí todo mundo se fode. Aí os Jedi retomam, volta o Sith. Jedi retomam, volta o Sith. Isso realmente no universo de Star Wars, no universo de Pandira e tal, realmente acontece muito. Já tiveram outras eras que isso acontecia, os Sith voltam, vão embora.

Voltam, vão embora. E aí ele tinha essa teoria de cara, o Luke percebeu que isso é cíclico.

E aí ele foi lá pra puta que pariu pra tentar estudar sobre isso e entender como que ele quebra essa repetição, sabe qual é? Pra realmente trazer um equilíbrio pra força pra sempre. Não um equilíbrio que vai e volta, né? E aí não. A ideia do May era muito melhor do que aconteceu. Ah, seria maneiro. Você falou rapidamente do Kylo aí, cara. Eu nem sei nem se eu tinha notado isso que eu vou falar. Acho que sim, mas um tweet aleatório me lembrou. É muito foda como o filme apresenta versões diferentes pro debacle.

do Kylo Ren no acampamento ali do tio Luke, né? A visão do Kylo, a visão do Luke e uma terceira que não é nem uma nem outra, assim. Você tem exageros das duas memórias, coisas que foram aumentadas pelas duas memórias, cada uma em benefício próprio, mas é o que acontece na vida real, né? Toda história, a memória, ela é uma construção interna. Você tem memória coletiva, mas no fundo, tudo que você lembra é um recorte da sua memória. Você não lembra nem a realidade.

E é isso, você não lembra a realidade, você lembra o que o seu cérebro construiu e foi construindo em volta da memória. E isso acaba construindo o Kylo Ren como um vilão com uma motivação muito foda. Ele acredita que o Luke é uma pessoa horrível e por causa disso os Jedi são o lado errado da parada. Ele cedeu ao lado sombrio por causa dessa raiva que vinha consumindo ele durante todos os anos e viu o Mestre falhar com ele.

Não, e uma coisa legal, assim, que eu acho que o 7 faz um pouco isso e o 8 também faz, é esse flerte com a ideia de que a gente já viu várias vezes, né? Ah, o cara do bem que é corrompido pelo lado mau, né? Ele é um cara bom e o lado negro lá, o sombrio, tá tentando puxar ele.

Cara, o Kylo Ren ser um cara que já é do lado sombrio e está sendo meio que corrompido pelo lado bom, né? Ele é um cara... E por dentro ele é um cara bom, né? Mas ele fica tentando negar isso e tal. Pô, isso é muito foda. Inclusive, na época... Acho que na época do próprio 8, se eu não me engano, muita gente teorizou de que rolaria uma inversão, de que o Kylo Ren cairia pro lado bom e a Rey cairia pro lado mau. E aí eles teriam que se enfrentar. Pô, isso seria muito foda, tipo...

Tinha todo potencial, né, cara? É foda, é foda. É, a outra cena que, pô, pra mim é muito foda, assim, que é o Yoda quando ele aparece pra queimar a árvore dos Jedi ali, né? E aí ele fala, Passe adiante o que aprendeste, força e maestria, mas também fraqueza, tolice e fracasso.

especialmente fracasso, que é o maior professor, assim. Então, cara, o negócio que eu sempre penso na minha vida, assim, cara, o erro, ele faz parte do acerto. Você não tem nenhum acerto na história que não tenha sido precedido de muitos erros antes até que se tornassem um acerto. E aí você vê a imagem do Luke e o Yoda olhando os livros antigos pegarem fogo, que pra mim é uma imagem que em dado momento da minha vida eu pensei até em tatuar, assim.

Foi o meu header no Twitter durante um bom tempo porque eu acho lindo essa parada, tipo assim, cara, você...

Isso aqui faz parte da sua vida. Mas é um erro, é um passado. Você usa isso e passa pra frente. Mas você não precisa se apegar a isso. As coisas que deram certo no passado, você não precisa se apegar a isso. É o que a gente tá falando aqui, a grande parada disso, né? Outra grande frase do filme, que é da Leia, mas na boca da Holdo, que ela fala que a esperança é que nem o sol. Se você só acredita quando você vê, você nunca vai sobreviver à noite. E aí, assim...

Tem até depois disso um momento que a Leia, a Holdo, conta pra Leia o plano dela, que ela vai ficar pra pilotar a nave. E, pô, elas se despedem ali. É uma cena muito foda entre duas personagens, mulheres fodas, atrizes fodas. E até por isso eu acho que não precisava ter fingido que ia matar a Leia antes ali.

