Desvendando a Conspiração Monark | MFC 615
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Na live de hoje do Mundo Freak, vamos falar sobre uma das trajetórias mais contraditórias, influentes e controversas da internet brasileira: Monark, nome artístico de Bruno Monteiro Aiub.Antes de se tornar um dos rostos mais conhecidos dos podcasts brasileiros, Monark foi um dos pioneiros da comunidade nacional de Minecraft no YouTube. Com o canal RandonsPlays, criado em 2010, ele cresceu em uma época em que conteúdo de games ainda estava se formando no Brasil e ajudou a popularizar esse formato para uma geração inteira.Depois da fase gamer, veio o Flow Podcast, criado em 2018 com Igor 3K e Gianzão. O programa ajudou a consolidar no Brasil o modelo de videocast longo, informal e ao vivo, recebendo artistas, influenciadores, empresários e políticos em conversas que fugiam do formato tradicional de entrevista.Mas a espontaneidade que ajudou a construir o personagem público de Monark também se tornou um risco cada vez maior. À medida que o Flow crescia, as discussões passaram a envolver política, liberdade de expressão, eleições, instituições, desinformação e temas sensíveis tratados muitas vezes sem o cuidado proporcional ao alcance do programa.O ponto de ruptura aconteceu em fevereiro de 2022, quando Monark defendeu, durante uma discussão sobre liberdade de expressão, a possibilidade de existir um partido nazista legalizado no Brasil. A fala gerou forte reação pública, rompimento com patrocinadores e seu desligamento do Flow Podcast.Após sair do programa, Monark lançou o Monark Talks, aproximou-se ainda mais de discursos libertários, antissistema e de direita radical, passou a enfrentar bloqueios, investigações e disputas envolvendo redes sociais, monetização e decisões judiciais.A live também discute uma questão que continua atual: onde termina a liberdade de expressão e onde começam responsabilidade, propaganda política, desinformação, incitação e o descumprimento de decisões judiciais?Vamos passar pela ida aos Estados Unidos, a criação da plataforma Bunker555, o desbloqueio parcial de redes, a volta ao Brasil em 2025 e a tentativa recente de retornar ao YouTube usando o nome Bruno Aiub Show, canal removido poucos dias depois pela plataforma.Monark é apenas uma vítima de cancelamento? Um caso de radicalização e autossabotagem? Ou o retrato de como a internet transforma espontaneidade, polêmica e engajamento em um ciclo difícil de interromper?▶ Chega no chat e comenta: qual foi, para você, o momento decisivo que mudou a trajetória de Monark?Apoie o Mundo Freak: https://apoia.se/confidencialRafael Jacauna Autor (Instagram): https://www.instagram.com/rafaeljacaunaautor/Lynda MD: http://lyndamd.com.brAnuncie com a Paratopia: https://www.instagram.com/paratopiapodcast/Edição: https://www.instagram.com/instadogrmachado/#MundoFreak#LiveMundoFreak#Monark#BrunoAiub#FlowPodcast#MonarkTalks#YouTubeBrasil#InternetBrasileira#LiberdadeDeExpressão#Cancelamento#Podcasts#Bunker555
- Regulação vs. Liberdade de ExpressãoDefesa de partido nazista · Reação pública e consequências · Limites da liberdade de expressão · Discurso de ódio e desinformação
- Teorias da ConspiraçãoAscensão da extrema-direita · Discurso antivacina e terraplanismo · Alex Jones · Síndrome de perseguição · Cidades subterrâneas secretas
- Monark e Flow PodcastRadicalização e autossabotagem · Impacto do algoritmo · Perda de patrocínios e banimentos · Eduardo Bolsonaro e exílio · Retorno ao Brasil e novas plataformas
- Prescrição de Drogas PsicoativasPredisposição a transtornos · Abuso de maconha e outras substâncias · Possível esquizofrenia · Rigidez cognitiva
- Consequências jurídicas e financeirasProcessos judiciais e determinações legais · Acusações de fraude eleitoral · Debate sobre a aplicação da lei
- Retorno de Monark e Nova FaseInício no YouTube com Minecraft · Criação do Flow Podcast · Superação e Inspiração · Ascensão e sucesso do Flow
- Teorias sobre Crianças Trans e SeitasAlegações sobre transicionamento infantil · Teoria de seitas globais (Illuminati, Maçons) · Comparação com práticas históricas (Castrati) · Discussão sobre The Boys (Temporada 3 e 4)
- Bater o leque para o algoritmoCriação de bolhas conspiratórias · Deixa Fedê YouTube · Busca por validação e engajamento · Manipulação emocional e clickbait
- Videocast Cá Entre NósFormato longo e informal · Popularização da mídia · Impacto da pandemia · Cortes e viralização
- Desconexão da realidadePercepção de ser observado e perseguido · Acreditar que todos são atores · Descolamento da realidade
Longos dias e belas noites, queridos ouvintes. Está começando mais um Mundo Freak Confidencial. Já começou! Eu sou Andrei Fernandes e para me ajudar temos aqui ele, que já deve ter jogado muito Minecraft, Rafa Jacão, né, cara?
É uma bronca que meu filho tem comigo. Eu nunca joguei Minecraft com ele. Não, nunca joguei Minecraft. Com ele também não, mas é um trauma.
A gente vai virar um trauma na terapia daqui algum tempo.
Não jogo outras coisas com ele, mas eu tenho vontade de comprar Minecraft, mas eu tenho uma preguiça de pagar o preço do Minecraft, então complica.
Entendi. E temos aqui nosso queridíssimo Cristiano Zoucas.
Pô, Minecraft é maneiro para caraca, cara. Sabe o que que não é maneiro? Monark.
Sabe o que não é maneiro? Nazismo.
Nazismo não é maneiro.
E temos aqui nosso queridíssimo, vindo diretamente lá do inferno, né, da agência da CIA, Ivo Orel.
E aí, galera, tudo bem? Tamo aí para falar dessa desgraça.
Galera, vocês que estão estranhando o tema, é o seguinte, gente, a gente foi contaminado pelo algoritmo do YouTube. Já tem algum tempo que a gente está querendo— a gente não, eu tava querendo gravar, vou revelar logo, eu estava querendo gravar essa pauta Porque sendo bem honesto, eu não sei o que está acontecendo com o nosso menino prodígio Bruno Ayub Monark, né? Você é polêmica inclusive nesse episódio. Vou tentar fazer um advogado do diabo aqui, mas não sei se eu vou conseguir.
É isso aqui do clickbait, gente.
É isso aqui, ó.
Você tá a um passo de fazer igual esses cara aí, igual Gorgonóide, esses cara que chama o Monark para ficar Dando pau para ele.
E se Monark aparecer aqui até o final dessa live, eu chamo ele, vai compor aqui a mesa, a gente vai debater um pouco com ele aqui. Essa é a grande verdade. Hoje a gente vai falar sobre conspiração, gente, porque se você não conhece, né, nosso queridíssimo Bruno Ayub Monark, né, que era um YouTuber bastante famoso, ele virou esse cara das conspirações. E a gente vai debater um pouco sobre o que que a gente acha sobre isso, né? É claro que vai ser um pouco leodino aqui, talvez, ok, ok, ok, ok, é do outro, né?
É do lado da RedeTV. Mas a ideia geral é que a gente comente um pouco sobre esse universo das teorias da conspiração que rondam a internet, que tiram nossos brilhantes jovens empreendedores do caminho do bem e da luz, né? Logo depois dos recados, e a gente Já volta. Também que não é recado, esqueci. Agora vinha.
Além do que conhece por tempo e espaço, o contato com algo além. Não conte para ninguém e nunca olhe para trás.
Mundo Free Confidencial.
Galera, antes da gente entrar nesse tema polêmico, primeiramente queria agradecer sempre que vocês estão aqui. Lembrando a todos que o QR code que está aí na tela aí que está tampando, quase tampando a fuça do réu, mas como não tem câmera, vamos usar, vamos usar ele aqui para esse momento, é que vocês podem encontrar o nosso Apoia.se, apoia.se/confidencial, no qual você pode ajudar a gente a aumentar a nossa pirâmide Illuminati.
Então, para você que se pergunta, Andrei, cadê aquele, cadê o episódio 100 do Asta Xerã? A gente teve 100, acho que já chegou mais de 100 episódios que foram retirados do Spotify por causa de violações de direito autoral, porque era época que, 2012, nessa época que enfim, Ecad já tinha morrido. A gente pensou que isso nunca fosse acontecer. Mentira, a gente pensou tanto que a gente reformulou o programa há anos atrás justamente para não dar esse tipo de problema.
Mas infelizmente, dos 150 para trás, tiveram vários episódios que foram retirados do ar. E se você que tiver naquela vontade de fazer a Maratona Mundo Fric, você pode assinar o nosso conteúdo que lá no nosso mural você vai encontrar acesso à íntegra, todos os episódios do Mundo Freak Confidencial, inclusive extras, né? Então vai ser uma coisa bem interessante. Vai ter acesso ao nosso grupo secreto, vai ter acesso ao quê? A um monte de coisa.
Vai ter acesso ao beijo da careca do Rafael. Lembrando, levante com essa atenção, que não pagamos o frete. Isso aí vai ter que resolver com você. É só uma careca, Rafael é casado. Então tirem, tirem aí o cavalinho da chuva, né?
Então, mas o Andrei está solteiro.
Eu nunca mais amarei novamente. Fica aqui o meu statement. Isso aí acabou, acabou essa fase. Agora é Peaky Blinders.
Agora vai virar isso ou não, Andrei? Pelo amor de Deus.
É misterioso, né? E não estranho.
As 5 dicas misteriosas de Andrei para pegar mulher.
Mas o catarse mudou para dia 8. Ah, tá, ok, vai ser dia 8 porque o pessoal falou, pô, Rafael, só recebo no quinto dia, você vai abrir a porta do catarse dia primeiro, seu animal?
Aí eu falei assim, você perde uma semana aí, né, de catarse.
Aí eu falei para as pessoas, vocês têm um ponto, vocês têm um ponto. Então catarse passou para o dia 8 justamente para a galera poder aproveitar aí os primeiros dias com aqueles descontos maravilhosos, né, que início de apoio geralmente tem.
Boa, boa.
Então você vai lá, para você que não sabe e está dando mole, temos aqui o livro de estreia de senhor Rafael Jacaúna, A Sombra de Lo Infiltrador, um livro de fantasia obscura. Como é que é? É dark romance?
Não, dark romance é outra coisa.
Então dia 8, então mudou, não é sábado não, é o próximo sábado, próximo sábado, dia 8, tem 10 dias. Se você quiser entrar aqui na campanha, no endereço tá aqui, catarse.com.br/a-sombra-do-infiltrador. Você clica no seu coraçãozinho aqui e você vai ser lembrado quando a campanha estiver no ar. E ó, aproveita que o Rafael falou, ó, vão ter recompensas para os primeiros que pegarem, certo, Rafael?
Certíssimo. Desconto e recompensas especiais para a galera de começo, do início.
Pô, já que tem que fazer uma noite de autógrafo, ia ser legal, cara.
Eu tô preocupado nesse momento de conseguir atingir o apoio necessário. Aí depois, quem sabe, eu faço autógrafo. Senão vou prometer autógrafo, aí ninguém compra, aí fodeu.
Sozinho, já, aquela esperando a galera, é triste.
Vai acontecer isso não, mas vai acontecer. E vai acontecer em uma semana, vocês vão bater essa meta, ou meu nome não é Rubens Edvaldo Filho. Fica aí para vocês. Vamos lá, tem mais algum recado? Acho que é isso, né?
Acho que é isso.
Tem as nossas camisas lá numa penca, vai estar o link aí para vocês. Nossas camisas clássicas do Mundo Freak. Tem 3 camisas do Mundo Freak e uma do Magicano. Dê uma olhada nas peças. Vai estar aí no link do episódio para vocês. E é isso aí, tem mais recado aqui?
Não.
Rafael já estourou já o tempo dele de propaganda, a gente já pode começar aí o nosso episódio falando sobre o nosso queridíssimo.
Dá um esporro aí na galera aí, cara. 180 pessoas assistindo, só 35 likes.
Eu acabei de dar um, galera, vocês nasceram para ser mais YouTuber do que eu, porque eu nunca esqueço, nunca Nunca lembro dessa porra, né? Então, galera, dê a sua curtida, dê a sua recomendada, sua compartilhada, sua comentada, mande para o seu coleguinha, mande para o seu amiguinho, 5 estrelas. É isso aí, ative o sininho, serviço completo, barba, cabelo e bigode. Isso aí, perfeito, perfeito. Então é isso, gente, eu estou fingindo, eu tô fazendo igual o craque Daniel, estou fingindo que tô fazendo anotações como se eu fosse, tiver grandes coisas para falar.
Galera, vamos lá, Monark é o nome artístico de Bruno Monteiro Ayub, nascido em 17 de agosto de 1990. Um ano mais velho que eu, né, na cidade de São Paulo. Ele tem hoje 35 anos, né, deve fazer 36 esse ano. E ele é uma personalidade da internet. E caso você não conheça, assim, e isso eu acho interessante, assim, o primeiro predicado do Monark é: eu acho que é quase impossível você acertar duas vezes na internet com coisas tão diferentes.
Eu acho que isso mostra pra gente que ou ele é o cara que foi atingido por 2 raios no mesmo espaço, ou de fato ele tem alguma visão ou algum processo profissional, que eu acho que isso é louvável da parte dele, né? Porque ele começa nos primórdios do YouTube, principalmente a partir dos vídeos de Minecraft, né? Ele era daquela patota gamer, enfim. Eventualmente, em algum momento, as coisas começam a desandar, né? Ele vai caindo um pouco assim no ostracismo, sempre tava lá fazendo coisinha, Mas ele era talvez o maior canal de Minecraft do Brasil na época.
Isso era alguma coisa, não existia essa cacetada de YouTuber gamer, né? Eram os games que bombavam ali na época. E eventualmente, lá para 2017, 2018, ele estreia um novo canal com Igor 3K, é que é uma inspiração, né, barra cópia, né, do Joe Rogan, do podcast do Joe Rogan, que lá fora sempre fez muito sucesso, tanto que depois até foi comprado pelo Spotify. Eu lembro, eu lembro disso como se fosse ontem, porque teve uma galera vindo cobrar a gente porque que o Spotify comprou o Joe Rogan, como se eu fosse o CEO do Spotify.
