MDA #250 - MDA NO ISEKAI (Especial RPG): O Castelo Infinito [PARTE 3]
Prepare seu navio pirata ou sua nuvem voadora, pois desta vez no Mundo dos Animes by Logitech, Raul, Bruno, Vulpixs, Valente, Lucas e Carlos viajarão para outro mundo na terceira parte do nosso especial RPG, MDA NO ISEKAI: O Castelo Infinito.
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- Apoios: Logitech e Asmodee
- Tempo de duração: 184 minutos
- Mestre: Rodrigo Ansem
- Jogadores: Raul, Bruno, Vulpixs, Carlos, Lucas e Valente
- Participação especial: Carolzita (Papo Nerd com Elas), Pedro Lobato (Animes Overdrive), Janaina Rosa.
- Roteiro: Rodrigo Ansem
- Edição: Vulpixs e Raul Lima
- Trilha Sonora: Bruno e Vulpixs
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Seja bem-vindo ao MDA. Coloque seu fone de ouvido e viaje com a gente no mundo dos animes.
E estamos no ar com o MDA! Seja um navio pirata em uma nuvem voadora, viaje com a gente no mundo dos animes. E nessa semana vamos continuar nosso episódio de RPG. É, vocês esperaram, vocês pediram, vocês clamaram, e ele está de volta. Lembrando que esse episódio é uma parte 3, então escute primeiro a parte 1, a parte 2, e depois volte aqui se você não ouviu as partes anteriores, ok? E também lembrando que esse episódio ele é estéreo, então Pegue seus melhores fones de ouvido e não perca essa aventura fantástica. A gente se vê daqui a pouco no episódio.
Tchau!
6 heróis, uma missão: salvar a Terra de uma ameaça desconhecida. As pedras são o segredo e sangue será derramado para tê-las. Vem aí, MDA no Isekai, parte 3: O Castelo Infinito. MDA no Isekai, episódio 3: O Castelo Infinito. No capítulo anterior, após viajar em paraguas profundas, Enfrentando perigos, nossos heróis se dividiram em dois grupos, onde os novos companheiros de batalha apareceram e junto com eles novos desafios. E assim retomamos a nossa história seguindo pelo ponto de vista de Bruno, Raul e agora Carlos, que se reuniram após o encontro estranho onde estavam em transe, tiveram um vislumbre do que aconteceu com a Terra após a partida deles.
E Carlos, como da última vez pudemos ver, ele alertou que a sua pedra tinha ficado com o líder da guilda de ladrões. Da qual ele fazia parte. Mas eles precisavam reencontrar os seus amigos, então eles decidiram voltar até Águas Profundas para se reagruparem. E vocês estão seguindo aquela estrada sem muitos problemas, não tem nenhum bandoleiro tentando assassinar vocês.
Ô Carlos, ainda bem que você chegou, cara, porque se tivesse só o Bruno aqui tava difícil, cara. Eu tinha que resolver os problemas das coisas aqui sozinho.
Qual foi, pô? A gente tinha conseguido abrir um negócio, por mais que enfim, né, rolou aquele incidente com a Emília e tal. Emília sei lá qual o nome que a gente vai chamar ela, mas você compactuou com o demônio. Eu não tive muita escolha. Padre Quevedo estaria orgulhoso agora.
Ô Bruno, não inventa não, tu não sabe nem o nome da mulher.
Ah, mas eu sei, bem que demônios têm nome, mas eu sei lá, ela ia saber que era um demônio, pô. Tudo que eu sei é que eu tinha que pagar o preço para aquela informação que a gente conseguiu.
Não satisfeito de compactuar com o demônio, ele ainda pega e chama aprendiz de demonia para ir com a gente viajar, ainda rouba um livro para ela. Tu tá guloso, hein, irmão.
Primeiro, a A Dili ainda ajudou a gente, ou sei lá qual o nome dela, porque a gente precisou de umas ajudas aqui e ali durante a nossa viagem. Mas o do livro é verdade, ela só pegou e vazou, e eu nem sei no fim do dia o que tinha de tão importante naquele tomo.
Falou, você que não prestou atenção. É, tinha foto da tua amiga, né, da tua mestra, sei lá, no livro.
É, eu acho que tá mais beleza, mas para que exatamente ela vai usar aquilo? Eu não sei ainda, eu sei que tinha informação sobre ela, não dei tempo de eu copiar.
Ah, você ainda quer saber?
Ah, importante, né?
Você procura compactuar com o demônio, é isso? Eu quero ir para casa, eu não sei se você não quer, você pode ficar aqui, não tem problema.
Eu acho que não tá muito clara a coisa aqui. Quanto mais informações eu tiver dela, e aparentemente ela é que mais sabe do que tá acontecendo, quanto mais informações a gente dá, mais eu tô lascado, mais eu tô preso, mais eu tô afundado na merda. Então, para mim, me parece um bom jogo pelo menos eu saber um pouco mais sobre quem é a Vesper, ou se esse é o nome dela, ou sei lá o quê, entendeu?
Torça para ela não tá envolvida com a gente tá aqui, porque se for culpa dela e você se aliou a ela, você vai ser o primeiro a rodar.
Velho, eu dou uma olhada assim, pego o chapéu do batida para tirar o pozinho assim. Eu acho que se a gente na verdade não pegar a pedra, eu olho para o Carlos, vai todo mundo rodar aqui.
Quando você termina de falar assim, a pedra, parece que você chamou atenção. Todos vocês estão andando assim, ah, pegar a pedra. Vocês escutam um rosnado, tem alguns arbustos ali margeando a estrada, né? Tem aquela estrada de terra batida, grama, e tem alguns arbustos. E vocês escutam um barulho de um rosnado vindo de dentro desse arbusto.
Pro Carlos assim, fala: não foi seu estômago não, né?
Ô, açaí tá escuro?
Tá de dia.
Então eu vou usar natureza.
Nossa, que você foi com a mão reta assim mexer a mão no arbusto, cara. Você toma uma pequena mordida. Ai, deixa eu rolar a mordida aqui.
Não, mas é a mordida tipo do lobo ou mordida tipo do chihuahua? Tem diferença?
Depende. Se ele tirar 20, é o lobo. Se ele tirar 1, é um chihuahua.
Vai sair no dado agora, pô, mano.
Morde, quase arranca tua mão fora assim e continua preso. Aí você meio que vai forçando assim devagar, você vê que vai empurrando você pra frente, você vai recuando. Você vê que é um lobo, ele tá mordendo a tua mão assim. Primeira mordida foi quase que instintivo dele de tentar arrancar tua mão fora. Só que agora você vê que ele não tá, tipo, forçando a mandíbula dele pra esmigalhar o resto da sua mão. Você vê que ele tá só mantendo você preso ali.
Eu vou observar pra ver se o lobo tá machucado, se tem alguma coisa estranha com ele. Porque se ele tá tentando se defender, é porque ele tá se sentindo ameaçado de alguma forma.
Cara, você não precisa nem rolar nada, você olha assim, você vê. Quando ele vai saindo assim do arbusto, você vê, cara, que tem uma pata traseira dele, ele tá erguidinho assim. E você vê que nas costas dele, perto da bunda dele assim, você vê que tem uma flecha atravessada.
Eu vou chegando devagarzinho. Calma, garoto.
Você vai sentindo ele apertando mais tua mão, você vai resistindo.
Eu vou tentar te ajudar. Já que ele já tá segurando minha mão, ele não tem pra onde morder, ele já tá mordendo, né?
É, só se ele soltar é até melhor.
Eu vou com a outra mão, eu vou puxar a flecha devagarzinho.
Certo. Eu quero tentar jogar Enganação para atrair a atenção do lobo. Tem como?
Sim, pode jogar. Joga com vantagem porque ele tá engajado ali com Raul, então não tá 100% focado em você. E Raul, você pode jogar Adestrar Animais.
20 5, tirei 17, com mais 4, 21.
25, você tirou um acerto crítico. Você já tá habituado à vida nesse outro mundo, então você já tem aquela manha, aquela malemolência. Além de ter a manha, malemolência da sua terra natal, Claus também aprendeu a ser um enganador nato nesse mundo. Então somou as duas coisas, então você conseguiu enganar até uma fera que tava acuada ali, você chamou atenção dela. Você vê que ela vai soltando a boca da mão do Baú. E com isso ele conseguiu, com cuidado sim, ferir ainda mais o lobo.
Você vê que ele consegue puxar a flecha, o lobo quase nem sente. Você vê que ele fica parado assim, olhando, você sabe, com a cabeça meio baixa, encarando vocês assim.
Pronto, pronto. Aí eu olho a pata dele, né, que você falou que ela tava meio levantada?
Sim, a parte traseira tava levantada.
Vejo alguma coisa?
Você vê um corte fundo.
Tô me aproximando do lobo para fazer carinho nele.
Enquanto eles estão olhando o lobo, mestre, eu quero tentar dar uma olhada em volta para ver se tem alguém, ou vejo, sei lá, alguma pessoa que correu, alguma pessoa que esteja observando.
Muito bom. Quanto que é sua percepção?
Minha percepção, ela é 11.
Não, você tá olhando assim, você vai gastar um tempo para tipo ficar prestando bem atenção mesmo, ou não?
É, eu vou tentar. Enquanto eles estão olhando o doguinho, eu vou dar uma olhada em volta, dar uma olhada se eu vejo alguma marca.
Então rola percepção.
Nossa, não percebi bem.
Você tá olhando assim, você não vê nada. Você vê aquela planície, grama. Ao longe assim você vê parecendo uma casa, alguma fazenda, sabe, plantação assim, mas nada demais. Vocês ficam ali entretendo o lobo, vendo alguma coisa. Você faz um curativo ali, ó. Você pega ali uma grama, macera ela, rasga um pedaço de pano da capa do Carlos e amarra ali na perna do lobo, faz tipo um curativo ali. Você vê que ele para, ele fica farejando vocês assim.
Aí ele fica um tempo assim, aí ele se afasta tipo correndo. Você vê que ele começa até pisar com a pata traseira que tava machucada. Aí ele fica meio longe assim, ele dá tipo aqueles latidos, né? E aí vocês perdem ele de vista. Pelo seu conhecimento adquirido ao vir para esse mundo, você sabe que meio que aquilo foi um agradecimento dele por vocês terem ajudado ele.
Já que o Bruno foi inútil, eu queria adentrar um pouquinho a mata onde que o lobinho tá e fazer uma investigação ali.
Você começa a fuçar ali naquele arbusto, você toma uns cortezinhos dos galhos assim, mas você vê tipo vários pingados, respingados de sangue as folhas assim, você vê bastante sangue ali. E você vê o que parece ser um pedaço de carne rasgado assim, sabe? E um pano, como se ele tivesse mordido alguém, arrancado um pedaço da pele com a roupa e fugido por ali.
Eu vou pegar esse pedaço de pano aqui assim e vou mostrar pros moleques.
Você vê que a pele tá rasgada, tá cheia de sangue, mas você vê que não é uma cor humana, pende entre o cinzento e o esverdeado.
E tá quente esse sangue ainda ou não? Tipo, já tá frio, já tá coagulado?
Eu consigo identificar pela cor da pele e tudo mais.
Você deduz que seja um goblinóide, não sabe se é um goblin, se é um orc.
Eu vou começar a procurar pegadas no chão novamente.
Esses cara, velho, novamente esses goblinzinho, não é possível. Já vou ficar meio atento assim, já segurando o bordão já, cara.
Você vê uns rastros indo para o caminho que vocês já estavam seguindo, para o sul.
As pegadas são grandes, são pequenas?
Médico, o seu pé é maior que o teu pé, Não chega a ser gigante, mas seria um tipo, sei lá, 50.
Seria o tamanho Ronald McDonald's, é isso, né? Mickey.
Eu vou virar para eles falar assim: pode ser que tenha orcs nessa floresta.
Orc? Você quer dizer tipo orcs, tipo Ragnarok orc?
Ok.
Eu seguro um pouco mais forte assim, bordando assim, falei: eu acho que talvez seja uma boa a gente ir pelo outro lado. Vou dar uma indicada assim para trás, tipo mais longe possível.
Ele tá apontando para o lado de Lua Argêntia.
A A gente precisa voltar, não dá pra gente ficar em Lua Argentea, inclusive depois de invadir a biblioteca de lá. É... E roubar um livro, né, Bruno?
Bom, morrer por orc ou morrer na mão de mágicos?
Talvez do maior mago de todos os tempos?
É, talvez orc não seja tão ruim a morte assim.
Tu já tava querendo morrer por mulher de novo?
Calma lá, não é bem assim, não é bem assim. Você tá exagerando, entendeu? Não é bem morrer por mulher.
Eu não tô exagerando, o Raul que tá falando que tu gosta de um demônio. Só isso.
Quando o lobo foi embora, eu percebo que ele tentou mostrar um caminho, alguma coisa, ou ele só foi embora mesmo?
Não, ele se afastou, ficou meio longe assim. Aí deu aqueles latidos meio rosnado assim, uivo. Aí ficou um tempo encarando vocês e se embrenhou no meio do mar, como se tivesse agradecendo mesmo. Bom, você pelo menos tá com aquele sentimento de, ah, pelo menos ajudei ele, né?
Vamos seguir andando, mano, não tem o que fazer.
Vamos fazer o seguinte, vamos fazer aquele caminho Sabe Naruto, na saga do Sasuke? Eu vou primeiro olhando rastros no caminho. Você fica no meio, porque qualquer coisa você consegue já mandar uma magia. E o Carlos fica por último, e ele vai olhando. Com certeza ele vai conseguir prestar atenção se vem alguém pela retaguarda, não sei o quê, querendo atacar ele por trás.
Já fiquei no meio já.
E aí a gente vai seguindo com todo cuidado para tentar voltar para casa.
Eu falei casa, é para voltar a casa ou com os meninos, ou enfim. Pro próximo lugar que a gente precisa.
Quem é que mais tá com vocês?
O Valente e o Vulpix. Na verdade, eu falei, sei lá, mano, tava tentando sobreviver à explosão.
Tem coisas bizarras que vem com demônios, não sei como é, né? Eles estão aonde?
Eles estão em águas profundas.
Então a gente tem que arranjar algum jeito de ir pra lá, né? Tem que arranjar alguma diligência, uma carroça pra ir pra lá.
A gente tem que torcer pra eles não ter morrido, né? Porque com o Hobbit tava difícil.
Bom, a gente veio andando mesmo, mas foi uma caminhadinha aí de um tempo, foram algumas luas.
Tá, vamos tentar não morrer nessa caminhadinha por enquanto.
Que tem orcs, a gente pode tentar dormir em lugar mais aberto, mais alto, e a gente monta lá um acampamento improvisado de alguma forma.
E é isso aí, vamos seguindo pelo caminho. Eu vou ficar de olho em rastros e se eu encontrar alguma coisa eu falo para vocês. Quando a gente não encontrar nenhum rastro, a gente vai seguindo mais tranquilo.
Vocês ficaram pensando nisso, no que o Bruno falou, no lugar aberto, mais alto, né, para vocês terem uma vantagem se os orcs ou qualquer criatura que atacou o lobo tentar pegar vocês. E vocês vão passando vários dias Sempre tentando arrumar esses lugares mais abertos pra poder ver se o inimigo, alguma criatura tá chegando. Vocês não têm mais contratempo, assim. Até quando vocês estão, tipo, vai, a 1 ou 2 dias de viagem de chegar em águas profundas, se perguntando como é que os seus amigos estão, vocês chegam num lugar assim, que é um lugar curioso.
Tipo, ele é uma pequena colina, assim, um morrinho. Você vê que tem uma árvore grandona, assim, frondosa, de maçãs, assim. E na frente dela tem uma espécie de um laguinho, assim. Tipo, alguém cavou e encheu de água ali, virou um laguinho. Tipo quase como se fosse um ponto turístico assim, alguém que fica ali sentado para descansar, sabe? Vocês aproveitaram para acampar ali na maior tranquilidade, silêncio, paz. Vocês até quase esquecem que vocês estão numa situação lastimável, que é, estão perdidos em outro mundo.
Vocês descansam tudo e partem no dia seguinte rumo a Águas Profundas. Passando algum tempo, vocês já estão quase chegando na cidade, vocês já estão, vai, a meio dia de viagem de Águas Profundas. Estão seguindo a estrada, uma estrada bem larga, plano, vocês não muitas árvores próximas assim, é espaçada, então dá para ver bem o ambiente. Até que vocês começam a chegar no lugar que vocês veem umas pequenas muralhas assim, pedaços de muralha, sabe, muito ruínas, aqueles blocos grandes de castelo, sabe. Assim, algumas assim vocês vão passando, vocês começam a escutar um barulho.
Vou dar percepção para ver o que que é, tentar sacar o que que é esse barulho. 8, 7 1.
Você olha, olha, olha, você vê que tem alguns arbustos, umas árvores, tem pedaços de muro, de muralha em ruínas ali. Você olha assim, você fala, é, acho que não tem nada não, acho que foi impressão minha esse barulho.
Eu quero jogar Percepção também.
Rola com vantagem.
É vantagem que você é carioca, essa vantagem.
Lógico, tem que estar sempre ligeiro, né, no ambiente.
17 2.
Você começa a escutar assim uns barulhos, tipo uns mais esganiçado e outros mais culturais assim, sabe? Você não tá entendendo nada que é isso, mas evidentemente é uma conversa, é um idioma que você não faz ideia do que que eles estão falando. Você vai se aproximando mais, joga uma furtividade aí, por favor.
Deu 12.
Você vai andando devagarzinho assim, devagarzinho, até que você chega entre a parede assim de blocos e um arbusto. Você chega assim, você consegue ver como se os um poço, sabe aqueles poços com água normal, sabe? Uma galera em volta dele, muita gente em volta dele. Só que não são pessoas, não são humanos. Você vê uns bichos pequenininhos com a pele amarronzada, cabeça alongada, orelha pontuda, narigão desproporcional na cara, presas, dente serrilhado.
E outros grandes, corpulentos, fortes também, com presas protuberantes, a pele completamente verde. E se vê com um pedaço de ferro na mão, parecendo uma chapa, como se fosse arma. E eles conversando entre eles ali.
Eu volto, o que eu vi não são seres humanos que tem lá e nem uma raça que eu conheço. Eles são assim uma raça humanoide meio estranha assim, então com umas armas meio armadas assim. Eles estão em dois tipos, um deles é um grupo marrom e o outro é verde. E desses parte de verde eles são mais fortões. Imagina o Valente, que eles são meio baixinho, mas se Valente fosse bombado, braçudo, fortão. Então é esse rolê, eles têm as presas braba e mete Cuidado, velho.
A gente tem que tomar cuidado nesse rolê. Eles têm o nariz pontiagudo também. Vocês sabem alguma coisa dessa raça?
Bruno e Raul, vocês, na hora que ele termina de descrever essas criaturas, vocês lembram como vocês foram recepcionados em Águas Profundas? Tinha um grupo desses goblins liderados por um orc que ficou só assistindo a luta de vocês ao longe. Agora parece que são vários orcs e um grupo de goblins também.
Nós tivemos dificuldades para enfrentar poucos deles. Você falou que tem muita lá?
Tem bastante.
Vamos fazer o seguinte, vamos sair da trilha, vamos pelas florestas pelo menos por uns 100 metros, e a gente volta para trilha quando a gente vê que tá tudo mais tranquilo, porque talvez a gente tenha achado o grupo que machucou nosso amigo Lobinho.
Eu passo a mão assim no meio ali, onde foi perto do ombro, onde foi o último ferimento, que deixa cicatriz assim. Eu, é, a última festa não foi muito legal com esses caras, mas realmente a gente tem que ficar o mais longe possível deles. Deles, porque se a gente teve problema para lidar com um dos chefes deles, imagina com vários.
Pior, a gente nem lidou com o chefe deles, a gente lidou só com os gobos.
É, então vamos meter o pé. Eu já tô tipo 3 passeios assim para o lado já.
Sigam-me, já tá mais de uma hora andando, né?
Sim, vocês já estão andando mais de uma hora. Quando vocês parar naquele lugar que tinha um laguinho ali, água potável, frutas, que vocês fizeram um descanso curto ali, fica a referência para mecânica de regra. Vocês partem ali para sair desse lugar e evitar esse combate que pode ser extremamente perigoso. E nessa, a gente corta para a história para os nossos amigos que estão na cidade todo esse tempo. Vocês, após encontrarem o Luca, meio que vim correndo na direção de vocês quando ele finalmente recuperou a memória de quem ele era, né, tudo.
Vocês meio que estavam deixando ele para trás. Vocês ainda ficaram alguns dias ali na cidade, só que esses dias não foram dias comuns. Vocês vão para estalagem de vocês, ficaram no dia anterior.
Valente, Lucas, é o seguinte, agora que a gente pegou o nosso trabalho, que a gente fez um dinheirinho— quer dizer, o Lucas não fez dinheirinho nenhum, o Lucas ele furtou o cara. A gente não sabe o que vai acontecer.
Não duvide dos meus métodos, não questione isso.
Não, eu não tô questionando seus métodos. O problema é se o cara quiser vir atrás de você agora.
É, você sabe, né, Lucas, que se o cara reclamar Eu te entrego, né?
Minha perna é maior do que vocês dois.
Não fui eu que roubei, tanto faz, cara.
Não importa, a gente ficou de contar para você da nossa aventura, certo? O Raul e o Bruno também estão aqui e eles foram lá para não sei aonde para fazer umas pesquisas lá de não sei o quê de biblioteca. E agora a gente precisa encontrar com eles. Que que a gente vai fazer? A gente vai esperar eles aqui?
Calma aí, deixa eu ver se tem alguma coisa aqui. Eu vou até o, sei lá, o cara que cuida da estalagem e pergunto para ele se deixaram alguma carta para gente, alguma coisa assim. Em nome do anão e do hobbit.
É o seguinte, eu sei que eu fiquei merda, mas situações desesperadas exigem medidas desesperadas. Vamos meter o pé daqui, cara.
Eu acho que não é bom a gente ficar dando bobeira em qualquer lugar, mas assim, isso aqui é o suficiente para gente?
Tá tarde, já quase noite já, tá?
A gente não pode só dormir agora?
Eu acho melhor a gente meter o pé de madrugada, cara.
E mas a gente vai meter o pé para onde?
Você que sabe, cara. Eu lembrei de te contar quase agora o que que eu lembro da minha vida.
Mas você te conhece aqui, não é? Você passou quanto tempo aqui?
Cara, mas minha memória tá confusa, cara. Tá tudo uma bagunça. Eu nem sei meu nome direito, cara. Tá uma merda.
Seu nome é Lucas.
Tá, mas Foxy também é muito legal. É o seguinte, o que eu lembro como Lucas é que não é muito inteligente roubar a milícia.
Sim.
Você não roubou a milícia, você roubou um capanga de um rei do crime. Imagina que se fosse a Marvel, você não roubou de um guarda ou vigilante, você roubou de um capanga do rei do crime. Foi isso que você fez.
Não questiona minha arte.
Sua arte é tocar música. Eu acho que tá de boa aqui por enquanto, até porque ele não sabe onde está, pelo menos até o momento.
Minha perna é maior que a de vocês dois, eu corro bem mais, só para lembrar.
Ah tá, mas você nos transforma em um bicho que pode correr também, né?
Rapaz, nada é mais negociável do que uma boa música, porque eu vou lá, pego o meu alaúde aqui, faço um tcharararã. Não, eu não sei o que eu vou fazer, na real eu não sei o que eu vou fazer. Eu sei que eu vou tocar minha guitarrinha que meu alaúde, vou meter o pé.
Eu não sei se você tocar uma para ele vai ajudar.
Lá ele, vamos esperar o valente voltar aí para a gente tomar uma decisão.
Deixaram alguma carta aqui ou procuraram por algum anão e um halfling, alguma coisa do tipo?
Ninguém deixou um recado para ninguém não.
E é só por via das dúvidas, você conhece todos os chefes de famílias que tem muito poder aqui?
A conhecer todos, todos não, mas Mas os mais temidos acho que você conhece. Temidos? Os que oprimem mais o povo, é isso que você quer dizer? Impostos altos?
Exato. Não conhece?
É, conheço, mas não é muito bom você ficar falando nome dessa gente.
Não, não, era só para saber se eles têm alguma influência nessa região por aqui, principalmente no Distrito Nobre, né?
Todas essas famílias moram lá, né?
Entendi.
Então era só essa dúvida mesmo. Agora eu volto para os moleque lá. Rapaziada, o negócio é o seguinte: eu conversei com o cara que cuida aqui da hospedagem, ele falou que as pessoas de grande poder ficam mais na parte da nobreza. Então acredito que a gente tá um pouco tranquilo no momento, mas a qualquer momento pode dar ruim.
Ele passou alguma informação sobre quem são essas pessoas?
Quem é o cara?
Não, ele falou que não gosta muito de falar sobre isso e eu acho que consigo entender o lado dele.
Ah, então acho que isso não é um bom sinal também, né? Se ele não gosta de falar, você não gosta nem de citar o nome.
Exato.
Se o nome dele não deve ser mencionado.
E também eu perguntei se tinham deixado algum tipo de carta pra gente, algum aviso, e não também, né? Seria surpreendente se tivesse, na verdade.
Mas, ah, com certeza não dá nem pra saber se o Raul e o Bruno já chegaram lá, ou se eles estão voltando, né?
É, então, até porque se passou muito pouco tempo A nossa meta é sobreviver até eles chegarem, né? O que agora vai ser um problema.
A gente já não tem mais uma das nossas fontes de renda, que era trabalhar com o cara. E se a gente sair agora na rua e o cara tiver procurando a gente?
É verdade, tem isso mesmo. Mestre, nessa caminhada que a gente fez perante a cidade, enquanto tava indo e vindo, a gente conseguiu avistar algum tipo de casa abandonada, alguma coisa do tipo, em algum lugar?
Sim, vocês estavam no distrito portuário. Ali tinha bastante casa assim, parecia não ser habitada, sabe? Mas vocês voltaram para o distrito de comércio, onde tem as feiras.
Da onde a gente tá para onde a gente pegou o serviço com o Bill, é longe?
É longe.
Eu acho que eu tenho uma ideia. A gente pode ir para o lado do local onde ficam os portos e coisa e tal, que a gente passou por diversas casas que não pareciam bem cuidadas, desabitadas e coisa do tipo. E aí acho que a gente consegue ganhar um tempo lá. Até porque, como o chefe da estalagem aqui disse que a parte da nobreza é onde tendem a ficar as pessoas com mais poder, eu acho que eles têm mais atuação nesse, nesse lado mais nobre.
E o lado portuário, quer queira quer não, é uma parte onde tem mais a mão de obra, né? Então talvez a gente poderia se movimentar para lá agora de madrugada, que eu acredito que vai ter menos gente para achar a gente e reconhecer a gente. E aí quando a gente chegar lá, a gente descansa.
Será que não há uma possibilidade também de que na madrugada, na calada da noite, eles não se movimentam?
Sempre existe, mas eu acho que de dia é mais fácil de reconhecer nosso rosto por causa da iluminação.
Eu até iria recomendar que a gente pedisse informações para o Lucas, mas ele parece estar mais confuso que a gente.
É, no final das contas a gente vai ter que resolver o problema desse miserável, né? Esse é o problema.
E é por isso que eu tenho um plano.
O seu plano.
Se esconda bem debaixo dos olhos deles, porque olha só, se os caras são da nobreza, a gente tem algumas moedas de ouro. Eu fiz uma negociação ali, fui bem-sucedido. Então a gente pode procurar a melhor estalagem da cidade, porque eles vão pensar, se eles são nobres, eles não vão querer investigar, causar confusão entre eles mesmos. Então se a gente ir na melhor estalagem, na mais chique, nós compramos, nós sei lá, compramos, podemos comprar alguma roupa aqui, alguma coisa de emergência, a gente entra Bem vestido, passa uma noite e amanhã a gente passa, amanhã a gente sai de fininho, cara. Eles nunca vão suspeitar.