E, cara, uma das últimas coisas que eu quero falar aqui, sei que a gente já tomou bastante tempo, mas tudo bem. E aí, assim, cara, eu acho que o filme, ele não tem medo de fazer as coisas só porque elas são maneiras, né? A gente já falou aqui um pouco sobre aquela regra do maneiro, cara. Aquela luta da Rey e do Kylo na sala do Snoke é absurdo, cara. É uma coreografia foda, uma direção de arte foda. E eles matarem o Snoke?

Eles matarem o Snoke, o que é bem o novo Papatinho e tal, isso aqui. Mata ele no foda-se. É muito maneiro isso. É muito inesperado, né? Sim. E aí, antes da gente ir pros finalmentes aqui, cara, porra, me incomoda bastante que a Rose não deixa o Finn fazer o sacrifício final.

Porque, pô, top 3 sonhos da vida da pessoa, assim, é ser pai de menina, morrer em briga de torcida e morrer pela aliança rebelde, assim. Não me compra o papinho de que tem que salvar o que você ama e o beijo deles ali foi um erro absurdo, assim. Você transformar uma relação que era de admiração e que foi o tempo todo de amizade numa relação de... Não precisa.

amorosa, pô, não precisava daquilo, achei um erro. E no final ainda tem, porra, pra mim, uma coisa maravilhosa que a Rey vira pra Leia e fala, cara, como a gente tá fudido, como é que a gente vai construir uma rebelião com isso que a gente tem? Aí a Leia vira e fala temos tudo que precisamos e corta pras crianças de Canto Bight ainda fudidas, ainda oprimidas, mas com esperança porque elas viram que não tão sozinhas. Puta que pariu, que filme do caralho, vai tomar no cu. E aí corta.

pro primeiro filme de Star Wars somehow Palpatine has returned não, não, nem só isso, aí corta pro primeiro filme de Star Wars em sete anos né, porque o outro foi 2019 vai ser Mandaloriano e Grogu, cara, tipo assim

Que ideia, cara. Eu acho que eu não estou torcendo pra isso. Tomara que seja um filme foda, porra. Tomara que seja maneiro e tal. Mas eu acho que vai ser um flop assim, cara. Inacreditável. Porque o público geral, mano, lançar projeto que tem que ter dever de casa com um título horrível desse. Até nos Estados Unidos a galera tá achando o título uma merda e tal. Cara, eu acho loucura, assim, o retorno de Star Wars depois de sete anos e depois de um filme muito merda.

ser meio que o filme de uma série de streaming de puta, cara. Que ideia bizarra, cara. Muito bizarra. Ainda mais depois que as últimas temporadas da série, do Mandaloriano, já caíram muito também, não tá nem vindo com a série no auge, assim, não. É logo depois das duas primeiras temporadas, estão sendo um sucesso, que porra, tomaram um mundo de assalto. Não, já tá em declínio já a parada. Então, olha, e na cara...

bizarro assim, né? Tem gente que acha que é isso, né? As empresas sabem o que elas estão fazendo, os bilionários sabem o que eles estão fazendo. A Disney com Star Wars, mano, é um dos maiores exemplos de que não, nada a ver assim, você pode fazer merda e continuar fazendo merda, é impressionante. Mas, vamos ver.

Tomara que pelo menos seja um filme maneiro Mas eu não acredito muito em isso Até porque ainda mais agora que o Pedro Pascal Tá caindo pra caralho, perdendo moral Então assim Tá tudo dando errado, tudo indicando que vai dar merda Cenário de crise completa Mas vamos ver O que eu vi, aí voltando Pro nossos assistidos aqui, o que eu vi foi Família do Bagulho, já viu esse filme? Não É um grande título, né?

Bom pra caralho. Que é um filme de 2013 com Jason Sudeikis, Jennifer Aniston, a nossa Rachel de Friends, a Emma Roberts, Will Polterhead, Helms, Nick Offerman e Katherine Hahn, lá do estúdio. Cara, é um filme de comédia sobre o Jason Sudeikis, ele é um traficante de drogas, e aí no início do filme roubam todo o dinheiro dele, todas as drogas dele, ele fica devendo a pessoa com quem ele pega os produtos, e aí o cara então força ele a dirigir até o México.

