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Michael: A Cinebiografia que o Mundo Precisava? | Sobe o Som, Camarada #04

07 de maio de 202611min
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Neste episódio (o primeiro em vídeo deste quadro), o estagiário traz uma análise detalhada sobre "Michael", a cinebiografia que promete redefinir o legado de Michael Jackson nas telonas. Mergulhamos fundo na atuação de Jaafar Jackson e na forma como a produção conduz a trajetória complexa do maior artista de todos os tempos.

• Com: John Oliver.

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Participantes neste episódio2
J

João

Host
J

John Oliver

Convidado
Assuntos2
  • Filme Michael JacksonAtuação de Jaafar Jackson · Comparação com Bohemian Rhapsody · Foco na criatividade e relação com o pai · Reconstituição do clipe Thriller · Abordagem das polêmicas · Legado e influência de Michael Jackson · Turnê Bad · Destaque para o vitiligo
  • Dança e performance de Michael JacksonRei do Pop · Genialidade na criação musical e clipes · Toque de Midas · Influência na música até hoje
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E aí, camaradinhas, tudo bem com vocês? Eu espero que sim. E bom, hoje eu tô aqui sozinho, num formato diferente. E pra você que não tá acostumado, esse é o quadro Sobe o Som. E esse é um episódio em vídeo pra esse quadro. Pra quem não sabe, o primeiro episódio do Sobe o Som foi sobre o grandioso Michael Jackson, o grandioso rei do pop.

E nesse episódio eu não tava sozinha, eu tava com o Hudson e a gente comentou sobre a carreira do Michael. Como ele afeta a música até os dias de hoje. E o episódio de hoje tá sendo em vídeo pra diferenciar um pouco desse outro episódio. E também a gente não vai falar só sobre o Michael, mas sobre o grandioso tributo ao rei do pop dos cinemas.

O filme Michael finalmente lançou e eu tava muito ansioso pra esse projeto. Pra quem não sabe, eu nasci em 2010, então eu vivi num mundo sem o Michael. E pra mim, esse filme foi maravilhoso, porque eu consegui ver o Michael. Isso é maravilhoso pra mim. Desde criança, eu sempre assistia aos clipes, eu assistia aos filmes do próprio Michael.

Porque eu buscava uma maneira de conseguir visualizar ele. Por muito tempo, o Michael foi o meu artista favorito. E depois de assistir o filme, eu pensei, putz, eu preciso trazer isso para o Suavir o Som. Conversei com o Hudson, e aqui estou eu, fazendo uma versão em vídeo de uma crítica para esse filme. Então, cheguei de enrolação e bora falar sobre o filme Michael.

Bom, eu confesso pra vocês que eu fui ver esse filme de duas maneiras. Você assistiu duas vezes, João? Não. Eu fui ver com duas mentalidades diferentes. Por eu participar dos camaradas, eu sempre assisto filmes com um olhar mais crítico, pra estar disposto a escrever uma crítica depois ou gravar um episódio sobre. Mas esse filme foi pouco diferente. Além de ver só como um crítico, eu também fui ver como um grande fã do Michael.

E além disso, como uma pessoa da nova geração, que tá acostumado com cinebiografias como Bohemian Rapes Old ou até Rocketman. E antes de assistir o filme, eu vi algumas críticas, pra mim poder já analisar o filme e ver se eu concordo com o que as críticas falaram. E eu já vou dizer que eu fiquei muito feliz com o que eu assisti, muito mesmo. Tanto no meu lado crítico, quanto no meu lado de fã.

E pra você que ainda não assistiu o filme, já vou deixando um aviso que mesmo se tratando de uma cinebiografia, se você não quiser receber spoilers, então já fico alerta de que esse vídeo vai conter spoilers. Pra você que decidiu ficar, esquece as polêmicas sensacionalistas. Esse filme, ele não se trata de um documentário criminal sobre a vida do Michael. Tanto que o filme vai até a era bad, antes de acontecer as terríveis polêmicas.

Então não tem como mostrar algo num período em que ainda não aconteceu. O longa, desde o início, ele se estabelece como um tributo ao rei do pop. Um tributo visual. Permitindo pra gente que tá assistindo presenciar a era de ouro do Michael. Reviver aquela magia. O filme, ele quer mostrar como o Michael era um gênio. Muitas pessoas tão dizendo que o filme não abordou tanto isso.

Cara, eu acho que abordou sim. Eu consegui muito bem visualizar a genialidade do Michael na hora de criar suas músicas, na hora de criar seus clipes, seus minifilmes. Um negócio muito maneiro de assistir. E que...

A gente conseguiu ver como o Michael era grandioso no que ele fazia. Ele tem aquele toque de midas. Tudo que ele tocava virava ouro. E eu consegui ficar muito imerso no que eu tava assistindo. E é isso que importa pra mim quando eu tô assistindo uma grande produção.

principalmente uma cinebiografia, eu quero reviver aquela época, que é uma coisa que eu não senti muito assistindo Bohemian Rhapsody, que também foi um filme que na época eu fui assistir como fã, mas eu acho que aquele filme não abordou tanto as coisas que aconteceram naquela época. Tinha muita coisa que dava pra mostrar. Nesse filme do Michael, claro, tinha coisas que dava pra mostrar, só que desde a primeira cena do filme, a gente já conseguiu...

consegue ver que vai abordar o lado mais criativo da vida do Michael e a relação com o pai dele. Eu acho que foi uma excelente escolha de foco. Vendo os trailers, já fica claro de que o vilão do filme vai ser o pai dele. E dito e feito, aconteceu. Agora eu gostaria de falar das coisas que mais me impressionaram assistindo.

