Episódios de Esperon que Ouça

#55 | O diabo veste as ovelhas de macaco

04 de maio de 20261h16min
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Esperon⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Gustavo⁠⁠ conhecem um macaco melhor que Michael Jackson, resolvem um mistério com ovelhas detetives, veem o diabo vestir prada de novo e muito mais!

Esperon que Ouça é o podcast de segunda que vai te contar as principais notícias da semana da forma caótica que só a gente sabe fazer⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠.

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TIMECODES (pode pular um tema, a gente não vai ficar chateado)

00:00 quadro de respostas será fixo a cada dez programas!!!

07:14 segunda temporada de Demolidor está FLOPANDO

08:29 Tentaram matar o Trump (de novo)

11:01 Senado nega primeiro indicado presidencial ao STF desde o século RETRASADO

17:55 Em tom de ameaça: Oscar anuncia novas regras para elegibilidade de nomeação

21:19 Ranking cego com Matheus Esperon

23:23 Fofoquinha na Vênus Platinada, aceitas?

27:04 Desafio não diga foda-se: saiu teaser da quarta temporada de Ted Lasso

29:32 Desafio não diga foda-se 2: saiu o teaser da terceira temporada de Casa do Dragão

30:20 Saiu o teaser do novo Resident Evil

32:48 Gustavo viu: Zico - O Samurai de Quintino (2026)

39:22 Gustavo viu: L’allenatore nel Pallone (1984)

47:12 Esperon viu: Shrek 4 (2010)

48:36 Esperon viu: Boa sorte, divirta-se, não morra (2026)

51:38 Esperon viu: Undertone (2025)

53:25 Esperon viu: Enigma do horizonte (1997)

55:13 Esperon viu: Gonjiam - Manicômio Assombrado (2018)

57:10 Esperon viu: Evil Dead Rise (2023)

01:00:42 Esperon viu: A Hora do Rush (1998)

01:02:10 Esperon viu: Better man (2024) 

01:07:38 Esperon viu: As Ovelhas Detetives (2026)

01:09:56 Esperon viu: O Diabo veste Prada 2 (2026)

01:15:50 Esperon viu: Mortal Kombat II (2026)

Assuntos9
  • Indicação Jorge Messias ao STFSenado nega indicação presidencial pela primeira vez desde o século XIX · Crítica à postura conciliatória do governo federal · Relação com o caso Master e escândalos financeiros · Análise da polarização política e antipetismo
  • Fofoca: Bella Campos e Kayky BritoAcusações de assédio e opressão durante as gravações de novela · Coragem da atriz em expor a situação · Discussão sobre a personalidade de atores bonitos desde jovens
  • Atentado contra Donald TrumpIncidente durante o jantar dos correspondentes da presidência · Manifesto do atirador e suas motivações · Acusações de 'fake news' e teorias conspiratórias
  • Dia do TrabalhadorReflexão sobre a classe trabalhadora e a desigualdade social · Importância do voto para os interesses da classe trabalhadora
  • Demolidor: Segunda TemporadaQueda brusca de audiência em comparação à primeira temporada · Crítica à repetição de vilões e tramas
  • Novas regras de elegibilidade do OscarBarreiras contra inteligência artificial em atuações e roteiros · Possibilidade de indicações múltiplas na mesma categoria · Mudanças na categoria de filme internacional e favorecimento europeu
  • Quadro Esperon que RespondaDefinição de periodicidade do quadro (a cada 10 programas) · Incentivo à interação com a audiência fixa
  • Ranking CegoClassificação de diversos itens em ordem de preferência
  • Teasers de séries e filmesQuarta temporada de Ted Lasso · Terceira temporada de Casa do Dragão
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Música Segunda chegou, o play vai rolar, o nosso giro de notícias vai te contar, do cinema ao streaming, ninguém segura, é o Esperão que ouça, sente só, ai que loucura, diretamente de dentro da sua cabeça, começa agora, ó, é o Esperão que ouça, o seu resumo semanal da semana, meu nome é Matheus Esperão, aqui comigo hoje, Gustavo Angelés.

trabalhadores do Brasil feliz dia do trabalhador pra todo mundo aí passou, foi semana passada mas fica aí o nosso, e lembrando galera é dia do trabalhador, não é dia do trabalho é isso, lembrando sempre que todos nós somos trabalhadores por mais rico que você seja que você esteja ouvindo a gente a não ser que você seja o dono de um banco e eu acho pouco provável que o dono de um banco nos escute

Mas você é trabalhador e nós estamos todos muito mais perto dos camaradas que estão na rua, morando em situação de rua, do que dos bilionários. Então é sempre bom a gente lembrar disso, ainda mais nesse ano de eleição, que a gente tem que estar juntos aí e votar pelos nossos interesses. Porque eles, os bilionários, estão juntos e votam pelos interesses deles. E a gente fica se degladiando aqui e não consegue se unir. É isso aí, então vai tomar no cu.

Censura aí, é o do... Pelo amor de Deus. É, esperam, aqui, a gente conversou recentemente de tornar o nosso quadro de perguntas dos ouvintes e respostas nossas algo fixo. E a gente decidiu fazer a cada 10 programas. A gente fez no 51 e vai fazer a partir do 60 a cada 10 programas. 60, 70, 80, 90, 100 e assim por diante. Você vai acrescentando mais 10 aí. Espero que você tenha aprendido matemática básica.

E a cada 10 programas a gente vai fazer o quadro Esperon que Responda. Se você quiser mandar alguma pergunta sobre a vida, sobre nós, sobre o mundo, sobre cinema, futebol, conselho, qualquer coisa, manda aqui nos comentários do programa no Spotify. Se você quiser anonimato, você pode mandar na minha DM ou na do Esperon, avisando que é para o Esperon que Responda, que a gente vai encaminhar para as autoridades, porque aqui não tem crime não. Mentira, a gente vai...

Prometer anonimato em caso de não cometimento de crimes. Se flopar, não existiu. Mas é bom a gente avisar um pouco antes aqui. E relembrar um pouco mais pra frente. Mas é um bagulho pra gente estimular a interação com a nossa audiência fixa. Não é pra aventureiros chegarem aqui. Então, por isso que eu tô avisando agora no 55. E no 60 a gente vai responder as perguntas. Então, mandem aí pra gente. Se flopar, não existiu.

É isso, é isso. Então, mandem perguntas já, pode mandar a partir de agora pra gente responder no 60. E, Gustavo, falando em comentários e tudo mais, vamos logo pros nossos recadinhos, então. Lembrando que nós temos o timecode na descrição, os numerozinhos mágicos aí que você pode tocar e pular pra qualquer momento do vídeo, mas vale o aviso, né, Gustavo? Às vezes aqui, temas inesperados levam a gente por caminhos inesquecíveis.

Então, se você pular um tema, pode ser que você perca algo que mudaria a sua vida.

Pois é, então, tá achando alguma parte chata, não tem interesse em algum assunto, vamos entrar em spoiler, pode pular, mas fica só de risco, Gustavo. Lembrar você também de dar notinha pra gente aí no seu aplicativo, seja Spotify, seja qualquer outro, avalie o nosso podcast, isso é muito importante, ajuda o podcast, não, ajuda o Spotify a recomendar nosso podcast pra outras pessoas, isso ajuda pra caramba, e também dá essa força enviando pra um amigo, uma amiga essa semana, pra alguém que de repente gosta de podcast, tá precisando de podcast novo, quem gosta de podcast, tá sempre procurando podcast novo, porque a gente já escuta todos os programas, fica em falta de semana.

Ou pra alguém que de repente nem sabe o que é podcast, introduza o podcast na pessoa. Alguém que de repente nunca ouviu falar, você pode aí apresentar esse mundo maravilhoso dos programas em áudio para um amigo, para um amigo, ou alguém na rua também que você parar e gritar na cara dela. E além disso, lembrar você...

então a gente seguia a gente no Spotify, o Dr. Carlos do Spotify já falou que isso é muito importante, então confere aí se você já tá seguindo a gente, e no Spotify nós temos como o Gustavo adiantou os comentários a parte legal pra caramba que vocês conversam com a gente sobre o programa, trazem alguma atualização, trazem alguma opinião pra gente ficar super feliz lendo e isso ajuda muito a gente, então primeiramente obrigado a todo mundo que veio comentando, o último episódio recebeu muitos comentários, foi muito...

É muito importante, cara, porque podcast é uma... A gente conversa aqui, mas às vezes a gente fica com a sensação de que a gente tá falando sozinho, né? E aí quando a gente vê os comentários, a galera conversando com a gente também, dá mais força pra gente fazer as paradas, né?

Pois é, então manda um abraço para quem comentou no último episódio do Esperon que ouça e do Série e Série do The Boys. Vamos lá. Michael Jackson, não estou zoando, Michael Jackson, Matheus Corrade, Henrique Silva, Isaac Carmo, Rafaela Rico, Rafaela Pobre, Lucas LA, Yusley, Miyagi, Mestre Daniel San, Alexandre Souza, Luiz Carlos. Uou!

Matthew, Marcelo Lopes, Aline Duenas, Gabriel Castro, Lucas SB, que falou que estava com saudade de a gente ler o nome dele, Joana Cardoso, a famosa Jojo, Guilherme Faria, mas não fez, Tom Tom e Bruna Félix, a irmã do Gato Félix. Muito obrigado. A galera se divertiu com a gente tentando coordenar uma simples contagem de 1 a 10.

Eu ri muito escutando depois, cara. Eu ri como se eu fosse a primeira vez. Ficou muito engraçado mesmo. Ah, e só falando do Gato Félix, cara, eu sofri um choque de gerações com o Gato Félix, sabia? Tem uma menina que a gente se segue no Instagram e tal, aí ela postou uma foto com uma bolsa, aí ela falou alguma coisa assim, ah, minha bolsa é infinita, que cabe tudo, não sei o quê. E aí eu respondi, ah, é que nem a bolsa do Gato Félix. Aí ela falou, o que é Gato Félix? Eu falei, não! Caraca, é.

Aí as rugas começaram a aparecer, assim, eu fiquei, puta merda. Aí eu expliquei, falei, ah, era um desenho antigo, na verdade nem era da minha época e tal, mas é de um gato preto. Eu não sou tão velho assim. É, pois é. Não, porque se não o garoto vai pesquisar, tipo, deixa eu ver, gato félix, é tipo assim, desenho de 1968, sabe? É tipo, caralho. Mas aí eu expliquei e tal, e ela, ah, tá, nunca ouviu falar. Fiquei, ah.

Cara, foi criado em 1919. Olha só. Caralho! Mas é que nem aqueles desenhos que a gente via, tipo, da Hanna-Barbera, sabe? A Flinson, o Jetson. É tipo anos 40, cara. O próprio Loney Tunes, anos 60, anos 50, era muito antigo. Por isso que Belmau, até talvez a nossa geração, provavelmente,

todo mundo conhecia, tipo, Pernalonga, Flintstones, literalmente todo mundo conhecia, porque no tempo da nossa voz, passava na TV, aí reprisava pros nossos pais, aí reprisou pra gente, e aí veio a geração Z e... E aí estragou tudo. A Nação do Fogo atacou. Mas enfim. Inclusive, falando nisso, essa semana no Twitter eu vi uma discussão da galera...

um vídeo desse de adolescente, aí um moleque vai, ah, vou farmar aula. Aura, aí ele grita 6x7, faz o negócio, e a galera fala, meu Deus, essa geração está perdida. Alguém lembrou e falou assim, gente, a nossa geração ria pra caralho de um gordo gritando Antônio Nunes e batendo na cúpula. Aí eu falei, é verdade, a gente era muito idiota também. É, os caras fazendo dança do Siri, a gente, caralho, é o hábito do humor, né, tipo...

Toda geração é isso, galera. Não adianta ficar reclamando da geração atual, a mais nova. Porque na nossa também reclamavam da gente, entendeu? É, é. Reclamar pelo meme, beleza. Se você for ver, tem inscritos de Platão reclamando dos alunos dele. Falando, ah, essa geração está uma merda. Pois é. Não quer sair da caverna. Reclamar pelo meme, beleza. Mas reclamar de verdade, tipo, ah, é nova geração. Amigo, não. Aí você é só um velho gritando para as nuvens. Sim.

