MDA #239 - JUJUTSU KAISEN: The Culling Game
Prepare seu navio pirata ou sua nuvem voadora, pois desta vez no Mundo dos Animes by Logitech, Bruno, Valente e Carlos navegam pelo mundo da terceira temporada de Jujutsu Kaisen.
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- Tempo de duração: 63 minutos
- Pauta: Raul Lima
- Arte da Vitrine: Lucas Máximo
- Edição: Raul Lima / Lucas Máximo
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- Personagens de Jujutsu KaisenGojo Satoru · Itadori Yuji · Yuta Okkotsu · Kenjaku · Maki Zenin · Hakari · Kirara · Riguruma · Nobara Kugisaki
Seja bem-vindo ao MDA, coloque seu fone de ouvido e viaje com a gente no mundo dos animes. E estamos no ar com o MDA, seja um navio pirata ou uma nuvem voadora, viaje com a gente no mundo dos animes. E nessa semana, vamos voltar ao mundo de maldições de Jutsu Kaisen. Eu sou o Bruno e daqui pra frente é só pra trás.
Melhor definição. Entenda como que você vai entender. Aqui é o Carlos e o homem tentou ser o Togashi e acertou em qualquer... É, em alguns momentos tava aparecendo mesmo. Quando a instrução não chegou. Enquanto ele tentava ser o Cubo, ele tava acertando. Enquanto ele tentou virar o Togashi... Aí deu ruim. Aqui é o Rafael Valente e essa é a temporada mais bonita das três. Mas eu não sei se é a melhor. Eu acho que talvez seja a pior.
Calma, aí você tá falando frases polêmicas, mano. Frases polêmicas, entendeu? Das três. Das três, eu acho que eu consigo falar com tranquilidade. Eu, particularmente, das três, eu acho que pra mim a pior é a primeira. Eu não gosto da primeira. Mas? Mas a gente vai discutir isso. Eu acho que as coisas mais legais de Jiu Jitsu estão na primeira temporada. Vamos discutir isso.
Ah, Mack, com o tour de build, né? Mas eu vou dizer que eu gosto da segunda temporada. Apesar dos pesares, apesar das vezes a animação, algumas coisas dar um deslizinho. Mas Shibuya foi divertido de ver. Vamos abrir o cast falando sobre isso. É, então você quer saber sobre Arco de Shibuya, sobre Mirar no Togashi, sobre qual temporada de Jutsu é melhor, depois dos e-mails.
Gente, o patrão ficou maluco no Anime Hunter. Sim, nossos parceiros agora estão com 15% de desconto no Pix e no Dinheiro e 5% de desconto no cartão com o cupom MDA. Também somos parceiros da Crunchyroll, o maior streaming focado em animes no Brasil e Rádio J Hero, onde estamos todo domingo às 4 da tarde.
Começando pelos dados técnicos, como é de Brash, nome original Jujutsu Kaisen Shime Tsukai U, Zenpen, traduzido como O Jogo da Abate, né, parte 1. Gênero Ação Sobrenatural, 12 episódios, começou a ser transmitido no dia 9 de janeiro de 2026, a 27 de março de 2026.
Tendo como streaming Crunchyroll aqui no Brasil. E o estúdio Mapa. Ele já famoso, muito amado por muitos da atualidade, né? Que fez Villain Saga, Dororo, Ramameyo, Attack on Titan, enfim, um monte de obra, né? É um dos grandes estúdios da atualidade.
E ter como diretor, ele e o polevo, às vezes, é no mínimo, Shota Goshozono, que trabalhou como diretor em Jutsu Kaisen. E já trabalhou também como participação, né? Como não diretor principal, mas diretor de episódio, né? De Osama Rankin e Chainsaw Man. E aí já vamos puxar, como a gente sempre comenta, né? Vamos comentar um pouquinho sobre o senhor Goshozono, né? Amado por um ou odiado por outros. Alguns, né? Odiado por alguns, na verdade.
Então, cara, já dá o preview um pouco de como foi a sua percepção do trabalho aí do nosso querido Goshozono nessa temporada.
Cara, eu acho que ela mantém um padrão das outras temporadas de Jujutsu com algumas escolhas. Eu acho que o termo questionáveis é bom, tá? Porque tem umas escolhas interessantes, tem umas escolhas que ele parece mais... Tipo assim, ele quer que a animação sobressai a Master Kana.
narrativa, mas eu acho que isso faz sentido, tem certo ponto pra essa parte de Jujutsu, antes que a narrativa vai picar-picar em alguns momentos. E ao mesmo tempo tem outras escolhas. Eu acho que algumas das mais polêmicas fazem até sentido. A gente vai falar daquele episódio lá que copia o Bill e esse tipo de coisa. A questão de produção pode fazer sentido. Eu acho que a galera fez um alarde demais pra alguma coisa desse tipo.
Algumas decisões de direção e tal. Mas assim, no padrão de Jujutsu eu acho que segue essa coisa. Acho que não tem muito problema nesse tipo de coisa não.
Eu posso estar viajando aqui, mas eu sinto que... Não sou nenhum especialista da área, né? Mas eu achei que a direção, assim, como luta e coisa e tal... E o mangá, né? Em si, ele tava bem. Mas eu não sei se a adaptação foi das melhores. Porque também eu não sei se o material original ajuda tanto.
Não, o material original não ajuda nada. Esse é um trabalho, para ser sincero, o nosso querido Choutão aqui, ele tem um trabalho hercúleo de adaptar o mangá de Jujutsu, porque o Jujutsu é um horrível quadrinista, sabe? É algo precário o processo de quadrinização do cara. É muito ruim mesmo.
e ele consegue ser pior quadrinista que desenhista. Existe uma diferença nesse processo, tá, gente? Ele é um horrível quadrinista e um desenhista péssimo. Esse que é o detalhe de Jujutsu, né? Então, você pegar esse material pra adaptar, como é, tipo, a questão das adaptações japonesas, tu vai ter um problema aí, porque normalmente você faz adaptação direta. Então, até isso, eu acho que, tipo assim, eu dou uma passada de pana no cara, porque esse aí eu conheço o material original e eu sei o quão é complicado...
fazer essa adaptação, porque tem luta de Jujutsu no mangá que, pô, tu vai adaptar isso pro anime, é mais fácil tu jogar fora e fazer a luta inteira, pensar do teu, decupa de novo o material original, é muito ruim. Tanto que, tipo, isso gera, por exemplo, no arco de Shibuya, vocês vão lembrar isso, tem aquela luta do Sukuna com o monstrão lá, né? O monstrão invocado.
Qual é o detalhe? Aquela luta pra mim, ela é chata no anime, entendeu? Ela dá pra entender a luta em comparação com o mangá. No mangá, a luta é muito mal quadrinizada. Só que existe um detalhe, a luta no mangá, ela dura no máximo um capítulo de mangá muito mal quadrinizado que você ler rápido. No anime, ela dura um episódio inteiro, se não me engano, pra mais. Então tu imagina tu ver aquilo por 23 minutos, então tipo, em questão de ritmo, ela cansa.
Enquanto que no mangá, não. Então você tem uma outra perspectiva sobre os acontecimentos de Shibuya, nesse caso. Então é bem problemático, assim.
Eu vou ser sincero que eu acho que em questão de briga, de luta, essa temporada tá um pouquinho melhor do que a temporada 2, tá? Só pra ser sincero, eu acho que a última luta, principalmente a luta do... O Yuta, o Kotsu com os outros maninhos, né? Com os outros manos, eu acho que ela é uma luta que ela dá uma entregada legal e é uma luta muito mal quadrisada de novo no mangá. Então, nessa perspectiva, assim, eu acho que ela...
Porque algumas lutas na segunda temporada, principalmente no arco de Shibuya, eu acho o primeiro arco melhor, elas têm uns problemas de sequência de ritmo de construção, sabe? E aí você pode falar, ah, é problema de direção? Também pode ser problema de edição, sabe? Tem esses poréns, assim, no rolê. No caso da luta do monstrão, eu acho que eu posso quase garantir que é problema de direção. Porque ali é tomada de decisão de ser muito longa a luta. Acho que a gente chegou a comentar isso no cast da parte 2.
Se você não lembra, ouça esse cast. A gente gravou um tempo atrás, ouça ele aí. Só pra antes a gente entrar, porque acho que a gente tem que pegar nesse ponto de adaptação. Bom ponto pra gente falar. Terminando a ficha técnica. Dublagem, Som de Veracruz Studios. Fazia um tempo que a gente falava do pessoal do Som de Veracruz, né? Mas tá aí. Som de Veracruz. Direção de dublagem, Leonardo Santos.
A fonte é o mangá, como a gente tá falando. Autor, o famoso, né, ele, ou ele ou ela, né, pessoa misteriosa, Gegê Akutame, que agora rodeados por muitos, amado por alguns, né? O Kuiu Mangá já terminou tendo 30 volumes. Então, Carlos, fala pra gente a sinopse sobre o Jutsu Kaisen, o jogo do abate. Ah, então, rapaziada, é o seguinte. Depois lá que Gojo é preso, uma galera morre, todo o acontecimento lá do incidente de Shibuya, né?
nós temos que ver as consequências disso, né? Porque uma parte de Tóquio foi por causa do inferno, né? E ele tá infestado de maldições. E aí, tipo, como eu comentei, tem todas as consequências que a gente tem disso, né? O Gojo preso, maldições soltas no centro de Tóquio. E aí a gente tem o Itadori sendo sentenciado à morte e quem vai atrás dele é o, entre aspas, segundo mais forte que existe no mundo de Jujutsu ali agora, que é o Yuta Okutsu, que a gente acabou de comentar agora, né?
