EBD PECC - IEADAM | 2º TRIM 2026 - Lição 6: "Amor ao dinheiro e contentamento. "
EBD PECC - IEADAM | 2º TRIM 2026 - Lição 6: "Amor ao dinheiro e contentamento. "
- Ambição e amor ao dinheiroPerigo da ganância · Amor ao dinheiro como raiz de males · Combate o bom combate da fé
- Planejamento com obediência a JesusManifestação da glória de Jesus · Ricos aqui e no céu · Guardar o que foi confiado
Bem-vindos ao assunto de hoje, amor ao dinheiro e contentamento. Esta é a sexta lição do trimestre que estamos estudando sobre as cartas de Paulo Atimóteo, Atito e Filemon. E os objetivos deste comentário são os seguintes. Primeiro, desenvolver uma mentalidade de contentamento com o que é essencial.
Segundo, identificar os perigos espirituais da busca desenfreada por riquezas. E terceiro, praticar a generosidade como forma de investir no fundamento para a vida eterna. E o texto para leitura com todos está registrado em 1 Timóteo, capítulo de número 6, do verso 1 ao 21.
A verdade prática desse texto diz o seguinte, os cristãos de todas as classes devem testemunhar, inclusive com a sua vida social e financeira. E os tópicos que vamos abordar são eles. Primeiro, relações sociais na igreja. Segundo, cobiça e amor ao dinheiro. E terceiro, fiel até Jesus voltar.
Na introdução do comentário de hoje, neste capítulo final da primeira epístola de Paulo a Timóteo, ele orienta Timóteo sobre questões práticas que envolvem relacionamentos sociais e a postura correta diante do dinheiro.
O apóstolo reforça o papel dos cristãos como testemunhas fiéis da verdade, inclusive nas suas responsabilidades sociais e atividades financeiras. A piedade deve andar de mãos dadas com o contentamento.
Primeiro tópico, relações sociais na igreja. 1 Timóteo, capítulo 6, do verso 1 ao 8. O escritor começa mostrando que a fé transforma todos os aspectos da vida, inclusive as relações no ambiente de trabalho e na convivência comunitária.
Paulo orienta como os servos devem se portar com os seus senhores e alerta contra os falsos mestres que distorcem a verdade por interesse.
No fim, aponta o contentamento como verdadeira riqueza. Ponto de número 1, patrão e empregado. 1 Timóteo 6, verso 1. Todos os servos que estão debaixo do jugo, considerem digno de toda honra o próprio Senhor, para que o nome de Deus e a doutrina do Evangelho não seja blasfemado.
Queridos, Paulo está encerrando esse capítulo 6 e trazendo uma exortação final para todos os seus leitores, falando sobre a relação entre servos e senhores. É importante que podemos observar.
que ao comentar esse assunto, Paulo não está legitimando, quem sabe ou apoiando a escravidão. Naquele tempo, o sistema escravocrata fazia parte da estrutura do Império Romano e muitos convertidos estavam dentro desse contexto histórico, seja eles como servos ou como senhores, estavam se convertendo do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercionado do Império Remercion
Mas o servo se convertia e continuava sendo escravo daquele seu senhor. Então ele tinha que manter a mesma postura de trabalho. O senhor também se convertia, mas continuava trabalhando com os escravos que eram propriedade sua. É interessante observar, queridos, que um escravo...
ele não tinha o menor direito. Ele podia ser punido ou até ser morto e ninguém podia colocar em dúvida os direitos do seu senhor em qualquer dessas situações. Além do mais, até o seu casamento não era considerado legal diante da lei romana. Como assim, pastor? Ele não era casado? Sim.
Mas embora fosse permitido os escravos terem esposa, a mulher não pertencia realmente àquele escravo, mas ela pertencia àquele senhor, àquele patrão. E a qualquer momento que aquele patrão quisesse vender, aquela mulher lhe vendia. A qualquer momento que ele pudesse vender ou quisesse vender, aquele homem também vendia. Portanto, eles eram considerados como uma...