Falando em reclamar, acredito que o pessoal da Marvel tem muito a reclamar, porque a segunda temporada de Demolidor Renascido, que está por último episódio, vai sair agora, teve uma queda brusca de audiência em comparação à primeira. Comparando as visualizações dos cinco primeiros episódios da primeira temporada com os da segunda, foi uma queda de 46%. E o total de horas assistidas caiu 54%. Então, assim... Caraca, tem menos gente assistida e quem assiste abandona cedo.

Exatamente, então, cara, eu acho que assim Eu tô tentando acompanhar essa temporada Eu tô acho que uns dois ou três episódios Não, acho que são uns três ou quatro, na real Mas enfim, tô atrasado, mas do que eu vi Assim, é legal Mas é muito mais do mesmo A própria galera tá começando a reclamar disso porque Começaram a sair algumas fotos de bastidores da próxima temporada Da terceira temporada Ah, veja o Vincent Donofrio como o rei do crime Nas gravações da quarta temporada Da terceira temporada E aí

E aí, tipo assim, tá todo mundo assim, caralho, vai ser o rei do crime de novo? Tipo, não tem nenhum outro vilão, cara, pra eles enfrentarem, pra fazer a temporada sem volta, sabe? Eu acho que é muito isso, tá muito vai e vem. A cultura pop, no geral, tá muita repetição, né, cara? Até o The Boys tá falando um pouco disso também. É muito doido. Mas, enfim, quando eu terminar de assistir, eu trago aí a temporada. Falando em repetição...

Mais uma vez tentaram matar o Trump e não conseguiram, né? Ah, foi semana passada? Foi no último sábado, né? Ah, tá. A gente acaba sempre perdendo um pouco as notícias que acontecem no fim de semana. E durante o jantar dos correspondentes, que é uma transição...

da presidência dos Estados Unidos, que uma vez por ano recebe os jornalistas que cobrem a Casa Branca diariamente, um homem entrou e efetou disparos de arma de fogo no hotel que estava sediando o evento. De acordo com a Agência Brasil, o Cole Thomas Allen é um homem da região de Los Angeles, que é graduado pela Caltech e trabalha como professor em meio período e desenvolvedor de jogos. Teve muita gente questionando a autenticidade da parada.

Mas não pareceu o caso, acho que aconteceu de fato. O que fez parecer inicialmente que era uma falsa flag dessas, um bagulho meio armado, é que imediatamente depois de acontecer o negócio, o Trump já foi tentar impor um dos pontos da agenda dele, que é a construção de um ballroom, um salão de festas na Casa Branca, que ele tá enchendo o saco pra fazer essa porra.

para fazer esses grandes eventos de mamação de saco dele e dos grandes bilionários mamadores de saco, mas tem sido muito questionado pela opinião pública e pela justiça. Os investigadores encontraram um manifesto que o atirador tinha enviado para a própria família, em que ele descreve a intenção de atingir integrantes do governo e o atacante compartilhou os escritos com o irmão que caguetou ele para a polícia, mole? Caraca! Mas o irmão dele era atacante também ou era meio campo alguma coisa assim?

Não, zagueiro, zagueiro. Aí o conteúdo aponta desse manifesto, aponta para o planejamento prévio e a definição de alvos. Aparentemente ele agiu sozinho e o governo afirmou que a culpa é da mídia e dos democratas. E aí, no texto, o acusado se autodenominou um assassino federal gentil e justificou a ação com referências ao escândalo sexual da lista do Epstein, bilionário que é acusado de liderar uma rede de tráfico sexual e pedofilia, que era muito, muito, muito próximo do Trump.

e cujo escândalo saiu do círculo mediático desde que os Estados Unidos atacaram o Irã. Eu tô com o pessoal do Dessa Letra Show. Pra mim, foi tudo armado, Gustavo. Sinto muito. Sei que você é jornalista, você tem que lidar com os fatos, mas pra mim é tudo armado. É um vídeo interessante até. Eles levantam algumas coisas, tipo, esquisitas, a gente tem essa situação toda, não sei o quê. Eu tô armado. Pra mim, armado. É a facada fake 2.0, é isso aí, vida que segue, mas armado ou não, o cara é um filho da puta.

E é o que você falou, assim, ele já usou pra, tipo, vamos construir o Ballroom. Tipo, amigo, vai se fuder, não tem nada a ver, tá ligado? Porra. Mas, tá bom. E aí, ainda em notícias, mas voltando ao Brasil e falando de filho da puta, a gente teve uma notícia muito grave essa semana. Ah, é? E parte da...

que mostra parte da deterioração da nossa democracia, que o Senado negou a indicação do Lula para o Supremo Tribunal Federal, para a vaga do Luiz Roberto Barroso, que se aposentou o presidente indicado Jorge Messias, que foi advogado-geral da União, inclusive o Bessias daquele documento do áudio da Dilma.

E assim, o Senado tem a prerrogativa de sabatinar os indicados para saber se eles têm o devido conhecimento jurídico e votam para autorizar ou não que a pessoa assuma o cargo. Só que existe um acordo tácito, que é esses acordos que não são exatamente escritos, só que são consenso e bom senso de aceitar a indicação do presidente. Esses acordos existem em diversas democracias no mundo e em várias partes da sociedade e ajudam a manter a parada de pé. Não dá para você escrever tudo.

E aí, pra ter uma ideia, nenhum indicado presidencial ao STF tinha sido negado no Brasil desde o século retrasado. É, 1894, né? Eu acho, né? É, tinha sido no governo do Floriano Peixoto, que é o segundo presidente do Brasil. E era uma época que a democracia estava... Que é democracia, nem necessariamente era democracia, mas assim, era uma época que a República Brasileira tinha acabado de começar. Então, dá pra você ver o tamanho dessa parada, assim. Eu poderia...

me aprofundar mais nisso, falar sobre o próprio Messias, que é evangélico pra caralho e usa a religião dele como forma de fazer política também, é um cara muito próximo do André Medonça, que é um dos indicados do Bolsonaro pro STF, o que seria bem preocupante. Poderia falar de como o Senado é completamente aparelhado pela extrema-direita e os senadores do chamado Centrão, que é basicamente a direita fisiológica, estão sempre fazendo de tudo pra atrapalhar o governo, mas eu vou me focar aqui um pouco você vai me lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado

em dizer que esse é o resultado dessa postura extremamente conciliatória do governo federal. Você negocia, negocia, negocia, para chegar em algum momento e tomar uma facada nas costas. Essa é a história dos governos de esquerda do Brasil, que tentam sempre se render às classes dominantes para se manter no poder, enquanto conquistam avanços mínimos para o povo.

Então não está definido exatamente quem vai ser o próximo indicado do Lula, nem se ele vai indicar alguém, porque aparentemente o Senado quer cozinhar isso para depois da eleição, para ver se o próximo presidente, que não sabe se vai ser o Lula ou o Flávio Bolsonaro, vai indicar esse nome.

Mas tem gente que defende que seja uma indicação à esquerda, e primariamente de uma mulher negra ou de uma mulher, para tentar mobilizar o campo progressista, democrático, a pressionar o Senado. Mas eu não acredito muito nisso, porque uma coisa que o Lula fez pouquíssimo nesse terceiro mandato foi tentar...

mobilizar as pessoas a irem pra rua, o que é um erro crasso, já que quanto mais gente na rua, melhor, e ele ajuda a controlar a narrativa, né? E pressionar esse congresso entreguista que a gente elegeu em 2022. E eu acho que a tendência nessa eleição é piorar, assim, eu tô bem desesperado com isso.

Essa parada aí da negação do Messias, muito provavelmente é um acordão ali pra ver se eles conseguem barrar as investigações do caso Master, que o STF tá muito dentro disso, tá de cabeça enfiada, cabeça, mãos e pés enfiados nesse escândalo. Então parece que tem alguma coisa a ver com isso. E vamos ver os próximos capítulos disso, cara. Muito...

complicado isso, porque o Lula, o que ele faz é conciliar. Ele concilia, concilia, concilia, cede aos interesses da classe dominante, cede aos interesses do Senado, e no fundo ele acaba se fodendo da mesma forma, entendeu? E eu acho que agora, nessa altura, acho que não vai mudar. O que eu acho doido dessa política de conciliação do governo dele é que, se fosse uma parada assim, não, ele concilia, ele consegue muita coisa em troca, vale a pena, não sei o quê.

Cara, toda hora os caras tão puxando o tapete dele, tipo, toda hora, toda hora isso acontece, sabe qual é? Então, muito doido, tipo...

Para com isso, cara. Mas, enfim, sabe que é complicado. Eu tô... Cara, eu não tô nem desesperado. Eu já tô numa próxima fase do luto, que é assim... Desesperança, sabe qual é? Cada vez mais eu acredito que fudeu e não tem o que fazer. Porque assim, as pessoas não tão nem aí. Ontem, essa semana mesmo, eu tava realizando um tweet de um cara... Que eu acho que o...

O Lula falou alguma coisa sobre o sistema, ou sobre o governo e tal, e aí o cara conversou, amigo, mas você é o governo, por que você não faz? Tipo assim, não, mano, ele não é um imperador, ele não é um rei, tá ligado? Ele é o presidente, ele tem um congresso, tanto que derrubaram o veto dele também do lance da lei da desometria, né? Pra reduzir as penas do Bolsonaro. Dois metri.

Por consequência, reduz a pena de uma porrada de gente também, mas a bandidagem agradece. Então, assim, não é assim que funciona. Só que as pessoas, no geral, e obviamente tem uma construção da mídia pra também manter desse jeito e tal, acham que o presidente faz o que ele quiser.

E aí, se tem uma coisa errada, a culpa só pode ser dele. E isso funciona muito bem pros governadores, por exemplo, porque a segurança pública, que é de uma responsabilidade dos governos estaduais, sempre cai no colo do presidente, no caso, especialmente quando é o Lula. Então, isso é, obviamente, fomentado também, pras pessoas baterem na pessoa errada, né? Querem criticar a pessoa errada. Mas funciona, a merda é que funciona. Então, assim, a galera, no geral, acha que é votar pro presidente e foda-se. E tá cada vez pior isso, e eu também, cara.

Eu não sei se vai piorar, porque assim, esse congresso atual já é tão ruim que eu não sei se ele vai piorar, porque eu acho que bem mal, ao mesmo tempo, tem muita gente batendo nessa tecla de que não é votar só pra votar pro presidente e tal, não sei o quê. Então assim, mas se melhorar, não vai melhorar quase nada, sabe qual é? Então eu acho muito esperador. Eu tinha que ser eleger um congresso melhor, mas eu não sei de que forma fazer isso sem dinheiro, né?

Porque o dinheiro tá todo pra eleger gente ruim, gente, que defende os interesses de gente escruta, né? Então é uma sinuca de bico que a gente tá metido.

Não, e o antipetismo chegou num nível que, cara, o candidato pode chutar um bebê na rua, mas se ele falar que ele é antipetê e anti... Aqui eu tô... Abre a avista, tá, galera? Antiviado e tudo isso aí, ele vai ser eleito e acabou. Ah, e aí é evangélico, ele é homofóbico, mas, no caso, isso seria bom pros caras, né? E é antipetê? Acabou. É isso. Ah, mas ele não tem proposta, mas... Caguei. Então, é muito complicado se você conversar com essa galera que...

Eu vivo em uma outra realidade, tá ligado? E galera que acha que o Banco Master é só coisa da esquerda, galera que acha que o Brasil é comunista e tal. Como é que você conversa com essa galera? Eles não estão contados na realidade. Como é que você argumenta com uma pessoa que nos argumenta? Que tudo que ela pega é pelo Datazap. Eu, cara, eu infelizmente, cada vez mais eu tenho menos... Eu só não ligo foda-se porque eu ainda não consigo.

Porque a vontade é essa. Tipo, ah, mano, então vou fazer minha parte, óbvio, vou votar direitinho em quem eu acho que é uma boa opção.