E aí no meio desse caos, assim, inicia o que é o jogo do abate, iniciado pelo Kenjaku, que é o processo de maior acontecimento posterior ao incidente de Shibuya, que é um ritual mortal envolvendo novos e antigos usuários de maldições em várias colônias espalhadas pelo Japão, né? Que no caso, coisa mais concentrada em Tóquio, mas ela vai se espalhar pelo Japão em outras cidades, né?
E aí a gente vai ver quais são as ações dos nossos queridos protagonistas pra resolução desse acontecimento, desse novo jogo, desse momento dogachiano de Jeje Kutani. Não peçam pra gente explicar o que é o jogo do Abate, tá? Por favor. Porque nenhum anime conseguiu explicar. Ah não, não tem necessidade. O desgraçado fez um episódio inteiro só pra falar das regras dessa merda. Então não tem necessidade da gente explicar, é só lá ver o episódio, pô.
Quando os caras são obrigados a botar um print screen no meio do anime com nove regras escritas na tela, já é um pouco preocupante. Inclusive, já vou trazer mais uma informação aqui e dar os devidos parabéns aqui. Que quem fez a tradução da legenda...
do anime foi o Fernando Muscioli ou o mais conhecido como Tengu, que é um dos casters que faz parte do jogabilidade e tudo mais, ele já trabalha na indústria de tradução principalmente de mangá e anime há bastante tempo, tem um trampo muito e meus parabéns cara, ter que ficar traduzindo regrinha do japonês de um cara que não tem a menor ideia do que tá fazendo, deve ser um desafio muito grande
Tem que dar parabéns mesmo, porque no mangá eu não entendi, aqui eu consegui entender um pouquinho mais, e foi graças à tradução, então obrigado mesmo. É, mas é isso, é isso. Cara, tipo, no mangá você não faz a menor ideia do que tá acontecendo, tu só vai levando. Tem um ponto que a gente tem que começar a falar, que é o seguinte, né, Jujutsu até o incidente de Shibuya é uma coisa, quando começa o jogo da Bat, vira completamente outra.
E aí é um pouco de a gente estar falando desse negócio aqui que é um momento meio togashi GG, né? Porque ele quis pegar Jujutsu e transformar numa parada tão complexa, tão complexa, tão complexa, que você que tá lendo a obra, que já não era uma obra tão simples, porque tinha tipo um monte de nome, um monte de conceito, uma coisa ligava na outra, sistema racional de poder, etc. Começa a virar um negócio tão tipo, mano, o que que é isso?
que não fica legal. Ele quis criar o Nen ao mesmo tempo que criar lá um torneio e aí mistura tudo, criar um negócio meio torne das trevas do Yu Yu Hakusho e fica um negócio meio estranhaço do mangá. Pra quem leu o mangá tá ligado que essa parte do mangá é muito confusa, cara. É muito estranho de ler. Porque além de como o Carlos me falou, a quadrilização não é lá o forte, né, do Jack Tami, é uma parte que o desenho em si não tá bonito.
Parece que, tipo, foi feito muito às pressas. Então, fica muito complexo de pegar e ter esse trabalho de adaptar
adaptação. Assim, eu entendo o caos que a galera coloca em cima do goshozono, já do meu dono, não sei o que, não sei o que. Mas, galera, essa parte, esse comecinho do arco do abate é muito confuso de ler, cara. É muito estranho de ler. Eu não sei pra vocês, mano. Quando eu li a primeira vez isso aqui, eu falei cara, o que que tá acontecendo? Eu tive que parar e ler umas três vezes os capítulos pra entender. Porque era tenso, mano.
Eu não tô acompanhando pelo mangá, né? Não li o mangá. Eu só tô acompanhando direto pelo anime. Porque como eu conheci Jujutsu já mais ou menos na época que ele já tinha anunciado anime e tal. Então eu fui direto pelo anime. Tô continuando pelo anime e vou assim até o final. Mas realmente, tem muita coisa ali que eu tenho certeza que é problema vindo do mangá, né?
O detalhe principal é que eu acho que a partir desse momento, como o Bruno comentou, existe uma mudança de perspectiva do que o JG vai fazer, né? Acho que já o incidente de Shibuya já é meio assim, sabe? Ele já é essa tentativa de complexar muitas coisas e tal, e já tem várias tomadas de decisões narrativas muito ruins. Não é segredo que o JG Akutami é muito fã dos principais autores da Jump ali dos anos 2000, né? Então nós estamos falando do Big Three, nós estamos falando do próprio...
Togashi e de outros autores que passaram pela JUP nessa época. Na verdade, ele é muito, muito fã de Chichi Kubo. Percebe-se. É a brincadeira que a gente faz lá no Katun, né, o Valente. Que é assim, mano, enquanto ele tentava ser o Kubo, eu acho que ele acertava a mão em várias paradas, sabe? Poderzinho simples, porradaria comendo quase o tempo inteiro e muito foco nesse processo de da amizade dos personagens, da formação do grupo, sabe? O que é muito a primeira temporada de Jujutsu, né? Exato.
Cria umas coisas ali meio bobas, né? Os arcozinhos mais simples de Shonen. Tu foca muito nos personagens, assim. E, sendo sincero, eu acho que o GG, nesse caso aqui, ele tem até um bom tato pra conseguir escrever personagens, sabe? Os personagens de Jujutsu são legais.
O que carrega a obra, cara, é isso. O que carrega a obra de Jutsu são o carizzo dos personagens. Porque, cara, não é à toa que Gojo Satoru, tipo, é um fenômeno hoje, à toa. Se você fala o nome Gojo Satoru, pra qualquer pessoa que conheça, tipo, o mínimo de anime, é um nome conhecido. A pessoa pode não ver Jutsu, mas ela sabe quem é. Não, pô, Gojo Satoru virou sinônimo pra mina que gosta de anime de chegar a dela e quero pegar, né? Tem esse detalhe. É.
Nossa, vai ter agora, a capa vai ser o Gojo Satoro com a camiseta escrita Daddy. Se vira, Lucas, dá teu jeito. É isso, Lucas. Jogada de marketing, né? Se não tiver o Gojo Satoro, metade dos cliques vão ser perdidos. Não, pra vocês lembrarem, quando a primeira temporada de Jutsu saiu, teve uma torcida, não vou dizer o nome da torcida organizada, mas teve uma torcida organizada do Satoro que fez uma bandeira com o Gojo Satoro. É isso, era isso.
O fenômeno Jujutsu Kaisen é esse, sabe? Então assim, cara, a força tá muito aí. Eu acho que a narrativa de Jujutsu, ela se permeava muito nessa leveza, cara. Que é tipo assim, era um shonen que tinha temáticas pesadas. A gente vê desde o primeiro episódio de Jujutsu, morte atrás de morte. Né, esse negócio de maldição e o caramba 4. Então ele tem uma temática já pesada, uma temática que voltaram no horror. Mas ao mesmo tempo a obra era muito leve a partir dos personagens, né? Da construção de como eles eram, como é que eles interagiam, né?
E conforme vai passando a temporada, até chegar o incidente Shibuya, aí, tipo, tudo vai pro ralo e aqui a gente vai ver a consequência desse processo, né? Que vai ser essa grande mudança. E aqui é brincadeira, mano. Ele tenta togachear o processo, quer construir regrinha pra tudo quanto é lado, né, cara? E, mano, ele não consegue. Assim, ele não consegue dar o mínimo de coesão narrativa daqui até o final do mangá. E aí, tudo vai pro ralo, mano.
Sendo um monte de sincero, adaptar esse processo é complexo, cara. Você pegar um material tão meia-bomba que vai só ficando pior, é bem complexo, cara.
Pro pessoal que não conhece quem é Togashi, porque muita gente provavelmente começou a ver anime por causa de Jujutsu. Togashi é um dos criadores de Yu Yu Hakusho, Hunter. Enfim, e ele adora explicar os mínimos detalhes de qualquer porcaria que ele coloca no mangá e no anime. E ele faz isso com uma qualidade assim absurda, né? Chega a ser bizarro. Você consegue compreender o tanto de explicação que ele coloca.
Chega até a ser a ponto de ter um processo em Hunter, não em Rock Show, Rock Show não funciona assim. Mas em Hunter chega um momento de você ter uma super informação, uma super exposição de informação, que acaba virando um charme do mangá, sabe? Tipo assim, chega um momento que o Togashi resolve escrever mais, virar quase uma light novel.
Onde tem um livro ilustrado Onde tem texto e uma ilustraçãozinha pra complementar É tão rebuscamente bem feito O processo e ao mesmo tempo Meio tão simples que o Togashi consegue ter Uma narrativa que é o que? Ele constrói várias regras e a partir desse momento Com aquelas regras ele constrói o próprio arco E a graça daquilo ali é que Normalmente ele vai moldando A narrativa dele posterior de como os personagens Vão quebrando essas regras
E eu acho que aqui o GG Ele teve o mesmo processo de construção narrativa Então ele constrói essas regrinhas E o tempo inteiro os personagens vão Tentando ver quais são os limites Que eles podem impor dessas regras Eles vão questionando esses processos Só que cara assim Pô
Só já a construção das primeiras regras lá, como é que é apresentado, já é muito ruim, sabe? Não é um processo simples, não é um desenvolvimento que faça sentido pra narrativa. Eu acho que até tem bons momentos. Por exemplo, quando entra o cara do julgamento, tem uma ideia, um conceito interessante a se discutir, sabe? Do poder do cara, desses novos poderes de jiu-jitsu. Mas, mesmo assim, putz, grila. Tem um episódio e meio, né, Riguruma? É o melhor da temporada, cara.
