Episódios de Mundo Freak Confidencial

O Mistério dos Criptídeos | MFC 604

20 de maio de 20261h36min
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Na live de hoje do Mundo Freak, vamos mergulhar no fascinante universo dos criptídeos, criaturas que habitam a fronteira entre o folclore, o testemunho, a imaginação e a investigação. A pauta passa por seres que muita gente trata como lenda, outros que a criptozoologia tenta levar a sério e também por um ponto fundamental desse debate: a ciência já descartou animais reais como fraude ou mito antes de finalmente reconhecê-los.Ao longo da conversa, vamos falar sobre alguns dos criptídeos mais famosos do mundo, como Pé Grande, Monstro do Lago Ness, Mothman e Chupacabra, além de criaturas mais estranhas e menos conhecidas, como Mokele-Mbembe, Ningen, Verme da Morte da Mongólia e Diabo de Jersey. A live também abre espaço para os nossos monstros e mistérios locais, com figuras como o Mapinguari e o Boitatá, mostrando como essas histórias podem nascer de medo, observação distorcida, tradição oral, memória ancestral e até de fenômenos naturais mal compreendidos.Se você gosta de folclore, mistérios, criaturas lendárias, criptozoologia, monstros, lendas regionais e debates sobre o que separa o mito do possível, essa live é para você. É o tipo de pauta que faz a gente lembrar que o desconhecido nem sempre vive só na ficção, às vezes ele vive no relato, no símbolo e naquilo que a humanidade nunca deixou de procurar na mata, na água e na escuridão.As Duas Vidas de Rudolf: https://open.spotify.com/show/3okz3u1rW9O0Lz3fdfmqZi Apoie o Mundo Freak: https://apoia.se/confidencialRafael Jacauna Autor (Instagram): https://www.instagram.com/rafaeljacaunaautor/Lynda MD: http://lyndamd.com.brAnuncie com a Paratopia: https://www.instagram.com/paratopiapodcast/Edição: https://www.instagram.com/instadogrmachado/#MundoFreak#LiveMundoFreak#Criptideos#Criptozoologia#Mistérios#Folclore#CriaturasMisteriosas#Lendas#Monstros

Assuntos4
  • Criptídeos e CriptozoologiaDefinição de Criptídeo · Criptozoologia como pseudociência · Debate sobre a existência de animais míticos · Animais que foram considerados mitos e provaram ser reais · O ornitorrinco · O Kraken · Lulas gigantes · Sereias e peixes-boi · Okapi · Dragão de Komodo · Teorias sobre a natureza dos criptídeos · Criptídeos como animais, seres espirituais ou interdimensionais · A influência da ufologia nos relatos de criptídeos · A dificuldade em provar a existência de criptídeos · O papel da mídia e da internet na popularização de criptídeos
  • Monstro do Lago Ness e salmãoO Monstro do Lago Ness como criptídeo aquático famoso · Aparência semelhante a um plesiosauro ou mosassauro · A foto de 1934 e sua posterior desmistificação · A hipótese de dinossauro sobrevivente · A lenda de São Columba e o monstro do Rio Ness · A abundância de enguias no Lago Ness · A hipótese de Alistair Crowley e fenômenos paranormais · A ligação com o ritual de Abramelin e o anjo guardião · A possibilidade de passagens subaquáticas · Tentativas de drenar o lago · A hipótese de pênis de baleia
  • A Grande ComissãoPé Grande como hominídeo pré-histórico · Gigantopithecus · O Yeti como Pé Grande das neves · Variações do Pé Grande em diferentes culturas (Yaoi, Yeti) · Teorias sobre a natureza interdimensional do Pé Grande · A ligação entre Pé Grande e fenômenos ufológicos · O vídeo clássico do Pé Grande e sua possível falsidade · A hipótese de confusão com ursos negros · Relatos de medo e infra-som associados ao Pé Grande · O Rancho Skinwalker e avistamentos de Pé Grande · O conceito de 'Wild Man' · O filme 'Harry and the Hendersons' · O filme 'Willow Creek'
  • Mothman (Homem-Mariposa)O Mothman como criatura ligada a desastres · Avistamentos em Point Pleasant, West Virginia · A ligação com a queda da Silver Bridge · A relação com a ufologia e fenômenos paranormais · Teorias sobre o Mothman ser um alienígena ou viajante do tempo · O Mothman como mensageiro de mau agouro ou psicopompo · A descrição física: humanoide com asas e olhos vermelhos · A hipótese de confusão com corujas ou garças · O livro de John Keel · O filme
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Longos dias e belas noites, queridos ouvintes, está começando mais um Mundo Freak Confidencial. E hoje vamos atrás de homens peludos aí no fundo das florestas. E também de outras criaturas bizarras, por quê?

gravamos um episódio super especial sobre Varginha e muitas pessoas me perguntaram, Andrei, o que é um criptídeo? Eu fiz uma citação a esse termo lá. E hoje, meu caro amigo que está nos acompanhando hoje no YouTube e de mais outras plataformas,

Crypto Studios é algo que você vai saber hoje. São aqueles monstros que a gente acha que é real ou que não é real, que as pessoas estão investigando, nunca aparecem, né? Eles são habilidosíssimos em fugir das fotos. Parece eu com 15 anos de idade, que me achava muito esquisito e fugia de todas as fotos de família. E para me ajudar temos ele, meu queridíssimo Rafael Jacauna.

Gente, eu, sem querer, quando eu tava escrevendo meu livro, eu descobri um criptídeo e usei ele na história, lá na base. E aí depois eu falei, porra, perfeito pra entrar na história de hoje. Opa! Então, adicionei aí um criptídeo que eu descobri há pouco tempo. Aquele romance erótico que você tá fazendo, Rafa? Não, não, não.

Esse é outro nicho, é outro nicho. 22 centímetros de peludo. Não, o que é? Esse é o outro momento. De pura tirania. É um negócio assim. Entendi, entendi. Ó, a gente tá indo pro papo, mas esse assunto é sério, gente. Não quero risadola aqui, não. Aqui o assunto é seríssimo. Temos também um convidado especial pela primeira vez no Mundo Free Confidencial. Meu queridíssimo Cauê Custódio do Cine Fenômena. E aí, meu velho, tudo certo?

Tudo certo, gente. Prazer estar aqui nesse podcast irado. Faz tempo que eu tenho vontade de participar. Porque eu leio tanto sobre pé grande e o caramba. Eu falei, cara, quando é que eu vou poder falar sobre isso aqui? Porque sempre que eu começo, de repente a sala fica vazia, entendeu?

para ouvir. Tacaragem. Mas, bom, em último caso, como criptozólogo frustrado, eu posso migrar para o nicho do romances eróticos. Está em alta.

Por que eu fui puxar esse assunto quando a gente estava em off? Por quê? O visionário disso aí foi o Robert Crumb, aquele cartunista, que se você for buscar lá, tem história que ele é sequestrado por uma pé grande e abusado das piores maneiras possíveis. Eu recomendo vocês. Essa história eu conheço. Robert Crumb. Abraço pra ele, escuta o ouvinte do Mundo Freak aí, o Robert Crumb. O Robert Crumb tá vivo? Ele tá vivo, né?

Ele tá vivo, né? Mas é um grande clássico dos quadrinistas independentes. O cara é massa. Eu não conheço essa história. Eu vou atrás da história e eu vou dar um feedback aqui pra vocês. Mas então, gente, hoje vamos falar dos famosos criptídeos, que são essas criaturas bizarras que estão entre o folclore e entre a vida real com os grandes caçadores, caçadores de pé grande, monstro, lago Ness. A gente já falou sobre isso em alguns episódios atrás, mas estamos aqui fazendo um remake dessa pauta porque...

Conheci meu queridíssimo Cauê. Ele é fascinado por esses assuntos. Quando a gente sentou para conversar, fiquei completamente apaixonado. Falei, Cauê precisa aparecer no mundo friki. Apaixonado? Calma aí, calma aí. Apaixonado pelo Cauê ou pelo assunto? Pelos criptídeos. Aí eu vou deixar para o ouvinte julgar até o final desse episódio. Mas antes, vamos para a nossa vinheta. Além do que conhece por tempo e espaço.

O contato com algo além. Não conte para ninguém e nunca olhe para trás. Mundo free, confidencial. Mas antes da gente continuar esse papo, o Andrei do Futuro vem do Apocalipse para chegar para você e avisar que agora, finalzinho desse mês, vai lançar o nosso mais novo projeto da Paratopia Podcast Storytelling, que é a nossa produtora de podcast. O próximo grande especial, que é As Duas Vidas de Rudolf.

E você vai conferir o trailer agora. Qual é o maior mistério da sua vida? A gente gostava muito de explorar as casas abandonadas. Eu lembro que a gente entrou. Lembro de muito papel, de muito livro. Eu assopro a poeira da capa e me deparo com o título Anotações Espirituais.

Aqueles eram símbolos de ocultismo e magia negra. A casa tinha um espírito guardião que guardaria para sempre tudo o que estivesse dentro dela. E o curioso é que ele se vestia todo dia de branco. Eu sou Daniel Lisboa e este é As Duas Vidas de Rudolf, um podcast da Paratopia Podcast e Storytelling.

Como vocês sentiram aí o clima, bastante mistério, uma investigação sendo conduzida pelo magistral jornalista Daniel Lisboa, que chegou pra gente com esse projeto incrível, no qual ele traz uma história de criança, no qual ele e os amigos investigavam uma casa abandonada e eles acabam encontrando rastros de um personagem.

que eu não posso dar detalhes, né? Vocês já sentiram aí que o mistério vai ser o cerne do podcast. Vamos dizer que ele tem os seus mistérios, os seus enigmas e suas contradições e que, cara, vai gerar muito debate não só para vocês. E a gente espera também o apoio e o compartilhar de vocês, que vocês curtam, né? E que vocês nos ajudem a propagar.

Mais um trabalho fenomenal. Eu sei que vocês adoram os nossos especiais. E esse conta comum, com toda certeza. Tem o Clima Mundo Free, que tem a cara Mundo Free, que eu tenho certeza que vocês vão gostar. Então, ó, dia 29 desse mês estreia As Duas Vidas de Rudolph. Pra você se deleitar, vão ser quatro episódios especiais em que a gente vai investigar a vida.

de Rudolph, como tá aí o título, que a gente vai descobrir, afinal de contas, quem ele é, o que ele fez, e afinal de contas, por que a gente deveria prestar atenção nisso. Então é isso, vamos voltar lá pro podcast que tá maravilhoso, e agora voltar pra máquina do tempo, porque o Apocalipse ele não vai se combater sozinho. Então vamos lá, galera. Vamos falar

sobre nossos criptídeos de estimação. Antes de mais nada, temos que falar o quê? O criptídeo é esse animal, e eu acho que isso é interessante porque existe inclusive um debate dentro da comunidade criptozólogos, que são os caçadores de criptídeos, da origem e fonte desses seres. Afinal de contas, o que são esses seres?

Mas o clássico da criptozoologia é entender essa forma de vida como animais, né? Alguns falam que animais extintos ou animais que, enfim, né? Que eles são considerados extintos, mas talvez algum tenha sobrevivido por aí, né? Mas eles são animais biológicos materiais, né?

tem outras vertentes que vão para o lado da natureza espiritualista, mas a gente vai debater isso daqui a pouco. Mas que a existência desses seres é contestada ou não comprovada pela ciência formal. Então, a criptozoologia é um campo da chamada pseudociência, que estuda essas criaturas buscando...

todo tipo de evidência física, relatos de testemunha e tradições orais para tentar provar a existência desses seres. E é claro que tem um fascínio muito grande por esses seres que reside nessa zona cinzenta da criatura que está provavelmente em uma região vasta, inexplorada. Será que ainda existe?

