Episódios de Podcast caliente

Pressão

15 de agosto de 202610min
0:00 / 10:06

Uma aula particular. Um mestre faixa-preta. E um iniciante prestes a descobrir que, no tatame, alguns golpes despertam mais que o corpo. Quando o treino perde o controle, a rendição se torna inevitável.

Assuntos4
  • Atos Sexuais· SociedadeSexo oral·Sexo anal·Posição Frango Assado·Ejaculação·Fred
  • Intensidade do Treino· SaudePerda de controle·Desejo sexual·Ereção·Fred
  • Relação Professor-Aluno· EducacaoBeijo inesperado·Entrega e rendição·Exploração corporal·Fred
  • Jiu-Jitsu· EsportesPrimeira aula particular·Fred·Posições fundamentais·Contato físico
Transcrição1 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Podcast Calienta, histórias envolventes que vão aguçar seus desejos. Cheguei animado para minha primeira aula de jiu-jitsu. O tatame tava vazio, iluminado pelas lâmpadas brancas do teto. Como era a primeira, foi uma aula particular. Apenas eu e o Fred, o mestre. Ele deve ter pouco mais de 40 anos, alto, forte sem exagero, com barba curta e alguns fios grisalhos que tornavam sua expressão ainda mais marcante. A faixa preta envolvia a cintura estreita, destacando o volume dos braços, peito largo e a firmeza das pernas.

Vestia um kimono emprestado, um pouco grande nos ombros, e tentava aprender a faixa branca seguindo um vídeo que tinha assistido antes de sair de casa. A demonstração das posições fundamentais, a troca de olhares trouxe um sorriso de canto sutil, discreto, mas suficiente para acelerar o pulso. Fred puxou a guarda fechada, levando o treino para o solo numa queda suave, mas de uma proximidade avassaladora. O peso do corpo dele, embora controlado com maestria, tornou-se uma presença física impossível de ignorar.

O calor que emanava daquele peito contra o meu, o ritmo pausado da respiração roçando meu pescoço, transformara a aula em um jogo silencioso, O ajuste do quadril veio com o passar da perna por cima da cintura. A firmeza das coxas dele prendendo meu corpo enviou um arrepio direto pela espinha. Nossos rostos permaneceram a poucos centímetros de distância, revelando as pequenas gotículas de suor na linha da testa dele. Depois a gente se levantou.

Fred parou diante de mim e observou o nó desajeitado da minha faixa. Aí ele pediu que eu levantasse os braços. Fiquei imóvel enquanto ele desatava minha faixa. Seus dedos trabalharam devagar, passando o tecido ao redor da minha cintura. Quando ele puxou as duas pontas para ajustar, fui levado alguns centímetros em sua direção. Ele refez o nó Ele manteve as mãos na minha cintura por um instante a mais do que eu esperava. Disse que agora eu tava pronto.

A aula seguiu. Fred demonstrava cada exercício com uma segurança quase hipnótica. Havia alguma coisa especialmente sensual na maneira como ele controlava o próprio corpo, a flexibilidade dos quadris, a força das mãos. A naturalidade com que se ajoelhava e se levantava. Ele pediu que eu me deitasse. Obedeci. Fred se ajoelhou entre as minhas pernas para demonstrar a posição da guarda. Suas mãos seguraram meus joelhos e os abriram lentamente.

Depois orientou que eu envolvesse sua cintura com as pernas. Hesitei. Ele percebeu Disse que eu precisava perder o medo do contato. No jiu-jitsu, explicou, o corpo era uma ferramenta. Precisávamos entender a pressão, o peso e a intenção do outro. Aí passei as pernas ao redor dele. Quando cruzei os tornozelos atrás de suas costas, ele avançou. Seu corpo desceu sobre o meu, firme e quente. O peito dele pressionou o meu. A barba roçou de leve minha bochecha quando ele aproximou o rosto para explicar onde eu deveria colocar as mãos.

Caraca, tive uma ereção na hora! E na posição que eu tava, não tinha como esconder. Fiquei constrangido por não conseguir segurar o tesão. Aí o Fred perguntou se tava tudo bem. Respondi que sim, embora minha voz tivesse saído baixa. Ele notou meu pau duro, aí se levantou. Eu não sabia onde enfiar a cara. Quando ele se virou para mim, disse que o jiu-jitsu é excitante mesmo e sorriu. Eu já ia pedir desculpas, mas aí o Fred disse que me ensinaria algumas posições que exigiam ainda mais contato.

