Episódios de Noticiários

Segunda parte da emissão 04/05 16h10 TMG

04 de maio de 202620min
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Participantes neste episódio6
K

Karine Bellicha

Host
V

Vasco Gandra

HostJornalista
C

Carlos Branco

ConvidadoMajor-General
F

Francisco Geraldes

ConvidadoFutebolista
L

Liane Henriques

Convidado
M

Marco Martins

Convidado
Assuntos4
  • Tensão no Estreito de HormuzProposta de plano de paz iraniano · Retirada dos EUA do Golfo · Escolta de navios comerciais pelos EUA · Proibição de aproximação das forças americanas · Risco de reacender hostilidades · Dificuldades de aproximação dos navios americanos à costa iraniana · Limitação de Trump em operações militares · Oposição entre Israel e EUA sobre operação militar · Mudança de regime no Irã · Confronto caro para os EUA · Destruição do dispositivo militar americano no Golfo · Propostas de paz como paliativos
  • Magazine DesportosCampeonato Italiano de Futebol · Liga Portuguesa de Futebol · Liga dos Campeões Europeus · Liga Europa da UEFA · Liga Conferência da UEFA · Mentalidade alemã no futebol · Competitividade dos campeonatos
  • Escalação LíbanoTrégua em vigor desde meados de abril · Israel continua operações no sul do Líbano · Hezbollah longe de estar debilitado · Intervenções de Israel no Líbano desde 1982
  • Análise da Liga PortuguesaCompetência do Futebol Clube do Porto · Desempenho do Sporting na Liga dos Campeões · Perdas de pontos do Sporting no campeonato · Confrontos diretos entre Sporting, Porto e Benfica · Tendência de campeonatos com menos equipas competitivas
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Rádio França Internacional Bem-vindos à segunda parte da nossa emissão. Mais à frente teremos o Magazine Desportes. Fiquemos agora com o convidado, Liane Henriques, sobre o que se passa no Estreito de Ormos. Convidado

Durante o fim de semana, o Irã apresentou um plano de paz em 14 pontos aos Estados Unidos. Neste documento, o Teirão torna a fazer propostas já anteriormente rejeitadas por Washington, nomeadamente que os Estados Unidos se retirem do Golfo, ou ainda que um acordo de paz abranja o Líbano, atualmente sob fogo israelita, apesar de oficialmente vigorar uma trégua desde meados do mês passado. Todavia, antes mesmo de se debruçar sobre este documento,

Donald Trump considerou que era pouco provável que respondesse às suas expectativas, o presidente americano acabando por anunciar que o seu país passaria, a partir desta segunda-feira, a escoltar as centenas de navios comerciais que se encontram no estreito de Hormuz. O Irã, que ainda hoje apelou os Estados Unidos,

para que adotem uma abordagem razoável e abandonem as exigências excessivas, proibiu hoje as forças americanas de se aproximarem do estreito de Hormuz, recomendando igualmente a todos os navios comerciais e petroleiros que evitem qualquer movimentação no setor sem se coordenarem com as forças iranianas. Trump, contudo,

avisou que em caso de obstáculo à sua operação, que descrevo como um gesto humanitário, ele teria recurso à força. Num contexto em que se multiplicam os apelos a uma solução consertada perante o risco de um reacender das hostilidades depois de menos de um mês de trégua, a RFI falou com o Major-General, Carlos Branco.

Há duas questões, começando pela proposta de acordo submetida ao mediador paquistanês para depois ser apresentado aos Estados Unidos. Essa proposta de 14 pontos não apresenta nada de inovador do lado iraniano, não há nenhuma cedência relativamente a qualquer das linhas vermelhas que os iranianos já tinham definido antes.

Portanto, as propostas do lado iraniano não só não representam uma cedência, como não agradaram naturalmente ao presidente Donald Trump. E isso coloca-se a vários níveis, um deles tem a ver com o desbloqueamento do estreito e o outro tem a ver com a negociação do pacote nuclear, onde os iranianos não fizeram cedências, por isso simplesmente consideram que para já não deve ser discutido.

porque haverá outros pontos na agenda que merecem ser tratados antes de discutir o problema do acordo nuclear. Agora, relativamente...

