A jornada espiritual e musical com @paulinho__sa - T5 EP247
música tem o poder de tocar o coração, mas quando nasce de uma experiência com Deus, ela também transforma vidas.
Neste episódio, vamos conhecer a caminhada espiritual e musical de Paulinho Sá, partilhando testemunhos, desafios, missão e como o louvor se tornou um instrumento para aproximar pessoas do Céu.
Uma conversa para quem ama música, busca crescer na fé e acredita que Deus continua falando através da arte.
- Influência MusicalFeedback da internet e alcance · Histórias de transformação pessoal · Música como veículo para onde o artista não pode ir · Superação de depressão e pensamentos suicidas · Música 'Meu Milagre Vai Chegar'
- Chamado à perseverança e vigilânciaNão perder a alegria da missão · Superar pecados, quedas e críticas · Importância do confessionário e Eucaristia · Manter amigos que levam a Deus
- Ação Divina e FéNaturalidade e rapidez na composição · Inspiração em locais diversos · Importância da Bíblia e do Catecismo · Colaboração com esposa e produtor · Música 'Nada Pode Parar o Poder de Deus'
- Filosofia MusicalVerificar o chamado e o dom · Disposição para estudar e se doar · Importância do estudo e aprimoramento · Não ter medo de buscar ajuda e feedback · Investir pouco em Deus
- Mudanças MinisteriaisSentimento de chamado para algo maior · Incômodo com a zona de conforto · Discernimento e mudança de campo de missão · Ministério Cenáculo · Trabalho com músicos católicos renomados
- O Poder da Oração e Confiança em DeusManual de crescimento espiritual · Ensinar a orar e pedir dons · Importância do diário espiritual · Cura através da escrita
- Início na músicaPrimeira experiência com Cristo aos 11 anos · Dom para cantar e interpretar · Influência da catequista · Cantar na igreja desde cedo · Banda Fé e Vida
- Trajetoria MusicalCristo Vive em Mim · Não sou mais eu, Cristo vive em mim · Perseverança na fé
- Carreira de Nelson MottaMomento de dor e busca por um novo de Deus · Acolhimento pela comunidade e Salete Ferreira · Participação em programas e acampamentos · Caminho vocacional não concluído · Cura espiritual e interior
- Histórias engraçadas e inusitadasQueda do palco e ferimentos · Interrupção por bêbado no palco · Ameaça com revólver em festa de rodeio · Dormir em rodoviária por erro de passagem · Ser esquecido em evento
É no amor que nos formamos, é na fé que permanecemos. É no amor que nos formamos, é na fé que permanecemos. Escola de Fidelidade. Eu sou Abílio Gonçalves, aqui da Escola de Fidelidade, e antes de começar o episódio de hoje, eu preciso te contar uma coisa. Na virada deste ano de 2026, o nosso podcast apareceu mais de 1 milhão de vezes no Spotify, alcançando mais de 221 mil pessoas, e está gerando mais de 700 ouvintes fiéis todo mês.
Isso para Escola de Fidelidade, que nasceu pequena, é gigantesco. Para a Fidelidade da Cruz, é uma confirmação. Mas como nos ensina São Tomás de Aquino, toda graça vem de Deus e se ordena à salvação. Por isso, ainda que fosse uma única alma alcançada, já valeria todo esforço. Se você está aqui agora, faz parte dessa história. Obrigado por apertar o play, por indicar para outras pessoas, por caminhar junto conosco. Agora fica comigo porque começa mais um episódio do Gotas de Fidelidade. Gotas, gotas de fidelidade. Gotas, gotas de verdade na tua vida.
Hoje, agora, Deus vê cada hora gotas de fidelidade. Gotas, gotas de fidelidade.
Gotas, gotas de verdade na tua vida. Hoje, agora, Deus vê cada hora gotas de fidelidade. Fala, galera!
E aí, boa noite! Sejam bem-vindos a mais um episódio Gotas de Fidelidade. Bom, para quem ainda não me conhece, eu me chamo Anderson, sou membro da comunidade Fidelidade Católica, membro da comunidade Fidelidade Católica, Fidelidade da Cruz. Gente, que rolê! De que são? Meu, muito boa noite, galera! Eu sou, estou na etapa do discipulado, né? Bom, bom, como vocês já sabem, nós do Grotas de Fidelidade somos frutos da comunidade, né?
E nós estamos lá no Instagram, @fidelidade.dacruz. Você é meu convidado, convidado de todos os membros da comunidade a nos seguir e acompanhar todas as nossas atividades. Bom, para quem ainda não sabe, nós ficamos aqui no setor de Mansões de Itaguatinga. Ó, o endereço aparecendo aí embaixo para você, no setor de Mansões Itaguatinga, no Conjunto 12 na casa 3. Você é meu convidado e convidado de toda a comunidade para estar presente.
Mas em quais atividades? Bom, nós temos missa de terça a sexta ao meio-dia e 15. Então você é convidado a celebrar conosco na Santa Missa. Aos domingos a nossa Santa Missa é às 11:30. Você também é nosso convidado. Na quinta-feira às 20:30 nós temos adoração, nós temos atendimento de oração. Então para você que está querendo, como se diz, ficar mais firme na fé e seguir um caminho de oração melhor, Você pode estar procurando a nossa comunidade lá no Instagram, que vai passar as orientações, vai marcar com você o atendimento para a gente poder seguir e fazer essa caminhada.
E na sexta-feira nós temos a tradicional Adoração Fiel da Cruz às 20:30 também na nossa casa de missão. Então você é meu convidado, convidado de todos os membros para estar lá adorando o Nosso Senhor Jesus Cristo. Bom, para quem ainda não sabe, o Gotas de Fidelidade criou uma página específica, né, para ele no Instagram, que é @gotasdefidelidade. Então lá você vai ver cortes do nosso podcast, tudo que tá acontecendo por aqui, alguns bastidores.
Então sai lá durante a semana, então já aproveita aí, já corre e curte lá. Como você sabe, nós vivemos da Providência. Para você que pode nos ajudar, né, nós estamos aí com o nosso Pix, né, para você poder fazer a sua doação e fazer parte dessa história, né, para que a gente consiga alcançar mais e mais pessoas. Nós vivemos totalmente da Providência e da sua ajuda, né. Bom, a Escola de Fidelidade, que é quem proporciona este momento junto com a Comunidade Fidelidade da Cruz, também está presente Instagram, no @escoladefidelidade, apareceu aí para vocês.
Então são essas páginas, são esses recados. A gente tem aí o QR code aparecendo aqui na tela, olha só, ó, ó, aí. Então é só você escanear que vai dar direto na nossa página do Instagram e você vai ser muito bem-vindo. Tem muita informação, muito conteúdo. E aí é isso, né? Bom, a gente tem também aqui a Divina Graça, que é uma loja católica, né? Ela nos ajuda aqui no podcast também, nos patrocina. Então, para você empreendedor que quer também tá com a gente neste momento, a gente tá aqui, olha aí, ó, o zoom da nossa câmera na Divina Graça.
É uma loja de produtos católicos online. Lá você pode encontrar esse lindo chaveiro aqui do Espírito Santo, tá vendo só? Olha só, temos chaveiro aqui. Você também encontra cadeias lá, olha só, essa cadeia aqui de Nossa Senhora para você aí que tá no caminho da consagração, tá se preparando. E também Você encontra diversos livros, né? Hoje eu tô com esse aqui, ó, que é da vida espiritual, que fala sobre— na verdade, esse aqui é um planejamento espiritual.
Então, para você que precisa melhorar aí, se organizar na sua espiritualidade, né? Então tá aqui uma super dica. Lá você também encontra Bíblias, você também encontra roupas. Então assim, lá tem tudo que você precisa para não— para se evangelizar e evangelizar ao próximo também. Bom, agora sem mais delongas, eu estou aqui com Paulinho. Seja muito bem-vindo ao nosso podcast, Paulinho.
Muito obrigado.
Eu que agradeço.
É isso, quero agradecer o convite que a comunidade me fez. Estou muito feliz por estar aqui, já havia sido convidado outras vezes, mas hoje Deus providenciou que tudo desse certo. Eu nem te conto uma coisa, hoje é dia 29? Dia 29 do mês passado eu estava aqui na frente.
Será que ele tá com ciúmes, gente?
Será? Cheguei um mês antes.
Olha só, o primeiro convidado que chega assim com 9 dias de antecedência.
Mas eu quero agradecer o convite, estou muito feliz de estar aqui. Uma bênção, né? Tava curiando aqui as páginas de vocês, tá crescendo bem, que coisa boa, né?
Bom, Paulinho, a gente já sabe que você tá aí na caminhada há um bom tempo, mas eu queria que você se apresentasse melhor para a galera que tá aí nos acompanhando, que chegou aqui de paraquedas, e dizer assim: quem é o Paulinho?
Sim, Paulinho Sá é este homem negro lindo que vocês estão vendo aí, né? Eu sou casado com a Brenda Rosa, que com certeza está assistindo a gente agora. Eu tenho 4 filhos: Jona Rosa, João Pedro, José Augusto e Jonas. 4. E eu já estou, graças a Deus, nesse caminho aí de evangelização, nesse caminho de busca, nesse caminho de perseverança, né, porque é mais importante e é o que Deus espera de nós, essa coragem de perseverar. Já há alguns 20 e poucos anos, né, graças a Deus, Deus me chamou bem cedinho.
