Buscar o Equilíbrio é uma Arte | Como Manter a Paz Interior nas Dificuldades
Encontrar o equilíbrio emocional e espiritual é um verdadeiro exercício diário. Nesta preleção, refletimos sobre como manter a serenidade diante dos desafios da vida, cultivando a fé, a paciência e o autoconhecimento.Baseada nos princípios da doutrina espírita, esta mensagem traz conforto, orientação e esperança para quem busca viver com mais harmonia e confiança.
Preleção realizada no Centro Espírita Novo Horizonte em 02.05.2026 - Preletora: Solange Mazza🙏 Se esta mensagem tocou seu coração, deixe seu like, compartilhe e se inscreva no canal para mais conteúdos edificantes.📌 Inscreva-se e ative o sino para receber novas preleções toda semana!
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Solange Mazza
Valnei
- Práticas para Manter o EquilíbrioFé · Psicoterapia · Atividades físicas · Sono · Meditação · Autoamor e autoestima · Reforma íntima · Fé em Deus · Oração · Paciência
- Lidando com o Estresse: CopingResolução de problemas · Gerenciamento de emoções · Autoconsciência · Simone Biles
- Estresse como Mecanismo de DefesaPerda de homeostase · Sintomas fisiológicos · Fibromialgia · Alteração do apetite · Taquicardia
- Equilíbrio e ArteUnião de dualidades · Harmonizar opostos · Taoísmo e contrastes
- Causas do EstresseMudanças na vida · Problemas financeiros · Casamento · Gravidez · Separação · Luto · Problemas de saúde
- Causas da Perda de EquilíbrioRotina desgastante · Problemas familiares · Problemas financeiros · Cobranças excessivas no trabalho · Mudanças indesejáveis · Doenças · Perdas
- Eustresse vs. DistresseAmor romântico · Maternidade · Responsabilidades
- Poema: Pegadas na AreiaPresença divina nos momentos difíceis · Mary Stevenson · Margaret Powers
vibrações amorosas, que ela seja muito inspirada na noite de hoje. Sou, tá com você. Boa noite a todos, uma alegria estar aqui nessa noite, nessa troca amorosa, com tantos votos de que a gente possa aproveitar ao máximo a preleção e o tratamento. Obrigada, Valnei. Eu vou já compartilhar.
mesmo antes da gente fazer a elevação. Vamos ver aqui. Vocês vão me ajudar para saber se eu fui bem-sucedida. Então, está dando para ver? Está perfeito. Está ótimo. Muito obrigada, Valmeida. Perfeito. Obrigada, queridos. Então, vamos nós em mais uma noite, uma noite lindíssima.
Uma noite cheia de energia positiva e amorosidade. Então, eu convido a todos que se coloquem numa posição confortável. Se você se sentir melhor, mais íntimo da espiritualidade, feche seus olhos. Feche seus olhos. Se sente confortavelmente, como eu estou fazendo agora. Vamos inspirando profundamente.
acalmando primeiramente os nossos pensamentos e os nossos sentimentos, nos permitindo receber o alimento, nos permitindo receber as bênçãos de Deus, de Jesus, dos mentores do Novo Horizonte e dos nossos mentores.
Vamos então fazendo a prece que Jesus nos ensinou para facilitar essa comunhão. Eu peço que me sigam em pensamento e vamos dizendo, Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós, Pai, o vosso reino.
Seja feita a tua vontade, mesmo que não a compreendamos, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia, Pai, dá-nos hoje. Perdoa as nossas ofensas, dívidas, tropeços e nos ensina a perdoar aos nossos devedores. Não nos deixa, Pai, cair em tentação e livra-nos de todo o mal. Que assim seja, graças a Deus e graças a Jesus.
E assim, nós vamos dando início ao tema de hoje, que é buscar o equilíbrio é uma arte. Antes da gente começar a ter esse bate-papo, eu quero lembrá-los que o equilíbrio não é estático. O equilíbrio é um desafio. A gente sabe que tanto budistas como taoístas estão bastante habituados a esse tipo de prática.