Então mandar um abraço para vocês aí, mandar um abraço para vocês aí, vocês têm noção do cacete.
O André, eles perguntaram assim, na época que isso rolou você já tava já careca de fazer podcast muito tempo. Vocês não pensaram fazer podcast em vídeo naquela época? Você tipo, ai, prefiro áudio.
Porque a gente que é feio, a gente, o áudio é mais confortável. É, né? Não, mas brincadeiras à parte, eu sempre gostei muito da ideia do YouTube, mas podcast em áudio, né, era o rolê que eu amava, né, fazer. Era o que me fez apaixonar, né? Mas e aí tem aquela coisa da estrutura, do espaço, da câmera, da iluminação. É uma coisa meio que Se você não tiver disposto a sacrificar, o rolê também, né?
Demais.
Sim, bastante, bastante, né?
Primeiro que, vamos lá, o Andrei sempre gostou muito mais da parada do áudio, da edição e tal. Mas como eu tava falando, o Andrei mora em São Paulo, eu moro no Rio, né? E a gente não vem de, tipo, o Igor Monark já tinha uma grana para investir, eles poderiam fazer isso. E nesse caso aqui a gente não tinha como eu sair do Rio, morar em São Paulo, vice-versa e tal. Fora que a dinâmica de todo mundo que participa aqui do podcast também é uma dinâmica que cada um mora no lugar.
Tu pode morar em Brasília e tal, isso perderia se o podcast fosse somente ao vivo, né?
É, 2018 era proibitivo fazer um programa como esse assim que a gente tá fazendo agora.
Aliás, como o Jacão me contou aí, o lance da como a Monark tinha uma grana, esse foi um dos motivos inclusive do, digamos, o final do canal dele, porque ele tinha estipulado uma meta de juntar R$1 milhão com o canal de game dele. E quando ele atingiu, ele meio que se sentiu, digamos assim, sem objetivos na vida e acabou desanimando, reduziu a produção de conteúdo, foi meio que determinante assim. Quando ele junta com Igor 3K, o canal de de game dos dois inclusive já tava, digamos assim, meio que abandonado, né?
E eles, como tinham dinheiro em caixa, né, resolveram juntar ali os trapos e fazer alguma coisa.
O cara atinge 1 milhão e fica depressivo.
Ah, meu irmão, na moral, cara. E é foda porque eu lembro que existia uma espécie de discussão muito importante, né, Porque quando o YouTube começou a aparecer com essas produções de conteúdo de galera muito jovem, né, quando eu falo galera muito jovem, até mesmo dos 20 e pouquinho, né, é adulto, mas meio que na sua carreira, se você for escolher qualquer outro tipo de opção profissional, dos 20 aos 30 você tá meio que se estabilizando naquele tipo de carreira, se você não quiser fazer uma grande mudança profunda no seu estado profissional.
Então eu lembro muito que nessas eras de U-Pix, etc., entre 2010 a 2020, a gente teve essa ascensão desses molecões, entre aspas, que começavam a fazer conteúdo e que muito se colocava do tipo, mano, será que essas pessoas elas têm cabeça para isso? Será que, como é que se constrói uma reputação? Como é que você constrói esse caminho das pedras relacionados a isso, né? Que depois vai para o final dessa década, vai começar um pouco dessas inspirações para uma galera ainda mais nova, né, que vai olhar para essas pessoas e falar, eu também quero fazer isso.
Mas nesse primeiro momento eu acho algo muito interessante, que beleza, como o próprio Raul tá O Zoucas perguntou, pô, se eles nunca pensarem no YouTube. Antes da, até antes da pandemia, você começar um canal no YouTube demandava um esforço muito grande, que mesmo a gente trabalhando com áudio, né, era uma coisa muitas vezes proibitiva. Aí vieram as ferramentas, principalmente por causa da pandemia, né, as ferramentas se sofisticaram muito, né, tecnologicamente falando, baratearam de custo, tiveram várias opções aí pela internet, etc., né.
Mas eu acho que isso tudo tem a ver um pouco com a nossa bola que a gente tá aqui formando no início desse tema, que é o seguinte, né, com relação a isso lá fora, o YouTube também tava ocorrendo o mesmo processo, talvez um pouco mais à frente. E aparece o Joe Rogan, né, que era, se eu não me engano, ele era comediante. Não conheço muito da história do Joe Rogan, mas se eu não me engano ele era um cara da comédia. E ele constrói esse podcast que vai ser o podcast.
Qual é a questão do podcast, gente? Podcast é uma mídia que você distribui através do feed. Por que que convencionou-se a chamar videocast de entrevista de podcast? É porque ele disponibilizava por live e por vídeo a gravação do podcast, e depois o podcast ia se tornar podcast sendo distribuído em todas as outras mídias. Então começou-se a aglutinar toda essa ideia de podcast de entrevista, etc., e o podcast de Joe Rogan fez muito sucesso, principalmente com a ascensão dessa nova direita, a ascensão dessa extrema-direita.
Então, enquanto a gente via uma CNN da vida, uma Fox News chamando pessoas que, beleza, podiam ter vários tipos de posicionamento, mas eram pessoas do núcleo institucional, né, era às vezes uma pessoa mais centro-direita, mais centro-esquerda, etc., né, a gente começou a ver essa ascensão do radicalismo principalmente com a abertura dessa mídia independente. De pessoas que, não, mano, vamos chamar esse cara antivacina porque ele tem uma coisa pra falar, né?
E é claro que a gente vai ter vários embates éticos, né? Eu acho que quem tá escutando isso agora, né, você ouvinte, você tem a sua opinião formada. Acredito que você saiba mais ou menos qual é a nossa opinião, não deve diferir muito com relação a isso. Mas que isso virou uma espécie de free zone em que esses canais eles se tornaram muito visados, do tipo, mano, eu quero ir lá pra falar qualquer bobagem E meio que num aspecto do tipo, o Jorom como entrevistador, e eu assumo isso como inspiração de diversos desses outros podcasts de entrevista, é um cara que ele faz perguntas e até tem algum grau de conversa, mas ele não é um cara muito disposto a bater boca.
Por exemplo, ele não é um cara, por exemplo, que o cara fala, a pessoa falar um absurdo, ele não é um cara que ele vai censurar, ele não é um cara que vai acabar com a live. Não, é um rolê do tipo, mano, deixa a pessoa falar, e a partir daí Liberdade de expressão.
É muito do porquê muitas vezes os mesacasts, a galera tá disposta a deixar a pessoa falar e eles se colocam numa parada que eles não são jornalistas, né? Não, não sou jornalista, aqui é um bate-papo que a gente vai trocar uma ideia. Então eles querem que a pessoa fale porque isso dá audiência, porque eles podem falar: não, não, só perguntei, a pessoa falou a opinião dela livremente, eu aqui só conduzi. Eu não tenho culpa que se a fala, a pessoa for criminosa, algo do tipo.
Não, eu não tenho culpa, ela que disse. Então isso também, o ao vivo também tira muito de cima da pessoa. Por exemplo, quando a gente viu isso aqui no Brasil muito forte no SBT, quando o SBT, o programa do Gugu, foi lá e botou pessoas que eram de um grupo de traficante do Brasil e fingindo que eram. Pô, aquilo ali passou por edição, por cuidado, por várias coisas. Agora, se aquilo ali fosse ao vivo, né, como que aconteceu? Ah, os cara vieram aqui e revelaram ao vivo, eu não tenho culpa.
Então tem muito do ao vivo como essa desculpa de isentar o entrevistador, muitas vezes.
É tanto que no próprio, né, na banheira do Gugu ao vivo vazava um peitinho, né, tal, ao meio-dia, né, cara, meio-dia ali.
Uma curiosidade sobre, só para completar o que o Andrei tava falando, que o Joe Rogan começou na verdade por insistência de um amigo dele. Ele não queria fazer programa em vídeo, a ideia era fazer apenas um chat ao vivo com o público, ele, porque ele como era comediante falando com os fãs dele. E aí o pessoal fala assim, cara, não consigo estar ao vivo, Mas seria muito bacana poder ouvir você no carro, lavando a louça, qualquer coisa assim.
Aí o amigo dele, cara, por que você não pega o áudio disso aí e coloca no, né, no feed, no agregador, para ser tipo um podcast? Aí começou a ideia de fazer vídeo com áudio, né? E aí exatamente isso, essa parada que você falou é perfeita, ô Jaca, porque o lance da live isenta ele totalmente, ao mesmo tempo dá abertura para a galera falar coisas absurdas, né, que gera cortes incríveis, né, entre aspas, gera cortes incríveis. E o cara mesmo, Joe Rogan, no caso aí o Monark, ou sei lá quem for, fica completamente isento.
Só que eu lembro do Skylab, você lembra da entrevista do Skylab, né? O Skylab falava exatamente isso naquela época assim, gente, não é bem assim, é porque assim, vocês têm uma, vocês têm uma responsabilidade, essas pessoas, vocês trazem aqui pessoas que falam coisas absurdas, vocês têm sim a responsabilidade. Né? Vocês lembram dessa entrevista bem crível?
Sim, sim, sim, sim, sim.
Então, e eu acho que aqui no Brasil a galera do podcast, não vou citar nomes aí, mas sabe que os podcasts mais famosos do Brasil, né, também tinham o mesmo argumento de aqui é um papo de bar, aqui a gente pode falar qualquer coisa porque somos 4, 3, 5 amigos conversando e tá tudo bem. O tempo fez muitos desses podcasts mudarem. Eles modificaram, alguns já até terminaram, mas eles 5, 10 anos atrás também se isentavam de culpa falando que era um papo de bar. Esse era a cortina principal de muita dessa galera.
É essa ideia de você ter esse formato papo de bar, era uma coisa que era muito difundida durante os podcasts mesa redonda, tipo MDM, Nerdcast, etc., que era, era muito esse rolê do tipo, mano, de fato, vamos chamar os nossos amigos E o podcast sempre foi uma mídia relativamente pequena, né? Tipo, até apareceu o primeiro processo dentro da podósfera, eu lembro que foi assim, eu posso desconhecer algum outro, né? Mas eu lembro que foi lá para 2014, por aí, né?
E era uma parada que já tava anos rolando a mídia, né? Então, só que ainda assim, novamente, eu acho que não dá para a gente tirar toda essa situação do contexto do que estava acontecendo lá fora com essa, essa ascensão desse radicalismo extrema-direita, né? A gente vai ter, por exemplo, aqueles canais, como por exemplo, que era um blog barra site barra portal, né, o InfoWars do Alex Jones, por exemplo, que era esse tipo de pessoa que muitas vezes aparecia dentro do podcast falando coisas antivacina, espalhando teorias da conspiração, eventualmente um cara de terra plana.
E por mais que, só pontuar aqui que o Joe Rogan desde o início sempre teve essa postura de ser um cara amante de conspirações assim. Desde o início do projeto do podcast dele, ainda quando era desde lá com o Brian Redburn, que era só os dois na Twitch lá falando em webcam, tipo assim, o papo deles rolava muito sobre isso assim. E ele sempre foi um grande entusiasta de que o pouso na Lua era mentira, né? O próprio, ele sempre acreditou nisso, né?
E sempre foi um cara que deu muita, muita voz para isso, né? Então Tipo assim, ele já era um cara, né, propenso, né, a esse tipo de—
não, com certeza, somado à ideia da liberdade de expressão, né, sempre é coisa bem americana, né.
Isso que eu ia falar, lá a parada lá é completamente diferente daqui. Aqui você responsabiliza criminalmente o veículo, né. Aqui, tipo, se o cara falar merda no seu podcast, o seu podcast vai ser responsabilizado também, né. Agora lá nos Estados Unidos é outra parada, velho. Lá você pode falar merda que você quiser, cara, porque lá não, aquela quinta emenda, né, que dá direito, dá direito a você falar qualquer merda e sem nenhum tipo de penalização.
É mais ou menos, né? Existe uma, é, os Estados Unidos ele é muito mais permitido. Eu não sou uma pessoa super entendida em política americana, nem muito perto disso, mas eu sinto que é muito difundida essa ideia de que nos Estados Unidos pode ser tudo, pode se falar tudo. E realmente ele é muito mais permissivo do que aqui no Brasil quanto à liberdade de expressão. Mas, por exemplo, o Alex Jones é um cara que a carreira dele acabou depois dele começou a espalhar teorias da conspiração, depois daquele massacre na escola maternal lá do Sandy Hook, por exemplo, né?
Então assim, pode falar tudo, pode falar meio que tudo, mas também não é desse jeito igual certa galera defende com propriedade.
Não, mas calma aí, calma aí. A carreira dele acabou porque ele foi preso?
Não, ele não foi preso, mas ele foi processado e ele perdeu o portal dele. Tanto que o InfoWars foi comprado agora pelo The Onion, né, que é uma espécie de sensacionalista lá dos Estados Unidos.
Fantástico, hein, cara.
Teria que ver exatamente qual foi o enquadramento que ele entrou juridicamente. Esse que é o ponto.
Mas aí, mas aí, eu acho que independente do enquadramento, ou se é ou não, a grande questão é como que a opinião pública molda a maneira como a gente cria, legisla, cria leis e como a gente faz aplicação dessas leis. Existe aí, eu posso puxar aí, não tem ninguém do Vira Casacas aqui, por exemplo, para explicar isso. E também não é como se fosse um grande oba-oba a Constituição. Obviamente existem limitações do que você consegue meio que distorcer e contorcer ali para isentar ou criminalizar alguém.
Mas é óbvio que o zeitgeist ele molda a maneira como a gente encara as leis e as regras, né? Nesse caso específico do Sandy Hook foi realmente algo muito ultrajante para a sociedade americana, o que talvez possa ter aumentado o peso do martelo da justiça nessa, nesse caso, por exemplo. Talvez por uma Suprema Corte ela poderia falar: não, o cara pode falar, ele pode divulgar que, porque ele falou, cara, mano, e foi um atentado que invadiram uma escola de criancinha muito pequena, não é nem de adolescente, era de criancinha de 5, 7 anos de idade, saca?