De longe, assim. De longe é o primeiro... Melhor. Primeiro é o melhor episódio e meio, vamos dizer assim, que tem na temporada toda. Eu também acho que ele é o mais claro de todos e ele é o mais conciso, digamos assim. Isso, é. Não fica inventando, não fica tendo que fazer superexposição e tal.
E a gente tá comentando sobre a disposição e tal, pra vocês terem uma ideia. Isso tudo que a gente tá discutindo, de regra, etc, tal, são basicamente os 4 primeiros episódios inteiros do anime. E assim, ainda assim, esses 4 primeiros, é meio uma salada. Porque começa a rolar um monte de coisa, você não sabe o que tá acontecendo. Igual, eu tive, talvez, o desprazer, o erro, talvez foi um erro, meu, de ver a temporada sem ter vindo o filme.
Anterior né Porque antes de lançar O jogo da Batch Teve um filme Eu achei que foi chamado de Não, não Teve o Zero e teve um outro Foi chamado de Reexecução Acho que era isso Ou eu tô viajando Ou teve só o Zero Não lembro agora Eu não sei te dizer Pra ser bem sincero Se teve eu também não via Teve um resumo né O resumo da S2 com a S1 Que é o Just K E a execução
execução, é. Normalmente a gente coloca alguma coisinha a mais, mas muito pouco. Isso, e aí eu não sei se foi um negócio porque eu não vi o filme, e quando começa o episódio 1, eu fiquei muito perdido, cara. Porque ele não para exatamente igual na cena da última temporada, né?
A gente já viu isso em vários animes e mangás. Por exemplo, vou citar um exemplo simples aqui, que é Naruto. A maioria das pessoas imagina que já consumiu Naruto. E o Naruto faz essa transição de um momento pra outro momento muito bem. Quando a gente vê, sei lá, quando o terceiro Hokage morre, ou quando Jiraiya morre. Então existe toda uma transição ali de, pô, teve um velório, teve os personagens tristes, teve uma melancolia.
Até eles voltarem pro dia a dia. E aí entrar. E aí introduzir tudo. É uma construção. Não é simplesmente. Pô morreu. Pô beleza. Temos que resolver isso aí. No caso. Morreu muita gente. Né. Em Shibuya. A gente até vê um pouco. Desse momento do Itadori. Né. De tá triste. Porque ele se sente culpado. Por matar muita gente. E coisa e tal.
A gente vê pequenas construções durante a temporada. Eu não sinto que é uma coisa que eles focaram, sabe? E não só isso também. Eles perderam o Gojo Satoru, né? Então, eu sinto que é algo que não teve tempo dado. E aí, talvez, por escolha de... Como teve só 12 episódios nessa temporada. Tanto a primeira teve 24, quanto a segunda teve 23.
Então é bem menos, bem menos quantidade de episódio. Consequentemente, você vai acabar, digamos, enxugando as coisas, né? E aí você acaba sentindo falta. Muitas vezes nessa terceira temporada, eu sentia que um episódio era meio desconexo do outro, sabe?
Cena desde o próprio episódio, cara. É, então. E não é necessariamente, tipo, pô, ele é desconexo porque eles são episódicos, né? Eles estão fazendo uma coisa em um dia e aí depois outra coisa em outro dia. Não, não é isso. Literalmente, os caras estão em um lugar e aí do nada corta pra outro lugar.
Qual episódio é aquele que tem o do Panda? Que vai contar a parada do Panda lá. Que rola aquela luta. Que morre o cara. Não vou dar spoiler. Mas morre aquela pessoa. Tipo, esse é um dos momentos que é só tipo 10 segundos. Ele é largado lá. Fizemos o anime inteiro. Esquecemos de colocar isso aí, galera. E agora? Ah, vamos fazer uma cena ali de 30 segundos. Joga aí no meio. É o que parece.
É, mas eu vou te falar que eu... Tem um tempinho que eu li o mangá. O mangá, ele... Ele não funciona tão diferente disso, não. Porque, como o Bruno comentou, esse início é muito confuso no mangá, né? Dessa mudança. E ele é muito confuso até porque, tipo assim, o que o Jaiji vai fazendo? Ele mostra as consequências diretas, mas ele vai mesclando com, tipo assim, decisões que os personagens vão fazer pra superar essas consequências.
E ele vai misturando as narrativas, assim, aleatoriamente, sabe? Por exemplo, inicia a narrativa da Maqui.
É super aleatório Ela já sai invadindo lá Outro A sede lá da família E aí tipo assim Você nem sabe o que é família O que é Mas tal Você só sabe que aquelas As três famílias grandes Existem em Jujutsu Mas aí ela invade lá o local E esse tipo Aí tem um rolê com a irmã dela E tudo mais acontece E tipo assim Meio que as coisas só vão acontecendo Eu acho que Transpassa esse problema De construção narrativa Assim que já tem no mangá Ele vai transpassando pro anime Aí é a problematização De direção mesmo Tipo Porque como eu falei Tu pegar o material ruim Tu tem que dar uma questão De coesão ali E aí
Ou então, por exemplo, tu pega um mangá que ele funciona muito bem, esse tipo de transição, talvez no anime não funcione, então você precisa fazer uma adaptação. Um exemplo bom disso é Shaman King. Shaman King, o novo anime, ele tentou adaptar diretamente o que era o mangá, só que o mangá tem transições que ele funciona muito direto, muito rápido e funciona no mangá. Mas quando eles fizeram isso no anime, não funcionou. E aí você vai comparar com o anime lançado em 2002...
não me engano, acho que 2002, lá atrás, né? Aquele Eliminar tem muita liberdade de fazer mudanças de roteiro, assim, pra fazer uma cena maior ou criar uma cena que dê concisão nas coisas e tal. Faz mais sentido no questão do audiovisual, né? Porque as linguagens de mídia são diferentes. E aqui eu acho que é isso. Tipo assim, você pega uma adaptação como é a de Jujutsu e eles vão adaptar diretamente, aí acontece isso. Tanto que, por exemplo...
Tem a famosa cena lá que eles copiam Kill Bill, né? Pra mim ali, é uma clara decisão de produção, que é tipo assim, pras pessoas entenderem, você copiar um processo narrativo quase hipiclítrico como eles fizeram, né, na questão do Kill Bill, mano, muito de produção, velho. É tipo assim, cara, acelera essa produção aí, porque eu não preciso decupar já, já vem decupado pra você todo o filme de Kill Bill, sabe?
Então você só copia as cenas e vai animando. Você vai fazendo o processo. Então, tipo assim, o diretor não tem esse trabalho de fazer decupagem, construção de cena, construção de ritmo, aquilo ali tá pronto. Então, tipo assim, acelera a produção desse tipo de coisa. Eu já queria, inclusive, levantar um questionamento que eu senti, pelo menos, é que essa temporada, ela foi muito mais...
Parece que a produção dela, a direção, ela foi muito mais feita pra um lado de mídia filme do que pra um lado de mídia série, sabe? Eu senti que diversas cenas, elas caberiam muito mais num filme do que numa série, por exemplo, sabe? Não sei se deu pra entender direito.
A gente já tem a confirmação que a luta do Sukuna com Gojo vai ser filme, né? Se eu não me engano, já tem essa confirmação. Então eu acho que eles já estão criando ali um processo estético pra tudo trabalhar numa coisa só. Eu vou dizer, tem momentos que eu acho que o diretor, ele toma decisões interessantes em questão de narrativa, tem outros que eu acho que não, isso é normal de processo de trabalho, de construção, principalmente numa adaptação como o Diacomentur, que é mais complexa, assim. Mas...
nesse problema que vocês comentaram agora de início, que eu acho que é o grande problema do trabalho deles, nesse ponto aqui de adaptação de filme. Porque por mais que seja, tenha uma estética mais cinematográfica, como você falou assim, o trabalho, isso deixa até um pouco mais bonito nesse quesito, ainda é uma série, tanto que você tem que saber conectar os processos.
porque num filme, como ele funciona na borda de uma hora e meia você pode dar uma bagunçada e você dá uma complementação no final você faz algum remate no clima, você faz algumas coisas assim a série fica mais confusa, né, esse processo então tinha que ter um trabalho mais interessante de arrematar isso um exemplo disso, por exemplo, é a adaptação de Shaman King do novo, né
Que eles fizeram diretamente copiado do mangá. E o mangá é muito bem feitinho. Mas ele usa linguagem de quadrinho. Então por exemplo. Tem umas passagens de tempo no mangá. Que funciona. Que não funciona no anime. Enquanto com o anime de 2002. Os caras tiveram mais liberdade para fazer adaptação. O diretor foi complementar essas passagens de tempo. Ele foi fazer outras coisas. Ele criou mais. Para dar um ritmo mais interessante para a obra.
E ele conseguiu nesse caso. O anime antigo é mais interessante. Que o anime novo de Shaman King.
