Episódios de Programa do Barró

Programa do Barró - Jhow

08 de maio de 202642min
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Primeira vez dele em um Podcast e nós tivemos a honra de recebe-lo. Jhow é modelo e contou como foi parar nesse universo, mas também contou pra gente sobre a publicidade do Serasa. O jovem ai também ja foi MC e agora está com um projeto de voltar a cantar e pode até lançar um album pra gente ouvir muito.

Participantes neste episódio3
B

Barró

HostApresentador
G

Guilherme

Co-hostJornalista
J

Jhow

ConvidadoModelo
Assuntos5
  • O Quadro 'Negrões de Menos'Crítica social com humor · Abordagem de temas relevantes para a comunidade negra · Impacto e reconhecimento do público
  • Transicao de CarreiraExperiências de trabalho antes da fama · Início na moda e publicidade · Oportunidades na internet e redes sociais · Projeto de retorno à música
  • Impacto das Redes SociaisInfluência na autoestima e representatividade · Viralização de conteúdo e crescimento de seguidores · Oportunidades de publicidade e monetização
  • Infância e AutoestimaExperiências com bullying na infância · Pressão por padrões de beleza · Mudança de percepção sobre beleza com a internet
  • Acidente com Depilação a LaserQueimaduras e impacto na carreira · Questões legais e prejuízos financeiros
Transcrição114 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Começou, gente, mais um programa do Barroi. Nós estamos aí na nossa comemoração de 10 anos do programa. Como eu sempre falo, vai ser o ano inteiro disso. E é a primeira vez que ele veio aqui também. Foi difícil, mas a gente conseguiu. João, seja muito bem-vindo. Diretamente de Itapecerica da Serra. Ele falou que ele é cria de lá, hein? Tem muita coisa pra gente conversar. Seja muito bem-vindo. Obrigado, viu? Que você abriu esse espaço pra vir aqui. Muito obrigado pelo convite.

Seja muito bem-vindo, viu? E você sabe que tem muita coisa pra gente falar. Não tem padrão, não tem frescura. Do mesmo jeito que a gente se encontra nos eventos, que não tem padrão, tem aquela coisa toda, vai ser aqui. Só que a diferença, que aqui a gente tem uma conversa mais longa, e a gente pode conhecer mais sobre o Joe. Não é a primeira vez, você também participa de um podcast.

Primeira vez, primeira vez. Tá brincando? Então é exclusividade? Ah, agora pode ir no PodPá, pode ir aonde quiser que eu não vou ficar com ciúmes. Agora você pode ir aonde quiser que eu não vou ficar com ciúmes. Mas eu sei se eu tivesse ido. Não, eu já participei em alguns programas dentro do PodPá, mas não podcast de... Ah, sim. Olha, eu falei o PodPá aqui brincando, mas é tudo bem, saiu espontâneo. Agora, você tá vendo o pequeno ao vivo?

Tá vendo o pequeno ao vivo, a palhaçada aqui? Deixa eu tirar aqui de cima, não vai ficar vibrando.

E aí, cara, que sensacional. Pra gente entender, como eu sempre faço com todo mundo, a questão da linha do tempo. Até brinquei falando sobre tapeceria e tal. Você, então, é nascido e criado ali, mas você não tinha absolutamente nada a ver com o mundo que você vive agora. Eu achei legal que você colocou umas fotos tua, tipo, molecão e tal. Achei isso muito engraçado. Mas você já tinha essa coisa da baixo autoestima? É assim que fala.

Sim. Você já tinha muito disso? Você tinha medo de falar, putz, eu acho que essa menina não vai chegar em mim. Eu já tive um monte de Maria Joaquina. Teve um monte de Maria Joaquina também? Teve um monte na escola? Já tive, com certeza. Eu acho que todo... Principalmente da minha época, né? Todo moleque preto passou por isso, né? Essa fase de ninguém querer, criticar, falar mal, entende? Então...

Eu passei por isso, sim, com certeza. Sim, mas você... Mas também por questão de bullying, essa parada toda ou não? Você chegou a passar exatamente por isso? Passei, com certeza. Ou não? Tudo era motivo de piada, né? O cabelo, o tamanho da boca, isso e aquilo. Tudo era motivo de piada. Isso os queridos não chateavam, né? Sim, eu imagino. Eu imagino. Mas tem aquela coisa... Eles estão falando demais disso. Tá chorando muito, né, Guilherme? Tá com muito mimimi. Ah, você trouxe mais um barroco.

Você trouxe mais um aqui pra você ficar falando disso e quem reclamar vai vir de novo. Quem reclamar que você vem, você vai vir de novo, tá? Vai vir quantas vezes você quiser. Mas as pessoas não entendem. A questão não é nem a questão do mimimi e tal. É porque, olha, chegou um tempo que... Ah, mas antes ninguém falava nada. Ninguém fazia nada, mas você não tava antes. Olha, antes, beleza, o problema é de quem tava antes. Mas agora eu não quero essa brincadeira. Eu não quero isso pra mim. Eu não quero que alguém me chame de macaco.

Pra alguém faça isso e eu fico rindo e acho legal. Não, mas eu não quero. Se lá atrás o outro quis, o problema é dele. Mas eu agora não quero. É meio que isso também que você veio construindo com você com o passar do tempo. Sim, com certeza. É o que eu falo. A internet hoje em dia foi um ponto muito positivo pra essa mudança. Porque na minha época a gente não tinha uma referência.

igual hoje tem na internet. Tudo na televisão era atores brancos, atores dos olhos claros, cabelo liso. Então a gente não tinha essa referência. Então a pessoa que era bonito para eles era o padrão que estava na televisão. E hoje em dia não. Tem a internet, tem bastante atores negros, tem bastante influenciadores pretos. Então a gente consegue influenciar as pessoas. Sim.

Se achar bonito, se olhar no espelho e falar que bonito, eu quero ter o cabelo igual do Joe, igual do André, igual do Vini. Entende? Então, isso foi muito bom, cara. Isso muito bom, mudou bastante. Isso foi mudando bastante. E você também já tentou se adaptar com o padrão. Já fez os cabelos muito loucos também? Com certeza, já lizei o cabelo, irmão. Já lizei o cabelo. Se você não ver minhas fotos antigas, eu tudo com a boca e colhida. Já quis ser do restante também, já quis ser do peso. Já, com certeza.

achava que a cabelinha ia ficar igual do Justin mas era sofrido era sofrido você achou que por um momento ia chegar do nível do dele mas é a coisa de você falar olha eu vou ter que me encaixar aqui que ou eu faço isso ou eu vou ficar tipo sendo zoado pra sempre mas era pior, era outra zoeira ainda a lizoa e era pior ainda

Cara, e aí então você foi entendendo que você poderia mudar isso com o passar do tempo. Mas você era aquela criança também, já da coisa da moda, pelo menos isso? Não. De, olha, eu não quero sair vestido assim, eu quero combinar as coisas. Não tinha nada a ver, nada a ver. Você colocava roupa que viesse na sua cabeça. Eu colocava roupa que viesse na cabeça. Eu tive que ter uma mudança quando eu mudei de bolha.

