Episódios de Mundo Freak Confidencial

O Mistério por trás de uma casa Abandonada | MFC EXTRA

29 de maio de 202622min
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As Duas Vidas de Rudolf: https://open.spotify.com/show/3okz3u1rW9O0Lz3fdfmqZiHoje temos um vídeo especial no canal para apresentar As Duas Vidas de Rudolf, novo projeto da Paratopia em parceria com Daniel Lisboa. Trata-se de um podcast investigativo em quatro episódios, construído como uma narrativa documental que parte de uma memória da adolescência e se transforma, quase 30 anos depois, em uma investigação real sobre um personagem cercado por perguntas, rastros e interpretações.A história começa em 1996, quando Daniel, então com 14 anos, entra com amigos em uma casa abandonada na Pompeia, em São Paulo, durante um trabalho escolar de fotografia. O que parecia apenas uma aventura adolescente acaba deixando marcas por décadas, porque dentro daquela casa havia muito mais do que poeira, objetos velhos e imaginação.Ao longo da conversa, o especial apresenta o ponto de partida dessa investigação, o surgimento do nome Rudolf, o clima de mistério em torno da casa e a promessa de uma narrativa que mistura memória, jornalismo, descoberta e elementos que parecem saídos do realismo fantástico brasileiro. Sem entrar em spoilers, o vídeo prepara o terreno para uma história que, segundo os próprios participantes, cruza mundos improváveis e deixa espaço para dúvidas, teorias e assombro.Se você gosta de mistério, investigação, documentários narrativos, histórias reais, casas abandonadas, memória, jornalismo investigativo e narrativas que parecem ficção, mas não são, esse especial é para você. O lançamento de As Duas Vidas de Rudolf acontece em feed próprio, fora do feed do Mundo Freak, e a proposta aqui é justamente apresentar por que essa história merece ser acompanhada desde o começo.▶ Ouça o projeto e acompanhe semanalmente a investigação sobre quem foi Rudolf, o que existia naquela casa e por que essa história ficou viva por tantos anos.💬 Comenta aqui: qual elemento mais te pegou nessa premissa — a casa abandonada, o objeto misterioso, o personagem Rudolf ou a investigação quase 30 anos depois?#Paratopia#AsDuasVidasDeRudolf#DanielLisboa#PodcastInvestigativo#Storytelling#Documentario#Misterio#JornalismoInvestigativo#HistoriaReal

Participantes neste episódio2
A

Andrei

HostDiretor-Geral da Polícia Federal
D

Daniel Lisboa

ConvidadoJornalista
Assuntos5
  • Presentes na vida a doisPodcast investigativo · Daniel Lisboa · Memória da adolescência · Casa abandonada na Pompeia · Rudolf
  • Invasão de casa abandonada em 1996Trabalho escolar de fotografia · Pompeia, São Paulo · Adolescência · Objetos curiosos
  • Casas com presenças espirituaisMistério · Objetos com teor sobrenatural · Realismo fantástico brasileiro
  • Cobertura jornalística SebriniDeus da pauta · Informações básicas · Pesquisa em documentos
  • A Páscoa e seu significadoPersonagem misterioso · Conclusões diferentes · Assombro
Transcrição56 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Além do que conhece por tempo e espaço. O contato com algo além. Não conte para ninguém e nunca olhe para trás. Mundo Freak Confidencial. Longos dias e belas noites, queridos ouvintes. Está começando mais um Mundo Freak Confidencial Especial. Galera.

Eu tenho a honra de gravar aqui um episódio com um querido que eu já vou apresentar para vocês, mas que ficará conhecido por vocês como sendo um garoto invasor de casa. É uma grande denúncia aqui que tem a gangue de crianças invadindo casas, já a gente vai falar sobre isso. Mas que é um grande episódio especial de lançamento das duas vidas de Rudolf, que o astro principal não sou eu,

Também não é o Rudolf, mas é aquele que narra a nossa história. Meu queridíssimo Daniel Lisboa, e aí, meu querido, tudo certo? Tudo certo, Andrei, e você?

Tudo ótimo, melhor agora. Esse episódio está indo ao ar na quinta-feira. E amanhã, a partir do dia de hoje, na sexta-feira, no dia 29 de maio de 2026, estará lançando à noite o nosso As Duas Vidas de Rudolph, um especial de quatro episódios que não é uma ficção, é uma não-ficção, né? É um documentário investigativo, um storytelling, né? Daniel, queria que você falasse um pouquinho, assim, o que é As Duas Vidas de Rudolph.