Um objeto, um objeto de trabalho para aquele seu senhor. Então, tanto a mulher quanto o homem, a hora que o senhor quisesse vender, ele vendia, separadamente um do outro. E ao invés de Paulo incitar uma rebelião ou uma ruptura nesse sistema, mas o que ele faz? Paulo ensina que o testemunho cristão deve ser preservado por meio do respeito mútuo.
Continue respeitando. O testemunho de vocês vai ser continuar respeitando. Os servos cristãos deveriam tratar seus senhores com honra, mesmo quando estes não fossem crentes, para que o nome de Deus não fosse blasfemado por causa do mau testemunho daquelas pessoas.
E é interessante ainda, queridos, que Paulo deixa claro que a fé cristã não é licença para desrespeito, preguiça ou subversão, mas um chamado a uma nova forma de viver, mesmo em situações sociais difíceis.
E o escritor prossegue dizendo o seguinte, a aplicação contemporânea atinge diretamente as relações de trabalho. O que é isso? É que o empregado, o crente, ele deve ser fiel e honesto, submisso no que é justo, não apenas para agradar homens, mas como expressão...
de seu serviço a Cristo. Ou seja, esse servo, esse funcionário, esse empregado, fazer as coisas simplesmente para agradar, quando está na presença do seu Senhor. Mas independente da presença dele ou na ausência. Por isso que o texto diz como que agradar a Cristo, registrado em Efésios capítulo 6, verso 5 ou verso 8. E o escritor conclui dizendo o seguinte.
O Evangelho transforma o caráter antes de transformar as estruturas. E uma das maiores pregações que um cristão pode dar em seu ambiente profissional é o seu testemunho de integridade e humildade. Interessante essa frase do escritor. O Evangelho transforma primeiro o caráter antes da estrutura.
Porque o escritor está mostrando para nós que a estrutura da escravatura, ela iria sofrer uma transformação, com certeza, uma vez que o evangelho abrangesse um número maior de pessoas. Mas para isso, precisava primeiro mudar o caráter das pessoas. E é isso que nós precisamos entender. O evangelho, antes de mudar as estruturas, ele precisa mudar o caráter, mudar o comportamento. E é isso que Paulo quer mostrar.
com esta palavra de incentivos aos servos, continuar sendo submisso aos seus senhores. Relações sociais na igreja, ponto de número 2, evita os gananciosos. 1 Timóteo, capítulo 6, verso 5. É interessante, queridos, que após Paulo tratar do relacionamento social entre patrão e empregado, agora ele vai tratar para que os crentes estivessem atentos do common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common common
contra aqueles que se portavam como piedosos entre eles, mas com o objetivo de lucrar em cima da igreja. E quem são essas pessoas que Paulo está pedindo aos crentes que prestem atenção neles? Eles são pessoas tão arruinadas devido às suas crenças próprias, tão envolvidas em controvérsias fúteis.
E é esse tipo de pessoa que Paulo está pedindo. Cuidado com eles. Platão chega a dizer que eles vendiam seus conhecimentos, cobrando altos valores em suas aulas com o intuito de ajudar os homens. São eles os sofistas, os pragmáticos da antiguidade. Eles não acreditavam haver algo como uma verdade objetiva.
A verdade para eles seria tudo quanto é vantajoso para o indivíduo. Foi vantajoso, então isso é verdade. Tudo quanto funciona bem, tudo quanto obtém resultados desejados. Isso é que é a verdade.
E essas pessoas, então, em nome da piedade, faziam isso e as pessoas, então, contribuíam com seus recursos. Isso significa que a verdade hoje pode ser o erro de amanhã. E é interessante, queridos, que essa crítica é bastante relevante para o tempo presente.
em que muitos confundem propriedade material com aprovação divina. E tem muita gente pregando isso hoje, que a sua propriedade ou a sua prosperidade é uma aprovação divina. Se você não é próspero, é porque você não é aprovado por Deus.
Uma tremenda enganação. O evangelho jamais foi uma ferramenta para enriquecer, mas uma chamada à renúncia e ao serviço à santidade. Queridos líderes gananciosos,
são perigosos porque trocam a verdade por vantagens. Paulo alerta, devemos nos afastar deles. A igreja deve preservar a pureza da doutrina e ter coragem de confrontar toda tentativa de manipular a fé para fins egoístas.