Tipo assim, sempre na minha cidade, tudo eu fazia na minha cidade. O rolê próximo, os em volta ali da minha cidade. Quando eu comecei a frequentar centro de São Paulo mesmo, que eu conheci outras pessoas que frequentavam os rolês black mesmo, tudo aí, pô, me elogiava, falava, pô, tu é bonito, tu é isso, tu é aquilo. Isso fez total diferença na minha vida, entende? Então, dali em diante, eu mudei, pô, a moda é recente na minha vida.

Querendo ou não, eu tô com 29 anos de idade, mas na moda eu vou fazer 3 anos ainda, entende?

Só tenho três anos de carreira só. É, eu sou bem mais velho. Pode falar que você quer que eu sou bem mais velho. Mano, 29 anos ainda. Já vai fazer 30 ou não? Esse ano eu faço 30. O trintão, hein? Trintou. Esse ano é 30. Trintou. Vai ter festa, hein, gente? Lá no Tatu Bola. Esse ano é 30. Vai ter festa em algum lugar aí. O baile da Luxury. Vai ter algum lugar aí. Vai rolar. Uma coisinha vai rolar.

coração um trintão aí do Joe, então entendi, você tem três anos. Claro, não foi uma coisa que você dormiu e acordou assim do nada. Não acordou do nada. Como você falou, olha, eu fui um cara um dia que eu fiz tudo pra poder me enquadrar nesses padrões, mas como você falou, agora eu encontrei pessoas parecidas comigo. Agora eu encontrei pessoas que olha, eu posso usar esse brinco sim, eu posso usar esse cabelo sim, e não tem problema de eu ser assim, né?

Real, real. E, meu, muito bom, muito bom. E é legal, que nem hoje tem... Inclusive, é muito bacana até falar que o Tiaguinho me segue, que é uns caras que eu via como criança e falava, caramba, aquele ali é legal, né? Inclusive, o Purser aqui é por conta do Tiaguinho, viu?

É um detalhezinho simples. A gente via ali e falou, pelo menos isso daqui eu posso tentar. Por mais que ele já fosse um artista muito grande, mas a gente falou, pô, um negocinho aqui eu acho que dá, né? Dá pra fazer. Aí você colocou o Brinco do Poder, né? Ele tem a banda do Poder lá. Depois colocou o Pierce do Poder. É o Pierce, né? Os meninos lá chamam de Pierce do Tiaguinho. É só Pierce do Tiaguinho. O Pierce do Tiaguinho.

Olha aí, e agora que engraçado, ele vai estar vendo isso aqui e ele vai, pelo menos, parar para pensar, olha, eu um dia consegui influenciar outras pessoas a tirar, como você falou, dessa bolha. Quem disse que não pode? Pode sim. Aí você podia imaginar, não, mas eu acho que é aquele padrão lá. Só aquela pessoa que tem aquela cor de pele que pode usar, só que não, espera aí, você pode colocar sim.

Não tem problema sem colocar um piercing. Qual o problema você colocar? Vai ficar bom, vai ficar legal. Pode ser o de argola, pode ser assim. Pode ser da forma que for, né? Você foi furando essa bolha aí. Foi furando essa bolha. Eu acho que a gente se aceitar é muito bom também, né? Você colocar e falar, não, mas fiquei legal. Vou continuar. O se aceitar eu acho que é o mais importante pra gente, né, meu? Porque enquanto você viver com aquilo, caramba, será que eu posso?

Será que eu devo? Você nunca vai ser feliz, mano. Na verdade é essa. Você nunca vai ser feliz.

Você começa a se aceitar, fazer as coisas sem ligar, se preocupar com ninguém, as coisas fluem. Sim, elas vão fluindo tudo automaticamente. E é muito importante isso, você também ter essa noção de que, olha, vamos deixar as coisas fluindo conforme elas vão andando. Porque às vezes a gente quer a coisa tão rápida, mas tem o tempo certo, né? Tem.

E como também pode acontecer do nada, como aconteceu com muita gente. Você também não... Olha, eu dormi e acordei com tantos mil seguidores. Não, peraí. Eu fui fazendo uma coisa, fui fazendo outra. E a coisa foi acontecendo. E que bom que aconteceu. O pessoal foi se identificando com os vídeos. Até mesmo esse lance do trio, que eu acho muito legal também. O trio é maravilhoso. Com vocês. E quero vocês os outros dois aqui, viu? O Vinícius é o que não viu, Vinícius, até agora.

Não conhece ele ainda? Eu sempre encontro mais você e o Andrei nos eventos. O Vinícius é mais caseiro. É, o Paulo é ele. Ele é caseiro. Sai de casa, hein? Sai de casa um pouco, você. Como é caseiro, ele não sai muito. Mas ele começou a sair, inclusive eu estava com ele hoje. Eu já estava com ele. Não, mas faz ele vir aqui. Bora, vai vir. Por favor, só um pouquinho. Fazer os três, tem que trazer os três. Nossa, meu sonho. Não, eu quero comemorar os dez anos do programa.

A gente faz bolo, tem bolo, tem tudo aqui, certo mesmo? Eu quero comemorar o aniversário do programa aqui, com vocês três. Pronto. Pronto, tem que vir com os três. Aí a gente vai contar muito a história do negrão de menos, do negrão de mais. Vou ter história, vou ter história.

É legal o que vocês fazem. Mas você também trampou de muita outra coisa antes de chegar agora, de ter o seu trabalho fixo com a moda. Irmão, já fui garçom, já fui barbém, já fui ajudante de pedreiro, já trabalhei locadora de andames, já fui metalúrgico, que foi o meu último trabalho registrado.

de tudo. Quem é que vai imaginar a locadora de andame? A locadora de andame. Então eu tenho uma obra que eu vou fazer uma parada, eu ligava lá e falava, ó, preciso de uns andames. Eu ia chegar lá pra entregar os andames. Que isso, cara? Imagina, ele chega lá e tá o John fazendo isso. Mas era assim, esse foi o mais sofrido, viu? Foi o mais sofrido. É, eu imagino. Quatro anos nisso, era debaixo de chó e chuva entregando. Esse aí foi sofrido. Mano, é muito tempo. Primeira vez você fala isso?

Então, já falei, já postei nos stories. No ano passado, no final do ano passado, eu fui lá. Eu fui lá nessa empresa visitar. Sério? E contei pro pessoal. Fiz os stories. Que legal. Eu trabalhava aqui, fazia isso, fazia aquilo. Mano, o garçom, o garçom e preto ainda é uma coisa mais louca ainda, né? Uma coisa mais louca, meu. Uma coisa mais louca. Você sentia o olhar de pessoas, de coisas assim? Então, quando eu comecei... Primeiro foi o garçom e depois eu virei barman, né? Aí é o seguinte, quando eu comecei de garçom, é...

