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EBD 2º TRIM 2026 LIÇÕES BÍBLICAS | 6 ª LIÇÃO: “O NASCIMENTO DE ISAQUE"

03 de maio de 20261h17min
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EBD 2º TRIM 2026 LIÇÕES BÍBLICAS | 6 ª LIÇÃO: “O NASCIMENTO DE ISAQUE"

Assuntos7
  • Hagar e Ismael deixam a casa de AbraãoSofrimento e expulsão para o deserto · Deus ouve a voz de Ismael · Providência divina no deserto · Deus não faz acepção de pessoas
  • Nascimento de IsaacCumprimento das promessas de Deus · Ação sobrenatural acima das impossibilidades · Alegria após a espera · Continuidade do plano redentor · Superioridade da promessa sobre o esforço humano
  • Atitude de Abraão em relação a Hagar e IsmaelDecisão difícil dentro do plano de Deus · Preservação da promessa · Justiça e misericórdia de Deus · Intervenção divina
  • Consequências da impaciência de SaraHostilidade entre Sara e Hagar · Tratamento duro e injusto a Hagar · Expulsão de Hagar e Ismael · Surgimento de dois povos em conflito
  • Estudo Bíblico EfésiosConsiderar o contexto histórico, geográfico e cultural · Evitar a interpretação com lentes da própria cultura · Adequação dos princípios à realidade atual (contextualização)
  • O Código de Hammurabi e o contexto de AbraãoPermissão para coabitar com serva para gerar herdeiro · Filho gerado pela serva seria da esposa · Proibição de vender a serva após gerar filho · Resistência de Abraão em despedir Ismael
  • Timing Divino e OportunidadeDeus cumpre suas promessas no tempo certo · Alegria que vem após a espera
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Queridos irmãos, a paz do Senhor Jesus, estamos começando o seu programa Escola Bíblica Dominical. Obrigado por sua audiência. Que Deus continue abençoando você e toda a sua família através deste programa.

Essa programação está no ar em Recife, região metropolitana, através do Canal 14 e em todo o estado de Pernambuco pelas repetidoras da Rede Brasil. Também estamos no Spotify e em nosso canal no YouTube Rede Brasil Oficial. Compartilhe nossos links com seus amigos e familiares para que mais pessoas sejam alcançadas pela palavra de Deus.

Hoje estudaremos a sexta lição do trimestre com o título O Nascimento de Isaac. E para comentar esta lição, contamos com a presença do presbítero Stepherson. Particiou, irmão Stepherson? A parte do senhor, o pastor Nath Jackson, um imenso prazer estar aqui na Escola Bíblica Dominical.

Também com, aqui está conosco, o auxiliar e professor irmão Jonas Santana, parte de irmão Jonas. Pai, senhor, pastor Jonas Jackson. E também o auxiliar e professor irmão Givanildo Hermano, parte de irmão Givanildo. Pai, senhor, pastor, é um prazer estar aqui mais uma vez.

Nesta lição falaremos sobre o nascimento de Isaac, o filho da promessa. Mostraremos como Sara teve de lidar com as consequências de sua impaciência. Estudaremos a respeito da atitude tomada por Abraão em relação a Agar e Ismael. E por fim, mostraremos a condição em que Agar e Ismael deixaram a casa de Abraão.

Presbítero Stéferson, se eu poderia ler, por favor, o texto áureo desta semana. Paixão Nadejax, o texto áureo nos diz, Haveria coisa alguma difícil ao Senhor, ao tempo determinado, tornarei a ti por este tempo da vida, e Sara terá um filho. Gênesis, capítulo 18, versículo 14.

Irmão Jonas, qual a verdade prática desta semana? A verdade prática diz, Deus é onipotente e não há nada que Ele não possa realizar segundo a sua vontade. Irmão Givanildo, quais os objetivos da lição desta semana?

A lição possui três objetivos, o primeiro é mostrar que Sara teve de lidar com as consequências de sua impaciência, o segundo é refletir a respeito da atitude tomada por Abraão em relação a H. e Ismael, e o terceiro e último, expor a condição em que H. e Ismael deixaram a casa de Abraão. A leitura bíblica em classe para a lição de hoje está em Gênesis, no capítulo 21, versículos do 1 ao 7. Acompanhe conosco.

E o Senhor visitou a Sara, como tinha dito, e fez o Senhor a Sara, como tinha falado. E concebeu Sara, e deu a Abraão um filho na sua velhice, ao tempo determinado que Deus lhe tinha dito.

E chamou Abraão o nome de seu filho que lhe nascera, que Sara lhe dera, Isaac. E Abraão circuncidou seu filho Isaac quando era da idade de oito dias, como Deus lhe tinha ordenado. E era Abraão da idade de cem anos, quando lhe nasceu Isaac seu filho. E disse Sara, Deus me tem feito riso, e todo aquele que o ouvir se rirá comigo.

Disse mais, quem diria a Abraão que Sara daria de mamar a filhos, porque lhe dei um filho na sua velhice? Queridos irmãos, estamos iniciando o seu programa Escola Bíblica Dominical e nesta oportunidade estudando a lição de número 6 que tem como título O Nascimento de Isaac.

A semana passada, nós estudamos a lição de número 5, que teve como título o juízo contra Sodoma e Gomorra. E naquela lição, nós pudemos aprender a visita de Deus, a visita dos anjos a Abraão, isso baseado, claro, no capítulo 18 do Gênesis. Nós vimos também Deus revelando os seus planos a Abraão. E por fim...

Concluímos a lição aprendendo sobre a destruição de Sodoma e Gomorra. Esta semana, nós dando continuidade à lição, eu disse aos irmãos que a lição 1, da lição 1 à lição 5, a gente chama aqui, didaticamente, de Sessão Abraão. A Sessão Abraão terminou semana passada, da lição 1 à lição 5. E agora estamos iniciando a chamada Sessão Isaac.

Ou seja, são lições que são direcionadas a esta personagem. E queremos já, de maneira preliminar, lembrar ao professor que esta lição é uma lição baseada no livro de Gênesis, é uma lição cujo gênero literário, melhor dizendo, predominantemente no livro de Gênesis, é a narrativa histórica teológica. E nós aqui lembramos na introdução...

de que quando vamos interpretar o texto narrativo, precisamos, sobretudo, considerar o contexto histórico, geográfico, cultural, político. Precisamos entender o texto ali ou ali no passado.

Compreendendo no passado, aí trazemos o texto para aqui, que nós chamamos de contextualização, ou seja, a adequação dos princípios à nossa realidade. E por que nós chamamos a atenção? Porque comumente...

É muito fácil o professor ou o aluno ser tentado a interpretar esses textos narrativos de Gênesis que estão em um período histórico e cultural completamente diferente do nosso, usando as lentes da sua própria cultura. Ou seja, eu começar a entender cada gesto de Abraão, cada gesto de Isaac.

de cada gesto de Jacó, estou falando da lição de um modo geral, como se Abraão, Isaac e Jacó fossem brasileiros e vivessem dentro da cultura brasileira e pudéssemos julgá-los à luz da nossa cultura. É preciso entender que cirurgicamente nós precisamos entender o contexto histórico, cultural.

geográfico, político do livro, para depois poder fazer uma correta contextualização e aplicação das lições que serão extraídas deste evento. Isso é importante, de maneira preliminar, esclarecer, para que não se faça valoração.

ou se criem muitas vezes situações ou interpretações equivocadas, seja de Abraão, seja de Isaac ou seja de Jacó, cujo texto bíblico não corrobora sobre nenhuma hipótese.

Dito isso, nós vamos agora para a tela aqui inicial. Nós temos o mapa mental. Vamos, irmão Jonas, o senhor é o homem dos infográficos. Vamos para o mapa mental, por favor. Sim, senhor pastor. O mapa mental da lição, da lição número 6, que tem por título Nascimento de Isaac. O mapa mental, é bom sempre lembrar, nada mais é do que a lição distribuída.

em tópicos de uma maneira visual, incluindo aí os objetivos da lição. No primeiro tópico, nós temos as consequências da impaciência de Sara e o objetivo desse tópico, para quem, na hora, quando for lecionado, é mostrar. Mas mostrar o quê?

