Josué cap 23 parte 2
Será que temos vigiado nosso coração com o mesmo empenho que dedicamos às outras áreas da vida?
Fábio
- Exortação de Josué ao povoAmor a Deus como mandamento principal · Importância da cautela espiritual · Perigos de se afastar de Deus · Dificuldade em amar um ser invisível · Influência do ambiente e do contato com o mal
- Amor próprio e de DeusMeditação no caráter de Deus · Jesus como retrato de Deus · Amor a Deus como proteção diária
- Oração e compromisso com DeusBuscar um local de descanso na presença de Deus · Pedido de sinceridade e vigilância no amor a Deus
Entendes o que estás lendo? O podcast que te leva através das páginas da Bíblia. Livro por livro. Capítulo por capítulo. Uma exposição bíblica emocionante. Aperte os cintos e embarque comigo nesta viagem. Aperte os cintos e embarque comigo nesta viagem.
Olá, estou de volta, eu sou o Fábio e esse é mais um episódio do podcast Entendes o que estás lendo. Que alegria, imensa satisfação poder contar com a sua audiência, a sua paciência. A gente continua firme e constante, prosseguimos avantes para o finalzinho do livro de Josué.
Hoje, Josué, capítulo 23, parte 2, episódio de número 932, décima primeira temporada, e nela meditamos capítulo por capítulo no livro de Josué. Que livro fantástico, tivemos muito aprendizado, muitas lições preciosas para a nossa edificação e crescimento na graça e no conhecimento da palavra de Deus.
Você pode ouvir todos os outros episódios disponíveis aí na Amazon Music, no Spotify, na Deezer, One Republic, Podchaser, iVox e em tantos outros distribuidores de podcasts, Apple Podcasts.
e tantos outros aí, para você poder aprender mais da Palavra de Deus de forma gratuita, um toque no seu celular, você pode ouvir, curtir, compartilhar, participar, enfim, é isso. Nosso propósito aqui, compartilhar com você tudo aquilo que temos acumulado de bagagem em mais de 30 anos de ensino, de aprendizado, de estudo, do texto bíblico, da teologia bíblica.
Também buscamos em muitos outros eruditos e comentaristas o que há de melhor e único na internet, que é o comentário bíblico em áudio disponível para você. É um trabalho pioneiro. Estamos aqui no dia 2 de maio, que se aproxima, vai fazer 2 de maio de 2026. Cinco anos que estamos aqui, já no 11º livro da Bíblia.
compartilhando com você quase mil episódios desse podcast. É benção demais, só o Senhor, para nos sustentar e nos dar graça ao longo dessa jornada. José capítulo 23, verso 11, diz assim, Portanto, dediquem-se com empenho a amar o Senhor seu Deus.
Meus queridos, embora as palavras dos jovens por vezes chamem nossa atenção, ninguém pode deixar de dar ouvidos aos conselhos daquele cuja cabeça está embranquecida pela neve de muitos invernos. Respeito é devido aos idosos. E quando lições ensinadas por uma longa e variada experiência, elas brotam de seus lábios veneráveis,
Inclinemos nossos ouvidos para ouvir o conselho de Josué. Velho, abatido pela idade. O período em que foi proferida que era de um peculiar interesse do povo de Israel.
O honrado líder dos israelitas sentia que se aproximava o momento em que partiria, deixando o povo que considerava como um pai, considera seus filhos. Sabendo o quão em breve seriam privados de sua presença e liderança, ele reuniu o povo semelhantemente a Moisés, como Moisés fizeram anteriormente, e como Samuel e Davi posteriormente.
E dirigiu-lhes palavras de solene exortação, que podem ser resumidas na linguagem do texto. Prestem muita atenção, etc. O propósito da maioria dos discursos é alertar, colocar os homens em estado de alerta para se protegerem de algum perigo.
Nossos sentidos sonolentos, eles ficam tão imersos no esquecimento, que há uma necessidade constante do alarme estridente. Atenção. Existe a importância da cautela. Ela direciona a atenção para o centro e a essência da religião.
O nosso Salvador endossou isso, quando ele disse, amarás o Senhor teu Deus, como o primeiro e grande mandamento a ser guardado seguido. A sua condenação aos judeus foi expressa, eu sei que não tem desinvoz o amor de Deus. O primeiro pecado ele consistiu em afastar-se de Deus em consequência da insinuação do tentador.
de que a falta de amor era o motivo da proibição aparentemente severa. Portanto, a encarnação e a crucificação foram a estupenda demonstração do amor divino destinada a recuperar o amor do homem. Somente o afeto pode assegurar uma obediência pronta, sincera e constante. Guarda o teu coração com toda diligência.
porque dele procedem as fontes da vida. O amor torna-se o cumprimento da lei. É a mola mestra de uma vida piedosa, a fonte de onde fluem rios de uma atividade santa. É impressionante observar como o amor é exigido e insistido, mesmo sob antiga aliança.