à resposta norte-americana sobre a escolta dos navios. Tudo isso depende do dispositivo naval que o Presidente Trump colocar na região. Se mantiver o atual dispositivo, podemos dizer que será um saco com muitos furos, que vai deixar passar muitas embarcações, que aliás é o que tem acontecido até agora.

Há, de facto, algumas embarcações que são interceptadas por parte dos navios norte-americanos, mas a esmagadora maioria não é. E não é porquê? Por um lado, porque os navios são poucos para uma área muito grande, e por outro lado, porque muito desse trânsito...

marítimo se faz relativamente próximo da costa iraniana e ao deslocarem-se nessa zona acabam por estar protegidos pelo sistema balístico iraniano, o que significa que os navios norte-americanos não se conseguem aproximar da costa porque se

se aproximam da costa, aproximando-se dos navios também, acabam por estar dentro do alcance dos mísseis anti-navio iraniano. E, portanto, até este momento não temos assistido a navios norte-americanos a assumirem esse risco.

Neste domingo o Irã desafiou, de certa forma, os Estados Unidos, dizendo que Trump deveria escolher entre um mau acordo ou então uma operação militar impossível. Estava a referir-se ao facto de Donald Trump não poder ir além dos 60 dias de conflito sem consultar o Congresso?

Sim, há essa limitação que Trump, de uma forma expedita, está a procurar contornar. E então, auto-suspende as operações durante dois ou três dias, para depois recomeçar as operações e, portanto, procurar obviar esse impedimento legal do Congresso. Mas isso é um problema que Trump e os norte-americanos terão que resolver.

Para já, o que me parece importante debater são as opções que estão frente aos nossos olhos. E, em primeiro lugar, temos aqui uma oposição. Por um lado, os israelitas que querem avançar quanto antes para uma operação militar. Por outro lado, os Estados Unidos que colocam algumas interações sobre isso.

E a questão é sempre a mesma, e é o tema que temos discutido desde o início destes combates. O que é que se pretende atingir como operação militar contra o regime iraniano? Seria uma mudança de regime, a substituição do regime dos ayatolas por um outro regime que nós não conseguimos identificar agora qual poderia ser a alternativa?

uma vez que o regime, que nesta altura poderia ser uma alternativa monárquica, não reúne consenso nem do lado iraniano nem do próprio lado norte-americano. Portanto, aqui temos uma questão que não foi resolvida e deste modo pode-se dizer que é uma derrota dos Estados Unidos, porque um dos objetivos de uma operação militar é subordinar o oponente à nossa vontade.

E o que é um facto é que não foi isso que aconteceu. Eu tenho muitas dúvidas que uma operação militar contra o Irão vai alterar esta situação. Temos, no entanto, que ver a oportunidade do ponto de vista norte-americano. É claro para os Estados Unidos que este confronto está-lhes a sair muito caro. Quer dizer, quando eu digo caro não é só do ponto de vista económico, mas também do ponto de vista político.

E há uma vontade do presidente norte-americano de terminar com isto. E uma das soluções à Trump, daquelas do expediente do último minuto, que é, bom, nós vamos fazer uma operação militar, destruímos uma série de instalações.

e declaro vitória, a minha imagem internamente não será afetada, e fica tudo na mesma e ficamos confrontados com uma guerra fria na região em que não houve alterações significativas. Bom, alterações significativas...

Coloco este problema com algumas interrogações, nomeadamente relativamente ao dispositivo militar norte-americano na região. Segundo informações que nesta altura são públicas, o aparelho militar norte-americano na região do Golfo, esse está obliterado, está destruído, em alguns casos completamente destruído, em outros com a sua operacionalidade significativamente afetada.

