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O HOMEM DE MIL VOZES (GABRIEL FANART) - NIZOLÓGICO #135

05 de maio de 20261h27min
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Gabriel Fanart tá de volta no Nizológico… e dessa vez ainda mais divertido.No meio de imitações absurdas, vozes que parecem impossíveis e histórias de bastidores, o episódio vira um caos do jeito certo, cheio de surpresas o tempo todo.Se na primeira vez já foi bom, aqui o nível sobe.Aperta o play e se divirta, afinal… aqui a gente cria o bicho solto.Nizo Neto: https://www.instagram.com/netonizo/Gabriel Marques: https://www.instagram.com/gabrielfanart2/Plugado Estúdios: https://www.instagram.com/plugadoestudios/?hl=ptPlugado Podcast: https://www.instagram.com/plugadopodcast/?hl=pt

Participantes neste episódio2
N

Nizo Neto

Host
G

Gabriel Marques

Convidado
Assuntos8
  • Imitações e vozesVovô Anésio · Manuel Gomes · Personagens do Pica-Pau · Kiko · Nhonho · Mickey
  • Dublagem e nostalgiaGarcia Neto · Pica-Pau · Chaves · Dubladores famosos · Sotaque paulistano na dublagem
  • Carreira de imitadorEntrevista no The Noite · Trabalho no Perrengue na Band · Stand-up comedy · Eventos geek
  • Experiências pessoais e insegurançasInsegurança pessoal · Traumas de infância · Pressão por ser filho de Chico Anysio · Dificuldade em fazer stand-up solo
  • Críticas e comentários onlineComparação com Igor Fina · Haters e engajamento · Algoritmo de redes sociais · Ciúme de dubladores
  • Desenhos animados e violênciaPica-Pau · Tom e Jerry · Papa-Léguas e Coyote · Desenhos adultos
  • Filmes e cultura popBastardos Inglórios · Era Uma Vez em Hollywood · De Volta para o Futuro · Star Wars · Cosplay
  • Experiências em casas de showShow em casa de tolerância · Big Night Show · Cine Iris · Profissionais do sexo
Transcrição232 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Vamos, amigo. Eu não tenho lado nenhum. Eu sou lá minha, né? Um prazer estar aqui de novo. Grande, Niso. Ah, obrigado. Não falei que foi o melhor episódio. Falei que foi o melhor episódio. Continuo mexendo com a emoção da galera. Pessoal aqui é louco por nostalgia. Você falou, pipoca. O Jubilê anda esquisito. Hoje eu tenho medo.

Quer uma voz muito parecida com a dele? Povo brasileiro. Tubarão da lei. Advogado paloma. Depois do nizológico, cara, muita loucura aconteceu, né? Teve de noite, teve esses personagens novos. E você roubou meu p*** do seu tonto. Ah, mas você que passou pra mim. Depois da larica, vamos comer muita coisa, hein? Não, teve dois amigos assim. Um chegou pro outro e falou, cara...

Esse aqui não é o filho do... O outro falou. Erasmo Carlos? Não. Que animal você se identifica agora? O diabo da Tasmânia. Qual é o meu amigo? Estou aqui no Zoológico. É bom demais. What the world? What the world?

Olá, humano. Bem-vindo a mais um episódio de News Zoológico. Estamos falando aqui diretamente do Plugar do Estúdio. Eu te peço mais uma vez essa chatice de você, por favor, ativar o sininho. Se torne membro, se inscreva.

aqui no canal e comente aqui, é importante o seu comentário, né? Pra gente. E hoje aqui no nosso Nisológico, a nossa fera maior de todas, Gabriel Fanart, nosso campeão de audiência. Ah, que isso, que isso. Que isso não, cara, os números não mentem. Um prazer estar aqui de novo, grande Niso. Ah, obrigado. Não falei que foi o melhor episódio, falei que foi o campeão de audiência.

Essa foi boa. Sacanagem, sacanagem. Se eu estivesse no The Noite, o Danilo falaria dessa forma. É, né? Ele é ator, dublador e apresentador do Nizológico. Nizo Neto! E ele tem essa coisa. Ah, o Diguinho é muito chato, né, filho? Essa imitação ficou uma bosta, velho. Só um desgraçado vagabundo.

Prazer estar aqui, cara. Depois de um ano e meio, né? Um ano e meio. Você esteve aqui em setembro de 24. Nós estamos agora no início de abril de... Estúdio novo, né? Final de abril de 26, né? É estúdio novo. Você viu o negócio do upgrade aqui, né? Passa rápido, né? Demais, cara. Ferris tinha razão, né? A vida passa rápido demais, né? Demais. Ferris é... É grande referência.

É, passa rápido, cara. E feliz de estar aqui mais um episódio. Também, pô. O podcast tá bombando. E é aquilo, né? Ciência, espiritualidade e humor. É aqui mais humor, né? É, essa é a ideia. A gente tá entendendo. Depois de um tempo, a gente começa a entender um pouco mais o público, né? É bom que a gente sente aquele feeling. Eu tô fazendo a coisa certa. É isso aí. Legal, legal. Agora vem cá, de um ano e meio pra cá.

O que aconteceu? Me conte as novidades. Nem te conto. Eu fui entrevistado pelo The Noite, em especial de Natal, foi muito bacana. Era um sonho, assim, pra mim, ter sido entrevistado. Ganhou quantos seguidores?

Acho que a referência ali foi Acho que uns 400 mil Não sei Com o tempo De lá pra cá Novas imitações surgiram Novas figuras Na internet

E pra mim, assim, eu nunca... Eu tenho um certo problema de não conseguir... Quando acontece uma parada no hype, eu não consigo fazer aquilo que tá no hype. Pra imitar tal coisa que tá no hype. E foi uma surpresa pra mim ultimamente ter feito o Vovô Anésio, que é o vovô do Brasil. Não sei se já chegou a ver ele alguma vez. Cara, ouvi falar. Faz aí. E aí eu... Escuto o que eu tô te falando, Caio. Não vá parar a quara.

que você vai ser pai, Caio. Vem na minha que você passa de ano. E macaco é 17. Perfeitamente. E o pessoal amou essa imitação. Falei, que isso? Bateu mais de um milhão lá. Jura? É, o cara vai entender, né? Que isso? Mais de 10 aí, produção? 10 milhões.

9 e 10, é, o vídeo do 9 e 10. E aí a gente foi lá. A gente foi lá conhecer o Vovô Anésio. Ah, foi lá? Muito legal. Como é que a gente recebeu lá? Opa! Mas ele ficou feliz? Ficou confuso. Quem que é esse cara aqui? Tem a voz igual a minha? O que é isso? Mas o neto dele foi um amor de pessoa com a gente lá, recepcionou a gente. Tudo muito legal, tudo muito simples, né?

E muito legal, assim. E surgiram imitações. O Manuel Gomes também está em ascensão agora, né? Vamos, amigo. Eu não tenho lado nenhum. Eu sou na minha, né? Agora sou deputado federal. Tá, esse é o Caneta, né? É, o Caneta azul. Então vai surgindo. E tem essa mão assim, né? Desse jeito, né? Se não tiver a mãozinha, você não faz. É bom demais. Eu gosto de arroz e cuscuz. Agora, final do dia, isso aqui, o punho do cara, o deputado, imagina.

doideira, né? Maluquice. Ah, cara, aconteceu muita coisa, nem lembro mais. Entrei na Band pra gravar o Perrengue, fiquei um ano lá também. Conheci muita gente. Perrengue é o Tatola, né? É, o show do Tatola também, 1989. Mas o Tatola é do Perrengue, né? É, é. É uma figura ele, cara. Eu conheci ele na festa de final de ano da Band.

Vi ele uma vez na vida. Só? Mas você não fazia o perrengue, pô? Mas não ao vivo, né? A gente gravava. Ah, entendi. Ele foi o único. Você não convivia com ele, né? Ele é bem punk rock, ele gosta de... Bem loucão, bem loucão. Eu tô sentindo que tem alguma coisa estranha. Tá tudo bem com o Tatola? Eu tô vendo que você tá meio...

pisando em ovos, assim, pra falar dele. Não, porque eu conheci ele um dia só. Ah, entendi. Mas é engraçado, porque a gente trabalha junto e, pô, nunca vi o cara, né? Isso acontece demais, cara. Eu fiz novela que você convive com a pessoa naquela reunião que tem grande, do início. Depois, se ela não faz parte do teu núcleo...

Você não vê mais. Na dublagem também. Dublagem agora. Porque é cabine separada. Agora você não vê ninguém. Antes era todo mundo junto, era muito legal. É, teoricamente, né? Ah, em parte, em parte.

Tudo na vida tem os dois lados, né? Tem o lado bom e tem o lado ruim. Com certeza. Era legal, a gente tava conversando aqui do Garcia Neto, né? As narrações dele. Também é o que entrou em ascensão aí as imitações dos personagens do Pica-Pau que eu comecei a fazer, que viralizaram muito, assim, muito mesmo. E bate uma nostalgia, né? Eu continuo mexendo com a emoção da galera.

e da minha também, né? Nostalgia funciona bem, o pessoal aqui que tá nos vendo aqui, nossa, cara, o pessoal aqui é louco por nostalgia. Gosto demais. Envolve tudo, geek, dublagem, voz, humor, imitação, é uma coisa louca, assim. E é uma puta responsabilidade, né? Porque se as pessoas assistem, é porque é legal, e aí você fala, meu Deus, mas como assim pode ser tão legal assim?

Vou continuar fazendo, então. Como assim estão gostando tanto de mim? Alguma coisa errada, né? Mas eu gosto muito do Garcia Neto. O Garcia Neto é uma figuraça. Ele tem uma característica na voz, né? Uma coisa galã, galanteadora. Ele era aquele voz de senhor galã. Exatamente. E esse T...

Que é do rádio teatro. É característico da galera dos anos... Característico de radioatores dos anos 50, que faziam as radionovelas. Os tiozão, né? É verdade. O Garcia tem essa coisa, né? Essa voz, né? Quando ele lia o cardápio do Pica-Pau, Codorna 22, Coruja 40, Esquilo 35, Gambá 20. Não há vagas. Fechado. Fechado. Fechado. Não há vagas.

Aí o pica-pau ficava puto, que não tinha nada. E aí eu comecei a gravar vídeos com a Isa, que faz o pica-pau, a imitação, né? A voz dela é perfeita, igualzinho do Garcia Júnior. É igual. É, porque tem dois pica-pau, né? Tem o Júnior, que entrou no lugar do Ony Casarré. Isso, é. Ony Casarré, que fazia o corintiano na escolinha.

Lá na escola mesmo. Muita gente não vai saber, mas se der um Google lá, você vai saber. E esse pica-pau do Garcia Jr. é perfeito. E o Garcia era criança, né? Ele tinha 10 anos na época. Imagina, pai e filho, que legal. Você vai dublar o pica-pau agora. E eu acho que era o Garcia que dirigia. Aí ele, legal! Da hora. E muitos personagens assim, o pessoal gostou em destaque, que foi o Gato a Jato.

Asas batendo. Marcha de decolagem. Turbinas e já. Acho que estou com anemia.

O cachorro, né? O cachorro da indústria vital. Em todos esses anos nessa indústria vital, esta é a primeira vez que isso me acontece. Todinha, minha velha, eu gosto muito de árvores, mas não gosto de picar pau. Você vê que toda a dublagem tem esse T, né? Esse T mudo. É, porque é o jeito paulistano de se fazer.

porque naquela época você tinha que ter um português assim, impecável na época do rádio, né? é, claro, uma dicção boa você falava se o português correto, tanto que essa coisa da dublagem de falar, deixe-o é, os tiras deixá-los, assim quando é o português perfeito, né? deixe-o em paz, você não fala nessa você fala nesta, tem todo um lance você não fala tá, fala está tinha uma época que na dublagem você não podia falar tinha que ser certinho, tinha que ser certinho isso vem da...

do rádio teatro, vem das novelas de rádio que era um pouco engessado mas pela época era o certo de se fazer, né? Pela época não tinha também uma filosofia de que o povo o povo às vezes é sempre muito humilde, né? Sim. E naquela época então muito mais e então era uma forma de você ensinar a língua. Com certeza. Sabe? Então tinha essa coisa do ICT. E é o que deixou clássico hoje em dia. E ainda tem paulistano que fala com ICT, entende? Ainda tem. O próprio Faustão, né?

