#004 Da Páscoa ao Pentecostes: EP 06 - Por que Cristo Morreu na Cruz? - Pr Aliston Oliveira
uma nova jornada abençoada nos aguarda: uma série de mensagens “Da Páscoa ao Pentecostes”, onde seremos conduzidos a um mergulho mais profundo no conhecimento d’Aquele que é o nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.
A cada domingo, iremos descobrir mais sobre quem Cristo é, o que Ele fez por nós e o propósito eterno de tudo isso em nossas vidas.
Será um tempo de crescimento espiritual, revelação e uma aproximação ainda maior com Ele.
Este é o nosso EP 6, onde falamos do Porque Cristo morreu na Cruz.
Aliston Oliveira
- Possível crime e morte investigadaCorreção de erro vs. Revelação de virtude · Plano de salvação · Amor de Deus · Manifestação da vontade de Deus
- A Expiação e RedençãoConceito de expiação · Redenção como resgate e transformação · Realinhamento à vontade do Pai
- O Processo de Deus no GetsemaniA angústia de Jesus · A analogia da prensa de azeitonas · As quatro prensas e seus significados · Ser moído para gerar vida
- Transformação e MudançaConsciência purificada · Nova mentalidade · Obras como resultado, não causa · Obras como trapos de imundícia
- A Vida Cristã como Ser, Não FazerA importância de ser, não apenas fazer · A igreja como um ser orgânico · Evitar a obrigação e o peso · Generosidade e amor como motivação
- Velha vs. Nova AliançaOrdenanças do Velho Testamento · O papel do sumo sacerdote · A insuficiência dos sacrifícios antigos · A superioridade da Nova Aliança em Cristo
- Não Apagar o EspíritoManter a chama acesa · O óleo da prensa de Deus · Alegria nas tribulações · Glorificação de Deus através de nós
- Mentalidade Judaizante e o Novo TestamentoPráticas anuais como Yom Kippur · Confusão entre altar e plataforma · A pessoa de Jesus como templo · Rejeição da nova aliança
Uma mensagem em que a gente está falando sobre uma caminhada.
Uma caminhada de Jesus que nos inspira, mas ao mesmo tempo nos ensina, nos molda, nos transforma. E por isso nós fomos inspirados a iniciar uma série de mensagens. Nessa série de mensagens a gente está sendo muito edificado, pelo menos eu particularmente, tenho sido muito abençoado. Às vezes eu fico pensando assim, Senhor...
Como que alguns irmãos não conseguem discernir e valorizar tamanha graça que o Senhor nos dá? De podermos ouvir a palavra, de podermos aprender, de podermos juntos nos reunir, nos fortalecer, sermos renovados, sermos alimentados. E a gente continua orando para que o Senhor traga aos corações e deixe a delineado para que o Senhor nos deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deixe deix
E abra os olhos como Paulo orou ali à igreja de Éfeso, em especial no capítulo 1 e 3, para que o Senhor abrisse os olhos do entendimento, trouxesse ao coração dos irmãos a sensibilidade, esse sentir também, esse anseio, esse desejo, para que pudesse compreender a profundidade do que eles estavam recebendo. Eu verdadeiramente tenho orado como Paulo orou.
Não sou como Paulo. Estou longe de ter a tamanha graça.
e testemunho, mas oro como ele orou em favor da igreja, para que os seus olhos e os meus olhos, os nossos olhos, sejam abertos cada vez mais, e a gente possa compreender a largura, a profundidade, a dimensão. E isso significa que, quando a gente começa a entender isso na prática, e essa oração vai se cumprindo, a gente começa a valorizar, mesmo quando a gente percebe que nem todos valorizam.
Um dos segredos da vida cristã, inclusive, é a gente conseguir manter as chamas acesas, mesmo quando tem alguns que não estão tão preocupados assim. E eu não estou aqui falando de ninguém em específico. Eu estou dizendo que nós somos chamados a lutar e a batalhar pela fé. Afinal de contas, isso fala do processo da vida de Deus em nós. E isso começa na pessoa de Jesus.
Então a gente quer falar essa noite aqui porque Cristo morreu na cruz. É uma pergunta, né? Por que Cristo morreu na cruz? Talvez você entendeu isso de muitas formas.
E eu creio que muitas formas que a gente entendeu faz sentido. Mas a gente hoje quer falar um pouco mais e entender juntos do porquê. Qual é aquilo que fica claro, evidente? Segundo o que eu disse, essa oração de Paulo, para que a gente pudesse compreender, o que fica evidente para nós, para a gente compreender um pouco mais do motivo que Deus ter enviado o seu filho?
E aí passa exatamente por uma pergunta muito importante. E aí a gente, ao falar sobre essa pergunta, por que Cristo morreu na cruz, nós temos um ponto aqui como um balizador, que é falar sobre a expiação. Mas falar sobre a expiação, antes de mais nada, eu queria que a gente fizesse uma pergunta.
Será que Cristo morreu na cruz apenas para corrigir um erro ou para revelar uma virtude? Muitos de nós acreditamos, e em parte isso está certo, que é apenas para que um erro fosse corrigido. Então existia um povo pecador, a humanidade é caída.
de acordo com a história bíblica, de acordo com o Gênesis de Deus, o princípio. Nós sabemos isso. Até o ímpio sabe um pouco daquilo que o Gênesis relata acerca do homem, às vezes acreditando ou não. Mas está claro para todos nós que a humanidade caiu, que o homem pecou. A gente sabe disso. Então, será que Deus enviou o seu filho? Será que Cristo morreu na cruz?
apenas para corrigir um erro na qual o homem cometeu? Ou corrigindo esse erro, ele revelou uma virtude eterna? É uma pergunta para nós. E eu queria que a gente pensasse em cima disso. Porque se a gente pensar que uma coisa completa a outra, uma coisa está ligada a outra, a gente consegue entender melhor o plano de salvação.
