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Segunda parte da emissão 05/05 13h10 TMG

05 de maio de 202620min
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Participantes neste episódio6
K

Karine Bellicha

Host
V

Vasco Gandra

HostJornalista
C

Carina Branco

Convidado
C

Cristiana Soares

Convidado
J

Jaime Nina

ConvidadoInfeciologista
S

Sharon Clez

ConvidadoAssistente de projetos
Assuntos3
  • Surto de vírus em Cabo VerdeCasos confirmados e suspeitos · Transmissão inter-humana · Sintomas respiratórios e febre · Reservatório em roedores · Período de incubação
  • Gestão de resíduos urbanos e plásticoDesafios da gestão de resíduos sólidos · Reciclagem de plástico · Impacto nos ecossistemas naturais · Iniciativas de economia circular · Consequências ambientais e urbanas
  • Tratamento e vacinação contra o vírusEficácia da ribavirina · Vacina inativada de fabrico chinês · Importância do diagnóstico precoce
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Rádio França Internacional.

Muito boa tarde. Passam agora 10 minutos das 15 horas desta terça-feira, dia 5 de maio, aqui nos estúdios de RFI em Paris. Nos próximos 20 minutos teremos o nosso habitual magazine de ciência hoje sobre a questão da gestão dos resíduos urbanos, gravada com a proliferação do plástico, cada vez mais difícil de gerir, mas para já fico com o convidado sobre o cruzeiro em quarentena ao largo de Cabo Verde, sob vigilância da OMS. O enfesiologista Jaime Nina é o convidado de Carina Branco.

Convidado. A Organização Mundial da Saúde informou esta terça-feira que há dois casos confirmados de antivírus e cinco casos suspeitos ligados ao surto que matou três pessoas em um navio holandês ancorado ao largo da ilha de Santiago, em Cabo Verde.

Entre os casos confirmados está uma das vítimas mortais e uma pessoa gravemente doente internada na África do Sul. Três outras pessoas a bordo apresentam sintomas respiratórios e febre. No comunicado da OMS do final da manhã desta terça-feira, não se exclui a possibilidade de uma transmissão inter-humana, mas essa transmissão é extremamente rara, explica.

Jaime Nina, infecciologista do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa, o nosso convidado de hoje. Este caso concreto ainda não foi bem estudado. É uma estipa americana, há várias, uma vintena delas, em que os sinais e sintomas predominantes são respiratórios. Portanto, apresenta-se na grande maioria dos casos como...

Uma pneumonia, uma pneumonia hipoxiante, ou seja, que provoca uma enorme falsa dar e quando as pessoas morrem é precisamente por falsa dar. Poucos casos têm manifestações hemorrágicas. Podem ter, mas não é o sinal mais evidente. E como é que se transmite? Ou como é que se apanha o vírus?

Isto é um vírus oportunista na população humana. Há uma palavra proibida em medicina que quer dizer nunca ou sempre. Portanto, quase nunca é transmitido pessoa a pessoa. É extremamente rara a transmissão de pessoa a pessoa. O reservatório são roidores, na maioria dos casos roidores selvagens. Esporadicamente pode ser ratos domésticos, nomeadamente o rato cinzenta, ou ratazana cinzenta, ou ratazana dos gotos. Neste caso em que eles tiveram a fazer...

exploração ecológica, chamemos-lhe assim, em zonas selvagens do sul da Argentina, quase certeza que o reservatório foi um roedor selvagem, um ratinho do campo qualquer. O contágio pode ser feito por contacto direto, isto é muito frequente nos agricultores. Um agricultor que encontra um rato no seu celeiro não descansa enquanto não o mata e depois mata-lo, agarra-o, atira fora. E isso há um contacto direto com o cadáver do rato.

que é uma oportunidade de contágio. Mais frequente que isso é em instalações que estão fechadas parte do ano, celeiros, cabanas de caçadores ou cabanas de pescadores ou casas, entre aspas, de férias.

que estão fechadas e que se tornam a habitar de ratos, não obrigatoriamente ratos domésticos, muitas vezes é ratos do campo, que aproveitam aquele ambiente protegido, se instalam lá e se tiver comida muito melhor, e que fazem lá as suas necessidades. E o aerossol de urina é altamente contagioso. Isso quer dizer o quê? Quando um rato urina, a urina evapora-se. Se for um ratinho só, não se nota. Se forem dezenas ou centenas de ratos...

