Novidades sobre Operação Prato e Obsessão nos mostra o perigo da amarração? | MFC 612
Na live de hoje do Mundo Freak, vamos mergulhar em uma pauta que mistura ufologia brasileira, obsessão sobrenatural, magia de amarração e pânico provocado por creepypasta da vida real.Abrimos o programa com a Operação Prato, uma das investigações ufológicas mais famosas da história do Brasil, realizada pela FAB no Pará após uma onda de relatos envolvendo luzes estranhas, ataques atribuídos ao chamado Chupa-Chupa e fenômenos que continuam alimentando o imaginário da região até hoje.A pauta também passa pelos novos relatos de Colares, quase cinquenta anos depois da operação original, com histórias de esferas luminosas sobre rios, luzes que acompanham embarcações, objetos que parecem mergulhar nas águas e testemunhos que mantêm vivo o mistério no litoral paraense.Depois, a conversa segue para Obsessão (Obsession), filme de terror sobrenatural sobre um jovem que usa um objeto ocultista para fazer sua melhor amiga se apaixonar por ele, apenas para transformar esse desejo em uma espiral de dependência, obsessão e violência.Na sequência, entramos no tema da magia de amarração, discutindo suas origens antigas, sua presença em tradições populares, as formas como ela é interpretada hoje e por que continua sendo uma das práticas mais conhecidas, controversas e exploradas do ocultismo contemporâneo.E ainda tem espaço para uma história que parece saída de uma creepypasta: o caso do homem preso após assustar moradores vestido como o Creeper, de Olhos Famintos, em Pernambuco, reacendendo comparações com outros surtos coletivos alimentados por medo, viralização e redes sociais.Mais do que uma coletânea de assuntos estranhos, essa live também costura um ponto em comum entre todos eles: o modo como o medo, a crença, a imaginação e a circulação digital transformam relatos em experiências coletivas poderosas.Se você gosta de Operação Prato, ufologia brasileira, terror sobrenatural, ocultismo, magia popular, creepypastas, casos bizarros e debates sobre o estranho no mundo real, essa live é para você.▶ Cola na live e participa no chat: qual desses temas te pega mais, Colares, amarração, Obsessão ou o Creeper de Pernambuco?Apoie o Mundo Freak: Financiamento Coletivo na APOIA.se | Crowdfunding Pontual e MensalRafael Jacauna Autor (Instagram): Rafael Jacaúna | Escritor/Autor (@rafaeljacaunaautor) • Instagram profileLynda MD: Home - Lynda MDAnuncie com a Paratopia: Paratopia Podcast & Storytelling (@paratopiapodcast) • Instagram profileEdição: G. R. Machado (@instadogrmachado) • Instagram profile#MundoFreak#LiveMundoFreak#OperaçãoPrato#Colares#UfologiaBrasileira#ChupaChupa#Obsessão#AmarraçãoAmorosa#OlhosFamintos#Creepypasta
- O filme ObsessãoWishmaster · Baixa autoestima · Terror psicológico · Atuações marcantes · Final trágico
- Operação Prato· SegurancaOperação Prato · Chupa-Chupa · Ufologia brasileira · Novos registros no Piauí · Tecnologia militar
- Magia FiccaoObsessão · Dependência emocional · Relações tóxicas · Egoísmo e mesquinhez · Rituais e entidades
- Memória e esquecimentoPC Siqueira · Daniel Mastral · Suzane von Richthofen · Cancelamento forçado · Direito ao esquecimento
- Financiamento coletivo e apoio ao projetoApoia.se · Catarse · Recompensas para apoiadores · Novas metas e reacts
- Livro A Sombra do FiltradorDark fantasy · Campanha no Catarse · Ilustrações de André · Arte de Gigi
- Homem preso como CreeperOlhos Famintos · Perturbação da tranquilidade pública · Fantasia de monstro · Pegadinhas de susto
- Ufologia e mistérios brasileirosOVNI de Quixadá · Fitas de Varginha · Keller · Evento de ufologia
- Participacao OuvintesAbordagens em público · Encontros inesperados · Anonimato e comportamento
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And at Quaker, we fuel it with 100% whole grain oats and a good source of fiber in every bowl, helping you turn that rhythm into your soundtrack for a great day. Fuel to start whatever's next. Quaker, official sponsor of FIFA World Cup 26. Ai, ô, let's go! Ai, ô, let's go! Longos dias e belas noites, queridos ouvintes. Está começando mais um Mundo Freak Confidencial e hoje vamos ter um giro de notícias e assuntos diversos, porque o pessoal ficou reclamando que virou ufologia, mas a culpa não é minha.
Se os ET bilutam tudo no Instagram e os fantasmas ficaram no Orkut, tá tendo pouca notícia de fantasma. Mandem notícias aí de fantasma, mandem assuntos fantasmagóricos que vocês gostariam que a gente comentasse, que a gente volta a falar mais de fantasmas, porque hoje vai estar diverso. Vamos falar aqui de Operação Prato, tivemos atualizações de um caso de mais de 50 anos, acho que ou completou ou tá para completar 51 anos. Vamos falar da nova onda do momento, Obsessão, o filme.
Não vai ter spoiler até o final do podcast, então você pode escutar tranquilamente. O momento que tiver spoiler a gente vai falar, porque isso também é uma desculpa para a gente falar sobre amarrações amorosas. E aí, a gente acredita? Trazemos a pessoa amada ou a pessoa odiada? E vamos falar do homem que se vestiu de— não de lobisomem, né? Porque a notícia era que era lobisomem, né? Mas não é lobisomem, é o personagem daquele filme Olhos Famintos.
Creep.
Exato, franquia ótima que eu gosto muito, que eu só vi um filme, que é o Franquia, aí tu pesou muito, né? A franquia, os 3 filmes, tem uns 3 filmes, né?
Só o primeiro, o primeiro é muito bom, o segundo é legal, daí para frente só ignora.
Ah, o segundo que é o divertido, primeiro é bom, é mais divertido. Beleza, então vamos para a vinheta e a gente já volta.
Além do que conhece por tempo e espaço, o contato com algo além.
Não conte para ninguém e nunca olhe para trás.
Mundo Free Confidencial começa assim com os comentários: André está a cara do Régis Tadeu. Porra, gente, sério, caralho, me respeita aí, pelo amor de Deus. Que isso?
Não, ainda bem que eu não sei quem é Régis Tadeu, cara.
Régis Tadeu é dessa trupe de pessoas que falam como se tivessem 15 anos de idade, ele, o vinheteiro, tipo, é aquela, aquele pensamento antigo daquele crítico, tipo, anos 90, que tinha que odiar tudo, tá ligado? Ele é crítico musical ainda nessa, nessa pega assim de que sim, é daqueles, daquela onda não faz sentido do Felipe Neto, saca? Da primeira, primeira vez. Ainda tem gente que é assim, né?
Tá preso, ele tá preso no tempo.
É, mandar um abraço aí para o Restadeu, quase apanhou ali do pessoal lá do Manoá, do pessoal do Manoá, vídeo maravilhoso, procure no YouTube. Gente, vamos lá, antes da gente começar tem um recadinho da paróquia. Primeiramente, agradecer vocês que estão aqui sempre com a gente. E aliás, gente, eu tenho uma novidade aqui para vocês, eu prometi E a partir de amanhã, a partir de amanhã disponibilizaremos todo o catálogo do Mundo Freak.
Porque pra quem não sabe, tivemos um problema no Spotify, que na verdade todos os podcasts tiveram um problema no Spotify, que é as questões de direito autoral comeram e um monte de episódio saiu do ar, né? Porque a gente utilizava música de direito autoral. Não aconteceu só com a gente, aconteceu também com vários outros projetos. E a gente tava estudando maneira de como colocar isso no ar. E a grande questão é que eu vou preparar um drivezão gigantesco para vocês conseguirem baixar e maratonar todos.
Eu vou tentar inclusive tentar achar os Mundo Freaks antigos, aqueles que na época que a gente nem falava de sobrenatural, que a gente falava de cultura pop, que a gente era uma cópia do MDM e do Jovem Nerd. Então essa relíquia aí, se eu achar, eu coloco nesse drive. Mas a grande questão é, esse drive vai estar disponível apenas o quê? Para apoiadores. Então o que acontece? Gostaria de anunciar finalmente que está no ar a nova campanha de financiamento coletivo, que agora tô acertando aqui a câmera, do Mundo Freak, que é o novo Apoia.se.
Então deixa eu compartilhar aqui a telinha com vocês, tela inteira. Vamos lá. Aqui, galera, nós reformulamos aqui os nossos apoios. Eu vou deixar o link aí para vocês. Acessem www.apoia.se/confidencial. Vocês vão ter acesso ao nosso novo grupo de apoiadores que vai estar eu, Rafael Jacaúna, Zucas e todo mundo. Eu não pedi para o Rafael, não perguntei para ele se ele queria, mas ele não tem esse querer, ele é obrigado contratualmente.
E todos os outros, calma aí que eu tô fora do— pronto, agora sim. Eu tava QR code, eu tava parecendo o Michael Wazowski com a logo do Monstros S.A. em cima. Então, galera, deem uma olhada nas nossas novas metas e recompensas. E eu coloquei metas novas, vamos ter reacts. Tô pensando em fazer, tirar quinta ou sexta para fazer reacts pelo menos umas 2 vezes por mês. E o pai para vocês. Então podem mandar todo lixo do YouTube que eu vou comentar. Quiser mostrar golfinho espacial, se quiser mostrar a parada toda.
Eu acho que tem que começar pelo golfinho espacial porque é um vídeo maravilhoso, assim, é coisa, é coisa de outro mundo mesmo. Vale muito a pena, vale muito.
Esse que você tá falando é do cara lá que incorpora o golfinho lá? Exatamente.
Então esse vídeo tem 1 hora e 20, só que a parte do golfinho começa assim, ela tem uns 40 minutos. E sério, geralmente quando faz um react, tu corta vários momentos para você reagir. São 40 minutos que você não corta, você só reage. É impressionante.
Eu lembro nessa vibe tinha aquela Sheiliane.
Vamos, vamos, vamos, vamos!
Isso dá processo, isso dá processo. Tá ao vivo, real, não se esqueça, real.
Isso não tem edição.
Foi mal, foi mal.
Um abraço aí para Mônica Medeiros aí, sou grande fã.
Mas era legal que os vídeos longos da citada aí, era legal que ela ia perdendo o sotaque, sabe? Tipo, você ia ver nitidamente que eu acho que ela ia cansando assim, né, cara? Porque ela ficava tipo 2 horas falando incorporada da entidade alienígena lá. Aí chegava uma hora que ela já tocava o fuso, já perdia o sotaque, já tava falando normal já, como ela mesmo.
É que não tem mais, não tem mais 6 por 1 do lado, do outro lado. Aí tem 2 horas para tirar com a gente aqui, né, para ensinar a gente como é que funciona. Eu até esqueci de colocar aquele trailer dos recadinhos. Então é isso, gente, apoia a gente. Lembrando a todos, o Mundo Frio, que você sabe, é o nosso podcast, é uma comunidade que é construída ao longo de anos, né, como você ouvinte. A gente Agradece demais. Eu sei que vocês têm muita confiança no nosso trabalho, na qualidade do nosso trabalho, e ao longo dos anos construímos essa comunidade fiel e engajada.
E caso você queira aparecer nesse espaço publicitário, dê um alô para vocês. Eu tô tentando me acertar aqui com a câmera. Dê um alô aqui para gente, contato@paratopia.com.br, paratopia.com.br. Ou se você quiser um podcast feito pela gente, consultoria de cabo a rabo, edição também manda um email para gente que eu tenho certeza que a gente vai ajudar você no projeto, certo, Rafael?
Certíssimo. E vale muito a pena, hein? Vale a pena. Primeiro porque você vai ter acesso a podcasts que são lendários, não estão mais disponíveis, né? Tipo o 100 de Asta Cheirando. Sim, esse é maravilhoso. E acho que vale muito a pena o Andrei reagir O golfinho, acho que esse já tinha que ser o primeiro objetivo.
Especificamente é o golfinho, né? É só esse, acabou.
Esse já merece muito.
É, é, ele tá tomando conta.
O ponto especial do golfinho, eu gosto, é quando ele fala na língua dele. Você já viu? É a melhor parte.
É, então é isso aí, é a moral, né?
Moral é muito bom, muito bom.
E tá isso, galera, apoia a gente e vamos para o primeiro tema de hoje. E agora eu quero ver, porque, porque senhor Hell é cético para muitas coisas, né? É um grande, grande cético, né? Então, para vocês que estavam reclamando, mas eu vou falar aqui um tema que eu me tornei believer por tê-lo estudado a fundo, né, que é a Operação Prato. Que para você que não sabe, a gente já vai explicar exatamente o que que é, mas eu queria perguntar para o réu. Réu, o que que você acha sobre a Operação Prato? Não sei se você lembra.
Eu vi o documentário produzido pelo senhor e pelo Bizanzu, muito bom inclusive. Mas é aquilo que a gente falou, né, cara? Tipo assim, é óbvio que houve também uma grande histeria na época, que eu acho que meio que transformou em algo maior do que realmente era, né? Mas tem pontos ali que são questionáveis mesmo, que que a gente não sabe exatamente o que são, né? E é um período também, é um período também que era muito propício, né, também aquilo que a gente já tava, a gente já conversou sobre isso, né, sobre PsyOps, né, sobre teste de tecnologia militar que a gente não sabe ainda, né, esse tipo de coisa. Então isso tudo pode entrar na equação aí, né?
Com toda certeza, com toda certeza. Então para vocês que não sabem e estão dando mole, Eu tenho aqui o quê? Deixa eu colocar aqui na tela aqui para vocês. Esse é o meu podcast, né, que a gente fez na Globo, né. Então você pode, tirando, ele não tá no YouTube, mas ele tá em todos os agregadores de podcast, Spotify, Deezer, etc., onde eu trabalhei nesse projeto chamado Operação Prato, né. Quer dizer, não na Operação Prato, né, nesse podcast documental da Operação Prato com edição aí do Ivan Mizanzuki, parceria também com aí com o Heitor Costa, com Ira Croft, com César Gaglione, que é o meu xodó, é o xodó que eu gosto muito. Você ia falar, Rafael?
Eu gosto da sua explicação sobre algo assim, porque infelizmente nós vivemos no tempo, tem que explicar tudo. Por isso que tem que ser lá pacote de caixa de ovo escrito contém ovos, né? Porque você tem que explicar que você não estava na Operação Prato. É maravilhoso, pô.
Perfeito, perfeito, perfeito. Não, eu acho legal porque ali, acredito eu, eu de nenhuma maneira eu acho que o nosso podcast documental é algo que encerra definitivamente esse caso, pelo contrário. Mas acredito eu que talvez seja o mais completo, é fonte de informação sobre esse projeto. Felizmente me tornei um dos, sei lá, se tiver 5 é muito, especialistas de Operação Prato no Brasil, né? Espero que minha memória fique durante bastante tempo para eu continuar sendo.
Mas a questão é que, para você que não sabe, tá dando mole, tivemos atualização do caso Operação Prato explicando para você o que é. É uma operação secreta militar que aconteceu na década de 70, mais especificamente em 1977, no qual, após uma série de supostos ataques, né, de discos voadores entre aspas, né, no qual o disco voador aparecia e atacava pessoas no interior do Pará, Maranhão, etc., é um grupo de militares é selecionado numa missão secreta para tentar entender e investigar o que que é esse fenômeno.
E assim, tranquilamente, ele é o nosso fenômeno ufológico. Eu não acredito necessariamente que são extraterrestres ou algo nesse sentido, eu não vou por essa linha. Mas a ideia é que depois que a gente analisa não só os documentos como relatos e vai na profundidade correta, a gente entende que de fato algo ali aconteceu. A gente não sabe exatamente o quê, como o próprio Joel tá falando. Pode ser uma operação de psyops dos Estados Unidos, sei lá, até pode, né?
Pode tudo, tá em aberto, né? A gente não sabe exatamente o que que é esse fenômeno. Então a gente chama de ufológico mais porque ele caiu nas graças da ufologia pela questão dos discos voadores, etc., né? Além de lidar com essa mitologia clássica desses objetos discoides iluminados, né, que aparentemente são de uma tecnologia muito superior à nossa, né, segundo os próprios relatos falam, né? E a grande ideia, né, que, por exemplo, quando eu vou nos podcasts falar sobre Operação Prato, às vezes tem um curioso desavisado que me corrige falando, quando eu falo do Maranhão, o pessoal fala Ah, esse cara não entende nada, porque a Operação Prato não é no Maranhão, é em Colares, no Pará.
Aí eu falo: não, seu tonto. Se você tivesse escutado o podcast, você saberia que o fenômeno acontece entre Maranhão e o Pará, numa cidade, cara, que é uma cidade costeira do rio que separa, do rio que separa os dois estados, uma cidade chamada Viseu. E ali aparentemente foi onde a gente conseguiu rastrear o primeiro ataque, que foi no primeiro semestre de 1977. E esse fenômeno, ele vai se movimentando para o Maranhão em direção a São Luís, e depois ele vai voltando em direção a Belém do Pará.
E aonde que o segundo semestre é onde tem as histórias mais chocantes dos ataques e dos avistamentos, etc. A grande questão é que meu amigo Heitor Costa— vou dar aqui também para vocês a dica do site operacionprato.com, que é uma galera super da hora que compila vários dados. Eles inclusive são bem céticos com várias coisas, eles não são da crença do fenômeno como extraterrestre, mas eles investigam muito a sério. Eles não estão lá para desbancar o que aconteceu, eles estão lá para tentar entender.
E até hoje, assim como eu, não encontramos respostas, mas a gente tenta fazer uma análise séria, né? Então esse pessoal da operacionprato.com inclusive ajudou a gente, né? A gente conversou bastante sobre nos bastidores ali. E o que eles dão aqui, a notícia, que o Heitor Costa, que trabalhou com a gente no podcast Operação Prato, e o Dr. Marcos Seixas, que foi entrevistado pela gente no podcast Operação Prato, se uniram e doaram registros jornalísticos do Piauí de 1976, onde mostra que talvez esses ataques tenham começado antes de 1977.