Por exemplo, se eu entendo o plano de salvação apenas como Deus enviando Jesus para aplacar a ira de Deus, como a palavra até nos diz sobre isso, e para corrigir um problema, então logo eu entendo assim, Jesus corrigiu todo o problema que ele precisava corrigir.
Agora que ele corrigiu e me deu o privilégio de ser parte de um problema resolvido, eu não preciso fazer mais nada. Ou eu posso fazer as coisas de qualquer jeito. E quando eu quero, ir do jeito que eu quero. Está vendo como é que muda?
Porque se, por outro lado, eu pensar, Jesus corrigiu um problema, mas com o propósito de revelar uma virtude, de formar uma pessoa em nós, então agora eu já não tenho mais a desculpa de dizer assim, como Jesus corrigiu um problema...
E eu agora posso ficar tranquilo. Não, agora eu olho e digo assim, peraí, esse problema, ou parte desse problema corrigido, ou o processo, a consequência do porquê Cristo morreu na cruz, é para que fosse formado em nós uma nova natureza, um novo ser, segundo a imagem e a semelhança do nosso Pai. Revelado e inspirado na pessoa e no caráter de Cristo.
Isso muda a nossa forma de pensar. Portanto, a gente pode lembrar, então, já de início, de um texto que traz isso de forma clara, ou um versículo tão conhecido por nós, inclusive reconhecido como o versículo-chave ou o versículo de maior poder evangelístico.
diante de toda a terra. João, o Evangelho de João, capítulo 3, verso 16, todos nós, praticamente 100%, já devemos conhecer de cor, de salteado, como diz o nosso ditado. O que diz lá? Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho, o único e unigênito até então, para...
Não pereça, mas tenha a vida eterna. Então, por que Cristo morreu na cruz? Porque Deus amou o mundo de tal maneira. Então, o que moveu Deus enviar o seu filho, ou o pai enviar o seu filho, não foi apenas a questão de resolver o problema.
Mas foi também, de forma muito pedagógica, muito clara e testemunhal, Deus desejou e ansiou no seu coração, estou usando metáforas humanas aqui, pequenas, para falar do Senhor, mas Deus em seu coração, no seu pensamento, no seu desejo, no seu anseio, Ele resolve um problema revelando uma virtude. E a virtude que Ele revela para nós é o modo Deus de amar.
Como é que é o modo Deus de amar? Deus ama de tal maneira, de uma maneira tão assustadora. Essa maneira nos constrange tanto que é uma maneira que um Deus que não precisa e não precisava ter enviado o seu próprio filho para morrer numa cruz para resolver o problema do pecado. Deus precisava fazer isso se fosse utilizar apenas o seu poder? Não.
Pelo seu poder, ele podia, inclusive, apagar todo o passado da mente humana, do cosmos, de todos os espíritos, de tudo que há, de tudo que existe, e falar assim, acabou. Eu sou Deus, eu faço e aconteço. Pelo seu poder, se fosse só para resolver esse problema, Deus teria feito dessa forma, ou poderia fazer, eu não posso dizer, mas eu creio que ele pode. Porque pelo poder que ele tem, ele poderia.
Mas Deus não está apenas manifestando o seu poder sobre o seu povo. Deus está revelando a sua vontade. Então, Deus usa o seu poder para manifestar e revelar a sua vontade. Por isso, Deus envia Jesus para morrer na cruz, não apenas para resolver um problema, mas para revelar uma vontade ou uma virtude eterna do coração do nosso Pai.
E aí, nessa pergunta, nós temos, como eu disse, um ponto-chave ali, um ponto de apoio ou um firmamento, que é a expiação. O que é a expiação?
Expiação não é alguém tacuriano. A gente já aprendeu. O pulando está espiando ali. Alguém tacuriano. Não. A expiação, segundo o modelo bíblico, ou a tradução dessa palavra, é algo que está relacionado à correção, à perdão, a realinhamento.
Então a expiação é um realinhamento da parte de Deus que vai passar pelo perdão dos nossos pecados, pela redenção da nossa vida. O que é redenção? Redenção fala de alguém que é redimido. O que é um redimido? É alguém que foi resgatado, alguém que está sendo transformado. Deus está mudando a nossa história. Então expiação... A CIDADE NO BRASIL
que é o que nós estamos falando dentro da pergunta do porquê Cristo morreu na cruz, fala de um Deus que envia o seu filho por amor, e sendo por amor, ele perdoa os nossos pecados, para nos dar uma nova chance, como a gente cantou aqui, de recomeçar, de ter uma nova vida, de nos realinhar à vontade do Pai. Até aí tudo bem?
Muito bom. Então nós temos um texto aqui que eu queria ler, eu sei que vamos ler um pouquinho aqui, mas é para a gente dar ênfase na palavra de Deus, não ficar apenas nos comentários, nas expressões aqui. Então tem um texto que eu separei aqui, eu queria que você pudesse abrir aí as suas escrituras, a palavra de Deus, que é o texto de Hebreus 9. Hebreus capítulo 9, do verso 1 ao verso 14.
Eu vou ler aqui na versão King James. E eu queria que você lesse comigo. E a partir disso a gente continuasse conversando um pouco mais e falando sobre essa proposta. Eu fui muito edificado e tenho sido muito abençoado com cada mensagem que os irmãos estão compartilhando aqui. Semana passada eu tive o privilégio, a honra, de receber meu irmão aqui mais velho, o pastor Michel, e eu vou ler aqui no final.
também é pastor. Eu fui muito edificado pela mensagem dele. Sabe, assim, muito inspirado por aquilo que ele compartilhou. Que mensagem maravilhosa, fantástica. E eu fico feliz, alegre, porque Deus está derramando essa graça sobre nós. Todos acharam aí? Então, Hebreus, capítulo 9.