Aqui viram um cheiro acre. E isso explica em parte, este meio de contato explica em parte a distribuição geográfica, que ele é uma doença rara nos trópicos, é particularmente frequente nos climas temperados ou frios. Por exemplo, na Europa, o país que regularmente notifica mais casos de antivírus é a Finlândia.

que definitivamente não é um país tropical. Tal como na América do Sul, os países que notificam mais é a Argentina e o Chile, que são aqueles mais frios. Se a temperatura é alta, o aerossol evapora completamente, seca e os vírus morrem. Não se portam segura. Neste caso, se as pessoas tiverem respirado, então, esse cheiro, podem ser contaminadas, é assim? Podem ser contaminadas.

E depois, estando num barco... Isso é compatível com o período de incubação, que a pessoa contagia-se e não tem imediatamente sintomas, porque demora algum tempo. Quanto tempo é o tempo de incubação? O tempo de incubação é relativamente variável, como disse há mais de uma vintena de estirpes.

Mas quase nunca é inferior a uma semana. Depois há um período do prodrómico, como se dizem, que a pessoa tem sintomas específicos, uma febre que vai subindo, sente-se doente e deve ser uma gripe. E só ao fim de já uma semana e meia, duas semanas, duas semanas e meia do momento da infecção é que começa com uma doença grave.

A OMS noticiou, portanto, dois casos confirmados de antivírus, cinco outros suspeitos e que há uma possível transmissão inter-humana. Como lhe digo, não é impossível. Está a casos descritos, nomeadamente em casais, mas é extremamente rara. Eles continuam a dizer que só para variante.

antes dos vírus americanos é que há casos descritos de transmissão pessoa a pessoa. Não se sabe qual é este tipo, pelo menos ainda não está publicado. É uma possibilidade de transmissão inter-humana, mas não é... É uma possibilidade rara, pouco frequente, e que o risco é baixo. Pela descrição dos casos, isto está a acabar. O último caso que foi diagnosticado já começou há uma semana, há mais de uma semana, na hora de 28 de Abril, hoje são 5 de Maio, há uma semana certa.

E as pessoas estando todas fechadas num navio cruzeiro, não há o risco justamente que haja ainda mais contágio, se por acaso houver esta possibilidade, ainda que remota, de haver contágio entre humanos? O contágio não é pessoa-pessoa. É muito, muito raro o contágio pessoa.

Outra possibilidade é a derrata de abordo. O facto de Cabo Verde ter decidido não autorizar o desembarque, portanto mostra se calhar a gravidade da situação, a que medidas é que é preciso tomar? É uma decisão política. Primeiro, não havia certeza de qual era o vírus e qual era o agente. Podia não ser um vírus, qual era o agente. Mas agora já sabe que é um antivírus, pelo menos em dois casos.

Segundo, as decisões políticas levam em conta muitos outros fatores para além das características científicas do vírus, nomeadamente o alarme social. E muitas vezes tomam-se medidas que, do ponto de vista de medicina preventiva, não fazem muito sentido.

Eu lembro quando foi do Ébola na África Ocidental que muitos países puseram rastreio nos aeroportos com um aparelho para ver-se a temperatura. Não faz sentido nenhum porque a pessoa que passa o aeroporto está no período de incubação, se a pessoa está doente não vai viajar. Mas então neste caso o que é que seria preciso fazer para proteger as pessoas que estão a bordo e as pessoas que estão fora também porque há mesmo assim o receio de contágio, não é?

