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Josué cap 23 parte 3

05 de maio de 202618min
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Se sabemos que nenhuma promessa de Deus falha, por que ainda hesitamos em confiar plenamente nele?

Participantes neste episódio1
F

Fábio

HostAdvogado, professor de direito, teólogo
Assuntos3
  • Promessas de DeusAmeaças de punição · Fidelidade de Deus às ameaças · Condicionalidade das ameaças · Arrependimento e fé em Cristo · Refúgio em Cristo
  • Sem Chance de Adeus (Livro)Confiança em Deus · Fidelidade das promessas divinas · Perseverança dos santos · Maturidade espiritual · Josué
  • Transcendência e ImortalidadeArgumento para a imortalidade · Maturidade de espírito · Crença na imortalidade · Preparação para o céu
Transcrição44 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Entendes o que estás lendo? O podcast que te leva através das páginas da Bíblia. Livro por livro. Capítulo por capítulo. Uma exposição bíblica emocionante. Aperte os cintos e embarque comigo nesta viagem. Aperte os cintos e embarque comigo nesta viagem.

Olá, eu sou o Fábio e esse é mais um episódio do podcast Entendes o que Estás Lendo. Que jornada fantástica, estamos chegando ao finalzinho do livro de Josué. Hoje, Josué capítulo 23, parte 3, episódio de número 933.

Décima primeira temporada. Josué percebe que a sua jornada de vida e de missão e de serviço ao Senhor se aproxima do final. E diante disso, aqui no capítulo 23, no versículo 14, nós vemos essa expressão. Em breve morrerei e irei pelo caminho de toda a terra.

Vocês sabem de todo o coração que todas as boas promessas do Senhor, seu Deus, se cumpriram. Nenhuma delas falhou.

Meus queridos, Deus abençoe grandemente a sua vida, vocês que sempre estão por aí nos acompanhando. E é benção demais, obrigado pela audiência e pela paciência. Você encontra esse trabalho, todos os capítulos do livro de Josué, dos Evangelhos, do Pentateuco e de outros livros que nós vamos comentar aqui.

Disponíveis na Amazon Music, no Spotify, na Deezer, na Apple Podcasts, em tantos outros distribuidores de áudios e podcasts. Esse trabalho ímpar, pioneiro de um comentário bíblico em áudio gratuito. Há um toque no seu celular. Você pode ouvir, compartilhar e ser tremendamente abençoado, abençoada, renovados.

transformados pela poderosa palavra de Deus, é assim que cremos, e é essa crença que nos sustenta aqui nesse caminho, há cerca de cinco anos fazendo esse trabalho. Veja, leia o capítulo da Bíblia, vem para cá, ouve o nosso comentário, todo o texto e contexto, no exegese clara e objetiva da palavra de Deus. Há tantos detalhes interessantes contidos nesses capítulos.

E diante de nós, a despedida final de Josué merece ser estudada em sua totalidade. A dignidade, a serenidade da maturidade santa, o vigor de suas exortações, a segurança de sua fé. São fatos que merecem ser estudados por cada um de nós.

Vamos considerar alguns aspectos dessa despedida de Josué. E vamos observar, dentre várias coisas, que as graças do Senhor perduram até o final. O vigor físico, ele abandona até mesmo a estrutura mais robusta. A energia, ela vai começar a declinar.

Até mesmo nesses mais fortes, a mente vai perder a agilidade, mas as graças do Senhor prosperam e permanecem para sempre. Ele escolheu Deus em sua juventude e é a esse Deus que Josué se apega na sua velhice. A sua fé esperava muito em sua maturidade. Ainda entroniza Deus como a fonte de tudo que abençoa um homem ou um povo.

A sua esperança era brilhante e continua brilhante. O seu amor por Deus e por sua pátria aquece todo o seu ser em uma idade em que o frio da velhice invernal parece querer diminuir todo o calor do interesse. O homem exterior perece.

O homem interior se renova dia após dia. Que visão inspiradora. Nenhum arrependimento lamenta a escolha precoce. Nenhuma decadência mancha o propósito inicial. É como as expressões. A juventude é um erro. A maturidade é uma luta, a velhice é um arrependimento. Essas expressões são todas contraditas aqui.

Elas são verdadeiras com alguma frequência, em algumas circunstâncias, em algumas vidas. Isso vai acontecer quando a escolha inicial é feita por paixão em vez de por princípios. Mas quando escolhemos a Deus, vamos de força em força, até comparecermos perante o Senhor em Sião. A perseverança dos santos é belamente ilustrada em um caso como este.

que os desanimados tenham bom ânimo. A graça, por mais frágil que seja, é uma semente viva, incorruptível, uma semente viva e imortal. Quaisquer que sejam suas oscilações, ela persistirá até alcançar sua grande recompensa.