Então a gente entende que o equilíbrio seja a união de dualidades. Encontrar o equilíbrio é a arte de harmonizar os opostos, os contrastes. E dentro do taoísmo são muito claras essas diferenças e esses contrastes. Então a gente sabe, por exemplo, o que seria uma dualidade. Sol e lua, dia e noite, luz e sombra.
masculino e feminino, dor e consciência. Então, é sobre isso que a gente está falando. Uma vez que a gente atinja um estado que nós nos sintamos equilibrados, mantê-lo é, sim, uma arte. E a nossa proposta hoje é dar algumas ideias, alguns pontos que nós julgamos importantes, para a reflexão de todos. Só que para falar de equilíbrio...
a gente primeiro vai falar sobre o estresse. A gente está aportuguesando. Essa palavra, na verdade, vem da língua inglesa, anglo-saxônica. Então, até uns 20 anos atrás, a gente denominava estresse. A portuguesado está desta forma como está escrito, que você está podendo ver.
Antes da gente começar a falar sobre os fatores que provocam, que a gente chama de fatores estressores ou fatores ansiogênicos, que são os fatores que provocam a ansiedade, eu quero trazer para vocês algo que às vezes a gente esquece. O estresse é um mecanismo de defesa. Então, o se estressar é importante.
É necessário e inevitável. Quando o estresse surge na nossa vida, e a gente vai falar hoje à noite sobre as causas, acontece algo com o nosso corpo. A gente perde o equilíbrio, a gente perde o que nós da área da saúde chamamos de homeostase. Quando a gente perde a homeostase, a gente pode ter taquicardia, a gente perde o que nós da área da saúde chamamos de homeostase.
A gente pode se sentir um pouco tonto ou tonta. A gente pode sentir uma dorzinha de estômago. Então, são reações fisiológicas que nos indicam que está acontecendo alguma coisa aqui. E que, portanto, a gente precisa se conscientizar e, vamos dizer, escolher uma forma para lidar. Então, vamos lá.
O estresse é uma resposta física e emocional do corpo às situações desafiadoras. Quando a gente fala em situação desafiadora, a gente, na verdade, está se utilizando de uma expressão para amenizar um pouquinho. O que me desafia? Normalmente é um problema que surge na nossa vida, é um tropeço, é um percalço, é algo que sai daquilo que a gente planejou.
daquilo que a gente gostaria que acontecesse. Então, com certeza, vai sim nos desafiar. Desafiar a nossa fé, desafiar o nosso aprendizado, a nossa experiência de vida, desafiar os nossos recursos pessoais. E não só os nossos pessoais, mas os recursos da nossa rede de apoio. Isso tudo, como eu estava comentando logo na abertura,
vai sim causar sintomas fisiológicos. Então, a gente pode, por exemplo, ter dores musculares. Atualmente, a gente observa muitos casos de fibromialgia, em geral, no público feminino. Então, você começa a ter dores inexplicáveis, dores pelo corpo todo, dores nas juntas, nos músculos. E aí, você vai ao médico e ele fala, olha, você está bem, você não tem nada. Então...
É um fator emocional. E aí a gente começa a se dar conta de que algum desafio na nossa vida está chamando a nossa atenção. Então, esses sintomas, repito, são importantes. Nos alertam para questões que a gente tem que prestar atenção. Para questões com as quais a gente vai precisar lidar. É por isso que a gente chama de mecanismo de defesa. Outro ponto...
ou sintoma que ocorre é a alteração do apetite. Tem gente que vai comer compulsivamente e tem gente que não vai ter apetite e não vai aguentar engolir nada. Vai depender muito do teu histórico de vida, do seu corpo físico, das suas experiências.