Um monte delas que foram mortas, né? E para vir uma pessoa divulgar que na verdade todos aqueles pais de alunos sofrendo eram atores, né? Então assim, é para a gente ver como essa discussão ela é muito complexa e muito maleável dependendo do contexto que a gente tá, e que também vai, vai invariavelmente. Mas eu sinto que nessa primeira década, como eu tava falando, 2010, 2020, meio que a nossa sociedade tava meio que patinando, tentando encontrar como que a gente encara essa situação.
Que agora tem esses malucos do caralho indo para canais que deveriam ser irrelevantes para mídia, né, independente, como a gente, por exemplo, do mundo friki. Por exemplo, eu hoje, né, se a gente estourasse de, em algum corte, ter mil pessoas, cara, às vezes é uma parada que às vezes nem a Globo vai ter de audiência naquele horário. Independente de como for. Não tô falando que a gente é maior que a Globo não, pelo amor de Deus.
O que eu tô falando é o impacto às vezes de como isso vai pintar na internet, né? Muitas vezes é uma coisa que a gente não tem controle. Então essa década atrás foi muito uma parada da gente meio que paralisado, falando, mano, o que que a gente faz com esse caso? Porque era uma parada meio que inédita. Tipo, a gente vê alguém que é teórico da conspiração de que o homem não foi à Lua tendo uma vazão de audiência dessa. Porque ele não ia para uma CNN fazer coisa, ele não ia para uma Fox News fazer coisa, né?
É claro, eu não tô inventando, falando como se fosse, mas bem ou mal, a grande mídia funcionava como uma espécie de filtro, porque só por eles a gente tinha informação. Agora você tem informação em tudo quanto é canto, só que com muito mais agenda, com muito mais vieses, com muito mais questões. Eu acho que influencia exatamente aí essa discussão que a gente vai começar, né?
A mesa era compactada, agora a merda está espalhada por todo o entorno.
Exatamente, era isso. A merda era de um sabor só, agora de todos os sabores. Exatamente. Essa é a grande questão. Mas a grande verdade é que a gente vai ter o Monark, o Igor 3K, começando o Flow Podcast, né, que inclusive deu bastante polêmica recentemente por causa de questões contratuais, que não sei se valeria a pena a gente abordar aqui. Mas a grande questão é que eles, se inspirando em Joe Rogan, que já era um grande sucesso, né, eles inventaram o Flow Podcast, que lá para 2019, culminando aí em 2020, pandemia, explodiu de sucesso.
E cara, eu que tava dentro da mídia podcast, eu não sei quanto o Helio, se ele vai concordar ou não comigo, ou Rafael mesmo, ele não estando muito nos bastidores, o quanto que ele acompanhava, né. Mas isso foi uma virada de chave, né, meio que a brincadeira do ano do podcast foi meio que nesse 2019, aí, né? Agora o ano podcast aí morreu, né? Mas enfim, né, grande questão é que, né, teve essa virada de chave, né, que antes você tinha que explicar para tua avó o que que era podcast.
Hoje em dia todo mundo sabe o que é podcast, um vídeo de entrevista, que é isso que eles acham que é. Mas enfim, ok, né, meio que agora todo mundo sabe. Mas você lembra disso, como é que foi essa época assim para vocês do MDM, por exemplo?
Então sim, a gente sempre teve essa parada de que as pessoas cobravam muito a gente, né, do lance do vídeo, né. Mas a gente sempre teve, a princípio, aquela coisa tipo, a gente só usaria o vídeo se ele fosse realmente necessário para parada, acrescentasse alguma coisa, né, ao trabalho ali midiático. Cara, é a mesma coisa que os podcasts atuais que são transmitidos, né, com câmera pela lá no YouTube. Se você só ouve ele, é a mesma coisa, tirando o fato de você tiver mostrando alguma coisa específica, uma cena de um filme, alguma coisa assim, né?
Mas tipo, não há a menor necessidade, né, de ter imagem, né, para duas pessoas conversando na internet, entende? Então acho que é esse que era o grande lance. Mas isso eu acho que popularizou Também teve o lance da pandemia, né, cara? Muita gente em casa, né, com mais tempo livre, e meio que popularizou. Eu acho que isso também. Outra coisa que eu acho que ajudou muito foi quando a Globo acabou com a exclusividade dos seus artistas e eles começaram a dar entrevistas em canais, em podcast, não sei o quê.
Isso popularizou muito essa mídia de esse formato, né, de entrevista que não é entrevista, segundo eles é só um bate-papo legal aqui com os caras, né, porque aumentou muito o escopo de convidados, né, porque a gente tava cansado de ver sempre as mesmas caras, né, cara. Então lembra que a gente comentava isso, né, todos os podcasts era meio que um circuito, né, o cara fazia, né, as mesmas, era o Skylab, o delegado XYZ, ia rodando, né?
Aí de repente abriu esse leque enorme aí, né, de pessoas e de artistas e não sei o quê. E aí eu acho que isso ajudou muito a mídia popularizar.
Uma coisa que eles aproveitaram bastante, tanto Igor quanto Monark, foi falar por tempos gigantescos com os entrevistados. Então, tirando alguns aspectos, sei lá, da política né, quando tinham convidados de política, por exemplo, eles falavam durante 3 horas, 2 horas e meia com as pessoas. Não era tipo um Jô Soares que falava 25 minutos, cortar o assunto, tava muito bom e corta no meio e tchau. Estamos aqui com fulano. Então podcast, ele também abriu essa janela muito forte.
O problema vai ser conforme essa coisa vai subindo na cabeça dos, do Monark especificamente, com o passar do tempo.
Mas hoje, desculpa, eu lembro, eu lembro que podcast sempre teve essa parada meio, meio de ser longo, né? Eu lembro que 2018 a gente já participava de alguns podcasts, que eu lembro que assim, o pessoal fala assim, não, a gente grava, grava 3, 4 horas para tirar 1 hora e meia, de uma coisa assim, né, de edição, que às vezes tem uns papo nada a ver que tira. Esse podcast sempre foi, mas era sempre uma mídia assim muito imersiva, coisa dos sonzinhos, uma coisa meio drama, botar um sonzinho, que era coisa assim, era devagar, sabe? Era como se fosse um filme lento assim que a gente entrava.
Mas eu tô falando de falar com as pessoas famosas, eu, você e o Andrei gravando 3 horas, podcast de 10 horas.
Não, exatamente. Aí é engraçado que eles pegaram esse formato E mudaram para esse que você tá falando, né? Virou uma parada totalmente diferente. E vídeo, né? E tipo, eu lembro que eu ficava assim, quem vai ver um vídeo de 3 horas? Daí o pessoal vê.
É porque a ideia não é você ver o vídeo de 3 horas, a ideia é você pegar os cortes daquilo que é o mais polêmico, né? E a partir daí não é o que é da hora no sentido de, pô, dá para tirar alguma coisa legal dessa discussão. É sempre no que, cara, olha que pessoa bizarra, tipo que a gente tá fazendo agora, né? Podcast. Mas assim, o corte, a gente pegar esse miolo, né, e transformar isso nesses diversos cortes de 5 minutos, de 10 minutos, com ideias que às vezes na cabeça do brasileirinho nunca, a gente nunca foi exposto, né. A gente já, porque a gente é maluco, né.
Mas esses dias sobre isso, você entra hoje, tem canal de corte, o vídeo do corte tem 20, 22 minutos, 28 minutos, um corte. Tipo, cara, pô, o corte virou podcast. Mas eu acho que essa parada que o Jacão tá falando aí rola muito, de que quando a conversa é muito longa assim com uma pessoa, não há pauta, entende, que resista. Chega uma hora que o cara começa a se abrir, a falar coisas que ele nunca falou, né?
É, vira uma maratona, né?
É. E tem a parada também de que às vezes você consome, né, você bebe, né, ali você começa a se soltar, ficar mais, digamos, mais íntimo da galera ali, e acaba saindo coisas que que normalmente você não fala numa conversa mais formal, mais pautada.
Exatamente, esquece que tem uma câmera, né?
Você acaba recebendo coisas que a maioria dos jornalistas só escuta em off ou nunca vai conseguir perguntar numa entrevista de verdade. Então muita gente começou a se expor, muita gente começou a falar coisas que nunca contou em nenhum lugar. Isso vai deixando muito interessante. E essa parte do corte que vocês falaram, eu não tenho certeza porque realmente eu não lembro. Mas o lance de corte eu acho que ficou muito mais febril de uns 3, de uns 3, 4 anos para cá.
Então quando a gente tá falando inicialmente no próprio Flow, a galera colava para ver o programa. Eu acho que ao vivo do Flow dava 700 mil, 800 mil pessoas em 3 horas assistindo o programa inteiro, sabe?
É, mas é relativo. Eu acho que quando começou a parada do corte foi justamente isso, foi quando, digamos assim, começaram a perder a mão na na duração do podcast. Porque antes você tinha, sei lá, 1 hora e meia, 2 horas estourando. De repente a gente começou a ver podcast de 4 horas, 4 horas e meia. O Vilela fazia aqueles podcast de 5, 6 horas, né, cara? Tipo, a galera não tem mais tempo. E outra também, quando acabou a pandemia também, né, cara?
Esse acompanhamento de conteúdo longo e gigantesco meio que diminuiu, né? E aí eu acho que os cortes meio que que tomaram conta. Hoje eu acho que quase ninguém vê um podcast inteiro, né?
A pessoa vai lá, depois ouve a repercussão, vê o podcast, podcast só pelo corte, não vê.
É, exatamente.
Eu acho que o próprio, o próprio ecossistema do YouTube propicia isso, né? Porque você vê, por exemplo, nas nossas plataformas de podcast, podcast mesmo, né, a gente tem um engajamento de tipo, a pessoa fica, escuta 90% do programa. A taxa de retenção é uma coisa maluca de alta aqui no YouTube. Se você tem 40% de retenção, é alto, né? Então propicia você separar o trecho que ele é menor com miolo mais interessante do que de fato uma coisa que é gigante.
Mas é claro, né, tipo, a empresa que vai querer anunciar, nananã, ela vai querer ver os números, né, de audiência, né? Muitas vezes ela não vai se preocupar tanto com isso, né, porque a cabeça do marketing funciona de outra maneira, né. Mas voltando para o nosso, para o nosso queridíssimo Bruno Ayub, a gente tem essa ascensão também, essa queda. Eu acredito que se você não morava numa caverna, você sabe o que aconteceu, né. E eu vou dar um pouco da minha perspectiva, vocês falam se vocês concordam, que é o quê?
Tava todo mundo muito puto com o Monark. A grande verdade era meio que essa: Monark vinha pelo menos 2020, 2021, 2022. Eu acho que o lance que aconteceu em 2023, né, cara, tinha uma galera que tava com pouquíssima paciência com Monark porque a gente vinha de uma— a gente, o cacete, né, eles vinham com uma onda de entrevistas que, por exemplo, foi o Marcelo Freixo, Gabriela Prioli e nananã. E o pessoal começava a ficar com muita raiva do Monark, porque ele tinha aquela, tipo, tem um corte que nunca vai sair da minha cabeça, que é o trecho do Marcelo Freixo perguntando, explicando por que que na visão dele, né, liberar arma seria errado, né.
Aí o Monark insistindo no rolê, ah, mas carro pode matar e eu não posso ter carro? Aí o Freixo fala, não, mas você sai com carro para ir para matar os outros? Aí O Monark fala, mas eu saio com arma para matar os outros? Aí o Freixo fala, mas tu sai com arma por quê então, caralho? E aí tipo, e aí começa essa discussão que é muito maluca. E que então assim, a galera já começou a pegar uma pirraça tipo do Monark, toda essa baboseira.
Ele já era uma pessoa que já tinha mergulhado de cabeça nesses roteiros de extrema-direita.
Teve aquela parada também do ter uma ideia racista É crime. Lembra também?
Teve essa, foi o tweet dele que ele fez, né? Então a galera já começou a pegar no veneno, né?
Essas palavras, ter uma ideia racista e ser racista são coisas diferentes, né? Tipo, segundo ele, né?
Sabe o que é pior? Eu entendo que ele está tentando querer falar, só que é falar de uma maneira tão estúpida, tão burra, que só fica babaca. Exatamente. Né, podia ir para um rolê meio racismo estrutural, né? Não, talvez você tome decisões na sua vida que tem a ver com racismo, que são até de maneira inconsciente. Não, virou uma parada: ter ideia racista é crime. Tipo, e aí tu vai perdendo um pouco da paciência da questão toda, né?
E vindo dessa onda de anarcocapitalismo, você pode falar o que quiser, eu sentia que ele tava toda hora dobrando a aposta, falando cada vez uma coisa que vai sendo pior que a outra, e por aí vai, né? Então quando chegou no dia fatídico, né, que o flow basicamente acabou, né, que foi uma, foi o dia seguinte a uma live que teve ele, o Kim Kataguiri, a outra deputada, Tabata Amaral, e tinha, eu lembro que tinha mais alguém no papo, ou eu tô viajando, não era, acho que era o único, acho que era o único que tava na mesa com ele.
Não tava, ele tinha saído já.
Eu acho que essa porra tinha dado merda, o Igor sair, porque o Igor parecia que ser aquele cara meio panos quentes de certa maneira. Não é que ele impediu o Monark de falar, mas sempre razoabilizava talvez um pouco mais o papo e tal, né? E aí aquilo, cachaça na cabeça até horas à noite, muita maconha, que era uma parada que eles fumavam, né, no ar assim, ao vivo, e foda-se, né?
Também uma influência do Joe Rogan, né, que sempre fala, achou um charuto lá, ele, pô, maneiro. O cara pode ser quem ele quiser dentro do podcast dele.
É, então, e eu acho que aí é o lance do poder, do tipo, mano, eu posso fazer, eu posso falar qualquer coisa aqui. E naquele dia descobriu que não, né? Foi quando ele falou, meu, a minha opinião, como é que é, a minha opinião é pior do que todos vocês. Não vou falar exatamente como é que ele falou, né, mas a ideia geral é que ele falava que ele defendia a ideia de que poderia existir um partido nazista no Brasil, né.
Não, e aí eu entendi, na verdade, que ele apoiava a ideia de que existisse um, foi o que ele falou.