Aí eu já vou passar aqui para o meu queridíssimo Cauê, porque esse é o grande argumento cético, estamos cada vez com menos florestas, com menos cavernas. O que faltou de explorar? Por que essas criaturas não aparecem na sua opinião, claro, para a gente começar aqui o nosso debate? Gente, olha...

É complexo, porque depende da criatura, né? Como a gente tem esse catálogo aí de seres estranhos, eu, pessoalmente, alguns, eu acho que é possível que existam e eu tenho algumas teorias do porquê, né? Mas, no geral, é justamente a área cinzenta que nos fascina, né?

Sim, não são encontrados espécimens mortos de nenhum deles, vira e mexe, provas cabais são reveladas. A gente teve um exemplo que a gente vai falar daqui a pouco. A maior prova de filmagem de pé grande. Eu fiquei sabendo recentemente que aparentemente foi debunked.

descoberto que era um traje. Então, olha, agora já defendendo o lado meu mais pensamento mágico, por um lado é porque realmente são lendas e folclore e imaginação.

por outro porque talvez sejam criaturas que tenham um modus operandi de procriação, de morte, de deslocamento, que foge a nossa compreensão. Talvez existam alguns intraterrenos que apareçam aqui de vez em nunca e é difícil pôr a mão em cima deles.

Mas assim, da lista que a gente tem, a maioria dos criptídeos, eu acho que eles caem numa coisa de folclore, do imaginário nosso mesmo, né? Mas eu não sou um total cético. Perfeito, perfeito, perfeito. E você, Rafael? Você era o grande believer desse programa, né? Aí você virou a casaca, eu virou believer, você virou cético. Ih, caralho.

Só que tem assuntos, André, que não dá pra gente acreditar totalmente. Por exemplo, dessa lista toda, eu acredito que tem aí uma mistura entre alguns devem existir ou existiram há pouco tempo, tá?

com algo mais espiritual, sim. Eu acho que essa parte mais folclórica brasileira, sei lá, o boi tatá, o piguari, eu acho que está muito mais relacionado com o espírito da floresta do que com o animal de carne, osso e pelo, sabe? Então, eu acredito um pouco mais assim, numa forma híbrida. Alguns eu acredito que possa ter existido um animal em si, outros eu acho que é mais uma parada paranormal, espiritual, sei lá, como queira definir.

Perfeito, perfeito. Porque, aliás, esse debate, ele soa, né? Ele tem esse verniz, essa forma pseudocientífica, mas a gente tem que lembrar que quando a gente vai para o século XIX, até início do século XX, nós tínhamos vários animais que foram considerados animais míticos que se comprovaram reais, né? Naturalmente, com a época das grandes expansões, colonização e etc, né?

Você tem, mesmo em locais que tinha presença humana, os registros feitos pelos europeus eram registros que muitas vezes você poderia ter alguém tentando vender um golpe, uma falcatrua, por exemplo, até hoje em dia.

Nós tivemos aquela sereia de Fiji, que foi alguém que montou parte por parte para fingir que aquilo era uma sereia. Então, naturalmente, muitas pessoas desacreditavam de animais que soavam muito absurdos. Vou dar um exemplo aqui. O unicórnio a gente sabe que não existe hoje, mas talvez em algum momento alguém já tenha.

acreditado que eles existissem né tem aquela lebre lá dos Estados Unidos aquela lebre com chifres por exemplo que eu até esqueci o nome Guacalupe não é alguma coisa alguma coisa nesse sentido guacamole não isso aí é o mexicano é mas mas enfim é um exemplo mas só para gente exemplificar do que aqui

O ornitorrinco, por exemplo, quando o primeiro exemplar empalhado chega na Europa no final do século XVIII, os cientistas britânicos tinham tanta certeza que era uma farsa, né? Porque, pô, para para analisar. Ele é um bicho, tem um bico de pato. Só que o corpo dele lembra um castor com um rabo ali de castor, né? Ele põe ovos, amamenta, mesmo sem mamilos.

E tem veneno. Aí tu vai pensar, tu tá de sacanagem, né, meu amigo? Aí tu tá... O pessoal achou que quando chegou, alguém montou, né? Pegaram o bicho empalhado, alguém montou numa garagem, pegou um pato, pegou um castor, pegou não sei o que, montou no bicho e falou assim, tá aqui, é o animal, o pessoal tá nem fudendo, né? Não mete essa pra mim, pô.

Eu acho que deve ter sido difícil de acreditar mesmo, porque é um bichinho dos mais exóticos aí que tem na nossa fauna global, né? Esse ferrão que me fascina, né? Tem um ferrão na pata, né? Bicho muito louco. Muito doido, né? Muito classe do D&D. Um outro exemplo também, que foi relatado durante séculos por marinheiros, como esses monstros tentaculares que afundavam na via, o Kraken, né? A lula gigante. Muito obrigado.

A ciência tratou isso como um grande delírio de marinheiro bêbado do final do século XIX, quando carcaças dessas lulas das profundezas começaram a dar nas praias. Obviamente, nunca foi achado algo com a capacidade de afundar um navio. A gente nunca testemunhou algo parecido. E por maiores que sejam esses seres, eles não parecem ter esse poder. A ideia geral é que, por ser animais de profundezas,

Apenas em casos muito raros e específicos, eles acabaram em praias, né? Foram pegos por correntezas ou algo nesse sentido, então acabam vindo pra cá. Mas tem exemplares aí de mais de 20 metros de diâmetro, né? Esse caso do Kraken é interessante porque é o seguinte...

Pô, tá bom, não existe o Kraken que a gente conhece das histórias que afundam o navio, mas será que as histórias do Kraken vieram de lulas comuns, pequenas, que o pessoal exagerou? Ou de fato, em algum momento dessa história das navegações, esses animais eram vistos com maior frequência na superfície?

E aí criaram essas histórias que, sei lá, aquele ali era o filhote e poderia ter o maior, ou se de fato existe uma versão maior que a gente nunca viu ou já existiu. Então sempre se cria essa percepção, porque como você disse, até há pouco tempo essas lulas gigantes não eram conhecidas. E aí de repente você vai passar a conhecer e o pessoal vai começar a se questionar. Será que existe uma versão ainda maior dela?

E aí o pessoal parou de desacreditar vigorosamente, digamos assim. Uma coisa curiosa dessas lulas, sempre me fascinaram muito. E cachalotes são predadores delas, né? Cachalote, eu sei, eu acho que é o predador supremo do mar, cara. O bicho é bravo mesmo, ele vai lá no fundo. E o pessoal acha os bicos das lulas, chega a achar aí, sendo.

dessas lulas gigantes, porque eles comem, né, e também se vê cicatrizes características dessa mordida nos cachalotes. Eu não sei qual que é a estimativa aí desses bicos, né, que a lula tem um bico de papagaio, que é terrível. Esses bichos são muito agressivos, cara, eu já vi lulas menores, assim, de um metro e meio em Net Deal, essas coisas.

Então você está dizendo que se não fosse as caixalotes para comer essas criaturas, elas iriam crescer, iriam afundar navio, é isso? Eu acho que elas podem ter já ficado abusadas demais lá nas grandes navegações, não sei se chegaram a afundar nenhum navio, mas eu consigo imaginar uma tripulação tendo um encontro um pouco imbativo com talvez um Kraken desse.

encontrou com ele, o bicho lá garrou lá na âncora do navio, alguma coisa, não afundou nem nada, mas bom, tanto que as lendas provaram reais, existem lulas realmente grandes, 20 metros é um tamanho bem grande, né? De repente o cara afundou o barquinho que eles desceram do lado do navio e aí foi esse barco que afundaram.

Canoa, barcos menores, pode ser que já tenham virado comida de lula gigante, isso eu não duvido. Agora, caravela jamais...

Sim, porque barco pode ser qualquer coisa, né? A gente tem aí qualquer... Porque, de fato, tivemos várias sociedades que tinham comércio marítimo, mas a ciência marítima não era tão avançada assim. Gregos, por exemplo. Inclusive, marca muito essa mudança do Poseidon, que é o romano... Não, desculpa, do grego Poseidon para Netuno romano.

justamente porque Poseidon é esse ser mais vingativo, mais cruel, etc. E Netuno já vira um deus do comércio, porque os gregos dominavam menos os mares do que os romanos, né? Então dá pra ver que claramente cada sociedade tinha um... Mas sabe o que é mais interessante? Eu estava vendo um registro, só pra adicionar um pouco no papo, um pouco de ciência nesse sentido. Tem uma análise de um fóssil que acabou de sair esse mês.

De um bico, desses bicos de papagaio de Lula, do período Cretáceo, de 100 milhões de anos atrás.

gigante, de um estudo que sugeriria aí uma criatura de quase 20 metros de diâmetro, o que é muito interessante porque... Diâmetro? De diâmetro, de diâmetro. O que é muito interessante porque esse período, os cientistas acreditavam que era dominado por vertebrados, e os invertebrados eram os predados. Só que com isso, e dá a entender que esse fóssil tem registros de...

de que ele tinha um desgaste de briga, dando a entender que talvez você teria invertebrados tão grandes quanto que não foram fossilizados, naturalmente eles são mais difíceis de serem preservados. Porque é o bico que sobreviveu. Porque é uma criatura de tecido mole, né? Então é algo que você tem mais dificuldade de você preservar.

nesse cenário. Então, isso comprovaria que talvez os predadores pudessem ser invertebrados também. E se isso aí for uma média, talvez possam ter exemplares até maiores dessa época. Muito incrível esse dado aí. Só sobrou a biquela do bicho, imagina. É, é. Um bicão. Muito incrível.

E o Kraken, quando eu assisti Fúria de Titãs, o Kraken era representado, não era uma lula, era um outro monstro lá. É, é. É porque o Kraken só eram de lendas escandinavas. O filme em específico do Titãs, ele rouba o monstro de outra mitologia para colocar no filme. Isso é muito interessante. Ah, interessante.

Interessante. Eu confesso que eu achava que o Karkin era de mitologia grega, então não foi apropriação mitológica. Foi apropriação mitológica. Foi válido nesse caso, porque mito é isso aí. Excelente, excelente. O pessoal fazia muito isso. Ah, tu tem um bicho maneiro aí. Por exemplo, se eu não me engano, originalmente as arpias eram criaturas do mar.

Não eram pássaros. Não eram criaturas voadoras, necessariamente. Então, vai depender. Depois vai mudar. A lenda das arqueias e das sereias, em algum momento, elas eram unidas e se tornaram lendas diferentes mais para frente. Agora, uma pergunta interessante. Uma sereia, ela é um mito? Ela é um criptídeo? Ela é metade animal ou metade pessoa? A gente já viu sereia, né?

Sim, sim. É, a grande hipótese é que os peixes bois seriam os culpados por lendas de sereia, né? Porque eles seriam aí esses animais maníferos... Não, eles sereia não seriam. Tá bom, Rafael, pelo amor de Deus. Eles seriam confundidos.

Porque se tu pega um peixe boi no escuro ou ali, né? Porque eles são animais que eles precisam respirar, né? Então eles não podem ir muito profundamente. Então, você vendo ali do alto, ali no navio, aquele bicho lá saindo pra respirar, ele lembra uma forma meio humana. Se eu não me engano, tem até um...

um desbravador, entre aspas, aqui do Brasil ou ali pelas Américas, que inclusive dá esse relato, que ele fala que ele encontrou sereias, só que as sereias eram mais feias do que ele esperava. Um relato de peixe-boi. Pô, que feliz, cara, pra você querer beijar na boca do peixe-boi, que você tá... É, então, e a ideia... É muito ruim na cabeça, né, pessoal? O pessoal bebão, pô, pescador, né? Sabe como é que é. É.