Verso 1 ao 14 diz assim, Ora, a primeira aliança possuía ordenanças para adoração e também um tabernáculo terreno, pois foi levantada uma tenda, em cuja parte da frente, conhecida como lugar santo, estava um candelabro, a mesa e os pães da proposição. Verso 3, Mas, atrás do segundo véu, havia a parte chamada santo dos santos.
Verso 4. Onde se posicionava um altar de ouro puro para o incenso e a arca da aliança, também toda revestida de ouro. Nessa arca estava um vaso de ouro contendo o maná, a vara de arão que floresceu e as tábuas da aliança. Verso 5. Acima da arca ficavam os querubins da glória, que com sua sombra cobriam a tampa da arca. O propiciatório.
Contudo, não é nosso propósito detalhar esse assunto agora. Verso 6 Ora, logo após tudo isso estar assim preparado, os sacerdotes entravam regularmente na parte inicial do tabernáculo, a fim de realizar os atos sagrados de culto.
No entanto, na segunda parte da tenda, já o verso 7, o santo dos santos, somente o sumo sacerdote poderia entrar ou podia entrar uma vez por ano e jamais sem apresentar o sangue do sacrifício que ele oferecia por si mesmo e pelos pecados que o povo havia cometido por ignorância.
Verso 8. Dessa maneira, o Espírito Santo estava revelando que, enquanto continuasse erguido o primeiro tabernáculo, o caminho para o santo dos santos ainda não havia sido manifestado.
Preste atenção porque nesse final do verso 8 está aqui, claro, diante de nós a pessoa de Jesus. Esse caminho aqui fala da pessoa de Jesus. Verso 9. Esse fato transforma-se numa ilustração para os nossos dias, esclarecendo que as ofertas e os sacrifícios oferecidos não podiam dar ao adorador uma consciência perfeitamente limpa. Verso 10.
Eram tão somente ordenanças que tratavam de comida e bebida e de várias cerimônias de purificação com água. Esses mandamentos exteriores foram impostos até a chegada do tempo da nova ordem. Nós vamos ler até o verso 14, mas veja bem, até o verso 10.
O autor, o escritor aos hebreus, está relatando de forma muito objetiva e resumida a figura do que era o Velho Testamento, do que era a Velha Aliança. Guarde isso. A partir do verso 11, até o 14 que a gente vai ler, lógico que vai até o fim do capítulo, mas a gente vai ler só até o 14, então ele começa a falar da nova ordem.
dessa nova aliança, essa figura clara, o tempo da plenitude, a pessoa plena, e essa pessoa é Jesus. Então ele diz, verso 11, quando Cristo chegou como sumo sacerdote, dos benefícios que estavam por vir, ele mesmo adentrou o maior e mais perfeito tabernáculo, não construído por mãos humanas, mas está vendo que mudou completamente.
Isto é, não pertencente a esta criação, não foi homem algum que construiu, não provém de mãos humanas, não provém daquilo que é tangível aos homens, não provém dessa terra. Verso 12. Não por intermédio de sangue de bodes e novilhos, porém, mediante seu próprio sangue, ele entrou no santo dos santos, de uma vez por todas, conquistando a eterna redenção.
Aleluia. Verso 13. Portanto, se o sangue de bodes e de touros e as cinzas de uma novilha espalhada sobre os que estão cerimonialmente impuros, o santifica.
de forma que se tornam exteriormente puros, verso 14, quanto mais o sangue de Cristo, que mediante o Espírito Eterno, se ofereceu de forma imaculada a Deus, purificará completamente a nossa consciência de comportamentos que conduzem à morte, para que sirvamos ao Deus vivo. Eu sei que o autor fala sobre comportamento aqui no último trecho.
Mas nós precisamos tomar cuidado para que essa ideia de comportamento não iluda a gente e não atrapalhe a nossa caminhada ao nos fazer pensar que se a gente conseguir andar apenas com o propósito de sempre acertar por um comportamento certo, a gente não seja iludido ou enganado.
ou fique preso a uma ideia errónea de que fazendo assim está resolvido. Fazendo assim é o que Deus quer de nós. Nós não andamos por aquilo que vemos, ou seja, não é o externo nosso que dá valor ao interno, mas é aquilo que é interno, aquilo que nós somos. A nova criatura, o novo ser em Cristo, a partir do plano da redenção.
que está nos salvando em todo momento de uma consciência perdida, de uma mentalidade escrava, é isso que faz de nós um novo ser e está nos ensinando que apenas comportamentos não podem nos salvar. Mas é uma mentalidade transformada.
Não à toa, na parte B desse versículo, quando ele fala sobre comportamento, antes ele diz, purificará completamente a nossa consciência. Então antes de um comportamento bom, antes da gente ter um testemunho externo, nós precisamos ser transformados internamente. Bom, quando a gente vai lendo esse texto, o que precisa de forma clara ficar para nós?
que até o verso 10 nós entendemos que o autor está falando do velho, daquilo que era o passado, daquilo que era apenas uma sombra, daquilo que era apenas um apontamento. Deus permitiu todo o processo do que era velho para dizer assim, olha, isso aqui não é satisfatório, isso aqui não é...
Pode até ser resolutivo em partes, momentaneamente. Mas ano após ano vocês vão precisar fazer a mesma coisa, porque isso não é redentivo. Então resolve de tempos em tempos, mas não resolve de forma plena e nem os leva de forma redentiva, ou seja, renovadora.
não resgata a alma de vocês, não transforma a consciência de vocês. E não transformando a consciência, não pode operar em vós o plano de salvação. Por isso que do verso...
11 para frente, ao 14 em especial, a gente tem a certeza de que na nova pessoa, ou na pessoa de Cristo, nós podemos entender que o processo de Cristo morrer na cruz não era só para poder dar continuidade àquilo que era um hábito, um ritual antigo.