Você também pode ter dor de cabeça, enxaqueca, o estômago pode reclamar, você pode até ter uma gastrite, em alguns casos uma úlcera. Então, de repente, você se dá conta que aqueles desafios, aqueles problemas, aqueles tropeços ou percalços, acabaram afetando o teu corpo físico.
Você pode também sentir aumento dos batimentos cardíacos, que é ataque cardíaco. E aí, quando o corpo grita, a gente não tem outra escolha se não prestar atenção.
A gente costuma dizer dentro da prática e dos estudos da psicossomática que o corpo é como se fosse um mata-borrão, ou um papel-borrão. Aqueles que nasceram na década de 60 como eu devem saber do que eu estou falando. O mata-borrão é um pedaço de papelão que a gente usava quando escrevia na escola com uma caneta tinteira. Então, mata-borrão...
Ele serve para não criar aquele pastachuta no caderno, para não ficar tudo borrado. E essa, pessoal, é a função do nosso corpo físico quando a gente está enfrentando uma situação altamente desafiadora.
Então, o corpo vai pagar a conta. Aí você vai me dizer, nossa, mas eu não queria ficar doente. E aí eu vou te dizer, olha, muitas vezes a doença é o caminho para você retomar o seu equilíbrio. Pessoas que não tiveram esses sintomas, ou que o corpo não deu esse alerta, estão sujeitas a, por exemplo, ter uma síncope, ter um infarto fulminante.
ter uma doença aguda. Ou seja, quando você observa que o teu corpo está pedindo socorro, é uma forma de você poder atuar e estar em tempo de você trabalhar essas questões. Basta a gente querer e saber pedir ajuda. E aí?
O que provoca o estresse? O que provoca esse desequilíbrio, a perda da homeostase, sintomas físicos, ansiedade e até depressão? Acontecimentos gerais da vida. Mudanças, mudanças repentinas ou mesmo as planejadas, que a gente às vezes até quer, deseja, mas quando elas acontecem, elas vão ter um impacto.
mais sensível nas nossas vidas. Problemas financeiros, casamento. Aí você vai pensar, nossa, mas eu quero tanto me casar, ou eu quis tanto, ou eu sou tão feliz no casamento. Agora vamos lembrar que o casamento é um desafio na nossa vida. Você precisa aprender a alinhar os opostos.
O casamento te leva a parar as arestas em função das diferenças. Então, o casamento, sim, vai causar ou poderá causar estresse. A gravidez, a chegada do primeiro filho ou do segundo ou do terceiro, que com certeza vai mudar a dinâmica familiar. Separação, mesmo que a gente deseje...
o processo não é fácil, são muitas mudanças, são muitos desafios, isso tudo vai causar um impacto psicológico e, como a gente está falando, também no corpo físico. O luto, problemas de saúde, por exemplo, e como a gente já falou, é de fato um mecanismo de defesa. Por quê? Nos alerta, nos mostra os caminhos, nos faz pedir ajuda.
E 99,9% das vezes está em tempo de a gente se tratar e de pedir ajuda. Mas como é que a gente faz isso, né? Antes de falar de como a gente lidar. Eu acho que aqui é bastante interessante. Eu quero dividir o estresse no estresse que a gente chama de bom ou estresse gostoso, que a gente dá o nome de eu-estresse.
E aí eu vou trazer uma figura, que eu acho que a figura vale mais do que mil palavras. Olha só. Uma figura com cores fortes, né? Tem um casal aqui apaixonado, uma figura romântica.
Agora, a gente sabe, e eu acho que a maioria de nós já passou ou passa por essa situação, a gente sabe que o apaixonamento também causa estresse. Aquela ansiedade, os poetas até se referem a isso como você sentir borboletas no estômago. A dúvida, se você é correspondido ou correspondida. As incertezas sobre o futuro.
O que eu vou fazer com essas emoções? Que responsabilidades eu vou precisar assumir a partir de agora? Então, você vai enfrentar um novo período na sua vida. Vai acarretar mudanças. Desde que você aceite o amor. O amor romântico. Beleza até aqui? Eu acho que esse tipo de estresse, a maioria de nós gosta ou quer viver.
