Episódios de Mundo Freak Confidencial

Exorcistas preocupados com Satanismo, Piloto se assusta com Ovni e Casos Assombrados | MFC 614

22 de julho de 20262h13min
0:00 / 2:13:06

apoia.se/confidencial

Participantes neste episódio4
A

Andrei

HostDiretor-Geral da Polícia Federal
C

Cristiano Zucas

Co-host
J

Jean

Co-host
R

Rafael Jacauna

Co-hostAutor
Assuntos10
  • Fenomenos ParanormaisCasa dos demônios da família Ammons · Poltergeist de Enfield · A família de Caim · Casal Warren · Expediente Valecas · Estefânia Gutiérrez Lázaro · Assombração da família Smurl · Joana
  • Odisseia (Filme de Christopher Nolan)Comparacao de Adaptacoes · Guerra de Troia · Jornada de Odisseu · Poseidon · Ciclotimia · Circe · Crítica ao belicismo · Fim da civilização grega
  • Interrupção de operações aéreas em São PauloRelato de piloto no Paraná · Pane no controle de aproximação aérea · Marinha do Brasil · Força Aérea Brasileira
  • Conexões entre ufologia e ocultismoPadre expulsa ambulantes · Relação entre OVNIs e demônios · Santos Catolicos · Cardeal Robert McElroy
  • Fenômenos ufológicos e suas nomenclaturasFenômeno ufológico como trickster · Aparições Marianas · Maria Valeria Resende · Seres extraterrestres
  • Satanismo e LuciferianismoPadres exorcistas com medo · Retorno do satanismo · Satã
  • Datação de Fósseis e RochasCaso do bairro Capão de Imbuia · Fenômeno poltergeist · Filmes de Terror · Padre Quevedo
  • Casos de PoltergeistManifestações em casas · Objetos se movendo sozinhos · Energia da pessoa no ambiente · Adolescentes e fenômenos
  • Corpo FechadoMagia e feitiços · Defesa astral absoluta · Ritual de Quimbanda · São Cipriano
  • Críticas e sincericídios dos ouvintesOuvinte sobre ufologia · Relato de experiência ufológica · Teoria sobre retorno de ETs · Crítica a comentários no Spotify · Saudade do formato antigo
Transcrição467 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro

— Anúncios inseridos dinamicamente —

?Voz D

Longos dias e belas noites, queridos ouvintes. Está começando mais um Mundo Freak Confidencial e hoje vamos exorcizar você com temas incríveis: poltergeists, discos voadeiros e por que não também falar sobre padres exorcistas com medo. Padres exorcistas estão com medo da volta do satanismo. O que que você acha, ouvinte? Deixa a sua curtida, sua compartilhada, suas 5 estrelinhas. E para me ajudar, temos aqui nosso queridíssimo Rafael Jacaúna.

Ele conseguiu mutar, pigarrear, quer dizer, desmutado ele pigarreou, e aí ele se mutou, começou a falar. Mas aqui é um podcast aqui, né? É verdade.

?Voz C

Mas é o seguinte, eu acho que o satanismo retornando com força É bom para igreja, que vai criar ali o inimigo perfeito. E a gente sabe que a política prospera muito mais quando você inventa o inimigo. Se o tal inimigo supostamente existir, melhor ainda.

?Voz D

Está falando que Satã é inventado, Rafael?

?Voz C

Talvez o satanismo, como a galera pinta, sim. Agora, se você acredita no cristianismo, tu é obrigado a acreditar em Satã, né?

?Voz D

Você é cristão, né, Rafael?

?Voz C

Eu sou.

?Voz D

Você acredita no diabo?

?Voz C

Acredito que ele existe, não acredito que ele fique aqui me perturbando não.

?Voz D

Tá bom, entendi. Depois a gente fala sobre isso. E temos aqui nosso queridíssimo Cristiano Zucas.

?Voz E

A única coisa que eu tenho para falar é: isso não existe. Porque a pauta de hoje me deu, me deu nostalgia legal, hein?

?Voz D

Vários casos famosos. E temos novamente nossa queridíssima Jean. Atena Games. Vamos, vamos fazer um rebranding.

?Voz F

Vamos, vamos, vamos, vamos.

?Voz E

Aliás, Mário Games faleceu ontem, né? Vocês conhecem Mário Games?

?Voz F

Não, não sei quem é.

?Voz E

Clássico do submundo da internet.

?Voz D

Tá bom, obrigado pela notícia. Ok, com a gente, né?

?Voz G

Beleza.

?Voz D

Obituário da internet.

?Voz E

Parabéns só por mandar a notícia trágica, né?

?Voz C

Antes da gente abrir a live, eu perguntei para ela assim, quantos anos tem mesmo? Ela falou, mas o nome Atena Gamer já entrega essa idade.

?Voz F

Então já é verdade, é verdade. Pode chamar de Jean, pode chamar de Atena, pode chamar até de Débora, dependendo do contexto. Tá ótimo. Débora, é, tô aceitando.

?Voz E

Jaca, qual é seu primeiro nickname na internet? Agora, Moreno 17. O meu era Dark Harley, porque eu era moreno misterioso.

?Voz F

Dark Harley, cara, eu não lembro o meu, mas eu usava muito Hipólita, usava muito isso.

?Voz D

Olha aí, uma grega, a rainha das Amazonas.

?Voz F

Aí depois ficou muito grande, usei Atena.

?Voz D

Olha, eu nunca, eu acho que eu nunca tive um nickname assim de início de internet, eu não lembro. Eu lembro do meu primeiro email que era andreissj4@hotmail.com.

?Voz E

Super Saiyajin 4, isso era bom também. Super Saiyajin era bem clássico.

?Voz C

Aquele que era prateado?

?Voz D

É, não, não, aquele é o 5 do Dragon Ball AF, era o 4.

?Voz F

Eu não assistia, eu não assistia.

?Voz D

Não, não passava na TV, você lia pelas revistinhas que lançavam aqui contando notícias do Japão. E aí eu assinava, assinava não, né, eu comprava, acho que era uma Ultra Jovem, que era uma revista B dessa época do Rio de Janeiro, não sei se tinha outros lugares e tal.

?Voz E

Revista herói, né?

?Voz D

Exatamente. Eu não comprava herói, eu comprava essas outras assim, né?

?Voz E

Mas esse Super Saiyajin 5, pô, sério, eu lembro que todo mundo falava, né?

?Voz D

Exatamente, do Dragon Ball AF, que o meu primo foi no Japão viu e me contou, né? Isso aí é só para sentir, cara. Hoje em dia isso morreu, né, cara? Hoje em dia a gente tá aqui debatendo trailer vazado de filme da Marvel, né? Mas vamos voltar aqui para o tópico de hoje. Vamos voltar aqui para o tópico de hoje, porque agora vamos passar a nossa vinheta e a gente já volta.

?Voz C

Além do que conhece por tempo e espaço, o contato com algo além. Não conte para ninguém e nunca olhe para trás.

?Voz G

Mundo Free.

?Voz D

Confidencial. E galera, voltamos aqui novamente para falar novamente exorcismo. Rafael Jacaúna, você acredita no diabo? Você acredita que o diabo pode tomar conta de alguém a ponto de precisar de um padre para exorcizá-lo?

?Voz C

Cara, eu acredito que as pessoas podem acreditar que sim.

?Voz D

Agora, mas tu também é o cristão menos cristão que eu conheço. Que porra é essa?

?Voz C

Para mim, a chance disso acontecer é muito raro, muito raro. Então sim, acredito que espíritos possam tomar o corpo de alguém e causar males, de repente um padre ter que auxiliar. Mas é que, né, de algumas décadas para cá isso ficou tão, tão carne de vaca nas igrejas que que, porra, é impossível você acreditar que qualquer pessoa atualmente esteja sofrendo de possessão demoníaca, né? Então ficou um negócio muito comum e genérico, complexo.

?Voz D

É algo especial, é algo que não é, não é qualquer momento. Entendi, entendi. Pô, muito bom, porque o que que tá acontecendo, gente? Tem um exorcista que ele foi afastado de seus afazeres após relacionar OVNIs e demônios. Olha que interessante! Isso aconteceu no dia 3 de junho, mês passado. O Cardeal Robert McElroy, arcebispo de Washington, claro, americano, né, anunciou o afastamento do Monsenhor Stephen Rossetti de sua função como exorcista da arquidiocese.

?Voz A

Olha aí!

?Voz D

A Igreja de Washington também encerrou sua relação institucional com St. Marshall Center for Spiritual Renewal, organização dirigida pelo sacerdote, por isso que foi afastado, né, que dedica atividade de oração, libertação espiritual, orientação sobre influências demoníacas. E a grande questão é que o Stephen Rossetti, né, o afastado, ele, ele, o afastado, parece nome de novela, né, o afastado, ele não era um padre desconhecido.

Além de ser um sacerdote católico, ele é psicólogo, professor e autor de livros sobre exorcismo. E ao longo dos anos construiu uma grande audiência na internet publicando vídeos, relatos e comentários sobre possessão. Ou seja, ele era católico influencer, né? Só que a controvérsia começa no dia 29 de maio, um vídeo sobre OVNIs e a possível existência de extraterrestres. E durante o que ele fala, o sacerdote reconheceu que um católico poderia acreditar na existência de vida fora da Terra, mas na sua opinião pessoal era que muitos dos fenômenos interpretados como encontros com alienígenas poderiam ser algo ligado a demônios.

Segundo ele, entidades demoníacas teriam interesse em esconder sua verdadeira natureza e poderiam se apresentar de forma diferente para, enfim, confundir as pessoas, né? O diabo mentiroso e ardiloso como é, né? E aí a gente teve essa reação da Arca de Ossés, que foi bem rápida, em comunicado oficial né, o McElroy, né, que cuida ali da arquidiocese, afirmou que as declarações que relacionavam OVNI a presença demoníaca, somado ao uso recente de redes sociais, prejudicavam gravemente o ensino da igreja sobre o diabo, os demônios e os exorcismos.

Cara, eu acho isso, sabe por que que eu acho isso muito interessante? Porque a grande ideia, o que eu tô notando assim da Igreja Católica, tá num grande período de rupturas, né? Porque claramente, assim como na vida social, né, a gente tem essa, essa esquerda versus direita também dentro da igreja em outros sentidos, né. Você tem alas mais conservadoras daí, sempre tiveram, né, várias facções dentro da Igreja Católica, né. E você tem claramente grupos mais conservadores, mais tradicionalistas, que estão se opondo de maneira cada vez mais irrefreável a grupos, né, que não daria para chamar necessariamente progressistas, afinal, né, ainda são contra gays e aborto, etc., né.

Mas são com grupos que são aqueles mais ligados à galera pobre, é gente também, né, talvez, e ato não seja tão legal. E aí você tem, né, teve várias polêmicas aí que o Papa numa canetada só comungou uma galera tradicionalista. Então a galera tá empolvorosa O que que você, qual é a opinião de vocês com relação a isso? Vocês acham que a arquidiocese está certa?

?Voz E

Tem muita influência também desse tema, né, de ufologia. Eu acho que acaba que mesmo esses padres acabam sendo influenciados por coisas que vêm. Você sabe que lá no Congresso americano está se debatendo muito esse assunto, e vários deputados, vários políticos americanos têm batido nessa tecla de que ter igual a demônio. Até vim aqui com camisa, ó, em homenagem. Então abre teu olho, Roni Werner, olha aí, vai ser excomungado pela Igreja.

?Voz D

O que que você acha, Jean?

?Voz F

Eu, o que eu acho é que é meio confuso até esse movimento, porque você vê algumas pessoas da igreja já se movimentando, falando assim, é, tem alguma coisa, vamos ver o que acontece. E tem uma outra galera realmente mais conservadora nisso. O que me preocupa é a maneira como eles jogam isso para as pessoas, sabe? Misturando isso mesmo, exorcismo, alienígena, demônio, e a salada que as pessoas estão fazendo. Me preocupa mais o entendimento das pessoas em relação ao que eles estão fazendo do que propriamente eles negarem ou não, sabe?

Assim, e eles deixam para lá a galera entender como quiser. Porque para eles é interessante também, né? De alguma forma você consegue pegar uma galera que acredita e a galera que não acredita. Então é meio zoado isso aí.

?Voz D

E aí, Rafael?

?Voz C

Então vai muito porque a Jan falou também, é aquilo: a existência de um ignora a existência do outro. Isso é, demônios e ETs, segundo essa galera, podem existir no mesmo mundo. Para mim, sim, eles não são, eles não se anulam mutuamente, né? Mas isso vai, vai junto com uma ideia, uma mais uma dessas conspirações e teorias que, que vencem nos próximos 3, 4 anos, que é justamente da tal suposta invasão alienígena, que alguns vão colocar aquele elemento da suposta invasão alienígena ser na verdade demônios invadindo.

Né, porque tem camada em cima das camadas. Tem uns que vão dizer que vai ter uma suposta invasão alienígena justamente para Nova Ordem Mundial, grande reset acontecer. Outros já dizem que os aliens vão chegar como grandes salvadores e na verdade eles são demônios, são demônios disfarçados. Eu fico sempre imaginando o seguinte, que a gente vai pensar em demônio, vai pensar no demônio lá, o capirotão, asa, Pé findado. E eu fico imaginando ele no disco voador, né?

Eles, porra, no disco voador fazendo as suas naves, né? Isso vai de ideias de alguns livros de Carl Sagan, de alguns livros do autor que fez aquele livro O Fim da Infância.

?Voz D

É o Huxley ou é o C. Clarke?

?Voz C

Então assim, é muito curioso essa ideia também, porque acho que provavelmente alguém leu o Arthur C. Clarke, ouviu o seriado mais recente e falou, porra, tá aí, pô, demônio ET, eles vão nos enganar que eles são para salvar. Então, como lá os políticos americanos já estão com esse discurso, já autoridades grandes nos Estados Unidos falaram isso ano passado e repetiram esse ano, né, um padre fala isso, mais uma gota, mais uma gota, acho que mais um balde cheio para se espalhar, para se difundir cada vez mais isso na cultura dos Estados Unidos e pelo mundo, né. Eu acho que é um detalhe bem importante.

?Voz E

O fenômeno, o fenômeno ufológico, ele tem essa parada meio trickster, né, meio zombeteiro, e é muito fácil você ligar uma coisa a outra, né. Eu tenho para mim que ele já é minha crença, né, que eu penso que na verdade o fenômeno é um só, e aí cada um dá o nome que quiser. Porque, por exemplo, você vê o caso daquela aparição de Virgem Maria, né, de 1917, com os 3 meninos pastorinhos e tal. A primeira, a primeira visão que eles tiveram foi de um grey, entende?

A descrição era de um grey, e depois virou a Virgem Maria. Então, dependendo da narrativa, vira uma coisa ou outra. Às vezes é o demônio, às vezes é Virgem Maria, às vezes é não sei o quê, uma visão no céu, né? Na Bíblia tá cheio disso, né? Então assim, para mim é tudo, né? Pode ser boitatá, pode ser Virgem Maria, pode ser demônio, é tudo um fenômeno só. Mas aí já é uma crença minha, né?

?Voz F

É, e baseado no que o Zuca está falando também, sendo uma coisa que eu acredito, o fenômeno ele foi sequestrado pela igreja. Porque como o Zuca falou, aparições marianas assim, você é um relato de um de um encontro. Inclusive, no Brasil, Itaúna teve um caso desse também, que 3 meninos avistaram um ser que eles chamaram de macaco branco, que é muito comum, né, como descrição, né, das pessoas falarem que parece um macaco branco.

E a igreja foi lá e falou assim, não, eles viram a Virgem Maria. E aí eles fizeram um santuário na cidade de Itaúna, que é a Nossa Senhora de Itaúna, que ela segura um triângulo. E assim ficou a história. E as pessoas juram de pé junto que elas viram a Virgem Maria, outras não, né? E o que aconteceu também nas aparições marianas, né? E aí eu, cara, eu fui mais a fundo em aparições marianas, eu fiquei cracuda nisso, cara. Eu fiquei louca, sabe?

Tem muita, são muitas aparições, muitas mesmo. Só que a igreja ela vai classificando no nível, e o que eu percebi era nível de interesse, não é um nível do tamanho da do evento, sabe? Então é, a igreja ela vai usar isso futuramente, pode ter certeza, porque antigamente era anjos e demônios, era fadas e duendes, né? E hoje em dia, cara, não tem como. A gente tá aí na tecnologia, se eles não se adaptarem a isso ela vai ficar para trás e não é interessante para ela.

Ela vai ter que usar um novo símbolo para poder reforçar isso, e pode contar que elas vão usar os alienígenas. Como já tá rolando por aí.

?Voz C

Esse cara aí, você está falando que daqui a pouco teremos pastores famosíssimos aqui pelo Brasil falando sobre ETs? Apesar que tem um famosíssimo pastor aí que um dos primeiros livros que ele escreveu foi sobre alienígenas, que ele dizia que os ETs não existem, que são demônios. Isso tem mais de 30 anos.

?Voz E

Ah, aquele que na capa tá escrito esse dos incentivadores?