Pediu para eu me levantar e me agarrou e puxou pela faixa Me beijou. Não tive tempo de reagir, só me entreguei. Ele abriu o kimono e jogou no tatame, deixou à mostra o peitoral liso com algumas gotas de suor. Eu não perdi tempo e comecei a beijar o seu pescoço e descer com a língua até seu peito, que eu lambia passando a língua nos mamilos e arrancando suspiros do Fred. Fui me agachando, saboreando o abdômen esculpido. Puxei a sua calça para baixo e o deixei só de cueca branca.

O pau dele marcava bem a cueca, tava a ponto de sair. Dá para ver que era grosso. Quando eu puxei a sua cueca, o cacetão saltou na minha cara. Nossa, parecia uma escultura! Devia ter uns 19 cm. Veíudo, reto, para cima, babão. Salivei. A babinha doce tava temperada com salgadinho do suor, o sabor agridoce que encheu minha boca de água. Dava gosto mamar aquele cacete que mal cabia na boca. Eu engolia até onde dava. O pau dele preenchia toda a minha boca.

De vez em quando lambia suas bolas e ficava esfregando a pica dele na minha cara, sentindo a sua força. Aí o Fred pediu para eu me levantar. Num golpe de jiu-jitsu me jogou no chão, com cuidado, é claro. Ele ficou completamente em cima de mim. Caí com as pernas abertas e o corpo dele completamente encaixado no meu. O Fred tirou meu kimono Depois tirou minha calça com cueca e tudo, passou a lamber meu corpo que já tava todo arrepiado.

Eu senti a sua língua umedecer minha pele. Depois segurou meu cacete e caiu de boca. Mamou menos do que eu esperava. Em compensação, quando levantou minhas pernas, devorou meu cu com a boca. Eu vi estrelas com suas linguadas. Ele lambia, chupava minhas preguinhas, mordiscava minha bunda, me levava à loucura. Eu segurava sua cabeça meio que guiando o cunhete. Que fome que ele tava! Meu cu chega, ficou mole, pronto para sentir sua jeba.

Aí o Fred cuspiu na mão, passou no pau e depois no meu cuzinho, levantou minhas pernas Começou a enfiar a cabecinha. Depois de tantas chupadas, meu cu não ofereceu resistência. O seu pau entrou fácil, me rasgando, mas sem obstáculos. Eu abri os braços, inclinei a cabeça para trás. O Fred abriu minhas pernas e aí segurou pelo calcanhar. Aí passou a socar fundo em mim. Eu gemia. Suspirava, delirava de tanto tesão. Ele me comia gostoso, sem contar que era minha posição favorita, frango assado.

Pau dele fazia festa no meu corpo. Depois ele me colocou de 4. Fred ficou de joelhos no tatame, segurou pela cintura, socou de uma vez. Meu corpo foi para frente. Caralho, parecia que um torpedo tinha me atingido. Serrei os dentes para não gritar. Alheio à minha dor, o Fred não parou de meter. Ainda bem. Logo a dor deu lugar ao prazer. Pau dele entrava e saía liberando endorfina. Eu tava anestesiado, rendido, um sorriso no canto da boca.

Puta que pariu, que tesão! Quando o Fred rebolava o corpo mexendo o pau em várias direções no meu corpo, revirava os olhos, gemia mais forte, pedia mais e mais e mais. Tesão tava me consumindo. Foi tão forte que gozei sem tocar no meu pau. Fred metia em mim enquanto meu pau Jogava porra farta no tatame. Meu corpo amoleceu todo, desabei no tatame, que fez minha bunda ficar ainda mais empinada. Aí foi a vez do Fred e a loucura socou ainda mais, ainda mais forte, ainda mais gostoso.

Eu senti a minha bunda bater nos seus quadris quando meu corpo ainda absorveu o tesão do pau dele. Um jato quente de porra explodiu dentro de mim. Fred gozou fartamente. Para esvaziar o cacete, deu mais 3 estocadas em mim até sair a última gotinha de porra. Saí da academia com os músculos doloridos, a pele quente e a sensação das mãos dele ainda marcada na minha cintura. A segunda aula foi dali a 2 dias.

Pressão | Castnews Index — Castnews Index