Amazônia
O calor da tarde cede lugar ao frescor do rio. Sob o reflexo do pôr do sol, nasce na floresta a conexão de praze. Sintonia inesperada com a natureza de testemunha.
Speaker A
Chico
- Experiências na AmazôniaJornada para a floresta · Contato com a natureza · Chico · Banho no Igarapé · Interação íntima
Podcast Calienta. Histórias envolventes que vão aguçar seus desejos. Nas férias deste ano resolvi fazer um programa diferente. Eu me embrenhei na floresta amazônica. Foram bons dias no meio da selva, em contato profundo com a natureza, sossego total. Minha jornada começou em Manaus. De lá peguei um barco e fui para mata. Nossa, muito incrível! A Amazônia é realmente muito espetacular. No terceiro dia eu já tava bem integrado ao novo ecossistema.
Já tinha feito até um amigo, o Chico. Ele é ribeirinho, cara muito bacana e gato, moreno, cabelo liso. Com traços indígenas, jovem, com muito vigor físico, corpo esculpido na lida diária. No fim do dia, próximo ao espetacular pôr do sol, fomos tomar banho em Garapé. Nos outros dias costumava ir mais gente, aí o banho era com short, mas dessa vez era apenas o Chico e eu. Por sugestão dele, entramos na água pelados. Ele, toda vontade, já foi tirando a roupa assim que a gente chegou em Igarapé.
Nunca imaginei que o short que ele usava nos outros dias era capaz de esconder tanta maravilha. O Chico tem um pau grosso, volumoso, grande, mesmo mole, os pentelhos marcantes revelando a sua floresta particular. O Chico entrou na água, Ficou me chamando. Nessa hora passei um apuro. Quando o vi pelado, meu pau subiu na hora. Tentei enrolar para ver se ele baixava, mas o Chico não tirava os olhos de mim e insistia para eu entrar.
Pensei em banhar vestido, mas aí liguei o foda-se. Na pior das hipóteses, o Chico ia saber do que eu gosto. Tirei a roupa, Me joguei na água também. Aí o Chico soltou um: "Eita, tá animado, hein?" Aí, sem vergonha alguma, olhei para ele e falei que era culpa dele, quem mandava ter um pau tão gostoso. Eu disse isso, mergulhei de uma vez, afundando a cabeça completamente dentro da água. Fiquei um tempo submerso, temendo a reação do Chico.
Quando voltei, para minha surpresa, ele falou que olha que eu nem tinha visto duro. Aí eu me soltei e perguntei como faria para ver. Aí o Chico se aproximou de mim, me beijou, meu corpo ficou colado com o dele. Eu só senti o seu pau endurecer por dentro da água, roçando no meu. Além de gostoso, o Chico tem pegada. Rústico, forte, com as mãos grossas que me apertavam com total domínio sobre mim. Como o trecho que a gente tava não era muito fundo, a água batia na altura da cintura.
Aproveitei para explorar com a boca o corpo liso do Chico. Comecei lambendo e chupando seu pescoço, peitoral, sugando os mamilos. O Chico suspirava. Gemia baixo. O som era abafado pelo canto dos pássaros, nossas únicas testemunhas. Aí o Chico me levou para uma pedra grande, escura, que ficava na margem do Igarapé. Ela estava fria, contrastando com a água morna do rio. Ele se deitou de costas e fui por cima dele. Continuei com a língua explorando seu corpo.
A boca foi descendo pelo abdômen, a virilha, Segurei o seu cacete, que tava parecendo uma marreta de tão duro. Fiquei lambendo suas bolas. Depois fui lambendo da base à cabecinha do seu pau. Eu sugava babinha como um bezerrinho. Depois deixava a pica dele invadir minha boca. Eu mamava com gosto, com prazer. O Chico ficava se contorcendo na pedra, segurando minha cabeça. Conduzindo a mamada. Pô, gostoso, nossa! Depois o Chico pediu para eu ficar de quatro na pedra, abrir bem as pernas, empinei a bunda.
Aí o Chico colocou as mãos pesadas na minha cintura, ficou colocando a pontinha da língua no meu cu. Depois passou a chupá-lo, a lambê-lo, a mordiscá-lo. Ai! Revirava os olhos e delirava de tesão. Ele soube preparar bem o terreno, deixou minhas preguinhas bem molinhas. Aí, do jeito que eu tava, só senti o chego se levantando e pincelando o pau na portinha do meu cu. Safado, foi enfiando a cabecinha, forçando muito a entrada. O pau dele ia me abrindo todo.
Senti meu corpo sendo rasgado por aquele cacetão. Eu serrava os dentes para não gritar. Alheio ao meu sofrimento, Chico não parava de enfiar o pau dentro de mim. Só parou quando entrou tudo. Aí eu fui relaxando para me acostumar com aquela jeba. Meu cu ardia. Aí o Chico pegou um pouco de água com as mãos, jogou na minha bunda Começou a bombar. Nossa, eu vi estrelas! Era um misto de dor e prazer, cada vez mais prazer do que dor.
O Chico socava sem dó, na brutalidade, mas fazia tão gostoso que eu pedia mais e mais e mais. De vez em quando ele tirava quase tudo e me tinha de uma vez. Meu corpo ia todo pra frente, mas o Chico me puxava de volta pra ele. Não sei se era impressão minha, mas parecia que os pássaros cantavam mais, talvez contentes com a nossa foda. Eu tava a mil. O Chico, nem se fala. Me comia com gosto. Sabia explorar os pontos de prazer do meu corpo.
Meu pau não baixou nem uma hora sequer. Eu tava puro tesão. Aí o Chico tirou o pau de dentro de mim e voltou a se deitar de costas na pedra. Dei um mergulho rápido para aliviar a ardência no meu cu. Paciente, Chico ficou me esperando com o cacete na mão apontando para cima. Aí eu fui chegando devagar e me sentando na sua pica. Dessa vez entrou mais fácil. Mas parecia que tinha entrado mais fundo. Eu fiquei praticamente de cócoras com o pau do Chico enfiado em mim.
Aí comecei a quicar na sua jeba. Eu rebolava e subia e descia, subia e descia, subia e descia. Apoiei as mãos nas pernas do Chico, não parava de rebolar e a cavalgar na sua pica. Aí foi me dando vontade de gozar. Nessa hora comecei a quicar mais forte, mais rápido. Minha bunda batia forte na virilha do Chico. Foi tão prazeroso que gozei sem tocar no meu pau. Foi só o estímulo do cacete dele em mim. Minha porra saiu com tanta força, foi direto no peito do Chico.
Safado passou o dedo no leitinho, começou a chupá-lo. Tava lambendo toda minha porra. A cena foi tão prazerosa para mim que, mesmo com as pernas bambas, voltei a ficar mais rápido de novo. Se demorasse um pouco mais, era capaz de eu gozar de novo. Mas dessa vez, gozo forte veio do Chico. Ele explodiu dentro de mim. Só senti um jato forte invadir por dentro. Cara, gozou demais! Que estoque de leite ele tinha! Puta que pariu! Depois a gente voltou para o rio.
A água tava mais gostosa, o sol praticamente se despedia, deixando o céu num dourado incrível refletindo na água.