Sebo
Um coroa seguro de si e dominador não há como resistir. O ambiente acolhedor faz o contato ser uma explosão de prazer. Se entregar é obrigação.
Carlos
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- Encontro inesperadoCarlos · Livraria escondida · História e poesia clássica · Atração e dominação
Podcast Caliente: histórias envolventes que vão aguçar seus desejos. O cheiro de papel antigo preenchia o ar da livraria escondida no casarão antigo. Eu caminhava entre os corredores estreitos cercados por paredes que iam do chão ao teto, repletas de livros esquecidos. Foi no setor de história e poesia clássica que encontrei o Carlos. Ele é um homem imponente, claramente acima dos 60 anos. Corpo gordo, robusto, com uma presença física maciça que preenchia o espaço de forma acolhedora.
A barba densa e grisalha emoldurava o rosto de traços expressivos, com óculos de leitura descansando na ponta do nariz. Quando nossos olhos se cruzaram por cima de um livro aberto, Notei imediatamente a mudança em sua postura. A imponência deu lugar a uma vulnerabilidade latente. Carlos abaixou a cabeça sutilmente, os olhos brilhando por trás das lentes, como uma mistura de reverência e expectativa. Eu aproximei devagar, estreitando o espaço entre nós naquele corredor isolado.
Parei bem diante dele, sem pressa, Estendi a mão, toquei a sua barba macia, sentindo os fios espessos entre os meus dedos. O toque fez com que ele soltasse um suspiro pesado, o peito largo subindo e descendo com força. Carlos fechou os olhos por um segundo, saboreando a minha aproximação, antes de abri-los novamente, totalmente focado em mim. Com pressão firme no seu queixo, Fiz com que ele desse um passo para trás. As costas dele tocaram um estante de madeira que rangeu de leve, mas o recuo durou apenas um instante.
O brilho de hesitação em seus olhos desvaneceu, substituído por uma intensidade súbita e firme. Antes que eu pudesse ditar o próximo movimento, as mãos grandes e pesadas do Carlos subiram, segurando os meus braços com uma força impressionante, congelou a minha ação no ar. Ele deu um passo à frente, anulando o espaço que havia tentado impor, invertendo as posições com uma autoridade natural. Agora era eu quem estava pressionado contra a estrutura de madeira, encurralado pela sua presença maciça.
Carlos tirou os óculos de leitura com uma das mãos, deixando-os de lado sem desviar os olhos dos meus. Revelando um olhar maduro, focado e completamente dominador. A barba densa e grisalha roçou a minha bochecha quando ele aproximou o rosto. A mão dele desceu pelo meu pescoço, os dedos grossos apertando a minha nuca com firmeza, prendendo-me ali. O corpo dele colou-se ao meu, me cobrindo inteiramente com seu peso e calor. Senti a rigidez de seus músculos pressionar o meu quadril, uma afirmação clara de sua masculinidade ativa.
Sem pedir licença, a boca do Carlos encontrou a minha. O beijo foi direto, vigoroso e carregado de uma urgência madura. A língua dele invadiu a minha boca com propriedade, ditando um ritmo forte e possessivo que me fez perder o fôlego. Eu tentei corresponder, mas ele controlava cada milímetro do movimento, segurando a minha cintura com a outra mão e me puxando para cima. Cheiro de papel antigo misturou-se ao perfume da pele dele, tornando a atmosfera do corredor sufocante e irresistível, enquanto eu me via inteiramente dominado pela força daquele homem.
Aí o Carlos tirou a minha roupa, me deixou completamente ilusão. Começou a devorar meu corpo, primeiro com a boca, lambendo cada pedaço do pescoço até minha barriga. A barba fazia cócegas, me deixou todo arrepiado. Carlos se agachou, segurou meu cacete e começou a mamá-lo. A experiência de fazer meu pau deslizar na sua boca sem contato com os dentes que eu só sentia nas leves mordiscadas que ele dava no meu pau. Depois, o Carlos me virou de costas, pediu para eu abrir as pernas.
Ele puxou meu pau para trás e voltou a chupá-lo, só que dessa vez alternando com as linguadas no meu cozinho. Eu via estrelas. Caraca, era muito bom! Carlos ficou tanto tempo chupando minha pica e meu cu Meu cuzinho já tava todo mole. Aí ele tirou a roupa e mandou eu mamá-lo. Cacete grosso, firme, cabecinha rosada, formato de cogumelo, coberto de pentelhos brancos. Delícia demais! Eu sugava a babinha doce e mamava o seu pau com gosto.
Eu chupava e já imaginava invadindo meu cu. Carlos pareceu ler meus pensamentos. Ele mandou me apoiar na mesinha, ficando praticamente de quatro, e veio por trás. Dominador, segurou minha cintura, começou a forçar a entrada do meu cu. A cabeçona tava difícil de passar. Eu gemia, rangendo os dentes, fazendo força para aguentar. Quando passou a cabeça, senti meu cu se abrindo todo. Era ardência do prazer. Aí o Carlos não teve dó, socava fundo, forte, com domínio.
A barriga dele ficava batendo na minha bunda. Eu queria gritar, mas tinha que ser discreto para não chamar atenção alheia ao meu sofrimento. Carlos socava, socava e socava, parecia um animal. De vez em quando dava uns tapão na minha bunda. Deixando as marcas dos seus dedos. O pau do Carlos entrava tão gostoso, me fez gozar sem eu tocar no meu. Só senti minha porra saindo quente e caindo no chão. Enquanto gozava, eu contraí o cozinho fazendo pressão no pau do Carlos.
O movimento foi tão bom para ele que logo o Carlos gozou. E como gozou! Encheu meu rabo de leitinho. Nossa! Como foi bom! Mesmo gozando, Carlos ainda continuou metendo. Só parou quando saiu a última gotinha, que ele fazia questão de empurrar para dentro de mim. Eu fiquei de pé nas bambas, me segurando para ficar em pé. Depois nos vestimos e limpamos a bagunça. Eu queria conhecer mais sobre ele, mas aí o seu telefone tocou. Era da escola do Neto avisando para o Carlos ir buscá-lo. Ele saiu apressado, nem deu tempo de passar o seu contato.