Não, calma aí, não, não, ele apoiava a ideia de que o Brasil deveria permitir esse tipo de iniciativa, né, cara. Do início do corte ao final eu entendi exatamente o que ele tava querendo falar. Eu posso ter errado, vocês podem pode discordar à vontade, mas eu nunca entendi o Monark, por exemplo, como um cara nazista, o que popularizou.
Na verdade, o que ele prega é isso, é que tipo assim, que independente do quão criminoso seja o seu pensamento, você tem que ter a garantia de que você possa, possa, liberdade, isso, entende? De que você não pode ser censurado oficialmente por canais oficiais, por uma lei, por algo assim, porque isso é algo tipo assim, que deveria ser permitida a toda pessoa, entende? É isso que ele acredita, né?
O que, o viciado, né, por ir pelas ideias americanas, né?
Sim, completamente, completamente.
É, os Estados Unidos é o país onde a gente tem a Ku Klux Klan em atividade, né?
A gente tem, enfim, não é partido, é um monte de movimento supremacista que é legalizado lá e que você que não pode fazer nada. Tem vídeos inclusive, eu lembro de um cara xingando um casal de, acho que é uma mulher que era casada com um negro, e aí ele começou a xingar a mulher na rua. E aí o marido quis tipo, né, ir para as vias de fato, e a polícia chegou e impediu. E o policial falou, olha, se você, o senhor bater nele, o senhor será preso.
Então tipo, ele pode falar o que ele quiser, né, ele pode ser racista, xingar o cara do que que ele quiser, entende? E ele não seria preso porque ele só tá expondo a opinião dele. Apesar que ultimamente tem mudado isso aí, né, Andrei? Tem comediante lá nos Estados Unidos sendo preso porque fez piada com o presidente, né?
É aquilo, né?
Tem gente sendo deportado, né, porque tweetou sobre—
é, não, total, né, mano? Da pessoa que falou do que pintaram a porra lá da piscinona lá do do Capitólio, a galera tá sendo presa, perseguida, etc., cara. Mas é aquilo que a gente sempre falou e defendeu, né, do tipo, mano, essa desculpa da liberdade de expressão não é de fato a defesa da liberdade de expressão. Eu até acho que o Monark seria ingênuo o suficiente para defender essa ideia bizarra, fantasiosa, de que isso seria possível utopicamente, né.
Mas a grande esmagadora maioria das pessoas que defendem essa liberdade irrestrita, né, na verdade, na verdade, elas querem ser escrotas tendo privilégio de não serem apontadas como pessoas escrotas, e aí sem sofrer as sanções com relação a isso. Só que no primeiro momento que essas pessoas sobem ao poder, elas vão perseguir opositores, elas vão acusar os outros, né, de diversos tipos de crime, elas vão perseguir pessoas trans, por exemplo, porque aparentemente você pode ter a liberdade de ser nazista.
Mas você não pode ter a liberdade de ser uma pessoa trans, por exemplo, né, de usar o banheiro que você acha que seria conveniente para você, né. Enfim, você tem várias dessas discussões. Então quer dizer, aí começa a ter problema com gay aparecendo em TV, porque, né, como é que as criancinhas, né, como é que você vai explicar isso para o seu filho? Então assim, nada mais é do que conservadores extremistas que são favoráveis aí a implantação de uma lógica conservadora da década de décadas passadas, às vezes até séculos passados, né?
Então enfim, mas isso aí é, não é uma grande surpresa para gente, né? Vamos lá, opiniões agora, né? Porque a gente chegou no ponto focal aqui de quando eu acho que talvez as questões começam a feder assim, porque até esse momento eu acho que a maioria das pessoas só considerava o Monarca um babaca. E a partir daí, depois de tanta dele, dele de ter essa, todo mundo pegar uma birra dele, etc. e tal, aí eu que foi onde o caldo entornou, porque eu sinto que essa linha ela foi sendo, ela foi sendo atravessada várias e várias vezes, até o ponto em que não se aguentou mais e falou, mano, isso aí não.
Eu acho que tem, tem uma parada aí, né? No início a gente achando que era meio que o personagem Monark, né, aquilo que você falou, tipo tentando esticar a corda para ver até onde ia, e né, e meio que tentando formar popularidade em cima disso, né, de declarações polêmicas. Ele é o cara das declarações polêmicas, né, tal. Só que eu acho que a partir do momento que deu a merda, ele se exilou, se autoexilou nos Estados Unidos. E depois do que a gente ficou sabendo de tudo que rolou lá, né, e também, né, dele, né, do que ele começou a explicitar assim, né, dos discursos e tal, E viu que não era só um personagem, né?
Eu acho que ele, eu não sei se ele sempre foi meio pirado, né, meio que surtado, mas cara, obviamente que ele, né, ele tá com, cara, eu tenho uma teoria sobre isso, mas enfim, queria escutar também os outros a partir daí desse dia.
Vocês acham justo o que fizeram com o Mano Monarca nessa época?
Inclusive teve o ponto de virada, ele foi que ele deixou de ser ateu, né? Quando ele mudou para lá, ele começou a frequentar essas paradas, né, de congregações religiosas, né, tal. Meio que se radicalizou em algumas paradas, né, que ele tava falando aqui, tipo criacionismo, terra plana, né, umas paradas que tem um cunho religioso muito forte, né, em cima dessas conspirações aí, né, cara.
Ou pelo menos ele deixou isso mais exposto, né. Sim.
E aí, obviamente que foi tipo assim a porta de entrada. E aí ele entrou de cabeça na parada de Warp, de aí virou conspiratório, né, controle mental, de chip na cabeça, de Nova Ordem Mundial, de seita, até descambar nessa porra aí que ele tá falando aí de seita que compra bebês dos seus pais de criança e E transiciona ele, e que isso é comum, isso acontece em todos os hospitais do Brasil, e que 60% das mulheres do Brasil, do mundo, são homens transicionados.
Nossa, eu, engraçado que eu nunca vi o Monark assim como essa pessoa que tipo vou falar coisas aqui polêmicas para, sabe, para dar números e engajamento. Como se fosse um gênio do marketing. Não, eu achava que era um cara sem filtro, né? Era ele sendo ele mesmo, sabe? E é bizarro para mim porque eu não lembro dele fazer uma espécie de meia-culpa, né? Tipo, eu lembro dele falando assim: não, a forma como eu falei foi errada, mas o que eu quis dizer é aquilo, sabe?
E continuava tipo assim, não tinha ninguém, mesmo as pessoas perto dele fala assim: cala a boca, meu irmão!
Não, não, o que as fofocas, cara, mas assim, das fofocas de bastidores, uma galera falava que, mano, vamos dar uma parada com isso aí. E ele foi meio que foda-se, né? Eu, o cara era o dono do canal também, né? Como é que vai falar?
Mas engraçado que assim, ele viu a repercussão, ele viu a merda que fez, e aí ele tipo, em vez dele falar assim, pô, foi mal, errei, não, ele assim, não, eu errei, mas assim, é, mas pô, você pensa só, realmente poderia ter um partido aí de caralho, meu irmão.
Olha, eu tenho a seguinte ideia, eu tô me economizando porque a minha ideia sobre Monark é muito curta. Ele é muito esperto e cada vez que ele entrava numa polêmica ele ficava mais famoso, patrocínio pingava mais gordo, ele dobrava as coisas. Isso é, não quer dizer que ele inventava as maluquices dele, Quer dizer que ele via que quando ele falava as maluquices dele, ele dava mais audiência e com mais dinheiro, e ele nunca perdia o posto do programa.
Ele tava indo, pessoal dava dica para ele, falava que não, que não sei o quê. Ele então assim, não é que ele é burro, porque ele tem seu mérito, né? A burrice, a inteligência, ela tem um prisma de coisas, né? Pessoas são mais despertas e menos despertas em várias áreas diferentes. Monark Ele teve a sorte, o talento de, como o Andrei falou lá no começo, no início fazia lá o jeito dele fazer a galera curtir assistindo ele Minecraft, que eu nunca vi um vídeo dele do Minecraft, eu não sei como que ele era.
Depois fazer o podcast, e dentro desse podcast o jeito dele simples, falando daquele jeito, maconhinha, pegou muita gente da esquerda, pegou muita gente pró-maconha. Ah, ele é tranquilão. Não sei o quê. Depois ele foi soltando a dele, o pessoal: nossa, ele é maneiro, ele fica falando uns bagulho aleatório, pô, legal, curti. Ele foi indo apostando na maluquice e isso foi empoderando, foi dando poder a ele no programa e na comunicação, porque ele era imparável até a hora que ele se torna imparável.
E aí ele começa já muito chafurdado na loucura, ele começa a entrar em cada conspiração, cara. De 3 anos para cá, o cara, ele foi escalando conspirações de forma absurda, pô. Ele foi derretendo e parece que ele tá entrando numa coisa médica assim, sabe?
Pois é, já isso que eu ia falar. Será? Porque assim, do jeito que a gente tá falando, parece que ele foi apostando e dobrando a aposta como se fosse uma coisa pensada, tipo assim, eu vou fazer isso propositalmente. Mas na verdade, será que ele não estava ficando maluco?
Eu acho que ele acreditava mesmo. Eu acho que ele nunca— eu acho que ele sempre acreditou de verdade, cara.
Não foi uma coisa assim do gênero da comunicação.
Teve entrevista, acho que antes dele ir para os Estados Unidos, com o Petri. Vocês lembram dessa entrevista em que ele comenta que o jogo político do mundo mudou e não sei o quê, e que ele só não tava— ele acreditava que hoje ele só não tava preso porque por causa disso, né, por causa das configurações políticas.
Porque a China, a Rússia, né, pressionariam, né.
E aí o Petri meio que, né, só não foi preso porque a China e a Rússia não querem que você seja preso.
Ele deu entrevista recente falando que ele repensou as coisas que estão acontecendo agora com ele, e ele tá com— é porque agora ele também meteu o método Eu não tenho certeza, mas eu acho que pode ter sido, né? Agora, tudo, tudo que ele fala nas entrevistas dele sempre assim: eu acho que pode ter sido, mas assim, é o que eu penso. Então ele não afirma mais nada, é sempre: eu acho que pode ter sido. E ele falou: eu acho que pode ter sido uma conspiração para me tirar do podcast já naquela época, onde as forças escusas combinaram com a organização do podcast para me sacar do podcast.
Ele usou exatamente essas palavras, mas foi isso que ele queria me ver fora do meu projeto, né?
Às vezes as palavras merdas que eu falei, teve essa parada mesmo dele.
Ele chegou a dizer, a insinuar que tipo que o Igor 3K, o que a galera do Flow era meio que tipo infiltrados da CIA, tá ligado? Que já tavam com esse pensamento de tirar ele do projeto, que perceberam que ele era alguém assim que poderia desestabilizar a ordem mundial, né? E por isso que ele tá sendo perseguido. O discurso dele agora, já quando você— não sei se você viu ele falando que isso não é coincidência, tipo, eu peço comida do delivery e a minha comida vem apimentada.
Caraca, perseguindo ele, põe pimenta aí, ó. Era mais fácil botar veneno, né, cara?
Porra, não, incrível.
É o cara que acha que pode ser morto a qualquer momento, porque o governo mundial tá de olho nele, pedir comida no delivery. Porque se você é um conspirador que acha que pode linguissar a qualquer momento, e você acha que estão botando pimenta na sua comida para mostrar que estão te observando, a última coisa que você deveria era pedir comida no delivery, porque podem envenenar sua comida a qualquer momento, porra. Entende como vive numa loucura completa, ao ponto do cara falar assim: Acho que vão me envenenar, mas eu peço delivery. Aí eles colocam pimenta no meu delivery, mas eles não vão me matar, porra.
Ele defendeu que existe um raio laser na porra do espaço que pode matar qualquer pessoa, mas aparentemente não vai matar as pessoas que estão denunciando porque tem um laser do espaço, né, cara? É complicado, né? Mas isso eu concordo com o Real e discordo um pouco do Rafa quando ele fala, por exemplo, que Eu não sinto que nesse início ele tava querendo palco. Eu acho que realmente não é que necessariamente ele acreditar, ele precisava acreditar em tudo, mas eu acho que, vamos dizer assim, cara, o cara fumava maconha ao vivo, todo mundo sabia o endereço do Flow.
Nunca, quantas vezes bateu polícia lá? O cara podia falar merda que ele podia falar e fazer a merda que ele quiser. Ele não vai sofrer as sanções do Estado como uma porra de um preto favelado com uma maconha, que vai ficar 7 anos preso numa cadeia e tem que entrar numa facção pra sobreviver lá dentro. E eu não tô necessariamente colocando como uma vítima isso ou aquilo. A única questão é: talvez a única coisa que ele podia brigar, sendo o privilegiado que ele era, como um cara de família de classe média alta no mínimo, né, pelo que eu ouço falar, a única coisa que ele poderia arrumar de encrenca na cabeça era uma porra como ele fez.
Então assim, era um cara que provavelmente o brilho, né, como fala Clóvis de Barros, né, ele, o brilho dele foi aumentando. E qual era a parada também? Era que como eles eram um fenômeno, cara, quem vai falar não? Quem que não quer ir no teu podcast? Que presidente não quer ir conversar com você para ter esse público, cara? Ele foi dobrando a aposta não é porque ele queria mais audiência, ele já tinha. Para mim, tava dobrando a aposta porque ele podia dobrar a aposta, porque era legal, porque eu acho que dava um senso de poder do tipo, eu posso falar o que eu quiser.
O grande problema é que, e por isso exatamente que eu discordo, que é quando ele começou a perder tudo por causa disso, ele não voltou atrás. Porque se ele fosse um cara só interesseiro Ele não volta, ele não, ele não voltaria atrás. Galera, foi mal, tava doidão, me arrependo de tudo que eu falo, vamos ficar pianinho. Não, ele só foi procurando e perdendo coisa até hoje.
Então, Andrei, ele é um cara já criado na internet há muitos anos, né? Ele tinha podcast, ele tinha programa de jogo. Então ele sabe de uma coisa, que brilhar na internet é engajamento constante. Isso é Ele falar uma gracinha hoje, outra ano que vem, não dá engajamento. Isso é uma coisa que, por exemplo, muito político, não vou citar o nome para dizer que eu tô sendo tendencioso, faz todo dia uma matéria, todo dia um noticiário.