Ali eu com 11 anos de idade, 12 anos, eu já estava vivendo uma experiência, a minha primeira experiência com Cristo, né? E eu já sentia que Deus tinha um plano para mim. De lá para cá eu não consegui sair da mão desse cara, também servindo e adorando a Jesus, fazendo ele conhecido, né, por meio, por meio das nossas canções, por meio dos nossos clipes, por meio das nossas pregações. Eu também tenho um canal aí no YouTube, Paulinho Sá.
Oficial, você pode acessar. E lá tem música, tem pregação, tem partilha de vida por meio dos nossos livros, né, que nós escrevemos e editamos. E é isso, a gente não para, né?
Graças a Deus. Bom, Paulinho, minhas fontes sopraram aqui para mim que você já tá nessa caminhada, igual você falou, há um bom tempo, mas que aos 12 anos você já cantava ali dentro da igreja, ali dentro da missa. E como foi esse chamado para cantar dentro da igreja? Já era um hobby que você tinha ou foi um despertar que aconteceu durante a sua caminhada?
Desde pequeno assim, hoje que eu tenho filhos, eu realmente percebo que desde pequenininho— você tem filhos já?
Não, ainda não.
Desde pequeno assim, a gente já percebe que nossos filhos, eles têm dons. Ah, pode ser que o meu filho hoje gosta disso, mas quando crescer não vai gostar. Ok, mas quando se trata de arte, né, quando se trata de cantar, quando se trata de interpretar, de fazer as coisas voltadas para arte, a gente começa a perceber que tem ali um dom naquela criança, né. Então hoje eu vendo meus filhos cantar, compor, cantar comigo na missa, e já apresentaram programa comigo, eu percebo que eles têm esse dom.
Então com certeza quando eu era menor esse dom já estava lá. E aí quando eu tinha ali 10, 11 anos, eu vivi uma experiência muito bonita com uma catequista, né, que ela na época de São João ali, ela era vizinha da minha mãe e tal, a gente morava em Cidade, mudamos para o Paraíso. E ela fez ali aquele, não sei nem como dizer, que faz na fogueira, aquela coisa, aquela tradição antiga, né, de batizar o filho ali na fogueira. E a partir daquele momento, como eu não tinha madrinha aqui em Brasília, ela se tornou minha madrinha, como se fosse uma madrinha de consagração.
Só que eu não sabia que a partir daquilo, né, de uma vizinha que eu mal conhecia, minha mãe fez amizade com ela ali, ela se ofereceu assim, minha madrinha, e virou comadre da minha mãe. Ela era uma grande catequista. Uma grande catequista, uma mulher muito apaixonada pela Igreja, trabalhadora, né? Eu tenho muitas lembranças dela. E ela me convidou para fazer catequese. Uma vez eu estava na catequese, isso eu amo contar essa história, uma vez eu estava lá na catequese e aquele círculo de crianças, né, estavam lá cantando, e eu tava com as mãos no bolso assim, né, como tô aqui agora, câmera minha vai mostrar aí, tava com as mãos no bolso assim, ou no bolso da calça, não me lembro, é isso, tava assim, né, e cantando.
E ela chegou e tirou minhas mãos assim, né, E ergueu minhas mãos assim, eu era criança, né? Aí ela falou assim: para Deus a gente não canta com vergonha, para Deus a gente não canta com a mão no bolso, para Deus a gente canta. E falou umas coisas assim que eu acho que ela não tinha noção do que ela estava fazendo. Mas assim, eu já me esqueci de milhões de pregações que eu ouvi e que eu fiz, mas essa palavra não me esqueço, eu não consigo me esquecer.
E eu era uma criança, né, de 10, 11 anos. E ali ela começou a me colocar para cantar na frente. Eu acho que eu sempre fui aparecido mesmo. Eu olho meus filhos assim, eu acho que eu me enxergo. Nossa, eu acho que eu era assim, porque olha, meus filhos, pode ver o microfone, pode ver o violão, uma bateria, ele já quer participar e pede: pai, por favor, deixa eu cantar, eu canto muito mal, por favor, põe a música a escolhida, uma entre, porque essa eu sei a letra inteira.
Aí eu canto essa música toda a missa para eles poderem vir dar uma cantadinha, né? São 4, é confusão. Então eu fico pensando assim, eu acho que eu era exatamente assim, porque a partir dali despertou no meu coração um desejo muito grande de cantar. Então quando eu ia em qualquer lugar que eu vi o microfone, meu coração acelerava, eu queria cantar, né? E aí eu fui, o tempo foi passando, a gente não tinha igreja, né, lá no Valparaíso, lá no Parque Santa Rita de Cássia, quem é da Redondeza que pode conhecer, perto de Jardim Galos e ali.
Não tinha capela, não tinha nada. As missas eram celebradas debaixo das árvores por um homem santo que um dia eu vou poder dizer, a Igreja vai com certeza um dia vai canonizá-lo, e um dia eu vou poder dizer: Dom Frei Agostinho, rogai por nós. Que ele é, se eu não me engano, né, o fundador da Milícia Imaculada. Ali para situar vocês, Jardim da Imaculada, Frei Josué, ó, as peças, Frei Josué, Frei Só homem do fogo. Então, Dom Frei Agostinho era um homem muito santo, um bispo, né?
E ele nos fazia essa graça de vir lá de Lusiane, né, na sua casa lá da cúria, para celebrar com a gente, né? Um lugar muito pobre, né? A minha missão, ela nasceu no lugar bem pobre, onde não tinha nada, não tinha estrutura, não tinha dinheiro, não tinha capela, não tinha nada. Só o desejo, né? E a santidade daquele homem que ia celebrar para gente debaixo das árvores. Isso toca o meu coração até hoje. Olha, o olhinho chega a querer lacrimejar.
E aí depois dessas missas debaixo das árvores começaram a ser na casa das pessoas, e eu lá cantando, eu amava cantar. E aí depois essas missas começaram a ser dentro da escola, e aí nasceu uma banda chamada Banda Fé e Vida. Que ela nasceu de um grupo de jovens, né, que eram jovens de 18 anos para cima, mas eu com 11 anos já participava desse grupo de jovens, ou seja, eu era terrível mesmo, né. Eu pedi tanto para eles deixarem eu participar do grupo de jovens.
Obrigado vocês me aceitar. E aí eu era o mascote desse grupo de jovens porque todo mundo era grande, namorava, e eu era a única criança ali, né. Eu lembro assim quando no grupo de jovens fazia peça, né, tinha festa dos jovens. E aí no final da festa, eu sou de 80, você não sabe disso não, mas no final das festas assim da galera de 40, 50 anos hoje em dia, tocava música animada e no final da festa começava a tocar as músicas lentas, que aí você pegava aquela gatinha que você dançou a noite inteira, aí é hora de dançar uma música lenta, ele já rolava alguma coisa.
E aí nessa hora eu ficava assim, ó, com ódio, porque eu era criança, não ia dançar com ninguém, e para mim a festa tinha acabado, né?
Era o sinal de ir embora.
É porque é o casal ali e tal. E aí eu cresci nesse meio, né, cresci no meio dos jovens. Desse grupo de jovens, JUC, nasceu uma banda chamada Banda Fé e Vida, que é da idade ali da Banda Romanos, que eu não sei se vocês conhecem, né. Hoje é o Batata, né, Missão alguma coisa lá. E aí, mas a Banda Romanos, grandes ministérios, né, que nasceram naquela época. Nós também, a Banda Fé e Vida. E eu era o cantor dessa banda Fé e Vida e fui caminhando, caminhando, até que um dia Deus me chamou a dar um passo maior, a seguir uma carreira, né, solo, gravar minhas próprias músicas, ter o meu próprio ministério. E aqui estou. Foi assim. E foi assim. É claro que eu resumi bastante.
Bom, nesse seu resumo você chegou justamente no ponto da minha próxima pergunta, que era: Quando foi essa percepção de Paulinho com esse chamado de Deus, de que tipo assim, olha, cantar já não é mais um hobby, cantar realmente é um dom, e eu preciso levar isso agora à frente e com mais seriedade, como ministério, como uma parte da minha vocação?
Olha, quando eu estava na banda Fé e Vida, nós já tínhamos essa percepção de que Deus queria algo mais da gente, porque nossos, nossas referências eram que Celina Borges, Banda Vida Reluz, Eugênio Jorge, Dunga, Nelcinho. Era para eles que nós olhávamos, né? Era para ele que nós olhávamos. Então a nossa meta como ministério foi sempre alcançar esse lugar de excelência assim que a música católica, é que esses músicos católicos abriram para gente assim essa porta, né, de gravar CD, de ir nas rádios, na TV.
Esse era o nosso objetivo. Só que num dado momento, né, aquela história da concha, né, que entra ali um grão de areia na concha, aquele incômodo ele leva a concha a produzir a pérola. Nem sei se essa história é verdade, mas acho tão bonito. E na vida da gente acontece isso, né? Eu estava ali no meu conforto com aquela banda, né, tal, e tinham pessoas ali que trabalhavam muito mais que eu, Tinha pessoas ali que investiam dinheiro muito mais que eu, porque na minha época, meu amigo, nós investimos o dinheiro da nossa vida, né, para ter um violão, para ter uma caixa de som, para ter— não é hoje, né, louvado seja Deus, né, por todas as facilidades que nós temos hoje.
Mas antes só tinha ministério que realmente era chamado. As pessoas não gostam que fale isso, mas hoje eu vejo que muita gente não tem um chamado, gosta de fazer ver todo mundo fazendo, eu quero cantar, eu quero tocar, eu quero produzir, mas não tem às vezes um chamado, tem uma vontade, tem um dinheiro, tem uma— e naquela época nós tínhamos um chamado. Muitos que da minha época eu vi que tinha chamado, porque onde que nós percebemos que uma pessoa tem um chamado?