Enfim, mas temos também o que a gente chama do de-estresse. O de-estresse, dentro da ciência, ele é entendido como um processo que poderá causar danos psicológicos e físicos. E que a gente faz tudo para evitar. A gente se sente desconfortável, a gente sente que tem um desequilíbrio, a gente assume mais essas sensações e esse desequilíbrio.
E a gente entende que isso deveria ser evitado.
O eu-stresse não, né? A maioria de nós quer viver e ver com bons olhos, né? Um processo de amor romântico, de idilho amoroso, de experiência romântica. O de estresse é o contrário. A gente faz tudo pra evitar. E se a gente escuta de um médico ou de um psicólogo, olha, o teu problema é estresse, ele tá se referindo a de estresse. E aí a gente já começa a pensar como que isso tá acontecendo comigo, né?
Por que eu me deixei levar? Mas volto a dizer, pessoal, é inevitável e é um mecanismo de defesa. Então, bendito o estresse e bendito também o destresse, ambos. Aqui eu estou trazendo algumas figuras, né? Aqui um rapaz que...
com pilhas de responsabilidades, de problemas, falando com dois telefones como se isso fosse possível, mas que representa muitos de nós. Quando a gente está naquele momento da vida, da luta, de carreira, onde a gente é convidado a dar resultados praticamente inalcançáveis, só que a gente na hora não percebe o custo disso. E aí a gente entra nesse furacão.
Mas não é só no escritório, ou não é só dentro do gênero masculino. Eu vou trazer aqui uma outra figura que nós todos sabemos que acontece, que provoca o desestresse. E aqui, pessoal, eu estou falando da quebra de um tabu, né? Porque se a gente for falar nos círculos de discussão sobre a maternidade, ou sobre o papel da mãe...
A gente começa a ouvir que ser mãe é viver no paraíso, que a maternidade é belíssima, que a maternidade é algo que todas as mulheres deveriam vivenciar. E atualmente, nos nossos grupos de psicólogos e também médicos e profissionais da saúde, a gente vem discutindo muito essa questão, esse devo, esse tenho que ser mãe. E a gente cada vez mais...
tá entendendo que é uma escolha, que é sim uma coisa maravilhosa, que é sim uma experiência divina e que sim vai te provocar muito estresse. E aí eu tô falando não só do eu estresse, do estresse gostoso, mas eu tô te falando também que em alguns momentos da nossa vida, como mães, a gente vai ter um estresse que poderá provocar a quebra da homeostase e até o adoecimento.
Até aqui eu quero até compartilhar uma saudação, mesmo prematura, ao dia das mães, que vai ser amanhã, no outro domingo.
A gente sabe, a gente presenciou e a gente presencia o dia a dia, a rotina das mães que tem seu trabalho, mas que também cuidam dos filhos e cuidam da casa. Que heroínas, né? Que me perdoem os homens que também tem suas responsabilidades, mas a maternidade é sim um fator de estresse e a gente precisa se cuidar. E aí eu quero trazer...
Uma pergunta, né? Como que você tá lidando com o seu estresse? Principalmente com o de estresse. O estresse que pode te acarretar um adoecimento. A gente tem dois caminhos. Você pode buscar lidar com o estresse resolvendo o problema que surgiu na tua vida.
Ou buscando atingir o objetivo ao qual você foi convidado, ou uma meta praticamente impossível no seu trabalho, ou comprar algo que você está precisando muito, oferecer uma condição de vida para alguém que você ama muito, pagar um tratamento de saúde.
você poder mobilizar recursos financeiros porque você tem um problema de saúde ou alguém que você ama muito está precisando. Então, de fato, isso pode ser encarado como um fator ansiogênico, um fator estressor e que você vai precisar resolver, né? Você vai se cobrar a solução.
