Ntcast 149– Entrevista com dubladores no cultura nerd de Alagoas
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Apresentamos a você o projeto ntcast o podcast com o grandes dubladore Daniel figueira e Charles emmanuel, Adrian Tatini, Glauco
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Faustino Neto
Adrian Tatini
Carol Valença
Charles Emmanuel
Daniel Figueira
Glauco
- Dublagem de One Piece· EntretenimentoCharles Emmanuel como Usopp·Eduardo Paes·Glauco Marques·Carol Valença como Luffy·Recepção do público e fandom·Debate sobre dublagem feminina para personagens masculinos
- Dubladores no Cultura Nerd de Alagoas· EntretenimentoDaniel Gideão·Charles Emmanuel·Eduardo Paes·Glauco Marques·Carol Valença
- Dublagem de Demon Slayer· EntretenimentoCharles Emmanuel como Akaza·Daniel Figueira como Tanjiro·Recepção dos fãs de anime
- Importância da Dublagem Nacional· EntretenimentoValorização do trabalho dos dubladores·Conexão emocional com o público
- Podcast Nerd Tatuado· EntretenimentoBloqueio criativo e burnout·Vida adulta e cobranças·Importância do apoio dos fãs
- Recomendações de Filmes e Jogos· EntretenimentoTitanic·Monroi·Quebrando Regras·Castelo Infinito·Injustice 2·Um Sonho de Liberdade·Ace Ventura 2·O Menino e a Garça
Você está ouvindo Tatu Tatu Tech, o nerd tatuado. Fala, galera, beleza? Como é que vocês estão? Vocês estão bem? Eu tô tranquilo. Esse é o último vídeo dessa nova série que a gente voltou a produzir. É um vídeo, um podcast, um videocast, é um vídeo de agradecimento. A gente passou muito tempo sem estar produzindo nada, sem estar criando conteúdo. Eu tive uma ansiedade, eu tive ansiedade, eu tive um bloqueio, eu tive vários, vamos dizer, um princípio de burnout, não é a palavra correta, de não tá produzindo nada.
Eu não conseguia, eu ficava na frente do computador querendo escrever e essa obrigação começou a me travar, a querer não produzir. Eu fui premiado no PNAB Irapiraca, ciclo 1, encerrando nos últimos 90 segundos, no último tempo eu tô produzindo esse conteúdo. Eu fiquei protelando, eu fiquei adiando, eu fiquei fazendo e tentando e não conseguia, não saía nada, eu ficava aperreado. E aí agora eu consegui fazer esse conteúdo. Esse é o último vídeo da série dessa volta do podcast, é a volta que eu tô tentando aí.
Eu peço paciência a vocês, eu tô tentando, é a vida adulta começou a me cobrar mais, ser pai, trabalhos, clientes por fora, extra, essa coisa toda faz com que a gente não consiga tá criando conteúdo, tá aqui batendo papo com vocês. Eu sinto falta de estar jogando, eu sinto falta de estar testando um game, sinto falta de tanta coisa. Eu gosto de estar criando conteúdo, eu gosto de estar falando com a câmera, eu gosto de estar conversando com vocês, e eu fiquei travado.
Eu não conseguia produzir, eu não conseguia fazer, eu não conseguia realizar o que eu tava me propondo. Nesse final de semana, do nada, numa conversa numa mesa de bar, um amigo disse que o filho da namorada dele, Lucas, um abraço aí, Lucas, que ele conhece o meu conteúdo e gosta. Bicho, isso para mim foi porra, cara. Acho que eu sou de São Paulo, sou daqui de Arapiraca. Para mim foi foda, foi foda. É, tem a entrevista que eu fiz com o pessoal, com meus amigos, para esse projeto.