Quando ela consegue manter uma vontade de evangelizar, uma ardor para evangelizar aonde não existe um clima favorável, aonde não existe uma aceitação, aonde não existe uma porta aberta. Lá estão os verdadeiros chamados, aqueles que vão contra a maré. O verdadeiro chamado, ele não precisa estar com o tempo favorável, ele não precisa Ele não precisa ser aceito, ele não precisa de seguidores, ele não precisa de amor, de confirmação do outro.
O verdadeiro chamado, ele nasce às vezes numa dor mesmo, como a pérola nasce, né? Por isso que eu gosto de usar essa mensagem da pérola. Então, num dado momento lá com a banda Fé e Vida, eu comecei a sentir esse incômodo de que não era mais o meu lugar, de que o meu chamado ali já tinha acabado, né. Foram longos, acho que 15 anos, aquela banda, produzindo, gravando CD, viajando muito com eles, fazendo verdadeiras missões sem remuneração financeira, pelo amor e pelo fruto que aquela missão dava.
Aquilo já era suficiente para nós. Mas num dado momento eu sentia que não era mais o meu lugar. E quando você sente esse incômodo, você precisa discernir, porque se você sente o incômodo de que ali não é mais o seu lugar e você não toma uma atitude, você começa a ser uma pedra de tropeço na missão do outro. Você falou que você está no discipulado. Você percebe que esse carisma ele está te expelindo, que que significa? Ali não é o teu lugar.
Então você precisa discernir direitinho, você precisa seguir o teu caminho para que outro realmente chamado e vocacionado para aquele lugar tome posse. Então foi o que eu fiz, né? A gente, nós nos mudamos para cá, para a Ceilândia, né? Eu e minha família. Era solteiro na época. E aí senti que lá no Valparaíso não era mais a minha, o meu campo de missão, não era mais. Assim que eu vim para cá, eu conheci vários outros músicos, outras pessoas.
Conheci um amigo muito querido chamado Aécio, que é um tecladista, né? E aí ele me apresentou a banda Cenáculo, que você pode não conhecer. Você conhece, você conhece.
Exclusão aqui, galera, assim, ó, só. Mítico, mas tudo bem, tudo bem, seguimos.
Roger Naves, Patrícia Alves, Luciana Mesquita. Inclusive eu tive a grande graça de estar com eles, que me acompanha no Instagram, né, Paulinho Underline, vê que nós somos um quarteto assim que a gente não Olha, desculpa dizer isso aqui, tá, música, mas a gente não precisa ensaiar para cantar, sabe? Eles foram gravar uma música comigo, né, que o lançamento lindíssimo que eu vou fazer agora. E a gente chega lá, ó, você faz essa voz, você faz essa voz, você faz essa, beleza, beleza, grava lá 1, 2, 3 e pá!
Aí isso é um encontro de almas, né? Então aconteceu esse encontro de almas quando eu conheci a banda Sináculo, né, o Roja, Patrícia, Luciane e outros, mas eu vou me reduzir a esses. Aí eu senti que Deus estava me chamando para aquele ministério. E aí eu comecei a participar do Ministério Cenáculo. O Ministério Cenáculo tocava para todos os músicos, eu posso dizer todos os músicos famosos da época, né, que vinham para Brasília ou em outra cidade, desculpe, em outras cidades fazer evento, Haléu e outros, era o Ministério Cenáculo que tocava.
Então Deus me deu uma grande oportunidade de crescimento, que eu comecei a conviver com a Celina, trabalhei muito tempo com a Celina Borges. Nossa, a gente fazia back pro Dunga, fazia back pro Padre Fábio, fazia back pra Kelly Patrícia, gente. A gente fazia back pra todos os caras que a gente só via no CD, porque não tinha internet, não tinha Instagram, não tinha nada. A gente só via na capa do CD. Então assim, um presente de Deus e um momento de crescimento muito grande.
Então eu fiquei muito conhecido em Brasília, né, porque todos os eventos que tinham de ralé, eu arretia. Se vinha alguém de fora, quem tava lá cantando com eles Olha só que companhia! Então, para mim foi um grande, assim, uma grande resposta positiva de Deus, né? Que se engana quem acha que Deus só dá resposta positiva, tá? Não é verdade. Deus fala um montão de não, a gente às vezes não aceita, a gente vai ficar um menino birrento, mas ele fala, né? Então foi uma resposta. Posso beber água?
Fica à vontade, Paulinho.
Uma resposta positiva de Deus em relação àquele incômodo que eu tinha de que ali não é mais meu lugar, e agora onde é o meu lugar? Porque eu sou alguém que eu não sei caminhar sozinho, gente, é uma coisa minha. Eu sinto a necessidade de pertencimento. Vocês que são de comunidade fala muito sobre isso, né? Eu sou assim. Eu sou assim. Eu convivo com muitos cantores por aí que não tem paróquia. Eles cantam em todo lugar, mas não tem paróquia, não tem um sacerdote a quem recorrer, não tem um sacerdote para assinar aquela bendita carta que o povo do Grupo de Oração pede para gente, que se você não for com essa carta, você não prega nos lugares, né?
Isso tá um podcast, né? Assim, eu, essa paróquia aqui, eu chamo de minha paróquia, a Paróquia Imaculada Conceição de Maria. Ah, eu tô aqui todo domingo cantando? Não. Eu estou aqui todo dia enchendo o saco do padre? Não. Mas eu tenho um lugar para dizer: eu sou dessa paróquia, é aqui o meu grupo de oração, eu participo da missa aqui, aqui que eu faço minhas ofertas, é o lugar onde eu venho chorar, é o lugar onde eu venho adorar, é o lugar onde eu tenho meus amigos.
Eu preciso disso, né? Então quando eu encontrei o Ministério Cenáculo, eu tive essa sensação de novo: ah, eu faço parte, né? Então ali eu comecei a caminhar, caminhar, caminhar e fazer parte, e cantar com o Roger, né? E com os meus, não me impediu de gravar os meus trabalhos. Então eu comecei a gravar os meus CDs, né? Lá também não era um impedimento, mas não era o momento. Então gravei vários CDs, gravei CDs infantis, gravei CD de carreira, gravei CDs experimentais, gravei, fiz de tudo, né?
Porque quando a gente sente que é o momento, né, Deus vai dando a graça, vai providenciando.
Bom, falando em gravação de CD, né, Paulinho, foi muito engraçado, né? Agora vem uma partilha pessoal minha, né? Eu conheci Paulinho em um Pentecostes, né? Eu, justamente, eu ali no meu ensino médio, meu pai me chamou. Não, pô, não é isso, você me excluiu ali agora, agora é minha vez, entendeu? Eu não ia falar nada não, mas excluir aqui, Padão Jacaitinha, é minha vez, pô. Então assim, não tava lá com sua mochilinha, meu pai me chamou, vamos lá, não sei o quê e tal.
E aí Paulinho Sá estava com um CD, né? Posso não ser tão antigo assim, mas era o CD, era o CD, não sei o quê. Ganhei CD do Paulinho Sá com, acho que tinham 4 músicas que você tinha feito.
Era um lançamento de um single que era a música Eu Vou Orar, né?
Não era isso?
Isso.
E aí algumas Tinha a música principal e os, acho que 3 ou 4 faixas, não era um CD muito grande. Meu pai tinha um som em casa e não sei o quê e tal, beleza. Meu pai ganhou o CD, a gente ganhou o CD e tal, voltamos para casa e beleza. Passou algum tempo, mas eu tinha 2, eu tinha 2 CDs da Igreja Católica, né, que era o seu e o da Christian e Glaucio Martins, que estavam na mesma época, e beleza. Em casa eu pego e tal, e olho, né?
Aí olhando a lista, né, quando vi o podcast, falei: caraca, vou entrevistar o Paulinho! Aí eu lembrei do CD, né? Aí tá, aí não vou mentir, eu olhei o Instagram, olhei lá, falei: gente, é, né? A imagem na minha cabeça mudou, né? Porque eu lembrava de você pela capa do CD, né? Igual você falou, você via os seus pelo CD. Naquela época ainda não tinha o YouTube, mas eu também tinha um CD, e eu fiquei com aquilo, falei assim: gente, O cara que, como se diz, né, já tá na caminhada há um bom tempo, tava ali na frente de um evento gigantesco que é Pentecostes aqui em Brasília, todo mundo sabe, reúne multidões ali, e partilhando aqui comigo que já foi para não sei aonde.
Cara, como é que é essa percepção de locais, né, de missão? Porque você tá ali na frente, grava um CD e você não tem a dimensão de onde sua música chega. E quando você vai pra missão pra fora daqui, como é que é essa percepção?
Olha, hoje a gente já está um pouco mais acostumado, sabe por quê? Por causa do feedback que a internet dá para gente. A gente tem uma noção assim meio que vaga, mas tem de como tá o trabalho, sabe? Você faz um post, aí: nossa, tantas pessoas curtiram, né? Vocês também são assim, né? A gente olha aqui, a gente grava, nossa, essa música aqui, olha, teve sei quantos mil acessos, essa aqui teve nada. Você tem uma, apesar de que tudo isso depende de investimento, não se enganem, não fique triste, meu amigo, você que lançou a música lá, não deu nada, não é porque sua música é ruim, é porque você não tem dinheiro para investir nela.