E o escritor ainda prossegue nesse comentário dizendo o seguinte, o verdadeiro ensino sempre exaltará a cruz e não o bolso. E muitas vezes as pessoas que pregam sobre esse assunto exaltam muito o bolso, mas a mensagem passa longe da cruz. Se a mensagem não exalta a cruz, não adianta ter riquezas, irmãos.
Esses falsos mestres, segundo o apóstolo, não apenas se afastaram da verdade, mas também introduziram divisões e contendas e suspeitas infundadas na comunidade.
A santidade fingida por eles seria apenas para impressionar a outros a fim de obterem maiores ofertas e salário diante dessas pessoas. Eles encararão a piedade como fonte de produzir dinheiro. Para eles, a religião é apenas um negócio.
Em vez de promover a edificação e a humildade de Cristo, promovem doutrinas interesseiras que geram confusão e ganância no meio da igreja. E o escritor termina esse ponto dizendo o seguinte.
A raiz do seu desvio está no orgulho espiritual e na recusa em se submeter às palavras de Jesus e à doutrina conforme a piedade. É esse tipo de pessoas que Paulo está dizendo, cuidado com eles, afastem-se deles, porque eles têm aparência de piedade, mas o objetivo deles é conseguir maiores lucros para a sua arrogância ou, quem sabe, para a sua vaidade.
Relações sociais na igreja, ponto de número 3, poder do contentamento. 1 Timóteo, capítulo 6, verso 7, verso 8. Aqui Paulo faz uma declaração dizendo que para este mundo nada trouxemos e deste mundo nada levaremos. Ele aconselha os crentes que se tiver o que comer e tiver o que vestir, você já tem motivo para agradecer a Deus.
O escritor mostra que Paulo nos conduz ao antídoto da cobiça. O que é isso, pastor? É um contentamento que significa uma suficiência interior e nos mantém em paz. O escritor ainda vai dizer que esse contentamento...
Ele não acontece na nossa vida quando todos os nossos sonhos são realizados ou quando todos os nossos objetivos são alcançados. Mas quando aprendemos a confiar piamente em Deus, que Ele há de suprir todas as nossas necessidades, conforme diz o apóstolo Paulo em Filipenses capítulo 4, verso 19.
Essa visão confronta o consumismo e o espírito materialista da sociedade, tanto daquela época quanto da nossa época. Por isso Paulo diz, devamos ser agradecidos se tivermos o pão de cada dia e tiver a roupa para cobrir o nosso corpo já é motivo para agradecer a Deus.
E é interessante que quando ele fala sobre esse contentamento, queridos, é porque o contentamento é um benefício muito maior do que...
Aqueles concedidos pelas riquezas materiais. Como assim, pastor? Porque quem tem a riqueza material sobre essa pessoa tem as responsabilidades impostas sobre eles com respeito a cuidados necessitados. Ele tem que valorizar também a piedade. Ele tem que usar a sua riqueza também para favorecer o menos favorecido.
E se ele não fizer isso, não adiantou de nada ter riqueza. Por isso que o escritor diz que o contentamento traz um benefício muito maior do que a ganância por riqueza. Porque quem é ganancioso por riqueza sempre está correndo atrás demais. Mas quem está contente com aquilo que Deus lhe deu, esse tem paz no seu coração.
E aí o escritor vai dizer para nós que quem vive com contentamento desfruta de paz, mas quem vive de cobiça jamais se satisfaz. E o escritor vai terminando o ponto dizendo o seguinte, o cristão maduro é aquele que aprende a viver bem em qualquer circunstância.
Paulo escrevendo na sua carta aos filipenses, capítulo 4, verso de número 11, ao verso 13, ele diz o seguinte, Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação, tanto sei estar humilhado quanto honrado.
em todas as circunstâncias tenho aprendido, tanto a ter fartura como ter fome, tanto de abundância quanto de escassez. E aí ele conclui dizendo, tudo posso naquele que me fortalece. Aqui está o grande exemplo do apóstolo Paulo em demonstrar que o contentamento ele é muito mais privilegiado do que aqueles que tem ganância pela riqueza.