Eu não vou gastar meu dinheiro com isso.
Quanto de ouro você tem?
Eu tenho 99 pecitas de ouro aqui. Então eu acho que dá pra gente negociar.
Eu ouço isso e eu vou direto lá no dono da estalagem e pergunto: quanto custa uma noite pra 3 pessoas aqui nessa estalagem?
Ah, uma peça de prata por pessoa.
E você sabe, na nobreza, mais ou menos quanto custaria uma noite? Para 3 pessoas?
Na nobreza, você tá falando uma estalagem luxuosa?
Exato.
Ah, varia, né? Eu acho que o mais barato nos lugares assim, igual lá na parte do Distrito Nobre, eu acho que é 5 moedas de ouro. O mais barato é o mais chifrinho.
Entendi.
Para mim é quase uma semana de trabalho.
E por via das dúvidas, você tem algum local bem escondido aqui na sua estalagem?
Local escondido? Mas por que que você quer um lugar escondido?
Algum local onde a gente possa passar desapercebido por bastante tempo.
Acho que eu estou entendendo. Aí ele vai estendendo a mão assim para ver, tá limpando a cadeira assim, o balcão assim, né? Porque vocês estão no saguão, aí tem tipo aquela mesona onde todo mundo faz o jejum. Até que ele tá passando um pano assim, limpando assim. Eu tô começando a entender. Aí ele tipo fica com a mão assim, com as costas da mão no tampo da mesa assim, tá de lado assim passando pano no encosto da cadeira. Você entende o que que ele tá fazendo.
Eu jogo duas peças de prata na mão dele.
Ele é— talvez eu não tenha entendido muito bem.
Eu tô ouvindo a conversa e daqui com o dedão assim eu jogo uma moeda de ouro para ele.
Você joga assim, ele parece que eu não tô entendendo. Aí cai a moeda, não vem junto com as outras. Ele é— ah, eu lembrei, tem um lugar que eu uso. Aí ele olha para o lado assim, ele vai até a entrada, você vê que ele fecha as folhas da porta aberta assim. Aí ele fala baixinho, cochichando para vocês assim, ó: tem um lugar que eu guardo bebida que eu compro de segunda mão, digamos assim, quando chega no porto da cidade, sabe? Então eu escondo ali porque a guarda da cidade sempre faz checagem, coisa, né?
E eles não aceitam muito essas coisas de segunda mão, se é que você me entende. Então eu escondo ali. Então vocês podem ficar ali por alguns dias.
Ah, eu acho que vale a pena.
A gente tá bem alimentado, mestre?
Não, Não comer o dia inteiro.
Na estalagem tem comida, né, mestre?
Tenho desjejum só.
Eu vou chegar no Lucas e vou falar: vai, me dá uma parte desse ouro aí.
Dou duas moedinhas de ouro na mão dele assim. Mas que é extorsão isso!
Pode me dar umas 15, vai, passa para cá.
Meu ouro!
Agora é nosso ouro!
Fala baixo!
O negócio é o seguinte, eu tô tentando salvar o seu pescoço, porque se dependesse de mim eu já te largava na rua agora.
Valente, entende o seguinte: a partir do momento que você arrequentaram aqui comigo, esse tornou nosso problema.
Então, se é nosso problema, é nosso ouro. Quero 50 agora.
Não, não, não, não, me recuso. Vamos negociar então. Eu dou 5 na tua mão e coloco mais 5 na mão do Vulpix.
Não, o mínimo que eu aceito é 15. 7 para mim, 7 para o Vulpix.
Tá bom, aceito.
E esse 1 que sobrou dos 15, eu dou na mão do estaleiro e falo assim, ó, isso daqui é para pagar nossa semana aqui. Finge que a gente não existe e traz comida pra gente quando precisar.
Ah, pode deixar. Você vê que ele começa a falar alto assim, indo pro canto assim, sabe? E tipo fazendo sinal pra vocês acompanharem. É, hoje tá fraco, infelizmente não veio ninguém se hospedar. Aí ele vai até uma porta assim no fundo, ele abre a porta, você vê que tipo parece uma dispensa assim, você vê tipo coisa de comida assim pra de jejum, só coisas do tipo. Aí ele empurra uma estante assim, aí você vê que tem aquela porta de alçapão assim, ele puxa, abre assim, aí você vê que tem uma escadinha, ele falou Ei, parece bom aqui, pelo menos pra gente passar por um tempo até as coisas acalmarem e a gente conseguir bolar um plano melhor também.
Acho que serve.
Você consegue me descrever esse lugar?
É subsolo, você vê que o chão é madeira, tem uma lamparina que fica do lado da escada, aquela escada também de madeira. Você vê que o chão é todo madeira assim pra não ficar na pedra, na terra. Você vê que tem uns barris grandes assim, sabe, ou dois barris grandes, provavelmente de bebida assim. Aí você vê que tem uma mesinha. Aí daqui a pouco, quando vocês estão olhando assim, é Você vê que tem bastante espaço para vocês três.
Daqui a pouco você vê ele trazendo tipo uns lençóis, uns panos assim, ó, para vocês acomodarem aí. Aí ele sobe a escada e você escuta ele batendo assim, mas você não escuta trancar nem nada, só encostou assim.
Assim que ele fecha, eu começo a papar a parede, a pisar no piso, a passar a mão por cima da mobília tentando ver se tem algum fundo falso, alguma parede falsa.
Você chega a tirar assim umas madeiras do chão, sabe, quase um pallet Aí o cara só arruma problema pra gente, né?
Foda.
Vocês veem que o chão é terra, a parede tipo parece tem parte que é terra, tem parte que é pedra. É que não tem nenhuma passagem assim além daquela entradinha ali.
Eu acho que é o que a gente tem pra hoje, né? A gente tem comida aqui também. Não sei vocês, mas eu tô com fome.
Passou um tempo, vocês ficam aqui, que a gente vai fazer pra comer, não sei o quê. Quando vocês estavam pensando em chamar ele pra pedir alguma coisa, você vê que ele traz tipo aquela bacia grande assim com uns pães e é um jarro assim com água.
Você tem uma manteiguinha aí?
Eu precisaria de mais do que vocês deram, né?
Serve essa prata aqui, ó. Agora joga uma moeda de prata para ele.
Pega, aí ele volta. Aí você vê que é um pote assim, aquele potinho de madeira assim com a tampinha, como se fosse uma espátula. Ele traz assim para você.
Rapaziada, o negócio é o seguinte: a gente não tá numa situação muito favorável, então eu recomendaria a gente dormir em turnos, já que a gente vai ficar aqui um bom tempo, vai ter bastante tempo para descansar. Então eu gostaria que Todo mundo não dormisse de uma vez só, que desse tempo caso acontecesse alguma coisa da gente se virar aqui.
Eu não escutei o que o Valente tá falando, eu já tô dormindo.
Tô ouvindo, mas eu tô quietinho no canto.
Falei, então você vai querer dormir primeiro ou você vai querer ficar acordado?
Não, não, pode ir primeiro, eu fico acordado primeiro.
Tá, então daqui 2 horas você me acorda, que a gente troca o turno, que eu consigo já descansar um pouco.
Beleza, eu sou um homem da noite.
E aí eu Tem um manto, manto de descanso curto aqui, né?
Passa meia hora que o Valente dormiu, eu também dormi, dormi sentado.
No dia seguinte, vocês acordam tudo, você vê, começa escutando barulho de conversa lá em cima, tudo meio abafado porque a portinha tá fechada, mas nada de— não tem nenhuma voz exacerbada nem nada.
Eu acordo, já sabe quando você tá deitado assim, você abre o olho, você já acorda tipo meio que levantando só com as costas assim? Eu dormi. Aí tipo eu olho para o lado assim, tá o Valente dormindo assim, tipo deitado também, tudo jogado porque tá cansado também. Aí do outro lado eu vejo o Lucas meio sentado assim, escoradinho na parede, que cobertinha assim, mó carinha de escão, e uma baba escorrendo do queixo dele assim. Aí eu cutuco: Valente, Valente, Valente, Valente, a gente dormiu aqui!
Mas que horas são?
Não sei, não tem relógio aqui.
Não deve ter passado 2 horas ainda, que eu falei para o Lucas me acordar daqui 2 horas, que eu ia pegar o outro turno.
O Lucas tá ali encostado ali, ó.
Mas aí eu olho para o Lucas, ele tava sentado no banquinho, né, no banquinho, escorado com as costas no canto.
Assim, tá das duas paredes cobertinha assim.
Eu fico puto vendo ele babando e dormindo, dou uma bica no banquinho que ele tá para derrubar ele.
E é isso que acontece, dá uma bica, ele desaba. Lucas, você já acorda com aquela adrenalina no seu coração, você já levanta no susto assim. Aí você vê o Valente e o Vulpes te encarando assim com cara de bravo.
Calma aí, Valente, não precisa disso daí também. O que aconteceu? Por que você deu um chute no banco dele?
Aí eu já começo a apertar a arma armadura já, já pego meu machado na mão. Falei, não, é porque assim, a gente não tá na situação mais favorável possível. Se você deixar o destino decidir se vai ter alguém do lado de fora ou não e todo mundo dormir com essa sorte, aí a gente vai morrer todo mundo aqui. A gente tá no lugar fechado sem saber se tem alguém do lado de fora, sem ter como sair daqui. Era para alguém ter ficado olhando.
Ah, então você tinha deixado o Lucas olhando aqui?
Exato.
Não, mas aí complicado, né? Por que que o Lucas foi o primeiro meio do turno, né, ficar acordado.
Ele que sugeriu, na verdade, né? No final das contas, não dá para confiar na palavra dele, né?
Primeira coisa, eu acordo meio assustado assim, né? Aí eu olho para os dois, mas a primeira coisa que eu faço é meter a mão na minha bolsa para ver se minhas moedas de ouro estão lá. Então eu fico aliviado por um momento, eu falo: o que foi?
Que foi?
Como assim que foi? Que que a gente tinha combinado antes de você dormir?
Que eu ficaria de vigia primeiro e depois de 2 horas você ficaria de vigia.
Exato. E o que que aconteceu?
Eu fiquei E você continua dormindo.
Você não dormiu não, você não me acordou também, né?
Eu achei que você acabaria acordando.
Ah, é claro, porque eu tenho bola de cristal agora. Ah, não sei, eu não sei se você sabe, mas a gente tá no mundo que não tem despertador.
Enquanto isso, eu tento— como que é a saída aqui? É para cima, né? Suba até lá em cima, né? Eu dou tipo assim uma levezinha empurrada com a mão para ver se eu consigo tipo abrir só da frestinha assim.
É, você vai fazendo a força, fazendo aquela frestinha. Dói o teu olho, entra a luz de fora, você vê que tá de dia, não tá de manhã, aquela luz mais tranquila, tá uma luz forte. Vê conversa, pessoal: ah não, porque eu fui comprar não sei o quê vindo da rua. Barulho dentro da estalagem, mas você não tem acesso, que tem a parede, depois faz a curvinha e vai para parte principal. Você fica focando atenção assim, tentando separar os barulhos da rua.
Aí você vê o cara falando: ah não, a noite foi boa, veio bastante gente. Aqui. Não sei se você reconhece a voz do taverneiro. Quais estão cheios tudo? Aí ele falando, provavelmente com outra pessoa: ah, não, não, amanhã eu vou lá buscar mais um carregamento, nossa bebida especial, pode deixar. E como vai aquele vozerio na rua? Ei, ei, vocês também aí? Tudo bem com vocês?
Tá tudo bem, tá tudo bem. É, como é que tá por aí em cima?
Você vê que ele abre a porta, ele põe a cabeça meio agachando, olhando para vocês. Você vê que a voz dele tá tremendo. Não, não, é que tem um negócio que tava na porta do alçapão. Eu acho que é um recado para vocês. Você vê que a mão dele tremendo assim, você vê que ele tá segurando um negócio na outra mão, a mão dele tá tremendo abrindo a porta assim, você vê que a outra mão segurando parecendo um papel assim, um pergaminho, e parece que tem alguma coisa na mão junto também.
Eu pego.
Quando você pega o papel, você vê que debaixo do papel ele tá segurando uma adaga. Vocês ficam até meio assim. Aí ele tremendo assim, ele entrega na tua mão assim por cima do papel. É bom, eu não vi vocês de qualquer jeito, E gostaria de pedir que vocês partissem o quanto antes, porque eu não quero me envolver nisso não. Ele virou as costas e saiu.
O que que tá escrito nesse papel, Vulpix?
A princípio não tem nada escrito no papel assim. Vocês veem que tem um desenho, mas você vê que tem alguma coisa escrita embaixo do desenho. Como é que é a imagem? É um círculo com vários traços assim, lembra uma espécie de sol. Vocês olham assim, para vocês não significa nada, mas você vê escrito embaixo assim: vocês acham que me enganaram, mas ele está sempre de olho. É bom vocês devolverem o que é meu ou ele irá atrás de vocês.
Tá vendo? Olha só a merda que aconteceu, já chora a gente, velho.
Lucas, joga sabedoria para ver se você recorda desse símbolo.
10.
Você fica assim pensando, você olha o símbolo, a sua pressão começa a cair, Lucas. Fica evidente que o Lucas tá ficando pálido. Ele já é branco, mas ele tá ficando parecendo um fantasma assim, pálido, o olho ficando fundo. Às vezes ficando de boca aberta. Vocês veem o medo estampado na cara dele. Você reconhece esse símbolo, você sabe que esse símbolo é o símbolo da guilda dos Anathar.
Rapaziada, rapaziada, eu acho que a gente deveria sair da cidade. Deu ruim, deu ruim, deu ruim, deu ruim.
Tá vendo, Valente?
Olha o Béo em minha defesa. Eu não lembrava.
Tá, mas o que que é esse símbolo aí que você olhou e ficou tudo torto aí?
Vocês lembram da DC, Marvel, essas coisas? Vocês lembram do Rei do Crime? Lembra do É pior.
O Rei do Crime já era ruim, já.
Eu tô com vontade de enfiar o Lucas no buraco.
O que, no caso, a gente só roubou todo o dinheiro dele, né? No caso, as 99 moedas, se bem me lembra, né?
Bem, não é todo o dinheiro dele, assim, é uma boa quantia, mas não é todo.
Eu acho que a gente pode começar a sair, mas eu acho que seria inteligente devolver.
E você acha que realmente um líder criminoso vai Flash vai deixar um bando de moleque que roubou ele simplesmente devolver e sair andando? Se ele só matar a gente, ia ser muito bom.
Por isso que a ideia principal é tentar sair sem ser pego. Mas eu acho difícil, porque se já acharam a gente aqui...
Vulpix, você escuta com clareza o que tá sendo dito aos berros lá em cima. Não, não, eu não sei, eu não sabia de nada, não sabia que eles eram inimigos do senhor. Na verdade, Eu dei abrir pra eles, achei que eles estavam sendo perseguidos pelos nobres, aqueles idiotas da cidade. Não sabia que era vossa senhoria, a mando do chefe. Não, pode deixar, eles estão lá embaixo, pode ir lá, pode ir lá.
Eles vão descer aqui, eu não sei quantos são, mas é muita gente e tá vindo aqui.
Eu vou falar pra rapaziada, ó, o seguinte: a gente tem que sair daqui agora. E na hora que a gente entrou tinha uma janela, a gente vai pular por essa janela. Vou pegar duas garrafas de bebida e uma lamparina em uma mão.
Saiu correndo e só faço um tchauzinho assim pra trás e Pula a janela.
Você sobe correndo, para, aí você olha para baixo assim, para escada abaixo, você vê eles assim te olhando, você dá o tchauzinho, você vira de costas, sai correndo e se joga na janela assim, tipo se encolhe e se joga na janela. Só faz aquele barulho de estilhaço, você cai rolando no meio da rua assim.
Na hora que o Lucas vai, eu vou atrás, já pego as duas garrafas que eu tinha separado, jogo elas no caminho, né, que eles têm que fazer para vir aonde a gente tava, joga as duas no chão e joga a lamparina atrás para pôr fogo e pulo pela janela.
Joga um atletismo aí só para eu ver o negócio.
13 2 2 17.
Você pulou de forma eficiente. Já tava como o vidro já tava estilhaçado, então você não se cortou nos cacos de vidro, você passou na boa. Você vê mais na frente de você correndo o Lucas, vários respingos de sangue caindo do corpo dele, todo cheio de caco de vidro fincado na pele.
Eu fui atrás.
Você tá correndo, você olha para o lado, você já vê o fogo pegando na parede, no chão, que o O Valente tacou aqueles coquetéis molotov improvisado ali. Você vê que ele pula, você dá aquela olhada por curiosidade para o corredor à sua esquerda, cara. Você cruza o olho com o Bill, tá atrás do fogo assim, tipo, tem aquela barreira de fogo no meio. Você cruza o olhar com ele assim, você vê que ele tá com a cara de interrogação. Quando ele olhou você, ele fechou o sem na hora.
Eu pulo, eu faço contato visual com ele. Eu não só pulo, eu dou o dedo do meio para ele.
Então faz atletismo.
19 2, 21.
Você correu, olhou no ar, você se encolhendo para passar pela fresta da janela, você deu dedinho do meio assim para ele, tá ligado? Aí caiu rolando do outro lado e fez um parkour, você caiu rolando sem perder a velocidade. No menos você já ficou de pé e continuou correndo. Eles estão correndo, vocês olham para trás, você vê o Bill, mano, pelo menos uns 10 cara em capuz e tudo, vim correndo junto com ele.
Aqueles malditos, eles roubaram do chefe!
E os cara correndo atrás de você no meio da cidade, vocês vocês passam, se você vê um guarda da cidade assim, ele olha para vocês. Quando ele vai para cima de vocês, ele vê o Bill assim, ele até afasta. Ou seja, provavelmente esse guarda também é comprado pelos Arata.
Essa rua que eu tô tem muita gente?
Tem bastante gente, mas na rua larga.
Entre eu e o Bill, eu jogo 2 moedas de ouro no meio da rua.
Você tá assim correndo, você pega e põe a mão, bolsazinho, e joga. Você vê que fica um tempo assim o pessoal olhando. Quando o Bill já tava quase chegando onde tá as moedas, você vê que, mano, vem um moleque, ele se joga assim para pegar a moeda, faz tipo calço no pé dele, dos outros capangas ali. Vai aquela emboleira de gente, daí um monte de gente assim: não, não, é minha, não sei o quê. Aí você vê o Bill caído assim, ele levantando, ficando meio que agachado assim.
Vocês não vão fugir!
Vocês viram a esquina e vai se afastando desse. Vocês ainda estão dentro da cidade.
E se a gente entrar aqui no mercado e fazer a mesma estratégia do Lucas e começar a tacar dinheiro aqui para fazer um muvuco e a gente sair de fininho pelo canto?
Aí eu falo: não, não, não, não, não, não, não, não, não, negativo.
E se a gente para, sei lá, uma carroça, uma carruagem, o que for.
Quem compra carroça? Olha os cara traindo a gente aqui.
Você vê que ele tá diminuindo a distância.
Não adianta a gente ficar jogando dinheiro, a gente vai ficar sem dinheiro daqui a pouco. É a nossa única arma no momento.
Eu vou entrar no Trader Market. Eu consigo observar algum cara que tá chamando o pessoal para comprar coisa, barraco, coisa do tipo?
A feira toda, aquela barulhada de feira. É, compre aqui na minha poção, não sei o quê.
Algum cara que tá fora das barracas e que ele chama muita atenção, cara.
Tem um gnomo com aquela roupa toda luxuosa, com chapéu tipo um turbante, sabe, na cabeça, com uma pluma assim.
Eu vou correr nesse gnomo, vou dar uma moeda para ele, uma moeda de ouro, e vou falar assim: aquele pessoal ali que tem 10 cabeças correndo atrás da gente, você vai falar para eles que a gente tá correndo para o lado direito, tá?
Ah, tá bom, tá bom. Aí você vê que ele pega a moeda, dá uma mordidinha, você vê Os cara já tá chegando perto.
Eu continuo correndo e a hora que chega em alguma curva eu viro para esquerda.
Eu tô seguindo valente, tava só acompanhando ele.
Então você vê o pessoal correndo, vocês fazem essa curva assim, vamos correr, né? Vamos tipo diminuindo um pouquinho assim, olhando para trás. Você vê tipo o pessoal fica parado e você vê o gnomo apontando para o outro lado assim. Aí ele olhando, passa a cara, o olho assim, o rosto pro lado de vocês, mas você vê que o olhar dele tá perdido assim, ele não tá vendo você. Aqueles cara chega junto dele, ele aponta Tipo para o lado assim que o gnomo falou.
Aí você vê que pelo menos uns 5 cara vai para aquele lado, aí ele aponta para o outro assim, meio que ele tá mandando dividindo os cara, e vai chegando mais cara. Tipo mandou uns 5 para um lado, 5 para o outro, aí veio mais uns 5 cara perto dele, e aí ele chamou os cara para vir junto. E ele tipo tá indo para o lado de vocês assim, mas ele não tá vendo vocês ainda.
A roupa do Lucas tá caindo sangue?
Não, tá alguns pedaços, tá manchada de sangue, mas não tá destruída, sabe? Tem que que tá rasgada por causa do caco de vidro. Mas a roupa dele é chamativa, ele é um bardo, né?
Ô Lucas, tira sua roupa aí, tira a roupa!
Eu tiro só a camisa assim. Tem alguma loja que vende túnicas?
Provavelmente tem. Você tá olhando assim, eu preciso de um lugar que tem uma túnica. Você vira olhando assim, aí vocês escutam berro de longe assim. Instintivamente vocês olham para o lado do berro.
Ali estão aqueles desgraçados!
Eu já tô sem camisa.
Ele volta a correr de novo para cima de vocês. Aí vocês veem que as ruas vão ficando tipo toda ruas azul ali é tipo aquelas, um cascalho, sabe? Tipo pisado assim, então fica tranquilo de andar. Vocês vão indo progressivamente, você vê a rua ficando, tipo, não é mais cascalho, você vê que é tipo uns paralelepípedos, vai ficando melhor. Você vê as casas ficando, não é só de madeira, já de bloco, uma construção melhor. Começa a ficar mais arborizado.
Até que vocês veem que vocês estão correndo assim, você vê uns cara de armadura com lança. Ele, onde vocês estão indo? O cara vai barrando o caminho de vocês.
Eu só tava Tô indo em direção à muralha porque eu quero sair em direção a Seward.
Então aqui mesmo que a gente quer chegar.
Qual o assunto de vocês aqui? Vulpix e Lucas, vocês olham para trás, você vê a galera já aproximando.
A gente tá fugindo daqueles cara ali.
Por que que vocês estão fugindo deles? Vocês são algum tipo de bandido?
Na verdade é o contrário, né? Eles são um tipo de bandido.
Você vê que um dos guardas ele já põe a mão na empunhadura da espada, o outro tá com a lança na mão assim, começa a encarar vocês.
Exatamente. Exatamente o contrário. Nós estávamos numa estalagem, descobrimos que o senhorio tava contrabandeando alguns alimentos, algumas bebidas, e quando íamos denunciar, ele chamou aqueles guardas contra nós. Nós fugimos e viemos até aqui. Nós viemos até aqui implorarmos por ajuda e que você nos proteja.
O papel que você pegou, você soltou ele em algum momento? Você ainda tá com você?
Tá no meu bolso.
Beleza.
Tá, quando o Luca diz isso, eu tiro o papel do bolso, eu mostro o papel com símbolo aqui para o Zé Natal.
O que que é isso? Ele fica olhando assim, você vê a expressão dele, tipo, com o olho arregalado. Ele olha para o papel, olha para você, encara você assim. Você roubou disso deles?
Não, não, não, o estaleiro me deu esse papel falando que esse pessoal estaria atrás da gente. Eles estão atrás da gente.
Ah, eles estão atrás de vocês?
Isso.
Quanto que é sua CA, Valente?
18.
Rolei um D20 e ele tirou 20 no dado. Outro guarda tirou 17, mais 3, 20. Os 2 ataques acertaram e um foi crítico. Você tomou 11 de dano, Valente, de uma lançada. E 4, você tomou então 15 de dano. Vocês viram isso? Você mostrou o papel e falou: ah, então vocês pegaram o papel. Aí o Valente virou e começou a correr no meio dos cara. O cara da lança enfiou a lança tipo na costela dele assim. Rola um teste de destreza. Nossa, cara, você trupicou e caiu de cara no chão.
Você não conseguiu correr muito. Vulpix e Lucas, depois que eles viram o papel e você falou que era aqueles cara tão atrás de vocês e o papel do símbolo deles, os guarda virou imediatamente, atacou o Valente. O Valente tropeçou e caiu no chão. E aí eles já viraram as armas para vocês assim. Você vê que o Bill e os capanga estão chegando perto de vocês. Quer dizer que esses guarda aí tá contra vocês também.
Eu quero me transformar no Alce. Tipo, antes de me transformar no Alce, eu tipo meio que posiciono o Valente, né?
Tipo, entre o meu—
sabe quando você vai colocar o braço do Valente em cima do pescoço assim? Eu coloco o braço dele, né, que é muito pesado, mas eu coloco. Eu transformo mouse. Vamos montar em você.
Você vai ficando meio que na posição assim, ficando de 4 para se transformar. Você vê que o cara da lança, ele vem com tudo em você, você só ergue a cabeça assim, a lança passa muito perto da tua cara. Para quem não entendeu o que aconteceu, eu rolei um teste de ataque de oportunidade do guarda vendo o cara se transformando na frente dele, tentou atacar ele, rolou o D20, caiu 2 3, sim, passou longe da defesa.
Isso aí, o Valente tá em cima de mim, Lucas tá montado. E aí eu corri disparado na direção que não é nenhuma dos dois, tá?
Faz acrobacia, Lucas. Minha acrobacia é uma merda.
Eu agachei.
Ele tá pendurado no rabo te encoxando.
Não, eu vou arrastando o Lucas junto então.
Pega o valente pela boca.
Tô em disparada máxima assim.
Certo, então vocês vão ficar dando olé dele nessa parte da cidade.
Bom, o que a gente tem para fazer, né?
Você faz isso, você sai correndo, você é mais rápido que os guardas e que o Pio, né? Você agora virou um bicho quadrúpede, então você corre muito mais rápido que ele. Você vai meio quase que passando por cima de outras pessoas também, passando. Você tá aquele safanão, joga a pessoa para longe, a pessoa, você vê o pessoal se machucando.
Foi mal, foi mal, galera, desculpa.
Você dá a volta tipo no quarteirão assim e vai tipo se afastando dele. Mas você vê que tá cada vez tá piorando a situação, porque agora tá começando a aparecer os guarda também. E você tá indo para o distrito do comércio de novo, e aí é cheio de gente. Então tá cada vez ficando mais difícil para você correr.
Eu quero dar um perdido neles.
E você vê que os guarda da cidade lá agora tá tá meio que caçando vocês. Então vocês estão indo, você vê que daqui a pouco começa a formar uns 2, 3 guardas com a lança assim, eles faz aquela pose que apoia a lança no chão e deixa a ponta para você se espetar nela contra carga de cavalaria. Então faz acrobacia. 6, meu Deus, 8 de dano! Você se empalou em duas lanças, parou a tua corrida assim. Aí você já vê o outro tentando puxar o valente de cima.
Cara, você tá vendo que vocês vão ser presos, estão causando um caos Inacreditável.
Vou usar carga e na descrição disso: se se mover pelo ao menos 6 metros em linha reta em direção a um alvo e em seguida atingi-lo com a cabeçada ariete, o alvo sofre 7, no caso 2d6 pontos de dano adicionais. Se o alvo for uma criatura, ele deve ser bem-sucedido e uma salvaguarda de força CD 13, ele fica caído.
Você não tem essa distância para percorrer, você tá do lado dos cara.
Ah não dá?
Não, você tá de frente com os guardas, os guardas espetou você.