Henrique, Lili, Gustavo, o PHP, a Rosana, a Larissa, o meu amigo Taboca, sempre aqui junto, tá ligado? A galera que eu entrevistei foi muito massa porque me reacendeu essa vontade de estar entrevistando. Eu queria estar num podcast, numa sala de podcast bonitona fazendo isso, mas não dá, eu não consigo, é por causa de finança mesmo. Esse prêmio que veio a gente tentou fazer, mas não rolou. E aí eu disse, pô, que conteúdo eu vou finalizar esse podcast?
Como é que eu vou finalizar? Aí vem uma surpresa para vocês. Em outubro de 2025 eu fiz uma entrevista com alguns dubladores no evento de Cultura Nerd de Maceió. Foi um prazer de estar no palco, dividindo o palco com um grande Gilberto Paroli, que eu tava lá, e a Letícia Quinto, a filha dela, falando sobre Cavaleiros do Zodíaco. É uma paixão minha, paixão de muita gente que me conhece. Foi o segundo podcast que eu fiz. E aí eu vou editar ele, vou colocar um pedaço aqui, não nesse aqui, mas eu vou colocar a minha entrevista com Daniel Figueira e Charles Emanuel, o Charles Emanuel, certo?
Vou também estar colocando a minha entrevista aqui com Adrian Tantini e Glauco Marques e Carol Valença. E tô tentando recuperar o áudio que eu fiz com o grande Guilherme Brites. Você vai ver a minha entrevista aqui que não foi para o ar. Eu não consegui editar esse conteúdo também, eu perdi os áudios, os áudios ficaram ruins. Eu tava sozinho entrevistando, eu tava sem equipe, eu não tenho equipe. A minha equipe é o Rafael em Minas e aqui no último dia o Thiago, meu parceiro, foi participar.
Mas aí eu tô tentando editar esse áudio, ele vai entrar, do Guilherme Brites, vai ser o último que vocês vão escutar aí. Mas agora fica com a entrevista do Daniel Figueira e Charles Emanuel aí. Beleza, galera? Valeu, daqui a pouco eu volto.
Fala, galera, né? Eu sou Faustino Neto, Neto da Dota. Estamos aqui com esse Antigas Férias, dois dubladores gigantescos. Eu cresci gigantesco, vocês viram como foi emocionante aqui. Ter essa galera aqui. Como foi essa emoção de ver todos esses fãs aqui hoje, cara?
Sempre muito bom, muito gostoso. A galera tava muito animada, então dá para ver. A galera tá falando que tava aqui, sei lá, desde 11 da manhã. Agora são, nem sei que horas são, sabe, 5 da tarde. Então a galera faz esforço para vir aqui ver a gente, ver a gente. E eu só tenho a agradecer, cara. Eu não sei nem como retribuir assim. Então sempre que eu não perco para tirar foto, autógrafo, alguma coisa, eu tô aqui por ele. Então me dão.
É isso, tento só retribuir o carinho que eles me dão. E obrigado por terem vindo. É isso, acho que ele resumiu bastante. Mas, pô, galera calorosa mesmo, foi uma recepção maravilhosa. É muito bom ver isso, é bom saber que a gente tá alcançando todo esse pessoal aí que faz parte da vida de todos. Inclusive até ouvimos relatos assim muito legais assim na hora que tem essa troca, a gente tira foto e tudo. Então é isso, acho que o mínimo de retribuição que eu tenho é dar atenção mesmo, tirar uma foto, E muito grato por estar aqui, ainda mais ao lado do Charlton, com o Bão. Você é louco, só alegria, legal.
Como foi esse convite para fazer a dublagem deles, do Demon? Como foi que vocês receberam e ver como é grande os fãs de anime?
Grande os fãs de anime, assim, eu já sei que tem um público muito forte, que eu sou fã de anime também desde criança. Comecei assistindo, sei lá, Cavaleiro do Zodíaco, sei lá não, Cavaleiro do Zodíaco com toda certeza. Da Manchete em 1995, 94. Então eu comecei, eu comecei em 95. Eu lembro que o CEM tava caindo de um penhasco, alguma coisa assim. Depois ele me falou, sempre falo que eu imaginava isso, inclusive, porque eu nunca achei esse episódio.