E de resto, eu vou largar a mão, não vou nem me preocupar. Eu não consigo, até assim, infelizmente, barra felizmente, eu ainda não consigo fazer isso. Mas a vontade é essa, porque se você ficar pensando muito nisso, você fica deprimido, cara. É assustador. Eu, antigamente, tinha uma época que eu assinava uma newsletter de notícias e eu lia literalmente todo dia. Eu parei de fazer isso, porque eu tava ficando em depressão. Porque eu tava assim, caralho, tudo piora, só tá cada vez mais cagado, as pessoas não tão nem aí, parece que as pessoas estão escolhendo serem mais, sabe, por iniciativa própria.

E aí, nada muda. Aí eu falei, cara, vou parar de ler, porque eu vou entrar em parafuso daqui a pouco, né? É, é muito complicado mesmo. O que é muito complicado também, Gustavo, são as novas regras que o Oscar anunciou, mudanças na elegibilidade, né? Dos filmes a serem premiados, a partir de 2027. E aí, assim, essa história, eu esqueci de ler aqui no começo, é em tom de ameaça.

Por quê? Tem coisas boas. Por exemplo, barreiras contra a inteligência artificial. A partir de 2007, assim, imagino que já fosse assim, mas agora está no papel mesmo, está nas regras. Atuação só de humanos, não pode ser atuação de IA, e roteiro também só escrito por humanos. Bom, maneiro, bacana.

Aí uma... Ok. Atores poderão ser indicados mais de uma vez na mesma categoria por filmes diferentes. Ah, o ator fez o filme A e foi muito bem, ele fez o filme B e foi muito bem. Nada impede de ele ser indicado pelo filme A e pelo filme B na mesma categoria de ator coadjuvante, por exemplo. Beleza? Ok. Caguei. Agora, por que que é em tom de ameaça? Mudaram coisas na parte de filme internacional. Por quê? Agora os filmes internacionais podem passar a concorrer de duas formas diferentes.

A primeira, que é atual, que é como já é hoje em dia, né? Indicados como representantes dos seus países, né? O governo, por exemplo, aqui no Brasil. Puta, eu ia falar Ministério da Cultura, mas não é Ministério da Cultura. Enfim. Ancine. Ancine, isso. A Ancine vai escolher ali quais... Ah, esses são os filmes brasileiros. Esse aqui a gente acha que é o melhor ou que tem mais potencial. Esse é o nosso indicado pro Oscar. Então, mesmo que tenha algum outro filme que, nossa, tá ganhando tudo, fez muito sucesso, só vale o que é indicado oficialmente pelo país. Esse jeito continua valendo, beleza? Uhum.

Qual o problema? O outro jeito agora é que os times também podem ser indicados se eles ganharem prêmios nos festivais de cinema de Berlim, Busan, que é na Coreia do Sul, Cannes, Sundance, Estados Unidos, Toronto e Veneza. Só nessa lista você já sacou uma coisa meio preocupante. Não tem nenhum festival latino, não tem nenhum festival africano, por exemplo.

só tem um festival europeu e um da Ásia mas que é a Coreia do Sul, que é uma sucursal americana vamos combinar, um puxadinho dos Estados Unidos, então só o norte global vamos dizer assim, isso por um lado pode ter um lado bom porque impede o boicote de filmes pelos governos dos países na época do Bolsonaro eu lembro que teve algum filme que aconteceu isso, eu não lembro agora se era o Aquarius ou se era o Bacurau, eu não lembro, teve algum filme assim

Que era o filme, obviamente, o melhor filme do ano. Era o filme que tinha mais bafafá e tal. Mas o órgão, na época, ligado ao governo, foi lá e pum. Meteu um outro filme porque, ah, esquerdista, não sei o quê. Outros países podem fazer isso também. E aí é chato por causa disso. Beleza. Só que qual é o problema? Na prática, isso só vai acabar favorecendo, basicamente, os filmes europeus. Porque estes festivais que eles listaram são todos europeus. Tem um americano, um de Canadá e um de... Minto.

Não, não tá certo. São três. Enfim, a maioria é europeu. E assim, o que vai acontecer é que a categoria vai ficar mais europeia do que nunca. Você vai ter dois filmes da França concorrendo, dois da Itália e um da não sei o que, não sei o que lá. Então assim, pros latinos, aí pro nosso caso, né? Aqui pro Brasil, vai ficar muito mais difícil a gente concorrer agora. Porque os caras têm mais desculpa pra meter mais filmes.

Europeus na prática, né? A gente sabe como a treta que teve esse ano do Oscar, né? A gente sabe que hoje que os votantes europeus, óbvio, a maioria é americana, né? Esmagadora maioria americana, mas logo depois a outra nacionalidade é tudo europeia. O segundo lugar é uma porrada de europeu. E eles votam nos filmes deles, sabe? Então vai ser muito complicado pra gente, cara. Já é complicado, vai se tornar mais ainda.

É, complicado mesmo. Tem mais alguma notícia aí? Tem o ranking cego com o Matheus Esperon. Tá pronto? Tem o quê? Ranking cego com o Matheus Esperon. Caraca, eu entendi Heineken cego. Eu fiquei, que é isso? Cerveja? É o seguinte, tem 10 coisas aqui, você vai ter que colocar elas em ordem sem saber qual é a próxima. Vamos lá, de 1 a 10, um é o melhor, 10 é o pior. Arte de inteligência artificial. 10. É cortar o cabelo. Caralho, é... Ah.

4. Sonequinha após almoço. 3. Almofada. Ah, almofada? É. 5. Você botou 5, pô. Então 6. Tem que anotar que eu não lembro nada também. Pera aí. Arte de ar você botou 10. Soneca após almoço você botou o que mesmo? Eu botei 4. Cortar o cabelo. 5. Almofada 6. 6, tá.

É... chamar professora de mãe. Puta... oito. É... ouvir pela primeira vez uma música muito foda e ficar repetindo ela eternamente. Dois. É... diarreia explosiva. Nove. É... chegar na padaria pra comprar pão e ter acabado de sair uma leva fresquinha. Eu vou jogar seguro e vou botar um. Tá. É... sinal amarelo.

É, 7. É, diarreia explosiva. Já foi. Era 9. Um, dois... Faltou 3. Falta qual? Diarreia... 3. Não, diarreia explosiva você falou, eu botei no 9, pô.

Ah, é? Ah, não, eu não tô errado aqui. É, dá uma topada absurda na quina do móvel. Puta, ficou no 3. Que merda. Como é que ficou hoje? É, primeiro, chega na padaria pra comprar pão e ter acabado de sair uma leva fresquinha. Segundo, ouviu pela primeira vez uma música muito foda e fica repetindo eternamente. Três, que Matheus Esperão adora. Dá uma topada absurda na quina do móvel.

4, sonequinha após almoço, que é pior do que dar uma topada na quina do móvel. 5, cortar o cabelo. 6, a almofada. 7, sinal amarelo. 8, chamar a professora de mãe. 9, diarreia explosiva. E arte de ar, 10. Eu achei um ranking bom. Tirando a topada, tava bom. Até a topada tava bom. Ah, tudo bem. O que não ficou bom, cara, foi a situação da Bela Campos. Você ficou sabendo dessa fofoca? Negócio com o Raymond? É. É, eu vi por alto. Me conta. Então.

A Bela Campos deu uma entrevista pro Globo, né? O jornal Globo. Mas foi em vídeo, né? Foi uma entrevista em vídeo. E ela falou que ela se sentiu oprimida pelo Kawan Raymond durante a novela que eu não anotei, mas eu acho que é o Vale Tudo, com a certeza. É, Vale Tudo. E aí, abre aspas, eu me senti oprimido ali naquele começo. Mas depois que muita merda foi para o ventilador e todo mundo já sabia o que estava acontecendo, eu falei, está acontecendo um monte de confusão mesmo.

Não vou ficar dando entrevista falando que está tudo bem, porque não estava. Não pode ser risível um homem levantar o braço.

No meio de uma gravação e perguntar, cheira aqui o meu sovaco e vê se eu estou fedendo. Caralho. Cara, e se alguém... Gustavo, você tá no ambiente de trabalho. Um colega seu levanta o braço e fala, cheira aqui o meu sovaco pra ver se eu tô fedendo. Qual a sua reação? Cara, não dá um tomar no cu, né? Pelo amor de Deus. Pois é. Cara, eu não sei o que é isso. Eu só cheiro o sovaco da minha esposa. Pois é, exatamente. E dos gatos. Se não... Ah, o sovaquinho de gato é bom demais.

Nossa, chulé de gato é bom demais. Eu pego as vezes e fico... Eu fico que nem um cracudo, brother. Nossa, é bom demais. Cara, eu achei doideira essa entrevista dela, porque assim... Óbvio, a situação é uma merda, né? Mas é positivo, tá? Que eu vou falar também. Eu achei doideira porque assim... Bem, o Mau, ela é uma atriz da Globo. E ela deu essa entrevista pro Globo. E eu achei corajoso pra caralho. Ela meter a boca no trombone assim.

Ela falou todas as minhas paradas assim. Ah, a direção nunca me chamou pra conversar. Nunca me ouviram e tal. Eu fiquei, caraca.

Muito foda, cara. Assim, parabéns. Coragem. Pode ser foder. Com todo respeito. Mas muita coragem. Deixa eu ver quantos anos ela tem. Será ela é geração Z? Será? Ela é nova. Ela é super nova, cara. Cadê? Idade. Ela tem 28. É de 98. Ah, então ela não é geração Z.

Acho que é, pô. Não, 98? É a partir de 96. Geração Z começa quando? 97. Ah, que mentira. Ah, não. Pra mim é 2000 pra frente. Não, mas tudo bem. Então, enfim, tudo de bom pra ela. Mas doideira. Eu e o Cameron Remake, a galera já fala há um tempo que ele é um babacão, né? É mesmo, né? Doideira, né? É, é. É, já ouvi falar bastante que ele é mesmo. Sabe o que é isso? É a pessoa que é bonita desde jovem. Pois é. É? Você tem, cara, você pra crescer uma pessoa boa, você tem que ser feio na sua infância.

ou feio ou percebido pela sociedade como feio, enfim. Mas você tem que ser considerado feio, porque aí você desenvolve caráter, você desenvolve humor, porque você tem que se proteger de algum jeito. Você tem que chamar a atenção de outro jeito, se não é pelos looks, né? Então você desenvolve humor, aí você tem a adolescência...

Aí, se você ficar bonito, porra, cenário perfeito. Ficar com a personalidade é beleza. Agora, um K1 Raymond da vida, o cara que já cresce bonito, ele nunca precisou desenvolver uma personalidade bacana. Ele nunca precisou ser uma pessoa boa. Concorda comigo? É, não, sim, eu concordo. E eu acho que também, assim, tirando um pouco a piada, acho que é a parada de ouvir não, né? Acho que muita gente bonita nunca ouviu não na vida.

E o K1 Raymond, desde muito cedo, ficou, entre aspas, importante. Porque virou um ator da Globo. Então, assim, provavelmente tem muito tempo que ele não escutou não.

Então aí acaba criando essa personalidade merda, que a gente já sabe o que é. Então, se você chegou aqui no Spotify... Não. Sim, foda-se. Se você chegou aqui no Spotify, comenta no podcast. O que a pessoa comenta no podcast, Gustavo? É, manda pergunta pro programa 60. Tá. Então, deixa aí no podcast a sua pergunta no Spotify pro programa 60. Beleza? É isso. A gente vai lendo 60 perguntas e respostas.

E se não quiser perguntar nada, comenta Esperão que responda. Tá bom, é isso. Gustavo, você tem notícia aí? Não, né? Cara, eu tenho notícia que meu escritório tá mal assombrado, que acabou de cair um bagulho aqui e não tem nenhum gato aqui. Tem sim. Que loucura.

Que doideira. Tem gato sim. Ah, velho. Qual foi a sua pergunta? O que você falou? Se você tinha alguma notícia. Não, a notícia acabou. Vamos então para o nosso giro de trailers. Gustavo, eu queria começar aqui uma história nova. Nós temos um tom de ameaça. Se você aprovar, a gente pode ter uma nova categoria chamada, obviamente, copiada do pessoal lá do Daniel Furlan e tal. Desafio, não diga foda-se.