Mostrar o nascimento e o nome do filho da promessa, mostrar que Ismael zomba de Isaac e mostrar também que Sara pede a expulsão de H e de Ismael. Já no segundo tópico, que tem por título, Abraão tem que tomar uma atitude, o objetivo desse tópico é levar o aluno a refletir.

refletir sobre quais pontos, quando Isaac é desmamado, sobre a zombaria que vai acontecer no momento, que é Ismael zombando de Isaac, e também sobre a tristeza de Abraão. E o terceiro e último tópico da lição tem por título H. Ismael deixa uma casa de Abraão. O objetivo central desse último tópico da lição é expor.

Mas o que será exposto? Vai ser expor, no caso, Abraão despede H. Ismael, vai fazer uma exposição sobre isso aí. Também fazer uma exposição sobre H. Ismael no deserto de Béziba. E também, por último, expor que Deus ouviu a voz de Ismael. Então, a lição está estruturada assim, em termos dos seus objetivos. Mostrar, refletir e expor.

Próxima tela. E aí nós temos o texto áureo. O texto áureo da lição, que consta logo na primeira página, tem por título. Haveria coisa alguma difícil ao Senhor? Ao tempo determinado, tornarei a ti por este tempo da vida, e Sara terá um filho. Gênesis capítulo 18, versículo número 14.

Nós temos um breve comentário sobre o textuário, porque o textuário é o texto de ouro, é o texto principal da lição, que tenta resumir todo o conteúdo. Então, rapidamente, no início do textuário, nós temos a seguinte informação, que vem da Bíblia de Estudo Pentecostal.

Deus se revelou como o Todo-Poderoso, deixa eu só fazer uma correção, Deus se revelou como o Deus Todo-Poderoso, significando que Ele era onipotente e que nada lhe era impossível. Como Deus Todo-Poderoso, Ele podia cumprir suas promessas, quando na esfera natural tudo dizia ser impossível ao seu cumprimento.

Seria por um milagre que Deus traria ao mundo o filho prometido a Abraão. Está lá na Bíblia de Estudo Pentecostal da versão 2006. Próxima tela. E aí na próxima tela nós temos as consequências da impaciência de Sara.

Subtópico 1, Nascimento e o Nome do Filho da Promessa. Subtópico 2, Ismael, Zumba de Isaac. Subtópico 3, Sara pede a expulsão de Agar e Ismael. Próxima tela.

E aí na próxima tela, presbítero Stepherson, nós temos o nascimento de Isaac significa. Significa o quê? Fique à vontade. Pastor Nath Jackson, o nascimento de Isaac significa o cumprimento fiel das promessas de Deus. Está baseado em Gênesis capítulo 12, versículo 2, capítulo 21, versículo 1 e versículo 2.

O agir sobrenatural acima das impossibilidades está registrado em Gênesis capítulo 18, versículo 13 e 14. Alegria que vem depois da espera. Gênesis capítulo 21, versículo 6.

a continuidade do plano redentor, capítulo em Gênesis, capítulo 17, versículo 19, e a superioridade da promessa sobre o esforço humano, baseado em Gálatas 4, 23. E era Abraão da idade de 100 anos, quando lhe nasceu Isaac, seu filho, Gênesis, capítulo 21, versículo 5. Pastor, aqui a gente pode analisar a anatomia.

deste grande milagre. Podemos assim dizer que aqui fala do fiel cumprimento das Escrituras e a fidelidade de Deus naquilo que Ele promete e como Ele cumpre. Também revela a sua onipotência. A palavra onipotência vem da palavra homine, que quer dizer tudo, ciência, conhecimento prévio que Deus tem sobre todas as coisas.

Então o Senhor, que é detentor deste poder, desta onipotência, fez uma promessa, gerando sim a intimidade com Abraão, indo à casa dele, fez aquela visita, fez a promessa, e aqui a gente pode ver o cumprimento dessa promessa. Também...

revelando aqui de forma sobrenatural. Então, as manipulações biológicas, elas estão limitadas diante da superioridade de Cristo. Então, a gente pode observar que o Senhor, ele não depende de manipulações humanas, mas ele é soberano, ele faz do nada tudo. A palavra bara quer dizer tornar a existência aquilo que não existe.

Então aqui a gente vê na vida de Abraão uma clara manifestação do poder, dado a gente ver o espaço do momento em que foi feita a promessa até a chegada do nascimento, a infertilidade de Sara, e é tão interessante que o próprio nome de Isaac é aquele que ri.

porque realmente é algo inusitado, sai fora e vai além da nossa capacidade humana de ver um casal. E o interessante que a gente analisa aqui é que alguém poderia dizer assim, mas Isaac é filho da promessa.

Já pensou se o Senhor escolhesse um casal jovem para poder estender uma promessa e dar continuidade às gerações da nação de Israel, dos filhos de Israel? Aí pela questão de lógica, para uma procriação lógica, um casal jovem seria mais fácil criar...

a descendência, mas Deus inverte a órbita, Ele inverte aquilo que deveria ser lógico, Ele escolheu um casal idoso,

E dentro dessa impossibilidade, cumpre-se aquilo que está escrito, pois para Deus nada é impossível. Por isso que você deve confiar nas promessas divinas, nenhuma de suas promessas cai por terra. Outro ponto aqui é a alegria, depois de ver a espera.

e a importância de você saber esperar com paciência algo desejado. E o capítulo de Gênesis, no capítulo de Gênesis não, Hebreus, capítulo de número 10, versículo 36, nos mostra essa esperança que o crente deve ter de esperar com paciência ao ver obedecer o Senhor. Capítulo 10, versículo de número 36, diz assim,

porque necessitais de paciência, para que depois de haver desfeito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa, se a gente fizer a vontade de Deus na obediência, fiel é aquele que prometeu para cumprir a promessa, e aqui, pastor, ainda na continuidade do plano redentor, Isaac tem um link,

com o Cristo, todo aquele momento especial também tem uma promessa de redenção. E a superioridade da promessa está aqui registrada em Gálatas 4.23, onde Paulo usa esse contexto para trazer...

a ampliação da dimensão desta obra realizada, porque a Galáxia ainda estava muito presa aos costumes judaizantes, e Paulo, nesta epístola aos Gálatas, ele tem aqui o enfoque de demonstrar que a promessa está condicionada a Cristo, e ele é a superior promessa, e podemos assim contemplar. Essa aqui é a nossa breve participação, pastor.

São duas coisas que eu queria apontar aí na sua fala, irmão Stephenson. Sim, senhor pastor. Primeiro, aquela questão de Adão e Eva. É interessante que Deus, para criar a humanidade, gerar a humanidade, pegou dois protótipos, Adão e Eva.

É que Adão, vamos supor, Adão já não nasceu bebê, Adão já foi formado, já foi criado adulto, Eva. Então você tem aí antes do pecado uma genética extraordinária. Você perfeita, um homem gozando de uma saúde que nenhum homem no planeta Terra depois dele gozou com Eva. Então Deus pega um casal jovem para gerar uma grande...

Para gerar a humanidade. O DNA é encher a terra. É, encher a terra. Encher a terra. Aí, o que é que acontece? Deus gosta de complicar, né? Deus gosta de complicar. Até porque nós só podemos...

crer e acreditar que ele é onipotente, diante de causas impossíveis e insolúveis, então, é uma forma de Deus demonstrar a sua onipotência, aí Deus, parece que Deus vai deixando as coisas se complicarem, eu vou deixar o tempo passar, a mulher já é estéreo, já está velha, passou o costume das mulheres, Abraão também está, aí,

Na ótica humana, é como se fosse complicando mais, mas na ótica divina, vai se aproximando da especialidade de Deus, que é o impossível. Aí Deus complica para descomplicar, não é? Isso, exatamente. Para que, isso aí eu acho que tem um ponto interessante, para que Israel, quando olhasse para trás, e dissesse assim,

Eu sou fruto de um milagre. É, exato. A minha identidade está ligada a um milagre. A um milagre. Minha existência é um milagre. Então Deus pega uma mulher idosa, e além de idosa, mistério, faz uma promessa, e o detalhe,

faz uma promessa e Abraão vê o cumprimento da promessa. Porque Abraão já estava com a idade avançada e de repente podia falecer, de repente vê a esposa grávida já sobrenatural, de maneira da intervenção divina, mas sobrenatural porque...

gerou-se uma mulher com aquela idade, ter essa capacidade de gerar um filho. Então, aquela mulher obteve o filho, Abraão teve o prazer de ver seu filho nascer e todo o desenrolar da história que nós vamos mais à frente. E o que eu acho interessante é que esse texto também mostra que Deus tem senso de humor.

