Desvio
Quando o acaso uns duas pessoas na penumbra, as regras do lugar deixam de existir. O desejo fala mais alto, a pele esquenta e a noite ganha outro rumo.
- Sexo, Fetiche e IntimidadeSexo oral · Penetração anal · Orgasmo mútuo
- Intimidade e paixãoDesejo e pele · Beijos e toque · Corpos nus
- Eventos CulturaisAcesso de serviço · Mapas de som e ventilação · Área de testes de iluminação
Podcast Calienta, histórias envolventes que vão aguçar seus desejos. Eu não tinha planejado me perder naquela noite. A cidade estava úmida, brilhando sobre as luzes dos prédios. Caminhava devagar até o acesso de serviço de um antigo galpão agora transformado em centro cultural. No alto, telas exibiam mapas de som e gráficos de ventilação. No chão, marcas antigas de tinta ainda apareciam no concreto polido. Um cheiro leve de metal aquecido e café frio ficou comigo enquanto eu entrava.
O Rafa já tava lá quando cheguei. Ele é negro, 32 anos, postura calma, como quem não precisa provar nada ao mundo. Não era a primeira vez que eu o via por ali, mas aquela noite tudo parecia mais próximo. Ele segurava uma chave magnética e um pequeno tablet. Eu notei como os dedos dele eram firmes e cuidadosos ao mesmo tempo. Me aproximei do corredor lateral onde ficava uma área reservada para testes de iluminação e projeções. Ninguém trabalhava naquele horário, mas o sistema permanecia ligado em modo de segurança.
As lâmpadas mudavam de temperatura de cor lentamente: azul, depois âmbar, depois um tom quase dourado. O Rafa me olhou de um jeito que dispensava explicações e eu entendi. Aí eu fui até sua direção. A porta de vidro do compartimento tava destrancada. A parede tinha marcas de instalação antiga, cabos organizados e suportes metálicos. O Alpha aproximou o rosto do meu devagar. Eu senti o calor da pele dele antes de qualquer gesto mais íntimo.
Eu toquei a mão dele e senti a firmeza dos seus dedos. A sensação da palma, do pulso, deixou meu corpo acordar inteiro, principalmente meu pau. As minhas costas encostaram na parede do compartimento e as luzes por um instante pareceram pulsar junto com meu coração. O clima foi esquentando. Aí eu tirei a camisa e joguei no chão. Ao mesmo tempo, o Rafa fez o mesmo e deixou à mostra peitoral liso, os braços fortes, corpo torneado, o kit tesão completo.
Eu me atraquei nele, nos beijamos. Nossas bocas se invadiam com fome animal, o roçar de línguas que ativava todas as sinapses do cérebro. Aí eu virei o Rafa de costas e abracei por trás. Esfregava meu corpo no dele enquanto beijava o seu pescoço, a orelha, arrancando suspiros dele. Depois fui abrindo o zíper da sua calça para deixá-lo nu. Quando a calça caiu, ficou à mostra só cueca branca destacando no corpo negro, a bunda grande, dura, gostosa.
Eu tirei a cueca do Rafa e me agachei linguando seu cozinho peludo. Ele se arrepiava todo. O Rafa gemia, esfregava o rosto na parede de concreto. Aí comecei a brincar com os dedos. Coloquei um, depois dois, três, sentindo as preguinhas abrirem e a carne quentinha e molhada dentro do rabo. Queria saber como ele reagiria. O Rafa delirava de tanto tesão. Aí enfiei o quarto dedo, alargando bem o seu cu. O Rafa ficou mordendo os lábios, o suor pingando na testa.
Ele tava curtindo as dedadas, ficou rebolando para sentir meu toque mais fundo. Para minha surpresa, pediu para eu tentar enfiar a mão toda. Aí fui com os 5 dedos afundando a mão. As preguinhas estavam todas esticadas, pau dele tava duro feito pedra. Não cheguei a enfiar o braço, só a mão, o suficiente para deixar o cuzinho dele relaxado e aberto, pronto para o meu cacete. O Rafa se apoiou na parede, abriu os braços, empinou a bunda na minha direção.
Como o cuzinho já tava no ponto, enfiei a pica de uma vez. Não houve resistência, entrou fácil até, mas com a profundidade da estocada, o Rafa soltou um berro, mordendo os lábios E fechando os olhos. Cozinho quente, macio, era um banquete para o meu cacete faminto. Eu metia sem dó, do jeito que ele queria. Eu segurava pela cintura para meu pau ir mais fundo a cada estocada. Minhas bolas ficavam batendo na sua bunda. O Rafa pedia mais e mais pica, queria ser arrombado de prazer.
Pois eu pedi para ele se deitar no chão de barriga para cima. Eu abri as suas pernas, encaixei meu corpo no dele, passei a comer um de frango assado olhando bem nos seus olhos. Os corpos bem colados, minha pica entrava e saía arrancando gemidos do Rafa. Sem parar de socar no rabo dele, comecei a punhetá-lo. A pica toda babona foi lambuzando minha mão. Ficou macio, ficou gostoso do Rafa. Queria passar o resto da noite socando nele, mas o tesão era tão grande que o Rafa gozou jogando porra no meu peito.
Ele contraía todo o corpo, principalmente o rabo. As contrações foram tão fortes no meu pau que gozei no mesmo instante. Explodi dentro dele. Meu pau ficou pulsando no seu cuzinho. Aí eu desabei sobre o Rafa. E o beijei. O suor misturado de porra nos grudou mais ainda. Aquele pedaço do galpão cheirava sexo, era nosso cheiro dominando o lugar. Como o dia ainda ia demorar para chegar, nosso descanso foi bem curto. Outra rodada de sexo aconteceu, mas aí é outra história.