Segundo tópico, cobiça e o amor ao dinheiro 1 Timóteo capítulo 6, verso 9 ao verso 12 Aqui o escritor começa o ponto mostrando que a riqueza não é uma maldição em si Nem a pobreza é uma bênção em si E aí ele prossegue dizendo que ser rico não é pecado Nem ser pobre é uma virtude
O que a palavra nos ensina é a piedade com contentamento. Está sempre contente com aquilo que Deus nos deu. Ou pouco ou muito, mas está contente. E o que a palavra proíbe é a ambição de ficar rico colocando o dinheiro em primeiro lugar. Ponto de número 1. Perigo da ganância.
1 Timóteo 6, verso 9. Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação e cobiça. É interessante que, quando Paulo usa essa expressão, o desejo desempreado por riqueza é uma armadilha.
Paulo não está condenando o fato de ter recursos, mas a obsessão por enriquecimento. O que é isso, pastor? Nem sempre, irmãos. A ideia é de tentação para o mal. Ser rico, ah, o cara ganhar dinheiro está sendo tentado para o mal. E qual é a ideia, pastor? A ideia pode envolver apertos que criam dificuldades.
A riqueza pode trazer apertos que criem dificuldade. A sugestão é que o dinheiro tenha motivos errados na vida das pessoas. E quando ele fala de ciladas, essa condição leva o homem a perder o domínio próprio e se torna cativo de Satanás, conforme está em 2 Timóteo 2, 26, cair nos laços do diabo.
Quando o coração do homem se fixa nisso, irmãos, ele se torna vulnerável à tentação, decisões erradas e alianças perigosas, diz o escritor. A riqueza como fruto do trabalho e da providência divina, ela é uma bênção, porque traz benefícios a mim, a minha casa, a minha família, ao reino de Deus, a minha igreja e enfim. E Deus...
É Deus quem nos dá força para enriquecermos, para adquirirmos riquezas. Há muitas pessoas ricas e piedosas. E aí o escritor diz que o problema não é sermos ricos. O problema não é termos dinheiro. O problema é o dinheiro nos ter. Como assim, pastor? O problema não é ter dinheiro e eu fazer do dinheiro o meu servo.
O problema é ter dinheiro e eu fazer do dinheiro meu senhor. Aí a coisa está errada, eu me torno agora um escravo do dinheiro. Muitos têm abandonado os princípios bíblicos por causa do fascínio das riquezas. O caminho da ganância é sutil, irmãos. O texto diz que ele começa...
com uma necessidade e termina com uma escravidão ao dinheiro. Paulo escreve que esse processo é como uma queda. Quem ama as riquezas acaba sendo tragado por ela.
passa a viver pela conta bancária e pode negligenciar a fé. É esse o perigo que Paulo está mostrando. O amor, a ganância desenfreada pelo dinheiro é a raiz dos males. Por causa dessa ganância, esse homem pode entrar por caminhos tortuosos.
A cobiça e o amor ao dinheiro, ponto de número 2, cuidado com a cobiça, 1 Timóteo 6, verso 10, porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males e alguns nessa cobiça...
se desviaram da fé e a si mesmo se atormentaram com muitas dores, diz o escritor. Queridos, aqui o apóstolo Paulo, ele atinge o centro do problema, o amor ao dinheiro.
Ele não está falando do dinheiro em si, quem tem dinheiro está com problema, não. É quem coloca o seu coração no dinheiro. Esse amor gera idolatria, orgulho, injustiça e afastamento da fé. Muitos já naufragaram espiritualmente ao colocar a cobiça, trocando sua vocação por promessas vazias de sucesso.
E aí coloca o seu coração nessa riqueza, faz logo aquele cenário que vai ser rico, que vai ser milionário e afasta o seu coração de Deus. Aí isso aí é o problema. Então o apóstolo é enfático, essa cobiça não traz felicidade nem tormento interior.