Deus tem senso de humor, porque o nome de Isaac se deu justamente porque Sarah riu. Exato. Aí Deus disse, você está rindo? Então você vai lembrar do seu riso. O nome dele será Isaac. Toda vez que você citar o nome dele, você vai lembrar que você zombou da promessa e que eu cumpri a promessa. Entendeu? Deus tem um tremendo senso de humor.

Então, observe, Deus pega um casal de idosos para gerar dali uma grande nação, já marcar a nação por um milagre, e dali via a descendência de onde viria o Cristo, o Messias. E o interessante de tudo isso é que Deus, como o senhor bem colocou, ele vai demonstrar que ele é todo poderoso.

Ele é o Senhor e que para Ele não existe impossibilidade. Eu já ouvi alguém dizer assim, olha, eu acredito em tudo que a Bíblia diz.

mas eu não acredito que uma senhora de 90 anos de idade vai ter um filho. Essa parte da Bíblia aí eu não acredito. Você não tem como acreditar em partes da Bíblia e não acreditar em outras partes. Nós ou acreditamos na inspiração plenária das Escrituras, de Gênesis 1 em 1 até Apocalipse, o último versículo de Apocalipse.

ou não acreditamos em nada. No conceito de inspiração, ele não é relativo. O conceito de inspiração é absoluto e ele está contemplado em todos os livros da Bíblia que vai de Gênesis ao Apocalipse. Se eu, como cristão, duvido...

um, pelo menos, um fato de que a Bíblia fala, ou um milagre que a Bíblia descreve, se eu duvido deste milagre, há um problema muito sério com o meu conceito de inspiração. Eu preciso compreender que, ou eu creio que toda a Bíblia é a palavra de Deus, ou...

De outra forma, eu estarei negando até o princípio da inspiração. Não é, irmão Joani? Verdade. E é bom nós lembrarmos, pastor, que estes e vários outros exemplos de impossibilidades, de causas impossíveis, de problemas insolúveis, que Deus age, que Deus intervém, que Deus faz a promessa, que Deus realiza milagres. Isso é para mostrar às gerações futuras que o nosso Deus, o Deus que nós servimos, é o Deus do impossível.

Nós tivemos no primeiro trimestre deste ano uma lição muito teológica, que foi sobre a doutrina da trindade, mas nesta lição estamos estudando uma lição mais prática, mais devocional, tratando de assuntos do dia a dia, tem muitas aplicações. E uma das principais aplicações dessa lição é exatamente isso, o Deus do Impossível. Então nós não temos dificuldade alguma de crer nesse milagre. Eu já ouvi alguém dizendo assim...

Olha, se a Bíblia dissesse que Jonas engoliu grande peixe, eu ia acreditaria. Imagina se fosse o inverso, né? Então, nós não temos dificuldade de entender isso, porque o nosso Deus é o Deus do impossível. E a Bíblia está repleta de Gênesis, Apocalipse, de intervenções divinas. Deus agindo em favor do seu povo. E detalhe, Deus não estava olhando apenas para uma família, para um casal. Deus estava olhando para a humanidade. Aquela promessa que foi feita a Abrão...

nos primeiros versículos de Gênesis 12, Deus disse que, Fá-te em uma grande nação, engrandeceria o teu nome, tu serás uma bênção. Então Deus disse, em ti serão benditas todas as famílias da terra. Então o cumprimento desta promessa feita a Abrão,

no capítulo 12, Deus estava visando a história da humanidade, Deus estava visando a redenção da humanidade, então Deus cumpre a promessa no tempo dele, do jeito dele, ele poderia dar, digamos assim, Abraão e Sarai, vários filhos, eles poderiam ter gerado, por exemplo, 12 filhos, digamos, dos 75 aos 100 anos de idade, Abraão poderia ter gerado 25 filhos, mas aprove a Deus, e assim eu só vou lhe dar um só, na sua velhice, quando você estiver com 100 anos, quando perecer as esperanças.

quando vocês, Sara, nem acreditarem mais, eu vou chegar, e muitas vezes é assim que Deus age na nossa vida, quando não há esperança, quando não há recurso, quando a gente não vê saída, quando a gente não vê solução, quando a gente quer se desesperar, quando a gente quer sorrir, quando a gente não acredita, o cabelo ficou branco, aí Deus diz assim, essa é a hora de eu agir, porque você não vai dizer que os méritos foram seus, se fosse uma idade que eles tivessem mais jovens, uma idade que Sarai também tivesse mais jovem, então eles poderiam até dizer assim, E aí

Fomos nós que geramos e poderia até excluir o sobrenatural. Foram eles que geraram? Sim, mas através de uma intervenção. E essa lição é uma lição que aplica-se, né? Você precisa fazer disso, uma lição prática para os seus alunos. Quem sabe você é professor aí de uma classe de senhoras, ou você é professor da classe de senhores, e talvez esteja alguém com um problema insolúvel, talvez esteja uma mulher estéreo, alguém que deseja ser pai, ser mãe.

O textuário diz isso, haveria alguma coisa difícil ao Senhor, o mesmo Deus que agiu na vida de Abrão e Sarai, é o mesmo Deus que continua agindo hoje na vida da igreja. E é interessante pontuar, deixar isso bem claro, os nossos irmãos que estão nos acompanhando.

que Deus poderia pegar um casal jovem, na sua época, Deus resolve pegar um casal de idosos, e além disso, a idosa estéreo. Deus poderia dar muitos filhos, como o senhor disse, não é, Deus poderia, não vou dar muitos filhos. O primogênito será Isaac, mas eu vou dar muitos filhos a vocês. Mas é uma coisa que na mente humana é uma coisa inconcebível.

Deus disse, olha, eu botei um casal jovem, deu errado, vou pegar um casal de idoso. Vou pegar um casal de idoso para gerar a nação através da qual virá o meu filho. Então, é uma palavra excelente aí para você, professor.

que ensina na classe de idosos, dizer, olha, Deus valoriza você, cada irmão, irmã, idoso da igreja, cada avôzinho, cada avózinha, são importantes, e veja que a maior promessa, eu digo que é a maior promessa da Bíblia, Deus fez um casal de idosos.

E eles, mesmo com todos os problemas, porque também o idoso tem problema, os idosos, imagine aí Sara e Abraão nessa situação, mas o texto também mostra que Deus é o Deus dos idosos, e na idade senil, Deus continua prometendo.

Deus continua cumprindo e Deus continua dando recompensa. Nós vamos para um rápido intervalo, não saia daí, nós voltamos já já.

Queridos irmãos, estamos de volta em seu programa Escola Bíblica Dominical e nesta oportunidade estudando a sexta lição que tem como título O Nascimento de Isaac. E no bloco anterior nós trouxemos aqui uma introdução e também iniciamos o comentário do primeiro tópico de nossa lição. Eu queria... Próxima tela.

E aí a próxima tela, irmão Jonas, as consequências da impaciência de Sara. Vamos só relembrando de que para o nosso irmão, o professor, ou até o amigo não evangélico, que nós temos também informações de que amigos não evangélicos também...

estão acompanhando o programa da Escola Bíblica Dominical. Queremos, desde já em nome do nosso pastor, agradecer a sua audiência, agradecer o seu carinho em poder estar ligadinho conosco aqui aprendendo a palavra de Deus. Só lembrando o contexto, nós temos aqui Sara, Sara que instiga e provoca Abraão a...

e disponibiliza a sua serva, Abraão, a conhecer ou coabitar com a serva. A serva, ela gera um filho, e a ideia inicial era que, como dizem os historiadores, no código de Hammurabi, dizia que...

um chefe de clã que não tivesse filhos, não tivesse descendentes, porque a ideia de propriedade e herança era forte justamente nesse contexto. Então ele teria que gerar um filho, mas ele não tinha filho e o código de Hammurabi informa que ele poderia tomar uma serva da sua esposa. Então, neste caso, a própria esposa oferece a serva.

Ele coabita com ela, gera filhos, e dentro do código de Ramurave, este filho que a serva tivesse, não seria dela, seria de sua senhora, e ela gozaria até, mesmo sendo escrava, gozaria de um certo status dentro daquele clã. Só que o que é que ocorre?