é isso né Pelé também esses genéricos assim eu não sei muito bem entende não tinha um negócio que eu fazia num show cara como é que será que é o Pelé transando né é o seguinte eu vou gozar entende

Esse cinismo não presta, cara. Tem um do Inhonho que eu só faço em show, né? Não dá pra fazer aqui? Dá, é só ficar nervoso. Mas eu vou fazer. O algoritmo vai ficar nervoso, né? É o Inhonho. É o Inhonho ser momento de amor com Chaves, né? Virou meme na internet. E aí o pessoal pede muito. Não é culpa minha, gente. Não é, pessoal que gosta. Tem muitos fãs de Chaves que me acompanham aqui. Tem mesmo. Não, eu imagino, eu imagino.

E deu muito corte, porque você falou que não gosta, né? Não, falei mesmo que não gostava de Chaves. Aquela coisa que a gente tava falando da nostalgia, né? O Chaves, a mim, não sei porque eu fico explicando isso, mas não me remete à nostalgia, porque eu já era adulto. Então eu não via Chaves porque eu era adulto e tinha uma visão diferente da criança.

É verdade, imagina você assistir o Inhoinho. Ah, estou com uma fome, viu? Estou o dia inteiro sem comer. Ai, cai meu estômago. Os caras ficam pedindo o Kiko, eu cansei de fazer o Kiko também. Porra, eu vou mudar um pouco, cara. Eu sei que eu fiquei conhecido pelo Kiko, tá legal. Mas é aquele papo do Fred Flinston. Porra, não quebra, puta rachado, não quero.

Mamãe querida toda vez. Ah, e fez, tá vendo? Não tem jeito. A gente faz, não adianta. O pessoal vai pedir e a gente vai fazer.

Mas a roupa a gente veste quando tá pagando bem. Aí eu me visto... Aí você veste roupa. Aí sim. Não precisa estar pagando bem, né? Caso contrário... Mas você tá pagando, né? Já vai, né? É, com certeza. Pagando bem, você tá querendo demais, pô. Mas assim, Chaves eu tinha o quê? Eu tenho 30? Vou fazer 30 agora, em agosto. Você era criança, pô. É. Então, eu conhecia a dublagem através do Chaves. Essa é uma história interessante, quase ninguém sabe. Mas eu conhecia a dublagem e aí tinha uns caras estranhos no programa do Gugu.

E aí, esses são os dubladores do Chaves! Eu falei, tá perto... Valendo! Batida de coco! E aí, enfim... Puta, me passei agora. E aí meu pai tava perto na sala. Agora que eu entendi. Cacete, o cara foi macabro. Desculpa aí, desculpa. Não, não, não. Não se pede desculpa. Essa piada não se desculpa.

Enfim, meu pai tava perto ali. Fez, fez. Aí eu falei, poxa, parece a voz dos caras. Ele me corrigiu. Não, não. O que foi? O que foi? São eles mesmo, né? Como assim? Isso é você mitando seu pai, né? É, é zoeira.

E aí eu falei, caramba, esses caras fazem a voz que a gente assiste no chá? Isso pra mim é... É, porque isso foi loucura. Não, assim, por quê, né? Não são eles que falam? Exatamente. Essa foi a minha reação. Eu acredito que é a reação de muitas pessoas que não sabem o que é dublagem e que não sabiam na época. O Nilton da Mata.

Vai comprar pão, vai falar com a voz do Bruce Willis, né? É, tanto que naquela época, assim, como não tinha dublagem, não era... os dubladores eram completamente anônimos, né? É, então. Então, quando acontecia isso, acontecia muito em táxi, né? Você que loucura, cara. O cara te conhecia de algum lugar, sabe? Cara, eu tô te conhecendo de algum lugar, mas logicamente quando você começava a falar.

Ah, é, claro. Então era isso. E é bom que gerou emprego, né, pros dubladores agora. Porque todo mundo tá em relevância. Você, o Briggs, o Wendell. É, já era... O negócio é louco. Todos os eventos aí, Geek. Enquanto o Marco Ribeiro, o Manolo Rey. Você precisa ir também nos eventos. Eu já fui, Fátio. Vou falar com a galera. Não, tem dois agora. Tem um agora. Qual que você vai estar? A gente se encontra lá. Cara, eu vou num... Quem me chamou foi o Adriano, lá do MyFucking. Conheço, conheço. Ele traz o Greg, o Kiko, né? É, é. O Carlos Villagrã. É, é.

É, eu faço show lá. E um outro que é o... Esqueci o nome, cara. Esqueci o nome. Mas tem muitos. Legal. Tem muitos eventos. Tem que fazer mesmo, cara. Tem. É ótimo, pô. Porque a galera é muito fã de vocês. Muito fã de dublagem. Eu sou muito fã. Por isso que eu tô aqui. Por isso que eu faço o que eu faço hoje. Graças à dublagem, à nostalgia. E, cara, eu vivo isso, assim. Parece que eu tenho...

15 anos. Mudou muito isso aí. Quando toca nesses anos. Eu vi o DeLorean ali, eu falei, caramba, que da hora, velho. Eu sou apaixonado por The Wolf of the Futuro. O Wolf of the Futuro é...

Marti, Marti! Construí uma máquina do tempo, Marti! Mas, doutor... Você é o Mauro Ramos, né? Você fez a versão do Mauro Ramos, né? Porquinha do Vigiana, o Doc. O Doc tinha a voz, era o Eleu Salvador. É assim mesmo. É assim mesmo, era muito engraçado. Ô, Marti, vem aqui, eu quero te mostrar. Marti, Marti. Então, você vê, eu acho estranho. Pra você já é o normal.

Pra meio horti, porque se vamos fazer uma máquina do tempo, por que não fazer com estilo, que é meio pumba, né? Ratuna mataca. É, porque é o pumba, né? É, maravilhoso. Pumba, meio Sully, né? Do monstro, né? Pô, tive com o Mauro hoje, ele é demais. Pô, Mauro é um cridaço, cara. Maravilhoso. Tá de bengalinha ainda, não? Ele tem um problema na coluna, né? Eu tenho um problema na coluna, mas esperamos que isso melhore. É verdade.

Ah, adoro os dubladores, cara. Eu acho tão incrível isso. Eu até fico emocionado, assim, cara. Muito legal. Não, é um trabalho incrível, não tem dúvida. Até porque grande costinha, né? Seu pai, tá? Tu zoou. Nunca mais esqueço que eu tava num lugar, num bar. Já confundiram? Não, teve dois amigos assim. Um chegou pro outro e falou. Cara, esse aqui não é o filho do... Aí o outro falou. Erasmo Carlos? Não!

Eu ri assim, igual eu tô rindo agora

Sou, sou sim. Acho que é uma foto. Acho até que eu falei, não, não tinha foto. Na época era autógrafo. Era época de autógrafo. Ah, é verdade. É bom constar isso. O cara tinha que andar com uma máquina fotográfica pra tirar uma foto na época, né? Aquela flashzão, você ficava cego. É, aquele flash de cubo, né? Você botava num cubo que você acoplava. Você usava o flash quatro vezes. Nossa. Tirou, aí ele virava, automaticamente. Era um cubo, falando sério. Ele tinha quatro. Que loucura, velho. Usou os quatro, joga fora.

Nossa. Muito louco, né? Eu adoro coisas antigas. No meu quarto eu tenho uma mesinha lá que tem um Super Nintendo, os Playstation, os jogos antigos, tem uma filmadora do meu vô, que Deus o tenha. Tem também... Já de fita?

VHS, câmera de... Cara, eu acho que é de filme, não sei. É uma Sharp bem antigona. Ela até esfarelou o pompomzinho dela, a captação de áudio. Ela esfarelou tudo. Não sei se funciona. Fita cassete também tem lá o VHS. Não, Sharp já era vídeo. Sharp com certeza já era vídeo. Já, já.

Mas eu adoro essas coisas, essas tralhas. É legal. Eu acho muito da hora. E as coisas tinham mais qualidade, sei lá. Parece que é papo de idoso, mas... Eu acho que antigamente tudo era melhor. Os caras de 30 anos, vem com esse papinho agora, pô. É verdade, é verdade. As bolachas recheadas eram bão, menininha. Tinha traquina de banana. Era muito bairro. É uma delícia, traquina de banana. Meu Deus do céu. Era bom, era bom.

mas tem um sabor, eu sinto até hoje o gosto é, você continuou falando feito o Igor agora é o meu escape quando eu tô em stand-up, eu tô meio nervoso eu jogo um personagem pra não ficar tão nervoso e aí é bom porque solta povo brasileiro tubarão da lei advogado paloma

O Igor é bom pra soltar. Eu falo que cada um tem um personagem pra se soltar. Às vezes eu tô muito nervoso, tô sem álcool na cabeça. Tá ruim. O clima não tá bom. Aí é preciso fazer alguém, né, menininha? Véia do Yakuti. Uma vez eu fui abrir o show do Paulinho Gogó. Mil pessoas no teatro. Paulinho Gogó, eu, o público, acho que não combina muito. Praça é nossa. Coisas geek, coisas um pouco mais recentes. E aí fui lá.

Aí comecei a mexer com a galera, né? Olha, tinha um gordinho, né? Um velho engordo. Com cabelo branco. Falei, olha, até o oritoledo tá aqui. Um silêncio. Ô, delícia. Falei, puta cara, o que eu tô fazendo aqui? Aí eu olhei, tá velho, só tinha velho. Adoro os velhos, viu? Aí falei, olha, a moça do Yakult também veio. E ela...

Aí eu, puta, o que eu faço agora, velho? Aí fui pro caderninho, né? Eu fiz a piada. As piadas. Ai, Chaves, tira que eu vou cagar, viu? E o pessoal, silêncio. Aí eu falei, beleza, nunca mais vou fazer stand-up. Aí teve humorfobia com a galera do Pânico, né? Que é uma coisa mais... Opa, aí é pra mim.

E na época é o Manfrini, né? O Manfrini. O grande Manfrini. O cara me deu puta dica, cara. Puta dica. Porque assim, stand-up sózinho. Eu já fiz uns cinco, seis shows. E tô indo... Tô caminhando. E ele deu muita dica pra mim. Muita mesmo, assim. Puta força. O cara é muito da hora. Dizem aí que ele deu.

De não ficar muito com o caderno na mão. É, isso aí não é bom mesmo. Ficar de um lado pro outro. Dar tempo para as piadas. Porque aí você fica muito afobado. E como são 10 minutos, você fala, puta, não vai dar tempo. Vou contar uma atrás da outra. Você não vai dar tempo pra galera, pro artista esperar a reação do público. Então, cara, são coisas, palavras-chave, coisas importantíssimas que ele falou pra mim. E nesse do Morfobia foi muito, muito legal.

Eu falei, caralho, é isso que eu quero fazer. É esse grupo que eu quero estar, entendeu? Entendi. E como o Manoel Gomes estava em ascensão, aquele negócio do ah, cede de direita ou esquerda. Eu sou na minha, né? Puta, o Bola riu, todo mundo riu. Eu falei, caramba, a gente não espera, né? A risada é boa quando a gente não tá esperando. Exatamente. Muito da hora, cara. É um tesão isso aí. É inacreditável, cara. E esse pessoal, talvez, que não tenha rido lá no dia do Paulinho...

não tô falando acertar, eles falaram pô, aquele menino é bom, né cara teve, teve às vezes o público tá gostando, mas não ria não se entende porque é aquele grupo em si sim, sim, e comparado com o número de pessoas, eu tô acostumado a fazer no MyFucking que tem 90, 100 pessoas, Hilários tem o que? umas 200

200 pessoas no máximo. Então você vê mil pessoas e você fala, puta, aquela luz na cara. Meu Deus. É opressora. Aquela cena de filme, né? É opressora. Fica tudo em silêncio, aquele twin. É, aí você fala, cara, precisa ser agora. O que eu vou fazer? E é legal começar a lançar essa carreira no stand-up, porque aí você começa a abranger um pouco, né?