E não no Maranhão e nem no Pará. E para você que não sabe, eu dei aqui, separei aqui o mapa do Brasil, porque o sudestino ele gosta de falar muito de americano, né, que americano é burro, mas o sudestino costuma ser também, né. Para você que não sabe e está dando mole, temos aqui o mapa do Brasil, como vocês estão vendo aqui. Nós temos Belém do Pará, como tá aqui no meu mouse. Nós temos a cidade de São Luís do Maranhão. Então vocês veem que os dois estados, o Pará e o Maranhão, Eles são cortados, são vizinhos, né, cortados aqui.
A gente tem essa pequena cidade de Viseu, que é onde a primeira notícia, a primeira notícia de OVNI. Olha onde que fica, fica bem próximo do litoral do Rio Gurupi, que divide os dois estados. E Piauí é uma cidade que está aqui à direita. São Luís, na verdade, tá aqui, né? Tô mexendo o mapa, gente. Vamos lá. E Piauí tá bem aqui, como vocês podem ver. Eu separei aqui Teresina O estado do Piauí fica vizinho ao Maranhão, ele fica mais à direita ainda.
E aí, o que que leva a gente acreditar que talvez esses fenômenos estejam ligados de alguma maneira? É que quando a gente vai olhar os jornais da época, então fica aí novamente os parabéns para o Heitor Costa e para o Dr. Marcos Seixas, a gente vai ver, por exemplo, polícia teme saques no sertão de Oeiras. Olha, notícias década de 70, eu acho muito legal quando quando a gente pesquisava, né. Objeto é visto por 50 pessoas e causam vítimas.
Então assim, eles separaram, acharam e mandaram, né. E hoje tá acessível lá no site da operacionprato.com sobre os ataques, né. E cara, a descrição ela é quase completamente a mesma dos ataques do Maranhão e do Pará juntos assim, né. Tem até algumas descrições aqui, aqueles separaram uma Eles separaram a transcrição, né, do jornal, né, porque você olhar só o zoom do jornal é meio difícil de ler, né, pelo tipo do zoom, do, né, da impressão.
Mas, por exemplo, aqui, ó: a população rural de Pedro II continua atemorizada. Foi publicado em terça-feira, dia 6 de julho de 76, em Teresina, e continua atemorizada com o objeto não identificado que está circulando na região norte da cidade. Transmitindo uma luz excessivamente forte, provocando dores de cabeça e febre nas pessoas atingidas. É basicamente o mesmo fenômeno, o mesmo modus operandi do fenômeno que aconteceu no interior do Pará.
Um agricultor informou que uma mulher morreu ao ser atingida pela luz e todos temem que o aparelho chupe o sangue das vítimas. Olha que interessante, já existia a crença de que esses OVNIs chupavam sangue, porque a gente leva a crer pelo que a gente tinha naquele momento do podcast, que o termo chupa-chupa ele nasce só quando ele vai para o Pará em 77. Mas aqui já tinha a crença de que esse ser, né, esse objeto sugava o sangue das pessoas, né, mantendo as ideias.
Olha que interessante, deixando uma quantia de 300 cruzeiros para o enterro. Era tipo, eles pintavam como se fosse uma espécie de Fada do Dente, tipo o objeto vinha, sugava o sangue, deixava 300 cruzeiros e ia embora. Saca? Olha que doideira. O médico Roberto Farias, que atendeu o agricultor Francisco Braz, vítima forte do forte reflexo de um objeto luminoso que está aparecendo na zona rural, decretou ontem que o paciente demonstrava um exagerado estado de tensão nervosa em virtude do medo que sofrera ao ser atingido pela luz.
O médico não atribui a intensa luz que o agricultor, seu estado de debilidade mental parcial, mas que o medo de Francisco Braz sentiu no momento que foi atingido, cara. É exatamente os mesmos sintomas que aconteciam no caso da Operação Prato, né? Temos aqui, ó, sobre a aparição do objeto luminoso: Raimunda Antônia conta que estava em casa por volta das 17 horas fazendo minha necessidade. Quando vi a claridade, pensei que fosse um carro.
Depois imaginei que fosse a lua, mas olhei para o assento e não vi a lua. Aí lembro do negócio que o povo falava e dava notícia. Ou seja, se essa aqui é a primeira notícia de 6 de julho, Dá conta que essa história começa antes até, né, a ponto de já tá rodando pela população. Quando eu olhei, estava em cima da minha cabeça aquela luz forte. Eu me abaixei, mas já pensando que o bicho estava me chupando. Olha que doideira! Justificando a expressão chupando, Raimundo Antônio acrescenta que o aparelho, como ele chama o objeto não identificado, clareia a pessoa ao mesmo tempo que chupa sangue.
Há quem afirme que retira o sangue e o objeto devolve à vítima 300 cruzeiros para o bolso para o enterro. Cara, olha que sensacional, né, mano? Obviamente, né, os 300 cruzeiros ou cruzados aqui, né? Não sei exatamente qual era a moeda corrente da época, de cabeça não vou lembrar. Mas olha que interessante como que as pessoas pegavam os relatos que eram exatamente iguais, que aconteciam, e provavelmente adicionava uma coisa folclórica junto, né?
Mas se a gente perceber também, dá para ver que tem meio que uma contaminação, né? Tipo assim, ela já sabe do caso e já tá associando automaticamente, né, a uma parada que já se fala na região, né, tal, né, alguma coisa assim.
Com certeza, com certeza. Mas o que eu considero sempre é que se a gente for pegar todos os registros desses 2 anos, entre aspas, de ataque, O que que a gente fez, né, para fazer essa análise de dados? A gente excluiu tudo aquilo que era exceção. Então se o cara viu um bicho peludo, outro viu um bicho metálico, se outro viu isso, outro viu aquilo, a gente tenta sempre deixar a margem do que que é o núcleo, né, do que que a pessoa tá relatando, né.
E isso que é interessante, porque geralmente numa histeria coletiva ou numa criação de folclore ou de lenda urbana, a gente vai ter um alastramento da história e cada região vai dar uma certa característica que é própria da região, né? Ah, então a luz, mas tipo assim, tem o interseccionamento, né?
Tipo assim, mesmo a ideia principal intersecciona todas assim, né? E aí algumas regiões vão adicionando alguns caracteres regionais, né? Alguma coisa do folclore, né? Essas coisas assim, né?
Sim, perfeito, perfeito. Por exemplo, tem um relato de Ubintuba em 76, se eu não me engano, de setembro, outubro de 77, Que é dado que era uma criatura que entrava na casa e roubava o sangue da pessoa. Mas esse— e foi a pessoa que foi agarrada pelo peito, né? Que aí, enfim, gerava a questão do chupa-chupa. É, só existe esse relato. Todos os relatos dão conta de: é uma luz misteriosa que aparece do céu, se aproxima, joga uma espécie de facho de luz Quer dizer, não é só ver a luz que você já fica paralisado.
Você— o objeto precisa se aproximar, precisa jogar esse facho de luz, e aí você fica paralisado e você ganha uma espécie de fraqueza. E você ganha uma espécie de debilidade psíquica, psicológica, né, que a gente não consegue entender se é fruto do trauma do encontro ou se talvez seja de fato uma das características. É do tipo, sei lá, essa coisa injetou alguma coisa ou de fato sugou alguma coisa, né? Teve alguma dessas pessoas que tinham fraqueza, por exemplo, como se fosse uma espécie de anemia, né?
Você tá ligado que tem, que tem armas baseadas nisso, né? Tipo assim, que tem uma certa frequência, intensidade de luz, de quantidade de piscadas que você induz, tipo assim, o cérebro da pessoa a uma a um estado de catatonia, de paralisação.
Isso é o caso do Pokémon do Japão, né?
Sim, sim, exatamente. Nesse caso foi involuntário, né? Mas tipo assim, mas existem, né, armas, tanto que tem arma de efeito moral, tem aquelas porra que o exército usa tipo com um som, por exemplo, e piscadas de luz que incapacitam pessoas, né? Deixam pessoas sem enxergar, sem minha vida.
Então, e são, e o que eu acho curioso, né, é que esses traumas, eles, alguns deles acompanha a pessoa para vida dela assim, né. Cheguei a conversar com pessoas que, cara, que tu via nos olhos dela o medo de estar voltando, porque diferente do que as pessoas acham, não são pessoas que procuram a gente tentando pegar o dinheiro, são pessoas que não querem falar sobre essa história porque causam nela um medo E também um medo social também, né, de serem de novo zoadas, sacaneadas, tidas como loucas, etc.
São pessoas que costumam evitar você quando fala. Então é muito legal a gente ter contato com registros da época e a gente ver que de fato parece ser mais ou menos o mesmo fenômeno mesmo, né. Inclusive algumas dessas histórias do Piauí dão a notícia de que não é para você acender qualquer tipo de fonte de luz, como por exemplo num cigarro. Isso atrairia os objetos. E isso tá muito presente no Maranhão. Mas muito pouco presente no Pará.
Olha que interessante, talvez por Maranhão ser talvez uma região talvez mais descampada. O Pará é mata mais amazônica, né? Talvez fique mais difícil identificação. Então, por exemplo, tem algumas matérias, só para vocês terem uma noção, deixa eu abrir aqui para vocês. São várias matérias aqui, ó, que eles acharam, né, com as transcrições do dia, vai do dia 11, ah não, do 76, né? Esses do de 68 fala sobre discos voadores, mas não fala de ataques, né?
É porque tava bombando na época. Mas de 76, de 4 de julho de 76 a 11 de agosto desse ano, aí então provavelmente os ataques dão uma parada e voltam em março, ou pelo menos a gente não sabe. Então eu separei aqui um outro, um outro, um outro, uma outra notícia dessa época, né? Depois de atingir com faixa de luz— ah não, isso aqui é, foi que eu acabei de ler. Vamos lá, ó, deixa eu ver. Dor de cabeça. Dona Maria de Jesus, viúva, 65 anos, declarou que o seu filho Francisco Ferreira foi atingido pela luz semana passada quando, por volta das 11:30 da noite, né, saiu de casa para ir ao terreiro.
Atingindo em cheio pela luz, Francisco sentiu imediatamente dores do braço, frio, febre intensa. E passou 3 dias na cama. Cara, é exatamente os mesmos sintomas que a gente vai ver um ano depois em outro estado, exatamente desse tipo de relato, né? Dona Maria conta que seu filho saiu de casa à noite para fazer suas necessidades e viu aquele claro imenso que o deixou encandeado, totalmente anestesiado. Francisco saiu meio tonto, se segurando na cerca, entrou em casa.
Imediatamente teve febre braba, seguida de dor de cabeça e dores nas costas. Teve um aqui que eu vi, eu não sei se eu vou conseguir achar, mas que era muito interessante, que era uma galera que ela foi para uma caverna esconder. Foram 3 pessoas que foram para uma caverna. Deixa eu ver se é dessa aqui, se eu acho. Não, acho que eu não vou dar, não vou conseguir dar um Ctrl+F aqui agora. Ah, achei! Não, não é, não é nesse. Não, não é esse também, mas que eles teriam ido para uma caverna. 3 pessoas fugiram para uma caverna e deu meia hora, eles saíram, acenderam o cigarro, atraiu a luz, eles tiveram que voltar para caverna e eles só conseguiram sair de manhã quando a luz já não tava mais lá.
Então quer dizer, muito semelhante com o padrão. Então queria dar os parabéns aí ao meu amigo Heitor Costa e que também é o médico cardiologista Dr. Marcos Seixas. Aliás, Marcos Seixas hoje ele é super cético do fenômeno, né, no sentido de pensar no fenômeno para além do sobrenatural. Ele tenta buscar outras interpretações, né, justamente por ver no meio ufológico uma espécie de dogma que se você não acredita em extraterrestre, então não presta, né.
Então Marcos Seixas é um de muitos dessas pessoas que eram Apesar de que eu acho que, tipo, que na época, pelos relatos mesmo, porque a maioria fala sobre aparelho, sobre— não falam como se fosse algo sobrenatural, eles falam como se fosse algo, sim, algo mecânico mesmo, né? Como se fosse um aparelho, um objeto voador, alguma coisa assim, né? Tipo, desde os primórdios, né, dessa parada. Eu acho que foi talvez por isso que associaram mais a ufologia, né?
Talvez fossem, né, naves alienígenas microscópicas, não, mas pequenas naves alienígenas, tipo Milagre Vem do Espaço, do Spielberg lá, né?
Traumatizante filme, eu odiava quando ele morreu. Sim, sim, é exato, né? Porque a gente tenta ligar aquela coisa do folclore com fenômenos naturais, né? Uma mãe-douro, uma boitatá, né, fogo-fato, a gente, a gente vai associar isso a bestas ou criaturas. E você vê que aqui de fato é o contrário, né? Você tem uma crença de que tem uma intenção, que se algo tá sendo, tá chupando, é para alguma coisa, ou para alimentação ou para coleta de alguma coisa, né?
Mas de fato eles tratam aqui desde sempre como aparelhos, mas não como discos voadores. Geralmente quem vai atribuir a discos voadores extraterrestres vai ser o pessoal da cidade que já tem contato com esse tipo de cultura.
Então, foi na época, Andrei, ou foi tipo anos depois assim? Quando?
Não, 76, um ano antes, foi um ano antes.
Já o pessoal já fazia essa correlação com ET, com disco voador?
Então, conversando com o pessoal de Ubintuba, né, eu fui lá no Pará e conversei com eles, e eles falam, cara, eles tinham uma noção que aquilo era uma espécie de aparelho tecnológico pelo barulho e por como aquilo se movimentava. Muitos deles, por exemplo, nunca tinham visto um helicóptero, um avião, por exemplo, né? Mas a maneira como eles descrevem o objeto não é uma descrição de um animal, é de fato uma descrição. Eles tinham essa noção, tanto que em Umbintuba, por ter, pelo pará ter uma colônia japonesa, né, que inclusive sofreu muito na época pós-Segunda Guerra aí, né, Teve, teve, né, como é que é, zonas de contenção ali de japoneses, né.
Para quem não sabe, o Brasil também, tal qual os Estados Unidos, o Brasil também teve campos de concentração, né, para japoneses no seu território durante a Segunda Guerra Mundial.
Perfeito, perfeito, né. Então eles, a galera de Ubintuba, atribuía como sendo uma espécie de algo dos japoneses que eles nem queriam mexer. Porque muitos deles trabalhavam para os fazendeiros japoneses da época.
Então, mano, vamos deixar nos anos 70 também. Aí já era o boom da tecnologia, né, no Japão, né? Já era, o Japão já era visto como esse polo tecnológico e moderno, né, de coisas, né?
Ele era o que a China é hoje, né?
Sim, sim, é a tecnologia de câmeras, né, de tudo veio do Japão a partir dessa época aí, né? Final dos anos 70, início dos anos ali, a popularização das marcas japonesas, né?
Perfeito, perfeito. Então assim, é muito curioso porque quando a gente não estuda o caso, qual é a primeira coisa que a gente, pô, eu e Cético, eu e o senhor Cético, a gente discutiu isso muito aqui do tipo no mundo friki, pô, é muito fácil eu chegar para uma população que já tem um viés de confirmação, acabou de ver um filme do Spielberg lá, Contato Imediato de Terceiro Grau, Aí vai para casa, vê uma luz do céu, pô, é disco voador.
Mas não era o que acontecia muitas vezes com essas pessoas. Já existiam nos jornais, como por exemplo essa, essa onde tá ali no site, em 68 já tinha um debate nos jornais sobre extraterrestres e discos voadores. Mas toda vez que vocês falam com essas vítimas, que a gente fala com essas vítimas, elas não atribuíam a isso. Elas atribuíam um aparelho tecnológico, não necessariamente uma criatura, mas algo consciente que que atacava elas, que tinha a intenção de atacar, né?
Não como um predador, mas como algo meio desconhecido que elas não sabiam explicar. E muitas dessas pessoas são lavradores, como a gente acabou de ver esses relatos aqui. São pessoas super humildes que, pô, tem conhecimento sobre os fenômenos naturais reais, pode ter, sei lá, pode acreditar em lobisomem, pode acreditar nisso, mas, pô, tem uma noção de falar ao mesmo modus operandi que a gente tá vendo em dezenas de casos. Quer dizer, tem alguma coisa.
E o que eu acho legal da Operação Prato é que obriga o cético a acreditar uma teoria da conspiração para cobrir esse buraco, que é: ah, deve ser uma tecnologia estrangeira que a gente não conhece, a gente não sabe, a gente nunca viu isso acontecer novamente, pelo menos nessa escala, dos Estados Unidos ou da China, do Japão, etc.
Calma lá, calma, Moreno. Calma aí, pera aí, não é conspiração, cara. Tipo assim, isso pode muito bem ter sido um teste de utilização de drones. Drones já estavam em produção no final dos anos 70, início dos anos 80. Drones inclusive elétricos já tinha, é 77, 77, protótipos de drones elétricos. Mas é, os mais populares eram usados com o motor a combustível, né, 2 tempo, né? Mas pode muito bem ter sido uma tentativa frustrada de se utilizar drones com armamento incapacitante mesmo, né?
A gente sempre falou aqui sobre, porque isso aí, cara, 77, a gente tava ali na guerra fria, exatamente, né?
Então esse tipo de experimento é plenamente, eu falo que assim, é uma teoria da conspiração, a gente não sabe se foi isso aconteceu, né? Uma hipótese muito mais mundana e mais concreta do que extraterrestre. E aí eu vou concordar contigo, né?
Mas também a gente sabe também que o Nordeste foi, foi, abrigou bases americanas, né? Sempre foi uma área de interesse, né? O Nordeste brasileiro, exatamente, né? O litoral todo ali, uma área de interesse dos Estados Unidos. E justamente Talvez, né?
Aí diga, pessoal do chat aqui. Ah, já que ela tá quieta, tô quieto, quieto, tem que escutar, né, pessoal falar, prestar bastante atenção.
Essas bobagens, né?
Vamos lá, vamos lá, vamos lá.
Ah, ninguém perguntou, mas eu vou me perguntar, já que ela não acredita que foi o quê? É T, óbvio que é T, óbvio. Vocês estão rindo, mas vamos lá.