?Voz D

Calma aí, já tô, já tô colocando aqui na tela. Calma aí, calma aí.

?Voz C

Gosta sim, Rádio. Eu não vou citar o nome do programa porque o CNPJ não é meu, mas se o dono do CNPJ quiser falar o nome, é com ele mesmo.

?Voz F

Eu bem achei esse livro num sebo, tá? Não comprei, claro, mas eu achei.

?Voz C

Eu vi esse discurso, tá? É um discurso de quase 2 horas. No final, nos últimos 10 minutos, Ele fala sobre alienígena e eu achei no YouTube, mandaram no YouTube. Na verdade, a gente viu isso live e é puro suco.

?Voz D

É que na verdade, na verdade, né, esse VHS dele, né, é uma espécie de pregação famosa dele, né. Era considerada aquelas mídias perdidas, lost media, porque a gente tinha capa, mas a gente não tinha o material original. E aí, aparentemente, alguém achou e o pôr no YouTube. Eu tenho HD aqui no computador, mas é bizarro de fato, né? Como, como não é primeira vez que a gente tem essa ligação, né? Como o próprio, essa onda do público evangélico, né, cresce muito da década de 70, 80 para cá no Brasil, com muita coisa importada.

Alguns maldosos, diria eu, diriam que na verdade é um grande psyops americano para invadir o Brasil e colocar aquelas ideias lá calvinistas, meio, meio, meio espírito do capitalismo, né? É que vai, e em contrapartida, a teologia da libertação da Igreja Católica, que tinha um viés mais à esquerda na América Latina, e que então a CIA pagaria, né, por uma onda de evangélicos assim que vai tomando conta aí da década de 80 para cá.

É o que diriam as más línguas, mas a minha língua não é má, ela é boa e muito, muito, muito predicosa. Mas de qualquer maneira, eu só gostaria de salientar uma coisa. Eu vou discordar talvez um pouco de vocês aqui da seguinte maneira: como a Jan falou brilhantemente aqui, Marco Rubio, que é o cara que manda nos Estados Unidos hoje, né, ele é o presidente dos Estados Unidos hoje, né, o Trump é a máscara. Ali, né? É o cara que tá tomando conta das medidas internacionais.

Ele mais alguns outros políticos americanos estão defendendo essa visão demoníaca, né? Esse controle de narrativa relacionado ao assunto ufológico, né? Agora, a gente não tá falando aqui— a gente tem que lembrar que os Estados Unidos, ele é um país majoritariamente protestante, né?

?Voz E

Eles são evangélicos.

?Voz D

Tanto que para eles o catolicismo é uma parada meio bizarra. Só tiveram 2 presidentes católicos nos Estados Unidos inteiro. Um deles foi o Biden agora, o outro, se eu não me engano, foi o JFK. Então bem recente. Então é algo, eles acham é meio coisa de irlandês lá, né? Enfim, a grande questão aqui é que estamos falando de arquidiocese, a gente tá falando de catolicismo. E aqui revela para mim, como eu abri na minha fala no início do programa, né?

A Igreja Católica, ela tá, ela virou um terreno em disputa. Diferente das igrejas católicas que são a vanguarda muitas vezes desse movimento conservador, a Igreja Católica já tá mais em disputa com relação a isso. Então a gente tem que lembrar que o cara não foi afastado apenas por causa da viralização desse discurso dele, mas como justificativa também por causa dele ser um católico influencer. Com essas ideias novas. Então, para mim, o que é toda essa motivação não é necessariamente com relação à afirmação direta sobre isso, mas que é incômodo para Igreja Católica você ter esses padres que vão se destacando, principalmente midiaticamente, né?

Um Padre Fábio de Mello, né? Você tem essa questão que eles preferem tratar principalmente essas questões teológicas um pouco mais por baixo dos panos, um pouco mais na discussão meio eclesiástica mais interna, né? É algo que eles têm um pouco dessa ojeriza. Isso também tem a ver com exorcismo, porque apesar de termos padres exorcistas e sabermos que existem exorcismos feitos até aqui no Brasil oficialmente, né, oficialmente para Igreja Católica, esses eventos são muito raros porque eles não querem entrar em polêmica, porque a gente teve os últimos, as últimas décadas aí com muitas polêmicas referentes à Igreja Católica, né?

Então, para mim, essa controvérsia, ela é muito mais larga dentro do ponto de vista do que necessariamente, ah, porque a Igreja Católica não quer que se fale sobre isso. Na verdade, na verdade, o Rossetti é como se ele tivesse falando pela Igreja Católica, definindo o que é demônio, que não é algo que talvez para Igreja Católica como instituição não esteja definido, entende? Ela é muito mais prudente nesse tipo de discurso do que, do que os protestantes, né? Vai ter do luteranismo até o neopentecostalismo, né? São vertentes, né?

?Voz C

Tu tá dizendo, André, que o corporativismo católico ele está acima da personalidade. Então quando o cara afirma alguma coisa e ele é um padre, ele está representando toda a igreja, e a igreja diz: não, calma aí.

?Voz D

Exatamente. Seja para ETs, seja para pedofilia.

?Voz E

Isso é verdade. E eu acho que eles são, preferem muito mais tipo aparições marianas do que exorcismo, né? Tipo, é muito melhor você focar em coisas positivas, tipo, gente, olha só, os menininhos viram tal coisa ali, ah, deve ser Maria, é uma coisa boa, do que você tipo, gente, olha só, um demônio está no corpo dessa menina. Acho que tem um pouco disso talvez, né?

?Voz D

Com certeza. Aliás, faço convite aqui, já que Jean é uma especialista em Marianas, namorou muitas Marianas por aí, vamos fazer um episódio especial só sobre aparições marianas. E chamarei Daniel Pires.

?Voz E

Caraca, aí sim!

?Voz D

Para a gente falar que Daniel Pires é o cara que mais se empolga com o catolicismo que eu já vi na minha vida.

?Voz E

Ele vai, mas o Dan não curte muito ufologia.

?Voz D

Não tem problema, mas eu não acho que necessariamente que a ufologia— eu, a gente pode levantar discurso, mas para o católico é uma outra questão, né? Então acho que seria interessante a gente ter um um católico fervoroso, né? Eu nunca vi, ele vai no Vaticano, parece que ele tá na CCP, uma coisa impressionante. Então fica aí, fica aí o convite para a gente falar mais uma vez. Eu adoro mistérios católicos, pode reclamar do que for e não tem motivos para deixar de reclamar, porque mais tenha motivo para reclamar da Igreja Católica.

Mas uma coisa que a gente não pode reclamar é que a Igreja Católica serve Kant com todas as suas paixões e afetos.

?Voz F

Elemento fofoca, ela botou elemento nos 3 segredinhos. Ela falou assim, cara, vou meter 3 segredinhos aí, fofoca que pega as pessoas, entendeu? Ela sabe como faz, entende engajamento antes de se despedir.

?Voz G

Boa, boa.

?Voz D

Vamos falar, abraço aí para Nossa Senhora que tá sempre com a gente aí.

?Voz E

Nossa Senhora de Zeta Ridículi.

?Voz D

Ainda falando, tratando sobre exorcismo, gente, tem o que que vocês estão rindo aí?

?Voz F

Imagina Nossa Senhora com aquele cabelo armado assim, a lourona cheia de laqueiro, hipermercado.

?Voz D

Exatamente, exatamente.

?Voz C

Meu Deus, perdoa essa galera aí, Jesus.

?Voz E

Piada millennial, né?

?Voz G

Total.

?Voz D

Boa, boa. Ó, o Eu André falou o seguinte. Aliás, antes de qualquer coisa, né, mandar um abraço aqui para o Gustavo Castanho, que mandou 5 conto aqui para gente. Muito obrigado. O Eu André Luiz falou: a Igreja Católica precisa deixar de implicar com a Maçonaria. Eu acho que não. Eu acho que todo mundo tem que se implicar. Assim, assim a gente cria um mundo em que essas coisas não se juntam e matam a gente. Eu acho que funciona legal assim.

?Voz C

Briga enganja. Essa galera discutindo, brigando, um implicando com o outro, aparecendo no jornal de vez em quando, excomungando um padre, expulsando alguém. Isso também faz parte para você não sair completamente da mídia. Essas instituições devem ter um departamento de marketing que fala assim, pô, tá na hora da gente desescavar alguma fofoca aí. Aquela notícia que a gente recebeu há 3 meses, vamos lançar agora. Vamos expulsar o padre tal para dizer que a igreja tá fazendo alguma coisa, para fazer que— então isso também faz parte, senão some, né?

Vira e mexe, quando tá muito quieto, ah, o Papa falou não sei o quê, aí mostra nenhuma. Mas a mídia cobre, porque tem que também dizer que a Igreja Católica tá aí, ó, presente o tempo todo. Aí os evangélicos, tempos mais primórdios, pois é, né? Pô, não pode desaparecer.

?Voz D

Exatamente. E lembrando a todos, né, a treta da Igreja Católica com a Maçonaria ela é de muitos séculos, né? Principalmente porque a Maçonaria adota, e várias outras dessas organizações, ordens, como é que eu posso dizer, discretas hoje, né, mas antigamente secretas, elas eram republicanas, enquanto que a Igreja defendia a monarquia. Então você tem uma treta política que é acompanhada aí desde o século 17, século 18, né?

?Voz C

Aqui no Brasil, século 19 foi fortíssimo Maçonaria contra Igreja Católica.

?Voz D

Exatamente.

?Voz C

Era o empresário, era um negócio de louco aí, ó. Barão de Mauá, manda um abraço.

?Voz D

E vou dizer mais, o primeiro culto evangélico do Brasil aconteceu dentro de uma loja maçônica, ainda no período de Dom Pedro II. Olha aí, é para hoje, eu renunciei à Maçonaria, renunciei ao satanismo, lá o Cabo Daciolo no Congresso, né, falando para quem Enfim, né? Mas enfim, fica aí uma pequena—

?Voz C

você falou em Cabo Daciolo, alguém me jogou maldição, jogou um vídeo do Cabo Daciolo para mim no Instagram mostrando que o Cabo Daciolo disse o seguinte: ele não acredita que o Lula, um homem de 80 anos fazendo exercício na academia, se filmando e postando no Instagram, é o Lula. Ele disse que aquilo ali é um substituto Ele não sabe dizer exatamente se é um clone ou se é um ator pago, mas ele disse que não acredita que é o Lula. O Lula já morreu, segundo Cabo da Ciolo, e esse homem aí é um substituto.

?Voz E

Que aquele era meu vizinho, moleque, tem noção?

?Voz D

Imagina, você foi vizinho de todo mundo no Rio de Janeiro, né?

?Voz E

Eu posso provar, cara, super querido, cara, é gente boa para caraca.

?Voz F

Não, imagina, tu foi no monte com ele, subiu no monte.

?Voz D

Caraca, subiu no monte, parece muito. Me deixa falar, vamos, vamos voltando a falar para os exorcistas, que ainda tem bastante pauta aqui hoje, né? Porque os exorcistas católicos, né, dia 13 de março de 2026, né, a gente, vocês acreditam, gente, tem uma Associação Internacional de Exorcistas que se reuniu com Papa Leão, né? É uma entidade reconhecida juridicamente pelo Vaticano, reúne sacerdotes e auxiliares que trabalham com exorcismo e orações de libertação em diferentes países, né?

E durante esse encontro, esses representantes apresentaram um relatório sobre aquilo que consideram crescimento de casos relacionados a ocultismo, esoterismo e ao satanismo. A associação também pediu que todas as dioceses católicas possuíssem sacerdotes devidamente preparados para lidar com pessoas que procuram ajuda por acreditar estar sofrendo ataques espirituais. Galera, satanismo está de volta e não está prosa. E agora, o que que a igreja—

?Voz C

isso aí, isso aí mostra também uma tendência, eu acho, de mercado, tá? Que é— não, já, que isso— a tendência de mercado que a Igreja Católica viu passar, porque todo mundo que tá, pô, com diabo no corpo, sofrendo influências malignas e tudo mais, Não vai para igreja católica. A pessoa às vezes até católica, mas não vai. Por quê? Porque o padre parece— o padre, para na visão de uma pessoa normal, uma pessoa comum que não frequenta a igreja constantemente, o padre é um garoto que fica rezando todo domingo ou toda quinta-feira.

Não é um cara preparado para lutar contra o demônio, né? Enquanto você vê na internet as igrejas pentecostais, geralmente os caras com disposição, passando paletó, gritando, apontando o dedo. O cara no palanque com mais 15 com ele. Então dá uma impressão que a galera é a Vila Ninja para bater no demônio, enquanto o católico tá ali sozinho, geralmente, não raramente, o idoso falando baixo, né? Parece vulnerável, parece vulnerável.

Pensa você, você que não é de igreja nenhuma, tu é cristão como boa parte do Brasil, cristão, Você acha que tá sofrendo influência demoníaca, tu vai querer ir para o idoso padre ou um pastor cheio de energia que grita para o demônio? Fica aí o raciocínio.

?Voz F

Não sei, ainda rola uma música, né? Às vezes tem show, tem tudo.

?Voz E

Eu iria para gira.

?Voz C

Tem essa opção no Brasil, tem muito disso que a gente, quando a gente tá vendo filme de terror, geralmente americano, a gente sempre Pô, se tivesse uma macumba lá, isso não acontecia. A pessoa já ia, já ia, tomava um passe, já tava no esquema, né?

?Voz F

Casa assombrada, gente, bate umas ervas, já resolveu ali.

?Voz D

Perfeito, perfeito, perfeito. Não, eu acho isso muito curioso, né? Foi a nossa ouvinte que tá aqui com a gente, a Lola Von, né? Pânico Satânico 2.0. E realmente, né, tem muito cara desse pânico satânico Mas assim, eu acho que talvez diferente do pânico satânico dos anos 80, aqui existe uma, algo que é um discurso pernicioso naturalmente, né, mas ele é baseado em alguma materialidade. Porque nos anos 80 você tinha muito essa, essa volta de satanismo, etc.

Você tinha até novos cultos surgindo, principalmente a gente vai ter a Igreja de Satã do Aveio, né, nunca lembro se se é Igreja de Satã ou se é o Templo de Satã. Acho que a Igreja de Satã, do lado aí, né? A gente vai ter a bruxa wicca, né, da Inglaterra, etc., meio que voltar a se popularizar, começando a se popularizar e tal. Mas muito do pânico satânico era baseado em muitas mentiras, né, relacionados a grupos satânicos sequestrando criancinhas e nananã.

Aqui parece ter uma coisa um pouco mais material, porque quando ele fala desse avanço do esoterismo e ocultismo Ele não está errado. Eu inclusive gravando o Magicando, a gente meio que chegou na conclusão que de fato estamos nas últimas duas décadas pelo menos presenciando uma espécie de renascer da magia. Então você tem muito desse assunto voltando à tona e muitos grupos, né, e muita discussão, muitos covens, né. Claro que isso na minha questão não é nenhum tipo de demérito, né.

Para essas pessoas talvez seja, porque enfim, né, cristão adora arrumar a saia para se coçar. Mas a ideia geral é que eu entendo que existe talvez um medo de perder um pouco da narrativa e que talvez seja influenciado justamente por essa briga interna que a Igreja Católica tem dos tradicionalistas que não aceitam nada, né, quer que a missa seja em latim, para os caras que são um pouco mais, não vou dizer liberais, como eu falei, né, tipo assim, ah, gente, não pode dar o butico, mas você é um ser humano, né.

Tipo, vai até aí, né? Mas aí tem a galera que não gosta de ser um pouco mais leve assim nesse rolê, né?

?Voz F

Até usar a narrativa do alienígena já quebra isso para eles também, já dá essa enfraquecida. Imagina, a pessoa tá lá, é um alienígena, aí do nada não é isso aí, alienígena. Alienígena não é com a gente. Não, pô, se for alienígena vai ser demônio sim.

?Voz D

É isso, porque tem que estar dentro da jurisdição da igreja, né? Igreja jamais vai aceitar algo que você esteja fora dela, né?

?Voz C

Eu tô pensando num novo, uma releitura do filme O Exorcista. E aí, em vez de ser o demônio, é um Grey. Puta que pariu! O Grey entrou no corpo da pessoa e ficou preso. Vai lá o padre para tirar e o Grey começa falar, eu sou do espaço, sou de outro planeta, eu sou um golfinho, eu vim aqui, eu sou um betunoide. Isso seria uma leitura impressionante, seria incrível.

?Voz E

Estamos há zero semana sem fazer piada de golfinho.

?Voz D

Eu segurei até hoje, já tenho chateado.

?Voz F

Deve ter um monte de entidade ali dentro, né? Tem várias aí para a gente citar, né?

?Voz D

Vamos deixar só o golfinho Golfinho, a entidade da picaretagem. Sai de casa, o malandro e otário.

?Voz F

Tem vários se manifestando lá. Eu sou fulano, sou pleiadiano, arturiano.

?Voz E

Exatamente.