Funciona assim, entendeu? Apesar disso, a gente tem esse feedback na internet. Antes a gente não tinha, né? Não tinha. Então, por exemplo, eu saía daqui, saía muitas vezes de missão, chegava lá no lugar, no interior, não sei da onde, o pessoal sabia minha música. Impressionante, né? Hoje a gente já não se surpreende tanto por causa da internet, né, que facilita tanto as coisas. Mas ainda assim, cada lugar que você vai sempre tem uma história que você não ouviu, sabe?
Muitos lugares que eu fui assim e que eu vi a pessoa ali com meu CD na mão, às vezes até com vergonha de se aproximar, né, para tirar uma foto, para, né, na época a gente assinava, né, o CD. Mas aquela pessoa tem uma história com você, a sua música chegou nela em algum momento, a sua música chegou nela em uma determinada situação, alguém deu um CD. Ou uma história que eu conto sempre também, como uma moça que falou que comprou CD para o filho, né, e deixou dentro do carro porque ela tinha um desejo de ver ele um dia caminhando com ela.
Ele tava numa vida, né, assim meio solta demais no mundo, e aí ela deixava o CD dentro do carro, que ela pensou assim, né, uma estratégia de mãe, né. Toda vez que ele usar o carro, liga o carro, você vê, começa a rodar. E aqui, ela falou que ele foi ouvindo, foi ouvindo, foi ouvindo, ele começou a gostar. E um dia ele foi lá me conhecer, e ela me contou a história. Então assim, meu Deus, isso arrebenta o coração da gente, sabe?
Então nós, Jesus vai trabalhando no coração da gente para que a gente saiba acolher essas histórias, saiba ouvir essas histórias, e que isso sirva de um combustível nosso ministério, né? Porque não é o elogio, não é você canta bem, não é o É o reconhecimento, sei lá, visível da coisa. Você canta bem, ponto. Não é isso, né? A nossa música tem um poder muito mais profundo, ela vai muito mais longe. Eu já ouvi histórias assim. Olha, Paulinho, eu me responsável comigo essa vez, foi Minas Gerais, o encontro.
Eu tava numa depressão muito profunda e eu ouvi a sua música, a música Meu Milagre Vai Chegar, e eu tinha uma carta pronta. Ela me mostrou, tinha uma carta pronta de suicídio, que eu tava numa depressão, não sei o quê. E aí Deus começou a trabalhar no meu coração por causa desse CD que eu ganhei. Eu queria te agradecer. Você tem noção do que é isso, né? Então assim, a gente é acostumado a cantar para 1 milhão de pessoas, como eu cantei muitos anos lá no Pentecostes, mas a gente também é acostumado a cantar para 10, 15, 20 pessoas no retiro fechado.
E da mesma forma Deus trabalha, né? Então a percepção de missão que eu tenho é essa: a nossa música, ela vai onde a gente não pode ir, ela chega primeiro que eu., por meio de um podcast, por meio de um Instagram, por meio de um canal no YouTube, por meio de uma rádio, né, que as rádios elas nos abençoam muito, né, faz a nossa música chegar no lugar que a gente jamais vai, né. Então a gente às vezes recebe um e-mail, né, de alguém de fora assim, e por causa da internet acompanha uma missa, acompanha.
Semana passada, minha esposa, semana passada, mês passado, dia 1º, minha esposa deu um testemunho aqui na Missa das Vozes, de uma pessoa que tava em Portugal, me ligou, me chamou no Instagram para contar que tava passando por algo semelhante, tava doente também, mas que aquele testemunho tinha sido muito forte. A música que a gente gravou para minha esposa, né, essa Tempestade Vai Passar, tocou muito o coração dela. Então, a graça de Deus não tem limite, né?
Quando nós não limitamos a nós, quando nós não limitamos nosso sim A graça de Deus não se limita também.
Com certeza. E falando nisso, né, de uma missão de cantar, de ir mais além, mas assim, para gravar CDs você começou a compor. E como é que começou essa inspiração de Deus para o Paulinho compor? Como é que vem essa percepção? Às vezes o nosso irmão de comunidade, Lucas Medrado, compartilha um pouco alguma coisa ou outra com a gente, relata um pouco da dificuldade e tal. Como é para você? Né, vivenciar tudo isso, o processo de composição.
Porque assim, vai muito, é claro, do que a gente vai entrar lá na frente, da sua própria oração pessoal, da sua própria intimidade. Mas como é que é esse discernimento, esse processo? Porque eu sei que é único para cada um, né, da mesma forma que o Lucas tem aquele, tem a parte dele, você tem as suas peculiaridades.
Eu sempre fui assim muito livre, né, para compor. Não foi algo que eu planejei, não foi algo que eu estudei para ser, né? Não foi. Existe, né? Existe tudo. Para quem hoje em dia já se desmistificou, né, que só canta quem tem dom, não é verdade. Só escreve quem tem dom, não é verdade. Só compõe, não é verdade. Existe o dom, existe aperfeiçoamento, né? Existe a busca. Tem como São João Paulo diz, né? Deus abençoa os que buscam. Então por isso que os filhos sozinhos não conseguem fazer nada, né?
Então assim, em mim, para mim, eu sempre me senti muito abençoado, porque compor para mim é uma coisa muito natural, muito simples e muito rápida. É uma bênção. Eu nasci com essa bênção. Não sei por que Deus, quem sabe, me conheceu, sabe o tão difícil que eu sou. Se eu precisasse de paz e silêncio, ainda mais agora que abriu da Michelle de Rios, se eu precisasse de paz, silêncio, um lugar com cascatas caindo, eu não ia compor nunca.
Eu ando de busão também aqui em Brasília. A gente anda de carro, mas ando de busão pra caramba. E até no busão às vezes Deus me dá uma inspiração, gente. Todos os lugares, não existe limite para compor, assim. O Espírito Santo, ele realmente me usa. As canções que eu faço, a maioria delas vem com a ideia pronta. Eu só vou ali, dou uma acrescentada, mostro para alguém. É uma estratégia que eu tenho, né? Eu sempre mostro para minha esposa as minhas músicas.
Eu sempre mostro para o meu produtor, né, que é uma pessoa que tá nessa nova temporada comigo. Ele melhora às vezes minhas músicas, critica, altera, né. Mas assim, eu tive uma inspiração, eu vou fundo, eu não paro enquanto aquilo ali não se concretiza. Eu nunca deixo morrer uma ideia que Deus coloca no meu coração. Eu tenho muita música, muita música mesmo. E a primeira música que eu fiz, eu tinha 10 anos. Eu me lembro, na verdade, o meu sonho quando era menor assim, antes de ter essa experiência, né, com a igreja e tudo, eu ouvia muita música sertaneja, né.
Foi esses dias numa festa junina, era até aniversário da minha esposa, e aí foi uma banda tocar lá, uma banda de um amigo meu, e ele só tocava moda assim, sertanejo raiz. Aí eu, meu Deus do céu, eu sei todas essas músicas! Eu fiquei impressionado. Eu sabia todas, sabe por quê? Porque eu ouvi muito quando era criança, ouvia, né? Achava linda a voz dela, chamava ela de senhora, misericórdia, entendeu? Então até nisso Deus usa a gente, né?
Até nisso Deus usa a gente, né? O que a gente ouviu, o que a gente almejou, ele vai usar. Eu lembro que o Padre Zezinho, uma vez, aconteceu em Goiânia, né? O nome era Encontro Internacional de Músicos Católicos, uma IVD RCC. E Padre Zezinho estava lá. E Padre Zezinho, ele é um crítico, mas não no mau sentido, né? Ele faz o povo da Renovação Carismática pensar, né? Ele é um pensador, né? E ele falou assim: sabe o que eu acho engraçado de vocês?
Vocês pedem muito: vem Espírito Santo, vem Espírito Santo, mas quando o Espírito Santo vem iluminar, não tem nada lá dentro para iluminar, porque vocês não estudam. Nada suave, né? Mas é uma grande verdade. Então eu acho assim que tudo que eu ouvi, né, tudo que eu pesquisei, tudo que eu estudei, eu busquei, Deus usa em favor da evangelização, né? Não adianta nada rezar se você não tem conteúdo dentro de você. Sinceramente, eu vejo pessoas que oram muito, mas não tem conteúdo.
Você vai ser uma boa pessoa, você vai ser um bom católico, mas às vezes você não vai ser um bom cantor, você não vai ser um bom músico, você não vai ser um bom técnico. Que você não gera conteúdo. E Deus, ele gosta de usar a gente, usar a nossa vida dentro daquilo que nós gostamos de fazer e aprendemos. Por isso que a gente pede para o Espírito Santo iluminar, mas quando ele vem iluminar, tem que estar cheio de coisas lá dentro.
Então assim, desde pequeno que eu fui muito curioso, né? Então eu sempre ouvi muita música católica e sempre fui muito crítico e sempre me abri mesmo para Deus fazer. Então às vezes eu tô no momento sozinho assim, vem uma inspiração, e ali eu já procuro a Bíblia, Que para mim a fonte mais rica, né, para composição é a palavra de Deus, né. Tem muitas canções foram escritas, foram feitas em cima da palavra de Deus. Eu busco Catecismo, que é uma outra grande riqueza, né.
Todo músico católico buscasse colocar melodias nas coisas que estão escritas no Catecismo, né. Coisas lindas e profundas, os livros, né, as palavras dos sacerdotes, os padres da igreja, as palavras dos santos da igreja, né. Então Deus, ele me usa dessa forma. A gente vai lendo um pouquinho, vai estudando, vai orando. Ele usa esse pacote a nosso favor. É o meu jeito, não é a regra do mundo, né? Cada um tem um jeito de servir a Deus, né?