Ambos você serve, porém o garçom é algo mais direto ali, entende? Eu falei, mano, eu não quero isso pra mim, não dá, me desculpa, não dá. Só que eu tava precisando muito, eu cheguei no pessoal lá da empresa, falei, mano, arruma um barman aí, me ensina aí que garçom não dá não. Aí virei barman. Cara, gostei. Aí gostou. Fazendo os drinks. Foi muito bom pra mim, toda a minha trajetória, a coquetelaria me ajudou muito, cara, me ajudou muito. Coquetelaria? É. Esse é o nome? Esse é o nome.

Gente, eu vou morrer e não ia saber disso. A coquetelaria... Você sabia que era isso, Guilherme? Ai, que vergonha. Foi só eu que não sabia. A coquetelaria me ajudou muito, porque, querendo ou não, eu era uma pessoa muito tímida. Então, você lidar com o público ali diretamente, isso me ajudou muito. A comunicação favoreceu bastante. Sim. E, através disso, eu consegui ter tempo para produzir meus conteúdos, fazer minhas coisas, que eu só trabalhava finais de semana e de noite.

Então, durante a semana, eu conseguia encontrar a rapaziada pra fazer os conteúdos, entendeu? Pra fazer os testes de moda. Então, é uma profissão que eu tenho uma gratidão imensa, cara. Que legal. Aprendeu a fazer vários drinks. Aprendeu a fazer vários drinks. Aí eles vão, assim, ó, o John sabe fazer uns drinks, faz aí. Aprendeu a fazer vários drinks, fazia tudo ali, várias caipirinhas, buscou mule, enfim. Que legal. Meu, me ajudou muito.

Foi uma ótima profissão, cara. Que legal. Você até falou que essa questão da comunicação... Sim, sim. E você não tem como fugir disso. Porque, pô, se você vai trabalhar com conteúdo, você vai ter que falar. Tem como.

Que interessante. Coquetelaria. Meu Deus, que vergonha. O repórter não sabe disso. O apresentador não sabe. Eu nunca ouvi alguém me dizer essa palavra de verdade. Eu nunca ouvi coquetelaria. Porque a pessoa, lógico, só vai fazer coquetel. Então o cara que, tipo, é aquele que só faz isso. É diferente do outro que tá ali no bar fazendo outras coisas dentro do bar. É meio que separado isso. É porque o garçom só vai servir, o barman quer o quê. É tudo no mesmo. A coquetelaria é a...

É a expansão de tudo ali, sabe? É só dentro daquele quadrado lá mesmo, entendi. É o geral que tem a mixologia, que a pessoa estuda pra fazer drink, entender um do outro, entendeu? A pessoa estuda pra fazer todos os destilados, sim. Você não chegou aí pra fora com isso também? Não, não, não cheguei. Você não queria ter ido estudar lá fora, fazer essas coisas.

O meu foco é arte, né? Ah, eu sei, mas pelo menos tem uma coisa a mais. Tem uma coisa a mais. Olha, isso tem lá fora com a coquetelaria. É que o meu foco sempre foi arte, né? Então, até tive... Com a moda, eu ia pra fora em 2024. Em 2024, eu ia pra fora. Ia passar um tempo em Portugal e na Inglaterra.

Porém, fui fazer uma publicidade para uma clínica de estética. E a publicidade era de depilação, de uma máquina de depilação a laser que eles tinham, que era para todo biotipo de pele. Essa máquina me queimou por inteiro. Tá brincando. Inteiro, inteiro. Pescoço. E a publicidade era justamente falando que a máquina era para todo tipo de pele. Irmão.

Mano... Acabou. Mentira. Mas, tipo assim, uma queimadura não daquelas de grau muito forte.

Teve algumas que sim. Depois eu te mostro as fotos. Mano. É que eu nunca cheguei a postar sobre isso. Porque realmente fiquei mal. Fiquei muito mal, muito mal. Que quebrou, né? Eu tava com um sonho, um processo ali, ia pra fora. Entendi. Porque você também ia pra lá do jeito que você tava. Entendeu? Eu era modelo, não tinha como, né, meu? Não tinha como. E também você ia ficar talvez sem camiseta, tal. Com certeza. Ou uma marca de bermuda, de cueca, o que seja.

Tinha me separado pra isso, treinei. Mano. Enfim, caiu esse trampo. Meu Deus. Nossa, eu imagino como você deve ter ficado.

Eu perdi muito trampo, muito trampo mesmo. Tinha bastante trabalho. Claro, como você ia fazer desse jeito? Mas nem se fosse com a roupa?

Não, os que o Ropo conseguia fazer normal. Só que aqui também, essa região estava queimada. Então, todo trampo que ia ter essa exposição do corpo, esquece. Mano. Não dava para maquiar por conta das queimaduras. Ai, eu imagino. E a dor também, né? E a dor. Fora a dor. Cara, que coisa. E quem vê... Ah, como fala? Quem vê o corre e não vê... Quem vê o close e não vê corre. Não vê o corre. Porque olha isso. Mano, mas você chegou a processar alguma coisa assim? Não sei se ganha a causa, mas...

E a clínica continua ainda fazendo isso? Ah, continua, continua. É que acontece, né, irmão? Acontece, a verdade é. Só que tem que saber o que... O profissional tem que saber em que paciente e paciente. Claro. Esqueci até como... Mas você entendeu como também se você fosse um teste experimental pra isso? Sei lá, irmão.

No fundo não deu essa impressão? Só sei que eu fiquei com a broca toda. É, isso é verdade. Porque ficou feio. É, porque o preço não foi pra eles, foi pra você, né? Ficou feio. Mas eu perdi. E perdi dinheiro. Era um processo que eu ia fazer uma graninha legal. Quanto lá fora e quanto que eu perdi aqui. Sim. O que eu ganhei assim, o que deu no processo assim, nem se compara, irmão, com o que eu perdi.

Claro. Mas que bom que você correu, quer ter os direitos. Você fez isso muito bem, quer ter os direitos. Você tinha que realmente ir atrás disso. De, olha, não, peraí. Agora vocês vão arcar aí com pelo menos um pouco do prejuízo que eu tive. Cara, que coisa. E até quando aconteceu, eu não ia processar, estava tranquilo. Estava bem tranquilo. Só que aí quando eu comecei a colocar na ponta da caneta o prejuízo que eu tomei, eu falei, ah, não vou ficar aqui sozinho, não.