E eu acho que faltam isso aqui em Jujutsu. Se eu falo na direção, essas tomadas de decisão. Mas eu falei, se o cara escolheu fazer aquilo com o Kill Bill, se não foi por produção, foi por pura estética, aí eu acho meio doideira. Mas, tipo, se foi por produção, o que já quer dizer que a produção falou com problema, e aí faz sentido, sabe? É estranho ser por produção, porque, já vou puxar aqui os dados, a primeira temporada de Jujutsu Kaisen foi ao ar no final de 2020, terminando no começo de 2021.
A segunda temporada foi ao ar no meio de 2023 e até o final de 2023. Então a gente já teve aí dois anos pro final de uma, pro começo da outra. E essa daqui já foi pra também três anos de produção de uma pra outra. Então essa teve ainda um pouco mais de tempo do que a segunda teve da primeira, de diferença de tempo.
O detalhe é que a gente não sabe se a equipe continua trabalhando em Jujutsu esse tempo inteiro. Eu acho que a dita aqui é bem provável, mas eu não sei como é que funciona. Por exemplo, não sei se o pessoal trabalha no mesmo ritmo que trabalhava as produções lá de Marreira Academia. Marreira Academia a gente sabia que era uma equipe fixa trabalhando para soltar o mais rápido possível as temporadas. Então, eu não sei como é que funciona. Aí teria que ter alguém como o Guaraná aqui para falar.
É, e tem todo aquele negócio também, né, de quando você tá produzindo o anime durante várias temporadas, você tem uma certa facilidade em trabalhar com o material, porque geralmente você já tem bastante coisa setada, né, tipo, personagem, coisa do tipo, já é um pouco mais simples, apesar da mudança da primeira pra terceira temporada ser grande em questão de animação, mas você já tem muita coisa pronta, né, ambiente, enfim.
vocês também jogam como uma faca de dois legumes, sabe? Quando você sobe o nível da animação também, tu sobe o trabalho, né? Acho que existem dois pontos aí. O primeiro é, existia uma expectativa muito grande com o Jujutsu, porque o Jujutsu vinha se mostrando ali com boas animações, alguns momentos, uma obra raivada e tal, e tinha-se esse desejo de que ele voltasse melhor, né? E o segundo, eu não sei dizer...
Se foi algo, assim, mais do pessoal querer experimentar, algo experimental, sabe? Porque esse episódio que o... Eu sinto, igual você falou, eu sinto que o episódio que eles pegaram o Kill Bill e deram, tipo, copiando as cenas. O que, pra mim, assim, posso estar totalmente sendo extremista nessa frase, porque eu não sou animador nem nada. Mas me soa preguiçoso da forma que eles fizeram, tá? Porque, tipo, assim, eu vejo aquilo e falo, beleza, não tem nada novo, sabe? Tipo, é só Kill Bill. Beleza, eles copiaram o Kill Bill e botaram aqui.
E ao mesmo tempo é exagerado, saca? Tipo, no momento, até que, pô, legal. Falei, pô, bacaninha e tal. Só que chega num ponto do episódio, cara, que eles usaram tanta aquela estética, tanto aquele jeito que você cansa de ver. Tipo, aquele finalzinho da luta dela com o irmão do Zenin lá e tal. Cara, é cansativo. Tipo, não é legal de ver. Entendeu? Foi a hora que eles... Eu acho que eles pesaram a mão muito na coisa, assim, experimentaram isso.
Falaram, tipo, ah, vamos tentar aqui, beleza. Vamos ver o que que sai. Ah, foi legal. Então, fazer episódio inteiro disso. E episódio até o... Acho que ele continua até no segundo, né? Um pedacinho disso aí.
Então eu não sei, cara, pra mim foi mais uma questão muito de eles Querer testar algo e ter perdido Um pouco a mão nisso, do que algo Ah, de produção, de ter acelerado demais A produção, não, cara, acho que eles realmente Pesaram a mão e o Gochozono errou Na direção, assim, de ter chegado e falado Ó, galera, vamos parar um pouco, sabe Tem cara de que eles queriam, tipo assim, não, a gente vai Lançar um episódio aqui que todo mundo vai olhar Nossa, olha o que eles fizeram, que o Bill E tal, e meio que o tiro saiu pela culatra Falando da minha perspectiva, eu não acho Falando da minha perspectiva
que tenha problema você trabalhar com, até mesmo copiar certas cenas e tal, assim, no contexto do filme. Eu acho super válido, assim, você pegar uma referência e fazer em cima de uma cena que já está pronta, você conseguir moldar algo muito próximo daquela cena e você fazer uma construção, né? No caso da animação, você consegue literalmente copiar a cena, né?
Porque você faz a animação em cima do processo que já foi filmado. Eu não vejo nenhum problema nesse processo, entendeu? Acho que isso funciona a partir do momento que isso não quebra o teu processo estético do teu trabalho, entende? E eu acho que esse episódio em si, ele grita tanto o Kill Bill, ele grita tanto o processo do filme do Tarantino. E ele carrega a estética dos filmes do Tarantino a ponto de, tipo, quebrar a estética do próprio Jujutsu, entendeu? E aí eu acho que é o maior problema. Sim.
que fica parecendo que é um episódio que é a parte do que é o resto da temporada e tal, tanto que eu falo, a luta final do Okotsu é muito, pra mim, mais bem feita do que essa luta, sabe? Ah, por mais que ela tenha uma estética diferente, ela vai ter esse tipo de coisa, mas ela, pô, a outra luta, pra mim, é até um pouco mais bem dirigida, no caso, é mais bem dirigida não, né, porque a direção do Tarantino...
Não é na direção do parceiro, é a direção do Tarantino, né? Mas assim, ela no mundo de Jujutsu faz muito mais sentido do que necessariamente a luta da máquina. Porque, cara, tipo assim, sendo muito sincero, não é nada impressionante visualmente você copiar um trabalho do outro a partir do momento que esse trabalho quebra o teu, sabe?
Então, é a mesma coisa que eu... Ao mesmo tempo que foi o que eu falei. Tipo, você buscar a referência. E nessa referência, você trabalhar diretamente com ela. Mas trazer ela pro teu universo. Faz total sentido no mundo do audiovisual. A gente faz isso o tempo inteiro. O tempo inteiro. O tempo inteiro trabalhando com referência. O tempo inteiro trabalhando com constação de imagens que já existem. Até porque você tentar ficar...
criando algo novo no cinema, assim, então a animação até dá um pouquinho, porque você tem uma liberdade maior de criativa, já que você sai do zero, mas assim, no mundo do cinema basicamente quase tudo já foi feito, sabe, é uma máxima que as pessoas vão entender no cinema, é claro que tem coisas que você ainda pode explorar e tal, mas muitas das estéticas já foram experimentadas, nem que seja somente no cinema experimental, e aí você trazer pra cá e você fazer uma cópia tão grande no processo comercial com a Meshujuts, eu acho que o grande problema foi esse mesmo, tipo, de você quebrar o seu processo estético.
Tem um problema também, que eu acho que talvez os animes estejam começando a sofrer disso, que algumas outras áreas já sofrem disso no audiovisual, né? Série já sofre um pouco disso, esse tipo de coisa, que é muito você fazer coisa pra corte, sabe? Fica muito bonito no YouTube, no Instagram, só que você lançar isso de Jujutsu. No TikTok, o que isso daí vai comer não tá escrito.
Nossa, eu lembro que a época que eu fiz os episódios, cara Que tinha de frame disso No X, né, que é o Twitter agora No TikTok, pelo amor de Deus, cara Tinha muito, velho, tinha muito mesmo Isso é um problema, sabe, tipo assim Isso já é uma discussão que vem existindo já Na questão do cinema e em algumas séries Americanas, né, até em outros ambientes Mas, talvez Muito de alguns animes que a gente vai ver Agora, acho que talvez o Jujitsu possa ser o primeiro Já grande marco dessa perspectiva Mas tem muita coisa que Que pode estar sendo feita nesse princípio
De viralizar, de tornar grande Essas coisas assim, sabe? Que é mal ou bem ser publicidade pra obra, né? Eu não duvido de ter acontecido algo assim, sabe? Você comentou da estética Eu acho que aí vale a pena a gente ter um ponto que é legal, assim Na minha opinião, tá? Jujutsu e na sensação que eu estive vendo Essa temporada, pra mim, a gente pode dividir em duas partes A parte... Tudo que a gente tá falando aqui Do episódio que o Bill Do... Lá do Tengen
etc, e o jogo do abate em si, que aí inclui ali a parte do Itador e com o Hakari né, que é o nome do cara lá que fica no clube da luta né, o famoso clube da luta, e depois o jogo do abate em si. Aham. Essa parte que é o jogo do abate mesmo, tem muito mais a cara de Jujutsu do que a gente viu até agora, tipo, tá ligado de parecer menos Jujutsu.
Concordo. Porque ali é onde vocês meio que agora eu sei que eu tô em casa com o que eu tô vendo, sabe? Tipo, você tá vendo a questão dos poderzinhos ali, aquela... Até aquele poder que acho que pra mim é um dos melhores de explicação que tem na temporada toda, que é aquele da mina das constelações, esqueci o nome dela. Depois manda aí, pessoal, comenta nos comentários qual é o nome dela, esqueci mesmo.