Ótimo. Então, primeiro item aqui do desafio, não diga foda-se, teaser da quarta temporada de Ted Laço. Ai, nossa, impossível. Então. Cara, eu vou te falar, eu comecei a assistir Ted Laço, assisti a primeira temporada, assisti uma parte da segunda e falei, cara, vou esperar acabar a série pra reassistir. Quando eu vi a notícia de que eles iam reviver

a série e botar mais uma temporada, eu falei, não vou assistir, não recuso. Então, cara, eu tô meio assim também, porque eu vi a primeira, adorei. Vi a segunda, adorei. Cara, quando saiu a terceira, não sei, cara, eu vi uma pessoa no Twitter falando isso, que eu concordo muito, assim, meio que, a pessoa tava falando isso, né, que ela chegou um momento do Ted Lasso que ela tava assistindo, que ela parou de ver, porque ela falou assim, eu já tenho o suficiente. Tipo assim, essa série já deu o que eu precisava. Beleza, tchau.

É, e isso aconteceu muito comigo com a terceira temporada, cara. Eu dei play no primeiro episódio, também não me ajudou muito, que porra, é uma série de comédia, né? E assim, tem drama e tal, mas é uma série de comédia. A primeira e a segunda temporada, os episódios têm 30 minutos. Por algum motivo na terceira, tinha tipo 45, 50, eu fiquei, caralho. E aí eu, beleza, isso pra mim já foi uma barreira, né? Porque eu confesso. E aí quando eu dei play, cara, eu achei tão chato, eu fiquei assim, gente, ai, não sei, eu não sei se...

Eu acho também que assim, é o que eu falo quando eu falo de... Falando na real, que é a série do psicólogo, do terapeuta lá, do Jason Segel, que pra mim é melhor do que Ted Lasso. Porque eu acho que Ted Lasso é legal, eu gosto pra caramba. Ou gostava, não sei. Mas assim, eu acho que os personagens do Ted Lasso, eles são muito caricatos. É. Muito, muito, muito, assim. Então eu acho que é um bagulho que eu particularmente... E não são os personagens, né? A tua ação, o roteiro é a tua ação, né?

É tudo muito caricatozinho, assim, então acho que isso me deu uma cansada, e eu bem ou mal vi o Falando a Real, vi outras séries e tal, e eu fiquei tipo, pô, não sei, então acho que me enjoou um pouco esse lance de ser muito caricato, são as pessoas que claramente não existem em umas situações claramente muito inventadas, então eu não vi, então assim, cara, quando eu vi o teaser agora da quarta, eu até assisti o teaser e tal, mas assim, desafio não diga foda-se, sabe, assim, 100%, ah, o Ted Lasso tá de volta, tipo, mas gente...

Tá bom, né? Mas, pra quem quiser assistir, Ted Lasso, quarta temporada, estreia dia 5 de agosto na Apple TV. E aí, continuando aqui, Gustavo, o desafio não diga foda-se, esse aqui rivaliza. Que é o teaser da terceira temporada de Casa do Dragão. Nossa Senhora!

Também assim, cara, eu vi o teaser e assim, não me despertou sentimento algum. Assim, algum, cara. Ainda mais depois do Cavaleiro dos Sete Reinos, sabe qual é? De novo, quando começou o teaser e... Ai, porque é a Rhaenyra e o Stargaren e o Dragão. E eu tô assim, ai, gente, foda-se. Cadê o Egg? É, exatamente. Cadê o Egg? Cadê o Dunk, cara? Porque assim...

Eu vi um pessoal até comentando muito isso, que se você pegasse esse teaser que saiu da terceira temporada e dissesse que é pra segunda, passaria. Porque meio que parece que as coisas não estão andando, sabe? Então, concordo 100%. Vou assistir, vai aqui, né? Mas complicado. Então, a terceira temporada de Casas do Dragão, pra quem quiser assistir, estreia dia 21 de junho.

Night Bill Max. Sempre pra fechar os trailers, aí sim o oposto do não diga foda-se, não diga meu Deus do céu, quero agora, que é o trailer do Resident Evil. Vai ter um novo filme do Resident Evil, só que ele é um reboot e ele é dirigido pelo Zach Krieger, que é o diretor de Noites Brutais, que eu adoro, acho um filme super legal. É aquele Barbarian da menina que vai pro Airbnb, ganhando Airbnb já tem um cara, ela tipo, ah, mas eu não tenho pra onde ir, eu nunca vi um filme de terror.

Vou entrar então, vou dormir aí no seu Airbnb junto com você. E aí, obviamente, tudo dá errado, né? E ele também dirigiu, aí em tom de crítica, o A Hora do Mal, que muita gente gostou, eu não gostei, mas enfim. Então, sim, pelo menos é um diretor interessante. Ah, mas você não odiou também, né? Não, não, não. Tem coisas legais, tem coisas legais. Pra mim, acho que é um 3 de 5.

Então, assim, é um diretor legal, é um diretor criativo, é um diretor que tá aí super quente no momento e tal. Então, e ele eu achei bacana porque, assim, na sinopse, e é um teasersão mesmo, tá? Eu até botei trailer aqui, mas é bem teaser, né? Ele se passa durante os eventos do segundo jogo, desde a gente vê o 2, se passa em Raccoon City, que é a tal cidade lá que é tomada pelos zumbis, né? Onde o vírus começa e tal. E o que eu achei maneiro é que desde o começo, o Zach Krieger já tá falando assim, galera, eu não vou adaptar nada diretamente do jogo.

Não espere ver o Leon, não espere ver não sei quem. Não vou fazer isso porque essas histórias já foram contadas pelos jogos. Por que eu vou contar de novo no filme? É pra levantar e bater palma de pé, né? E aí uma coisa também bacana que ele tá fazendo, ele, por mais que ele não vá adaptar diretamente nenhum jogo, nenhum personagem, ele quer adaptar, eu achei isso muito foda, ele quer adaptar a vibe dos jogos. Então é um negócio que tem no teaser e até explicou, assim, que ele falou que foi pro pessoal.

durante o filme, o personagem vai, primeiro, o tempo todo, ficar abrindo gaveta, abrindo armário, procurando coisa, que ele falou que é algo que é muito comum no jogo, você procurar recursos e tal. Ocasionalmente, ele não vai encontrar nada, que também é o que acontece no jogo, e vai ter a progressão das armas, porque nos jogos de identidade, principalmente no 4, que foi o último que eu joguei, eu acho até, você começa...

Com uma pistolinha. Aí você acha uma espingarda. Aí você acha um rifle. Aí você acha o lança-foguetes. Só assim, vai progredindo. E ele falou que no filme ele vai fazer isso também. E no próprio teaser, o garoto começa com uma arma, assim, de mão. E ele acha uma espingarda. Mas ele não acha as balas. Mas ele leva a espingarda. Aí tem que procurar as balas e tal. Então, bem a vibe do jogo, assim. Tem alguns trechos que parecem que vão ser meio que em primeira pessoa.

Ou em terceira pessoa, né? A câmera vai estar mais no ombro, assim. Então, cara, eu tô muito curioso. Será que vai ser o primeiro bom filme do Resident Evil? Vamos ter que descobrir.

dia 17 de setembro nos cinemas. E o que você vai ter que descobrir também, de repente você não sabe, é que a gente tem a vizinhança do Esperon, a partir de 5 reais por mês, você ajuda a gente a continuar produzindo esse conteúdo delicioso que você está consumindo e além disso você entra no grupo do WhatsApp exclusivo pra quem apoia a gente no catarse.me barra Esperon, 5 reais por mês, vai ser um prazer te receber, se você puder, pô tem link aí na descrição

Não esquece, volta aqui depois pra você dar uma força pra gente. E tamo te esperando no grupo do WhatsApp pra conversar comigo, com o Gustavo, com toda a sua comunidade, com a Joana, que é a nossa... Como é que é o nome? Community Manager. Ah, eu tentei pensar em alguma coisa muito escrota pra falar rápido assim, tá ligado? Tipo, não consegui. Mas tudo bem. Vai ter a Joana também. Então é isso, catarse.me barra esperon. Entra aí.

E vamos pro que a gente assistiu essa semana, Gustavo. Eu assisti um documentário que lançou nessa última semana, chamado Zico, Samurai de Quintino. Ah, e aí?

Lançou o documentário do Zico. Cara, é bem legal, assim. O documentário, ele traça um paralelo do Zico com o Samurai, né? Que o Zico, pra quem não sabe, jogou no Japão. Ele tinha encerrado a carreira no Flamengo já, já não tava mais jogando. Você sabe qual que é o elemento químico que melhor joga futebol? Não. É o Zinco?

Foi boa, foi boa, foi boa Tentei manter a postura, mas não consegui Enfim, aí o documentário Ele mostra muito do Zico E ele não tem medo de entrar nas controvérsias da carreira dele Ah, sabia que o símbolo cu Vem do latim cuprum Referente à ilha de Chipre Principal culto de cobre da antiguidade Você sabia disso? Não, do Chipre eu não sabia não, mas que era de cuprum eu sabia Mentira, tu sabia disso? Eu fui pesquisar porque que era cu Quando eu era moleque

Ah, tá. Então você foi além do... Tá bom. Entrei no Google, mas eu entendi. Por que culpa? Porra! Teve uma vez que eu tava na escola, e aí ainda era novidade, né? Negócio de computadores e tal. E aí eu tava fazendo um trabalho de geografia sobre alguma coisa... Não sei se era sobre rios ou sobre alguma coisa hídrica e tal. Cara, eu, uma criança inocente, eu ditei no Google imagens. Água. Enter.

Apareceu uma mulher com os peitos de fora no mar. E aí minha professora passou atrás de mim e perguntou, Matheus, você tá pesquisando isso? Porque eu falei, professora, eu pesquisei água. Aí eu mostrei pra ela, falei, tá aqui ó, água. Aí lá, não, tudo bem, tudo bem. Fiquei, caralho, que porra é essa? Mas enfim. Enfim, Zico. O documentário dele, eu achei interessante que...

Ele não tem medo de entrar nas controvérsias, fala bastante sobre, por exemplo, a grande questão da carreira do Zico, que foi a Copa de 86, que ele sempre foi muito cobrado, né? Porque aquela geração não conquistou uma Copa do Mundo e é talvez o melhor time que o Brasil já teve. Tem gente que diz que é melhor que o time do Brasil de 70 e o Zico é o grande nome daquela...

Daquela geração. A gente perdeu na final? Não, a gente é eliminado pela França nas quartas de final, se não me engano. Caramba. E o Zico perde um pênalti no tempo normal. Só que ele estava lesionado, ele não estava 100%. Em 1985, ele tomou uma entrada no Flamengo e Bangu, do Márcio Santos, que entrou com tudo. Se você pegar o lance depois, procura Zico Márcio Santos no Google, que vai aparecer o vídeo. O cara vai com tudo no joelho do Zico.

E aí, lesiona ele, ele tem que operar. Então, fica um tempo ferrado. E o Zico fala... Dá pra sentir um certo ressentimento dessa situação, dele ter sido muito cobrado, porque ele fala, cara, é um time, eu não jogava sozinho. Caralho, eu tô vendo o lance aqui, que isso? Bizarro, né? Ele pulou com os dois pés, caralho! Exato. Depois desse lance, o Zico até hoje sentiu no joelho por causa disso.

Que sacanagem. É, e fala de temas como, por exemplo, a perseguição pela ditadura que os irmãos do Zico sofreram e falam que, por causa disso, o Zico não jogou a Olimpíada de 72, eu acho que é essa. E mostra muitos lances também, uma das coisas mais impressionantes do filme é que mostra os lances que a gente, torcedor do Flamengo, já conhece numa qualidade que a gente nunca viu, nunca viu, assim.

e acharam imagens excelentes de lances que a gente se acostumou a ver, e tem coisas que a gente nunca viu. Eu que sou flamenguista, viciado em Flamengo, e pesquiso sobre o tema, tem muita coisa ali que eu não tinha visto. Por exemplo, quando o Zico tinha 22 para 23 anos, morreu o Geraldo, que era um jogador do Flamengo, que foi fazer uma cirurgia de amígdala, e teve um choque anafilático e morreu. E ele era muito amigo do Zico, e tem imagens do enterro do Geraldo, do Zico, se debulhando de chorar, assim.