O que Cristo fez e continua realizando em nós a partir do que ele iniciou e realizou é algo diário, é algo constante. É um processo que a gente não tem a opção de...
participar em partes ou em certo ponto e negar por um outro lado. Ou a gente entra de cabeça, ou a gente entende que o plano de salvação eterna que fala da expiação através da vida de Jesus, a redenção que ele...
cumpriu, viveu e morreu e ressuscitou por nós, ou a gente entende que tudo isso é para nos dar uma nova vida, uma nova mentalidade, ou a gente vai continuar envergonhando o Senhor, mesmo dizendo que a gente é crente. Vou dar um exemplo do que eu estou querendo dizer. Ainda hoje, na mentalidade judaizante, existe anualmente com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente que faz com a gente faz com a gente que faz com a gente faz com a gente faz com a gente faz com a gente faz com a gente faz com a gente faz com a gente faz com
por volta do dia 10 de setembro a outubro, o que a gente conhece do Yom Kippur. O que é o Yom Kippur? O Yom Kippur é esse aqui que a gente leu agora, do verso 1 ao verso 10.
É o processo que acontecia no Velho Testamento em que era se colocado um animal e se sacrificava e aí transferia a culpa para outro animal, que inclusive deu o nome naquilo que a gente brinca e usa como expressões culturais nossas. Pulando, agora está levando a culpa do outro. Ele é o bode expiatório. Então, até hoje...
Uma grande parte dos judeus ainda aplicam e vivem sobre a ideia do velho. Aquela perspectiva que a gente lê nas escrituras sobre o vinho velho, odres velhos.
Deus renovou todas as coisas em Jesus, resolveu, de fato, a situação do perdão de uma vez por todas, através da expiação do plano da redenção, mas muitos ainda vivem no velho. Pastor, tá bom, mas o que tem a ver? O que tem a ver, sabe o que mais assusta? É que igrejas ditas evangélicas ainda estão praticando uma mentalidade judaizante.
Irmãos, é difícil, sabe por quê? Porque além de a gente ver que os irmãos estão muito errados, porque não se trata de um errinho teológico. Isso é grave. O escritor aos hebreus, inclusive, um capítulo após o que nós lemos, o capítulo 10, vem dizer que é expor Cristo à vergonha.
Quem ainda pratica ou crer nessas coisas, eu estou falando de uma igreja que eu estou lembrando aqui, em especial tem várias, mas tem uma que eu estou lembrando aqui, que é muito conhecida, pelo menos por alguns irmãos, a gente não precisa falar o nome, mas que eles fazem lá a festa lá do Hanukkah, que é a festa das luzes, mentalidade judaizante. Ainda você entra no templo, que é um dia que eu estou lembrando aqui,
que agora a gente entendeu que em Jesus o nosso templo é Cristo. Amém, irmãos? Os irmãos estão participando do raciocínio aqui? O nosso templo agora é Jesus. O caminho é Jesus. Agora não é mais um lugar. Lembra da mulher perguntando aonde nós nos adoraremos? Aonde nós devemos adorar? Ele não é mais onde. É quem? É a quem vocês adoram? É a pessoa de Jesus.
E aí a gente olha essa mentalidade que ainda está tão perto de nós, a gente não pode olhar e falar, ah, está certo, é só um errinho. Pô, nós não estamos falando que nós estamos sendo chamados para trazer juízo, mas nós precisamos orar para que Deus abra os olhos, porque isso é grave. Então é a mentalidade judaizante não estar longe de nós. Não está em Israel. Está...
Em todo o tempo diante de nós. Quantas igrejas, inclusive, como eu estava dizendo, que colocam em cima da plataforma, tá, irmãos? Aqui não é altar. Aqui não é altar mais. O altar estava... Qual era a figura do altar? Velho Testamento. Então isso aqui não é mais altar. Mas pastor, não, agora só me complicou, estou chateado, estou embora, estou triste. Pelo amor de Deus, irmão.
Entenda. A palavra do Senhor está nos ensinando. Porque é o processo de transformação. Nós precisamos falar sobre isso. Isso não é altar. Isso é uma plataforma. O que é isso aqui? Madeira, carpete, prego, cola. É o que está aqui. E sujeira. Amém? Bactérias. Que Deus nos livra todos os domingos.
Isso aqui é uma plataforma. Então, em cima da plataforma que alguns estão chamando de altar, tem lá a figura do candelabro. Aí tem várias figuras. E a gente vai vendo. Candelabro, um castiçal. A Arca da Aliança. Então, veja bem. A pessoa de Jesus é a presença real do Deus vivo.
Ele é o próprio Deus. Lembra? Os discípulos perguntando, mestre, mostra-nos o pai. Falei, ué, tanto tempo que eu estou andando com vocês, você ainda está perguntando, mostra-nos o pai? Vocês querem ver o pai? Olha para mim. Eis aqui diante de vocês o pai. Não era o filho soberbo, dizendo, ué, vocês acham que eu sou menor que o meu pai? Não. Jesus estava convito, porque...
Ele é Deus. Ele, o Pai, é um só. De uma forma misteriosa, ao mesmo tempo gloriosa, que a gente não consegue explicar minuciosamente, mas nós cremos, porque a palavra do Senhor nos ensina sobre um Deus que se revela em três pessoas distintas.
Então, ah, não era o Deus do passado, era o pai. Aí depois o Deus agora do presente é o filho. Depois vai sendo pro futuro, pra frente, vai ser o espírito. Não. É a trindade trabalhando desde sempre. Então não é um Deus que fica... Tem hora que ele se transforma em um, tem hora que se transforma em outro. Não, irmão. Seresia.
É, de fato, três pessoas distintas. Bom, mas volta à perspectiva, nós estamos falando sobre o velho e o novo. Nós não podemos viver o novo se a gente entender e se transformar no novo se a gente continuar pensando como o velho. Então, a partir do novo, não mais aquela ordem lá de Levítico,
que era o bode, que era lá o outro que recebia os pecados, um que era sacrificado e o outro que era levado, que era empurrado para o deserto, que é o que nós falamos, o bode expiatório. Não é o Yom Kippur, que significa Yom, que é o dia, e o Kippur lá é perdão. Não é o dia do perdão, Yom Kippur. Olha só, estão vivendo o dia do perdão todo ano lá. Não, porque agora não é pecã, porque anda na lei, porque anda no velho.