Fora essa questão de você se focar, reunir seus recursos, mobilizar seus recursos para poder chegar onde você quer, tem um outro fator que é como você vai lidar com as suas emoções.
Como você vai lidar, quer dizer, antes de você colocar o carro na avenida, para pensar em como você vai agir, para quem você vai pedir ajuda, você vai ter que aguentar firme. Você vai ter que, pelo menos, entrar em contato com essas emoções, podem ser medo, tristeza ou até a raiva. E você vai ser convidado a lidar com isso. Isso existe, isso vai estar acontecendo com você.
Não dá pra gente ficar cego. Eu tô colocando aqui uma figura, eu fui escolher na internet. E quando eu coloquei essa figura, eu me lembrei, queridos, das Olimpíadas de Tóquio. Eu até coloquei aqui, eu escrevi pra não esquecer. 2020. Vocês lembram daquela atleta Simone Biles? Aquela história da Simone Biles me marcou muito. Eu acompanhei para e passo, até porque...
Esse tema do qual a gente está falando, estresse, e o que eu vou falar agora em seguida, é um tema que eu estudo há muitos anos. Mas quando a Biles abriu mão de continuar na competição, falou lá para a treinadora dela, falou, olha, eu estou fora, e seguiu o curso da vida, acho que até voltou para os Estados Unidos, isso eu não me lembro.
Eu expumei de orgulho, como eu costumo falar, porque ali ela percebeu o próprio limite. Ali ela entrou em contato com as emoções dela. Ali ela percebeu o risco dela implodir, dela ter um surto. Enfim, dela vivenciar um resultado que poderiam causar danos para o resto da carreira dela.
Então é isso que eu estou me referindo a lidar com as emoções. Repito, uma coisa é você buscar a solução para o seu problema. Você com seus recursos ou você buscar ajuda. Outra coisa é você se dar colo. É você assumir que está puxado. É assumir que está difícil. É assumir que... Uma...
uma emoção muito grande de medo, de tristeza, de ansiedade, está tomando conta de mim. E esse é o primeiro passo, para a gente poder enfrentar o estresse, ou no caso de estresse, e poder encontrar caminhos que me mantenham saudável e feliz. Bom, esse processo que eu acabei de contar para vocês, para aqueles que, como eu, gostam de ler e estudar,
Chama coping. Coping significa lidar. Vem do inglês, do verbo to cope, e quer dizer o processo de enfrentamento. No caso, do estresse. Então, a gente tem essas duas maneiras. E eu convido vocês, a partir de agora...
quando forem pensar a respeito e assumir, pegar para si, assumir a responsabilidade dos problemas que você está enfrentando, para você entender que não é só o problema com o qual você vai lidar, mas primeiramente com as emoções, com as suas emoções. Vamos falar um pouco das causas da perda do equilíbrio. Eu escolhi aqui uma figura que mostra a pessoa estar...
numa encruzilhada, provavelmente, né? Tá num momento muito difícil. Então, causas. Por exemplo, uma rotina desgastante, que eu não tô conseguindo lidar, que tá acima daquilo que eu entendo que eu consigo enfrentar. Problemas familiares. Nós todos temos ou já tivemos, né? Isso, infelizmente, vai causar perda de equilíbrio. Problemas financeiros também.
cobranças excessivas no trabalho. Então, não estou falando de cobranças do dia a dia, mas cobranças que são, sim, fora de propósito, e que muitos de nós, em algum momento da vida, já sofremos.
Mudanças indesejáveis ou desejáveis. Você queria muito. Você queria muito ter um companheiro ou uma companheira, e aí está se casando e está percebendo o estresse que isso causa. Ou você queria muito comprar uma casa nova, e aí na hora que você compra e você tem que enfrentar lá a tua dívida, você vai se sentir impactado.