Relacionada a isso, mas merecendo menção à parte, observe que quanto mais longa a experiência do homem bom, maior será a sua satisfação com a escolha e as escolhas que ele fez durante a vida. Uma experiência curta às vezes deixa as pessoas boas em dúvidas de se sua bondade valerá o preço.

Moisés, quando teve que fugir para Midian, ele foi muito tentado a se arrepender do zelo com que abraçou a causa de seu povo oprimido no Egito. No pântano do desespero. O cristão, ele foi tentado a se arrepender de ter partido em peregrinação. No livro de Jambônia, Josué foi tentado. Quando recusaram o conselho dele de Caleb, falaram em apedrejá-los.

a desejar não ter perturbado os ânimos do povo, ao declarar sua discordância com as conclusões da maioria dos enviados para espionar a terra. E muitas vezes nos deixamos levar para um estado de espírito desanimador e somos quase persuadidos a deixar de ser cristãos. Mas uma experiência mais longa sempre significa uma sensação mais forte de sabedoria, da sabedoria.

De nossas escolhas. Veja, as dúvidas iniciais de um Moisés ou de um Josué desaparecem completamente. E o santo idoso, ele só tem a agradecer pela sua escolha precoce. Isso deve nos encorajar e nos impedir de dar muita importância à depressão passageira ou mesmo aos fracassos.

Quando escolhemos a Deus, escolhemos a parte boa, que não nos será tirada. Observe, o último serviço do homem bom é o seu melhor serviço. Ele prestou um serviço ilustre ao longo de toda a sua vida, como espião fiel, como fiel auxiliar de Moisés, como guerreiro heróico, como sábio e íntegro divisor da terra.

Mas aqui, ele conquista não as armas dos inimigos apenas, mas os corações dos amigos. Ele infunde a energia para conquistar não um reino terreno, mas um reino celestial e conduz. Eles dão uma aliança com Deus, assegura o aprofundamento da consciência, o fortalecimento da fé, que lhes darão na medida em que perdurarem o poder de conservar tudo.

o que conquistaram. Aqui algo característico da graça. O último serviço pode sempre ser e talvez quase sempre seja o melhor. Como foi dito de Sansão, em um sentido diferente, pode-se dizer do próprio Salvador e de todos os santos de Deus. Os que ele matou em sua morte foram mais do que todos os que ele matou em sua vida.

A utilidade progressiva da vida santa é uma característica maravilhosa dela. Alegrem-se e tenham esperança nisso. Por fim, observem quão apto para a imortalidade o homem velho se encontra. Pode haver uma teoria física de outra vida que convença alguns da verdade da doutrina cristã da imortalidade.

Mas o grande argumento a favor da imortalidade reside na aptidão dos homens para ela. Os Enox e os Josué foram em épocas remotas e tais espíritos os são hoje os grandes argumentos da imortalidade.

Tal maturidade de espírito, ela não pode ser desperdiçada por aquele que reúne os fragmentos para que nada se perca. Com tal poder, para servir, para desfrutar. Os homens não podiam deixar de sentir que deveria haver alguma provisão e algum alcance além da sepultura. O outro mundo está oculto.

mas ocasionalmente a entrada de uma grande alma o ilumina. Eles, elevados, atraem nossos corações e pensamentos para cima, seguindos. E quando, como os homens da Galileia, nós ficamos olhando para cima, após aqueles que nos deixam, como eles, vemos os anjos e recebemos a promessa de uma herança abençoada com aqueles que partiram.

A crença na imortalidade existe desde que homens bons morreram. E enquanto houver homens bons para amar, a crença em uma glória radiante sobreviverá. Josué estava pronto para o céu, provando a existência de um céu por meio dessa prontidão. Que nós, como ele, estejamos preparados para o outro mundo.

Assim como para este, para que até o fim a esperança, o propósito e a utilidade sejam ricos e luminosos. O versículo 23, 15 nos fala o seguinte. Mas.

Assim como o Senhor seu Deus lhes deu as coisas boas que ele prometeu, também fará vir calamidade sobre vocês se lhes desobedecerem. O Senhor seu Deus os eliminará completamente desta boa terra que lhes deu. Aqueles que negam as ameaças de punição de Deus, a mesma validade que atribui as suas promessas de bênção. Josué aqui atribui igual certeza a ambas.