A Agar ama seu filho, percebe que já que a Sara já está idosa e não vai gerar filhos, ela diz, olha, está idosa, não vai gerar mais filhos, então eu sou mais importante que ela. E aí gera o conflito. E em decorrência disso...

Toda decisão impensada, toda decisão tomada sem a orientação divina, sempre terá as suas terríveis consequências. E aqui, irmão Jonas, a gente introduz já as consequências da impaciência de Sara. São várias, pastor, as consequências dessa impaciência. Está sendo elencado aqui quatro.

consequências, e a primeira, baseada no texto bíblico, a partir de Gênesis capítulo 16, é com aquela consequência que vai estar no âmbito doméstico.

Ou seja, hostilidade. O que é que nós vamos encontrar no âmbito doméstico? Doméstico, porque você tem Abraão, você tem Sara, você tem H. Então, a primeira coisa é a hostilidade entre Sara e H. Isso fica muito bem pontuado no capítulo 16, do versículo 4 ao versículo 5, se o senhor me permite, bem rapidinho, diz assim, e ele entrou a H e ela concebeu, e vendo ela que concebera, e vendo ela que concebera, e vendo ela que concebera,

foi sua senhora desprezada aos seus olhos. Versículo 5. Então disse Sarai a Abrão, meu agravo seja sobre ti, minha serva pus eu no teu regaço, vendo ela agora que concebeu, sou menosprezado aos seus olhos, o Senhor julgue entre mim e entre ti.

Interessante que a hostilidade aqui se dá a partir do momento, e é bem provável que a H é uma mulher em idade fértil, muito mais jovem, ela tem filhos, a Sara, por sua vez, o Sarai, na verdade ainda é Sarai aqui, não tem filhos, e a gente pode conjecturar sem inferir a hermenêutica do texto.

E a Gás está dizendo o seguinte, em outras palavras, a Gás está dizendo, eu vou ficar no lugar dela, mais cedo ou mais tarde. Então ela passa a desprezar, veja que primeiro vem o desprezo, vem a competição dentro e isso vai dividir justamente a família. Por que essa ideia de divisão?

Porque no versículo 6, ou melhor, versículo 5, diz assim, Então disse Sarai a Abrão, meu agravo seja sobre ti. Em outras versões vai dizer o seguinte, o culpado é tu, Abrão. Agora veja que coisa está acontecendo dentro de casa. Quem ofereceu a Agar, quem chegou para oferecer a Agar foi Sarai.

disse, aqui está a minha serva, então ela tem filho com ela, quando o problema, quando dá errado, ela vai dizer assim, o culpado é tu, Abraão, ela começa a jogar a culpa para cima de Abraão, e lá na frente, ainda no versículo 5, na partezinha final, ela vai dizer, o senhor julga entre mim, Deus vai ser o nosso juiz para saber aqui quem é que está errado, então, uma decisão impensada trouxe um problema seríssimo no ambiente familiar.

Então, a primeira coisa, hostilidade e uma divisão dentro do próprio casamento de Abraão. Não é que eles se separaram, mas trouxe um conflito muito grande. E a segunda consequência, veja que isso é um escalonamento. Capítulo 16, versículo 16. Uma consequência no lado emocional, ou seja, que consequência é essa? Tratamento duro e injusto.

Versículo 6 diz assim, E disse a Abraão, a Sarai, Eis que tua cérebro está na tua mão, faz-lhe o que é bom, o que é bom aos teus olhos, e afligiu a Sarai, e ela fugiu da sua face. Veja o que acontece, tratamento duro. Abraão está dizendo, ela está agora na tua mão.

Então o que o Sarai faz? Começa a afligir. Até no programa anterior, a gente não sabe dizer exatamente qual foi o tipo de aflição que foi colocada. Foi aflição física, emocional. Vamos se basear na aflição emocional. Mas foi tão duro o tratamento que Sarai deu, que fez com que a Gá, a Cervia Gipsa, simplesmente corresse daquela casa. Que é bom lembrar que a Gá está num ato de desespero tão grande, que ela está correndo de casa com uma criança dentro da barriga ainda.

Veja, tudo isso é que são consequências lá do passado. Outro tipo de consequência, uma consequência de caráter humanitário, ou seja, o sofrimento e a expulsão de H e de Ismael para o deserto. A gente está no Gênesis capítulo 16, versículo 7 e versículo 8. Primeiro, sofrimento dentro da casa muito intenso por causa da aflição.

Depois, obrigam a mulher gestante a sair de dentro de casa e simplesmente para onde? Ir para o deserto. A gente está falando de uma pessoa que saiu daqui, a H não é aquela serva que saiu da casa e está indo para a casa da família, porque os descendentes dela, ou melhor, os parentes dela estão lá no Egito. Egito. Egito. Então, estão bem distantes. Quer dizer, num deserto, uma mulher no deserto, gestante, será que ia sobreviver?

Quer dizer, veja que é um escalonamento nesse sofrimento tão grande. Isso leva a gente a uma reflexão muito grande. Mas antes, para o senhor poder concluir minha fala, a gente tem uma consequência que vai para além da família. Porque nós estamos falando da consequência, a consequência doméstica, emocional e humanitária está no âmbito da família de Abraão. Só que isso vai repercutir no futuro, porque vai surgir daí dois povos.

Surgimento de dois povos em constante conflito. Quem? Primeiro, Ismael, que vai gerar mais de doze príncipes, e depois de Isaac, que vai gerar justamente a nação de Israel. Então, eu tenho os descendentes de Israel e os descendentes de Isaac.

Ali estão dois povos em conflitos até o dia de hoje. Então, duas lições a gente tira daqui. Tem consequências que ultrapassam o âmbito familiar e vai para os descendentes. Quem cometeu o erro, a falha, morreu e as consequências ficaram para a família. Então, é muito bom.

Nesse momento, refletir. Por isso que o tópico 2 tem lá como objetivo, refletir, reflita sobre as decisões que você vai tomar. Porque isso pode trazer problema para os seus netos, para os seus binetos, para os seus tataranetos lá na frente, fora outras consequências até de caráter espiritual que pode matar a pessoa. E lembrando que o fato de sermos cristãos...

termos o Espírito Santo habitando em nós, termos cumprido a ordenança do Senhor, do batismo em águas, buscarmos a presença de Deus, buscando sempre viver uma vida de santidade e comunhão com o Senhor. Nada disso nos isentará das consequências de atos.

e decisões, ou decisões e atos, praticados fora da vontade de Deus. Então, como cristão, eu devo entender que qualquer situação, qualquer decisão que eu tomar, que esteja fora daquilo que Deus gostaria que eu tomasse, terá consequências. E essas consequências Deus vai nos isentar.

A Bíblia diz em Romanos 8 e 1, nenhuma condenação há para aqueles que estão em Cristo Jesus, que não andam de segunda casa, mas segundo o Espírito. Mas esta condenação aí é uma condenação eterna. Mas aqui na terra existe a chamada lei da semeadura. Aquilo que nós plantamos, nós iremos colher. A plantação é opcional.

Agora, a colheita é obrigatória. Então, não pense que uma decisão errada que eu tomei e que tenha uma consequência vá orar para Deus anular a consequência. Não vai anular.

Porque de que se queixa o homem, se não dos seus próprios pecados. Vamos para a próxima tela, por favor. E a próxima tela, Abraão tem que tomar uma atitude. Isaac é desmamado, a zombaria e a tristeza de Abraão. Próxima tela. E aí, irmão Givanildo, Abraão tem que tomar uma decisão.

Muito bem, foi muito importante o comentário do professor Jonas Santana, que ele abordou aqueles conflitos que iniciaram desde que a Gai engravidou, e ela foi expulsa de casa, o anjo do Senhor encontrou o errante no deserto, mandou ela voltar e se humilhar para a sua senhora.

Então ela volta para casa e depois que Isaac nasceu, os conflitos continuaram. E aí houve a necessidade, mais uma vez, de Há ser colocada para fora agora, sendo que agora já com o menino, como diz essa imagem meramente ilustrativa. Então essa atitude de Abraão, ela deve ser vista primeiro como uma decisão difícil, dentro do plano de Deus.