É lógico. Eventos. Quanto mais coisa fizer, quanto mais estilo você tiver, Mas eu gosto muito do MyFucking, cara. Eu não sei, eu tenho um carinho. Não, o MyFucking é muito bom. É como ir no SBT. É muito bom. É uma coisa, eu tenho um carinho enorme de ir no SBT, cara. Não, porque lá, o MyFucking, eu acho a melhor.

o melhor comédia de São Paulo, eu acho. É louco, cara, é muito legal. Assim, porque ele é a melhor estrutura, né? Você vê a comida, entendimento, né? É maravilhoso. Nossa, aquele hambúrguer lá. Sem puxar a sardinha, mas a batata frita de lá, acho que é a melhor que eu já comi. E eu não gosto muito de batata. É bem gostoso. O smash é muito bem feito. É muito bom.

É legal. Não, é bonito. O lugar é bonito. Um lugar que tem aquela cara, né? De casa de... É meio que americano. É. Não, é estilo americano total. É, com certeza. Estilo americano total. E o americano ainda tem lugares que são bem... Até mais como é o Bixiga. Mais underground. Sim. Tem de tudo lá, né? Também. Ah, eu gosto. Eu gosto mais de assistir do que fazer, cara. O quê? Stand-up? É.

É, cara. Eu vou com os dois. Eu ainda tô com aquela pressão, né? Aquela pressãozinha, mas uma hora acaba. Mas assim, é tão próximo já ao que você faz, cara? Pois é. Você pode botar suas imitações. É que eu sempre fui uma pessoa muito insegura. Eu comecei a trabalhar isso não faz nenhum ano, assim. Sei. A questão de relacionamento, traumas de infância também.

entra uma pauta meio bosta, assim, mas... Não tem nada de bosta, cara, isso é sério, pô. Não, assim, querendo pular essa parte de falar coisas ruins, eu não gosto. Mas eu sempre fui muito seguro. E comecei a trabalhar nisso recentemente. Pô, eu sou bom mesmo, cara. Não sei por que eu tô dessa forma. Às vezes eu parava pra pensar, pô, por que você tá assim, velho? E o Giovanni também me ajuda muito nisso. Ele é o cara que sempre acredita em mim, tá aí comigo aí há quantos meses já? Um ano já, né? Porque ele tava nos Estados Unidos.

Ele é um brother, parece... É um ano assim, já dá, já dá... É... Porque ele tinha um projeto, né, pra me trazer pros Estados Unidos, ele era de Utah. A gente ia gravar um podcast lá. E era também com... Como chama o ator do... Que faz o... Eu, a Patroias Crianças? Andrew. Que é o Tony, né? De qual? Do Eu, a Patroias Crianças. Ah, tá, tá, tá. O Tony, que é o Rodrigo Antas que faz. Ele tem essa voz assim. E aí, senhor Caio?

E aí ele ia trazer esses caras pra lá. Tinha essa voz do Rodrigo antes, né? Tinha, tinha. Agora já deve estar com 40 anos. Ele tava devendo uma cerveja, hein? Ah, é? Em São Paulo. Ele falou. E aí, cara, vamos tomar cerveja. Quando tiver em São Paulo. Aí eu vi que ele tava em São Paulo, não me avisou, viu? É, né? Mas ele é da hora, a gente troca muita ideia também. E aí teve esse projetinho, não rolou, porque o João não veio pro Brasil, né?

E aí, tamo aí, tamo junto até hoje. Eu sou também cheio de insegurançazinha, isso aí é assim mesmo, cara. Ah, você não. Não, sim, sim. Como não? Seu pai é o Chico Anísio e você é um dizoneto. Então, por favor. Tá vendo? Viu como é? Tá vendo a moral? Tá vendo? É assim. Sentiu a pressão? Sentiu? Talvez por isso, talvez pelo meu pai ser o Chico Anísio, justamente. É, mas isso é muito normal, cara. E você subir no palco sozinho...

Não adianta, você fala assim É hoje, aí você fica assim E quando você tá num show com outras pessoas É mais confortável pra mim Se o show for ruim, não é totalmente culpa sua Exatamente, e é mais provável Das pessoas rirem de outras pessoas, não só de você Tem mais chance de Dar bom ali, né Exatamente, e quando tá você sozinho Aí as pernas tremem E o tempo no palco parece, cara

E quando tem aquele timerzão, assim? É, que não passa o tempo, né? Nossa! O pior é isso. O pior não é o tempo passar correndo e você tem que diminuir o show. Pior que a porra do tempo não passa, cara. Eu acho que o pior que isso é você rir da sua própria piada e ninguém ri. Que já aconteceu, eu já assisti muita gente que... Ah, acontece. Que dá... Ah, não sei o quê. E o pessoal, tipo... Nossa, é muito ruim. É engraçado falar disso, pô. Não, e o vazio que dá quando eu rio?

Parece que o o ar solidifica, né? O ar vira um gel, sei lá. Demais, cara. Cara, é horrível demais. E olha isso aí, todo mundo, cara. A gente tem aqui, acho que você deve estar também no episódio. Acho que ele tá, né? O meu... Dos imitadores? Não, os perrengues, é. Ah, esse eu não vi, acredita? É o pior show da minha vida. Eu preciso assistir. Acho que você não tinha ainda tido o seu... Não tinha nascido ainda. O seu pior show.

Com certeza. Agora já temos material pra fazer o 2. Isso aí, tudo que você tá falando. Verdade. Inclusive, depois do Nisológico, cara, muita loucura aconteceu, né? Teve de noite, teve esses personagens novos. Agora do Pica-Pau, que viralizou muito. O Jubileu mesmo. Como é que é do Pica-Pau? Como é que era aquele Urubu? Era o Zeco Urubu? E o Zeco Urubu que é o Mauro Ramos que faz, né? É, mas agora, né? Mas é aquele mais novo. Que não é mais novo, né? Porque agora tem aquele Pica-Pau ruim.

Mas o Enzigão, na época do Garcia Neto, acho que era o... Quem é que fazia, cara? Na verdade, são vários, né? Acho que era o Valdir. Mas uma vez o Garcia Neto fez aquele... Ouça, neném, eu não quero o seu dinheiro, eu só quero você. Esse Zé Corubu, mais assim. E tem o Corvo, né? Que é o Jubileu.

Você falou pipoca. Que tipo? Pipoca quente da manteiga? É onde? Você é um amigo, amigo. O Jubileu anda esquisito. Hoje eu tenho medo. Inclusive com a Isa dá muito certo. A gente já chegou a 20 milhões de visualizações. E tem o do rachador, né? Estou procurando rachadores. Não, aquele que faz. Não, assim.

Eu não fiz... Eu fiz... E se fizer... Outra vez, que passo o lápis. É muito bom, velho. Que memória boa, hein? Cara, pica-pau, me lembro que o episódio mais clássico, era o afinador de pianos, não sei se você lembra.

Era mudo? Não tinha fala? Acho que pouca fala. Ah, eu sei. Ele tava meio que num cenário velho oeste. Cara, eu não lembro direito também. Eu lembro que era só música. Ele tentava brigar com os vilões dele lá e tocando piano. Não podia parar de tocar. Sei, sei. Eu acho que é esse, não é? Eu acho que esse não. Você era um afinador de piano mesmo, que o cara ia tentando afinar o piano e ele, cara... Ah, eu sei. Azucrindando a vida do cara. E o pica-pau, cara, eu falei isso aqui há pouco tempo.

dei exemplo do pica-pau, o Tom Ingeri aí começa, né nos comentários que eu falei, cara, os desenhos eram muito mais violentos, assim, né inclusive é por isso que era muito bom é, o cara pegava uma marreta e bum, e o personagem parece uma borracha é, o cara pegava um machado e cortava o cara ao meio tirava uma arma o Tom Ingeri com o cigarrão um negócio desse tamanho, com um cano desse tamanho bum, na cara, né né

Aí começa, não, não era violenta. Porque hoje é o mimimi. Cara, era muito mais violenta do que era. A gente assistia esse negócio, mas não quer dizer que a gente vá fazer com as pessoas. Não tem nada a ver. É, algumas fazem, né? Ah, mas também é. Aí entra no quesito gardenal, né? É, mas olha o que tem aí de... Mas eu sinto falta disso nos desenhos. Por isso que a gente apela pra...

os desenhos adultos Mr. Peoples é muito pesado é um desenho adulto, né? é, Family Guy sim, sim, exatamente são desenhos que eu sinto falta e tenho que assistir eles porque, né, a violência, a piada a gente precisa disso, cara não vai ficar domando as coisas ah, vamos fazer um filme, uma animação a sequência, não, não, vamos vamos fazer um filme, uma animação

sem piadas muito fortes sem violência, sem sangue então não faça, feche essa espelunca não faça, porque a gente gosta a gente cresceu com isso, não tem nada a ver uma coisa com a outra e o ser humano ele é, isso dá na natureza do ser humano o ser humano é agressivo, o ser humano é violento era um puta míssil, jogava no Jerry, o Papa Legos e o Coyote com o Acme inclusive vai sair um filme agora deles quero só ver se vai ficar e o Coyote com o Acme

Mas é... É com... Pelo perceber, é na pegada Space Jam. Pessoas com desenho, sabe? Mas que pessoas que tem no desenho de Papá Legos? Não tem nada, é só... Então, mas é que estão no mundo real. Eles gostam de fazer isso hoje em dia, né? É, pra trazer pra realidade. O Sonic, mesma coisa. Ah, mundo real, Sonic, universo, multiverso. Depois que inventaram o Doutor Estranho, o pessoal não parou mais de fazer. No Smurfs, mesma coisa.

Dá mais trabalho fazer aldeia. E é tudo a mesma coisa. Dá mais trabalho fazer aldeia, aquela coisa toda. Então, traz eles pra...

Eles invadem Nova York Hollywood e Itafezes

Tá uma porcaria com 150 de pureza. Esse é o vinheteiro, não sei se você conhece. Conheci com ele ontem, cara. Maravilha. Estivemos hoje com ele lá no machismo com Meirelles. Ele é um doce. Que pessoa maravilhosa. A gente foi na casa dele hoje, só tem piano lá. Coisa antiga. Você entra assim, começa a tocar Vivaldi, Beethoven. Meu Deus, tá tocando isso mesmo.

Entra aí, fique à vontade. Falei, caramba, eu ia testar de camiseta e short nelo. Ah, eu vou pôr minha roupa. Caramba, então vai por essa roupa. Vou pôr minha roupa. Até vai falar, vou pôr minha roupa. Porque o minheteiro não pode vestir camisa e short. É fezes. Onde tá meu terno?

Ele fala no 0.5, né? É, e aquele também mesmo entende, né? Que é o Garcia Neto. Tem um pessoal que hoje fala isso, é. Tem aquela linhagem. Isso aí eu acho que vem do italiano. Isso vem do... Margarete. Me lembrou Bastardo dos Inglórios. Eu adoro esse filme.

Cara, eu comecei a ver esse filme, não sei o que aconteceu, como eu distraí, parei e não voltei. Sabe o que acontece? Não faça isso. É, é um filmaço, né? O último que eu assisti, que eu não tinha conhecimento, era uma vez em Hollywood. Puta, que filmaço, velho. DiCaprio é um puta ator, velho. Ele é bom. Ele tinha que ganhar um Oscar todo dia. Ele é muito alto. Ele precisa todo dia, não precisa, né? Não tem Oscar todo dia. Quem? Christopher Waltz, que faz o...

