Episódios de Programa do Barró

Programa do Barró - Ramon Silva

03 de maio de 202654min
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O Programa do Barró de hoje recebe o cantor Ramon Silva. O Músico vem falar sobre seu mais novo lançamento, a canção "Lenha e Fogo". Durante a conversa ele fala um pouco sobre a sua história, como renunciou tudo para viver uma vida com Deus.

Participantes neste episódio1
B

Barró

HostApresentador
Assuntos7
  • Carreira musical gospelInício na música gospel · Produção musical independente · Lançamento da música 'Lenha e Fogo' · Colaboração com Bob Jonathan · Desafios financeiros na carreira
  • Superação e persistênciaAcreditar em si mesmo e em Deus · Ir atrás dos sonhos · A importância de arriscar · A persistência em buscar oportunidades
  • Peregrinação ReligiosaRenúncia à vida secular · Mudança de hábitos e vícios · Rejeição social e familiar · A importância da igreja pequena · O papel do Espírito Santo na mudança
  • Independência artística e produçãoCustos de produção musical · Dificuldades do artista independente · Importância do audiovisual na divulgação · Busca por gravadoras e selos
  • Experiências de batismo e desvioBatismo no mesmo dia do jogo · Falta de preparo e entendimento · Retorno à igreja após desvio · A importância do acompanhamento pastoral
  • Música gospel e influênciasMúsicas de Diante do Trono · Músicas de Leonardo Gonçalves · Músicas de Paulo César Baruk · Músicas de Gabriela Rocha · Músicas de Raiz Coral
  • Intelectual público nas redes sociaisDificuldade em recuperar conta do Instagram · Importância do engajamento online · Estratégias para divulgar conteúdo
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Começou, gente, mais um programa do Barroa. E nós continuamos com a nossa comemoração de 10 anos do programa. E eu estava aqui falando antes de começar que já passou tanta gente que eu mesmo não tinha percebido. Você acredita que até o ator do filme Deusão está morto?

Passou por aqui também, cara. Eu vou colocar o código lá no Instagram, vocês vão ver também. Começou mais um programa do Baró e ele veio também porque a gente fez muito presencial, muito virtual, época de pandemia e tudo. E eu falei pra ele, quando você estiver em São Paulo, você vai vir aqui. Ah, vai. Não é que ele veio mesmo. Ramon, seja muito bem-vindo. Obrigado. Obrigado eu pelo convite, né? Cinco anos, né? Se passou, cinco anos, hein? É verdade. Pude tanto online, tamo aí.

Obrigado pelo convite. É verdade. Tudo que eu inventava online, peraí, você vai participar. Até quando eu estava em Minas. Minas. Tudo. Depois a gente foi andando para todo o conto é lado. Não importa onde você vai estar. Pode estar no Acre, pode estar onde for. A gente vai fazer virtual, mas um dia vai acontecer. Deu certo.

O presencial deu certo. Muito obrigado que você veio. E hoje ele tem lançamento, tem muita coisa, e vai conversar aqui com a gente. Tem muita coisa para conversar. Mas, antes de tudo, eu nem lembro que a gente já falou na outra, eu nem assisti também, sem eu repetir aqui, não tem problema. Agora, seu presencial vai ser até mais legal. Mas, Ramon, você falou uma coisa aqui, muito legal, antes da gente começar. Você falou assim, eu usava trança, eu fazia um monte de coisa e tal.

Então você foi daquele que, olha, eu tive uma vida também como todo mundo lá fora e depois Deus me pegou e eu fui para a igreja. Como todo mundo tem essa história? Você também foi assim? Cara, todo mundo tem um passado, né? Todo mundo tem. E eu tive um passado tranquilo, mas não dentro da igreja. Há mais ou menos uns 15 anos que eu vim para Jesus, né? Conheci Jesus verdadeiramente. Descobri que cantava, que sabia não que cantava.

Então, a vida foi mudando. Aos poucos, a gente sabe que não é fácil a gente sair de uma situação e vir para outra totalmente diferente. É outro mundo. É lógico, é vícios, é manias, jeito, fala. Então, a gente...

Veio se moldando e hoje, graças a Deus, estamos aí. Usava trança, cabeludo. Na época do Black Power, né? Jogava pra cima. Tem 43 anos, né? Então... 43? 43. Mentira, não tem, não. Vocês acham que ele tem 43, plateia? Vocês acham que tem 43? Não, tá brincando mesmo. 43 anos, cara. Que isso, cara? Tem um filho de 19 anos, velho. É verdade. Eu vejo que você possa lá comigo e falar, imagina, né? Filho de 19 anos. Você vê que ele é maior que eu e ele que parece ser meu pai, né?

Ele é maior que você mesmo. Ah, pra ser maior que eu, não precisa muita coisa, né? Não, gente, olha só. Eu vou contar uma coisa aqui. Ele tem... Eu não sei se é um truque de vídeo ou o que é. Mas parecia que você era mais alto. E você falou que todo mundo fala isso. É filmagem. Tudo na filmagem parece... As pessoas parecem bonita. Todo mundo fala, nossa, que legal. Obrigado. Uma hora que chega, pessoal... Nossa. Sabe aquela cara, quando você chega assim, o pessoal fala... Será que é? Sim.

Cara, o meu tempo de rádio era muito engraçado, Bia, o que acontecia? O pessoal fazia o seguinte, eles falavam assim, eu quero conhecer o locutor, eu quero saber quem é esse barro. E aí, quando a pessoa ia me conhecer, ela ficava em choque, eu falava assim, nossa, mas é você? Tipo, pensava que você era japonês, que era loiro, que era não sei o quê. E eu falei, não, mas não tem nada a ver.

Por ouvir a voz, a pessoa imagina várias coisas. É, porque antes era muito rádio, né? Hoje não é vídeo, clipe, é tudo. Você consegue ver e saber quem é as pessoas, né? Antigamente não. Antigamente, eu ouvia 105. Mas quem que é essa voz feminina que falava? Sandra Grote, hein? Sandra Grote. Uma vez eu vi, cara, cadê a Sandra? Foi ver. Cara, totalmente, tipo, você espera uma coisa, imagina, né? Uma coisa totalmente...

Falo, cara, não é. E a voz é a mesma hora que você vê a pessoa. Fala assim, caramba. E muita gente fala de mim também. É você? Legal. Você falou sobre essa transição. Então, a gente viu hoje que muita gente foi assim também, como Rodolfo Abrantes, como muitas pessoas que permanecem até hoje. O Vaguinho, por exemplo, que também saiu dessa coisa do secular e tal pro gospel. Mas é muito difícil, como você disse, porque é uma transição muito louca. Olha, ali eu tinha uma vida bem diferente.

até financeira, e de repente você renunciar tudo isso, até supostos amigos, que esse amigo fica contigo até o final, mas de falar, cara, para com isso, imagina, você vai lá pra igreja e vai fazer esse negócio, agora também não troca mais ideia, que a gente agora também está na igreja e tal. Você passou por essa questão também de muita gente falar, meu, para de ser louco, não vai fazer isso, cara. Você falou, não, agora mudou. Você teve essa virada de chave e tudo assim? Cara, passa até hoje, né?

Até hoje passa, né? Acho que porque a gente já vivia um mundo, tipo, vamos dizer, o mundo do pagode, o mundo da balada, o mundo de vamos viver hoje, amanhã, não tô nem aí. Então, você tem aquela galera que você anda e eu fui muito rápido. Então, assim, eu já falei, cara, eu vou pra igreja. Comecei pra igreja, falei, é aqui que eu quero estar. Mas foi alguém que te convidou ou não?

Não, no começo não. No começo eu fui... Você foi espontaneamente. Fui na Nazareno Central, em Campinas. É uma igreja muito grande, muito grande até hoje. Cara, dia de segunda-feira lá era muito louvor, né? Só louvor. Só ia, vamos dizer, os conhecidos hoje. Cassiane não cede lá. Marcos Soliciano, que eu pregava muito na época lá. Então, cara, chamava muita gente. Falei, cara, isso aqui que eu quero.