Mito, é viajar, tomate de avião, voltar numa van, trazendo um carregamento de maconha. E aí, pra executar esse plano, ele decide, basicamente, contratar três pessoas pra fingirem ser a família dele. Pra fingirem ser uma família. Em inglês, o nome do filme é We're the Millers, né? Nós somos os Millers, que é o nome da família. Pra chamar menos atenção na fronteira e tal. Ah, é só uma família gringa viajando e tal. E aí, a Jennifer Anderson faz a esposa, os dois fazem os filhos e tal. Cara...

Bem maneirinho. Pra quem gosta de humor idiota, assim, bem maneirinho. Não é tão idiota, não é tão nonsense, mas tem bons momentos, assim. Tem realmente momentos muito engraçados. E o que é doido é que depois que eu assisti, eu fui logar no Letterboxx, eu descobri que eu já tinha visto o filme em 2016. E eu não lembrava porra nenhuma. Nada, não lembrava nada. Nenhum momento eu fiquei assim. Pô, acho que essa cena é familiar e tal.

Não, nada. Então, maneiro, cara. Recomendo. 4 de 5. Família do Bagulho tá no Prime Video. Como é que é inglês o nome? We're the Millers. Nós somos os Millers. Ah, muito pior.

É, não. Péssimo. E pra continuar aqui, eu vi um curta do Wes Anderson, de lançado em 2023, chamado Veneno. É um curta que tem o Benedict Cumberbatch, o Dave Patel e o Ben Kingsley. Tem 17 minutos só, tá na Netflix, super rapidinho. É sobre... Cara, a ideia é muito interessante. É baseado num conto do Road Dawn. Se eu não me engano, é o cara que escreveu o Paddington também, se eu não tô enganado.

E aí no curta, o Benedict Cumberbatch é um oficial inglês na Índia. E ele chama o Dev Patel pra ajudar ele porque tem uma cobra na cama dele. Entrou dentro do pijama dele e ele não pode se mexer porque é uma cobra super venenosa e tal. E aí eu lanço o Dev Patel tentando ajudar ele. E o que é maneiro é que o filme... Entendo o que eu quero dizer. Ele é a adaptação mais literal de um texto que eu já vi na minha vida. Porque enquanto as coisas estão acontecendo...

O Dev Patel, ele olha pra câmera e ele narra o que tá acontecendo como se fosse... Sabe quando você tá lendo um livro? E aí tem no livro, né? Tem os diálogos e tem a parte que o narrador, né? Tá contando o que aconteceu. Ah, fulano de tal entrou na casa, piscou duas vezes, foi pra cozinha, não sei o quê. E o Dev Patel, além de interpretar o personagem dele, que tem diálogos e tal, tem ação ali na história, ele faz esse papel narrador então, enquanto ele tá acontecendo, ele olha pra câmera e fala Kiuma

Então o homem deitou na cama e fez não sei o que. Aí ele vira de novo. Aí ele não sei o que. Muito interessante, cara. Parece que realmente você tá vendo, de novo, literalmente a adaptação de um livro mesmo, né? Até o narrador tá presente ali, contando em detalhes o que tá acontecendo. Muito interessante, cara. 17 minutos, 4 e 5. Veneno. Tá na Netflix. Só lembrar então que não acabou o programa.

Lembrar você de classificar o podcast no aplicativo que você está usando. Entrar na vizinhança do Esperão. Catarse.me. Tem link na descrição. Dá a força pra gente. E é isso, vamos lá. Cara, o trailer da Odisseia, ele despertou a minha urgência masculina de saquear e conquistar. Deus vulto. E aí, como eu não posso invadir Constantinopla nesse momento, eu fui pra segunda melhor opção, que era... Cara, eu ouvi um cara no Instagram falar que você pode fazer o que você quiser, é só você acreditar. Então, se você acreditar, você consegue.

Que isso? Café com teu pai? Que isso? Ué, é o que dizem pra isso. Então eu fui na segunda melhor opção, que foi ver Troia, de 2004. Que é aquele filme com Brad Pitt, o Ronald Bloom, o Eric Banner, o Brian Cox, o Sean Bean. O Sean Bean, inclusive, faz o Odisseu, no papel do Matt Damon, no novo filme.

E aí, na sinopse, é a Guerra de Troia, né? Toda a treta ali do Paris, que roubou a mulher lá de Esparta, não sei o quê. E aí, que filho da puta esse Paris, assim. Eu sei que ele fez por amor, mas ele fudeu todo mundo, cara. Que cara, que filho da puta. Mas, enfim. Muito legal, cara, assim.