Eu olho para aquele que não tá com a lança sentada no Vulpes, e aí eu jogo um Enfeitiçar Pessoas para ver se ele se vira contra os dois caras que estão com a lança presa no Vulpes. Então os caras estão desarmados teoricamente porque eles estão com a lança presa.
Salva-guarda de sabedoria.
São guardas, guardas não são muito inteligentes não.
Agora fala, o que que você falou para ele da mulher dele?
Ei, parceirão, eu juro que eu vi esses dois caras pegando a sua esposa não tem muito tempo.
Você vê que ele fica um tempo assim, aí ele olha para os caras: ei, vocês pegaram minha esposa? Vocês Fica os cara o quê? Aí você vê que ele puxa a espada assim, tenta dar espada no outro. Eles largam a lança assim, tipo, vai se afastando do cara, meio que abre caminho para você.
Já que eles soltaram a lança, eu vou usar o meu machado para quebrar as lanças, pelo menos para não ficar arrastando lança e machucar mais o Vulpix.
Rola o ataque, só não tira aquele número que o mestre gosta, que eu não vou falar para não chamar. Se tirar, eu não preciso dizer aonde que você acertou o machado.
9 2 2.
Você dá uma machadada, você consegue, corta as lanças ali, só fica a ponta que ficou fincada, parte da madeira assim cai no chão. Você tá vendo que os guarda tá ali, você vê que um tá se desvencilhando e tipo olhando para você assim. Vocês vão sair da cidade? Beleza. Vocês vão correndo, Vulpix correndo na forma Alice, correndo, correndo. Vocês estão indo assim, você vê o portão, aí você vê os guarda gritando: ah, só que eles arruaceiro, eles estão atropelando as pessoas, não sei o quê, fecha o portão!
Aí você vê o cara pegando a alavanca assim toda, não vai puxar. O portão começa a fazer aquele cracracracrac, que você passa correndo assim, o portão fecha, você sente ainda uma pancada do portão batendo em você, você quase cai. Se você ainda fosse bípede, você teria caído e se machucado, mas você é quadrúpede agora, você se manteve firme e correndo. E vocês correm para fora da cidade, vocês vão se embrenhar no meio do mato, vocês fogem.
Depois de passar alguns dias, vocês ainda foram perseguidos naquele dia pelos guardas e parte do grupo do Bill. Você vê que no grupo que o Bill veio atrás de vocês não veio só bandidos, Você vê que vem uns guerreiros, você vê que veio gente de outra espécie também vindo atrás de vocês, mercenários. Vocês fugindo, vocês enfrentaram alguns. Teve um momento que vocês ficaram desesperados achando que o Vulpix tinha morrido, porque teve alguns momentos desses combates que Vulpix foi ferido mortalmente.
Só que em vez de ele morrer, ele voltou à forma original. Aí vocês, opa, aprenderam que ele tem essa vantagem. Quando você tá na forma de animal e ele acaba ferido mortalmente, ele destransforma. E sempre dando fuga neles. Você vê que os cara persistente, vindo atrás. Até que vocês falaram, ó, inviável ficar aqui nos arredores da cidade. Que os cara vão continuar caçando a gente. E vocês partem rumo à estrada que você sabe que o amigo de vocês foram.
Vocês estão indo pela estrada até que vocês veem um grupo de orcs e goblins assim reunidos. Quais idiomas que vocês conhecem, só para eu saber? Eu, comum e gigante.
Halfling, comum. Druídico, silvestre.
Anão e comum.
Ah, então vocês não entenderam. Você vê eles conversando alguma coisa assim quando vocês veem que tipo um goblin tá assim, ele olha para trás assim, começa a falar que é o inimigo. E aí eles viram com começa a vir para cima de vocês.
Ah não, vamos nessa!
Vocês são surpreendidos porque tinha muito goblin, muito orc. Vocês veem que eles emboscam vocês completamente, vocês estão cercados.
Existe alguma rota de fuga?
Não, tem inimigo por todos lados. Do lado tem uma parte alta assim, tipo quase uma muralha de pedra natural.
Essa uma semana que a gente passou entre fugir, descansar e coisa do tipo, a gente conseguiu recuperar alguma coisa de vida?
Sobre a minha transformação, eu tenho alguma limitação? Tipo, uma transformação por dia?
Tenta falar lá, mas já passou uma semana, tu tem todas, eu acredito. Sim, o alce dele já tá full life também.
Já, já, já voltou tudo, tudo tranquilo. Vocês têm acesso à magia de cura também. O Vulpix, ele consegue arrumar alimento com facilidade e tudo, então vocês estão tranquilos. O problema é que vocês não tiveram muito tempo de descanso em paz assim, entendeu? Era descanso aquele tenso assim, que podia ser atacado a qualquer momento. Valente, você vê que um orc, ele vem com tudo para cima de você, com machado É, a hora que eu vi o montante se ajuntando e vindo para cima, eu já tava com machado empunhado, já empunhei tudo.
Eu consigo desferir um golpe nele por ele tá vindo para cima de mim?
Não, vocês foram surpreendidos. Primeiro você vai rolar uma salvaguarda de destreza.
Deu 12 mais 1, 13 ao todo.
Não é o suficiente. Você vê que ele vem vindo para cima de você assim com machado ameaçando, você instintivamente tenta desviar do machado, só que você vê a outra mão dele, ele vem direto no teu pescoço, te agarra, você sente assim força dele, você vê que ele é bem forte, tanto quanto você. Você vê que ele começa a te erguer assim, ah, você vai morrer ou não? Ele tá te erguendo assim quando cortamos a cena. Raul, vocês estavam seguindo a estrada, o Carlos avisou que tinha orcs e goblins ali escondidos num canto.
Vocês não vão passar longe para evitar chamar atenção deles. Quando vocês estão passando ao longe assim, você vê eles gritando, berrando alguma coisa. Você tem que descobrir a gente. Quando vocês estão andando assim, vocês veem o Valente, o Vulpes e o Lucas chegando na direção de vocês. Eles são completamente cercados. Você vê um orc agarra o Valente pelo pescoço, erguendo ele assim. Você vê que esse orc é perigoso. Antes de você fazer qualquer coisa, acontece a mesma coisa com você.
Você é surpreendido também, estava distraído com ele. Um orc chega e agarra você assim, começa a te estrangular. Você percebe, você escuta um barulho vindo atrás de você. Você vai tentar olhar, fala que eu tava prestando atenção ali, né?
E como a gente tava mais de uma hora andando, tem que lembrar ali que eu sou explorador natural, não tem como ter sido surpreendido por esse norte.
Então joga, qual que é a sua percepção passiva? 14. Eu já vi, ele te agarrou, te surpreendeu. Sua percepção passiva é 14, ele tirou 19 em furtividade. Ele agarra, você começa tipo te enforcar, você escuta um barulho vindo tipo de não do lado dele, mas atrás de vocês, do caminho que vocês vieram. Você vai olhar, vou olhar, você olha assim meio com dificuldade. Uma dificuldade assim, pescoço doendo, cara. Só vê um vulto meio marrom assim, cinzento, voando na direção de você.
Você chega até fechar o olho no reflexo. Daqui a pouco seu pescoço afrouxa assim, o aperto no seu pescoço. Quando você abre o olho assim, tipo, você fechou no reflexo, sabe? Quando alguém faz que vai jogar o negócio na tua cara, você fecha o olho no susto assim. Quando você abre o olho assim, você olha, você vê o orc caído no chão gorgolejando. A palavra nova para vocês aí, ele Se engasgando no próprio sangue, sabe? Morrendo afogado no próprio sangue.
Pega ele, Fenrir! Quando você vê o lobo que vocês salvaram com a boca na garganta do orc assim, o bicho largado no chão. Batizou, então já tem nome agora.
Aí vai ver todo esse tempo, o lobo era eu.
Não, mentira! Se fosse o Vulpix, ia ser no máximo, no máximo lobinho, filhote de lobo.
Agora é o Fenrir, o seu amiguinho. Aí estrada, os orcs e os goblins cercando o grupo do Valente, o Vulpix e o Lucas. E agora, iniciativa. 11, 9 2, 17.
16 1, 17.
Carlos, você vê essa cena, você vê o Raul sendo quase estrangulado ali pelo orc com a mão do orc. Você vê que a mão do orc é grande, eles são bem fortes assim. Você vê que ele tava estrangulando ele, do nada aquele lobo que vocês salvaram há vários dias atrás foi, voou e protegeu ele. Ele devia estar seguindo vocês escondido, e quando ele viu o Raul tava em perigo, ele veio proteger ele. Só que você vê os amigos de vocês na frente cercados por esse bando, e o Valente tá sendo agarrado, como tá sendo enforcado, sabe?
Como se tivesse pegando ele pelos colarinhos assim, erguendo. Se o Valente tiver oportunidade, ele vai conseguir reagir.
Qual é a minha distância para o Valente?
7 metros e meio.
Eu consigo alcançar?
Você chega, chega.
Mas eu consigo fazer ataque de furtividade nessa distância?
Você tem que ir nas costas do orc, aí você consegue fazer, que aí você vai, você vai puxar distração do orc, ele vai ter que ficar preocupado com você e com o Valente. Ele foi atacar tipo do lado oposto.
Então beleza, vou fazer um ataque furtivo em cima do War.
Então vai lá, faz ataque. Se você acertar, aí ele é furtivo. Não foi, você não acertou o ataque. Quando você foi atacar ele, você vê que ele ergue a espada dele assim, tipo trava o teu golpe.
Por ele estar segurando o Valente, ele tem como fazer a ação de ataque de oportunidade, né? Porque ele não tá com as duas mãos.
Na verdade, ele tá com as duas mãos ocupadas, uma ele segurou o ataque do cara Um dos dois tá meio que com a espada para esse lado e outro ele tá me segurando, né?
Isso.
Eu vou dar um passinho de ajuste e vou dar uma flechada nesse Goblin aqui, ó, tá na pedra.
Beleza. 17, acerta! Nossa, 11 de dano!
11 de dano perfurante.
Você acerta tipo no olho dele assim, só vê ele voando para trás da parede, você nem viu o que aconteceu.
Caraca!
Eu aponto para o Valente fazendo umzinho com a mão.
Aí eu também faço um para ele, só que o dedo no meio assim.
Aí novamente não sabem se é o dedo do meio, se é um joinha.
Exatamente. O Ferreiro depois de mim?
Sim.
Então é a vez dele, né?
Tá isso, bem lembrado.
Vou atacar uma mordida, 10, 6 perfurante.
Ele morde bem onde o Goblin, ali na canela do Goblin, para tentar derrubar ele. Só que ali ele tá com tipo umas madeirinhas amarradas na canela assim, tipo quase forma uma armadura bem bosta. Ele morde, arranca, lasca da madeira assim, ele tira a boca, mas Não fere o Goblin não. Valente. O Orc, ele tá com os dedos por dentro da tua fresta da armadura assim do pescoço, e aí ele tá te segurando ali. Ele tá olhando para o lado, ele tá meio que de lado para você, porque tá de lado para você e para o Carlos, entendeu?
Ele tá tipo prestando atenção em vocês dois. Você tá com as suas duas mãos livres com o machado na mão.
Eu tô no ar, ele me tirou do chão?
Não, não, ele te ergueu por um tempo. É quando o Carlos tentou atacar ele, ele soltou outra mão e defendeu o golpe dele.
Tá, então Então ele soltou a mão de mim?
Não, soltou a segunda mão que tava segurando.
Eu consigo pegar o meu machado com as duas mãos e fazer um ataque de baixo para cima, como se eu fosse quebrar o cotovelo dele de baixo para cima?
Sim, consegue. Naturalmente ele já é mais alto que um humano, e você na forma anão, você ligeiramente mais baixo que o humano. Então você tem um ângulo ali para acertar ele. Sim, você fosse do mesmo tamanho, ia ficar ruim para você fazer isso.
9 2 2, cara.
Você vai bater, você vê que ele vê que você tá fazendo movimento, ele já olha para você tipo com aquela cara de surpreso. Você acertou sim, porque você tá flanqueando com o cara. Aí você ganha um bônus de +2, seus 3d15 acertou ele sim, e ele te largou e você pode andar.
Vou andar para cá e vou ficar olhando em direção a ele e não vou me preocupar muito com quem tá nas costas, porque eu já vi que o pessoal tá por lá. Então eu só olho daqui para frente.
Mas você tá vendo, você vê que esse orc daqui. Ele tem uns equipamentos melhor que os outros. Você vê que o machado dele é parecido com o machado do Valente, aquele de duas lâminas. Você vê que ele parece que ele é mais bombado que os outros. Evidentemente esse daqui parece que tem pinta de ser o líder. Ainda é o Bruno.
Eu vou tentar pegar uma posição aqui, mestre, do lado do Raul, para eu conseguir usar o Monstro Flamejante, mas sem pegar o lobo dele.
Certo.
11, 3 3 5.
Raul, você tá ali Tá vendo? O lobo foi lá, tentou morder, não conseguiu. Aí ele deu uma afastada quase que sincronizado com o lobo recuando. Você vê o Bruno, ele correndo do teu lado assim, ele estendendo a mão assim, fazendo como se tivesse dando um tapa no ar assim. Da mão dele projeta chama, labareda de chama, forma um leque de fogo gigante assim. Ele faz para o lado, passa por dentro do Goblin, o Goblin cai pegando fogo assim, carbonizado.
Finalmente fez alguma coisa, hein?
E quando eles estão falando nisso, eu tô meio que Segurando o amuleto da Vespa e tipo assim meio que instintivo, sabe? Eu nem meio que pisco assim, percebo o que que eu tava fazendo assim, que eu nem notava que eu conseguia fazer isso aí.
Você sente até uma espécie de orgulho de você mesmo.
Porra, finalmente fez alguma coisa, tem que ter orgulho mesmo.
A metaformação não conta como ação principal, né?
É claro que conta. Então tá bom, são padrão, filho.
Bom, eu vou transformar na aranha gigante. Eu tenho 26 de vida, dos pontos de vida da aranha gigante.
Pixie, olha o orc que até então tava parecendo quase um gigante para você, agora ele tá pequenininho perto de você.
E agora eu sou o gigante, né? Vou dar uma intimidar.
Então rola a intimidação.
Tirei 17, que é 15 mais 2 de carisma.
Deixa eu rolar aqui a salvaguarda do orc. Nossa Senhora, o orc rolou D20, caiu 3. Você vê que esse orc aqui com a poça de bosta no chão se cagou de medo. Respingou em cima do Valente, respingou na roupa do Valente, do Carlos.
Ai, não, respingou na perna do Vulpix também. Calma aí, ele tem muita pata, ele deve ter respingado.
Sim, ficou aqueles bolinhos de cocô nos pelos da perna da aranha.
Eu só dou uma banada assim com a pata assim e a merda sai da minha pata.
Vamos lá, inspiração do Bato, qual é a outra? Deixa eu lembrar. É, eu vou primeiramente usar inspiração de bardo no valente.
Você pode inspirar os outros por meio de música ou das palavras. Para isso, no seu turno, você deve usar ação bônus, perfeito, para escolher uma criatura que não seja você mesmo, esteja até 18 metros.
Quase todo mundo.
Essa criatura ganha 1d6 de inspiração do bardo. Perfeito. Valente, quando chegar o seu turno, se você quiser usar o bônus de inspiração, você vai rolar o d20 e aí você vai fazer o teste que for. Aí você fala, não, vou usar inspiração de bardo. Antes de eu falar se você passou ou não, você fala, não, eu vou usar inspiração do bardo. Aí você rola mais um D6.
Uma dúvida: essa inspiração, ela dura até o final da batalha? Ela dura um round?
Não, ela dura essa vez aí. Você usa e acabou.
Tá, sim. Mas se eu quiser usar só ela no final, aí pode sim, tá? Eu não preciso usar exatamente agora, não.
E na minha ação, eu vou naquele orc ali, ó, o mais brabo de todos, que tá na direita ali. Ele tá exatos, deixa eu ver aqui, ele tá 6 metros de mim. E vou girar para ele falar assim, você prometeu a si mesmo eliminar todos os goblins. E vou usar Enfeitiçar Pessoa.
A dificuldade do teste dessa magia era 13. Aí o Orc rolou o D20, que é o 4, ele tinha um bônus de +3, deu 7, ele falhou. Aí você vê os goblins, o quê?
É claro que não!
Você vê que ele só olha assim, esse goblin aqui, ó, você vê que ele já vira, vai para cima do goblin, tá ligado?
Ah, meu Deus! Bom, pelo menos a gente não vai ter tanta preocupação com goblin.
Pelo menos ele bate com a espada, a espada tem uma lâmina larga Cara, ele parte e dá um fatality no Goblin e me aproxima ali perto do outro Orc junto onde tá sendo flanqueado por todo o resto.
É, a gente fez uma cabaninha em volta da merda, né?
É, você pisou na bosta de novo, que virou uma poça. Aí quando você corre ali, flanque fechando a rota de fuga do Orc, você vê que o que você mandou, ele olha para o Goblin assim, ele vai lá, ele rasga o bicho no meio, dá um fatality no Goblin. Aí os Goblin, o que que tá acontecendo? O chefe tá maluco, não sei o quê. E aí Aí vocês escutam assim: ora, ora, finalmente eu encontrei vocês! Agora vocês não vão mais fugir de mim, seus malditos!
Vocês olham para aí, subem a estrada. De onde que vocês vieram, Valente, Vulpix e Lucas? Vocês veem uma figura já conhecida de vocês com um exército de bandidos.
Nossa Senhora!
Agora vai ser o fim de vocês! Ninguém rouba de Xanatar e sai com vida!
Eu olhei assim: vocês conhecem Esse maluco aí.
Vocês fizeram o quê?
A gente não, foi o Lucas.
Aí eu só aponto para o Lucas e falo: é culpa dele, não pode deixar as crianças sozinhas um minuto.
Tinha que ser carioca, né? Tinha que ser carioca.
É, o Org vira, ele até para de falar com a voz rouca assim, ele fala: não, não acredito que você fez isso, cara. Ele sai do papel.
Vocês mexeram com o Zanatar?
Quem é Zanatar?
Você já viu os cara vindo, você vê que um tá com a faca, pega no Goblin, já cai mole no chão.
Acho que os goblins não vão jogar muito não, cara.
Vocês veem que vocês não têm a menor possibilidade de enfrentar tudo isso de inimigo ao mesmo tempo. O que que vocês vão fazer?
A gente não vai ter chance de lutar contra eles, mas os orcs vão ter que atacar eles porque estão sendo engolidos ali, né?
Exatamente. Você percebe essa possibilidade de vocês fugirem e deixar os orcs, os goblins se virar com os cara enquanto vocês conseguem fugir. Vocês vão continuar engajado enfrentando eles e agora enfrentar os assassinos também? Ou vocês vão fazer o quê?
Tem um bicho aqui, ó, na esquerda, na montanha.
Você percebeu isso, Valente? Você olha a situação, você vê os assassinos vindo na direção de vocês e vê o Bill gritando ordens para matar vocês. Aí você, tipo, começa a olhar para todo mundo assim, tipo, meio que, caramba, calculando, puta, vamos fugir. Quando você vira para falar essa ideia para o pessoal, você passa o olho ali nessa parte que rochas, uma parte mais elevada, você vê uma sombra. Quando você olha de novo, você pisca assim, você sabe, você olha, aí você vê uma sombra com chifre, asas. Aí você volta o olho, o que que eu vi? Você não vê mais nada.
Só eu vi.
Só você viu?
Falei, ô rapaziada, eu acho que tá na hora da gente meter o pé.
Vamos para o norte.
Então vamos.
Concordo e meto o pé.
A aranha do Vulpix, ele aguenta a pessoa?
Aranha do Vulpix aguenta quantos?
Ah, tô rolando japonês.
E quanto de altura ela tem? É fácil de escalar?
O suficiente, aparentemente, né?
Não é fácil de escalar, mas se ele deixar, você sobe de boa. Ai, que papinho, velho! Aranha bem peluda, inclusive.
É que é japonesa, cara.
Vocês saem correndo, você vê o Vup que você vai tentar tipo arrastar alguém, alguma coisinha que tá ficando para trás.
Tem alguém ficando para trás? Ah, o Lucas e o Carlos, provavelmente, né?
Eu acho que o Carlos não, o Lucas provavelmente.
Eu acho que o Carlos ele consegue, né?
O Carlos ele dá um tipo, dá dois piques, ele já passou na frente de todo mundo, ele é muito rápido.
Eu puxo o Lucas com essa faquinha, tá carregando ele. Aí eu jogo ele para cima da carapaça e vamos embora. Vão, homens, acabem com a raça desses malditos! Eu vou arrancar o coração de vocês com uma colher. Quando a gente se despista, a gente tá um pouco longe já, eu me destransformo.
Você vê que o Lucas, ele cai por cima de você, se embola no chão os dois.
Peguei o saco na cara dele.
Caramba, tá um BL só aí desde o começo do episódio, né, cara?
E o Lucas tá esse tempo todo sem camisa, né?
Sim.
E é o sonho do cara, tá uma semana sem camisa, né?
Sabe aquelas cenas de BL mesmo que o maluco bota a mão na parede assim?
É o Vupix fazendo isso, só que na altura do joelho do Lucas, vira para ele e fala: Lucas, tira sua camisa.
Aí ele bota aquela mãozona assim na parede, assim, segurando, é para fazer como se faz fazendo pressão em cima do Lucas. Só que na verdade tá na altura do joelho só do Lucas.
Vai, ô mestre! Fazendo aqui, vamos seguir, né?
Melhor.
Tá ficando estranho isso, tá ficando esquisito isso aí.
Que papinho, né?
Vocês saem correndo, fica bastante tempo, vocês fogem, ele se transforma, tem essa em boleira no chão, todo mundo, não sei o quê. Vocês conseguem despistar, que vocês não param de seguir para o norte, vocês descansam e vão indo. Quando vocês já estão tipo um dia de viagem, que vocês estão andando, fugindo, vocês têm certeza que despistaram o Bill e os orcs, vocês param, descansam, vocês se reúnem ali, faz uma fogueira, se reúne.
E, cara, você lembra, fala: ele tá perto do covil e a gente tá reunido, todo mundo. Então agora vocês podem ir direto para o esconderijo da guilda de ladrões que você faz parte.
A gente tá no camping, né, e eu chamo todo mundo e falo, olha só, gente, aí eu explico a minha situação para todo mundo, né, para vocês entenderem o que aconteceu comigo. Eu não tinha memória. Eu tô falando isso principalmente para o Lucas, para o Valente e para o R. Perfeito. A gente explica mais ou menos o que aconteceu lá no templo, que agora a gente é perseguido pelo Mago Supremo.
É onde? Um lado sendo perseguido, outro do outro.
Beleza, então a gente tá sendo seguido pelo Zanatar lá e vocês estão sendo seguidos pelo Lorde Supremo. Então tá tudo bem. Tá 0 a 0 aqui, né?
Não, não, pera aí, ninguém tá sendo perseguido por nada. Ninguém viu a gente roubando o livro?
É, a gente só roubou, mas ninguém sabe.
Vocês roubaram um livro?
O Bruno roubou um livro.
É, mais ou menos.
Olha só que interessante, né?
O Bruno roubou um livro, só que o Bruno é gado, e aí a mina roubou o livro do Bruno.
Não foi só vocês que roubaram alguma coisa. O Lucas aqui que a gente encontrou aqui, né, ele roubou um cara que a gente tava trabalhando para ele, que provavelmente era para um cara que trabalha para alguém, como é que digo, mais pica ainda.
É o tal do Zanatar.
Você roubou do Zanatar?
Pera aí, mas vocês estavam juntos quando ele roubou do Zanatar?
Do meu ladinho.
Sim, Lucas. Quando ele fala, às vezes para para pensar, ele fala Zanatar, cara, vem a imagem da criatura na tua cabeça. Você já viu ele, Lucas?
Tu roubou do Zanatar? Nem na guilda de ladrões a gente faz isso.
E explicando, é do nosso lado. Na verdade, a gente foi lá atrás de informações sobre as pedras ou de um jeito de voltar para casa. E o que aconteceu foi o seguinte: a gente foi parar na Terra e a Terra tá toda em preto e branco, congelada.
Na nossa Terra?
É, o nosso mundo tá congelado. E quando a gente voltou, o Bruno tava com aquelas amizadezinhas deles lá. A gente descobriu que é um bando de demônio que tá dando poderes para ele. Uma demônia chamada Emília pediu para ele roubar um livro. Só que ainda bem, graças aos deuses, que o Bruno foi o único que foi visto nessa biblioteca, o Bruno e a tal Danília, porque eu e o Carlos entramos escondidos.
Ô Bruno, você não pode ser menos gado não?
Eu não sei exatamente se é uma coisa boa, mas tudo bem.
Para mim, para o Raul, é maravilhoso, cara.
Eu tô adorando.
É, não é sobre ser gado. Enfim, é difícil de explicar.
Aonde você vai, tu dá em cima de uma mulher, cara?
Não é não, calma, não é assim. É, tem uma relação que é diferente.
Mas eu acho que é menos pior ele dar em cima de uma mulher do que roubar dos avatar.
É, ele tem um ponto, tá?
Mas agora o negócio é o seguinte: já que a gente tá nessa situação onde as duas equipes estão com problemas, sair daqui o mais rápido possível também. Mas sempre que a gente vê que a gente pode entrar em algum local onde pode ter uma emboscada, ou se a gente vê que tem alguém procurando pela gente, o Lucas e o Carlos, eles têm que se esconder perto do grupo para conseguir formar uma emboscada, já aqui eles não são reconhecidos, né?
Eu acho que é bom a gente evitar os nobres também.
Até o que o Robert falou, incrivelmente vou falar isso, mas o Robert tem razão nesse ponto. A gente tem que achar alguma forma de sair daqui o mais rápido possível.
A gente tem que arranjar uma forma de voltar para o nosso mundo antes de vocês arrumarem briga com todo mundo.
Isso, realmente o pacto com a Vesper é muito complexo, mas o ponto é que ela me dá informações, mas cobra o preço alto. O exemplo foi Emília. A grande coisa, essas pedras que a gente tem, eu tiro a minha, parece que elas têm uma relação muito forte com isso. Porque enquanto tudo tava congelado, eu e o Raul, a gente tinha liberdade para andar, para se movimentar, porque a gente tinha pedra. E aí, de alguma forma, as pedras todas em si tem alguma relação com esse mundo e o que aconteceu com a Terra.
Parece que houve alguma tragédia e a gente ficou salvo por causa das pedras no último segundo e veio parar para cá. Não sei exatamente os detalhes, Mas a gente precisa delas.
Vamos tentar colocar elas todas juntas para ver se acontece alguma coisa.
É impossível, sabe por quê? Porque temos alguém aqui que deu a pedra dele.
Ah, velho, não, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Primeiro, vocês estão sendo perseguidos, não é minha culpa, todo mundo aqui. Segundo, eu tava vivendo de boa nesse mundo, então eu vou saber que pedra? Isso já adianta um processo. De qualquer jeito, eu tenho que pegar a pedra na guilda dos assassinos e dos ladrões. Então o melhor jeito é ir lá. Até porque possivelmente os caras não vão buscar a gente lá para correr atrás da gente.
Pessoal do Zanatar é um confronto chato, confronto difícil. Talvez alguém goste da história do Lucas na Guerra dos Ladrões e ter roubado o Zanatar. Não sei, vamos ver. Tá a fim de virar uma lenda, Lucas?
Cara, você me tira uma dúvida: o Zanatar não pode ter assassinos no seu guarda-chuva não, né? Porque tinham vários assassinos junto com o tal do cara que tava seguido vocês, cara.
Assim, poder pode. A vida dos ladrões e dos assassinos pode ser contratada, velho. Até aí, entendeu? Só que tem regras internas nossas.
E mais uma coisa, quanto que vocês roubaram dos Anatar? Só para mim entender uma coisa.
Moedas de ouro. Quê? Moedas de ouro.