Eu quero cantar também. Vamos ver se dá certo. E comecei a frequentar o Nazareno. Até conhecer uma igreja pequena. Uma coisa que eu amo hoje é a igreja pequena. Então eu comecei a entender o que era. Cara, eu tenho que sair daqui para me fazer isso.

Então eu não posso fazer o que eu faço hoje pra mim estar na igreja. Então eu comecei a entender que o que eu fazia antes, eu tinha que abandonar aquilo pra viver uma vida diferente. Aí que começou essa transição. Mas as pessoas sempre falavam, cara, você tá indo pra igreja? Principalmente quando coloquei o primeiro terno. Comprei o terno e gastei 20 dinheiro. Ah, você já foi desse de cara que ia com terno? Eu ia de terno. Parecia um garçom, mas eu ia. A pessoa passava na frente e falava, cara, você vai trabalhar onde?

Para com essa vida aí. Era de um garçom, porque antigamente o terno preto era mais barato. E a camisa branca também era barata. Aí comprava o quê? Uma gravata preta. Achava que tava abalando. Tinha dorinhos também em Campinas. Tinha dorinhos. Mas dorinhos não dava, né, cara? Não dava. Na época não dava. Dorinhos não dava.

era mais fácil vir em São Paulo comprar do que comprar na C&A mesmo, aqui eu falo marca não tô nem aí um pouquinho dava pra comprar às vezes mas era mais aqui na Conde mesmo

a Conde é o point, viu gente, até hoje pra quem quer comprar a Terno, pra quem quer comprar a Bíblia quer comprar tudo, quer a Rua dos Crentes, como todo mundo fala a Rua Conde de Serzidas e quando a gente vai pra igreja, a gente quer mostrar pras pessoas que, opa, mudei só que tipo, tem muita gente que não acredita então essa transição tipo, e se você não tiver ali focado no que você quer você cai nessa tipo, não, eu vou pra igreja hoje, mas se a galera me chamar, eu vou, já fiz muito isso

Nossa, ia pra igreja no louvor da sete e meia, acabava nove horas, nove e meia eu já tava no pagode de novo, cara. É, porque era na segunda e ia no pagode a semana toda. Só que, tipo, teve uma hora que eu comecei a entender. E as pessoas falavam, cara, o que você é? Você vai na igreja, você canta pagode, o que você faz? E eles mesmo de fora te falavam isso? Tipo, ó, peraí, as duas coisas não dá pra você fazer. As duas não dá. É porque quando você é cristão, cara, as pessoas falam, opa, peraí.

você é ou você não é? você tem ou não respeito? tem muita gente que é assim, ou é ou não é a hora que ele te vê, o Mabel peraí, e aí? estou te vendo na igreja, você sai da igreja, já vem pro pagode, e aí o que você é? você é crente? você é do mundo? o que você é? por enquanto eu estou meio assim primeiro eu agradeço e depois eu venho aí depois eu já resolvi eu falei, não, peraí

Aí depois a gente começa a entender como que funciona. Sim, sim. Porque assim, as coisas vão acontecendo graduativamente, né? Não é assim, olha, o cara dormiu e acordou todo diferente, né? Nossa, hoje eu acordei e tô tão diferente. Não, eu mudei. Hoje não... Não, tem uma coisa que leva um tempo assim, né? É verdade. Que eu acredito que também foi com você. Olha, peraí. Deixa eu aqui quietinho, gente. Já, já eu vou parar com isso e vou seguir praquilo que eu acabei de entender que eu fui chamado. Com certeza. É igual um amigo meu falou, cara, eu preciso emagrecer.

Só que toda vez que ele vê alguma coisa pra comer, ele come. Por quê? Ele não tá acostumado ainda com aquilo. Ele tá acostumado todo dia a fazer quatro, cinco refeições por dia. Tá mastigando toda hora. Então, só que ele tem que se regrar aquilo. Pra ele mudar, ter uma mudança naquilo que é necessário, ele tem que se regrar.

Cara, vou ter que comer isso, comer aquilo. Então, para eles está sendo difícil essa transição. Então, para a gente também, nessa parte, é a mesma coisa. A gente tem que começar ainda... Lógico, cara, fui para a igreja, quando eu fui para a igreja, nunca pensei em sair, nunca saio já. Lá atrás, muitas vezes. Ia para a igreja mesmo, firme, cantando ali. Falar, cara, preciso... Só que a hora que eu ia chegar... Falar, não, não é para mim mais isso.

Muitas das vezes, já saí, tipo, tava na igreja, isso há anos atrás, 15, 20 anos atrás aí, ela pensava, cara, tava na igreja, saía, chegava lá e falava, cara, não é mais pra mim. Então, a gente já começa a entender, o Espírito Santo também já começa a trabalhar na gente também, falar, cara, aí não é o seu lugar. Já começa a incomodar, incomodar até as pessoas. Fala, cara...

Não é seu lugar mais não. Já falaram pra mim. O que você tá fazendo aqui? Dá linha, porque aqui não é mais seu lugar. E a gente começa a entender também e a mente começa a se acostumar também, dizendo, cara, isso não é pra mim mais. Então, a partir de agora, é isso daqui e é o que eu continuei vivendo até hoje.

Cara, que coisa. Mas você já tinha filho? Não, antes não. Em 2006, Cauã nasceu. Que o Cauã nasceu. Então já veio nessa sua transformação junto. Eu comecei para a igreja em 2000. Em 2000 eu comecei para a igreja e eu me batizei em 2001 na cidade de Catalão, no estado de Goiás.

Eu jogava futebol na época e eu jogava no time do craque de catalão. Você já foi um garoto futebolístico. Eu já tenho muita coisa na vida. E lá eu conheci a Quadrangular. Entendi. Na época que era a Lagoinha, tinha... Sim. Toque no altar, não. Fugiu? Tempo! Vamos lá.

diante do trono. Isso, que todo mundo ouvia, né? É, águas purificadoras cantava Existe o Rio Nossa! Essa música aí me pegou, cara. Escutava no alojamento, a gente escutava muito ela. Tinha muitos atletas de Cristo ali, então ele escutava muito. Na época CD ainda, CD faz tempo. Tem gente que não sabe o que é CD, viu, gente? CD é um negocinho assim que a gente colocava no som, aí ele girava.

Tinha o encarte, né? Com as fotos, com a letra. Você podia ver a letra. Mas a gente tá falando porque a gente pesquisou na internet. A gente não viu isso. A gente não sabe. Eu ouvi falar. A gente não viu isso. É que falaram aqui, a gente ouviu, então. É, aí pesquisou na internet. Agora, que doideira que até o computador agora não tem mais isso. Nem o computador agora, os notebook não vem mais com CD, tá, gente? Tem que ver como a gente pesquisou porque agora a gente viu que o computador... Até às vezes o pendrive agora o pessoal não quer usar mais agora. Tá assim.

É verdade, pior que é, é verdade. Cara, então você ia ouvindo as músicas e tudo, e aquilo foi te chamando a atenção, e aí a coisa foi fluindo até a hora, e você falou, putz, isso aqui é meu lugar mesmo, e acabou, não tenho pra onde correr. Tinha uma moça que passava no alojamento toda quarta e sexta. Ela passava e levava umas coisas pra gente comer.

no alojamento, que a gente morava, a gente tinha um estádio e a gente ficava próximo do estádio. E ela fazia o convite pra gente. Vamos pra igreja, chamava todo mundo. A igreja aqui na frente. Aí um dia eu falei, eu vou nessa igreja aí. Fui eu e mais dois amigos meus. A gente foi. Cheguei lá, tava tocando a mesma música que a gente escutava, cara. E a voz da moça que cantava é igual a Dona Paula Valada. O timbre dela era idêntico. A de hora era mineira também, moça.