Portanto, este é um dos temas que terá que ser discutido também no Acordo de Paz, mas ainda não chegámos lá, será numa fase mais avançada para já. É aqui que nos encontramos. Eu estou convencido que os Estados Unidos vão avançar para uma solução militar. Essas questões das propostas de paz e contrapropostas são, na prática, paliativos e que não vão resolver nada, não vão conduzir a uma solução.

política são apenas compassos de espera, em que uma e outra parte se preparam para o confronto que ocorrerá do meu ponto de vista a breve trecho.

Voltando ao Médio Oriente e mais concretamente desta vez ao Líbano, apesar de um cessar-fogo estar em vigor desde meados de abril, Israel continua as suas operações no sul do Líbano, inclusivamente fora da área que definiu como sendo a zona de segurança e, portanto...

saindo da mesa das negociações, saindo da possibilidade de haver um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão que abranja também a situação do Líbano, como é que ficamos relativamente a este país, uma vez que estamos numa situação de total impasse relativamente ao Irão?

Haver um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão, ele não ocorrerá a breve trecho. É algo que vai demorar, eu diria, não só meses, mas se calhar anos, porque há muitas questões de natureza técnica que têm que ser discutidas e, fundamentalmente, quando abordamos o dossiê nuclear. Isto é um dado importante antes de falar do Líbano. Do Líbano não há aça a fogo, os combates continuam. Mais uma vez houve um erro de calco estratégico da parte...

de Israel, porque, aliás, isso devidamente divulgado por analistas no Ocidente que diziam que o Hezbollah estava completamente fragilizado e que tinha perdido toda a sua capacidade de combate. O que temos assistido é exatamente o contrário. O Hezbollah está muito longe de estar debilitado e conseguiram superar os ataques à sua liderança, às suas fias, aliás, um pouco como o Irão o fez também.

Depois temos uma outra questão em causa que se prende com mais uma tentativa de Israel colocar forças no Líbano. Nós assistimos a isto desde 1982 e todas as intervenções de Israel no Líbano, umas demoraram mais tempo do que outras, mas saldaram-se sempre em derrotas e na retirada das forças israelitas do Líbano. Ouvimos o Major-General Carlos Branco com quem nos debruçamos sobre a crise no Estreito de Hormuz.

Desporto. Tempo agora para o Magazine Desporto de Marco Martins.

O mês de maio arrancou e as ligas nacionais de futebol masculino continuam a ficar definidas uma a uma. Neste fim de semana, o Inter de Milão segue o campeão da Itália pelo segundo ano consecutivo, enquanto o Futebol Clube do Porto conquistou a Liga Portuguesa quatro anos após a última conquista. Durante este mês de maio, todas as provas vão ficar com os vencedores conhecidos, antes do Mundial que arranca em junho.

Esta semana vamos ficar a conhecer o cartaz da final da Liga dos Campeões Europeus. Na primeira mão, os ingleses do Arsenal empataram a uma bola na deslocação ao terreno dos espanhóis do Atlético de Madrid, enquanto os franceses do PSG, detentores do troféu, venceram por 5 a 4 germánicos de Bayern Munique, em Paris, a capital gaulesa.

Nesta terça-feira, o Atlético de Madrid desloca-se a Londres para defrontar o Arsenal, enquanto na quarta-feira o Bayern de Munique vai receber o Paris Saint-Germain. A RFI falou com Francisco Geraldes, futebolista português de 31 anos, que teve uma curta experiência pela Bundesliga, representando o Antracht Frankfurt, apesar de ter estado lesionado.

Para o médio luso, a primeira mão foi incrível entre duas equipas ofensivas. No entanto, ele também admitiu ter ficado marcado pela recuperação dos germánicos, que estiveram a perder por 5 a 2, antes de acabarem por ser derrotados pela margem mínima 5 a 4.

Eu não me lembro de ver um jogo tão emotivo, digamos. Já esperava uma coisa do género, porque o PSG são equipas muito ofensivas, com jogadores brilhantes na frente, mas também acho que defensivamente expõem-se um bocadinho, fruto deste futebol muito virado para o ataque.