Ninguém é capaz de cumprir a lei. Jesus nos ensinou que nele nós temos o cumprimento da lei. Se estamos nele, nós somos um povo que já cumprimos por causa dele. Não porque a gente acertou. Romanos 3, Paulo vem dizer que não há nenhum justo. Não há ninguém que faça o bem. O que Paulo está querendo dizer? Não há mérito nenhum em nós.
Nessa obra gloriosa da expiação, da redenção, do resgate, como Jesus disse aos seus discípulos, olha, o filho do homem veio para buscar e salvar o que se havia perdido. Sim! Buscar e salvar e resgatar. Fala de expiação, de redenção, de transformação, de reparação.
Ele é quem realiza todas essas coisas. É nele que nós somos salvos. Não há benefício em nós, não há glória em nós, não há aplausos para nós. Por isso é tão difícil a gente conviver em comunidade, porque naturalmente, como a gente está sendo transformado nesse processo, entendendo, a gente é tentado o tempo inteiro, quando não sou eu, é você, é o fulano, é o ciclano, todos nós.
Cada um está em evidência. As tentações da nossa carne que está querendo nos fazer ser reconhecidos, quer nos fazer ser assim, achar um pingo de glória em nós. Não, tudo bem que Jesus é o meu salvador, eu creio em tudo isso, pastor. Mas assim, eu também tenho vivido uma vida assim, assim, assada. Engano. As nossas obras não passam de trapos de imundícia.
Em outras palavras, não. Pelo amor de Deus, não sou o Neymar aqui. Em outras palavras, trapos de imundície. Não passa de pano de menstruação. As mulheres não tinham absorvente naquela época. O que elas usavam? Pano.
a maioria não é da época, mas quem tem 30 a mais já vai lembrar pelo menos um pouco, 35 para cima, que uma criança também, inclusive, há 25, 30 anos atrás, para trás ele não usava essas fraldas descartáveis, usava fralda de pano. Quanto mais na antiguidade, 2 mil anos atrás.
Então as nossas obras não passam de pano de menstruação. Por quê? Porque além de ser pano, o que tem no pano de menstruação? Ele está sujo. Sujo de quê? Fala para mim. Sangue. E sangue o quê? Podre. Deixa eu dizer uma coisa. Isso é pedagógico para nós. Porque sangue podre fala de um sangue incapaz de gerar vida. É um sangue que está morto, inclusive.
Não é possível ter vida num ser criado se a gente retirar o sangue do nosso corpo. Não tem como. O sangue é vital, porque o sangue é vida. Então não há bem nenhum em nós. Não há...
benefício algum. Isso vai tratando a nossa alma e vai nos ensinando que se fosse só para Jesus ou Deus em Cristo Jesus só resolver o problema do perdão, é o que eu disse. Ele poderia manifestar o seu poder e dizer está todo mundo perdoado. Mas como é um processo de redenção e como ele usa e faz isso a partir do seu...
amor, da expressão do seu ser que é um Deus de amor, então nós precisamos aprender e nos dispor a viver uma vida em que o meu eu não pode mais ditar a regra da vida. Não é mais a minha palavra que é considerada como a palavra final.
Eu não ando mais como quem faz os meus projetos, então eu faço o meu projeto e agora eu apresento a Deus e digo assim, ó, tá aqui Deus, eu fiz bonitinho meus projetos, o Senhor vem cá e abençoa. Não. Isso não é redentivo. Isso não fala do porquê que Cristo morreu. Isso não revela o motivo que ele morreu e muito menos o plano da expiação, da redenção.
O que revela em nós e testemunha essas verdades em nós é quando a gente anda agora numa nova consciência, como o autor aos hebreus disse aqui, uma nova mentalidade, uma nova forma de pensar que vai resultar, sim, nas nossas atitudes. Um testemunho externo. E por que isso vai se tornando cada vez mais grave a partir do momento que a gente vai entendendo mais?
Porque a gente vai percebendo, como eu disse, que não há bem nenhum em nós, não há glória nenhuma em nós, não há um justo sequer por conta própria. Então a gente vai sendo quebrado e moído ao meio. Aí entra um ponto muito importante da expiação. O que Deus faz em Cristo Jesus no Getsemane? O que Deus faz em Cristo?
no Getsemane, é maravilhoso, apesar de ser muito doloroso. E aí por que eu quero falar sobre isso um pouquinho? Para complementar a ideia de que, como eu disse, resolver o problema do perdão era muito simples.
mas gerar redenção, gerar transformação, gerar vida, gerar inspiração, nos conduzir a uma nova forma de viver, aí vai custar. E não vai custar muito, vai custar tudo. Porque custou o tudo de Deus. Jesus era e é o tudo de Deus. Deus se entregou em Jesus completamente em nosso lugar.
Por que Jesus vai ao Getsemane? Por que ele ora naquele lugar? Por que a gente vê um processo tão forte e tão doloroso? Não é porque era um lugar aperto, não é porque o lugar era conhecido, mas porque aquele lugar revelava de forma pedagógica da parte do nosso pai para nos ensinar o processo de Deus na vida do seu filho, nos dando o exemplo para que nós pudéssemos ser semelhante a Jesus.
Então, no Getsemane, a gente tem ali um testemunho, não apenas de um homem, ou do Filho de Deus em especial, orando angustiado. Nós não temos apenas isso. Isso é um detalhe importante, mas tem algo mais profundo nisso. Nós temos ali Jesus sendo moído.
Por que Jesus ora e soa e ele soa sangue? Porque ele é prensado, assim como a azeitona.