Não, eu tô vendo perigoso.
Ah, mas deve ter sido os Estados Unidos testando os drones elétricos que eles não usam na guerra hoje, mas lá em 70 eles estavam testando no Brasil, cheio de lugar no Caribe que eles poderiam testar muito mais perto, mas eles iam vir até o Brasil para testar porque é muito mais perto dos Estados Unidos, inclusive, né? Então tudo bem, eles vieram até o Brasil para testar drones aos quais eles não usam até hoje na guerra, que eles estão precisando e não usam.
Mas eles—
ah, deu errado.
Então é a utilização dele para essa, para esse fim, deu errado, provavelmente deu errado.
Então tá bom. É que ninguém achou nenhum drone nesse no chão, ninguém achou nenhum drone capotado, então não sei se é bem deu errado. E outra, vou botar drones americanos colares ali na região para fazer exame de sangue na população. E aí os militares, durante a Operação Prato, fizeram desenhos, imagens dessas tais naves. E assim continua o mistério. Pode ser qualquer coisa, pode, pode ser até o demônio, segundo secretário dos Estados Unidos.
Mas falar que é uma tecnologia que que já era super testada já na época. Drones elétricos, drones imaginários, drones supostos, experimentar o de fato. Mas esse que é o ponto, aparentemente fazer um teste do nível de uma tecnologia tão alta assim, muito longe dos Estados Unidos, muito longe da costa dos Estados Unidos, arriscar tudo para o negócio desse capotar e cair no Brasil e ter muita gente relatando que viu um monte de gringo andando, gringo botando no caminhão alguma coisa, me parece muito longe, né?
Os Estados Unidos podia ter testado isso em muitos lugares, até no próprio território americano, em vez de vir para o Brasil, né? Ah, mas é a tecnologia de não sei de que país. Todos esses países são muito longe do Brasil, muito longe, a não ser que você diga Talvez isso seja um determinante, né?
Pelo Brasil não ser uma área de influência direta, né? Seria tipo assim acima de qualquer suspeita, entende?
Não, não entendo.
Como não? Tipo assim, então pera aí, deixa eu usar a lógica do Jakauna. Então tá, então quer dizer que uma raça alienígena que mora em outra galáxia viajou 32 milhões de anos-luz com naves pequenininhas para entrar no meio da floresta e sobrevoar pessoas cagando no mato para jogar uma luz em cima dela e coletar o DNA dessa pessoa.
Isso então faz sentido pela sua lógica, parece ridículo, sabe por quê? Porque a sua lógica é ridícula nesse ponto. Foi o que você acabou de usar, já acabou. Primeiro que eu não disse que eles vieram de galáxia.
Não, eu sei, eu só tô substituindo os americanos pelos alienígenas.
Você falou que eu falei.
Não, você falou que eram alienígenas.
Você não sabe de onde eles vêm? Eu também não sei. Pode vir de outra dimensão, de outro planeta, do nosso lado. De toda forma, é longe, mas de outra galáxia eu não falei no momento. Pode ser inclusive de outra galáxia. Agora, por que eles vieram aqui? Não sei. O que eu sei é o seguinte: Eu entendo um pouquinho de ser humano e um pouquinho de lógica militar, e eu acho que os Estados Unidos não fariam isso podendo fazer em lugares muito mais próximos.
E se eles tivessem tais naves, tais drones já na década de 70, talvez eles estivessem usando atualmente, porque aparentemente eles precisam e aparentemente eles não estão usando.
Calma aí, calma aí, eu vou dar, eu vou dar, eu, a ideia do réu para mim ela é muito mais palpável do que a do Rafael, mas eu vou dar uma observação. Como eu sou em cima do muro, eu vou dar um ponto para o Rafael também nisso aqui, que é o seguinte: de fato, de fato, se a gente tem, vamos lá, um objeto voador com uma puta autonomia de voo, né, ao ponto de, se ele vindo alto, se ele é tipo um Helicóptero. Seleciona uma pessoa, se aproxima com muito menos barulho que o helicóptero.
Vamos descartar algumas dessas questões aí. É luminoso, até aí tudo bem. Pode ser uma forma de se camuflar de certa maneira. Camuflar, André, mas que idiota, vai à noite com luz, como é que você se camufla? Justamente para você não ver detalhes do objeto. Então poderia ser uma forma de você esconder os detalhes e ficar com essa atmosfera meio, meio feérica, né, meio, meio mágica. Né, alguma coisa assim nesse sentido. E aí essa, essa aeronave, né, combinamos que a aeronave sendo pilotada ou não indifere, ela tem essa autonomia de voo de talvez até atravessar o oceano, e ele conseguiria projetar uma luz paralisante que poderia, ou talvez aí dando um adicional, ou talvez injetar algo ou subtrair algo da pessoa.
E aí, por exemplo, eu vou dar esse ponto para o Rafael justamente porque se eu for pensar, por exemplo, sei lá, Saddam Hussein— Saddam Hussein não, porque ele tava enterrado no buraco— mas pegar o Osama Bin Laden, fazer uma operação com 10 desses objetos em uma região que você precisa atingir uma pessoa seria muito mais útil do que o material atual tecnológico que os Estados Unidos usa para guerra. Então, por exemplo, hoje, se eles vão matar alguém, ele vai usar um míssil, como aconteceu lá com o líder supremo lá do Irã.
Ele vai pegar um míssil, né? E aí você tem vários tipos de míssil: aquele que se aprofunda mais, aquele que explode no contato, aquele que explode só depois, e cada um um míssil antibunker, etc. Eu entendo, cumpre a função, às vezes pode ser até mais barato, mas a gente vê que essa tecnologia tecnicamente nunca mais foi usada. Quer dizer, uma aeronave que que tem essas capacidades, né, de se infiltrar numa população, né. E algo próximo do que aconteceu na Operação Prato de escala também a gente nunca viu, né. A gente sabe, inclusive a gente leva no podcast vários psyops americanos, né.
Tem um psyops, se eu não me engano, filipino, que o que eles fazem, né, tem relato de psyops das Filipinas, que é bem mais longe dos Estados Unidos. Aqui no Brasil, inclusive.
Sim, sim, ele tinha uma crença de um vampiro gigante, né, de um morcego gigante, que aí eles pegam um dos caras que tava ali no território inimigo, matam o cara, tiram todo o sangue do cara e colocam na trilha que o pessoal inimigo usava para ficar ali andando, né. E quando acharam o cara sem sangue, porra, foi o vampiro, né. Só que novamente, eu consigo entender um americano chegando e fazendo isso. Algo da escala da Operação Prato é muito mais proibitivo.
Por isso que inclusive eu chamo de teoria da conspiração da mesma forma, né? É claro que é muito mais próximo, é muito mais, é muito mais palpável a gente acreditar nisso do que de fato extraterrestres. E é por isso que eu defendo o podcast, defendo aqui no Mundo Freak, que essa discussão da origem do fenômeno ela é mais contraproducente. É uma discussão de visão de mundo.
Deixa eu só dar um adendo: os Estados Unidos têm 9 bases militares em torno das Filipinas.
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Nove. Isso hoje, mas mas em setenta e sete, cara, o Brasil tinha acabado de sair de uma tentativa de de de de golpe, cara. O Brasil tava em ditadura militar, tava aqui tipo ainda com o fantasma do comunismo aqui, ó, mordendo o calcanhar do Brasil, cara.
Que inclusive foi um dos motivos do porquê os militares da Operação Prato foram investigar. Primeiro motivo, eles achavam que ali inclusive fica do lado da Araguaia, né, onde tem, para quem conhece, ditadura militar. Então por que que o pessoal achou que os comunistas estavam infiltrados e tava acontecendo alguma parada ali? Eles foram lá investigar essa parada inclusive, né, só que eles encontraram outra coisa. Enfim, pode ser, né?
Pode ser algo da União Soviética, os militares americanos. A gente sabe que tinha aqueles contatos todos da época. Por que o Exército Brasileiro mandaria a gente para investigar algo que os próprios aliados estivessem fazendo?
Mas até aí talvez não soubesse, né?
Pois é, pode ser também. Mas aí é dentro da camada da conspiração, né?
Mas aí que tem. Enfim, gente, mas muito bom, muito bom. Não sabemos ainda o que que é esse fenômeno. É de outro plano, gente. Pronto, acabou, resolvemos o mistério. Não é nem dos Estados Unidos, é de outra dimensão. Beleza, fechamos nessa, meio a meio.
Eu acho que fechamos que são aparelhos, né, que estavam, né, sim, provocando coisas ali, né. Sim, aparelhos tecnológicos, né. Agora, a origem desses aparelhos, né, e a finalidade Não saberemos até que, sei lá, o Donald Trump solte algum documento aí, né, que ele vive prometendo soltar. Toda vez que ele faz uma merda lá, ele promete soltar documento.
Sim, acreditar no Trump é foda. Assim, o Trump, ele mente tanto que quando ele fala uma verdade, o foda é que as pessoas podem acreditar que tudo que ele falou é verdade, entendeu?
A cada 10, a cada 100 mentiras, tá se apegando forte no Trump aí nas Mas é que a comunidade ufológica já não tem nem muito o que você pegar, então vai se apegar no que é do primeiro cipó que tiver lá. Aí da última aí mandaram alien.gov, aí a galera foi seca. Nossa, e aí era porra de imigrante legal mexicano, né?
Mas eu já contei essa curiosidade, né? Você lembra do Aliens: O Resgate? Tem aquela personagem, a Vasquez, aquela personagem que tem aquela Smart Gun, que ela é toda chicana, né? Então aquela atriz, o sobrenome dela é Goldstein, ela é judia, de origem judia. Ela, quando viu a chamada para um filme chamado Aliens, ela achou que era sobre imigrantes e ela foi fazer o teste, tipo assim, ela se vestiu caracterizada como o estereótipo de um imigrante latino.
E ela foi fazer o teste para o filme assim, e o James Cameron olhou e falou, cara, eu gostei do seu visual. O filme não é sobre, né, o filme é sobre alienígenas, né, e bababá, mas eu gostei do seu visual e eu quero que você seja um soldado do filme civis exatamente assim. E aí ela, por isso que ela tem aquele visual todo chicano, todo de bandana e tal, né, no filme.
No Velozes e Furiosos tem a, como é que é o nome dela, daquela lá, era Michelle Rodrigues da época, né? Tipo, exatamente, personagem estereotipado, né? Tomboy mexicana.
Beleza, que essa aí estereotipou legal, né?
Pois é, né? É tipo aqueles havaianos que faziam japonês da década dos filmes daqui de 80, tudo havaiano ali, japonês moreno ali. Ai, gente, vamos lá, vamos encerrando aqui a Operação prato. Vou pular aqui o filme para a gente falar só no finalzinho com spoilers. Vamos falar aqui do— calma aí, deixa eu achar que essa notícia— homem é preso após assustar moradores vestido de olhos famintos. Rafael, o que que aconteceu?
Bom, me mandaram várias dessas notícias. Algumas delas era que o cara tá se fantasiando de lobisomem. Tava botando luvas daquele tipo de monstro, uma máscara, aquela pantufa de pé de monstro, pantufa de pé de monstro sobretudo, né? E aparentemente ele é o mesmo cara que tinha os dois tipos de fantasia diferentes, tanto a máscara creep quanto a máscara de cachorro, de lobo. E o cara tava andando na cidade aparentemente sem fazer nada além de andar pela cidade e fazer barulhos estranhos, cozinhar, sei lá.
Então no visual aí, para quem tiver vendo com visual, tô colocando aí para vocês o cara aí, o maninho.
E o cara tava assustando as pessoas, né? As pessoas olhavam pela janela de casa, aquela coisa toda, e chamaram a polícia. E a polícia teve que render o cara. Eu fico imaginando se é um policial com dedo mais nervoso, de repente policial mais assustado. Lembra da história que a gente contou aqui, que a moça chamou o policial porque tinha um lobisomem atacando a casa dela? Imagina uma situação dessa. A pessoa acha que o guarda chega assustado e dá 3 tiros no cara. Aí tem que dividir a culpa, metade e metade, né?
Não sei, cara. Eu acho muito legal porque eu também vi essa do lobisomem, mas todas as imagens que mostravam era ele de clipe mesmo, que é o quê? É ele esse sobretudo escuro, né, meio capote, esse chapéu de cadeirudo, né, para quem conhece a novela aí de Super, é que, cara, é o cadeirudo. Para quem não conhece, é o cadeirudo aqui, né. E o cara ficava de doido andando, pagando de maluco, né, andando no meio da noite, cara. E o que eu achei muito engraçado é que quando ele foi preso, tem uma, tem uma frase que ele falou, gente, eu não Ninguém ama, guarda ninguém. Eu falei, mano, mas dentro da história, cara, história de maluco do caralho.
É que o pessoal tá falando aqui no chat, é que Belfort hoje é diferente, mas a parada não é ser Belfort diferente. Aí eu vou falar uma coisa assim, Rio de Janeiro, a chance desse maluco tá andando no bairro errado. Se ele tiver andando, sei lá, no Leblon, não sei, mas se ele tiver andando em São Gonçalo, gente, não é questão de Belfort, se tiver andando em São Gonçalo, Duque de Caxias, qualquer bairro, qualquer comunidade do Rio, a chance desse cara, um, tomar um tiro ou dois, ser apanhado na paulada pelos moradores, é muito grande, muito grande.
Então assim, pô, aí tu traz aquelas histórias que eu tava até falando com ela antes da gente começar a falar, gravar, de palhaço lá nos Estados Unidos, pessoal parado nas esquinas fantasiado de palhaço para assustar as pessoas. Aí eu fico pensando, Estados Unidos é o país da liberdade, todo mundo tem, entre aspas, todo mundo tem arma. Esses caras não tomavam tiro, ou só as notícias de palhaço tomava tiro a gente não fica sabendo? O cara sai fantasiado de crime para assustar.
Não, mas o de palhaço talvez tenha tido nos Estados Unidos, mas ele aconteceu na Inglaterra, né?
Mas também teve nos Estados Unidos, também foi forte isso aí, tanto que um monte de pegadinha. Mas é que lá nos Estados Unidos atirar em palhaço eles não atiram, eles atiram em outras Palhaço é branco, geralmente é branco, né?
Ah, mas só funciona dentro de escola nos Estados Unidos. Desculpa aí, galera, foi mal, vacilei, vacilei agora. Agora foi, agora pulei o corguinho aí, desculpa.
Mas fica muito curioso o que que o cara pretendia, né? Ah, não queria magoar as pessoas. Porra, sai fantasiado igual um monstro meia-noite na rua de uma cidade pequena. Pô, que que o cara pretende? Qual a ideia do cara?
Às vezes esse cara era, é um ex-gótico, por exemplo.
Ah, mano, isso aí é a parte mais fácil de explicar.
Eu conheci pessoas que, eu tinha um amigo, por exemplo, que ele andava de sobretudo Óculos escuros e com uma espada daquelas de madeira de fazer aula de kendo nas costas o tempo todo. Já ele ia para o trabalho assim, ele pegava ônibus, ele andava na rua.
Acho que fosse escola, o cara ia trabalhar, o cara era adulto.
Sim, ele era adulto. Sim, por incrível que pareça, ele era adulto, né? É isso, cara. Tem pessoas que são assim, são tem essa vibe aí, tem essa nóia de, né?
Pode ser que o cara seja daquele grupo, qual o nome daquele grupo lá que gosta de fazer zoeira, botar gnomo no quintal das pessoas? Como é que é?
Ah, discordianista.
Discordianista, pode ser, cara. Pô, viu isso na internet, falou assim, pô, tá aí, vou agitar a cidade, fantasiar, sei lá, tá tendo muito assalto na rua, vamos fantasiar de monstro para espantar importante.
Não sei, mas às vezes isso que eu acho, eu acho que às vezes o cara não tem um objetivo, sabe? Ele não tem essa vibe de querer aparecer, ele tá só fazendo porque tem uma satisfação pessoal nisso, sabe? Ele não tá fazendo para ganhar fama, senão ele tinha metido uma câmera escondida ali para ver a ração das pessoas, alguma coisa assim.
Agora vou fazer uma pergunta, fazer uma pergunta aqui para o chat, para o pessoal que tá aqui nos escutando, depois botar no comentário. Chega a ser crime assustar as pessoas se ele não, se ele não foi efetivamente no portão de ninguém? Ele andar na rua fazendo sons esquisitos é crime?
Eu acho que não, eu acho que não, não é crime no sentido tipo aquela coisa, não é atentado ao pudor, esqueci o nome, é de atentado à ordem pública. É isso aí, eu acho que deve ser, deve enquadrar numa parada dessa aí.
Eu acho que o fato de você andar com o rosto rosto coberto na rua, eu acho que deve ser, deve ser, deve ser.
Não, mas aí, real, aí tem esse problema, porque, por exemplo, o que que é rosto coberto? Você tá de capacete, é rosto coberto?
Não, você tá com a mão, segurança. Agora você botar uma máscara de bandido, por exemplo, e sair na rua, tipo, obviamente querendo esconder a sua identidade, é uma atitude, digamos que suspeita para a polícia.
Você andar com a máscara que tá escondendo de gripe, por exemplo, a máscara de lobisomem que está gripado. Não, mas desculpa, doutor, estou gripado. Esse que é o ponto, a justiça.
Por isso que estão fazendo esses pontos estranhos.
Eu entendi o Rafael.
Rafael, é qual o ponto de corte, né?
Claro, claro. O cara tá de máscara. Ah, mas pô, não pode máscara em tão algum lugar da lei que diz.
Eu acho que entra naquela parada de atitude. Suspeita, né? Entra aquela parada de atitude suspeita, né, tal. Sim, mas no mínimo você tá sentado na sua cadeira de frio na frente da sua casa tomando uma breja, e aí você vê do outro lado da rua alguém se esgueirando de preto com uma máscara de lobisomem. Você não acha? Você não ficaria meio tipo, porra é essa? Como vocês, ah, é só um cara de máscara se esgueirando pela cidade.