Alguém me falou esses dias, era o primeiro episódio. Eu falei, nossa, eu esqueci o primeiro episódio. Mas enfim, o convite para dublar o Acrasa foi no Treino Inferido, lá do filme do Treino Inferido. Foi a Flávia Sadi, a diretora do dublagem lá do Rio de Janeiro. Dobladora da Barbie, dubladora de outros milhões de personagens icônicos, dubladora da Cady daquela, inclusive anteontem foi Dia 3 de Outubro que tem aquele meme, e ele me perguntou que dia é hoje, 3 de Outubro, então ela que dubla, e ela falou assim, Charles, tem um personagem aqui que não precisa de teste, eu achei ele a sua cara.
Aí eu fui olhar o Akio, eu falei, ele é bem com o seu tipo. Eu falei, nossa, que ele se casei com isso, cara. Aí, mas enfim, fiquei muito feliz. É, como eu falei, já sou fã de anime desde criança, então dublar, sempre quando tem um anime para dublar, tipo, independente do que seja, é, para mim é muito legal. Eu já conhecia Demon Slayer, só o anime mesmo, mas não a, não o mangá. E então não sabia fazer a menor ideia da história, só sabia que era um vilão do filme.
Eu falei, vai morrer, né? Não morreu. Aí a galera gosta muito dele, da história dele, e tipo, depois conhecendo mais os personagens, fiquei me apaixonando por ele. Apesar dele fazer muito PC. É isso, eu já, ao contrário, tipo, passei por teste, foi na época da pandemia inclusive, a gente tava passando por um momento de adaptação porque não podia gravar presencialmente, então tinha que gravar de forma remota. Então recebi o teste em casa, que é uma coisa que a gente jamais tinha essa oportunidade, recebi o teste em casa, consegui assistir antes, fiz o teste, graças a Deus fui escolhido, e aí também continuei no Eleito, graças a Deus, até hoje.
Participei de todos os filmes, foi muito legal. Inclusive esse, o Castelo Infinito, agora foi a primeira vez que eu gravei o Tanjiro de forma presencial. Todas as outras vezes eram de forma remota, assim. Então foi muito legal ter a oportunidade de gravar ele presencial, assim, que eu acho que é outra vibe também. Um contato direto com o diretor ali no estúdio. Então ajudou bastante. E é isso, cara. Foi gratificante saber que eu ia participar de um anime.
Só que eu não tinha noção que era tão estourado dessa maneira. Eu achei, já sabia que era um personagem protagonista e tudo, mas não sabia que era tão vangloriado aí pela galera, que era um personagem tão querido. Então, pô, só alegria mesmo.
É uma emoção ver a galera fã e vestindo de cosplay também, né? É muito massa. E para a gente encerrar, a gente sempre faz uma pergunta para os nossos convidados, é indicar um filme. É um game, um filme, mas vamos fazer um filme, um filme que vocês gostem. E outra coisa, pessoal, A dublagem nacional é a melhor. Eu sou fã da dublagem nacional. Eu sempre entrevistei no meu canal alguns dubladores e porra, é pior. Porque eu sou fã da dublagem nacional, porque eu acho que faz com que a gente se emocione.
E na pandemia eu tive oportunidade de entrevistar alguns dubladores e para mim foi incrível conhecer mais e mais o trabalho de vocês, como vocês se dedicam, como vocês são. Isso é muito massa.
Obrigado. Filme? Calma, eu parei para pensar. Ah, cara, eu vou falar um filme que eu gosto, 2 até, que eu gosto muito, mas assim, né, são mais antigos. Titanic, que é o filme da minha infância, eu assisti literalmente 36 vezes até onde eu parei de contar. E depois parei de contar mesmo, fiquei assistindo a fita. Essas eram duas. E Monroi, que eu gosto bastante. Cara, filme, tem um filme que eu gosto muito de assistir que é Quebrando Regras, um filme antigo também, mas acho bem legal esse filme.