O legislador sabia que as ameaças mais severas e as penas mais duras não poderiam garantir o cumprimento dos mandamentos do Todo-Poderoso, a menos que o amor fosse intronizado no coração, como a paixão dominante da vida. Todos os atributos de Deus exigem o reconhecimento correspondente por parte de suas criaturas.
E o amor, como sua principal e abrangente excelência, desafia o nosso amor em resposta. E somos culpados se o negarmos. Meus queridos, é extremamente necessário devido à natureza e ao ambiente do homem.
Ele está absorto pelos sentidos e suas gratificações e avesso ao que é espiritual. Adorar a Deus exige um esforço da mente, uma abstração das coisas carnais, uma intencionalidade de coração, de sentimento, de evolução, de atitude. Veja, mesmo tendo visto a nuvem, o fogo, a chequená, eles queriam erguer ídolos.
imagens visíveis sempre presentes diante de seus olhos. E como muitos dos elementos miraculosos haviam desaparecido, havia uma tendência maior ao esquecimento de Jeová. Hoje os homens questionam como podemos amar um ser que nunca vimos.
As suas leis parecem, em muitos casos, rigorosas e obedecê-las é doloroso. Evidências de um desígnio amoroso e ponderado parecem refutadas por aparências contrárias de desarmonia e ira. Reconhece-se a dificuldade de silenciar a voz da paixão e de ouvir a voz mansa e delicada que anuncia a presença de Deus.
A dificuldade aumenta devido ao nosso ambiente. Se Israel estivesse sozinho na terra, talvez tivesse mantido intacta a adoração ao verdadeiro Deus. Mas, cercada por tribos idólatras, com práticas abomináveis,
Havia uma constante possibilidade de se misturar com o mal e contrair a sua infecção. Vamos chamar assim, versículo 7 e 8, capítulo 23. A nossa posição é estritamente análoga. Estamos no mundo e diariamente entramos em contato com aqueles que fazem do ego seu objetivo e tratam o cristianismo na sua forma mais pura com desprezo.
Facilmente o contágio pode se espalhar. A fumaça da cidade obscurece os céus. Em meio ao seu ruído, os sons dos anjos chegam apenas fracamente aos ouvidos. Se isso se aplica aos cristãos que conhecem, servem a Deus, quão poderosas são as barreiras que se interpõem entre eles e seus filhos, seus filhos pródigos.
Que necessidade urgente de se proclamar em voz alta a advertência para que eles possam rapidamente cair em si e retornar ao seu pai. Meus queridos, a história confirma a necessidade de atentar para a cautela. Josué bem sabia com que frequência os israelitas já haviam se afastado de Deus. Muitas eram as lembranças da rebelião deixadas no deserto.
muitas as pedras que carregavam os vestígios de seus tropeços. Assim, o raciocínio teve suas conclusões verificadas pela experiência.
E quem de nós não tem lembranças de insensatez? Se uma coluna marcasse cada cena em que se manifestou a ausência de respeito por nosso Criador, quão repleto de tais sinais estaria o caminho que percorremos?
Relembremos os atos da infância, da juventude e da idade adulta. Cada pecado era um passo no caminho da inimizade contra Deus, pois demonstrava uma inclinação para aquilo que lhe desagrada. Sua misericórdia nos impediu da completa aberração. A advertência de Josuela provou-se necessária pelo próprio acontecimento.
De pé no topo da montanha ele contemplou o passado e o futuro, apesar da aliança especial registrada no capítulo seguinte. Os israelitas deixaram de amar o Senhor e caíram na idolatria, na licenciosidade, quem dera. Não se pudesse apontar nenhum caso semelhante entre aqueles que professam o cristianismo de quanto se pode dizer correstes bem.
Que a história lance sua luz através das ondas, lembrando-nos das rochas e convidando-nos a permanecer no mar calmo e aberto do amor de Deus. Considere também, meu querido ouvinte, o risco incorrido em negligenciar os conselhos do texto. A insensatez é proporcional ao perigo que a negligência envolve.
As escrituras, sabiamente, empregam todos os motivos legítimos para exortar os homens a adotarem seus planos. Ameaças são mencionadas, assim como promessas e punições.
assim como recompensas. Josué declarou que o desprezo de seu conselho resultaria na retirada do auxílio de Deus na batalha, verso 13, e na sua visitação por toda sorte de males até a destruição, verso 15, 16. Quem poderá estimar o perigo de encontrar a ira de Deus?