Ele ora, ele sente uma angústia. Ele volta, ele vai falar com seus discípulos, o discípulo está dormindo. Ele fala, vocês não puderam vigiar nem por uma hora comigo. Ele volta, ele ora de novo. Mais profundamente. Cada vez que ele vai e ora e se entrega, e busca e se derrama, o processo ali, como de forma pedagógica, para nos ensinar, está se intensificando.
assim como também era e é feito na azeitona, até hoje. Então, eu separei de uma forma prática para a gente entender. Olha só como é esse processo. E aí você imagine Jesus como a figura dessa azeitona, sendo prensado, para nos ensinar que também nós seremos.
Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz. Se alguém quiser ser parte do que eu comecei a fazer, da minha nova natureza, do meu novo ser, do processo de redenção, daquilo que a expiação não apenas perdoou, mas possibilitou vocês ser parte da minha natureza, entenda uma coisa, vocês serão como eu sou, no sentido de ser perseguidos, ser moído. Por isso que a gente não entende, às vezes quer correr. Mas vamos ler aqui como um pouquinho, de forma objetiva, como isso era feito.
Olha como o processo era feito. A primeira prensa, ou o primeiro apertar das azeitonas ali, produzia um azeite mais puro. Esse azeite mais puro, dessa primeira prensa, ele era o começo do aperto. E quando começava a produzir a primeira prensa de azeite, é considerado biblicamente e também historicamente como fazenda delas.
um azeite preparado para aquilo que a gente chama bíblicamente de unção, de alguém que ia ser ungido. Era um azeite totalmente puro, livre de qualquer resíduo. Já o segundo, era um pouco mais pesado, ela produziu um azeite usado na alimentação.
que é o que a gente usa hoje. Você gosta, talvez, do azeite pôr na comida e tudo mais. Ele é parte da segunda prensa. Na terceira prensa, que é bem mais pesada do que a segunda, obviamente, ela produziu um azeite mais denso, que é usado na iluminação. Aí lembra a gente de quê? Da figura de Mateus, capítulo 25. Das virgens, que estão com as suas lamparinas acesas.
Era produzido, então, nessa terceira prensa. Era um azeite próprio para isso. Já na quarta prensa, que é a mais pesada e a última, obviamente mais pesada que todas as anteriores, produziu uma pasta. Uma pasta. Que era usada, ou é ainda em alguns lugares, para fazer ou fabricar sabão. E sabão fala de limpeza.
Então nós temos aqui três pontos que Jesus experimenta na sua alma, no seu ser. Quando ele soa sangue é como o óleo do azeite, da prensa de Deus acontecendo na sua vida no Getsemane. Nós estamos falando da expiação, nós estamos falando do que custou para Jesus, do como isso ocorreu.
E aí nessas quatro prensas, nesse processo de Deus em nós para nos amadurecer, para nos conduzir a uma vida de cruz, para nos fazer viver e experimentar o plano da redenção eterna, que não é só participar de culto, não é só você cantar, não é só até mesmo pregar, não é só ajudar em alguma coisa e tantas outras coisas.
que passa por várias áreas da nossa vida. Não, mas é o nosso todo, é uma nova vida, é uma nova mentalidade, é um cristão integral, é o evangelho todo para o homem todo. Então não tem mais uma parte de nós que pode ficar de fora. E aí, nessas quatro prensas, a gente precisa lembrar que cada vez que Deus nos aperta mais, tem um significado, tem um processo, tem um propósito.
Quando ele começa o processo na vida de um cristão, é para dizer, olha, eu estou te ungindo, eu estou te separando. E ao nos separar, ele vai seguindo com esses processos. Você vai servir de alimento para as pessoas. Você precisa servir de alimento.
Você não está sendo prensado, ferido, moído só porque Deus quer te humilhar, para poder mostrar para todo mundo que como Ele é Deus na sua vida, então Ele tem o prazer de te humilhar, para todo mundo ficar rindo da sua cara. Não, isso é redentivo, isso tem um propósito, isso traz um significado eterno em nós. É assim que Jesus produz em nós e continua realizando o teste.
e nos aprovando no Espírito, prensando a gente, como ele também foi prensado. E ao nos fazer ungidos, ao nos fazer ser alimentos, ele também, de forma mais madura, a gente começa a dar um testemunho como quem ilumina, como quem é luz na vida das pessoas. Para a humanidade, aí entra a perspectiva de sal da terra e luz do mundo.
E quando a gente está nesse processo de intimidade, de maturidade, entendendo não apenas aprendendo sobre a informação de Jesus, mas sendo transformada a sua imagem, a semelhança, no caráter de Cristo, vivendo esses processos, a gente começa a ser tão maduro que a gente vai entendendo e vai entendendo não mais como quem fala ah, tá bom, entendi, não tem jeito mesmo, vai fazer o quê? Eu não posso reclamar porque Deus tem poder e ele está fazendo isso comigo, eu não posso fazer nada. Não, mas como quem está dizendo assim, obrigado, Jesus.
porque tudo que o Senhor está permitindo eu passar. É para me transformar num cristão melhor. É para me produzir frutos. É para gerar vida, não em mim apenas, mas para outros experimentarem e se alimentarem do Senhor. Ao ponto de que essa unção que eu recebi, ao ponto de ser alimento para as pessoas,
todos os sentidos, cuidar, alimentar, seja ensinando a palavra, seja socorrendo nas necessidades pessoais de cada um, em tantas outras coisas. Eu também sou levado a ser luz como um testemunho de vida, de iluminar, de trazer entendimento, de abrir os olhos, de ser alguém como um tutor, responsável uns pelos outros.
E sendo responsável, Deus, nesse processo, nessa prensa do Senhor, eu também sou usado, não para a minha glória, não tem nada de bom, mas o Senhor me usa como alguém moído para também lavar os pés uns dos outros. Como essa última prensa que é feita para virar sabão, que eu possa ser usado como um sabão do Senhor. Não para dizer eu sou bom porque eu sou um sabão de Deus. Não, mas para lavar os pés uns dos outros.