Nós vamos perceber em Gênesis capítulo de número 21, versículo 11, diz que pareceu esta palavra muimar aos olhos de Abraão por causa de seu filho. Então, para nós entendermos melhor, nós vamos ler o capítulo de número 21.

os versículos anteriores, observe que diz o versículo 8 a 10, e cresceu o menino e foi desmamado, que menino? Isaac, então Abraão fez um grande banquete, no dia em que Isaac foi desmamado, aquele era um dia histórico, dentro dos tempos bíblicos, não sabemos ao certo até que idade o menino mamava, mas o comentarista da lição acredita mais ou menos 5 anos de idade, e viu Sara, que é o filho de H, e viu Sara,

a egípcia que esta tinha dado a Abraão zombar, ou seja, Ismael estava zombando de Isaac, e disse a Abraão, deita fora esta serva e o seu filho, porque o filho desta serva não herdará com o meu filho, com Isaac.

e pareceu esta palavra muimar aos olhos de Abraão, por causa de seu filho, porque ele estava já apegado também a Ismael, era o seu filho também, não era assim, era o seu primógeno, não era o da promessa, mas era o seu filho, por isso que esta palavra pareceu muimar, também nós vamos perceber um ato de preservação da promessa, o versículo 12 diz, porém Deus disse a Abraão,

não te pareça mal aos teus olhos acerca do moço e acerca da tua serva, em tudo que Sara te diz, ouve a sua voz, porque em Isaac será chamada a tua semente, ou seja, é como se Deus dissesse assim, olha pode despedir,

Agar e Ismael, Deus tinha um plano na vida de Ismael também, Deus tinha promessas para cumprir também na vida de Ismael, e Deus não quis, na verdade, que os dois filhos de Abraão estivessem juntos, então, Deus disse a Abraão, não te pareça mal aos teus olhos, acerca do moço, em tudo que Sara te diz, ouve a sua voz, porque Isaac será chamado a tua descendência.

E nós vamos perceber aí um exemplo de que Deus age com justiça e misericórdia ao mesmo tempo. Então Deus é justo e Deus é misericordioso. São dois aspectos do caráter de Deus. Deus não é mais justo do que misericordioso e nem mais misericordioso do que justo. Os atributos de Deus são equivalentes. Nós podemos em dados momentos sermos mais justos do que misericordiosos.

Nós podemos em dado momento ser mais misericordiosos do que justos, mas Deus não, os atributos de Deus são equiparados, isso nós vamos perceber no versículo de número 17, e ouviu Deus a voz do menino, ou seja, H saiu errante pelo deserto, saiu com o seu filho, a água acabou, ou seja, ela teve um desespero ali pensando que iria morrer, o versículo 15 diz, do capítulo 21.

e consumida a água do outro, e lançou o menino debaixo de uma árvore, imagina uma mãe, ver o seu filho com sede, sem ter água, vai morrer, pensou H, e foi-se, e assentou em frente, afastando-se a distância de um tiro de arco,

porque dizia, que não veja eu morrer o menino, e assentou-se em frente, levantou a sua voz e chorou, e ouviu Deus a voz do menino, e bradou o anjo de Deus Agar desde os céus, e disse-lhe, que tens Agar, não temas, porque Deus ouviu a voz do rapaz desde o lugar onde está, ou seja, Deus agindo aqui com justiça,

Deus e também com misericórdia, indo ao encontro de Hagar, suprindo água para Ismael, então o Deus que fez o milagre na vida de Sarai e Abrão, ou seja, Abrão e Sara, dando-lhe um filho, que é o filho da promessa, que é Isaac, também agiu com milagre na vida de Hagar e Ismael, Deus não abandonou, Deus não desamparou, mas Deus proveu água para que Hagar e seu filho pudessem viver.

E essa parte aqui, irmão Givanildo, é uma parte bem crucial, vamos dizer assim, é o clímax do conflito. É o clímax do conflito. E aí nós nos remetemos àquela palavra que nós trouxemos no início do programa.

do cuidado que o professor precisa ter ao interpretar o fato. Sim, exato. O texto está, o livro de Gênesis traz a narração do que de fato ocorreu, e isso que está descrito no livro de Gênesis é o que de fato aconteceu. Agora, como eu vou interpretar tudo isso? Nós já comentamos aqui...

que Abraão vem de Udus Caldeus, nós temos um código de leis, pelo menos até hoje, mais antigo conhecido no mundo, é o código de Hammurabi.

que é o código de leis dos povos antigos, onde Abraão estava inserido. E esse código permitia que acontecesse isso, que aconteceu na casa de Sara. Veja, Abraão poderia até, se ele tivesse, pegar uma concubina para gerar um filho. E essa concubina...

Ele não deveria fazer porque a lei não permitia, o Código de Hammurabi não permitia que ele fizesse isso, mas se ele fizesse isso pegando a concubina, a concubina teria o mesmo direito que a esposa. Isso. Só que, ao invés disso, ele entra no Código 146 do Código de Hammurabi.

onde prescreve que a sua esposa poderia dar a sua melhor serva para que ele pudesse coabitar. E ao coabitar com sua serva, o filho que seria gerado seria da sua esposa. Seria como um filho de sua esposa, então ela seria mais ou menos uma espécie, com a dadas de vidas proporções, seria uma espécie de uma barriga de aluguel. Barriga de aluguel.

Só que a situação saiu do controle. Se agravou. H. amou o menino e, por amar o menino, então se sentiu superior à sua senhora. E, consequentemente, a lei estabelecia que, quando um fato desse acontecia...

acontecia, a serva não poderia ser vendida, porque naturalmente dizia sim, alguém poderia dizer não. Já que ela é serva, ela gerou filho, mas ela é serva. Então, se ela é serva, então eu vou vendê-la, porque aí eu já resolvo, já resolvo esse problema na origem. Só que a lei proibia que se vendesse essa serva. Mas a lei dizia que ela perderia o status e voltaria a condição de escrava.

E aí quando nós vemos a resistência de Abraão, como o senhor leu aí o texto, a resistência dele e não despedir o filho que a sua esposa pediu para fazê-lo, aí eu já vi alguém até comentar e dizer assim, não, está vendo que Abraão era mau caráter? Abraão gostou desse triângulo amoroso? Não, ao contrário, Abraão estava demonstrando um testemunho de um homem de caráter.

Porque a lei do Código de Ramonab também dizia que ele não podia, sob hipótese alguma, despedir o filho, mesmo que tivesse sido tomado pela ceva, mesmo que tivesse sido gerado pela ceva. E a situação foi tão forte que Abraão resistiu e foi preciso a intervenção de Deus na vida de Abraão. E Deus disse assim, em outras palavras, vamos...

não está no texto bíblico, mas no contexto e nas entrelinhas, Deus está dizendo, Abraão, eu sei que tu és honesto, eu sei que tu és fiel, eu sei que você é um homem justo, mas...

Eu trago essa responsabilidade para mim. Pode mandar embora. Eu estou no negócio. Pode mandar embora que eu que vou cuidar. E Abraão despede a serva, a mãe de seu filho, com o seu filho.

E aí é bom entender que foi uma intervenção divina. E Abraão, nesse contexto, estava obedecendo a uma orientação divina. Exato. O versículo 12 deixa bem claro, né? Que nós lemos aí. Porém, Deus disse a Abraão, não te pareça mal aos teus olhos acerca do moço e acerca da tua serva. Por quê? Abraão não queria despedi-los.

Em tudo que Sara te diz, ouve a sua voz, porque em Isaac será chamada a tua semente. Ou seja, Deus estava dizendo que ele poderia fazer o que Sara estava propondo, porque Deus também estava naquele negócio. E essas informações podem ser encontradas num livro chamado O Código de Hammurabi.

Código de Hammurabi, da editora Vozes, você pode pesquisar, você pode comprar e adquirir, você vai ter aí uma exposição para entender melhor o contexto social em que Abraão estava vivendo, entender que ao contrário do que algumas pessoas, o que usam as lentes do ocidente, do seu contexto para entender Abraão, vai perceber que essa lente não está...

devidamente ajustada. Precisamos entender o contexto histórico e cultural de Abraão à luz do código de Hammurabi para poder entender a sua relação com Deus, a sua relação com Deus, e que ali Abraão se demonstra ser um homem justo, um homem honesto.

um homem íntegro e um homem que está, sobre tudo isso, preocupado com o seu filho. Com o seu filho, exato. Porque não deixa de ser o seu filho. Com certeza. Pastor Nadejax, eu estava observando a fala do pastor, professor Givanildo, e achei interessante, quando ele disse assim, que Deus ouviu a voz do menino.