Doenças, infelizmente também, são coisas muitas vezes fora do nosso controle e perdas, né? Sabemos disso. Então, como é que eu vou lidar? Estou pondo aqui algumas figurinhas, nos levando para uma reflexão de que existem práticas saudáveis, um estilo de vida, alegria, lazer, vida ao ar livre, e aí?
quero trazer aqui algumas iniciativas que eu tenho certeza que vocês já assumiram, já incorporaram no seu cotidiano. Primeiro, eu quero destacar a importância da fé. Nós todos sabemos, senão não estaríamos aqui. Outro ponto são sessões de psicoterapia. Em algum momento, se não todos, a maioria de nós, ou buscou ou vai buscar uma ajuda.
psicoterapia, com um psicólogo ou com um psiquiatra. Atividades físicas regulares, porque a gente sabe que o corpo, como eu disse logo no começo, é um mata-borrão. A gente precisa do corpo, o corpo é o nosso aliado. Quando a gente não consegue levar para a consciência um problema, uma dor ou uma perda...
o corpo acaba, muitas vezes, assumindo, absorvendo, e, como eu falei agora há pouco, vai transformar num sintoma físico. Então, às vezes, eu tenho primeiro uma dor de cabeça, pra depois descobrir que eu tô preocupada com uma prova que eu vou fazer daqui a um mês. Mas o corpo vai acusar.
Um outro ponto fundamental, boas noites de sono, meditação. E se necessário, muito importante, que a gente vá buscar um médico. Um médico clínico, um geriatra, psiquiatra. Em muitas situações, você vai ser encaminhado para buscar um psiquiatra que vai te prescrever medicamentos. Eu estou um pouquinho atrasada, eu vou dar...
Vou me focar bastante para a gente fazer essa última parte da preleção e a gente poder trazer essas informações e que sejam muito úteis para nós todos.
Um outro fator, como a gente estava falando, que é como lidar com o problema, com a emoção, e que é um processo de coping, é a fé em si mesmo. Pessoal, eu estou falando de auto-amor ou auto-estima, que é sinônimo. E o auto-amor vai me levar à autoconfiança. A gente sabe disso e sabe o quanto é importante. Isso é fundamental.
E aqui uma figurinha que mostra isso. E é por isso, pessoal, que muitos dos nossos trabalhos do Novo Horizonte indicam, repetem, fortalecem a ideia da reforma íntima. Porque é através do processo de reforma íntima, que a gente conhece, que a gente sabe, que vai fortalecer o processo de autoconhecimento, que nos leva à autoaceitação e que, portanto, nos leva ao autoamor
E por fim, a autoconfiança, que é um bem-estar consigo mesma, mesmo mesmo. Que é uma sensação de que, ok, eu estou estressada, mas eu tenho como enfrentar isso. Eu sei onde e como buscar ajuda. E é fundamental. Então, é importante a gente sempre focar, fortalecer e praticar.
processo de reforma íntima, né? A caderneta. Como é que tá a sua caderneta? Você continua escrevendo na sua caderneta? Né? Pergunta que não quer calar. É um convite. Ainda dentro da ideia do auto-amor e autoconfiança, também tô trazendo o público masculino, né? Até o que 30 anos atrás era um tabu, a gente falava muito das mulheres, acho que inclusive é por causa da maternidade, e a gente tem...
de uns anos pra cá, de duas ou três décadas, um estímulo, socialmente falando, pra que os homens também se cuidem. Então cai por terra aquela ideia, homem que é homem não toma mel, mastiga abelha, que a gente escutava algum tempo atrás. Não! Essa questão de gênero não vai fazer diferença. Homens e mulheres. A gente precisa olhar, entender e se cuidar. Essa é a ideia.