Isso, é que deu essa polêmica, inclusive, na época do episódio e tal. Mas, pra mim, ali é onde eu achei que eles acertaram mais. A explicação do poder dela é um poderzinho que eu sinto que o GG já quis dar essa meio togache, mas ele conseguiu acertar, ficou legal, tal.
Depois ele erra tudo, tipo, descambalha total. Mas no começo ali eu sinto que aqueles episódios ali são legais. Até onde quando entra no jogo da Bat mesmo, que aí tem seus altos e baixos, a gente comenta. Mas a grande sacada que eu sinto no jogo da Bat é isso, cara. Principalmente até o episódio lá do Riguruma, que é o advogado. Que ali, pra mim, é o ápice da temporada, aquele episódio ali. Ah, o nome da mina é Kirata. Kirata, obrigado.
Kiratakush. O jogo do abate em si ele é uma construção péssima com algumas ideias aleatórias ali que são interessantes, né? Essa questão do advogado ali, né? É um frescor de poder, eu acho, que em Jujutsu. Porque até então a gente tá construindo Jujutsu, né? Você tem alguns poderes que são mais fora da caixinha que fazem sentido, mas muito dos poderes do Jujutsu é qualquer grande ou eloquente e que tenha poderzinho que possa matar os outros, né? A gente vê muito isso.
Ou então é apresentar um animal, trazer um demônio, né? Acho que o poder mais criativo nesse caso era o do Todo, né? De bater a mão até esse momento da obra e o da Nobara. E aqui a gente tem um outro poder que é criativo, né, cara? Que é essa questão do julgamento, de você construir todo um cenário, esse tipo de coisa que faz sentido com o personagem que ele tá construindo. E ali tem textos bons, né? Eu acho que o grande problema do GG ali é quando as coisas vão ficando cada vez maiores. Aí ele não sabe resolver. Isso.
A síndrome de Dragon Ball, né? É, a síndrome de Dragon Ball, é. É, o Akira Toriyama, ele sabe escrever, né? É que, tipo assim, ao invés de complexar, o que ele faz? Ah, mano, já tá no nível do lado do raiozinho mesmo, vai ser só Kamehameha pra cima pra baixo mesmo e soco na cara. Ele simplifica. Inclusive, Akira Toriyama, na minha opinião, se não é o melhor, é um dos melhores quadrinistas que já desenhou o mangá na face da terra.
E sabe a coisa que eu pensei agora, cara? A gente reclamava que, pô, o Akira Toriyama demorou... Sei lá, mano, não lembro quantos episódios ele demorou pra explodir Namikazei. Ah, mano, a gente já com o Tami demorou 24 pra explodir Shibuya. Ah, mas isso é culpa da Toei, velho. Porque a maioria das pessoas não leram o mangá de Dragon Ball, né? Tem esse detalhe, não demora tanto assim. Mas assim, voltando ao GG, né? Como ele separa a galera e são menos personagens nesse início ali do jogo do Abate, né?
Eu acho que ele consegue construir alguns núcleos de personagens que são mais interessantes, sabe? Que funcionam junto. Então você vai lá e bota o Itadori junto com o manuzinho lá do advogado. Aí você tem boas conversas, tem boas diálogas, tem um bom desenvolvimento ali de questionamento. Você tem o próprio questionamento que o Itadori vai se fazendo toda hora, tem que ter matado as pessoas, a obra vai reconstruir esse processo.
Então, tipo assim, tem boas perspectivas de temáticas ali. Enquanto que em outros momentos, cara, tem qualquer... Vai Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts Acts
Eu tô lembrando aqui agora da questão dos Zenins lá com a Maki. Tipo assim, é uma porrada de personagens que aparecem, que morrem aleatoriamente e fica bem. É só boneco. Um daqueles... Eu já nem lembro mais qual era o cargo familiar dele. Mas aquele cara que queria ter o clã do Zenin pra ele.
Ele, tipo, apareceu, deram uma super ênfase nele no começo. O cara todo estressadinho, gritando pra lá e pra cá. E simplesmente cagaram pra continuação dessa história do Clã Zenin, né? O Shiguroi lá virou dono do clã, né? O líder. E aí já era, né? Acabou a história do Clã Zenin. É isso aí, sou o líder e é nóis.
Não, não lhe mangá, não sei se vai ter depois, mas dentro desse contexto de uma temporada, não faz muito sentido, parece completamente deslocado. Tem certas resoluções pra personagens que o GG vai fazendo, cara, que tipo assim, ele só taca lá, ele resolve, ou então de vez em quando ele nem resolve, fica lá e... Ele sabe resolver as coisas muito mal, sabe?
As pessoas vão ver se, ah, eu acho que é o primeiro momento que a gente vai começar a ver esse tipo de coisa. Que é tipo, o GG fazendo as coisas acontecerem e depois ele vai explicar o que essas coisas foram acontecendo. Ali na máquina ainda tem uma concisão, mas só vai piorando esse processo, tá gente? Porque daqui pra frente é muito isso, tá? É muito, ah, acontece e depois eu explico, sabe? Inferno isso. Sabe uma coisa que eu gostaria que fosse desse jeito e não foi? As regras.
É, faz sentido. Eu adoraria que fosse assim, ó, aconteceu e aí eles explicam a regra, em vez de te enfiar um episódio inteiro. Toma texto, é. Um episódio inteiro explicando oito regras, o porquê que aquilo tá acontecendo, o que que vai acontecer, o que que não vai, quem é a entidade. Tipo assim, é muito overwhelming, você perde o interesse nele em dois minutos. É bizarro, assim. Eu adoraria que fosse assim, pô, aconteceu tal coisa, aí aparece uma regra do lado, ah, regra número um, tal, tal, tal, tal, tal.
Ia fazer muito mais sentido pra um jogo que é feito só pra pessoas morrerem. Exato. A regra principal que você tem que saber. A cabeça de cada pessoa vale cinco pontos. Se a pessoa juntar determinado ponto, ela pode fazer alguma coisa. É isso. É isso que você precisa. Quando te jogam lá no meio. E aí, conforme você entra dentro do jogo, vai enfrentando inimigos ou vendo situações, aí você vai explicando a regra. Ah, isso aconteceu por causa disso. Isso aconteceu porque tem uma regra disso.
Sabe uma coisa que eu acho que é um sintoma disso que a gente tá falando? Pra mim ficou muito claro a temporada. A quantidade e a necessidade de ter tanta voz de narrador explicando coisa. Porque é absurdo quantas vezes esse anime, tipo, nessa temporada especial, dentro da voz da narradora lá...
explicando, não, porque o poder do não sei o que, o poder de não sei quem somou com o poder de não sei o que, gerando não sei o que, e tal pessoa, não sei o que tipo, cara, se precisa tanto assim de ter esse dispositivo pra explicar algo, tipo assim não é possível, é aí que eu começo a sentir que a coisa desandou, sabe pro Jujutsu, porque se você pega a primeira temporada, igual o pessoal tá falando, e até a segunda, não tem tanta necessidade, a obra é mais contida nela mesma, tipo assim, é isso aqui, pronto, acabou então, então, então,
É, em Shibuya, quando começam a aparecer diversos vilões e coisa e tal, obviamente ele tem que criar poderes, e quando ele cria poderes, ele tem que explicar os poderes. Então, acaba tendo um pouco, mas é muito menos do que aconteceu aqui. Porque geralmente você precisa explicar um poder que é muito complicado, um personagem que é muito forte, então ele tem uma importância muito grande, você acaba sendo obrigado a explicar certas coisas.
E assim, Valente, eu vou adiantar já uma parada pra galera do resto do jogo do Abate, que é assim, aparece trocentos mil personagens novos nesse jogo do Abate e quase nenhum deles importa. Isso que é mais irritante nessa merda. E ele fica querendo explicar tudo? Eu vou dar um spoiler aqui assim. Uma hora vai aparecer um exército americano nessa merda. Puta, eu lembro disso aí, mano. Nossa Senhora. É uma cagada narrativa gigantesca, não sai pra...
nenhuma. Sabe o que me lembra isso que você acabou de falar? E aqui eu vou fazer o que eu faço de melhor, que é trazer Gantz pra conversação. Porque Gantz acontece uma coisa muito parecida.
Botou o crachá, botou o crachá, lá vai. Já dei o check de Gantz aqui. Gantz acontece uma coisa muito parecida. Do nada é um bagulho de alien e de sobrevivência. E aí do nada tem exército e salva o mundo. É, é isso, é isso. Assim, sendo muito sincero, eu acho que a gente compara o Jujutsu Kaisen com o Shonen mais clássico lá dos anos 2000, né? Mas acho que a comparação com o Gantz é muito melhor, cara. Ele chega muito mais próximo de Gantz do que os outros.
Não, não fala assim, Gantz é muito melhor. Sei lá. Essa época em que Gantz começou a aparecer exército, foi a época que começou a ficar uma bosta. É, tem um detalhe só, é que Gantz eu acho que ele nunca minutiu tanto pra você quanto o Jiu-Jitsu já mentiu. Tem esse detalhe também, é mais honesto. Nessa perspectiva da honestidade, eu acho que faz mais sentido. E Gantz não precisa ficar explicando nada.
Não, pra quê, irmão? É peito, bunda, roupa colante e tiro na cabeça, é isso. Roupa latex, né? Isso aí. E tiro em alien, e tá tudo certo. É isso, é isso. E pra trazer uma coisa que eu senti nessa temporada, que eu queria inclusive discutir com vocês, que é um... eu tive uma percepção enquanto eu tava assistindo o anime, de...