E Castelo Infinito agora, Castelo Infinito, assistam, assistam dublado se puderem também. E é isso, acho que gaming, Injustice 2, pô, legal, é tipo, é a briga ali, é um jogo de luta mesmo, rápido, não é aquela coisa de ficar zerando e tal. Então acho que Injustice 2 é bacana e a voz tá lá no Michelangelo.
Poderia dar um alô para galera do Nerd Tatuado?
E aí, galera Nerd Tatuado, um salve do Michelangelo! Jovens do Nerd Tatuado, tornem-se Moni! Imagina só, a gente podia ficar lutando pelo resto da eternidade!
Valeu, obrigado!
Voltamos mais uma vez. Você tá aí escutando, tá me vendo aí no YouTube. Pensando, poxa, conteúdo doido, eu tô em uma nave espacial, eu tô voltando a produzir conteúdo, eu tô voltando a estar aqui na frente metendo as caras. Eu gosto. E essa entrevista que eu fiz foi muito boa, eu gostei muito. Eu não publiquei antes para esse destino, tá ligado? Eu não tava preparado essa pauta para jogar esse vídeo agora, eu não tava preparado para fazer isso, fazer aquilo.
Não, eu produzi, eu gravei sozinho, como eu disse anteriormente, e o áudio não ficou legal. E aí eu pedi ajuda, um ajuda outro, e o meu amigo, agradecer aí meu amigo Daife, conseguiu recuperar esses áudios. Eu tô sem CapCut, eu tô sem editores, eu tô, velho, eu tô muito distante de tudo, tô voltando agora. E agora eu consegui recuperar esse áudio. Vocês viram a entrevista com Charles Manuel e O Daniel Figueira. Eu também, para não ficar muito longo, eu não vou colocar agora a entrevista com a Letícia Quinto e o grande Gilberto Baroli, porque foi o meu painel que eu apresentei lá, velho.
Tá do lado do Guilherme, Gilberto Baroli, ele falar isso aqui, ó. Fica ligado, essa parte aqui para mim foi foda, foi muito emocionante. Tá vendo isso ao vivo do lado, ele fazendo a risada, cara? Isso para mim, e ver o público interagindo Vê, o nerd tatuado para mim me trouxe muita coisa importante. Eu sou um nerd tatuado de coração, eu me dedico, me esforço, mas o ser humano trava, trava às vezes. E vocês que estão me escutando, estão me vendo, cuide da saúde mental.
Trabalho é importante, é máximo, mas tem um momento para você, tem um momento para estudar, tem um momento para descansar. Cuide da sua saúde mental, é importantíssima. Eu não tô desistindo do Nerd, eu não vou desistir do Nerd. O Nerd é algo que eu briguei, que eu luto desde 2010 fazendo conteúdo sozinho, com amigos, entrou equipe, saiu outra, volta, briga. Entraram milhares de pessoas maravilhosas no Nerd que cresceram, tem os seus canais, ou começaram, pararam também.
E eu tô aqui ralando, ralando, sem desistir, sem um real no bolso. Meu primeiro prêmio foi esse. Que eu fiz esse podcast. Agora vou tentar outro podcast, vou tentar. Eu quero fazer entrevista com outras pessoas, quem sabe um documentário, né? Não sei. E aí fica. Agora a gente também teve um bate-papo, claro, para ele. Falou de One Piece, One Piece, o sucesso da porra. A gente falou com a dubladora Carol Valença, Glauco Marques e Adria Tantini. Dá uma escutada nessa entrevista aí, vê essas imagens aí, galera.
Fala, galera! Nós estamos aqui com os dubladores de One Piece. Vamos fazer uma entrevista aqui bacana com ele.
Tudo bom?
Como foi que vocês acharam do evento?