?Voz D

Enfim, terminamos aqui o nosso, o nosso bloco exorcista, né? O que que você acha, ouvinte? Lembrando a todos, deixa aí o seu curtir, seu compartilhar. Né, queria saber sua opinião sobre isso. Mas antes da gente continuar, gostaria de lembrar que o Mundo Freak, olha, parece que vocês não esperavam, hein? O Mundo Freak é um podcast, deixa eu colocar minha cara aqui porque o Rafael fica fazendo cara de burro.

?Voz E

Igual aquela mudança no jornal que a pessoa fala de uns temas super pessimistas, daqui a pouco, mas hoje, mas hoje fechou, vou falar de coisa boa.

?Voz D

Gente, para você que não sabe, tá dando mole, tem esse QR code na tela aqui que eu estou apontando nesse exato momento. É o QR code do nosso Apoia.se. Que que é o Apoia.se, gente? É uma plataforma de financiamento coletivo. Isso significa que é uma maneira de você, você aí que tá me escutando e que tá me vendo, apoiar projetos independentes que você gosta. Você tá cansado de ficar refém dos mesmos cortes de podcast do YouTube, daquela galera que eu não vou nem citar o nome?

Você quer uma galera que tem uma editoria mais legal, que seja divertida, que traz alegria na sua semana, você quer que eles continuem, entra aí no nosso Apoia.se, apoia.se/confidencial, ou escaneia esse QR code e você pode ajudar a gente com uma doação a critério, como se fosse uma mensalidade a critério de doação, e você recebe alguns mimos. Por exemplo, participar do nosso grupo secreto que está lá, que está com tudo e não está prosa.

E para além disso, vários outros mimos. Você vai ter oportunidade de ter acesso a todos os episódios do Mundo Freak passados que foram derrubados do Spotify, dos agregadores, por causa de direito autoral. Eu criei um Drive ali só para você, apoiador, acessar. Então aproveite, aproveite, ó. Quem renovar o Apoia.se ou apoiar a partir de agora vai ganhar um beijinho na testa de Christian Zucas.

?Voz E

Vai sim, com certeza.

?Voz D

Mas você tem que chegar, a gente não vai pagar passagem de cima. Não, eu vou jogar. Não, jogar.

?Voz C

A pessoa tem que escolher, Lucas.

?Voz E

Você não tem que escolher nada não, de graça. Ah, tá.

?Voz D

Você é homem casado, desculpa, desculpa, amor, desculpa. Você é um homem relacional, você é um homem sério que eu conheço.

?Voz E

Não faço piada.

?Voz D

Exatamente. Então vai ser agora, vamos dar aqui, vou oferecer outro homem casado aqui. Então Rafael Jacaúna vai te dar um beijinho na testa, tá? Tá liberado, Rafael? A sua esposa libera beijo na testa de ouvinte?

?Voz C

Depende, se for de rapazes sim, se for de meninas aí depende.

?Voz D

Tá bom.

?Voz E

Ah, já tô solteiro, ó, já tô solteiro.

?Voz F

Aí, ó, pronto.

?Voz D

Não, mas é um beijinho na testa, pô, não é compromisso.

?Voz F

A gente troca uma ideia, conversa, vai que, né?

?Voz C

Mas o trem, tu tá casado?

?Voz F

Nem parece aquela, né, que tomou gelo.

?Voz D

A Jéia sim, mas dá uma apertadinha com ela num show para tu ver se ela não Se ela não ficar tímida.

?Voz C

Mas Andrei, tu tá casado?

?Voz D

Eu tô casado com Jesus Cristo, né?

?Voz C

Então por que tu não fala que você vai dar um beijinho na testa?

?Voz D

Ué, porque se eu tenho vocês para oferecer, por que que eu vou me oferecer?

?Voz C

Eu não quero beijar todo mundo.

?Voz D

Enfim, então pode ser também. Você chega e chega em mim e fala: Andrei, renovei o Apoia.se ou comecei a apoiar agora depois do seu anúncio, quero meu beijinho na testa. Darei beijinho na testa. E é isso, e só é isso que eu vou me comprometer.

?Voz C

Eu com a experiência de já ter alguns eventos, né, você também, tem um pessoal que chega sem banho tomado, hein. Pelo amor de Deus, gente, vai pedir ovo frito.

?Voz D

Não, ouvinte do Mundo Freak não, ouvinte do Magicanda às vezes, do Mundo Freak não. De graça, sempre foi cheiroso todo mundo.

?Voz C

Eu acho que lá no Magicanda ele falou o contrário. 20 do Magicano não, do Mundo Freak sim.

?Voz D

Nossa, quanta bobagem, gente! Quanta bobagem, gente! É sério, o assunto é sério. Apoia a gente. Temos também, seu Rafael Jakaúna, você tem uma surpresinha que a gente tá falando toda semana, né? Então não é muito surpresa, né? catarse.com.br. Calma aí, vamos ver se eu vou acertar aqui, ó. Ó, calma aí, calma aí, gente. Ó, vou colocar aqui para vocês aqui, ó. catarse.com.br/assombra do Infiltrador. Acertei! Você vai clicar no link que eu vou deixar aí para vocês no chat, catarse.com.br/asombradoinfiltrador.

Ainda não está online a campanha, mas a página da campanha já está no ar e você pode clicar em seguir. Ó, falta 11 dias para começar. Você segue o projeto e você vai ser lembrado quando o projeto começar. Eu quero que esse projeto bate uma semana Livro de dark romance de Rafael Jacaúna.

?Voz C

Porra, você é um maluco!

?Voz D

Não é dark romance não, não é não, não, não, é dark fantasy.

?Voz C

Mas vou te falar, do jeito que esse pessoal do chat é safadinho, se fosse dark romance, acho que o pessoal seguia mais rápido, entendeu? Entendi.

?Voz F

Não tem nada a ver.

?Voz D

Eu vou escrever um dark romance.

?Voz C

Olha só, calma aí, só te falar uma coisa. Você falou alguma coisa na live que que eu falei ontem sobre dark romance?

?Voz D

Eu falei um pouquinho.

?Voz C

Por quê? Porque ontem uma pessoa me mandou mensagem no Instagram, uma, uma unidade de pessoa falou assim: hoje soube que você escreveu um dark romance, me manda aí que eu quero ver o que que tu escreve em dark romance. Eu falei assim: olha, não sei do que você tá falando, pessoal. Então o Andrei falou, eu falei assim: ele falou do meu dark fantasy. Aí eu expliquei a pessoa: pessoal, é, ah, Andrei me enganou, pensei que era dark romance eu já ia comprar.

Isso é, quando eu falei que era Dark Fantasy, a pessoa falou, foda-se, não quero.

?Voz E

Mas tá aí. Aí o ritmo, você podia focar, ô Jota. Você podia falar o amor entre um humano e um dragão. Olha que lindo!

?Voz F

Mas tem um romancezinho assim, é um capítulozinho, pô.

?Voz D

Capítulozinho, o capítulozinho, pô, só para os fãs.

?Voz C

Eu vou fazer, eu vou escrever, eu vou escrever 5 Dark Romance, vou publicar com outro nome. Aí o pessoal lê lá, mas tem que seguir, mas tem que seguir.

?Voz D

Você tá preso. Ah, é verdade que você é professor, então é meio vacilo não fazer isso, né?

?Voz E

Bota o meu contrário, em vez de Jaca bota Akagi.

?Voz C

Ninguém vai descobrir.

?Voz D

Então, galera, aproveita aí. Eu já tô curiosíssimo com o livro. Eu não sei quem é o infiltrador, quero saber quem é a sombra e quero saber até quem é o esse título. Então, para você quiser saber também desse livro de fantasia, é isso.

?Voz E

Ó, demais!

?Voz D

Igor Fleury falou, mandou 20 conto para o Dark Romance do Jacaúna. Obrigado, obrigado, Igor! Não, jamais esses R$20 jamais vai chegar, mas muito obrigado, mas muito obrigado! Mas vai para o meu, para o meu vai. É isso, gente, vamos voltar aqui. Ah, lembrando a todos, gente, Voltando aqui, temos a Linda MD que tá sempre aqui com a gente. Linda com YMD.com.br, que é agência que tá cuidando de todas as artes do— olha aí, acertei também a primeira.

?Voz C

Linda, R$100 que o cara mandou, tá? $20.

?Voz D

Pô, quem manda? Como é que minha cara tá? Deixa eu colocar o Rafael ali no— pronto, troquei agora. Vai ficar agora o Rafael na cara do gol aqui. Obrigado aí pelos $20, né? Mas quem manda $20 manda $30, né? Então é isso aí.

?Voz E

O Igor é o seguidor que te quer.

?Voz D

Ah, é? Eu quero sugar daddy.

?Voz E

Aí depois segue lá, relatos da linha, o Igor. Tamo junto, gente.

?Voz D

Vamos lá, Linda Mídias Digitais é a galera que tá fazendo a nossa parte artística. Fascística do podcast. Quando você vê essas capas bonitas, né, dá uma olhada no trabalho deles. A gente, eles estão fazendo lá também para o Paratopia lá no Instagram. Dá uma olhada também no @mundofreak. Cara, se você tem uma pequena e média empresa, dá uma conversada com eles que eles sabem muito como fazer o marketing da sua empresa, tá bom? Como fazer você ser achado.

Agora vamos voltar aqui porque temos bastante coisa para falar, Rafael. Vamos lá, esse assunto mexeu comigo nas redes sociais porque o que que acontece? Na noite de 13 de julho, ou seja, esse mês ainda, a tripulação de uma aeronave que sobrevoava o norte do Paraná entrou em contato com controle de aproximação de Londrina para relatar luzes incomuns do céu. Então o piloto tava lá num avião comercial e ele falou, galera, eu tô vendo uma parada aqui meio bizarra que eu acho que não era para eu tá vendo, né?

Naturalmente você precisa informar, até porque se tiver outro tipo de objeto, né, drone, algum outro tipo de aeronave, é um, é uma atitude comum, né? Esse voo acontecia entre São Paulo e Maringá e esses pilotos avistaram o que eles chamaram de uma luz intensa no horizonte, inicialmente semelhante a uma estrela ou planeta, em seguida surgiram outras duas luzes próximas com brilho forte, movimentos rápidos e aparentemente circulares.

E ao consultar o controle de tráfego aéreo, o piloto foi informado de que outro relato semelhante já havia sido registrado pouco antes, indicando que o fenômeno não foi um caso isolado. O caso seguiu então os protocolos normais da aviação. Sempre que algo não identificado é observado, a tripulação tem que comunicar, né? Especialistas então ressaltam que esse tipo de aporte não é incomum e não implica por si só em algo extraordinário, né?

E o episódio foi encaminhado à Nave Brasil e à Força Aérea Brasileira, mas até o momento a gente não tem conclusão. Mas eu acho que o que chocou muito a galera, eu vou passar aqui para vocês, é o quê? É o áudio, né, do— aqui melhor— é o áudio do piloto que vocês vão escutar a partir de agora. Calma aí que a gente tá sem áudio.

?Voz G

Uma pergunta: alguém, alguém, alguma noite Reportou para vocês aí aparições de algumas luzes assim lá para o oeste nosso aqui, tipo para 290, 300? Uma curiosidade. Bom, negativo. A gente recebeu há pouco um reporte citado por Rilondrinha sobre algumas luzes bem nesse setor oeste da Terminal. E conseguiu identificar alguma coisa que pode ser? Não, por enquanto não. E tráfegos mesmo não há nada previsto e nenhum de conhecimento nosso.

Olha, eu vou deixar o meu reporte aqui. Sinceramente, é sensacional. E assim, dá um calafrio na gente na hora que a gente avista as duas luzes perto daquela luz. Tem uma luz lá para frente que eu não sei se é um planeta ou o que que é, muito distante, que ela tá sempre lá, né? Mas é, dá um calafrio na gente quando a gente vê as luzes, e é de intensidade muito forte e de movimento muito rápido. É inacreditável. Ciente, o Oscar Sangueca tem condições de informar a distância aproximada da aeronave?

Não, negativo. É, sei lá, é muito estranho. Eu não vou afirmar nada muito além não, porque vai parecer até uma uma brincadeira da nossa parte, mas é muito distante, é alto e muito rápido o deslocamento das luzes quando elas aparecem. Parece que voam em círculos assim. Nós avistamos duas, tá? Fiquei grato pela informação. Qualquer informação que tenhamos a mais eu repasso aqui. Tá bom, tá bom. Fica aí o registro só porque realmente parece alguma coisa muito sobrenatural pelo calafrio que dá na gente assim, tanto comigo quanto com o companheiro de cabine aqui.

Mas tá bom, obrigado e desculpa incomodar aí por esse assunto. Tem isso, imagina.

?Voz D

É, galera, relato maravilhoso, né?

?Voz E

Lembra muito a noite oficial dos OVNIs, né? O Sérgio Mota, que era o controlador de voo, né, mandando para Brasília: boa noite, bem-vindo ao Festival dos Discoadores. Isso é muito bom, né, cara?

?Voz D

É, né? Você tem esse elemento do fantástico mexendo com a pessoa, né? Isso é muito interessante, né? Do extraordinário. Porque, pô, um piloto, você precisa ter muitas horas, provavelmente a gente tem muitas horas de voo, né, a pessoa, né? Acho que é natural você poder confundir um planeta dependendo do ano e da trajetória. Às vezes você não conhece muito o percurso e tal, você pode talvez confundir uma estrela, o planeta. Mas é muito claro aqui que não se trataria disso, né?

E quando ele fala velocidade muito rápido, né, dá a entender que, pô, o cara já deve ter, né, o cara tá toda hora em aeroporto, né? Ele consegue saber quando uma aeronave é rápida, né? É interessante isso.

?Voz E

Muita gente falou de Starlink, né? Mas, cara, essa altura do campeonato, o cara já saberia diferenciar. O Starlink até que é rápido, mas não tão rápido ao ponto do cara achar incrível.

?Voz F

E tem um ponto interessante aí, ele fala em registrar a ocorrência. Piloto nem costuma registrar essas coisas assim, eles meio que deixam, deixam para lá. Eu conversei com um amigo meu que ele é piloto, ele é ex-piloto, hoje ele é instrutor de helicóptero. E aí eu falei, cara, tem muito caso, você já viu? Ele falou, olha, eu nunca vi, mas eu tenho muitos amigos que já viram, mas eles não registram, eles vêm e é isso aí. Porque, né, você sabe, o cara tem que passar por vários testes e aí o cara quer continuar voando, né, não quer pagar de maluco.

Então ele registrar isso é, já é um ponto que o cara tem certeza do que tá vendo, que algo anômalo, né, vamos dizer assim.

— Anúncios inseridos dinamicamente —

?Voz C

Eu gostei muito desse relato. Porque não parece ser algo extraordinário no sentido de o cara ter pensado em gravar para exagerar, para ganhar mídia e tal. Parece um negócio bem sincero assim. E também porque alguma coisa muito nova, né? Geralmente a gente, quando tem notícia de OVNI, é sempre um áudio de X anos atrás, uma parada que vazou, que lançaram de muito tempo. E esse é novinho, 2026. Publicado agora, acontecido há pouco tempo.

Então é sempre um elemento a mais na onda ufológica que acontece nos últimos anos, né? E parece que tá caminhando a passos largos para alguma coisa diferente. Não sei, a gente sempre fica falando nos próximos anos, né? Fala-se muito 2027, 2028, mas sempre parece isso. E tem um comentário do YouTube que eu achei sensacional. O cara disse 2027 é o ano que vão falar que vai ser em 2028. Pode ser, mas é sempre algo que vai convergindo, que parece que é um cone assim.

Ele começa falando de forma mais geral e as coisas parece que vão acontecendo de forma cada vez mais concentrada, né? Então esse é um ponto bem interessante.

?Voz E

Pô, tem uma parada que eu não achei vacilo, só que ele não filmou, né? Não sei, pelo jeito que ele fala, parece que ele teve tempo, né?

?Voz D

Se ele quisesse ter filmado, é que dependente de como for, talvez estivesse longe demais para atribuir uma coisa impressionante assim, né? Eu nem sei se, eu nem sei se essa pessoa pode gravar coisa da cabine, por exemplo, né? Mas eu tô pondo de orelhada.

?Voz C

Eu acho curioso porque geralmente o pessoal sempre fala assim Pô, nunca ninguém tá aí para filmar tal. Mas há um tempo, algum, algum um ano, um ano e pouco atrás, eu peguei o celular. Você pode fazer isso se seu celular não for uma última geração. Filma a luz de um poste, filma a lua. A lua é muito diferente o que a câmera do telefone pega e o que os seus olhos conseguem ver. É muito diferente, muito diferente. Então quando você tá falando sobre ver um disco voador, um OVNI, um UAP, sei lá o que você quiser chamar, às vezes os seus olhos estão captando alguma coisa que parece muito clara para você.

E aí, se teu celular não for realmente algo muito bom, muito de última geração, na filmagem fica uma merda. E aí o pessoal fala: nossa, todo mundo tem celular bom mesmo na hora de filmar OVNI. É porque não dá para filmar OVNI realmente com qualquer equipamento, pô. Se você fizer isso que eu falei, na luz do poste, fica um negócio estranho. A média distância, metade da rua, 50, 60 metros de distância, a luz do poste fica parecendo outra coisa. Não sei, a lua, né?