Perfeito, perfeito. É um pessoal mais carnívoro por natureza. Sim, mas a ideia geral é que você tem as cereias em mitos gregos, apesar de terem peixes bois, manatis, eu acho que o nome é, espécies de peixes bois que conseguem ir para a água salgada.

então assim, mas eu particularmente não sei se conseguiriam chegar à Grécia, eu acho que não, talvez, né? Então talvez sejam mitos aí que vão porque a história humana é isso, né? Uma coisa vai descobrindo a outra, aí você vai investigando, etc, acaba achando uma coisa parecida e isso vai sendo assimilado, né? Agora tem uma coisa interessante a criptozoologia que a gente está falando criptídeos, criptozoologia E aí

Eu já vi gente debatendo o tema, por exemplo, não chamem os pé-grandes, eles não são da criptozoologia, porque eles são nossos parentes e irmãos, e eles pensam, eles são racionais, eles têm sentimentos, então talvez deve ter um pessoal, alguma ONG, talvez que também defenda o pé-grande, de não serem chamados de animais, que também tem essa zona cinzenta aí, né? É um animal. Mas aí...

Mas aí entra justamente no que eu cheguei a comentar, que vai ter gente que vai defender algumas dessas criaturas dessa lista como criaturas sobrenaturais, outras como primatas descendentes, outras como uma criatura extinta. Então vai depender do que a pessoa acredita necessariamente.

Tem várias opções aí. A minha cabeça trabalha com gabinetes de probabilidade. Pouco provável, médio provável, alto provável. Perfeito, não. Acho que faz todo sentido. Acho que faz todo sentido. A gente tem uma lista para cobrir de um álbum de figurinha de vários criptídeos, né, André?

Exatamente, exatamente. Mas antes da gente terminar, só para eu terminar essa lista aqui, tem o okapi, que é um animal africano de 350 quilos, que é parente da girafa, só que com listras de zebra nas pernas e no seu habitat da região foi conhecida por exploradores europeus e só foi descrito formalmente pela ciência em 1901. Olha que interessante, que curioso. Antes disso, era considerado um mito local, uma espécie de unicórnio africano. Olha que doido.

E o próprio dragão de Komodo, que é uma espécie de lagarto terrestre gigante na Indonésia, e eram tratados como lendas até 1910, quando a primeira expedição científica confirma aí a existência desses lagartões. Então, são exemplos de seres que foram considerados míticos, mas se provaram reais nesse sentido. E, a partir de agora, são esses que continuam mitos e... Será que existe?

a gente tem aí os famosos Big Four, que são os famosos criptídeos que o pessoal conhece. Pé Grande, Monstro do Lago Ness, Mothman, que é o Homem Mariposa, já temos episódios aqui, o próprio Chupacabra, que tivemos um episódio recente. Mas o Pé Grande, já que a gente vai falar aí que talvez seja o maior exemplar do criptídeo, vocês falam aí das origens, mas...

Não sendo necessariamente um animal extinto de natureza diferente da nossa, muitas vezes ele é considerado, dentro das teorias e hipóteses, como um hominídeo.

Uma espécie de parente do ser humano. Quer dizer, um macaco, um símio, eles são parentes dos seres humanos, dependendo do quão longe você vai. Mas aqui seria mais próximo desses seres hominídeos que hoje só sobraram seres humanos. A gente teve os Neandertais, o Homo Erectus, etc. Descendemos de alguns, tivemos outros braços que não descendemos, se tornaram parentes nossos, o que, para mim, eu acho incrível, porque se eles tivessem sobrevividos, a gente viveria num rolê meio Senhor dos Anéis.

Teriam diversos tipos de hominídeos diferentes e tal. O pé grande, as hipóteses falam que eles seriam hominídeos pré-históricos, que alguma espécie teria sobrevivido até os dias de hoje. Vocês se depararam com essas hipóteses?

Sim, tem até uma espécie que tem um fóssil, que acho que é o Gigantolopithecus. Gigantolopithecus. Gigantolopithecus. Muita gente acha que pode ser um espécimen desse, acho que está totalmente relacionado ao que você acabou de falar, André.

É uma vertente, é meio divisível. Acho que principalmente no pé grande tem muita divisão. Talvez ele seja o mais popular, não sei. Mas acho que tem mais consenso nos outros criptídeos do que no pé grande. Deixa eu te fazer uma pergunta, Caio. O Yeti é um pé grande da Arneves ou é outro tipo de criptídeo, diferente? Olha, eu vejo assim os pé grandes. É que nem a gente tem várias etnias, né? Os pé grandes têm umas etnias diferenciadas aí. E tem...

ele seria um pé grande sim das neves, se você for ver os russos tem um nome para pé grande, os chineses acho que é oua, na África os aborígenes acreditam é o yaoi e o yeti é o dos Himalaias né

Então, tem isso também. Eu fico, às vezes, loucubrando sobre a natureza, o comportamento desses animais. Eu penso, cara, pode ser que eles existem, pode ser que eles sejam que nem seres humanos. Tem alguns que são mais agressivos, tem alguns que são mais pacíficos.

E aí acaba indo até para aquela outra vertente mais espiritual que você falou, Rafa, que tem gente que tem a explicação de porquê eles não são achados porque eles têm uma natureza meio interdimensional, eles estão meio fora de fase, eles são quase como se fossem elementais da natureza, podem plasmar ou não. Então, cara, as teorias são inúmeras aí.

Perfeito, perfeito. Tem um cara que eu gosto muito, que ele invoca, não, ele baixa, ele incorpora um alienígena. Adoraria fazer um episódio dele, inclusive, o Bachar. Não sei se você conhece. Você pode me chamar, eu cresci, a minha formação religiosa é Bachar. Eu explico tudo. E ele tem uma teoria dos pés grandes. Ele tem a teoria dos pés grandes. O Rafael já conhece o Bachar, Rafael?

É que eu fiquei confuso quando você falou que tinha um cara que baixava um alienígena e depois falou que o nome do cara era baixar. Eu fiquei assim, caraca, eu não sei se ele tá zoando. Não, calma aí, desculpa, perdão. Ele incorpora um alienígena e o nome dele é com SH, né? Baixar com SH. Acho que é Daryl ou alguma coisa o nome do cavalo. Não tô ligando o nome da pessoa. É um carequinha, que ele geralmente dá muita palestra e tal.

Aí desce o alienígena, né? A nossa Cheiliane gringa, né? Só que a Cheiliane é um...

Eu não dou muito crédito. Não fala isso que Sheiliane processa. Não, eu tô falando que eu, particularmente, como opinião pessoal, eu não dou crédito. Mas quem acredita, quem crê, fica à vontade aí, né? Fica à vontade. Cada louco é a sua mania. Mas o bachário eu acredito. O bachário eu dou crédito. E ele fala uma coisa muito interessante sobre o pé grande que é o seguinte. Ele fala, agora é a doideira, vamos achar o elo perdido entre a espiritualidade e a biologia aqui.

Ele fala que o pé grande, ele é o verdadeiro hominídeo do planeta Terra.

Ele é a espécie original do planeta Terra, porque o ser humano, ele seria engendrado geneticamente pelos alienígenas. Ou seja, os seres humanos não seriam puros, no sentido... A gente é um experimento.

dos alienígenas, enquanto que os pés grandes, eles foram uma espécie que evoluiu naturalmente. E naturalmente, eles têm um contato maior com a natureza, e eles são tão evoluídos que eles descobriram formas de enxergar através de outras dimensões e viajar através delas. Acho que é shift walking, alguma coisa dessa aí que ele fala que é a habilidade dos pés grandes. E aí, tudo isso existe. O chato sasquatch...

o Yeti, é por isso que ele é difícil de pegar, rapaz. É porque eles viajam através das dimensões, entendeu? Olha, eu não sei se essa ideia nasceu com esse camarada, mas já escutei sobre isso em outras vertentes, com poucas diferenças, porque depende de quem fala. Mas já tinha escutado isso em outras searas de assunto de pé grande. Eu achei muito interessante essa teoria aí, cara.

É que aí já mistura, porque aí a gente tem que ver que, por exemplo, a gente tem que nos apartar um pouco da cabeça do brasileiro. Para o americano que gosta de paranormal, por exemplo, a gente vai falar daqui a pouco do Mothman, para o americano que gosta desses assuntos,

eles têm uma espécie... Muitos deles, né? Claro que existem debates diferentes, tem pessoas com ideias diferentes, mas muitos deles acreditam e ligam fenômenos ufológicos a fenômenos paranormais. Então, por exemplo, existem testemunhos, se são reais ou não, se estão mentindo ou não, a gente não sabe, mas que dizem que já viram pés grandes descerem de naves ou de formas luminosas, por exemplo.

e que testemunham fenômenos muito semelhantes ao que a gente vê dentro da ufologia.

Então, para a cabeça do americano, que gosta desses assuntos, todos esses assuntos estão interligados. Para a gente que é brasileiro é um pouco diferente. Ufologia é ufologia, poltergast é poltergast, fantasma é fantasma, espírito natural é espírito natural, não pode misturar. Para lá, esse assunto é um pouco... Talvez seja porque os malucos consomem a mesma coisa, e aqui a gente gosta de criar religião em si, não sei. Não sei, hipóteses.

Mas é muito doido tu parar pra pensar, porque eles, ali, eles estão indo mais pra essas hipóteses pra explicar porque que os bichos não são pegos em foto, né? Porque, pô, dorme 26, 26. Não tem um corpo de um bicho desse.

A gente não tem um espécime capturado. Não tem uma foto direita. Tem aquele registro clássico, né? Que tá aí passando na tela, provavelmente no corte desse podcast, mas aí você não vai estar vendo. Porque todo mundo, quando fala em pé grande, lembra daquele vídeo, né? Do pé grande atravessando ali, alguns segundos, etc e tal, né? Mas é o único registro que a gente tem, que provavelmente foi alguém montado, né? Alguém se fantasiou pra ser filmado.

É isso que as hipóteses céticas levantam e tal, né? Mas é muito interessante, né?

Teve uma revelação, Andrei, de... Eu não tomei contato com isso em primeira pessoa, mas que acharam filmagens do suposto traje. Teve algo desse sentido?

Eu vi algumas análises de IA também, a IA analisando. Sim, sim, sim, sim. Eu escutei falar sobre isso, mas particularmente eu não fui atrás. Tô mostrando aí pra vocês em vídeo. Quando eu vi o vídeo lá do The Bank, de o Petty, né? Ela chama Petty, que os caras que filmaram era o Pettingson e não sei o que lá. Eu falei, eu não quis clicar, porque eu falei, cara, é...

Eu vou ficar desencantado, eu vou esperar mais um pouco, eu vou ativar nessa filmagem mais um pouquinho. Desencantado. Onde da filmagem, cara, tem um monte de filmagem muito louca, é que agora lascou, né, gente? Agora lascou. No mundo pós-verdade, esse já era complicado antes, o pessoal tá abusando demais de fazer montagem de pé grande, de lobisomem, disso, daquilo, então...