Deus deve ser fiel às suas ameaças. Deus deseja abençoar, visto que sua natureza é amor. Portanto, pode parecer que ele não seria tão fiel às suas ameaças quanto às suas promessas. Mas, por outro lado, meus queridos, observe dentre várias coisas, que ameaçar sem intenção de executar seria enganoso. Deus é verdadeiro e deve ser fiel à sua palavra.

Seria cruel? Um Deus misericordioso não nos aterrorizaria com alarme sem fundamento? Seria ineficaz. O vazio da ameaça seria finalmente descoberto. E então a ilusão deixaria de ser um terror e se tornaria uma zombaria. O castigo não é ordenado para satisfazer a vingança, mas para estabelecer justiça e vindicar e restaurar a retidão.

É um bom fim para bons propósitos e abster-se dele seria uma marca de fraqueza, não de misericórdia. A aparente incerteza das ameaças de Deus admite uma explicação, pois elas são condicionais. A punição nem sempre vem porque as condições da ameaça são alteradas.

O arrependimento e a fé em Cristo são condições sobre as quais Deus exerce misericórdia e se abstém de executar seus juízos. O afastamento do mal é declarado como uma alteração das circunstâncias que faz com que a ameaça deixe de ser aplicada. Ezequiel 33, 19 E aí

A força da gravidade não é suspensa quando interrompemos o movimento de um corpo em queda. A lei não é frustrada pela contraposição do Evangelho. As ameaças são frequentemente mal compreendidas. A igreja acrescentou horrores físicos monstruosos às ameaças da Bíblia, contra as quais os homens se revoltam.

Não é a nossa interpretação da ameaça, mas o significado de Deus que se cumprirá. As ameaças aplicam-se ao futuro porque Deus é longânimo. Os homens recusam-se a acreditar que Ele é justo. O aparente atraso do castigo não é motivo para a descrença de sua realidade.

As ameaças são desagradáveis. E muitas pessoas não acolherão ideias desagradáveis. Contudo, um fato não é menos verdadeiro simplesmente porque não nos agrada. Meus queridos, a aplicação das ameaças de Deus, ela deve ser seriamente considerada. É perigoso negligenciá-la.

Não melhoramos nossa saúde ignorando a opinião de um médico simplesmente porque essa é desfavorável. Se as advertências divinas são verdadeiras, são terrivelmente verdadeiras, e nenhuma alma deve encontrar paz até que tenha encontrado segurança em Cristo. É insensato se desesperar. Por que essas ameaças são registradas na Bíblia?

Certamente não apenas para nos torturar. Se fosse inevitável, seria extremamente misericordioso ocultar nossa condenação até o último momento. Mas são advertências. O próprio fato de serem registradas implica que o mal que descrevem pode ser evitado. A ameaça é real, mas condicional. Portanto, fujamos do perigo, buscando refúgio.

No lugar que Deus nos deu. Romanos 8.1 A despedida de Josuela nos ensina que uma vida firmada em Deus não apenas começa bem, mas termina melhor ainda. A sua história revela que a fidelidade do Senhor sustenta o homem em todas as fases.

da juventude, a velhice, e que tanto suas promessas quanto suas advertências são expressões do mesmo caráter justo e amoroso de Deus. Viver com Deus é escolher um caminho que amadurece, fortalece e prepara a alma para a eternidade. E assim nós somos chamados não apenas a começar com fé,

mas a perseverar com temor e esperança até o fim. Meus queridos, se sabemos que nenhuma promessa de Deus falha, por que ainda hesitamos em confiar plenamente nele? Se até suas advertências são atos de amor,

Não deveríamos levá-las mais a sério em nossa caminhada? Sim, tudo isso são coisas importantes para a gente refletir. Agora eu queria te convidar para a gente orar, falar com Deus e encerrar mais um episódio. Você está disposto? Disposta? Tem um local aí? Calma e tranquilo para a gente falar com o rei dos reis? Vem comigo então, vamos nos unir no mesmo propósito, na mesma fé.

falando com o mesmo Senhor. Senhor Deus, ajuda-nos a viver com a mesma firmeza e fidelidade que nós vemos em Josué. Que possamos confiar em Tuas promessas e também respeitar as Tuas advertências, vivendo com temor.

E amor diante de ti. Sustenta-nos em cada fase da vida. Fortalece nossa fé nas dificuldades e prepara.

Nosso coração para a eternidade. Que ao final da nossa jornada nós possamos olhar para trás com gratidão. E para frente com esperança. Em nome de Jesus. Amém, amém e amém. Obrigado pela audiência, pela paciência. Eu te encontro no próximo episódio. Para a gente meditar mais um pouquinho na palavra de Deus, tá bom? Um abraço. Até breve. Tchau, tchau.