Engano
Um erro bobo provocado pelo estresse leva a uma experiência inesquecível. O vizinho gostoso se revela um parceiro tesudo e proporciona momentos de intenso prazer.
- Saude SexualPrazer e desejo · Atos sexuais
- Encontro inesperadoVizinhança e amizade · Atração física
- Engano no apartamento
Podcast Calienta. Histórias envolventes que vão aguçar seus desejos. O estresse nos obriga a fazer tanta coisa que sem ele seria impensável. Dia desse, errei meu próprio apartamento e entrei no do vizinho. Eu tinha tido um dia de cão no trabalho. Voltei para casa no modo automático. Como moro no terceiro andar, sempre vou de escadas.
Estava tão distraído que subia até o quarto andar. Caminhei pelo corredor e fui até o final, na direção do meu apartamento. Quando peguei a chave para abrir a porta, notei que ela estava destrancada.
Achei que meu colega de quarto tinha chegado mais cedo e esquecido de trancar a porta. Quando entrei, notei o engano. Era o apartamento do vizinho. O pior é que eu nem sabia quem era. Quando abri a porta, dei de cara com ele sentado no sofá, só de cueca branca, lendo um livro e tomando vinho. O susto foi de ambos. Envergonhado, fui logo saindo e pedindo mil desculpas.
Mas aí meu vizinho falou para eu relaxar, que estava tudo bem. E ainda me convidou para acompanhá-lo no vinho. Ainda pediu desculpas por estar sem roupa. Aí foi minha vez de dizer para ele relaxar. Afinal, ele estava na sua própria casa. Tanta simpatia é porque ele tinha se mudado há pouco tempo para o prédio e estava querendo fazer amizades.
Aí eu não quis ser antipático, apesar do meu humor não estar no melhor dos dias, e aceitei o convite. Mas calmo, fui reparando nos detalhes do novo vizinho. Ele é branco, da minha altura, um ano mais novo do que eu, barba bem feita, olhos claros, peitoral peludo, magro definido, sedutor e muito tesudo.
Começamos pouco. Com a ajuda do vinho, fomos ficando cada vez mais desinibidos. Por estar só de cueca, ficou evidente o tesão que ele estava sentindo. Mesmo tentando disfarçar, dava para ver o pau dele crescendo e querendo sair da cueca. Sentados no sofá, a gente não tinha muito espaço entre nós. E eu estava querendo muito mais do que só fazer a política da boa vizinhança.
Sentindo o clima que estava pintando entre a gente, me aproximei mais dele, coloquei a mão esquerda na sua perna direita, olhei bem nos seus olhos e o beijei. O toque de línguas foi demorado e com sabor de vinho, inebriante e repleto de muito tesão. O calor foi tomando de conta do meu corpo, nem tanto pela temperatura lá fora, que até estava amena, mas a proximidade do corpo dele, o vinho, o desejo.
Tudo me incendiava por dentro. Já totalmente à vontade, tirei a camisa e fiquei só de calça. Aí meu vizinho começou a explorar meu corpo com a língua. Primeiro o pescoço, o peitoral, meus mamilos, o que ele chupava me dava leves mortiscadas. Eu me arrepiava todo. Meu pau ficou tão duro que marcava bem a calça.
Ele aproveitou para segurar firme o meu cacete, enquanto sua boca saboreava o meu tórax. Eu me inclinava no sofá, me rendendo completamente. Aí aproveitei para enfiar a mão na sua cueca e sentir o calibre da sua pica. O pau dele estava todo babado. Aí aproveitei para lambuzar meus dedos. Depois enfiei o anelar e o indicador na minha boca para sentir o gostinho da sua babinha.
Depois me levantei rapidamente, só para tirar a roupa e ficar completamente nu, e voltei a me sentar no sofá. Ele aproveitou para tirar a cueca e deixar a amostra 19 centímetros de tentação. Aí a gente se deitou no sofá, de frente um para o outro, em posição invertida, e começamos o delicioso Mianove, sentindo o gosto do pau um do outro.
as lambidas, chupadas, mamadas no cacete, as carícias nas bolas, os olhos revirados.
Naturalmente, nossas línguas começaram a explorar a região entre o saco e o cu. O destino eram as preguinhas, o cuzinho. Em sincronia, as línguas lambiam as beiradas, as bocas chupavam o cuzinho. A gente delirava, gemia e se empenhava ainda mais no cunete.
Eu ainda aproveitei para enfiar um dedinho no seu rabo. Meu vizinho delirou de tanto tesão. Depois eu pedi para ficar de quatro. Ele apoiou as mãos no sofá e empinou bem a bunda. Fiquei pincelando o pau na portinha para lubrificar suas preguinhas. Depois fui enfiando só a cabecinha. O cruzinho apertado tentava resistir.
mas na luta consigo mesmo também tentava se entregar. Logo, estava sugando meu cacete. Meu vizinho rangia os dentes e gemia abafado. Eu segurei pela cintura e passei a socar. Me tinha forte, fundo, abrindo espaço e conquistando território.
Depois, diminuía o ritmo e dava estocadas curtas e leves. Quando o cozinho ameaçava se fechar, eu socava de uma vez. Meu vizinho urrava de prazer. O suor pingava no meu corpo. Eu estava em brasa. Ele também. Depois pedi para ele se deitar de barriga para cima. Queria comê-lo de frango assado.
Aí meu vizinho se deitou no sofá e abriu bem as pernas. Encaixei meu corpo no dele e enfiei a pica. Dessa vez, a entrada foi mais fácil. Meu pau deslizava no seu corpo. Entrava e saia com total controle. Aí eu me deitei sobre ele e o beijei. Meu vizinho me abraçou com as pernas, colando nossos corpos. O pau dele ficava se esfregando na minha barriga à medida que eu o comia.
Nosso beijo ficava cada vez mais quente e molhado. Não demorou muito e sentia a porra dele jorrar entre nós. Era a cola que faltava para nos deixar ainda mais grudados.
Meu vizinho estava gozando sem pegar no pau. Eu fico louco quando isso acontece. Me dá mais tesão. Foi tanto prazer que também gozei. Meu pau explodiu dentro dele. Eu ainda dei três estocados no seu cu para impedir meu leitinho de voltar e cair no sofá. Eu ia deixar tudo dentro dele.
A gente ficou exausto, mas embriagado de prazer. Nunca imaginei que o erro inicial de entrar no apartamento alheio daria tão certo no final.