Me surpreendeu, porque é legal porque assim, ele é um prequel da Odisseia, basicamente. Eu sei que na Odisseia vai ter o cavalo de Troia e tal, mas eu acho que vai ser muito rápido no começo, assim. Então esse filme meio que funcionou como o que vem antes da Odisseia. Pra quem não lembra, né, aquela história do cavalo de Troia, tudo começou nessa guerra e tal. E eu achei muito maneiro porque assim, a escala de tudo é absurda. A escala das locações, os sets, os exércitos, os barcos e tal.

Claro que já começa a entrar um pouco do CGI, né, pra aumentar os exércitos e tal.

Mas você vê que é enorme, assim, o esforço, né, da produção ali. É muito herculoide, assim, é muito foda. A violência é muito absurda, mas eu achei legal porque é realista. Tipo, cara, é uma guerra, tá ligado? É tipo, guerra, saques às cidades e tal. E é muito doido você pensar que tinha uma época.

Eu tenho um problema contigo. Vamos resolver? Vamos. Eu vou levar milhares de pessoas que me servem, a gente vai botar pra brigar com as suas milhares de pessoas e eles vão sair na mão, no tapa, basicamente. E é violento, não tem como. São pessoas se atacando com espada. É bem violento. Eu vi a versão do diretor, que pelo que eu pesquisei, adiciona meia hora. Quem é o diretor mesmo? Não faço a menor ideia. Ninguém é aparentemente muito famoso. Wolfgang Petersen. Ele mesmo. Estava na pão da língua.

Então assim, a versão do diretor aumenta um pouco a duração E bota mais cenas de luta Mais cenas de violência e tal Que eu acho que faz todo sentido pro contexto do filme e tal Inclusive nas cenas de Saki Assim galera, spoiler De um conto mitológico de alguns milhares de anos

Quando Troia é saqueada, né, e tal, cara, tem umas cenas, assim, meio que tu vê um pouco ao fundo e tal, dos caras chegando a, sei lá, pegar a mulher e levar já pro canto, e assim, é pesado, óbvio, mas assim, é o que acontecia, sabe? Então, achei maneiro ter isso no filme, assim, nesse nível, assim, que normalmente, ah, não, vamos tentar dar uma maquiada, vamos esconder e tal, não sei o quê. Então, assim, de novo, é pesado, mas achei muito realista, né?

E além disso, tem o Brad Pitt mal pra caralho, como Aquiles. Cara, péssimo, péssimo, assim, bizarro. Mas é legal. Então eu dou um 3.5 de 5. Troia tá na Netflix, no Prime Video do HBO Max. E aí pra fechar aqui, eu tenho um outro filme também, mas eu vou deixar pra você no ano que vem. Mas eu vou falar isso aqui porque ele é quente. Ele é pauta quente.

Finalmente dá pra falar de Mortal Kombat 2, né? Porque semana que vem tava no embargo ainda. Um, dois, três, quatro. É maneiro. É maneiro, é maneiro. Eu tava com a expectativa de ver um bom filme ruim. Porque pra mim o primeiro, que saiu tem uns anos...

Já era um filme ruim. Talvez mais ruim do que bom. Talvez. Mas ainda me divertiu e tal. Eu também assim. Não sou fã dos jogos. Então não sou tão capaz de opinar se realmente era fiel ou não. Mas esse novo, cara. Achei muito legal porque ele pra mim é o primeiro de três filmes que vão sair esse ano. Que eu acho que eles vão comprovar. Que a gente, graças a Deus, será daquela fase chata. De tudo ter que ser realista. E sério. E sombrio.

Que é o Mortal Kombat 2. O Mestres do Universo. E o Street Fighter. Que pelos trailers, né.

Estão dando a indicação de que eles vão realmente abraçar a galhofa, do que eles estão adaptando e tal. E esse Mortal Kombat, ele faz isso. Não faz tanto quanto eu pensei pelos trailers. Ele não se leva a sério, mas eu achei que ele ia se levar menos a sério. Tem os momentos que ele age como filme de verdade, sabe? Ele começa a dar um discurso moralista. E eu fiquei assim, não, gente.

Volta pra galhofa, tava melhor antes. Mas assim, ele ainda abraça a galhofa o suficiente pra esse tipo de filme. Então assim, ele é muito engraçado, assim, o humor dele é muito bom. É um humor um pouquinho Marvel, mas eu acho que não é irritante como estão os filmes hoje em dia, acho que é a Marvel no auge, assim. Tem muita referência em outras franquias, e eu acho que isso é legal porque deixa os personagens mais gente como a gente.