No Django Libre, ele faz o que salva os crioulos lá. E no Passar dos Inglórios, ele faz o nazista que vai atrás, né? Ah, tá. Ele faz sempre meio que um alemão, né? Onde é que eu vi ele agora? Ele fala quatro idiomas. Frankenstein que ele fez, eu acho que agora, né? Acho que ele fez. Ah, isso eu não vi. É. Você vê, eu tenho dificuldade de ver filmes atuais. Eu não sinto vontade de ver. Por quê? Não sei. Eu gosto de coisa antiga. Aham. Tá negro chato também, né?

Não, cara, é teu gosto. Eu gosto mais, tipo, eu vejo o catálogo na Netflix. Eu pego De Volta do Futuro, Caça-Fantasmas, Goonies, aquele do Tom Hanks que é horrível, que ele é criança e vira adulto e é o Tom Hanks. Não, é Big. Quero Ser Grande. Quero Ser Grande. Que um final deveria ser totalmente diferente. É mais um filme de adulto que vira criança, ou de criança que vira adulto. E é uma puta coisa errada, né? Ou de mulher que vira homem, de homem que vira... É típico, deve ter uns 20. Mas como é clássico, eu acho interessante a...

Eu fiz o Tom Hanks nesse, mas num pra DVD. Ah, você fez também. Pra passar em DVD.

Não é o que passava na TV. Você vê que sempre eu faço os que... Ou é pra VHS. Não dá certo, né? Não, mas já é uma... Não, com certeza. Já fazer uma das versões. É aquela coisa... O Big, é, cara... Eu gostei, eu gostei. Cai muito no lugar comum. Tem 10 desse. Mas é legal, acho que... Psicopata americano também, acho muito legal. Psicopata americana com aquele... Com o Christian... Christian Bale. É, é.

Você fica incomodado de assistir esse cara, velho. Ele é muito sinistro. Ele tem cara de mal, né? Muito, velho.

O plugado mudou, e não só de endereço. Agora, além do estúdio audiovisual, temos espaço para eventos corporativos de até 32 pessoas. Em parceria com a Agence, estamos na Berrinha, grande centro corporativo de São Paulo. A gente produz vídeos corporativos, podcasts criativos, faz lives e agora também temos um painel de LED fixo de 8 metros de largura que nos permite criar diferentes cenários e atmosferas. Estamos prontos para receber seu encontro corporativo e produzir seus conteúdos.

Esse é o Plugado. Novo espaço, mais possibilidades e a mesma essência. Vem produzir com a gente. Só que eu não assisti a dublagem que aquele... Eu não lembro o nome dele. Ele fazia aquele gordinho do KND que ele fala meio você é uma piranha horrorosa. Eu não assisti com essa dublagem, eu assisti com outra. Então já não foi tão legal.

Eu vou desfaquear e dançar no seu sangue. Aquele gordinho de quê? Gordinho do KND. Ah, ele faz o Dexter também, o desenho. Ah, é o... Você sabe qual que é, né? É o Zé Luiz? Puta, eu não lembro agora. Ele fazia o Dexter, fez o gordinho do KND. A voz dele, inclusive, afirma. Ah, é o gênio, né?

Não, o Pedro Eugênio é do Billy. O Pedro Eugênio é exatamente... Você chamou ele pra vir aqui já? Cara, ele é do Rio, né? Nossa, ele é maravilhoso, velho. O que mais faz sucesso hoje em dia... O Rio tem tanto tempo. É o do Billy, a imitação do Billy. Aham. Que é uma voz muito parecida com a dele. Não é ele, não?

O que? O Billy? É ele, ele. Ah, tá, tá. O Pedro Eugênio é ele que faz. E o Massa Cinzenta do Ben 10, né? E aí é meme na internet. O pessoal ama a dublagem do Pedro Eugênio. E eu sempre faço o Billy, Billy pra fazer um teste. A galera tá gostando. Puta, é sucesso na hora certa. É, eu fazia o chama do Ben 10 aquele fogo, né? Verdade, verdade.

Pô, eu lembrei de você porque agora, como eu jogo um pouco Fortnite, eles sempre pegam a gente na nostalgia também. Tudo quanto é coisa tem no Fortnite. E agora tem o Ben 10 e eles se transformam no chama. Falei, puta, Nisão, você não vê o chama, você vê o dublador. Mas tem a minha voz lá? Não, não.

Ah, eu não fiz esse game. É, então. Não sei por que eles não querem dublar, porque tem muita coisa. Ah, não tem coisa, não tem a versão em português, né? O que você quer dizer? Ah, não, porque é só o personagem mesmo, né? Entendi. Mas você vê, é engraçado, porque a gente não vê o personagem, a gente vê o dublador. É, quando você... Porra, ô no Niso aí. É. É, da hora. Isso é uma coisa ruim, assim, do dublador ser famoso.

sabe? Porque a dublagem tem que ser transparente. É pro público esquecer que é dublado. E mesmo assim, não tem como. Muitas vezes não tem como, né? Porque não são todas as dublagens, são boas também. E com muitas vozes famosas, assim, também. Então você já... Pô, é a voz de fulano, isso aqui é aquele mesmo cara... Ficar num círculo pequeno, né? Você fala, meu Deus, parece que... Mas são bons profissionais, né? Exatamente, mas assim... Mas assim, você sem saber quem é a pessoa...

você consegue abstrair um pouco mais e meio que se a dublagem for boa, esquecer que é dublado. Sim. Então, teoricamente não é pra você ficar apreciando o trabalho do dublador como fã do dublador, entendeu? Tá entendendo o que eu quero dizer? Com certeza. É pra você esquecer e pra achar que é aquele cara que tá falando. É, exatamente isso. Pra mim é um pouco dos dois, né?

Alexandre Moreno, gostei da dublagem. Vou continuar assistindo e parece que é o cara que tá falando. Se colocar legendado, você fala, não, o que que é isso? Não é a voz do cara. Se não for o Derek falando com essa voz do Grey's Anatomy, eu não sei o que eu faço, poxa. Charlie, o Alan de Dois Homens e Meio, né? Eu tô muito feliz de estar aqui, né? O Moreno é muito bom, cara. Nossa, que voz, cara.

Não, e o jeito, né, de falar assim, que a voz, na verdade, eu acho de menos. E ele era um cara muito tímido, né, o Moreno? Ele não aparecia. Não, e ele eu já chamei e falei, Moreno, que se eu estivesse em apoio, ele falou, não faço podcast. Eu não faço podcast porque eu tenho vergonha. Eu não faço podcast, eu não gosto, eu não gosto. Eu não gosto de falar em apoio. Eu não gosto. Aí tá o cara fazendo evento aí, puta, muito legal, cara. Ele faz evento? Super apoio.

Ah, ultimamente ele tem feito uns eventos aí, não sei se foi no Rio, alguma coisa. Mas ele tava lá com o microfone com a galera lá. Ele é muito inteligente, é um cara... E traz público, hein? Puta, o cara é venerado demais. E ele é dos meus, assim, da galera que critica bastante a dublagem, sabe? Ah, é? Ah, eu tô doido pra ele ir num podcast. Não, se ele vier aqui, meu amigo, a gente vai ser cancelado. Vai ter que ser só pra membros, né? É, exatamente.

só para membros acima de 25 centímetros. Com certeza. Para restringir bastante o público. Você me lembrou agora o mexicano do pica-paca. Não sei por quê. Essa tonalidade que você usou. Quero dizer que está de cabelo vermelho e de grande nariz. É que faz. Eu não conoco, senhor. Não conoco.

Muito legal, cara. E engraçado que as dublagens antigas tinham um som diferente também, né? É, o som bem ruim, né? É, que é o que também caracteriza, né? Eu lembro que antes do Mon Jardim, tinha aquele que passava no SBT, mas era com a dublagem antiga do Pernalonga. É, que era o Cauê Filho. O que é que fazia? Que tinha aquela musiquinha brasileira. Era muito nostálgico. E aí tinha aquela voz toda...

distorcida, aquela qualidade ruim, mas era tão da hora se tinha aquilo, cara. É, porque é te dar aquele... E essa dublagem antiga, eu gosto das duas, na verdade. Te dá, te dá aquela coisa de raiz mesmo, né? Sim, sim. E a gente tava falando também, pra não perder o fio da meada, sobre substituições, né? Que algumas deram certo. Acho que o do Moreno, a transição do Monjardim pro Moreno do Pernalonga, acho que casou super bem, não dá nem pra perceber, às vezes.

O Pertalonga dele é um pouquinho assim, né? Do Monja, né?

Não, esse aqui é do Moreno. Ah, do Moreno. Do Munchadinho aqui. Ô, diabo. Que que vem, menininho? Sai daqui, rapaz. O diabo da Tassi vai pegar você. E olha... Ô, diabo. É uma coisa mais... Histriônica, né? Uma coisa... E do Moreno é... Ah, então meio calmo, né? Ai, bobo. Para com isso. Ele é um... Quase o Igor Guimarães, né? É o Igor que podia dublar só o Pernalonga, né? Isso, é. Entrar pra dublar... É o Pernalonga 10 por hora, né? Um dia o Igor falou... Nisso!

eu quero fazer dublagem, bota pra fazer dublagem bota pra fazer dublagem, eu quero fazer dublagem falei Igor, temos um problema que é a sua voz só se for fazer ele mesmo exatamente, vai ficar um pouco restrito vai dar muito certo eu falei, você não tem que fazer dublagem, você tem que ser dublado você tem que andar com o dublador do seu lado com certeza você contrata um...

contrata um dublador, vai pagar por hora e o cara fica te dublando, porque com essa voz, querido, vai ser difícil. Aí gera um custo, né, desnecessário. Então é melhor deixar pra lá. Deixa pra lá. Oito, nove horas por dia. E você, a gente fala de voz, dublagem, mas tem um exemplo do xaropinho, né, o Eduardo Mascarenha. Você vê, o cara, ele é ventríloco. É xaropinho, é coisa minha, é minha. É uma coisa, fala, fedido. Ih, ih, ih, esse é meu padrão. E ele fica numa posição, cara, ele fica assim, ó.

E aí

boneco assim. O cara é muito desconfortável, né? Ele pega o... Não é o TP, é o retorno, né? A tela de retorno, assim. Ele fica olhando por lá e faz aqui todo desengonçado e o cara faz... Eu lembro do Loro José, era a mesma coisa. O cara ficava numa posição... Cara, que loucura, velho. Você tem que atuar, ver o telão numa posição horrível. Manipular o bicho lá. Manipular, fazer as piadas em tempo corretíssimo. É, doideira. É, verdade. O cara faz o quê? Há 30 anos isso. Cacete, hein?

E ele convidou a gente pra conhecer o SBT Eu perguntei o Ratinho, meu que legal O SBT eu tive lá ontem, cara Fui fazer lá o Caller a Música Ah é, o vinteiro mostrou Esse cara que você conhece Pô, é um niso vinteiro Ah sim, eu não sei o que é nostalgia Caramba, é um niso, pô Grava com ele amanhã Quer dizer, hoje, né, no caso Tudo confuso também Mas lá entra uma energia ótima lá Eu gosto de ir lá

da hora. Agora, né? Estrutura legal. Muito, muito legal. Pessoal super gente boa, todo mundo se trata super. Toda vez que a gente vai lá, a gente fica meio ofegante. Caramba, cara. Que legal. É nostálgico. É o SBT. Caramba, eu não fico ofegante, porque eu era Globo, né? Então fica ofegante. Ah! Ofegante com SBT. Ah, não. Então deixa. Não, mas fica assim, não. Deixa a boca. Eu sei exatamente o que você tá falando.

Tem um lance ali. É uma energia diferente. Exatamente. Esses lugares tem uma energia, assim. Diferente. Tem. E principalmente o programa do Ratinho de Noite. Eu já fui no Ratinho várias vezes também. Você faz o Ratinho? Ah, de brincadeira assim, né? Vai sombrar, vai pra lá! Só uns bordõezinhos, né? Tem imitação bordão, tem imitação você começa a conversar com o personagem, né? É, exato. Você começa com bordão, né? É. Começa com bordão e aí você vai...