Então o Monark também sabia disso. Isso é, se todo programa, cada, se a cada 5 programas que ele fizesse, ele viralizasse 2 com alguma loucura que ele acreditava, não digo que ele tava inventando forçando isso. Mas eu acho que ele começou a perceber que essas loucuras que ele acreditava, ele podia falar, como você tá dizendo, mas ele dependia que isso sempre tivesse na mídia, porque toda semana uma ou duas notícias vão ficar: caraca, tu viu o flow de semana passada?
Tu viu o programa? Aí o pessoal ia ver. Então assim, eles tinham audiência, mas audiência não é eterna. Ele precisa constantemente estar viralizando. Isso é internet. Então ele sabia disso, ele foi apostando justamente nisso. E quando você tá na internet e você começa a pedir desculpa, tem várias teorias da galera, principalmente direitistas, né? Aí vamos falar de aspecto político, principalmente americano, de não pedir desculpa.
Você sempre usa aquela frase, quem conhece sabe, não sei o quê. Você faz aquela manobra de não pedir desculpa quando tenta fazer, porque pedir desculpa, muita gente, é sinal de fraqueza. Aí o cara não pode.
O Monark, ele despediu, né, essas pediu desculpas, né? Eu não sei se você sabe, mas ele depois, ele falou que não deveria ter se desculpado, que aquilo meio que foi uma parada comercial na época, né, que ele concordou para não zoar o rolê todo do Flow, mas que ele na verdade, né, não deveria ter feito aquilo, não deveria ter pedido desculpas, que ele não se arrepende, não sei o quê. É isso aí.
Eu não vejo, eu sei lá, eu vejo o Mark tão assim ignorante, sabe? Eu acho que tem muito do lance da maconha, você tá falando da maconha, acho que foi até no Três Irmãos, né, que foi citada a possibilidade dele ser esquizofrênico. Eu acho que tem tudo a ver. O lance do partido nazista foi tipo assim o ponto inicial que deu o gatilho inicial, pontapé inicial para ele começar a desenvolver a parada. Porque tem um lance, eu acho que essa porra foi muito trauma.
Então, e aí você sabe que isso pode ser o gatilho. Eu não sou especialista em esquizofrenia não, mas assim, coisas tipo o gatilho muito forte emocional, o abuso de drogas, substâncias, isso tudo faz com que a pessoa— e não uma coisa que é do dia para noite, vai aumentando, sabe? Aí parece que tá dobrando apostas, aí só tá ali tipo cada vez mais.
A mãe do Monark é psicóloga.
Ah, mas isso aí não quer dizer porra nenhuma também, vamos falar a verdade. Vamos falar a verdade, psicólogo é tudo maluco. Começa, não, sacanagem, gente, faça terapia, né? Mas assim, não, mas sendo bem honesto assim, eu conheço muitos casos de filhos de psicólogo que não batem muito bem não, mas não tem, porque, né, os peixe-pau, talvez seja por isso, talvez seja, cara.
Então, meio tipo Big Ben lá, que a mãe do Leonardo era psicóloga, e meio que ele era traumatizado com isso porque ela fez ele objeto de estudo a vida toda assim, né?
Estamos falando de uma pessoa que quando os amigos procuravam os pais para falar assim, estamos preocupados com o Monark, os pais falavam, a gente não consegue falar com o Monark. E aí, se tu for catalogar algumas entrevistas de Monark, ele diz o seguinte, eu não tenho provas, mas assim, assim, eu acho, eu sempre vou cortar, mas sempre diz isso no começo. Talvez os meus pais tenham na minha infância feito alguma coisa comigo, porque eu tenho um chip aqui na minha testa desde que eu tenho 2, 3 anos de idade.
E se eu tenho esse chip aqui é porque meus pais podem saber disso, mas eu não sei porque eu só tinha 3 anos. Mas eu tenho uma cicatriz aqui, o Monark diz. Aí o cara olha e fala assim, é, realmente tem uma cicatriz ali. Então eu sinto isso, eu tenho um chip aqui, o negócio fala comigo. Então assim, a gente tá falando de uma pessoa que parou de falar com os pais porque supostamente os pais podem ter participado de experimentos e ao qual ele botaram um chip na cabeça dele, né?
Então é isso, é entrevista recente, coisa de mês para cá. Então assim, o cara ele está no nível que ele realmente vai aprofundando e parece— eu não acredito que ele esteja fazendo isso por qualquer tipo de audiência. Mas geralmente você tem dois caminhos quando você tá numa loucuragem assim. Ou você dobra e fala assim, meu irmão, eu tô fodido, vou continuar falando, né, vou continuar falando. Ou você some. Quando ele tava nos Estados Unidos, parecia que ele deu uma sumida, mas eu não sei se é porque ele reparou talvez que o dinheiro tava minguando, que começou a entrar ideias na cabeça que ele tava sendo injustiçado.
A gente não sabe exatamente como que é. Muito sozinho, muitas dificuldades de engajar nos Estados Unidos, de conhecer pessoas, e começou a viajar nas ideias. E aí o cara volta com muito mais conspirações. Talvez esse período sabático, entre aspas, que ele tirou nos Estados Unidos tenha piorado a situação dele muito, porque ele sumiu um tempo.
E também eu acho que viver com $5.000 mensais lá nos Estados Unidos não é, não é, não é Não é muito, não é tipo, não vai te dar o padrão de vida que ele tinha aqui, entende, cara?
É isso que também eu queria fazer um pouco, um pouco da ideia do que eu queria fazer esse episódio era um pouco disso, cara. A gente tá acompanhando um verdadeiro show de Truman para gente, né? Porque ele é um cara, toda vez que ele senta para gravar um podcast hoje, né, a gente sabe de tanta coisa da vida dele que a gente talvez não deveria saber, que a gente não precisava saber, que é como se a gente tivesse acompanhado a loucura de um homem que tá cada vez mais indo em direção ao abismo.
Exatamente.
E que tá sendo televisionado e que não tem muito o que fazer dentro de um ponto de vista, tipo assim, não dá para pegar o cara e prender num lugar, no manicômio, porque não se faz mais isso hoje em dia, né? Pelo menos não se deveria mais fazer isso hoje em dia, né? Então até o cara talvez perceber o buraco que ele se enfiou né? Ele vai ficar nessa e vai gerar conteúdo, porque é isso que ele faz. E principalmente porque eu— e aí vai um pouco da minha opinião— hoje tem uma galera que colou nele que eu acho que se aproveita dele também, sabendo que ele tá nesse estado.
Com certeza.
E eu acho também que tem uma parada, que ele tava nos Estados Unidos no pior período possível, né, cara? Quando começou a polarização, começou a xenofobia, Arabia cada vez maior.
Tipo, ele falou, o pior período é hoje, se eu entendi.
Não, é isso que eu tô falando, tipo, o fato dele ser aíube, dele ser, né, de ascendência libanesa, né, tipo, não é, não é um lugar fácil os Estados Unidos, né. Ele obviamente, ele vai ser, ele vai ser execrado por muita gente lá, né, tal. E foi o que ele falou, né, ele deu entrevista falando sobre isso, que ele não fez amizade nenhuma nos Estados Unidos, que era uma vida muito solitária, que era difícil, que as pessoas tratavam ele mal em todos os lugares que ele ia, e que os Estados Unidos não é, não era como ele imaginava, ele falou, né?
Mas é porque no início o pessoal até deu uma viralizada falando, nossa, agora o Monark vai ficar de esquerda porque ele tá descobrindo que os Estados Unidos é isso e aquilo, né? Porque ele começou a reclamar dos preços de tudo, falou que o lugar é muito caro, que os Estados Unidos, ele tinha a casa muito boa no Brasil e nos Estados Unidos ele não tinha nada daquilo. Que era tudo muito burocrático. Então deu uma viralizada para a galera mais progressista, como se ele tivesse descobrindo os Estados Unidos, né?
Então, ora, se não é as consequências das minhas próprias ações, né? É bem aquela parada. O cara, mesmo estando nesse buraco, o cara nenhum momento conseguiu refletir. Ele tipo assim, ele podia ficar maluco sozinho em casa, sim, mas ele pega câmera e fala e quer falar. É tipo uma espécie de Mike Leon nesse sentido, tipo assim, ele tá sendo prejudicado pelo que ele tá falando, mas ele continua falando porque não consegue parar.
É que também o seguinte, você, pô, Monark tem o quê, 30, uns 36 anos? O cara vive na internet há 20 anos, há 18 anos. Talvez tenha uma característica da parte intrínseca dele, que ele não consegue ficar longe da mídia, da personalidade dele, né? O cara se estruturou na frente de uma câmera, rolê meio Michael Jackson, ele muito jovem ganhou dinheiro, todo mundo, atenção toda hora para ele, todo mundo procurando ele, ele procurando todo mundo.
É isso, é busca de validação total.
Então quando ele se isola, fala assim, eu vou me afastar Essa merda que eu não preciso mais. Provavelmente estou aqui também chutando, né? Não conheço nem ele pessoalmente. Ia ter sentido um vazio, ainda mais sozinho nos Estados Unidos. Isso aí que é importante.
Vocês chegaram a ver o papo dele com o Breno Altman? Então, então, antes disso, quando ele teve, ele, ele participou lá de uma live com o Serjão Foguete lá, o a pegar foguetes, teve uma parada muito assim também, que é muito similar ao que aconteceu com o Breno Alckmin, que era as pessoas, ele dando os posicionamentos dele, né, verborragicamente falando, né, do que era mentira, tudo conspiratório. A pessoa refutava mostrando dados, né, mostrando estudos, mostrando tipo, e ele falava com toda, né, a aquela certeza burra, né?
Falar, porque, ó, ah, eu não acredito nisso aí não, eu não acredito, entende? Tipo assim, você tá dando provas científicas de estudos, para ele é uma questão de acreditar ou não, entende? E aí ele fala, ah, esses estudos aí que você apresenta, isso aí para mim não vale nada, entende? Isso aí é tudo mentira.
Então é meio que o teórico da conspiração clássica, né?
É aquele pensamento quase que insurto já de que ele tenha a plena certeza de tudo que já tá na cabeça dele e nada, não importa o que você fale, que prova você apresente, vai fazer ele mudar de—
é uma rigidez cognitiva que tipo assim não existe nada que você consiga fazer que vai tirar da cabeça dele o que ele conseguiu implantar. E para mim, complementando que eu tava falando, eu, o Kuzuka Cara, eu acho que essa parada do YouTube para ele deve ter sido um puta de um trauma, porque a decisão que ele tomou claramente foi uma de sair da empresa, foi claramente uma, era o que cabia ali, não existia outra saída, mas claramente da maneira como foi feita foi claramente impensada, né?
Muito pressionado provavelmente com a galera falando, mano, acabou a empresa, as famílias que tem que comer, que trabalham aqui, pô, a gente vai ter que vai demitir a galera toda e nananã. Para tentar surtir algum efeito com essa pressão, ele assina qualquer coisa ali que dão na frente dele. Ele é trucidado, cara, sai no Jornal Nacional essa porra das afirmações dele, né, nessa época. Então assim, o que eu acredito, teve também os desdobramentos de diagnóstico.
Rapidinho, sem, obviamente não sou psicólogo, e eu acho muito estranho psicólogos que dão diagnóstico só sem, sem de fato fazer uma sessão com a pessoa, conversar com a pessoa. Exatamente, que de fato o Monark rompeu com a realidade. Ele deve ter se atuchado de substância todo esse período traumatizante e provavelmente, não diria esquizofrenia e tal, não dá para bater martelo com relação a isso dessa forma, mas eu acho que de fato ele rompeu com a realidade, porque é a única maneira dele suportar a questão de que ele está certo.
Então ele constrói essa barreira cognitiva, de rigidez cognitiva, e que nada vai mudar a cabeça dele.
Não tem toda uma parada dele, essa síndrome de perseguição que ele tem, mas tem muito a ver com aquilo que o Zuca tá falando, de que é simplesmente um cara tendo que lidar com as consequências das merdas que ele fez, né? As consequências legais, inclusive, né? Aí, ou seja, muita gente tá Eu via muito, né, tipo Kim Kataguiri, Mamãe Falei, esses caras aí tipo falando que o Monark tava sendo perseguido, né, que tiraram tudo dele, não sei o quê, né, que tipo ele abria, ele tava proibido de usar redes sociais, ele foi banido de diversas plataformas.
Mas tipo assim, não é do nada, entende, que se faz isso. Tipo, isso é uma determinação legal Depois é uma consequência legal de um ato que ele fez, né? Não é algo tipo assim que do nada falou, ah, vamos sacanear esse cara e agora até o final. Não, né, cara? É simplesmente isso, é aplicação de uma lei, né, que existe, né? E aí isso meio que aumenta essa parada dele de que ele é o perseguido, de que ele é uma peça importante nesse grande tabuleiro de xadrez político.
E que ele precisa ser silenciado e que querem acabar com ele, entende? Eu acho que tem isso, tem um ego gigantesco dele. Eu acho, eu acho que ele é um grande narcisista, né, nessa parada aí. E aí mistura tudo, né, Andrei? É um cara que tem um ego gigante, que tem problemas ali de acreditar em tudo, mas ninguém—
detalhe para ele, olha, detalhe, o Andrei usou um termo muito interessante que é uma rigidez de ideias cognitiva. Só que ele é uma desse grupo de pessoas que tem o orgulho de dizer que eles estão abertos a todas as ideias. Então, na mente dessa galera, o Monark é um desses exemplos que estamos tratando aqui, eles não têm rigidez cognitiva com essas ideias, eles são abertos. Eles têm rigidez com aquilo que já é de conhecimento pleno.
A gente, a gente que não tá aceitando todo mundo.
Exatamente. Por quê? Porque eles estão abertos à possibilidade. Aí tu fala assim, não, mas olha só, tem uns estudos aqui, não sei o quê. Estudo de onde, né? Aí começa, não, eu tô aberto. Aberto ao quê? Porque também ficou muito popular de uns anos para cá, eu já cheguei a discutir com algumas pessoas, inclusive do ramo progressista de esquerda, sobre. E aí algumas até pararam de falar comigo, que Eu falei assim, olha, você não entende muito disso.