Então depende de como você está entendendo o evangelho. Depende da sua horte. Qual é a sua cosmovisão? Qual é a sua visão de mundo? O que você entende? Ah, estou aqui nessa terra. Nasci, me apresentaram a Jesus. Minha avó me criou na igreja. Minha mãe, fulano, ciclano. Ah, eu estou aqui.
Estou aqui, vivendo isso aqui. Se você entende dessa forma, se você não compreende a gloriosa riqueza que é pertencer a Cristo Jesus, o plano eterno de redenção e salvação, por meio dessa expiação gloriosa, você vai em algum momento sucumbir.
Você vai ficar pelo caminho. Sabe por quê? Porque não vai sustentar. Porque daqui a pouco você olha e fala assim, ah, tá bom, foi bom, serviu para mim uma época aqui. Valeu, galera, obrigado o que vocês fez aí. E é o seguinte, se você estiver achando ruim também, não estou nem indo para vocês não. Estou indo embora. Vou fazer outra coisa. Vou para outro lugar e etc.
Então é assim que funciona a vida cristã. A beleza de Cristo, a beleza do Evangelho, a beleza da vida cristã está em nós nos aprendermos e entendermos que por sermos irmãos, por sermos um só povo, por herdarmos essa herança, esse direito a sermos filhos a partir da pessoa de Jesus, o seu sacrifício, nós valorizamos isso de tal forma que a gente se permite ser massacrado, moído, humilhado, prensado.
para que a vida de Deus lua através de nós. Então a gente não arreda o pé facilmente. A gente é um povo que tem raízes profundas. O que nós temos visto nos nossos dias é gente que não possui raiz. Por isso que as pessoas estão assim cada vez mais ansiosas, ociosas.
E está um tempo inteiro assim, o que eu posso falar? O que eu posso reclamar? O que eu posso dizer? Ao invés de ser. Porque a igreja não é ir participar de um culto, não é o que a gente participa. Igreja é ser. Fala de uma natureza, fala de um ser humano orgânico na pessoa de Jesus, que espiritualmente é um novo ser. Então eu não vou à igreja.
Eu não vou mais para a igreja. Não, peraí. Você pensa que você não vai mais? Ou que você está indo muito ou pouco? Seja muito ou pouco? Não é isso que define o evangelho na nossa vida. Não é sobre isso que Jesus está nos ensinando na sua pessoa, no plano de redenção eterno. Mas não é. Mas é exclusivamente o fato de sermos. É a pessoa que nós estamos nos tornando. Por isso que a gente também, às vezes, fica muito pesado na nossa caminhada. Porque a gente pensa assim, e agora? Se eu perder a salvação?
Se eu fizer isso aqui, então, eu vou para o inferno. Então, eu continuo fazendo por obrigação, por peso. Estava vendo o Ítalo citar um texto ali, que quase a gente não cita aqui. Muitos irmãos citam aqui, em 2 Coríntios 9. Para falar sobre dízimos e ofertas.
E Paulo lá é muito categórico, infático, quando ele diz que ninguém deve fazer nada por obrigação, por peso, mas no resumo é assim, faça conforme o Senhor propôs no coração. Inclusive, vale ressaltar, abre aspas, que esse texto não é um texto relacionado a dízimo. Esse texto, historicamente, está falando de um processo de oferta. A Igreja de Corinto está fazendo, ofertando e passando, está realizando e Paulo está lidando com uma situação nesse sentido. Porém, eu vou fazer assim.
Não pode desvincular sobre a perspectiva da contribuição. Por quê? Porque ele está falando sobre contribuir. E antes de contribuir, que não é por obrigação, ele está falando sobre o motivo que nos leva a fazer isso. Então ele está falando de generosidade, comprometimento, sensibilidade, amor, afetos. Amém? Fecha aspas. Então, tudo que a gente vai aprendendo nas Escrituras, tudo que Deus vai nos ensinando, nunca pode ser para nós um peso.
E eu citei esse texto para dizer o seguinte, que se a gente pegar isso como desculpas para não fazer, a gente não consegue entrar nessa prensa de Deus. A gente foge do processo em que Deus está nos moendo. Mas esqueça a questão do dinheiro, porque é um assunto chato. Nós podemos falar de outras coisas. Nós podemos falar dos nossos dons, do nosso tempo.
Nós podemos falar da dificuldade que todos nós temos ainda, de forma grande, ainda pequena, muitos de forma maior ou menor, razoável, variados. Nós, estou falando da gente. Nós podemos falar aqui do quanto nós precisamos aprender ainda a ser afetuosos. Ainda faltam afetos em nós. A gente é muito interesseiro. A gente procura as pessoas quando a gente precisa.
A gente só se dispõe um pouquinho em alguns casos, tá, irmãos? Não estou falando exatamente de ninguém. Estou falando se serviu para você, é isso mesmo. E serve para mim. Mas muitas vezes a gente procura em alguns casos quando nós já estamos tão assim. Não tem jeito mesmo. Não tem jeito, vou lá na luzinha. E se deixar por nós, a gente fica no nosso cantinho. Sabe por quê? Porque isso é confortável.
Mas isso não revela a nova natureza de Cristo em nós. Por isso, muitos de nós, sem perceber, nós estamos expondo Cristo à vergonha. Nós estamos rejeitando Jesus quando a gente rejeita os seus processos em nós. Nós rejeitamos a Cristo quando a gente rejeita a prensa de Deus em nós.
A gente prefere muito mais um lugar cheio de LED, cheio de coisas maravilhosas, de pulos e dança. Tudo bem que isso não é um pecado, mas a gente prefere muito mais esse lugar do que um lugar de humilhação, um lugar de rendição, um lugar que para nós fala muito mais de um Getsemane, um lugar onde a gente é moído, é envergonhado, é humilhado, mas Deus é exaltado através de nós.