Ele vê um bicho e ele fala o que tá lembrando ele e tal, e a gente fica, ah, realmente parece e tal. Então...

Acho que é legal, acho que funciona. As lutas são absurdas, assim, são muito bem coreografadas, são muito bem feitas, poucos cortes, dá pra ver que a galera realmente aprende a lutar. Óbvio que tem limite, né? Tipo, o Carl Urban claramente luta menos do que os caras da porradaria asiática que estão no filme, né? Mas ainda te faça bem, os do Blaise mandam bem pra caralho. Eles mandam muito bem também na criatividade do uso dos poderes, né?

Porque no Mortal Kombat, o cara não tem seu poderzinho, né? Ah, eu tenho o braço de aço. Ah, eu jogo fogo pela mão. Ah, eu peido o cheiro de pimenta e tal. Então o cara não tem o seu poder.

E acho legal como eles usam isso durante as lutas e tal. Tem muita referência aos jogos. Eu não sou do Mortal Kombat, não sou do jogo de luta no geral, porque eu não sei jogar jogos de luta, né? Já falei isso aqui. Mas até coisas básicas eu peguei, então. Muito maneiro. Tem algumas lutas que quando elas vão começar...

câmera vai 100% pro lado dos personagens pra eles ficarem que nem jogo de luta. Um de frente pro outro, assim, de lado, sabe qual é? Muito maneirinho, muito maneirinho. Tem outras referências também que aí eu, conversando com o pessoal depois que é fã de Mortal Kombat, eu entendi e tal. Então assim, cara, eu acho que pra quem não viu o filme ainda e gosta de Mortal Kombat, cara, vale muito a pena ver. Eu acho que pra quem é fã, assim, eu abraço sangrento na galera que é fã. Eu acho que realmente conseguiu fazer um filme que

Ele tem um equilíbrio legal entre a galhofa e a terceira idade, as lutas são boas, ele é fiel ao jogo. Então, pô, cara, eu dou um 3.5 de 5, acho que bem divertido, assim. Ele só não é 4 por causa disso. Acho que às vezes ele começa a querer se levar um pouco a sério demais, não precisava e tal. Mas ainda assim, é F1 pra desligar o cérebro, se divertir. E é isso, tá no cinema, Mortal Kombat 2. Quem quiser assistir, eu recomendo.

Acho que vale a pena. E vai sair vídeo no YouTube, lá no canal. Espero que goste no YouTube, essa semana, sobre Mortal Kombat. Provavelmente, quando você tá ouvindo esse programa, eu acho que já vai ter saído. Se Deus quiser.

Vamos divertir muito quando chegar no HBO Max esse filme. Justo. Justíssimo também. Então, é isso, galera. Acabou o programa. Voltamos semana que vem no 57, graças a Deus, sem gripe masculina. E é isso. Segue o Gustavo, na gente, as sociais dele, arroba Gangeleias. Me segue aí, esperão que goste em todos os lugares. E... Cara, vou fazer uma entrevista essa semana, hein? Não sei se eu posso falar no podcast, só vou falar só pra você. Não sei se você fica sabendo. Vou entrevistar simplesmente o...

Fiz as perguntas aqui. Depois eu te mando pra estudar uma lida o que você acha nas perguntas. É cinco minutos só. Não vai dar pra fazer tudo, mas tem uma aqui que eu tô... Acho que é uma boa pergunta. Acho que vai ser uma pergunta legal. Vou te mandar. Mas é isso. Então, semana que vem, Tim. Acabou o programa. Acabou. Valeu, galera. Valeu. Tô assistindo um bom internacional em Curitiba.

Tem que gostar muito de futebol pra ver esses jogos merdas, cara. Parabéns. Pô, adoro. Tá maluco. Tá maluco. Eu acho muita perda de tempo, cara. Não, mas assim, eu não deixo de fazer nada pra assistir esse tipo de jogo, né? Eu deixo passando em casa quando eu tiver de bobeira. Aí fico vendo o celular, mexendo em outras coisas. Se o jogo estiver bom, aí eu olho. Um abraço pra você que tá no pós-créditos do podcast. De... Você falou alguma coisa? Peraí. Eu tossi louco a mim. Peraí.

Eu não vi que você tava começando, peraí.

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