Primeiramente, não posso deixar de falar da atuação do sobrinho do Michael, o Jafar Jackson. Cara, foi incrível ver esse cara lá. Como ele dança bem, meu Deus. Eu já tinha tido contato com produções do Jafar Jackson. Ele nunca atuou antes desse filme, deixando claro. Mas ele tem uma carreira musical. E desde lá eu já via que a voz dele é idêntica do Michael.

Não só a voz, como também os movimentos. O Jaffer, ele não apenas interpretou o Michael, mas ele viveu o Michael. Ele incorporou a essência do tio, o magnetismo. E pra mim, era isso que precisava num filme do Michael. Tinha que ser uma atuação que respeitasse o Michael. Porque o Michael era um cara muito carismático.

A voz dele era uma voz infantil, no dia a dia dele. O Jafar, ele conseguiu fazer isso, ele conseguiu fazer a voz do Michael, ele conseguiu ter a aparência do Michael. E não só em questão de figurino, eu tô dizendo entre jeitos mesmo.

Porque é impossível de ignorar, já que ele é sobrinho do Michael, ele tem que ter isso. E cara, aquela cena do clipe de Thriller, eu consegui reassistir o clipe ali. Ele ficou idêntico ao Michael naquele clipe. E cara, que produção massa de assistir no cinema. Os bastidores daquele clipe.

que foi um clipe que marcou a carreira do Michael de uma maneira gigantesca. Então, cara, é um negócio muito satisfatório de assistir. É honroso. Eu tenho certeza que honrou a grandiosidade desse álbum na época. Agora, sobre a questão de não abordar a vida polêmica do Michael, eu acho que não tinha necessidade.

E quando o filme foi anunciado e a produção do filme foi revelada, cara, os familiares do Michael estavam ali, eles estavam envolvidos. Eu já tinha certeza de que não ia tocar tanto nesse lado polêmico do Michael.

E não tocou. Esse lado nem foi abordado. O filme funciona como um British Hits, só que vivo. A gente conseguiu visualizar as melhores fases da era de ouro do Michael. E para nós fãs isso é uma celebração. E para as novas gerações é uma aula de como o Michael revolucionou o mercado da música.

a maneira de fazer música. E quando ele evita as polêmicas, o desgaste das controvérsias, o filme mantém o foco onde realmente precisa, que é a música, que é a carreira do Michael como músico, a dança.

o processo de criação artística do Michael. E enquanto todos esses críticos buscam complexidade psicológica, o filme entrega algo muito mais valioso, que é a conexão emocional do Michael com as canções. É uma experiência pensada para o fã sentir, para o fã vibrar, para o fã sair do cinema cantarolando, sair ouvindo o Michael no carro, ouvindo os discos que apareceram no filme. O filme foi uma maneira da gente viver as músicas.

Os álbuns, os clipes do Michael, a dança do Michael, a gente sentiu, a gente vibrou assistindo. E eu achei perfeita a maneira como a narrativa acompanhou a vida do Michael. Desde o Jackson 5, a relação que o Michael tinha com o pai dele naquela época, até o auge da carreira do Michael, o primeiro disco solo, até Bad. E eu ouvi algumas pessoas falando, reclamando do filme tocar músicas inteiras do Michael. Isso é mais do que o necessário.

É uma cinebiografia do rei do pop. É mais do que o necessário tocar as músicas inteiras dele. E, cara, isso rendeu uma cena espetacular. Cinema. E foi da turnê de Bad. O filme termina com a turnê de Bad. E, cara, eu me senti assistindo o show do Michael. O Jaffer entregou demais nessa cena. A dança, o giro, o moonwalk. Cara, é incrível.

E a forma como o diretor seguiu a história do Michael até o final é respeitosa e contagiante. E com certeza honrou a história do Michael, o ícone que ele era e que serve como referência até hoje. Uma referência mundial. Agora você me pergunta, João, você não queria ver mais? Você não queria mais profundidade na história do Michael? Bom, sim, eu acho que...

podia se aprofundar em mais coisas. A vida religiosa do Michael, o vitíligo que foi citado poucas vezes e mostrado pra gente. E o vitíligo se tornou a doença do Michael Jackson nos dias de hoje. Eu acho que ele merecia mais destaque nesse filme. Mas como fã esse filme me agradou demais. Isso claro não deixou a nota ser 10 pra mim.

Mas não afetou tanto a minha experiência com o filme. Eu me diverti demais. Como eu falei antes, eu vibrei assistindo. E é uma experiência muito top. E eu tô muito ansioso pra parte 2, se ela acontecer. E por favor, que aconteça. Eu quero ver sobre o Rancho Neverland.

Eu quero ver a Era Dangerous do Michael. Eu quero mais destaque para o Vitiligo. E eu acho que o próximo filme tem tudo para ser um baita filmaço. Mas agora vamos para o meu veredito para esse filme, Michael. Para mim, Michael cumpre com maestria o seu papel. O que ele promete, ele cumpre. Ou seja, isso é uma homenagem definitiva para o Michael. É um filme para ser assistido, sentido e celebrado no volume máximo.

E sim, eu acho que é um filme que respeita o legado do rei do pop. E eu acho uma produção necessária para manter viva a chama do maior artista de todos os tempos. Então essa foi minha crítica. Comenta aqui embaixo se você já assistiu o filme e se você já assistiu o que você achou dele. Você concorda comigo? E se você tiver alguma ideia de episódio para o meu quadro?

por favor, comenta aqui embaixo ou manda no nosso e-mail, que é oscamaradaspodcast.com e o nosso Instagram, que ambos vão estar aí na descrição. Então é isso, muito obrigada por assistir até aqui e até a próxima!

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