O ambicioso coloca as coisas acima de Deus e das pessoas. Por isso, Paulo instrui Timóteo a fugir dessas coisas e seguir virtudes como segue a justiça, Timóteo, segue o amor, segue a fé.
segue a constância e segue também a mansidão. Aí Paulo diz, a vida cristã não se edifica sobre bens materiais, mas sobre caráter moldados por Deus.
Fugir da cobiça é um ato de sabedoria espiritual, meus irmãos. Se os falsos mestres eram dominados pela cobiça e escravos da ganância, Paulo está dizendo a Timóteo, você deve fugir delas, porque isso é um caminho sinuoso. No verso 11.
do capítulo 6 da primeira carta a Timóteo. Caminho sinuoso, Timóteo. Você pode, de repente, se deparar, quem sabe, com um obstáculo que você jamais poderá transpor. Ou, quem sabe, você poderá, de repente, em uma dessas curvas, entrar num abismo sem fim. Por isso, evite a ganância, evite o amor ao dinheiro e se contente em agradecer a Deus por aquilo que o Senhor tem lhe dado.
Cobiça e o amor ao dinheiro, ponto de número 3. Combate o bom combate da fé. 1 Timóteo, capítulo 6, verso 12. Diz o texto, combate o bom combate da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamados, e de que fizeste a boa confissão perante muitas testemunhas.
Aqui o que nós observamos no texto é que a fé cristã exige firmeza, disciplina e coragem. O combate é bom porque é nobre. Trata-se da luta para manter a fidelidade, resistir às tentações e viver de acordo com o chamado de Deus.
Então Paulo lembra a Timóteo que ele foi vocacionado para a vida eterna, uma herança que vale mais do que qualquer riqueza passageira. É interessante, queridos, que quando ele usa essa expressão, falando sobre o bom combate da fé, ele está falando de defesa da fé cristã.
Qual é essa fé? A defesa, Timóteo, da sua fé cristã, em oposição às heresias. Você deva manter a sua fé firme. Quando as heresias aparecerem, você mantém a sua fé naquilo que você crer.
como no caso das heresias gnósticas, que assediou a igreja naquela época por aproximadamente 150 anos, e também ela foi combatida nas epístolas aos Colossenses, também combatida pelas epístolas joaninas.
mas também combater com uma fé positiva contra a impiedade. Você precisa manter essa fé, batalhar em prol da santidade. É essa fé. Pastor, mas está difícil aqui, mas você vai ter que continuar tendo fé de que você vai vencer, de que a santidade vai prevalecer e de que a boa doutrina vai prosseguir no meio da igreja. Era como se Paulo estivesse dizendo, mas você vai ter que continuar.
combate na nobre luta que envolve a defesa da fé e que inclui a entrega da própria alma a Cristo Jesus. Queridos, toma posse da vida eterna significa viver a luz da eternidade, diz o apóstolo Paulo. Continua com essa fé e crendo de que você já está na eternidade.
O crente deve manter os olhos no prêmio celestial, mesmo enfrentando pressões e provações, diz o escritor. Combater a fé é resistir às seduções do mundo e não se envergonhar de seguir a Cristo com fidelidade. O escritor termina esse ponto dizendo que a verdadeira prosperidade é preservar até o fim.
guardando a fé e rejeitando os enganos que afastam da verdade. Esse é o chamado de Paulo para Timóteo, e que chamado esse? Que nos alcança também nos nossos dias, de mantermos a nossa fé, combater até o dia que o Senhor Jesus vai voltar para buscar a sua igreja, combater contra os falsos ensinamentos, combater contra as heresias e combater contra o mundanismo, trazendo sempre...
a fé de que a santidade de Deus vai imperar no meio da igreja do Senhor Jesus.
Terceiro tópico, até Jesus voltar. 1 Timóteo, capítulo 6, do verso 13 ao 21. Paulo conclui a sua carta exortando Timóteo a permanecer fiel até o fim. A fidelidade à verdade deve ser mantida com zelo até a manifestação do Senhor. Ponto de número 1, a manifestação da glória de Jesus. 1 Timóteo, capítulo 6, verso 14, verso 15.