Será que a Ana Paula tá cantando aqui? A hora que eu entrei... Cara, eu entrei a primeira vez. A segunda, a terceira. Eu já falei, como que eu faço pra... Não entende muito, né? Como que eu faço pra ser crente? É, de praia pra eu ficar aqui, né? Aí o professor, você tem que fazer um estudo e tal. E depois você se batiza. Passou, depois disso, acho que um mês. Um mês ou 15 dias, mais ou menos, não lembro. Me batizei. Que legal. Me batizei num domingo, era 11h30 da manhã.

Olha a data e horário, olha isso. 11h30 da manhã, cara. Foi janeiro de 2001, se eu não me engano. Isso, janeiro de 2001. Que o Diante do Trono já tava lançando o Preciso de Ti, hein? Preciso de Ti já, né? Que já era o Preciso de Ti. Mas eu não conhecia, cara. Eu nem conhecia. Eu ouvia muito, né? Porque você até falou dele antes de começar. Do Leonardo Gonçalves. A primeira música que eu ouvi, que foi do Leonardo.

Mas como que você canta a música dele? Não, ele fazia só pra ele, tá? Não, não, é. Ele fazia só pra ele cantar. Ele é exclusivo. Eu acho que nem ele conseguia cantar essas músicas apresentadas. É possível. E eu ouvia muito o Leonardo Gonçalves. Ouvia muito. Muitas vezes, a primeira vez que eu tive contato com músicas evangélicas foi o Leonardo Gonçalves. Só ouvi também, pra cantar daquele jeito, né? Mas eu também nem cantava. Então, depois dessa transição aí, eu já falei, cara...

É isso aqui que eu quero. Transição não, né? No começo ali, fui batizar. Eu sou o cara que se converteu e desviou mais rápido da fase da testa. Se tiver alguém, manda aí. Ah, não. Achei que você tinha passado em vítima. Vai dizer que você não fez isso. Eu me batizei 11 horas, 11 e 11 e meia da manhã, em janeiro de 2001.

A gente tinha um jogo às três horas da tarde. Joguei muito no mesmo dia. Batei no domingo, na hora do almoço. Já saí, não falaram que era pra me levar roupa.

porque eu não sabia como que era. Eu fui, calça jeans, camiseta regata na época. Na época, eu estava naquela moda. Ninguém falou para mim, cara. Você foi assim, né? Ninguém falou para mim. Na época, tinha aquela sandália de couro. O pessoal usava muito sandália de couro. Eu andava desse jeito. Eu já estava com a sandália de Moisés. Já estava preparado. Já fui igual. Você já foi preparado. Andava no deserto desse jeito. Ninguém me falou. Aí falou, eu vi todo mundo se trocando.

E eu caminhando as calçadinhas. Mas batizei de roupa. E para ir embora. E todo mundo olhando. Aí eu falei, esse pessoal não é crente, cara. E eu já fui embora bravo.

Chegou no jogo, foi um dos piores jogos que eu fiz na minha vida, cara. Aí eu pus culpa em quem? Em Deus. Na igreja, se eu não tivesse batizado, eu tinha jogado bem. Falei, o quê? Era na época do carnaval. Tava começando o carnaval. Falei, o quê? Quer saber? Não vou ficar nessa vida aí, não. Fiquei já pra rua. No mesmo dia eu me batizei. Que isso, cara. No mesmo dia eu saí. Só que, tipo assim, eu não tinha entendimento.

Eu não sabia o que era um... Tipo, não fui tão preparado pra um batismo. Eu tive um estudo, tipo, às vezes eu dava pra ir, às vezes não dava. Mas que muitas igrejas fazem que, pô, com três meses, quatro meses, até seis meses a pessoa estudando. Também. Igual hoje, a igreja do pastor Jair, hoje, Comunidade Betel, lá em Pouso Alegre, em Minas, eles fazem um preparo, acho que todas, o pastor Fabiano também, no tempo, eles fazem um preparo pro batismo pra saber se... Você tem certeza que você vai fazer isso, né?

Essa é a pergunta. Eu não tive isso. Eu faltei algumas vezes nos estudos, não falando mal da igreja, não, porque na época também eu não tinha esse entendimento, e a igreja também, acho que, não que ela queria membro, que a igreja era otada. Mas eu queria isso. E acho que ele falou assim, cara, já que você quer, então vem logo. E eu faltei algumas vezes. E às vezes eles me se empolgaram, né? A gente também quer, mas traz logo. Traz logo, vai que a gente perde, né? E perdeu no mesmo dia. Só que depois eu voltei ainda.

Eu voltei ainda, eu fiquei em Catalão 2001, depois voltei em 2002, pra Catalão de novo, pra jogar lá.

escutei o campeonato goiano e acabei voltando. Tive até alguns amigos nessa igreja aí. Mas foi o início de tudo ali. Tipo, indo pra igreja, cara, ouvindo o louvor. Falei, cara, o pessoal canta bem. Queria tanto cantar, cara. E ficou. Só que aí, depois disso daí, eu ia, frequentava a igreja, mas nunca afirmava. Nunca, tipo, cara, vou seguir o evangelho. Sempre ia.

na igreja, mas aquilo ali não era o que eu tinha resolvido a seguir. Mas eu ia sempre na igreja, eu estava sempre indo, até 2008, 2008, 2009, que eu achei uma igreja, aí foi aquele encontro de cara, é isso que eu quero.

Foi uma coisa definitiva. É isso que eu quero. É lógico, a gente tinha aquele cara, será que é, será que não é? Mas quando eu comecei foi quando eu não parei mais. Eu já entrei na igreja, na igreja em Campinas mesmo. Comecei a cantar, até o pastor perguntou para mim, você canta?

Eu canto. Cantava nada. Aí ele cantava. Eu não, eu toco também. Faço percussão. Fim do pagode, né? Toco percussão. Nem sabia que igreja tinha percussão ou não. Aí ele falou, não, qualquer coisa a gente arruma percussão. Aqui pra você e tal, pode vir com a gente.

Comecei aí no ensaio do louvor. A recepção, até desculpa te interromper, a recepção da igreja faz toda a diferença para que a pessoa fique. Por isso que você que está aí, que quer sempre trazer a pessoa para perto, meu, receba bem. Que o cara fez, não, o cara está aqui, nem que a gente traga um pandeiro, mas ele vai ficar aqui. Mas isso te chamou a atenção.

Pastor Silvano, cara. Pregava igualzinho o... Ai, que eu esqueci o nome do pastor agora. Nossa, o pastor Silvano era a benção. A nossa produção trouxe ele aqui hoje pra fazer a surpresa. Pode entrar. Entra, pastor Silvano.

Então não espera essa hora agora. Agora todo mundo fica mandando lá no Instagram e fala assim, a gente espera a hora que você faz isso. É, mas entra alguém, né? Até a hora que eu trouxe alguém de verdade. Se eu soubesse a história antes, a gente tentava fazer isso. E vou contar uma coisa aqui muito louca, rapidamente. Eu vou fazer essa brincadeira sempre de brincar. A produção trouxe aqui hoje e tal. Vou fazer uma surpresa. Esqueci o nome dela agora, gente.

A Naara participou aqui com a gente. E ela contou sobre o ex dela. Falando que ela foi noiva e tal. E ela brincando. E eu brincando. A produção trouxe ele aqui hoje. Ele pode entrar.

E ela ficou rindo. Primeiro que ela se assustou, ela olhou para a porta e ficou rindo depois. Quando terminou o programa, Guilherme, ela falou assim, ele estava aqui mesmo. É o que estava tirando as fotos minhas. Eu falei, ah, está brincando. Falei, mano, ia ser meu sonho de fazer ele entrar no vídeo mesmo e todo mundo achar que eu trouxe o cara mesmo na zoeira, né? Trouxe o cara de verdade. Falei, por que você não me falou isso antes?