Como digo, o contágio pessoal à pessoa é muito raro. E o barco tem vindo a viajar para norte, já está no hemisfério norte, já está em perto de Cabo Verde, portanto é uma região quente, onde o vírus tem muita dificuldade em se manter. Portanto, o surto está a acabar. Portanto, é a evolução natural dos casos infectados. O que é que, então, agora é preciso fazer? É preciso desembarcar estas pessoas?

O último caso que adoeceu, adoeceu no dia 28. Nós estamos a 5. Portanto, há uma semana que não há mais nenhum doente que adoeça. O que vai de acordo com aquilo que lhe disse há bocadinho, que, como é que lhe diz o Zizinho, está dying out. A situação está controlada e o surto está a morrer por si próprio. Portanto, já os casos que estavam em curvação estão-se a manifestar.

Isto é uma infecção aguda, é importante dizer, não há adentos crónicos, a pessoa ou morre ou cura, não fica a meio caminho. O problema está-se a resolver por si próprio, pela sua evolução natural. Este caso representa algum risco para a saúde pública, seja em Cabo Verde, seja a nível internacional?

É que todos temos, recordamos-nos do Covid-19, que no início diziam, ah, está tudo controlado, controlado. É a transmissão direta à pessoa por via aérea, portanto é um meio de transmissão muito mais eficaz. Portanto, isto é uma zona o nosso, e é uma zona o nosso de países frios, ou pelo menos do inverno dos países temperados, que não é o caso. Eles agora estão nas regiões tropicais, portanto, e a passagem pelas regiões tropicais, mesmo que haja rato de bordo, acabou com a transmissão.

Então, para si, não há um risco para a saúde pública? Não, não há. E já agora, vários colegas que hoje têm dado duas notícias erróneas. Uma é que não há tratamento, não é verdade. A ribavirina, pelo menos no estilo de Seul, que foi a primeira a ser descoberta na Coreia, no tempo da Guerra da Coreia, foi demonstrado naqueles ensaios randomizados, com contra-controlo, etc.

de que a ribavirina, dada inicialmente, é bastante eficaz. Nos outros estirpos não foi testado, há alguma evidência não naqueles exames testes perfeitamente seguros, por vários motivos, porque são casos esporádicos. Na guerra da Coreia foi no inverno passado nas trincheiras, em que as condições de transmissão eram ótimas e todas as trincheiras estão cheias de ratos e os soldados não tinham maneira de fugir nem se proteger. O que não é o que passa agora.

Há tratamento se for logo dado na fase inicial? Há um tratamento. O grande problema de tratamento é que se é dado nos primeiros dias. E quando se chega ao diagnóstico, normalmente a pessoa ou já passou o ponto de não retorno e já é inviável ou já morreu.

ou já está em fase de cura. A segunda coisa que também já vi escrito é que não há vacina. Não, há vacina. Há uma vacina inativada de fabrico chinês, já não é nova, já tem uns anos. Não está comercializada no Ocidente, que é um grande problema, mas que os chineses usam, nomeadamente para os militares, que uma das zonas onde há mais casos é...

nos Himalaias, na fronteira entre a Índia e a China, passa os infernos, aquilo é frio que se parte e as instalações muitas é o tecido quentinho onde os ratos se reproduzem. Ouvimos Jaime Nina, infecciologista do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa, que foi o nosso convidado desta terça-feira. RFI, as vozes do mundo. E fica agora com o nosso Magazine de Ciência, hoje preparado por Cristiana Soares.

Ciência. Em Maputo basta chover com intensidade para que o problema se revele à superfície. Canais de drenagem entupidos, ruas inundadas e toneladas de lixo arrastadas em direção aos rios e ao oceano. No centro desta crise está o plástico, um material omnipresente e cada vez mais difícil de gerir.

Comigo em linha, precisamente para nos falar sobre resíduos urbanos, tenho Sharon Clez, assistente de projetos da Associação Moçambicana de Reciclagem, em amor, que começa precisamente por nos falar dos grandes desafios da gestão dos resíduos urbanos e dos plásticos. O maior desafio para a questão de gestão de resíduos sólidos é o falta de recursos para endereçar este problema que é tão multifacetado.

