Episódios de Podcast caliente

Sacristia

11 de julho de 20269min
0:00 / 9:24

Era pra ser apenas a confissão de um homem arrependido. Mas despertou o desejo de curtir num local sagrado. Se foi pecado, ninguém precisa saber.

Transcrição1 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Podcast Caliente, histórias envolventes que vão aguçar seus desejos. Fui à igreja para me confessar, pois ficou muito tempo não fazia, mas o que menos esperava encontrei. Saí de lá talvez com a lista de pecados ainda maior. A culpa não foi só minha. O Padre Pedro foi o responsável. Só adianto uma coisa: foi muito bom. Quando entrei na igreja, cheiro pesado de incenso e cera de vela impregnou minhas narinas. Me dirigi ao confessionário, pronto para revelar as atitudes que eu julgava ser pecaminosas.

Do outro lado, o Padre Pedro me ouvia pacientemente, me interrompendo bem pouco. Pela divisória de madeira que nos separava, dava para ouvir sua respiração pausada, timbre grave que vibrava no meu peito a cada palavra de absolvição. Eu ainda não tinha visto, mas a voz do padre tava me excitando. Eu falava uma coisa enquanto os pensamentos ficavam desenhando o padre na minha cabeça. Quando terminou a confissão, continuei ali. Queria ver o padre pessoalmente Para saber se ele se parecia com minha fantasia.

Mas para meu azar, a saída do confessionário dava direto na sacristia. Como eu já tava absolvido dos pecados anteriores, resolvi pecar mais uma vez, nem que fosse no pensamento. Aí resolvi ir até ele, não poderia voltar para casa com essa curiosidade. Eu entrei na sacristia e o encontrei de costas retirando a estola roxa com movimentos lentos, precisos. A batina preta delineava com precisão quase pecaminosa o contorno de suas costas largas e a postura ereta.

O corpo atlético parecia lutar contra a rigidez do tecido sagrado. O Padre Pedro tinha 38 anos, a maturidade cravada nos traços firmes do rosto E nos primeiros fios brancos que insistiam em aparecer, contrastando com a pele clara levemente bronzeada. Ao perceber minha presença, ele não se assustou. Virou-se devagar, segurando a estola entre os dedos. Seus olhos profundos e atentos fixaram-se nos meus. O silêncio que se instalou na sacristia tornou-se absoluto.

Quebrado apenas pelo som distante dos carros lá fora e pelo compasso acelerado do meu coração. Ele era mais gato do que eu poderia imaginar. Depois de ouvir minha confissão e absorver meus pecados recém-revelados, ele sabia exatamente o tipo de cara que tava na sua frente. Poderia, se quisesse, me mandar embora, mas para minha sorte A atitude foi outra. Pedro deu um passo à frente. A distância entre nós encurtou para sabermos que havia rolado química entre a gente.

O tesão contrastava com a sacralidade do ambiente, com os cálices de prata reluzindo no armário e as túnicas brancas penduradas. De repente, ele tocou meu queixo, erguendo meu rosto. A pele de sua mão era macia, mas o aperto era decidido. O toque de um homem que sabia exatamente o que queria, despojado de qualquer hesitação. Fechei os olhos e esperei o seu beijo. Nossa, que beijo! A boca dele tinha gosto de vinho de missa e mistério.

A língua dele buscou a minha com intensidade avassaladora. Enquanto suas mãos desciam pelo meu pescoço, mapeando meus ombros com uma urgência possessiva. O roçar de sua barba por fazer contra minha pele desencadeou um arrepio violento que percorreu minha espinha. Sem parar de me beijar, ele me empurrou suavemente em direção à mesa grande que ocupava o centro da sala, usada para estender as vestes litúrgicas. Aí o Pedro desabotoou os primeiros botões da batina com uma pressa controlada, revelando o peito claro, esculpido e coberto por pelos claros que subiam em uma linha contínua até o abdômen.