Ela, não, que eu contei toda a história deles e tal. Ela, mas depois, eu não só não contei pra você no programa, que eu acabei voltando com ele e a gente tá junto até hoje. Eu falei, você tá brincando que ele tava aqui. Eu podia ter feito essa zoeira mesmo. E você não me disse isso. E ela fez isso. E o cara tava lá, Guilherme. Pela primeira vez eu ia fazer a zoeira.

cara lá. E ele passando na minha frente, tirando foto. O tempo todo lá. Eu falei, ué, por que ela não disse isso antes? Mas um dia eu vou fazer isso. Um dia eu vou pesquisar uma história tua e trazer alguém pra fazer um encontro legal. Eu disse, legal, a TV faz isso, porque eu não posso fazer. Verdade. E aí, esse pastor e tudo, que isso aqui, a gente vai pra frente, pra trás, pra um lado, pro outro. Eu vou interrompendo, mas tá interessante.

Sim. E ele, eu comecei, só que eu não entrei no grupo de louvor de cara, assim. Eu ia nos ensaios, até que um dia, Carlinhos, cantava muito. Nossa.

e ele falou sabe cantar? sei, tudo que falava pra mim eu sabia, isso aí é concordando eu sabia, sei, vem cá, vai participar do quiz bíblico vou, vai participar o que? vou fazer sabe fazer back? eu falei assim sei, eu pensei, o que é back? não tinha o google o google o google peraí, eu sei outra coisa que essa palavra o que é back? não sei não sei fazer sim

E comecei a... Eu sei outra coisa que é só falar. Eu sei que é outra coisa que é só falar. É o Beck, eu sei. Mas esse... Eu não sei fazer. Eu sei o que é, mas eu não sei. Beck vocal. É outra coisa. Eu não sabia mesmo. Eu falei, sei. E comecei nos ensaios. E realmente, nenhum dos dois Beck eu sabia fazer. Nenhum dos dois. Que bom, tu me contou. Eu não sabia fazer.

E comecei a ir nos ensaios. Até que um dia eles falavam, canta uma música. Deixa você cantar uma música. Vou deixar você cantar uma música. Falei, tá bom. Você tem que sustentar a gracinha. Você não inventou? Então, cara, Vale de Ossos Secos, Tino.

Lembra? Eu pesquisei. É Tino. É isso mesmo. Quando o vento soprar. Quando o vento soprar. Essa música, o Carlinhos cantava. Cara, tinha uma pessoa que não chorava. Até quem passava na rua chorava. Falei, eu quero cantar essa música aí. Quero cantar essa música.

Essa é a música que eu cantei na igreja a primeira vez. Quero ouvir o refrão agora, vai, vamos ver. Nossa, eu ia cantar. As veiras, as veiras. Mas Vick, você não vai cantar fresco, não é chato. Não, nem liga. Que gente faz isso na escura comigo, viu? E eu não sou de ficar preparando, não, cara. Ai, que legal. Então vai, agora quero ouvir de verdade, então, vai.

Agora eu quero ouvir de verdade o refrão. Quero só ver como vai quando o vento soprar. Quando o vento soprar, tudo vai se mover. Tudo volta ao lugar. Quando o vento soprar... Cantou em ré ainda, cantou em ré. Cantou em ré. E canta assim, cara, essa música é uma música que eu cantei muitos anos aí na igreja. Eu ia nas agendas e o pessoal...

Canta aquela, canta aquela. Essa e Paulo César Baruch. Ficou uns seis anos cantando. Baruch, quero você aqui também, hein? Baruch também tem muita história. Baruch é bem, sim. O Baruch é muito top. O Baruch é bem. E, mano, todo mundo sempre fala isso. Eu ouvi o Baruch, não sei o quê. Ah, dependo de ti do Baruch. Todo mundo fala isso. Eu acho que a música dele que... Eu acho que foi a mais ouvida é até hoje, acho. Que é essa.

Que todo mundo sempre passa aqui e fala, eu cantava essa. Essa daí dele é sacanagem. Ele cantando, você sente uma paz muito grande. É verdade. É muito bom. Cara, isso é muito interessante. Você falando sobre a sua mudança e essas coisas.

Não que eu queira ser polêmico, não é isso. Mas eu gostaria de ouvir a sua opinião, porque hoje a gente vê que a questão política está muito séria, a coisa da igreja e a política. O pessoal misturando também muita coisa. Mas no tempo que você veio para a igreja, era completamente diferente. Não tinha essa guerra política. Como você enxerga agora, nos dias de hoje? Não está mais difícil para trazer a pessoa para a igreja por causa disso agora?

Você sente que ficou mais difícil? Cara, antigamente, igual você falou, não tinha muito isso. Deixa eu ficar com raiva de crente. Cara, eu lembro uma vez, falar de política, o pastor chegou um vereador da cidade, até de Campinas mesmo, pra ir na igreja conversar com o pessoal, pra pedir, chega nessa época de eleição. Ele foi pra pregar, pra falar a verdade. Só que ele pediu uma oportunidade pra falar um pouco da eleição.

O pastor não deixou. Antigamente os passores não deixavam subir isso no altar. Não deixavam. Antigamente isso ficava fora. E o cristão era visto de outra forma. Sim. Hoje não. Antigamente você chegava numa empresa e falava, sou crente. Opa, peraí. Então você pode ficar aqui já que você é um dos nossos candidatos favoritos. Hoje não, meu amigo. Hoje, dependendo se você falar isso, fala, não, pode ir embora.

O cara fala, não, aqui eu não quero... Ainda mais com a questão política, piorou. Também. Porque está envolvendo muito isso, né? A política entrou em todos os lugares. Não é só nessa parte da igreja. Então estão entrando em tantos lugares que você fica até meio, cara, será que vai? Será que não vai? Tem político hoje que é pastor? Tem político que é e não é pastor, né? Porque para viver hoje da política, todo mundo sabe como que funciona, né? Sim. Então nem como falar que não, porque isso é visível, é palpável, né?

Então é bem complicado. Eu não entendo muito de política, não, pra falar a verdade. Ah, não. Cara, o pessoal fala, cara, você não vê TV? Fala, não. Pra que você liga a TV? Às vezes pra ver um futebol ou algum esporte, ou um filme. Ou pra assistir você mesmo hoje. Eu não gosto de me ver falando, me ouvindo assim. Ah, mas você vai assistir. Eu vou, deixo no mudo, eu só fico vendo só.

Cara, eu não gosto da minha voz. Para. Sério, eu odeio minha voz. Eu tava colocando voz. Semana passada eu tava colocando voz nesse trabalho que a gente vai lançar. Hoje. Eu falei, cara, não. Tá errado. Falei, Brunão. Brunão, um abraço. Bem-mix. Lá de Sorocaba. Gente boa também. Falei, cara, não dá.

Essa voz minha tá... Cara, ninguém gosta de ouvir. Eu também não, então deixa quieto. Que isso, cara. Eu não gosto de me ouvir. O pessoal fala, por que você vai nas igrejas e não canta só música? Duas coisas. Uma que eu não gosto do jeito que, às vezes, minha voz ali cantando, e outra que eu não lembro muito, às vezes, a letra. Que isso, cara? Cara, eu não sou... Hã? Cara, eu não sou... Tipo, eu não lembro... De decorar. A letra, eu lembro, tipo assim, tem que começar.

Igual o... Você falou do sopro espírito aqui. Agora eu lembrei porque já veio aqui. Já fui no refrão. Quando o vento... Opa, no início. Cara, quantas das vezes eu já... Já esqueci a letra ministrando, cara, na igreja. Não posso falar nada, porque se fosse eu também, eu esqueci. É muita coisa, cara. Uma vez eu vi o Michael Sullivan fazendo isso. Michael Sullivan é um baita compositor de muitos hits que a gente... Também é o meu sonho que ele esteja aqui com a gente.