Quantas moedas de ouro vocês três têm? Porque o Valente, o Vulpix ficaram na cidade para farmar dinheiro enquanto a gente farmava informações, né?
A gente farmou dinheiro.
Eu cheguei a ter 99 99 moedas de ouro conquistadas, digna, de forma bem honrosa.
Não tá nem conseguindo falar direito, para de gaguejar.
Lembra dos anos 80, começa a gaguejar.
Que eu só perco a gagueira quando eu tô cantando.
Entendi.
Valente, Vulpix, quantos que vocês têm de ouro?
Eu tenho 54 peças de ouro.
Eu tenho 56. A gente fez um serviço para o Bill, que agora ele tá puto com a gente, né, que o Lucas roubou.
Foi o Bill que vocês roubaram?
Foi.
Não, a gente não. Não, o Lucas roubou, ele usou um feitiço.
Quem é Bill?
É aquele cara que tava comandando aquela tropa de pessoas ali que tava vindo atrás de gente quando a gente tava lutando com o Orc aqueles dias atrás ali, lembra?
Aquele é o Bill?
Ele é o Bill.
Meu Deus do céu!
A gente pegou serviço com ele, foi valente eu pra fazer o serviço pra cobrar um outro cara lá numa outra taverna. A gente encontrou o Lucas, a gente fez o Lucas andar com a gente porque a gente, lógico, encontrou o Lucas aqui do nada, né, que ele falava que ele era sem faixa, sem foco, você sabe. Sei lá o nome dele.
É meu nome bíblico.
E aí, o que aconteceu? A gente foi lá, foi cobrar, a gente fez o nosso serviço, e na hora de sair, o Lucas enfeitiçou o Bill, fez ele dar o dinheiro, e depois o cara achou que a gente roubou ele. Na verdade, Lucas roubou ele, né? E agora ele tá indo atrás da gente.
Tudo bem, deixa eu entender. A gente tem aqui mais ou menos 200 peças de ouro, é isso?
Não, porque para ajudar nossos amigos na sua fuga, eu abri mão de uma parcela. Eu tenho agora 80. Eu tive que gastar um pouquinho.
É verdade, eu tenho uma uma coisinha aqui. O Bruno deve ter, o Carlos também. Carlos, seu mestre venderia aquela pedra?
Eu tenho um plano melhor, cara.
É uma guilda de assassinos.
Os seus planos levou a gente para todos os lugares de merda possível, mas estamos aqui, né?
Estamos bem vivos.
Você sabe que o Zanatai, ele emprega assassinos, mercenários, pode pedir para clérigos ou magos invocar demônio. E Carlos, você sabe sabe que a sua guilda não tem um nome específico. Você sabe que entre vocês vocês falam que é a guilda do Duque, sabe, que o líder é chamado de Duque.
Mas eu também não vou falar isso para eles. Aí a pergunta do Raúl, né, eu falo, cara, o meu chefe é aberto a negócios, é bem possível que sim. E Lucas, na moral, eu não quero ter Zaratar, Mago Supremo, e o meu chefe como inimigo não, irmão. Já bate na 2.
Mas também não precisa saber que a gente roubou nada do Zaratar, né?
Mas a gente sabe. E o detalhe é, as notícias correm rápido entre os assassinos.
Taíson sabe quem tá na folha salarial do Zanatar.
Exato.
Zanatar não sabe que vocês roubaram o livro do mago, e o mago não sabe que foi vocês que roubaram, mas sabe que a Emília roubou.
E se o Zanatar sabe?
Não, ele sabe que eu roubei ele, mas não sabe que vocês roubaram o livro do mago, que a gente não sabe se é amigo dele.
Ah, sim.
A gente pode muito bem botar a culpa do roubo do Zanatar no mago, falar que roubou o livro foi para uma dos Anatar e botar nesse meio termo aí a gruda de ladrões.
Ninguém iria acreditar que o grande Almister foi o ladrão do livro.
Olha, eu acho que a forma mais segura não ir todo mundo junto naquela, assim, se for fazer um acordo com o mestre do Carlos lá dos assassinos.
Nunca assistiu Scooby-Doo? Sempre dá merda quando a galera se separa.
Mas enquanto eles vão resolver lá dentro, a gente fica esperando lá fora. Não precisa todo mundo entrar, até Porque o Raul e o Carlos não foram vistos, né? Ou pelo menos percebido, eles não identificaram.
Eu não vou entrar.
Eu acho melhor vocês 4, Bruno, Lucas, Valente, Vulpix, ficarem lá fora. Eu e Carlos entramos. O Carlos me apresenta como um mercador de pedras preciosas.
Legal.
E a gente tenta comprar pedra. A gente tem bastante moeda de ouro, eu acho que não é possível que não seja o suficiente.
Não precisa, Raul, você é elfo, eu posso apresentar que você só é que faz coleção de pedras preciosas precisa ser tanta assim não. É um plano bom.
Só tem um ponto aí, na verdade dois pontos. Aparentemente para ninguém essa pedra tem valor. Talvez a Gilda saiba de algo que a gente não sabe, mas a partir do momento que vocês forem comprar essa pedra ela vai ter algum valor. Então eu não sei se exatamente o nosso dinheiro vai ser suficiente.
Carlos, como foi a sua negociação pela pedra?
Tive que dar algo que parecia de valioso mesmo e no caso, inconscientemente, era a pedra para entrar na guilda.
Quando você entregou a pedra para o seu chefe, não foi diretamente para o Duque, foi para subordinada do Duque. Você começa a lembrar disso, fica até com vergonha de falar para a galera, que é uma halfling. Ela tinha um tapa-olho, do jeito que ela falava chegava intimidar assim, que ela falava gritando, esbofeteando todo mundo assim. Você vê que todo mundo respeitava ela. Ela pegou a pedra em nome do Duque, e aí depois ela Ela falou para você que o Duque ficou bem satisfeito com a pedra. Carlos, a pedra que você tinha, você lembra que era roxa, tá?
Ô Carlos, quanto custa um assassinato na guilda e coisa do tipo? Caso a gente vai precisar contratar alguma coisa, depende, depende de quem é.
O Bruno falou sobre a pedra ser muito valiosa, correto? Ninguém sabe o valor dela. O negócio, a gente chegar lá com bastante dinheiro, porém jogar o primeiro valor muito baixo, como se eu soubesse do que eu tô falando, como se eu que a gente oferecesse ali essas pedras.
E segundo ponto é: o que garante que a gente vai conseguir pegar essa pedra de volta lá? O que garante que a guilda não vai passar a perna na gente?
É o único plano que a gente tem, porque a gente não tinha contingente o suficiente para lutar com o seu amigo Bill e 10 soldados. Imagine uma guilda inteira de assassinos treinados.
Eu acredito que a gente vai ter que trabalhar na troca. Então talvez uma boa ideia seria tentar em alguma cidade onde, alguma cidade onde tenha bastante montanha e escavação, tentar conseguir achar algum tipo de espólio, alguma outra pedra para a gente poder trocar pela pedra que foi dada muito tempo.
Quando você trocou a pedra, Carlos, foi você que ofereceu a pedra ou ele que viu, ou alguém que você trocou que viu e quis a pedra?
O que acontece, eu não posso falar muito da guilda, mas existem certas regras para você entrar. Sim, entendeu? E isso é um processo imposto para você. E nesse caso, uma das formas de você entrar na guilda é você, como eu falei, dar algo que aparentemente é muito precioso, no caso. Então nesse caso foi a pedra, que foi um acordo que eles acharam bem interessante.
Nós temos algo muito precioso com a gente.
Temos?
Eu dou uma olhada assim meio surpreso.
Temos? Eu olho para o pescoço do Bruno.
Ah não, eu tirei, tirei assim tipo o esmigo do colar. Agora sim, meu precioso.
Bom, assim, eu posso roubar o colar do Bruno sem ele perceber?
À plena vista não, porque instintivamente toda hora ele coloca a mão, passa tipo alisando o colar, não sei o quê.
Mas à força a gente consegue?
À força consegue. E quando ele tiver dormindo pode ser uma chance melhor ainda de roubar.
Eu falei, cara, antes de vocês pensarem em qualquer coisa assim, o que que a gente não pensa outra coisa? Talvez dinheiro não seja a solução, mas e se vocês negociarem algum serviço, algum favor O teu toba, ou do Vulpix, né? Porque ele já se acostumou a montar em cima.
Enfim, não, não, meu ele não vai gostar porque é peludo.
Aranha, aranha.
Pera, você me deu uma ideia.
Não, não, não, não deu ideia não. Tá mexendo com cara de Loki, porra.
Se a pedra mais o dinheiro não for suficiente, a gente pode alugar o serviço de uma aranha gigante de É verdade.
Quantas vezes uma guilda de assassinos teria chance de ter uma aranha gigante para ajudar eles?
Não, vocês não vão entender.
Então, mas você pode virar só aranha? Você pode virar mais alguma coisa?
Só aranha?
O que te interessa?
Não, ideias. Eu só tô dando ideias.
Não, eu posso virar um alce, uma aranha gigante, e eu acho que um lobo, mas nunca tentei.
Perfeito. Imagina a guilda de assassinos precisando de alguém para fazer algum serviço deles, seja de batedouro, de alguma coisa em que eles não podem usar assassinos.
Eles vão ter um lobo, mas eles não podem me ver. Aí, se eles me verem, eles descobrirem que eu sou um dos caras procurados.
Mas eles não precisam saber que é você, eles só precisam saber que é um lobo.
O lobo eu acho uma ideia ruim, é com passa da mão assim no focinho do Ferri. Mas uma aranha gigante é uma boa ideia, porque não é uma coisa fácil de ser adestrada, não é uma coisa que você acha em qualquer lugar. E a gente não tá falando para o Vulpix ficar lá para sempre, a gente tá oferecendo a aranha gigante para um serviço.
Aranha gigante, exatamente.
Eu tenho tempo limite de transformação? Tipo, passa um tempo e eu tenho que me destransformar?
Você pode ficar para sempre se você quiser.
É por tempo, né? Isso serve para todas as transformações ou só para aranha gigante?
Todas. Mas não podia só sequestrar a secretária da guilda e enfeitiço ela? Ela pega a pedra para gente.
Não, para com isso, para com isso, para com isso!
Vai, inteligente!
Ou só, por favor, tapar a boca do Lucas com alguma coisa.
Ô, Lucas, Você bateu com a cabeça quando chegou aqui?
É bem pior do que isso, na verdade. É que você não encontrou ele quando ele não tinha memória, então era muito pior.
No último caso, o Lucas poder soltar um feitiço nela para que ela entregue a pedra é nossa última escolha, entendeu? O que a gente precisa é que as pessoas não vejam o Lucas, a gente consiga lançar esse feitiço de algum jeito à distância. Mas não perde isso de pensamento não, tá? Isso não é— esse a gente tem que ter como última escolha.
Mas com quem está essa pedra, no fim das contas?
Tem que enfeitiçar e te descobre.
Não dá para sair enfeitiçando todo mundo da guilda para descobrir com quem está essa pedra.
Não, com certeza.
E a guilda de assassinos?
Não, todo mundo não, mas mais 4 pessoas dá.
Não, mas não é assim também, né?
Mas tu quer ficar mais de 4 horas aí? Porque eu acho que você não pode usar o tempo inteiro esse encantamento.
E tem mais uma coisa, os assassinos são mestres da arte de se esconder na penumbra. Se um deles ver uma magia acontecendo, acabou pra gente.
E outra, vou te falar uma coisa, você acha que talvez— pensa bem, você é parte de uma guilda de assassinos, você acha que você vai ter todas as informações assim fácil? Você acha que dentro eles também não devem, sei lá, esconder um do outro alguma coisa?
Por isso que eu falei pra gente pegar da secretária e não de qualquer merda tipo o Carlos.
Sim, mas até a gente chegar na secretária tem muita gente.
Depende. A gente pode oferecer outra pedra.
Só sai merda da sua boca, cara.
O Carlos é a pessoa mais entendida daqui da guilda. Eu acho que o Carlos tem que decidir qual seria a melhor abordagem, porque ele tem as informações, ele que vai negociar, ele tem que saber o que é melhor para ele.
Inclusive, ele deve ter a noção de quantas pessoas tem dentro da guilda.
A gente precisa primeiro sondar a guilda, porque o que acontece, o nosso chefe é uma pessoa um tanto quanto escusa.
A guilda fica muito longe daqui?
Não, vamos fazer o seguinte então, vamos Vamos deixar o Carlos ir sozinho primeiro para ver se eles têm interesse em negociar a pedra, porque eu também acho que o Carlos não pode chegar com alguém desconhecido lá na guilda como se fosse nada. Então Carlos chega, vê se os cara tem interesse de negociar, fala que os caras têm algumas ideias de negócios. Se os caras não tiverem interesse, a gente pensa em outro plano. Se os caras tiverem interesse, a gente tem dinheiro, a gente tem a pedra do Bruno.
Quando você fala pedra do Bruno Vocês escutam assim uma voz amistosa, sabe? Tipo, e aí, Carlos, quanto tempo! Pensei que você tava lá em Lua Argêntia. Aí vocês olham pro lado da voz, você vê um cara com capa, aquela capa fechando na frente assim, capuz. Você vê que ele tá com um pano até a altura do nariz assim, tipo uma certa galera que usava máscara na pandemia, não deixava o nariz pra fora, sabe?
Eu faço, então, meu jovem Carlos, você acha que podemos encontrar pedras diferentes com seus parceiros para vender.
Qual o nome do cara? Tem o nome?
Tem, ele chama você para perto. Você vai para perto dele?
Vou lá para perto dele.
Então quando você chega perto dele, aí você fica olhando assim, você não tá lembrando dele não. Aí você começa a ficar cinza ali. Aí ele: pô, pela sua cara você não tá lembrando de mim. Aí ele baixa a máscara assim do rosto, você olha, você começa a lembrar. O nome dele é Vivonel. Ué, Vivinho, quem que é esses cara aí? Por que que vocês trouxeram ele perto da entrada da da guilda.
Eles não sabem que estão perto da entrada da guilda, fica tranquilo, é só negócio, cara, relaxa. Pode ser um negócio legal para guilda. Eles estão interessados em fazer alguns negócios aqui com pedras, esse tipo de coisa. Como eu sei que o chefe tem bastante interesse nisso, talvez olhe um bom acerto aí para gente. E eles têm um bom cacife, tá vendo aquele mago ali e o elfo lá? Os dois são pesquisadores, aí eles pesquisam questão de pedras, eles têm bastante interesse nesse tipo de coisa. E como eu sei que o chefe tem deles também, talvez role um bom negócio.
Aí ele olha para os lados assim, aí ele chega mais perto de você assim, aí ele fala tipo quase sussurrando para você ouvir: então tem uma boa para você, o chefe parece que ele saiu do esconderijo ontem, foi encontrar com alguém, fazer alguma troca, alguma coisa, eu não sei te dizer, mas é oportunidade de ouro que a gente tem. Parte do nosso contingente foi junto com ele, então a guilda tá meio que esvaziada um pouco assim, então é a nossa chance de pegar os tesouros que a gente não sabe onde tá e tá no pé daqui.
Tu teria coragem de fazer isso, irmão?
Eu estava indo fazer isso agora. E como eu sei que você é uma pessoa ponta firme, eu posso compartilhar com você. Dá aquele pigarro na garganta.
Eu acho interessante. E eu acho que— e aí eu jogo, eu jogo o olhar para ele falando: pô, e eu acho que a gente pode, se alguém suspeitar de água, eu acho que a gente pode ter os bucha ali para ajudar a gente. O que que tu acha?
Exato, exato. Qualquer coisa a gente fala que a gente foi rendido e eles atacar a gente nesse momento, entendeu? E aí a gente se livra ainda por cima.
Isso, isso. Além do mais, ele já tem alguma coisa que tem interesse lá na guilda também, então acho que eles aceitariam fácil.
A gente mete o louco, fala que vai indicar para eles onde tá o lugar, só que a gente não pode entrar pela parte principal da guilda. Vamos entrar pela rota de fuga.
Beleza, então tá fechado, irmão.
Aí vocês faz aquele cumprimento que sabe que pega no antebraço um do outro assim, sabe? Quando você faz assim, você sente tipo na ponta do dedo assim atrás da Tipo, sabe aquelas manoplas de couro? Você sente escondido ali dentro das manoplas ali, uma faca. Você é malandro, às vezes reconheceu na hora que ele tava escondendo o negócio ali.
Aí eu vou falar para ele, pô, espera um pouco aí que eu vou falar com os moleques então.
Então vou te esperar ali na entrada da floresta ali para a gente já ir para lá então. Aí você vê que ele vai indo para o lado da floresta.
Aí eu caminho de volta ao resto do pessoal. Chegando lá eu falo, olha, seguinte, talvez a gente esteja com uma grande sorte aqui.
Sorte?
Parece que o nosso chefe saiu da guilda e carregou um bom contingente com ele para fazer algum tipo de negociação. Mas a notícia que ele me deu é que os tesouros estão na guilda.
Essa fonte é confiável?
Estamos falando de um assassino, você acha que é confiável?
Não sei, os assassinos sempre podem falar uma coisa diferente, entendeu? Mas é aquele processo, é a melhor opção que a gente tem agora, porque dá Dá para entrar na guilda e sair de fininho, um contingente pequeno, dá para fazer isso sem ser visto. É claro, eu faço isso muito melhor que vocês, mas dá para fazer, entendeu? E é o melhor momento para a gente fazer isso porque provavelmente alguns dos principais assassinos da guilda também não vão estar lá, e a melhor chance que a gente tem.
Defina pequeno.
Se vocês tiverem algumas dessas túnicas aí de vocês sobressalentes, a gente pode tentar entrar. Eu, você e o Ralf. Se der merda, ele vira um servo e tira a gente de lá.
Pode ser um servo, não um alce, uma aranha gigante. Eu não sei se aranha gigante vai conseguir sair, né? Porque aí tem que quebrar um monte de coisa para sair dali, né?
Mas pode ser, porque eu acho que nós somos os mais rápidos. E aí quem pode fazer a principal entrada? Pode ser isso também.
Se você conseguir mais umas duas túnicas dessa aí, a gente entra como se fosse assassino. Se a gente fosse descoberto, eles não iam ver nosso rosto e a gente sair.
É o detalhe, a gente vai entrar pela área área de fuga que tem na base, entendeu? Lá dentro a gente consegue pegar essas túneis. Tem que ser esperto, que existe uma área, um almoxarifado, para a gente conseguir fazer isso lá. Mas tem que ser esperto, tem que ficar no negócio. Enquanto isso, quem tiver de fora tem que ficar ligeiro para qualquer tipo de contato, esse tipo de coisa. Tem que ficar preparado para se dar merda.
Tô batendo os dedos assim no braço pensando, é, eu não sei ainda a ideia da gente entrar e correr o risco. Afinal, a gente nem sabe se esse cara tá falando a verdade Não.
Então por isso que é bom sondar o lugar primeiro, como o Carlos disse.
Vocês escutam o cara tossindo lá assim, ele olhando, disfarçando assim.
Eu acho que a gente vai ter que fazer isso mesmo e não dá para ficar demorando muito também.
Bruno, Lucas, vocês têm alguma magia de ilusão? Porque vocês podem ficar ali próximo da entrada da rota de fuga que o Carlos falou, e se um de vocês tiver uma magia de ilusão, colocar uma ilusão no ambiente para parecer que não tem nada lá, que não tem ninguém entrando nem saindo enquanto a gente se movimenta.
Eu dou de cingir braços e olho para o Lucas.
Sou um mago, não sou mago não.
É, ilusão não tenho, mas se meu comando—
eu acho que se a gente ficar nos arbustos ali por perto já é o suficiente.
Isso, não há como se esconder de assassinos, ainda mais da guilda deles. Ah, vamos!
Vai todo mundo?
Não, vai eu, Raul e o Carlos, né?
Como é que funciona? É um túnel que vai por debaixo E aí vocês chegam no local normal, é isso?
É, vocês vão saber quando chegar lá, mas é quase isso.
Porque a gente pode ficar no túnel esperando na saída, dando uma olhada caso alguém queira entrar.
Não é perigoso chegar alguém?
Não, não é perigoso, mas eu acho que como é um túnel de fuga, é muito mais difícil alguém querer entrar pelo túnel de fuga, que é o que a gente tá fazendo. A não ser que aconteça alguma catástrofe lá dentro que faça o pessoal querer fugir.
Não, eu concordo com o Valente, porque é mais mais fácil de fazer essa ação, porque se acontecer algum problema e vocês precisarem acudir a gente, é mais fácil também de vocês entrarem. E se tudo der certo, de além de a gente sair de lá com a pedra e com outros tesouros, é mais fácil de carregar as coisas. Eu concordo com o Valente.
Tá, e qual o sinal? Como é que a gente vai saber se tem alguma coisa errada?
Vocês vão ver se acontecer alguma merda, vocês vão ouvir o barulho.
Se der alguma merda, sei lá, mano, transforma no lobo e uiva aí.
É uma boa ideia, nós temos um lobo.
É verdade, eu acho que se tiver acontecendo muito barulho vocês vão saber que tá dando merda, né? Acho que não precisa nem falar nada, que é muito barulho por aí, vocês vão ouvir.
Vamos, a gente tá perdendo tempo. E pelo que eu entendi, a gente pode ter essa sorte para sempre.
Isso, fica de prontidão aí.
E o lobo vai ficar ou vai junto?
O lobo vai ficar junto com o valente.
É, não dá para ele ficar passeando ali, né? Ele é um lobo, né?
Com calma. Então é isso aí.
Vocês vão indo assim, aí, pô, já era a hora, ele fala para você. O Carlos. Vamos. Aí você vê que ele sempre tá olhando para os lados assim, tipo preocupado mesmo. Aí vai indo, vai indo, vai indo, até que vocês vão chegando. Vocês vê que vão, que vai tendo uma espécie de descida assim, sabe? Tipo, o chão continua o mesmo, só que parece que vai tipo, sabe, ficando côncavo assim, até que vocês se deparam com a entrada da caverna.
Eu coloquei minha túnica na cabeça, tá?
Aí vocês vão indo. Aí o Bruno, o Lucas, o Valente e o Lobo vão ficando para trás para ficar na entrada.
Vamos ficar no meio da entrada assim, um pouquinho lá dentro, né, enclado.
É, a gente entra um pouco, mas fica de olho do lado de fora assim.
Aí você vê, vai, ele vai indo parando assim. Aí o Vivonel olha para trás: como é que vocês não vão entrar também?
Aí eu olho para eles: é um anão gordo e dois magros, não sabe fazer porra nenhuma, eles só vão atrasar a gente. Mas eles aguentam, sabem aguentar peso. Então quando a gente chegar aqui com as coisas, eles carregam para gente e é mais fácil deixar eles para trás qualquer coisa depois.
Só que ele falou na gíria de ladrão, vocês não entenderam. Ele está falando tipo um assunto aleatório, aleatório, mas não tá falando daquele assunto, entendeu? Tipo uma linguagem cifrada. Como é que vocês vão se organizar aí para andar?
O Vivonel tá indo na frente, Vivonel na frente, o Carlos por último, eu e o Vulpix no meio dos dois, porque nossas túnicas são de cor diferente. Até se a gente pegar uma túnica de assassino, não é bom a nossa túnica verde ficar aparecendo.
Beleza, vocês vão indo, vão indo. Você vê que tava aquele clima agradável ali do fora da floresta. À medida que vocês vão entrando na caverna, vocês vão entrando, vão entrando, vai resfriando, você vai sentindo úmido, vocês escutam tipo aqueles barulhos, sabe, água pingando, esses barulhinhos de alguma criatura ali na caverna. Vocês vão indo escuro, escuro, escuro, até que vocês começam a ver uma luz mais para frente assim. Aí você vê que o Vivané, ele para assim, fica meio, ué, ele para assim, ele olha para vocês, ele tem, ué, mas não era para estar iluminado aqui.
Aí você vê que ele dá uma agachada e vai meio agachado assim. Vocês vão seguindo ele ou vocês param?
Quando ele parou, a gente para junto.
Então, mas ele olha para vocês assim, não era para estar iluminado aqui. E aí ele volta, continua andando, tipo o corredor da caverna vai fazendo uma curva assim, vocês não conseguem ver o final.
A gente vai na pontinha da curva, tente começar a entender, vendo alguma coisa bem devagarzinho, sabe? A gente não vai acelerar demais.
Você vira a curva aqui e dá uma olhada lá. Se tiver tudo bem, você chama a gente.
É bom o Carlos conversar com ele porque eles podem fazer a linguagem assassino chamar menos atenção do que a gente ficar falando normal com eles ali.
Vocês têm que um pouquinho mais alto reverbera.
Eu falo para o Vivo, vai vivo, a gente tá em casa, pô, vai nessa, pô, qualquer coisa a gente desenrola.
Mas tá estranho, tá estranho isso daí, mas vamos. Aí você vê que ele vai indo devagarzinho assim, meio curvado, vão indo, vocês chegam ali, vocês veem que tem tipo uma porta dupla de metal entreaberta, tem parece um tapete enrolado segurando a porta aberta, tem uma tocha largada no chão, vocês viam a entrada estreita ali, e ele tá ali parado, ele tá olhando para os lados Nada assim. Você vê que ele vem e corre aqui na paredinha, que ele fica olhando, sabe, se escora no canto da parede, fica dando aquelas espiadas assim.
E aí ele vem até aqui, agacha, ficou olhando, ele põe a cabeça para dentro assim em você, esperando ele dar algum sinal que a gente pode vir.
E aí, vizinho?
Aí ele faz um joia com a mão assim, sem tirar a cabeça de dentro da porta. Aí você vê que ele vai se esgueirando aqui sem fazer barulho, sem mexer na porta, e entra. Começa a seguir, faz igual o que ele fez, tá bom? Vocês estão indo tipo pertinho do outro assim, quando vocês estão passando de frente, fica assim, corredor estreito. Vocês veem aquele monte de barulho, mano, uma revoada de morcego vindo para cima de vocês. E você vê que eles estão mordendo e vai machucar vocês. 7 de dano, os 3 levaram, mano. É muito morcego.
Ô, Vulpix, vira alguma coisa aí, mano.
Vai para a natureza, hein, pô. Eu vou puxar a faca e eu vou tentar entrar na porta onde que o divinho entrou direto.
Eu vou pegar minha espada, vou passando para o lado e vou entrando também.
Vai abanando e vai entrando.
Beleza, deixa o Vulpix lá se mordendo, que ele não quer fazer nada.
Eu vou tentando entrar também com a minha asagaia.
Carlos, você vê o corredor, tipo construção mesmo assim, você vê parede, chão pavimentado, sabe? Você vê o Vivalneu lá na frente, aí descendo mais um lance de escada assim, ele olha para trás, ele, vamos logo, segura ele, eu vou descendo também.
Em tese o Carlos conhece o caminho.
Então você vê ele indo ali, ele olhando para trás, vamos. Aí, Carlos, quando você entra, você olha, ele some da vista de você.
Parei aqui antes do lance aqui assim.
Então você avançou mais?
Eu avancei mais, eu avancei mais seguindo ele. Eu não tô na entrada não, eu tô no segundo lance ali.
Perfeito. Porque tipo, para mim eu tô em casa, mas você não desce na rota de fuga, né? Você entra pela porta principal, rola salvaguarda de destreza. Destreza, mas já foi suficiente.
Beleza.
Você tá aqui, quando você vai passar, cara, você escuta tipo um barulho de alguma coisa engatando, você escuta tipo líquido escoando, cara. Você dá uma rolada aqui, você pula para cá, você só vê isso acontecendo aqui entre essas colunas. Você escuta, começa a sair fogo. O Raul, quando ele entrou, iluminou tudo com essa labareda de fogo. Aí você fica aí, daí você consegue ver, cara. Você olha para trás, você escapou da armadilha.