Sim, sim, tá certo, você fez mais do que certo Ô Joe, e aí então Quando começou de fato essa coisa mesmo De olha, eu vou entrar nesse universo da moda Qual foi a primeira vez que você foi fazer Parte de um cast? Foi o seu teste? Como que foi tudo isso? Eu sempre gostei de fazer fotos Por quê? Tem outra história também pra te contar Ah, então tá ótimo, eu tô em exclusividade Eu tô achando mais por mim, você fica de horas Eu comecei mesmo na arte como cantor Eu era MC Tá ótimo, eu tô em exclusividade

ela não posso falar que eu sou ainda que eu tô com os projetos aí para retornando e eu fazia as capas do G1 ninguém quer sair eu fazia as capas por eu fazia as fotos para as capas do YouTube né os vídeos do YouTube

Aí sempre gostei de fazer foto. Eu tenho um amigo que, inclusive é amigaço hoje em dia, meu irmãozão, o Assunção, ele sempre me ajudou nessas fotos. Ele sempre fazia essas fotos pra mim. Então o quê? O meu perfil do Instagram, por mais que não tivesse uma visibilidade bacana, sempre tinha umas fotinhas legais lá. Aí um dia o Newton Shaquilla, forte abraço pra ele. Inclusive ele é um dono de uma agência que eu nunca vi ele, cara. Trabalho com ele há uma média de três anos.

mas nunca vi mas a gente já tem um carinho imenso por ele que ele me chamou o negão tô com o cash aqui para o Samsung quer fazer parte que é mandar o material como que eu mando isso tá eu mandava tudo bem passou o número mandei umas três fotos para eles lá desacreditado

quando chega na semana que vem, semana que vem eu fui pro set, falei, meu Deus do céu, o que eu fiz? E foi aprovado. Foi aprovado. Irmão, cheguei no set, um set gigantesco, uma produção enorme, eu falei, meu Deus do céu, o que eu vim fazer aqui? Não sabia por onde começar. Foi meu primeiro trabalho, comercial pro Samsung, um trabalho mundial. De cara, mano, pra Samsung. Trabalho lindo.

Mas aí a agência tem aquela coisa de olhar... Desculpa te interromper, ele tem aquela coisa de olhar pra pessoa. Olha, esse é o perfil que eu procuro. Sim, sim, sim. Pra quem é leigo também entender. Esse é o perfil que eu procuro. E talvez o seu foi de cara, sim. Foi o de cara, foi de cara. New Face também, rostinho novo. Não tinha muita coisa no mercado com a cara, entendeu? Entendi. Então ia ser legal pra marca.

Que interessante de cara a Samsung, mas não ganhou um celular. Não, não ganhei não. Só o cachezinho mesmo. O que é isso? Não te deram. E foi um cachezinho legal pra época. Eu falei, rapaz, eu quero isso aqui. Ah, que bobo, tá interessante, hein? Eu gostei, tá interessante isso aí. Eu quero isso aqui pra minha vida, hein?

ali em diante cara as portas foram se abrindo é fiz esse foi setembro de 2024 para você ver que é recente setembro de 2024 dali em diante eu comecei a no sete conversa com alguns modelos para entender como é que funcionava tal e dali fiz fiz Nike

Tudo no mesmo ano. Só isso, Guilherme. Você está vendo, né? Só marca aqui. Nunca deu certo. Cavaleira. Fiz cavaleira. Fiz inúmeros trabalhos grandes nesses 3 de setembro. Nesse período de 24 até o fim do ano. Quando foi na virada 2000... Aliás, desculpa. 23. Tudo isso aconteceu no final de 23. No início de 2024, viralizou meu primeiro vídeo.

que foi um vídeo aleatório no carro, um saltinho que eu tinha na época. Fiz um vídeo lá, estava uma música estourada, que era Maria Maria, coloquei esse vídeo, uma frasezinha, acordei com um milhão de um dia para o outro nesse vídeo. Está brincando. Rápido. Um milhão de visualizações. De visualizações nesse vídeo.

Que isso, cara? E esse vídeo bateu. Acho que ele deve ter parado com uns 15 milhões, esse vídeo. Que isso? Ele pulou com uns 15 milhões. Inclusive, esse vídeo... Inclusive, que é sempre aquela coisa que você nunca espera, né? É sempre um vídeo que você coloca assim do nada, né? Esse vídeo que você comentou, quem por dia fica com o Joe e tal, que saiu na Showcase, enfim, bastante coisa. É o mesmo vídeo. Só que eu montei... Esse vídeo já viralizou no meu perfil três vezes. Eu tenho um vídeo de 3 milhões, esse de 15 e outro com 18 milhões. Que...

Então só com esse vídeo, se for somar tudo, cara... Fora o da Showcase. Fora tudo. Esse mesmo vídeo. Esse mesmo vídeo. Que saiu no Showcase. Esse vídeo aí me deu em torno de um... Só esse vídeo me deu em torno de 100 mil seguidores, cara. Só esse vídeo. Que isso? 100 mil seguidores? Só esse vídeo. Se for pra somar tudo. Esse vídeo é bizarro. Eu quero fazer com você agora, que eu tô fazendo urgente. Eu quero fazer com você agora.

E tem gente que é aproveitadora, não tem? Ah, tem, com certeza. Ah, o cara tá estourado? Tem, tem. Joe, vem cá, pode só fazer um estourismo comigo? Pode só fazer isso aqui, né? Mas esse vidinho do carro aí, irmão... Tanto que quando eu fui vender esse carro, eu fiquei até com dó.

O carro histórico. Ah, vendi, vendi. Tinha um nome? Você dá nome pras coisas? Não tinha, não. Só o meu saltinha mesmo. Caramba! Fiquei sete anos com ele, me trouxe muita felicidade também. E trouxe mais publicidade também. Querendo ou não, o meu primeiro vídeo que viralizou foi dentro dele, então tinha um carinho por ele.

Entendi, mas aí foi vindo outras marcas que começou a achar legal, até mesmo das que você já tinha feito, fora o vídeo, e aí começou a vir mais coisa. Aí através desse vídeo, principalmente, várias marcas que eu comecei a chamar no direct, comecei a trabalhar, só caiu na época, eu fiquei um período na internet somente como modelo, então eu vendia muito como modelo.

Sim, sim. Tinha muito como modelo. Através desse vídeo, que aí já tinha uns trabalhos lá no perfil, as marcas via, chamava no direct e ia trabalhar. Aí, em 2024, trabalhei bastante como modelo. Trabalhou bastante. Trabalhei bastante como modelo. Muito. Cara, que legal. Aí, em 2025, só assim, produzindo conteúdo também, trabalhando como modelo, mas não trabalhava com a internet ainda. Não conseguia trabalhar com a internet. Em 2025, criamos o quadro, que foi eu, o Vinícius e o Andrei. Que também foi do nada, é isso? É isso.

A gente se juntou para gravar um vídeo. Vamos fazer um vídeo. Foi o primeiro, Negrões de Menos. Foi o primeiro. Esse vídeo bombou de uma forma absurda. Vocês chamaram a atenção do Mano Brown. Já começa por aí. Vocês chamaram a atenção... Guilherme, chamaram a atenção do Mano Brown com esse vídeo. Portanto que eu comecei em 2025 com... Eu acho que 105 mil seguidores.