Já pensou, Guilherme? Michael Sullivan aqui. Ele escreveu milhares de músicas que a gente ouve aí, secular, que é hit e tal.

E, cara, uma vez ele tava contando, acho que foi ele que tava falando isso, que ele ouviu esse, nossa, que música legal, que música bonita que esse cara tá cantando. Aí depois você falou pra ele, mas foi você que fez, tipo, é sua. Ele, ah, tá, ele mesmo. Cara, de tanto cara já escreveu, de tanto cara já fez, né? Mas é muita coisa. Às vezes, tipo, muitas das vezes a igreja a gente ensaia, tipo, duas horas, uma hora antes do culto, e depois já vai pro culto.

Então, às vezes você fala, tá fresquinho na cabeça aqui, nada. Eu tenho que pegar a colinha pra me ver o começo da música.

Muitas vezes, ué, vem. Mas às vezes, cara, na administração... Tem que ter pena, sofrendo. Cara, tem que ter. A maioria das igrejas hoje tem, né? Então eu falo, cara, põe uma vez, cara. Quando lançou essa... É ele. Lançou essa música, É Ele. E eu coloquei ela no louvor. Primeira vez que tinha cantado, foi cantar na igreja. Lá em Minas. Aí...

Não estava funcionando a TV. Falei, nossa, justo hoje. Aí o pessoal, na introdução, introdução, e não vinha. Mas não pegou nem o celular. Não dava tempo. Tiraram até o púlpito da frente. Eles tiravam o púlpito da frente e davam para o celular.

Mas pra mim, tá lá, tudo pra... Falei, cara, vai dar pra mim ver ali. Cadê? Não saía. Só que tava no telão. E eu não olhei. Falei, não vou olhar pra trás. E comecei a ministrar. Comecei a ministrar. Até lembrar. Até que Deus moveu a igreja. A igreja...

Aí eu lembrei do refrão. Ele. Aí eu comecei do refrão. Gente, histórias, histórias. Olha isso. Acontece com o artista, né? O Bob Jonathan. Manda o Bob cantar uma música. Canta uma música sua aí, Bob.

Não lembro. Ele fica... Te entreguei, né, Bob? Desculpa aí. E quero você aqui também, Bob. Por favor, Bob, gente, Bob e Jonathan. Quero muito ele aqui. Cara, acho que hoje o Bob está entre um dos compositores aí. Sim, sim.

Ele tá na Graça Music hoje, né? Sim, que ele produz também muita gente. É, ele produz muita gente. Incluindo você também, né? Acho que as últimas foi ele, né? Acho que há três. E as canções que eu tô gravando agora é da Breed, né? Hoje a Breed é um selo. Uma produtora também. O Bob tava com eles. Hoje o Bob tá na Graça. Também tá...

Seguir o outro caminho, né? Um abraço, Jefferson, Cleit, Juliana, Felipe. Eles que estão cuidando agora dessa parte aí, né? De lançamento. A gente tem três músicas pra fazer aí. Pela Bridge. Hoje a Bridge tem várias pessoas. A Ciane. Vou falar a todo mundo que eles gravam aí. Tem música deles cantada aí. Legal.

Porque antigamente a gente falava assim, cara, vou fazer uma música e ninguém queira saber quem fez a música. A gente achava que o cantor que tá cantando ia fazer as músicas, né? E muitas das vezes não era. Pra gente entender tudo isso daí... Eu demorei um pouquinho, né?

Eu imagino E você falou de lançamento, falamos de Bob, falamos de tudo Então lançou hoje Com música nova e exclusividade Aqui no programa do Barro, já gostei Já gostei por causa disso Como foi pra você também fazer tudo isso Pensar em tudo isso Olha, planejou tudo pra que saísse agora Às vezes a gente tem essa ansiedade de crescer antes Mas é sempre no tempo que tem que ser, né? Verdade

Essa música faz dois anos, cara, que ela tá aí. Eu tinha pego cinco canções da Bridge e eu consegui produzir uma com o Bob. Mas essa canção é dele, é produção e composição também dele, né? Bob Jonathan, Juliana, Jefferson Clayton e tem mais dois compositores dela também. Então ela já tá há dois anos que eu não conseguia gravar.

É porque as pessoas veem a gente gravando e falam assim, cara, que legal, é da hora. Quando você lança, não é assim. Porque eu não sou... Eu não vivo da música. Eu não vivo só da música. Então o pessoal olha pra gente e fala assim, cara, você tá viajando, você tá fazendo isso. É, tô trabalhando. Então pra gravar a gente precisa de ajuda. Muitas das vezes não tem essa ajuda. E muito dinheiro. Muito dinheiro.

Que é muita grana. Cara, eu não achava que era tanta. Mas é muita grana. Mas Deus ele tem abençoado, cara. Tem colocado pessoas na minha vida que tem me ajudado muito. Essa lenha e fogo, principalmente, né? O Bob, a gente fez ela toda completa, com banda, tudo, tudo certinho. Só que acabou a verba. Falei, Bob, segura aí.

segura aí que aos poucos a gente vai fazendo a gente que é dependente, né, hoje a gente independente a gente precisa disso, né parcelar em várias vezes por isso que o pessoal, cara, faz tempo que você não lança alguma coisa, é porque às vezes... eu não tenho gravadora

Não é gravador. Eu não tenho o patrocínio, eu não tenho o apoio, né? Porque não é fácil e não é barato. Claro! A gente sabe que é difícil. E a cada... Quanto mais você demora, mais caro fica. Porque vai passando um ano, as coisas vão mudando, os valores vão mudando. Sim. E essa música já faz dois anos. Dois. Cara, faz mais, cara. Faz uns três anos que essa música eu peguei com eles. O ano passado, o Bob fez, produziu tudo certinho, mas não deu pra gente dar continuidade. Aí, esse ano, eu falei, Bob, agora vai.

Aí ele falou, vamos pra cima então. Só que perdemos todo o material. Então tem que fazer de novo. Aí eu falei, vamos fazer o acústico então. Ele falou, demorou. Vai ficar top. Falei, vamos fazer o acústico. Você achou que ficou melhor do que você imaginava? Cara, eu não...

A que ele tinha produzido antes, cara, tinha ficado muito boa. Mas essa, cara, eu achei que ficou muito boa também. Cara, é Bob, né? Acho que quando a gente fala... Não tem como se dar errado. Cara... Não tem como se dar errado. Não tem como se dar errado. Tem jeito. É Bridge e Bob. A letra... Cara, Lenha e Fogo chama a canção. Então, Lenha e Fogo. Então, você vê a junção da melodia. Cara, o cello, a hora que entra, foi... Caramba, o que esse cara fez aí? Com teclado, violão e cello.

O que esse cara mudou aí? Então é outra coisa, coisa simples, que você acha que é simples. Quando junta tudo, fica maravilhoso. Minha voz ficou mais ou menos, mas a letra é muito bonita, então ouçam, viu? Você acha que está com paranoia? Não é paranoia. Você acha que é isso, que toda hora é isso. Para com isso, se não fosse boa como você ia gravar, como o povo não ia ouvir. Para com isso, cara. Você acabou de cantar aqui. O pessoal ouve, porque Deus envia. O pessoal escuta aí, Deus fala isso.

Você estava com paranoia. Você estava com paranoia com esse negócio de voz. Cara, que interessante. Você falou sobre a questão do artista independente. Pegando esse ponto, é muito difícil a pessoa ver que... Ai, que legal, né? Olha lá que roupa, olha o clipe, olha o vídeo, que qualidade. Mas não faz ideia. Eu já ouvi falar de pessoas que venderam carro.