Bom, antes de tudo, muito obrigado pela apresentação, pelas palavras, Andrei. As Duas Vidas de Rudolph é esse podcast investigativo em quatro episódios, em que eu parto de uma memória da adolescência, de quando eu tinha 14 anos, para começar uma investigação, começar uma investigação agora, quase 30 anos depois.

E uma investigação que, sinceramente, no começo estava mais assim, quase por uma brincadeira, porque eu não tinha muita esperança de que ia levar a algum lugar, depois eu posso explicar o porquê, mas que, para a minha surpresa, sim, me levou para vários lugares. E lugares esses que nós vamos apresentar aos nossos ouvintes.

Olha aí, interessante. Só para avisar também, não vai ter vídeo, não vai ser disponibilizado aqui no YouTube. Se for, vai ser só por áudio. Então você vai conseguir acessar ele em todas as plataformas de podcast, inclusive o link do feed.

Pra você já ir assinando, não vai ser esse feed, não vai ser o feed do Mundo Freak, vai ser um feed especial só pro As Duas Vidas de Rudolph, que a gente espera que você curta pra caramba e tal. Mas vamos lá, Daniel, existe sempre um problema da gente falar sobre uma história em que, principalmente, a gente tem esse personagem misterioso, em que a gente precisa vender essa história, mas não pode dar spoiler, né? Então a gente fica nesse inteirinho. Eu brinquei no início sobre invasões de casa, né? Mas essa história começa aqui, numa década de 90.

com você cometendo crimes. Primeiro eu queria te agradecer, Andrei, porque eu evitei ao máximo, durante todo o processo, usar a palavra invadir, mas você acabou de me entregar. Enfim, eu era apenas um adolescente, eu não sabia que eu estava supostamente cometendo algo ilegal, então me perdoem por isso. Mas sim, essa história, para ser bem específico, ela começa em...

1996, eu tinha 14 anos, como eu já disse, né? E eu fazia, eu morava na Pompeia, morei quase a vida toda na Pompeia, né? Agora que eu mudei. Mas eu fazia natação ali perto de casa. E no caminho pra escola de natação, eu sempre passava em frente a essa casa abandonada.

E como alguém que sempre gostou de histórias de terror, suspense, aventura, eu adorava Casa Abandonada. Até porque naquela época existiam ainda casas abandonadas, não é que nem hoje, que todas foram ao chão praticamente, né? E deram lugar a prédios, na maior parte das vezes, prédios horríveis, além de tudo, infelizmente. Mas eu fiquei com vontade de entrar naquela casa, até que um dia eu tive a desculpa perfeita pra isso, que foi um trabalho de educação artística,

em que o professor pediu alguma coisa do tipo ensaio fotográfico, eu não lembro detalhes, mas era meio um tema livre. Aí eu juntei amigos, falei, bom, a hora é essa, né? Já que é tema livre, vamos entrar na casa e fazer umas fotos lá dentro. E aí foi assim que tudo começou, André.

Perfeito, perfeito. Eu acho que essa é uma premissa muito boa para qualquer história, principalmente, você chega a citar inclusive no podcast, né, Gunis, eu lembro muito daquela, daquele selo, né, do vagalume, né.

que tinha, que era um projeto incrível, que era só essas histórias desse tipo, né? Crançada tendo ideia. É. E a gente sabe, né? A gente tem essas ideias nessa época, mas em 99,9% das vezes, não, você não vive uma grande aventura. Pode viver na sua cabeça, o que é ótimo. Mas na prática, não, né?

E ainda bem, né? Porque geralmente envolve grandes riscos, né? É, bom, se fosse realmente uma grande aventura, eu poderia até correr risco de vida, se fosse como as do cinema e a dos livros, né? Não corri esse risco, poderia pisar ali num piso e desabar, eu poderia não estar aqui? Poderia, mas não aconteceu. E aí, para minha sorte, sim, foi ali uma pequena grande aventura.

para os padrões de um adolescente, porque é claro que a chance de a gente encontrar algo além de poeira, sujeira, entulho, era muito pequena, era apenas uma casa abandonada.