Lascou, infelizmente, evidências filmadas já não significavam muito e agora acho que não significaram nada. Cara, mas sabe o que é interessante? Eu acho essa filmagem clássica interessante. Eu acho ela, apesar dos pessoas, não, é claramente uma pessoa vestida.

mas eu, aqui ó, eu tô colocando aqui pro nosso ouvinte, espectador ver aqui na imagem, né? Claramente uma pessoa, eu não sei se é o misto de ser uma filmagem antiga ou não, porque pode ser isso, né?

Mas eu acho que essa filmagem é muito boa, e para mim não dá a entender que é uma... Assim, provavelmente é, tá, ouvinte? Eu acredito até que seja. Mas esteticamente, eu não vejo um filme com muitos defeitos nisso. Eu acho que se eu tentar produzir hoje, eu acho que eu não consigo essa qualidade. Mas talvez seja porque é um filme antigo, ele é mais datado, o frame rate já é mais esquisitinho.

a quantidade dos megapixels são menores, etc, talvez seja por isso que dá a aparência dessa estética de algo verdadeiro, mas não sei. Analisam muito também, André, que eu acho interessante, dá pra ir mais fundo nesse buraco de coelho, comprimento dos braços e o jeito do caminhar, tem algumas outras filmagens também.

o jeito que se dobra o joelho e dá um passo. Já vi umas análises nesse sentido. É bem interessante de que não teria como ser um ser humano. Mas, enfim. Já ouviram algo nesse sentido? Esse vídeo, eu já vi muito do History Channel e tal. Toda semana tinha um vídeo analisando esse aí. Mas eu gosto também desse vídeo. Eu acho ele muito bom porque é o seguinte...

ele está sendo para ser desbancado há décadas.

E precisou de tanta energia para desbancar esse vídeo que você começa a pensar no contrário. Imagina as pessoas, sei lá, 30, 40 anos atrás fazendo esse vídeo. A técnica, a energia, a angulação. Será que foi sem querer? Pegaram uma roupa qualquer e fizeram, e aí deram a sorte de ficar muito bom? Ou alguém realmente chamaram um diretor de cinema com uma câmera muito específica e filmaram num ângulo... Sabe, é tão...

É tão bom o vídeo, tão bom o vídeo, que parece que é de verdade. Porque pra alguém fazer de propósito, naquela época, com tanta maestria, algo sem querer, ou algo, ah, vou enganar meus amigos com um vídeo do pé grande, pô. Vai ser maneiro. Parece que é um... Eu sei que tem pessoas que são caprichosas na zoeira, mas eu não sei se na época já tinha alguém que tava com tanto tempo sobrando assim, sabe?

Pois é, eu estou para ver ainda essa desmentida oficial aí ainda. Vou a fundo aí. Não, não.

O pé grande para mim está na minha gavetinha de altamente provável, altamente provável que exista um bicho e ele é cercado da aura da autoestranheza, sim. Na minha cabeça não é um animal simples, um primata. Ele tem várias características sobrenaturais aí que...

O que é interessante é... Eu gosto muito sempre de ouvir são relatos, não só de pé grande, mas às vezes de outras coisas inexplicáveis, o próprio relato das meninas lá do Varginha.

Tem alguma coisa em alguns relatos, quando você ouve vários deles, 10, 20, 30, 100, você começa a ver, pô, essa pessoa está forçando, essa pessoa está querendo aparecer. E alguns, pelo menos pela minha intuição, eles parecem tão sinceros, tão impactados no que quer que seja que a pessoa tenha visto, que, cara, pode ser que ela tenha visto realmente alguma coisa muito estranha que a gente não sabe o que é.

Se a gente for parar para analisar a hipótese, existe uma diferença entre a pessoa que... Porque é natural, quando a gente pensa que é falso, é natural a gente imaginar que é um golpista, querendo arrancar dinheiro, querendo fama, ou querendo só fazer um fusoê.

Mas a gente tem que levar em consideração que às vezes as pessoas podem se confundir também. Ou às vezes a pessoa acredita tanto naquilo que ela vai ver imagens de pé grande. Por exemplo, nos Estados Unidos a gente não tem símios de grande porte dentro da biologia do bioma dos Estados americanos. A gente vai ter o máximo que a gente consegue, e aí tem muitos relatos que falam sobre isso, de confundir o pé grande com ursos, principalmente o urso negro.

que tem várias regiões ali, né? E aí são seres que conseguem ficar de pé, inclusive. Seja por uma questão de briga territorial, ou às vezes, por exemplo, para fazer, marcar o território ali numa árvore, arranhar uma árvore, né? Ou algo nesse sentido. Então, às vezes, de longe, entre as árvores, talvez o pessoal possa confundir algo nesse sentido. E o relato da pessoa é verdadeiro, né? Ela confundiu, mas aquilo ali existe para ela em algum nível.

Só que aí, como vocês estão falando aí, aí são coisas que se misturam muito. Tem o gelato dos indígenas norte-americanos, que vão ligar seres muito parecidos com esse. Tem o gelato dos próprios lenhadores e caçadores ali, que viam criaturas como essa, até pessoas que trabalham, delegados, policiais.

guardas florestais, aí vão falar de pegadas, né? Poxa, gente, tem uma série inteira no History Channel, o pessoal ainda não acha, né? Esse seriado é maravilhoso, pô. Aquele grupo, cara, é maravilhoso. Eu nunca vi a série toda, mas eu vi alguns dos episódios passados. Engraçado, porque sempre tem o lance de um barulho, não sei o quê, aí é engraçado porque o cara cai, ele se atrapalha, ou faz uns armadilhas dignas de Scooby-Doo. Pô, meu irmão.

Eu fico frustrado, gente, que isso aí... Quando eu era novo, mais novo, eu também ficava frustrado, porque eu, de fato, olha só que maluquice, eu acreditava que um programa gravado há sei lá quanto tempo ia aparecer, de fato, no final do episódio pé grande, pô. E aí depois eu comecei a reparar que se isso acontecesse, eu estaria em todos os jornais, eu não estaria pra esperar um programa do History Channel, sei lá quanto foi gravado pra ver.

Então eu falava, pô, legal, entretenimento. Mas de começo eu ficava frustrado também. Ficava, pô, não foi dessa vez. Mas no próximo vai.

No próximo eles vão achar, não é possível, não é possível, cara. Perfeito, perfeito. E aí você vai ter relatos de que são seres espirituais, como a gente está falando aqui, que aí seriam forças da natureza, como o próprio Cauê falou, elementais, que seriam essa ideia de não é o espírito de alguém que morreu, é um espírito natural. A gente tem, inclusive, um relato, eu sempre cito ele aqui, que eu acho ele fascinante, que é de um ouvinte que namorava uma menina, que se eu não me engano era alemã.

E aí ele vai conhecer a família dela, ela viaja para a Alemanha, só que ao invés de ele fazer igual a pessoa normal e pegar um ônibus, ele decide fazer meio que uma espécie de uma trilha, que aparentemente a mulher não morava perto ali da cidade onde ele desceu, etc. Então ele decide fazer uma trilha de dois dias, né, desses caras de acampamento, etc.

E aí ele dorme num saco de dormir no meio de um bosque, de uma floresta que ele está atravessando. E ele vê durante a madrugada algo que é o que depois a avó dela, da namorada dele, vai identificar como sendo uma criatura mitológica da floresta, que ela quando era criança, os festivais louvavam aquele ser, uma espécie de ser nudos alemão, que ele teria encontrado ali no meio da madrugada.

Vem somar, gente. Vai embora, meu irmão. Não vou te botar dentro do urso. Vai embora. Então, por exemplo, esse relato, ele foi um relato mandado pra gente, por um ouvinte. Que a gente o considera como sendo real. Ali, né? Quer dizer, ele é um ser de natureza espiritual e o cara tava nesse contato dentro da mata, onde o véu é menos espesso, né? Como diz aí hoje.

a galera de fantasia ou a galera das esotéricas, né? E você pode ter um contato com uma criatura dessa justamente porque você não tem esse barulho das grandes cidades, né? Você pode acessar esses locais de maneira um pouco mais fácil e aí talvez seja a explicação do porquê que esses animais eles são tão elusivos, né? Eles são tão, né? Eles fogem de uma maneira tão fácil assim, né? Que eles não conseguem ser pegos. Mas muito interessante, muito interessante.

Uma coisa que, quando você ouve um monte de relato, é curioso, porque a maioria é americana, igual o relato de abdução, tem no mundo inteiro, mas por algum motivo, eu diria que os relatos de abdução serem mais prevalentes nos Estados Unidos.

talvez tenha tido um acordo dos Greys com o presidente lá que o pessoal fala, vocês já devem ter falado isso. Vamos nem entrar nisso aqui, né? Agora, do porquê que pé grande tem tanto avistamento...

Um sítio em Paraty, cara, que eu dava uma pesquisada até. Eu falava, cara, não tem relato dessa porra aqui no Brasil, né? Tudo bem que tem uma... Não, de abdução, você fala? De pé grande. Ah, de pé grande. De fato, não. De fato, não. Eu tenho muito medo, cara. Eu desde pequeno, é engraçado o meu fascínio. Então...

Aí depende. Como não tem pé grande no Brasil, o Mapinguari manda um abraço. Claro. Então, pra algumas pessoas, já ouvi, já escutei essa história, que o Mapinguari é um tipo de pé grande, assim como o Yeti. Entendeu? Então seria... Mas parece que tem menos quantidade de relato por aqui. Ah, sim. É, que tem outras coisas, né? Mas de fato, né? Esses grandes hominídeos, assim, de fato, são menos... são mais escassos.

Enfim, só finalizando a questão dos relatos, é curioso que você começa a ver as pessoas contarem as mesmas coisas e uma coisa que é muito, muito, muito comum é a pessoa sentir um medo, cara, assim, especula-se que é algum tipo de infra-som, talvez, que eles soltam e você começa a se sentir mal, você não viu o bicho ainda, você está lá caçando.

e o barulho inteiro da floresta parou, não tem um grilo, não tem nada, você começa a sentir um medo, cara, nunca senti um medo desse na vida, está acontecendo alguma coisa, aí às vezes os caras veem algum relance, às vezes tem um encontro mais frontal, às vezes escuta barulhos, alguma parada passando paralelo ali da ravina onde eu estava caçando, derrubando árvores igual um trator, como se fosse elefante, mas não tem nenhum tipo de elefante ali, mas o medo é algo que...

Esses bichos, eu acho que eles têm vários poderes, faculdades que eles conseguem exercer. E esse negócio de tocar o terror é muito bico mesmo. Alguns relatos é uma parada mais tranquila, a pessoa viu, não aconteceu nada.

Mas, sei lá, 80%, a pessoa... Cara, não vou mais acampar. Nunca mais eu piso num mato na minha vida. Acabou com a minha vida. Eu adorava a natureza. Estou traumatizado por essa vez. Você ouve isso muito, muito mesmo. Se eu não me engano, também tem relato do pé grande lá no Rancho Ski Walker, se não me falha a memória. Ah, tem. Tem visão de um pé grande no rancho.

É uma das muitas coisas estranhas que acontecem lá. Uma delas é a vista... É, mas tudo bem que o Rancho tem tudo. É o Super Smash Bros da maluquice também, né? Tem cachorro de sobretudo. Tem a porra toda, né? É o que os caras que eles encontram. É o barulho do... O que é que eu... Desculpa. Não, realmente. O Super Smash Bros dos Criptinio, dos Paranormal. Lá é loucura total, gente.

Mas é incrível, incrível. Cada critílio tem suas características aí, né, André? Sim, sim. Você manja de vários aí. Hoje o André me mandou uma lista que tinha alguns que eu não conhecia. Bem fascinante. Boa, boa. Vamos então para o próximo? Esse aqui é o clássico. É o Monstro do Lagunés.