E é muito interessante você falar aí, né, que ah, não preciso de um lugar silencioso e tal, e comparar com a sua realidade.
Até porque eu não tenho esse lugar silencioso. A gente não mora na capela, né?
Porque o que eu ia te perguntar agora era justamente isso, porque o Paulinho tem uma trajetória que foi solteiro, que tinha liberdade. Paulinho foi casado, como se diz assim, namorando, mas tinha também sua certa flexibilidade. Casado sem filhos, agora casado com time de futsal para jogar em campo. Como é que é ver toda essa trajetória e dizer assim, cara, como Deus agiu dentro do meu ministério?
Na verdade, o lugar que eu estou hoje, o lugar que eu digo, não lugar fixo, né, o momento que eu estou hoje Foi tudo que eu pedi para Deus, né? Eu me lembro que em todas as minhas orações eu sempre tive essa convicção de que eu não seria sacerdote, que eu não seria, né, de que eu teria, eu seria pai, eu teria esposa e filhos, né? Sempre pedi isso ao Senhor. Então quando eu olho para essa história assim, eu vejo mesmo a misericórdia, a bondade de Deus, como diz o Salmo, né?
Eu vejo a bondade de Deus na minha vida. Eu vejo que Deus me tirou de um lugar com poucas expectativas, né, e me trouxe para o meio de pessoas que fazem o que eu gosto de fazer. Eu olho para o meu passado e vejo que Deus me tirou de um lugar onde tinha muita droga, onde eu vi muitos jovens talentosos como eu se perderem nas drogas, morrerem, né, por causa das drogas. Eu tinha uma listinha assim antes que eu pedia, rezava diariamente por eles na Santa Missa, que dava mais de 20 jovens, hein.
Que caminharam comigo ali, eu vi a vida deles, mas não tiveram a mesma chance que eu ou a mesma experiência que eu, porque eu vi alguém pregando, eu vi alguém cantando, eu tive a oportunidade de ser evangelizado. Então quando eu olho e vejo que Deus me livrou de tudo isso e me permitiu viver de forma saudável cada fase da minha vida e chegar aqui, né, hoje eu sou pai de 4 filhos, eu tenho uma esposa linda, eu tenho minha família, eu tenho minhas coisas materiais que são importantes também, Então eu vejo em tudo a bondade de Deus.
Não foi por causa de mim, não foi por causa, não foi por causa da minha fidelidade, não. Não foi por causa da minha bondade, não. Não foi por causa da minha perseverança, não. Foi por causa da bondade de Deus. Então eu realmente vejo que Deus, ele não cumpriu porque eu tô vivo ainda, né, e a missão só acaba quando a gente morre. Ele está cumprindo a vontade dele em mim. Ah, há uma perfeição nisso aí já? Não. Não, há muitas inseguranças, pelo contrário, né?
Existem muitas inseguranças, existem muitas dúvidas, existe muita vontade de desistir, né? Que eu tenho certeza não é só comigo. Muitos amigos sacerdotes meus partilham isso comigo. Tem dia que a gente quer desistir mesmo, é largar, é voltar atrás, é viver uma vida que o mundo vive. Mas logo depois a gente respira e vê que é muito melhor estar aqui onde Deus preparou para estarmos hoje, né? Então eu acho que dá para resumir dessa forma, né?
Deus foi bom para mim o tempo inteiro mesmo, o tempo inteiro. Ele me preservou, ele me guardou, Deus sempre colocou amigos para me ajudar. Nunca fiz nada sozinho, né? Nunca fiz nada sozinho. Em todas as fases da minha vida, alguém estava lá para me segurar. Por isso que eu tento ser isso na vida de alguém. A gente tem que ser uma mão de Deus na vida de alguém. A gente hoje olha assim Eu sou muito honesto nesse sentido, né? Eu vejo que os ministérios, os músicos de hoje querem uma vida muito solo assim, querem caminhar sozinhos, querem conquistar, né?
A música católica tá nesse momento assim, né, de onde parece que a fama, os números é muito importante. E isso não entra no meu coração, né? Eu sou muito aquém dessa moda, né? Eu acho que o ministério, ele é legal, ele é forte, ele é bacana quando você caminha com um montão de gente, que você forma um montão de gente. Eu tenho essa alegria de dizer, se hoje olhar para trás assim, eu contribuí para a formação de muita gente, e tenho feito, não vou parar, né?
Graças a Deus. E em meio a todo esse estudo, toda essa escuta e toda a composição de Paulinho, tem aquela música que sempre mexe com Paulinho. Qual que é ela? Ele consultando todo repertório assim, ó, nesse momento ele tá com 52 abas olhando todo repertório.
Assim, cara, é uma coisa muito, muito difícil, é uma coisa muito difícil. Inclusive eu vi o Valmir Alencar, que é uma referência, né, em termos de composição, ele conseguiu fazer uma lista das 10 músicas preferidas gente, a gente toca no encontro, metade do encontro são músicas do Vide Reluz, são do Valmir, né, cara. Então assim, quem sou eu, né, para em números me comparar a um cara como esse? Mas tem uma, eu vou falar qual é a música, mas em cada etapa da nossa vida parece que tem uma música que reflete com você o que o momento você está vivendo.
Para cada etapa da sua vida, por exemplo, quando me casei A minha esposa descobriu uma doença muito grave. Eu sempre contei essa história, que ela tinha um problema de infertilidade, tal, uma coisa laudada mesmo. E naquele processo a gente tava vivendo uma música que era Meu Milagre Vai Chegar, né? A letra dizia: então não vou me abater, a minha fé não vai morrer, vem me levantar. "Eu vou continuar, o meu milagre vai chegar." Que é uma música minha e do Tony Alves.
Então eu cantava essa música, essa música era a minha oração, era a música do momento, entendeu? Mas depois veio a música "Eu Vou Orar", que foi uma música que tem uma história também muito doida por trás assim. "Eu vou orar e Deus vai me erguer com sua força." Muralhas vão cair, nada pode resistir ao poder da oração. Essa música foi um sucesso, né, gente? Vendeu 50 mil cópias. Então assim, aí quando a gente lançou essa, essa era a música que só vinha essa.
E aí depois veio uma música, aliás, antes dessa, né, veio uma música chamada Nada Pode para o Poder de Deus, que é uma música sem limites. Sem limites. Você sabe que a gente recebe direitos autorais, né, das nossas músicas, né? E essa música gravei em 2011, depois eu gravei no novo CD em 2012, e aí Salete Ferreira da Canção Nova gravou, né? E vendeu muito, vendeu muito. Até hoje eu recebo sustento financeiro dessa música. Quando algo é de Deus Desde 2011 até hoje, quando vou lá receber meus dias atuais, tá lá essa música tocando em rádio, tocando podcast, tocando na TV, nos programas.
Alguém sempre querendo gravar. Então essa música, ela foi um divisor de águas na minha vida, né? Eu tava no momento assim, é, cantando, e havia uma transmissão, e aí veio uma voz assim na minha mente dizendo assim Aí tinha um pregador, né, uma mulher ministrando uma oração de cura, e eu tava ali orando, orando, orando, e num dado momento vem uma dúvida no meu coração: mas será que o povo tava sendo alcançado mesmo? Será que isso tá— vem uma dúvida no meu coração naquele momento: será que a graça de Deus tá acontecendo aqui mesmo?
Será que essa transmissão tá tocando as pessoas? E aí na hora veio a frase no meu coração: nada pode parar o poder de Deus. Ele pode chegar aonde ele quiser. E aí, meu irmão, tava em lá menor lá, o pessoal ministrando, nem sei que música era. Eu sei que na hora eu comecei a cantar: nada pode parar o poder de Deus, ele pode chegar aonde ele quiser. E essa música, ela é um tom menor, né? Então ela tem uma atmosfera assim de oração.
Então na hora A banda foi muito fácil, né, a sequência de nota muito fácil. A banda começou a tocar, a gente começou a repetir, começou a repetir, começou a repetir, e a comunidade cantando, a gente repetindo, repetindo, virou uma canção. Então essa música ela é muito especial, ela é muito especial porque ela, a partir daquele momento ali, uma luz acendeu. A gente regravou essa música, eu cresci depois com essas músicas muito boas, a gente viajou bastante.
E foi quando eu saí de Brasília e fui morar em Cachoeira Paulista, que eu fiquei lá 7 anos lá, né? Eu posso dizer que foi na Canção Nova porque eu estava lá dentro o tempo inteiro aprendendo, vivenciando, bebendo o carisma Canção Nova, participando dos programas, viajando com a Salete Ferreira. Ai, que saudade! Então essa música foi uma bênção. E Salete gravou essa música, depois gravou num DVD. Então um carinho de Deus assim, e o reconhecimento O que se engana é quem acha que Deus não reconhece os seus servos. Ele reconhece sim, que eu sou prova disso.
E falando um pouco desse período lá em Cachoeira Paulista, como é que foi essa experiência de beber o carisma da Canção Nova tão de perto durante tanto tempo, né?
Foi muito bom, foi muito bom, foi muito bom.
Mas aí reconheceu o seu carisma.
Eu vou explicar, foi no momento de muita dor Eu vivi uma experiência muito ruim aqui em Brasília, né, com uma comunidade, com pessoas, um momento muito ruim que não vale a pena a gente falar sobre isso, mas não foi legal para mim, me machucou, me magoou bastante, me feriu bastante e colocou em dúvida meu ministério. E nós já tínhamos no coração esse desejo de ir para águas mais profundas, porque É São Paulo, é o lugar onde as coisas acontecem, né?