Mas nós encontramos muito mais do que isso, né? Perfeito. E foi por isso que essa história ficou aí na minha cabeça por quase 30 anos. E que agora eu decidi finalmente investigá-la. Perfeito, perfeito. E aí a gente encontra, né? Acho que o ouvinte que tá esperto já com o Catena, né? Rudolf, né?

tem uma ligação com essa casa, que as pessoas vão... Acho que no primeiro episódio, o setup do que é essa realidade já está montada. Eu acredito que os outros episódios são a investigação que leva você a descobrir se...

O que exatamente era aquilo que estava acontecendo. Mas inclusive, é o que está até no trailer, né? Que existe também um teor sobrenatural nesse contexto geral, principalmente dentro dessa casa. E o interessante é que, também novamente sem dar spoilers, né? Mas acho que dá pra gente explorar um pouquinho nesse sentido. De que talvez vocês não estivessem lá arriscando a vida ou algo nesse sentido. Mas o sobrenatural é algo que mexe muito com a gente, principalmente quando você é um adolescente. Ou criança.

Quando você começou assim, e aí eu vou ter que puxar aí o Daniel, molecão ali, entrando na casa. Quando você começa a topar com uma aventura, com esse teor sobrenatural, o que passa pela tua cabeça? Então, eu diria assim, como eu tinha 14 anos, né? Então, assim, não era exatamente mais uma criança, era um adolescente. Então, quando eu entrei na casa, eu não tinha medo de, ah, vou encontrar fantasmas. No começo, nas primeiras, porque eu entrei mais de uma vez, né?

além dessa primeira que eu contei, no começo era mais uma coisa de encontrar objetos curiosos, mas que não necessariamente, talvez, a não ser na minha imaginação, não necessariamente eles não tinham algum teor sobrenatural. Isso aconteceu quando eu encontro um outro objeto, que aí não podemos dar spoilers, né?

este outro objeto, aí sim a história tomou uma outra dimensão, que se fosse no cinema, ou no livro, seria aquele momento em que você percebe que, sim, você está assistindo uma história sobrenatural, né? De suspense. Eu vou dar logo a minha interpretação, porque eu tive o privilégio de escutar os quatro episódios, e eu acho que é uma história que...

sobrenatural, que você é, né, jornalista, todo secularista. Eu tenho que bater aos fatos aqui. Não, aqui a gente, aqui a narrativa, a gente vende a narrativa. Mas, de verdade, eu acho que dá muito pano pra manga, acho que muitos nossos ouvintes que gostam muito desse clima de mistério, vai gerar muita especulação do que as coisas que vocês vão encontrando significa, né? E por mais que vocês pontuem muito...

O que foi essa pessoa? O que foi alguns desses fenômenos de linhas? Ainda assim, é algo que deixa essa coisa do tipo, cara, de fato, parece uma aventura. E que bom, que tem coisas que são muito bem explicadas e outras que são teorizadas, que a gente talvez nunca consiga explicação, mas que realmente é interessante. E quando você chegou a pensar no projeto?

Como é que foi pra você do tipo, cara, eu acho que isso dá jogo? Por que que tu achou que essa história dava uma história dessa? Na verdade, assim, eu passei todo esse tempo com essa história, lembrando dessa casa, das coisas que eu encontrei lá dentro, imaginando, né, mas o que será que acontecia exatamente lá dentro, quem morava lá. Mas eu, durante todo esse tempo, depois que eu virei jornalista,

inclusive, eu não acreditava muito na hipótese de que essa história fosse uma pauta, que pudesse render uma investigação jornalística. Até que um dia, aquelas coisas, eu estava ali meio sem ter o que fazer, e como eu morava perto de onde ficava essa casa, eu tenho um pulo até lá, no quarteirão onde ela ficava.