A gente sempre fala que hoje em dia os animes, a manada pós-Dimon Slayer, ela é muito previsível porque você só precisa fazer uma boa animação e as pessoas que consomem anime hoje em dia, muitas pessoas novas que estão começando a consumir anime, se contentam com uma animação muito boa.
vou reclamar, é plausível e nessa temporada de Jujutsu eu tive um vislumbre do que pode se passar na cabeça dessas pessoas, sabe? Porque eu tava muito mais engajado em assistir as cenas de luta a luta no geral e o quão bonita elas eram e tudo mais, porque quer queira quer não a produção, assim, gastou muito dinheiro E aí
A animação é bonita, cara. Visualmente é bonito, pela grande investida. É isso. Provavelmente foi muito dinheiro gasto. Provavelmente teve muito mais tempo do que, sei lá, da primeira pra segunda, né? Teve um ano de diferença entre uma e outra. Eu senti o vislumbre disso. E aí que eu tô parando pra pensar. É isso que as pessoas de hoje em dia querem? Ou é isso que o mercado tá te entregando porque faz mais sentido? Porque no final das contas, o conteúdo de toda essa roupagem bonita, ele não é 100%. Ele tem diversos problemas, como a gente tá falando no episódio inteiro.
inteiro, mas ele é muito bonito. A única coisa que me importava era ficar tudo que eles estão falando. O bagulho é bonito, eu vou ver. Isso foi o que eu tirei da temporada. Pode ser que seja uma temporada preparatória pro futuro do jogo do Abate? Pode ser que sim, mas também é um problema, né? Você separar essa temporada da continuação do jogo do Abate.
Eu queria saber de vocês. Vocês sentiram isso nessa temporada também? Vou ser mais crítico nesse processo. Eu entendo o que tu tá falando, Valente. Porque tu acaba vendo por osmose só porque... Ah, tá legal. Não faz muita questão, não faz muita diferença. Tipo de Demon Slayer, né, mano? Tipo, você vê porque é bonito. É bonito, tem umas lutinhas legais e... PUM!
que eles estão falando. Eu acho que é válido, tipo, se você quer gastar teu tempo ali umas 25 minutos por semana e tá só assistindo por osmose mesmo, eu acho que eu acabei finalizando isso com um pouco no hero nesse sentido, mas eu acho que não é o mesmo sentido, acho que vai ser a mesma coisa que eu vou fazer com Doctor Historic, é tipo assim, cara, já vi tanto, vou continuar vendo. Já tô aqui, né? Acho que muitas pessoas talvez tenham esse mesmo feeling futuramente.
onde os Júlios já estão tendo, né? No quesito, assim, de ver esse negócio, eu acho meio vazio esse processo, porque quando acaba, é tipo, deixa eu ver se eu consigo explicar, é tipo você ver os antigos filmes da Marvel ali, no início dessa década, que era você ia, sei lá, a pessoa que ia no cinema, por exemplo, ou via em casa. Aí você via, você assistia o filme da Marvel, e dois minutos depois você não lembra de porra nenhuma que aconteceu no filme, porque não importa.
É, bem por aí. E assim, eu acho que meio que o Jujuts acaba seguindo esse processo, assim, de tipo, ah, é bonito, é legal, é estiloso, assim. Eu vou estar vendo vários cortes no TikTok, mas, cara, no final, assim, tipo, tu terminou de ver a temporada inteira e o que importou? Nada. Eu acho meio vazio esse processo, assim, quando a narrativa é tão sobressaída, assim, pelo processo visual da parada. É claro que tem momentos que isso vale a pena, né? Como a gente falou, nas lutas, isso vale a pena.
narrativa sobre a saída, sobre o processo visual, né? Por quê? Porque, cara, é o momento da obra onde que isso pede, né? Onde que isso é possível, né? Mas quando isso acontece, assim, de toda uma temporada ela ser tão sobrepujada assim, como acontece no caso de Kimetsu, sei lá, eu acho que no final as coisas são muito vazias, assim, tu vai lembrar...
de Juts no futuro por causa disso? Não. Do jeito que a gente lembra de algumas séries. E eu sou muito sincero, eu vejo tanto anime, tanto Don Juan, assim, que às vezes quando tem uma animação tão precária, esse tipo de coisa, mas que a, pô, a historinha é tão legalzinha, assim, né, que tu acaba acompanhando que, porra...
Entendeu? Tipo, vários animes que eu li. Pô, eu vi todo o anime de A Rhinossora. A animação é uma bosta. Mas a história é tão gostosa de assistir, sabe? Que eu assisti de volta. Eu já tinha lido no mangá, sabe? Eu fiquei esperando ver um episódio, assim. Porque, pra mim, é um dos melhores capítulos que eu já li na minha vida no mangá, né? Que é a sequência ali. Tem um incêndio e tem o acontecimento com a mãe do Sora. E eu fiquei vidrado pra querer ver aquele episódio.
O episódio é horrivelmente mal adaptado. Mas eu lembro, sabe? Tu vai pra Jujutsu. Você acha meio vazio esse processo.
Mas assim, quem sou eu pra querer dar... Eu acho que nesse caso aí é só uma perspectiva de como é que você consome hoje em dia o processo de audiovisual, o processo de narrativa, né? Porque aqui pode ser livro, não, mas pode ser quadrinho também, pode ser um jogo, sabe? Eu sei que tem gente que joga jogo por questão de como ele é bonito o jogo visualmente, esse tipo de coisa também. É mais como a pessoa consome nesse quesito, assim. Eu acho isso sem graça.
Eu acho que aí liga até o que eu comentar com os meninos aqui do último episódio. Beleza, ele é muito bonito. A luta é muito bonita. A treta lá com os caras e tal. A mina dobrando a paisagem, o céu. Puta efeito maneiro. O cara lá com o Yuta com a Rika. A treta do cara do canhão lá também. Ou ele dobrando o poderzinho. Tudo isso, muito bonito de ver. Mas no fundo, é só uma porradaria que tá com o roteiro muito base. Muito leve por cima. E que acaba num...
corte de temporada que, mano, não leva a lugar nenhum. Tipo, é um corte que eu não entendi por que que tá ali aquele corte. Desce ali o anjo e beleza o que que vai acontecer, mas você não explica direito o que que é aquele anjo, né? Você não explica mais nada e dá esse corte meio que seco, meio dã-dã-dã. Eu não sei, cara. Talvez seja até tema...
Pra além de podcast, assim, acho que isso de fato pode ser tema pra um TCC aí, você que tá escutando a gente, que tá na academia, né, que tá na graduação. De repente é um bom tema pra ver, porque acho que tem um pouco disso, cara. Eu não sei se também é algo da nossa geração, porque a gente cresceu vendo Dragon Ball. Boa parte é isso também, é só porradinha.
Então eu não sei se é algo que mudou o gráfico, né? Tipo, tá muito mais atualizado e aí a gente com um olhar mais velho tá vendo isso, né? E exigindo um roteiro. E o pessoal que é mais novo, que é basicamente boa parte do público que eles estão mirando, que é isso, né?
Ou se não, cara, é algo realmente que mudou da indústria, é algo que mudou ao nível um pouco mais profundo. Mas sim, eu sinto que essa temporada é carregada pela animação. Tirando um ou outro episódio, o resto é puramente carregado pela animação. E é o que sustenta a temporada. Eu acho que a gente pode entrar rapidinho nessa comparação com Dragon Ball. Porque Dragon Ball pegou essa peste de poderzinho empurrado. Inclusive essa comparação, a criatura Yama tá se remoendo na cova, né?
Com certeza. Mas, assim, voltando ao que a gente já comentou, né, Valente? Primeiro que o Kakeya Kutariyama, em comparação com o Gege Kutariyama, não existe. Em questão de quadrilização e desenho, assim, não existe. Não existe. É, como diria o próprio Gege Kutariyama, é um abismo de distância entre eu e você, né? Existe. Sabe, a frase que o próprio Gojo fala, entre você e eu existe o universo, entendeu? É isso. É isso. Entre Gege Kutariyama e a Kakeya Kutariyama existe um universo.
de distância, né? Mas falando dessa construção narrativa de Shonen, de porrada, cara, eu acho que ali existe uma diferenciação que as porradas em Dragon Ball elas têm sequência narrativa, né? Por mais que algumas, principalmente acho que ali no arco do Majin Buu, tem muita porrada que vai e volta, né?
Acho que principalmente aquele momento ali que você tem os momentos da fusão, Goten, Trunks e Vegeta com Goku, né? Que ele se funda, ele se funda pra voltar com Majin Buu, né? Aí vai trocando as fases do Majin Buu nesse meio tempo também, que vai e volta, acho que ali é meio repetitivo. Até no mangá um pouquinho menos repetitivo do que no anime, mas é mais.