São Paulo é o lugar, o São Paulo é um mundo, gente. São Paulo é um mundo à parte, né? São Paulo, não sei quantos milhões de paróquias, não sei quantos milhões de comunidades. Você, eu morei lá esse tempo todo, não consegui, nunca conseguiria rodar, né? Não tem como. Então, enquanto aqui a gente tem Taguatinga, Samambaia, lá tem um mundo inteiro para você ir e divulgar seu trabalho e trabalhar na evangelização. Então, nesse momento de muita dor, a gente percebeu que era o momento de viver um novo de Deus.
De novo, a areia incomodando a concha. E aí nós tivemos essa oportunidade, fomos para lá. Nós tínhamos também esse diagnóstico de que não teríamos filhos, de que a Brenda tinha problema. A gente estava vivendo um momento realmente que precisava ouvir a Deus. A gente foi para lá com esse propósito, né, de ver o novo de Deus acontecer. Só que Deus tinha muito mais, deixa muito mais. Assim que a gente chegou lá, eu fui muito acolhido pela comunidade canção nova, que já era aqui em Brasília, né.
A gente já tem uma história longa aqui em Brasília, mas lá eu fui muito acolhido pela comunidade canção nova. Eu fui muito acolhido por Salete Ferreira, que é minha grande— ela fala que é minha mãe, eu falo que você não tem idade para ser minha mãe, você é minha irmã. Minha irmã, né? O Tony frequentava muito lá também, a Canção Nova, né? A gente caminhou um tempo muito bom, eu e Tony Alves, né? Salete, ela falava: "Ai, sou mãe de vocês." Você não é nossa mãe não, você é nossa irmã.
Então Salete me acolheu muito bem, né? Ela me reconheceu como irmão de caminhada. A gente viajou muito junto, fizemos muitas missões juntas. E aí ela cantava lá no programa, cantava, ela canta no programa Ai, meu Deus, como é que é o nome do programa dessa letra? O Amor Vencerá. E aí ela, a produção me chamava sempre para estar nesse programa, eu estava sempre lá, eu cantava muito os acampamentos da Canção Nova. Então quem me via lá falava: 'Paulinho da Canção Nova', né?
Até hoje, né? É o Paulinho Sala da Canção Nova. E eu me incomodo com isso? É claro que não, eu agradeço a Deus Que as pessoas me olham e falam: 'Olá, Paulo, você tá na Canção Nova?' Porque a Canção Nova é uma bênção para o mundo, né? E aí eu estava sempre lá pregando, cantando em retiros fechados também ali na Canção Nova, porque a gente vê muito ali o que tá na tela, que tá na TV, mas por trás da TV a Canção Nova é algo tremendo, assim, é muito mais do que a gente pode ver, é muito melhor ainda, né?
Então eu pude participar disso, participar de retiros nas casas nas primeiras casas da Canção Nova. E foi um momento de muito crescimento. Eu fiz um caminho vocacional que infelizmente não consegui concluir, porque em 2018 meu pai ficou muito doente e a gente teve que abandonar e vir para cá, né. Meu pai infelizmente faleceu e eu não voltei para esse caminho vocacional. Logo veio a pandemia, aí você já sabe, né, a gente já deixou de fazer muitas coisas.
Porém, nunca me afastei da Canção Nova. Sempre que eu vou lá, as portas estão open para mim. Aberto sempre. Eu amo a Canção Nova e Canção Nova me ama. Nós somos irmãos de alma, somos amigos, né, amigos da Canção Nova. Canção Nova tem essa, não sei como é que é na Fidelidade da Cruz, mas lá tem a comunidade de vida, tem a comunidade de aliança, e tem a outra realidade que são os amigos da Canção Nova, que são as pessoas que sustentam a Canção Nova, né, no trabalho braçal, sustenta a missão do projeto da Em Almas.
E assim que a Então foi um tempo de muito crescimento para mim e muita cura, né? E muita cura, muita cura espiritual, muita cura interior.
E assim, né, no meio de toda essa sua ida às missões, sua vivência, tem aquela história inusitada, aquela história engraçada, aquele perrengue chique do show.
Conta aí um para gente.
Aquele aperto, você fala assim: caraca, mano, esse dia, esse dia Deus fez mesmo, viu?
Coisa, eu acho que daria um livro, né? Porque olha, eu já caí do palco, meu Deus, eu já caí do palco, gente, eu já caí. Ó, uma vez essa história merece ser contada. Uma vez eu tava no Gama, você já tem muito tempo, e aí os irmãos abençoados tinha mania de fazer o palco assim, umas tábuas pregadas, aí tinha uns buracos assim, sabe o que que eles faziam? Só colocava um tapete em cima. Então uma vez eu tô lá, né, muito bel cantando e tal, e a banda era muito animada e tudo, era um show Muito animado.
E aí, quando eu dei um passo assim, que eu gosto de ficar bem na beirinha do palco assim, né? E aí eu entrei assim no buraco assim, e eu entrei assim, ó, para proteger o microfone. Aí me rasgou assim, ó, até aqui. Fiquei meses isso aqui tudo ralado assim. Isso aí foi de boa, o pessoal morreu de rir, eu morri de rir, porque não tinha noção do que tinha acontecido. Mas quando o sangue esfriou, meu filho, Sabe o que aconteceu uma vez também? Eu tava cantando, né? Pode pegar esse livro? Pode?
Tá gravando nele.
Ah, tá usando. Beleza. Eu tava lá, né, cantando Papai, Isso Foi Ilusione. Sabe o que aconteceu? Um bêbado chegou e puxou o microfone da minha mão assim porque eu não queria cantar a música que ele tava pedindo. Eu fiquei assim meio sem entender, né? E o povo não queria parar de tocar para me ajudar, e foi uma confusão. Uma outra vez, essa eu não vou falar qual foi a cidade, eu estava cantando e aí a gente estava ministrando lá sobre a vida dos jovens, né?
Chegou um cara na frente do palco assim, fez assim para mim, mostrou um revólver.
E aí?
Que silêncio, velho! Não corre não! Ele fez isso, era uma festa, sabe essas festas de rodeio, né? Era uma festa de rodeio e tal. E aí lá num dado momento lá tinha show católico também, igual hoje em dia. Faz dias que não tô com esses dias aqui no Barretos, que é uma festa, né, tradicional. É claro que não era uma festa muito pequena, né, em relação, mas só para você entender, num dado dia lá era show católico. Mas a pessoa não tava gostando do que eu tava cantando, chegou na frente do palco assim e mostrou uma revolver para mim.
E aí, gostei cantando, falei, vai, não tô falando nada que eu não deveria, eu acho, tá cantando, tá nem pregando, né. Tá bom, quer mais?
Se você quiser contar, pode contar, eu tô aqui, eu tô aqui só para ouvir.
Uma vez eu tava, eu tava cantando, né, aí entrou um bêbado no palco e tomou o microfone de mim, empurrou e começou a cantar no meu lugar. E o mais legal dessas coisas é que você tá tão vulnerável lá, isso tá acontecendo, ninguém fala nada, sabe? A banda continua tocando, o cara que te contratou fica assim: olha lá o que tá acontecendo, olha, gente, e ninguém faz nada, né? Então assim, quem vive em missão às vezes se põe em risco, sabe?
Eu já dormi em rodoviário que a pessoa comprou a passagem errada. Você tem noção? Eu já dormi na rodoviária do Tietê, rodoviária super perigosa, tem em São Paulo, você escutou isso, paulista? Olha só, mas é uma rodoviária que de noite a galera vem dormir lá, né? Não, esqueci o nome agora, foi culpa da Benedetta, né? E aí eu tava, a gente viajava com as malas cheias de CD, né? E eu tava sozinho, né, porque eu ia encontrar com a galerinha em outro lugar e tal, o voo deu errado, eu tinha que ter descido no Tietê para poder continuar minha viagem.
E lá nessa rodoviária não tinha como seguir viagem essa cidade. Então tive que dormir lá. Dormir não, né, eu passei a noite, porque as pessoas falavam assim: não pode dormir com sua mala aqui. E tinha outras pessoas nessa situação, né? Você não pode dormir com sua mala aqui, você vai ficar sem nada. Então sim, situações como essa, né? Já fui esquecido uma vez. Eu fui para um evento no setor de chakras, né? Simplesmente o pessoal que me chamou para cantar foi embora, me largou lá.
Eu dormi lá no meio da rua, numa cidade que eu não conhecia. Então quando eu chamo você, essa galera de hoje de Nutella, eles não entendem por quê.
Se você tiver ouvindo essa história, você vai ver que você tela.
Não foi no Tietê, é a rodoviária principal de São Paulo, né? É a maior, não foi nessa, foi numa outra rodoviária, vai ter que lembrar o nome. Então assim, né, a gente viveu alguns perigos, né? Então hoje assim, eu já não me coloco em tantas situações, né? Outra vez também, né, eu tava, eu fui cantar no evento grande, e aí do camarim para o palco, né, quando é show, né, quando é show, né, do camarim para o palco tem um camisinha que você vai, aliás, já as pessoas te acompanham.
Quando chegou lá, e aí geralmente a gente fica, né, quando é show, uma coisa produzida e tal, que eu vou com a minha equipe, né, a gente fica ali na escada esperando. Aí você já sai de lá com seu microfone, seu fone, você fica ali na escada esperando, a banda começa a soltar a música A introdução, abertura do show, não sei o quê, aquela coisinha que ela fez, que tem, né? E aí o segurança não deixou subir. Oxi, não, não, não vai ter um show agora, você não pode subir aqui não, baixinho.
