Maré Latina
Um encontro inesperado pelas ruas de Barcelona muda os planos de uma viagem. Sob a lua cheia, dois desconhecidos se deixam levar pela atração. Entre o sal do mar e o calor dos corpos, o desejo avança como uma maré. E não há como escapar.
Podcast Calienta, histórias envolventes que vão aguçar seus desejos. Eu estava há 2 dias em Barcelona, tirei 10 dias de férias para fazer turismo, mas principalmente praticar o espanhol. Ficava todo animado quando interagia com nativos, desenrolando minha língua. Aí, passeando por Las Ramblas, vi uma pequena multidão sorridente e aplaudindo um artista de rua que dava um showzinho. O curioso é que a maioria do público era espanhol, não turistas.
Só por esse detalhe resolvi apreciar a cena. De repente, alguém toca no meu ombro e começa a falar comigo em inglês. Não dei muita bola, já imaginei que era um daqueles estadunidenses que acham que todo mundo fala inglês, mas ele insistiu agora falando em italiano. Ao certo, ele julgou que eu era turista. Aí cansei de bancar o difícil e olhei para trás para ver o que o desesperado queria. Nossa, a visão poderia ser melhor! O insistente tinha pouco mais de 20 anos e um corpo atlético sem parecer construído em academia.
Era alto, de ombros largos, cintura estreita e músculos definidos com naturalidade, como resultado de esporte ou trabalho físico. Os cachos castanhos caíam sobre a testa, destacando as sobrancelhas grossas, o nariz reto e a boca carnuda. Parecia o Davi de Michelangelo. Diante dessa obra de arte, minha antipatia foi-se embora. Resolvi conversar em inglês, já que não fala italiano. Ele se chama Giovanni, tinha ido à Espanha pela primeira vez.
Como não falava espanhol, resolveu recorrer a mim para ajudá-lo a percorrer alguns destinos de Barcelona. Curioso, perguntei porque ele veio até mim falando inglês. Aí ele disse que tinha me visto no hotel falando em inglês ao telefone no café da manhã. Quando saiu para passear e me encontrou parado na rua, resolveu pedir ajuda. Para minha sorte, ele tava hospedado no mesmo hotel que eu. Aí não tive como, por ele mudei os planos de só interagir com os espanhóis.
Passamos o resto do dia passeando. Além de gato, o Giovanni é muito inteligente e boa companhia. A gente falava de tudo. Até arrisquei algumas palavras em italiano aprendido nas novelas, mas descobri que muitas palavras eram em italiano só de novela mesmo. O Giovanni ria muito de mim. O dia foi tão bom que não me dei conta do horário. De repente era noite, que tava até um pouco quente para os padrões europeus. Lua cheia. Aí resolvemos caminhar na praia.
Andamos tanto que fomos parar numa parte deserta, longe do movimento da cidade. O Giovanni tirou a camiseta e a calça e entrou no mar só de cueca branca. No começo, fiquei só olhando. Que cara gostoso! O Giovanni saiu da água e o seu corpo brilhava sob a lua. Gotas de água percorriam o peito firme, se perdiam no abdômen esculpido. Os cabelos encaracolados, encharcados, caíam de maneira indisciplinada sobre a testa. A cueca branca dele, ensopada, moldava-se ao quadril estreito e às coxas fortes.
A cada passo, a água se abria ao redor de suas pernas, deixando para trás pequenas explosões de espuma. Meu pau reagiu na hora. Ficava mais difícil ficar só de cueca e entrar no mar também. Mas aí o Giovanni chegou perto de mim, chamou para acompanhá-lo. Não tinha como negar. Tirei a roupa, fiquei só de cueca. Meu cacete estava duraço, quase saindo para fora. O Giovanni olhou para mim com aqueles olhos cor de mel e soltou um: Mamma mia, mas se uniu no espetáculo!
Todo envaidecido, respondi: Tuci, que sei uno. Ele riu da minha pronúncia e puxou pelo braço e levou até o mar. Mal a gente entrou na água, o Giovanni me abraçou e me beijou. Por essa eu não esperava. Foi um beijo daqueles molhado, tesudo, quente, latino. A gente em pé, abraçado, e as pequenas ondas quebrando nas nossas costas. Nossos paus se tocavam, acariciando-se mutuamente. Depois eu passei a lamber o pescoço de Giovanni, peitoral, os mamilos.
O gosto de sal temperava ainda mais o tesão. Ele gemia e virava os olhos. Eu desci minhas mãos para apertar a sua bunda durinha. Depois enfiei a mão esquerda na cueca dele. Fiquei alisando seu pau. Na hora nem pensei na possibilidade de aparecer alguém. Aí eu me agachei, baixei a cueca do Giovanni, segurei firme seu cacete com a mão esquerda e fiquei lambendo a cabecinha da sua pica. Com a mão direita eu segurava sua bunda, mantendo o seu corpo perto do meu.
O salgadinho do mar se juntou ao salgadinho da babinha do seu cacete. Banquete do prazer. Depois eu virei de costas e fiquei lambendo a bunda dele, abri o cuzinho dele e passei a linguá-lo. O Giovanni foi à loucura, disse que nunca tinha sido linguado antes. Aí eu caprichei, passava a língua em todas as direções, chupava o reguinho, mordiscava sua bunda. Preparei bem o terreno. Depois voltamos para praia, espalhamos nossas roupas para servir de proteção contra a areia e nos deitamos em cima.
Giovanni se deitou de bruços e eu me deitei sobre ele, encaixando bem nossos quadris. Ele empinou um pouco a bunda e eu comecei a meter o cacete nele. O sal criou um certo atrito que logo foi superado pelo tesão. Meu pau entrou fundo, entrou gostoso. O Giovanni gemia com sotaque gostoso. Depois eu fui ficando de joelhos e erguendo o corpo do Giovanni. Ele ficou de 4. Eu segurei pela cintura, passei a macetar o seu cuzinho. O barulho das estocadas se confundia com o do mar.
A energia era a mesma. Por explosão de tesão. Meu pau entrava e saía amolecendo as preguinhas do seu cu. O Giovanni gemia cada vez mais, insaciável, pedia para eu não parar de meter. Aí começamos a ouvir vozes ainda longe, mas foi suficiente para nos apressar. Passei a socar cada vez mais rápido. O perigo tornou tudo mais excitante. Empolgados e cheios de tesão, gozamos juntos. Eu dentro de Giovanni, que gozou sem pegar no pau.
Foi um gozo farto, magistral, com a praia iluminada ao fundo e o luar refletido no mar. Aí a gente se vestiu com pressa. Ainda bem, porque em pouco tempo fomos alcançados por um grupo de amigos Provavelmente voltando da balada. Pegamos um carro por aplicativo e fomos para o hotel. Foram dias intensos, cheios de prazer.