Pra poder fazer coisas E o povo não faz ideia de como É muito difícil Mas por que é caro? Porque tem todo um trabalho E também porque Você é um artista independente E pra poder você ter uma qualidade boa E fazer com pessoas Extremamente profissionais Você vai ter que gastar uma grana Porque eles são profissionais E não é porque eles são profissionais Olha, eu vou fazer pra você 20 reais essa gravação E aí

Mano, não dá. O cara tem o custo do estúdio, tem os músicos, tem tudo. Então não tem como eu falar assim, olha, eu faço 100 reais pra você, Ramon, só 100 reais, tá? Tá tudo bem? Não, não dá. Falar, ó cara, vai ter que ser assim. Você quer que chame a atenção? Você quer que seja bom? Eu vou ter que chamar esse guitarrista aqui, vai ter que chamar essa pessoa aqui. E tudo isso tem um custo, né? E alto. É que a gente, tipo, quando a gente vê, a gente fala, cara, por que o cara cobra tão caro assim?

A gente vai ver, igual você falou, tem músico, estúdio, tem o tempo do cara. Porque a gente pensa, a música, eu achava que era fácil. A primeira música que eu fiz, eu fiz com Tiago Oliveira. Tiago Oliveira. O Tiago Oliveira também. Hoje ele deve estar viajando por aí. Acho que ele vieram com a Cassiana esses dias aí. Então, Tiago Oliveira hoje... Tiago Oliveira que é o marido da Lidiane, não é isso? Eu não sei o nome da esposa dele, não. Não, tô confundindo. Tiago Oliveira é da Toda hoje, né?

Ele produz os cantores da Toda. Ah, sim. Eu tava confundindo, é verdade. Ah, não. O da Lidiana é outra pessoa. É verdade, eu confundi. Mas eu sei quem é que você tá falando também. Só que, tipo, quando eu cheguei pra produzir a primeira canção que eu fiz com o Tiago, eu não tinha essa noção como que funcionava. Eu fazia tudo coisa mais amador. Então, cara, pagava 200, 300 reais ali, fazia um videoclipe ali. Bem amador, bem tranquilo. Então, pra mim, era isso.

Aí quando o cara vai ali e fala, não, meu valor é esse, aí você fala, sério? Só que você vai ver o trabalho do cara, aí você fala, é diferente. E na época que eu comecei a fazer a primeira canção minha, ele tava produzindo o Giuseppe.

Ele tava produzindo Gessé. Na época que ele tava produzindo Gessé, ele tava produzindo também. Então, eu falei, depois que eu fui entender quem é Gessé, pra mim eu vi Gessé já, pessoalmente, tudo, mas simplesinho, quietinho, cara, mas... Alívio foi a primeira dele que lançou. E deu tudo isso, né? Então a gente pensa que, cara, por que o cara cobra tanto isso? Cara, tem uma diária do estúdio.

Tem os músicos também que vivem disso. Eles trabalham com os melhores, porque é o nome deles também que está ali. Eles não vão produzir você de qualquer maneira. Falar demora tudo isso, mas, cara, não vai jogar porque está o nome deles ali. Na hora que vai lançar o videoclipe, ali embaixo está escrito o nome deles. Então eles não vão fazer de qualquer maneira. Aí que a gente vai entender...

Sobre valores e isso. Mas se alguém quiser nos produzir, sem problema nenhum, deixa Deus usar vocês. Estamos aí, com os investidores. Se não gostei da história desse cara, vou dar uma investida aí, quem sabe. Quem sabe tem alguém nos vendo aí.

Ouviu Elenho e Fogo, viu que... Mas a gente tem vindo assim, dessa forma. Conforme Deus tem mandado, né? Essa Elenho e Fogo foi coisa de Deus mesmo. Pessoas nos abençoaram aí. E nós conseguimos fazer essa canção. Finalizar ela. Gravar o videoclipe dela. Hoje a Bird que tá fazendo todo o processo de subir ela, das capas, né? A Juliana tá fazendo todo esse procedimento aí. Eu também gostei de tudo, capa e tudo. Foi muito legal.

Não terminou ainda não, tem mais coisa vindo. Tem mais coisa vindo. E também tem vídeo ainda, né? Que vai ser lançado. Hoje foi a música, mas depois já tem o vídeo. Isso, depois, logo, logo aí, daqui uns três dias, a gente vai lançar aí o videoclipe também aí no YouTube. E hoje a coisa é mais... Você falou dessa coisa independente, ainda fica mais difícil por causa do audiovisual. Antes, por exemplo, quando o cara fazia um EP, um álbum, ele fazia, tipo, dois clipes no máximo de umas das músicas que estavam ali, mas agora tem que ser todos.

Agora, tudo que você vai fazer tem que ter a questão do vídeo. Então vai aumentando mais o valor e vai sendo mais difícil. O vídeo já está nessa faixa também de valores da produção. Esse ano a produção subiu muito. Subiu muito. Então hoje é por isso que muita gente está atrás de algum selo.

tipo alguma gravadora, pra que ajude as pessoas. Porque, tipo, se eu tenho uma gravadora, eu não vou arcar 100%. Então, vai arcar mais ou menos aí uns 60%, 50%, isso já diminui muito. Então, os valores hoje aumentou muito em parte de produção. Então, por isso que tá todo mundo hoje. Ah, tem uma audição em tal lugar pra uma gravadora tal. Vai ver que dá milhares de pessoas.

O pessoal, tipo, às vezes não tem investimento. E você vê que quem não quer saber de gravadora são os que cantam mais. Você acredita, cara? Eu estava observando isso. É verdade. Você vê no... Eu estou sem Instagram, que eu perdi a cena. Meu Instagram não consigo achar. Não consigo lembrar. Você não fez isso, não, cara. Não consigo lembrar. Você não fez isso, não, cara. Se tem alguém que... Quer que eu fale com o Dukenberg? É o Marques Dukenberg.

Cara, não consigo. E tudo que eu posso... Quer que eu mande um mensagem para ele? Eu posso pelo WhatsApp e eu consigo compartilhar. Aí já cai no Instagram e no Facebook.

Ainda bem. É, já cai tudo lá. Pega no celular aí. Não, não, não. Vem isso aí agora. Que isso, cara? É sério. Como você consegue recuperar? Não vai com código alguma coisa aqui que aparece? Não aparece, cara. Não consigo lembrar a senha. E toda senha que eu coloco não dá certo. Não é sério. Cara, você tá com um problema muito sério. É sério.

Não, não é do Instagram não, talvez é de cabeça. Mas é porque, tipo assim... Você chegou nessa fase. Eu coloquei uma senha e esqueci, já tá no celular. O que aconteceu? É, também tem, é verdade. Também tem isso. Ela tá no celular ali, então tá salvo tudo. Aí eu falei, cara, eu dei um tempo, eu fiz um propósito, eu falei, cara, eu não vou mexer mais no Instagram. E às vezes, tipo, cara, eu não vou beber mais, igual vocês ofereceram um café.

Não, eu não quero café, mas se tivesse colocado o café aqui, eu tava bebendo café até agora.

É igual a água. Não, não vou beber água, mas essa água tá aqui, eu vou beber. Então eu falei, vou fazer um propósito, vou tirar o Instagram. Aí eu desinstalei ele do meu celular. Tirei, porque se ele estivesse ali, eu ia olhar. Ah, só mais uma vez. Dá pra mexer. Só um pouquinho. Então eu tirei, acho que eu fiquei mais de um mês sem Instagram. Aí, na hora que eu voltei ele... Cadê a senha?

Você quer voltar automático, né? Não acredito. E não veio automático. E o povo te marcando, mas um monte de coisa. Deve ter um monte de mensagem lá. Chega por e-mail pra mim, né?

Ah, fulano, é... Postou alguma coisa, alguém comentou, alguém deu um joinha, aí manda um e-mail e chega pra mim e fala assim, responda e visualize as mensagens que estão no Instagram. Ai, como? Não entra? Caraca. E o cara acabou de lançar a música. Acabou de lançar a música e tá no Instagram lá.