?Voz D

Eu não, não significa nada necessariamente, né, tirar uma foto, fazer um vídeo, né? Pode ser qualquer coisa.

?Voz E

E mesmo quando é muito perto também, o fenômeno controla se você vai conseguir filmar ou não, né? Tem isso. Efeitos eletromagnéticos. O cara controla a tua mente ali de uma maneira ali que, sei lá, às vezes nem pensa em tirar a câmera.

?Voz D

Tem isso, afeta carro, né, aparentemente, né, dos relatos, né. Então assim, é realmente um pouco mais complicado, o que também é muito conveniente para falta de evidências também, né. Sempre bom lembrar também, né. Mas enfim, mas é muito interessante, né. Muita gente mandou para gente esse relato. E estamos, estamos sobre os céus. O que será? O que será?

?Voz C

Acho uma coisa muito pertinente que o chat disse aqui, que é uma coisa que nós faltamos isso na live. Todas as lives estamos faltando com isso, que é para galera curtir e seguir. Você tá assistindo, tem que seguir aqui o canal, segue o pessoal nas redes sociais e curte a live, galera, para o YouTube recomendar para mais pessoas, né? Então é importante a gente fazer esse Esse exercício obrigatório no YouTube, porque a gente veio do podcast, o podcast que fica falando isso toda hora.

?Voz D

Às vezes a pessoa ela não tem, por exemplo, uma grana para apoiar no Apoia.se, por exemplo, e quer saber como pode ajudar a gente, cara. Às vezes o pessoal pergunta, pô, é melhor escutar no Spotify ou no YouTube? Tanto faz, o que for mais confortável para você. Mas se você conseguir deixar ali uma recomendação, indicar para um amigo, deixar uma curtida, uma compartilhada, um comentário, já ajuda a gente para caramba. Isso mesmo, Rafael.

Muito bom, não vou nem brigar com você hoje depois dessa. Hoje, hoje tá safe, hoje tá safe. Vamos lá então, eu estava sentindo falta, Rafael Jacaúna sabe, e eu já deixei aqui para vocês, de temas mais sobrenaturais aqui no podcast, porque temos muitas sempre notícias ufológicas. Só que eu queria uma coisa, voltar a falar um pouquinho mais sobrenatural, mas nem sempre tem, né? Então eu pedi para o Rafael Jacaúna fazer um compilado para a gente lembrar de casos sobrenaturais famosos que a gente inclusive já falou no Mundo Freak, mas que é sempre bom dar uma relembrada também, perguntar para o Zuca e a Jan se conhece o caso, né?

E primeiro a gente tem a casa dos demônios da família Ammons. Esse eu acho que foi o único que talvez a gente já não tem um episódio. Acontece também, puderam, né? Aconteceu em 2011 em Latoya Ammons e sua mãe, a Rosa Campbell, E os 3 filhos de Latoya mudaram-se para uma casa alugada na Caroline Street em Gary, no estado de Indiana, nos Estados Unidos. Qual o estado? É o estado, estado norte-americano, Indiana.

?Voz C

Pensei que tu falava que era Gary.

?Voz D

Não, uma casa alugada na Caroline Street em Gary, é o nome do bairro.

?Voz C

É, não, isso aí a referência ficou para pouco.

?Voz D

Bob Esponja é referência para porco, né?

?Voz G

Totalmente.

?Voz D

Ninguém conhece. É, parece aquele TikTok, tipo, conheça, olha, venha conhecer esse restaurante obscuro que ninguém conhece no Centro da Liberdade. É isso aí. Os relatos se tornam graves quando as crianças filhas de Latoya começam a apresentar comportamentos considerados inexplicáveis. A família dizia que elas falavam com vozes diferentes, eram arremessadas ou levantadas da cama e perdiam o controle do corpo. Do próprio corpo. Ou seja, a gente tem um relato clássico de poltergeist e exorcismo aqui, né?

Esse caso ganhou força porque não foi, não ficou só restrito à família. Assistentes sociais, enfermeiros, policiais e um sacerdote tiveram contato com os envolvidos. O capitão de polícia, inclusive, Charles Austin, afirmou acreditar que algo incomum acontecia na residência. O padre Michael Magnotti concluiu que a família sofria influência demoníaca e realizou 3 exorcismos, 2 em inglês e 1 em latim, caso o demônio não entendesse inglês, né?

?Voz C

Como é que é?

?Voz D

Às vezes o demônio é bilíngue, né?

?Voz C

Porque assim, eu sempre tive essa dúvida, né? Não é exatamente sobre o caso, mas isso que o Andrei falou, pô, ah, tem que exorcizar em latim porque o demônio só entende latim, porque a magia magia só funciona em latim. Qual é a relação? Será que se fazer exorcismo, fizer exorcismo em outra língua, não tem efeito porque ele não entende? Porque não tem magia? É uma dúvida muito clara minha sobre isso.

?Voz D

Pertinente, pertinente.

?Voz C

Gostaria de tentar responder, porque tem que exorcizar em latim. Qual é o problema disso?

?Voz E

A magia, a igreja tem uma conexão muito forte com latim, né, cara? Foi justamente criada naquela época. Eu não sei tem a ver, né? Como se fosse uma língua mãe do cristianismo, né?

?Voz D

É uma língua romana, né?

?Voz E

Entende? Pode ser.

?Voz F

Eu só quero dar um ponto aqui para os alienígenas, tá? Porque você pode falar em qualquer língua que você vai lidar com eles, não precisa falar latim, inglês. Então nesse ponto aí, 1 a 0 para os alienígenas.

?Voz E

Daria para fazer no pensamento, né? É, só qual fosse o pensamento.

?Voz D

Não, mas respondendo ao Rafael Jacão, eu vou dar uma opinião que não tem um, é um achismo naturalmente, né, mas é a partir da minha experiência, a partir de princípios metafísicos completamente subjetivos, a partir da minha caminhada. Mas o que eu responderia para o Rafael do porquê funciona melhor em latim do que em inglês, por exemplo, não teria a ver necessariamente pelo fato de ser latim, seria sobre a questão da autoridade do rito.

Então, por exemplo, dá um exemplo para você. Você tem aquele teu crucifixo que você comprou na 25 de Março, você vai exorcizar o demônio, beleza, vai ter um poder, porque muitas vezes é a intenção, né? É a intenção saber fazer o rito, mas talvez no subconsciente do operador fique, pô, mas isso aqui dia 25 de março. E aí talvez role até no inconsciente da pessoa uma espécie de autossabotagem, né? Agora, se você vai usar o crucifixo da sua avó, que ganhou do Papa Honório V, que ela recebeu da bisavó dela, que foi entregue pelo Papa no século 19, aí tem um outro poder.

Eu acho acho que é mais ou menos aqui, não pelo fato em si, mas pelo recurso simbólico que aquilo propaga.

?Voz E

Agora tu deu uma aula, hein?

?Voz F

Caraca, um artefato aí.

?Voz E

É, faz sentido para caramba.

?Voz C

Então é o simbolismo que transmite parte desse poder.

?Voz E

Então sim, é na verdade assim, é o que você acredita que aquilo significa. Se aquela língua tem um poder maior do que sua própria língua, então vou usar ela porque essa aqui a porrada é mais bruta.

?Voz D

Na verdade, rapidinho, rapidinho, Rafael, é só para, só para não é como se fosse só isso. Eu acho que funciona como um conjunto de fatores, não é só porque a maioria, qualquer tipo de sacerdote, gente, qualquer tipo de sacerdote, seja você ser um padre, pai de santo, xamã e etc., você pode ter um milhão de coisas, mas uma coisa que que você tem que ter primordialmente é autoridade espiritual, ponto. Você passou por uma escola ali, catequese, ou no xamã você fez ali os ritos necessários, né, noite escura da alma.

E você passou por ritos e iniciações. Você lembra quando tem muito esses ritos do nosso cotidiano, por exemplo, que transborda maturidade? Menina, por exemplo, tem a festa dos 15 anos. Né? O garoto às vezes é a festa dos 18. Aí você vai ter a sua faculdade, você termina a faculdade, você vai ter a festa, né, a colação de grau. Você vai, por exemplo, enfim, a gente tem vários instrumentos simbólicos na sociedade que atribuem a gente uma espécie de maturidade.

E aí a sociedade vai esperar que você aja como um adulto depois disso e não mais como uma criança, um pivete. E a gente vai ter isso em várias sociedades e culturas. Quando você é uma autoridade espiritual Você também tem esses ritos de passagem que vão atribuir a você este poder que diz que você tem que fazer. Então tem uma gama de recursos, não é só isso, naturalmente, né? Não é só fazer em latim, então tá de boa. Mas são várias questões subjetivas que vão, vamos dizer assim, vão dar upgrades na tua— no RPG, como você bem sabe, você vai ter as características, você vai ganhar ponto com passada de level.

Na vida real, como se fosse a mesma coisa, só que elas são muito mais subjetivas através da sua vivência.

?Voz C

Respondido? Olha, então, olha como o catolicismo permeia toda influência, mesmo magística, no Brasil e na América como um todo. Tem uma parábola que eu não lembro exatamente palavra por palavra dessa parábola, se eu não me engano é uma parábola indiana, que tem um grande mestre né, e um barqueiro. O barqueiro entra ali, né, o grande mestre entra no barco, tá atravessando um rio, e barqueiro ele fala de uma forma muito, muito pouco estudada, é muito popular.

E o grande mestre ele fala que os rituais, toda aquela língua, o barqueiro não tem a finesse de falar da forma correta, então ele não pode, não poderia nem fazer as orações corretamente porque ele não entende daquilo. Barco afunda e o barqueiro, e o barqueiro consegue andar sobre a água enquanto o mestre afunda. E aí o barqueiro fala: eu não sei falar como o senhor, mas eu sei exatamente o que as palavras fazem. Então, se você só confia que a forma perfeita de falar está no segredo da magia, talvez você não tenha entendido a magia, porque isso já vem de uma cultura mais Perfeito, concordo.

De onde vem muitas vezes a fonte dessa que a gente vai beber para saber de onde vem a suposta magia ou não. Interessante isso aí.

?Voz D

Sim, com certeza. Não necessariamente alguém com autoridade que passou isso. Você vê hoje em dia, vamos sair do espiritual, vamos falar sobre academicismo, cara. Você fazer hoje uma faculdade significa nada hoje em dia. Você pode pegar um maluco que é peão, semi-analfabeto, não, não, o cara sobrevive no mato e você não.

?Voz G

Né?

?Voz D

Então essa autoridade não tem só a ver com você seguir um rito institucional necessariamente, né? Mas existem séries de fatores que naturalmente, né, um mestre tecnicamente ele não é, não é forma, né? Ele tem acesso, ele teve acesso a alguns conhecimentos que talvez algumas outras culturas não vai ter, mas não necessariamente o cara precisa, todo mestre vai ser necessariamente através desse tipo de passagem, né? Enfim, mas acho que esse assunto é amplo, dá um episódio, um assunto tão místico. Vamos lá então. Vocês conheciam, Zuca, esse caso?

?Voz F

Esse caso não conhecia não.

?Voz E

Também não. Recente, né?

?Voz D

2011, é bem recente.

?Voz F

Inclusive, eu quase não vejo casos novos com esse modus operandi de possessão assim. Eu quase não vejo. E é engraçado porque assim, quando a gente faz um paralelo à ufologia, né, que também mudou a forma de contato, né, você tinha o contato em loco, aí hoje em dia você tem as abduções de dormitório. Até esse tipo de fenômeno também mudou, porque era pedra, sei lá, era gente chorando sangue, né, sei lá, vomitando verde, enfim, girando cabeça.

Essas coisas. E aí de repente mudou, você não vê mais falar sobre isso assim, sobre esse tipo de caso, né? Pelo menos eu, pelo menos não aparece para mim assim.

?Voz D

Tem um encosto, pô, que aparece, que vai nas igrejas, vai toda quinta-feira aqui na igreja, aqui embaixo tem uma sessão de carreiras.

?Voz F

É, então tem um encosto, é verdade, tem um encosto. Não fica muito em casa às vezes, né? Ele às vezes sai.

?Voz E

Da rua.

?Voz D

É a grande diferença da Igreja Católica e Evangélica nesse cenário, porque a igreja, como eu falei no início, né, a Igreja Católica, ela tem um certo medo de como essa questão de— porque teve exorcismos que deram super errado, né, tem pessoas que morreram, né, e muito questionamento por parte da sociedade referente a questões de saúde mental, né. Será que vê demônio essa pessoa só não pode estar passando por um problema de saúde mental, né?

Então, é, a Igreja Católica é muito precavida com isso. Mas já tendo conversado com alguns católicos, existem papas, existem padres exorcistas no Brasil, e existem inclusive sessões de exorcismo clandestinos católicos, principalmente padres que rodam interiorzão aí do Brasil. Rola esses fenômenos, só que a parada é deixado na na encolha, saca? Não é uma parada noticiada, né? É que esse caso se tornou midiático por envolver um monte de coisa, né?

?Voz E

Total. Tem um, se eu não me engano, uma vez eu li sobre o protocolo da igreja que diz que antes de ter exorcismo, é aquela pessoa tem que ir para um procurar um médico. Isso aí não resolver no médico, aí sim que vai um padre exorcista. Prudente, interessante.

?Voz D

Perfeito, perfeito, perfeito. O próximo caso que a gente tem aqui, a gente já tem um episódio sobre, né? Se você procurar aí na busca, o poltergeist de Enfield, né, que aconteceu com a família Hodgson, Hodgson, de 1977. A mãe Peggy Hodgson vivia com os 4 filhos e as manifestações teriam começado quando as meninas Margaret e Janet disseram ver movimentos dentro do quarto. A mãe entrou em encontro, a mãe entrou e encontrou uma cômoda aparentemente afastando-se da parede.

No dia seguinte, pancadas fortes foram ouvidas. Peggy chamou a polícia. Um agente afirmou ter visto uma cadeira mover-se sem que ninguém a tocasse, embora não pudesse explicar o que causou o movimento, né? Esse caso, ele é muito interessante porque ele sofre influência da dupla, né, do casal Warren. E que gerou o filme Invocação do Mal 2. Ele é o tema daquele filme lá do Homem Torto. Não tem Homem Torto no original, né? E assim, você já sabe a nossa opinião, já tivemos episódio sobre o casal, o casal Warren, né?

Na minha opinião, grandes picaretas. Eu falo isso no episódio, etc., né? Inclusive, esse é o menor dos problemas deles, da maneira como você vai puxando ali a capivara dessa galera. Mas esse caso ficou bem famoso, principalmente porque ele é um caso inglês, né? Foi bem na época aí do pânico satânico, né? E eles querendo se aproveitar aí de um caso midiático, né? Teve entrevista nos jornais locais e por aí vai. É um caso também muito, muito interessante, controverso também, né?

Controverso, com certeza. Lembra dele, Rafael? Não lembro se você gravou com a gente.

?Voz C

Não, isso não gravei não. Cara, eu não gostei muito do filme, mas esse caso eu fico sempre impressionado quando o casal Warren se envolve, porque tudo, tudo parece muito mais midiático quando eles se envolvem. Não só porque os caras sabiam fazer um— os caras, o casal sabia fazer um procedimento, né? Eles chamavam atenção, faziam E eu vejo muito canal de YouTube que faz isso atualmente e parece que eles tiveram a escola do Casal UOL.

É muito parecido, a tal leitura, e percebe, aí passa mal e não sei o quê, e até influenciando também as meninas, né?

?Voz F

Então é aumentar a coisa e tudo mais.

?Voz C

Eu sempre fico muito fã da galera que comenta em vídeos assim. É aquilo que o Andrei comentou em outro programa: você que tá assistindo no YouTube, no Instagram, não sei o quê, você não conhece essas pessoas que gravam vídeo, coloca isso no YouTube. Você não precisa defender essas pessoas como se fosse seu parente de primeiro grau, qual você nasceu e conhece há 30 anos, sabe? Tem gente que defeito. Você fala assim, ah, que isso aí, picaretagem.

Meu irmão, tem gente que te xinga até aí, tu vê que a pessoa não tem nada, só é fã. Por que tu acredita nessa pessoa?

?Voz E

Assim, as pessoas estão muito— eu vi que as pessoas estão muito solitárias, querendo, procurando amigos. E às vezes vem uma pessoa que nem essa, que tem uma, para eles, né, tem um acesso ao sobrenatural que ele não tem, tem uma uma mediunidade, uma espiritualidade elevada. Pô, queria ser amigo desse cara, essa pessoa aqui ela tem, ela tem um poder que eu adoraria ter. E aí acaba, né, acaba, começa a seguir, vira um fã, vira um seguidor. E aí quando vê já tá dentro da seita aí.

?Voz D

E eu vou dizer mais, hein, às vezes o médium sensitivo, etc., tá mais perdido que você.

?Voz E

E tem isso aí mesmo, é verdade, assim como na ufologia.

?Voz D

Perfeitamente, perfeitamente.

?Voz F

Usou que ele tá venenoso hoje, passou a faca.

?Voz C

Nem sei se ele lambida.