Então, numa situação dessa que tu descreveu aqui em Belford Roxo, supondo que eu esteja no momento sozinho na rua, que isso não vai acontecer, está sozinho na rua, aparece alguém subindo a rua, tô de preto com a máscara que parece um lobisomem e tá andando nitidamente de pé como ser humano. Cara, no mínimo eu acho que é o doidinho, é um bilola na cabeça. Eu vou pegar minha cadeira, Vou entrar em casa, vou fechar o portão, né? Porque eu também não vou entrar em briga de bobeira. Vai que o doidinho tem um revólver.
Daí também tem relatos sobre o que esse cara tava— ele só tava andando. Se ele encontrasse com pessoas na rua, o que que ele fazia? Ele fazia, emitia sons estranhos, era isso?
Pelo que eu vi numa das reportagens de um desses sites que é meio copy-collam do outro, o cara andava na rua altas altas horas de madrugada, meia-noite e tanto, 11 e pouca da noite, sempre. Eles não faziam nada com ninguém, ele só andava, e andava de forma suspeita, e ele rosnava assim, ele emitia sons animais no máximo, não era muito mais do que isso.
Alguns descrevem que ele tava resfriado, pô, tava tossindo ali dentro da máscara.
Outros descrevem que ele não emitia som nenhum. Então o cara tava só assustando as pessoas com comportamento suspeito.
É só vibe do cara mesmo.
O cara tá saindo do Anime Friends, né? Tá saindo matando.
O cara vai para polícia, a polícia faz o quê com esse cara? Então, amigo, não pode, tá perdendo a linha.
Podia ser um ouvinte do Mundo Freak, então não vou criticá-lo. Será que temos ouvintes aí dessa categoria aí de andar igual doido na cidade? Acho que deve ter. Eu queria, eu queria quando eu tivesse 60 anos fazendo podcast, né, amaldiçoado aqui na cadeira cativa de host, que eu tivesse um ouvinte que virou o doidinho da rua, tipo, escutando podcast, virou meio homem do saco.
Eu queria. Esse ator da Globo que falou sobre isso, eu não lembro se foi o Paulo Silvino, né, porque ele fazia o Lobo Showman, lembra? Falou que uma vez saiu direto da gravação e foi para casa caracterizado e foi parado na blitz, tava caracterizado de lobisomem. O guarda olhou, que porra é essa? Aí você dá sua carteira de motorista e tenta explicar para o cara, né, que você tá vindo de uma gravação de um programa de humor.
Nesse caso, o desfecho foi assim: a polícia levou ele para delegacia, ele teve que assinar um Circunstanciado perturbação da tranquilidade pública e foi liberado.
Tem isso também, né? Pelo fato dele tá de madrugada e fazendo sons, né, que perturbam as pessoas, provavelmente ele poderia ser detido mesmo, né?
Mas fica aí, fica aí. Cuidado, pessoal, cuidado com essas ideias aí de pessoal aqui no chat falando que vou comprar máscara para andar. Cuidado, porque Cuidado, porque dependendo do bairro que tu mora, isso pode ter muito mal para você.
É, mas até um tempo, até tipo ali 2015, 2016, até 2017, é meio comum nessas pegadinhas de susto, né?
Lembra?
Pegadinha de susto era meio que essa vibe aí de cara vestido de— ainda tem, né? Agora eles fazem aquela do homem, o homem planta, né? O homem arbusto.
Nossa, gosto demais!
E dos No Man's Land faz até hoje.
Mano, eu gosto demais, mano. Não, o cara fica de arbusto, sei lá, no meio de um lugar movimentado e assusta as pessoas assim.
Aí quando passa alguém, ele se mexe, pega na pessoa, tal, com aquelas roupas camufladas assim que parece um arbusto, tá ligado? Ele fica paradinho assim como se fosse um arbusto, ninguém percebe. Quando passa, ele fala, se mexe. Tem a do manequim também, né, que o cara fica em frente de loja, ele fica junto com os manequins, né, tipo vestido de manequim, quando a pessoa passa perto ele assusta as pessoas.
Gosto muito. Susto é uma coisa que eu queira praticar mais, sem medo de tomar tiro.
Cara, muito louco isso. Olha só, quando eu era jovem, quando eu era jovem, deveria ter uns 9, 10 anos, algo assim, os maluco adolescente aqui de onde eu morava, a galera já tinha seus 15, 16, 17 anos, eles faziam tipo uma pegadinha e Isso, pô, tem para lá de 30 anos isso. Ele simplesmente, os adolescentes pegavam um jornal velho, pegava uma vela, deitava alguém na rua, geralmente um deles, acendia a vela, cobria, jogava qualquer tipo em cima, alguma coisa assim, e ficava todo mundo parado olhando o cara debaixo do jornal.
E as pessoas iam na rua vindo do trabalho, geralmente faziam isso no começo da noite. E aí os cidadãos iam passando pela rua, todo mundo ficava olhando, tipo, quem morreu? Aí perguntava. E sempre tinha alguém, um moleque chorando, meu amigo tomou. A gente morria de rir, cara. Caralho, era muito louco isso. Tem uns, caraca, mano, uns 30 anos essa porra. Parar para pensar, se fizesse hoje, com certeza não dá. Primeiro que o adolescente não tem mais imaginação para tal coisa.
Segundo, que alguém ia falar, porra, meu irmão, cadê? Iam chamar o SAMU logo. O SAMU ia chegar, ia ter um moleque debaixo de jornal, porra. E era para dar susto. Aí fala assim, pô, não sei, olha lá quem é. Aí se é um adulto chegasse perto para mexer no jornal, a pessoa levantava. E às vezes idoso caiu no chão e a gente ficava rindo. Idoso caindo.
Saudoso Ivolanda, né?
Caralho, não era Ivolanda, era O moleque aqui da rua que eu morava, pô.
Tem essa tradição no Halloween, né, cara, de você colocar coisas, coisas para dar susto na varanda. Só que geralmente são animatrônicos, né, aqueles bichinhos eletrônicos. Quando você chega perto, ele—
então, mas tem uns que eles colocam como se fosse animatrônico e é uma pessoa vestida, mas é uma pessoa de verdade. Cara, isso é uma— eu adoro essa porra, eu fico Fica uma hora no TikTok nessa porra ao invés de dormir. É foda.
Eu já vi uns que o cara apanha, né, que o cara tomou as porradas, né.
Vamos, vamos para o próximo tema. Então vamos lá, vamos aproveitando que estamos aí na viralização do filme Obsessão, que já saiu dos cinemas, mas caiu do caminhão. Em breve deve estar começando a aparecer nos streamings, que reacendeu o debate que sempre existiu, sobre amarração amorosa, que é algo que a gente pouco falou aqui no Mundo Freak, mas no Magicando, que é o podcast vizinho lá, a gente fala com— já teve mais ou menos um ou dois episódios falando sobre.
Não vamos falar spoilers do filme nesse momento ainda, vamos só ter um debate do filme. Para quem não sabe, vou falar apenas a sinopse. O filme Obsessão, a gente temos uma pessoa, um cara nos seus 20 e pouquinhos anos que ele amaldiçoa, vamos colocar assim, né? E se amaldiçoa no processo também ao desejar que a pessoa que ele gosta o ame mais do que qualquer outra coisa, né? E é claro que aquilo sai do controle, né? Que o nome do filme tá no nome do filme, Obsessão, né?
E é isso. Vamos, vamos, antes de falar spoilers e tal, vou avisar quando for o momento dos spoilers. E aí, Rafael Jacaúna, você já amarrou alguém? Tirando pelo seu charme?
Então, quando eu era muito mais novo, né, a gente brincava de polícia e ladrão, e aí quem jogava de polícia podia amarrar o bandido assim.
Então foi a piada, você gastou minha pergunta com a piada. Depois você ficou reclamando que eu não te pergunto as coisas. No início pode começar reclamando que eu pergunto só coisa.
Primeiro que eu não acredito em magia, então a sua pergunta para mim, eu não, pessoal que faz magia é tudo mentiroso. Vou acreditar em pessoa que faz magia.
É justo, justo.
Assim, eu até acredito em alguns níveis mágicos, mas magia que faz pessoa se apaixonar, coisas assim, não acredito não.
E aí, seu Raul, o que que você acha?
Eu sou um cético clássico, né? Eu não acredito nisso não, realmente. Nunca fiz, nunca pratiquei, mas vejo muitas pessoas assim fazendo simpatia energias, essas paradas aí voltadas aí para o lado amoroso. O que eu acho meio injusto, sabe? Você tipo condicionar o amor de uma pessoa a um truque mágico, né, e não a vontade dela, né? O que eu acho uma puta sacanagem e muito errado, né, você fazer algo, né, nesse sentido. Mas tem, né, cara?
Isso que você falou é muito interessante porque Isso aí é muito comum assim pelas ruas do Rio de Janeiro. Hoje em dia nem tanto, mas era muito comum. Tu vê isso colado em postes da cidade, né? Traga a pessoa amada em 3 dias, coisa do tipo. Então isso era um case de sucesso, né? Os grandes feiticeiros, os grandes macumbeiros, como é chamado muito popularmente, vendem, vendiam isso de forma muito simples. E eu sempre pensava sobre isso também.
Pô, tu acha que a pessoa vai vir contigo, vai ficar com você? Ao mesmo tempo, quando você pensava sobre isso, você tinha medo de de repente levar alguém para sua casa, a pessoa levar, sei lá, uma peça íntima sua embora. E tu, pô, quer a minha cueca? Aí a pessoa te oferece um cafezinho depois, tu, caraca! Assim, acredito? Não quero que fique praticando esse tipo de arte contra mim. Pela dúvida, acho que o melhor é um, entendeu?
Então você acredita não muito, mas também não vem. Então outro dia eu vi uma postagem no Instagram, outro dia já tem um tempinho, que era assim: por que é muito comum mulheres meio bruxas assim casarem com homens super céticos? Aí eu perguntei isso para minha esposa, ela disse: é porque vocês não estão, não tem proteção contra magia.
Cara, isso é uma excelente resposta, isso é excelente.
Chá de, né, e ficou completamente—
o chá famoso, chá da bruxa.
Quando você nunca ficou assim inebriado assim pelo amor, assim de ficar até se pensando, falou, nossa, eu tô fazendo esse tipo de coisa, eu estou aqui dançando zuki, eu um cara que nunca dancei estou aqui dançando zuki no meio de uma festa por causa dessa mulher. Certeza que isso é feitiço.
A minha vida é viver apaixonado o tempo todo.
Que homem amoroso, último romântico.
Já fiz loucuras e quase morri por causa de mulher. Então assim, não quer dizer que foi magia, quer dizer que eu era muito jovem e sem juízo nenhum, entendeu? Depois que eu fiquei mais velho também fiz maluquice, mas de toda forma era por causa de vontades muito fisiológicas.
Mas então eu acho, eu acho que essa fama de magia misturada com amor tem muito a ver por causa disso, André, que porque quando o homem apaixonado ele faz um monte de coisa, a gente faz coisas que não são do nosso habitué, digamos assim, né, quando a gente tá muito interessado em alguma coisa.
O homem fica mais trouxa, eu acho.
E eu acho que é daí que vem, né, e não é de hoje, né. Provavelmente desde a idade antiga, né, desde a pré-história, provavelmente os homens apaixonados eram capazes de, né, a mulher falava, ai, quero, queria tanto comer uma carne de mamute, pera aí que eu vou trazer.
Acho que nasceu a caça, né.
Entendi, entendi.
O interessante, né, o interessante, mais interessante do filme é que não é a mulher dessa vez, né.
Sim, perfeito. Perfeito. O que não é, eu acho que isso não é, não é algo diferente não, porque geralmente quem, quem provoca toxicidade é justamente, a gente já tá entrando na questão do filme e você falou que não ia dar spoiler, então vamos deixar para falar sobre o filme.
É, vamos falar daqui a pouco do filme. Ó, na minha perspectiva, né, que talvez eu seja aí dentre entre nós, o único praticante da mesa de não magia de amarração, né, mas de algumas práticas mágicas. Eu jogo tarô, né, dou aula de tarô e etc. E, cara, consigo falar com muita tranquilidade que 90 pessoas, 90% das pessoas que me procuram para fazer uma tiragem, geralmente é: estou precisando de dinheiro, ou gosto de alguém e quero saber mais sobre isso, ou mais genérico, do tipo: ah, como é que vai ser minha vida amorosa? 90% das questões são esses dois fatores, é amor e dinheiro.
O que fala muito sobre a gente, eu concordo com o Helmut, então eu acho que fala muito sobre a gente, né?
Capitalismo tardio, hein, cara? É isso aí.
Não, então, mas isso é muito interessante, porque o que que acontece? A gente teve, eu lembro que a gente teve esse debate no Mais Cando, que o que que acontece? Qual o grande problema da amarração amorosa, né? Se você acredita ou não, vamos trabalhar na questão mais filosófica da coisa toda, né? Aí você consegue criar amor numa pessoa? Eu acho que não, no sentido de não dá para você fabricar. E inclusive isso é algo que eu acho que também vai entrar na discussão mais para frente do filme.
Não dá para você criar um sentimento em uma pessoa. Talvez dê para você criar oportunidade, né? E dentro do âmbito amoroso, magicamente, né, você tem várias gradações. Tem o famoso adoçamento, que você não precisa fazer só para alguém que você tá interessado romanticamente. Você pode fazer, por exemplo, seu chefe. Tipo, sabe aquele chefe rígido, chatão, que pega no teu pé? Você pode fazer um adoçamento que a pessoa fica mais tranquila, né?
Ou pegar aquele parente que sempre enche teu saco, né? Porque você quer pedir um dinheiro, né?
Mas tipo assim, amaciada, tá tudo bem. Mas você tá falando, tipo, você criar oportunidades, e aí você precisa desenvolver uma relação, digamos assim, que vai provocar essa mudança de comportamento da pessoa, né? O que eu acho que as pessoas estão falando ou questionando é o fato de você fazer um ato mágico. Eu tô fazendo aspas aqui com os dedinhos, vocês não estão vendo, mas imagine que eu estou fazendo um ato mágico que vai do nada Tipo assim, né, usar a confluência de energias do universo, vão entrar na cabeça daquela pessoa e vou fazer ela magicamente mudar o tipo de—
aí é o lance de fato amarração, que é o último dessa gradação, seria a última coisa. Que aí isso é muito interessante, que essa amarração ela não é algo que cria esse sentimento na pessoa. O que que essa é? O que que essa magia faz, né? Claro que assim, eu não posso falar por todas as práticas mágicas e por todos os tipos de feitiçaria, mas existem muitas feitiçarias de amor, existem muitas maneiras de se amarrar uma pessoa. Eu não saberia fazer, por exemplo, acho que é muito complexo.
Conheço alguns elementos que se usa, mas eu não sei no geral como é que faria uma parada dessa, mas costuma usar muito entidade. O que as pessoas falam é— e aí eu tô dando relatos de terceiros que não são eu, são de relatos de coisas, de histórias que a gente recebe, e de pessoas que eu sei que já trabalharam com isso em algum momento, né? Já, eu já conheço pessoas que trabalham com feitiçaria, que fazem esse tipo de serviço, etc.
E aí, enfim, eu pergunto, a gente fica curioso, etc. e tal, né? O que você cria é muito parecido com filme, uma espécie de vontade obsessiva dentro da pessoa. Em que sentido? Não é que a pessoa vai cometer crime ou algo nesse sentido. Vamos dizer assim, eu gosto muito do Rafael, queria muito que a gente se casasse. Vou contratar alguém para fazer uma amarração. Ele vai pegar algo da minha energia, vai pegar algo da energia dele e vai amarrar.
O que que significa na prática? Rafael tá lá no trabalho dele, aí do nada, como é que aquele André é mó gatinho? Se eu mandasse uma mensagem para o Andrei, mas não é tipo, né, amor, não é uma paixão, não é nada disso. A pessoa fica mais, né, vou procurar, né? Não só mais suscetível como mais magnetizada, vamos colocar assim. Tem alguma coisa que tá atraindo ali. Aí beleza, a gente vai dar uns pega, vai falar, não era isso que eu queria mesmo.
Aí dá uns 2 dias e fala, porra, mas O André é da hora, pô, tem aquele bigodinho ali parecendo trocador de ônibus, usa aqueles óculos de aro largo, né, tem aquele podcast. Aí do nada, nessas idas e vindas, aquela coisa fica falando na cabeça do Rafael: pô, e se eu pedisse o André em namoro? Aí de repente começa a namorar. Só que claramente é uma coisa que não é algo orgânico e natural. Então o que acontece? Rafael vai começar a querer ir embora, só que ele não vai conseguir ir embora.
Ou ele vai embora, só que ele vai voltar em algum momento porque vai ficar essa coisa na cabeça dele: pô, mas e tal pessoa?
Cara, perfeito!
Eu acho que é um excelente exemplo, que inclusive a gente consegue falar inclusive no filme, mas você cria um pouco. E isso, por isso que inclusive é perigo. Desaconselho inclusive a qualquer tipo de trabalho como esse, tá, ouvinte? Mesmo que você esteja ensegrado na pessoa, você só tá idealizando ela, né? Você não tá de fato gostando da pessoa dessa maneira, é apenas uma febre, que é a coisa da paixão. Mas se a pessoa não gosta de você, não gaste cera de vela, não vale, né?
Mas a ideia geral é que esse tipo de magia ela tão poderosa que é o tipo de coisa que inclusive muitos duvidam se dá para voltar atrás. Alguns até falam que até dá, mas só com a pessoa que fez. Aí beleza, a pessoa morreu, a pessoa tipo assim, o feiticeiro que você contratou, vamos colocar assim, né? Aí o cara morreu, mano, já era. E fica uma ligação meio de alma mesmo, até de pós-vida assim, de que vai ser uma coisa meio amaldiçoada, é uma vida meio amaldiçoada de fato.
Não é como se você trocasse a personalidade da pessoa, mas fica aquela, fica exatamente como num relacionamento tóxico. Existe uma alimentação energética ali um do outro que vai consumindo essas pessoas, que inclusive vão, a vida em volta dessas pessoas também começa a ficar um inferno, porque essa energia precisa ser tirada de algum lugar também, né? Então às vezes o emprego que era para dar certo começa a não dar certo, uma prova que você queria fazer começa também não dar certo, né?