Nessie. O que que acontece? Essa é a criatura, o criptídeo aquático mais famoso do mundo. A gente até chegou a falar do Kraken, mas eu acho que midiaticamente nós temos essa imagem que eu tô passando aí na tela, que é desse ser que lembra um saurópode, né? Uma espécie de... Não é brachiosauro, que brachiosauro é terrestre, né? Quando eu era moleque eu sabia o nome dessas porras tudo, né? Plesiosauro. Como é que é? Plesiosauro.

pode ser um plesiosauro ou um mosassauro. Eu era mãe de dinossauro. Eu adoro esse tipo. Eu vi muito Busca do Vale Encantado e é isso que eu sei de dinossauro hoje. Tá sabendo bem. Mais do que a maioria. E aí você tem, na Escócia, um lago chamado Loch Ness.

que é um, assim, ele é um lago grande, ele é um lago bem profundo, porque às vezes a pessoa pensa, lago, acho que é aquela lagoa lá, a Bahia. Não, é um lugar grande, assim, né, que você tem uma extensão bem razoável e você tem também uma profundidade bem razoável a ponto de você conseguir ir com o submarino lá, né, investigar, é realmente um lugar...

Bem grande e tal, né? Então você tem essa foto de 1934, que foi tirada por um cirurgião que mostrava, né, esse ser que parece estar saindo da água com um longo pescoço. E a ideia geral é que essa foto seria comprovadamente uma farsa. Em 1990 foi revelado que a foto foi orquestrada por Marmaduke Weatherall usando um submarino de brinquedo com uma cabeça esculpida em massa de modelar.

Mas assim, novamente, o monstro, o Lagunés em si, ele foi revirado de cabo a rabo, tem série, tem documentário, tem a porra toda e ninguém acha a parada, mas a grande hipótese é que primeiro, biologicamente seria aí uma espécie de dinossauro, uma espécie que teria sobrevivido até os dias de hoje, não teria evoluído para uma galinha, que é geralmente o que o dinossauro faz depois de milhares de anos, milhões de anos.

Mas aqui a ideia geral é que ele seria uma espécie que talvez tivesse ficado meio, tipo, o vale encantado mesmo, que o pessoal buscava lá nos 15 filmes lá que tinha. Era um vale que eles conseguiriam, de certa maneira, se preservar ali. Talvez existisse uma região parecida com essa nas águas que ele conseguiria. Ele não seria um animal híbrido, de que ele poderia ir para a terra, então ele teria apenas nadadeiras.

segundo relatos. E, novamente, muitas pessoas acreditam até hoje em relatos do tipo... Inclusive, tem relato de santo. Vocês já ouviram falar disso? Santo? O quê? Santo Lagunés? Eu não entendi. Não, não é um santo do Lagunés. Mas você tem um clérigo da Igreja Católica que exorcizou o monstro do Lagunés. Rapaz, olha, eu tinha um livrinho. Eu queria achar esse livrinho. Agora você desenterrou, veio até um flashback de ácido.

Eu tinha esquecido disso aí. Uma página do livrinho era essa história aí. Era o bichão subindo assim e o cara com a cruz assim, ó. Zocisando. Nossa, você... Como é que você fez eu lembrar de um negócio desse? Eu tinha uns 4, 5 anos.

Ó, eu abri aqui, ó. Deixa eu só adicionar um negócio rapidinho. Vai, vai, adicione. Como você falou, o monstro do lagunésio, eu acho que ele pode ter existido. E aí, por uma grande conspiração, sei lá, do governo da Escócia, da Inglaterra, do Reino Unido, da puta pariu, retiraram a criatura de lá. Falaram assim, meu Deus, tira, tira. Mas, de fato, eu não acredito mais que ele está lá, tá? Pelo fato que já reviraram a porra do lagunésio do que foi feito.

inclusive não encontraram nenhum corpo, já tentaram fazer rastreamento no fundo do lago, um monte de coisa. Então, de fato, acho que esse aí já foi de comes e bebes. Essa história é do século VII de São Columba, que foi recordado como um influente missionário irlandês que levou o cristianismo até a Escoça. O pé dele.

E ele teria fundado aí monsteiros e igrejas na região, mas a tradição popular também lhe atribui um mérito adicional, que é o seguinte, ele teria enfrentado uma criatura misteriosa e monstruosa que habitava as margens do rio Ness, o curso de água de poucos quilômetros, que flui do extremo norte do lago Ness, rumo a Iverness.

E segundo o relato, você tem um registro que narra, certo dia, quando ele passava pelo Rio Nez, São Columba viu um grupo de pessoas enterrando um homem que teria sido atacado por um monstro enorme, habitante do rio. O monge resolveu investigar, não demorou muito para que o monstro emergisse das águas, com a provável pérfida intenção de engolir outro homem que nadava no rio. Foi então que, segundo o texto...

o homem, né, São Columba, levantou a mão sagrada, invocando o nome de Deus, fez o sinal sálvico da cruz e ordenou ao monstro feroz, não avançarás, nem tocarás no homem, recua imediatamente. E assim, a voz do santo, o monstro fugiu, muito rápido. E essa lenda, ela é muito curiosa, porque ela é muito coincidente. Não sei se as pessoas que acreditavam, né, o monstro era um folclore local da região, antes dos...

talvez da foto farsa, né? Mas é muito interessante que você tem do século VII uma ideia de monstros nessa região, né? Monstros aquáticos. Incrível, incrível. Coincidência estranha, né? E vem cá, e se de repente não tem uma passagem subaquática para um elo perdido lá embaixo?

Por isso que me encontraram na... Pode ser. Muita gente investiga se poderiam ter bolsões naturais embaixo ali do lobo Ness. Então.

Essa ideia de ter uma passagem, também, eu acho que quando você faz aquele rastreamento que eles fizeram por sonar, eles meio que fizeram todo o mapeamento do fundo. Se tivesse um poço, um buraco, uma passagem, talvez ele aparecesse nesse tipo de rastreamento. Inclusive, tentaram, já tentaram fazer, eu não sei agora se fizeram, mas eu lembro que tentaram fazer...

drenar toda a água do lago, inclusive. É isso. Porque o pessoal tava falando assim, o lago é muito misterioso, porque o fundo dele é muito muito lamacento, a criatura pode mergulhar e estar disfarçada. Então vamos drenar o lago. Aí o pessoal falou assim, porra, cara, calma aí. Esse desastre ecológico. Exatamente. Vamos criar um desastre ecológico? Mas eu acho que alguém tentou começar a fazer isso, aí parou no meio, teve um lance desse aí.

mas tem mais coisa lá o negócio da zenguia andrei conta pra gente como que é essa fita aí eu achei muito curioso isso então é muito curioso você mencionar isso porque esse lance das guias eu não faço nem o que está falando esse eu não conheço como é passar para das igrejas

Cara, quando eles estavam fazendo uma análise mais profunda lá, eles descobriram que tinha muita enguia nesse lago, assim. De uma abundância de enguia, enguias normais, na verdade, né? E aí...

Recula-se que talvez, porque a foto, a fonte principal da nossa imaginária, da nossa imagética, é essa foto que já foi desacreditada. Além disso, você tem uns relatos menores de gente que te escreveu alguma coisa deslizando, alguma coisa grande, deslizando a superfície. Pode ser que fossem algum tipo de enguias aí, um pouco maiores, mas eu não sabia desse dado.

Quando você passou a lição de casa para fazer, eu me deparei com isso aí, que o lago abriga uma abundância em guias. O que acontece? Tem coisa melhor do que uma pausa no seu dia para apreciar um café? Passe no Pão de Açúcar mais próximo ou acesse o ABP e descubra uma seleção de aromas, origens e sabores especiais. Tudo de café, do clássico ao importado, está no Pão.

São só em guias, mas é uma informação. Em guias. Deu muito. É, não ajuda. O Ness, para mim, eu sou da turma do Fox Moda, né? Eu quero acreditar. Hoje em dia, para mim, pouco provável que essa criança esteja lá. Ou, como o Rafael falou, está o médio provável que um dia já esteve.

Hoje, pouco provável que exista algum grande réptil ali. Na minha opinião, né? Eu geralmente gosto do conceito de estudar criptídeos, porque é basicamente estudar lendas, estudar histórias. Você não tem...

um corpo, não tem um vestígio físico. Estudar o criptígio é quase na categoria de estudar ET. Mesma categoria. Você tem relatos, tem avistamentos, tem histórias antigas, histórias menos antigas, mas você não tem nada.

curar mais bem um em cima do outro, algum objeto, assim. Acho que a ufologia ainda tem mais objetos a ser especulados sobre, misteriosos, do que a história de criptídeos, por exemplo. Então, acho bem interessante, bem curioso, né, quando a gente vai falar sobre criptídeos, que aí ele tem muitas explicações, mas prova, assim, tem uma foto essa do pé grande, que é uma das melhores, a foto do Lago Ness, também, que tem várias explicações, até pênis de baleia fala o que isso é.

Meu Deus do céu. É. Caraca. Verdade. Cara, tem uma hipótese do monstro do Lago Ness que é muito curioso, que pouca gente fala. Mas que tem uma galera das esotéricas que acredita. Porque o que acontece? Ali na Escócia, naquela região ali, tem regiões privadas, etc. Uma região que tem, ela ficou muito conhecida por ser...

a casa, né, uma mansão de Alistair Crowley. Não sei se vocês sabiam disso. Porra! Chamada Boleskine. Que era como se fosse uma espécie de... Era o lugar onde ele fazia as paradas, chamava uma galera pra dar uma curtida, fazia uns rituais, etc. Muita... Eu tô mostrando a foto aí pra vocês. Muita gente fala, inclusive...

que o monstro do Lago Neste poderia ser aí um fenômeno causado por Alistair Crowley, sem querer. Demônio invocado? Olha aí. Não, uma espécie de demônio, mas como se fosse uma espécie de... Idade.

É, de entidade não necessariamente evocada, mas que por essa questão das, talvez, seres das proximidades pudessem ter se alojado ali na região em volta, assim, né? Super interessante, essa eu nunca tinha ouvido falar, bem... Eu tenho resbalado aí na obra do Crowley, de leve, acabo não entrando muito, porque eu acho muito difícil de ler o que ele escreveu, né? É, você precisa ser mais iniciado, né?

mais essa tangente aí com o monstro Lagunés. E tem uma tangente com alienígenas também, que ele tinha uma entidade, a gente até conversou isso quando a gente fez a palestra lá no CSS Pendry, que você me contou que ele desenhou uma entidade que super parece um E.T. Grey. Sim, é o Lan, que o pessoal fala. Só que olha que interessante, essa Casa Boleskine é...

foi aonde ele teria feito o famoso ritual de Abramelin. Não sei se vocês chegaram a ouvir falar, né? Mas tem aquele filme, você, Cauê, deve conhecer o Dark Song. O Dark Song é aquele ritual lá, que em teoria é um ritual para você entrar em contato com o sagrado anjo guardião, que demoraria meses para ser feito.

muito difícil, etc diz que ele teria feito assim, ele diz que fez e teria sido feito nessa casa aí, onde ele dá uma pirada aí pode se conjecturar que talvez o monstro Lago Ness na verdade seja um anjo manifesto

Será? Olha aí, ó. Que anjo não tem forma, né? Anjo pode assumir qualquer forma. Assumir qualquer forma, são seres... Mas aí, até aí tudo bem. O lance é... Até aí tudo bem. Eu posso acreditar, não tem problema. O cara convocou a criatura, um anjo, uma coisa do outro mundo, não sei o quê. Mas a porra da criatura ficou lá presa no lago? Até o ponto de um cara chegar e tirar uma foto? O médico tirar uma foto dela?

coitada da criatura, e aí que entra também o lance, tá? Ele convocou essa criatura. E o monge lá que exorcizou a criatura no século VII? Coisa. Era outra parada? Então não tem nada a ver uma coisa com a outra? É, então. Poderia não ter uma relação direta, pode ser uma consequência do que era feito lá. Quer dizer, o monstro foi mandado embora pelo padre.