?Voz E

Aqui, ó, aqui, ó, a faca.

?Voz D

Minha língua é o chicote.

?Voz C

Venenoso. A gente tem aquela galera que vai comentar aqui assim: é que vocês não têm o poder, é inveja, por isso que vocês não acreditam no fulano, no ciclano, no Beltrano e tal.

?Voz D

É claro que é inveja, eu invejo mesmo essa galera que consegue enganar trouxa. Eu queria ter essa habilidade de ficar rico também, né?

?Voz C

Não necessariamente a habilidade, mas eu queria ter a cara de pau, desprendimento social para pessoa.

?Voz D

Habilidade você até tem, né? Mas você só não usa, né?

?Voz C

Como dizia meu pai, eu seria um excelente advogado porque eu conseguiria enganar as pessoas muito fácil.

?Voz D

Então, caralho, vai ser legal.

?Voz C

Assim, eu tive um déjà vu, ou já que já falou essa frase antes, acho que eu já falei já, eu juro, sensação bizarra de déjà vu, porque já falou para mim isso quando eu era adolescente, pô. A mágoa que ele tem que eu não virei advogado, virei Ai, ai, coitado.

?Voz E

Eu não sei, até a gente tava, até o episódio que eu gravei com o Andrei vai ao ar amanhã, e nele a gente tava falando justamente sobre como, quão sutil é o lance de você perceber o sobrenatural, né? As pessoas botam isso como se fosse uma coisa tão gigantesca, né? Eu estou sentindo, ela está aqui do meu lado, e não sei o quê, eu estou vendo. Mas pelo menos assim, eu posso falar sobre o que eu já percebi e também o que o Andrei falou na nossa gravação, é que isso, o sobrenatural, o outro lado, é um negócio assim, percepções muito leves, é uma sincronicidade, é um negócio, negócio que passou no canto do olho, você não sabe bem dizer se é, se você viu, se você não viu, né?

Então assim, eu acho que o Jaque tava falando sobre isso, sobre as pessoas, A minha sugestão para as pessoas é que, tipo assim, sempre mantenha o pé atrás com todo mundo, sabe? Tipo, será?

?Voz D

Será prudente? É prudente.

?Voz F

Eu sempre falo isso assim, eu já tive várias experiências, o Zuca sabe, o Jaca também. Assim, é muito comum essas experiências comigo. Assim, meu trabalho, então volta e meia eu tô vendo alguma coisa e eu sempre falo, gente, não é cinematográfico como vocês imaginam, é simples.

?Voz D

Chega a ser mundano a ponto de você questionar se você viu aquilo mesmo.

?Voz F

Exatamente, exatamente. É isso, não é uma coisa assim, tem uma nuvem, não tem nada, só acontece. E você se questiona, pera aí, será que eu vi mesmo? Será que é isso, sabe?

?Voz E

É exatamente.

?Voz F

E eu acho que é isso que pega o pessoal, porque eles ficam com essa imagem de que é tudo muito fantástico. Aí vem o cara no YouTube e faz exatamente essa cena toda que ele quer. Aí ele fala, pô, é isso que eu quero.

?Voz D

Às vezes ele nem acredita que eles querem, já Porque as pessoas, elas precisam desesperadamente de magia no mundo. É isso aí, somos pessoas atravessadas pelo cinza, que é essa entidade da tecnocracia, segundo o Mago Ascensão e várias outras vertentes, ou Monstro do Pântano, né, o grande cinza, né, que as pessoas estão desacreditadas, estão sem algo a se apoiar, se apelar. Que elas precisam de magia para dotar sentido da magia, dotar sentido de si mesmo através da magia, ao ponto de esquecer que só o fato dela estar viva já é o maior sentido da magia. Olha aí, fica aí, ó, coach Andrei em breve.

?Voz C

Que bonito, que bonito!

?Voz D

É por isso, Andrei, que o meu próximo livro de romance vai ser isso mesmo.

?Voz F

Profundo isso, não tava esperando isso.

?Voz E

Hoje eu tô, hoje, hoje.

?Voz D

Vamos lá, galera. Esse aqui eu também não conhecia, o Expediente Valecas. O carro, o carro, o carro não, o caso aconteceu com Estefânia, Estefânia Gutiérrez Lázaro, adolescente que vive em Madrid, na Espanha. Fiz um italiano aqui, foi meio xenofóbico. Segundo a versão mais conhecida, ela teria participado de uma sessão de tabuleiro Ouija prudente. Uma professora interrompeu a experiência e quebrou o copo usado pelas jovens. Depois disso, Estefânia teria começado a sofrer convulsões e pesadelos e alucinações.

Se eu não me engano, chegou a ter um filme baseado nesse, nesse caso, né? Ela morreu em 1991, aos 17 anos, após meses de problemas médicos. Ela sofria convulsões, pesadelos e alucinações. A causa exata permaneceu discutida pela família. Depois de sua morte, seus pais e irmãos passaram a relatar vultos, portas abrindo sozinhas, objetos deslocados, ruídos, fotografias queimando e uma figura escura que atravessava os cômodos. E na madrugada do ano seguinte, a família chamou a polícia. 4 agentes foram ao apartamento localizado na Rua Luiz Marim, no bairro Madrileiro de Valecas.

E o relatório redigido pelo inspetor José Pedro Negri descreve uma situação de mistério e estranheza. Os policiais registraram uma porta de armário abrindo de maneira considerada anormal, ruídos vindos de uma varanda vazia, uma substância marrom sobre um móvel e um crucifixo danificado. E foi um dos episódios mais famosos aí da Espanha. É, galera, fica aqueles casos meio inexplicáveis mesmo, de fato, né? Sem uma explicação razoável, né?

?Voz C

Eu gosto desses casos assim, que geralmente quando vão fazer um filme sempre vai colocar um crucifixo girando, um crucifixo de cabeça para baixo. Sempre existem signos muito fortes no cinema para comunicar que o demônio tá perto. E tem muitos casos desses de demônio, de fantasma, Que as pessoas quando relatam nunca relatam com nenhum signo desse. Mas às vezes quando você vê um caso mais antigo não tem. Quando você vê uma releitura do caso aparece crucifixo caindo, negócio aparecendo.

?Voz E

Agora, esse aqui que eu não entendi, que que seria a substância marrom sobre o móvel?

?Voz F

Cocô.

?Voz D

O couro do diabo, gente, que isso, deselegante! Ele invadiu o Congresso Nacional e cagou em cima da, tipo, Dona Fátima de Tubarão. Ei, Dona Fátima! Enfim, mas interessante, né, porque isso aqui é uma manifestação material, né, ectoplásmica quase, né. Ectoplasma não é marrom, né, segundo os relatos, né. Mas existem relatos raros de manifestação de substâncias, né, estranhas.

?Voz E

Pode até ser sangue, né, cara, dependendo da versão, né, mesmo escuro, mesmo marrom, vai saber.

?Voz F

É, eu me pego um pouco esses, esses, não, eu acredito, tá, gente, por favor, mas me pega esses casos de tábua, de copo assim, que é sempre a mesma história, sabe. Esse caso, esse caso inclusive dessa menina, tem uma questão familiar aí, sabe? A família deu depoimentos que não batiam um com o outro. Os policiais que presenciaram o fenômeno também não necessariamente presenciaram, foi contado pela família. Então ele é um caso que gera uma discussão se realmente aconteceu o que aconteceu assim. Mas assim, ainda assim é um caso surpreendente também, assim, interessante.

?Voz E

Não teve um caso, já não sei se você lembra, lá nos anos 90, Ratinho, que tinha a família que também a equipe de reportagem lá e caía a luz? Não tinha isso?

?Voz F

E aí o pessoal falou essas coisas todas.

?Voz E

Aí depois eu não lembro, mas parece que tá mais para frente aí do A gente vai falar, não, da pedra. A pedra é super comum, né?

?Voz F

Eu já até vi, porque acontece, né, nesses casos no telhado.

?Voz E

Mas esse em específico era de uma família assim, morava bem no interior e aconteceu várias coisas.

?Voz F

Mas depois acho que descobriram que era tudo falso, era tudo, a roupa queimava, pegava fogo na roupa.

?Voz E

Era alguém que botava fogo lá. Mas aí, qualquer forma, na época eu fiquei cagado.

?Voz F

Eu tenho minhas dúvidas, sei lá, porque eu acho que tem coisa que pode ser e É aquilo, de repente aumenta um pouco só assim, sabe, a história. Mas às vezes acontece mesmo, essas coisas acontecem mesmo.

?Voz D

Aí, mais do que isso, né, às vezes a família, depois de uma tragédia dessa, né, a família também tenta buscar uma explicação que justifique porque que a morte vem com alguém tão novo nesse cenário, né. Eu já morei em casa, colocada aqui, né, vai que a garota, né, alguma síndrome rara, um aneurisma, alguma espécie de câncer no cérebro. Que propiciava essas convulsões, etc., né? Assim, é sempre importante a gente sempre ter informações, a gente ter suposições não sobrenaturais, principalmente porque às vezes a gente fica tão emocionado com essas questões, né, que ela poderia também ser uma garota que simplesmente foi sugestionada depois de uma brincadeira dessa.

A gente tem casos como esse, né, de pessoas que acham que estão possuídas pelo demônio. Isso é relativamente comum. Dentro da literatura de estudos de psicologia, né? Você já tem casos como esse. Agora, de causar morte assim, realmente é um poder de sugestão muito forte, se for realmente uma causa parecida com essa, né? Dá exatamente o que eu falar, né? Já escutei casos assim de pessoas que foram levadas assim, né, que sofriam muito tempo, né, chegaram a ser internadas e nada tiveram toda assistência médica psiquiátrica possível e nada adiantou, e eventualmente a pessoa faleceu, né?

?Voz F

Então pode ter um pouco de cada, né? Pode ter um pouco de cada assim, até porque não é uma brincadeira muito saudável assim sem preparação. Se a pessoa de repente não tá bem, sabe-se lá o que você tá chamando numa tábua dessa, né?

?Voz D

Eu sempre, eu sempre fiquei na dúvida sobre essas questões, né? Do tipo, não necessariamente eu acredito nelas, mas uma coisa vindo da família que eu venho, né, cara, é uma coisa Bicho, não brinque com essas coisas porque você não sabe quem tá respondendo do outro lado, né? Você está aí acendendo um farol, abrindo uma porta que talvez você não consiga fechar depois, né? Então foi uma coisa que eu nunca me arrisquei a brincar, né?

?Voz F

Eu acredito em casa assim que tem essas questões porque eu já morei numa casa que tinham várias questões assim. A gente teve uma questão bem séria de uma criança que que faleceu na casa assim. Um dia até conto para vocês e tal. E cara, acontecia assim, eu não tô aqui querendo inventar uma história nem nada, mas eu acredito que pode ter sim de repente alguma coisa na casa, não necessariamente para te perturbar, mas acontece ali, entendeu? Tá ali, se a pessoa não tá bem, já era, pega mesmo.

?Voz D

Perfeito. É isso também, você falou uma coisa que Às vezes a pessoa, às vezes são as duas coisas, né? A pessoa já não está bem e isso deixa você suscetível, né?

?Voz C

Então o que me acha sempre pertinente dos casos de fantasma e de demônio é que geralmente o fantasma e o demônio sempre vai estar associado a uma situação muito cultural daquele grupo, né?

?Voz D

Sim.

?Voz C

Então eu acho que tem uma camada forte de do que as pessoas acreditam e do que elas estão suscetíveis a ver. Porque os fantasmas, sei lá, no Japão sempre é muito parecido, sempre é sempre fantasma, uma cara branca, meio estranho. Nunca é o demônio vermelho, nunca é o capeta. Aqui no Brasil geralmente é um fantasma, também tem todas as características dos encostos, que a gente vê em filme, que a gente vê em relato, nunca é um fantasma que parece o que a gente poderia ver num filme de terror japonês.

Então acho que boa parte de incorporações, de visões de demônio, é mais ligado ao grupo que tá vendo e como elas acreditam que aquilo ali, talvez um pouco um padre que vê da vida, um parapsicólogo poderia exatamente por esse caminho, porque É muito assim. Então, se a família acredita que aquilo ali tá acontecendo, eu acho que isso abre mais ainda a porta para esse mundo sobrenatural ter mais força ainda.

?Voz F

Eu queria só acrescentar uma coisa que o Jaca falou, e eu acho que é aí que tá o perigo da porta que se abre quando você tem gente misturando ufologia com religião. Não necessariamente o que é ou deixa de ser, tá? É quando você mistura com religião, você diz que isso é demônio, mas você não diz por que que você tá contando porque é demônio. Porque baseado no que o Jaca tá falando, ah, no Japão, sei lá, o fantasma ele tem a cara branca e ele grita.

No Brasil ele é vermelho, sei lá onde ele, sei lá, é uma fada. É cultural de certa forma, né? O fenômeno ele se apresenta da forma que as pessoas entendem, enxergam aquilo e acreditam, né? Então eu acho que aí que tá essa ligação de quando as pessoas usam ufologia de forma, no caso, Valé, né, que a gente já comentou aqui, que é o pesquisador. É perigoso isso aí porque você começa a criar outro caminho, daqui a pouco já tem gente criando uma outra religião baseado nisso, entendeu?

Então acho que O perigo tá aí, é essa ligação de quando você mistura religião com isso. Quando, quando Jaca trouxe isso, eu falei, cara, tá aí o ponto, é cultural também, sabe?

?Voz D

Ele sim, com certeza, né? Hoje eu tô o cara das frases, né? Assim como diz uma das leis herméticas, assim em cima como embaixo, né? Eu sinto que o astral, se é que isso existe, né, o que o John Moore chama de matéria, né, aquilo que não é objetivamente tocável, né, sentimentos, emoções, pensamentos, espíritos e etc. e tal, né. Ele é uma cópia carbono desse mundo aqui. Para o cético, talvez isso tem uma explicação simples, que é tudo isso é invenção da nossa cabeça, então nunca vai ter algo que Né, mas é dentro dos fenômenos, né, a resposta ela fica muito limitada porque acontecem coisas que muitas vezes a gente não tá esperando.

Então eu concordo com vocês que tem influências culturais, principalmente que o espírito dos mortos, porque naturalmente eles eram pessoas daquela cultura, muito provavelmente. Então elas reproduzem de certa maneira certos talvez comportamentos culturais, mas que todos os fenômenos eles se aproximam numa qualidade comum central, que é os vultos, shadow people, sonhos, né, da pessoa sonhar com gente que já se foi. Então existem algumas características do fenômeno que elas são sempre as mesmas, né.

Nunca vai ser uma parada do tipo, não, porque eu sempre vejo, sei lá, aparece o disco voador e desce minha mãe. Você nunca vai ver um relato como esse, né? Ele vai ser um grey que vai descer do disco voador.

?Voz C

Mas aí depende, Andrei. Tem muito relato de gente que sai do disco voador e a filha, a filha híbrida do cara.

?Voz D

Ah não, sim, mas aí é outra coisa, né? Aí tá falando disso, mas enfim, é um exemplo, né?

?Voz E

Plural, né? E aí, dependendo da sua cosmovisão, você vai ver como uma coisa positiva.

?Voz D

Ele é plural, mas porque ele é poroso, é, exatamente, dentro da materialidade, de certa maneira, né? Ele não é algo solto. O mundo espiritual não funcionaria fora daqui.

?Voz E

E talvez é ele o fenômeno que molda tudo, nossa cultura, religiões e tudo. A gente acha que tá, que tá dando nome ao boi, na verdade o boi já, já deu nome para gente antes, entendeu?

?Voz D

É, fica aí para o que é que a crença da pessoa mande, né? O Tinta Fé falou o seguinte: é possível ser 100% corpo fechado? Ele ficou assustado aqui com a nossa discussão, ele quer saber como se proteger. Eu tendo a acreditar que existe uma noção muito folclórica desse conceito. O que que seria um corpo fechado, né? Seria através de alguma espécie de magia, feitiço ou feiticeiro, você fazer uma espécie de de defesa astral absoluta, que a partir dali nada vai pegar em você, seja magia do outro, maldição, ou seja alguma coisa nesse sentido.

Eu tendo a acreditar que existe um tom meio de exagero, nunca conheci alguém de fato que fosse—

?Voz E

meu corpo fechado quando era criança. Eu tinha uma amiga, que é tipo quase uma tia nossa, né, da família, que é uma grande mãe de santo, e ela fechou meu corpo quando era criança. Lembro mais ou menos assim do ritual todo que ela fez. Mas é muito assim, tipo, da crença que meu corpo é fechado. É de novo a coisa da magia, né? Eu creio que meu corpo é fechado, então nada me afeta. Tipo isso.

?Voz D

Então pode ser também uma validade, talvez também, né?

?Voz E

Não sei. É, mas aí no caso dela, ela falou para sempre, nada vai te fazer mal. Eu não lembro o que ela falou na época, mas tem mais de 30 anos. Mas enfim, é mais a crença minha de que não, que não vai acontecer nada. Agora, se a pessoa acredita que Ai, fulano fez um negócio para mim, fez um trabalho. Ai, fulano tá com inveja, inveja vai me, vai me, vai me, sei lá, causar algum mal. Aí pode ser que aconteça mesmo, você já tem já a mente aberta para esse tipo de parada. Então tudo aqui, ó, magia tá aqui dentro.