Só do período do quadro, irmão, deu uns 200 mil só do quadro, quase 200 mil de seguidores, só nesse período aí. Entendeu? E a gente tá com alguns projetos legais aí. Sim, e eu quero desconfiar que vocês outros dois não vão vir aqui, viu? Tem que vir os três, que é meu sonho. E eu te perturbo faz tempo com isso. Falo, eu quero os três aqui, que é meu sonho. Aí a primeira exclusividade tem que ser comigo também dos três, hein?

Pode vir os próximos. Cara, que legal. E aí vocês foram pegando outros temas. Aí a gente entendeu como é que funcionava. Começamos a fazer o quê? Pegar histórias que aconteceram com a gente e começamos a fazer uma crítica social. O André já fazia essa crítica. Ele faz isso maravilhosamente bem. Ele fazia crítica social puro. Por mais que tenha aquele entretenimento dele, é crítica social puro. O que a gente começou a fazer? Pegar nossas histórias, tudo que já tinha acontecido com...

com a gente e colocar dentro do quadro, contar, conscientizar as pessoas, porém com esse tom de humor, entendeu? Porque tudo era assim, o pessoal quando ia ensinar, explicar algo na internet sobre a nossa pauta, explicava, mas era uma parada muito séria. E tem gente que não absorvia, entende? Por ser algo muito sério. Então a gente veio com a forma mais lúdica, sabe? E, meu, foi perfeito. Foi perfeito.

E a gente parando ali, várias pessoas parando a gente na rua pra agradecer pelo conteúdo, pela mensagem que a gente tava passando. Então, meu, foi algo muito legal, meu. Cara, que muito top isso, muito bom. Então teve uma época que, principalmente Casa do Salgado, muito legal. A gente se encontrou lá, se encontrou lá. Se encontrou lá várias vezes. Uma vez que a gente foi na Casa do Salgado, meu, foi bizarro, foi bizarro. Bom, a gente, sem brincadeira, foi pava a gente ter tirado ali do público, assim, reconhecendo, tá umas 100 fotos, brincando.

Eu vi, porque enquanto eu tava entrevistando as pessoas, eu tava vendo vocês pra lá e pra cá tirando foto. Você viu, né? Eu vi. Cara, Boro, teve um momento que a gente ficou uma hora sem conseguir sair do lugar. Sendo que nesse dia, eu nem consegui fazer a zoeira de entrevistar vocês de novo.

Porque começou a vir maior galera depois também. E eu falei, mano, deixa quieto. Depois eu falo com os caras. O quadro tava absurdo. Cara, isso só dava vocês dois. Que aí o Vinícius voltava. É, o Vinícius perdeu essas... Ele perdeu. Essas coisas aí. Ele perdeu. E automaticamente, quando vocês fizeram o vídeo, começam a vir também outros convites, tipo, pra publicidade, também pra questão de convites pra shows, eventos e tal, né? Sim, mas eu até brinco. Caramba, o quadro mudou minha vida, mano.

que legal é a moda em si dá um dá um rendimento legal da onde ele não legal só que a internet é outra coisa a verdade essa internet é outra coisa e como o quadro tava em alta deu certo a gente começou a fazer bastante publicidade bastante publicidade deu para

deu para realizar muita coisa de eu não tá dando para realizar muita coisa e o muito sonho a gente conseguiu fazer meus algo que pode parecer até até besteira mas aquele ali é meu primeiro celular novo na caixa assim que eu mesmo por conta da internet o iPhone iPhone 17 último sabe consegui ali novo na caixa foi meu primeiro

troquei de carro, enfim, a internet é muito bom, então estou muito feliz com o que está acontecendo. Claro, para quem sabe também, trabalhar, sabe que tinha, ó, você tem hora certa, você tem que fazer tudo muito regrado, porque o povo pensa que é uma oba, né? Ah, o trabalho que é a internet, ah não, você vai lá e posta, ah não, trabalho. Ah, isso aí é o trabalho dele? Ou se não, o pessoal chega e dizem para você, você trabalha com o quê?

Não, eu trabalho na internet. Não, tudo bem, você faz internet, mas você trabalha com o quê?

Tem muito disso. Mas você é modelo? Mas você trabalha com o quê? É nossa profissão. É uma profissão como qualquer outra. Claro. E o negociador hoje em dia é uma profissão. Cara, que sensacional. Isso é muito legal. Mas o quadro em si foi o que mudou. O quadro mudou nossa realidade real. Eu imagino. Um que eu gostei muito foi o do Dia das Mães, cara. Aquele que você juntou as mães de vocês. Cara, que sensacional.

A minha tinha acabado comigo, tá? Que minha mãe não é aquela que se protege o filho, não é aquela que se defende. Não, ela tinha acabado comigo. Eu não faço quatro vezes que a minha mãe nem fã. Que ela ia acabar comigo. Mas eu achei muito legal. Foi o mais importante que fizemos foi aquele mesmo. O vídeo mais lindo que a gente fez. Não, e a sua mãe?

Com a mãe do Vinícius zoando a mãe do outro. Cara, foi sensacional. Foi muito legal, muito legal. E é legal a questão do tema. E o mais bacana em tudo isso é, como a gente falou, tem a questão do humor, leva pra esse lado, mas, ao mesmo tempo, é a vida real. É o cotidiano de todo mundo. Tipo, você passa por isso mesmo, né? O do enquadro. Cara, aquele que você fez do enquadro também. Mano, depois você teve que apagar?

Ah, esse aí eu afaguei. Esse aí eu afaguei. Não deixei, não. Putz, mas é que eu tô legal. Ia atrapalhar em outras coisas. Mas era outro CEDZ. Agora eu misturei tudo. Era outro CEDZ. Eu ia falar de outro também. Eu ia falar desse outro. Tem um nosso também, que eu acho que ele foi muito importante, do quadro, que é preocupação de gente... Preocupação de gente preta que pessoa branca nem imagina.

Aí a gente começa a citar diversas coisas, entende? Sim. Que é sair sem documento. Irmão, pra gente sair sem documento, você não existe. Não, de jeito nenhum. Entende? Entrar no mercado se você não for comprar. Entende? Então a gente começa a falar diversas coisas ali que tem gente que, pô, fala, caramba, você sai sem documento direto, meu.

eu vou no mercado porque se mais a gente entra no mercado às vezes se você não for comprar nada dependendo do livro do mercado o pessoal vai olhar vai sabe se eu coletar ele é mal sair sem documento você vai tomar um enquadro vai tomar um escolacho entende então a gente tem que tomar cuidados que sim tem que se tem que se cuidar e tem que a gente passa passa essa mensagem no nosso vídeo mas a gente conta ali dá uma risada no meio do vídeo vai lá sair se domingo então vai lá não sei mas é realidade entende

Sim, é uma realidade. Duvido que vocês já foram do Pão de Açúcar, aconteceu isso. Imagina, vocês foram do Carrefour e não aconteceu isso. Imagina. Tá brincando que não aconteceu. Tem muita preocupação que a gente tem que a gente nem imagina, entende? Nem imagina. E a gente passa. Vou passar essas mensagens. Você viu por que não é ao vivo? Você viu.