Mas mesmo assim, você ainda tem um conceito narrativo ali de tipo assim, são personagens que eles se unem pra ficar mais forte, pra conseguir bater no Boo. E aí o Boo, ele vai evoluindo de forma, ele vai modificando a forma pra acompanhar esse processo, sabe? Você ainda tem alguma coisa ali acontecendo de plano de fundo narrativo pra construção da obra, sabe? Por mais que seja um processo bem simples, né? Um vilão só que ele tem capacidade de destruir o universo, e aí os caras têm que se unir.
trocando ali os personagens que vão untando com o Buu pra conseguir fazer isso, né? Tem até o Gohan no meio disso, né? Que aparece lá o Gohan picudo que nem vira Super Saiyajin, né? É o Gohan da espada, né? É, é, aquele quebra a espada, esse tipo de coisa, né? Nossa senhora, como eu odeio o Gohan da espada.
tem todo esse rolê. Mas se a gente for pegar principalmente o Frieza, o Cell, essas coisas assim, cara, são sempre estruturas de luta, né? Elas têm uma construção narrativa acontecendo. Por exemplo, quando o Goku vai lutar lá contra as forças Genin, lá na época do Frieza, né? Aí,
A gente ouve falar das forças de Genin desde que o Gohan e o Gohan, o Kuririn e a Buma chegam em Namekuzeng que a Namekuzeng já tá satiada pelo... Existe toda uma construção narrativa pra acontecer ali e tal. Pro Goku ter a luta com eles. Aí aparece outro personagem como Vegeta e tal. Aí você vai ter a construção depois do negócio do sapo, que é importante futuramente na luta contra o Frieza. E por aí vai, sabe?
Tu tem algumas constrções narrativas que ela faz assim Eu sinto muito que em Jujutsu Algumas lutas ali elas acontecem Porque é, mano, é estilo É só isso, sabe? Quero meter esse personagem com esse estilo aqui assim Por causa disso, que, por exemplo, eu tô falando aqui E eu lembro disso de Dragon Ball, é claro Eu vi quando criança, vi 300 mil vezes O mesmo episódio quando era criança Esse tipo de coisa, bacana Sendo muito sincero, essa luta final aí, por exemplo Do Akutsu com os humanos
Ela tem alguma linha narrativa na obra, eu lembro assim e tal. Mas eu vi o anime, sei lá, eu vi esse episódio do anime, deve ter uma semana ou duas. E eu já esqueci o que ela acontece e tal. No mangá também, depois ela é feijoada, só um domingo. Então, tipo...
Tá entendendo o que eu tô falando? Eu acho que esse é o maior problema a partir da guerra do Jiu-Jitsu. As coisas só acontecem, sabe? Porque... É isso. É, então. E aí a gente entra na parada do tipo, pô, essa temporada, pra mim, ela é uma confusão completa. Se não fosse a animação, eu gostaria de chamar ela de desastre, mas a animação dá uma segurada. Porque você começa de lugar nenhum e você termina em lugar nenhum. Não só isso, eles diminuíram a quantidade de episódios pra 12 episódios. Então...
Você acaba não tendo um ponto de sequência pra ligar pro futuro. Pode ser que no futuro faça sentido? Pode ser que sim. Mas nesse momento que a gente tá gravando, não faz sentido nenhum. Vai acontecer várias paradas dessas em Jujutsu. Outro momento de spoiler. Vai ter uma luta no mundo lá do Mestre Tengen, lá com o Kejaku, cara. Que tem a introdução de uma personagem que já apareceu na obra e tal. Mas ela vai aparecer agora, que ela é uma personagem ponta. Na obra de Jujutsu, esse tipo de coisa.
coisa, você vai esperando que vai ser algo, a luta tem a maneira, mas tipo no final, ela não serve pra porra nenhuma o Bruno leu, não leu também, cara? Tipo, não é isso, cara. É, ali até é um certo pedaço, mas o que eu me lembro é tipo isso, seja umas horas que tem uns conceitos lá que o GG só caga e dane-se é isso aí
Vai aparecer essa personagem. Essa personagem é uma personagem que, pra quem acompanha o universo de Jiu-Jitsu, é uma personagem que, tipo assim, muita gente queria ver e tal. Na verdade, ela já apareceu aqui nessa temporada. É a Loirinha, que é a mestre do Tojo. É, que ela tá no iniciozinho da temporada, né? E... É ela que tá no início do olho dessa luta. A luta é maneirinha. O final da luta, as consequências disso, esse tipo de coisa, mano. Assim, é...
nada, sabe? Esse que é o problema. As coisas já vão acontecendo no mundo de Jujutsu ali porque é isso. E, cara, é muito escroto que, tipo assim, tudo no final é tudo pra acontecer a briga do Sukuna com o Kojutsu. Tipo assim, se era pra acontecer isso, dava pra ter acontecido isso no primeiro episódio de Jujutsu, se eles quisessem.
Mas quando a gente tá falando já sobre comparações de Jujutsu com Dragon Ball, ter o que dar spoiler do futuro pra poder justificar o presente, já é hora da gente falar sobre as nossas considerações e notas finais sobre Jutsu Kaisen Shime Tsukai Uzenpei. O jogo da BAT. Parte 1, né? Porque vai ter parte 2.
Essa temporada, como a gente já falou, ela tem muito problema. Eu sinto que a primeira metade dela, ela é completamente desconexa. Tanto um episódio do outro, né? Tem até, sei lá, um episódio que no próximo episódio continua a mesma história, mas no geral é tipo, são vários fragmentos de história que eles estão jogando na primeira metade. Não sei com qual motivo, né? É muito confuso, mas tem o lado positivo da história que a gente comentou. A animação, pra mim, a animação, ela é bem assim
da média, eles tiveram mais tempo na terceira temporada, foram três anos da segunda pra terceira temporada e diminuiu a quantidade de episódios e provavelmente aumentou os recursos que eles tinham pra produzir então, acaba tendo esse tipo de resultado, né? No final das contas eu sinto que
a temporada vai ser melhor digerida no futuro do que no presente. Agora, eu não consigo pensar, montando tudo isso que a gente comentou, uma temporada satisfatória, sabe? Eu acho que pode ser que no futuro... Ou esteja errado, né? Meus amigos aqui que já leram...
Pelo jeito, já sabem que não é bem assim, né? Mas... De nota, eu acho que eu vou ficar com uma nota... 7 e mais da metade dos pontos por causa da animação, tá? Porque se fosse levar muito em consideração o enredo, o diálogo e coisas do tipo...
A única coisa que se salva mesmo na temporada é o que o Bruno tinha falado, que é a parte do advogado, né? Eu acho que é Hiru, o nome dele? Eu acho que esses dois episódios ali que giram em torno da luta do Itadori com o advogado são os melhores episódios da temporada, assim, de longe. E acho que é isso. Acho que uma nota 7 tá muito bem paga. Assim, muito por causa da animação, tá? Muito.
Ó, só pra falar pra galera que eu não vi animar a temporada inteira. Eu vou falar aqui no final, tá? Porque eu já tinha lido o mangá, já tinha ficado puto com o mangá. Então eu vi só alguns episódios específicos que eu sabia que a gente ia falar bastante aqui no cast, né? Então, outro final do Yuta. Aí eu vi os três primeiros episódios. Cara, eu vi até bastante episódios, tá? Devo ter visto a temporada inteira uns oito, sete episódios.
Mas eu vou ler alguns porque não ia fazer diferença nenhuma. Tipo o episódio das regras, né? Não precisa.
Moleque, eu comecei a ver esse episódio só porque a galera falou que tava muito ruim. Aí eu comecei a ver. E aí eu falei, ah, mano, fica bem. Deu, acho que, 10 minutos de episódio e eu passei pro próximo. Porque eu queria ver o quão ruim tava de fato. Mas foi isso. Sim, sendo muito sincero, a gente, a frase do Bruno, ela é perfeita pra Jujutsu. E lá do início do cast. Daqui pra frente é só pra trás. E... Eu acho que as pessoas ainda não vão gostar do filme, da luta do Sukuna com o Gojo.
Porque eu acho que vai ser estupidamente bem animado. Mas eu não vou dar spoiler aqui agora.
agora. Tirando isso, eu acho que tudo que vem antes, ele é um... Cara, assim, bem bizarro. Essa temporada aqui é só uma exemplificação da bosta que vai ficando Jujutsu Kaisen. Questão de narrativa, é uma narrativa truncada que tem seus momentos e que aqui no anime, eles podem salvar algumas coisas a partir do momento que façam uma adaptação decente, porque a quadrinização do GG é...
ela é horrorosa então tem momentos que você só passa por cima porque você não entende o que tá acontecendo especialmente em lutas então como vai ter luta pra caceta daqui até o final já vou adiantando isso o anime tem chance de brilhar nessa perspectiva que o Valente falou né perspectiva de tipo assim caguei tá acontecendo e eu tô só assistindo lutinha bonita se for esse também se for esse o intuito da pessoa tá tudo bem tá tudo maravilhoso ela vai gostar de Jujutsu até o final
Agora, aqui a gente fazendo a nossa crítica, né? A perspectiva de narrativa, como a gente já comentou, ela vai pra casa do inferno. E ela começa a ir pra casa do inferno aqui. E aí eu não consigo aguentar não, mano, cara. Tipo assim, é bem complexo. Mas eu vou falar, é muito melhor que o mangá, tá? Não tem muito, tem muito pós-correr, não. É muito melhor que o mangá. Então, cara, assim, vale muito mais a pena continuar no anime.