?Voz D

Ó, o Anderson falou o seguinte: eu fechei meu corpo, andrei num ritual de Quimbanda. Existem vários tipos de fechamento de corpo. Não, eu não duvido que exista fechamento de corpo, o próprio Zuca está falando aqui. A minha questão que eu tô levantando aqui é que existe muito folclore em volta disso, uma coisa meio São Cipriano. Daquele cara que tem o corpo fechado, tipo, que que é o corpo fechado? É uma parada absoluta. O cara nunca vai ter uma perda, o cara sempre vai estar ganhando dinheiro, o cara nunca vai estar suscetível a um ataque, às vezes até de tiro.

?Voz F

Tem pessoas que acreditam.

?Voz E

Não, assim, é, tem aquela, tem até aquele vídeo viral, né, do cara que fez o, leu o livro lá do São Cipriano e ficou invisível, e bandido procurando ele e o cara deitado no chão. Já viu esse vídeo?

?Voz D

É, eu vi esse vídeo, só que o contexto é do texto, né? A gente não sabe se é verdade, contexto do vídeo, né? A gente vê o vídeo, mas não sabe se é aquilo mesmo, né?

?Voz E

É o cu fechado que eu conheço, é tipo isso assim, né? Nesse nível de não que você vai lucrar, você vai deixar de perder, tipo isso.

?Voz D

É, mas tem gente que acredita mesmo que não vai sofrer de tiro, não morre de tiro, não morre de faca. Tem uns lance desse assim. Se é verdade ou não, eu não sei. Eu tendo a acreditar que é exagero. Né, o grego lá, Aquiles, também fechou o corpo, só faltou o calcanhar. Olha, tá vendo?

?Voz C

Eu pessoalmente não arriscaria. Ah, o corpo fechado, então dá um teco aqui. Eu pessoalmente acho prudente não fazê-lo. Não fazer.

?Voz E

Teve um vídeo também, falando de vídeo, tava um pouco tempo atrás, o cara dirigindo na contramão falando que ele era o escolhido. Saia! Você lembra disso? O caminhão na direção dele, sai da minha frente! Como se ele tivesse poder do Matrix lá.

?Voz F

E o caminhão pegou ele?

?Voz E

Não, no vídeo que tá, não sei se ele bateu depois, mas enquanto tá filmando não.

?Voz F

Aí é dúvida do poder, morreu atropelado.

?Voz D

Boa, boa. Vamos para o próximo, vamos para o próximo. Assombração da família Smurl, que também é, se eu não me engano, a família Smurl é do primeiro Invocação do Mal. A gente tá falando do Jack, da Janet Smurfs moravam com a filha, com as filhas e os pais de Jack, por um duplex na Pensilvânia. O problema começou lentamente, com manchas, cheiros ruins, aparelhos domésticos apresentando defeito e ruídos inexplicáveis. É um dia em Belford Roxo, né?

Por volta de 1965, na família, os acontecimentos se tornaram violentos. Os Smurfs afirmavam que as camas tremiam, objetos atravessavam os cômodos e uma presença escura aparecia pela casa. Integrantes da família teriam sido arranhados, mordidos, esbofeteados e puxados da cama. Jack Smurl inclusive relatou ter sido atacado sexualmente por uma entidade feminina invisível. A família procurou a igreja e posteriormente os investigadores Ed e Lorraine Warren.

Os Warren afirmaram que a residência abrigava vários espíritos e uma entidade demoníaca. O caso recebeu atenção nacional em 86, quando Janet conversou com jornalistas, né? Críticos classificam a história como fraude e o efeito de problemas psicológicos e familiares. Moradores posteriores declararam não ter presenciado o fenômeno.

?Voz F

É, galera, isso é a época do último filme que inclusive eu assisti, não gostei não.

?Voz D

É bem, eu nunca sei se é o primeiro, se é o último, mas eu lembro que foi do, do, do, do, dos Warren, né?

?Voz F

Você sabia que era um espelho, né? Era espelho que tava trazendo a maldição e tal, né? Cara, sabe que assim, o complicado é que sempre vai ter uma explicação de, ai, era problema disso, problema daquilo. E aí fica muito naquela do, então não existe, sabe? Tipo, fica muito sempre alguém desacreditando que a família tinha problema, que era isso. Sempre tem esse elemento, sabe? Não tô dizendo nem que não o que aconteceu, mas sempre tem esse elemento de que foi a família, piriri, pororó, cara.

Às vezes aconteceu mesmo, às vezes tava lá, sei lá, o bicho tava lá, acontece mesmo. Ó, o bicho vindo, ó, o bicho vindo, acontece, cara. Tava lá o espírito morando na casa, a família foi morar, é dentro do espelho e pronto. De repente tem isso também, espelho, um negócio bizarro, né, cara, né?

?Voz E

Tô aqui Muito pessoal acredita que seja um portal para outras dimensões.

?Voz F

Espelho, eu acho que espelho, a gente vai dormir olhando um espelho assim, dormir de cara para mim é demais assim.

?Voz E

Fazer aquele teste, você desligar todas as luzes e ficar olhando para o espelho durante um tempo, tua cara começa a virar um monstro.

?Voz F

Nem chamar Maria qualquer coisa no espelho eu vou fazer também.

?Voz C

Olha isso aí que tu falou, quando há muitos anos atrás, sei lá, 8 anos atrás, eu mudei o guarda-roupa do meu quarto. E o guarda-roupa, ele tem 4 portas. As 2 portas centrais são espelhadas, são espelhadas, não são de espelho. E aí eu olhei assim, eu falei, caralho, esqueci dessa porra, né? Fica exatamente mirado para cama, cara. Eu fiquei um dia pensando nisso. 8 anos estou aí, graças a Deus minha vida prosperou muito, estou muito bem, obrigado. E nada mudou para ruim.

?Voz F

Fica falando em voz alta aí essa noite aí, ó.

?Voz D

Não, mas isso aí é contra o Feng Shui. Feng Shui você tem que colocar o espelho em direção à porta de entrada.

?Voz C

Então assim, eu realmente tinha essa parada do caraca, espelho e tal, não sei o quê, porra. Eu fiquei um dia, caraca, isso na cabeça. Eu pensei em colocar um lençol todo dia que fosse no comum, prender e visse. Aí eu falei, ah, foda-se, pô, deixa essa merda aí.

?Voz F

Abre a porta do armário assim, aí vem o bicho do armário, não dá para fugir.

?Voz C

O Sunny sai do armário.

?Voz D

Ó, o pessoal tá brincando aqui. Ah, mas sucubus, né, na forma da Scarlett Johansson, muito assustador. Eu gostaria de lembrá-los que demônios são sempre masculinos, tá? Sucubus são demônios masculinos com uma cara feminina.

?Voz G

Exatamente.

?Voz D

Já fica a informação, né?

?Voz E

Mas se faz sentado tranquilo.

?Voz F

Ah, mas você vem com a cara da tarde, né?

?Voz D

Não mijando em pé na fucking minha casa, tá tudo ótimo, né? Olha aí, que isso, Lucas? Você é beta, isso? Você é beta, meu?

?Voz E

Sou Sigma.

?Voz D

Ai, cara, essa juventude está perdida. Vamos lá, vamos para— aliás, gente, eu não anunciei Mas vamos puxar aqui para o Brasil, tem muito caso aqui, ó. A gente tem a Leonice, Leonice Fitz, a garota poltergeist de Santa Rosa, que ficou bastante conhecida na década de 80 na região rural de Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, e teve essa figura central, a Leonice Fitz. E vocês vão perceber que até agora só tivemos meninas. Então, com aproximadamente 13 anos, Ela como adolescente morava com a família na localidade Rincão da Boa Vista.

A família afirmava que objetos se movimentavam sem contato aparente, utensílios domésticos eram arremessados e acontecimentos incomuns acompanhavam a menina. Leonice então passou a ser apontada como centro das manifestações, recebendo da imprensa o apelido de Garota Poltergeist. O caso ganhou repercussão nacional quando equipes foram da região. A RBS, né, que se eu não me engano é retransmissora da Globo na região, né, produziu reportagem sobre o assunto.

Também teria chegado ao Fantástico. Existem imagens da própria Leonice, entrevistas com a família e material televisivo da época. E os elementos mais interessantes é a presença do padre e parapsicológico, e parapsicólogo Oscar González Quevedo, nosso Padre Quevedo. Ele investigava alegações paranormais procurando explicações psicológicas truques, movimentos inconscientes ou fenômenos atribuídos a pessoas consideradas o centro do caso.

E naturalmente a cobertura passou a discutir se a Leonice provocava ou não os acontecimentos para chamar a opinião pública, né, a atenção da opinião pública. Esse caso ele também é realmente famoso, né.

?Voz E

Pô, não, é legal porque o Padre Quevedo, né, tinha fama de super cético Mas ele era super believer, né? O cara era padre, né?

?Voz D

Tem isso. As pessoas esquecem disso, né?

?Voz E

Então assim, super believer, só que ele era totalmente contra charlatanismo.

?Voz F

Então ele ia para o lugar para saber se era real, queria encontrar o fenômeno. Esse aí é isso mesmo.

?Voz D

É, mas para ele, por exemplo, ele acreditava, por exemplo, nos fenômenos das aparições marianas, por exemplo, né? Em milagres católicos ele acreditava. Ele não acreditava em do que ele achava que era patifaria ou que tava fora das atribuições da Igreja Católica, né? Então isso é uma contradição interessante assim, a partir da crença pessoal da pessoa, né?

?Voz C

Ficava muito admirado com o Quevedo, que quando ele falava assim, eu quero que todos os espíritos negativos, não sei o quê, venham a mim, se vocês são de verdade, vem, pode vir. E aí não vinha nada, né? Ou era porque ele era um feiticeiro poderosíssimo e já tinha E aí ele tava fazendo aquele show-off ali. Então pode ter, né?

?Voz E

Era um homem de fé, cara.

?Voz C

Ele era padre, tinha muita fé. Então ele mandava: se vocês não escutam, vem aqui me quebrar. Então quebre meu dedo, quebre meu dedo, quebre meu dedo! Caraca, aí tu resgatou, né, cara?

?Voz E

Muito, muito interessante.

?Voz C

Padre Quevedo, ele teve um quadro no Fantástico durante bastante tempo. E aí eu acho que, eu acho que eu não lembro qual foi a ordem, se foi primeiro no Fantástico, depois ele caiu para o Ratinho, ou se ele tinha no Ratinho e ele foi promovido para o Fantástico.

?Voz D

Ele era sempre, era meio super pop, né? Padre Quevedo, aquele cara lá demoniado lá, o, como é que é, o Zé Capetinha, o Maninho do Diabo, o Henrique Cristo.

?Voz F

Era tria de vocês aí, mó gente boa aí no meio dessa galera.

?Voz C

Você sabia que o Padre Quevedo, Henrique Cristo, quase saiu na porrada porque eles já eram inimigos desde a década de 70? Caraca, eles eram! Porque o Padre Quevedo fala, o Henrique Cristo na década de 70 no Chile, sei lá, ele já era o picareta antes de ser o próprio Henrique Cristo, segundo o Padre Quevedo. Segundo o Padre Quevedo, ele já tinha desmascarado ele. E tal. Ele já debatiu há muito tempo, pô, muitos anos. Aí ele veio, o Brasil virou o tal do Henrique Cristo, e o Padre Quevedo odiava ele quando ele saiu.

?Voz E

É que saudade dos anos 90, né, cara? Que saudade!

?Voz D

Não tem como voltar mais.

?Voz E

Internet era lenta, a gente conseguia assimilar as coisas, degustar.

?Voz D

3 horas esperando foto de mulher pelada.

?Voz E

GIF animado, tá?

?Voz F

Era GIF animado, eram partezinhas do corpo assim que aparece.

?Voz G

Opa!

?Voz D

Ai, gente, vamos lá, vamos lá. E último caso aqui, o caso de Curitoba, nossa queridíssima Curitiba. Em janeiro de 74, moradores de uma casa no bairro do Capão de Imbuia em Curitiba começaram a relatar que pedras eram lançadas misteriosamente contra a residência. O caso ganhou espaço no extinto jornal Diário do Paraná, cuja a primeira reportagem sobre o assunto foi publicada em 5 de janeiro de 74. As pedras aparentemente surgiam sem que fosse possível localizar quem as atirava.

A situação atraiu vizinhos curiosos, jornalistas, religiosos e investigadores. A história se espalhou, cresceu também as versões sobre uma possível assombração, um poltergeist ou alguma pessoa escondida pelos ataques, responsável pelos ataques, né? Os moradores diziam que as pedras atingiram o telhado, as paredes, o interior da casa, mesmo quando pessoas observavam a região tentando localizar o responsável. E esse era uma daquelas que a pedra atravessava o telhado, né?

Não tinha um lance desse que a pedra ela não quebrava, ela meio que ela caía dentro da casa, caía dentro da casa sem quebrar o telhado, né?

?Voz F

Bizarro.

?Voz D

Né, o caso foi recuperado pela série documental Curitiba Horror Stories, produzida pelo projeto Nossa Memória da Câmara Municipal de Curitiba, né. Representantes diferentes religiões passaram a visitar o local, foram realizadas orações, missas e bênçãos, e chegaram a ser usadas chaves benzidas como uma forma de proteção. A diversidade de interpretações também aparece na reportagem. Alguns acreditavam em espíritos, outros fraude, brincadeiras ou ação de alguém da vizinhança.

?Voz C

Nessa época aí tem 3 casos que eu lembro muito. Um era da garota que o colchão ficava flutuando, outra era do telhado, e o outro era da garota que tirava vidro dos olhos.

?Voz D

Isso me traumatizou demais. E aí depois descobriu que ela colocava o vidro, né, mano?

?Voz E

O que é mais bizarro ainda, tipo Como é que você bota o vidro?

?Voz D

Não, não era vidro, ela tirava diamante do olho, não era um papel.

?Voz C

Era um cristal, era um cristalzinho. Diamante, tu tava rica para cacete.

?Voz E

A menina do colchão que ficava lá, o lençol ficava inflado com ar, não é essa que a gente tá falando?

?Voz F

Fritz, do caso lá do Enfield?

?Voz D

Não, que a gente falou, não tem também no Enfield, tem câmera levantando também, tem até uma imagem da garota pulando com a cama levantando, né? É uma foto bem esquisita.

?Voz C

Mas sim, sim, segurando o lençol aqui em cima e o colchão fica meio que dobrando assim sobre si.

?Voz D

Eu lembro disso na década de 90, eu acho que a primeira, mas eu posso estar enganado.

?Voz F

Essa coisa de pedra, eu já vi em casos em Belém de histórias também assim de poltergeist que ficava jogando pedra. Então assim, é uma coisa que é muito comum, que é realmente comum.

?Voz E

Pegar fogo, né, na rua. É muito comum também. Lá em Belém também teve um caso de que eu até entrevistei o Natan na época. Ele falou que era bem bizarro, a casa tudo pegava fogo, tudo pegava fogo assim do nada. E basicamente eles perceberam que era associado a uma pessoa específica. Quando a pessoa tava na casa, as coisas começaram a acontecer, entendeu? Tem isso, né, que às vezes, porque você sabe que é muito comum, né, o fenômeno poltergeist tá muitas vezes atrelado à energia da Não é como se fosse um fantasma, espírito ali querendo causar discórdia, não.

Às vezes é a própria energia da pessoa no ambiente, né, que tenta evitar. Tem alguns, o caso famoso antigo de uma moça que trabalhava no escritório e o escritório tinha várias coisas paranormais acontecendo, e era ela que odiava trabalhar ali, né.

?Voz D

Existem algumas hipóteses que o fenômeno poltergeist é da mente, né. Principalmente por envolver muitos adolescentes, né, sexo feminino, né. Aí teorismo sobre, né, do porquê, né. Enfim, mulher, essa coisa fácil que é ser no Brasil, né, e no mundo. Enfim, em teoria nosso podcast acaba, mas eu tenho uma proposta aqui para vocês que eu esqueci de apresentar no início, mas eu queria fazer hoje com vocês, se vocês não tiverem muito cansados, que é o seguinte: Eu assisti A Odisseia de Christopher Nolan. Queria falar um pouquinho. Quem assistiu o filme?

?Voz C

Próximo de assistir.

?Voz E

Eu não conheço a história anterior.

?Voz D

Alguém se incomoda com spoilers de uma história de 3000 anos?

?Voz F

Não, não, claro que não.

?Voz G

Tá bom.

?Voz D

Assisti A Odisseia de Christopher Nolan, adaptação aí de Ilíada, né? Do mito, no qual a gente tem na primeira parte a Guerra de Troia, mas a Odisseia é focada na jornada de Odisseu de volta para casa após a, após a vencerem, né, após vencerem Troia numa guerra. E aí, enfim, né, dentro do mito você tem a presença dos deuses, né, você tem criaturas mágicas e fabulosas etc.

?Voz G

e tal.