Mesmo com seu sorriso sobre nós, as provações da vida são difíceis de suportar. Mas se nos afastarmos dele, as provações tiverem a natureza de juízos. É verdade que os crentes são guardados pelo poder de Deus. Contudo, o declínio pode levar a séria questão de se realmente fomos classificados como crentes.
Daí as declarações hipotéticas e as advertências das Sagradas Escrituras. Não é sábio nadar na beira de um redemoinho. E nem precisamos testar o quão perto da beira do precipício podemos andar. Para não cairmos e não haver nenhum ramo da providência para nos amparar em nossa terrível queda.
Existem métodos práticos para cultivar o sagrado afeto pregado. Veja, uma objeção preliminar pode ser levantada a respeito da inoperância de um comando relacionado aos afetos, entenda, de uma ordem, dê uma ordem, com relação às faculdades físicas e ela poderá obedecer. Ela poderá ser obedecida. O intelecto responderá a um chamado.
Mas o amor é um produto espontâneo, de origem interna e não externa, e não pode surgir por vontade própria. Tal objeção ignora o fato de que o afeto pode ser influenciado, se não absolutamente forçado, fixando sua atenção no objeto, observando as qualidades nele merecedoras de estima e consideração.
Aponte um homem para o outro, que ele veja casualmente e nenhuma emoção será despertada. Mas descreva o homem, imagine-o como um amigo amoroso, generoso, nobre, verdadeiro e surgirá. A intencionalidade acompanhada do desejo de conhecer o melhor e o conhecimento prévio transformará a curiosidade.
Assim nós recomendamos uma meditação frequente sobre o caráter de Deus. Ele é a personificação de toda perfeição. Ele é vida, luz, amor. Se ao observarmos traços de bondade nossos semelhantes.
Os nossos corações se comovem com amorosa simpatia. Que fervor de afeição deve ser produzida ao contemplarmos a fonte da bondade que reside no Todo-Poderoso. Nos homens ela é apenas um riacho raso, muitas vezes seco quando mais precisamos, sujeito às maiores flutuações e a todas as mudanças de temperatura.
Mas em Deus é uma torrente perene e inesgotável de santidade e benevolência onipotentes. Não podemos deixar nossas mentes se deterem demais nas incontáveis imperfeições da divindade. Nós devemos permanecer no monte como Ilés, enquanto Deus passa. Revelando sua glória em seu nome excelente.
Afastar-se do mundo por um tempo, ascender-se em contemplação ao templo glorioso onde habita o amor eterno.
Será como trocar a atmosfera turva da cidade pelas montanhas alpinas, puras, revigorantes e inspiradoras. Retornaremos fortalecidos para o trabalho e a guerra, menos encantados pelos encantos do mundo. E, no entanto, o Todo-Poderoso parece tão distante de nossa compreensão.
E precisamos de uma garantia de que ele é alguém em quem mentes finitas e céticas podem pensar.
condeleite, ele nos deu um retrato nítido de si mesmo, seu filho unigênito, o brilho da sua glória, o fulgor da divindade, para que nossos olhos frágeis possam contemplá-lo sem mácula, vivendo entre os homens e exibindo todas as qualidades que podem inspirar nossa mais alta e profunda reverência e amor.
Amar ao Senhor não é apenas um mandamento, é uma proteção diária do coração. Em meio a tantas influências, a cautela espiritual nos mantém firmes, lembrando que o amor por Deus precisa ser cultivado com atenção, zelo e constância. Será que temos vigiado nosso coração com o mesmo empenho que dedicamos às outras áreas da vida?
Ou estamos permitindo que pequenas distrações enfraqueçam pouco a pouco nosso amor por Deus? Vamos orar? Tem um local calmo e tranquilo? Um local onde você pode descansar o seu coraçãozinho atribulado e descansar na presença de Deus? Vai para lá agora e vamos falar com o Senhor. Aleluia!
Senhor, inclina o meu coração para Ti. Ensina-me a Ti amar com sinceridade, vigilância, guardando minha vida das influências que me afastam da Tua presença.
Que o teu amor seja a força que guia meus pensamentos, minhas decisões e todo o meu viver. Amém, amém e amém. Joia demais poder finalizar mais um fantástico e excepcional episódio.
desse podcast. Deus continue abençoando grandemente a sua vida. A gente volta no próximo episódio para refletir mais na poderosa palavra de Deus. Um abraço. Até breve. Tchau, tchau.