A preocupação de Deus, a intervenção que o senhor acabou de citar, ela é tão profunda que textos da Bíblia também trazem essa averbação. Quando diz assim, no capítulo 5, versículo 10 de Deuteronômio, diz assim, e faço misericórdia em milhares aos que me amam e guardam meus mandamentos. Então veja como Deus é misericordioso. O Salmo 100.

versículo de número 5, também expressa essa realidade, quando ele diz aqui, Salmo de número 100, versículo de número 5, porque o Senhor é bom, e eterna a sua misericórdia, e a sua verdade, estende-se de geração a geração, então a misericórdia de Deus é tão grande, que nessa intervenção,

a reta justiça, a equidade com que ele trata qualquer povo, qualquer língua, e ele traz a sua bondade para poder trazer o socorro, que no caso aí foi o filho Ismael, o Senhor viu com detalhes, e ainda disse mais, e o menino era com o moço.

que em Gênesis 21 e 19 diz assim, e o Senhor era com o moço, como que ele dizia assim, ele está no deserto e eu estarei acompanhando, respaldando cada detalhe, porque viver no meio do deserto, embora está descrita a sua habilidade, Deus ainda estava preservando e cuidando desta criança. Com certeza. Vamos para a próxima tela.

Próximo a tela, Abraão, tem que tomar uma atitude. Apesar da bênção experimentada com o nascimento de Isaac, o casal teve de lidar com as consequências de tentar antecipar o que Deus havia prometido e determinado para um tempo específico. E aí, irmão Jonas, esse versículo, capítulo 21, versículo 14, mostra...

os problemas que nós causamos para Deus e para a gente mesmo. Nós causamos primeiramente para a gente e depois para Deus, porque Deus vai ter que resolver essa bagunça que a gente fez. E Ele é especialista em arrumar as nossas bagunças, quando reconhecemos a nossa bagunça.

E colocamos ele, Senhor, eu fiz isso aqui, mas me ajuda. E nessa bagunça ele vai usar a régua, né? Da justiça e da misericórdia. Verdade, usar a régua da justiça, a régua da misericórdia. E me permita, pastor, essa lição é tão importante porque ela fala tão próximo a gente.

Porque nós começamos a observar que Abraão, Sara e Há são personagens reais. Eles não foram... não é uma história... Não é uma lenda. Uma lenda, não é uma história com é que você começa a criar por aí afora. E a gente começa analisando do capítulo 16 até o capítulo... do 16 até o capítulo 21.

A gente vê um homem já experiente, porque a gente está falando de um homem com mais de 70 anos de idade, um homem experiente, uma mulher também já experiente, mas isso não significa que a pessoa seja infalível. As pessoas falham, as pessoas erram e depois as pessoas vão ter que lidar, lidar com as consequências das suas falhas e dos seus erros.

E você vê na tela que foi apresentada que Abraão agora tem que tomar uma decisão dura, uma decisão difícil. Imagine a dor de um pai. Quando o professor João Dio estava falando aqui, citando aquele versículo.

que o texto diz assim, que foi muito duro para Abraão ouvir aquela palavra, aquele doer. Imagina para um pai que ama um filho ter que despedir, no caso a cucumbina, e despedir seu próprio filho para o deserto, sem saber para onde ia. Mas é uma consequência resultante daquilo que foi decidido lá no capítulo 16. Então fica como...

reflexão desse tópico 2 para o professor da Escola Dominical dizer aos seus alunos, reflita bastante sobre as decisões que você está tomando, porque mais cedo ou mais tarde você vai ter que tomar uma decisão e muitas vezes a decisão é muito dura, pastor. Queridos irmãos, nós vamos para um rápido intervalo, não saia daí, nós voltamos já já.

Queridos irmãos, estamos de volta em seu programa Escola Bíblica Dominical para o último bloco, onde esta semana estamos estudando a sexta lição que tem como título O Nascimento de Isaac. Vamos para a nossa tela que estávamos comentando. Próxima tela, por favor. E aí a próxima tela, irmãos Vanil, do terceiro tópico. Agar e Ismael deixam a casa de Abraão. Abraão despede Agar e Ismael.

H. Ismael, no deserto de Betsebe, Deus ouviu a voz de um menino. Irmão Givanildo, vamos para a próxima tela, por favor. Esse fato dessa história, dessa narrativa, para mim, a saída de H. com o filho para o deserto, para mim, é o ápice dessa...

Dessa lição. Dessa lição e dessa tragédia. Isso. Dessa experiência vivida, né? Porque aquilo foi muito doloroso para Abraão. Imagina, doloroso para Abraão, doloroso para Há. E aí a gente, na continuidade aqui, eu queria que o senhor começasse a comentar, porque ainda tem um outro detalhe. Qual é a mãe que no estado de sofrimento com o filho, deixa o filho... A situação era tão grave... Uhum.

que esse instinto materno dela, ela utiliza para colocar o menino distante. Distante, para ela não ver a morte do menino. Não ver a morte do menino. É uma tragédia humanitária, é uma tragédia familiar, é uma tragédia emocional, é uma tragédia de relacionamento. Então nós temos aí um cenário que parece que a história...

Vai ter um final trágico. Mas é aí que Deus intervém. Então nós vamos permitir primeiro que Deus permita essa separação. Havia um propósito. Ora, se com o nascimento de Isaac, quando Isaac foi desmamado, Ismael começou agora a zombar.

de Isaac, Deus sabia muito bem o que iria acontecer se aqueles dois meninos crescessem juntos, crescessem, digamos assim, no mesmo lar, na mesma tenda, então Deus viu que aquela separação era necessária, e é por essa razão que quando Sarai mandou, ou Sara, deitar fora,

Agar com seu filho, Deus disse assim, ouça a voz da sua esposa, então no versículo 12 que queremos ler mais uma vez, Deus disse, não te pareça mal aos teus olhos acerca do moço e acerca da tua serva, em tudo que essa ela te diz, ouve a sua voz, ou seja, faça o que ela está dizendo, eu estou nesse negócio, então Deus tinha seus propósitos, Deus queria evitar, impedir que os meninos crescessem juntos, porque Deus sabia das rivalidades, das brigas, das intrigas que iriam ocorrer no decorrer da história.

mas Deus não abandona ninguém, Deus é aquele que cuida, para Abraão, Abraão ficou preocupado, eita agora eu despedi Agai, eu despedi Ismael, e agora o que é que vai acontecer? Não sabia o que ia acontecer, naquela época não tinha celular para ele ficar mandando mensagem, e aí Agai, conseguisse água, você conseguiu se alimentar? Não, ele tinha que depender completamente de Deus, mas Deus cuida, e Deus cuida melhor do que nós.

Nós amamos os nossos filhos, nós cuidamos dos nossos filhos, mas a verdade é essa, que Deus cuida deles. E às vezes ocorre a necessidade, às vezes é um curso, às vezes é um intercâmbio, às vezes a necessidade dos nossos filhos se ausentarem, e sair, digamos assim...

de perto de nós, mas Deus cuida melhor do que nós, no versículo de número 17, diz que Deus ouviu a voz do menino, e bradou o anjo de Deus, Zagar, desde os céus, e disse-lhe, que tens, Zagar, não temas, porque Deus ouviu a voz do rapaz, desde o lugar onde estás, ou seja, Deus é aquele que intervém, Deus é aquele que protege, Deus é aquele que cuida, Deus é aquele que supra as necessidades, está prestando de água e eu vou prover.

nós aprendemos também que o sofrimento não impede o cumprimento de um propósito divino, o versículo 18 diz, Ergue-te, levanta o moço e pega-lhe pela mão, porque dele farei uma grande nação, ou seja, quem estava esperando a morte do filho, quem estava pensando assim, daqui a pouco meu filho vai morrer de sede, aí houve uma promessa dessa, Deus dizendo assim, dele farei uma grande nação.

então vem a providência, versículo 19 diz, e abriu-lhe Deus os olhos, e viu um poço de águas, olha que coisa maravilhosa, e foi-se, e encheu o odre de água, e deu de beber almoço, ou seja, embora que a temática principal pastor, seja o nascimento de Isaac, o milagre que Deus fez na vida de Abraão e Sarai, mas nós vamos perceber que Deus também faz milagre na vida de Ismael, Deus faz milagre na vida de Agar.