Mas, de novo, sem grandes expectativas, porque a gente está falando de uma história de 30 anos atrás, uma casa sobre a qual eu não tinha nenhuma informação, muito menos sobre quem morava lá. Então, as chances de eu conseguir puxar algum fio da meada para encontrar uma história, uma história que pudesse ser contada, né?

jornalisticamente, eram muito pequenas. Mas nessa hora tem uma coisa que eu e uns amigos costumamos chamar de deus da pauta, né? Quando você acha que uma pauta não vai pra frente, que você tá perdido, de repente acontece ali. Claro, acontece também por sua iniciativa, que foi o meu caso. Mas de repente surge algo ali.

que abre as portas para você contar uma história. E foi a partir dessa minha visita, desse meu passeio ali no quarteirão onde ficava a casa, que eu consegui as primeiras informações, muito básicas ainda, mas que eu consegui essas informações que me mostraram que sim,

talvez ali tivesse algo que valeria a pena ir atrás, né? Como jornalista. E aí você foi encontrando coisas e etc. Como é que foi o seu pensamento? Quando você começou a esbarrar aquelas informações mais chaves, você falou, como é que você se sentiu? Olha, nesta minha primeira visita, e aí os ouvintes vão saber os detalhes no...

no primeiro episódio, né, já, eu ali já consegui, diria, duas informações muito importantes pra que, duas informações que me mostraram que existia um personagem a ser explorado, a ser pesquisado, né. E foi curioso, porque não foi logo de cara que eu consegui.

essas informações. Mas quando eu meio que já estava quase que desistindo, talvez, quando uma dessas pessoas com quem eu falei, nesse pedaço da rua onde ficava a casa, trouxe a primeira informação que abriu tudo. A partir dela, eu comecei a pesquisar em documentos.

E a partir de ali a história foi nascendo. Então é isso, uma pessoa X que, pra minha sorte, mora ali naquele quarteirão até hoje, conseguiu, poderia não ter batido nessa casa.

Mas foi a partir dali que eu consegui essas duas, eu diria até confirmações, que são coisas que eu já sabia a respeito da casa. Mas a partir dali a coisa começou a ganhar corpo, né? Porque às vezes é isso. No jornalismo você precisa ali puxar um fiozinho, né? Às vezes não vem nada, às vezes vem muita coisa, como foi nesse caso. Sim.

É, eu fico imaginando porque assim, né, principalmente aqui em São Paulo, né, é muita burocracia pra qualquer coisa, né, então você ter um terreno, você ter uma casa, é muito difícil você não conseguir puxar nada, só que ao mesmo tempo a gente fica se perguntando, poxa, uma casa abandonada, em que, quer dizer, talvez nenhum herdeiro tenha vindo, né, ir lá pra morar, nem que seja pra vender, pra fazer alguma coisa, tu já fica, mano, alguma coisa aconteceu, tem algum embrólio aqui, no mínimo,

que eu tenho que ver que talvez seja realmente muito curioso, assim, nesse rolê. Você se sente satisfeito com o final? Olha, primeiro, sobre o que você comentou, é assim, tudo isso, todos esses objetos...

inclusive aquele muito importante, que eu ainda não vou contar, né, qual é. Os ouvintes já devem estar xingando a gente. Desculpa, pessoal, mas não dá porque é o ponto alto aí do primeiro episódio. Eram coisas muito pessoais, né, e que aparentemente estavam largadas ali há bastante tempo. Então isso já te faz pensar por que coisas tão pessoais estão aqui nesse estado, largados no meio do...

do mofo, da poeira, porque não é o que a gente imagina, a gente imagina que se a gente sair de um lugar, se a gente morrer, a gente não vai querer coisas muito pessoais nossas largadas lá. Normalmente acontece alguma coisa, a casa é vendida, demolida, alguém fica com esses objetos ou joga eles fora, e não foi o que aconteceu. Sobre o resultado,

da investigação, sim, é claro que sempre sobra aquele quero mais, mas eu diria que, aí de novo, talvez os ouvintes ficam bravos, eu diria que um dos aspectos a respeito do Rudolf, eu fiquei bem satisfeito, o outro ainda me pega, me faz imaginar muita coisa, mas é aquilo.

Como eu disse, eu fui muito mais longe do que eu imaginava. Então, reclamar do resultado, eu não posso. Com certeza. Perfeito, perfeito. É, do meu ponto de vista, é uma história que ela mexe principalmente com duas grandes...

como é que eu posso falar assim? Duas grandes feridas maltratadas do Brasil. Um vai para um lado mais político, o outro vai para um lado mais do fenômeno que se envolve aí. E o que é muito interessante, porque junta uma parada que às vezes não tem nada a ver uma coisa com a outra.