Ah, mas eu vivi. Eu falei assim, eu não tô desfazendo a sua vivência de rua, de isso, daquilo e tal, mas existe uma teoria e uma prática. Você tem que juntar as duas para as coisas se somarem e crescerem. Você não pode jogar fora a teoria porque você só tem a prática. E assim como o teórico não pode dizer que a sua prática não existe porque ele tem toda a teoria.
É uma Jota, né, um exemplo anedótico, né.
Exato. E aí a pessoa, amigo meu, isso tá, o filho da puta, mas o teu amigo, a pessoa quer usar a realidade dele porque ele é da periferia de não sei que cidade, não sei o quê, e o cara que estudou não entende nada. Aí eu confrontar o amigo, né, o amigo ficou ofendido, não falou mais comigo. Mas foda-se, porque, porque a pessoa que nega o estudo formal ela tem que ter provas para fazer isso. Negar por negar é só maluquice.
É isso. Não, eu concordo, eu concordo. É essa coisa do, de você ter essa realidade na cabeça. E que assim, gente, todo mundo tem algum momento, é desconfortável para caralho a gente mudar de ideia. Todo mundo tem algum nível, todo mundo em algum momento, se você já tem uma ideia confirmada, você tem seu viés de confirmação. A gente tende a negar informações que desprovem o que a gente acredita e tendem a lembrar, e tendamos a lembrar mais daquilo que vai reforçar as coisas que a gente acredita.
Isso acontece com todos nós. Agora, a ponto de você se fechar completamente, se isolar, aí eu acho que é um problema na sua vida pessoal, que talvez possa precisar de ajuda em algum momento. E assim, levando em consideração de pessoas que por causa de bolsonarismo, essas porra aí, tem uma galera que se fechou completamente, mas pelo menos estava dentro da bolha. O que eu acho curiosíssimo é quanto que vários amigos ou ex-amigos começaram a apontar, cara, não vai por aí, talvez seja exagerado pensar dessa forma, nananã.
Ele simplesmente foi dobrando a aposta com os próprios amigos. É por isso que eu falo que não soa para mim como um propósito de monetização. Então, por exemplo, uma outra teoria que surgiu foi, ah não, ele está fazendo isso porque quando a justiça de fato for julgar ele, ele vai ser considerado inapto porque tá pagando de maluco e ele não vai sofrer a punição que deveria. Só que eu falo, mano, tipo, tem um monte de, tem uns YouTubers da vida aí que cansa de levar processo e não é problema levar processo, né?
Gente até na esfera criminal que pega e tipo assim, sei lá, mano, consegue reverter e etc. e tal. Isso é uma estratégia muito burra, você ficar anos, né, batendo numa tecla, se provando inapto para todo o resto da sociedade.
E sem falar que o primeiro teste aplicado por um psicólogo de verdade vai apontar que você tá, que você não é maluco, né? Isso que é o problema, né?
É, não dá para simplesmente só fingir, né?
Ó, falaram aqui no chat o seguinte, que tem gente chateada comigo porque eu não disse que é o demônio que fez isso com o Monark. Mas gente, o Monark ainda não chegou nesse lugar. A gente não sabe se ele vai falar que os demônios são aliens e os aliens demônios botaram o chip nele, por exemplo. Até agora a gente tá especulando que foi alguém do governo oculto. A gente não sabe se o governo oculto é formado por demônios e por aliens. Vai depender do que ele vai interpretar daqui para frente.
Então, sem falar que agora tem aquela vertente também de que demônios Que aliens são demônios, né, na verdade, né? Não são aliens.
Exatamente, é isso que eu tô falando. A gente não sabe qual é a interpretação da visão do camarada. Ele pode falar que os demônios, os demônios ali que botaram o chip nele, não o governo oculto. Mas quem é o governo oculto? O governo oculto são os demônios.
Agora, agora, Andrei, eu acho que outro problema que ele tá tendo agora é que, tipo assim, o que o Monark tava fazendo sozinho no início, que é esticar a corda e e digamos assim ganhar relevância no meio, é o que estão fazendo com ele. Ele meio que tá virando o Mike Baguncinha da galera, né? Um monte de podcast chamando ele e meio que incentivando ele a falar cada vez mais as loucuras dele assim, né? Ajudando ele a viajar cada vez mais na maionese.
A gente tá indo para isso, para criar corte, para criar, né, conteúdo e para viralizar e ganhar dinheiro, né? Tipo, não tem um filho da puta que chega lá e falou, quer dizer, teve, teve o cara do Dois Irmãos lá, você viu esse corte? O cara falou abertamente, falou, velho, você não tá bem, obviamente você tem que ir para o médico, você tem que ir. O cara falou, o senhor acha que eu sou esquizofrênico? Ele falou, não sei, talvez seja.
Isso que me irrita nesse tipo de gente, sabe o que que é? É a manipulação emocional Porque aí você vai apertando o cara, fala, cara, não vai por aí. Você vai apertando, apertando, apertando, e aí ele manda um, então vocês querem que eu me mate? Aí vira isso, saca? E aí tipo assim, aí você fala, mano, eu acho que é melhor você procurar um médico, pô. Isso aí é sintoma talvez de alguma esquizofrenia. Ah, então você acha que eu tô esquizofrênico?
Tipo, então, meu irmão, vai tomar no teu cu, caralho. Então vai ficar louco aí no canto, caralho.
Cara, para mim, a galera mais tão maldosa perguntou ele, né?
Tipo, os caras, eu acho, é doente, tá se aproveitando de um cara doente, cara.
Então ele tem um si, né? Se ele está doente, tá se aproveitando.
Se isso é proposital, o cara, enfim, cara, eu acho que já passou do ponto. Olha o que eu vou falar, eu acho que já passou do ponto dos programas que estão chamando ele quando falar esse tipo de absurdo ou coisa até mais criminosa, do host e a empresa ser também responsabilizada. Eu acho que a única maneira de parar isso, por exemplo, né, é, seria alguma, alguém, quando algum desses aí sofrer uma sanção, que eu acho que não tá, não tá, não tá longe disso acontecer eventualmente, né.
Ele tava defendendo, não, agora reforça e tal. Para mim tinha que ter até a partir do pedo, né. Então assim, cara, ou que ele tá falando da última meia que a gente nem entrou nesse assunto ainda direito, né, do assunto que ele acha que agora ele, quando eu falo, ele fala que não são todas, mas que uma grande parcela da população feminina são mulheres trans, né.
Ele falou que a, que a, foi ele que falou, a Michelle, inclusive ele parte do pressuposto que as próprias mulheres não sabem que são trans. Segundo ele, foram transicionadas quando eram bebês. Ele fala que isso é muito Em qualquer hospital do Brasil, do mundo, tipo, tem essa seita mundial, né? Ele falou que tem essa seita, né, dos Illuminati malucos, maçons e não sei o quê, copta os pais, paga dinheiro a eles, e aí transforma a criança em—
acho que ele viu a muito The Boys, onde a empresa ia lá, pagava os pais para dar superpoder para o bebê, não sei. Aí ele pensou, pô, acho que alguém vai pagar os pais para mudar o sexo da criança. Tipo, caraca, meu irmão.
Então, mas esse tipo de coisa, tipo o Alex Jones lá falando que estão colocando flor na água para transformar os sapos em gays, isso seria uma uma, e isso seria uma prova incontestável que, né, o governo tá tentando transformar pessoas em trans, sei lá, em gays, etc. Eu fico pensando, cara, e sabe o que é pior, gente? Porque aí ele vai falar, talvez, olha, olha aqui assim, é foda, né? Eu não queria estar gravando essa porra de chegar e falar, não, talvez pessoas que eu fui casado talvez sejam trans.
E eu fico pensando que a gente está numa, numa, num abismo tão perigoso de que a própria babaca-morra lá da J.K. Rowling sugerindo que se gravem mulheres dentro de banheiros femininos caso suspeitem que sejam trans. A quantidade até mulheres cis que estão sofrendo violência dentro de banheiros porque as pessoas acham que é uma trans, sei lá, mulher atleta tá indo no banheiro feminino na academia, mulher cis, só claro, né, deve tomar uma coisinha ou outra ali, né, para dar aquela aquele up, né?
E sai a pessoa entrando, o cara entrando no banheiro feminino gravando, expulsando, batendo, etc. e tal. Tipo, a gente tá numa realidade que é um dois para uma galera acreditar nessas coisas que tá sendo colocada, ser mulher trans e aí sofrer a porra de um atentado daqui a pouco. É que o Brasil ainda não tem esse tipo de maluco tão frequentemente igual nos Estados Unidos, mas imagina uma realidade que tivesse.
O Mamãe Falei, o Mamãe Falei fez a irmãzinha dele lá gravar um do banheiro lá na escola esse tempo atrás, aí tipo tá começando, é o tipo de merda que engaja aqui também, né, cara?
Esse povo aí começa a trazer esse tipo de coisa errada para cá, tipo não lembro assim tem outra. Tudo bem que tipo a gente nasceu agora, né? Tipo assim, na história, já que pode até me corrigir, mas se eu tiver falando besteira, mas eu não lembro de estar tipo numa apiração tão grande assim com as paradas assim tão, né? Talvez, talvez na Segunda Guerra Mundial, nazismo, assim, loucura, loucura, elas sempre existiram, né?
A gente sabe, André, já gravamos várias sobre o Pânico Satânico, pânico. Então as maluquices correm muito. O lance é que atualmente essas maluquices estão muito mais fáceis de serem difundidas ao público, e qualquer pessoa tem, pode ter acesso a milhares de pessoas através da internet. Então acho que isso bate mais rápido na sociedade. Coisas que demoravam alguns anos para percorrer, algum doido com meia dúzia, com um pouco de gente gravando um podcast espalha isso de forma muito mais ligeira do que era em outrora.
Eu acho que tem uma parada também, corre bem, a parada também aquela do cara sempre pegar um calçar, um pouquinho de realidade para dar veracidade na conspiração, e aí meio que criar um, fazer dela uma verdade, né? Eu vejo o Monark sempre falando dessa parada das crianças trans aí. Ele fala dos castrati, né, que era uma prática comum ali na Idade Média, Idade Moderna, especificamente os cantores de ópera, né, meninos, né, daquele período histórico, daquelas cortes, né.
E aí ele já transforma isso em, olha, isso era muito comum, isso é muito comum até hoje, fazem isso até hoje, né.
Então, cara, verniz, né, de verdade.
Exatamente, esse verniz de realidade. Eu acho que o caso Epson, o Epson faz aí também, deu muito pano para manga, né, para esses caras tudo falar aí, ó, tá vendo? Vocês falavam que era loucura, que era mentira, que não tinha seita, que não tinha essas paradas. Olha aí, ó, isso é verdade.
O problema é que a gente falou na época, pô, se o quem é possível. Então todas as teorias são possíveis, coisas mais absurdas, né?
Mas o caso Epstein, que os próprios caras que falavam sobre, sei lá, galera tipo a Hillary fazer parte, ou alguns personagens progressistas fazerem parte, é que o caso Epstein ele revelou que a galera que era amiga do Epstein, como Trump, que era a galera do grupo de fazer isso, não era quem eles amavam, eram aqueles protegidos, até era em certa parte, porque tem um biotipo, né?
Tem, até tem. Só que assim, não dá para—
mas olha o representante mór deles agora, Trump, tá lá amigão. E aí eles só esquecem isso, só fala do outro detalhe. Então os nomes estão misturados, isso é muito apartidário, mas eles pegam a ideia como se fosse só de um lado, o deles não, né? Então isso pinta a loucura Porque se tu for pesquisar, como eu disse, tu for pesquisar, tu vai achar que parte disso é verdade. Se parte é verdade, tudo pode ser. E aí começa aquela conspiração louca.
Aí vira aquela falácia do, de como você falou, né? Se uma parcela de coisa é verdade, logo aí você faz um salto lógico para você justificar aquilo, né? Sim, de certa maneira, né? Outra parada que rolou muito foi até um pouco menos recente, né, foi a discussão que ele teve numa, num debate com Gael Fábio. Só que dó do Gael Fábio naquela porra daquela entrevista. Mas também se meteu que se foda também, né? Foi, foi se meter nesse vespeiro aí, né, dele falando das cidades subterrâneas, que também é uma teoria da conspiração clássica, né?
Porque segundo a teoria, essa hipótese que é uma maluquice, né, existiria essa espécie de black budget, né, esse orçamento secreto americano, né? E que existiriam bunker, né? Bunker, porque os Estados Unidos todo mundo fala bunker lá, mas seriam verdadeiras cidades subterrâneas e vários complexos de trem, né? Aí ele fala, cara, como é que não é verdade? Tem vídeos lá de caminhões entrando dentro de montanhas, tipo como se não existisse mineração, como se não existisse túneis de transporte, né?
Linhas né, que vão passar às vezes linhas até de fato fechadas, né, às vezes só para propósito militar, que vai atravessar a porra da montanha, né. Mas não, que existem cidades secretas no mundo todo. Quem é que mora aí, gente? Caralho, tipo, não tem funcionários nessas cidades que limpam? Que, que como é que isso não vaza com fotos lá dentro, caralho, né? E é uma coisa tipo, você precisa estar muito distante da realidade para acreditar numa parada dessa, for real, saca?
É, não tem, tem toda uma parada de que essas paradas que fogem completamente da realidade, que se você faz um simples exercício, né, de lógica, você desbanca. Mas, cara, eles nunca vão acreditar. É o que a gente fala, cara, imagina toda a estrutura, a quantidade de material para você fazer uma cidade subterrânea.
Não existe isso disponível, entende, no mercado para você fazer, que não age, né, secretamente.
Exatamente, é o meu grilo com o pessoal do MDM, me critica muito por isso, mas o do Del Toro lá, o Pacific Rim.
Ah, sim.
Aí eu falo, né, eu falo, cara, não existiria cimento e metal no mundo suficiente para você construir muros para deter, né, kaijus gigantes ao redor da cidade, né? E robôs gigantes, continentes, né?
Defende aí, defende aí, cara.