E óbvio que não puderá faltar aqui o foco principal, o motivo que nos traz no Novo Horizonte, o motivo da gente estar num sábado à noite, aqui ouvindo, refletindo, recebendo um tratamento maravilhoso, que é a nossa fé em Deus. O poder da oração é indiscutível.
em todos os momentos das nossas vidas, em especial naqueles momentos de provação, onde o estresse vai tomar o seu lugar, onde você vai ser convidado ou convidada a lidar, não só com os problemas, mas com as suas emoções. E aí a gente quer destacar não só a importância das orações,
Sempre repetindo, sempre trazendo, sempre te lembrando da importância do orar e vigiar. E a paciência. Eu vou trazer pra vocês uma parte do evangelho que eu, no momento que eu vivi, há mais ou menos 10 anos atrás,
Eu lia quase todas as noites e me ajudou muito. Então, com muito carinho, eu ofereço para vocês. Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo 9, que é Bem-aventurados aqueles que são brandos e pacíficos. Página 127 e 128. A vida é difícil, eu sei.
Elas se compõem de mil nadas que são picadas de alfinetes, que acabam por ferir. Mas é preciso considerar os deveres que nos são impostos, as consolações e as compensações que temos por outro lado. E então, veremos que as bênçãos são mais numerosas do que as dores. O fardo parece menos pesado quando se olha do alto do que quando se curva a fronte para o chão.
Um espírito amigo, Amigo, Havre, 1862. E aí eu te pergunto, de que forma você vem cultivando a sua fé em Jesus? Como você se relaciona com Jesus? No momento em que você fecha seus olhos, ou por você estar vivendo um momento muito difícil,
ou porque você está inseguro, ou porque você está desamparado, que nome você dá para o divino mestre? Você o chama de Jesus? Você o chama de meu amigo? Você o chama de sublime peregrino, como a obra do Ercílio Mais, que ele psicografou Ramatiz?
Como é que você chama por ele? Como você clama por Jesus nos seus momentos de dificuldade? O quão próximo ou próxima você hoje está de Jesus? Você diz, se comigo Jesus. Você pede para que ele te acompanhe? Como você suplica Jesus?
Ajuda nos seus momentos mais difíceis. E para encerrar, peço desculpas pelo atraso, eu quero trazer um poema, é um sonho, muitos de vocês conhecem. E é um sonho muito lindo. E eu convido vocês, se estiverem confortáveis, fechar os olhos. E eu vou ler.
para que você escute e você vivencie esse texto. Uma noite eu tive um sonho. Sonhei que estava andando na praia com o Senhor. E através do céu passavam cenas de minha vida. Para cada cena que passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia. Um era o meu e o outro era do Senhor.
Quando a última cena de minha vida passou diante de nós, olhei para trás e notei que muitas vezes no caminho da minha vida havia apenas um par de pegadas na areia. Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiantes do meu viver.
Isso acorreceu-me de veras e perguntei, Senhor, tu me disseste que uma vez que eu resolvi te seguir, tu andarias sempre comigo, todo o caminho.
Mas notei que durante as maiores dificuldades do meu viver, havia na areia dos caminhos da vida apenas um par de pegadas. Não compreendo, Senhor, porque nas horas que mais necessitava de Ti, Tu me deixastes, Tu me abandonastes. Minha preciosa.
precioso filho eu te amo e jamais te deixaria nas horas da tua aprovação e do teu sofrimento quando vistes na areia apenas um par de pegadas foi exatamente aí que eu te carreguei em meus braços poema escrito pela Mary Stevenson e depois revisto pela Margaret Powers
E aqui, só não tô conseguindo voltar. Peraí. Aqui, consegui. Perdoem pelo atraso, perdoem pela emoção. Bom, a gente tá aqui pra se emocionar, né? Agradeço muito. Valnei, me desculpa o atraso. Eu vou fazer o fechamento com o poema pra não atrasar ainda mais. Que é a paz de Jesus.
permaneça em nossos corações, nessa linda noite de outono, aqui nas Américas, e essa linda noite de primavera, aí na Europa. Uma boa noite, um beijo, até breve. Obrigadão, são excelentes reflexões, acho que o pessoal está cheio de coraçãozinho, você está vendo, foi muito gostoso, muito legal mesmo, super obrigado.