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Jornal 02/05 09h30 GMT

02 de maio de 20266min
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Participantes neste episódio3
L

Lizzy

Convidado
M

Margot Davi

ReporterEnviado especial
N

Najet Benrabah

ReporterCorrespondente
Assuntos3
  • Desafios energéticos da ColômbiaDependência de energias fósseis · Transição energética · Exportação de petróleo
  • Conflito Equador-ColômbiaGrupos armados na região · Greve armada
  • Bloqueio econômico e sanções a CubaBloqueio a Cuba · Governo de Donald Trump
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Uma decisão política impõe um desafio enorme para a Colômbia como para o resto do mundo.

En ligne de Santa Marta en Colombo, o que vem de se terminar a conferência para a sortie das energias fossiles, Najet Benrabah, bonjour Najet. Bonjour, bonjour a todos e a todas. A nossa correspondente en Colombo. O reportagem começa então com a visita de esta mina de charbon, tudo a feito exceptionnel. Tudo de suite, você escolhe de colocar o acento sobre esse aspect das coisas.

E bem, porque é um projeto, quando mesmo, colossal, e isso representa 16 milhões de toneladas de carbono, então, é realmente enorme. E isso é extremamente importante, principalmente, para julgar o paradoxo aqui no país, que finalmente organiza a primeira conferência internacional sobre as energias fossiles, então ele mesmo é sempre dependendo das energias fossiles, de um ponto de vista econômico, e não necessariamente energético, porque...

En fait, toda a produção energética colombiana é hidroélectrica. Uma situação não tão particular, porque outros países estão confrontados também à a mesma situação paradoxal.

Exatamente. A colombia é um dos exemplos de vários países que são dependentes econômicas. E é mesmo a complexidade do princípio de transição energética. De vários países, finalmente, são voluntários. Eles gostariam realmente encar a transição energética. Mas não é possível porque o dinheiro manca. Eles não têm um budget. E é a sua vida que é, finalmente, a energia fossila.

Justamente, no nosso grande reportagem, não a falado do pétrole, o famoso pétrole, mas é evidente que a Colômbia é sempre a exportação do pétrole e, principalmente, à sua exportação. Sim, claro, ainda hoje, como o carbono que vemos no grande reportagem, o pétrole representa ainda 40% das exportações da Colômbia.

É o mesmo problema econômico com o carbono. Mesmo se a Colombo quer sair do pétrole, por exemplo, o governo não signou mais agora de contrato de explotação de pétrole, a Colombo ainda precisa de dinheiro do pétrole. E então, em termos de energia, não podemos dizer que a Colombo é um bom aléve.

Não é o aluno do que a colombia, mesmo que a colombia, a apresentação da primeira conferência internacional sobre a fim das energias fossiles, ela mesmo vive ainda graças ao charbon, ao pétrole e ao gas. É mesmo question, de trabalhar conjuntamente com o país vós, o Venezuela, para a explicação do gas, o déficit da colombia.

e ela quer soluções para poder sobreviver. As alternativas são possíveis, mas para o momento, elas não são concreta. Então, mesmo se há investimentos agora em energia renovável, como o reportagem, o multiplo os panneos solar, o multiplo os parqueóolos, o é ainda mais longe do equilíbrio. O pétrole e o charbon são sempre e restam as outras coisas financeiras importantes para o país.

Você tem então entrado na minha minha maior América Latina, uma das mais grandes do mundo. Isso não foi fácil, principalmente por causa do contexto de insíquidade.

Sim, quando eu fui chegando no site, havia o que se chama de gréve armada. Então, não significa que os trabalhadores do site estão em gréve, significa que os grupos armados se instalam na região, eles fazem o check-pós e bloqueiam o transportamento da região. São grupos armados como, por exemplo, a guérilla ELN, o Armada de Liberação Nacional, que se encontra na região. E, quando eu fui chegando, foi decretado durante três dias.

O que a complicado o turno, pois a previsto ter uma jornada de turno. E a gréve um pouco, entre parenthésas, o programa. Você não conseguiu tudo fazer, então, no reportagem, e também ir ao lado dos indigentes? Foi a segunda parte que foi prevista, pois agora, Senecon, por cinco anos, faz a sorte de reinvestir seus benefícios em de l'aide social, em de l'aide para as comunidades autonquistas. Então, foi prevista que eu pudesse ir ver... ...

alguns projetos que foram feitos por cinco anos. E por causa da gréve, os chefes de comunidade nos chamam e disseram que era risco. Então, nós tivemos a visita auprès dos povos autochtones. Najat Benrabat, em liga de Santa Marta. Bom retorno à Medellín, o porto de Atachas. A très vite.

Poderia apresentar-se quem é você e como se sente agora? Eu sou Lizzy de Brasil. Muito bem, estamos todos juntos agora. A marinha de guerra americana rôde ao largo de Cuba. Mission stopper os navios que aprovisionam l'ílula ao socialismo resistente. Um turn de vis imposado por Donald Trump, em reforçamento das sanctions datando de 1960. Um gesto complementar em entusiasmo que é o enlouso do venezuelo Maduro.

Como briser esse bloco? Por uma flotida de pequenos bateos, bem-sûr, de bom intenções, de um equipe militar, com equipamento de um internacional progressista. Descubar, o mês de março, o Mexicano, ali de Cuba, o avan, quatro dias de mer depois. Sur o grande mato, o ponto zero.

Em referência ao grande mato de Fidel Castro e Che Guevara, de la Révolution 1956, uma candidata ao mal de mer supplémentaire, nosso enviado especial, Margot Davi. Nós somos ao port de Progreso, no estado do Yucatan, no sul do Mexique. Os últimos preparativos estão em torno de ser fechados sobre esse port, onde não há muita atividade. Os membros da flotilla se prêm a charger.

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