E eu só nunca tinha visto, isso foi bem pesado. Minha única crítica ao filme é que...

Eu acho um pouco corrido o filme. Em alguns momentos eles passam pelos temas muito rápido, talvez por ter muita coisa para tratar, mas eu acho que podia equilibrar um pouco melhor isso. Também eu achei esquisito ter algumas coisas que eles não falam. Tem um técnico do Flamengo, que é o Claudio Coutinho, que ele morre entre as disputas importantes do ano de 81. Ele morre entre um campeonato e outro, eles não citam o Coutinho. Eu fiquei confuso, isso me fez questionar.

Mas, cara, vale muito a pena. Eu acho que sim, vale a pena. Pra quem é flamenguista é obrigatório. Tem que ver. Pra quem gosta de futebol, eu acho muito bom. Pra ver a figura do Zico, entender um pouco mais isso. Principalmente pra quem é mais novo e gosta de futebol. Eu acho que... Entender um pouco mais quem eram essas figuras. Como o futebol mudou.

pra caralho desde aquela época pra hoje, como eram os jogadores, como é um ídolo, como um ídolo deve se portar. A gente vê hoje em dia uma porrada de jogador cheio de marra, por exemplo, o Neymar, que não trata, que fica arranjando briga com um torcedor na Vila Belmiro. E aí você vai comparar com o Zico, que é um jogador muito maior do que o Neymar, que, por exemplo...

em qualquer lugar que o Zico vá, ele só sai depois de atender todo mundo que quiser falar com ele um por um. Vai falar com todo mundo. Isso é uma postura de ídolo. E assim, pra mim pessoalmente foi interessante porque eu tenho a impressão de que a galera da nossa geração criada no Rio, principalmente os flamenguistas, mas acho que isso vale pra outros times também, meio que essa geração de grandes jogadores, o Zico, o Dinamite principalmente, mas alguns outros...

Cara, é uma galera que meio que parece parte da família, assim, sabe? Na minha família falava-se tanto do Zico que a impressão é que ele era um tio, tá ligado? Que a gente se encontrava. E ele, de fato, é uma figura muito...

Gente boa, um coroa muito gente boa e uma pessoa normal também. E aí, pra além de ser uma pessoa normal, ele é um dos maiores jogadores que esse país já viu. Então, assim, recomendo muito o documentário. Estreou agora 30 de abril. Tá nos cinemas de todo o Brasil. Zico, o Samurai de Quintino. E aí, depois disso, cara, a gente chegou em casa do filme, fui ver com a Bianca, minha esposa. E fomos botar no Letterboxd, como jovens performáticos que somos.

E aí a Bianca foi ver os filmes que o Zico já tinha participado. E a gente achou um filme de 1984, italiano, que o Zico participou, que se chama La Lenatore Nel Palone, que significa O Treinador na Praia, Um Treinador na Praia, que é um filme do Lino Banff, que é um comediante italiano. Cara, eu não pesquisei tanto sobre ele, porque eu vou ainda fazer um vídeo sobre isso pro meu Instagram, sobre esse filme, porque esse filme tem bastante material que dá pra gente explorar.

Mas é um cara que parece um pouco um Didi, assim, sabe? Ah, tá. Didi italiano. É, um Didi italiano. Acho que os filmes dele têm mais cara de cinema, no sentido de ter os roteiros um pouco mais elaborados. E esse filme é nesse sentido. É uma comédia que fala de um treinador meio relegado ao esquecimento que é contratado pra treinar um time que acabou de subir da segunda pra primeira divisão do futebol italiano. Tá de laço. É.

É, até bem Ted Lasso mesmo, assim, bem Ted Lasso. E aí ele chega lá e é incumbido de vir pro Brasil pra contratar um jogador. Pra levar um jogador brasileiro pra jogar na Itália, porque essa época é a época que muitos jogadores brasileiros estavam indo pra Itália. O Júnior foi nessa época, o Sócrates já tava lá, o Zico jogou lá nessa época, Falcão, o Toninho Cereza, uma porrada de jogador. Pra falar desse filme tem que separar um pouco as coisas assim. Ele é um filme que...

claramente pertence ao tempo ao qual ele foi produzido. Que é de 1984 e tem umas piadas assim que são muito ofensivas. Piada abertamente transfóbica. Tem um personagem que assedia mais de uma mulher ao longo do filme. Claramente ele assedia a mulher e o filme trata isso como piada. As cenas no Brasil, é uma visão do Brasil absurdamente estereotipada. O povo sambando na rua é mais pesado que o Simpsons.

Bem mais pesado que os tempos, assim. No tempo todo, na rua, as pessoas de biquíni andando, sambando e bunda aparecendo, assim. Literalmente, a primeira imagem do filme no Brasil é uma bunda. Faz a transição, Brasil, bunda, sabe? Então, isso, assim, é realmente bem complicado, assim. Eu não recomendo esse filme pra mulheres assistirem, a não ser que queiram fazer um estudo da parada, assim. Mas, assim, é realmente bem pesado em relação a isso. E é isso, assim. Mas, dito tudo isso...

tirando essa camada de machismo que atrapalha o filme, de fato, tira ali do filme. Cara, as cenas de comédia são engraçadas pra caralho. Tem muitas piadas boas. Eu vou dar um spoiler aqui. Quem quiser assistir o filme, pula um pouquinho, uns 30 segundos aí. Mas eles estão nessa busca de encontrar um jogador.

E aí, aqui no Brasil, para levar para a Itália. E aí eles querem encontrar o Sócrates. E aí eles veem no jornal que o Sócrates vai participar de um congresso de medicina. E o Sócrates, jogador, é formado em medicina. Eles falam, caralho, vamos encontrar ele, não sei o quê. E aí eles vão.

bota o tal do Lino Banff, que eu esqueci o nome do personagem lá, que ele entra ali na sala de cirurgia fingindo que tá fudido, que tá tendo uma apendicite pra ser operado pra falar com o Sócrates. E quando vai ver, é o Sócrates, mas é um médico aleatório, tá ligado? Especialista em operação. E aí ele fala com o cara...

e fala com o médico, e aí o médico percebe que o cara não quer operar, mas aí fala vocês estalianos estão levando todos os jogadores brasileiros, eu vou operar você assim, você tá ferrado tá ligado? Tipo assim, tem umas coisas engraçadas assim no filme, algumas piadas são muito, muito boas, pra quem gosta de futebol vai ter piadas bem específicas de futebol também que é interessante, tem a participação do atual técnico da seleção brasileira Carlo Antielotti, ainda muito jovem, o Antielotti ele é de 59, então ele tinha ali lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado

20 e pouquinhos anos, 22 pra 23 anos, então é engraçado que ele passa meio no fundo, assim, a participação meio aleatória, porque ele não era o grande cara que ele se tornou. Pra além disso, tem imagens muito boas do Brasil, assim, do Rio especificamente. Eles tem, vamos pra Santa Tereza, vamos no Maracanã, imagens do Maracanã antigo e tal, isso também é uma parte interessante do filme, mas eu tô enrolando aqui pra caralho, porque o mais importante do filme...

É que tem um personagem chamado Speroni. Que é o Zico. Não, porra. Matheus Speroni. Ah, caralho. Que foda. Speroni? Exatamente. Speroni. Sim. Que maneiro. Que maneiro. Eu vou até assistir essa porra, cara. Eu, honestamente, eu fiquei na dúvida se eu ia mentir ou falar a verdade sobre esse personagem. Se eu inventar uma história desse personagem. Mas eu vou falar as duas e aí depois você me diz qual que você acha que é. Tá. Ou ele é...

O Jamie Tartt da primeira temporada de Tadilaço. Ou ele é o Dani Rojas da primeira temporada? Um dos dois. Pô, ele é o Dani Rojas, com certeza.

Não, não, ele é o filho da puta. Ah, tá bom. Ele tá comendo a mulher do presidente do clube e tenta foder o jogador brasileiro que eles levavam. O filme tá no YouTube, eu assisti... Olha só, eu não falo italiano. Eu assisti em italiano, com legenda italiano, e dá pra entender. Obviamente não é um filme que tem diálogos super complexos que você precisa entender o âmago do personagem. Mas, assim, dá pra ver muita coisa, cara.

L'Alenatore Alpalone Cara, eu não recomendo por causa dessas piadas Assim, dessa forma Como eles tratam mulher e tal Isso realmente incomoda muito Mas, de qualquer forma, pra quem gosta muito de futebol E quiser ver

O Ancelotti novinho e o Zico tem imagens muito boas no Maracanã. Eles vão filmar um América e Flamengo pra ir atrás do Júnior e tal. Isso é legal, imagens do Rio, sim. Se quiser ver rapidinho, tá no YouTube aí só pra ver as imagens. E fica aí. La Lenatore nel Palone. Show. Boa.

Talvez em uma alface, talvez valha a pena dar uma olhadinha assim por alto. É, talvez valha, cara. Cara, tem algumas piadas que são muito fodas, realmente. E dá uma certa felicidade você entender italiano, né? Italiano é correria. Se fosse pra pensar, eu falava francês. É isso. Cara, de filme aqui... Você tem mais algum? Só pra saber, tu tem mais filmes aí? Não, não tem. É esse filme que você falou que você ia surpreender? É.

Ah, tá. Faz sentido. Um filme italiano de 84, né, Fábio? Não, é verdade, verdade. O Letterboxd ficou orgulhoso. É, exatamente. Inclusive, eu estou hitando no Letterboxd com 4 likes no meu review do filme do Zico. Nunca aconteceu, porque eu falei Zico will return in Avengers Doomsday. Mas, cara, esse filme que eu vi, o italiano, ele me deu vontade de assistir mais filme italiano. Comecei com a Bianca aqui. Eu quero ver cinema paradiso, cara, que eu nunca assisti e todo mundo fala que é muito bom. Porra, é muito bom.

Pô, aí, tem uma parte no final do Cinema Paradiso. Não é spoiler, não. É só uma fala. É uma fala, né? Uhum. Que um personagem fala pro outro, tipo, vai embora, esqueça a gente e finge que a gente nunca existiu. Mas, assim, no sentido de, tipo, vai ver sua vida. Tipo, assim, não... Ah, ele fala especificamente. Don't give me nostalgia, se eu não tô enganado. E esse filme é um, né? Tipo, Cinema Paradiso, anos 80, anos... 88. Esse é de 88.

E no final, tipo, meio que uma das grandes lições do filme é tipo assim, mano...

Não ceda a nostalgia, esqueça a gente e vai viver a sua vida, sabe qual é? Muito foda, cara. Tem um que o pessoal fala muito bem, que é a grande beleza, mas eu nunca vi. Deixa eu ver se é esse mesmo. É. The Great Beauty, a italiana. Eu acho que o pessoal fala muito bem desse filme. Um dia eu vou assistir também. Que é do Paolo Sorrentino, que é um diretor bem famoso.

E é doideira, porque eu fiquei pensando também, meio reflexivo, como que... Pô, mano, esse filme, mesmo sendo uma comédia pastelão, ele tem alma, né, cara? Você vê o movimento de câmera, as coisas pensadas pra entrar no lugar, uma coisa entrando... Tipo, não é essa coisa que a gente tem hoje em dia, que é muito artificial o cinema, sabe? É muito comercial. Eu fiquei bem reflexivo, mas isso é conversa pra um outro momento, pra uma mesa de bar. Show.

Cara, eu vi bastante filme essa semana. Primeiramente, eu terminei de ver o Shrek. Eu vi o Shrek 4, Shrek pra sempre, que eu nunca tinha assistido. Cara, é melhor do que o 3, mas assim, ainda é muito abaixo do primeiro e do segundo, cara. Esse tem um grande meme, que é o faz o urro. É, começa com faz o urro. Aí o vagabundo bota qualquer coisa do Shrek. Do Shrek. É, do Shrek. Faz o urro, faz o urro. Aí quando ele vai gritar...

Mas é bem assim, tem mais alma do que o terceiro, mais divertido que o terceiro, né? O lance do Shrek vai pra outra realidade, não sei o que. Mas assim, também assim, é um filme muito humor hétero, no sentido de que o grande plot do filme é Ah, o Shrek não aguenta mais estar casado, a vida é muito complicada, e ele deseja um dia de solteirice, e tudo dá errado. Cara, tem, pra mim...