Por isso esperava um jogo com muitos golos e felizmente foi isso que aconteceu, contrariando um bocadinho a tendência que o futebol tem tido. E é sempre bom para quem vê, para os adeptos e fiquei muito feliz, não só porque há portugueses a jogar as equipas, o Rafael Guerreiro e o Vitinho e o João Neves, mas porque foi realmente um jogo que eu há muito não me lembro de ver, só me lembro de ver um parecido que foi a Argentina com a França no final do Mundial e por isso, passado tanto tempo, já há quatro anos, finalmente um jogo parecido.

Justamente, apesar de ser futebolista, vibrou como raramente tinha vibrado a ver um jogo de fora?

Sim, vibrei sem grandes motivos para isso, porque não sou aficionado de nenhuma das equipas, mas foi um jogo espetacular e eu gosto muito também de analisar os jogadores, ver como é que eles fazem, porque é que eles fazem, e são realmente jogadores fora do comum, e que só eles é que poderiam proporcionar o espetáculo destes, porque estão todos também numa forma absolutamente formidável, não há nenhum jogador assim.

daquele nível que esteja em má forma por isso foi um jogo absolutamente fenomenal Quando estava 5-2, acreditava que o Bayern pudesse voltar ao contacto não conseguiu empatar, mas ao contacto ficar apenas a um golo Sim, e isso é uma coisa que é muito difícil no futebol que é nós quando sofremos uma espécie de uma machadada de ir-se a final

porque o quinto já cria uma diferença grande no resultado diria que 99% das equipas vão abaixo a nível moral e anímico mas mostra também muito daquilo que o Bayern tem sido e proporcionado às pessoas é uma equipa que tem mais de 100 golos na Moodle League então muito virada para o ataque e por isso não apenas isso a força mental é enorme e isso demonstrou-se eu já esperava que obviamente seria difícil eles deitarem a toalha ao chão e só foi pena não terem conseguido chegar ao empate porque realmente é preciso uma força mental muito grande para testar

a jogar contra o PSG e mesmo assim ir atrás e conseguir quase aproximar-se do empate. O Francisco vem prestado a um clube alemão, ao ataque de Frankfurt. Pode-nos falar justamente da mentalidade alemã e do que é o futebol, no fundo, praticado na Alemanha? Não sei se a experiência no Frankfurt fala, assim, em termos gerais sobre a mentalidade alemã, até porque o Bayern...

Obviamente é um clube alemão, mas o treinador é belga, então não sei se espelha um bocadinho aquilo que é a Alemanha. Eu apanhei um contexto com enormes jogadores, tive o azar de me lesionar com alguma gravidade nas costas, por isso não pude aproveitar também os momentos do jogo, mas pela experiência que eu tive, obviamente, de treinos, e os meus colegas são pessoas altamente profissionais, muito trabalhadoras, até bastante frias, diria.

Para quem é português causa assim alguma dificuldade de adaptação, diria, porque já a comunicação não é fácil na Alemanha, mas o facto de eles serem também distantes e muito máquinas, eu acho que é uma palavra, um adjetivo bom para os descrever e por isso são muito virados para o trabalho, para o esforço e acho que, claro que...

É um bocadinho um espelho disso. Recordo-se que destas quatro equipas presentes nas meias finais, o Bayern Múnich venceu seis vezes a prova e o Paris Saint-Germain conquistou o troféu pela primeira vez na época passada, enquanto o Arsenal e o Atlético de Madrid nunca triunfaram na Liga dos Campeões. De notar que nas meias finais da Liga Europa, a segunda prova da UEFA...

Os portugueses do Sporting de Braga venceram os germánicos do Freiburg por 2 a 1. E num duelo 100% inglês, o Aston Villa triunfou diante do Nottingham Forest por 1 a 0. Isto enquanto nas meias finais da Liga Conferência, os espanhóis do Rayo Vallecano venceram os franceses do Estrasburgo por 1 a 0.

e os ucranianos do Shakhtar Donetsk perderam por 3 a 1 diante dos ingleses do Crystal Palace. Passamos à Liga Portuguesa de Futebol Masculino. O Futebol Clube do Porto venceu o Alverca por 1 a 0 na 32ª jornada e sagrou-se campeão de Portugal pela 31ª vez, liderando a tabela classificativa com 85 pontos, mais 9.