?Voz D

E eu fiquei muito curioso para ver a visão do Christopher Nolan, porque ele é um cara que, né, não necessariamente nunca iria para o sobrenatural ou algo nesse sentido, mas geralmente ele tem uma visão muito asséptica em suas histórias, né. Ele sempre vai tratar mais sobre o ser humano dentro de um contexto dos seres humanos fazendo humanice, né. E aí, enfim, tem muitas críticas a ele, né, principalmente na época dos Batman, né, que imprimiu muito essa coisa de fazer filme de super-herói sem cara de super-herói, né, e que depois moldou a Warner para frente, etc.

Mas a grande questão é que eu fiquei muito curioso. De certa forma, eu tenho uma certa birra com Christopher Nolan, apesar de achar ele um ótimo, um excelente cineasta. Eu acho ele tecnicamente incrível. E eu acho que faz falta pessoas que tenham nome e verba suficiente para lançar filmes gigantes como esse. Assim também como o Villeneuve com Duna, assim como, sei lá, o Tarantino com as Tarantinices dele. Por mais que você não goste da linguagem, eu acho que é importante essas pessoas existirem, né?

E minha birra com o Nolan tem umas coisas específicas, mas é mais porque eu acho que ele é um grande Dan Brown. Em que as pessoas superestimam muito a linguagem, mas que ele é feito para um público mais basiquinho assistir e se achar muito inteligente. Desculpa, gente, eu sei que eu sou meio prepotente da minha parte.

?Voz E

Eu que sou o venenoso aí da história.

?Voz D

Mas são filmes, são assim, são filmes pipoca de entretenimento, só que as pessoas assistem e parece que é uma parada de outro universo assim, né? Mas eu concordo que ele é um excelente diretor de qualquer maneira, tecnicamente incrível. Os filmes são bonitos, muito bem filmados, tem uma linguagem cinematográfica adulta diferente desse filme super-herói, etc. Então é um cara que eu gosto de acompanhar de certa maneira. Eu sempre acabo indo assistir no cinema porque, enfim, né, acabou virando esses filmes eventos, né, tipo Oppenheimer.

E Odisseia, você tem essas questões e tal, é um filme lotado de polêmicas. Eu não sei se vocês chegaram a ver os trailers. Né, é lotado de polêmicas, né? É porque o Nolan, ele vai para uma escolha estética que não segue um modelo historicamente embasado. Apesar de que o modelo historicamente embasado, ele é muito complicado, porque ele vai levar a gente para os antigos gregos, né, os helênicos na Era do Bronze, em que as armaduras eram muito esquisitinhas mesmo, né?

Só que a questão é que ele não tenta nem fazer aquele acochambrado meio Grécia, meio Roma, igual filme Troia do início dos anos 2000 lá com Brad Pitt. Ele vai para um rolê estético que é muito esquisito mesmo, né? Então, por exemplo, no trailer você consegue ver armadura, não chega a ser high-tech, mas claramente tem ali full plate, armadura full plate, uma coisa que só vai aparecer idade moderna, saca? Tipo quase 2000 anos depois assim, né?

A própria armadura do não, é uma coisa muito esquisita assim, é uma armadura que não tem precedente histórico aquilo ali, né. E aí enfim, tem escolhas estéticas que as pessoas começaram a questionar, tem um fato de ser um elenco bastante diverso, né. E isso já tem aquela galerinha do mal da internet já começa a encher a porra do meu saco, né. Vamos lembrar que todos os atores de todos os filmes que representam a Odisseia, eles não eram gregos, né, de todos os filmes já representados de Grécia Antiga e mitos gregos de Hércules, nenhum deles era grego, né?

Então vamos lembrar disso, né? Não é só porque o cara é branco que, ah, beleza, então ele é grego, né? Então se você tem um problema só pelo fato da pessoa não ser etnicamente como você imagina, não significa. Além de que estamos falando Mediterrâneo, rotas de comércio inacreditáveis. Não seria incomum nós termos pessoas de outras etnias naquela região naquela época. Não sei se necessariamente na quantidade que a gente vê de diversidade do filme, mas isso não seria estranho.

É só uma questão histórica que o cinema de Hollywood, ele fez um whitewashing no século 20 com todos esses filmes históricos só com gente branca. Mas a maioria dessas pessoas era multiétnica, desses lugares extremamente de comércios e navegações, etc., né? As pessoas viajavam, gente, e estabeleciam famílias em outras regiões. Isso era relativamente comum, né? Dito isso, adorei o filme, um dos meus filmes preferidos de Christopher Nolan, apesar de que eu vou entender que muita gente não vai gostar dele, porque ele é uma visão como uma adaptação meio que foda-se original, né?

Você vai pegar o original como base e você vai contar tua história sobre do que você interpretou, sobre aquilo que você quer contar. Alguém lembra aqui? Alguém chegou a ler Odisseia? Ou lembra daqui, por exemplo? Eu lembro muito daquele filme para TV que passava de vez em quando, né? SBT, muito bom.

?Voz E

Eu sei falar dele, Odisseia, 97, um clássico do cinema em casa, que tem aquela, aquele, aquele ciclope que é calvo, né? Caçando Ciclope é incrível, né? Ele comendo lá os bichinhos, né? Era bem legal, 97, muito bom esse filme, muito bom.

?Voz D

É um filme simples, né, com efeitos especiais super simples, né? Mas é muito bom assim.

?Voz C

A Odisseia em si é uma história que eu gosto porque ela não faz muito sentido. Não faz muito sentido. No começo, o cara é salvo pelos deuses, depois ele vai lá e xinga de graça. Você vai falar assim: toma no teu cu, eu conseguiria sem você, Após-Idão. Ah é, arrombado? Vou fazer tua vida inferno. Após-Idão mata todo mundo menos o cara que xingou ele. E aí ele ainda tortura ele da forma o quê? Botando ele numa ilha cheia de mulher para vir transar durante 5 anos.

Durante 5 anos não, né? Passa 5 anos, mas passam vários dias ele ali torturado com várias mulheres, aquela mulher mais linda do mundo da ilha com ele. Então esse Poseidon acaba com a vida do cara impedindo de chegar em casa, dando ele alegrias sexuais diversas, né? Várias coisas assim.

?Voz D

É uma das visões, né? É uma visão bastante particular sua, Rafael.

?Voz C

Se ele queria ir para casa, que ele ia, mas quem sofreu foi quem morreu.

?Voz F

E se elas fossem chatas? Imagina, ia ser complicado preso numa ilha dessa.

?Voz C

O livro não parece que se preocupa e fala assim: nossa, elas eram muito chatas e o Odisseu estava muito triste. Não parece isso. Aí ele tá se comendo, bebendo, transando muito bem, obrigado, né? E aí quando eu falo assim, olha, você tem que ir para casa porque, porra, vão afundar a ilha. Aí o Odisseu fala, então tem que ir. Então assim, ele vai ser puxado da ilha porque a ilha vai afundar.

?Voz D

Mitos gregos por Rafael Jacaúna.

?Voz C

Não, o cara assim, é, vai lá. Acho que é Atena que fala, ó, se você não mandar o Mandou o Odisseu embora para ele ter que ir para casa. Não, mas eu quero ele aqui, quero. Aí ela, ah, tá bom. E aí, enfim, pode ser um cara sofredor, eu gosto da história dele.

?Voz D

Então, só para explicar a história para as pessoas, né, após a Guerra de Troia, Odisseu é um dos generais que ganhou ali a guerra, né, ao lado de Agamenon, que foi o cara que liderou. E ele tem a jornada de voltar para casa, né. Eles vão lá invadir Troia, né, eles fazem um cerco que durou 10 anos, ele deixou mulher e filho para para trás para lutar por essa guerra. Ele não poderia, não teria como fugir, né? Ele é o rei de Ítaca e ele precisa então voltar.

Só que assim como Moisés, que podia pegar, ficar andando uns 2 dias no deserto e chegar na Terra Prometida, e demorou 40 anos, Odisseu demorou mais uns 10 anos aí na volta para casa, porque ele se perde. E muita parte do que ele se perde é pelo seguinte: os deuses perdoavam muita coisa coisa. Uma coisa que eles não perdoavam era arrogância, porque os humanos, os mortais, jamais, jamais serão deuses. Então você pode fazer um monte de coisa, pode fazer um monte de merda, mas desafiar os deuses vai dar merda, porque os deuses são extremamente vaidosos, segundo ouvi falar.

Abraço aí para os deuses do Olimpo, né? E não permitiam. E de fato, então, por exemplo, tem uma cena que tá diferente no filme, em que eles vão para uma ilha tentar pegar recursos e tem, eles acabam aprisionados numa caverna onde mora um cíclope, um ciclope, né, um gigante de um olho só, que aliás no filme é assim, é uma parte, parece um filme de terror assim, é muito boa essa parte do filme, a maneira como ela é retratada e tal, né.

Só que a grande questão é, eles estão ali presos, dão uma conversada com ciclope e meio que o Ciclope não deixa eles irem, pelo que eu lembro. O Odisseu então tem a ideia de embebedar o Ciclope. O Ciclope é embebedado, ele dorme, e aí eles pegam um toco de madeira e cegam o Ciclope. O Ciclope abre a porta achando que eles estão fugindo, e aí assim eles conseguem escapar e tal. O problema: o Ciclope, ele é filho de Poseidon. E qual é a grande questão?

Poseidon não ficou puto com ele por causa disso. Por que que Poseidon não ficou puto com ele? Porque tem essa lei de Zeus que é o seguinte, que é também uma coisa super respeitada dentro desses mitos gregos, que é, cara, é uma lei moral deles: se você é o anfitrião, você não pode fazer nada, você tem que oferecer a melhor estadia para pessoa. Porque tem vários mitos que falam sobre isso, mesmo que seja um mendigo pode ser Zeus disfarçado de mendigo para testar se você vai ser um bom anfitrião, né?

Então, como Ciclope não foi um bom anfitrião e até comeu alguns dos marujos de Odisseu, Poseidon não fica puto porque meio que ficou elas por elas. Qual é o problema? Tem uma piadoca que não está no filme, isso foi uma das polêmicas, que Odisseu fala na hora de estar conversando com Ciclope, Ciclope pergunta o nome dele, Odisseu fala: eu sou ninguém. Parece uma dessas piadas de Ari Toledo, né? Eu sou ninguém. Aí o Ciclope fala: beleza.

Quando o Ciclope é cego e ele vai, ele sai da caverna e a galera tá fugindo, o Ciclope começa a gritar para os irmãos: ninguém me atacou, ninguém me atacou! Os irmãos Ciclopes falam: o cara tá louco, não vou nem lá ver o que que é, que porra é essa? Ninguém, ninguém tá atacando, então ninguém tá atacando. Então, então eles conseguem escapar. Qual é o grande problema? Odisseu, quando está ali. O Ciclope tenta tacar pedra, etc. Eles chegam no navio.

Quando Odisseu está indo embora, Odisseu lá no cantinho, sabe aquele negócio tipo a pessoa não vai conseguir atingir, o cara tá do outro lado da plataforma, tá com— ele fala o seguinte: ninguém é o caralho, meu nome é Odisseu, seu filho da puta. E é aí que Poseidon fica puto, porque ele pode perdoar um monte de coisa, mas ele não vai perdoar um mortal E é a partir daí que ele começa, enfim, a se foder aí. E é a grande questão, é sobre o Odisseu desafiando os deuses, tentando voltar para casa, e os deuses tirando cada vez mais coisa deles.

?Voz A

Então, como this episode is brought to you by State Farm, listening to this podcast instead of doom scrolling, smart move. Another smart move, getting help from one of State Farm's 19,000 local agents. Quando você escolhe para juntar o seu plano de casa e carro. Juntar é mais uma maneira de economizar com o plano pessoal. Os preços são baseados em planos de avaliação que variam por estado. As opções de cobertura são selecionadas pelo cliente.

A disponibilidade, o quanto de desconto e salvação, e a elegibilidade variam por estado.

?Voz C

Essa foi a segunda ou terceira vez que ele desafia, porque quando ele toma a Troia, ele desafia os judeus também.

?Voz D

Imagina, imagina.

?Voz C

Não sei se aparece no filme, mas ele desafia ali, né, do Cavalo de Troia, ele tem aquela ideia ali, quase que o sacerdote— eu não sei como acontece no filme— sacerdote ia denunciar ele, vem Poseidon e mata o sacerdote porque Poseidon estava do lado deles. E aí o cara trai, ele fala: ai, Poseidon, olha o teu cu, eu ia conseguir sem você. Aí o Poseidon: arrombado, fodido! Só que os deuses têm esse capricho esquisito, ele quer por isso.

?Voz D

Né? Atena, se não me engano, alguns deuses vai ajudando ele, porque os deuses assim, eles vão lá do A lá do B, né? Eles vão, não, vamos ajudar o cara também.

?Voz C

Acho que os deuses ajudam.

?Voz E

Tô rindo do comentário do Lelo, que ele fala assim, se Zeus existe, dobra o meu dedo.

?Voz D

Eu acho que os deuses gregos, eles gostam de ver a treta, entendeu?

?Voz C

Então eles ficam assim, vai lá, vai lá, vai lá, vai lá, Odisseu, vai lá, Ulisses, faz, faz o teu caô aí, ó, fala que fui eu não, hein. Então assim, o cara é história muito boa, eu gosto, eu gosto dessa. E na própria Igreja Católica tem isso, né? Você não pode desafiar Deus, é isso, isso tá muito claro na religião católica.

?Voz D

O Nucudo tá falando aqui, ó, Andrei está descrevendo, se chama híbris, a subversão da ordem cósmica. Isso para o grego não podia, né? E qual é a grande questão desse filme? O filme faz modificações que assim, boa parte dos pontos-chave da história estão lá, só que elas estão relativamente modificadas para mensagem do filme, que é muito diferente. A partir de agora, alerta de spoiler. Se você quer ver o filme, não quer saber sobre isso, desliga agora.

Vai ter depois a área de comentários aqui, se quiser você volta depois, etc. e tal. Então, avisando, a partir de aqui eu vou falar a partir da visão do filme do Christopher Nolan. Esse é um dos filmes mais cristãos que eu conheço, vindo provavelmente de um agnóstico ateu.

?Voz E

Que isso!

?Voz D

É um filme essencialmente de expiação de culpa. Eita! Aqui não é retratada como uma guerra épica através através do valoroso e corajoso ato de heróis gregos e inteligentes. Odisseu é retratado como, como um herói inteligente. Ele, e o problema foi só que ele desafiou os deuses. Troia é uma espécie de 11 de setembro do filme. Toda vez que Troia é retratada é com flashbacks e é de maneira traumática, do tipo, galera, a gente ficou ficou 10 anos nessa porra dessa batalha, e quando a gente conseguiu, a galera meio que deu uma perdida de controle na moral aqui.

A gente deu uma vacilada, matou criança, matou, cara, foi negócio, foi feio, né? E a grande questão, inclusive, dá a entender, né? O, graças a Deus, o Christopher Nolan faz as nolas de ficar explicando muito alguns conceitos, né? A Lei de Zeus, a Lei de Zeus é falada toda hora no filme para explicar para o americano burro, mas algumas coisas ele não precisou ficar ficando, mas você vai pegando. É quase como a Odisseia só acontece porque o Odisseu ele está se autossabotando, porque ele, diferente dos outros, ele é bom e ele ficou com culpa do que eles fizeram.

Então tem uma parte do filme que, por exemplo, Agamenon tá voltando com os barcos e ele fala, Agamenon, é, calma aí, eu já, eu, Odisseu fala, eu eu já cansei de seguir Agamenon, vamos por esse outro caminho. Quase como do tipo, mano, essa, essa era de selvageria, eu não quero mais essa parada de selvageria, eu já sei o que que vai rolar, então vou voltar para casa do meu jeito, né? E ele vai para um caminho tortuoso que ninguém conhece e se fudeu no processo, né?

?Voz C

Ele vai comprar cigarro de uma forma diferenciada. Porra, foda-se, a mulher já tá me esperando 10 anos Porque quando saiu, meu filho tava nascendo. Aí o moleque tá com 10 anos agora, e aí eu vou dar uma zoada. Vou chegar em casa, moleque já tá com 20. Então já tá criado.

?Voz D

Esse filme vai estar no Oscar, tem cenas memoráveis. Vale no cinema. Eu vi no IMAX, acho que vale no cinema. Tem a Circe no filme, né? Ela é retratada, ela é um dos grandes encontros aí do Odisseu, que é aquela bruxa que transforma os marujos em porcos. Então assim, o filme ele tem sobrenatural, tem um psicópata, tem sobrenatural. E cara, é interessantíssimo a estética que o Nolan adota, que é quase como se enquanto eles estão ali comendo selvagem na mesa, né, ela vai meio que moldando e contorcendo eles manualmente como se eles fossem um boneco de barro, e vai meio que puxando focinho.