Né? Você vê essas coisas sendo sugadas nesse cenário. Todas as vezes que eu recebi relato, pessoal fala que, cara, a pessoa, a pessoa que amarra se arrepende depois, depois de alguns anos de viver esse inferno, e quer desfazer. E desfazer, às vezes, e, cara, trabalho de amarração é caro, tá? Do tipo, R$5.000 é pouco. Tem uma galera que cobra muito mais, né, nesse rolê.
E isso que tu descreveu, isso que o filme mostra, por exemplo, parece muito algumas, algumas coisas, alguns relatos de pessoas que supostamente não fizeram nada, mas vivem nesse, como o Raul disse, um relacionamento tóxico onde a pessoa vai embora e volta. Parece um relacionamento sanfona, fica bem uma semana, duas semanas, um mês, depois termina. Aí quer viver outra coisa, mas aquilo ali fica na cabeça o tempo todo e a pessoa vai procurar de volta. E aí volta e fica confiar.
Você deve conhecer, quem tá ouvindo aqui deve conhecer, muita gente passou por isso também. Essa dependência emocional, né, cara, é um troço meio foda, né, cara.
Pode ser que seja natural, mas se a pessoa já de um rolê mágico, magista, você já fica, será, né? Não sei, rola também, porque esse negócio também de pedir para santo, gente, faz parte de magia amorosa também, tá?
Se você coloca, entra no rolê das simpatias também, né?
Eu só acho meio perigoso isso, sabe, da pessoa começar a justificar as merdas que faz por, ah, não fui eu, foi porque eu tava amarrado que eu fiz isso, sabe. Foi porque isso é meio foda, sabe. A pessoa pode, na justiça ela vai ser presa do mesmo jeito, então ela pode dizer que ela é de Áries, que ela foi amarrada, que começa uma uma parada de você justificar, sabe, o comportamento errado por algo que, digamos, não seja dele, entende? Por um fator externo que esteja provocando isso.
Mas deve ter cara falando que amante amarrou, mas não amarrou porra nenhuma, né?
Mas independente, as pessoas fazem isso independente de imaginar. Ah, foi o demônio, foi meu vizinho. Foi o fulano que me irritou.
Ó, o Ex-Caranaro, Ex-Caranaro falou aqui: lá na minha casa de Quimbanda leva 21 dias o ritual e dura 7 anos. É obsessivo e normalmente quem faz, faz por vingança e não por amor. Olha que interessante, faz para segurar a pessoa talvez, né? Ou não segurar, mas fazer a pessoa sofrer por você.
Rolê forte, rolê forte. Seria maneiro de repente um dia dele para conversar aí sobre quem manda.
É o tipo de coisa que, tipo assim, já, já tiveram pessoas me procurando para indicar pessoas, etc., e eu falo, mano, essa pessoa vai tomar golpe. Então pelo menos procura uma pessoa que faz o trabalho direito, saca? Mas sinceramente não acho que é o tipo de coisa que vale a pena, não acho que é o tipo de coisa que seja producente. Eu acho que você tá gastando, vamos dizer assim, vamos dizer que exista que você, vamos, que os céticos aí vão acreditar por um segundo.
É o tipo de energia que você poderia estar gastando com coisas muito mais frutíferas do que você tá movendo tanta energia que você poderia estar simplesmente usando isso para qualquer outra, ganhar dinheiro, por exemplo, né? Tipo ataque mágico. Eu não consigo entender ataque mágico. Tô pensando, mano, se a pessoa quiser fazer um trampo de ganhar dinheiro, melhorar na carreira, para mim faria muito mais sentido do do que simplesmente atacar outra pessoa. Dá para ver que realmente existe uma ligação muito pouco saudável, né?
É, eu acho que assim também é uma coisa muito mesquinha, né, cara? Que é uma coisa que nitidamente só tá satisfazendo você, né, cara? E você tá envolvendo outra pessoa. Nesse caso você tá falando de tipo ganhar dinheiro, ascender profissionalmente, ok, porque é você, né? Para você. Agora, tipo assim, esse tipo de amarração que a gente tá discutindo aqui, amorosa, Se é algo que você tá envolvendo a vontade de uma outra pessoa, entende?
Gente, a gente tá falando sobre pessoas serem mesquinhas e gastar energia para atacar a pessoa, você quer, pô, gente, pô, 2026, estamos na Copa do Mundo, Brasil já perdeu, e o sonho da maioria de brasileiro é ver a Argentina chorar, pô. O Brasil vai ganhar o quê com isso? Absolutamente nada, além da alegria de ver o argentino se foder. Então assim, ah, mas as pessoas gastam energia, pô, de gente que tava chorando hoje porque o Egito perdeu.
Então assim, e a pessoa não é egípcia, tá muito brasileiro. Falar mal dos outros, pelo amor de Deus.
A gente tava discutindo isso no grupo esses dias, que o pessoal tava, ah, tipo, criando simpatias por alguns países, que eu falei, gente, não faça isso. Vocês não precisam criar simpatia por esse tipo de país só porque é Copa do Mundo. Você pode odiar todos, que vai fazer bem para você também, né? Precisa torcer para alguém, tem.
É que eu acho que quando a gente tá falando sobre as paixões humanas, cara, não tem como. A gente tá falando dentro de um lugar talvez mais sabedoria, de mais maturidade, mas de um lugar que a gente não tá obcecado por alguém ou não tá, por exemplo, precisando de muito dinheiro. Mas as pessoas nessas situações, elas estão completamente passionais, né? Eu, por exemplo, não é o tipo de coisa que eu faria, mas eu sou o tipo de pessoa que quando eu me apaixono, isso acontece poucas vezes na minha vida, vida, cara, é de ficar doente mesmo, ficar doente.
Então, tipo assim, eu consigo entender quem fica desesperado nesse cenário. É que, como eu falei, eu não acho que seja producente, mas quando as pessoas elas dão essa emocionada, de fato, às vezes elas vão cometer esses erros por achar que, sei lá, ah, nunca mais vou encontrar ninguém assim, ou tem uma questão de baixa autoestima, como é o caso do filme, por exemplo, né? Tu vê que aqui a pessoa que né, que acha que não vai encontrar ninguém melhor e que a pessoa tá destinada.
Tem muitas dessas crenças, pô. Vocês provavelmente já, já, vocês provavelmente já aconselharam amigos de vocês que vinham com esse papo, tipo, mano, é a pessoa da minha vida, pô, é a pessoa que eu tenho certeza que a gente é de outra vida, que é alma gêmea, não sei das quantas e tal. Uma pessoa fazer uma cagada dessa é um pulo.
Quando você manda mensagem para um amigo O amigo não responde nem um dia, nem dois, nem três. Aí no quinto dia ele te responde, fala: caralho, onde que eu estou? Estou há 5 dias aqui com a situação e eu estou completamente perdido, estou com trabalhos atrasados, meu Deus do céu. Tu sabe que essa pessoa está completamente apaixonada. Então acontece, acontece isso com todo mundo.
Você tava falando aí que outras vezes ele me lembrou também outro encontrou outro caos que eu tinha. Eu tinha, tenho o garoto, o conquistador espírita, tá ligado? Anos 90 assim, tipo assim, você ser espírita era uma coisa meio, né, nossa, né, ele é espírita, olha só que coisa mais diferentona. Era uma coisa, né, tipo assim. E eu conheci pelo menos uns 2 sujeitos assim que era aquele conquistador espírita, sabe, que vinha com aquele papinho de que em outras vidas você já foi minha princesa, consorte, não sei o quê, que eu já fiz uma terapia de regressão e nós temos ligações e blá blá blá blá blá.
Falei, cara, olha o papinho do cara para pegar a mulher, sabe, cara. Então eu achava vergonhoso assim, sabe, presenciar essas coisas. Eu não conseguia nem ficar perto, começava essas conversas. Deixa eu sair daqui, porque a Tamile faz uma pergunta aqui.
Mas, gente, eu tô quieto lá no meu canto e alguém faz amarração comigo e eu me fodo, minha vontade não tem força nenhuma? Então você imagina, isso é exato.
Teoricamente, né, se amarração dá certo, não, sua vontade não tem força nenhuma. Você simplesmente, num estalo de dedos, começa a querer ficar com uma pessoa que normalmente você não teria interesse nenhum.
Olha só, na minha percepção do que eu já li, do que eu pego de descrições e tal, pode ser o seguinte também: você é como se fosse um vício que você vai sentir, como o Andrei tava descrevendo, como fosse um vício. Tu vai ficar com aquele pensamento ali e tal. E aí, dependendo de quem fez a magia, se a pessoa foi forte o suficiente, a situação toda, você pode resistir como um vício. Ah, tu usa drogas, aí tu começa a resistir aquilo ali, tu vai sempre ficar com aquele pensamento de usar de novo, mas tu pode resistir.
É, tu já viu como é que é a vida de um viciado?
Exato, é um sofrimento constante. Você não pode, né, não quer ficar próximo da fonte do seu vício, então você vai provavelmente evitar aquela pessoa.
Tem muita paixão, parece que eu tô, que eu tô tipo assim, que eu tô de fato nesse processo de como é que é quando você tá Tá tentando deixar um vídeo, né? Abstinência. Parece um processo de abstinência mesmo, né? Eu acredito até que a gente consegue se automagiar nesses processos assim, do tipo de ficar tão encantado por alguém, que idealizar tanto uma pessoa que na vida real o negócio não vai funcionar, mas tu fica ali sustentando até onde tu aguentar, né?
Enfim, eu acho que todo mundo que já passou por uma grande paixão que não deu certo, eu acho que já passou por situações semelhantes em algum em algum cenário assim, né? Eu acho que todo mundo já foi trouxa em algum momento, faz parte.
Mas outro bruxo pode? Você disse que talvez são trabalhos que não possa desfazer, mas tem gente que já ouvi falar que sim, já ouvi falar que não.
O que que acontece? Eu não posso falar por todos os processos mágicos nem por todo tipo de feitiçaria. Seria tipo assim, é contratar alguém para desfazer. Né? Se o seu sei que alguém fez, né? Primeiro é seu problema. Geralmente quem faz não vai falar que fez. Então como é que tu vai fazer? Aí geralmente você pode ir para alguém, tirou, vai tirar um tarô, vai, ou vai num terreiro, e a entidade vai falar, pô, fizeram uma parada para você. Aí vai de você acreditar ou não.
Aí no tarô identifica isso?
Dá para identificar, técnica assim, teoricamente dá, mas assim, eu tenho histórias, mas é Eu tenho uma história ótima inclusive com ele sobre isso, cara. Eu falei, que porra é essa, mano? Mas é uma história complexa, meio longa, mas eu não vou contar aqui não porque enfim, né, tá muito recente. Daqui a 10 anos eu conto quando as pessoas já tiverem outra aí. Mas a ideia geral é que você— eu já escutei que você pode contratar outras pessoas para tirar Mas eu já escutei do tipo, não, só quem tira quem fez, só quem tira foi a pessoa que elaborou a parada e tem que ser pedido pela pessoa que fez, né?
Então assim, é, então assim, acho que vai depender do tipo de feitiçaria, do tipo de método, do tipo de técnica.
O que eu sei é, teoricamente não tem como você conseguir uma magia mais forte para sobrepor a que tá, a que tá em vigência.
Mas a questão é o que que acontece, é que assim, a gente tá pensando numa lógica de jogo de de videogame, por exemplo, né? E talvez a pessoa gastar mais mana ou usar uma magia de nível maior, né? Mas você tem que entender que, por exemplo, você vai usar elementos daquela magia que a pessoa não sabe quais elementos foram usados. Eles não vão saber que tipo de entidade foi usada. Então assim, para pessoa, entre aspas, contrabalancear isso, para anular, a pessoa talvez precisa saber exatamente o que que foi feito.
Se usou cabelo, se usou sangue, se usou roupa, É, se foi enterrado, se foi 7 dias, se foi tipo assim, não teria como usar tudo porque seria muito longo.
Tipo uma chave, você tem que saber o segredo dessa chave.
Um antídoto geral, tipo.
É, não tem um antiofídico para tudo. Eu vou dar um exemplo, eu vou dar um exemplo, eu só vou dar um dos elementos e tal, mas o elemento que o pessoal, muito forte, que o pessoal fala que usa Tem vários métodos, obviamente, né? Mas é, por exemplo, coração de bananeira. Sabe bananeira que tem aquela flor, aquele— esqueci o nome que dá, né? Aquele botão florido que dá, que é grandão, né? Parece de fato um coração ali de boi, sei lá, né?
Tem muita gente que usa aquilo para fazer amarração. Então, por exemplo, se a pessoa tá usando um elemento específico, o outro cara no mínimo ele vai precisar saber o que que vai contrabalancear isso do outro lado, né? Mas é só um exemplo, a própria questão da entidade. A pessoa usou tal, tal, tal e essa entidade. Aí a pessoa vai ter que provavelmente usar coisas que vão enfraquecer esse tipo de relação. Ou sei lá, chutando aqui algumas questões.
Mas isso seria um dos motivos do porquê você precisa saber exatamente o que foi feito, né. Talvez ir até atrás do porquê. Às vezes existe uma manufatura física materializada daquele feitiço, que sei lá, foi enterrado. Então, sei lá, a pessoa pegou ali um algodão, colocou algumas coisinhas, enterrou no lugar X. Às vezes a pessoa aí precisa lá desenterrar e tirar aquela parada, e aí fazer em cima do negócio o negócio que vai anular.
Então assim, cada coisa é diferente, que não é iniciada em práticas mágicas, e ela idealiza uma simpatia, um ritual que ela inventa da cabeça dela para fazer algo assim. Isso daria certo? Geraria energia mágica?
Às vezes sim, porque, porque o que que acontece, né? Isso é um grande debate que a gente tem inclusive lá no Magicano, né?
A pessoa lá que fala, ah, eu queria essa mulher para mim, não sei o quê. Aí, sei lá, se eu pegar aqui a estátua do—
nem galera que tem uma puta mão de feitiço e não sabe disso. Sabe um exemplo? Vou dar um exemplo um clássico de magia que não tem a ver com questão amorosa. Então vamos dizer, por exemplo, Rafael gosta de uma menina lá. Não, vou dar um exemplo até inclusive que rolou no Magicando. Rafael vai ser sempre meu exemplo. Rafael é músico, quer seguir essa vida de música. A mãe fala: isso não serve, meu filho. E a mãe não é nem da feitiçaria, mas é crente, que aquelas crentonas devorou.
A palavra tem poder.
Acho assim, tem um debate aí porque o pessoal, né, diria que, né, crente seria feiticeiro também, né? Mas isso é uma discussão para outro episódio. Às vezes a mulher vai ficar rezando, cara, e a vida do cara não vai para frente. O cara não vai conseguir trabalho, o cara não vai conseguir tocar, o cara vai dar problema. E a própria pessoa que gosta dela, que tá fazendo mal para vida dela por não respeitar uma liberdade individual que tecnicamente não usando uma técnica de magia.
Olha, eu tenho uma história muito semelhante com esse tema aí de família. Acontece mais ou menos isso. Tem um primo, primo que trabalhava num emprego que ele gostava, e a mãe fala que ele deveria ter saído do emprego porque não era um emprego bom para ele. E emprego tava bom, estava se dando bem com gerente, tudo, ó, podia Um mês depois ele perde o emprego. E aí o camarada botou toda a culpa, falou: você me jogou praga. E a mãe é do rolê mais.
E aí ele falou: você, você falou isso tantas vezes, tantas vezes. A última vez que eu vim aqui você falou isso, foi o mês mais bagunçado que teve na empresa e eu perdi o emprego. E ele fala que foi a mãe dele com a boca, com a bocona dela até hoje, que ele perdesse emprego que ele gostava tanto. Então é muito disso. Ela disse, não, nada a ver, tal. E não, foi você, pô, você falou tanto que eu perdi.
Eu acho que é bom também a pessoa ficar despreocupada, porque tem uma galera que é hipocondríaca astral, né? Tudo acho que tá tomando ataque mágico, tudo acho que tá sendo amarrada, né? Então a galera que é dessa, não é um negócio tão fácil assim não. O Monark, essa última dele lá, que ele só consegue transar com menina trans. Deve ser magia aí.
Não tem mais, não tem mais legal também que ele falou que o Igor 3K é agente da CIA que foi implantado para foder a vida dele.
Vocês estão comovendo muito o Monark, mano. Graças a Deus, eu nem sabia disso. Tô sabendo agora, infelizmente.
Vamos fazer em breve episódio do Conspiração Monark aí, ó. Fica aí, ó, quem gostou.
Isso é um bom material para o react de vocês, viu? Olha aí, ó, que Paulo Cogos!
Ai, gente, vamos, vamos falar do filme Obsessão, que aí eu acho que é uma coisa interessante que a gente tem que falar.
Então, oi, só falar rapidinho com o pessoal aqui da campanha. Ah, por favor, por favor, claro, claro, galera, tô fazendo agora em 1º de agosto. Estou abrindo minha campanha no Catarse. A página do Catarse já está aberta. Meu livro A Sombra do Filtrador vai ter uma campanha começando em 1º de agosto. Então, livro que vai falar é um dark— calma, ó, escuta a palavra até o final— dark fantasy. Pior que uma vez eu falei isso no Instagram É uma história dark fantasy, pessoal.
Mas é como esse dark romance, pelo amor de Deus, não é dark romance, né? Isso é outra coisa. É um dark fantasy que tem uns 4 personagens principais, eles fazem parte de um grupo, né, que é um pessoal mais velho. Em vez de ser todo jovem, já é uma galera mais velha, né, o pessoal que vai ter que resolver aqueles problemas do passado. E é uma história cheia de problemas, magias, muito capa, espada. E a história ela procura ser rápida justamente para não ser cheia de world build, cheia de construção de mundo, para justamente a história não ser lenta e chata.
Então dê a chance aí, siga a página lá do Catarse. A campanha começa daqui um pouco mais de 25 dias, daqui um pouco mais de 20 dias, mais um mês, galera.
Então aí tá aí no ar. Inclusive essa capa ficou iradíssima. Quem fez a capa, Rafael? Ficou iradíssima aqui.
Artista maravilhosa, ela tá fazendo todas as artes do livro.