do que o Benfica, que empatou a duas bolas na deslocação ao terreno do Famalicão, e mais 12 do que o Sporting Clube do Portugal, que joga esta noite diante do Vitória Sport Club. Ao microfone da RFI, Francisco Geraldes, médico que passou pelo Sporting Clube do Portugal, pelo Moreirense, pelo Rio Ave e pelo Estoril, em Portugal, fez um balanço da época e do triunfo do Futebol Clube do Porto, que impedeu os sportinguistas de conquistarem um terceiro título consecutivo.

Não creio que tenha sido um campeonato particularmente bem jogado. Acho que o Sporting foi a equipa que melhor jogou, principalmente a nível ofensivo, é uma equipa com excelente talento. Mas talvez o Porto tenha sido a mais competente. Teve muitos jogos a vencer pela margem mínima, com muitas dificuldades, mas sempre vencendo os jogos.

conseguiu criar ali também uma mentalidade vencedora que não tinha há algum tempo e por isso talvez acabe por ser, não diria o justo vencedor, porque acho que realmente foi um campeonato muito abaixo daquilo que tem sido comum. Mas pronto, é o futebol que foi praticado nesta época e espero que na próxima se possa ver um bocadinho melhor. Em relação ao seu clube formador, o Sporting, o que é que terá faltado nesta temporada? Jogar a Liga dos Campeões e o campeonato talvez foi demais para um plantel curto?

Não, não acho que tenha sido demais. Acho que o Sporting fez uma campanha absolutamente fenomenal na Liga dos Campeões. Pecou em dois ou três pontos-chave durante a época no campeonato. Ou seja, a disputar com o Porto, perder um jogo ou perder um e dar outro, acaba por ser decisivo. Tem perdas de pontos que não têm muito sentido e depois nos jogos com os adversários diretos, Benfica e Porto não conseguem ganhar nenhum isso.

É o ponto-chave, diria eu, da época, porque o Sporting, o Porto e o Benfica, perdem poucos pontos com as outras equipas ao longo da época. E tem que ser nos confrontos diretos que fazem a diferença. E o Sporting não conseguiu, empatou duas vezes com o Braga. Por isso acho que se explica um bocadinho por aí. A Liga Portuguesa ainda o faz vibrar, Francisco. Resume-se, e já sabemos, há vários anos, três equipas. Porto, Sporting e Benfica.

Faz, sim, até porque, obviamente, a minha história é na Liga Portuguesa. Eu tenho mais de 150, 160 jogos.

Se contarmos com taças, até mais. Por isso, tenho muitos amigos, muitas pessoas com quem me cruzei. Por isso, obviamente, me faz vibrar sempre. Até porque, obviamente, também há a questão mais relacional com o Sporting. E isso está sempre presente. Eu sempre consigo ver os jogos vejo. Mas também segue um bocadinho a tendência. Cada vez mais os campeonatos são com menos equipas a disputarem. Há uma menor competitividade nesse sentido. Porque os orçamentos são muito disparos entre as equipas.

Por isso me torno talvez os campeonatos menos apetecíveis de ver. Mas pronto, isso é uma tendência global, não é só a realidade da portuguesa. De notar que a luta pelo segundo lugar está reinhida, uma vez que dá acesso à Liga dos Campeões Europeus, enquanto a terceira posição apenas oferece um lugar na Liga Europa.

Faltam duas jornadas para o fim da temporada na Liga Portuguesa, antes do encerramento da época 2025-2026, que vai ocorrer a 25 de maio, com a final da Taça de Portugal entre o Sporting Clube de Portugal e o Torriense. Descâmbra sim, ao fim deste Magazine de Esporto. Até breve!

Longo Zayfaya e Aziz Adjeia. RFI É o ponto final nesta emissão. Pode continuar a acompanhar a nossa página da internet em rfi.fr.pt, no Facebook, no WhatsApp, no Instagram, no TikTok e na rede social X. Procurando RFI Português. Até amanhã.

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