Além do faz urro, tem outra cena muito boa, a única cena mais destaque, que é o flautista de Hamlet. Ele seta a flauta dele pra ogros. E aí ele toca. E primeiro que a música é irada, é tipo...

E os ogos ficam dançando, tipo, uma coreografia foda, assim, deles juntos. A única coisa maneira. Eu dou um 3 de 5, cara. Não é ruim, mas assim, muito longe do 1 e do 2. Mas quem quiser ver, Shrek 4, Prime Video, HBO Max. E aí, Gustavo, eu tenho falado que 2026 já tá sendo um grande ano pro gênero dos filmes malucos, certo? Uhum.

E temos mais um exemplo aqui, porque eu vi um filme chamado Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra, grande título. É justificado dentro do filme? Não. É forçado pra caralho. Um personagem fala isso com uma garota uma hora e você fica assim, não tem motivo nenhum pra ele falar isso, além da galera querer usar como nome do filme. Mas tudo bem, ele é o primeiro filme do Gorfair Binsky, cara, desde 2016. O Gorfair Binsky, galera não conhece o nome?

Mas, pô, ele é só diretor do Piratas do Caribe. Do primeiro Piratas do Caribe que... Beleza. Depois pode ter se perdido um pouco e tal. Mas o primeiro Piratas do Caribe é perfeito. É impecável. O filme é absurdo, né? E aí, esse aqui do Boa Sorte, desvirta se não morra. Tem o Sam Rockwell, a Juno Temple, que é a lourinha do Ted Lasso. A Zezzy Beats e o Michael Penha, que é o amigo do Homem-Formiga. E na sinopse, o Sam Rockwell, que eu adoro o Sam Rockwell. Achei ele um grande ator. Pra quem não tá ligado de nome...

Ele é o Justin Hammer do Homem de Ferro 2. É o louro do Homem de Ferro 2. Ele fez várias outras... Ele é muito bom. Ele é muito bom. Ele tem um Oscar também. Cara bom. E aí, na sinopse, ele vem do futuro. Todo doidão, de barbão e tal. Entra no... Ah, não tô ligado. É esse filme. Ele entra numa lanchonete, né? O famoso diner americano. E fala, tipo, galera, o mundo vai acabar no futuro. Eu venho do futuro.

Eu tenho que selecionar uma combinação de vocês pra gente partir numa jornada hoje e impedir a criação. Minto, é pra colocar rédeas de uma inteligência artificial que vai ser criada. Mas, enfim, pra impedir que uma inteligência artificial vá pro caralho. Mas eu não sei qual é a combinação. Então eu tô aqui na, digamos, 27ª tentativa. E vamos lá, quem que se voluntaria? E aí o filme acontece. Esse filme tem um problema, porque o filme maluco é bom.

Mas, parafraseando o Robert Downey Jr. no Trovão Tropical, esse filme foi full maluco. E todo mundo sabe que você nunca vai full maluco. Sabe qual é? Então, assim, ele vai tão maluco que não é que ele fica muito doido, mas ele se perde. Ele mesmo se perde na história, ele se perde no que ele está contando, fica meio sem perna e cabeça, não fica muito pé no chão a coisa. E eu acho que o pior problema é que...

Esse núcleo, digamos assim, no nosso presente com o Sam Rockwell é muito interessante, porque ele sabe algumas coisas que vão acontecer, mas aí nessa noite, a noite vai pra um jeito diferente, que é a primeira vez que ele também tá, nas 27 vezes que ele tentou se duvidar até mais, tá? De repente é a centésima vez, mas enfim. É a primeira vez que tá indo de um jeito inesperado e tal.

Só que o filme, até o terceiro ato, mais ou menos, ele fica cortando pros dias anteriores de quem tá naquele grupo do filme, sabe? Então, ah, como é que foi o ontem do Michael Payne? É o ontem da mulher não sei o quê. E é muito chato, essa parte é muito sem graça, cara. Então, assim, é uma pena. Eu dou um, puta, cara, um 2 de 5. Assim, realmente, pra mim, já é uma das maiores decepções desse ano, que eu achei que ia ser divertidão, legalzão.

e é só um filme meio confuso meio perdido, mas quem quiser assistir boa sorte, divirta-se, não morra tá nos cinemas, e aí pra gente entrar na editoria terror aqui rapidinho eu vi alguns filmes de terror eu vi Undertone, que é o novo filme que tá sendo vendido como, ah, o filme mais assustador do ano, uuuuh

E, mano, esse tipo de marketing, eu acho que as empresas tinham que parar de fazer porque ele já se tornou amaldiçoado. Porque todo filme que fala que, ai, eu sou o filme mais assustador do ano, nunca é. Nunca é, nunca vive o suficiente pro hype. O único que meio que viveu um pouco foi um filme argentino aí, mas, enfim. Cara...

Na sinopse, é um filme super simples, assim, tem uma personagem, não, tem duas personagens em cena no filme, uma aparece no filme todo, a outra aparece só um pouco, que é a mãe dela acamada no andar de cima da casa, e o outro só fala com ela pelo fone de ouvido, então assim, é só ela o filme todo, ela tem um podcast com esse amigo dela, que eles falam de casos sobrenaturais, né, e tal, o amigo dela é o que acredita, ela é assética.

e aí eles recebem uns arquivos de um ouvinte, né? que manda pra eles uns arquivos esquisitos gravei minha namorada dormindo e olha no que deu, e aí eles vão ouvindo as paradas e vai ficando tudo meio esquisito e tal cara, assim

O filme vai de nada pra lugar nenhum, não acontece muita coisa. Ele até às vezes constrói um clima de tensão, assim, meio sombrio, meio encagaçante, bem forte até. Só que pra nada, não tem nada, não tem um payoff, as coisas não acontecem, até no final, que é bem assustadorzinho, assim, o final no sentido de clima mesmo, né? Não é nem de coisa na sua cara, de clima, de ambientação, a casa fica esquisita e tal. E ele diz assim, tá bom, agora o filme vai fazer valer a pena, vai fazer valer a pena. Vai, vai.

E o filme acaba, 2 de 5, Undertone, só trazendo o mesmo, porque pra quem gosta de terror, esse filme tá circulando muito aí como ah, o filme mais assustador do momento. Então assim, minha opinião, não vale a pena, 2 de 5, tá por aí. Não tá no cinema, não veio pro Brasil oficialmente, tem que pegar por aí. Aí outro filme de terror que eu assisti, que é mais um clássico.

que é o Enigma do Horizonte, é um filme de ficção com terror de 97, estrelado pelo Lawrence Fishburne, que é o nosso Morpheus do Matrix, o Sam Neill, que é o nosso Dr. Gwent do Jurassic Park, e o Jason Isaacs, que é o Lúcio Malfoy, e é o cara do White Lotus, o pai da família da última temporada do White Lotus.

Na sinopse, bem interessante a sinopse de ficção científica, a humanidade criou uma nave chamada, em inglês é o nome do filme, é a Event Horizon, né? Que ela tinha um projeto secreto, que ela, se eu não me engano, foi para a órbita de Saturno, de Júpiter, alguma coisa assim.

Só que ela sumiu. Ela deu um estalo, ela ativou um bagulho na nave, deu um estalo, sumiu. E aí, tipo, 15 anos depois, ela reapareceu no mesmo lugar. E a galera, então, manda uma outra nave, que é a nave que tem esses personagens, esses atores que eu mencionei, pra ir lá entrar na Event Horizon e ver, tipo, e aí, o que aconteceu? O que tá rolando? E assim, basicamente, acho que não é um spoiler, acho que só é um trailer.

meio que a nave tinha um bagulho, um projeto meio interdimensional de buraco de minhoca e tal, e meio que a nave, acredite você ou não, foi pro inferno e voltou. Ela foi pra uma outra dimensão, mas meio que essa dimensão é o inferno e tal, ela voltou e aí, obviamente, coisa acontece e tudo dá errado.

Eu achei interessante porque é um filme super Lovecraftiano, assim, tem aquele negócio do horror cósmico, de você ver coisas acima da sua compreensão e você arranca os seus olhos porque você não consegue nem entender o que você tá vendo e tal. Maneirinho, é meio trash, então eu dou um 3 de 5, assim, acho que pra quem gosta de terror, e principalmente pra quem gosta de coisa assim do Lovecraft, sabe? Uma escada no ângulo impossível, uma dimensão diferente com seres esquisitos e tal.

acho que vale a pena ver, não é o melhor filme do mundo, mas é legalzinho, então 3 de 5, o Enigma do Horizonte, tá na Netflix pra quem quiser ver, aí, penúltimo filme de terror aqui, eu vi um filme de terror que eu já conheço de nome, já tem um tempo já, ele tem uma reputação, a galera fala muito bem, que é o Gonjian, Manicômio Assombrado, de 2018, que é um filme coreano de terror, e é sobre um grupo de amigos, texto texto

Minuto, acho que só dois caras são amigos, ou três, e eles têm uma websérie em que eles vão pra lugares assombrados, eles filmam tudo e tal, pra ver se é assombrado de verdade ou não, e aí, além dos três amigos, eles chamam sempre, pelo que eu entendi da dinâmica, três, não é ouvintes, né, três fãs do programa, pra irem com eles, né, em cada aventurinha e tal. E a aventura da vez é esse tal manicômio assombrado e tal, que se eu não me engano até existe de verdade, se esse lugar, esse Gondian realmente é lugar real e tal, e aí eles vão lá pra filmar.

E quem diria, né? Tudo é errado, coisas acontecem e tal. Cara, é maneirinho, assim. Eu achei que ia ser melhor pela reputação que o filme tem. Eu acho que... É porque ele é um filme também de found footage, né? Então, todas as câmeras, né? É tudo diegético, né? Então, assim, o que você tá vendo é a filmagem da câmera no peito, a câmera na cabeça, câmeras que eles colocam antes nos corredores e tal. E você vai acompanhando tudo aquilo no tempo real. Só que, assim, eu acho que eu tô procurando o mesmo amor...

do Assim na Terra como no Inferno, aquele filme das catacumbas de Paris, em outros rostos. Então, como é do mesmo tipo de gênero e da mesma pegada de found footage, eu não... Ah, me decepcionou e tal. Não é um filme tão assustador também, deu pra ver mais de boa. Tem uma cena que aí a menina é possuída e ela fica com o olho todo preto, grandão, assim, e ela fica... ... ... ... ... ...

tipo chamando um gato, só que acelerado duas vezes, essa cena eu não gostei não. Essa cena eu fico assim, hum, não gostei de ter visto isso não. Foi legal. Até porque como a câmera é aquela câmera corporal do rosto, fica bem próximo. Eu fiquei, ah, eu não... Ok, não queria ter visto isso não. Mas é 3 de 5 também. Acho que pra quem gosta de terror, acho que vale ver. Gão de Ano, Manicóme Assombrado, Prime Video.

Pra fechar a editoria de terror aqui, eu vi um também que muita gente fala bem, que é o Evil Dead Rise, A Morte do Demônio, A Ascensão, de 2023, porque é do diretor Lee Cronin, que é o diretor da Maldição da Múmia, o filme que eu falei esses dias e tal. Eu falei, pô, achei maneiro a Maldição da Múmia, vamos finalmente assistir esse Evil Dead dele e tal, que funciona como um reboot na franquia, que começou com o Sam Raimi lá atrás, A Morte do Demônio.

Na sinopse, é uma família que tá vendo um prédio ali e tal, a mãe da família é infectada por um demônio lá, uma assombração,

E, ó, coisa acontece, tudo é errado. É muito interessante porque ele é um terror urbano, assim. Eu falei isso na época do Pânico 6 e tal. Tive até um outro filme que eu falei também, que agora eu não lembro. Que é muito interessante porque, assim, quando a gente vê muito filme de terror americano, né, de Hollywood e tal, se passa muito em subúrbio, né? Aquela vibe de casa tudo igual, aquele, sabe, aqueles quarteirões meio isolados, sem nada.

que assim, eu sei que tem casa no Brasil, mas até as casas no Brasil não são muito parecidas com essa pegada de subúrbio americano. E pior ainda pra gente que mora em apartamento. Eu moro em apartamento, em prédio a vida toda. Então quando eu vejo esse filme de terror, não é muito imersivo porque assim, é muito fora da nossa realidade essa pegada de subúrbio. Esse filme se passa num prédio. O filme todo basicamente era um apartamento da família e tal.