E o Bailarino também, né? Cara, Bailarino é genial. Eu tive com ele lá, meu, que doido. Bailarino é genial, cara. Doido, doido. Aí eu falei, faz o Marquita ali. Oh, meu. Ai, ai. Bailarino. Puta merda. O teu rachadinho me faz isso. Ai, oh, oh, meu. É muito bom, velho. Cara, sabe onde agora eu conheci o Marquita? Pessoalmente? Na Disney.

A gente tava na fila pra tirar foto com o Mickey, juro por Deus. Quando eu olho atrás de mim, eu falei, é o Marquito? Por Deus. Eu olhei aquele cara e achei que ele fez essa parte do parque, né? O Marquito. Nada a ver. Se bem que ele tava de dentadura, né? Eu sou do Brasil. Não, eu amava. Desde criança eu gostava daquele show que ele fazia, assim, os dentes lá. Era o show da dublagem, né? É. Eles falam errado até hoje. Ah, dublagem do Marquito, vamos ver. Aí tá ele assim, todo costinha, todo rodela.

Muito foda, cara. E eles erram o termo, né? Tava fazendo dublagem no Marquiton. Mas não é dublagem, é lip-sync. Não, mas antigamente falava dublagem. Era dublagem mesmo. Porque é engraçado. Me lembro quando eu fiz show numa casa de tolerância, no Rio. Tô falando assim pra o algoritmo. Eu saquei. Trabalhava com as profissionais e tal. Aquele lugar que se você for dono e falir, pelo menos você come o estoque, né?

Puta cara louca, velho. E tinha aquelas mulheres fazendo dublagem, né? Tipo...

É mesmo, cara? É, aquelas músicas melosas de... Fazer a parte do show, né? A gente fazia três entradas, quatro entradas de... Que loucura isso? Tem isso ainda? Cara, eu acho que tem, mas eu acho que não tem mais comediante fazendo, não. Que pena. Tão legal. Cara, mas tem um show. Você chega num lugar desses aí, pergunta que horas é o show. Porque muitas das vezes você vai, mas não é pra fazer nada. Você só quer se divertir, né?

Tomar um drink, ver um show de stand-up e ir embora. É, né? Não nesse ambiente, né? Porque não tem stand-up. Eram skets. Ah. Eram skets. Já errei aí, já. Três e quatro pessoas. Três ou quatro pessoas fazendo. E tinha um cara que fazia Michael Jackson. Tinha... Nossa. Tinha mágico, tinha strip. Ah, era tipo um show de calor, Zinho. Era um show de variedades. Que legal. E a gente fazia quatro entradas. Não, eu tava imaginando que era tipo um stand-up no meio do...

Não, parava pra ter aquele... Era o show da noite. Chamava Big Night Show. Esse cara é empreendedor, hein? Quem inventou isso... Não fui eu, mas... É tradicional, tradicional. Porque as boates antigamente... Cara, o meu pai fazia boate.

Era normal, sabe? Sim, sim. As boates, como se falava, não as casas das profissionais, né? Sim, sim. E aí começou a se usar também a fazer isso, mas era isso de variedade. Tinha strip, tinha e tal, tinha comédia. E eu me prestei a fazer isso. O cara me chamou e eu falei... É uma experiência. Beleza, vamos lá. Bora. Tô afim, tô afim, vamos. Solteiro, moleque. Eu tinha 19 anos, cara.

19 anos. Caramba, cara. Foi bom, viu? Teve um lado ali que foi... Não, é sempre bom uma experiência. É, teve um lado... O máximo que você vai dizer é tipo, ah, não foi legal. Fora as experiências artísticas, tive outras boas experiências. Experiências globais. Deixa pra lá.

Deixa pra lá, vai pra lá. Não, e fora assim, cara, você se arrumando no espelho, quando você vê, passa uma transa aqui. Peraí, Bruno.

Teve um dia, cara, que a gente foi ensaiar. Era no Cine Iris, que existe no Rio, tombado um prédio lindo. Aquele cinema antigo, com aquelas duas escadas assim, tipo Hollywood antiga. Mármore, lindo demais, cara. Só que virou uma decadência nos anos 80, nessa época aí. Foi em 84. Tava uma decadência total, então era assim, passava filme de Kung Fu.

Vai vendo. Filme de Kung Fu, show, mas isso assim, meio dia, tá? Nossa! Abria às 11. 11 horas, um filme de Kung Fu, um show de uma hora, meia hora e filme erótico. Aí ficava assim, alternando o dia inteiro. Até 10 horas da noite. Então você entrava lá...

Os anos 80 era muito talentoso. O que estiver passando ali... Era uma bagunça, era tudo jogado. E a gente ensaiava esse show ali, porque o dono lá da... O dono do projeto, Big Night Show, ele fazia lá no Iris também, a gente ia ensaiar ali. Então, estou no camarim, assim, esperando liberarem lá o palco para a gente ensaiar, e começo a ouvir assim...

Código Morse? Aí eu falei, ou é código Morse, ou é um cachorro triste, chorando. Aí quando eu vi no outro camarim, cara, tem uma garota assim, sentada, numa cadeira, abraçando as pernas, com uma chupeta na boca, chorando assim. Mas o que? Aí eu tive essa reação, né?

O que é isso? What the fuck? É. Aí perguntei pra uma menina. Falei, o que que tá vendo? Ah, liga não. Só dorme assim. Nossa, Niso. O que que você tá fazendo nesse lugar, cara? Porra. Que tinha de química ali, não era brincadeira. Às vezes é isso aí, cara. Não é questão de química, não. Eu acho que é...

Isso é uma coisa psicológica. Que tinha muito e ninguém mostrou. Uma coisa psicológica que, pô, essas meninas sofrem muito, cara. É verdade, né? Tá muito longe de ser vida fácil. Que coisa estranha, não? Será que eu estaria num lugar desse? Eu, Felipe Maia? Eu acho que eu não ia gostar, não. Pô, a cara do Felipe Maia é um lugar desse. Você chega perto do Felipe Maia. Oi, tudo bem. Você quer um autógrafo, uma foto.

Ele é meio o Silvio Santos, né? Muito gente boa. Muito gente boa. Maravilhoso ele. Queridaço, cara. Quando eu encontrei ele no evento, falei, não acredito que é você. Porque a galera carioca é difícil vir pra cá, né? Pra São Paulo, nos eventos. É, mais ou menos. Eles ficam mais por lá, né? É. Mas o Manolo tá sempre... Sim. Agora, só pra completar... Tá sempre bravo. Só pra completar mais uma historinha rápida dessa... Com certeza.

Das meninas lá, das profissionais. Boa, boa. Essa eu ouvi. Tava assim, sabe quando você paria e ouve uma... Ah, estou curioso. Ela falando assim, ah...

finalmente tô com o meu telefone. Numa época que você tem um telefone era um patrimônio, não é hoje em dia. Não, não era celular, não. 84, cara. Não tinha celular. Nessa época você comprava uma linha telefônica, era um patrimônio. Você pagava 15 mil reais. Juro pra você ter um telefone. É uma coisa de louco. Hoje você liga lá pra companhia e o cara vai lá e instala. Ah, consegui meu telefone e tal. Mas não vou dar um número pra muita gente, não pra conta não vi alta.

Essa foi a mesma que falou. Ah, na minha cama fica só as minhas bonecas. Eu durmo no chão. Minha cama é para minhas bonecas. Tem que dormir no chão. Não merece? Dorme de joelho no chão.

Joelho e cotovelo. Tu merece, desgraçada. E você vê tudo, cara, ó. Tudo ligado à infância. Um cacete, velho. A mulher prefere o conforto das bonecas do que o dela. A outra chora, só dorme chorando com uma chupeta. Certeza que você tava numa casa de show ou manicômio. Ué, não são sinônimos? Sinônimo de amor é amar, amiguinho. Não são sinônimos casa de show e manicômio?

só tem louco lá que vê outro louco casa de show estamos nós né agora é só como dizia o Monjardim mudando de pau pra cavaco mas mudando de pau pra cavaco rapaz

É um dos que eu queria ter conhecido. Pô, ele era demais, cara. Muito, muito querido. Porra. Muito. O Monjardim era muito fofo, cara. Esse jeitão meu de dublar, assim, bem soltão. Só aprendi com ele. E aquele do Gastaldi também, que era o Chaves. É o Gastaldi, ele já viu, né? Totalmente... É um cantado com minha astúcia. E você roubou meu baseado, seu tonto. Agora vou ter que embolar outro ir. Ah, mas você que passou pra mim, besta. Não aguenta, ele tem que fazer o pulo. Ah, depois da larica?

Vamos comer muita coisa, hein?

Desculpa, atrapalhei teu número aqui. Esse é o Chaves maconheiro. Isso é bom, isso é bom, cara. Eu gosto. Puxa botar a Chiquinha também. Dona Florinda. Deixa assim. Deixa de stand by, né? Espero eu ficar um pouquinho mais conhecido. Eu não tenho dinheiro pro processo, cara. Quem vai te processar? Eu falei agora igual um inhonho, né? Quem vai te processar? Espero que ninguém, viu?

A voz do Ian é puto escroto, né, brother? Porque a voz dele pega toda a garganta, cara. Porra, é terrível, cara. Não, é muito ruim. Tem dia que eu não consigo falar o Giovanni, faz pra mim aí, que eu não tô sem voz. Nossa, tem voz que são muito desconfortáveis. O do Rick Sanchez, que era o Caio Cesar, que fazia, agora é o Enio Vivona, né? Conheci o Enio. O Enio puto amadorado, cara. Ele é gente boa, mas... Ah, tá, tá. Vamos fazer aí, meu. Vamos fazer a voz aí. E aí, beleza, Enio? Ha, ha, ha!

E aí, sou o Rick Sanches. Tá bom assim? Tá bom, fi. Tá bom, obrigado. Ok, pô. Mas essa voz assim, acaba com a garganta, com a amígdala, e aí você não consegue ficar falando desse jeito. Uma vez eu fiz uma live de meia hora. Cara, eu fiquei com a garganta inflamadíssima. Terrível, cara. É, tem vozes que... Tem que tomar cuidado, hein, porque pode te dar problema... Você viu o Axl Rose, como é que ele tá?

Não. Ele tá o Mickey. Ele tá cantando assim. E o especialzinho dele é aquele rasgado, ele solta um por show. É, né? É raríssimo. Acabou com a voz dele. Ele mudou a história da música, mas também o cara não tem mais voz.

Ele solta um especialzinho ali, outro, mas é o Mickey. Eu dublei o Mickey uma época. Eu dublei o Mickey uma época. É isso, Jô. Eu não vou, não vou assistir o Mickey cantar. Eu não vou pagar. Ai, pagar 500 reais no show do Gazerose. Vai ver o Mickey cantando, é fezes.

Mas é muito engraçado. Mas pra chegar a voz do Mickey, eu tinha que ter um tipo um diapasão, né? Diapasão? É, diapasão é quando você precisa, tipo... É...

Tipo aquele afinador. Ah, sei, sei. Pra você achar, né? Então tinha que falar sempre Pluto, Pluto. Se eu não falasse Pluto duas vezes, a voz não vinha. É mesmo? Que doideira, velho. É. E pega um pouco o tímpano, né? Quando você faz esse... Pra mim, pega até os dentes aqui. E ele tem uma coisa... O Mickey é meio... É esse fininho, mas com uma coisa bem assim. É meio um charopinho, né? É meio... Exatamente. É meu patrão. Aham. Xananananananis.

Ai, como o humorista é uma bosta. Já o pateta tem que saber fazer aqui. Nossa, nunca fiz o pateta na vida. Ela fez agora. Que coisa estranha. Vamos trabalhar o pateta. Tem uma música que ele canta, né? Eu não lembro. Nossa, não sei, não sei.