Caramba, colocaram novas armadilhas! E você olha para onde o vivoneu sumiu e você simplesmente vê isso aqui, um fosso aberto. Se avançar mais um um pouco você consegue ver dentro do fosso.
Eu vou avançar até onde que eu consiga ver dentro do fosso.
Vivo Anel foi de arrasta então, mas se tá espetado, atravessado em 3 lugares diferentes, as estacas lá embaixo. Você viu que aconteceu alguma coisa, mudaram as armadilhas de lugar.
Paro, agacho. É, eu fico pensando assim, eu vou parar, agachar e falo.
E você vê um negócio que você não sabia antes, você vê que para frente ali tá cheio de escombro. Tipo, alguma coisa aconteceu enquanto você tava fora. Você vê que tem uma porta dupla depois ali do fosso, e você tá de um lado, tem uma porta e outra porta atrás. E aí o Vulpix conseguiu entrar.
É a porta onde a gente entrou, certo? Isso, aí na esquerda e na direita tem duas portas.
É, e aqui embaixo, na frente do fosso, tem—
eu paro, penso, pô, eu posso jogar percepção para ver se tem alguém perto?
Não, não tem ninguém perto ali que você tá vendo. Se tiver, pode estar atrás da porta, mas ali no corredor Porta onde vocês estão não tá. E eu agarrau e vou, porque você tá vendo os morcegos voando, você fica abanando tentando ver que a porta tá entreaberta ali. Você vê que começou a entrar morcego pela fresta.
Eu consigo jogar investigação para ver se tem algo, se eu consigo perceber se tem alguém atrás da porta, dessa porta aqui mais perto de mim?
Tem.
Mas primeiro os dois.
Eu dou uma bicuda, eu tiro o negocinho da frente e fecho a porta.
Cara, quando você faz, quando você chutou esse tapete enrolado, imediatamente a porta fechou, tipo como se ela tivesse um mesmo para ela fechar.
Estamos trancados, será?
Aí vem a pergunta agora. A galera agora vai ficar engajada ali dentro desse lugar. O Valente, o Bruno, o Lucas, vocês quiserem ir, vocês só vão conseguir sair daí depois que vocês passar por isso daí.
A gente escutou o grito do cara e o barulho da porta fechando?
Sim, escutou.
Então a gente vai ter que ir, né?
Não acabou o óleo ainda desse fogo?
Não.
A gente consegue tentar ir até ali onde chutar a porta e tentar abrir ela, essas paradas assim.
Vocês entraram correndo, foi o tempo suficiente vocês escutar e vem a porta fechando e os morcegos dispersando.
Deixa eu ouvir o grito assim. Eu olho para o Lucas e eu acho que também seja o sinal.
Foi um barulho meio estranho, acho que é bom a gente pelo menos ir dar uma olhada.
Seu foco, sim, podem ir.
Vou ficar aqui esperando.
Eu dou um passo quase para frente. Podem ir? Não, você vai.
Eu tô lá dentro só pensando, eu só queria comprar isso, queria voltar para minha casa.
Uma coisa bem clara, eu acho que de todos os lugares que você poderia esperar, aqui não é o melhor lugar. Porque se eles gritaram, das uma às duas ou alguma coisa aconteceu ou alguém tá sabendo. E se alguém tá sabendo, ele vai vir aqui. E se vai vir aqui, provavelmente você é a cara que eles vão querer ver. Então eu, se fosse você, eu iria.
Eu acho que não precisa não, eu discordo, discordo, Craque Neto.
Eu acho que você precisa ir sim e Não é uma opção você ficar, na verdade.
Isso é uma ameaça?
Assim, você pode levar como você quiser. Não foi, é só uma pessoa sensata falando.
Então vamos, é sobre. Entramos, a gente entrou e já vê a porta fechando, né?
Ela tá fechada.
Então o negócio é o seguinte, a gente, os morcegos ainda estão por ali, a gente ouviu alguma coisa deles?
Não, dispersou. Quando vocês chegaram, você viu uma revoada de morcego passando por vocês.
Tem alguma maçaneta ou ela tem algum mecanismo aí, não precisa de maçaneta?
Não, tem aquele puxador de argola.
Eu vou tentar abrir como uma pessoa normal só.
Eu vou dar um gritão: Raul, vou, Pix!
A melhor coisa que vai fazer aí é gritar: puta burro do caralho, né, velho?
É verdade, é. Era, esquece, esquece, esquece, esquece, esquece aí, velho.
Já era, gritou, tá gritado. Carlos, você vê que eles entrou, fechou, olha, as labaredas não para. Você tá Ali, você viu que o outro caiu numa armadilha, porta fechou. Que que você vai fazer?
Merda. Aí eu percebi as duas portas que tu falou, né, ô Onça? E aí eu vou me encostar mais próximo dessa e vou falar: acho eu que o sistema pode estar dentro dessas portas, mas aí primeiro eu quero fazer uma investigação para saber se tem alguém atrás da porta.
Tá, dessa que você tá mais perto, dessa aqui?
É dessa aí que eu tô mais perto.
Então é percepção, você vai fazer primeiro, você põe o ouvido do bem perto, você não escuta nada assim. E aí você fica bem baixinho assim, você tem aquela fresta por debaixo da porta, você olha, você vê que tá iluminado lá dentro, você lembra mais ou menos da disposição dos caminhos assim. Você sabe que o jeito mais fácil para ir onde tá os tesouros guardados era seguir o corredor principal, só que tá desarmado. Então você sabe que tem uma ligação entrando para esse lado que você tá mesmo, mas pode ter coisas para o outro lado também, mas você sabe que Dá para chegar depois dos escombros por esse caminho.
Eu posso fazer percepção também na outra porta?
Pode.
Ela me desloca até lá e vou fazer de novo.
Você chega bem perto também, não encosta na porta. Você escuta silêncio, você só escuta o barulho das labaredas e não apaga. Lucas, já estão uns 3 lá fora. Vocês ficam tipo no cagaço. O lobo foi para porta, tá tipo arranhando a porta com a pata assim.
A gente ouviu isso, já está escutando tipo raspando.
Fora da porta. E depois um grito assim, aí depois eu boto a mão na boca.
Ultimamente eu uso uma inspiração de bardo do Bruno.
Beleza.
E digo que vou ficar na retaguarda e fico lá de boa e passo, meio que passa a vida ali, fico bem de boa, deixo só na retaguarda ali, bem atrás do Bruno.
Vai, valente!
Essa inspiração de bardo ela faz o quê?
É aquela que você ganha um dado extra para teste.
Que o Bruno é meio merda, aí pode pegar.
É isso, velho.
Eu tô tentando Eu puxar, eu fiz uma força ali na maçaneta, aconteceu alguma coisa?
Você foi com a força normal assim, você puxou, só esticou e não fez nada. Você vai fazer força?
Não, eu puxei para ver o quão fechada ela tava.
Tava bem fechada, tipo, ela nem, não, nem se moveu nem nada.
Não é uma porta de quê, de ferro?
Eu consigo ver os mecanismos de fechar dela ou ela só tem um mecanismozinho padrão do meio ali dela?
Você vê que ela não tem mecanismo de tem tranca nem nada ali, você não tá vendo, tem o puxador e pronto.
Entendi.
Você pensa assim, putz, se tiver alguém que conseguia ver isso daí era o Carlos.
Então eu vou tentar usar força para puxar, mas sim, inteligente isso. Só teria que tirar um 20 para algo acontecer, então acho que não é uma boa.
Por que que tem que tirar um 20?
Não, é porque se o bagulho não se mexe quando eu puxo, eu imagino que eu não vou conseguir abrir com força.
Mas eu perguntei, você fez força? Você só puxou normal, tipo uma pessoa vai abrir a porta?
É, eu puxei como um ser humano comum.
Então não cedeu num milímetro.
Tá, então eu vou usar força para abrir ela. Salva-guarda de força, 6 4, 10.
Cara, você puxa, ela começa tipo dar aquela chacoalhada, só que escapa da tua mão. Você vê que dá para puxar, só que você não teve força suficiente para puxar.
Entendi.
A gente percebeu isso?
Eles viram isso.
Eu vou comunicar para os meus amigos aqui, falar: ô rapaziada, Até dá para abrir, mas eu vou precisar de ajuda.
Tá, a gente percebeu o Valente, a gente ouviu que o Valente falou.
E aí vocês viram a porta chacoalhando e parando de novo.
Agora é o Bruno.
Depois que eu dei o grito, e aí só a gente tem a mão apertando a cagada que fiz. Aí eu olhei assim em volta, tipo rapidinho, vi que não tinha nada e vi a cena do Valente tentando puxar. Aí eu cheguei assim, tipo, mais rápido possível, falei: a gente tem que vazar daqui e tem que vazar rápido. Eu já chego assim e tento ajudar ele a puxar também aqui. Mas por que você tá Eu falei, porque basicamente se eles não sabiam, agora ele sabe que a gente tá aqui.
Porque você gritou?
É, com certeza esse som chegou lá embaixo, com certeza absoluta.
Tudo bem, mas teve também o som dos morcegos, eles podem confundir isso.
É, eu não acho que o som de dois gritos talvez seja. E eu acho que com certeza deve chegar, mas a gente tem duas opções. Olha para o lado, eu consigo ver esse caminho aqui, né, mestre? Ou a gente vai por ali, é o ponto, ou a gente A gente vai por aqui, para o lugar que vocês não sabem para onde vai dar.
Eu não vou por ali, sinto muito, você vai sozinho.
Vocês escutam ele?
Eu acho que eles desceram até aqui, você ouviu, né?
Eu bato assim, dou uns toquinhos na porta para ver se chega uma vibração, alguma coisa assim.
Vocês escutam?
A gente toda aqui de assassino já deve ter percebido que ele tá aqui depois do berro que ele deu. Eu não consigo entender esse negócio que eles têm que ficar se anunciando, pelo amor de Deus. A gente tá numa missão stealth.
A gente tem que fazer duas coisas. Primeiro, achar um meio de parar esse fogo, porque o Carlos tá ali no meio.
Só que aí o problema é que a única pessoa que pode desarmar coisas é o Ladino.
Tentar ajudar o Valente a puxar a porta.
Valente pode fazer o teste de novo, mas tem um bônus de +2 com força, né, do Bruno.
Mais meio, é mais meio. Isso aí, mais meio.
Aí ele tá— você tá puxando o Valente, em vez de estar ajudando na porta, você tá puxando ele, entendeu?
Tô segurando atrás É, e tá encoxando o Valente puxando.
10 4 2 16.
Firmeza, você consegue puxar assim, você abre a fresta. Vocês estão vendo a fresta ser aberta.
E aí, e agora é meu turno, né?
É o seu turno. Você vê que o Valente tá segurando a porta. Nessa, o Lobo já entra, já para aqui.
Eu vou tentar ajudar a empurrar a porta aí para eles entrarem também, ou pelo menos para abrir a porta, né? Para deixar a porta aberta.
Você podia virar Não tem nenhum espinho na porta não, né?
Nessa não tem.
Eu tô perguntando porque então eu vou colocar meu corpo para não deixar a porta fechar de novo, eles conseguirem entrar, entendeu?
Eu dou uma sussurrada meio alta assim para o Lucas falando: pega uma pedra aí no chão para a gente colocar de calça aqui para não fechar.
Tem o tapete.
É, eu não sabia porque eu não tinha visto esse tapete até então, né? Mas ah, beleza. Eu puxo com o pé o tapete assim, coloco de um jeito com que a hora que a porta tentar fechar ela vai prender no tapete, um calço.
Vocês fazem a emboleira do tapete, solta a porta, a porta vai fechar e o tapete segura. E o Lucas fica lá escondido lá fora.
Vai estar lá longe?
É.
Posso rolar uma percepção para ver se eu consigo achar algum mecanismo para identificar como desarma essa armadilha? Tipo, eu não quero desarmar, né? Eu quero achar se tem alguma coisa aqui no nosso lado aqui, ou mais adiante.
Não precisa rolar, não tem nada do lado de vocês.
Não vou fazer nada, né?
Eu Eu falo pro Vulpix assim, cara, você não consegue se transformar em alguma coisa que passa pelo teto, que passa por debaixo do fogo?
Quanto é alto, tipo, que eu posso passar? Tipo, qual a altura da diferença do teto até a labareda de fogo?
Dá 1 metro, mais ou menos.
Mas, gente, qual é a chance do Vulpix se transformar numa aranha gigante com 8 patas e pisar em qualquer coisa aqui que seja uma armadilha?
Pra começar, que é uma aranha gigante, tipo, eu provavelmente vou ser acertado pelo fogo. Sei lá, vou desmoronar esse lugar, né?
Aranha tem fraqueza a fogo, tá?
Para lembrar, tem também, né? Sim, também. Então ele também não dá para passar pelo teto porque é muito baixo.
E por debaixo ele conseguiria passar?
Não tem espaço, não tem espaço por debaixo.
Como um lobo, por exemplo, porque o lobo é menor.
Não tem espaço para passar por baixo. Parece a magia que o Bruno usou, um leque de fogo assim.
Não tem, não tem como passar por baixo, por cima é muito apertado.
Imagina uma porta de um saloon de fogo, é isso?
Isso, isso.
Não tem nada para fazer.
Eu vou atrasar meu turno para ver se o Carlos resolve o negócio do fogo.
Então vai lá, Carlos. Você não escuta barulho nenhum dos dois lados. Você vê o pessoal discutindo: não, mas o Carlos deve conseguir, não sei o quê, não sei o quê. Aí você começa a escutar a voz do Bruno, do Valente também. Você fala: pô, eles entraram. Mas você também não tá vendo isso por causa do fogo. E aí, o que você vai fazer?
Tá, eu vou tentar desarmar a armadilha.
Agora você joga investigação. Você sabe que geralmente essas armadilhas assim Tem um mecanismo de acionar e de desligar ela, desativar. Próximo, perfeito. Você sabe que entre as duas estátuas elas estão tipo como se fosse o braço erguido assim com a espada. Se você baixar o braço, deixar elas na posição certa, você sabe que desliga, desativa as armadilhas.
Então eu faço isso para desarmar armadilha.
Ok, faz aquele— o fogo vai diminuindo, diminuindo, diminuindo e para. Bruno, agora que você tá perto, você vê o fogo diminuindo, você sente uma essência mágica tipo se esvaindo, entendeu? Que não era um fogo normal, era mágico.
O Lucas ficou lá fora, né? Ele tá lá fora, tinha atrasado minha rodada, né? Eu dou uma chamada com a mão assim para o Lucas, que eu quero conversar com ele pela interface da porta.
Beleza, aí eu vou e me aproximo.
O Lucas, aquele lance que você fez na luta da inspiração, você consegue trocar a inspiração de pessoa que depois que você faz? Porque talvez se você dá uma força para o Carlos, seja mais útil agora, porque ele é o único que pode desarmar todas essas armadilhas que podem ter esse caminho.
Posso fazer a quantidade de vezes igual o seu modificador de carisma. Eu tenho quanto de carisma? 4. Então eu posso usar 4 vezes?
É isso?
Só manda o Carlos se aproximar aqui um pouquinho. A porta, consigo passar?
Consegue. Se o valente passou, você passa.
É, o valente, ele é largo, né? Um anão é largo.
Calma aí.
Os cara lá, ele, os cara leva tudo por trás lá, ele largaram ali, tá?
Como não tem mais fundo, eu posso sair entrando, né?
Aí ele, olá, ele infinito.
Aí eu entro, eu casto mais um inspiração do bardo no Carlos.
Enquanto ele vê isso, eu posso fazer uma ação, mestre? Eu quero usar curar ferimentos no Carlos.
Quando eu paro o fogo, você vê que ele tá cheio de corte, cheio de sanguinho escorrendo por várias partes do corpo.
7.
5 2, criei 7 do Carlos. Acho que é full life então, né?
Beleza.
Eu quero usar no Raul também e deu 9. 7 2, tá full life de novo também, Raul.
Certo, vocês estão ali agora.
E aí, eu posso me aproximar do Carlos ali? E nas duas portas eu tenho detectar magia. Eu posso usar detectar magia perto dessas portas?
Pode. Você usou, você sente, você vai mantendo a magia, né? Você pode manter até 10 minutos. Você vai, se continua se concentrando, você sente que ali nas portas você só sente magia nesses pontos aqui das armadilhas. Então você sente magia vindo dali.
Eu chego para o Carlos e falo: você tá sentindo algo mágico nesses pontos aqui? Carlos, tu consegue dar uma verificada para ver o que que tem?
Tem que fazer investigação de novo então, né? Para ver.
Não, você sabe que é armadilha que tá ali, você desarmou já, pô.
Mas é isso, é isso que ele sentiu, né? Não sentiu outro lado, lugar nenhum não, só esses dois pontos.
Não, sentiu outros pontos de magia, mas tá mais afastado da onde vocês estão. Aí tem que continuar mantendo a magia. Aqui para continuar sentindo.
Vamos seguindo com os dois na frente, o Lucas vai sentindo e o Carlos vai desarmando.
Lá ele, lá ele, o cara vai sentindo.
Como é que é?
O Lucas vai sentindo, o Pix atrás.
Você deve ter gasoa no seu, na sua mochila, alguma coisa do tipo, para poder abrir essas portas sem a gente ter muito alarde, ou não?
Sim, sim, dá para abrir as portas, tem problema nenhum.
Então vamos escolher qual o lado que você achou mais de boa.
É uma coisa que eu percebi aqui, um lado tem um lado tem luz e o outro não. Foi uma das duas coisas que deu para perceber direito. Acho nesse início mais jogo, porque só eu enxergo de noite. Então acho mais jogo pegar o lado que tem luz.
Eu também, eu também.
Ah, você também tem? Mas aí fica menos gente.
Elfo e anão tem visão noturna.
Eu acho isso um erro da 5ª edição, jogou todo mundo com visão noturna. Quem tem visão noturna é anão. Elfo enxerga bem quase escuridão total, tipo, a visão dele é apurada para enxergar na visão penumbra, ver na penumbra. É, e o anão que enxerga na escuridão total. Aí unificaram tudo na 5ª edição, malditos.
Mas continue, vamos fazer esse plano aí, vamos seguindo.
E não tá, então é da direita, não da esquerda, né?
No caso, onde que a gente tá descendo, a gente vai andando em trilha para a gente pisar exatamente onde o Carlos pisar, entendeu? Vai o Carlos, vai o Lucas, filha indiana.
Para mim abrir a porta, ela tá trancada, eu posso abrir ela só normal, tem que fazer, jogar alguma coisa?
Você faz o teste aí, percepção. Eu tô falando antes de você meter a mão na porta, né?
Ó, se você for usar o negócio do Lucas, tem que avisar, hein?
Perfeito, nem precisou, cara. Eu vou considerar esse bônus nas duas portas, tá? Essa que você tá, tá destrancada. Aí você veio aqui rapidinho aqui na outra, você olhou, ela tá trancada, mas você voltou para cá. Como foi um 20, eu vou considerar. Você sabe que aqui tem uma armadilha.
Essa aqui, tá. Então vou abrir essa aqui, então, que já tá de frente para mim, primeira que a gente foi.
Quando você abre, você vê um corredor corredor grande, tudo rachado. Você vê mancha de sangue espirrada para todo lado e você vê um cara da guilda estirado no chão, é uma poça de sangue.
Deu merda. Eu vou adentrar inicialmente esse corredor aqui assim e quero ver se tem armadilha. Aí eu faço que a investigação de percepção.
E o Lucas vai, é bom o Lucas ir sentindo magia também.
Isso pode rolar, investigação.
Deu 12, cara.
Você viu que tem logo depois da, sabe, do umbral da porta, um desses placa do chão assim. Você vê que ela é um pouquinho mais elevada. Você fala, puta, é de placa de pressão. Se pisar aí vai acionar armadilha. Aí você olha para cima, você vê uma espécie de cilindro de pedra enorme, várias estacas.
Posso jogar investigação para desarmar ou não?
Aí é prestidigitação, cara. Você vê, fala, mano, quando que esses cara fizeram isso?
Deu 12 de novo, cara.
Você olha, você começa a piso vai dando uma trepidada, você vê o negócio em cima começa a querer girar assim, separa. Você vê que você não ia conseguir, se eu forçasse você ia acionar armadilha.
Dá para passar do lado?
Dá para passar do lado.
O que aconteceu? Gente da guilda morta. Então aconteceu alguma coisa aqui que eu não sei enquanto eu tava fora. Aquele corredor ali é uma armadilha logo de cara, esse aqui não é logo de cara, mas é ali no início, mas dá para passar pelo lado.
Aí eu acho melhor caminho, vamos andando em linha então e A gente vai seguindo os seus passos para não ter risco da gente pisar nessas armadilhas.
Eu vou confiar no que tu disse.
E o teu amiguinho lá, quer ver onde que ele tá?
Vai ali um pouquinho para frente que tu consegue ver.
Ah, eu dou uma andadinha de leve assim, aí eu vou prestar atenção, tapa a boca assim para não falar nada, sabe?
Não dá um grito, nada. Eu entendi a situação.
Vamos seguindo.
Passaram os cara, a verdadeira milícia, né?
Os cara tão envolvido com o Máster.
Eu aqui para o lado da semelhança, pode jogar assim?
Pode. Não, você Indicou para todo mundo onde que tá o negócio.
Sim, sim, sim, eu falei para eles que na garagem dele.
Ah, então pode, vocês podem entrar.
Vou botar aqui no cantinho, pode botar um atrás do outro.
É só não pisar naquele lugar, né?
A gente falou que vai ficar em linha para seguir os passos dele, entendeu?
Então entrei eu depois.
Sabe aquele espaço dos Cidadãos da Areia, do Duna?
Como é que é andando na areia da Duna?
Tá em fila. O Lucas tá depois de mim, né? Melhor o Lucas ficar depois, eu ficar na frente ali, indo depois do cara.
Aqui tem uma curvinha. Onsen, é isso?
É, eu vou abrir, calma.
O que ela disse?
Consegue abrir para cima e para baixo, né? Que eu, por exemplo, o Lucas tá de frente para um lugar ali.
Eles estão mortos das duas uma, ou tem armadilha ou alguém os matou. Então é bom de ficar de olho em próximas armadilhas aí, viu?
Olha, eu acho que eles não cairiam na própria armadilha deles, a não ser aquele trouxa lá que tem que não saber que tinha uma armadilha.
Mas aí então, talvez eles não sabiam, o Carlos mesmo não sabia.
Pois é, perto dos bancos ali vocês veem tipo Espada, lâmina caída, sangue.
Com certeza não deve ter sido armadilha.
Lucas, tá sentindo alguma coisa de—
você sente sim magia.
Um pouquinho à direita ali tem alguma coisa estranha, tem algo me incomodando. Não sei dizer o que é, mas tem algo me incomodando ali.
Vou dar um arcanismo para ver se eu consigo sacar que tipo de magia é, tipo a natureza.
Você vê que é arcano, não dá para assim— você sabe que é arcano, você consegue diferenciar de ser arcano ou divino. Você vê que é arcano.
É, realmente tem alguma coisa ali, viu? E acho que não é coisa boa não.
Onde que é? Aponta pra mim aí.
Coitado, o Ferris ficou sozinho lá.
É, o Ferris ficou lá lambendo a pata.
Ele tá certo. Eu posso jogar Prestidigitação de novo, Ronson, pra ver se tem mais armadilha no local?
Sim, mas você vai em qual porta?
É, eu quero olhar o ambiente que tá com os caras mortos assim.
Então investigação. Que aquele silêncio.
Deu 18.
Cara, você vai olhando, olhando, você vem pra cá, para, você olha o corredor. Lá embaixo, você vê as portas, você vai passando, você para de frente com essa aqui, você tem certeza que tem uma armadilha nessa porta, justo da onde tá, onde tem o bagulho mágico.
Eu consigo fazer outra investigação para saber a morte desses caras, como é que eles morreram?
Aí seria medicina. É cena de crime, não é investigação, mas ele vai ver coisa do cara, né? Não é qual ficou tolo, é daí, as perícias abrange muito mais coisa.
Como patrulheiro eu posso dar uma olhada com medicina?
Pode dar uma olhada. Vamos ver a medicina.
Eu vou chegando ali, faço o caminho aqui do Carlos, né?
Olha aí, e rola prestidigitação para desarmar lá armadilha.
9, 7 2.
Você olha, você só vê tipo sangue, você vê a roupa dele cortada, papada de sangue, às vezes você não sabe o que que é.
Olha, não dá para saber não, hein?
Prestidigitação deu 25.
Carlos, você chega assim, quando você vai pôr a mão na maçaneta, você tira a mão, você fala: meu Deus do céu! Aí você vai com com a gasoa, com aqueles equipamentos de ladrão assim, de roubar fechadura. Você encosta na maçaneta, mano, sai tamanho de um dedo assim, uma agulha assim, esperto, para fora assim, tipo espetar na mão. Você vê ela até pingando assim. Você vai, quebra assim a ponta, e aí destranca a porta.
Eu posso rolar medicina também?
Pode, todo mundo que tiver pode.
Vou rolar medicina. E deu 14, 10 mais 2 de proficiência e mais 2 de sabedoria.
Você vê um corte comprido nas costas dele, pô, com uma lâmina grande.
Eu consigo perceber que é por causa dessa—
foi perda de sangue, foi perda de sangue por causa desse ferimento.
Eu falo para os meus amigos aqui baixinho, tá, baixinho, não tô dando grito nenhum. Eu consigo perceber que foi um corte e parece com algo, parece um corte bem grande. Então talvez pode ter sido uma espada, né, mais provável que tem sido uma espada.
Então não estamos sozinhos aqui.
Aponta para as espadas no chão lá, as lâminas.
Não deve ter sido armadilha.
E aí você abre a porta, você vê um cômodo, você vê que parecia ser um quarto desmoronado. Você vê que tem uma pessoa com os pés para fora, tipo, vai do joelho para cima, debaixo das pedras. Você vê que tem uma bota meio esverdeada assim, você vê que tem uma adaga em cima da mesa.
O Carlos, eu quero pegar essa adaga, posso?
Então você entrou lá e foi pegar a adaga.
Isso, beleza.
Você vai pegar a adaga, você vê que aquela adaga parecendo um punhal, sabe, que é curvo Você pega ela assim, você vê que ela chega a ser leve na tua mão assim, sabe? Você vê o balanço dela, você fala, pô, isso aqui demais, de outro nível assim. É tipo, a sua arma é um lixo perto dessa. Você vê que ela tipo parece que a lâmina não tá completamente prateada assim, você vê que o fio é perfeito, só que ela tá meio como se tivesse encebado assim. Você fala, cara, isso aqui é veneno.
Mas o veneno que tá nela eu consigo tirar Ou é dela? Tipo, ela é envenenada?
É dela.
Ah, então eu quero ela para mim, eu quero guardar ela.
Delícia, hein? Que delícia.
E aí eu saio da sala e volto para os moleques, para encontrar com eles.
Enquanto ele tá fazendo isso, eu tô olhando as túnicas dos caras que morreu para ver se eu acho alguma coisa.
Tá tudo rasgado.
Eles não têm nada guardado dentro das túnicas?
Você vê que tem saquinho com algumas moedas, prata. Você vê que tem adagas de arremesso assim, algumas.
Tô pegando tudo isso aí.
Então marca aí 5 adagas.
E as moedas?
50 peças de prata dos dois aí. Vupi, que você olha lá para dentro, você vê desmoronado, você vê tipo do joelho para cima do corpo tá soterrado debaixo dos escombros. Só que o que chama atenção não é que o cara tá morto ali embaixo, você vê que a bota no pé dele chama muita atenção. A bota, sabe, parece até feito meio que de setinha assim, sabe? Chama muita atenção.
Ah, eu entro lá dentro do desse, desse cômodo, né? Eu consigo tirar a bota dele?
Consegue.
Eu tiro as duas botas e eu calço a bota.
Fica frouxo no teu pé.
Ele tá desde o episódio 1 querendo usar bota, mano.