E ouçam. Lenha e fogo. Comentem, compartilhem. Não se preocupe, não. Já, já eu recupero essas 100. Você recupera essa 100 ou eu faço uma conta nova. Aí eu respondo todo mundo. Aí vai ter que fazer uma conta nova, talvez. Não, mas tem um pessoal já que tá vendo isso aí pra mim, já. Tá ajudando nisso. Tá me ajudando pra recuperar esse daí. Sim. Porque tem bastante... Não tem tanta, gente, assim, mas tem pessoas importantes ali. Meio milhão de pessoas no Instagram. É, tá chegando lá. Só R$456,00.

Falta ainda só esse pouco. Se você se inscrever e me seguir, eu vou chegar nos meio milhão, igual o Barrot tem. É verdade, eu também não tenho, não. Falta ainda esse tanto que você falou aí também. Falta um pouco. Olha, enquanto eu vou beber na água, eu vou ganhando tempo. Eu ia falar, segue ele no Instagram, mas segue a gente primeiro, até ele achar a senha dele. Programa do Barro, segue o Tagarela Estúdio, que é onde eu gravo, todo mundo pergunta e fala que é meu.

Se eu estúdio é seu, eu falo, não, não é, tá? Só para lembrar, o estúdio não é meu.

Eles estão aqui rindo porque é verdade. Eu acho que não, fala a verdade. Quem grava aqui também, o povo não acha a mesma coisa?

Não pode ser só comigo, cara. Não é impossível isso. Você vai lá no teu estúdio. Onde que é? Não, gente, não é meu. Você calma aí. Eles falam, não, eu quero ir lá conhecer. Eu quero ir no seu estúdio. Eu falo, não, seu estúdio. Eu acho que vai um dia, de tanto falarem, vai acontecer esse estúdio. Eu também achei que era. Ou eu vou comprar o Tagarela aqui. Vou comprar. Vou entrar de sócio, sei lá. Eu vou comprar o Tagarela. Agora sim, gente.

Vocês podem falar. E ainda é totalmente meu. Eu falo, eu compartilho com os meus amigos aqui, que sempre estão me ajudando.

E ó, você lançou aí tudo, mas ainda tem muita coisa pela frente? Tem muita coisa, esse ano tem muita novidade ainda. A gente tá com quatro canções ainda pra vir aí, fora essa. Três vai vir pela Bird, né? Que é o selo que eu fechei com eles aí, essas três canções. A Bird hoje é um selo, uma produtora, né?

Então, como se diz hoje, ela é gravadora, né? Ela consegue fornecer as músicas, né? E são as músicas, né? Então são músicas hoje sensacionais. Hoje, até conversei com o Jefferson, falei, me ajuda aí, Jefferson. Me ajuda aí. Cara, pensa num cara com um coração bom. Eu conheci o Jefferson primeiro, o Jefferson Cleito. Ele também faz parte da Bridge. Eu falei, cara, mas eu preciso de música.

Mas eu não tenho produtor. Ele falou, se você fechar com a gente, eu arrumo um produtor pra você. Quem que ele me indica? Bob Jonathan. Bob Jonathan. E não tem como você dar errado. Cara, quando eu conheci ele, eu vi que a coisa era séria. Por quê? Todos os produtores que eu procurava pra fazer alguma coisa, eles falavam, manda a música e o tom. E já era. Falei, beleza. Ele não. Falei, manda o material seu pra mim.

manda alguma coisa sua pra mim eu não esqueci não, viu Bob aí ele falou, manda alguma coisa eu mandei pra ele, cara, um cover que eu fiz e logo depois, acho que ele já assistiu na hora, mas logo ele já mandou, vamos pra cima eu falei, ufa fui aprovado, né ufa, fui aprovado

e daí cara, comecei a pegar as canções todas da Bridge fiz uma outra também Segura Estou que é do Cauê que é de Sorocaba também tem que até do Anderson Freire ainda todo mundo já gravou Anderson Freire, falta você é, você gravar uma música de composição eu tentei pegar algumas canções do irmão dele

é com A também mas não vou lembrar agora André? eu acho que André não me recordo o nome dele é Freire também cada canção eles são muito chatos como vocês conseguem? vocês sentam na sala e na mesa e falam

Acho que Deus falou assim, olha, você tem umas músicas que distribuem para o povo aí. Aí caiu tudo na mesma casa. Acho que ficou meio pênso a hora que Deus jogou. Foi tudo para lá. Caiu só algumas para o outro lado. Cara, as canções deles... Pode ser assim, né? Cara, ele mandou 10 canções para mim. Das 10 canções, eu fui... Você queria todas? Todas.

Eu falei, cara, me abençoa. Cara, eu sou muito cara de pau, viu? Eu mando mensagem. Por isso eu gostei de você e você tá aqui. Eu mando mensagem pro pessoal e falo aí, cara, beleza? Não tenho condições, tem como você me abençoar e tal, fazer uma produção minha. Cara, 99,9% eu recebo um não. Mas se eu receber um sim... Uma hora sai. Uma hora sai esse sim aí. Eu sou muito cara de pau, mando mesmo, não tô nem aí. Quando eu jogar futebol...

era orelhão me falaram que era orelhão na época não lembro eu ligava pro clube e falava pro clube tô mandando um jogador assim, assim, assim falava que eu era o empresário aí chegava eu aí o cara, mas cadê o empresário? Não, o empresário não deu pra vir aí ele me... caraca eu joguei no monte de time assim você falou agora, eu lembrei de uma história aqui também

Um dia, eu e o Wesley Perpone, cara, um amigo muito bacana, eu falei assim, cara, eu quero entrar na Record. Aí ele falou assim, não, não começa. Eu falei, cara, eu tenho uma ideia aqui. E ele também tinha a ideia de Jerico. Ele foi ligando, caçando contato. Pegou o contato de uma pessoa lá dentro, de um diretor, sei lá quem que era. Alguém da produção também. Meu, ele tinha uma moto. E aí eu falei pra ele assim, mano, aí a gente foi bolando o nosso plano.

Falei, vamos chegar como se a gente fosse um entregador na porta da Record, com o nosso currículo, tá? Dentro desse envelope. A gente chegou como se fosse entregar. Eu falei assim, vai entregar pra quem? Vai entregar pra tal pessoa, que não lembro o nome agora.

E aí o cara assim, ah, é pra esse? Já viu que era o nome de alguém de peso. A mulher... E o Wesley ficou do lado de fora, lá na moto. Ele ficou do lado de fora. E eu entrei. Quando ele viu que eu entrei, e já tava indo bem mais pra frente, ele viu que a coisa tava séria. E eu falei, mas é de que empresa? É de onde? Mano, veio o nome na cabeça, na hora. Nem sei o que eu falei. E eu fui até lá, entrei, entreguei na mão do cara. Eu falei assim, olha, foi da empresa tal que falou pra entregar esse envelope aí. E era envelope dos nossos currículos, cara.

E aí eu entreguei e saí fora. Depois eu falei, amanhã é você. Aí o Wesley foi também e fez a mesma coisa. E a gente foi levar. Até que me ligaram. Depois mesmo. Até mesmo pra fazer um teste, mas não rolou. Mas deu certo o truque. Entendeu? Eu fiz isso na Rádio Mix também uma vez. Fiz entrevista lá. Eu falei assim, moça, mas me ligaram desse número. Eu descobri o número do RH. Mas me ligaram desse número.

olha, a gente tá com uma vaga mesmo, aqui é do RH. Falei, então, eu acho que é isso. Falei, porque eu sou locutor e tudo. Falei, então, eu acho que é isso. E não é que foi mesmo. A mulher me chamou, tinha uma vaga, eu fui participar, quase, era um sonho de criança, Guilherme, quase. Eu entro na mix, com essa brincadeira. Eu fazendo isso. Agora você falou, eu lembrei. Cara, quem não arrisca, meu amigo? Quem não arrisca? Eu era muito louco.