É, uma carrocinha de cachorro quente, espia-sol, vendedor. Igualzinho o Skylab, você tem que trazer o Skylab pra cá. O Skylab podia dublar o Barney, né? Hey, Fred!

Skylab é muito complicado Eu gosto de uma coisa bem suja Ô coisa linda Com as aquicilas Meu Deus do céu É tão vergonhoso Isso vai ser cortado, pode ficar tranquilo Deixa pra lá Tem palavras realmente Mas tem hits dele que eu gosto muito Skylab é sensacional Tem cigarro aí, matador de passarinho Só clássico Você sabe que ele uma vez num show Aqui

Ele começou a fazer um texto muito inflamado, um discurso inflamado. Ele foi falando. Aí ele foi saindo pela plateia falando muito visceral e tal. Aí foi pra rua, chamou um táxi e foi embora. E aí continuou a banda tocando. Caralho. Porque ele não voltava. Isso é maravilhoso. Aí alguém foi e falou, cadê os caras? Falei, você entrou num táxi e foi embora aqui, cara. Isso é maravilhoso. Isso é maravilhoso. Caralho, conheci esse cara. Cara, isso é muito bom, cara.

Cara, que demais isso. Por isso que eu amo vir aqui, porque se tem umas histórias, não é nem pra gente fazer graça aqui, é pra ouvir as suas histórias, as suas experiências. Cara, que doideira, velho. Porque eu conheci o Skylab, isso que é engraçado. Ele parece um tiozinho professor de química. É, é verdade. Um nerd véio, né? Parece um nerd véião, né? Maravilha, todos tranquilos. É, é. E fala horrores, né? Tudo bem, tudo bem. Aí vai no podcast e fala bu... Não roubaram meu...

E, mano, você fala, caralho, esse é o tiozinho que eu conheci há cinco minutos atrás? Oi, tudo bem, tudo certo. Caralho, mano. Ele tá com 70 e tal, ele tá. As pessoas escondem ouro, meu. É, maravilhoso. Então, você o conheceu, então, ou não? Ou é só uma história? Não, isso aí eu soube, mas é verdade. Eu soube por mais uma pessoa. Eu amei essa história. Eu tive duas... Essa história é sensacional. Eu tive duas pessoas que me confirmaram. Porque a princípio você vai falar, não, não, não, peraí.

Claro, tem que ver A procedência da história Mas ele é muito intenso a esse ponto Exatamente Adoro esses malucos E a intensidade Louca Que da hora

São pessoas assim que fazem a diferença Você acha que Elvis Presley, Axl Rose Kurt Cobain ia fazer sucesso Se não fossem tensos do jeito que eles eram Kurt Cobain de quebrar a guitarra E usar muita d*** E bater em todo mundo Ou Axl Rose brigar com o Slash E aquela personalidade dele Cara, tem que se destacar, não adianta Ou ter um mullet igual o Zé Rico Decida

O pessoal fala que eu sou o Zé Rico, ou Chitãozinho. O que mais que se fala que eu pareço? O cara de peixe do Máscara. Você lembra o cara de peixe?

Como o pessoal é desgraçado, né? Cara, acho que eu falei o que eu vi o Máscara algumas vezes, cara. O cara de peixe é um cara que tem uma franja igual a minha e usa óculos e é uma cara de peixe azul. Eu não sei por que ele tá no desenho do Máscara, mas tinha muito. Ah, no desenho. No desenho. Ah, tá, precisa que você no filme. E o povo é muito desgraçado de falar que eu pareço com ele. Ah, ou Zé Rico, cara de peixe. Ah, não posso falar, vou ter que pesquisar. Não, é muito bom, é igual, assim. Infelizmente, parece.

É um cosplay bom pra você fazer Quando você for num evento gig Eu sempre quis fazer um cosplay Eu adoro os cosplays bem toscos São muito bons São muito bons O cara vem com aquela espada de papelão Toda dobrada Segurando a espada E é o sonho do cara Você vê que ele tá ali feliz Eu não sirvo não, já fui pra evento de cosplay

Não rola, velho. Fui de Jedi. Pela puta sabre na mão, assim. Não tem onde você guardar, ficar carregando. Tem um tipo bom pra Jedi, já tem um... Será? Você olha assim e fala, pô, isso aí... Mas eu não gosto dos bonzinhos, eu gosto do Império, do Sith. Esse que é o problema. Eu tenho cara de bobo, não dá pra ser um Sith. E eu gosto muito de Star Wars, cara. Gosto mesmo, assim. E de ser a página de Tessirola. O Máfia também, nosso diretor, adora Star Wars.

Você curte? Ah, pela cara dele, acho que não. Você vê, ele nunca assistiu e não gosta.

Ô, louco. Ele é o famoso que julga pela thumb, né? Igual a vinheteira, né? Ai, odeio o agente secreto. Não vi, mas eu não gosto. Partindo do vinheteiro, não é de se estranhar, né? Não gostar do agente secreto. Né? Também. Vou gostar do filme do Bolsonaro. Esse eu já não vi e já gostei. Esse aí é bom. Você viu? Não, não vi.

Vinteiro é puta personagem. Você vê que, caralho, tem o Manuel Gomes, o vinteiro, tem o... esse vovô Anésio. Puta, cada coisa, cada pessoa é de um jeito, né? É, cara. E tem pessoas que não tem uma voz. Por exemplo, na época do Fernando Henrique, o ex-presidente, ninguém fazia o Fernando Henrique, porque ele não tinha... Tem gente que você não consegue imitar. Ninguém imitava o Hilton Senna, porque... É, não dá.

Oi Anís, eu acho que esse é o fim do Nisológico. Quem entender, entendeu. Não, não, não. Não faça isso, não. Não, não faça isso. Você vai dar um corte bom, cara.

Vai cortar de todas as formas, né? O que eu quis dizer? Nossa, mas quando você veio aqui... Mas teve gente... Só complementando, tem gente que não dá pra imitar. É, tem gente que não tem. A pessoa precisa de uma característica. É tipo caricatura, né? É. Caricatura, você... Porra, é muito melhor quando você pega um cara...

Com narigão, com sobrancelhão. Tipo o Marcio Simões, né? Ele tem essa voz. É, o Marcio Simões tem essa coisa. Calma, chocolate branco. Eu não quero que você derreta. Adoro. O Marcio Simões também é outro que... Puta voz, né, cara? Aquele versículo do Pulp Fiction. Não sei se você chegou a assistir. Assisti, assisti.

Você lê a Bíblia, Brad? Pois tem uma passagem que eu memorizei que se ajusta bem a essa ocasião. Esse aqui é o 25, 17. O caminho do justo está cercado por todos os lados e vai. Eu sei a passagem inteira, mas se eu falar aqui... Não vai precisar fazer isso. Não, não. Puta saco.

Eu tô... O Morito tá cansado, sabe? Ah, tá. Eu tô vendo que você tá com uma carga, assim, diferente. Ah, mas é... Mas eu tô bem. É, né? É só preguiça mesmo. É a maturidade também. É. Não vou ficar falando igual o Kiko, não é? Não, trocar ideia. Mas você sempre fala. Você já fez o Kiko quatro vezes aqui, não sei se já notou. Mas é proposital. É, né? Pra marcar, pra registrar que fez. Mas eu quero, assim, ultimamente, eu quero participar de coisas e trocar ideia.

quer ficar fazendo. É, agora você tá fazendo aqui, pô. É, só um pouquinho, assim, de fai, pra demonstrar. Não, e muita gente fala, ah, poucas imitações. Duvido que tenha visto o vídeo inteiro. Mas não quero ficar fazendo, não quero, putz. É, tem tudo aqui, tem as imitações. O povo quer ver, eu quero ver. Mas eu sinto essa falta, assim, tipo, às vezes a pessoa vai participar do negócio e quero mostrar o meu talento e não fica tão bom.

Como foi meu primeiro podcast, acho que foi do Inteligência lá, e eu não fui preparado. Foi primeiro presencial. Eu só queria ficar imitando. E é bom que é rapidinho, né? Três horas passa assim, ó.

É, tipo isso. Aí você vê cinco anos depois e fala, puta bosta, né, meu? Não teve troca de ideia, não teve nada, só... É, cara, tipo o talk show americano clássico. Tem candida nessa água aqui. Quando vai o... Falando sério? Tô zoando. É pra ver se dá um... Tô zoando, tô zoando. Né? Agora eu tô... Tô vendo tudo mexendo, mas tudo bem. Minhas mãos tão... Tá vivo? Tá bom. Tô bom, tá bom. O que você ia falar mesmo? Desculpa. No talk show clássico americano, quando vai um comediante, não tem entrevista.

Pode reparar. É, uma conversa. Não, não, não tem conversa. É stand-up o tempo inteiro. Ah, é? O cara faz escada pra ele. Vem cá, eu soube que você fez uma viagem de avião aí, agora, cara. Ah, ele puxa... E aí o cara faz o stand-up do avião. Ah, igual... Muito raramente é uma entrevista trocando ideia, falando sobre humor, falando o que ele tá achando do humor atual, como é que era em relação antigamente, como é que foi teu pior show, o que você faz pra se inspirar, criar, né?

Isso é um conteúdo bacana, o público gosta disso, cara. Da hora. E você vai mesclando com...

Suas imitações, suas piadas, o trecho do teu show e tal, né? Mas é uma pauta, né? Repara só, vê uma entrevista do Robin Williams no Late Night. É piada o tempo inteiro, não conta nada da vida dele. É mesmo. Mal fala do filme que ele foi lá divulgar. Aí no finalzinho ele fala uma coisa, ah, o filme é muito legal e tal que eu fiz agora. Ah, da hora, da hora. Não, é legal, é um conceito também. Com certeza. Mas é diferente. É, depende do dia, né? Eu prefiro assim, como se... Não, isso aí é uma linha.

É uma linha de estilo de entrevista. Com certeza. Tem vários, né? Vários estilos. Mas quando é comediante, pode reparar que é sempre assim.

Com certeza. Você não ouve o cara falar da vida dele. Mas eu gosto de trocar ideia porque a gente puxa assuntos que fala, meu Deus, eu nunca ia chegar nesse ponto conversando. Isso aqui que eu tô falando agora, eu nunca imaginei que eu tava falando isso aqui. Eu acho da hora, acho da hora. Eu sinto essa falta. Trocar ideia de... Depois faz limitação. Depois você junta os cordes aí, mas vamos conversar, vamos conversar. Eu gosto muito.

E dificilmente tô participando de podcast. Só os que eu realmente gosto. Tá escolhendo já, né?

Você veio um ano e meio pra cá. Assessoria, tô escolhendo um podcast. Já tá exigindo toalha branca. Não, não, não, isso não. Ainda não, né? Semana que vem. Não, não, não. Não chega a esse ponto. Jamais, jamais. Veremos, né? Eu sou uma pessoa simples. Todo mundo diz que não, imagina. Aí Macondo chega lá. Olha. Ô coisa linda. Você ficou como um gato agora.

Você viu? Porque no primeiro episódio nosso, eu tava sem estilo nenhum, tava com a camisa florida, tava incomodado. Dessa vez eu vou com o estilão do fanart. Esse é o fanart. O óculos laranja, o mullet e muita alegria pra vocês. Tava sem brinco também, né?

Eu tava usando o menor. Mas tava muito feio, parecendo beissola. E a armação de óculos também tava... Tava feinho, tava feinho. A gente separou alguns comentários que tiveram alguns comentários interessantes. É mesmo? Da sua primeira. Ah, então... Vamos lá, vamos analisar. Vamos ver, cadê? Nay, bota o primeiro aí pra gente ver. Todas as vozes são iguais, muda só a interpretação. Quem consegue imitar mesmo é o Igor Fina. A Igor Fina, um abraço pra você. Você concorda com isso?