E Crowley chamou de volta. Olha! Se você roda D&D, mas você tem capacidade de ser um ótimo mestre narrador, André. Obrigado. Muito obrigado. Já temos uma teoria talvez anédita no campo da criptologia. Crowley desexorcisou a criatura.

lancemos uma tese. Gostei. Sejam bons pontos aí. A foto do monstro é de 34. Crowley deixa a região ali da década de 10, 20. É antes, né? Então ele vai embora e deixa as merdas lá, saca? Vai embora lá e deixou lá. As indagações do Rafael são muito válidas também, porque... Mas eu gostei. Eu gostei dos pontos ligados aí. Por mais que...

Continuamos sem resposta. Muito interessante pensar nessa... Quem está escutando que o podcast acha que vai ter resposta do que são os monstros, está lascado. Como não? Até o final desse podcast, vamos revelar pelo menos um monstro criptozoológico dessa live. Eu não conto. Eu não conto. Inclui fora dessa, que eu não tenho contato.

Cara, vamos lá. Pergunto se eu quero encontrar um bicho desse ou não. Vamos seguir para o próximo, que esse próximo aí é louco, hein? Cara, já falei da minha paixão por esse homem. Tem por esse homem meio besta, que eu não sei, meio extradimensional, que é o Homem-Mariposa, o Mothman. Muito legal. Incrível. Amo, apaixonado. Um dos primeiros episódios do Mundo Freak foi sobre ele. Fizemos remake desse episódio. Amo.

é essa criatura de Puig Pleasant. Temos uma autoridade aí, provavelmente, maior, especialista em Homem-Mariposa do Brasil. Quem? Você, rapaz. Eu? É mais por demérito dos outros que não sabem, então. A pessoa que não gosta do assunto, ela vai fundo, cara. Mas, realmente, é uma criatura que causa muita intriga, né? Conta pra gente, como que é.

A gente tem essa criatura do final da década de 60, que foi vista várias vezes em Charleston e Point Pleasant. E é também um criptídeo, criptóide, etc. Que primeiro foi avistado dia 12 de novembro de 1966.

E talvez diferente um pouco dos outros, quer dizer, até que não, porque o monstro lagunés, ele tá ali numa região só, num lago só, né? Mas o Mothman, ele é muito ali, central ali dessa região ali dos Estados Unidos, e ele tem uma coisa que ele tem uma característica diferente dos outros criptídeos, né? Que ele é ligado a desastres naturais.

E também, assim como a gente está falando aqui, ele mais diretamente é também relacionado à ufologia da mesma forma. A gente tem um autor, daqui a pouco eu vou pegar o nome dele, que fica ali em West Virginia, em Point Pleasant, mas você tem o cara que trouxe esse folclore de volta.

Ele escreve uma série de livros sobre, né? Ele tem vários livros que falam, né? Ele é um fólogo, etc e tal. E é ele que dá essa fama. Os gelatos existem, né? Não é uma ficção. Mas é ele que vai compilando esse gelato, se lança livro e acaba deixando esse homem aí, Mothman, meio famosão, né? E, inclusive, gerou aquele filme do Richard Gere maravilhoso, chamado Mothman Prophets. Aqui, A Última Profecia. Mas vocês gostam aí do M.A. Posa? Eu acho incrível.

é um... assim, começa que... o design dele é muito louco, né? Quem gosta de assistir Godzilla, que em Kong lembra lá da motra, quem não gosta de uma mariposa? Ainda mais um pobre mariposa. E ele é muito diferente dos outros reptídeos, né? Eu diria que é o meu segundo favorito, depois do pé grande aí. E eu acho que ele é bem mais misterioso.

ele tem uma aura muito doida, ele é ligado a esses desastres, o maior deles, a queda da ponte de Silver Bridge, ali na região, que muitas pessoas falam que viram ele pouco antes do desastre, aí o pessoal vai extrapolando, viram ele no 11 de setembro, por aí vai. Eu acredito que daí ser uma mariposa ligada a duas coisas, aí eu vou atropar, segura, óbvio, ufologia. Óbvio.

Então seria como se fosse uma roupa espacial, alguma coisa assim. E a segunda, aí eu estou aloprando muito, porque o fulogê não é aloprar, o fulogê é o meu normal. É uma pessoa do futuro que veio presenciar fatos, acidentes e situações históricas.

E aí por uma falha da roupa, por uma falha na tecnologia, ela acaba sendo vista meio que um borrão estranho, né? Algo aí aparece ser um monte de coisa e acaba sendo confundido com um homem mariposa. Então acredito algo assim, acredito que algo é visto de fato. É, ele não é incetóide, né? Na verdade é um apelido porque o formato dele é de um grande humanoide.

Como está no escuro, não dá para ver a forma, é tudo meio escurão, né? Está aí na imagem, com dois grandes olhos vermelhos, em formato circular, bem grande, assim que a pessoa fala, e algo com formato de asas, né? Com capacidade de voar. Então, não tem nenhum tipo de outra característica, alguma característica insetóide ou algo nesse sentido. Não seria um meio homem, meio mariposa, né? Seria, na verdade, um apelido para essa criatura, né?

Talvez esses olhos sejam um capacete, que nem o Rafael falou. Perfeito. Então fica aí essa observação. Quem vai acreditar no lado mais espiritual do Homem-Mariposa, vai acreditar que é como se fosse um mensageiro de mau agouro, tipo um espírito da destruição, um espírito da tragédia. Não que ele traga a destruição, mas ele anuncia que vai acontecer por uma coincidência.

Algo vai acontecer e aquele espírito pode ser visto eventualmente quando é uma tragédia muito forte, uma tragédia muito importante. É como se fosse algo ligado à natureza. Sim, eu lembro do... Como eu escutei muito baixar lá o alienígena na cara, tem um episódio que a pessoa pergunta para ele isso.

E eu lembro que é algo parecido com o que o Rafael explicou, que é algum tipo de espírito interdimensional aí que geralmente está ligado...

quando tem eventos com muitas almas desencarnando. E como o Rafael falou, não que ele cause isso, mas tem alguma função ali, talvez, na passagem. Algum psicopompo, alguém que ajude nessa passagem. Talvez o movimento seja um...

Eu descobri que era psicopompa antes e ontem. Será que a audiência todo mundo sabe? Vamos ver se eu fiz uma lição de casa. É um tipo de espírito que leva a pessoa de um plano para outro. O remator do rio Sticks, né?

É, seria aquela imagem famosa de morte com a foice, né? Aquela, assim, é um exemplo, né? Mas você tem várias mitologias, o Anubis seria um desses, né? Existiam seres ou espíritos que ajudariam nesse momento da passagem, né? Seriam guias, né?

É engraçado, não sei se o ouvinte já, o Cauê, pelo visto, já passou por esse fenômeno também, pelo que ele tá relatando aqui. Mas, pelo ouvinte, você já parou pra analisar que às vezes tem termos que são muito complexos e doidos, que às vezes a gente escuta uma vez, e quando a gente escuta uma vez, a gente passa a escutar eles sempre? Como se alguém tivesse criado na realidade? Foi. Eu passei, com o psicoponto, passei por isso, e eu passei por uma palavra chamada catábasis.

Tem um livro muito famoso, recente, que foi lançado de uma autora. E aí antes eu tava dando curso de tarô e a pessoa falou, nossa, Andrei, isso aí é uma jornada de catábas. Eu falei, mano, que porra é essa? É uma jornada de ida ao inferno, né? Ida ao submundo, na verdade, né? Catábas? É, catábas. São formatos de história em que o protagonista ou personagem vai até o submundo.

Incrível. Voltando, não. Então, são histórias em formato catábasis. Muito doido. Normalmente, vai aparecer o livro escrito catábasis na minha frente durante esse mês. Olha aí. Então, exatamente. Coincidência? Fica aí para o nosso ouvinte. Jung explica as sincronicidades. Exatamente. Mas a ideia do Homem-Mariposa ser um tipo de psicocompo é muito interessante. Ele foi visto depois, né, Andrei? Depois tem duas levas de relatos. Não é isso?

Isso, são vários relatos. Eu particularmente, apesar do filme ser uma ficção, eu recomendo realmente. É um filme bem super cine, com o Richard Gere. Mas que ele pega exatamente o dia de hoje. Eu até tenho medo de recomendar esse filme, porque como tem muitos anos que eu não vejo, eu não sei se ele é bom ainda. Pode ser uma bosta eu falar, caralho, é muito maneiro, muito interessante. Chega lá, o filme é uma droga. Eu não lembro, mas na época que eu vi, eu gostei.

Eu achava que era uma bosta, porque não estava ligado exatamente. Quando eu vi ele passando, eu nem sabia que tinha a ver com a Mariposa. Depois eu fui pesquisar e assisti ele uns dois anos atrás. Eu acho ele um filme bem chamoso, bem legal. Acho que segura bem. Eu recomendo, sim. Bom.

Não, é bom, é bom. Ele não é tão enlatado, né, André? Não sei se você viu recentemente. Ele é superfície, mas ele tem uma estranheza dele, assim, uma jogada na narrativa que eu acho legal. É, não é um puta, assim, não é um filme que ele vai, mas é que realmente é um...

Ele tem essa coisa da traga... O filme Richard Gere, né? Do cachorro lá, né? Esse filme de drama, né? Só que ele tem essa pegada meio suspense que eu acho bem... Eu acho bem feio, assim. Não dá pra esperar muita coisa, né? Não vai mudar muito. O Richard Gere acabou de ser diminuído pra... O Richard Gere, o cara do filme do cachorro. Puta que pariu!

Caralho, excelente. Excelente. Já vi o pessoal sempre falar, a gente é de guia, uma linda mulher e tal. O Andrei. O filme do cara do cachorro, pô.

Não, não é só do cachorro e também o protagonista do melhor ficção já feita aí de filme do Homem-Mariposa, porque talvez seja até... Não, não é a única, deve ter várias bem ruins aí. É o melhor filme de Homem-Mariposa que tem. Perfeito, perfeito. Esse aí que tem que ver. Mas o que eu tava falando? Porque é resultado da pergunta do Cauê, ele falou dos relatos e tal, mas eu acho que o filme, ele encapsula bem os tipos de relatos que foram...

relatados, os relatos que foram relatados, né? Eram pessoas que, assim, é uma região que ela é bem interior, né? É uma cidade pequena. Então eram pessoas que estavam ali nas redondezas, às vezes dentro da cidade, durante a noite. Era o casal que estava tentando se pegar, né? Tem a gente que vai perto ali de uma fábrica abandonada ver o bicho, ver a forma, né? Com os olhos vermelhos e tal.

Então ele encapsula bem os tipos de relato que tem desse ser e tal. E eu particularmente gosto muito. E o nome do autor que eu tinha esquecido de falar é do John Neal. É K-N-E-E-L, né? Ele é um grande ufólogo, ele tem diversos livros aí da década de 70. Inclusive é um desses livros da década de 70 que populariza bastante a lenda do Homem-Mariposa, né? E acaba, enfim, jogando ele aí pro...

para mídia. De livro, para quem curte... Eu gosto desse tema, a alta estranheza, que é a essência também boa parte, não, diria do podcast. Esse autor, acho que eu já vi alguma coisa dele por cima, nunca li não, gente, mas é um cara que ele estuda...

ali junto com a Mariposa, vários outros fenômenos muito... coisas muito estranhas. Mistério e estranheza são duas das minhas coisas favoritas na vida.