Vale muito mais a pena continuar assistindo aqui, por mais truncado que seja. E entendam que muitas das vezes existe essa questão truncada, essas questões...
de mistura assim, talvez não seja culpa do anime em si. Dito isso, como eu já comentei, eu não consigo gostar de uma obra onde que eu possa pular os ódios e cagar simplesmente pra eles, porque não faz a menor diferença. Eu não consigo gostar de uma obra que eu chegue ao final e eu tô vendo só por causa da animação bonita. Eu acho que é uma boa bosta isso. E assim, eu fico muito em dúvida de qual nota dá pra Jujutsu, porque tipo assim, a primeira temporada de Kimetsu no Yaba no MDA, eu acho que eu dei 5,5 pra Kimetsu no Yaba.
Eu falei, cara, eu tô dando metade porque eu acho que a animação é bem feita. Mas eu acho que é uma narrativa muito pobre. Foi uma coisa assim, eu dei 5,5 ou 6. Aqui é a mesma coisa, mas eu vou ser mó sincero que aqui eu fico num dilema. Porque assim, eu acho que o Jujutsu empolga mais do que a primeira temporada de Kimetsu no Yair.
Ah, sim, isso eu concordo. Mas eu acho que a primeira temporada de Kimetsu do Iaba, em questão narrativa, ela é mais concisa, ela faz mais sentido as coisas que acontecem ali. Não, e uma das coisas de comparação entre os dois é o protagonista de Demon Slayer, pra mim, ele é um dos piores que eu já vi, em comparação com o Itadori, que nessa temporada, ele até que faz um bom papel.
Ele não é fora da curva, mas ele não é um personagem que atrapalha, sabe? Ele é um personagem que cumpre o papel dele, inclusive a melhor parte é a parte dele. É, isso é bem legal de tu falar, né, Valentim? Eu vejo muita gente na internet malhando o Itador, ele é um personagem horrível, esse tipo de coisa, eu não acho tanto assim não. Eu acho que chega um momento que o GG só não sabe trabalhar os personagens mesmo, o vídeo que ele vai fazer com a...
fez, né, e que ele vai acabar fazendo com a Nobara, né, então ele não sabe trabalhar a maioria dos personagens, ele tem um gigantesco problema a Nobara era um problema pra ele narrativamente construído, a gente pode conversar mais isso futuramente, quando o Juju desacabar e o Gojo Satoru é outro problema narrativo pra ele, que aí ele vai terminar do jeito que ele termina aquela merda
E é isso, cara Com isso ele não sabe muito bem o que fazer com esses personagens Dito isso Eu vou deixar um 6 O pouquinho maior que o Metsu no Yaiba Que eu acho, ou a mesma coisa Porque é isso, ele empolga mais Jujutsu, ele empolga
E eu acho que seis, só por ter um episódio e meio legal e o resto ser só lotinha bonita, acho que tá bem dado, sabe? Eu tô feliz com isso aí, tá, galera? Uma coisa assim, meu pensamento. Podia ser seis e meio, alguma coisa assim, mas é seis. Acho que em comparação com a primeira temporada de Climbing, isso é mais válido.
Primeiro de tudo, galera, se você gosta de ver Jujutsu, se você gostou, se você gosta de ver pela luta, continue vendo. A gente tenta falar criticamente da forma que a gente conhece, o conhecimento que a gente sabe. Enfim, sobre essa temporada em si. Eu acho que vocês falaram boa parte do que precisava ser falado. É uma temporada que ela basicamente sustenta por uma animação muito bonita. A gente sabe que vai vender muito, a gente sabe que vai ser muito famosa, porque é Jujutsu, o nome por si só carrega a obra, né? Já chegou nesse ponto.
E tem isso, cara, que eu acho que é algo bom e ruim ao mesmo tempo. Eu acho que daqui pra frente o futuro não é tão bom de jutsu, né? Então, como é que vai ser? Porque cada vez mais eu tenho que entregar talvez uma animação melhor ou uma direção que a gente viu que já começou a dar desgastes, né?
Porque teve coisas que ele teve que adaptar e que não ficaram legais. E não vai ser mais fácil daqui pra frente. Não me estranha se a gente não ver, por exemplo, o Goxozoro em alguma temporada daqui pra frente. Porque talvez dê resultados menores do que o pessoal esperava ou tinha expectativa. Isso gera um problema.
Mas, sobre o Arco do Abate Parte 1, é uma obra meio... É legal de ver, você pelas lutinhas, pela animação, mas é só isso. Assim, é um excelente programa pra você deixar ali tocando enquanto você responde aquele meu chato no trabalho, sabe? Eu acho que é um pouco disso.
Assim, a vibe que eu tenho vendo Jutsu essa temporada foi isso, assim. Tirando um episódio ou outro que a gente tá falando, é isso, cara. Você deixa ali tocando, sei lá, no celular e vai ver as outras coisas, brother. Vai passar roupa. Pô, sabe o que deve ser maneiro? Sabe aquela academia? 20 minutinhos na esteira? Bota Jujutsu, pô. É, tá meio que isso.
Deixa eu te falar uma coisa, uma coisa que eu esqueci de comentar durante o cast, eu assisti grande parte da temporada, eu gosto de fazer isso quando tem a possibilidade, né? Eu assisti dublado, né? Uma parte assistiu Legendado, outra parte assistiu Dublado, o último episódio não tinha dublado assistiu Legendado, enfim. Tem um personagem que... Quem dubla é o Guilherme Briggs, é aquele comediante, sabe? Que não morre. E a dublagem dele, assim, é fora da curva, é tipo... Fricasóide, Cosmo, o...
o do Toy Story, o Buzz Lightyear, tudo junto, no mesmo personagem. Então, baita dublagem aí do Guilherme Briggs, excelente. Mas, enfim, esse salário tudo, acho que é isso, galera, não tem muito mais pra acrescentar do jogo da Bat, e, cara, pra mim, de longe, é a maior temporada que o Jouto teve até o momento, porque não...
Eu não sei, assim, eu sinto que parece que não orna a cobra, sabe? Fizeram um trabalho sobre pra mostrar o quão eles estão ficando animando e não sobre o quão... Como, tipo, consertar essa parte que tá ficando tão bagunçado e jutsu, sabe? E você que leu mangá, você sabe que daqui pra frente fica só mais bagunçado, cara. Não é uma questão de... Ah, não, é do jeito que a adaptação fez, não, cara. O material original vai começar a mostrar seus problemas agora. E é isso, assim, eu sinto que...
Poderia ser um resultado melhor, mas não foi. O que sustentou realmente foi o quão bonito é o anime, e não sobre o conteúdo dele. E quando entra nesse critério, a gente já falou sobre obras que eu sinto que tiveram ideias boas e execuções não tão boas, como o Log Horizon. Eu sempre gosto de falar que são sete. Mas o Jutsu é baixo, não chega nem a isso. Então...
Pela qualidade técnica, no sentido de ter um trabalho ali de animação, ter um trabalho até de trilha sonora, que é um trabalho bem legal, assim, que tem mantido uma consistência. Pra mim, o 6,5 tá excelente. Já é mais que o suficiente. Eu achei que minha nota ia ser escrachada. No final, foi a maior de todos aqui. Quer mudar? Então. Quer mudar? Quer mudar? Não, não, tá. Eu vou deixar assim, porque eu facilito a conta do Bruno.
6,5, 6,5, 7, é isso? É 6, 6,5 e 7. É, uns 6,75. Não, deu 6, 6,5 e 7. Deu mediano, 6,5. Então, Jujutão vai ficar com uma nota 6,5 aí, né? Pra, tá, você não sei. Talvez a gente vai ser xingado, mas pelo menos eu acho que é o justo.
Ah, uma coisa, antes da gente ser xingado Não, esse momento a gente já foi xingado, né Mas tudo bem Galera, como a gente já disse em outros episódios É muito fácil a gente chegar aqui e ficar elogiando É o que todo mundo quer ouvir, no final das contas Mas tem certas coisas que precisam ser pontuadas Os pontos positivos são falados, assim como os negativos Infelizmente tem mais negativo do que positivo, né Então...
Mas deixem seus comentários aí, a gente gosta de ver a opinião de vocês, às vezes alguma coisa da qual a gente não parou pra pensar, ou a gente não abordou tanto, às vezes você traz um ponto legal que faz a gente melhorar pros próximos episódios, no final das contas.
Se vocês ficarem um pouco com essa aí, a gente só se prepare. Daqui três aninhos, Carlos, deixa. Você guarda daqui três aninhos. Anota. Bom, e se você concorda ou não concorda com o que a gente falou, se você quer chegar a gente, se você quer trazer o seu ponto de vista, a gente fica muito feliz de ver. De verdade, a gente gosta quando o pessoal discorda da gente. Nos e-mails a gente sempre tenta ler e trazer o ponto de vista.
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Então a partir de 5 reais, você pode estar concorrendo aí a ingressos pra todos os dias do Anime Friends, que são ingressos hoje que não tão mais tão baratos, voltavam, né? Então... Não, é, pô, a partir de 5 conto... A partir de 5 conto... Tá valendo a pena o tiro, não tá valendo? Pô, demais!
Porque o ingresso, pela última vez que eu vi o primeiro lote, era tipo R$80,00. E, assim, Azenkug Fu Generation, Galnerios, Nano, não sei o que, Burnout Syndrome. Então, pô, cinco conto tá valendo, não tá?
Seja igual ele. Seja igual Alex Ellinger, Bruno Rezende, Carlos Petrone, Guilherme Henrique, Guilherme Loures, Henri Amaguchi, Lucas Batista e Yasmin Gonçalves. É isso aí, galera. Muito obrigado. Até o próximo programa. Valeu!
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