São, ah, vai ter mais do que arte da capa?
Aí cada capítulo tem uma arte interna, são 17 artes ao todo. Então a campanha maravilhosa, espero que cheguemos ali a 150, 200 pessoas até o início.
catarse.com.br/asombradoinfiltrador, deixei aí nos comentários também da galera do chat.
Essas ilustrações aí como meta estendida, hein?
Um printzinho, da hora.
Pô, tu me deu uma ideia agora, vou falar. O André, o André que tá aqui no chat, ia ser um do— era a segunda opção. Eu fiquei muito apaixonado pela arte do André e da Gi. Falei, caraca, que artes incríveis assim! André, meu próximo livro eu vou te chamar, fica tranquilo, porque as suas artes são foda demais também. Mas preciso muito do apoio da galera porque arte é caro, tá, gente?
Tá passando aqui um dos últimos a contratar artista de Rafael Jakauna nessa vida de arte.
Vale muito a pena porque ficou, está ficando do caralho, do caralho.
Mandar abraço aí para Gigi. Vamos lá, vamos fazer coisa junto também. Fiquei com inveja agora. Vou contratar você para fazer melhores do que eu, do que você fez para o Rafael. Mas veja aí o livro do Rafael, um mês aí estará pronto. Na página do Catarse você tem um coraçãozinho, coloca lá seguir projeto, só logar, se cadastrar, e você vai receber o lembrete quando o livro estiver sendo lançado.
Boa, boa!
Vamos, vamos então falar de Spoilers, vamos lá!
Avisa a galera que agora é a hora do spoiler, viu, galera? Não viram o filme, não quer spoiler, tá na hora de dar tchau, como diria.
Exatamente. Vamos lá, galera, vamos falar aí do terror do momento, né, cara? Eu tava vendo aqui e ele já alcançou, ele é o filme, é um dos filmes mais rentáveis e lucrativos da indústria historicamente do dos Estados Unidos, cara. Inacreditável. É um filme de 10 milhões que já faturou 400 milhões.
O filme lucrou demais, pô. É um lucro muito maior, inclusive, mas é comparado àqueles filmes da década de 80, né, 70, tipo Halloween, o Jason, que custavam duas mariolas e um copo d'água e lucravam 40 milhões de dólares, né.
Então Sim, esse padrão de Hollywood, né?
Lembra muito o próprio filme de terror mais famoso, né, que fizeram franquias de várias.
Sim, sim, sim, sim, sim, os mais recentes, tipo James Wan, Invocação do Mal.
Não, não, que é aquele que é com câmera.
Ah, Atividade Paranormal.
Atividade paranormal. Quando falei com câmera também, que o André entendeu, tá vendo?
Todos vocês, é exatamente.
Não custou 10 milhões não, André. O filme custou papo de 1 milhão de dólares a entre 750 mil e 1 milhão que o pessoal tava falando.
Caraca, bicho, imagina! Agora fazer a parada, fazer filme mesmo, né? E a ideia geral é que ele entra junto com Backrooms, né, como sendo essa coisa desses diretores novatos novatos, né? A gente tá falando aqui do Cory Barker, que ele aqui, ó, é um filme de 2025 com Mori 48 e com vários atores novatos aqui, né? Inclusive a que leva o filme nas costas, que é a Indi Navarrete. Cara, ela é além de belíssima, né? Ela é uma atriz muito bonita, ela é incrível no papel assim, né?
Ela é a pessoa que está sendo enfeitiçada E de fato, se não fosse uma atriz que segurasse o tranco, esse filme ia flopar com certeza, né? Mas acho que todos os atores estão bem, etc., né? Como a gente falou, né, vai ser uma sessão aqui com spoilers, né? Vamos falar um pouquinho do filme. A gente acompanha o nosso queridíssimo, ou nem tanto, Bear, que é o nosso ator principal, vivido por Michael Johnston, que ele é apaixonado por uma guria.
E ele tem essa coisa que ele é tímido, meio baixo autoestima, ele não consegue declarar. Ele tem muitas dificuldades. Ele vai comprar um presente para ela numa dessas lojas meio esotéricas. Então cuidado aí com lojas esotéricas aí, pessoal.
Vamos lá, o tal do Bé trabalha com essa menina numa loja. Sim, ele é apaixonado por ela, apaixonadão por ela.
É um grupo de 4 amigos, né, que, né, e ele apaixonado por ela.
Com a expectativa de ir para faculdade, estão esperando aquela resposta das universidades. Só que ele sofre de uma coisa que o jovem adulto sofre, que é somente um homem com baixa autoestima, que é a imensa dificuldade de se declarar, de chamar colega para sair, de qualquer coisa. Então eu acho uma coisa interessante do filme, que ele mostra que ela dá algum grau de abertura para ele. Ela pergunta para ele se ele, se ela gosta dele. Ela chega para fazer isso, acho que em um momento ele gosta dela, né?
Tem uma parte do filme que ela fala isso, mas tipo assim, mas em nenhum momento ela deixa completamente aberto. Tanto que nessa cena, quando ela fala isso, né, ela usa um tom meio do tipo assim, ó, se você for a fim de mim, fala logo. Porque uma, tipo assim, meio que dando como se fosse um Porque um pouco antes disso ela fala que não, que não, que não vê, não veria ele, ele com esses olhos assim, né. Então tipo assim, eu acho que um dos motivos, inclusive meio que a justificativa do filme, né, para ele usar o salgueiro mágico lá, né, o galinho do salgueiro mágico, é meio isso assim, né, ele de ver que era um relacionamento que talvez fadado ao nunca acontecer, né?
Exato, a ficar na friendzone eternamente, porque era isso, ela via ele como um grande amigo e nunca iria sair disso. Tanto que tem uma curiosidade sobre esse filme, o diretor, ele falou que quando eles davam, faziam tomadas do filme, ele pedia para atriz, né, para Ignaba, fazer uma tomada tipo assim ela dando a fazendo diálogo com o Uber de um jeito normal e depois de um jeito como se ela tivesse interessada nele. E ele falou que ele intercalou essas, esses cortes do filme.
Então às vezes a gente vê a interpretação dela indiferente a ele e às vezes a gente vê a interpretação dela meio que dando mole para ele assim, né?
É porque provavelmente essa intenção eu não vi Eu não cheguei a ver essa entrevista, mas provavelmente essa intenção era para ser tipo ele tava viajando nas ideias ou de fato ela tava dando condições para ele.
Exatamente.
Ele falou que é algo que quando você não tem experiência, você é novo, é algo que de fato, sabe aquela coisa que mulher reclama para caralho, que homem confunde muito gentileza com simpatia com dando em cima, né, com interesse, né? Seria algo parecido com isso, né?
Mas esse que é o o toque assim, eu assistindo eu só fiquei com muita raiva desse filha da puta.
Tipo, meu irmão, eu não vou defender, eu não vou defender, eu não vou defender o Bear. Ele é claramente é o vilão dessa história, acho que isso tá claro assim. Eu tenho um pouco de receio dessas coisas, das pessoas tentarem interpretar filme como se fosse uma história do Conselhos do He-Man, né? E eu acho que o filme de terror não pode cair nessa parada. Eu não gosto desse termo politicamente correto e incorreto, eu não vejo o mundo através dessa régua, mas para facilitar o entendimento que eu quero falar, vamos dizer assim, eu não acho que filme de terror precisa ter um compromisso com politicamente correto, porque eu acho que isso acaba ferindo muito o terror do que que a pessoa quer.
Tipo assim, eu acho que a mensagem ela não pode ser, não pode estar acima do que a pessoa quer falar, vamos colocar assim, né, do, de como ela quer te incomodar. De como que ele vai trabalhar isso, saca? Dito isso, dito isso, o Bear começa como alguém que está sendo vítima da maldição, né? E isso é interessante porque a gente nem falou disso. O Hell falou muito, vamos passando, Galinho Mágico, né? Ele vai para essa loja de, né, de artigos religiosos dos Estados Unidos, meio— só que não é macumba, né? É mais por um lado meio, meio astral, né?
É meio, meio, meio magia europeia assim, né?
Meio, sim, é cristal, né? Cordãozinho. E ali ele acha uma espécie de brinquedo esotérico, né, que vem numa caixinha, que é uma espécie de um brinquedo de plástico que parece um galho, né, que você precisa fazer o desejo e quebrar o galho, né? E esse galho é de plástico e ele é, ele tem uma musiquinha, né? Ele toca uma musiquinha ali. Só que isso é o legal desse filme. O filme, ele não se importa em explicar para gente da onde que isso veio, como isso funciona, qual é a mitologia por trás da coisa.
Ele explica, é igual Death Note, ele explica algumas regrinhas básicas, né? Ou por que que isso tá, tipo assim, numa prateleira numa loja aleatória, né?
Porque mais para frente, depois no filme, ele meio que, quando ele entra em contato com a loja e tal, você vê que é uma parada séria. E que tem uma parada oculta ali no meio, tem entidade, tem uma parada meio demoníaca ali, né? Tem uma parada séria ali, né?
Mas ele nunca bate o martelo, né?
Do tipo, ele não explica exatamente, ele não te dá a resposta completa assim. Você sabe só que tem uma parada muito errada ali atrás daquilo, que não era só uma brincadeirinha, só um xiste esotérico de faça esse pedido e pronto, né?
Segundo o nosso conhecido GR lá no grupo, né, Andrei, ele mandou lá no grupo falando uma coisa que eu não tinha reparado, que quando ele chega, o Bear chega na loja esotérica, é uma moça que atende. E aí depois, quando ele vai, quando vai voltar, é um rapaz que tá atendendo. E aí tem uma bandeira das cores estranhas atrás dele e ele diz que o pedido dele já foi atendido. Né? Então também pode ser interpretado como ele fez, ele fez o pedido ao quebrar o galho e pediu.
Caraca, eu não tinha reparado nessa porra!
Muralha de Janeiro.
Então assim, caraca, olha que doideira!
Então pode ser uma interpretação, não é dito claramente, mas a pessoa diz, ah, é tipo assim, é literal, é literal num sentido tipo assim, não é sutil.
Né? É uma coisa tipo, chega uma hora lá perto do final do filme que um personagem fica lá, ah, tá bom, de brincadeira, ah, tá bom, quero 1 bilhão de dólares, e começa a cair dinheiro dentro da casa, saca? Então é uma parada bem Jumanji assim do negócio. Por que que é acessível uma loja dessa, né? Enfim, será que isso não deu problema para outras pessoas em outros locais, né? Quem que faz isso? Qual é o serviço que é utilizado? Tem um número de telefone, né? Você pode ligar.
Obsessão 2, 3, 4, Exato, né?
Mas enfim, voltando aqui, o Ivan lá do grupo que falou, não foi o Jerry não, desculpa aí.
É, foi o Ivan que falou. Esse filme tá no cinema? Eu não sei se ainda está no cinema, mas de fato já caiu do caminhão. Então vocês se virem aí para resolver aí a história de vocês, né?
Deve cair em algum serviço de streaming aí em breve, no máximo 2 meses. Mas eu acho que ele ainda tá em algum cinema assim, se eu não me engano. Acho que eu vi ele semana passada no cinema ainda.
Dá uma procurada aí que talvez você encontre, né? Porque é um filme que ele de fato ele fez muito sucesso, né? Ele teve bastante interesse do público. Então quando o filme é assim costuma ser um pouco mais prolongado assim.
Às vezes ele até volta, né? Às vezes ele volta para o cinema.
Sim, porque o filme ele é bom, ele é bom no sentido de ele brinca com clichês, mas ele não cai em nenhum clichê. Você fica super curioso de para como essa história vai se desenrolar, porque quando ele deseja que a menina ame ele mais do que qualquer outra pessoa, né, a ideia é uma parada meio Wishmaster, né?
Coisa, se eu não me engano, ele fala, né?
É uma coisa nesse sentido, né? É uma coisa meio Wishmaster, né? Vem com uma questão meio moral do tipo, ah, você quer? Então tá bom, vou criar uma obsessão amorosa dessa pessoa. E essa pessoa passa a agir assim, dá para ver que é para foder o Uber, né?
Tipo, é uma coisa meio instantaneamente, né, cara? Porque ela se despede dele do carro, ela faz a pergunta, né, do tipo, você tá interessado em mim? Você fala, viu, cara?
Aí ele quebra o negócio.
Aí quando ela tá indo para dentro de casa, ele se arrepende, né? Ele falou, caralho, ela deu toda abertura para eu falar sobre os meus sentimentos para ela e eu não falei porque eu sou um merda. Aí ele resolve usar o galho e ele deseja isso. E aí ela não entra na casa dela, ela volta para o carro e já começa a agir como descontrolada assim, né, de amor por eles, né, querendo arrastar ele para dentro. Aí ele resolve usar o galho e ele deseja isso.
E aí ela não entra na casa dela, ela volta para o carro e já começa a agir como descontrolada assim, né, de amor por eles, né, querendo arrastar ele para dentro.
Aí vai crescendo, né, vai crescendo aos poucos, né, não tá tão descontrolado, mas aos poucos vai saindo do controle, né. Mas fica aquela coisa da pessoa ficou obcecada mesmo, né?
Já tá desde o início, André, porque ela insiste de um tanto que ele não quer, né? No início ela começa a insistir para ele entrar, para ele entrar.
Não, mas por enquanto é, pô, posso dormir na tua casa? Não é aquela parada do tipo, eu vou quebrar sua porta com silver tape e a partir de agora você vai escalando, né?
Aqui, orando depois, eu vou dar uma— o André disse que não ia dar conselho amoroso, mas eu acho que eu posso dar um conselho amoroso aqui que tá nos ouvindo, principalmente você, rapazes, tá? Se você tiver pegando conselhos amorosos com uma amiga sua e com um amigo seu, geralmente você escuta sua amiga, não escuta seu amigo que vai falar para você zoar a garota que você tá querendo chegar junto. Não escuta o cara que vai só te dar dica merda, escuta outra garota.
Acho que a grande dica do Rafael é: tem amigos mulheres.
É, ainda mais se ela conhecer a pessoa que você tá interessado. Então assim, o amigo dele dá cada dica merda, ele faz as dicas do amigo, isso piora totalmente a situação dele do filme.
Então assim, uma meio que justifica depois que a gente descobre depois que o amigo dele tinha, e a menina tinha um lance, sexo sem compromisso, né, tal.
O cara tava botando pilha para ele estragar justamente.
Então ele é por isso Eu tenho um certo receio de ficar esse discurso. O Huber claramente ele vai, porque que acontece, até metade do filme dá para ver que ele tá tentando entender o que que tá acontecendo de fato. É, beleza, ele tem um desejo entre aspas atendido, né? Parece um pouco exagerado, mas ele custa, ele, ele, ele tá gerenciando, ele tá curtindo. Só que chega uma hora que tu vê que ele não tá fazendo isso mais pela curtição, ele tá fazendo isso por orgulho.
Ele tá fazendo porque tem aquela cena do filme, porque aparentemente entra uma coisa na Nick, que essa personagem que é uma outra consciência, que é a Nick obcecada, mas que a Nick não apaixona. A Nick do início do filme ainda também tá lá dentro dividindo aquele corpo, só que sempre lutando, né, lutando para sair. E ele chega uma hora que no meio do filme ele percebe, ela chega a falar com ele do tipo, mano, me mata que eu não aguento mais.
E ele decide transformar a parada sobre ele, do tipo, ah, então você prefere morrer do que ficar comigo? Isso ali marca, né? É tão ruim assim, isso marca a vilaneza desse personagem a partir daí. Só que todos os personagens são filha da puta nesse filme. Ele é o clássico não queira ser amigo de ninguém aqui, né? É o famoso prefiro amiga, eu prefiro amiga safada do que sonsa. Todo mundo é sonso nesse filme, todo mundo é sacana nesse filme, né?
Mas a ideia geral é que o filme ele vai, você tem as atuações e você vê que aquilo vai sair do controle. De que sentido, né? E aí, enfim, são coisas bem exageradas, né? Ela faz um sanduíche para ele e ele descobre que ela usou carne do gato morto dele.
Isso aí é porque ele fala, ela pergunta se ele gostava muito, né, do gato que morreu. E ele fala que sim, que adorava, né, o gato, não sei o quê. E aí, na cabeça maluca dela, tipo assim, se ele gosta tanto desse gato, eu vou fazer um sanduíche com a carne do gato morto para ele, né. Tipo, é esse nível de coisa doentia. Aliás, eu não sei se vocês sabem, mas a versão original desse filme, a que foi lançada nos primeiros festivais, ela tinha muito mais cena de gore e violência.
Que foram retiradas depois para ser lançado nos cinemas. Ele era mais pesado do que ele é assim, sabe?
Eu não sabia disso, mas eu achei interessante. Eu não sei se, sei lá, ia desviar atenção de um filme que já é bom botando um nível muito alto assim de um gorzinho, né?
Mas eu acho que o terror psicológico é mais forte assim, né, cara? Porque a atuação da atriz é fenomenal. Tipo assim, quando ela dá, ela dá aquelas, aqueles arroubos assim, tipo ela tá falando de um jeito normal, de repente ela dá uns gritos no meio da conversa assim, né, cara? E ela começa a agir de um modo muito estranho. Os olhares que ela dá, cara, é completamente assustador assim, né, cara? Isso é muito bom assim, essa parte.
Ela bate a garrafa na cara, sangra. E aí aqueles amigos maravilhosos, você vem e fala assim: não, não, vai lá, leva ela para o médico, a gente fica aqui de boa. Tipo, caralho, meu irmão!
Aliás, isso também é muito bom quando o amigo dele fala: olha, bicho, a gente não tá querendo te chamar para festa porque a gente tá meio cabreiro com você, porque a Nick nitidamente tá num surto psicótico e a impressão que dá é que você está se aproveitando disso, né? Que é meio que isso que tá acontecendo, velho.
É pior que isso, na verdade, né?