Porra, eu achei isso muito maneiro porque aí fica muito assim, caraca, pode ser aqui, pode ser aqui. Tá ali, tá passando corredor ali fora e tal. Então eu acho isso muito maneiro, Pânico 6 fez isso também, acho isso muito legal.

E assim, é um filme maneiro, eu gostei Já adianto que eu dou um 4 de 5, achei bem legal Ele é bem criativo, ele é bem nojento Tem realmente uma cena que o pessoal sempre falou Que é com um ralador de queijo, um personagem passa um ralador de queijo Na pele do outro

tipo aquele de cozinha sabe qual é que você passa assim sai os pedacinhos da pele, ah delícia e é muito engraçado que assim, o filho dessa família ele nunca viu um filme de terror na vida dele, porque a treta começa porque tem um terremoto na área ali do prédio e aí na garagem forma um buraco em que o garoto desce, até aí tudo bem eu desceria também, se eu fosse jovem e atlético, eu desceria pra ver também o que que tem aí ele encontra

Um cofre de banco. E em volta do cofre do banco tem várias caixas com coisa guardada. E ele começa a puxar umas caixas e em volta das caixas tem crucifixo, terço. Ali eu já tinha assim. Não. Não vou mexer nisso nem fudendo. Ele continua abrindo.

Ele abre, tem basicamente o Necronomicon ali, um livro que tem dentes, assim, tá fechado com dentes, como se fosse uma planta carnívora, né? Aí ele fala assim, pô, vou levar pra casa. Ele leva o livro, ele pega uma caixa que tem uns vinins também, ele leva, aí já tá mais no erro ainda, ele chega em casa, ele vai tentar abrir o livro, o livro claramente os dentes se mexem e dão uma mordidinha nele e cai sangue. O sangue dele cai na capa do livro e aí o livro sozinho, os dentes se soltam pra ele poder abrir o livro.

Nesse momento, o que uma pessoa sensata faria? Vou queimar esta porra. Ou no mínimo eu vou jogar pela janela com toda a minha força. Não. Ele abre o livro, começa a ler. Não obstante, ele pega os vinis. Isso é o começo do filme, tá, galera? Isso não é spoiler, pelo amor de Deus. Ele pega os vinis.

Bota no toca disco dele, porque ele é meio pseudo-DJ e tal. E aí começa um padre falando, tipo, ah, eu tentei fazer, abrir o livro, entender o que ele estava dizendo. E ele ouve isso tudo. E o padre começa a falar em latim, tipo, Lauren Y, Dolores, Sit At Met. E aí ele deixa o bagulho tocar. Fugere Uben. É, Fugere Uben. Carpe diem.

E aí, Dorime, Interino, Adapari, Dorime, né? E aí, obviamente, ele sumona os demônios. Eu fiquei assim, amigo, você nunca viu um filme de terror na sua vida? Mas enfim, é legal. 4, 5, A Morte do Demônio e Ascensão tá nesse Vimex. Aí, falando em clássico, eu vi um filme, cara, que eu nunca tinha visto inteiro. Eu só tinha visto trechos passando na Globo e tal, que é o A Hora do Rush, com o Chris Tucker e o Jack Chan.

Tá ligado? Já viu? Tô ligado. Cara, vi há muitos e muitos anos. Pois é. Aí eu falei, pô, vou assistir, né? São com a média de 98 e tal. Assim, se não é pra se o Jack Chan é um policial chinês, o... acho que é um embaixador chinês, alguma coisa assim, tá nos Estados Unidos, aí o Jack Chan vem junto, e aí dá uma treta, a filha do cara é sequestrada, e ele se junta com o Chris Tucker, que é um policial americano, pra eles tentarem entender o que aconteceu, a resgatar a filha do cara e tal.

Pô, cara, assim, eu vou falar que eu esperava mais, assim, pela reputação que esse filme tem e tal. Eu esperava, eu achei que ia ser muito mais engraçado. Por exemplo, um filme antigo também que eu vi tem pouco tempo, ano passado, ano retrasado, foi o Tira da Pesada, com o Ed Murphy, que é meio que da mesma época. Porra, é muito melhor. O Tira da Pesada é muito mais legal do que esse. Então, não sei se o 2 é o melhor, porque eu lembro que tem mais cenas clássicas no 2, aquela cena que ele tá...

Acho que... Ah, enfim, que ele tá falando com alguns chineses e tal, e aí ele fica aquela... Ele não se entende com os caras e tal, enfim. Então, a dublagem é muito boa. A dublagem realmente faz muita diferença. Eu vi até uns trechinhos legendados e eu fiquei assim, caraca, ser americano deve ser muito ruim, né, cara? Não ter nossa dublagem, assim, porque realmente... Então eu dou um 3 de 5, assim, legalzinho, mas eu esperava mais estar na Netflix.

E antes de continuar, só lembrar que não acabou o programa. Lembrar de você classificar o podcast, qualquer que seja o aplicativo que você usa. Lembrar de você entrar na vizinhança.

catarse.me, barra esperon, 5 reais por mês, se ajuda a gente a continuar produzindo conteúdo, tem link na descrição, beleza? Tamo te esperando lá no grupo do WhatsApp. E aí, pra caminhar pros finalmentes aqui, depois do filme do Michael Jackson, eu falei assim, cara, esse filme é tão medíocre, eu preciso ver uma biografia boa pra tirar esse gosto da boca, e eu falei, quer saber, vou tirar o atraso e finalmente ver Better Man. Tá ligado que filme é esse?

É o filme do macaco. Do Robbie Williams? É, é o filme do macaco. Tô ligado. Foi o filme do Robbie Williams. E eu vim ver o macaco. Exatamente. Eu fui ver o macaco. E, cara, foi muito bom ver o macaco.

É uma biografia musical do Robbie Williams. Não, é o Robin Williams, que é o ator americano, né? Que já faleceu. É o Robbie Williams. Mano, eu de cabeça não lembro de nenhuma música dele. Teve até outra que tocou no filme que eu fiquei assim, ah, essa é a música dele, tá bom e tal. Mas, assim, é porque é foda. Ele tem várias pedradas.

Não, então, ele tem várias piedades, só que é muito doido. Ele no Reino Unido, ele é tipo... É, ele é Deus. Ele é Deus no Reino Unido, ele é muito famoso. Só que ele nunca conseguiu ter o mesmo impacto fora do Reino Unido e tal. Por isso que a gente não conhece tanto ele, ou pelo menos não tanto quanto a galera lá conhece. Não, mas todo mundo conhece alguma música dele.

Não, é, com certeza. Ele tem aquela, I just wanna rock, rock DJ. Não é, essa música no filme é o trecho mais foda do filme, cara. É mesmo? Muito foda. Porra, a maior coreografia fora. E qual o lance do filme, né? Conta a história da vida dele. E ele tem aquela também. And through it, oh, she offers me protection. A lot of love and affection. What an end of everything.

Exatamente. Não poderia ter cantado melhor. E aí, o que é interessante, o filme conta a história da vida dele, só que primeiro, eles tomaram a decisão incrível do Robin Williams no filme, o personagem dele no filme, ser literalmente um macaco. Macaco, macaco. Um macaco, um manóide. Todo em computação gráfica, super bem feito, aliás.

Por quê? Porque ele diz que ele se enxerga, naquela época da carreira dele e tal, ele sempre se enxergou como menos evoluído. E aí ele, ah, então vamos colocar um macaco. Só que assim, não é só um gimmick, sabe? Não é só um tipo, ah, bota o macaco e o resto todo conta o filme, sabe? Como se fosse uma biografia padrão e tal. Cara, eles usam isso de um jeito tão interessante, assim, as possibilidades do CGI de fazer, às vezes ele dá um...

uns pulos ou umas coreografias mais diferentes que, obviamente, uma pessoa não poderia fazer. O filme é todo lúdico, cara. As músicas são usadas mais na vibe do Rocketman de uma coisa meio fora da realidade pra mostrar como é que ele tá se sentindo ou então pra avançar a história. Porra, essa cena que você cantou da musiquinha do Rock DJ é logo depois quando eles são... A história do Rob Rimmons é... Ele era muito talentoso e tal, uma criança talentosa e ele acaba conseguindo entrar pra uma boy band, assim. Bem tipo...

artificial, no sentido que assim, uma gravadora falou, estamos montando uma boyband, faça sua inscrição e tal. Ele foi, se inscreveu, entrou, e aí eu acho que essa música do Rock DJ rola assim que eles fecham o primeiro contrato pra realmente começar a fazer show e tal. E aí eles saem cantando e dançando, é um plano sequência de tipo, 4 minutos direto, super elaborado, porque assim, o macaco é CGI, beleza, mas todo mundo que tá dançando com o macaco é de verdade, então as coreografias são reais, a direção é real, é tudo real, né? Cara, do caralho assim,

eu vi comendo alface, foi inakestável assim, muitos bons momentos cara, no final, por exemplo, isso aí não é um spoiler, não vai estragar essa experiência, o filme é assim ele foge tanto do lugar comum, né, da biografia do Michael Jackson, por exemplo, que no final o Robbie Williams Macaco luta contra uma multidão de outros Robbie Williams Macacos que representam fases da carreira dele, então passa um com a maquiagem do clipe tal, com a maquiagem do clipe X do clipe Y, e ele vai matando todo mundo pra tipo assim, eu agora sou a versão final, sabe, eu me encontrei e eu não dependo mais do meu passado, eu sou eu

sobre o Rob Winner. Porra, cara, muito foda e muito bem feito. Depois que eu vi o filme, não vou dizer que eu virei fã do Rob Winner, mas eu gostei muito das músicas dele. Gostei dele, achei ele muito honesto. O filme mostra problemas que ele teve com bebida, com droga, ele sendo babaca com a esposa e tal. Não passa pano pra ele. De novo, ele tá vivo. Inclusive, ele narra o filme. Ele mesmo narra o filme e tal. É, muito foda isso. E aí, esqueci o que eu tava falando.

Cara, eu dou 10 de 10. Eu achei, assim, fantástico. Ah, eu queria falar. Depois que eu vi o filme, eu falei, pô, que maneiro. Deixa eu pegar um show. Ah, porque o divertido é que, tipo assim, tu vê a cena no filme. Ah, ele foi fazer um show com o Tom Jones, por exemplo, que é aquele cara que fala o... It's not unusual to be loved by anyone. É isso, cara. Ele é britânico, né, também. Aí eles foram fazer um show juntos e mostra no filme que o Robin Williams estava completamente mamado, assim, cheirado até a cabeça e tal. Aí eu falei, cara...

Deixa eu ver esse show, o show de verdade. Porque foi uma apresentação gravada, né? Cara, tu vê o show e tu fica... Assim, dá uma outra perspectiva. Porque você fica vendo o Robin Williams no palco e você fica assim... Ele tá completamente drogado. E quando você vê, você fica assim... Dá pra perceber. É muito óbvio, sabe? E é maneiro porque...

É muito fidedigno, assim, né? Esse show, logo antes de ele começar a brigar com o exército dos macacos, mano, é igualzinho, assim, as paradas. É muito bem reproduzido. Então, ao mesmo tempo que ele tem aqueles momentos do filme do Michael Jackson, por exemplo, né? De, ah, olha só como a apresentação tá idêntica, como que tá bem feito.

Ele também tem as partes de entrar na vida do cara, entrar nos problemas que ele teve e tal. Mano, galera que gosta de musical, gosta de... Ou até que ele gosta de musical, cara. É filme bom de verdade, não precisa nem gostar. É 10 de 10. Tá no Prime Video. Better Man. Eu acho, pra mim, inclusive, ele só não é melhor do que o Rocket Man.

porque eu gosto mais do Elton John do que do Robin Williams. Se não fosse por isso, e principalmente, se eu tivesse visto esse filme no cinema, ele pra mim ia ser a melhor biografia musical que eu já vi tranquilamente, cara. Então assim, sem clubismo, ele é. Então 1010, quem gosta, assiste aí e vê, cara, você vai gostar. Você vai gostar muito. Ele é bom, é bom.