Bravo demais! Que que é isso? Que galera calorosa recebeu a gente super bem, cantou, deu risada, gritou. Moleque quase derrubou o alambrado lá. Foi divertido para caramba! Obrigado, viu, Marcel?
É muita emoção, a galera passa muita emoção, muito amor, muito carinho. Pessoal gritando a cada coisa que a gente fazia. Isso aí pra gente é tão gratificante, sabe? Esse contato com o público.
Então, ó, tô aqui, ó. Olha que ouro aqui, ó.
É ouro mesmo, é ouro.
Manifestação de carinho imenso do pessoal de Maceió aqui. Tô muito feliz de estar aqui. Muito obrigado a todos vocês.
Como foi receber esse confete? Para dublar One Piece e ver essa magnitude que ele se tornou, que ele já era, né? One Piece já era magnífico. E como é estar nessa, nesse anime fantástico?
Bom, eles foram convidados, eu não fui convidado, eu entrei por emergência no final. Mas gravar essa série é uma coisa, uma realização pessoal. É uma outra realização pessoal também estar junto com eles dividindo experiências de gravação, de vida. Costumo falar que os personagens foram escolhidos por deuses do universo, porque cada um tem características marcantes de seus personagens. Eu me sinto um cara deles, cara.
Eu não era— eles são fãs, eu não conhecia. E aí eu fui totalmente tomada, fui mordida pelo bichinho, porque não tem como, cara. Se você assistir, não tem Se você não sentir nada, é, você está morto já por dentro.
Falei ali lá no palco que eu sou fã de One Piece há muito tempo, desde que eu era molequinho. Não era ator, não era dublador, nada. E às vezes, cara, eu acho que eu tô numa ilusão pós-morte, que tudo que eu queria realizou e eu tô vivendo nessa ilusão para sempre, que é demais.
Vamos fazer agora uma pergunta para cada um individual. Carol, como foi? A gente sabe que a maioria dos dubladores, fora o original, voz original, são mulheres que dublam. E como foi? Você teve algum hate quando você foi escolhida para dublar o Luffy? E eu acho que eu vou deixar bem claro minha opinião, que eu acho que isso é uma besteira. Eu acho que não deve existir isso. É magnífico a gente ver as vozes originais como é feito.
E você, como foi você passou por isso, superou, e cada vez mais todo mundo ama a sua dublagem.
E como que isso se faz?
Eu acho que foi uma coisa, foi diferente para mim porque eu nunca tinha vivido isso de dublar uma coisa tão grande, um fandom tão gigantesco. Então assim, as pessoas, óbvio, veem as coisas, descobrem. Muita gente descobriu, ué, mas é mulher? Não, então isso tá errado, não sei o quê, como é que pode? Aí eu vi as pessoas comentando e embaixo comentário de alguém falando, ô maluco, mas no Japão também é, pô, tá seguindo lá o original, que não sei o quê.
E aí eles mesmos iam se, sabe, se resolvendo ali. Aí eu só olhava e falava, é isso, gente, faz parte da vida. E quem não tem hate é porque ainda não faz sucesso, entendeu?
Você falou que é fã, Adriana, chegou a finalizar todos os episódios.
Não, porque o One Piece não acabou, né? E tomara que não acabe. Ele disse que vai acabar em 3, sempre 3, 5 anos. Tomara que dure mais 80. Mas tô em dia, tô em dia completo, tô em dia com anime, tô em dia com mangá, tenho acompanhado todos os reviews dos caras aí porque eu gosto demais do tema, do assunto. Eu vivo One Piece a semana inteira.
E nesse projeto O que é que mais ele conquista nele cada vez mais? Você tá nesse projeto do Opus.