Você já foi nesses mercados e não aconteceu nada disso, duvido. Eu não estou nem aí. Eu falo nome mesmo, já sei tanta polêmica pior que isso. Nesses mercados, o que a gente pode falar? Mas tem mesmo dessa coisa de ir atrás. Uma vez eu estava no Rio de Janeiro. Eu morava no Rio de Janeiro, moria um tempo no Rio de Janeiro. E aconteceu isso. E eu estava na região dos Lagos, em Araruama. E o cara veio atrás. Eu falei, meu amigo, você vai ficar seguindo até quando? Aqui dentro do mercado.

Ele falou, você não tá vendo que eu tô colocando as coisas aqui dentro, que eu tô fazendo? Eu falei, eu não tô entendendo o que tá acontecendo. E ele, não, mas eu não tô... Eu falei, ah, tá, você veio desde a ponta que eu tava andando, você só não tava fazendo nada, você só tá fazendo a sua ronda de boa aí, né? Aí eu comecei a rir da cara dele, você só faz a sua ronda de boa. Ele, mas eu não tava te perseguindo. Eu falei, não tava, não.

Eu tô paranoico, eu tô ficando maluco. Aí, pronto, já comem a maior galera em cima. Já viu todo mundo ficar olhando, todo mundo já em volta, outros querendo pegar celular. Aí ele ficou sem graça e saiu de perto. Ih!

A gente estava, pôs o menino para contar algumas histórias que já aconteceu. Teve uma vez, a gente estava no evento, um evento muito importante, só não vou falar o evento, porque querendo ou não, vou ter que voltar lá. Mas, enfim. Primeiro, o Andrei chegou, o Vini chegou na frente. O Vini chegou na frente, deu um rolinho lá que confundiu o Vini com segurança.

Os dois foram no mesmo dia. Que isso, cara? Aí o Andrei chegou com o carro dele, o Andrei tem um carrinho legal hoje em dia, né, meu? Quando ele parou, o pessoal pensou que ele era... que ele era um motorista. E ficou abrindo a porta de trás, porque pensou que ia descer alguém ou entrar. Aí o Andrei falou, o que está acontecendo? Ele falou, aqui, para a pessoa entrar. Ele falou, não, o carro é meu, eu quero estacionar. Então os caras confundiam o Andrei com o manobrista. Esses dias eu estava chegando no evento, e eu falei, bom, arrumado.

Totalmente legal, entrando no evento. Aí o cara, ô, você está indo pra onde? Eu não sou convidado do evento, pô. Ah, tá, desculpa. Então, pô, acontecem certas situações com a gente. Não, imagina que você está chorando. Que os outros falam, pô, é brincadeira. Não, não, não. É isso, isso não existe. Isso não aconteceu, não. Irmão, você veio aqui pra poder inventar, pra você contar essas histórias. É isso, menino bonitão, pô. Os caras colocam uma roupa bonita pra você. Esse cara está de manobrista, trabalhando de manobrista hoje.

O Vini, o menino todo estilou. Você vê como com o Vini andam, é um absurdo. Eu falei, pô, não tem. Não faz sentido. Não faz sentido. Mas acontecem umas coisas que eu falo, caraca. Sim, e não desmerecendo quem é uma revista. Não, não. Não é isso. A questão é que a gente sabe que quem está trabalhando ali tem uma certa roupa, tem um uniforme, tem uma coisa que, olha, identifica que ele está fazendo.

a gente tem pessoas que às vezes vê a gente chegando em certos locais que fala tipo não era para tá aqui entende ou que que tá fazendo aqui que que faz que não sei o que por tudo que a gente faz tem gente que esse dia a gente tava no evento por muito bacana que esse evento só tinha só ele último só tinha elite só elite e só tava nós três né que acontece muito chegar uns eventos só tem um gato pingadinho nos pretinhos ali né uns dois uns três

Aí o pessoal fica perguntando, será que é um jogador? Será que é um pagodeiro? Então, pô, ninguém explicou uma outra função. Ah, será que é um médico? Será que é um engenheiro? Ninguém nunca viu. Só pensa, tipo, se deu certo pra estar ali, é de algum meio artístico, sabe? Sim. Nunca acredita que, pô, deve ser um doutor, deve ser um advogado. Nunca esse ponto. É sempre pra estar aqui é artista, é alguma coisa assim, entende? Sim. Isso acontece muito.

Sim, acontece muito. Uma vez eu também cheguei para cobrir um evento, foi muito engraçado. E eu também não vou por ética dizer, porque posso dizer que eu volte lá esse ano ainda. E aí o cara falou assim, olha... Eu falei assim, o nome está na lista, né? Aí ele pegou primeiro um papel que estava lá. Os papéis estavam lá. Aí ele falou assim, não, mas ele já falou aquele tom, tá? Ah, o seu nome não está aqui, não. Eu falei, é o Wellington, o Wellington Barro. Eu falei, se for ordem alfabética...

Tá no final da Folha. Aí ele foi no final da Folha e não olhou. Ele, não, não tá aqui. Mas sabe quando a pessoa fala, parecendo que você tá querendo meter um louco, como se fosse um fã pra querer entrar? Eu falei, meu amigo, eu sou da imprensa. Aí ele, imprensa? Eu falei, é. Aí chegou uma outra menina e falou assim, tá acontecendo alguma coisa? Eu falei, tá, ele disse que não tá achando o nome. Aí ela, não, o nome dele tá aqui no outro, no da lista da imprensa.

Pede pra ele entender onde tá o nome. Aí eu senti aqui no teu imprensa. Eu falei, achou, né? Falei, o Wellington Barró, tá escrito aí. Falei, legal, bacana. Aí eu fui e ainda continuo olhando pra trás. Aí eu desci... Talvez as pessoas vão identificar onde era. Eu desci uma rampa que tinha uma rampa nesse lugar.

E aí, dei de cara com a Glória Pires, montei as coisas, estava eu fazendo entrevista com a Glória Pires. E ele ficou lá olhando. Aí foi onde ele entendeu que ele está com equipamento mesmo. Falei, mas é um tripé, mano. O cara não percebeu que é uma mochilinha, uma case do tripé.

E ele ficou ainda olhando. Tipo assim, mano, como assim tem alguém da imprensa? Mas eu entendi. Poxa, tem um cara preto aqui da imprensa. Ele não disse isso. Mas o olhar e a situação mostrou. E ele me viu lá, eu falando com a Glória Pires. E a Glória Pires, maravilhosa, dando super atenção.