Perfeito, perfeito. Uma hipótese cética com relação a esses relatos é que o pessoal fala de uma espécie de coruja, que seria uma Great Horned Owl, seria uma coruja da Virgínia em português. Ou talvez uma garça moura, empolherada ali no escuro, ali no alto, poderia dar essa impressão, com os olhos vermelhos sendo o reflexo da luz, de lanternas e coisas nesse sentido. Mas é a teoria cética mais forte com relações e relatos como esse.

Eu prefiro acreditar que o boi marinho lá foi confiado com sereia do que o mariposa com a coruja. Ah, porra, não. Coruja na noite é sinistrona. Sim, mas repara, repara. Geralmente, o homem mariposa é relatado como sendo no mínimo do tamanho em ser humano. Ah, isso é verdade.

A coruja é grande, mas com as asas abertas. O corpo da coruja em si também pode ser grande. Sei lá, eu vou chutar o tamanho grande da coruja.

80 centímetros, em pé, assim, sabe? Aí, as asas abertas, 1,80m, 2, não sei o tamanho da coruja, gente. Beleza. Mas repara, eu não sei se a coruja, a minha filha nem está escandalizada, uma coruja não tem 1,80m de dar patinha pra cabeça, tá ligado? Então, se confundir uma coruja com um ser humano, eu acho que tem um grau aí mais complexo. Agora, um peixe-boi com uma sereia,

Eu acho que é mais fácil. Uma garrafinha de... Um barco. Um peixe boi. Um barco, um rum, um A51. Um peixe boi. Um peixe boi saindo com o rabinho pra porra. Dá pra dar certo. Ele já é meio curvelinho, né? O cara ali tá, sei lá quanto tempo ali na... Dentro da água. Seca, ele vê isso aí e, cara, realmente... É, eu não vou ficar quieto.

Ele foi avistado na ponta da ponte, não tem? É, que é o relato da Silver Bridge, que o pessoal... Assim, né? Mas o meu primo viu, né? Que dizem que ele teria sido visto nas proximidades da Silver Bridge dias antes da tragédia, né? Não seria no momento, talvez, né? Uma coruja em pé lá em cima da ponte lá. Eu acho que tem uma foto atual, sei lá, que o pessoal atribui ao... Eu lembro que tinha uma parada... Deixa eu ver se eu consigo achar aqui, mas...

Tinha uma foto também. Inclusive, a foto é muito maneira. Sendo verdade ou mentira, é um negócio assim que... É focativo, bem que ativa o seu imaginário. Tem fotos aqui da Silverbridge, do desastre, né? Deixa eu dar uma olhada aqui. Mas assim, novamente, né? Foto, né? Aqui, ó. Tem coisas assim, né?

Tem uma que, se não me engano, essa aí que você está procurando, saiu até no jornal, mas até o jornal pode ser o tabloide. É, pode ser qualquer coisa, né? Pode ser qualquer coisa, né, gente?

Olha, mas a história dele, o formato dele, tudo isso aí é um criptílio bem fascinante. A lista, eu acho que é o mais estiloso. Se eu fosse contratado para fazer um filme, eu não sei se eu ia fazer filme de pé grande, não, gente. Não, não. Vamos falar do melhor filme de pé grande, Harry. Cara, eu odiai esse filme de toda a minha. Talvez seja o único mais ou menos bom, né? Harry and the Hendersons.

Pô, maravilhoso esse filme. E gosta mesmo? Gosto, muito bom.

É muito bom. Um filme de terror de pé grande bom, cara. Willow Creek. Eu fiquei com medo, cara. É, é bom. E aqui nesse quarto, no meio da cidade, com medo que fosse aparecer um pé grande aqui na cena, velho. Eu vi recentemente um Diet, mas eu não lembro o nome. Acho que ele passa na década de 60, 50. Mas eu vi recentemente.

Ele é um filme recente, ele é um filme recente. Poucos anos atrás ou do ano passado, algo assim. Mas é de Et, não é de pé grande. É de terror. É de terror. Mas é ruimzinho? É passável. É interessante, não é ruim não. Chega a ser assim, ruim não. Legal. Legal, fico feliz de saber. Depois eu vou procurar o nome dele. Porque eu ia saber.

é interessante tudo prender é pular, abrir adendos de outros que petidos invadidos vamos, vamos embora é

Muita gente falou lá atrás dos hominídeos, às vezes eu estou ouvindo esses podcasts de pé grande, etc. Eles misturam, o podcast é de sasquete, mas às vezes alguém fala alguma coisa, às vezes tem relatos até semelhantes a alguma coisa tipo Mofre. Fala-se muito, está muito em voga, que a gente pode, talvez, no final, porque não estava na nossa lista oficial, o tal de Dogman.

dogman lobisomem lobisomem muito mesmo, tá na moto o bicho tá bombando não sei quantos seguidores, criança já tá no instagram mas ele tá foda

Mas de relato de pé grande, muitas vezes tem uns relatos esquisitos que não é exatamente um pé grande, é como se a pessoa estivesse vendo um... Como eles falam? Wild man. Um wild man. Às vezes é só um wild man. Não é um putz do símio gigante, é um ptecatrópolis, um cromaiom.

Tem uns relatos interessantes desse tipo de coisa também, que já nem seria criptozoologia, porque esses cabras aí, eles estão na linhagem do homo sapiens. Essa geração TikTok está reinventando coisa. Está pegando o abisome e dando outro nome. Eu não gosto.

achei que é Dogman, tem até uma foto aqui que porra pode dar a pesadela aqui, ó Michigan Dogman tem um vídeo do Michigan Dogman que eu acho legal é o filme que eu tava falando se chama Yet, é desse ano mesmo ah, sim, sim é baixo orçamento assim mas se você não se importa com o efeito bonito, o filme é legal

Às vezes o medo é mais do que não mostra do que mostra, né? Não, pior que mostra. Esse que é o problema, talvez. Esse que talvez seja o problema. Baixa o orçamento. Mostrando o Yeti, aí depende do gosto pessoal.

É, olha, eu acho até talvez esse dogma aí pode ser uma pauta aí mais pra frente. Por que que tá na moda de novo? Por que que tá cheio de canal falando, né? O que a geração X tá reinventando? É a mesma coisa que o lobisomem? Não é? Eu tenho uma adenda aqui, eu fiz algumas poucas colas pra esse podcast, mas uma coisa legal dos criptídeos, gente, que é uma coisa meio geral, assim, então a gente poderia falar aqui.

Vocês sabem que na história, na lenda de Atlântida, tem um arco da história aí que Atlântida durou muitas eras, e os cabras começaram a dar uma de Doutor Morro, a ilha do Doutor Morro de misturar animais, mexer com genética, então criar híbridos. Tem potencial. O que pode dar de errado?

Ah, então é errado. Um dos motivos que o negócio se afundou foi porque a pessoa estava mexendo coisa que não era para mexer. Eu acho muito interessante esse link de quimeras e criaturas híbridas. Bom, a gente falou dos alienígenas terem mexido na nossa genética e o hominídeo original se o pé é grande.

Talvez os alienígenas criem híbridos também. Será que uma cabra não pode ser um híbrido? Enfim.

E talvez essa outra teoria que eu gosto é que essas bases militares aí, que chamam de DUMBs, Deep Underground Military Base, tem um monte de relatos, várias outras. Tem uma área, tem uma lá em Dolce, em Dolce, Califórnia, que também falam que já vira o pé grande circulando, ou seja, parece que são núcleos de alta estranheza, que é pura OVNI, aí vira o Super Smash Bros. do...

É mais que a gente disse, que nem o Andrei falou. Mas, assim, quando eu ouço esses podcasts de lobisomem, de dogman aí, às vezes o nego fala que é isso, que é, pô, que o pessoal da elite aí, o shadow government, o governo culto já está misturando, os lobisomem são uma arma militar. Olha essa beleza. É uma arma militar.

que ele solta lá nos parques dos Estados Unidos como teste. Esse é um bom roteiro, viu, cara? Cara, mas tem um episódio, se eu não me engano, de... Não é Black Mirror, não, é...

Love Death Robô, aquele seriado da Netflix, que é exatamente isso. Que são militares, militares americanos, em algum lugar do Oriente Médio, e alguns deles são lobisomens. É verdade, bem observado, muito louco. É verdade, é verdade. Olha aí.

a arte imita a criptologia olha aí o monarque deve saber disso eu tô eu tô passando aqui o o vídeo do Michigan Dogman parece que tá foi um cocô no meio do mato eu gostei de março é um vídeo longo de super 8 né

Não é isso que eu tô vendo, não. Tô vendo no TikTok aqui. Não sei se é longo do Super 8, não. Não sei, pode ser. Deve ter vários toques, mano. O André é jovem e ele pesquisa no TikTok hoje em dia.

Tá certo ele, porque o vídeo original é uma merda, porque é longo. Ele tem três minutos. E a cena que tem o bicho, são quatro segundos. Então tem que achar o certo aí. Agora, bom, fica aí, gente. Quem é obcecado por monstros e criptídeos, os lobisomem estão em alta aí. Boa!

Galera que gosta dos peludinhos. Vou anotar aqui. Vou escrever um daqui romance de lobisomem. Boa. Eita, vai dar certo isso aí, cara. Menções honrosas. Mentira. Tem Chupacabra? Chupacabrito? Que a gente já citou aí. Você viu que ele voltou, Chupacabra? Não, conta. Pô, tem uma região aí do norte do Brasil que ele tá empolvorosa, que a galera tá pegando aí.

Animal com sangue sugado. Eu vi uns vídeos aparecendo no meu feed de YouTube, sim, umas câmeras aí. É esquisito mesmo, cara. Como é esse negócio de ar, gente? Eu parei de clicar nesses vídeos. Eu não sei se... O que eu estou fazendo? Então, não chegaram a ter registros visuais, né? Então, se você viu, talvez seja...

alguma IA pra enfim, pro pessoal... Ah, foi isso aqui que eu vi e tal. Mas tem uma galera que tá falando aí, que tem fazendas aí de gado que estão sendo atacados aí por algo que tá... O gado aparece morto, com um orifício assim sem sangue, por aí vai que é o clássico, né? Conta pra gente a base do Chupacabra aí. Ah, ele é América Central, né? Foi o primeiro gelato dele, né? Quando eu fui fazer esse...

essa pauta, eu peguei várias imagens pra o André eventualmente poder usar nas lives, e peguei duas de cada. O do chupacabra, simplesmente, acho que é uma das mais difíceis de pegar, porque existem todo tipo de chupacabra, com asa, sem asa, cachorro, meio peixe, meio não sei o que, então o chupacabra tem uma variação gigantesca de formas, de tamanho, de características, então é muito aleatório.

Acaba dando uma certa aleatoriedade. Eu confesso que nunca manjei muito de chupacabra, não. Mas fiquei curioso por essa... Tem um criptide aqui, Leopardo das Neves. Esse aqui manjeu tudo. Que bonitinho. Muito bom.