A magia, né? É isso que tá acontecendo, né? A menina tá com problemas sérios, problemas psicológicos, e esse cara tá simplesmente se aproveitando disso, né, cara? E ele fica muito puto, né, com isso, dizendo que não, que não é isso, que ela simplesmente gosta dele, ela descobriu isso, né, há pouco tempo e tal, não sei o quê. Então realmente é isso que a gente tava comentando. Desde o início lá da amarração, né, do tipo, é pura e simplesmente pelo ego dele, né, cara, que chega o momento que ele não tá, ele não se importa com o sentimento dela, né, com que ela tá sentindo. Na verdade é uma questão sobre ele, o que ele sente, o que ele quer, né, cara.
É, com toda certeza. Bem, acho que é isso, né, recomendamos o filme e tal, né, eu acho que sei lá, por mais que a gente possa falar spoiler, mas acho que o final ele é bem interessante também, né? Mas não sei se é interessante falar exatamente como termina o filme, porque assim, dá a entender que como todo filme de terror, né, não vai acabar bem essa história, né?
Calma aí, calma aí, calma aí, olha só, eu pessoalmente, eu tô escutando um podcast, assistindo um vídeo, o cara começa a dar spoiler do filme, aí conta o patatá. Então, gente, eu não vou falar o final que eu quero que você assista. Eu levo para o coração, fico puto, falo assim, meu irmão, agora tu fala o final, pô. Eu já tô aqui escutando, já tô tomando spoiler, chega aqui, tu vai falar, eu não vou falar o final. Agora fala, pô.
O lance é o seguinte, a situação vai ficando cada vez pior, né? A obsessão dela vai ficando cada vez pior, o comportamento cada vez pior. E quando ele volta na loja, o cara fala que o único jeito dele se livrar disso, né, Seria ele morrendo, porque não tem como desfazer o desejo, né?
Não dá assim, dá para pedir para outra pessoa desfazer o desejo, né?
Sim, mas ele não consegue isso, né? Quando ele tenta explicar para o amigo dele essa situação, o amigo dele fica zoando lá, tá aqui.
Só para lembrar uma coisa que a gente não comentou: a pessoa pode comprar várias caixinhas com esse palitinho, mas Só funciona uma vez. Então ele não poderia comprar uma segunda caixinha e fazer esse pedido, porque só funciona para uma pessoa uma vez.
Tanto que ele tenta e não consegue quebrar o galho, né, quando ele deseja desfazer. E aí ele não consegue quebrar o galho. E aí o que acontece é o seguinte: chega uma hora que ele tá numa relação completamente maluca, a menina tá completamente obcecada e fazendo atos absurdos, e ele resolve se matar.
Cara, isso é genial.
Aliás, aliás, vacilo dele também, porque ele deixou os remédios dele solto na casa e o gato morreu por causa disso, né? O gato morreu porque tava brincando com o potinho de remédio dele, abriu, e o gato comeu, né, os remédios dele e morreu por causa disso. Então, no final, ele morre da maneira como o gato dele morre, né? Exatamente, ele resolve fazer o quê? Exatamente o que que o gato fez. E ele tomou overdose de remédios e ele tá preso dentro do banheiro, né?
E a obcecada esmurrando a porta querendo que ele saia, porque ela quer ficar com ele, quer ficar com ele. E aí ele se arrepende no último minuto, cara.
Isso é foda, o cara é tão merda.
Sim. E tenta provocar o vômito para não morrer. Só que nesse meio tempo a Nicky acha um salgueiro na vomitá-la. E ela quebra o salgueiro e deseja que o Bera a ame mais do que qualquer outra coisa. E aí ele não vomita, ele tipo assim fica, né, com aquele jeito apaixonado. Ele sai do banheiro, vai lá, deita no colinho dela para ficar, né, com ela apaixonado eternamente. Só que como ele não vomitou o remédio, se ele tivesse vomitado o remédio, pronto, seria o final perfeito, né? Os dois apaixonados.
E mostra que amar de fato seria ele libertar do feitiço.
Exatamente, ele se matar. E aí ele morre nos braços dela ali, né, por causa do remédio. E ela, ela recupera a consciência no último segundo, no meio de uma, de uma, né, confusão danada, porque ela já tinha matado a amiga dela, que ela achava que a amiga dela era fim do Bear, e o corpo dela tava dentro da casa do Bear. O amigo do Bear já tinha sido morto com um tiro também dentro da casa. Então ela acorda com 3 corpos dentro da casa, né?
Ela toda com a cara toda arrepiada. Que o feitiço dela acaba, mas tem um delay, né? Porque como ele demora para morrer, né? Tipo, ele perder a consciência não é ele morrer ainda, né? Então a Freak Nick, né, a Nick obcecada, ela pega arma, o revólver, e aponta para a própria cabeça, tipo, mano, vou me matar com a pessoa que eu amo, que eu sou obcecada, para a gente ficar junto para sempre. E o cara morre finalmente e liberta ela do feitiço no momento que ela tá com a arma na boca.
E tu fica assim, tu tá no pezinho da cadeira. Falei, caralho, mano! Só que, mano, ela se fudeu, caralho. Porque inclusive o diretor em entrevista falou isso, né, que o que que aconteceria a partir dali no É cadeia, bicho.
Então assim, não é final feliz, ô Roberto.
3 homicídios, né, por conta dela, né?
Ela se livra, só que o cara morreu, ela saiu do feitiço, ela foi liberta, só que ela tem 2, 3 crimes nas costas, pô, e ela vai ser presa. Tudo, tudo vai apontar para ela, não tem como ela se esconder disso, e aí já era, pô. Ela vai passar nos Estados Unidos, tá falando prisão perpétua.
O diretor também fica muito preso na entrevista lá do Perguntas e Respostas. Ele falou que eles testaram o final em que ela se matava também e depois testaram esse outro final mais desgraçado, né, que ela sobrevive no meio para arcar com toda a—
não, que é muito melhor, muito, porque você fica curioso, tipo, mano, e agora, como é que ela vai sair dessa?
Deixando a gente com essa sensação de tipo, cara, ela tá muito fodida, né? Do tipo, toda uma maldição, né? E agora vai cair na realidade, que é muito pior assim, né, cara?
E aquilo, será que ela se sentiu aliviada porque saiu do feitiço?
E assim, a sensação é merda que ela vai perder a liberdade.
Mas talvez ela pense, foi melhor, vou ficar livre, sabe?
Porque deve ter sido horrível. Se ela quiser te matar, consegue, né?
Tipo, foda-se, seja dentro da cadeia, a arma tá ali ainda, né?
Não, até não senti tipo, mano, beleza, mas pelo menos é uma decisão da pessoa, né? Tipo, o ponto, ela devia estar sofrendo num ponto que para ela pedir para se matar, para o cara matar ela, tipo, era porque o negócio já tava muito doloroso, né?
Sim, sim. Não, e aquela dúvida que a gente tem também, se ela, se ela guarda lembranças, né, do que a, do que a Evie fazia, né? Tanto que, tipo, eu acho que o grito dela não foi de espanto, mas sim um grito de, no final, né, não é que ela se espantou de estar no meio daquela situação. Ela sabia exatamente, né, o que ela obcecada fez, né. Então acho que o grito foi meio de desespero mesmo, né.
Ali foi ela acordando, né.
Sim, exatamente.
Porra, muito, muito, muito legal.
A defesa: então foi mal, tava doidona, fizeram feitiço comigo.
Será que rola? Cara, então essa cena do Bear, ele tentando regurgitar o remédio, O diretor falou que foi ideia do ator, porque na verdade ele ia só tomar um remédio e ia meio que se dirigir para o final do filme, né? E que isso teria sido no momento da gravação da cena, o ator virou e falou, mano, esse personagem ele é tão covarde que ele se arrependeria da decisão de se matar. Foi ideia do próprio ator assim. Eu achei da hora que essa construção ela é em conjunto, né, da ideia geral.
Mas, cara, o filme tem umas cenas memoráveis assim, né? E é trabalhado muito bem esses efeitos que vão te dando medo, né? Aquele tem aqueles efeitos reversos da pessoa se movimentando como se tivesse de trás para frente. Tem umas maquiagens que é de, para, para tipo aquelas maquiagens do Homem do Sonho, né? Você já sonhou com esse homem? Com ela no escuro para deixar. Esqueci o nome que dá daquele efeito, efeito de de você, parece uma coisa muito humana, mas tem uma coisa que tá meio errada, né?
Tem esse tipo de maquiagem. Então assim, um filme que ele trabalha muito coisas muito simples, mas que são muito bem efetivas também, cara.
Edição do som, não sei se reparou, toda vez que ela grita o som distorce e fica meio que— você chegou a ver aquele documentário do do cara do Exorcista, do Fredkin, sobre, não, caso de possessão teoricamente real e que ele acompanhou. E todo mundo critica muito porque, tipo assim, tem umas cenas em que ele tá filmando a pessoa possuída e a pessoa fala, não tem aquela voz bitonal, aquela voz que sai com dois tons assim? E ele fala que não tem edição de som, que é a voz da pessoa ficava daquele jeito mesmo.
Algo que tem técnicas, né, para fazer isso, mas a princípio era uma mulher comum lá do, não sei se era Inglaterra, onde que é, né. E aí todo mundo critica muito esse documentário porque a cena final, quando ele encontra pela última vez com a pessoa, né, que pediram para ele se afastar, que não queriam mais participar do documentário e tal, ele vai até encontrar com ela numa igreja e sem câmeras. E ele relata só o que ele viu lá, que ela foi a pior crise dela, que ela se contorceu toda no chão e meio que subiu numa parede de um jeito que humanamente não seria possível.
Mas todo mundo fala, ah, engraçado que justamente quando acontece a coisa mais escabrosa não tem câmera. Sobre isso, sobre, sobre o caso de exorcismo. Acho que é William Friedkin.
Deixa eu ver aqui, procurei porque me interessei, me interessei. Vamos, vamos achar que o pessoal vai ficar procurando aqui. É isso, filme bom, ficava bom de terror.
Provavelmente deve dar pelo menos algum Oscar técnico aí no Diabo e o Padre Amorfo, é o nome. TH de 2017.
Boa, boa, fica aí de recomendação aí para os freaks. E é isso, mano. E exaltar mesmo, mano, a atriz ela tá incrível, ela sustenta muito bem esse personagem, cara. E ela parece, eu acho que o mais apaixonante dessa atriz, ela é uma atriz bonita e tal, mas ela tem uma pegada, ela é muito expressiva, né? Então até vendo as entrevistas você vê que é uma pessoa muito muito brincalhona assim, né? Enfim, eu acho que ela vai já, já estão falando aí que estão conversando já para fazer filme da Marvel, não sei das quantas e tal.
A mulher vai estourar com certeza, né? Mas enfim, né, vai ser amaldiçoada aí agora com filme de Marvel, filme de hominho.
Se ela quer fazer sucesso, ela tem que correr de filme da Marvel, porque ultimamente fazer sucesso ou ganhar dinheiro.
Exatamente, exatamente. Bem, acho que é isso. É, ficamos de falar mais alguma coisa? Acho que não, né? Só os recados agora. Recadinhos, né? Vamos, vamos de recadinho, gente. Vamos lá aproveitar aqui que temos nosso queridíssimo Rael. Vamos ver os recados do último episódio. Ó, último episódio a gente fez o especial PC Siqueira, que foi bem controverso, né? Tivemos opiniões muito distintas assim, né? Enfim, a gente até entendeu algumas críticas e tal, mas eu sinto que muitas das pessoas que criticaram não entenderam bem o ponto do episódio.
O ponto do episódio não era condenar ou não, justamente a brincadeira, a ideia era mais ou menos essa, né? Do tipo que a gente não tem essa moral, a gente não sabe no final das contas as paradas. Né? A gente não tava ali pra ficar escavando as coisas assim, né? Mas tudo bem, acho que é do jogo, né? Acho que quando a pessoa clica num podcast, às vezes ela encontra uma coisa diferente do que tava imaginando. Mas vamos lá, no YouTube a Janaína do Amaral Carrillo comentou: uma live sobre o ex-satanista Daniel Mastral, sugestão de pauta.
E aí, Rafael, eu separei isso aí porque eu achei a sugestão de pauta muito interessante, mas assim, muito polêmica também, porque dá para falar de muitas coisas desse camarada, muitas conexões que ele tinha ali com pessoas e que são extremamente polêmicas, né? O Vanilla aí e tal.
Então isso é muito pesado aí, né, cara? Inclusive, você tem até, aconselho até antes do episódio, se for ao vivo, uma consultoria jurídica aí.
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Stock your fridge now. How about a creamy mocha frappuccino drink? Or a sweet vanilla? Smooth caramel, maybe? Or a white chocolate mocha? Whichever you choose, delicious coffee awaits. Find Starbucks Frappuccino drinks wherever you buy your groceries. Não, então eu não sou avesso. Acho que dá para fazer um episódio da mesma maneira como a gente fez nesse, mais respeitoso e tal. E eu acho que também entra nessa categoria de todo mundo odiava e morreu virou santo, né?
É uma que eu acho que tem umas contradições muito óbvias, né? Não era alguém que eu acompanhava, não era alguém que eu achava interessante. Interessante. Não era alguém que eu achava que falava verdade, né?
Já fiz alguns reacts sobre coisas assim que ele falava.
Então sei um pouquinho sobre, sobre, é, mas é um cara, mas não muito aprofundado também. É uma personalidade cercada de tragédia também, né? Então isso é uma coisa que também deve ser respeitada também, né? Enfim, passar pelas coisas que ele passou deve ter sido barra. Né, mas a gente, vamos avaliar, vamos avaliar. O Vinícius NP21 falou: eu nunca quis saber de humor sobre PC, sabia que teria ética e conteúdo real aqui. Valeu. Mari Pesarini: eu gostaria de participar do sorteio por um beijo na testa da Jay.
Obrigado pela noite, PS: melhor mesa possível essa de hoje, só faltou o Lucas para ser perfeita. É, Lucas, ele, ele tá em outra agora, né? Ele tá com filho, né? Diferente do Rafael e do Hel, que são vagabundos, tem filho e deixa os filhos com o Gomogli, lobo, cuidando.
Já passei, já passei desse período aí que o Lucas tá passando.
Quantos anos ela, pequena Helena?
Tá com 7 já.
Ah, pô, já tá. Daqui a pouco tá com namoradinho, levando namoradinho para casa.
Na pré-adolescência agora, tá?
Eita, 7, pô! Mas aí tá muito adolescente, muito adiantado. Toda criança, calma.
Mas é a pré, eu tô falando, tá começando agora aquela fase da que eu já sei tudo, né?
Aí, pai, me deixa, né? Eu era, cara, eu fui uma criança muito chata, eu fui desse aí para pior. Vamos lá, é Gábis. Já ouvi dizer que o cara teve um cancelamento forçado por causa de suas opiniões políticas, cara.
Mais ou menos, né? Ele simplesmente admitiu em público que tava excitado com, né, uma porra, né? Eu acho que não é exatamente por causa do posicionamento político dele que a galera—
o que dá para entender é que, né, se ele fosse de outra vertente, a outra vertente ia bater muito menos do que bateu, né? Isso a gente pode falar com uma certa tranquilidade.
Possibilidade.
Não à toa tem gente aí fazendo tour de blonde na Europa e tá aí, né?
Mas isso aí, cara, é um negócio muito, muito comum mesmo. Se a pessoa é de tal espectro político, a pessoa fez merda, primeira coisa que a galera vai fazer é lá nos perfis da pessoa, e aí dependendo de quem votou, pesa a mão ou pesa menos. É muito É muito isso, tá?
É muito isso.
Acho isso errado, acho errado, acho incompatível, né? Tem que, se vai bater, bate pelo motivo que a pessoa tá sendo criticada. Não tem nada a ver nesse contexto.
Eu lembro que ele tinha uma briga imensa com Nando Moura na época que o Nando Moura era ainda, né, ele já era muito hostilizado, né, pelo pelo outro lado assim, né?
E aí quando caiu, ele era muito vocal, né? Ele era muito vocal e muito provocador também, né?
Mas aí quando aconteceu esse, né, ele simplesmente começou a ser odiado pelos dois lados, né, cara?
Assim, não tem lado, né?
Os pedos, né? A organização do, né, de amparo aos pedos.
Mas o Defende.
É, então defende a criação, a possibilidade de criação de um, vamos falar, supostamente de uma, de uma, de eles se organizarem politicamente. É, exatamente.
Então assim, teve um cara que comentou as pautas, né?
Tem um cara comentando isso aí, falando, já que tá falando de política, falou assim, pô, mas ele, esse aí fez o L com força. Aí o pessoal embaixo comentou assim, e daí?
É tipo, qual o ponto?
Nesse ponto, e daí? Toda semana tem padre que é denunciado com isso, e aí?
Entrando no YouTube dá para ver que a gente caiu um pouco em bolhas que a gente, né, esperava, porque dores de crescimento, né, a gente vai atingir outros públicos, né. Mas dá para ver que é muito engraçado, parece, sabe, aqueles fenômenos aqui do Brasil, né, que tipo o rio encontra o mar. Né, pororoca, tipo o nosso público antigo com esse público novo, né? Dá para ver exatamente esses embates às vezes de comentários. Eu acho curioso, acho, acho.
Mas não choveu aqueles comentários tipo, ai, vocês estão defendendo?
É um ou outro só, mas não, mas no geral o pessoal entendeu bem o lance do episódio assim. Não teve ninguém falando que a gente foi favorável, algo nesse sentido, né?
Ele tava esperando que isso ia acontecer, então Ele teve um comentário assim, pô, vocês ignoraram o áudio dele falando, ele assumiu e tal, não sei o quê. E eu pensei, a gente tá falando mais, dando mais atenção sobre a parte dele ter se matado ou não, ou tirado a própria vida ou não, do que necessariamente do crime. E acho que parou, nem lembro o que ocorreu.
A última atualização que eu vi foi que a perícia deixou que não, né, que ele não se matou, né?
Não, não, calma aí. A perícia contratada pela família, a perícia extraoficial, porque a perícia da Polícia Civil deu que foi suicídio, né? E aí essa reabertura do caso, acredito eu, seja também pela pressão popular, do tipo, pô, mano, tem uma coisa que falando aqui Só que aí eu quero ver, né, depois de 2 anos, né, que que vão ter aí de evidências aí, né, que eles podem tirar. Eu acho que, e a gente no final das contas, acho que a gente nunca vai saber, porque mesmo que a pessoa não tivesse de fato feito o ato contra outra pessoa, o fato dela ter incentivado já seria crime.