Incrível. Não, eu, é para mim, para mim é tudo a capada do Dilema das Redes. Aliás, é um documentário que todo mundo tem que assistir, porque isso aí é só, é o efeito do algoritmo nas nossas vidas. O cara, tipo, ele acredita assim, cara, a Lua é tão distante, né? Será que algum homem já pisou mesmo lá, ou será que é mentira? Aí corta a cena, 5 anos depois o cara tá super terraplanista, sabe? Às vezes começa com uma pergunta, pô, não sei.
Aí quando você vai passando o tempo, ele vai, o algoritmo vai te enfiando para esses lugares bizarros, sabe? Vai te empurrando cada vez mais loucura e loucura e loucura. E você encontra outras pessoas que só agregam isso para você. YouTube, você começa a ver aquilo, consumir, você se vê ferrou, assim, virar bolha conspiracionista bizarra. E aí você tá aí, e daí você tem um Bruno Ayoub com arma gigante, né, que é um canal dele, como era. E aí passa repassando isso, né?
É complicado. É uma coisa que a gente não falou também, que eu acho que é importante a gente abrir um parênteses assim só para a gente voltar um pouquinho na discussão, que é o seguinte: não foi apenas aquela declaração do partido nazista que foi que ferrou ele, né? O que de fato que pegou ele depois, aí ele perdeu só o, né, a empresa, né. Mas o que pegou ele juridicamente foi daquela quando ele já tava com o canal na Rumble, que era uma outra plataforma de streaming, né, de vídeo, sei lá, que pô, eu nunca entrei nesse caralho, em que ele foi fazer a porra da live com argentino que falava que as urnas eletrônicas eram falsas, que as urnas eletrônicas eram manipuladas, etc.
É um cara criminoso, provas documentais de que as urnas eram fraudadas. Tipo, foi isso que eles afirmaram. E aí isso obviamente que, né, fodeu.
E no auge daquele rolê do golpe, né?
Sim, sim.
Então assim, por isso que eu falo que você tem um contexto político. Tipo assim, quando eu falo, se tem uma galera que me pegou nos meus pés no comentário que eu falei de ingenuidade, não é, não é como se ele isentasse o cara. Eu não acho que ele é isentável Só porque ele é um cara meio biloló, que ele é um cara meio churuca. Foda-se, caralho! Ele não quer. E isso que me pega, principalmente desses humoristas, fala, mano, parada é liberdade de expressão, estamos lutando contra o sistema.
Meu irmão, tu não tá preso, tu não tá sendo torturado, tu não tá sendo expulso do país, tu tá tendo direito à ampla defesa, tu pode contar. Outro dia tava vendo um babaca eu não vou nem citar o nome para não puxar, daquele outro partido novo aí, que não é novo, o partido, né, recente aí formado, né, falando: ah não, eu estou sendo perseguido pela justiça. A pessoa pergunta: mas você tá, você tá, você pode contratar um advogado?
Não, mas os caras querem com meu dinheiro o advogado. Aí o cara fica meio igual com todo mundo. Aí o cara até fala uma parada tipo: não, mano, se você não tiver dinheiro, você pode usar a Defensoria Pública, né, que é gratuitamente. Então, tipo, o cara pagando de perseguidinho político. Foi, mano, tu não quer lutar contra o sistema? Então aguenta a porra do sistema, entre aspas, te perseguindo, dessa perseguição light que é você só ser processado juridicamente, seja criminalmente ou seja pela porra do Estado, ou por alguém que você falou mal porque você achava que você pode falar o que você quiser, né?
Você não tá sendo torturado, você não tá sendo nada. Ninguém tá metendo o rap no teu cu igual era na ditadura, ninguém tá te colocando na porra de um pau de arara, ninguém tá sumindo com você ou com a tua família. Que que tu tá reclamando? Tu não tá lutando contra a porra do sistema? E é isso que me deixa fodido da cabeça, mano. Como é que essa galera consegue angariar fãs que não pensam 2 segundos nas paradas, mano? Não tem um tiqui-teco para conectar ali.
Pois é. Para mim é sinistro saber que tem gente próxima, muito próxima da gente, né? Muitas famílias, né? Muita gente tão próxima que tem esse pensamento bizarro, cara.
Bizarro. Detalhe, vou fazer aqui, não é bem o mea culpa porque eu não vou defender Monark aqui porque eu não sou advogado de pobre, nem de doido. Eu sou um cara que acredito em demônio, acredito em sobrenatural em várias formas. Repara, não sou eu que estou dizendo que eu posso acreditar em coisas malucas e o monarca não. Sou eu que tô fazendo isso. O que eu quero dizer é o seguinte: dentro da sua maluquice você tem que ter alguns parâmetros, sejam legais, sejam morais ou sejam filosóficos.
E dentro da sua maluquice, como geralmente eu falo, você tem que ver o que, o que se autoanula. Anula. Você não pode acreditar veementemente duas coisas que se chocam, elas se anulam. Então você acreditar em duas coisas que não podem coexistir entra muito na parada de maluquice. Então não é sobre, ah, ele não pode ter, ele não pode acreditar em conspirações, que vocês estão achando que o cara é doido, o cara isso, o cara aquilo.
A questão não é nem conspiração, gente, ele defende coisas que que normalmente seria um crime no Brasil, como a criação do partido nazista. Isso não pode. Uma vez que não pode, ele poderia estudar sobre como que foi a época do nazismo, poderia estudar a década de 20 na Alemanha para saber como que aconteceu, o que aconteceu, como que era com esse discurso de, ah, cria um partido, tudo bem. Como que aconteceu quando a Alemanha virou toda nazista?
O que que aconteceu com o Adolfo tomou esse poder, o que aconteceu? E aí tu vai defender hoje a mesma coisa. Não, não, ele pode fazer que nem aconteceu na Alemanha na década de 20. Como que a gente vai estar daqui a 15 anos nesse pique? Então repara que aceitar esse tipo de situação não é liberdade de expressão por si, é agredir as pessoas que esse tipo de política persegue. Então não é sobre só conspiraçãozinha dele falar uma coisa ou outra.
É sobre negar, tipo, um exemplo assim, não tô dizendo que ele falou isso necessariamente, né? É negar vacina, você defender que pessoas não se vacinem. Isso causa morte de pessoas, isso vai contra o funcionamento das famílias. Então assim, não é só sobre conspiraçõezinhas que o cara não pode falar, é sobre danos à sociedade, tá?
Isso aí, fala mesmo.
A conspiração, eu acredito, é que em 2012 nós morremos e vivemos a pior timeline possível.
Eu gosto dessa, tal qual Caverna do Dragão. Estamos todos mortos no purgatório.
Olha, vocês vão falando isso, mas o Monark acredita em algo muito parecido. Acredita, porém uma das coisas que ele diz, que todo mundo é ator. Porque ele é tipo o Show de Truman, tá ligado? Como o pessoal tava até comentando no chat mais cedo, onde todo mundo olha para ele, persegue ele. Ele é o único ser realmente que funciona aqui, onde todo mundo tá só em torno dele. Então ele tá muito muito próximo desse lance aí do estamos mortos, isso é um inferno, e todo mundo são atores pagos.
Mas é verdade, ele viu um cara abrindo o cu para ele nos Estados Unidos, é óbvio que estão fazendo psyops neles.
Teve umas paradas dele falando que o braço dele tava mexendo sozinho, tava apontando para cima.
Ele falou, a gente podia chamar ele um dia para cá e tentar convencer ele que ele é trans, entendeu? Cara, mas que prova que você também não sofreu essa parada?
É ouvir esse programa, né?
Se for processar os outros, então a gente começar a tratar ele como se ele fosse um ator, entende?
É isso também.
Mas já perguntaram isso para ele, Raul: como você sabe que você não tá sendo manipulado? Ele falou assim: pô, eu tenho um chip na cabeça, talvez eu acho que não estou sendo tá sendo manipulado, mas na verdade eu sou quem tá sendo manipulado e todo mundo é livre, só eu não sou. Ele já falou coisa do tipo. Então assim, não tem por onde correr, toda conspiração ele já tá dentro.
É, quando você tá dentro de tudo, você não tá dentro de nada, né? Filosoficamente falando, cara. Então você sabe o que é engraçado? Me lembrou isso que vocês estavam falando, que o Lucas brincou aí. Não teve aquela participante do podcast podcast. Olha lá, aquela participante do BBB que também teve um desses surtos assim, que começou a achar que todo mundo era ator dentro da parada, a TikToker, que eu não lembro o nome dela. Para mim, o que tá rolando é uma parada muito parecida com essa, que em algum momento a TikToker, ela, ela pela pressão psicológica de tudo também, a menina super nova, etc., não sei o que que rolou ali, deve ser de fato uma parada.
Ah, mas os cara ficam à toa na casa coçando a bunda e ganhando dinheiro. Mano, não é, não é tranquilo você tá lá sendo visto 24 horas por dia. Deve ter rolado algum rolê, já tava predisposto ali. A mina em algum momento levantou e começou a falar: entendi, todos vocês são atores. Então, tipo assim, você vê que a realidade ela se desfaz na frente, na frente da pessoa, para sustentar talvez uma parada emocional que ela não esteja aguentando. Enfim, novamente, psicólogo, que se foda, né?
Quem teve uma vez, eu vi um podcast que tava o Bruno, não, tava o Fábio Rabin falando sobre o pânico, alguma coisa. E aí ele citou alguma coisa parecida com isso, ele falou, ah, tinha umas pessoas lá que piravam mesmo, ele falou, né, que tipo assim, que a dinâmica do programa assim era uma parada, né, aquela pressão por audiência, não sei o quê. Ele falou que tinha, aí ele comentou por alto, não falou quem que era, de um cara que teve essa parada de dessa síndrome de achar que tava sendo perseguido, que uma vez saiu correndo no meio da gravação assim, fugindo porque estavam perseguindo ele, não sei o quê.
E aí depois, sei lá, um tempo depois, eu vi uma entrevista daquele, como é que é o nome dele, faz imitação lá no Pânico.
Ah, eu sei qual é, o cabelinho encaracolado assim, é o Gui Santana.
E aí ele falando que ele teve essa parada de síndrome de perseguição e não sei o quê. Então foi, era dele que o Rabin tava falando, de que tipo assim, de que a pressão, digamos, por resultado do programa e aquela coisa era tão grande que a galera pirava. Talvez seja isso o caso, tipo o Monark passou por, né, aquilo que a gente tava falando, o fim do podcast, diversos projetos dele que, que tipo o projeto do Rambo, é que foi né, que não deu certo, foi impedido, foi, tiraram dele.
Aí foi para os Estados Unidos tentar viver lá, se deparou com uma realidade muito pior que aqui, tipo, muito mais competitiva, muito mais, provavelmente sofreu xenofobia para caralho lá. Sim, exatamente, né. E, cara, e aí meio que isso que você tá falando, o cara descolou da realidade, né, cara, tipo, passou por tanto perrengue, tanto problema, tanta coisa que, né, e já não era muito certo, né, das ideias, né, cara. E é isso, cara.
Ó, o pessoal aqui no chat perguntando por que que o Hell não tem câmera. Então, diferente do Monark, ele de fato é um cara perseguido pela CIA.
É isso, eu respondi lá, eu não tenho, eu não tenho webcam.
Estamos rodeados de máquinas.
R$10.000 aí para o Hell.
Eu sou o disposto.
Quem é o Hell?
Vou contratar um ator para te fazer de réu, é o casal do Guardian.
Talvez eu não seja nem isso. Já pensou nisso, que talvez o réu não exista?
Mas o réu não existe, o seu nome não é réu.
Talvez seja. Olha, falando igual Monark, eu não posso provar. Você já pensou, se eu sou realmente o demônio? E tô aqui.
Ah, não é não, eu conheço demônio e você não é ele não.
A gente podia lucrar tanto, né, sendo dessa galera, né, cara? A gente podia estar tipo no nível que a gente poderia estar.
É difícil, nascemos éticos no tempo errado, queridos Lucas.
É muito erro, porque o pessoal do chat, o pessoal que nos assiste, o pessoal que deixa comentário Gosta de quê? Gosta que a gente fale maluquice. Porque esse negócio de, ah, porra, vocês é, porra, mundo frio, é ciência agora, pessoal só fala com prova, só fala dentro da realidade.
Vocês são, aí, caralho, pessoal gosta de aloprar. Então, só um segundo, 408 pessoas vendo a gente, só 35 Likes absurdo, absurdo, gente, gente, vocês não me são bem-vindos.
Dá um refresh aqui, eu acho que já deve ter mais.
Será?
Não, mas falta um pouco, tá baixo, tá 242 likes.
É, galera, quantos inscritos estão aí? Quem tá, quem tá se inscrevendo aí? Quem não tá inscrito, galera? Vamos, vamos lá. Quem não tá dando dinheiro aí no Apoia.se? Porque não tá dando Pix aí? Peguei a tua família, todos vão morrer se você não sacanagem. Vamos lá, ficamos faltando, faltou falar alguma coisa? Acho que de toda teoria da conspiração assim, e isso foi o que mais me chamou atenção assim, né, cara? Eu acho muito engraçado quando os cara tipo o Breno Altman, né, se propõe, né, a se colocar em sacrifício, né, a dialogar, né, racionalmente com a pessoa.
E aí, e aí o Monark, ele vai falando, ele vai falando, e a pessoa só fica assim, caralho, com aquela cara de que merda eu fui me meter aqui, cara. Isso é, isso, isso eu particularmente eu acho muito divertido assim, né? Como essa também do Petri que você citou, né? Do tipo, não, eu acho que tem países aqui que tá mudando a dinâmica do mundo, que tem países que eu só não tô preso porque mudou, esses países mudaram essa dinâmica do mundo.
Aí o Petri vira para ele e fala, então quer dizer que a China e a Rússia não querem te ver preso? Aí fica aquele silêncio assim constrangedor.
Parece que a pessoa fala sem pensar, né? Não pensou 2 segundos no que acabou de falar, pô.
Não, é muita autoestima. É por isso que eu falo do narcisismo do cara, sabe? De ele se achar muito importante no rolê assim, né, cara? No tabuleiro, né? É isso, cara.
É que o rolê de toda teoria da conspiração, né? Você é o cara mais importante importante do mundo para saber uma informação que ninguém mais conhece. Tipo, de fato tem que ser um cara que tu acha muito pica-grossa, né?