Aí eu vejo, fica muito frouxo, muito frouxo, tipo uma criança de 8 anos usar o tênis do Shaquille O'Neal.
Eu testei, né, tipo ficou muito grande. Aí eu tiro e começo a dar uma— eu posso fazer alguma coisa Tipo, analisar a bota?
Pode.
Vou rolar, sei lá, percepção. 14, 12 mais 2.
Cara, você vê que não é uma bota comum pelo motivo de chamou muito a tua atenção, mas você não faz ideia do que que ela tem de diferente.
Você falou que era de cetim, né?
Essa bota aí, ela só ele sabe da existência dela. Qual é que é?
Eu tô voltando aqui, eu tô tipo com uma bota na mão assim, tô olhando a bota, sabe? Eu tô voltando para cá.
As botas verdes, que as botas são parecendo de cetim, ela verde Tipo bem delicada assim, mas mesmo para os pés dele é grande.
Mas para vocês, eu conto assim: alguém quer usar essa bota?
Então, mas calma aí, pergunta mais. O negócio de magia, eu consigo sentir que é da sala, é da bota ou é da adaga?
Quem que lançou a magia foi o Lucas, né?
Eu.
Então o Lucas sente.
É, mas por ser bruxo não percebo qualquer forma de magia.
Agora que você tá vendo, você consegue ver. E o Lucas sente imediatamente a magia Veno, a adaga é mágica e a bota é mágica.
Aí nessa hora que eu falo, alguém quer usar essa bota aqui? Aí eu acho que o Lucas percebe, né, que a magia tá nessa bota e na adaga.
É, mas a adaga a gente não viu, só o Carlos que pegou, ele guardou, né? A gente não viu ela.
É, mas você sente uma energia mágica vindo do Carlos agora, tá?
Eu aponto e falo, isso é a ponta da bota e isso é o ponto do Carlos. Não são coisas comuns, são itens seres mágicos. Exatamente, eu preciso ver o que é, mas tem magia vindo deles. Eu olho para o Lucas esperando ele dar uma confirmada. Posso rodar um Arcanismo para tentar identificar?
Pode.
Eu estendi a bota para o Bruno, vou deixar ele segurar a bota aí.
Nossa, 8, 6 2, tô meio ajuizado.
Não, você sente, tá sentindo a magia, mas você não consegue. Você olha de um lado, olha do outro, você tenta absorver aquilo, mas não consegue identificar que tipo de poder.
Que bruxo ruim de magia!
Mano, tá bom o negócio.
Tu só rodou um até agora de D8, mano.
Tá difícil, tá difícil, tá difícil, mano.
Ele rolou 6 no D20 e mais 2 deu 8.
Eu balancei a cabeça assim, falei: eu não sei o que é, mas eu quero mágico.
Você quer essa bota?
É, o ideal que a gente soubesse o que é, mas eu olho assim, a bota serve no pé de todo mundo menos do do Vulpix.
Do Valente vai ficar apertado, mas serve.
Eu acho melhor deixar com o Carlos, até porque— não, porque se um assassino usava, então acho que deve ser útil para ele.
Sim, deve fazer parte de um conjunto, algo assim. Eu entrego para o cara. Eu falei: a sua adaga, eu também não sei o que ela deve fazer não, mas se eu puder dar uma olhada.
Aí eu puxo ela e trago para o Bruno.
Tá, então agora eu vou falar. A adaga, ela é uma arma mais +1 na jogada de ataque e dano. Você pode, com ação bônus, meio que mandar a adaga secretar esse veneno, né, pela lâmina. Aí o veneno fica permanecido na lâmina por 1 minuto, ou até que você espete alguém com a adaga. Aí a pessoa vai fazer um teste. Se a pessoa falhar, toma 2d10 de dano pelo veneno e fica envenenada por um tempo. E aí você só pode usar esse poder de novo no amanhecer do dia seguinte.
Ah, então é uma Basicamente uma portada.
É melhor a gente seguir, né, gente?
Então vamos embora, vamos seguir, vamos seguir. Aí tem mais duas portas, já viu isso?
Tem mais um monte de porta. Tem duas portas atrás, uma porta de cada lado, depois duas portas nas laterais e o corredor. Tem um monte de porta.
Enquanto eles estão aí, eu vou, eu vou andar em direção a esse corredor aqui, ó.
Ô Valentim, não é bom você andar sozinho.
Já foi, ainda bem que tinha armadilha.
Então vamos lá, Valentim, você foi Vindo para o corredor, beleza? Você vai para um corredor longo.
Eu não tenho mais visão quando eu tô na frente dele?
Lá na frente você vê, você vai andando, você é por ser anão, você tá enxergando completamente no escuro, tá? Você vê que tinha tipo uma mesa de pedra rachada lá na frente, você vê até a parede do outro lado.
Eu vi que tá todo mundo entretido aí, eu viro para o lado da parede assim, eu começo a mijar aqui, tá?
Eu consigo pegar alguma pedra do tamanho de um punho e arremessar nesse corredor para, sei lá, talvez ativar qualquer coisa?
Consegue.
Ele mexeu no pé do Carlos.
Preciso jogar algum dado, alguma coisa?
Não, você só pegou a pedra e jogou.
É, peguei a pedra e joguei o mais longe que eu consegui.
Lá o mais longe que você conseguiu?
Tá ligado quando você joga a pedra tipo no lago que ela sai quicando no chão?
Ela voou lá no final. Quando ela bate no chão, vocês escutam Você escuta esse barulho, ele fica— aí você presta atenção, você vê que tem um negócio girando ali, tá?
Ok.
Daí você vê a lâmina rodando na parede assim e não para de rodar.
Era um pirocóptero, era pirocóptero.
Aí eu falo para o pessoal assim, rapaziada, por aqui não dá para ir não.
Por que exatamente?
Aí eu aponto assim para frente, dá uma olhada.
Consegue ver, né, porque tá escuro ali, né.
Ai, gente, vocês não conseguem ver, né?
Só eu e o Raul.
Ah, esqueci, eu sou um anão, né.
O Paulo é sua mão.
Aí tá iluminado, pô. Tem esses lugar aqui, tem essas suporte de tocha. Agora lá no corredor não.
Ah, tem essas luzinhas aqui.
Não, não, não, não, onde tá eu não consigo ver, eu não consigo ver armadilha. É isso aí.
Eu escutei o Lucas falando, o Raul falando no pau. Aí eu tipo olho para trás, eu tô levantando as calças, tô vendo se alguém percebeu que eu tava mijando.
O Carlos percebeu?
Não, não, não, não, um silêncio absoluto e simplesmente o som. Não, ninguém percebeu não.
O Carlos ouviu a cachoeira, né?
Não, o Carlos sentiu. Carlos acabou de ganhar uma bota.
Eu troquei a bota. Não, eu troquei a bota, eu troquei a bota. A bota que tá suja era antiga, eu troquei a bota.
Eu mijei na bota do cara.
Na bota mágica, olha aí, ó.
Que isso é bagulho amarelo ali na porta? Na parede?
Na estante.
Era que eu dei uma mijada na estante, mano.
Lucas, você tá sentindo uma magia das portas?
Não, nessas portas não tem magia. Você sente outros poderes mágicos vindo mais pra dentro ali do lugar. Caralho, o cara mijou na estante, vai tomar no cu, mano.
Não, não é agressivo, é isso absoluto, só barulhinho. Eu vou me afastando porque tem um cheiro de mijo.
Não, ele não só mijou na estante como ele quase mijou no morto, mano.
É bom, não escorreu no cara, né?
É bom que o Ferrinho não vai errar o caminho nunca, né, mano?
Valeu.
Veio aqui o mijo, veio até aqui assim, ó.
Ferrinho colocou a pata na testa e fez um nãozinho.
Foi mijar em cima para marcar território, né, mano?
Só falta o Ferri voltar e mijar do lado também, porra.
Qualquer coisa foi o Ferri, eu não fiz nada.
Ô, Ancim, posso jogar para investigação ou percepção para ver se tem armadilha nas portas?
Pode.
Eu 8 mais 2 mais 2.
E aí, com 12 ele sabe alguma coisa?
Não, não tem armadilha, cara. Você abre essa porta, você vê que ela não tem armadilha, tá destrancada. Quando você abre, você vê que é uma saleta micro saleta, você percebe que é tipo só um mictório. Ou seja, o Vulpix poderia ter mijado aí, só um mictório.
Aí, ó, eu olho para a cara do Vulpix, eu falava: caralho, arrombado, mijou no morto, mas podia ter mijado aqui.
Que ironia do destino, mijou na estante que escorreu no morto.
Não, e o pior, o Vulpix mijou, escorreu na bota do Carlos. Aí o Carlos trocou de bota, ele abriu a porta do banheiro, escorreu o mijo na outra a bota também.
Então, pô, meio que tu era dos assassinos, é limpinho.
Confia.
Já pensa, se eu tivesse rolado um destreza, podia ter mijado em todo mundo.
Puta que pariu. 11, mesma coisa de antes.
Mestre. Não tem nada, é outro banheiro, é o banheiro feminino. Quer ver?
Você não vai abrir a porta não?
Pode abrir então. Essa aqui tá do lado do outro, pode ser então. Eu ia lá para aquele lado.
Quando abre a porta, você vê que parece um cômodo também, um quarto. Outro cara estirado no chão.
Já vê se ele tem alguma coisinha de valor aí, cara.
Tá, eu chego perto do cara e falo assim: cara, antes de qualquer coisa, vai nas outras portas tentando ver se tem mais armadilha enquanto a gente vê no corpo dos cara. É porque, tipo assim, ver um corpo morto qualquer um pode ver, ver armadilha é só você.
Não, então, mas é isso que eu vou fazer. Vou para as outras portas, vocês vão lá, eu vou nessa porta aqui no final.
Tá, eu vou entrar nesse quarto aqui, vou arrastar o corpo do mano para fora e Vou largar aí, pô.
Quer que eu vá aqui, Raul?
Que falta de respeito, por favor, mano.
O Raul fazendo, pegando de respólio de todos os corpos, o Valente é arrastando o corpo. Se bem que não mexeu pelo menos no corpo, né?
Eu vou olhar então se tem alguma coisa nesse corpo que o Valente arrastou.
Você vê que tem mais umas 15 moedas de prata.
Ah, sim, deu 19 agora.
É, também não tem armadilha aí, então pode abrir.
O que que tem por trás da porta?
Ele também é um alojamento.
Eu vou aqui, tem uma aqui no finalzinho, tem uma porta, né? Vou trazer uma boneca aqui. Não tem?
Tem duas portas aí.
Vou abrir essa aqui, vou abrir essa aqui.
O Carlos viu se tinha armadilha aqui nessa, nesse lugar? Que assim, ele viu, né?
Não, não tinha.
Posso entrar aqui então, né?
Então entra, rola todos os testes, fica mais fácil. Tem uma, duas, três, quatro portas.
Quatro investigação.
Deu a primeira, deu.
7, considerar sentido anti-horário, tá? A primeira você viu, não tem nada. A segunda aqui embaixo você tem certeza que não tem nada. Essa daqui você não tem certeza.
Falta mais um, falta mais um. Essa aqui eu não tenho certeza, certo? Qual é a outra?
É, e a de cima também não.
Aquela lá e essa aqui, né? Eu vou abrir as duas que eu tenho certeza que não, e que não tem armadilha, eu vou abrir.
Beleza, o valente entrou naquele. Quem vai entrar no outro? Beleza, nessas as duas portas você não tem certeza se tem armadilha ou você não tem. Você foi meio incompetente, digamos assim.
Nessa pode entrar o Bruno e o Lucas.
Vai com a mão direto na porta.
Eu tô de boa, tô paradinho aqui esperando.
Eu posso começar comigo, já que eu tenho entrado primeiro ali em cima na esquerda?
Pode. Vamos lá.
Eu quero olhar o que tem aqui dentro, ao redor. Precisa rolar alguma coisa? Investigação, alguma coisa?
Investigação.
Eu vou rolando aqui também só para adiantar.
Então vai rolando os três, pode rolar.
Nossa! 4, 5 menos 1.
Eu tirei 20. 20 mais 2, 22.
Beleza.
6 menos 1.
Vupi, que você olha ali, fuça as coisas, não vê nada. É, não tem nada de útil. Aí você olha o papel, tá falando assim: ah, hoje vamos, extorquimos não sei quantas pessoas, conseguimos tantas, mais de 750 moedas de ouro de fulanos, coisas do tipo assim.
Tem assinatura de alguém?
John Doe. João Doe, ele é um Dio, né? João Doe. O Valente também, você olha ali, você chutou umas pedras, olha, não tem tipo nada que presta ali, não é, tem nada. Raul, você tá olhando, você tá quase desistindo, até que você vê atrás da cama ali, tipo onde tá aquela, os lençóis, tudo, você puxa assim, você escuta aquele barulho de vidro, eu olho, você vê um frasco pequenininho do tamanho tipo de um corretivo. Ou branquinho, dependendo do jeito que você chama, de vidro, com a rolha, um líquido azulado dentro.
Eu reconheço?
Você não, você nunca viu. Algo em você diz que aquilo ali é uma coisa boa, mas você não sabe por quê.
Eu vou guardar na minha bolsa.
Beleza.
Só isso?
Só isso.
Tirei 20, deu um frasco.
E se tivesse tirado 20 na sala que não tem nada, não ia ter achado nada.
Que sacanagem.
E aí eu volto aqui para o hall também, né?
Vai abrir as outras duas portas?
É, abre Abre aí para ver.
Tá aí, pessoal, saindo de perto.
É porque realmente, se não for por aqui, todas as salas que a gente tá vendo não tem nada. Se não for por aqui, é só pelo caminho que o Valente falou.
O que acontece é que o Carlos não tem certeza, né?
Ele não tem certeza se tem armadilha.
Mas se não for por aqui, é pelo outro caminho.
Onde achou a adaga e a bota tinha armadilha.
Ah, tá, entendi.
Eu vou ficar ali do lado do Carlos porque caso, sei lá, eu consiga puxar ele, isso que Acontecer alguma coisa, eu vou dar uma bicuda para ele parar do outro lado.
Aonde a gente entrou tinha uma armadilha. Na sala de cima que tinha uma armadilha e tinha coisa desmoronada, talvez por esse, por essa geografia do mapa, aquela ali de cima que a gente não abriu tem alguma coisa, ou não, ou sei lá, tem alguma coisa. Porque nas outras parecia normal, mas aquela ali de cima que a gente achou a bota e a adaga tava desmoronada. Talvez aquela sala na direita ali dessa sala aí desmoronada tem alguma coisa.
Mas a sala que eu entrei também tava desmoronada ali embaixo.
Ah, então aí não sei, né? Não tinha, eu não cheguei a ver essa sala que você entrou.
Fala, Carlos, então estamos torcendo por você.
Bom, assim, eu posso fazer alguma coisa sem stealth?
Você pode falar assim, eu vou preparação, se acontecer X eu faço tal coisa.
Tá, mas tem que ser uma coisa específica ou pode ser só eu vou rolar uma preparação?
Não, tem que ser específico.
Eu vou rolar uma preparação para caso tenha uma armadilha igual a que tem aqui, né, que é um cilindro que vai cair pra caso tenha eu consiga puxar o Carlos.
Tá.
Ô Hansen, deixa eu te perguntar, a outra armadilha lá era um negocinho pra espetar a mão, certo?
Isso.
Eu posso usar as minhas ferramentinhas pra abrir a fechadura pra ver se tem uma igual?
Pode, Prestidigitação de novo.
Cê tem o buff do Lucas, tá, se você quiser usar.
Eu acho que é um momento bom pra você usar, inclusive.
Deu 16.
É, mas aí você quer usar o bônus ou não?
Preciso? Não, quero não.
Então beleza, beleza. Você faz e mexe, aí você vai, destranca a porta, aí vai com medo assim, você abre a porta, não tinha armadilha. Você olha, que eu vou também, é um quarto desarrumado, tu vê que tinha um armário, tá quebrado, tem tipo como se fosse aquele cavalete de pintura assim estirado, caído no chão.
Tá bom, eu vou deixar para alguém investigar Também. Vou lá para outra porta fazer a mesma coisa, vou jogar Prejinação já direto.
Então já rola.
Eu vim aqui do lado do Carlos, eu vou amarrar uma corda na cintura dele, que se tiver alguma coisa eu puxo ele para trás.
Tá, mas rola Prejinação e o Valente rola Investigação.
Eu rolei, deu 11. Eu posso usar o buff do Luba?
Você que sabe. Você quer usar?
Quero.
Então rola um D6. Deu 14. Você abre a porta, você vê que não tem armadilha. É outro quarto, tem que estar desmoronado. Cara, você vê que essa parte aqui era os alojamentos.
Olha, tava desmoronada mesmo.
Eu achei alguma coisa?
Não, você fuçou, fuçou, fuçou, você ergueu o escavalete, nada.
Cuidado aí, Raul.
Pô, eu quero jogar Prejinação na outra porta lá do outro lado, nessa aqui que a gente não abriu, do outro lado do corredor, essa aqui.
Então vai lá, 20, 15 mais 5. Cara, você vai, começa a mexer, vocês começam a escutar aquele tipo negócio querendo armar, aí você só faz um movimento, aí vai Sai outra agulha, é igual a armadilha.
Beleza, então outras centenas de quartos, centenas de quartos. Vamos ver, vou abrir agora que tá desarmado, vou abrir só para constar.
Eu tô junto ali no meio ali só para continuar rodando o detectar magia.
Tá, você abre a porta, você vê que tem um salão, tem uma porta aqui e é isso.
Eu vou, bom, o Lucas tá do nosso lado, né?
Sim.
Eu pergunto para ele se ele viu, se ele sentiu que tem alguma magia Tem, tem. Tá, então, Lucas, se passa, é melhor você andar pela frente, né? Porque você deve sentir ela com mais força lá.
Eu só posso ir atrás do Carlos, fica mais seguro.
Vai atrás do Carlos, vai apontando aonde você tá sentindo magia. Boa ideia, vai apontando no Carlos, apontando onde tá sentindo com força.
Isso aí.
Então vamos lá, Hansen, é investigação para saber se tem armadilha, é isso?
É.
O Lucas apontou, tá vindo de lá.
24, deu D20.
O dado que não é mentira. Você vê que tem armadilha nessa porta aqui, você vai andando devagarzinho.
Ó, cara, tá dando merda ali, hein?
Ah, vamos embora! Prejinação na porta.
Vamos lá, vamos abrir mais uma porta. Eu não jogo mais, é isso.
Serviço de chaveiro, mano.
Entrando nessa sala, eu dou uma olhada aqui, ó, nesse local. Que que são essas coisas?
Você vê que tá cheio de arma, é exatamente, vocês estão vendo, tá vendo vários Escudos, elmo, armadura.
Caralho, o dado tá roubado!
Você vê que tem espadas e um martelo de guerra.
Enquanto eles estão vendo lá, eu já fui direto nesse martelo que me interessou.
Tá, deu 24.
Cara, você vê que tem, tinha uma cordinha entre as duas portas. Aí você vai lá com a faquinha assim, faz bem devagarzinho assim, corta. Aí você vai abrindo a porta devagar, vai abrindo a porta devagar. Aí você vê aquele Tipo um pozinho caindo, você olha, mano, tem uma madeira sem vergonha, sem vergonha, tá sustentando o teto ali, tá cheio de pedregulho, pedra e tal. Tipo, se você tiver, não tivesse desarmado, ia desabar tudo na cabeça de quem entrasse na porta.
Esse ar é de antrax que tinha da Acrópole.
Esse machadão aqui, qual é que é?
Martelo.
Marcelo.
Marcelo de guerra.
Martelinho de ouro.
Sabe Uma pergunta: essas armaduras são de que níveis? São armaduras pesadas, leves, médias?
Armadura leve, uma guilda de ladrão, né?
Tá.
É que eu tenho proficiência de armadura média, né? Eu posso usar?
Pode.
Como eu tô sem camisa, vou pegar uma aqui, vou usar.
Tem quantas armaduras?
Tem 3.
Eu quero pegar uma para mim também.
Ó, Valente, eu já coloquei para você um martelo aí na tua ficha.
Ah, show, show! Ah, são 2? Um One-Handed, um Two-Handed?
É, você pode com uma mão ou usar as duas mãos.
Ah, entendi, entendi. É porque um vai ter dado diferente do outro.
Eu suponho que não tem nada para mim, né, mestre?
Não, pô, não tem nenhuma flecha maneira aí solta por aí?
Não, tem duas espadas longas, é isso só. Tem elmo, mas nada que ajuda de verdade. Tem esses escudos aí.
É, Bruno, não tem nada para gente.
É só seguirmos o fluxo.
Beleza, eu peguei uma armadura para mim também então.
Tá, então marca em algum lugar lá na ficha armadura, armadura leve. Aí depois eu coloco.
Quando os caras estão trocando, fica eu, vou, Pix, olhando para o lado, vou andar até aqui.
Eu vou seguindo o Valente para ver se eu detecto alguma coisa.
Vocês veem ali tipo uma besta com a corda estourada, virote quebrado, aí tem lança partida, aljava vazia. Tipo aconteceu um combate devastador nessa região, tudo aí tudo rachado, tudo tremendo.
Vou continuar andando aqui.
Tem alguma coisa nessa sala aqui que chama atenção?
Não, tirando a destruição, mais nada chama atenção. Todos os equipamentos que tem tá tudo trincado.
Eu joguei Prejudicação 16 já.
Você desarmou de novo? Era aquela com veneno.
Porra, caralho, galera tá precisando de modificar criatividade, né?
Criatividade é o forte da guilda.
Quando você abre, você entende por que que tinha esse monte de armadilha no caminho.
Olha, tamo rico!
Opa, rico, rico!
Vocês vão pegar tudo. Ele tem várias moedas de ouro.
Mas calma aí, eu tô sentindo alguma magia nesses, nessas moedas de ouro, alguma coisa nas moedas de ouro?
Não, mas sempre tem. Se fudeu, se fudeu, se fudeu!
Parabéns, vai virar caveira!
Nossa, eu tô torcendo muito para que ele morra, que assim eu vou furtar ele em tudo, mano.
Então eu venho aqui, pego algumas moedas de ouro.
Eu viro para o Carlos, falo: Carlos, vê se sua pedra tá aí.
Quer jogar investigação? Saber se tem alguma coisa.
É investigação lá, vocês vão pegar o tesouro.
O Lucas já tá pegando, ele perguntou, o cara já tá lutando, já tudo, pô.
Nossa, você olhou, Carlos, o que que aconteceu? A cena, você olhou, você, pera aí, parece a pedra minha. Você vê um negócio meio roxo assim. Quando você tava estendendo a mão para pegar, o Lucas foi, pegou, guardou no meio da bolsa dele ali tudo. Você nem viu mais, você não sabe se é ou se não é. Filha da puta, cara, não sabe se é, se não é. Lucas, marca na ficha aí. 500 moedas de ouro.
Eu vou rodar um arcanismo, mestre. Eu quero ver se eu sinto alguma coisa mágica.
Você sente as coisas mágicas vindo do Lucas agora.
Nossa Senhora, velho!
Seja lá o que foi, ele pegou junto ali no meio.
Lucas, dá uma olhada aí que tem alguma coisa.
Pera aí, o Lucas colocou a pedra também na bolsa?
Isso?
Não, você não sabe se a pedra—
o Lucas pegou tudo, literalmente ele pegou tudo.
É, tem alguma coisa, mas você não sabe sabe o que que é.
Eu vou rolar investigação na sala então.
Pode rolar.
É o bardo mais ladino que eu conheço.
11, 9 2.
Não tem mais nada. Você vê que tá desabado ali, não tem nada.
É umas prateleiras que tem na parede, é isso?
Isso, isso.
Eu consigo tirar elas da parede?
É em pedra.
Eu tô vendo, parece um shield ou sei lá, um prato, um cálice, uma espada.
É a espada, é uma espada tipo ornamento. Metal, não tem nem fio. Aqueles negócios parece escudo, eu não sei, pratos de prata e ouro. Você vai pegar, Valente? Se ele não pegou, o que que eu vou pegar? Aí é espada, o cálice, aqueles pratos.
Tá, eu vou pegar o cálice, vou pegar a espada, e o prato eu não faço muita questão, não. Eu vou dar só uma olhada nele para ver o que que é.
Então você pega um prato totalmente prateado, brilhante assim, polido. Você vê que não é aço.
Ele tem alguma marcação, alguma coisa?
Não, ele é bem adornado. Dourado e o outro é douradão, o outro prato.
Tá, eu vou levar só o que é dourado, só não vou levar nada de prata. Vou levar espada também.
Você marca lá na sua ficha lá: espada ornamental, cálice de ouro e prato de ouro. Aí depois eu coloco os valores pra gente adiantar.
Vi que o Valente deixou o prato de prata de fora, eu peguei pra mim.
Então marca na tua ficha ali: prato de prata. Por mais maluco que pareça, tá certa a frase.
Vai contar todo mundo. Eu tô aqui fora, tá, no corredor aqui, pra garantir que, né, você não escuta nada, que não vê ninguém, né.
Gente, já que a gente já pegou as coisas, vamos embora, vamos embora.
Calma aí, a gente veio pela pedra. Ô Lucas, o que que você achou aí com você?
Ah, ouro e eu sei lá, uma ametista, não sei.
Posso ver essa ametista, por favor?
Tá, calma aí. Aí eu vou lá, abro a mochila, pego e mostra a pedra.
Você tá procurando pedra ali, você vê um frasco também pequenininho, parecendo uma ampola com líquido roxo.
Não é um, não era pedra, é um frasquinho, parece até que Tipo botox, tá ligado, para matar cachorro. Toma aí, ó.
É irmã da minha, empresta aqui.
Aí eu coloco na mão do Raul.
Eu pego o frasco do Lucas e coloco na bolsa.
Beleza.
O pior é que acabou stealth, né, mano?
Porque o Lucas com 580 moedas no bolso, apareceram a molecada em evento de anime cheio de bóton na mochila, né?
Exato, exato. Tá cheio de barulho de moeda, velho.
Vamos, e a gente vai sair então.
Então vocês vão voltar, vão olhar aquela outra porta.
Então tem um único caminho que a gente não foi, que é aquele que eu falei que não dava para ir. A gente pode tentar parar armadilha.
Investigação deu 13, prevenção deu 8.
Cara, você vê, não tem armadilha. Você destranca a porta, você abre a porta.
Abro, não tem armadilha, a gente tá abrindo.
Vamos embora, abrindo com tudo. Lá ele, cara, quando você abre a porta, soldado, você abre um pedaço porque você vê que tá desabada ali.
Então vamos lá para o caminho do valente. Enquanto o Lucas faz barulho aí, vai lá.
Beleza, vocês chegaram, vocês foram voltando, atravessaram aquele corredor principal.
Eu falei assim, só quem consegue enxergar vai, tá?
Então, mas pera aí, a gente tem tocha, mano. Eu peguei a tocha e acendi.
Então me dá uma tocha aí que eu vou levar enquanto o nosso—
ele mil vezes peguei, acendi a tocha e passei.
E aí eu tô andando Tô jogando junto com o Carlos para ele enxergar a parada e ver se ele consegue desarmar.
Então vai lá, joga aí. Investigação de 23, perfeito. Você viu, marca aqui e a marca aqui, ó, tipo uma fresta muito fina na parede. Você sabe que as lâminas saem ali, mas você não vê o dispositivo para desarmar.
Vai, cai rola tua agitação, vai que é tua.
Vamos embora, pelo amor de Deus, só acerta.
Não, você vê que não tem como você desarmar ali, o mecanismo não tá ali. Ele viu a fresta da onde a lâmina vai sair. Com isso você consegue, você tem vantagem no teste de acrobacia para passar e evitar a lama.
Vamos lá, teste de acrobacia, tenho vantagem.
Quanto que foi o resultado total? 16 5, beleza, 16 5, 21. Cara, você vê ele, ele dá um passinho para trás, aí ele vem correndo, ele dá uma pirueta, estrelinha, dá outra estrelinha.