Cara, concordo. Todas as vozes são iguais? Não, esquece o Igor. Também, também. A minha voz é uma só, né? Eu só modulo ela pra fazer. De uma forma ele tá certo. Temos uma contradição aqui. Olha só, todas as vozes são iguais. A quê? Você está imitando pessoas. Sim. Então, eu interpreto assim, todas as vozes são iguais às pessoas que você está imitando. Sim, faz sentido. Né?

muda só a interpretação. É Diego Cantelli. Tem nome de mafioso. Abraço, Diego. Tamo junto, velho. Ah, os Cantelli, os Tartalha e os... É, o pessoal sempre faz a comparação com o Igor Fina.

Eu quero trazer o Igor aqui. O Igor é muito bom, a gente gravou o The Noite junto, inclusive. E eu não sei por que essa comparação, porque a gente faz personagens totalmente diferentes. E mesmo que fizesse, eu não sou o único que faz o Kiko, eu não sou o único que faz o Nhonho, eu não sou o único que faz... Tem alguns personagens que só eu faço, o Vovonésio, o Xaropinho, enfim. Mas, cara, não é meu personagem, eu não vou ficar nervoso, o cara faz também.

A não ser que ele faça muito mal. Nossa, que bosta. Aí é totalmente diferente, é outra coisa. Mas todo mundo compara. Ah, o Igor Fina é melhor. Mas, cara... É, também é muito gosto, né? É, porque o cara é fã do Igor Fina. Por isso que ele vai preferir o Igor Fina. Ele já vai ter uma tendência a gostar do cara, mais que ele é fã. E o Igor é muito da hora, cara. O cara é muito da hora. Nossa, e essa tretinha aí é desde o Ticaracatica.

que, ah, vamos trazer o Gabriel aqui, porque ele faz o bola do pânico e tal. E aí o pessoal, não, traz o Gurfini, que é melhor, esse Gabriel Fanati é um lixo. Porra. Não tem nada a ver uma coisa com a outra, enfim. Mas gostei do comentário. Como é que você lida com... Eu gosto, eu gosto, porque engaja, né? A gente ganha dinheiro com a internet. Eu não vou mentir e dizer que eu... Ah, imagina, eu não tô nem aí. Tem coisa, realmente, que às vezes os caras pegam pesado, você fala...

E são de redes sociais, né? O Facebook e o TikTok, pra mim, são os piores. Tem cada tiozão idiota, cara. O TikTok é bem ácido, ele é bem tóxico, na verdade. Eu acho que é por conta do algoritmo. Ele entrega pras pessoas que não curtem aquilo. Então, acho que é meio que isso também.

Vai entender. O algoritmo é um grande mistério, né? Porque aí se, por exemplo, vai vir pra mim o algoritmo de um vídeo de acidente. Eu não gosto. Coisa meio pesada. Eu não vou assistir, não gosto. Não vou ver. Coisa de política também. Não suporto ficar vendo. Então eu vou ficar nervoso. Eu não vou curtir isso. Então, pro cara que não curte humor, imitação, não sabe o que eu tô fazendo, manda pra ele o algoritmo, manda pra ele. O cara já se riu. Aí o cara fala, pô, que merda, uma bosta.

Mas é bom, porque engaja, né? Eu acho também. Estou precisando de haters para... Não, eu já falei aqui. Cara, todo mundo quer cancelar do Bomba. Bom, vamos para o próximo. Só tem esse.

Escolhemos... O resumo da minha vida é o Igor Fina e não tem nada a ver, imitação. Não quero ser esfrega prazer, mas ele está imitando os narradores brasileiros. É, se eu não entendi. É, underline, underline, na verdade, Michael, né? Você está muito americano. É, exatamente. Não tem nada mais americano que Michael, né? Não entendi. Narradores, na verdade, quis dizer dubladores.

Mas qual é o problema de ele estar imitando dubladores? O Michael realmente eu não entendi. Eu acho que eu sei porquê. Às vezes eu coloco o título lá, dublando o Bart. E aí o cara fala assim, né, mas não é o Bart, é o dublador do Bart. Ou então é sabor dublador, né?

Não sei. Nossa, que bosta que ficou isso, né? Desculpa, gente. Não, não, eu não tô tentando. Mas eu entendi, acho que... Não é o Bart, é o dublador do Bart. Mas precisa ser tão específico assim, cara. Vai começar a mulher, que saco, velho. Mas vai lavar um tanto de roupa, velho. Nossa, cara. Cara, pega uma palavrinha ali... Não, não é.

Então, mas eu faço isso pra Davi, eu não vou falar dublando o dublador do Bart, que é o Rodrigo Antas, porque não é o americano. Imagina se você tivesse que escrever isso? Não, vou falar dublando o Bart e bater no carro. Porra, sensacional. Todo mundo vai ver. Agora, dublando o Rodrigo Antas. É igual o... É que imitador de dublador é complicado, né, cara? Não, não é, cara.

O Celso, né? Fazendo o Pato Donald no Proctologista É muito bom, né? O Celso? Celso Júnior Ah, sim, sim, sim Ele faz o Pato Donald no Proctologista Esse cara é fora da curva Eu quero trazer muito ele aqui Porque ele mora lá em Salto Ah, interiorzão

É, é. Perto de São Roque. Perto de Indatuba, né? São Roque é bom. Já foi lá? Não. Você tá convidado. Tudo na faixa pra você. O que você tem lá? Só lá, só ir lá. Minha assessoria é de lá, tem uns contatos bão. Você pode almoçar, tomar vinho, pescar lá, ficar no hotel. Opa! Tá super convidado, tá?

São Roque. Você é testemunha, né? Rota do Vinho lá. Maravilhou. Aquela cidade é outro mundo, cara. É pertinho de São Paulo. Eu tô indo bastante lá. Muito da hora. Maravilha. Top. Coisa... Coisa boa, viu? Coisa diferente. Ficou a dica. Bom, não tem o que falar pro Michael, né? Assim... Michael, um abraço pra você. Parabéns. Não quero que ele estraga prazer. Não, não foi não, cara. Eu entendo. Eu entendi o que você quis dizer. Não é o primeiro, não. Vamos pro próximo!

Acho que deve existir um ciúme de alguns dubladores porque os imitadores estão sensacionais e estão tomando o lugar deles em termos de fã. O quê? Eu acho que é o contrário, Daniel Reis. Não tem nada. Daniel Reis, 3846.

Ele acha que está com ciúme dos dubladores. Os dubladores é que, na verdade, não vou dizer tomaram o lugar, mas os dubladores antigamente não tinham visibilidade nenhuma. Sim. E imitadores tinham. Porque apareciam na TV, tem shows de humor, faz show no teatro, faz show em bar. Dublador não, ficava ali, a gente quietinho ali, ganhando ali, sem ninguém saber quem era. Sim.

Então, na verdade, eu acho que os dubladores agora, com essa virada que teve com o movimento geek, passaram a ter tanto, talvez, destaque quanto alguns imitadores. Eu discordo, porque a partir do meu trabalho, por ser fã de dublagem dos dubladores...

O trabalho, vou colocar no geral, o trabalho de vocês fica mais visível a partir do ponto que eu faço os dubladores. Eles falam, ah, quem será que é esse cara? Tô curioso, será que é ele? Não é. Aí sempre alguém vai comentar, pô, é fulano. Pô, que legal, vou conhecer o trabalho dele. É esse cara, é esse cara que faz. Então é tipo uma, não digo uma conexão, é um... Não, mas sim. Tá intermediando o trabalho. Se eu entendi o que você falou, assim...

O trabalho do imitador é divulgar você. Imitando o dublador? Você está divulgando. Não quer tomar lugar de ninguém. Eu sempre falei assim, cara, que bobagem. Quem se ofende por ser imitado? Exatamente. Cara, se você está sendo imitado... Eu queria que alguém me imitasse. É porque você está sendo notado. Com certeza. Né? Nossa. Sinal que você está... Você vê o Shaolin fazendo o seu pai? Que da hora. E o filho dele fazendo? Não, cara.

Fica mais parecido do que o meu pai. Cara, é impressionante. Eu não consigo imitar... É uma coisa meio...

Porra, isso aí, rapaz É o Briggs, virou o Briggs Ih, rapaz É o Briggs imitando Imitando o Drummond Ô, Niso, porra, isso aí, rapaz Eu nunca mais esqueci o Drummond Eu conheci o Drummond Há três semanas, eu conheci o Drummond Há três semanas, muito pouco Aí ele liga pra mulher Telefone fixo, né Não existia celular, ô, Glória

o cara da cortina teve aí? fez orçamento? é o Briggs imitando eu tô imitando o Briggs imitando o Drummond fez orçamento? ficou quanto? quanto? papagaio o cara dupla tudo isso usa a tigília papagaio eu não tô acreditando nisso

e tem os personagens que as figuras que a gente começa a imitar não consegue parar, né? por exemplo, lá no Zorra Total o diretor era o Maurício Scherman ele falava assim Odiso você acha engraçado, rapaz?

mas Sherman A, escrevi, né? Ah, rapaz, tá bom, tá bom então. É isso aí, tem que ver aí, porque senão, rapaz, o negócio ali, falava assim, né? Ele tinha um negócio com o dedinho assim, que ele fazia assim, com o dedinho na mesa, falou, eu já falei que não é pra fazer isso, porra, já falei, porra.

E aí quando a gente começava, cara, imitar lá na redação, na redação ali, o brainstorming, né? Quando começava a imitar o Sherman, o cara era um, daqui a pouco vinha outro, falava, é... Aí começava o Sherman. Tá bom, porra. Isso aí eu não sei não, rapaz. Na Tupi era melhor.

Uma puta persona, né, velho? Pô, demais, cara. Que legal. Aí vai contagiando. Vai, contagia. Contagia. Bom, vamos lá, próxima. Gostei, obrigado, Daniel. Agora, Daniel Medrado. Aí. Será que esse cara é filho do Beissola? Por que isso, cara? É, realmente, porque o primeiro... Primeiro personagem... Cala a boca, desgraçado. Primeiro episódio, eu tava bem feinho mesmo, como eu comentei, né? Tava com o cabelo meio partido no meio. Engraçado, eu não vi grande diferença.

Você acha que eu não mudei nisso? Você não repara em mim? Ai, meninas superpoderosas. Mas eu tenho que acordar. Agora você tá mais fashion. Se eu fosse o beixoto do Privas, eu tava feliz, né? Você tá mais fashion, tá com esses mullets e tal, essa coisa meio retrô. Mas tem gente que não gosta, cara, uns velhão, não curte. Falei, pô, mas... Cara, meu pai tinha um problema muito sério com cabelo grande. É mesmo? Ele enchia o saco com o negócio de cabelo grande. Velho que nós temos 32, meu pai, né? Pô.

E, porra, esse cabelo aí... Tinha mullet também? Tinha, meu cabelo ainda era meio... Cabelo ruim, né? Sim. Cabelo... Agora que eu tô velho, alisou. Mas ele era tipo... Aliso Neto. Ele era exatamente... Se for ruim, se for ruim. Ele era aquele cabelinho, né? Todo enroladinho assim. Então aqui embaixo ficava aqueles tufos, né? Ficava aqueles... Meio sino. Esse é o mullet, né? Meio sino. O famoso aqui, que o mullet é tudo aqui, né?

Tufinho. Meio sino, né? Ficava meio... Você tem... Teu cabelo é sino total. Sim, sim.

Mas o problema do mullet é que ele é um corte muito bagunçado. Então, se você dorme e no dia seguinte você acorda, você não pode sair na rua. Você tem que tomar banho, lavar o cabelo pra dar uma zerada nele. Porque senão ele fica todo... Não, ele fica todo... É muito ruim.