Só que sem câmera, sem saber exatamente o que aconteceu, teoricamente ele tava sozinho em casa também, né? Não, tava com ela, tava com ela. Ela tava em casa, ela viu o ato e chamou gente para ajudar, segundo o relato da defesa. Então tem umas coisas meio doidas assim que a gente pode tentar aferir, mas fica isso, né? No fundo das contas, eu não sei o que que a polícia pode fazer em um caso como esse assim, né? Que que mais evidentes poderiam surgir assim, né?
Vamos lá, Dani Giseline: não consigo entender que esse ódio todo que destilam na internet. Não gosta, pula, passa para frente. Jason, sua fã. Concordo, o Dani. Acho que eu também não entendo. Não acho que— já teve momentos em que eu tava escutando um produtor de conteúdo que falou alguma coisa que me incomoda, seja politicamente ou seja porque simplesmente achei que ele foi irresponsável assim, e eu faço uma avaliação, mano. Vale a pena continuar escutando?
Se sim, sim. Se não, É isso, né? Tipo, eu não vou lá deixar um comentário, eu não acho que o meu comentário tem força para mudar a maneira como a pessoa que vai entregar o conteúdo dela. Então para mim sempre foi uma perda de tempo, né? Mas é bom para o engajamento, então tem umas pessoas assim mesmo.
Exatamente, eu ia falar que você, André, está equivocado. Você não gosta do conteúdo, comenta aí, de preferência uma frase bem longa, bastante caracteres, bastante comentários, né?
Em todos os canais.
Não comenta uma vez não, comenta umas 7 vezes assim, pô, não gosto disso, tal, em vários vídeos assim, né?
Eu não sou muito partidarista, mas eu acho que você tá errado em não consumir conteúdo de pessoas que você odeia.
Eu acompanho várias pessoas que eu odeio, mas aí, Raul, se você chafurda nesse chorume, aí já é um gosto.
Eu acho extremamente importante inclusive a gente Ele tá extremamente ligado no que o outro lado está falando.
O meu lado é Jesus, não tem outro lado.
Então você tem que ver.
Olha, eu vou te dizendo aí que do outro lado também tem muitas pessoas que dizem a mesma coisa.
Eu acompanho muitos dos assuntos, não porque eu amo de paixão aquele assunto, mas porque eu preciso conteúdo de loucura das lives que eu faço. Então é muito normal eu cair em programa de podcast suspeito, público suspeito, a galera suspeita, porque eu preciso de maluquice às vezes para fazer um rap, fazer uma zoeira, né?
Aliás, um abraço aí, um abraço, Léo Finocchi, aí meu companheiro de chafurdagem aí no chorume da internet. A gente tá sempre trocando, trocando links aí de de escabrosidades aí do YouTube.
Quando o negócio é muito assim horrível, geralmente o bicicleta eu nem levo para o react porque é ruim até para mim assim, queima até o react. Mas quando é só maluquice mais leve assim, eu faço uma classificação. Ah, esse aqui é bom, isso aqui é legal, tipo um ET golfinho, é legal, engraçado, entendeu? Então eu também tenho que ver muita besteira para saber o que que dá para ou não assistir na live.
Cara, grande verdade é que a internet é um zoológico. E aí você quer perder seu tempo na área dos macacos jogando cocô no outro, ou com os elefantes e as girafas, ou com, sei lá, no parquinho?
A internet é um zoológico e os animais somos nós.
É a gente que financia, você que financia, você que tá dando esse clique aí, ó, para esses caras aí, ó. Não, mas eu entendo, eu entendo. Eu acho que é sempre perigoso a gente sempre ficar trancado na bolha. Eu entendo o seu ponto assim, eu só acho que foda-se, né? Não vou mudar o mundo, tá tudo certo. Então é isso aí, gente. Desculpa, eu não vou, não vou. Vamos lá, Matheus falou o seguinte: gostei de terem seguido uma ordem cronológica, já imagino um documentário na minha cabeça.
Boa, Matheus! Leonardo Reis: boa para chegar na hora e não saber o mínimo sobre o assunto, pedindo que seja explicado na hora. Melhor chamar o Podpá, eles fazem isso com gosto. Uma pesquisa básica sobre o assunto não dá trabalho. Eu acho que aqui ele tá falando, eu acho que ele tá falando da Jay, porque a Jay não conhecia o universo do PC Siqueira, né? Ele não conhecia o Cauê Moura, por exemplo, né? E teve umas pessoas que se incomodaram como se fosse uma falta de estudo, mas sinceramente eu acho que ela fez excelentes adições do episódio.
Não, a questão, a questão que eu acho que o pessoal esquece é o seguinte: eu pouco sabia sobre também o caso, mas como eu fiz a pauta, eu fiquei sabendo contra a minha vontade, fazia parte do meu trabalho. A convidada, que não é bem a convidada, é a Jay, ela, gente, pelo amor de Deus, se toda a sua é importante, é muito do que a gente vai falar da pauta e vai trocar opinião dela só foi sincera. Eu não conhecia muito sobre o caso, não conhecia essas pessoas, mas ela deu uma opinião, as opiniões muito inspiracionais.
Ela não conhecia essas pessoas, elas não estão envolvidas.
Inclusive, acho que a Jay devia ser fixa em todos os programas. Estão reclamando da Jay, estão errados.
Se eu quebrar o galhinho, que a Jay participe de todos os episódios.
Também tem o seguinte, Raul, A galera esquece que o Mundo Frio tem muitos episódios, tem mais de 100, eu acho, tem mais de 100 episódios aqui do Mundo Frio. Se fosse colocar só os que eu sei muito, eu tinha gravado uns 30.
Então assim, porra, galera, não, assim, mas eu entendo também que às vezes as pessoas estão acostumadas com esses podcasts de entrevista, que toda vez é um entrevistado especialista no tema. Não é nossa vibe. A gente de vez em quando chama um especialista para dar uma complementada, Mas a ideia geral é que isso é um podcast mais opinativo, né, mais de debate, né. Ele não é um podcast que ele vai, né, vamos lá. Até porque tem especialista em porra nenhuma, né.
Então tem uma galera aí que é foda, né. Mas eu também, crítica aceita, tá tudo certo. Paz, paz nos estádios, paz entre nós, guerra aos senhores. Vamos lá. Lise Nogueira falou o seguinte: cresci acompanhando o Mas Poxa Vida, eu me identificava muito com algumas inseguranças do PC no começo. A morte dele passou muito para mim. A morte dele pesou muito para mim, apesar de todas as polêmicas. E essa história nunca desceu realmente.
É, eu imagino quem é fã da pessoa e vê essa derrocada, né? Tenho certeza que foi muito dolorosa para muita gente, porque como eu falei, eu não acompanhava particularmente, mas até eu fiquei meio pensativo, tipo, mano, esse cara ele fundou a internet como a gente conhece quase, né?
É, não, ainda mais esse tipo de conteúdo que é daily vlog assim, né, cara? Você meio cria uma intimidade, né, quando você acompanha a pessoa assim e meio que sabe tudo da vida, né, da pessoa, né. E eu acho que, porra, você acaba sentindo mesmo. Acho que você também que é produtor de conteúdo, eu não porque eu não vou nos eventos assim, mas o Felipe, o Tindy, né, ele me fala muito isso, falou, cara, você não sabe como é tipo você chegar nos eventos assim e as pessoas conversando com você como se te conhecesse há muito tempo, né?
E você não faz ideia de quem que é aquela pessoa assim, né? É muito estranho, né? Você às vezes não sabe como reagir assim, né?
A pessoa é meio acorde mesmo, meio esquisita assim, né?
Você andando no shopping, vê uma pessoa do nada e fala: Jacaúna!
É o demônio! Grita, né? É o demônio no meio do shopping!
Caramba, não sabe se— eu sei que não é assalto porque estamos no meio do shopping, mas tu não sabe se vai agredir, sabe, se tipo se guarda de você, tu não sabe como reagir. Já olha em volta, vejo que tem família, às vezes tá com criança junto, eu já fico mais tranquilo. Mas às vezes a pessoa esquece mesmo.
Não, meu medo é de um Lennon, né? É esse meu medo, esse é meu medo.
Sim, é complexo assim. Às vezes tem umas abordagens Dá um sustinho, dá um sustinho. Mas no geral, no geral, nunca passei nenhum susto maior não. Só uma vez no shopping só que eu tô—
não tava esperando, né?
Não tava surpreendido, mas a pessoa muito simpática depois. Meu primeiro 10 segundos foi um pouco assustador.
Pô, já me abordaram no banheiro, pô, de shopping.
Ah, não brinca! Como assim, cara?
Mas era conhecido ou era outra coisa?
Não, ouvinte doido. Chegou aí, chegou. Aí você tava no mictório, ele parou do teu lado e falou assim: eu tava no mictório. Não, também não. Nossa, Andrei! Não, calma aí, vamos embora.
Ele olhou e falou: grande Andrei!
Não, ele esperou lavar a mão. Aí foi meio desconfortável pelo contexto, né? Mas eu sempre gosto de interagir com ouvinte. Os ouvintes são muito legais assim, a gente não tem ouvinte esquisitão não. Os ouvintes são da hora.
Geralmente eu sou mais esquisito.
Ó, o Crisba Bodantilante: o povo largou muito rápido a mão do PC, não digo fã, mas os supostos amigos. Rafinha também fez merda das grandes, ninguém largou. Não perdoa esses dois jamais, Rafa e Cauê.
Cara, muito complicado, muito complicado. Eu acho até que largaram o Rafinha assim, o Rafinha perdeu Perdeu a carreira praticamente, né, na época.
E o Rafinha inclusive joga na cara, acho que tem uma entrevista dele com o Marcelo Tais que ele fala, fala, mano, eu fiquei muito magoado com vocês na época e tal. Não teve essa não de que não largaram assim não. Cauê de vez em quando também não teve um cancelamento tão grande, né, mas teve uma outra fala no Twitter que a galera também caiu em cima. Assim, gente, mas também é, cara, eu acho que é outro nível. É outra parada, cara.
Tipo, que é um assunto que não tem uma pessoa que vai defender, mano. Desculpa, nem para falar do tipo, ah, ele errou, vamos embora. É uma coisa que a pessoa fica radioativa. Até às vezes crime grave, tipo, a pessoa matou outro, dependendo do contexto, a galera passa pano. Agora isso, mano, difícil. Né? E eu entendo, eu entendo. Não, não sei lá, eu acho que também não é fácil a situação não.
Eu não vou citar nome, mas tem casos de, como você disse, crimes gravíssimos. Sei lá, a pessoa matou os pais e a pessoa vai voltando para a sociedade, né? Agora, esse crime, né, esse é muito mais puxado.
Existe um debate sobre o direito ao esquecimento, né? Levando em consideração Vamos levar em consideração que o PC não seria um predador sexual, né? Porque se for, aí fudeu, né? Aí de fato foda-se o que eu vou falar a partir daqui. Mas levando em consideração que foi, que enfim, independente do que aconteceu, existe todo um debate sobre esse direito ao esquecimento. Por exemplo, a Richthofen, porra, faz sentido a gente ficar acompanhando a vida dessa doida 20 anos depois? Ela já não meio que pagou pelos crimes dela?
Você flagrou que aquele boato de que ela ia participar da Fazenda, né, que a Record ia botar ela na Fazenda. Você tá na Fazenda, você brigou com a Suzane von Richthofen no almoço. Jamais dormiria tranquilo no quarto, cara.
Sabe o que eu acho? Que eu seria amigo dela. Aí eu acho que você me fudeu mais. Não, não, amigo, porque eu não votei com crime nem nada.
Não foi o Bruno Bock lá do— como é que é o nome lá do Pipocando? Pipocando, que ficou com ela antes dela ser famosa, entre aspas. Eu acho que foi, eu acho que eu vi ele contando essa história em algum lugar aí, cara.
Caraca, eu não sabia não.
Ele ficou com ela, cara.
Que isso? Não, não, calma aí. Não, calma aí, não é verdade, cara. É, ele falou, ele falou isso?
Sim, ele contou essa história pública.
Não, calma aí.
Ele ficou com a Suzane von Richthofen antes, quando ela era adolescente ainda. Ah, tá, adolescente, entende? Não depois do ocorrido, entende? Antes de ter acontecido.
Tá bom, tá bom.
Eu não vou opinar porque eu soube que era Bruno Bock há pouco tempo, então abraço aí para o Bruno Bock.
Confirma essa história aí, direito de resposta aí, fica à vontade aí para xingar o réu aí.
Não, não, mas tem, ele já, ele já é pública essa história, ele já falou assim, foi um selinho segundo ele.
Tá bom, então, mas gente, independente de qualquer coisa, como eu falei, existe um debate sobre direito ao esquecimento. Não estou falando que certos crimes possam ou não ser esquecidos. Mas existe esse debate, né? Pô, a pessoa foi lá, cumpriu o crime, né? Foi julgada, condenada, não é uma pessoa que tá matando. Eu não acho que faz sentido. E ficava, sabe aquela murrinha de toda hora que tinha aqueles, aquelas saidinhas de, ah, Dia das Mães e dos Pais, aí a pessoa sai, aí a pessoa foi que matou os pais.
Tipo, gente, é direito do preso, é direito do preso, independente que se matou ou não, caralho. Faz uma porra de uma PEC falando, não, quem matou os pais não pode ter direito. Mas se isso é um direito constitucional do pé, cara, não vai, é, pessoal, processa o Estado e ganha. Aí vai reclamar que a justiça não funciona, saca? Fica um ciclo vicioso de ignorância meio, meio foda, saca? E, mano, eu não preciso saber da vida dessa garota, bicho, eu não preciso.
Abraça aí para Suzane, onde quer que esteja aí. Eu também, onde quer que esteja. Meu Jesus amado, Bruno Boca de Veludo, vai tomar no cu!
Aliás, também é da comunidade ufológica. E olha aí, ó, todos os assuntos confluindo aí, ó.
Um dia eu vou perguntar para ele se ele me autoriza eu contar a história quando a gente caçou as fitas de Varginha. Tem uma história sobre isso, Rafael, acho que sabe dessa história aí. Tem a história lá do OVNI de Quixadá lá, que a gente também nunca contou. Essa tem que chamar o Keller, cara. Eu tenho que chamar, vai ter que ser eu, Rafael Keller e o réu de ouvinte.
Seria excelente, seria excelente, cara.
A gente tem que fazer isso acontecer.
Os mistérios, olha só, uma ideia, podia ser no podcast também, a gente podia ter um evento de ufologia E a gente contasse essa história ao vivo no palco, cara.
Tá, eu tenho uma ideia, temos uma ideia, temos um plano. Vamos ver, vamos ver se acontece. Então é isso, gente, queria muito agradecer a todos vocês ficaram até aqui. Mais um podcast maravilhindo aí graças a vocês. Queria agradecer vocês que estão aqui no ao vivo. É onde que o pessoal te encontra?
Bom, lá no melhoresdomundo.net toda sexta-feira tem um episódio lá do nosso podcast, mas não é para qualquer um, viu? Só os fortes sobrevivem. É sempre mais de 4 horas de podcast. Esse último, acho que dessa semana teve quase 9 horas de podcast. Mas é isso, conteúdo para vocês se divertirem. Vocês encontram lá no melhoresdomundo.net.
E de vez em quando eu tô lá, né, quando dá tempo aí.
Sim, exatamente. O Andrei sempre passa lá. Aliás, é o legal, é isso. A gente sempre, a gente fomos os pioneiros nisso, né, do mesa bate-papo, mesa de bar, porque é exatamente isso. É como se fosse uma mesa de bar que pessoas vão chegando e vão saindo e o papo continua, né.
Um dia tem que fazer uma versão mesa de bar mesmo, colocar os microfone lá, puxar assim com Thales roteando, a gente bebendo mesmo. Exatamente, com Thales cada vez mais no podcast indo para o buraco ali, porque o Thales tá bêbado, cada vez mais desanimado, né?
Ele vai desanimando, né?
Vai derretendo conforme vai passando.
Muito bom, muito bom. E é isso aí, Rafael, na Twitch, né, Rafa?
Na Twitch, é Twitch, Twitch Jaca Freak, ou no YouTube Hora do Jaca Una, para ver os reacts, para bater um papo, trocar ideia. Às vezes eu converso, tem dia que o pessoal tá tão inspirado e quer, a gente passa 2 horas e meia da live conversando maluquice. Aí Eu faço react, eu vejo, gente, eu tenho que ir embora que minha filha quer dormir, aí eu tenho que ir embora. Mas bate-papo sempre acontece domingo e segunda-feira. A gente faz live domingo 7 horas da noite, segunda-feira 7:30 da noite, e aí vai, geralmente ela é até 10 horas e tal.
Mas não se esqueça de seguir lá a página do Catarse, galera. Vocês vão seguir a página do Catarse, ver se chegamos aí a 200 pessoas seguindo para mês que vem já começar o lançamento do livro Lançamento do livro, campanha com tudo.
Eu quero, quero que esse livro bata uma semana em ouvinte. Se você não fizer isso, eu vou apagar um podcast.
Eu gosto quando o Jacaúna abre janela anônima para perguntas. Eu sempre faço umas perguntas, as mais filha da puta, sempre eu que faço lá.
É por isso que eu não abro mais, porra. Tinha umas perguntas lá, eu falei, porra, mano, para que isso?
Cara, pergunta anônima, tem uma galera que dá uma perdida de mão ali.
É o anonimato que faz isso, né? Libera o pior da pessoa, né?
É por isso que hoje em dia tem que ser com CPF.
Você que desconhece, gente, eu não conheço. Então não adianta me sequestrar, me torturar, fazer eu falar que é um réu.
Tem gente lá do MDM que já convive comigo, sei lá, 20 anos e nunca, nunca me viu.
Caraca, o réu tá jurado de morte já em uns 3 estados já, gente. Você não brinca com isso não. É isso aí, gente. Lembrando, apoia.se/confidencial para que essa fusaca continue rolando sempre, sempre, sempre. E é isso. Gostaria de lembrá-los que não olhem para trás.
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