Lá pra gente de boa. Aí ele percebeu que eu tava realmente ali pra cobrir. Não era um fã que entrou lá, sabe? Pra poder causar. Então a gente vê que tem muito disso. E o pessoal ainda acha que a gente tá inventando. Que isso não aconteceu não. Você veio aqui pra poder contar mentira, cara. Só pra contar histórias. Não, só pra contar histórias. Você veio aqui só pra poder ficar chorando. Brincadeirinha pra render assunto. Pra poder fazer corte aqui depois, né? É, é.

Você vai ter que assistir ainda e vai compartilhar. Joe, e as coisas foram mudando para você? Mas você sente que você está vivendo uma parte de um sonho? Ou não tinha nada a ver? Eu nem sonhei com isso.

Não, como eu falei, o meu sonho real é... Sempre fui voltado pra música. Sempre quis trabalhar com a música. Sempre fui trabalhar. Então, tipo assim... É parecido. É parecido, assim. Alguns momentos é parecido. Não o fato de, pô, sinto falta, quero estar no palco, quero voltar a gravar, tudo isso. Mas o resultado, o resultado, algumas coisas, eu sempre sonhei, entende? Então tem coisa que é parecido, sim. Tem coisa que faz sentido. Pô, eu sempre almejei...

ter morado em uma casa melhor, e estar proporcionando também, entendi. Da mesma forma, eu não esperava que fosse por esse caminho. Por mim, seria outro, ia realizar de outra forma. Então, sonhei, mas não imaginava que seria dessa forma, né? Legal, e agora você vai juntar as duas coisas. Pode também fazer isso. Pode fazer isso. Você vai ter tempo de fazer show, viu, gente? E também fazer publicidade. Isso aí não tem problema nenhum.

Sim, vai ter tempo, sim. Vai conciliar a agenda pra fazer isso, né? Vai dar pra fazer os dois. Mas essa novidade em questão da música ainda vem nesse ano ou não?

Veneciano, veneciano. Já estamos preparando um álbum já. Um álbum? Meu Deus, acho que era um single. O cara quer um álbum já. Tem um álbum esse ano, vamos botar forte. Isso é legal. Você vai fazer, já nem sai de casa. Vamos fazer, já nem sai de casa. Com feeds e tudo. Vamos botar certinho. Alguns, alguns. Eu queria arrancar aqui. Alguns, alguns. Não dá para passar tudo agora, né? Mas... Que legal, cara. Muito bacana. Mas também, você é desse de compor, de fazer essas coisas? Sim, sim. Escrevo também.

Que legal. Mas tem algum registro ainda na internet com música? Tem, tem. Se procurar, acha. Só que assim, é o passado. Só porque você falou que era só agora. Mas tipo YouTube, essas coisas? YouTube, YouTube, Spotify. Mano, mentira. Não imagino você fazendo coisa de música. Eu acho que ninguém faz ideia desse teu lado, então, né? Sabe, sabe que esse ano eu postei um videozinho lá no meu Instagram. Mas é MC Joe?

MC Joe, JW. Mesma coisa do Instagram, cara. Mentira, meu. MC Joe. Tá no Spotify. JW. Tá no Spotify.

Tá, aqui o programa tá. Não, eu tô aqui no YouTube. Tá no YouTube? É porque eu tenho alguns... O último que eu lancei esse ano... Mano, tem mesmo canal, olha isso. O MC Joe. Só que deixa eu falar, tem alguns... Eu tenho duas fases, viu, dessa música. Tem a parte que eu era molecão, que eu contava uns mandelão, né? E essa parte que eu não quero trazer mais hoje, entendeu? Ah, entendi. Mas deixa eu ficar registrado. Eu também fui o Raiz, hein, hoje em dia.

Se procurar acha, mas não é mais a imagem que eu quero trazer. Hoje em dia eu quero ver diferente. Mas se procurar aí tem bastante.

Menino, essas capas são legais, hein? Essas capas são legais, hein? Sim, sim. Foi essas fotos que você falou. Sim, algumas dessas fotos foram assim. As fotos antigas estão aí. Mano, que sensacional. Olha isso. O bonde tá pesado. Essa é antiga, hein? Essa é antiga.

Você não esquece letras, essas coisas? Ah, esquece. Eu tenho que ver de novo. Ah, eu queria também fazer você cantar essa daqui que o bonde tá pesado pra ficar pesado aqui também. Essa daí deve ser 2013, 14. É 2014 mesmo. 2014. É zoeira, não ia fazer isso agora. Muito tempo. Eu não ia fazer isso. MC Joe Gint, é verdade, brotei.

Na 17. Brotei na 17. Sucesso, Brotei na 17. Lembra dessa também? Lembro também. Essa eu lembro. Não, vai. Aê Cupido dá pra cantar ainda? Aê Cupido. Aê Cupido. É legal. Essa ainda não tá censurada. Essa não tá censurada. Nossa, tranquila.

Que curioso pra fazer isso aqui Ou eu aperto aqui, você que sabe Ou faz ao vivo e eu aperto aqui Mentira, eu tenho Eu tenho alguns ali nos celulares legal Que depois dá pra colocar aqui Alguns que não saiu, tem algumas coisas bacanas Saudades, homenagem, mas isso é homenagem? Essa homenagem é bacana, foi uma homenagem pra um primo meu Que morreu

Ai, que triste. Inclusive, foi a última... Ele cantava também, né? Ele era artista também. Foi a última música que eu cantei e que eu gravei. Foi essa homenagem pra ele. E fiquei um bom tempo sem gravar, cara. Perdi todo o interesse na época. Porque ele era meu parceiraço. A gente fazia muita coisa junto relacionado à música, entende? Entendi. Então, quando ele morreu, parece que uma parte de mim foi embora.

Eu imagino, eu imagino. Eu fiquei muito triste, não conseguia, não tinha forças pra compor, pra escrever. Foi tudo na época, foi bizarro. Legal. Mas você vai continuar postando nesse mesmo canal? Não, não, tudo novo. Tudo novo. Esse aqui vai ficar o de lembrança. Esse aí é só lembrança. Esse aí é o de lembrança. Só lembrança. Dia de Jet. Caraca, tem camoto e tudo aqui. Mano, que capa sensacional. Muito legal. Mas agora vai ser tudo novo. Canal novo, Spotify novo. Vou deixar lá algumas coisas, mas tudo novo.

Tudo novo. Mas você também foi querendo mudar essa questão? Porque você parou para pensar, tipo, foi pesado coisas que eu escrevi, que eu fiz?