No verso 14 diz ele, que guardes o mandamento imaculado, irrepreensível, até a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo. Que é isso, pastor, que Paulo está pedindo?
que ele mantenha esse mandato imaculado. Queridos, esse mandato imaculado é que o ministro do Evangelho deveria evitar as especulações desnecessárias e corruptoras dos gnósticos.
Ele deveria entregar a mensagem cristã a outros homens conforme ela foi entregue a ele mesmo. Sem alteração, Timóteo. Aquilo que você ouviu, que você recebeu, entregue às pessoas. Quando Paulo fala de irrepreensível, o que quer dizer isso, pastor? Inrepreensível na vida e na doutrina.
na doutrina do ministro do evangelho, nada deveria haver que pudesse ser assim criticado. Ou seja, que ninguém tenha argumento para falar contrário àquilo que você está pregando.
Porque ninguém tem argumento para dizer que você está pregando uma coisa, mas que você vive outra. Ninguém tem isso contra você. E aí, irmão, segundo alguns pensadores, muitas pessoas são ortodoxas na doutrina, mas são hereges na vida.
pois os seus princípios morais são heterodoxos. E Paulo está pedindo a Timóteo que a sua fidelidade fosse até Jesus voltar. Prega o que vive, Timóteo, e vive o que você prega. Queridos,
Paulo descreve a segunda vinda de Cristo como uma manifestação gloriosa. A expectativa da volta de Cristo é uma motivação para perseverança. E o escritor vai prosseguindo dizendo que...
O crente fiel vive cada dia com seus olhos no céu, sabendo que a sua vida será recompensada por aquele que tudo vê. Independentemente das circunstâncias, a nossa volta ele está vendo. E ele está vindo e nós precisamos mantermos firmes na sua palavra.
A majestade de Jesus é exaltada com reverência. Ele é o único que possui imortalidade. Habita em luz inacessível. E a ninguém foi plenamente revelado. É isso que Paulo quer dizer para Timóteo. Nós ainda não sabemos toda a glória que ele tem. Porque não foi revelado tudo para nós. Mas um dia nós estaremos lá.
Essa descrição enche o coração de temor e esperança. Paulo quer que Timóteo compreenda que sua missão pastoral não é apenas terrena, mas eterna. Ele serve ao rei que virá e seu compromisso é com um reino que não passa.
Por isso, fidelidade e santidade não são opcionais, mas marcas essenciais do obreiro de Deus, de cada uma das pessoas que aguarda essa manifestação gloriosa do Senhor Jesus.
Fiel até Jesus voltar, ponto de número 2, ricos aqui e no céu. 1 Timóteo, capítulo 6, verso 17. Olha a palavra de Paulo para Timóteo. Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos nem depositem suas esperanças nas instabilidades da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para o nosso aprazimento.
Aqui nós vamos perceber a preocupação de Paulo para Timóteo com respeito aos crentes que já são ricos. O que é isso, pastor? É que os ricos deveriam ser lembrados que suas riquezas tinham limitações. Isso mesmo. Ah, pastor, quer dizer que então uma pessoa que está rica hoje, amanhã pode não estar? Não, não é disso que ele está falando. Ele está falando de uma limitação temporária devido, e talvez Paulo esteja até falando, que...
o nosso tempo, a nossa estabilidade aqui também são temporárias nesse mundo físico que nós estamos vivendo. Então acumular riqueza vai durar até o tempo que nós estivermos aqui. Uma vez que partimos, passou, pronto. Por isso ele está dizendo que a riqueza é temporária e que deveria ser administrada com muita segurança enquanto esse tempo aqui presente, administrando tal riqueza, porque ela não vai com ele para a eternidade.
Então o escritor mostra que ele não condena a posse de bens, mas adverte contra o orgulho e a falsa segurança que as riquezas oferecem.
O apóstolo ainda diz mais, lembra que Deus é quem supre todas as coisas e que a verdadeira riqueza é fazer o bem ou ser generoso e repartir. Se não ser generoso, se não repartir, não vale de nada como estamos falando já há pouco tempo. A riqueza deve ser um instrumento para glorificar a Deus e abençoar vidas, não para a vaidade pessoal.