Não à toa que um dos ganchos mais famosos de Instagram é o que seu professor de história nunca te contou. Aí o pessoal fica no vídeo, pô. O que não sei quem não te revelou, a verdade secreta. Aí o pessoal fica.
Aí nunca, porra, geralmente esse soft reacionarismo, tipo, guia politicamente correto disso, guia politicamente. Aí é leve, né, cara?
Sempre revisionismo.
Aí começa aquele revisionismo racista, né, sem evidência, mas que seria muito legal se existisse, né? Misturado com algumas coisas que de fato são verdade, que não foram bem daquele jeito. Aí você começa a inventar mais lorota, né? Tipo, não, Zumbis do Palmares tinha escravo, Como assim? E vai aí, tipo assim, aí a pessoa começa a cair no buraco do coelho, né? Aí quando termina, tá ali vendo Alex Jones fazendo essas coisas aí, né?
Acreditando que os zumbis de Palmares eram zumbi mesmo.
Aí, cara, toda criança, toda criança passou por isso, fez essa conexão, cara, fez essa conexão química no cérebro.
Essa aí, e que o Boi-Tatá é o boi, né?
É exatamente. Cara, o boi-tatá não ser um boi é um crime contra a humanidade. A gente tem que mudar essa história. Perfeitamente, perfeitamente, gente. É isso, né?
É isso.
Veredito.
Gabriel deu uma ideia ótima, escreve um podcast do Monark com o rapaz do Alien Golfinho, golfinóide.
Caralho, cara, eu queria muito ver o Monark conversando com com o maluco lá que você reagiu lá essa semana aí.
Ah, o César lá, Luciano César.
Isso, cara, imagina, velho, solta os dois.
Eu quero ver ele conversando com King Size do Rio de Janeiro, aí vai ser da hora.
Mas esse é muito antigo, esse aí não sei nem onde é, mas esse cara aí não, acho que tá vivo.
O pessoal fala que vê ele de vez em quando andando pela rua. Eu acredito, mas tá na internet, é verdade.
Tô por fora, mas é que a internet, gente, a internet tem muita gente. Eu não vou citar nomes não porque essa galera processa. Deixa quieto, deixa quieto, porque nossa senhora, como tem pessoal que anda de mão dada com a loucura.
Falando em andar de mandado com a loucura, eu vi, eu vi só a chamada e não vi o vídeo, mas tinha um vídeo lá. Aliás, o pessoal do Redcast tá fazendo, né, o Monark tá toda semana lá, né. E ele tem um programa lá, né, ele fez o teste, né, para esquizofrenia, né, mas era teste de internet, né, pelo que eu vi a galera comentando. Não era teste Eu vou procurar esse vídeo para ver.
Só que dependendo, você acha que pessoas estão te perseguindo? Porque você acha que você consegue fazer grandes mudanças no planeta? Isso incomoda os poderosos?
Que eu vi ele fazendo um teste, tipo esses testes de internet, né? E aí o cara fazia as perguntas, ele falou: ah não, mas se eu responder que sim, vai dizer que eu sou um esquizofrênico. Então põe que não aí, ele falando.
Não parece o lojinha lá do MDM, tipo, comendo saudável uma semana antes de fazer exame de sangue, né, cara?
Ele pratica exercício físico, né, porque vai fazer exame cardiorrespiratório.
Médico, completamente a usabilidade.
Nossa, e o Monark agora com Paulo Kogos, que a gente teve que ficar do lado do Monark, falando de aborto.
Não, acho que cada um é uma mulher.
Isso foi muito bom, cara.
O Paulo Gomes, ele me deu uma memória, uma infeliz memória, mas feliz para algumas pessoas.
Eu lembro daquela parada de que ele se cortou com micro-ondas.
Ele foi fazer um sanduíche, se cortou no micro-ondas. Mas o que eu lembro dele é ele vestido de Cavaleiro Templário na venda.
Então eu conheço, mas não sei se eu posso falar isso, conheço uma amiga que o Monark deu em cima. Aí não, Monark, mas é que eu lembrei que ela tem uma, enfim, deixa para lá. O que eu ia falar na verdade era o seguinte, era o seguinte, é uma infeliz ou feliz memória, aí o ouvinte vai, né? Meu falecido pai, né? Eu tenho uma memória do ano passado quando eu fui para o Rio E beleza, a gente tava saindo em família e tal, e tava dirigindo.
Aí parou para estacionar, né? Eu tava ali no celular e eu já tava num clima ali que eu já não falava tanto com meu pai, né? E aí eu olhei e ele tinha aquele carro com TVzinha, né? TVzinha e tal, negocinho. E aí eu olhei, eu falei, mano, é um vídeo do Paulo Cobos. Aí eu não me aguentei. Eu não, eu não, eu não, na época eu não entrava nesses assuntos com meu pai, que eu sabia que eu ia me estressar, né? Só que ali eu não aguentei, eu falei: pai, pelo amor de Deus, você tá vendo um vídeo do Paulo Cogos?
Cara, meu pai ficou muito puto porque eu apontei isso, é que os meus irmãos também começaram a gastar, né? Começaram a gastar. E, cara, meu pai ele ficou muito transtornado que a gente tava ele porque ele tava vendo vídeo do Paulo Kogler. Então enfim, memórias aí afetivas.
O algoritmo ama galera mais velha, boomer. Nossa, ele percebe. Eu tipo, eu aqui em casa, tipo, eu e meu pai a gente divide a televisão. E aí o algoritmo parece que ele persegue, tipo assim, não, tem uma pessoa mais velha aí, eu vou jogar esse conteúdo merda para ele porque eu lijo, sabe? A faixa etária, sabe? É foda.
Quero a minha mãe, toda vez que eu vou fazer alguma coisa no celular dela, eu faço um limpa no Facebook dela, que ela tá sempre inscrita naqueles canal merda de Zambelli, não sei o quê.
Fica a ideia para galera aí, ó, pega o telefone dos seus pais escondido e começa a dar like em página que tem outro viés.
Cara, eu recentemente assim rolou de um cara no TikTok falando que alguém deixou o YouTube o perfil logado no Sesc aberto. E aí o cara entrou, o cara entrou e falou, mano, não vou deixar barato. Desinscreveu o cara de todos os canais de direita e assinou vários de esquerda.
Muito bom, muito bom. Aí nada a ver com o assunto, mas tudo a ver. Hoje eu vi uma história do cara que ele, quando aterrissou com o avião onde ele tava, ele mandou uma mensagem para o GPT falando, é só para avisar que eu aterrissei Tá tudo bem, cara.
Incrível, né? O que a solidão faz nas pessoas ficarem amigas do ChatGPT, cara.
Antes do que Paulo Cobras.
É que eu não chego a tempo de salvar meu pai. Gente, muito obrigado por todos vocês ficarem até aqui, meus queridos.
Tudo bem?
Espero que vocês tenham gostado desse podcast. Rafael Jacaúna, veredito final aí do nosso queridíssimo amigo Monark.
Veredito final, gente: ingênuo. Não, não, não, eu não acredito em nada disso. Ele é burro, nada que ele é possuído, nada que é ingênuo. Posso acreditar que ele desenvolveu alguma coisa, talvez com abuso de substância, mas nada de: ah, ele é ingênuo. Não, para com isso, para com os caras de 30 e tantos, quase 40. Você é ingênuo com essa idade, meu irmão? É algum erro aí no caminho. Tô ingênuo com 20 anos, 22, talvez com 25. Com quase 40, não.
Então acredito que, na minha opinião, como diz o Monark, ele apostou na merda para ficar sempre no hype, não inventou que ele acreditava, eu acho que ele acredita de verdade, só que agora tá no nível que ele não era 4 anos atrás. Ele piorou muito, piorou muito. Talvez seja um sintoma de alguma coisa.
Para mim, eu sou todas as alternativas acima.
Perfeito, perfeito. E se não gostou apenas da sua opinião desenvolvendo aqui a nossa liberdade, minha opinião, na minha mãozinha assim, Como assim você não acredita que as elites, que o mundo é controlado pelas elites dos poderosos? Aí tu fala, não tá batendo na trave, né?
Então até são, entende? O que eu só não, eu só não acho que eles realmente se reúnem numa sala escura, todos eles com uma bata vermelha, e fiquem discutindo, né, sobre que tipo de maldade nós vamos fazer hoje, né? Tipo assim, que eles dominam economicamente o mundo, obviamente que sim, né, cara? As grandes corporações estão aí para isso, né, cara? Mas não era, cara, é o que eu falei, nos anos 90, início dos anos 2000, tinha esse mesmo perfil da esquerda, que era o conspirólogo da esquerda que achava que lá dentro do Pentágono tinha uma salinha da CIA que tava discutindo o que que eles deveriam fazer para tirar o DCE da sua mão, sabe?
Então é essa coisa de personalizar, sabe? Essa coisa de achar que que você é importante, que eles, que você está incomodando o sistema e é por isso que eles querem te calar, né? É isso que tá na cabeça do Monark, cara. Eu acho que é patológico, né? Acho que não, não acho que seja exatamente por causa de substância, que eu conheço muito maconheiro aí que não é maluco.
Maior propaganda antimaconha do Brasil tá num desses momentos.
Mas eu acho que é patológico Ele realmente, ele, mas é aquilo que eu falei, né? O problema é que por ele ele não vai, porque ele vai dizer que o médico também tá, também faz parte, né, do sistema, e que vai declarar que ele tem problema mesmo para, né, para continuar silenciando ele, não sei o quê, cara. Infelizmente eu acho que deveriam só parar de dar palco, sabe? Deixa esse maluco falar. Para mini bolha dele, né? Pare de, né?
Mas vai acontecer, cara. Eu vou com aquilo que eu tinha falado, né? Eu acho que esse maluco, ele, ele bem ou mal, né? Não tô aqui, tem gente que tem traumas muito piores na vida, né? Tem gente que passa fome, um monte de coisa assim, né? Mas como um cara considerado socialmente branco, né, privilegiado, ele viu a vida dele toda ruim, mais uma vez, né? Deve ter um pouquíssimo aparato emocional maduro.
Se ele pelo menos tivesse uma mãe psicóloga.
Pois é, né? Eu acho que é isso, mano. Ele foi dobrando aposta porque eu acho que foi a única maneira que a mente dele conseguiu aguentar, criando essa rigidez cognitiva e não aceitando, mano. É um Mas até eu acho que é, eu acho que no fundo é um pedido de socorro mesmo. E que se foda também, né, que sofra as consequências da coisa que ele anda pregando, etc., né. Não, não me incomoda o pranto de quem é ruim, já dizia Martin Luther King.
É isso, muito obrigado para todo mundo, galera. Obrigadão aí, tivemos, já quebramos quase um recorde aqui hoje, né, mais de 420 pessoas.
Hoje eu tô real e zucas, né, não tem como.
Se imagina com J, que a quantidade de hater que ia juntar aqui.
É, lote formado, hein?
Como a gente falou durante as 2 horas e pouco do programa, o pessoal fica explorando a imagem do Monark. E aí a gente põe o Monark na capa, aí o programa chega a 400 pessoas online.
Então o que que vai acontecer semana que vem? A gente vai continuar falando Monark.
Aí fazer o quê?
É isso, vai ser um, vai ser um, vamos fazer um podcast só tipo Show de Truman comentando a última Monarca, Monarca Talk, que vai ser o Monarca Here.
Não sei, vamos, vamos, um episódio Monarca, outro Golfinóide, ficar alternando.
Perfeito, perfeito.
É só para deixar claro, tá, só um detalhe, não é só maconha, tá, predisposição a parada aí dá o gatilho, hein. Cuidado vocês. Eu conheço um cara que usou chá de fito uma vez só, tá maluco até hoje.
Ah não, isso sim. Mas eu conheci um cara que entrou no cogumelo, né, no chá de cogumelo, e realmente não voltou mais.
Para quem tem predisposição pode dar um tiro pesado aí, gente.
Eu não vou defender, não vou fazer meio termo não, porque eu acho que qualquer coisa que você abusa o tempo inteiro vai dar ruim para tua vida. Alguns vai te deixar diabético, outro vai te deixar gróglota, vai te deixar com cirrose, outro vai te deixar meio bilola.
Então assim, menos do amor.
Se tu abusa muito de qualquer substância, meu irmão, tu vai dar ruim.
O único problema de acusar substância é que parece que isenta a responsabilidade, né?
Não, como se ela escolheu abusar Antes dele viciar, ele escolheu usar pela primeira vez.
Verdade. Tá aí o oxigênio que a gente abusa respirando e tá oxidando nossa carne.
É porque tem o seguinte também que dizer, né, Andrei? Maconha não vicia. Eu fumo há 20 anos, não sou viciado.
Então, todo dia, né?
Isso, né?
É um clássico.
Vicia, não pode tratar ele como um dependente da maconha. Então, não posso, não pode fazer assim, é um papelzinho.
Mas você sabe que a única coisa que é certa viciar e que é saudável, Rafael Jacão, né? O podcast Mundo Freak, recebendo. Ao invés de você comprar aquele prensadão de barata e remédio de rato, você pode dar esse dinheiro apoiando o Mundo Freak no apoia.se/confidencial. Toda terça-feira aqui com vocês, sendo pago logo em seguida.
Fazer, estamos fazendo react O Andrei, seu react já está só para quem é apoiador?
Os dois primeiros não, mas o próximo vai ser só apoiador, galera.
Então se inscreve que o react do Andrei começou. Olha, ele vai, ele vai.
E aproveitando, deixa, eu vou falar o seguinte, próximo react vai ter O próximo react vai ser do Monark, hein? Então, aí, ó, quer dizer, não vai ser meu vendo coisa do Monark, não vai ser o Monark que vai reagir.
Nem eu uso fazer um react do Monark nas minhas lives. Andrei, parabéns para você, tu vai para um lugar obscuro agora.
Parabéns, seu Rafael, que tá falando isso. E sim, gente, escutem Relatos do Além aí do nosso queridíssimo Cristiano Zuccas. Escutem MDM aí do nosso queridíssimo amigo Hel toda sexta-feira. E é isso, beijo no popô de vocês e não olhem para trás.
A Sombra do Infiltrador
Livro de fantasia obscura