Porque, na verdade, o início não. Porém, teve uma época da minha vida que... Sabe quando você quer dar tiro pra todo lado pra ver alguma coisa que dá certo? Aí eu conheci uma rapaziada que tinha acesso a estúdio e tal, e eles só cantavam Mandela lá. Aí eu falei, ah, meu, já tô aqui, tô ficando velho, vou embora, vou mandar. Gravei música pra caramba. Só que o que acontece? Tem músicas aí que eu acho que ele começou... Que até saíram no ano passado, esse ano deve ter também.

que não era pra sair, que não era pra sair. Eu falei, ah, meu, segura essas músicas aí, eu não quero que vinculhe a minha imagem. Saiu algo que já saiu, saiu. Só que o que aconteceu? O Instagram deu um boom, que não sei o quê. Os DJs falaram, não, não vou deixar isso aqui parado nem a pau. Começaram a largar tudo, entende? Então, pô, 2024, 2025, os caras saíram mais de 20 músicas, tudo nesse...

Nesse perfil, nessa modalidade do Mandelão, entende? Só que não é uma linhagem que eu realmente quero seguir. Nunca fui muito fã. Só que eu tive essa oportunidade, falei, mano, eu vou tentar. Se der, eu vou embora. Se der, eu vou embora. Mas aí eu falei, pô, não, vamos lançar não. Vamos lançar. Mas aí virou o rapzinho, as coisas acontecendo. Não vou deixar parada não. Aí começaram a soltar tudo.

Entendi. Mas e o lance do Serasa? Você não pode ir embora sem antes eu falar isso. E o lance do Serasa? Também foi uma coisa que aconteceu, você foi convidado para fazer, que agora a gente abre o aplicativo, abre o site, é o tempo todo vendo a cara do John lá no Serasa. Ah, meu nome está sujo. O meu estava encardido. Aí ele ficou sujo. Aí agora eu estou fazendo tudo até chegar no ponto do limpo, entendeu? Então quem for consultar sempre aparece você lá. Como está sendo para você agora também essa nova fase do garoto Serasa?

Irmão, agora, o Serasa foi um dos trabalhos mais importantes da minha vida, que tem uma proporção gigantesca. Ah, tá, além da Nike, Samsung, agora tem o Serasa. Ah, não, porque esses outros trabalhos foram ótimos, foram bons, mas com a proporção que tomou o Serasa é absurdo. Eu acho que todo mundo está... Serasa é algo que todo mundo vê, todo brasileiro está ali, né? Querendo ver se o score melhorou, se... Já dá uma olhada, Bia, não sei ou não, né?

Já deu uma olhada no seu nome, não deu, né? Mas o pessoal sempre tá lá. Vai entrar no aplicativo e ele vai falar. E tá em tudo, meu. E, cara, tá em todos os lados. A minha amiga me mandou um print que ela foi entrar no Tinder, tava lá a publicidade do Serasa. Então, entende? Ah, mas será que no OnlyFans você me entende? Esses outros aí, João? Você já viu lá? Eu não vi, não. No X, no X, no X, gente. Não o outro X. O X, que era o Twitter e virou o X. Mas, enfim, tá pra todo lado, meu. E isso daí tomou uma proporção gigante.

Daqui a pouco você tá lá também, é o Brasino. Aí tá lá no canto, lá no Cerato, todo mundo vem. É melhor parar por aqui. Mas, ó, pra você é muito importante isso, que o pessoal vai divulgando, vai vendo. É bom pra empresa e pra você, né? É bom pra ambos, né? É legal isso, né? Muito legal. Você falou que mudou a tua vida porque apareceu outras coisas melhores ou pela questão da visibilidade?

Eu digo que o Serasa foi o melhor em questão de visibilidade É nessa questão que eu quis dizer Foi o que me trouxe mais visibilidade na questão de moda Fora da internet, né? Que eu sempre falo que são dois universos completamente diferentes Sim, como você foi falando aqui A moda transita é uma coisa e a internet é outra coisa As duas funções não conversam, a verdade é essa Conversa se você colocar tudo, agrupar tudo ali Se meu Instagram fosse completamente dedicado à moda Só que hoje ele não é dedicado à moda, entende?

Mas você não se incomoda de ser o garoto Serasa agora? Não, tá ótimo, tranquilo Souhôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôô

Que nem o Hassami, que é o segurança do metrô. Isso acontece. O cara ficou batizado assim. Tem gente que me vê na rua e nem fala da internet. Só fala, ah, o menino lá do Serasa, entende? Então acontece muito isso também. Agora acontece. A gente, finalmente, pensando aqui nos 10 anos do programa, o que você vai dizer pra você mesmo, você vai assistir daqui a 10 anos, o que você vai dizer pra você mesmo daqui a 10 anos? Você vai ouvir. Pra mim ouvir. Vai pra aquela câmera, vai lá.

Jonathan, a gente conseguiu você conseguiu, é isso você conseguiu e realizou todos os seus sonhos deu tudo certo e é isso meu amigo, muito obrigado agora fala suas redes sociais quem quiser procurar, agora o Spotify quem quiser até ouvir os Mandelão lá antigo, fica à vontade pode procurar

Todas as redes sociais é ojojw. Todas as redes sociais. E Spotify, jojw. É isso. Fácil de achar. Que essência. Obrigado, meu amigo, mais uma vez. Eu agradeço. Muitíssimo obrigado. Valeu mesmo. Foi muito bom ter... Conhecer esse outro lado. Porque às vezes a pessoa vê o Corg, como a gente falou, mas não faz ideia. Eu sei que tem muito mais história. A gente vai deixar para quando tiver os outros dois aqui. Que aí vai ser mais engraçado.

Vai ser, vai ser. Tem um monte de coisa que eu me identifiquei bastante com o vídeo de vocês. E é claro, os comentários é esse. Pô, eu também passei por isso. Também aconteceu isso. Eu também passei.

O pessoal levando até mesmo para o lado do bom humor, né? Olha, foi chato o que aconteceu, mas agora a gente leva na zoeira. Agora leva na esportiva, né? Agora vamos fazer o quê, né? Te leva na zoeira. Cara, muitíssimo obrigado mesmo, viu? Eu que agradeço. Muito obrigado. Mas querendo mesmo comer uma paçoca? Vou também. Ai, pronto. Vamos falar que o cara foi chato. Não tem problema.

rapaz, só. Meu amigo, obrigado mais uma vez. Muito obrigado, valeu. Segue aí o Tagarela Estúdio também, segue o Joe, segue todos nós. E se você quiser gravar o seu podcast, se você quiser, tem lugar aqui, viu? Tem horário aqui. Não no mesmo horário que eu, mas pode ter horário. Se quiser mudar o cenário aqui, muda também, viu? Tem gente que põe aqui o sofá, põe cadeira. Ah, legal. É legal, troca as cores aí, ó. Eu só não fiz isso.

Eu prometi isso pro Tuzão, que o Tuzão foi a única pessoa que pôde escolher a cor aqui. Cada um foi fazendo uma coisa diferente. E foi assim o programa do Barró. É isso, obrigado. Valeu, hein? Até a próxima. Até a próxima.

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