O Deus que cuida de Abraão, Sara e Isaac é o Deus que cuida de Agar e de Ismael. E é no deserto onde os milagres acontecem. Não é assim? Nós lendo a Bíblia Sagrada, nós vamos perceber isso, que muitas vezes Deus permite que estejamos no deserto.

e deserto é um lugar que há escassez de água, há escassez de alimento, mas Deus está no deserto, aquele período de 40 anos de peregrinação, foi marcado por grandes milagres, por coisas extraordinárias, e quem sabe na sua família, você também está no deserto, está enfrentando alguma provação, alguma aflição, talvez até sofrendo as consequências de um erro do passado, mas Deus é o Deus que cuida, é o Deus que guarda, que protege, que faz milagres, no versículo 20 diz assim,

E era Deus como osso, que cresceu e habitou no deserto e foi flecheiro. Ou seja, Deus fez o milagre na vida de Abraão e Sarai, mas fez o milagre também na vida de Agai e Ismael. Aqui, eu acho uma coisa bem interessante aqui em Gênesis 21 e 16, que diz o seguinte.

E afastando-se, foi sentar-se em frente à distância de um tiro de arco, porque dizia, assim não verei o menino morrer. Algumas bíblias trazem, alguns estudiosos trazem que a distância do tiro de um arco aqui pode ser 30 metros, outros dizem 100 a 200 metros.

Então, era uma distância suficiente, porque ela disse assim, eu não quero ver ele morrer. Ele vai ficar uma distância que eu não possa alcançá-lo e eu não quero vê-lo morrer. Em contrapartida, como eu disse que Deus tem senso de humor, veja que o texto seguinte, o texto diz...

que ele cresceu e morou no deserto e se tornou flecheiro. Ela que colocou o menino na distância do tiro de um arco, Deus disse, eu vou fazer desse menino um flecheiro. Isso mostra que Deus, esta lição, quando nós olhamos para H e seu filho, mostra que primeiro que Deus não faz acepção de pessoas.

Segundo Deus, não amaldiçoou Ismael nem a sua descendência. Isso deve ficar bem claro. É claro que o plano de Deus, o projeto de Deus para Sara e Abraão era Isaac.

E eles entraram aí, acharam por bem, acharam que tinham competência suficiente de apressar o projeto de Deus e acabaram fazendo essa lambança e que Deus teve que, dentro dessa lambança, poder transformar essa lambança para a sua glória. Agora, é claro que efeitos colaterais continuarão, Deus resolverá o problema.

Bem cirurgicamente Mas as consequências Serão inevitáveis Como já aqui nós falamos Por conta da lei da semeadura Por conta de que Deus é um Deus justo Mas Deus mostra também aqui que é um Deus misericordioso E ao ser um Deus misericordioso Atua na vida de Iagar Como Deus havia prometido Abraão

atua na vida de Agar, não só de Agar, mas do seu filho, e faz do seu filho um pai de grandes nações, né? Pai de grandes nações. Então, a bênção de Deus está não só sobre a descendência de Abraão em Isaac, mas a bênção de Deus também está sobre a descendência de Abraão e Ismael. Mas lembrando...

No ano de Deus, o projeto de Deus era Isaac. E de Isaac, a descendência de Isaac, é que veio o Messias. Mas a descendência de Ismael não foi amaldiçoada por Deus, porque o projeto original de Deus, em Abraão, capítulo 12, que já foi citado aqui hoje,

é que em ti serão benditas todas as famílias da terra. A visão de Deus sempre foi universal, levar o evangelho e o seu reino conhecido a toda a terra. Vamos para a próxima tela, por favor. E aí, irmão Stefferson, nós temos H e Ismael deixam a casa de Abraão, as situações vivenciadas por H.

Faixonado Jackson, aqui nós temos as situações vivenciadas por Agar sofrendo com as consequências das decisões erradas. Gênesis capítulo 16, versículo 2, versículo 4 e 21, versículo 9.

sem os recursos e sem direção, 21 e 14 de Gênesis, isolada e vulnerável, Gênesis 21 e 15, e enfrentando o risco de morte, 21 e 16 de Gênesis. Aqui, pastor, a gente pode observar...

é um escalonamento da realidade de uma decisão quando ela não é pensada, quando ela não tem o reflexo da sua reflexão para poder ser tomada. Eu digo o seguinte, entre evitar o problema e gerenciar o problema,

a gente pode ter a oportunidade, através de uma reflexão, evitar o problema. Mas aqui fica muito claro que houve o reflexo do gerenciamento. E uma coisa interessante que a gente precisa pontuar aqui é que, às vezes, nossos filhos podem também ter os reflexos dos pais.

porque de uma situação da zombaria do filho, que lá atrás também a gente está pontuando, por isso que a Bíblia é um livro extraordinário, porque ela pontua também as nossas fragilidades, não só os nossos atos heróicos, da fé, da busca, mas mostra também a fragilidade, e a gente observa que...

o Ismael, naquela brincadeira, pode ter tido também um reflexo, é como se tivesse ali o reflexo daquilo que ele estava compreendendo na sua visão de mundo. E aí a gente vê agora as consequências. Primeiro, sofrendo o peso direto da sua decisão. Isso aqui é algo muito claro. A gente observa que ela sofre de forma direta. Segundo, a escassez andando errante, sem saber para onde é que iria.

a ponto de ir ao meio do deserto. Terceiro, a escassez e o isolamento.

quer dizer, ela agora estava procurando ali se isolar, completamente vulnerável, lança o menino, como já foi aqui muito bem pontuado, debaixo de uma árvore, então ela ali agora está buscando isolamento. Tem pessoas que quando estão numa situação como essa, acham que a melhor solução é buscar às vezes o isolamento. E a gente sabe que o contexto ali poderia trazer essa realidade.

Mas aí a gente vê que o desespero também tomou conta daquela realidade e enfrentando o risco eminente de morte. H se afasta para não ver o menino morrer. Então observe que ela enfrenta também um risco de morte eminente, deixando a criança ali naquela situação. E a aflição é tão grande que a Bíblia diz que se escutou em voz alta.

O choro é o ponto culminante do desespero, da aflição. E aí a gente vê agora Deus entrar em ação para resolver, como o senhor aqui pontuou, toda esta situação.

Os nossos atos precipitados, esse é o ponto de reflexão aqui. A gente precisa entender que existem situações que a gente pode usar o caminho que foi traçado e não criar o atalho. Como diz o nosso pastor Jefferson, mantendo a calma na tempestade. Ele, uma vez gerenciando detalhes ali na superintendência,

Ele com aquela calma que ele sempre tem de refletir, de ser muito prudente nas ações.

a gente percebe que ele tem essa relação com a calma. O pastor Jefferson demonstra muito isso. E aí a gente muitas vezes tem que ter esse tipo de situação para a gente não entrar num atalho, para a gente não entrar fora do propósito. E a gente deve entender que o texto em hebreu diz muito claro, quando a gente coloca-se debaixo do propósito de Deus, na consulta, na orientação, a gente alcança os nossos resultados.

Então a gente entende que Deus está no centro de tudo. E o que importa às vezes é a gente consultar o Senhor para tomar as nossas decisões. E às vezes um simples minuto de silêncio.

Um certo questionamento faz a gente tomar uma decisão certa. E aí a gente vê que a família em si, ela, nesse âmbito aqui, sem recurso, sem direção, isolada, vulnerável, enfrentando risco de morte, tudo isso poderia ser evitado se eles tivessem um minuto de reflexão para entender qual é a direção de Deus para cumprir o seu propósito. Eu acho que isso é suficiente, pastor Leonardo Jackson.

E permita-me, pastor, nós trazemos uma aplicação prática, porque a verdade é essa, não existe família perfeita, todos nós somos falhos, somos imperfeitos, e nós precisamos entender que a família dos patriarcas, de Abraão, Isaac e Jacó, elas não eram famílias perfeitas, nós vamos perceber que essa crise foi gerada porque os quatro personagens principais tiveram suas falhas, seus defeitos, eles erraram, eles falharam em algum momento, por exemplo, vamos começar por Sarai,

que ela era estéreo, e ela quis, como nós vimos na lição de número 3, ela quis ajudar Deus a cumprir a promessa, ela quis apressar o processo. Aplicar métodos humanos, né? Aí ela vai usar um costume da época e leva a proposta para Abraão. E o que era para o pai Abraão fazer? Deixa eu consultar a Deus? Deixa eu passar um momento de oração? Deixa eu saber se esta é a vontade de Deus? Porque tem coisas que são legais.

que são permitidas, mas às vezes não é o propósito de Deus para as nossas vidas. É como se fosse a questão da cultura, mas tem a aprovação de Deus, nem tudo que muitas vezes é cultural pode ser a aprovação divina. Exato. Eu disse, quando nós lecionamos a lição de número 3 na Escola Dominical, eu dei esse exemplo, eu disse, olha, adotar uma criança hoje é legal, é legítimo, é uma atitude nobre.