A visão daquele homem despindo-se da armadura sagrada para se entregar à carne era a coisa mais excitante que eu já tinha visto. Passei a mão esquerda no peito dele, sentindo os músculos tensos e o ritmo acelerado de seu coração. Ele segurou minhas coxas, apertando, marcando território. Cada toque dele era carregado de uma força magnética. Os dedos do Pedro cravavam-se na minha pele, deixando marcas invisíveis de pura possessão.

Com a prece inexplicável, Tiramos a roupa, ficamos pelados um diante do outro. Pau dele já tava duraço, encoberto com a moita de pentelhos, cabeça rosadinha apontando para cima, exibia as gotas de babinha escorrendo. Aí não resisti, me agachei e fiquei lambendo a cabeça do seu pau, sugando a babinha. Depois Fui saboreando cada centímetro do seu cacete. As veias salientes pareciam mapas indicando o caminho que minha língua tinha que percorrer.

O padre gemia revirando os olhos. Dava para perceber que o celibato não era uma prática que ele adotava. Ainda bem. Fiquei mamando o seu cacete até cansar o maxilar. Aí eu pedi para o Pedro se virar de costas e se apoiar na mesa. A bunda carnuda dele, com marca de sunga, revelava o cuzinho peludo e rosadinho. Caí de boca nas preguinhas e fiz o Pedro suspirar. Os gemidos dele ficaram mais intensos, quase um canto gregoriano da safadeza.

Ele esfregava a bunda na minha cara, espalhando o cu no meu rosto. Aí o Pedro abriu mais as pernas e os braços, espalhou o corpo na mesa. Era a senha que eu precisava. Fiquei em pé, passei a pincelar meu pau na portinha do seu cu. Minha babinha ia lubrificando suas preguinhas. Para ajudar, cuspi na mão, passei no seu cu. Aí fui enfiando a pica devagarinho, sem pressa, aproveitando a dilatação do cu do Pedro. Ele gemia mais forte, rangendo os dentes, enquanto meu pau o invadia.

Quando entrou tudo, eu segurei firme pela cintura e passei a socar. O cu dele tava todo entregue a mim. Meu cacete entrava e saía com total domínio. A gente suava muito. O cheiro do suor se misturava ao perfume adocicado do óleo de crisma guardado no armário. A sacristia se transformou no santuário de puro hedonismo. A mesa rangia com o vai e vem dos nossos corpos. Pedro se movia com uma cadência quase ritualística. O compasso de entrega total nos levava ao limite da sanidade.

Aí eu encostei o corpo completamente no dele, meus lábios buscavam o pescoço do Pedro. Eu mordia de leve sua pele, arrancando gemidos dele. Aí eu virei de frente, o deixando defraguaçado, com as pernas erguidas na altura do meu ombro. Soquei o pau de uma vez e acelerei o ritmo. O Pedro quase foi à loucura de tanto tesão. Eu metia e o beijava ao mesmo tempo. O suor colava nossos peitos. O Pedro me abraçou forte, me puxando ainda mais contra ele.

A gente tava a mil. Nessa hora, olhei para o teto alto da sacristia, olhando as sombras dançando nas paredes enquanto a onda inevitável do gozo começava a quebrar sobre a gente. Jesus! E fomos juntos. Um espasmo violento correu por todo o meu corpo. Terminando com a gozada farta no cu do Pedro. Gozei como nunca. Ainda dei mais 3 estocadas no cu dele para não deixar vazar nenhuma gotinha. Ao mesmo tempo, o Pedro jorrava porra com o pau esfregando na minha barriga.

Aí depois ficamos um bom tempo colados, ouvindo apenas o eco da nossa respiração. Transamos diante de imagens sagradas. Não sei se foi pecado, só sei que me aproximou da igreja, pelo menos da igreja do Padre Pedro.

Sacristia | Castnews Index — Castnews Index