Daiane dos Santos, eu falei, nem a pau que ele fazia isso no mundo real.
Aí ele faz isso no pau, se fosse por mim.
Olha ele infinito, você passa tudo.
Agora daqui eu já consigo lançar investigação de novo para ver se eu consigo desarmar para eles passarem?
Sim.
14.
Você vê que nessa, nessa tocha aqui tem um dispositivo. Você vai mexer no dispositivo, você põe a mão assim, você puxa igual alavanca, ela vai. Aí as lâminas param de girar, elas continuam expostas ali no corredor, mas não estão girando mais. Então é fácil vocês passarem por ela sem—
com licença, com licença.
Você vê que tem uns caixotes quebrados, palha, tipo, provavelmente tá baú tudo destruído. Você vê que tipo tinha coisa dentro, mas foi levada.
O Luca já foi abrindo mais dinheiro.
Ó, tem umas portas ali, cara.
Eu acho que a gente vai direto nessa porta aqui, ó.
Então tá, investigação de novo, né?
Imagina esse baú.
Não tem mais nada, já roda 3 investigação se precisar.
Beleza, você olhou, não tem armadilha. Beleza, vocês abriram a porta, vou abrir aqui.
Eu vou andar nela só, vou me preocupar com armadilha não.
E foi, Jeff.
Quando você chega aí, ô valente, você vê, você toma até um susto que você vê um cara agachado na frente da porta com a mão esticada assim, você vê um sangue escorrendo.
Mas ele tá semivivo? Qual é que é?
Não, não dá para saber, você tem que chegar mais perto, você tem Tá escorrendo sangue da mão dele.
O detetive não me ensinou coisas boas.
Eu vou, eu vou chegar aqui e já que meu machado é um pouco comprido, eu vou dar um cutucão nele com machado para ver se ele cai.
Dá um cutucão, o corpo só escorrega de lado e cai assim. Cai, ele fica de virado para cima assim. Você vê a cara dele, tá tipo meio seca assim. E aí vocês veem uma pontinha sair daqui assim. Vocês veem que ele caiu na armadilha do veneno.
Mas se ele já caiu na armadilha, já tá, já foi, não é?
Já tá desarmado.
Não sei, você vai pôr a mão lá?
Perguntei por isso.
Eu deduzi que ele caiu na armadilha, correto ou não?
Sim, você olha na mão dele, tá espetada a mão dele, no sangue tá escorrendo porque furou a mão dele.
Eu vou tentar só empurrar a porta com o meu machado de novo.
Não consegue mover ele, tipo alguma coisa pesada tá travando a porta, talvez algum escombro.
Então eu não vou nem me preocupar, vou seguir reto.
Eu vou ver o que tem no corpo dele, cara.
Você vê que ele tem aquele kit de gasoa, Alicate, chave mestra, um monte de coisa assim, e duas facas.
Falei, ô Carlos, acho que ele tem algo que você quer, tá?
Eu vou, eu vou ali do lado do Valente, que ele viu que o cara tinha, e pego tudo do cara. Hoje eu já vou rodar a predestinação nessa porta.
Cuidado com essa estátua aqui, ó.
Antes de passar por essa estátua aí, eu vou andar por trás dela aqui, ó.
Perfeito, perfeito. Você deu a volta, tá do outro lado. Perfeito, joga investigação.
Eu vou dar a volta e vou olhar se eu vejo alguma coisa na estátua.
Você vê que a estátua, tipo, só estátua, parece que tipo como se fosse uma mulher lendo o livro assim.
Tem alguma coisa escrita no livro?
Não, tipo, é liso.
Lancei investigação na sala para ver se tem armadilha na sala, tá ligado, cara?
Você vem, dá um passo para frente, você— opa, menos! Você dá um passo para frente, você olha, você pega tipo um desses pedaços de pedra assim, você solta na tua frente, você só escuta aquele sapão abre e você vê os espinhos lá embaixo.
Olha só, hein?
Eu olho para trás e falo assim: é, realmente, né?
Carlos, investiga essa porta aqui, ó, para ver se a gente tem uma saída.
Tá, vamos lá. Investigação deu 15 na investigação da porta.
Não tem armadilha na porta.
Então Valente já chutou a porta, né?
Valente já chutou a porta, já tá dando bicuda nas portas tudo. E é bem uma coisa que um anão guerreiro faria, né?
Castelo infinito. Valente, jogar salvaguarda de destreza.
8 1.
É, não. Não foi o suficiente, morreu. Vamos ver o dano aqui da Mardilha.
Entrou no rabo.
Fosso com estacas, cadê aqui? Fosso escondido com estacas, falhou.
Isso porque o mestre falou não ter armadilha na porta.
Valente, rola 2d10 aí para nós. Agora rola 1d6. Você tomou 3 de dano, então marca aí. Você caiu, mano, você tentou se segurar, se você te empurrou de lado assim, você espetou tipo só a perna e o braço assim, não foi nenhum ponto vital você, mas você tá espiado lá embaixo. Então tô preso, é 3 metros de profundidade, você tomou dano da queda e dano dos espetos.
Raul, não tinha uma corda aí?
Raul, tinha uma corda aí, mas ele vai conseguir ter. Você não tem magia para subir esse moleque não?
Qualquer coisa assim, mano, vocês estão em 5 caras, vocês aguenta puxar ele, velho.
Vamos para o outro lado porque não dá para a gente puxar com outro buraco ali. Eu vou passar pelas nas costas do Valente aqui, vou para o outro lado aqui.
Você pisa nele, né, e usa de plataforma.
Exatamente.
Tá bom, vai. Todo mundo fez isso, né?
O Pix tá indo e voltando, maluco desgraçado, né?
Eu vou ficar pisando em cima do Valente aqui.
A gente tá com a corda, né?
Beleza. Ó, vocês estão em 5, escolhe alguém para fazer o teste e cada um dos outros vai dar um bônus de mais 2. É teste de quê? É de salvaguarda de força.
Eu tô fora.
Quem é que tem mais?
O valente.
Eu tô fora, o meu é -1 também.
Eu tenho 0 e minha força é 10.
Eu tenho -1.
Eu acho que você é o mais forte.
Se ele virar algum animal, ele consegue puxar com mais força?
Aí vai ser a força do bicho.
Não tem um cervo, sei lá, um rinoceronte, sei lá?
Eu tenho lobo aqui, eu tenho um alce, né?
Caraca, até o Fenrir, Né? O Fenrir tem 12 de salvaguarda.
Então o Fenrir puxa e vocês dão um bônus.
O Fenrir vai puxar.
Então bom dia, Gold, Gold da partida.
Vai lá, dificuldade 15.
Não, ele vai morder, ele vai morder a corda e a gente vai puxar, pô.
Vai lá, dificuldade 15, faz o teste dele. É, não é possível, só se eu falho, se cai um. Aí, 11. Pronto, 20, passou. Vocês puxa o valente de lá de dentro, você vê aquele buracão. Isso, velho, o buraco do valente, buraco na perna e no braço, que ele tipo ficou parecendo uma chaga de Cristo nele, tá ligado?
Cadê os curandeiros aí? Enquanto o curandeiro me cura aí, vai abrindo a porta aí, rapaziada.
É, vai abrindo que eu vou jogar um curativo aqui.
Então vamos lá, investigação.
Ô Lucas, tá sentindo alguma magia?
Então tá tipo magia em todo canto.
Ô Bruno, você que tem magia também, dá uma investigada Aí na sala?
Eu tô, eu rodei investigação na porta, certo?
Antes, isso, isso, não tem armadilha na porta.
Eu usei curar ferimentos no Valente, eu tirei 1 mais 2, curei 3.
Parou o sangramento, a ferida ainda tá aberta, mas não tá sangrando. Você abriu a porta?
O Bruno não tem como curar o Valente também, não, não dá.
Não, eu tenho, mas eu não vou curar não.
Abriu a porta?
Abrimos, abrimos.
Beleza, a hora que abrir eu vou rodar arcanismo para ver sentido que é e de onde vem essa magia. 15, 13 Mais 2, cara.
Infinito mesmo.
Que isso? Tem uma armadilha aqui mágica. Você sente aqui, você sente aqui e aqui.
Você sente atrás também, tá?
Que isso, velho? Eu espero, tipo, eu faço o sinalzinho para a galera vir, eu indico o dedo assim para evitar.
É aqueles testes de Pokémon para você chegar no mestre.
Eu já rolo 4 investigação então. Sim, vai ser eu que vai ter que desarmar.
É só evitar armadilha, pô.
Mas aquele Ele falou, calma, calma, ele falou armadilha mágica. Se tiver armadilha mecânica, fudeu, tá ligado? Então tem que rodar.
Você não sabe, mas sabe.
Ah, ok, verdade, justo.
E aí, eu já caí numa dessa já.
19 aqui, você veio até aqui assim, ó, aí você viu a fresta na parede também.
Então beleza, então a gente pode fazer tipo esse caminho aqui, ó, zigue-zague, né?
Isso, perfeito. Vocês fizeram esse caminho? Isso aí, tem essa porta dupla aí. A outra você sabe que se você meter a mão naquela porta aciona o bagulho nas costas.
Aí não, não faz sentido.
Carlitos já vem correndo fazer o trabalho dele, investigação. E aí, eu não sei.
Beleza, você abre, você não sente, não sente não, né? Você não percebe que tem dispositivo mecânico nenhum. Você destranca, ela tava trancada, você vai lá, destranca. Para você é fácil, quase como se, é quase como se você só encostasse o dedo assim, a boca destranca. Tão fácil que é para para você. Você já tá passando por vários mecanismos muito mais complexos, você abre facilmente a tranca da porta. Você abre a porta, você vê que ela tá iluminada ali com a tocha, tem uma parede com uns cristais coloridos ali e uma portinha simples.
Então vamos lá, outra investigação.
Não quero cair não.
Puta, 5!
Não tem armadilha, ele tem certeza disso.
Eu me aproximo com o meu detector magia e eu sinto algo.
Você sente algo naquelas, que é aqueles negocinho colorido na parede.
Gente, beleza. Eu posso pegar uma moeda minha de ouro e jogar no chão?
Pode.
Moleque tá com tanto que ele tá jogando.
E aí, acontece alguma coisa?
Nada. O que que eu consigo fazer com atletismo nessa sala? Consigo, sei lá, correr e pular até outra ponta? É uma perícia que eu tenho boa aqui.
Não, atletismo não. Você dá um pique absurdo aí, corrida, escalada.
Só que se tiver alguma coisa no chão, eu caio, correto?
Correto.
É, você tá indo com força, você não tá indo com agilidade.
Eu rodei o Arcanismo para ver se eu reconheço aquele cristal ali, vejo alguma coisa.
Você vê que tem uns cristais, aí você vai ser, é que tá meio escuro assim, a tocha não tá iluminando o suficiente, mas você vê que parece um manto, parece um manto e parece que tem um cajado ali.
Eu falo, Carlitos, dá um jeito de chegar até lá.
Antes de passar, eu posso eu rodar investigação?
Para quê?
Para ver se eu sinto armadilha.
Pode ser treinado, você tem o pontinho marcado nela?
É, eu tenho, eu posso usar também, verdade.
Pode.
Cadê?
Deixa eu ver onde é ficha de personagem. Você só tem um pontinho.
Vocês pode tipo naquela, vocês encontra armadilha, mas não quer dizer que vocês vão saber desarmar, entendeu?
É isso. Mas a gente, aí se tiver marcado você pode clicar, quer dizer que você tem treinado.
10, 8 2, não sei, vocês não vê nada. 20, você não vê nada além disso daí.
Então não tem nada, não senti nenhuma armadilha.
Você tem certeza que não tem armadilha ali? Eu vou até os cristais, mesmo os rachados tá normal, vocês estão vendo Tudo isso daí. E o Lucas vai na loucura até lá e chega. Você vê que realmente tem uma espécie de manto e tem um cajado.
Eu tô caminhando atrás.
Meu Bruno tem certeza que é mágico, tá?
Mas antes de mais nada, só para avisar, quando eu cheguei até aqui eu só voltei um pouquinho só para pegar minha moeda no chão, tá?
Ah, tá.
Ele voltou um pouquinho de costas, abaixou, tava o Bruno atrás dele, né?
É, tá aqui.
Beleza. Aí tem um manto Eu peguei o manto. Tem que fazer, eu posso fazer alguma coisa para verificar o que faz esse manto?
Você sabe que é um manto ali, mas não tem qual arcanismo.
Eu rodei arcanismo, 4, 2 2.
Nada vem na tua mente. Você sabe que alguma coisa mais, você sabe que vai ajudar vocês, mas o que que ele faz você não sabe. E você tá sentindo desde esses últimos dias, tipo, o silêncio da Véspera. Sempre ela ficava rindo de você, te zoando. Dessa vez você se sente abandonado.
Ah, eu posso equipar o Põe o manto.
E o cajado, vai segurar o cajado?
Não, não me interessa para o cajado.
O cajado, vocês veem o cajado agora que vocês estão perto, vocês veem que a parte de cima do cajado é esculpido assim parecendo a cabeça de uma serpente.
Lá ele, cajado, você fez o quê? Não, obrigado.
Peguei o cajado.
Pegou o cajado, então tá bom.
Tem porta aí?
Não tem armadilha e não tá, não tá trancado, pode abrir.
Vou rodar arcanismo no cajado.
Caralho, mano, tu é incompetente, hein, velho. Vai se foder.
Não é possível, eu sou burro.
Abre a porta aí, chefe.
Acabou o pavimento, é subindo. Então o valente subiu primeiro. Você terminou de subir, você já vê que tem uma tocha. Então, velho, você tá vendo que é uma porta, ela tá aberta, tem vários corredores. Agora você vê que o lugar é totalmente diferente, parece uma masmorra, sabe? De masmorra padrão mesmo assim, de torturar a pessoa, sabe? Você vê que tem, você avança mais um pouco, você vê que tem umas jaulas. Você, Valente, tá na frente. Você é um anão, inclusive, você enxerga na escuridão total. Você avançou aí?
Eu tô aqui na frente da galera, eu vou vir até a esquininha aqui, cara.
Você olha para cima, para o corredor, para o norte, para sua direita. Tá longe, você enxerga na escuridão, você enxerga em preto e branco, então você não consegue discernir muito, mas você vê, cara. Aqui, tá vendo? Você tem umas manchas de sangue, cara. Você vê um cara Mano, um cara muito grande, velho. O orc parece mirrado, o orc que vocês lutaram lá, ele parece mirrado perto desse cara. Um cara de costas com armadura, com a capa assim, mano, com a espadona gigante assim, mano, ele dando um golpe assim. Aí você vê um dos ladrões caindo.
Eu faço aquele sinal com a mão da, sei lá, de policial, que é tipo para a galera parar, e coloca a mão na boca assim para fazer silêncio.
Entendi.
E você escutando vozes de briga assim Você vai se arrepender disso, Bruno! Você escuta essa voz reverberando no corredor. Joga salvaguarda de sabedoria.
17.
Você reconhece a voz, é a voz da Emília. Aí você vê tipo um clarão vindo da frente desse guerreiro grande, cara forte. Dá um clarão esverdeado assim, o cara some. Silêncio.
Eu só olho pro Valente assim com uma cara tipo: não, não, não vai, não vai, não vai.
Não, eu já não ia não, mano, pra ficar tranquilo.
Silêncio absoluto. Você tá escutando tipo uma voz meio cochichando.
Eu só falo assim, eu falo baixinho: Emília.
Silêncio.
Aí eu falo para ele: eu não sei quem é Emília, cara.
É a Demônio que tava com a gente na torre. Se for para ir, vai só devagarinho.
Carlos, você não pode ir pela direita. Aí eu aponto para ele, né, onde tá o ping. Você tem que ir lá para baixo sem ninguém te enxergar. De preferência, atravessa isso daqui.
Eu tenho que atravessar?
É É reto e sem ninguém te perceber, de preferência.
Eu rodo o quê? Furtividade, deu 11.
Eu vou tentar também.
Vai lá. Os dois andando junto lá, abraçado assim. Valente, você que tá na frente, você vê os dois passando por você assim, você vai escutando aquele barulho de, sabe quando a pessoa tá andando com tênis ou com sapato e vai pisando em areia, fazendo aquele? Os dois. E como é um lugar aberto, assim, um corredor longo, barulho tipo ecoa. Se tiver uma pessoa prestando atenção, ela vai escutar esse barulho, os dois.
Fala para o Vulpix se ele consegue se transformar em aranha e começar a fazer barulho alto de aranha.
Aranha dele é gigante, cara, não passa aí não.
Não, mas não é para ele passar, é para ele ficar parado fazendo barulho.
Não consegue nem ficar parado aí.
É bom vocês achar isso mesmo de aranha, vai achando. Mesmo se fosse um corredor mais estreito, ela entra. Aranha se aperta em lugar estreito, filho.
Aí tem uma aranha para a gente enfrentar.
Você transforma em aranha aí, faz o barulho mais alto que você conseguir de aranha, que pareça natural.
Então faço isso, eu me transformo numa aranha e faço barulho aqui. É para onde que eu tenho que ir?
O barulho que você faz, as quelíceras, continua baixo. Que barulho que aranha faz?
Eu sei lá, começa a andar pelas paredes aí, dá a volta, correr nas paredes aí para ver se faz barulho de pé.
Aí sim, vocês escutam a voz ecoando pelo corredor assim. É, pelo jeito aquele maldito maldito acabou com o remanescente das nossas forças. Uma voz feminina. Cara, joga a salvaguarda de sabedoria, é o suficiente. Você escuta assim a voz, você reconhece a voz, você tem certeza que a voz da Melinda é falar: aquele maldito, ele acabou com as nossas forças. Se o Duque, se o Duque tivesse aqui, nada disso teria acontecido. Aí uma voz de um cara falando assim: eu vou avisar para ele, você reagrupe os que sobreviveram e a gente se encontra daqui a 3 dias. Ao norte. Aí você escuta aquele barulho de passo afastando.
Eu tô andando do lado do Raul. Aí o que você me comentou, eu falo para o Raul: Raul, aquela ali é a minha chefe, é o mais próximo do chefão daqui. Você conseguiu ouvir?
Foi para ela que você entregou a pedra?
Foi, foi, foi, foi. E aí, qual é o rolê? Ela tava reclamando que alguém— é que a gente parece que o Valente viu que alguém invadiu aqui, deu alguma merda. Eles falaram que eles vão fazer um— eles vão se reagrupar para se encontrar daqui a 3 dias.
Eu me transformei Pera aí, mas se ela era chefe do Carlos, então ela teoricamente era amigável.
Teoricamente amigável com o Carlos. Eu acho duro que tá aqui amigável, pode ser melhor a gente fazer todo o caminho de volta e ir para casa.
Eu discordo, a gente pode descansar, arruma algum lugar aqui, descansa, a gente faz um descanso em turnos e a gente prossegue daqui mesmo. A gente tem suprimentos para isso e tem um bezerbu ali, ó.
Valente, você comentou com os outros o que você viu durante a batalha contra os assassinos e os orcs lá?
Não, ele só mandou deixa andar.
Não, isso. Então beleza. Então vocês viram isso, vocês viram, parece uma figura, realmente uma figura do cramunhão assim, totalmente escura. Você vê o chifre, você vê a asa. Quando você aponta assim, o Carlos olha também, você vê que ela dá aquela piscada assim, parece que se escondeu na escuridão, você não vê mais. Quase como se fosse uma sombra, um cramunhão feito de sombra.
Vocês estão atraindo demônio, hein, filha da puta! Porra, é mulher demônio, é demônio.
É o Bruno que copula com os demônios, deve ser amiga dele.
Eu fui assim perto, eu falei, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, Repete e fala exatamente o que você viu.
Eu vi uma figura do cara manhão, chifre, asa, rabo em ponta de seta.
Seus amigos aí, vocês não tinham visto isso? Eu vi isso lá atrás quando a gente tava correndo dos orcs e dos mercenários.
E esse é o melhor lugar para a gente ficar batendo papo sobre isso, né?
Assim, eu tenho algum conhecimento tipo de demônio, de coisa assim?
Você tem religião treinado com a marcação? Tem arcanismo? Então, Tarcarinho, você tem. Então rola.
17, 15 mais 2.
Perfeito.
Só um parênteses, os barulhos de passo já foram embora. Eu vou começar a andar para direção onde tava o Cramunhão aqui, cara.
Você desce, você vê que é um corredor estreito, mas não tem nada nem para um lado nem para o outro.
Mas para o lado da esquerda parece ter coisa.
Sim, você sabe que aquele ali não é um Cramunhão comum, não é um demônio comum. Como do jeito que eles descreveram, você tem quase certeza que é um demônio da Tá, eu sei que tem a ver com a Vesper, ou não? Pode ser que eu tenha, vai que eu enviado dela, pode ser.
Tá, eu só tô querendo engolir de seco e continua assim.
Eu volto aqui, chamo qualquer um aí que vier comigo só para eu não verificar os lugares sozinho.
Eu vou junto, eu vou atrás do Valente com arco em punho.
Eu vou atrás do Raul e eu saco as duas adagas, tá? A adaga que eu peguei nova e a adaga que eu já tinha.
É, eu tô com martelo empunhado O Marcelo é o Marcelo.
Tô com o cajado novo na mão.
Vocês veem a aranha andando com as patas na parede assim, nem encostou no chão.
É, eu fico bem atrás da aranha, tá vendo?
A bunda da aranha, da bunda da aranha, cara. Vocês, você, Valente e Raul, quando vocês chegam nessa parte aí, vocês veem o seguinte: vocês é o final do corredor aqui, seguindo reto. Vocês vê que tem uma porta fechada lá, mas quando vocês olham para o norte de novo, vocês veem, cara, por se vocês demorassem mais Tipo, uns 10 segundos pra olhar pra esse lado do corredor, vocês iam tomar uma estocada inacreditável. Tipo, tava meio que oculto na escuridão assim, mas quando vocês passaram perto, vocês viram. As pessoas estavam pertinho de vocês, ia pegar vocês de surpresa.
Então ele sabia da gente?
Sim, escutou, né? Vocês batendo mó prosa. Então o que que a gente vai fazer? É melhor fazer o barulho da aranha. Não, mas eu acho que barulho não faz tanto barulho assim não.
Que que é aquilo?
É o cramunhão? Não, é coisa Pior, a gente tá falando baixinho, fora baixinho, era sussurro.
Bom, como eu enxergo no escuro com tranquilidade, eu já viro para eles e me armo.
Todo mundo rola no CT.
Eu tô bem longe, eu também.
Você vai querer ajudar os seus amigos?
É, vocês querem ficar de boa, né?
Eu posso ficar escondido aí por enquanto.
Eu vou, eu vou, eu vou olhar olhar para trás, eu vejo que o Lucas não tá.
Não, você não tá vendo ele.
Eu vejo que ele não tá vindo junto, ele tá ao A.
Não tá vindo junto, tá todo mundo menos ele. Você vê que a aranha ela tá espremida nesse corredor, mas ela tá de boa ali.
A próxima vez que eu ver o Lucas, vou matar ele. E eu não falei brincando.
É você mesmo, Valente. Você correu ali rapidinho e que que você fez?
Atacou? Machado grande, 7 2 2, 11.
11. Você foi bater, cara, você bateu meio que de mau jeito, que você pegou, você tava correndo, aí você viu que tinha esse outro na esquininha, você tentou bater nele, mas Não teve jeito. Você vê que dá um jogo de corpo assim, você errou o golpe. Aí você vê ela, a Ralf, com cara de poucas amigas, daquela dá um passo para o lado, só mira em você. Você vê que ela puxa com uma velocidade absurda, uma besta, e dispara contra você, Valente. Quanto que é a sua CA?
18.
Você vê que ela ataca o virote, acerta, bate na tua armadura, quebra, não perfura.
Carlos, eu quero usar enganação para chamar atenção deles.
Então vai lá, o que que você vai fazer para enganar eles?
Quero fazer algum tipo de movimentação para que eles olhem para outro lugar.
Mas aí onde você tá eles não estão te vendo.
Mas é por isso mesmo, quero chamar atenção para eles não continuarem não me vendo, que eu vou fazer, que eu posso fazer alguma outra coisa, entendeu? Eu quero que tipo—
ah tá, você não quer chamar atenção, é o contrário.
Isso, eu não quero chamar atenção, eu quero que a atenção deles vá para outro lugar, entendeu?
Então vai lá.
16.
O que que você fez?
Tem alguma coisa no chão, alguma coisa assim aqui no chão?
Tem pedrinha.
Coisa, mas isso não vai chamar atenção, certo? É, ah, cara, então eu peguei uma das minhas adagas, a mais simples que tava na mão, e eu arremessei perto desse cara que tava na proteção aqui. Eu arremessei, mas não para pegar nele, mas só para chamar atenção, sacou?
Você vê que ele tipo desvia o olhar por um segundo e volta a olhar, e ficou olhando na direção que vocês estão.
Nenhum dos três funcionou, nenhum dos três chamou muita atenção.
Não, não chamou atenção deles. Eles têm percepção passiva 16, exatamente o que você tirou.
Isso aqui é o quê, armário ou é mesa?
Então eu vou usar de furtividade o Ansem para eu tentar ir para trás desse armário.
Você pode usar só um bônus para fazer o teste de furtividade, aí você move. Beleza.
Aí eu quis me mover tipo sem eles conseguirem me ver para trás desses móveis que estão aqui. Não tem uns móveis aqui do lado?
Beleza. Ah, você vê que a aranha, ela, então você vê que ela vai andando com as patas na parede, ela não pisa no chão, então passa por vocês na tranquilidade. Ela se espreme assim, ela passa por esse lugar que seria apertado para ela, mas legal, ela passa de boa e ela para assim na parede assim em cima de vocês, com as patas atrás, as pata do lado. E sério, você vê que ela tá com as patas da frente armadas, parecendo uma armadeira.
É isso, Raul. Como as patas dela é alta, ela não tá pisando no chão, você pode passar de boa.
Então passo por baixo dela, venho para esse lado e vou atirar flecha aqui na menina do tapa-olho.
Então vai lá.
Lembrando que eu já tava com o arco na mão, né?
Perfeito.
19 7 26.
Acertou com louvor!
Quanto de dano?
10 perfurante.
Cara, você dá flechada certa, ela com tudo no ombro assim, ó. Ah, seu desgraçado! Com aquela voz mais fininha assim.
Ferreiro vai atacar ela aqui, ó.
O Ferreiro foi atacar, você vê que ela deu um pulo assim onde ele foi dar mordida, pulou alto ela, você vê, e não acertou.
Tá, porque às vezes já rodei minha iniciativa ali, já fica anotado.
Beleza, vai lá, Bruno.
Bom, eu vou castar Armadura de Sombras em mim. Aí você percebe que é tipo um véu em volta, trem, a luz meio opaca, fica meio estranha.
Tem 10 pessoas atrás dele.
É, vai evitar, né? Mas eu não posso, eu posso gastar em mim. E é isto. E aí eu uso armadura arcana, né, que na verdade eu sou nada mais. E aí o meu CA se torna 13 mais modificador de defesa, que é 2, então fica com 15 de CA.
Boa, lembra disso. Beleza, esse cara aí ele simplesmente colou em você, o maluco dele acertou você, você tomou 10 de dano. Ele tirou 20 no dado mais 5, 25, acerto crítico. O dado caiu 5, 2 3 de dano. 2d6 mais 3, 5. Como é crítico, dobrou o dado, então você tomou 10 de dano. Mas você tem que dar uma espadada com tudo assim, pegando, resvalando de lado na sua barriga. Marcar o dano aqui. O outro, ele tá vendo o lobo ali, simplesmente ele ataca o lobo. 16, total 11 no dado, 7 de dano.
Aquela, você vê que o Fenrir dá aquele ganido de dor assim. Lucas, você, beleza. Você tá escutando o barulho de combate do outro lado, você falou, não, tem que ajudar.