Aí eu: não, mas eu que vou cantar. Não, espera, deixa só terminar esse show aqui que você é só o cantor. E aí a banda teve que fazer de novo a abertura porque o cara não deixou subir para cantar. Coisa assim que eu olho, a gente rima na hora, né? Acelera o coração, você vê. Ah, já aconteceu outras coisas também, irmão. É muita história.
Bom, pensando em toda essa trajetória, se o Paulinho pudesse dar aí um conselho para a galera que tá nos ministérios de hoje começando e querem, né, e tem esse desejo de ser mais de Deus dentro dos seus ministérios, principalmente do de música, qual o conselho que o Paulinho tem para deixar para essa geração?
Olha, gente, o primeiro conselho que eu dou, inclusive eu dou para os meus filhos: verifique se você tem esse chamado, verifique se você tem esse ministério, verifique se você tem esse dom, ou verifique se você tem disposição, né, para se doar, estudar, gastar com isso que você quer fazer. É, esses dias meu filho de 9 anos queria cantar comigo. Falei: você ensaiou?
Não.
Você sabe a letra?
Não.
Então você não vai cantar, meu amigo. Não é porque eu sou pai que, né, tem a banda aqui não. Aí a mãe: ai, mãe, tadinho. Não, se não aprender agora, vai ficar aí fazendo ouvido do povo de Pinico. Gente, tem que cantar bonito mesmo, tem que compor bem, tem que submeter a letra para o padre ler. Então faça isso, não tenha medo de fazer isso, meu jovem. Estude mesmo, estude. Hoje tem aula de graça na internet, gente, pelo amor de Deus.
Vamos deixar isso aí na tela. Tem aula de canto de graça na internet, tem aula de violão de graça na internet, sabia? Na minha época tinha que pagar, na minha época tinha que viajar, eu tinha que sair, sabe de onde? Eu saía de Valparaíso para estudar música na Asa Norte. É longe para caramba, à noite. Eu domingo de manhã, eu não dormia até tarde não, eu saía do Valparaíso, eu ia para Asa Norte estudar, fazer canto coral, estudei, fiz canto coral na UNB, fiz canto coral na Escola de Música de Brasília, fiz canto coral na, uma professora da IBGE.
Então assim, eu não tenho essa culpa, né, de não ter buscado. Eu tô perfeito? Já nunca estarei. Ontem eu tava gravando, né, e o incômodo, ai gente, Parece que minha voz não tá mais alcançando o tom aqui, eu preciso voltar. Já comecei de novo, meu irmão, né? Então tudo que lança eu tô dentro, eu assisto, eu busco, eu não vou ficar para trás não. Eu quero cantar enquanto eu tiver vivo. Ah, vou morrer com 60, 70? Não sei, ninguém sabe, mas estou vivo, consegui ficar em pé respirando, pulmãozinho tá massa, vou cantar afinado.
Então verifica se você tem esse ministério e se você tem disposição para dar o seu melhor para Deus. Porque se você não tiver disposição para dar o melhor para Deus, tem outro querendo, tem outro. Nunca vai faltar, nunca vai faltar, né? Deus tem sempre mais. Deus tem sempre alguém, né? Às vezes a gente fica ali no lugar dando o nada, né, fazendo ruim. Ah, porque não tem ninguém para fazer. Sempre tem alguém, sempre tem alguém com dom melhor que nós ou com mais disponibilidade para aprender do que a gente.
Então esse é um conselho inicial que eu acho que já Resolve 50% assim dos problemas dentro dos nossos ministérios de música. A gente tem dado muito pouco para Deus, né? Tem investido muito pouco. Na minha época, sabe, a gente ensaiava. É, hoje a tecnologia nos ajuda e já não é necessário fazer assim, mas a gente chegava cedo no lugar que a gente ia ensaiar e ali ficava às vezes o dia inteiro. Às vezes ficava o dia inteiro, que era a fórmula da época, era assim que o pessoal fazia, né?
Então a gente também fazia, a gente ficava às vezes o dia inteiro ensaiando. Hoje é diferente, né, gente? Hoje cada um ouve essa música em casa, já tira ali, já escreve, pega na internet, papapá, e no dia chega e passa. Sabia que é assim hoje? Você sabia que se hoje eu for cantar lá no Paraná, eu não preciso morrer e sair acabando de lá, né? Ano passado eu fui cantar numa cidade que eu sempre vou, no interior de São Paulo, e outros lugares ao redor.
E eu ia fazer uma noite mais longa lá, né, de adoração, com muita música. Eu ia cantar muitas músicas minhas, é um lugar que eu vou muito, mas eu não ia com a minha banda, sabe? O que a gente faz? A gente manda a música antes, o pessoal ouve para dar liga, para a gente sentir que tá próximo do ministério. A gente marca o ensaio e passa com ele. Mas o pessoal é tão bom, você não precisa morrer de saudade como antigamente. Então hoje a tecnologia nos ajuda a servir a Deus, né?
Olha o que a gente tá fazendo aqui, né? Chegando a milhares de corações. Isso aí vai ficar gravado, muita gente. Nós vamos morrer e isso vai ficar. A gente precisa dar o melhor para Deus, principalmente não tem desculpa nesse momento que a humanidade está vivendo. Tá tudo muito fácil, tá tudo muito fácil, cara. Chato, né? Meu papo é pesado, né?
Não, longe de real. É aquele, como diz nosso fundador, o Tainan, né? É aquele deixa eu te situar na sua realidade, porque às vezes a gente fica—
é o Tainan Alivianon—
a gente fica ali, a gente fica naquele de no nosso mundinho, no nosso egoísmo, no nosso egoísmo e tudo mais. Mas assim, tem hora que é preciso, né? Deixar qual é, para a gente entender tudo isso que a gente tá vivendo. E olhando para sua trajetória, Paulinho, se você pudesse escolher uma música sua para resumir toda a sua trajetória, qual seria essa música?
É complicado, né? Uma música para resumir. Eu tenho uma música, o nome dela é Cristo Vive em Mim, que essa música foi gravada 2008 no CD 2008, né? Eu gravei justamente nessa época que eu tava lá no Pentecostes, que você citou. Eu posso cantar um pedacinho?
Claro!
Já não respondo mais por mim, já não decido aonde quando eu me sinto só. Lembro que em meio a nós está Jesus. Eu não sou mais eu, Cristo vive em mim. O pecado já não me condena mais. É linda, né? Essa é forte. Eu não sou mais eu, Cristo vive em mim. Eu quero chegar nesse nível, né, de abrir a minha boca e dizer isso, né? Como São Paulo diz: não sou mais quem vivo.
É quem tem o talento, eu quero chegar lá. Quem tem o talento, quem tem um dom, a gente tá aqui no estúdio assim meio boquiaberto, usando esse durexinho. Cara, é como se deixar a gente aqui pensativos, contemplativos, e não sei, a gente perde um pouco da nossa zona, né? Porque é realmente ver, né, o que Deus trabalha, o que Deus coloca na sua disposição, no seu caminhar. E cara, isso é muito bacana. Eu vi que você trouxe um livro, eu queria perguntar, é para vocês.
Olha só o nome do livro: Nada Pode Parar o Poder de Deus. É justamente aquela canção, né? Essa música, ela já virou muita coisa, já virou um livro, já virou um programa que a gente vai lançar em breve, né? Chamado Nada Pode Parar o Poder de Deus, um programa de oração, uma coisa bem simples, mas muito profunda assim. Aliás, esse livro, ele é, eu considero que ele é assim, eu coloquei na capa assim, ó, o manual. Essa capa ficou bonita, né?
Eu que fiz.
Ficou top, né?
Olha aí, ficou massa, ficou massa! Pode mostrar para os caras.
Nada pode parar o poder de Deus, o manual de crescimento espiritual para todas as manhãs. Bonito, né?
Massa!
Porque é como eu lido muito com pessoas que estão começando a caminhar, e eu tenho um apreço para essas pessoas, eu tenho um carinho muito especial por quem tá chegando, sabe? Porque eu me vejo na pessoa, principalmente se for jovem, não importa a idade, mas A pessoa que tá chegando, ela precisa de material para se aprofundar, né? E aí eu fiz um material muito simples. Minha esposa me ajudou muito nesse projeto, que é o quê? Ela ensina a pessoa a rezar, a orar, né?
A cada manhã você pede a Deus um dom. Olha que gostoso que é! Por exemplo, o dom da sabedoria, né? Bom dia, Jesus, bendito seja o teu nome, louvado seja por todos os meus filhos. Hoje eu desejo colocar em prática o dom da sabedoria. E aí a pessoa pede o dom da sabedoria, uma oração muito simples, altamente, não é longo. E aí a pessoa faz um pequeno diário espiritual, porque eu acho que o diário espiritual ele é muito importante na vida de quem tá começando, sabe?
Nem chega a ser aquele diário espiritual profundo que o Padre Jonas ensina na Bíblia do Meu Dia a Dia, não é, mas uma palavra, né? Em que momento Deus falou comigo nesse capítulo? Que eu aprendi na Canção Nova que a gente escrever, escrever a nossa história, escrever As nossas orações, escrever os nossos pedidos é um processo de cura. Não sei se na comunidade é assim também, mas na Canção Nova a gente tá o tempo inteiro escrevendo.