Mas é o meu estilo, acho que é esse mesmo Quando eu era criança, minha mãe cortava Meu cabelo, toda essa parte, a gente deixava igual o seu E eu ficava assim, puxando pra crescer mais Essa parte aqui, que é o mullet E eu não sabia o que era Existia um corte Que se chamava mullet

E aí no vídeo que viralizou eu já tava usando. É, você queria. E era naquela época de São Dijunho, era a época que tinha aquele cabelinho, aquele cabelinho sertanejo antigo, que era meio punkzinho aqui e grandezinho do lado, né? Isso, é, exatamente. E uma pena que não tem um bigodão, porque aí eu deixava só o bigodão e ficava muito louco, meu. Mas é pelo de saco que eu tenho, né, na cara. Então... Então, mas é isso, é... Mas se deixar, cresce, eu tenho pelo de saco também.

Inclusive a textura, né? A textura é diferente do cabelo, né? É, é verdade. Deixa eu ver aqui. Não, não dá pra ver agora. Depois eu falo. É, por favor, né? Mas realmente faz sentido. Mas por que o Beissola? Achavam você parecido? Mas qual o Beissola? Qual o Beissola? Da grande família? Da grande família. Porra, velho. Do Privas tava bom. Aí, cara. É, faz pastel lá, tudo. Foda, né? Não, esse é outro. Esse é o Tunico. Lineuzinho! Lineuzinho, meu amor!

Eu adorava a grande família. Você tinha muito com a minha ex. Tônico Pereira. Nossa, Tônico Pereira. Tem um vizinho do meu prédio igualzinho o Tônico. Quando ele aparece eu falo, mamãe! Líder, eu tô aqui! E ele fala com a mesma entonação. E ele tá sempre bêbado. Tudo bem com você? Tudo bem, menininho? Eu tenho problema com o Bençolão Agostinho.

Mas quem tá sempre bêbado? O teu vizinho ou o personagem? Não, o vizinho. E às vezes eu tô com um parente meu e eu falo assim, ele tá percebendo o que você tá fazendo? Não, jamais. Você acha que tá sempre bêbado? Acho que agora ele vai saber que ele vai assistir. Enfim. Você acha realmente que ele vai assistir esse episódio aqui? Manda o link pra ele. Um abraço, Tonico, do meu prédio. Tem mais, não?

Acho que tem, né? Mas Beissola é foda, né, cara? Porra, é. Beissola é... Fraquíssimo. E o um imitador que faz imitação que não parece ser o imitado. Fraquíssimo foi bom. Eu acho que foi uma criança. Não, e olha quem mandou. Canal bom pra cacete. Eu fiquei curioso. Porque se o cara fez uma crítica dessa, canal... Teu canal tem que ser bom mesmo, hein? Acho que tem uns 10 anos. Tem que ser bom pra cacete mesmo.

Eu gostei, gostei. Não, é bom pra macete. Ah, tem ali um... Ah, tem a... É, você vê? É a troca. É, agora já vi. 001, ou seja, deve ter mais. Aham. É o imitador que faz imitação e não parece imitado. Cara, eu concordo. Concordo. Bem ruim mesmo. Não sei por que você assistiu. E não sei por que botaram comentário bosta que não dá gancho nenhum, né? Pra gente falar nada. Não, assim, tem...

Eu respondi também? Como? Eu me emprestei a isso? Respondeu? O que eu falei? Eu nem lembro. Pô, se eu não lembro o que eu... Fala aí, fala aí, produção. Ah, não acredito que eu fiz isso. É mesmo, cara. Eu devia estar com sangue quente, alguma coisa, pra responder um comentário assim. Ah, tá vendo nisso? Deus que vi isso.

Ele criou esse canal só pra gente falar e dissertar sobre. Então o seu deve ser muito bom, porque ele pôs esse nome pra gente falar isso. Não, e você vai ver lá, não tem nada. Não tem um vídeo, não tem nada, não tem um seguidor. Tem desenho, tudo. Eu vou lá, eu vou... Mas eu concordo, tem algumas limitações minhas que eu acho fraco mesmo, mas eu vou fazer o quê, né? É tudo que a gente faz, cara. As pessoas gostam.

Tem coisas que eu faço também que eu não acho que seja... Teve um, é um colega, ele é bombeiro e tal, ele fez um comentário no TikTok e ele comentou, pô cara, a imitação sua que eu mais gosto é do Isaac Bardavi. Eu falei, oxi, do Isaac Bardavi, pior que eu faço, eu faço na zoeira, né? Como é que é mesmo? É, é que na verdade eu faço um meme na internet, meio bagunçado. Pra você que não gosta do Wolverine, eu recomendo que vá coçar o cu com serrote.

É uma coisa mesmo. E é o Obi-Wan também, né? Luke, seu pai foi seduzido pelo lado sombrio da força. Deixou de ser Anakin Skywalker para se tornar Darth Vader. Mas assim, é... Não, chega perto. É porque o timbre dele é muito grave. É uma coisa assim. Não, e não diga a voz mesmo, né? Ah, sim, sim. É muito mais grave e mais metálica.

Mas o jeito de falar é bem parecido, cara. Eu nunca tinha visto ninguém me falar o Isaac Pai da Vinha. Eu acho meio um dos últimos, assim, que eu citaria. E tem gente que fala, pô, essa é a melhor. Então vai muito de gosto, de ouvido. E a pessoa tem que conhecer também a pessoa, né? Também. Por isso que eu prezo de colocar figura. Você que faz conteúdo com imitação, põe a figurinha pra gente saber quem é. Porque a pessoa vai associar. Às vezes ele, pô, essa voz. Posso até não saber. Mas você pôr a fotinho ali...

O HBT Allen! Conhece ele? Maravilhoso. Começamos aí no canal dele. A gente viralizou no YouTube. Ele me chamou pra fazer uma entrevistinha ali, online, né?

encontramos uma aí falando bem de você o Gabriel tem imitações fantásticas algumas só ele faz, incrível HBT Allen, recomendo todos visitarem o canal dele faz muita dubladores também nostalgia, o cara é muito bom e deu puta oportunidade pra mim também, no começo e esses dias fez um vídeo como tá agora os caras, os imitadores eu tava lá no meio, puta honra isso há 4, 5 anos atrás não sei mas, por favor, dá pra mim e se você quiser

Mas grande canal, grande amigo do HBT Allen, com certeza. Que bom. Tá na nossa mente aí. Valeu, HBT Allen, tamo junto. Tem mais alguma aí falando mal, né? Não, tem que falar mal. Essa do HBT Allen... Só bota pra dar aquele, né? É, aquela nuância dele.

Só isso? Ah, então... Então eu não tô prestando. Mas tinha mais. É que o tempo é curto, né, gente? É curto. E como o episódio bombou muito... Por que será, né? O que tem demais? Acho que foi bom, primeiro. Conteúdo bom. E você ajudou também bastante a divulgar, né? Porque não é muito comum. Se o cara vai, bota um storyzinho ali...

Quando é realmente Eu gosto da pessoa Foi legal, foi bom, cara Foi conteúdo bom E gostei de hoje também, foi bem mais solto Mais outra pessoa Outra experiência Falando mais bobeira, é isso que eu gosto mesmo Fica contando muita história Coitado da Holândia também é foda Coitado da Holândia não rola Mas tem muita história curiosa, né, cara E é mais experiência sua, como eu disse É muito da hora isso É porque eu tenho um pouco mais de tempo também Sim

Dá mais um anime aí pra ver como é que você sai de novo.

Eita, meu, é está fera aí, ó. Terceiro episódio. Daqui um ano e meio a gente volta, então. Se eu estiver vivo. Brincadeira, brincadeira. De preferência, né? Se eu morrer, minha mãe me mata. Se você não tiver, vai ser uma experiência muito macabra, né? Isológico fantasma. Gabriel Vanarte. Vai ter que exumar, vai ser uma... Não, credo, credo. Uma porra, um bom de obra. Não, não, para. Tem que entrar juiz na parada, autorização da família, melhor não. Você vê como o ator é uma coisa doida, né? O cara viaja na maionese.

Quem precisa? Você falou se eu estiver vivo até lá. Ah, tô brincando. Claro que dá, né, porra? É, mas a verdade, falando a verdade... Se bem que você pode morrer agora. Valendo! Voltei, voltei, voltei. Batida de coco!

Pô, cara, valeu por sua presença aqui. De novo. Eu que agradeço. Um prazer retornar esse podcast maravilhoso. Você vê que todos evoluímos, né? Verdade. Você, eu realmente falo sério. A gente vê o mar. Você também tá mais bonito, mais curado. Jura? Nem tanto, nem tanto. Adorei participar disso. Maravilhoso. Obrigado pelo convite novamente. Imagina, um prazer. Um ano e meio a gente volta de novo. Sim, sim. Agora ficou essa coisa.

Vamos ver se um ano e meio a gente vai estar aqui ainda, né? Tá gravado, tá registrado. Vou ligar pros meus advogados, deixar tudo certinho.

Meus advogados, tem uma junta, né? Meus advogados. Brincadeira. Você não vai perguntar do que animal que eu sou agora? Ah, é verdade, cara. De lá pra cá, que animal você se identifica agora? O diabo da Tasmânia. O Edelwell, o Edelwell. Não lembro qual era. Peraí, cara, não lembro qual era o... Alô, meu amigo, o Edelwell. Era toda minha. O Caneta Azul. Eles viajaram agora. Não, é o... É o Caneta Azul dublando Tasmânia.

né? Como escorrui, cara. Adorei. Não, ficou um crossover, né? Adorei, adorei. Vamos aperfeiçoar mais isso? Vamos. Agora aqui. Agora. Que é o Tasmênia sendo dublado com caneta azul. Não passa isso, cara. Que ódio que eu tô de você, Niso. Nossa, te odeio. What the well? Alô, meu amigo. Tô aqui no Niso Lógico. Bom demais. What the well? What the well?

Você me paga, cara. Você me paga de verdade. Não, mas foi, porra. Não foi o mico, não foi. Foi o mesmo, cara. Sério, não foi. Eu amei, eu amei. Você vê que tá todo mundo rindo aqui. Quando a equipe gosta, meu amigo, não tem erro. Mas é a diferença de rir com você ou rir de você? Essa é a questão. Os dois. Mas o agente faz... O comediante é isso, né, cara? Ah, fazer o que? Rir, dar e...

Da gente e de você. Quem não chora não mama. Como já dizia o grande Niso Neto. Eu? Quem não chora não mama? É você que fazia show no puteiro.

Podia mudar pra quem não ajoelha, não mama, né? Nossa. Lá ele! Lá ele me vende. Vou tatuar o Manuel Gomes e Tais Mania. É, você faz assim um... Nossa, fica bom, velho. Então assim, a carinha dele com aquela fantasia que fica só a cara de fora, tipo de ursinho de Tais Mania, né? Eu adoro essas fusões, imitações. Vou procurar fazer mais. Pô, velho, obrigado demais. E dá aí suas redes. Lá ele, achei que você ia falar outra coisa.

Se você quiser. Galera, sigam nas redes sociais. Instagram, Gabriel Fanarte 2. E qualquer outra rede social, você me acha como Gabriel Fanarte. Temudo, né? Fanarte. Fanarte. E sigam e se inscrevam no Isológico, Plugado, tudo. Eu nunca sei, na verdade. Não, porque na verdade, um canal me explica, eu não sei. Assim, ó.

O canal é o plugado. É o plugado, né? E o podcast é nizológico. É como se fosse, assim, a emissora. A emissora... É a emissora, né? Você vê que eu peguei, né? A emissora... É divulgado nizológico ou plugado? A emissora plugado. Então tá bom. É porque tem o plugado podcast também. É uma confusão do cacete. Siga o plugado, meu amigo. E siga a nizológico também.

Tchau, gente, tchau. Acabou por aqui essa jossa. Acabou, tchau, tchau. Vai pra lá, vai pra lá. Ah, você é homem ou é bicha? Obrigado você também por ter nos assistido aqui. Olha eu aê, olha eu aê. E... Vai pra lá. Sai, pô. Tira esse cara daqui. Corta o microfone dele.

Obrigado por você ter nos assistido. E você sabe, né? Aqui no Zoológico, a gente cria o bicho preso. Valeu.

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