Não, é que eu já sabia na real, né?
Mas você não tá vendo o que tá acontecendo, né?
Eu só fiquei de Não, aí eu corro até aqui que dá um limite mais ou menos. E aí eu uso o feitiço, meu feitiço favorito, meu carro-chefe, que é o Enfeitiçar Pessoa nesse primeiro soldado aqui da direita.
Salva-guarda de 3, o ladrão rodou 11 no dado mais 2, 13. Você vê que ele faz a magia, você vê que ele dá uma tonteada nele assim, ele balança assim, você vê que ele dá uma olhada de canto de olha assim para trás, para o seu lado. Então falhou, falhou. Ele tá ciente de você.
Deixa eu ver outra coisa aqui, tá? Eu vou usar no Valente o Inspiração do Bardo como ação bônus para encerrar meu turno.
Perfeito.
Então vou colocar o negocinho nele, a luzinha. Você sente, ô Valente, você vê ele dedilhando ali, ó, uns acordes. Você sente tipo alguma coisa quando tá diferente de você. É a mesma coisa que ele fez com o Bruno e com o Carlos. Você sabe que ele deu alguma coisa para te ajudar, a princípio.
Eu vou fazer de novo um ataque com o machado grande e eu vou usar esse Bônus dele, tá? Vou atacar o que tá na frente do Raul em vez de atacar o outro mano ali. Beleza, que também tá no meu range, né?
Sim. Aí depois você rola o D6.
16 4, 20. E agora rola o D6.
5, 25. Cara, você vai com a machada com tudo assim, você acerta ele de lado assim. Você vê que ele dá até uma ombrada no armário que tava do lado de vocês ali, é que feriu ele, escorre aquele sangue, mas tá vivo ainda.
Ele não caiu no chão nem nada.
Não, não, você machucou ele. Você viu que você vê que dá uma pancada com tudo assim, tipo, chegou a empurrar ele, bateu com força o ombro no armário ali, mas não matou ele não. Você vê que a Melinda ela dá um passinho assim, uns 2, 3 passinhos para o lado assim, mira em você, Valente.
Cara, tá na maldade.
Quanto que a sua CA agora? Tá 16, né?
16.
Você vê que de novo bate, você chega até colocar o machado na frente, quebra.
Ah, Carlos, quero usar furtividade para me esconder meio que assim no tamanho da aranha.
Perfeito.
Deu 7 mais 2, deu 9.
E foi para meio que debaixo da aranha assim, vou me esconder na sombra das patas da aranha. E aí a tocha tava, a tocha ali na parede tava iluminando exatamente onde você tá, então você não tá na escuridão.
Então não tô na escuridão, mas tipo, tá, eu vou só sacar a minha espada curta e vou esperar uma chance de atacar no próximo rodado. Eu joguei a outra adaga, né? Outra adaga tá perdida.
Você vê que a aranha ela vem por cima assim, um pelo teto, andando pelo teto. Se ela faz o movimento todo, ela cai atrás da Melinda e ataca, dá uma mordida. A Melinda, ela vem, ela tá com tapa-olho, ela não tem noção de profundidade por causa do tapa-olho, né, de caolho. Mas você vê que ela fica olhando assim, ó. A aranha, quando a aranha vai cair, ela, você vê que ela dá aquela gingada assim. Aranha erra a mordida.
Raul, eu consigo acertar isso aqui com a flecha, né?
Consegue.
Então é isso que eu vou fazer. 10. 4 perfurante.
Não, você taca a flecha, você vê que ele dá aquela gingada também, quase que pega no Lucas lá atrás, bateu na parede do seu lado, Lucas, a flecha.
Eita porra!
E aí eu vou com ferreira, eu vou tacar isso aqui.
Quanto que foi o dado?
17. Então mordi o cara aí, cara.
Você vê que ele vai com tudo assim, ele pula, morde o cara na altura do pescoço, ele derruba o cara no chão, cara, já cai. O cara só cai.
Vou usar comando da menina.
Rola aí a magia para a gente ler a descrição.
Eu vou rodar aqui.
Quando que eu abro aqui o livro?
Que eu só não lembro do comando. Qual que é? Qual que é? Ela tem que rodar um teste, saber do que eu tenho que passar.
Você emite uma palavra de comando para uma criatura à sua vista e alcance da magia. O alvo deve ser bem-sucedido em salvaguarda de sabedoria. Na sua ficha, o Bruno, lá na parte de magia, lá em cima no cabeçalho, vai estar lá modificador de não sei o quê, habilidade de não sei o quê, e tem lá de salvaguarda.
Qual que é o valor que tá lá?
13 de código de salvaguarda.
Então é 3 que ela vai fazer o teste de sabedoria, eu falei, né?
Isso é sabedoria.
Caramba, deita!
Eu vou dar para você deitar. Fala igual o Duda, tá ligado? Duda, deita-se!
É com aquela exata, tipo isso mesmo, da hora. Você vê se ela vai deitar no chão.
Quando ela deitar aí, eu não posso dar um ataque de oportunidade?
É, sim, sim, vai, Vulpes, dá um ataque de oportunidade aí. Quanto você tirou? 19 no dado, mais 5, 24. 11 de dano Mano, dá aquela mordida nervosa nela, você vê que ela volta assim imediatamente, mas não matou ela. Ela tá sangrando para caramba. Tem veneno na mordida da aranha? Deixa eu ver. Boa, parabéns, Bruno! Você tem, tá marcado inspiração na tua ficha lá na primeira página? Então marca lá, vai aparecer um dragãozinho. Lembre-se que vocês podem usar a inspiração para fazer uma rerolagem de teste.
Beleza, tá. Você dê constituição dela, você deu 11, 11 passou. Mas mesmo assim ela tomou dano, não tomou dano total do veneno e não ficou envenenada, mas tomou uma. Daí ela tá cuspindo sangue assim: seus malditos, o Duque da Guerra vai acabar com vocês! Ela falou a alcunha inteira do cara. Ô Valente, você vê que ele tá olhando para você, o Ladino, ele tá olhando para você, ele olha para o Fenrir. Aí você vê que ele dá um passo para trás, dá outro passo para trás, ele tá com as lâminas apontando para você, para os dois.
Você vê que se você tentar atacar, ele vai contra-atacar, tá Ele vai fazendo isso até que ele pega uma distância que seus ataques não conseguem mais e move até o—
Mas eu posso acompanhar o andar dele?
Não. Ele fez isso daqui, ó, pra desengajar com ação bônus, com ação de movimento ele moveu e com ação padrão ele ataca. O Lucas tirou 19 no dado mais 5, 24. Você tomou 6 de dano, Lucas. 3 no D6 mais 3. Quando você toma aquela facada, espadada, cara, você chega a girar o teto assim, você fala, meu Deus! E agora é você.
É por isso que eu não queria ajudar, me fodi.
Ele viu que não tava conseguindo nada com o valente ali, que o valente acaba matando ele cedo ou tarde. Ele foi, vou naquele otário ali.
Tá, beleza. A primeira coisa que eu vou fazer é usando a minha ação bônus, eu vou usar a palavra curativa em mim mesmo.
A curativa, quanto que é sua CA?
A minha CA, 14.
Ele rolou o D20, tirou 8 mais 5, 13. Você vê que ele deu a espada em você, puxou a espada, você começou a cantarolar e dedilhar alguma música. Aí ele virou, tentou bater de novo, você se afastou, pegou por pouco, não pegou.
Nossa, ele deu um ataque de oportunidade!
É lógico que ele fez a magia na cara do maluco. É, então 7, curou 7 PV. Você se recuperou totalmente o ataque dele. Então tomei dano e você tomou dano, mas você se curou, voltou tudo.
Beleza, beleza.
Você vai se mover?
Não, não vou me mover. Usei minha ação bônus, agora eu vou usar minha ação.
Ah, perfeito.
E para ação eu Eu vou atacar com minha rapieira.
10 4, 6 4, 10. Não, você vai bater, você bate meio desajeitado, ele só dá aquele, só enverga as costas um pouquinho assim, passa lotado, ele continua no mesmo lugar. Agora sim, valente! Você vê que a Melinda ela tá vomitando sangue, estirada no chão, e o outro ladinho tá firme e forte.
Eu vou andar até aqui, mano, eu vou juntar toda a minha força e vou bater de baixo, de cima para baixo, vou tentar Ela afundar lá no chão.
Rola com vantagem.
17 2 2, 21.
Cara, você acerta com facilidade. Você vê que ela tenta estender a mão pra tentar se defender, cara. Você corta o braço, o antebraço dela, e acerta a machadada no meio das costas dela. Faz aquela poça de sangue, ela para de se mexer.
Foi de arrasto.
Quando você faz isso, você vê que o ladino que tá perto do Lucas, ele tá tipo meio que de lado, de costas pra parede, de lado, olhando pro Lucas, olha pra você vendo você fazer isso. Ele já começa a tipo olhar pros lados assim, procurando uma rota de fuga.
Carlos?
Eu vou me movimentar, vou pro lado do Valente. Vou passar por cima ali e vou guardar as minhas duas espadas. E ela tava com uma besta, não tava?
Que tu falou, tava caída no chão a besta.
Então eu vou pegar a besta.
Beleza.
Ele pode fazer, ele pode fazer uma ação de pegar a besta e recarregar ela, não?
Sim, eu vou considerar que você usou ação bônus para fazer isso.
Tá, já então eu recarrego a besta, mas eu não posso atacar, né?
Não, porque aí você usou ação, você se moveu, pegou a besta de mão, a besta leve, você carrega igual uma flecha, é rápido. Não é igual a besta pesada, que aquela, sabe, que é grandona, que o cara tem que apoiar no chão, puxar a corda com as duas mãos. Não, não é igual aquela. Você armou ela, você tá com ela, você vai disparar.
Beleza, eu consigo. Poxa, tá meio aqui de esperar para disparar. Eu posso disparar? Tem essa ação ainda?
Você usou ação bônus para pegar ela?
Vou disparar no cara, deixa eu ver. Deu 23.
Nossa, você mirou 18 no dado mais 5, cara, você acertou em cheio. Ele tava assim olhando para um lado, olhando para o outro assim, cara. Quando ele olhou para o lado do Lucas, ele falou: não, é para lá que eu vou. Você deu a flechada, mano, você acertou quase que pegou no pescoço dele, pegou tipo no peito assim, perto do pescoço, mano. Você feriu ele bastante. Lucas, você que tá do lado dele, você vê, ele chega a bater as costas na parede perto assim, ficou com a pancada da besta, do virote.
Agora é aranha, né? Aí vai lá, Vupi, que que você vai fazer? Passa por cima de vocês, 17 no dado mais 5, 22. Você vê que a aranha vai pela parede assim, ela só como se ela se soltasse da parede e fosse com as quelíceras dela, mano, ele morde já derrubando o cara assim. Vocês escutam aquele bagulho de alguma coisa quebrando e aquele som úmido, tá ligado? Ela devorou a cabeça dele assim, arrancou, caiu o corpo mole no chão, aquela sangueira. Luca, você tá vermelho agora, espirrou.
Olha, meio em choque pro Pixarenha assim.
Eu vou olhar as vestes da Meia tapa-olho, eu vou ver se eu acho alguma coisa.
Fica aquele silêncio, você vai até ela, cara. Agora ela não tem mais a besta de mão, mas ela tem uma aljavazinha, tem 15 virotes para besta de mão. Você tem que ter espada curta. Ela tem uma armadura de couro batido, mas é para o Halfling. Talvez sirva no Vulpix. Vai anotando essas coisas aí. Eu vou anotar o que eu for pegar, porque pode servir para ele, né, a armadura dela. Isso basicamente. E você vê que tem umas adagas também, assim, mais umas duas adagas de arremesso.
Eu olhei a armadura dela, falei assim, ó, vou pixar, acho que é do teu tamanho. Joguei na mão deles.
Ele não tem nenhum dinheiro com ela, não. Ela deve ter em algum lugar escondido, algum lugar que vocês não olharam, deve deixar os pertences mais valiosos dela assim. Mas ali não.
Eu olho para o cara, falo, mas mais importante que isso, quem é ela?
Ela é minha chefe. Ela comanda aqui, ó. Foi ela com quem eu tratei inicialmente para dar a pedra e tudo mais e tal. Ela, ela é o, ela é basicamente comando direto do chefão. Vocês ouviram o nome dele agora, né?
E ela tá com a pedra? Eu olho para o Raul assim.
Então eu vou deduzir que já que eles estavam desse lado, o lado perigoso é para cima. Então eu vou voltar aqui e vou seguir o caminho aqui, ó, para essa porta aqui.
Cara, você chega, você vê que a porta porta, tá? Tem a chave na porta, sabe aquela argola com as chaves assim? Você simplesmente destranca a porta, abre, você vê que é uma sala tipo de suprimentos ali. Aí você vê que tem mais algumas adagas, facas, outras armas assim. Você vê que tem uns sacos ali de alimento, alguma coisa. E você vê que tem uns 3 baús ali.
Ó, rapaziada, achei uma sala de suprimento, tem bastante coisa interessante lá. Recomendo vocês darem uma olhada.
Eu vou voltar lá. Qual é, homem? Dá essas porra de besta aí.
A gente entrega a Java para o Carlos.
Entrega então, pode marcar, claro.
Entrego as duas adagas para ele também, as adagas de arremesso.
Eu vou sair abrindo os baús para ver se eu acho a porra das pedras.
Ah, Ansem, eu procuro a minha adaga que eu tinha jogado no início do negócio e pego ela, pode ser?
Beleza, beleza.
Então eu tô com 5 adagas.
Você vê que tem mais umas 3 adagas dentro desse estoque ali. Você, Valente, você abre abre o baú, você vê que tem mais moedas de prata e moedas de ouro ali.
Vou pegar tudo, tudo que é moeda aí vou pegar.
Então pode ir.
Você vê que tem uma bolsa relativamente pequena assim, com a bolsa dentro da bolsa. Na verdade, eu vou ver o que tem dentro dela antes de guardar.
Você abre a bolsa, você vê assim, parece que você não— você tá olhando, tá vendo que tá escura aqui, mas eu enxergo no escuro. Sempre um momento você para assim, aí você ficou olhando assim, se você não vê, tipo, consegue ver dentro dela, e ela é pequena, você põe a mão assim Tem alguém perto do Valente? Acho que não.
Onde que o Valente tá?
Eu não fui.
Tá ali embaixo.
Embaixo, eu vou lá.
Você chega bem nessa hora, Raul, quando você vê que ele tá com uma bolsa na mão assim. Você vê que ele fica olhando com a cara confusa, vê que ele põe a mão até o meio do braço assim dentro da bolsa. Não tem espaço para ele colocar o braço inteiro dentro da bolsa. Ele coloca assim, você não sente o fundo, Valente.
Mas eu consigo puxar algo de dentro?
O que que você pensa?
Eu fico procurando algum, algum tipo de pedra arredondada roxa.
Não, você não sente nada. Você pensa em outra coisa.
Um machado, um machado, cara.
Você vai pensando, pensando, você sente um negócio na tua mão assim, um cabo.
Eu vou começar a puxar para fora.
Você vai puxando o cabo, você vê que é um cabo comprido, comprido, comprido, comprido. Você puxa quase rasgando assim a boca da mochila assim. Você puxa o machado igual o teu, só que, cara, você Você sente que ele é mágico, tá muito mais foda que o teu. Você vê que ele é todo, a lâmina é toda adornada assim.
Eu olho o que tá na minha mão, eu olho o que eu puxei, eu dropo o meu velho e eu sigo com o novo.
Beleza, você na hora você solta no chão, aquele barulho do machado caindo no chão.
Acabou o stealth, né? Stealth já era.
Me empresta isso aí, deixa eu ver se isso aí funciona com todo mundo.
Ah, eu entrego, eu entrego para ele o saquinho. Aqui, mas eu falei, ó, esse saco é meu, hein? Eu vou deixar tu pôr a mão no meu saco, mas eu quero de volta.
Eu deixo você fazer carinho no meu saco.
Eu enfio a mão no buraco do Valente e eu imagino, eu imagino um arco de flechas mágicas.
Você fica tateando lá dentro, você não sente nada.
Eu acho que não funciona com todo mundo. Aí eu tento de novo uma coisa mais simples, uma aljava com flechas envenenadas.
Vai mexendo, mexendo, nada. Pensou em outra coisa?
Pelo jeito não funciona para todo mundo, hein, Valente? Eu vou pensar só no arco, sem muitos detalhes.
Tateia, tateia, nada.
Daí eu jogo para o Valente. Isso aí não funciona.
Aí eu vou deixar ele guardadinho ali junto na minha bolsinha. Inclusive, quanto de dinheiro eu peguei?
Põe aí. Tem, você vai, você vai perder o tempo ali juntando, juntando, juntando. Você vê que dá umas 300 moedas de ouro e mais umas 150 de prata. Só tem isso aqui e dentro dentro daquele saco. E dentro daqueles sacos de estopa ali, vocês veem que tem tipo ração de viagem, sabe? Aqueles tipo grãos, tipo aquelas como se fosse barra, o suficiente para todos vocês por tipo 2 semanas um saco desse.
Eu vou pegar uma, eu vou carregar esse saco até a galera ali, saco de barra de cereal.
Beleza.
E vou falar que tem mais coisa. Ó, rapaziada, tem essas barras de cereal aí, todo mundo.
O mestre, eu vou fazer o seguinte, eu vou chegar Chegar no Lucas e falar: Lucas, vê se você consegue sentir alguma mágica. Eu vou rodar um arcanismo também, porque se a pedra tá aqui, talvez a gente sinta em algum lugar.
Rola aí.
Rodei 10, 8 mais 2.
Você sente que, tipo, você vê o Valente vindo com um saco cheio de suplementos assim, de barra energética assim dentro, no ombro e na mão, segurando na mão assim. Você vê machado nas costas, um machado diferente do dele, e ele segurando uma bolsa na mão assim. Você sente imediatamente que aquela bolsa é mágica.
Eu chego assim, eu falei: me empresta a bolsa.
Eu olho, eu olho, é, eu ia falar, eu olho para ele, falei: ó, rapaziada, eu tirei esse machado daqui de dentro, tenta aí.
Me empresta a bolsa. Eu pego a bolsinha assim, eu vou colocar a mão lá dentro e tentar imaginar, tipo, pensar na minha pedra, só que na cor roxa.
Tateia e nada.
Carlos tentar fazer isso, gente. Ele conhece a pedra dele, né?
Eu só vou tentar fazer de novo e eu vou tentar imaginar alguma roupa tipo de bruxa assim, sabe? Mais bem trabalhada, não precisa ser mágica, mas mais bem trabalhada. Tá bom, eu pego e jogo para o Carlos assim.
Eu pego aqui e vou tentar. É, eu penso numa pedra assim, mas é que ela é mais lisa assim, roxa, tipo como se fosse uma joia mesmo.
Isso, você tateia, tateia, tateia nada. Tipo, vocês veem, todo mundo vê um outro enfiando o braço, vem, enfia o braço até o ombro assim, ó, e some o braço do lado de fora.
Aí eu viro para o Valente: tu tirou esse machado daqui mesmo, irmão?
Aí eu falei: bom, o Raul tava vendo, ou ele tirou dali ou tirou do cu, não tem outro lugar para ele ter tirado.
Valente, você pensou numa arma, quando você pensou na arma você sentiu o cabo dele, você puxou, você viu que era um machado, coincidentemente.
Eu falo: será que só funciona com arma? Aí eu vou testar Pensando numa arma, tá ligado? Ou então num escudo, sei lá.
Aí não, você tá até nada, nada.
Eu tô, não, mas não é escudo assim não, eu queria tipo uma braçadeira assim de aumentar minha proteção.
Você pensa assim numa proteção, alguma coisa para você, você de repente você sente um negócio batendo na ponta do teu dedo assim, aí você vai, você não tá vendo, tá ligado? Você vê ele balançando o corpo assim, você sente o negócio roçando no teu dedo, você segura assim com, sabe, com a pinça polegar assim, você vê que é um negócio bem pequenininho. Você tira o braço, você vê que tem um anel meio precioso, uns negócio vermelho assim espiralado em todo o comprimento do anel.
Aí eu olho assim, aí geral tá vendo, né, que eu tirei o anel. Eu falei, caralho, olha, meio surpresa assim, não é só uma arma que sai daqui, tá vendo? Vocês querem testar aí?
Aí tipo, deixa eu tentar fazer uma coisa. Olha, eu sou rápido, mas eu acho que que seria muito legal se tivesse alguma coisa que me deixasse mais forte.
E o que que você pensa?
Eu penso em procurar alguma coisa que me desse força, sabe?
Vai tomar bomba, pô! Vai sair uma seringuinha com— vai tomar uma trembolona aí, tá ligado? Vai ser isso, trembolona mágica.
E aí eu coloco a mão, nada.
Enquanto eles estão fazendo isso, eu tô—
eu vou mexer nos outros dos dois carinhas que caíram mortos ali, os NPCs, para você ver que cada um deles tem uma espada longa, tem armadura de couro batido, e você vê que eles têm tipo, deixa eu ver, se é besta de mão, é faca, besta de mão também cada um.
Ah, como eu já tô com uma besta de mão, não vou carregar outra. Eu pergunto se alguém quer essa besta de mão.
Não, tô só.
Eu vou pensar em dinheiro, joias, e vou colocar a mão de novo.
Não, nada. Você não consegue pensar em mais nada. Pode ajudar vocês ou que precisa, alguma coisa do tipo?
Não.
Eu vou puxar da mão dele, vou colocar a mão lá dentro e eu vou tentar puxar algum pergaminho com informação.
Nada. Mas última tentativa, chega um momento que vocês vão acabar desistindo.
Seria até algum remedinho, alguma coisa para me curar, porque tô eu e Ferri machucado.
Você pensa nisso, você sente o negócio encostando na tua mão, você só vira a mão lá dentro, encosta, você vê que é um frasco vai do tamanho, deixa eu ver, sabe um Danone assim, sabe aquele garrafinha pequenininha desse tamanho assim? Você sentiu o frasco na mão, você puxa, você vê que tem uma garrafinha com arrolho e um líquido, um líquido azulado dentro, parecido com aquele que você encontrou, só que é bem maior o frasco.
Posso fazer um outro teste, mestre?
Entrego para ele.
Eu vou botar a mão e eu vou pensar em algo ou no nosso mundo ou na pro algo que remeta a isso.
Você sente também alguma coisa roçando na tua mão, você tenta pegar, você sente, tipo, também parece um frasco. Você puxa, quando você puxa você vê um frasco transparente também com a rolha e um líquido com a cor meio roxeada dentro.
Meu, roxa! Aí eu lembro e falo, mas isso aqui não é a mesma que tinha naquela bolsinha que você pegou? Eu olho assim para o Raul, sei do que você tá falando não, a poção de velocidade é aí. Eu assim, olha, eu falo, não foi algo que você pegou assim também? Depois olha, mas enfim, eu ainda não entendi.
Não, é completamente diferente, completamente diferente. É, o seu é pequeno, o frasco. O dele é uma garrafinha maior assim. A cor é diferente, a dele é uma cor azulada, na sua é roxa. A dele você não faz ideia do que que é, mas a sua você tem certeza, poção de velocidade.
Bom, eu guardo assim. Bom, ainda não entendi como estudar dinheiro do Carlos. Todo modo não tá aqui exatamente onde a gente tá, né? Alguma ideia de onde ela possa estar? Olha pro Carlos.
Não faço a menor ideia.
Vocês escutaram a Melinda falando com uma outra, uma voz masculina, que daqui a 3 dias, mais ao norte. Você lembra, ô Carlos, que ao norte, mais ou menos 3 dias de viagem, vocês vão passar, vocês vão não seguir para nenhuma das duas cidades que tem na estrada, seguir direto, vocês chegam umas colinas que lá é conhecido como Ninho dos Grifos. Você lembra que tinha algum esconderijo da sua guilda lá também?
Gente, olha só, vocês lembram que eu falei que a Melinda falou daqueles daqui uns 3 dias eles vão fazer um reagrupamento? Sim, lá tinha, ao norte tem uma segunda sede de segurança da guilda, tem um esconderijo lá. Provavelmente o mestre da guilda tá lá e se a gente não achou nada aqui é porque ele deve estar lá também.
Então, Carlos, mostra-nos a saída, que não é bom a gente ficar parado aqui. Encontramos alguns assassinos, vai saber se a gente vai encontrar mais, mesmo que tenha alguém que saiu matando todo mundo, né?
Ou seja, a pedra ou tá lá ou tá com o Duque.
É, o Duque tá lá.
Então, ou tá lá no lugar ou está com o Duque, com ele, na posse dele, entendeu?
Eu desci naquele parte de ração lá que o Valente trouxe, peguei algumas rações. Pode trocar conta.
Equivalente já tinha pego.
Então pode colocar aí um mês de ração para o grupo todo, pode marcar juntando a sua e a que o Carlos pegou, dá um mês de ração. De tipo, vocês cada um come uma porção em cada refeição, tipo faz umas 3 refeições durante um mês, vocês têm comida tranquila que vai nutrir você. Não vai ser saborosa, mas vai nutrir, entendeu?
Fome a gente não passa.
É, fome vocês não passam.
Eu acho que conseguimos tudo que a gente precisava aqui.
Uma voz fina. Vocês escutam gritando ecoando no corredor: tem alguém aí? Eu escutei conversa, ajuda a gente! Aí uma outra mulher gritando também: a gente tá presa aqui!
Da onde veio esse grito?
Vem do corredor do norte ali. Você sabe, o Carlos indicou que é indo ali para leste, passando. Você vê que tem tipo uma armadilha estacionada, aquele cilindro com espinho que ficava girando, tá quebrado ali. E tem umas manchas de sangue espalhado para todo lugar. E tem as escadas que vai para parte que, a parte principal onde é os alojamentos de verdade da galera. E tá vindo daqui de cima aqui uma pessoa, duas vozes de mulher pelo menos, pedindo ajuda.
Você reconhece essa voz, Carlos?
Não faço a menor ideia.
Não dá para saber se tem mais gente aqui. Acho que quanto mais tempo a gente ficar, pior, né? Eu vou vindo nessa direção prestando atenção se eu ouço alguma coisa.
Ei, ajuda a gente! Não deixa a gente aqui! Você consegue ver de longe, você vê que tem— ô caramba, fechei mais em vez de abrir. Você vê que tem tipo umas celas ali, mas como vocês estão tipo em alguns degraus mais baixos, vocês não conseguem ver dentro da cela.
Cara, eu acho que vale a pena dar uma olhada.
Eu tô do lado, eu comecei a andar e cheguei do lado do Valente. Eu não tô sujo de sangue nem nada, né, ô Hansen? Eu tô?
Não, você não. O Lucas tá encardido de sangue.
Beleza. Eu falei, eu vou na frente porque se aparecer alguém, eu sou da guilda, então é mais tranquilo de eu desenrolar. Deixa que eu vou lá.
É, eu vou Eu vou uns dois passos atrás dele ali, se precisar.
Mas vai lá até a escada lá, que aí já dá para ver, cara. Você vai indo, o Valente tá tipo aqui assim, né? Você vai atrás dele, Carlos. Quando você chega ali, você vê quatro celas. Você vê tipo em cada, todas essas celas tem gente ocupada. Você vê que tem uma mulher loira alta, corpulenta assim. Você vê que na outra cela do lado tem uma garota que parece quase uma criança, com um vestido vermelho, um capelão pontiagudo. Na outra você vê uma garota também parecendo, ela tá de vestido, parece que ela não tá usando roupa debaixo.
E um moleque com uma capinha verde: ei, por favor, tira a gente daqui, foi ideia dela! Apontando para a garota que parece que não tá usando calça.
Aí eu só agacho assim e pergunto: quem é que são vocês? E faço sinal para o Valente vir porque não tem perigo.
E encerramos a sessão por aqui.
Continua