Mas a pergunta é, será que isso é a vontade de Deus para a minha vida? Será que eu devo ir lá e adotar uma criança? Então, a proposta de Sarai. Aí vem Abraão, e em vez de orar, ele toma a decisão. Posso ir agar. Então, houve uma falha de ambos. Aí, quando...

Agar, engravida, ela vai desprezar sua serva, capítulo 16, versículo 4, e ele entrou a Agar, e ela concebeu, e vendo ela que concebera, foi sua senhora desprezada aos seus olhos, e agora no capítulo de número 21, versículo de número 9, quem é que vai zombar, agora é a vez de Ismael, capítulo 21, e o versículo de número 9, e viu Sara, que o filho de Agar, a Egípcia, que esta tinha tido, dado Abraão, zombava, ou seja, a Egípcia, que o filho de Agar, a Egípcia, que o filho de Agar,

Somos, precisamos entender isso, que não existe família perfeita. E essas imperfeições, esses erros, essas falhas gerou crise. Mas em meio à crise, Deus está ali para solucionar, para resolver, para fazer milagres, para trazer a solução.

E nós aprendemos isso, que hoje não é diferente. Nós cometemos nossas falhas, mas Deus está pronto a intervir, fazer milagre na nossa família também. E essa vida, essa zombaria de Ismael, pode-se entender perfeitamente já que é fruto desse desprezo que a Gá tinha de Sara. Isso.

Ele aprendeu ali, não convive com sua mãe, essa mulher aí, cuidado com essa mulher, e o filho dela é pior do que ela, então gerou a situação. Errou Abraão, errou Sara, errou H, errou Ismael, todo mundo errou, e Deus aí intervém na situação para consertar os problemas que nós, seres humanos,

causamos quando nós não observamos a sua vontade. Próxima tela, por favor. E aí, irmão Jonas, rapidinho, o nosso tempo já está indo embora, a sinopse de nossa lição.

Sim, senhor pastor, nós temos a sinopse de cada tópico da lição. A primeira sinopse é Deus é poderoso e no tempo certo ele cumpriu a promessa feita a Abraão. Essa primeira sinopse traz como verdade principal. Espere em Deus que Deus vai cumprir a promessa que ele fez.

A segunda sinopse, Abraão e Sara estavam sofrendo as consequências de suas ações impensadas e precisaram tomar uma difícil decisão. Uma verdade principal que sai dessa sinopse da lição.

independente da idade, mas todas as consequências, se tomou uma decisão errada, as consequências serão vivenciadas. Logo na parte de baixo, H e Ismael foram despedidos, enfrentaram o deserto, mas Deus ouviu o seu clamor e os livrou. Lembre-se que todos aqueles que sofrem, mas se clamam a Deus, existe da parte de Deus uma resposta. Próxima tela.

E a próxima tela nós temos o milagre de Isaac, fé, promessa e consequência. Fé, promessa e consequência. Esse infográfico tenta resumir toda a lição. Observe como é que foi feito aqui. O milagre do cumprimento, Deus, o Todo-Poderoso, El Shaddai, ele vai cumprir. O Senhor provou sua onipotência ao cumprir a promessa.

a promessa, apesar da esterilidade e da velhice. Deus é o Todo-Poderoso, porque sendo Sara já velha e estéreo, mesmo assim, Deus fez um grande milagre. A superação dos limites físicos ainda é o cumprimento do milagre. Abrão com 100 anos, Sara com 90, eles tiveram um filho. Nasceu justamente Isaac, que significa aquele que riu. O nome é dado por Deus, reflete a alegria que substitui o riso, aquele riso da incredulidade.

Agora vem as consequências que estão lá do outro lado, as consequências, caminhos tortuosos, o custo da ajuda humana, a tentativa de Sara de apressar Deus com agarra resultou em graves conflitos familiares. Lá do outro lado, o conflito entre herdeiros, Ismael aos 14 anos zombava de Isaac, gerando a ruptura final dentro da casa de Abraão. E de um lado nós vemos caminhos distintos seguidos pelos herdeiros. Herdeiros Isaac

origem, milagre divino, Ismael, origem, plano humano, Isaac, promessa recebida, herdeiro da aliança original, Ismael, promessa recebida, formação de uma grande nação. E lá no finalzinho, lá no canto...

Está escrito lá, amparo no deserto. Mesmo após a expulsão, ou seja, mesmo a H sendo expulsa, Deus ouviu o choro de Ismael e prometeu assistência à sua descendência. Irmão de Vanido, o nosso tempo já foi embora. Que lições o senhor poderia, orientações melhor dizendo, o senhor poderia dar ao professor para extrair dessa lição?

Muito bem, eu poderia dizer que primeiro lê o texto bíblico, para extrair as verdades que estão na própria palavra, ler a lição, ter um subsídio lá do esboço preparado pela superintendência, tem esses slides, ou seja, o professor tem muito recurso hoje para enriquecer a sua aula.

E, acima de tudo, procurava trazer lições práticas para o nosso dia, entendendo que essa lição fala do Deus que é poderoso, que faz milagre, o Deus que socorre, e trazer isso para a nossa realidade. Deus continua fazendo milagres em nossas vidas. Bom, Sterson.

Para essa lição, pastor Nath Jackson, eu digo que Deus supera as nossas falhas, ainda que a gente muitas vezes por uma fatalidade ou a questão de adquirir um atalho quando não foi consultar a Deus diante de uma direção.

E esses acontecimentos, mesmo temos aí para aviso nosso, como diz o próprio autor, o apóstolo Paulo, escrevendo aos corintios, que isso foi escrito para que a gente possa ver. E esses exemplos fiquem claros para que a gente, ao observar, não venha praticar.

não ser uma pessoa precipitada em determinadas decisões, para que não venha criar ambiente tóxico, conflitos e outras realidades, e sempre buscar a direção divina. E entender que a superioridade, a soberania de Deus, supera nossas falhas. Bom, Jonas.

Essa lição tem muitas lições. E aqui eu quero destacar, para o professor também dizer em sala de aula, quando Sara teve um filho, já na sua velhice e senistério, era Deus mostrando que era o Todo-Poderoso. Aí, querido professor, diga aos seus alunos, reforce em sala de aula, que Deus é Deus dos milagres e das causas impossíveis. Que Deus continue lhe abençoando em nome de Jesus.

Queridos irmãos, depois de uma lição tão maravilhosa, vamos orar. Presbítero Stéferson, nos dê a honra. Apaixonado Jaco, conforme a sua orientação, oremos. Pai eterno, Pai bendito, Senhor, queremos te agradecer por este momento em que passamos aqui, Senhor, aprendendo a tua santa e gloriosa palavra.

Estenda as tuas mãos, ilumina a mente, traz entendimento para os nossos professores, as direções de escola, para que esta aula seja de rica e bênçãos para a vida daqueles que estarão na escola dominical. Estenda as tuas mãos, abençoa, rica e plenamente, e assim te pedimos, e já te agradecemos em nome de Jesus. Amém.

Chegamos ao final do programa. Hoje estudamos a sexta lição desse trimestre com o tema O Nascimento de Isaac. Na próxima semana veremos a sétima lição com o título Uma Prova de Fé, a Entrega de Isaac.

Lembrando que o programa Escola Bíblica Domenical vai ao ar na TV todas as sextas-feiras, 21h30, e no sábado às 16h. Também está disponível no formato podcast no Spotify e em nosso canal no YouTube Rede Brasil Oficial. Se inscreva, ative o sininho e compartilhe nossa programação. Obrigado por sua companhia e até o próximo programa. Que é a graça do nosso Senhor Jesus Cristo.

O amor de Deus, nosso Pai, a comunhão do seu Santo Espírito, estejam com todos hoje e para todos sempre. Amém.