Ah, cada situação que a gente vai passando nos arcos é uma identificação de vida, é um aprendizado, porque o Opus tem esse lado lúdico, mas ele procura tratar os problemas sociais, nosso dia a dia. É tudo a nossa luta no dia a dia para sobreviver mesmo, sendo trabalhando, sendo lutando de alguma forma. Eu me identifico muito com a pizza, pura verdade do nosso mundo numa proposta fictícia e colorida, que a gente gosta também. Então eu já não me vejo vivendo sem One Piece mesmo.
Não vai acabar porque tem várias histórias ocultas, né? Mesmo com o fecho da série, quando acontecer, existem muitas coisas ainda para recapitular, para vivenciar a vida de personagem que não contada ainda, não fico mais sem.
Para encerrar, a última pergunta, eu queria pedir para vocês mandar um alô para o canal Nerd Tatuado e indicar o filme, que a gente sempre, todos que assistem, vai indicar um filme, um game, mas não vai dar tempo. A gente só vai pedir um filme e agradecer, porque a vocês, porque a dublagem nacional é a melhor de todas. Então vocês moram no coração, só não nós, meu, mas de todo mundo do Brasil. Filme Qualquer filme dublado, qualquer filme. Eu gosto de pegar assim de surpresa.
Primeiro, um salve aí para o nerd tatuado, né, tatuada aqui. E um filme que eu gostei muito é que, ah, eu curto e foi o primeiro que veio na minha cabeça, tá? Não tem nada de— é Um Sonho de Liberdade.
Genial, genial, é genial! E a dublagem é sensacional também. Mas eu vou, eu olhei para o Adrian assim, eu gosto da primeira dublagem que é Debiloid. Fala Debiloid 2.
Não, então primeiro um abraço ao pessoal do Nerd Tatuado, venham para o bando do Capitão Usopp, venham fazer parte do meu bando. E já que ele roubou o meu filme, bom, eu vou falar o outro filme que formou o meu caráter. Ace Ventura 2.
Muito obrigado, gente, muito obrigado. Valeu, galera, muito obrigado vocês. Valeu, brigadão.
Ficou muito foda, né? Agora eu não sei se essa parte vai entrar ou se essa parte não vai entrar. Tentando recuperar o áudio para o Guilherme Brites, mesmo ruim eu vou colocar. Mesmo não ficando legal, tendo um ruído ou outro, eu não posso perder esse conteúdo maravilhoso que é essa entrevista que eu tive a oportunidade de estar com o grande mago mestre Guilherme Brites fazendo essa entrevista. Eu deixei ele por último porque se você não quiser, você dá uma pausa aqui, curte o canal, se inscreve aí, compartilhe com seus amigos e ter essa oportunidade de estar fazendo essa entrevista com essa galera, fazendo, transformando essa entrevista num podcast que eu tava pensando desde o começo Mas eu protelei, protelei, protelei, protelei.
A vida sobrecarregada do ser humano brasileiro, CLT, trabalhador, fez com que eu não conseguisse publicar antes. Mas ela tá aí, fica com a nossa entrevista. Espero que o áudio tenha ficado legal. Não sei quando eu tô gravando esse vídeo se a gente conseguiu recuperar, por isso que eu tô deixando aí vocês à vontade. Gente, escuta aí, assista também.
É, Glenda, eu sou muito fã seu canal, canal do Pedro, sou muito fã. Eu assisto todo ano o filme do Britney, que é o Natal todo ano eu tenho que assistir o filme do Britney com minha filha. Foi para você receber esse convite para fazer esse filme.
Eu não esperava por ter quem dominava ele no Parque Olimpiano. E aí fiz teste, acabei passando. E Christian, que sempre me pediu para falar, diretiça, e foi maravilhoso. 25 horas de cavação e papai, pai, foi a minha cavação mais longa e mais detalhada, mais especial.
E para você receber o convite também e fazer o Super Ser uma pessoa grandiosa como você é lá do Bairro, fazer o raporte do Superman, viu?
O Superman também foi um caso meio trágico, que faleceu, bateu o peito. Eu, seu Gil, assim, uma sinônimo de política, conheci bem, pensei postar aí, se homenagear a ele também.