A gente, por várias vezes você escreve a sua história, e a cada vez que você escreve a sua história tem detalhes que você não tinha visto, tem curas que você não tinha visto, tem coisas que você tinha esquecido. Então escrever é cura, né? Então aqui a pessoa lê um pouquinho, escreve um pouquinho, medita na palavra daquele dia. Ai, sou apaixonado por E assim, a gente vende muito porque é uma segunda edição já, é uma leitura leve e é uma leitura profunda, e que incentiva a pessoa depois a querer livros maiores, né, livros mais complexos.
É porque a gente— ó, muito obrigada! A gente fica naquela ânsia, né, de querer começar e abarcar tudo, né, mas a gente também precisa ir pela simplicidade, pela intimidade, né, começar na intimidade, pelo caminho como se diz, mais estreito, mas também entender que eu não preciso abraçar tudo, né? Às vezes a gente chega e quer dar conta de tudo e quer chegar e rezar o terço, o rosário, depois ler tudo, mas é um processo, né? É uma caminhada.
E você falou assim, na comunidade a gente também tem esse processo, né? Não tanto da escrita, mas de entender que assim, existe um tempo para cada coisa e você vai caminhando, né? Aí você chega na oração, você não vai chegar e sentar aqui, conseguir contemplar meia hora e ir para profundidade, porque não é assim, é no passo a passo. E uma coisa que você falou, eu vejo isso também muito na minha caminhada, que é a questão do substrato, né?
A gente chega e quer: ai, Espírito Santo, mas aí já onde? Aí como? No quê? Qual que é o sentido, né, disso tudo que a gente tá pedindo? Porque se a gente abrir uma sala vazia, ela vai continuar sendo uma sala vazia.
Exatamente. Então assim, a oração tem esse poder de nos preencher, de nos organizar, de nos A gente pede uma coisa muito real. Espírito Santo, que às vezes parece que perdeu o sentido, né, de: vem, enche a minha vida. Isso tem um sentido muito forte, né? Encher de quê, né? Você falou uma coisa muito bonita: encher de quê? Encher da graça, né? Então esse livro, ele ensina a pessoa a orar. Eu acho que é um presente que a gente dá para as pessoas, é ensinar elas o caminho da oração, sabia?
E aí, gente, esse livro aqui, ó, você pode pedir lá no Instagram, tá? Entra lá, paulinho_sá. A gente envia para todos os lugares. Às vezes a gente, eu vou a lugares onde o sacerdote não tem condição de dar uma ajuda ministerial, um dinheiro, ou de levar a banda inteira, a gente manda o livro. Você não precisa, não precisa às vezes pagar um cachê alto, a gente manda os livros, você vende os livros, a gente vai, tá? Porque só em fazer o nosso livro sair de casa e chegar nos lugares é uma bênção, já é um alcance, né, Paulinho?
Caminhando para o final dessa nossa conversa, a gente tem uma pergunta que ela é tradicional de todos os podcasts. Que é, como se diz, a marca registrada do nosso podcast, que assim como uma das nossas baluartes fala do oceano, da imensidão que é Deus para gente, ela explica também que esse oceano não seria o mesmo sem a nossa gota de fidelidade, sem a nossa entrega. E a minha pergunta é: qual que nesse momento, nessa vivência do Paulinho, qual que é a gota de fidelidade que o Paulinho entrega hoje no dia a dia?
A gota de fidelidade que eu entrego hoje ao Senhor Isso, nesse oceano, a gota de fidelidade, eu acho que a perseverança. O que eu mais peço a Deus, com toda sinceridade do meu coração, peço: Deus, não me deixa parar de perseverar. Porque eu acho que quando a gente perde a alegria da missão, quando a gente perde a vontade de perseverar, eu acho que acaba tudo, sabe? Porque pecados nós teremos, quedas teremos, críticas teremos. Teremos perseguições, né?
Mas onde houver um coração perseverante— então eu tenho medo de, na minha pequenez, perder o desejo de perseverar. Porque se a gente tem esse desejo da perseverança, a gente passa por cima de tudo. Eu já passei por cima de tantas coisas sem perder o gosto da missão, sabe? É muito triste quando alguém perde o gosto pela missão e se afunda numa vida, né, sem volta. Então, ô Jesus, não deixa eu perder a perseverança. Me faz voltar sempre ao confessionário, me faz voltar sempre à Eucaristia, me faz voltar sempre aquele amigo que me leva para Deus, aquele amigo que me fala a verdade, aquela— me faça estar sempre com a minha esposa e nunca me desiludir, sair de casa e abandonar meus filhos.
Eu só quero perseverar, porque eu acho que quem perseverar até o final, que tá na palavra, será salvo, né? O resto é com Deus.
Aí sim, tá certo. É como se Mas é a nossa individualidade que faz tudo isso, né, junto com a graça de Deus se proporcionar ainda mais. Bom, chegando ao fim agora, eu quero agradecer, Paulinho, muito obrigado por essa conversa, por esse ensinamento, porque é igual eu sempre falo aqui no podcast, a gente transmite tudo isso aqui, mas eu acho que eu e o Abílio que estamos aqui somos os primeiros, né, a ser impactados, a pensar. Uma experiência única, com certeza.
Assim, é uma experiência única que a gente sai daqui, a gente pensa assim: não, hoje vai ser mais calmo, vai ser tranquilo. A gente sai daqui, que acaba tudo, vamos embora, mexer, tem que fazer. Então assim, tudo isso é muito bom. E eu queria agradecer, como diz, agradecer por essa partilha, por esse momento conosco, por essa troca, né, de crescimento. Isso é muito importante para a gente enquanto irmãos de caminhada, né. Muito obrigado.
Eu que agradeço. Eu acho que vocês exercem um mistério muito bonito vendo aqui, de ouvir, né? Que tem podcast por aqui, o pessoal não ouve muito. E assim, ouvir é um dom especial de Deus, né? Ontem eu tava com a minha esposa na rua e aí tinha um senhor vendendo umas roupinhas lá, né? E aí pouco tempo que a gente ficou com ele, ele começou a abrir a vida dele e falar tantas coisas. Eu falei: amor, olha, tá vendo esses filhotes aqui, ó?
Falei para ela: todos têm uma história, só que não tem ninguém para ouvir às vezes. Olha, a gente ficou um tempinho com ele, poxa, se eu pudesse, né, e ficar ali, eu vi, Deus, eu vi aquele, precisava de muita cura, né, e contando as histórias. Então assim, muito bonito, mas é o programa de vocês, né, de ouvir, que às vezes a gente não tem esse espaço. As pessoas só querem que a gente cante às vezes, sabia? A gente não tem espaço para mostrar a nossa vida.
Eu tô falando com muita sinceridade, não temos. Não temos. A gente até, os sacerdotes estão sem tempo, né? Sempre tiveram sem tempo, mas hoje tá muito frenético a vida, né? Para você conseguir às vezes uma direção espiritual é bem difícil. Então, se você tiver essa oportunidade, você tiver esse dom de ouvir, exerça, ouça, ouça as histórias, porque cada um tem uma história. E olha, é cada história legal, né?
E com cada história tem um aprendizado. Igual eu falei, cada capítulo Assim, com o aprendizado, com o negócio diferente, assim, cara, por que que eu não me toquei nisso, sabe? Às vezes é um ensinamento de Deus, às vezes é uma continuidade de uma formação que a gente teve na comunidade, uma continuidade de uma coisa que te dá um estralo, né, para realidade, para dizer assim, cara, olha, é tudo aquilo ali na teoria, é, mas a prática às vezes ela caminha por essa forma. Então isso é muito bacana aqui dentro do podcast.
Que bom, obrigado, viu, gente.
Eu que agradeço, Paulinho.
Bom, me segue no Instagram, por favor, Paulinho. Preciso de 1 milhão de seguidores hoje.
Bom, a gente, para a gente finalizar, a gente tem a oração da Escola de Fidelidade que vai aparecer ali. Então estamos aqui reunidos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Você começa, Paulinho.
Pai misericordioso, Deus todo-poderoso, tu que és a fonte da luz e da sabedoria, concede-me um coração ardente, fiel, sedento da tua vontade. Para compreender as suas obras e responder ao teu chamado à perfeição.
Jesus crucificado, servo sofredor e Filho de Deus, desejo permanecer aos pés da tua cruz, ao lado da Santíssima Maria, sua Mãe e nossa, e diante de suas dores cultivar um amor filial a Deus e perseverar na vivência da tua palavra. Eu?
Isso! Espírito Santo de Deus, Consolador fiel dos aflitos, derrama teus dons durante a minha jornada evangélica e fortalece a minha decisão de prosseguir com coragem ao encontro dos sofredores e pequenos, anunciando o Evangelho com alegria.
Ó Santíssima e Indivisível Trindade, que é essencialmente dom de si, é amor em sua realidade original e infinita, fortalece-nos para testemunhar e viver a comunhão à tua imagem e semelhança.
Nossa Senhora das Dores, rogai por nós. São Tomás de Aquino, rogai por nós.
São João Apóstolo e Evangelista, rogai pela comunidade católica, fidelidade Santa Cruz, por todos da Escola de Fidelidade, pelo mundo inteiro. Estivemos aqui, sempre estaremos aí, em nome de Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo.
Amém.
Bom, meu irmão, para você que ficou conosco até o final, meu muito obrigado. Amanhã não se esqueça, a gente tá lá no Spotify, então compartilhem também o nosso link lá no Spotify. Muito obrigado, fiquem com Deus e uma ótima semana a todos. Tchau, tchau!
Divina Graça
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