Quanto aos resíduos plásticos, plástico vê-se que é um material que está cada vez mais presente e essencial nas nossas vidas. Desde a embalagem dos produtos que nós usamos todos os dias, até itens necessários mesmo para o básico da nossa vida, como escova de dentes e a roupa que nós usamos.

E o grande problema do plástico é que num único produto, de uma forma muito mesclada, tem-se vários tipos de plástico, o que torna a reciclagem muito desafiadora e mesmo que haja uma intenção, quer por parte do...

governo do setor privado, de reciclar o plástico que é produzido numa determinada área. Esta diferença de camadas e qualidades e tipos de plástico em cada um dos múltiplos produtos que estão disponíveis, torna a reciclagem muito desafiadora e até insustentável. Mas este plástico que acaba por marcar presença nos canais de drenagem, nos rios, nas praias, nos oceanos, depois acaba forçosamente no nosso prato.

acaba de fato forçosamente no nosso prato e termina mesmo nesses ecossistemas naturais precisamente pela falta de uma estratégia para encaminhá-los à economia circular. Como o amor que nós temos estado a fazer, dentre muitas iniciativas, nós temos estado a tentar abordar o setor privado, especialmente os produtores de bens de consumo aqui em Moçambique.

para terem uma especial atenção aos resíduos dos produtos que eles colocam no mercado, porque esta é uma iniciativa que está a ganhar cada vez mais espaço a nível internacional, que é olhar para a questão dos resíduos sólidos não como um problema quando já está no meio ambiente, mas como um problema a partir da sua concepção. Olhar para as marcas, olhar para os produtores de bens de consumo.

e forçar um ecossistema onde eles repensam os seus produtos e as embalagens dos seus produtos, com o intuito de garantir que os mesmos de facto chegam à reciclagem. E este problema dos resíduos urbanos em Moçambique é mais flagrante numa cidade como Maputo porque é maior?

O problema em si, eu diria que é igual no país todo, contudo os volumes variam consoante o nível de poder de compra de cada zona. Vamos ver grandes centros urbanos como Maputo, Bira e Nampula.

com volumes mais escandalosos de resíduos mal dispostos no meio ambiente. Mesmo quando vamos para as zonas mais recóndidas, nós vemos que o problema de gestão de resíduos sólidos está lá e está até mais evidente. Nós tivemos a felicidade de implementar projetos em zonas consideravelmente recóndidas, como Ponta Mamãe.

Amole, Machangulo, Bara, que é na província de Inhambana e ainda na cidade de Pemba, apesar da cidade de Pemba não ser uma zona recóndida, mas é a última cidade no nosso mapa. E vimos que mesmo em zonas tão distantes do que nós chamamos de centros urbanos,

Nós vemos o problema da gestão de resíduos sólidos evidente e latente. Nós vimos em Bara uma comunidade muito pequena. Contudo, nós vimos a presença de resíduos sólidos no mangal de uma forma escandalosa. Então, se os centros urbanos têm este problema, inventam dificuldades para gerir, mesmo com algumas estradas existentes, mesmo com estruturas municipais bem definidas, cheias de departamentos.

o que se diga das zonas recolhidas. Há aqui um problema de infraestruturas que permitam essa gestão de resíduos, infraestruturas de saneamento, mas também há um problema de padrão de consumo da sociedade. Eu, como engenheira ambiental, e o mais jovem que tem a...

acompanhado a questão de gestão de resíduos sólidos de perto e com paixão e trabalhando também na Amor, que é uma organização que dedica-se a essa questão. Eu afirmo com muita ousadia que a visão do mundo sobre a questão dos resíduos sólidos está a mudar de uma forma positiva, eu posso dizer. Já não olhamos para o problema dos resíduos sólidos como culpa do consumidor, como culpa do munícipe, como culpa do cidadão.

mas sim como um resultado de uma oferta que não houve demanda. O que isso quer dizer? Uma oferta que fomenta o consumismo para a sociedade. Antigamente as bebidas eram distribuídas em garafas de vidro retornáveis.