Muitas carcaças de animais foram já... Sim. O pessoal assume como sendo de criptídeos, né? Porque as carcaças, eles são... O bicho está tão judiado. É.

com sarna, né? umas doenças, etc e tal, o pessoal fala que é chupacaba é, não, mas é real mesmo, a galera não reconhece tipo, já viu urso sem pelo? cara, é um bicho que tu nunca viu na tua vida tipo, fica bizarro mesmo, né? imagina ver um negócio desse aí no mato, cara você vai mudar qualquer nome é dogman, é tudo, né? vai rezar pra ser o demônio

Ó, como a gente falou bastante de chupacabra essas semanas, fica aqui a menção rosa pra ele. Tem o Mokele Mambembe, que é o dinossauro do Congo, que ele é muito parecido com o monstro do Agnes.

Ele é descrito pelo pessoal da bacia do Rio Congo como um animal enorme, com pescoço longo e cauda grossa, vive em pântanos e rios profundos. E lembra muito esses sauropodes, como a gente falou do monstro do lago Nés. Enfim.

Tem avistamentos e tal, mas ele é um pouco mais desconhecido. Tem um que, cara, eu gostava muito, que eu também cito, e um dos primeiros mundo freaks, que é o Verme da Mongólia. O Verme da Mongólia. Esse aí eu não conhecia. Eu fui procurar bichos de lenda, a origem dos monstros D&D, e acabei achando esse monstro e falei, caralho, isso aqui é maneiro pra cacete.

Ele não tem o tamanho do monstro, supostamente a existência dele. Ele não tem um monstro lá, 15 metros igual o monstro D&D, igual o que eu vou colocar lá no livro. Mas eu achei interessantíssimo, assim. Não sabia que você já tinha falado dele, não? Já há muito tempo. É que você não vai lembrar, né? Mas ele seria uma criatura que viveria no deserto de Gobi.

E é descrito pelos nômades mongóis como um verme vermelho sangue, né? Ele é mais grossão assim, como citam, né? Como intestino de vaca, com cerca de um metro de comprimento. E diz que ele tem poderes mortais, como, por exemplo, ele poderia matar a distância de duas formas. Cuspindo ácido ou emitindo um raio de descarga elétrica. Olha que doido. É a serpente do peixe elétrico, né?

É, seria algo entre isso e os vermes malditos lá da franquia de filmes, que eu também gosto muito, assim, né? Só que tem uma explicação, assim, tem hipóteses do que seria esse ser, né? Segundo as lendas locais, né?

A explicação seria que ele se basearia na Erex Tataricus, que é a jibóia tártara, que é uma cobra de areia, ou em lagartos ápodes, sem patas, né? Claramente eles não cospem ácido, nem atiram lasers pelos olhos, infelizmente.

Então seria uma ideia de extrapolação de seres como esse. Mas como a gente está aqui brincando no mundo freak, quem sabe poderia ser uma espécie extinta agora, já que ele faz parte de lendas, pode ter existido há 200, 300, 500, mil anos atrás, de vermes que poderiam matar dessa forma. Mas muito doido. Esse eu realmente não conhecia também, fiquei fascinado em ler um pouco sobre ele. Um clipe de Tírio, tanto quanto obscuro.

Sim, sim. Mas também meio clássico aqui. Agora, tem um que eu também já citei no Mundo Free, que o Rafael também não vai lembrar, que é o Ninguém, que não é Ninguém, na verdade. Ah, esse eu lembro, esse eu lembro. Esse eu lembro? Cara, esse eu vou falar que esse me dá pesadelo. Que Ninguém é humano em japonês, né? E ele é descrito como uma criatura muito grande, aquática, de 20 a 30 metros de comprimento, totalmente branca, com um formato vagamente humanoide.

Ou seja, tem braços e pernas, ou algumas versões falam até de cauda, tipo sereia, e um rosto com óleo boca, mas sem nariz. Só que assim, é vagamente humano. Então lembra como se fosse uma espécie de beluga, só que gigantesca, com braços e pernas. E, cara, todas as imagens me lembram muito, sabe aqueles anjos do Evangelion? Exatamente. É uma coisa meio creepy pra caraca, tipo... Imagem, cara. Interessante, hein?

É muito doida, né? É assim, muitas pessoas ligam a uma lenda urbana de fóruns japoneses, né? Tipo do Two Channel, né? Que mistura com avistamento reais de belugas, que como eu citei, né? Que são baleias. Sim. Do ártico, né? Ou icebergs em formatos estranhos. Mas quando tu vai ver as imagens, cara, o bicho é feio mesmo.

Nossa, esse ficou na lição de casa também e já enriqueceu o meu repertório de critídeos aqui, esse Ninguém. Realmente, o fato dele ser meio humanoide é algo bem perturbador, né? Sim, né? Ele aparece lá na lenda da Odisseia, pô. Quando o Polifemo grita lá quem cegou ele, ele fala, Ninguém! Meu Jesus amado, rapaz.

Eu gostei da referência histórica. Muito bom. Vai ter a Odisseia agora, do Nolan. Apropriação mitológica. A propriação. Cruzando gregos e japoneses. Exatamente. Não é nada por essa. Como mistura do Brasil com o Egito, mistura do grego com o Japão. Grande pagode japonês, deve ter um desses aí.

Temos também o Demônio de Jersey, que esse também é famosíssimo, mas a gente já gravou um episódio. É o Mundo Free Confidencial número 371. Muito legal. 371, cara. Ah, não. 371 é do Demônio de Dover. Desculpa. É muito demônio. É muito demônio. Demônio de Jersey, na verdade, é o 176. 500 episódios atrás quase, Rafael. Então fica aí. Como que ele se parece? Meu cabelo até caiu.

Cara, o Demônio de Jersey lembra as imagens do chupacabra um pouco? Ele é como se fosse uma cabra com chifres e asas meio demoníacos assim, né? Ele foi visto em Jersey, né? Se eu não me engano foi um adolescente, um jovem local que estava dirigindo durante a noite. E ele teria visto... Esse é o relato mais forte dele, né? Do Demônio de Jersey.

E você tem outros relatos semelhantes. Ele teria essa cara meio... Meio como se fosse um bovino, né? Uma cara meio alongada, assim, né? Como se fosse meio de bode, alguma coisa assim, né? Com patas de bode, né? Formato meio humanoide. Meio bafomético. É um rolê meio bafomético. É bem... Mas fica aí, fica aí. Vários... Um abraço também para o Mapinguari, para o Boitatá também, né? Que são...

São seres aí também. Uma coisa curiosa, o Boitatá ele vem de natureza indígena, os gelatos, mas uma pinguari tem um detalhe bizarro, que é o seguinte, uma pinguari ele não é uma lenda indígena.

Uma pinguari é uma lenda que começou a surgir na época dos seringueiros. Olha que doido. Olha. É diferente, né? Será que existia aí talvez uma... Para proteger a natureza, existiria alguma coisa que surgiu a partir dali? É, porque nos Estados Unidos quem fazia isso era o...

Chuck Norris, né? Tem um filme do Chuck Norris. Saudoso. Saudoso não. Vagabundo dele. Chuck Norris aí, trumpista. Cara, mas é isso aí. Cerramos aqui a lista. Muito boa lista. Quero agradecer muitíssimo nosso queridíssimo Cauê. Obrigado aí pela participação. Cara, e agradecer também o seu trabalho, né? O Cine Fenômeno, cara, é um fenômeno.

Desculpa o trocadinho. Deixar o Jabá aqui, quem não conhece, Cine Fenômeno é um festival de cinema, cineclube também, focado em cinema de ficção, horror, fantasia, surrealismo. Vou procurar lá no Instagram, Cine Fenômeno com PH.

Sempre tem sessões gratuitas, a gente traz muitas estreias também. Conheci o Andrei fazendo palestra num desses ciclos aí. É uma honra participar desse mundo freak aqui. Poderia ficar até amanhã de manhã aprendendo com esses dois gigantes aqui. Olha aí, ó. Obrigado aí, Rafael Jacauna. Tem um jabai pra fazer?

Gente, sigam meu perfil em agosto. Vou ter a pré-venda do meu livro que vai vir. Estamos fazendo atualmente a capa, produzindo todas as artes do livro. Então o livro vai sair maravilhoso, muito bonito. E o texto maravilhoso também, mas a capa tem que ser mais bonita, senão o pessoal nem abre. É romance, Rafael?

Não, não é dark romance, não. É um livro de aventura. Um personagem com uns 40 anos, cansado, sendo convocado para resolver o problema do passado. Praticamente... Demora em Bafo Roxo, né?

É uma fantasia medieval, bem aquele estilo espada e feitiçaria. Bacana, gostei. É bem legal. Tem poucos personagens, não tem muitos nomes pra vocês terem que lembrar. Mas o primeiro livro, eu planejo lançar outros em sequência desse, mas eu vou lançar primeiro, vou prometer só o primeiro, porque eu não sei se vai vender o primeiro, né?

Vai vender sim, vai ser um grande sucesso. Vai vender, vai vender. E antes de encerrar, queria muito falar aqui das nossas queridíssimas parcerias aí, geralmente a gente fala no início do podcast, mas decidi falar agora no final para a galera que está aí. Primeiramente, agradecer a Linda Mídias Digitais, que é uma agência especializada em estratégia de comunicação digital, que cuida, inclusive, do nosso perfil lá no arroba Paratopia Podcast lá no Instagram, se você quiser dar uma olhada na qualidade do trabalho.

Vai lá no arroba do nosso perfil. E se você quiser tiver uma pequena média empresa, quiser se conectar com o seu público pelas redes sociais, se você quiser trabalhar com anúncios e essas coisas, dá uma olhada lá, lindamd.com.br, linda com Y aí para vocês. Você que é ouvinte, conhece. Inclusive, falando da Paratopia, a nossa produtora.

produz esse outro podcast. Se você quiser um podcast, quiser evento, quiser palestra, inclusive, Cauê, conheci, inclusive, a gente fazendo conversas lá no CSSP, né, se você quiser aí que a gente vai pra tua empresa aí, dá um alôzinho pra gente. E pra gente falar, eu não posso falar o nome ainda, Rafael. Não pode? Não posso falar, mas semana eu já briguei com a Ira. Já tem que... E aliás, gente, a Ira tá só nos bastidores, tá? Mas a Ira tá aqui ainda. Vocês só não tão vendo ela. Tem gente que tá falando que eu sequestrei a Ira.

Mas a Aria está aí trabalhando. Teremos um especial novo. Em 1996 se iniciou uma história que nunca terminou até o momento de hoje. Podcast especial da Paratopia Podcast e Storytelling. Que eu não posso falar, mas é uma história real de um jornalista que investiga.

o que ele achou em uma casa abandonada em São Paulo, em 96. Ele entra com um grupo de amigos na juventude e ele não imagina que a vida dele vai ser marcada pra sempre, o que acaba sendo parece uma curiosidade simples, acaba entrando em contato com algo, vou dizer, tem um objeto que vai revelar essa história. Fala. Esse programa não vai ser lançado daqui a algum tempo? Por que ele não fala?

excelente pergunta, Rafael. Eu não sei te responder, mas você já sabe o nome, então. É isso aí, Rafael me lembrou. É, a altura dessa o pessoal já sabe o nome, você falou que não pode falar. Perfeito, Rafael. Você foi elucubrante agora. Muito obrigado pela sua sapiência. Talvez eu grave, então, outro anúncio. Aí. Certinho. Não sei. Mas agradecer aí a mídia linda digitais. Aproveita aí o novo projeto. Muito obrigado, é isso.

Eu ia falar ósculo no bode, mas esse é outro programa. Esse é o problema de gravar um milhão de podcasts. É um problema sério, né? Mas é isso. Um abraço pra vocês e não olhem para trás.

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