que tu fala, cara, como o Brasil é esse país que permite o realismo mágico, o realismo fantástico brasileiro. É, inclusive, eu acho que eu até nem tinha pensado muito sobre esse ponto, mas é uma história que, assim, eu diria que só poderia acontecer no Brasil um personagem como esse. E quando as pessoas escutarem, elas vão entender. Porque é isso, une dois mundos que, assim, absolutamente improváveis de você imaginar o,,

algumas ligações entre eles. Então, sob esse ponto de vista, é uma história bem brasileira. Diria que só no Brasil acharíamos um personagem desse. Perfeito, perfeito. Então, pra gente ir também pro nosso encerramento, já que se a gente começar a abrir a boca, eu vou agressar da spoiler. Daniel, qual a tua expectativa aí? O que que você...

espera aí do projeto, dos ouvintes, né? O que que você gostaria, assim, com o final desse projeto? A pessoa terminou de escutar o último episódio, assim, o que que você espera que aconteça?

Bom, primeiro, espero que as pessoas escutem. Muitas, por favor, gente. Se vocês gostarem, por favor, compartilhem, indiquem. O que eu gostaria, no final, é que elas se sintam envolvidas pelo personagem. Talvez elas fiquem com as mesmas questões que... Talvez elas fiquem satisfeitas com algumas respostas. Talvez não, o que faz parte também. Mas eu tenho certeza que...

muita gente vai ficar algum tempo com esse personagem na cabeça. E uma coisa interessante é que eu acho que cada ouvinte vai chegar a uma conclusão diferente sobre quem era essa pessoa, quem era o Rudolf. O que se por um lado, às vezes, principalmente no jornalismo, pode deixar...

pode deixar a gente frustrado, ah, mas eu quero aqui uma resposta definitiva, por outro, abre, às vezes, você abre caminhos para várias possíveis respostas e todas elas são interessantes, né, podiam ser todas respostas chatas, mas não, nenhuma, então, pra resumir, eu acho que eu gostaria que as pessoas se sentissem ali, assombradas, assombradas no bom sentido, gente.

por esse personagem. Se for no mal, não é culpa minha. Eu espero que elas fiquem assombradas também no mau sentido, não consigam dormir à noite. Aí eu andrei falando, gente, mas isso pode acontecer. Exatamente. A ponto da pessoa falar, amigo, amiga, olha esse podcast aqui, o que tu acha dessa história aqui? E divulgar bastante o podcast, né? É isso, gente. Por amor de Deus, divulga o podcast.

É um projeto do coração aqui da Paratopia Podcast Storytelling, em parceira com o Daniel Lisboa, que traz pra gente essa história única. E olha que eu já vi muita história nesse mundo friki, desde 2012, e eu vou dizer que essa história me surpreendeu bastante. Quando você chegou pra gente e falou, cara, tem uma história aqui que é isso, isso e isso. Eu falei, não, que isso, mano. Pois é. Assim, isso pontuou toda a minha apuração.

de tempos em tempos era isso é bom demais pra ser verdade. Então...

O que é raro acontecer às vezes. Pois é, né? É, como a gente falou, o Brasil tem essa mania de às vezes acontecer coisas e a gente fala não, isso aqui é ficção. Se eu escrevesse isso na vida real, a pessoa ia falar que eu tô forçando a barra. Exato, sim, sim. E o Brasil permite, né? O Brasil permite. Então é isso, Daniel. Mensagem final aí pros nossos ouvintes e a gente já se encerra aqui. Mensagem final, por favor. Escutem.

vai ao ar aí no final da sexta-feira, dia 29 e espero que vocês se divirtam e que principalmente vocês fiquem aí tão presos à história como eu fiquei de querer saber mais de imaginar quem seria esse personagem

Perfeito, perfeito, perfeito. E desejo exatamente a mesma coisa. Agradecer você que ficou até aqui, você que está empolgado. Lembrando, amanhã, lá para as 8h, 9h... Ainda estou acertando o horário, mas entre as 8h e 9h ali deve estar estreando o primeiro episódio. E vão ser episódios semanais. Então vamos aí em junho inteiro, desvendando juntos aí quem foi esse Rudolf. Que história é essa? Esquece a Copa, gente.

Foca no Curofe. Exatamente. Vai dar menos decepção. Olha, isso eu posso quase garantir. Perfeito, perfeito, gente. Então é isso. Um grande abraço pra todos vocês e aquilo não vale. Obrigado, obrigado a todo mundo. Valeu, Andrei. Valeu. Obrigado.

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