Do nada, isso mudou. Como cidadã, como consumidora, eu nunca pedi que as minhas bebidas viessem em garrafas PET ou em um outro material ainda mais desprezível ou ainda menos potencialmente reciclável que o PET. Mas vimos uma mudança drástica. Não é uma questão de padrão de consumo, mas é uma questão da forma como o produto neste momento é embalado e é fornecido à sociedade nessas embalagens que já por si são mais poluentes. Com certeza.

E este processo não acompanhou ou não seguiu uma estratégia para a gestão dessas embalagens como resíduos a posterior. Esta questão dos resíduos, do plástico descartado, é uma questão que aumenta consoante, por exemplo, fenómenos climáticos. Digamos, as chuvas intensas fazem com que este processo de acumulação de lixo em canais de drenagem, em rios, no oceano, aumente?

Sim, com certeza, porque são resíduos que ficam dispostos no meio ambiente e com esses fenômenos atmosféricos e climáticos eles sofrem arrastamento e tendem, de fato, a ficar estagnados em cursos de água ou canais de escoamento de água. Quais é que são, por exemplo, as consequências? As consequências desse fenômeno são...

devastadoras, preocupantes e deprimentes. Vamos desde questões mesmo a nível urbano, que o entupimento dos canais de escoamento de águas pluviais torna a cidade um caos. Se você olharmos para o que acontece aqui em Maputo, em dias de chuva muito intensa, a cidade da Baixa virava uma zona de desastre. Pessoas até perdiam viaturas por causa da acumulação da água que se verificava naquela zona.

E depois para os ecossistemas naturais, a presença de plástico nos mangás faz com que o mangal não se desenvolva propriamente. Mangás nós sabemos que é um abrissário para várias espécies naturais, desde camarões, peixes, entre outros, e então prejudica o desenvolvimento dessas espécies.

Especies sufoca o ecossistema, faz com que certos animais confundam pequenos pedaços de plástico com comida e morem sufocados. E se não morem sufocados, esses pedaços de plástico por meio da cadeia alimentar vão parar no prato dos seres humanos, fazendo com que tenhamos microplásticos no nosso organismo. É uma bola de neve preocupante, é uma bola de neve que precisa ser endereçada, que precisa ser travada, porque, do contrário, caminhamos para um precipício, para uma crise.

É por causa dessa descartabilidade das embalagens, dessa descartabilidade atual, que a AMOR recorreu a esta questão das moedas azuis, que basicamente é um mecanismo que atribui valor aos resíduos recolhidos. Com certeza. Dizer que atribui valor pode dar uma sugestão um bocado equivocada do mecanismo.

O que as moedas azuis fazem é, a partir desse valor econômico que nós colocamos, tornamos eles mais apetecíveis para que a comunidade faça esse trabalho socioambiental, que é a remoção de resíduos sólidos que já estão dispostos no meio ambiente. Nós colocamos um valor econômico como forma de incentivo para a recolha desses resíduos sólidos que se ninguém tomar atenção, ninguém tomar o devido cuidado, ande lá.

permanecer. A depender da estratégia possível de implementar, os resíduos podem ir à reciclagem ou infelizmente para a lixeira indicada pelas autoridades municipais. Era Sharon Cleese, assistente de projetos da Associação Moçambicana de Reciclagem Amor, ela que foi a nossa convidada neste Magazine Ciência desta terça-feira.

É o ponto final desta segunda parte da nossa emissão de hoje aqui em português na RFI. Neste dia 5 de maio voltamos quando o relógio apontar às 6 da tarde. Aqui, à hora do costume, como sabe, desejo-vos uma boa tarde e até já. Aceda a todos os podcasts da RFI na aplicação RFI Pioradio.

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