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Frequência

01 de agosto de 20268min
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Na madrugada silenciosa de uma rádio, a primeira visita ao estúdio ganha outra frequência. Entre microfones, vozes graves e toques discretos, a tensão cresce dentro da cabine. A luz de "No Ar" permanece apagada, mas o desejo não. Uma estreia impossível de esquecer.

Assuntos2
  • Convivência presencial e intimidadeTensão sexual · Desejo e medo · Exploração física
  • Produção de Rádio Remota e Home StudioO Senhor dos Anéis · Transmissão ao vivo · Cabine de rádio
Transcrição1 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Podcast Caliente, histórias envolventes que vão aguçar seus desejos. Era minha primeira vez em um estúdio de rádio. A transmissão ao vivo já passava das 2 da manhã e a rádio operava no modo automático. O Jaime, locutor, Me recebeu sozinho, com a camisa escura aberta no primeiro botão e uma voz ainda mais grave que parecia no ar. Ele é um homem negro, na casa dos 40 anos, responsável pela programação musical da madrugada. Corpo atlético, ombros largos e braços fortes.

Seus cabelos eram trançados em dreadlocks curtos que molduravam o rosto de traços marcantes maxilar firme. Ele explicou como funcionava os microfones, a mesa de som e a luz vermelha que indicava quando estávamos ao vivo. Enquanto ajustava meus fones, ficou atrás de mim. Seus dedos tocaram minhas orelhas e desceram lentamente pelo cabo até a minha nuca. Com voz marcante, disse que eu precisava relaxar. Nossa, me arrepiei todo! A cabine era pequena, fechada e fria, mas o corpo dele perto do meu produzia um calor difícil de ignorar.

Aí o Jaime se sentou ao meu lado, tão próximo que nossas pernas se encostavam sobre a mesa. Sempre que se inclinava para mexer nos controles, seu braço roçava o meu. Aí ele perguntou se eu queria falar no microfone. Eu tava no misto de vontade e medo. Vontade de aproveitar a oportunidade, mas morrendo de medo de falar besteira. Todo mundo ouvindo o rádio. Diante da minha hesitação, o Jaime foi logo dizendo que o som não ia sair da cabine, ninguém iria ouvir.

Aí respirei aliviado e topei. O Jaime cobriu minha mão com a dele e puxou um pouco mais para perto do microfone. Sua boca ficou junto ao meu ouvido. Enquanto dizia para eu respirar e deixar as palavras saírem sem medo. Tentei ler o texto que ele me deu, mas senti o seu polegar fazendo movimentos lentos sobre os meus dedos. Minha voz falhou. Ele sorriu. Depois ele retirou meus fones e perguntou se eu tava nervoso. Respondi que a cabine era apertada demais.

Aí ele olhou ao redor e disse que nunca tinha achado Tinha espaço suficiente. Aí ele se levantou e veio na minha direção. O perfume, a barba rente e o calor de seu peito tomaram todo o espaço. Nossos rostos ficaram próximos. Aí ele perguntou se eu queria continuar. Eu sabia que ele não tava falando apenas do uso do microfone. Confirmei com a cabeça, seguro de si. O Jaime me abraçou, me beijou. O beijo foi intenso, voraz e dominador.

Eu me arrepiei por completo, soltando um gemido mudo. Abri bem a boca, permitindo que a língua dele explorasse cada pedaço da minha boca. O calor que emanava dele parecia se acumular naquele espaço fechado, tornando o ar pesado de desejo. O Jaime tirou minha camisa e foi beijando meu corpo. Começou pelo pescoço, peitoral, lambendo meus mamilos. A língua dele veio passeando por minha barriga, deixando o rastro de saliva. Eu abri mais as pernas e o Jaime foi se agachando, se encaixando em mim.

Depois abriu minha calça e a tirou. Fiquei só de cueca branca. O pau duraço tava a ponto de sair para fora. O Jaime ficou segurando meu cacete e passou a mordiscá-lo ainda dentro da cueca. Meu pau babava de tanto tesão. Aí ele puxou minha pica para fora, ficou lambendo a cabecinha babona. O Jaime sugava meu cacete como um bezerrinho mamando. Engolia minha pica até sentir minhas bolas baterem no seu queixo. Ele me mamava, me punhetava.

Eu arqueava o corpo na cadeira giratória e gemia de tesão. Os microfones estivessem abertos, seria audiência mais picante que aquela rádio já viu. Ainda bem que não tava. O Jaime se levantou, tirou a roupa, ficou completamente nuzão na minha frente. Que homem gostoso! O pau nem se fala. Grosso, veiudo, pesado, para cima, saco grande, depilado. Salivei. Aí eu puxei pela cintura e caí de boca no seu cacete. Dava gosto mamá-lo. Pau dele enchia minha boca de água e de desejo.

O Jaime segurava minha cabeça e fodia minha boca. Eu me engasgava às vezes, mas não parava. Eu babava de tanto tesão. Aí o Jaime pediu para eu me levantar, me apoiei na parede de vidro perto do letreiro escrito No Ar. Ele veio por trás de mim, abriu minhas pernas, ficou pincelando o pau na portinha do meu cu, abriu a mochila, pegou um tubo de gel, passou no pau e no meu cu. O Jaime me abraçou Começou a lamber minhas orelhas e foi enfiando o cacete devagar.

Senti cada preguinho do meu cu se abrindo, dando passagem àquela jeba gostosa. Eu rangi os dentes para não gritar. Calibre grosso do cacete tava me rasgando. Aguentei firme. Aí ele passou a meter, a socar fundo, a macetar meu rabo. Meu corpo ia para frente e para trás, pressionado entre a parede e o seu corpo forte. Eu tava entregue, tava rendido. O Jaime me comia com vontade. Suor pingava nos nossos corpos, apesar do ar-condicionado ligado.

Pois o Jaime se sentou na cadeira, me pediu para sentar nele de costas. Ele abriu as pernas, ficou segurando o cacete. Encaixei a bunda no seu pau, me sentei de uma vez. O pau dele deslizou fácil no meu cuzinho. Aí fiquei rebolando e apertando o seu pau com a força da minha bunda. O Jaime gemia, revirando os olhos de tesão. Ele me segurou pelas pernas e levantou meu corpo. Com a força do braço, ficou me levantando e baixando, comandando o ritmo das socadas.

Minha bunda ficava batendo nas suas coxas, meu pau ficava subindo e descendo batendo nas minhas pernas, que já estavam ficando bambas. Aí eu peguei no meu pau para bater uma, nem precisou. Quando toquei no meu cacete, gozei na hora. Minha mão serviu só para segurar a porra, impedir que ela caísse na mesa de som. Foi tanto leitinho que encheu minha mão. Aí o Jaime pediu para lamber meus dedos lambuzados de porra. Eu virei um pouco o corpo e coloquei os dedos na sua boca.

Enquanto ele lambia meus dedos, gozou fartamente em mim. Senti a explosão do jato invadir por dentro. O Jaime esvaziava o cacete no meu cu ao mesmo tempo que engolia toda a porra do meu pau. Depois eu me levantei, mas mal conseguia ficar em pé. As pernas bambas me impediam. Me apoiei na mesa de som, me vesti. O Jaime fez o mesmo. Na rádio tocava aquelas músicas românticas da madrugada. Não me lembro qual exatamente, só nunca esqueci minha primeira vez no microfone profissional.

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