Cara, tem o sonho. Quer ser... Cara, se você não fizer isso, ninguém vai fazer por você. Cara, não vai, não vai. É igual eu falo. O pessoal às vezes, ah, cara, preciso trabalhar. Mas acorda às 10 horas da manhã e tá em casa. Não manda um currículo hoje. E hoje é fácil mandar currículo, viu? Só pegar o celular e enviar. Mas não faz isso. É a mesma coisa da gente, cara. Se a gente não for atrás, não vai adiantar nada. Cara, usa o GPS hoje?

Eu não peguei isso, tá, gente? Eu também não sei disso, mas... Eu olhava na guia, sabe?

Aquele guia de rua. Páginas amarelas. Eu olhava lá, porque alguém tinha me falado. Aí eu fui olhar, entendeu? Então, eu não fui desse tempo, mas eu fui olhar. Mas aí agora a tecnologia mudou e tem o GPS. É. Entendeu? Muda. Mas a gente tem que ir atrás. Se não, ninguém vai fazer. Se não, ninguém vai fazer. E é verdade que você falou até... Você ia dizer alguma coisa? Não sei se eu ia te interromper. Não. Então, e você falou disso. E se você não tivesse corrido atrás, a música não tá vendo o ar hoje. Verdade.

Eu sou bem sincero. Falei, Bob, ajuda. O que dá pra você fazer pra mim? Cara, pensa num... Quem vê o Bob, acha que o Bob é todo serião. O jeito dele conversar. Cara, pensa num cara do coração bom.

Eu falo porque o Jefferson Cleito conheço ele, de falar pelo WhatsApp, Juliana também, que são também os compositores. O Filipe, eu não conheço ele especialmente porque eles moram no Nordeste, moram longe. Acho que o Jefferson está Itajaí, se eu não me engano agora.

Mas o Bob, eu já tenho contato com ele, cara de cara a cara. É difícil encontrar o homem? É difícil. Mas eu conheço ele pessoalmente. Então você vê que o cara tem... Não tô puxando saco, né? Ah, tá falando... Não, tô falando bem porque eu conheço ele pessoalmente. Mas se fosse o Johnny S, a gente tá falando também do mesmo jeito, é. Qual o problema de falar o Johnny S? Esse eu não conheço, então... Ah, também é um produtor desse nível aí do Bob.

Também é terrível. Faz muita coisa, muita coisa. A gente deve se conhecer também, os dois. É, com certeza. Com certeza, a gente deve se conhecer. Cara, o Bob, ele é um cara que...

Todo mundo que você fala... É? Conheço. Esse tempo atrás, cara, a Gabriela Rocha lançou uma música. Algumas, né? Com coral em volta e a maioria era raiz coral. Mandou mensagem, ô, Bob, e a música e tal? Eu estava assim, cara, agora não dá pra falar que eu tô na gravação da Gabriela. Você tá onde? Depois lançaram a música lá. Ele tá lá no fundinho lá.

a maioria do pessoal do Raiz do Coral o antes, acho que o que não anda muito com essa galera que eu vejo muito, é mais o Saz tá sempre, mas acho que o Scooby porque foi pros Estados Unidos

Mas o resto eles estão sempre se encontrando ali. E essa galera do Raiz, dessa época do Bob, do Sassa desde o começo, mas essa deles, foi quando pegou mesmo, na minha opinião. Acho que quando um coral apareceu no Brasil, esses caras aí é diferente. Depois vieram outros, até em Campinas tinha um que eu esqueci o nome do coral que tinha lá também. O coral Resgate, com certeza. Cadmiel, um monte de coral.

Ah, eu, o Cadmiel? Ah, então eu acertei. Certa resposta, 50 pontos por time dos homens. Tentando lembrar aqui, eu falei, Cadmiel foi... Cara, eles ficaram bastante tempo também juntos. Eles estavam cantando no ano passado com o Kiki Franklin, tá? Ele? No show do Kiki Franklin, o Cadmiel, só isso. Cara, eu não lembro do Cadmiel. Eles estavam cantando no ano passado com o Kiki Franklin. Eu falei, cara, que sensacional. Foi muito legal. No ano passado, o Kiki Franklin teve aqui. E ele vai estar no meu programa.

Eu olhei para a porta mesmo. Engraçadinho, né? Ele não pode chegar agora. O convívio que faz, Guilherme. O meu inglês não é intermediário, não. Só em gestos. Eu que não sei nada.

meu amigo, olha, muitíssimo obrigado obrigado mesmo por tudo que você fez esse esforço todo pra estar aqui muito legal, tô muito feliz de conhecer um pouco mais ainda sobre você e tudo, mas antes olhando pra essa câmera, deixa uma mensagem também pra pessoa que tá morrendo de vontade de fazer isso putz, eu vi a história desse cara, se ele conseguir eu acho que eu consigo também uma palavra aí de incentivo

Cara, acredite primeiramente em Deus e em você. Se tem um sonho, vai atrás, conquiste esse sonho. Se você parar, vai parar. Então quem pode alcançar os objetivos é você. Confie em Deus. Se ele tem esse propósito para a tua vida, vai em frente. Porque ele tem algo sobrenatural sobre as nossas vidas que às vezes a gente não enxerga. Mas ele sabe de todas as coisas. Quando chegar o momento certo, vai acontecer.

É isso? É a primeira vez que você participou de um podcast? Não. Já participei de mais de um. Em Minas ainda. Ah, achei que ia ser a exclusividade comigo, mas tudo bem. Pelo menos o lançamento fui eu. Agora você pode ir nos outros programas que não vou... É verdade, não teve nenhum lançamento quando eu fui. Agora você pode ir nos outros programas que eu não vou falar com ciúmes. Hoje tá sendo a exclusividade que lançou hoje. Inclusive tá em todas as plataformas digitais.

Você pode colocar na tua playlist. Faz teu merchan. Fala Instagram mesmo parado. Fala tudo aí. Instagram não tá parado. Tá chegando as coisas lá. Só falta sim.

Ramon Silva oficial. Ramon Silva, Underline oficial. Ramon Silva com V mudo. Underline oficial. Nos segue lá, nos acompanhe. Tem músicas novas chegando também. E vou fazer uma promessa aqui. A próxima canção... Você vem de novo? Eu vou vir de novo para a gente lançar aqui. Sim, porque o programa é do Barrão. E você vem quantas vezes você quiser. E quem é aquela Mari? Vem de novo. Quem não gostar, eu venho de novo. Vem de novo.

Porque eu sou desse. Você sabe que eu sou desse. Eu gosto de chamar mesmo. Falaram, mas você chamou o cara? Eu chamei de novo.

Só que a gente pode fazer uma coisa legal também, quando você vem na próxima vez. Eu trago outra pessoa aqui de surpresa. Faço grandes encontros aqui. Sabe o Bob não vem junto, né? É, a gente pode fazer uma outra coisa aqui. Pode vir junto, a gente vem do mesmo lado. A gente pode fazer o Gonçalves da Alemanha também, a gente faz aqui. Tá vendo?

Já ia ser o Kik Frank dos Estados Unidos, velho. Traz o Leonardo Gonçalves da Alemanha. Meu amigo, muitíssimo obrigado, cara. Muitíssimo obrigado mesmo. Foi muito bom. E é isso, gente. Esse foi mais um programa do Barro. Muito obrigado a vocês que ficaram até aqui. Semana que vem tem muita coisa ainda. E também tivemos o Sérgio Sass aqui, viu?

Você falou do Raiz Coral, o Sérgio Sass esteve aqui com a gente, falou sobre o Raiz Coral, foi muito legal, não foi, Guilherme? Contou umas histórias com o Mano Brown, contou um monte de coisa aqui, foi muito legal. Foi bem legal também, vocês podem acompanhar aí esse bate-papo também com o Sérgio Sass. Meu amigo, obrigado, valeu, hein? Eu que agradeço. É isso, até a próxima.

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