É uma cena incrível assim. Aí no final, quando de seu vence, né, e ela transforma de volta os marujos de porcos para humanos, ela fala uma frase que vai demorar muito para esquecer, que ela fala: podem voltar para o disfarce de vocês. Isso é muito do caralho, muito bom. Vocês são porcos, nunca se esqueçam disso. Vocês estão disfarçados, né? E o filme ele vai tratando essa narrativa muito antibelicista, muito antiguerra, E digo mais, eu não vi ninguém falando sobre isso no filme, não porque eu sou inteligentíssimo, mas é porque eu só não procurei.

Alguém deve ter falado isso já muito melhor do que eu, aliás, que é o seguinte: o filme, ele retrata de certa maneira uma visão pessimista de fim de civilização grega, do tipo, nós criamos as regras de uma espécie de era de ouro e agora nós estamos, nós mesmos estamos quebrando essas regras e de maneira depravada, e isso representa o fim da nossa civilização. É quase como, cara, Estados Unidos total, assim, do tipo, mano, a gente tá num período de crise que a gente, de fim de civilização mesmo.

Tem esse tom de fim de civilização muito forte assim, que não existe no mito, no mito não existe isso no mito, mas aqui é uma parada muito forte, tipo, a gente, nós somos o novidades. E nós vamos ser deixados para trás.

?Voz C

O novo tá vindo forte com a crítica do governo, né? Porque vem com Oppenheimer com bastante dessa culpa. Agora vem com Odisseia. Doido para ver esse filme, ainda não tive oportunidade.

?Voz E

É uma indireta de milhões de dólares que ele faz, cara.

?Voz D

É assim, é um filme que ele, assim, apesar de eu não ser um cara muito, né, ah, tem que seguir exatamente como ele, não, pô, é uma adaptação, a visão do cara, tu não quer vai assistir o original de 97 da TV lá, Toscão, foda-se. Não é, ou lê a porra do livro, né? Não vem encher o saco. Na minha visão é essa, né? Mas a minha questão é que o cara sabia o que queria fazer, ele foi lá e fez de excelência, saca? É isso. Você não gostar, não gostou, beleza, show de bola, vai para o próximo, tá tudo bem.

Como eu falei, eu sou crítico do Nolan, eu tenho vários filmes que eu acho, não acho tudo isso. Acho Interestelar extremamente subestimado, puta que pariu, acho extremamente Gente, o bicho, nossa, que filme brega!

?Voz C

Eu adoro esse filme porque ele fala de amor, amor, poder da amizade.

?Voz D

Nolan pela primeira vez consegue acertar a alma humana. É um filme que melhor fala de amor, principalmente por causa de Penélope, a mulher de Odisseu que está esperando ele. É uma das melhores atuações de Anne Hathaway que eu já vi.

?Voz C

Cara, já vi que eu não vou gostar desse filme agora.

?Voz D

O Elliot Page tá incrível no papel dele e não tá fazendo Aquiles como a galera tá achando que Aquiles inclusive eu não vi no filme, é citado só, Aquiles não tá no filme. Eliot Page tá do caralho, eu acho que o Zendaya tá fodido assim, acho que o mais bundão é o Tom Holland, mas é porque ele é o Tom Holland, né? É isso, não consegue sair de Tom Hollandice, né, cara? O Crepúsculo lá, o Battinson lá, o Robert Pattinson, cara, ele tá um vilão maravilhoso de você odiar, de querer, mano, esmurrar aquele filho da puta, mano. Então, cara, filho da puta, mano.

?Voz C

Eu não sou advogado do Robert Pattinson não, mas o cara está a vida inteira fazendo vários papéis maneiros e a galera ainda fala na porra do personagem dele que ele fez no Crepúsculo, pô. Coitado do cara, acorrentaram o maluco numa corrente, jogaram ele no fundo do mar, pô.

?Voz D

Ó, o Abel falou aqui, ó, é É o famoso meme, esse filme é famoso meme, we are the baddies, saca? Aquele nazista, é a gente que é o vilão? Tipo, esse filme é isso, é todo mundo. É muito interessante e é muito óbvio assim, não é? É falado quase textualmente em várias partes assim, né? Tem essas obviedades que o Christopher Nolan, que é meio foda mesmo de atuar. Mas no duro é um filme que eu gostei muito, filme muito bom, vale a ida ao cinema.

Não falo isso sempre de Christopher Nolan, Eu acho, por exemplo, Oppenheimer, primeira metade é ótima, a segunda metade também é brega para caralho. Fica aquele pau, discurso palmole do caralho. Se o cara é vilão ou não, o cara matou um monte de gente com essa porra dessa bomba atômica.

?Voz E

Depois fica: eu criei, eu criei uma bomba atômica.

?Voz D

Não vai tomar no cu, vai para casa, caralho! Vai jogar no Vasco, filho da puta! Vai com essa porra! E fica aquela porra.

?Voz E

Sabe o que tem no stream? Vou baixar aqui. Imagem e som filé.

?Voz D

Imagem e som filé, deve ter, deve ter, deve ter alguém filmando no cinema. Vai estar, vai estar provavelmente no Oscar, cara. As atuações são incríveis assim. E eu tô, e ainda, e ainda o Duna também, porra, vai estar esse fechamento aí. Gosto para caralho. Vamos para os comentários então, gente. Bora, vamos lá. Deixa eu achar aqui Música. Chegamos aqui nos comentários de mais um podcast. Amanda Caroline falou o seguinte: vocês estão me fazendo acreditar que tem pessoas no mundo todo falando sobre aliens, mesmo que na vida, mesmo que na vida, nem nas redes sociais, nem na TV eu nunca tenha sido alcançada por uma notícia dessa.

Estou sofrendo uma lavagem cerebral e entrando para seita Mundo Freak. Que a gente teve uma polêmica, né, porque o Ralf, na opinião do Ralf, Ah, porque isso é uma cortina de fumaça, a famosa questão da cortina de fumaça. Só que eu falo, mano, quem discute essas merdas são os otários igual a gente. Não é todo mundo, né? Mas fica aí também como pode ser uma possibilidade também, né? Vai saber.

?Voz C

Então eu fiquei pensando justamente sobre isso. A pessoa escuta o Mundo Freak e automaticamente ela não deve seguir nenhum de nós na rede social, porque se ela seguisse O próprio perfil do Mundo Freak, o meu, dos outros, até a gente sempre vai compartilhar e comentar e curtir coisas do tipo. Tem vídeo meu falando sobre isso, tem vários do Mundo Freak. Então se ela automaticamente curtisse ou comentasse, postasse do tipo, ela começaria a receber conteúdo sobre ufologia. Se ela não recebe conteúdo de ufologia é porque ela não segue a gente.

?Voz D

Hoje em dia é bolha, são bolhas.

?Voz E

Sabe que tem gente que vê o Mundo Freak só pelos cortes do Mundo Freak? Tipo isso, absurdo, absurdo.

?Voz D

Driele Silva falou o seguinte: tem muito achismo nessa área de ufologia, entendedores entenderão. Enfim, eu não entendi, mas ok. Enfim, sempre achei que eu gostava muito do tema ufologia, mas o episódio do garoto golfinho me fez repensar se eu gosto tanto. Ela tá falando do— a Driele tá falando do React que eu fiz, né, que tá aí disponível no YouTube e também no Spotify. Um abraço aí para os nossos delfinoides de Sirius B.

?Voz E

Volta, Adriele, a gente quer você na ufologia.

?Voz D

A janta aqui para provar que não tem só cueca de ufologia.

?Voz F

É verdade, tem calcinhas também.

?Voz D

E eventualmente alguns homens que usam calcinha também tem calcinha. Olha aí, ó, Carol Braz fala o seguinte: olha, essa descrição do objeto que muda de forma e faz uma curva absurda eu já vi no RS, Rios, não, Rio Grande do Sul. Há 15 anos atrás eu tava na estrada à noite olhando fixo para uma estrela que chamou minha atenção do nada. Essa estrela faz uma curva bizarra em zigue-zague e sumiu. Foi muito rápido. Por muito tempo fiquei pensando naquilo e o quão absurdo era, até vocês falarem algo tão semelhante como Nunca ouvi algo tão parecido com que vi aquele dia.

Coisa de segundos, vai saber o que era. É, Carol, você teve uma experiência aí. Bom, é bem isso aí, os relatos, né?

?Voz E

Manda para o lado também, aproveitar.

?Voz D

Vamos dar ajuda a esse pessoal que tá aqui precisando crescer. Vamos lá, manda aí esse pessoal que tá precisando.

?Voz E

Vem, vem para gente lá. Ô Andrei, pô, conta comigo, ó, o nome do podcast. Aconteceu comigo, Viaje Aconteceu Comigo. Volta algum dia? Não, pessoal pega.

?Voz G

Volta.

?Voz D

Ah, então, porque olha esse tamanho, gente. Quem tá, quem tá, ó, quero ver cobrança e apoio.

?Voz G

Aí vamos ver.

?Voz E

Aí sim, é.

?Voz D

Laerte Finotelli Júnior: Revelações do ET me parece muito uma espécie Volta de Jesus 2.0. A galera fica anos e anos falando, é, agora tá vindo, tá vindo, e nada acontece. Mas pelo menos é divertido de acompanhar a teoria da galera para as duas coisas.

?Voz F

Vem aí, né?

?Voz E

Eu não sei, mas tem um amigo meu que trabalha dentro da CIA que falou que conhece um cara que disse que vai voltar os ETs aí.

?Voz D

Então, ó, minha fonte falou que sim, mas eu não posso falar quem é. Posso falar agora os comentários do YouTube. Gente, a gente lê tanto do Spotify quanto do YouTube, tá?

?Voz C

Teve um rapaz que comentou assim no YouTube: então os comentários que vocês liçam daqui, eu estou deixando comentário igual otário no Spotify.

?Voz D

Falei: então às vezes o comentário só não foi selecionado, né? Só não foi selecionado.

?Voz C

Tem algumas pessoas que comentam a mesma coisa tanto no Spotify quanto no YouTube.

?Voz D

A gente pega geralmente uma pessoa que vai melhor elaborar aquilo, que geralmente resume boa parte de comentários, etc., né? A gente tenta pegar muito diferente, coisas muito diferentes aqui, né?

?Voz C

Em vez que eu seleciono um monte de comentário, o André tá com pressa porque ele quer, sei lá, ir no banheiro, ele fala, lê dois comentários, fala assim, gente, valeu, um abraço. Eu fico, caralho, nem hora, eu não vou ficar selecionando 15 comentários de cada lugarão pó. Mas às vezes ele tá inspirado, ele quer ler tudo. Hoje ele tá lendo tudo.

?Voz D

Vamos lá, José Hugo: vou dar um spoiler, em 2027 o ano da revelação será 2028.

?Voz E

Esse aí eu vou roubar para mim esse comentário e vou falar que eu que inventei, de tão bom que ele é.

?Voz D

Vamos lá, Júnior LR: oi Andrei, estou maratonando os episódios antigos que vocês falam de UFOs e correlatos porque sinto saudade do modelo antigo e sei que você não quer fazer mais. Triste, triste, triste. Calma aí, deixa eu— eu tô lambendo aqui suas lágrimas. Vamos lá. Saudade da Ira, da Gabi, do Keller, do Lucas. Ainda bem que o Rafael e a Jay ainda estão. E o novo integrante, estou começando a gostar. Olha aí, ó, talvez esteja falando dos outros.

Esse novo integrante aí, ó, esse carinha aí. E principalmente a Tubar. Eu comecei a ouvir seu podcast através dela depois que ela passou pelos 3 elementos. Vocês foram meu conforto em um momento difícil. Júnior, muito obrigado pelo comentário. Apesar das brincadeiras aqui, né, eu acho que a gente já explicou mais do que o suficiente por causa do que o novo formato e tal. E cara, a grande questão é que a vida, a gente tá 15 anos fazendo essa parada, a vida continua, né?

E pô, o Lucas está com filho morando nos Estados Unidos, que ele casou, Gabi tá fazendo altos corres acadêmicos, Também sem tempo para nada. Então a gente topa com mais ou menos, de vez em quando eles vão aparecer aqui, né? Mas vai ser realmente, aí me comenta da internet, você, você tá de bobeira.

?Voz F

Júnior, gosta de mim, vai!

?Voz D

Vamos lá, gosta de você é o Igor que tá apoiando aí desde cedo.

?Voz E

Cadê o Igor aí?

?Voz D

Olha aí, ó, verdade. O Igor é bom, o Igor é bom, o Igor é bom. Só dá dinheiro que fica bom. Tinha muito mercenário. Vamos lá, o Cool TBR falou: acho que o mais decepcionante seria se os aliens realmente existissem, mas somente se revelassem e mantessem uma relação puramente diplomática e distante com a humanidade, sem troca cultural ou de informação, tratando a gente tipo aquele colega esquisito que você até responde quando ele te manda mensagem, mas fica só no e aí, tudo Tudo beleza, cara?

?Voz C

Eu selecionei esse comentário porque eu achei muito genial, mano. O cara falou assim, então os aliens vão chegar e falar assim, galera, comunidade intergaláctica, valeu, mas então tem a regra aí que a gente não pode vincular tecnologia com vocês nem negócios assim, só fica sabendo, falou, valeu, um abraço. Aí todo mundo fica assim, caralho, fudeu, cara.

?Voz E

Conhecendo os humanos Conhecendo os humanos como eu conheço, a galera ia perturbar o saco de pensar. Mas vem cá, mas então Deus é real? Imagina-se o quê?

?Voz C

Nossa, responder, pô, ninguém tem o email do ET. O ET só ia falar assim: tamo aí, falou, quer fazer um, entregar um DVD sobre a evolução do universo do rito etíope deles?

?Voz F

Vocês têm umbigo?

?Voz E

Tipo umas paradas assim.

?Voz D

O ouvinte tá falando aqui: o QR code está na cara do Jaca. Eu não vou nem falar nada porque esse filho da puta Ele escolhe um canto para ficar igual um periquito. E aí eu falo para ele ficar centralizado e esse filho da puta me ignora. Então que ele fique com a porra do QR code na cara, que é mais importante.

?Voz C

Sabe qual é o maluco? Porque eu estou olhando o QR code aqui no StreamYard e eu tô do lado oposto do QR code, tá vendo?

?Voz D

Para mim, eu também tô olhando StreamYard.

?Voz F

Você tá vendo? Para mim você tá embaixo.

?Voz C

Aí eu acabei de olhar a live, aí da live tá espelhado, porra. Eu tô Ao contrário, eu não sabia, não sabia, eu tava olhando aqui no estúdio. Então, ô monstro do pântano, agora eu vou ficar aqui assim.

?Voz D

Se você ficar no centro, não vai ter problema de espelhado, não espelhado.

?Voz C

É que eu sou cristão, não posso ficar indo no centro.

?Voz D

Ai, meu Deus, cristão não pode um monte de coisa. É por isso que eu gosto de cristianismo, especialmente do pecado e do vinho. Vamos lá, último comentário.

?Voz E

Aqui da noite.

?Voz D

Já li tudo, calma aí, me perdi aqui, caralho. Cadê a porra do— e aí, galera, perdi aqui. É isso, acabou, acabou os comentários. É isso aí, gente, muito obrigado para todos, cara. 2 horas e 20 podcast quase, vocês não podem reclamar, vocês estão dormidinho de barriga cheia, barriga quentinha. É isso, galera, beijo para vocês. Grande abraço. Para trás, então, que você tá querendo roubar meu lugar, filho da puta. Escutem Relatos do Além.

?Voz E

Agora sim, vamos fazer amanhã, hein? Saiu o nosso, nossa conversa.

?Voz D

Você tá falando desse amanhã? Já tem umas 2 semanas que esse episódio tá aí sozinho, entendeu?

?Voz F

Então tem que ser não, mas é amanhã mesmo.

?Voz D

E acompanhe o Rafa na Twitch, né? Toda Jaca Freak.

?Voz C

É, galera, vai seguindo todo mundo aqui na rede social. Jaca Freak, Hora do Jaca.

?Voz D

Atena Gamer com H.

?Voz F

Eu tô voltando aí, acho que na Twitch devagar aí. Então é twitch.tv/atenagamer com TH. Devagarzinho eu tô voltando.

?Voz C

Maravilha.

?Voz D

@andreizilla, se quiser dar em cima de mim. Brincadeira, não passou. Eu sou tímido.

?Voz F

Eu tô solteira, ó, meu Instagram, tô solteira, @tenanagamer.

?Voz D

Não tem como não imaginar, eu estou solteira e ninguém vai me segurar, daquele jeito.

?Voz C

Comunica o tipo de mensagem que você tá esperando, porque pode receber de tudo.

?Voz D

Não, mas é bom falar que pelo menos ela tá aberta a avaliar. A Jay assim, a pessoa, o homem nasceu hétero porque Deus odeia ela, né? O homem piscou, colocou o dedinho no DM, ela já bloqueia. É impressionante. Aí ela fica reclamando que não encontra ninguém. Quem mandou uma setra em 2026? É isso aí, gente, até a próxima!

— Anúncios inseridos dinamicamente —

Anunciantes2

Apoia.se

donation

Catarse

Asombrado Infiltrador
donation
Exorcistas preocupados com Satanismo, Piloto se assusta com Ovni e Casos Assombrados | MFC 614 | Castnews Index — Castnews Index