E aí o penúltimo filme aqui que eu tenho, eu vi um filme que vai estrear agora, quinta-feira, eu vi na pré-estreia semana passada, chamado As Ovelhas Detetives, mais um filme maluco, mais um filme completamente maluco, que tá saindo esse ano. Eu lembro que você falou do trailer, ele ficou na minha mente até hoje.

Exato, é o filme de comédia e mistério com Hugh Jackman, Emma Thompson e Nicholas Brown ele é o primo Greg do Succession e eles são em live action porque tem todo um elenco absurdo pras ovelhas, pras vozes das ovelhas infelizmente, com todo respeito a pré foi dublada, então eu não pude aproveitar nenhuma das vozes fodas que tem em inglês, mas tudo bem que a nossa dublagem também é muito boa, então não foi ruim, e é na sinopse

O Hugh Jackman, ele é um pastor de ovelhas, ele cuida super bem das ovelhas dele e tal, e aí toda noite ele tem a tradição de ler um pouquinho de um livro de mistério, tipo Agatha Christie e tal, de crimes, né, de solução de crimes e tal, e o rebanho, né, fica escutando e tal, pro Hugh Jackman, ele acha que, ah, elas nem sabem do que eu tô falando, e quando ele fecha a porta, as ovelhas começam a falar, tipo, caralho, e aí?

O que aconteceu? Eu acho que foi o mordomo, eu acho que foi não sei o que, não sei o que. E aí acontece que um dia o Hugh Jackman é assassinado, vai jogar no Vasco, e as ovelhas estão falando pô, cara, ele cuidou tão bem da gente, a gente tem que descobrir quem matou ele. E elas começam a investigar. Pô, pelo trailer, eu achei que ia ser muito melhor, cara, infelizmente. Assim, primeira crítica... Uma boa, mal executada?

Cara, não sei nem se é tão mal executado. É mais expectativa mesmo. Porque pelo trailer, eu não achei que ia ser tão infantil quanto é. É bem infantilzinho, assim. É uma vibe mais baby o porquinho. E assim, não é uma crítica. É o caminho que o filme escolheu. Tudo bem. Mas aí, um pouco de crítica, eu achei que ia ser muito mais engraçado, assim. Eu achei bem pouco engraçado, assim, o filme, sabe? Tem um momento ou outro. Mas assim, eu achei que ia ser mais aleatório, um pouco mais nonsense, sabe?

E não, ele é bem, de novo, assim, bem baby o porquinho, sabe? Mas vai bem... lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado lado

infantilzinho e tal. Então, tirando um outro momento mais emocionantezinho, que tem uma história da ovelha desgarrada, que nasceu no inverno, aí todo mundo caga na cabeça da ovelha. Eu fiquei, não, coitada dela. E tirando isso, cara, é bem qualquer coisa, assim. Infelizmente, também acho que uma das grandes decepções do ano, eu dou um 3 de 5, não foi um filme ruim, não sofri vendo no cinema, mas realmente não era aquilo que eu esperava, pelo menos. Então, ovelhas detetives, pra quem quiser assistir.

Estreia agora quinta-feira no cinema. O que estreou semana passada... Ah, eu tenho outro filme que eu não lotei. Caralho, agora eu lembrei. Calma aí, deixa eu botar aqui no final. Esse vai ser no improviso. O que estreou semana passada foi o Diabo Vésperado 2. Ah, é verdade.

É, desafio em Tóquio. Mais Prada, mais Diabo. Com a Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt, Lucy Liu, Stanley Tucci. E assim, cara... A galera da divulgação do filme do Zico fez um... Uma arte muito boa, né? Que é só a chuteira do Zico, como se fosse o sapato do filme, do Diabo Veste Prada. E aí botaram assim, se o Diabo veste Prada, Deus veste roupa o negro. Bem maneirinho. Ah, foda. Foda.

E assim, o primeiro filme é fantástico. É um filme perfeito, excelente. Todos concordamos que o namorado da Anne Hathaway é um filho da puta, um idiota. Eu acho que mais pessoas deveriam concordar que a Miranda é uma escrota. Eu acho isso um pouco preocupante. Como a galera só passa um panaço pra ela. Tipo, não, ela é tóxica pra caralho. Ela é abusiva, ela é escrota. Faz parte da proposta, mas enfim. E aí assim...

Obviamente, um filme desse ia ganhar uma sequência. Até me surpreende um pouco ter demorado 20 anos pra sair. Mas saiu. E assim, na sinopse agora...

Passou o tempo, né? A Miranda agora tá numa posição mais complicada na empresa, na Runway, né? Porque o mercado tá... Vou falar um pouco disso, o mercado tá diferente e tal. E aí ela precisa... Essa é uma pessoa oficial, que eu acho que ela nem fala muito sobre o filme, mas enfim. E aí ela precisa da ajuda da Anne Hathaway pra tentar dar uma reformulada na empresa e da Emily, que tá em outra empresa agora, tá numa... Não é nem concorrente, mas é uma empresa que tem uma relação muito direta com a Runway e tal e elas...

Cara, elas estão juntas de novo, eu achei que você ia entender. Pô, foda-se. É isso.

É muito doido, porque eu acho esse filme meio gato de Schrodinger, no sentido que duas coisas estão acontecendo ao mesmo tempo. Ao mesmo tempo que ele, infelizmente, cai naquele lance da sequência legado, né, de filmes antigos, clássicos e tal, de só querer repetir o primeiro com as personagens. Por quê? Ele faz uma coisa meio doida, que assim, ele meio que... Você já viu o primeiro? Já? Já.

ele meio que finge que o final do primeiro nunca existiu, porque ele reseta os arcos das personagens pra repetir nesse filme. Então, assim, por exemplo, no primeiro filme, a Miranda termina o filme, óbvio, ela não termina, uau, super gente boa e mudada, agora eu sou legal demais. Mas ela termina o filme respeitando a Anne Hathaway, se orgulhando até dela no final, do que ela faz ali. A Emily também termina mais de boa com a Anne Hathaway, mais de boa consigo mesma e tal, beleza.

Começa esse filme, a Meryl Streep de novo, né? A Miranda de novo. Escrotar essa Queen Hattie. Fala que não conhece ela. Não confia nela no trabalho. Acha que ela é uma incompetente. A Emily também já escrota com ela de novo. Eu fiquei assim, gente, mas...

Você já passou essa parte, gente. A gente tem que estar mais avançado do que isso. Mas não, porque o filme, ele reseta os arcos pra poder repetir os mesmos arcos nesse filme. Então, por esse lado, é chato essa parte. Mas, ele faz um bagulho que eu achei muito surpreendente. Como ele se passa 20 anos depois, por 2006, pra 2026, ele atualiza o contexto das personagens no filme. Então, pô, no primeiro filme, quando a...

Andy chega pra trabalhar na Runway? Porra, é o emprego dos sonhos. É o auge da indústria editorial. Porra, essa revista circula até em Marte. Vai pra puta que pariu. Todo mundo lê. É muito prestigiada. Tem muito orçamento. Tem muitos eventos e tal. Não sei o que. O escritório é gigante.

começa o segundo filme com, literalmente, a Anne Hathaway sendo demitida do emprego dela de jornalista. Tem uma demissão em massa, ela tá ganhando um prêmio de jornalismo, enquanto tá tendo a premiação, ela e a equipe dela todas são demitidas, porque tem um lay-off no jornal que elas trabalham. Na imprensa a gente chama lay-off de passaralho. Isso, tem um passaralho lá, uma demissão em massa enorme lá.

E aí o filme fala muito sobre isso, cara. Ele fala muito sobre a crise do mercado historial, a crise do jornalismo, a demissões em massa que estão acontecendo. Fala sobre inteligência artificial substituindo as pessoas. Fala sobre tudo ter que virar conteúdo. Pô, tem uma hora que o cara fala um bagulho que eu achei... O Solitude. Ele fala um negócio que eu achei...

Bem deprimente até, mas é uma verdade, né? Que no caso ele fala assim, pô, a Running... Uma coisa assim, né? A Running antigamente era uma revista prestigiada pra caralho. Você lia ela em salões de beleza. Você, beleza, lia ela em casa no seu sofá. Você lia ela no avião. Pô, você lia ela pelo mundo todo e tal. E hoje não tem mais versão impressa e os nossos conteúdos são lidos na privada. Tipo, no celular. Sabe? E eu fiquei assim, caralho.

É verdade, né? É muito verdade isso, né? O prestígio, bem ou mal, do mercado editorial se perdeu muito, né?

E ele fala muito sobre isso, que tudo tem que virar conteúdo, tudo é rede social e tal. Então eu achei muito maneiro isso, cara, porque o filme, ele não finge que, tipo assim, ah, tá tudo bem, elas voltaram pra Rwanda e é isso aí, uhul. Não, é tipo assim, mano, tá tudo fodido, tá tudo bizarro, tá tudo em crise. Ele fala até sobre a questão dos bilionários filhos da puta, que é uma redundância, um plenonasmo.

dos caras ficarem comprando e vendendo as coisas sem nem se importar em procurar o que eles estão comprando e vendendo. Tem uma situação dessa com a Runway e fala muito sobre isso. O cara achei surpreendente, é um tom bem crítico até. O final é um pouquinho idealizado. Eu falo, vai sair um vídeo pro YouTube hoje, talvez quando você estiver ouvindo o programa, deve estar disponível já um vídeo mais longo no YouTube sobre o filme.

Eu falo com spoilers e tal. Então assim, o final é um pouquinho idealizado, mas aí eu falo mais lá no YouTube. Mas tirando isso, essa conversa que o filme quer ter...

Ela é bem pé no chão, não é exagerado, não é panfletário. É bem real. As mensagens que o filme traz são muito reais. Então isso me surpreendeu muito. Por mais que as personagens estejam repetindo tudo o que elas fizeram no primeiro filme, ainda é divertido de ver. Porque a gente gosta das pessoas. Gosta da Miranda, gosta da Andy, gosta das pessoas e tal. A dinâmica deles é legal. E tem esse contexto muito interessante. Essa atualização de contexto muito interessante.

Então, pra mim, ele é uma sequência legada que justifica a sua existência. Então...

Eu dou um 3.5 de 5. Acho que é bem legal. Acho que quem é fã tem que ver. Acho que vale a pena assistir. Só acho loucura com todo respeito. Quem tá vendo e falando que é do nível do 1. Aí, galera, reassisto primeiro.

Porque, porra, vamos com calma também. Mas, tudo bem. Opinião é que nem cu. Cada um tem o seu, tem gente que não tem. Então, Diabo Vestirada 2 tá nos cinemas. Aí, pra fechar, o filme que eu tinha esquecido, cara, pra assistir. Que eu acho que eu não coloquei no Letterboxd. Eu acho que por isso que eu não peguei. Porra, um filme que estreia agora. Ah, não, não posso falar. Que bom. Tem embargo? Eu esqueci. Tem embargo. O filme estreia na quinta, tem embargo até quarta. Então, só posso falar o seguinte.

Vim Mortal Kombat 2. Perfeito. Maneirinho. Eu só achei que pelos trailers ele ia se levar menos a sério. Não é que ele se leva a sério pra caralho, mas ele ainda tem os momentos que tipo assim, não, agora a gente tá falando sério e não sei o que, e é tipo, não amigo, volta pra como tava antes, tava melhor. Mas, maneirinho. Quem a fã vai curtir, só posso falar isso, não posso dar nota.

Então, semana que vem, eu falo com calma sobre Mortal Kombat 2. Vai ter vídeo pro YouTube na quinta-feira, vai sair vídeo pro YouTube também. Então é isso, galera. Acabou o programa. Quem gostou, dá uma risadinha. Quem não gostou, eu jogo isso lá na parede. Lembra de seguir o Gustavo no G. Angeleias, nas redes sociais dele. Tem link na descrição aí. Eu sou o Esperão que goste. Semana que vem, a gente volta com o episódio número 56 e deixe sua pergunta no Spotify pra gente ler no episódio 60. Já pode começar agora, deixar sua pergunta. É isso, galera. Vai!