Quando Deus dá riqueza a alguém, é para exatamente esse alguém abençoar vidas. E a benção maior de alguém que tem riqueza é abençoar a obra da evangelização para alcançar muitas outras vidas para Jesus.
Os que usam seus bens com sabedoria acumulam um bom fundamento para o futuro, ou seja, tesouros espirituais eternos. É possível ser rico na terra e também no céu, desde que o coração esteja desprendido e focado em servir a Deus.
Aí sim vai ter riqueza no céu, porque vai usar das riquezas para acumular tesouro no céu. Paulo deseja, queridos, que os ricos tomem posse da verdadeira vida que está em Cristo. O que é isso, pastor?
O apelo é que os ricos sejam como Deus fez. Deus que tudo nos proporciona ricamente para o nosso aprazimento. Assim, o rico deve ser sua riqueza para socorrer aos outros na sua necessidade. As riquezas guardadas com mãos mesquinhas são apenas riquezas mortas, disse um certo pensador. Por que, pastor? Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do Pai do P
Porque o objetivo das riquezas nas nossas mãos é que Deus também, de alguma forma, possa olhar para essa pessoa que tem riqueza e vendo que ela é uma pessoa de um coração generoso, que abençoa outras pessoas, que abençoa o seu reino aqui na terra.
Se essa riqueza não é com esse objetivo, então é uma riqueza morta. Não serviu para absolutamente nada, porque para a eternidade, para onde essa pessoa vai, não vai poder levar absolutamente nada.
A mordomia cristã é um testemunho poderoso e o uso correto dos bens revela maturidade espiritual e amor ao próximo. É por isso que Deus dá riqueza a muitas pessoas, para que o nome do Senhor Jesus também seja glorificado através da sua riqueza. Fiel até Jesus voltar.
Ponto de número 3, guarda o que te foi confiado. 1 Timóteo capítulo 6, verso de número 20. E tu, ó Timóteo, guarda o que te foi confiado, evitando os falatórios inúteis e profanos e as contradições do saber. Queridos!
Aqui, evidentemente, Paulo está terminando a carta e fazendo um apelo pessoal a Timóteo, dizendo para ele que deveria guardar o depósito confiado a ele. E esse depósito é o tesouro que Timóteo recebeu, o tesouro do Evangelho.
A sã doutrina, a missão pastoral recebida do Senhor, guarda esse depósito, significa protegê-lo de falsificações, defender sua integridade e transmití-lo com fidelidade. O escritor ainda diz que o pastor é um guardião da verdade e não pode negociar os princípios eternos por modismo ou por pressões humanas.
O verdadeiro ministro é igual a uma sentinela no seu posto, com a responsabilidade de cuidar e vigiar diligentemente até que o dia amanheça. Assim é também o ministro do evangelho ser fiel à palavra de Deus e que Paulo está pindo a Timóteo até Jesus voltar.
O apóstolo também alerta contra as conversas tolas, as contradições da falsamente chamada ciência, provavelmente uma referência às doutrinas gnósticas e filosóficas que ameaçavam a fé dos cristãos naquela época, querendo distorcer o evangelho de Cristo Jesus. Paulo é firme.
Muitos que se envolveram com esses discursos se desviaram da fé. Timóteo, porém, deve permanecer firme e consciente da glória de seu chamado. E assim, termina a carta com uma bênção. A graça do Senhor seja convosco.
Queridos, e nós concluímos então o comentário de hoje mostrando que o contentamento cristão, ele é definido como uma suficiência interior que independe das circunstâncias externas e que também...
A ganância e o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. E finalizamos quando ele diz que a riqueza não é um pecado em si, mas uma responsabilidade. E aqueles que possuem recursos devem ser generosos. E precisamos então ser fiel ao Senhor até Jesus voltar. E a aplicação pessoal diz o escritor, Valorize...
o bom e justo relacionamento social, administre com sabedoria os bens que lhe vêm às mãos e guarde a fé até o fim.