Eu, como seu fã, sigo muito você na rede social. Você poderia, todo convidado que a gente recebe, a gente pede para indicar um filme ou um jogo. Eu sei que você gosta dele, gosta de fazer várias dublagens com seus personagens, seus bonecos, seus bonecos.
Ótimo, interessante.
Você poderia indicar um filme para a galera que tá seguindo?
Vocês assistirem, que ficou nos melhores filmes que eu já vi. Fala sobre biologia, sobre amizade, sobre a velhice, sobre abnegação, a pessoa se dedicar à natureza, ajudar o próximo. Nesse, o Zonava aqui da Coroção, busquei lá nos filmes de café.
É muito lindo esse filme, já vi, já vi muito. Quero Agradecer. Você poderia dar um alô para a galera do Nerd Tatuado, mandar um abraço?
Nerd Tatuado, um abraço para vocês. Beijo, gostei bem de ser tatuado.
Valeu, obrigado, galera.
Gente, muito, muito obrigado por ter ficado até o final aqui. Se você chegou até o final, não se esquece de se inscrever aqui no canal, compartilhar e seguir o nosso canal, escutar o nosso podcast, tá em todas as plataformas, Port 5, Diesel, a Monsoon, tudo a gente tá agregado aí. A gente tá voltando com calma, com pé no freio. Eu não vou me cobrar para que seja uma obrigação, eu não consiga produzir, eu não vou conseguir mais fazer, tenho que fazer.
Não, não vou conseguir porque a minha mente bloqueou. Eu quero voltar a ser prazeroso, eu não quero passar a pensar em números, eu não quero pensar em isso. Eu quero pegar um conteúdo, eu quero voltar a assistir um filme e dizer, agora eu vou fazer minha teoria, agora eu vou fazer até o meu cenário. Vocês estão vendo aí que tá a nave, é outra coisa. Meu cenário tá uma bagunça, eu não cuidei mais do cenário. Eu vou organizar o cenário, eu vou voltar a fazer vídeo.
Eu tô sem câmera, tô com meu microfone aqui de mesa só. Comprei os lapela, mas nunca gravei nada. E aí eu vou voltar com dicas, game, os jogos. Tudo com cinema, com tudo que eu gosto de falar. Eu vou voltar a falar nerdice aqui, que eu acho que é uma coisa que me faz bem. Eu preciso voltar. E, gente, eu quero agradecer que vocês tenham assistido esse podcast, tenham assistido os nossos filmes, nossos vídeos. Eu quero agradecer muito, muito, muito de coração.
A gente faz, eu faço de coração, de verdade. Você que gosta, não se esquece de seguir a gente, pelo amor de Deus. Como diz meu amigo, Pelo amor de Deus, é implorando para vocês seguem. Mas é isso, galera, eu quero deixar aí um agradecimento de coração, é agradecer a Penábia Arapiraca, ao governo federal, aos incentivos de cultura, ao cinema, a tudo, né? Eu sei que eu falei algum podcast com Lili e com Henrique que a gente fez a série.
Eu tentei trazer outras pessoas, mas agenda, vida adulta, não conseguiu. Mas eu vou trazer essas pessoas aqui de volta para o canal, mesmo com prêmio, sem prêmio, mas a gente vai fazer uns conteúdos do caralho. Fica ligado aqui, gente. Eu quero agradecer de coração para vocês. Muito obrigado, obrigado mesmo de verdade por seguir, por compartilhar. 1, 2, 3, não importa o número. Alguém tá escutando, alguém um dia vai dizer, pô, eu já te vi no canal, eu gostei do que tu falou.
Tu fala besteira, tu fala isso, mas gente Muito, muito, muito obrigado. E eu quero agradecer a vocês e que a força esteja com vocês, que vocês estão aqui no meu coração sempre, galera.
Valeu, valeu!