A gente esquece facilmente que verdadeiramente Jesus nos ensinou que os humilhados não precisam correr e ficar nervosos, chateados, porque estão sendo humilhados. Precisam se alegrar nas tribulações, porque bem-aventurados somos nós que sofremos por causa de Jesus. Porque Deus é glorificado através de nós. Porque Deus é visto como essa luz da prensa de Deus.
porque nos servimos de alimento para as pessoas, quando a gente entende que nessa prensa a gente fica evidente como aquela figura do Salmo I, de uma árvore frondosa, frutífera, forte.
Muitas folhas, muitos frutos, ela dá sombra para as pessoas. As pessoas cansadas podem chegar, se assentar perto da gente e dizer assim, eu estou sem folha nenhuma, eu estou toda assim lascada, eu preciso de ajuda. Elas podem se assentar, nós estamos carregados de folhas, mas principalmente de frutos. E elas pegam uma sombra e falam assim, eu preciso me alimentar também, não só de uma sombra fresca.
Me dá desse alimento. A gente serve de alimento para as pessoas. Isso só é possível porque na prensa de Deus, Deus nos faz cada vez crescer mais como essa árvore. E essa árvore, nós não podemos esquecer que antes de tudo ela ser grande, ela precisou ser pequena. Uma semente que precisou do seu processo de enraizar. Essa árvore só fica de pé, não é por aquilo que ela está externamente mostrando para as pessoas hoje, mas porque internamente as suas raízes são profundas, fortes e fortes.
firmes na palavra de Deus. Nesse rio de Deus que passa. Por isso o salmista diz ela é plantada a ribeiros de águas. Meus irmãos, esse é um dos momentos, nos lugares, nos trechos da Bíblia que mais me impressiona. A figura do Salmo I. Que coisa linda!
Se Jesus é a videira, essa figura de árvore, frutífera, ele está dizendo assim, vocês em mim são como árvores também. Por isso João 15 nos alerta tão grandemente quando ele diz sem mim nada podeis fazer, vocês têm que dar fruto. Se vocês der fruto, eu vou...
podando aqui, eu vou só tirando ali, limpando ali, que precisa de limpar. E nessa poda, nessa limpeza de Deus, a gente está sendo prensado. A gente está sendo moído, a gente está sendo ensinado. E quando a gente... Como a figura lá de Ezequiel, das águas que vão subindo, nos pés, nos joelhos, nos... Como é que chama?
os lombos, como aquela figura, a gente vai deixando de resistir.
E Deus vai falando, Deus vai usando, Deus vai nos movendo. Meus irmãos, Deus está falando para nós que o plano da redenção em Cristo Jesus, nós precisamos aprender em Jesus a não ficar resistindo os processos de Deus, a não fugir das prensas de Deus. Porque isso é entender do motivo do porquê Cristo morreu na cruz. Não foi apenas para perdoar pecados, porque perdoar pecados é uma parte gloriosa, mas era uma parte fácil de resolver.
Agora o processo mais complexo é nos tornarmos cada vez mais semelhantes à pessoa de Cristo, à medida que ele mesmo vai trabalhando em nós, vai descaracterizando o nosso velho homem. Cada vez a gente vai ficando mais semelhante a ele e menos parecido, e menos lembrando daquilo que é velho. Coisa linda. Como eu desejo ser assim. Como eu quero todos os dias. Eu tenho tanto a aprender.
mas esse é o meu anseio. A gente estava lembrando de uma canção agora há pouco que ela dizia, como espero o dia em que verei a face do meu amado. Coisa gloriosa, mas aí a gente às vezes...
Por outro lado, quer ver Jesus logo, quer que Jesus venha, mas a gente não quer lidar com a obra que Cristo confiou nas nossas mãos aqui. Porque a gente é muito complexa. Ser humano é muito complicado mesmo. Eu sei, eu também sou. Eu sei disso porque eu olho pra mim, eu tenho espelho na minha casa. Mas, sobretudo, eu tenho um espelho da alma, que a palavra de Deus me confronta. Ela me mostra que eu sou pobre, cego e nu, sem o Senhor. Nada tem, nada sou.
Por isso é importante a gente pregar o nosso coração. Por isso que é importante a gente valorizar, como eu comecei dizendo aqui, esses momentos, esses encontros, a proposta que nós temos uns com os outros, segundo a unção do Espírito que vem sobre nós, o discernimento em fazer que seja uma série de mensagens, que sejam os louvores escolhidos. Nós precisamos ser mais intensos, no sentido de ser mais sensíveis.
Às vezes a gente não valoriza. Tão grande graça que Deus derramou sobre nós, não sabendo que talvez pode ser nosso último dia aqui. Não sabendo que talvez não é o seu último dia, não é porque você vai morrer, mas porque talvez Deus pode permitir passar algo tão sério. Deus nos livre disso, mas às vezes vai acontecer. Uma enfermidade tão séria que você vai ficar distante disso aqui.
Meus irmãos, que a gente possa revelar fruto de um novo nascimento, de uma nova vida e glorificar a Deus na pessoa de Cristo Jesus por tudo que Ele fez, mas sobretudo por quem Ele é.
É olhar para Jesus e o desejar, o almejar, o ansiar e dizer Ele é o amado da minha alma. Eu não tenho ninguém além de Ti. Tu és a minha herança, a minha porção, a minha vida, a razão da minha existência. Nada faz sentido mais se não for para me olhar para o Senhor e desejar, e ansiar, e me submeter a ser semelhante ao Senhor diante dos meus irmãos e diante de todos. É difícil? Muito?
chega às vezes a parecer impossível. Mas nós temos que nos lembrar, nós temos uma promessa de um Deus que disse que começou uma boa obra e é fiel para terminar.
e uma promessa, uma certeza que ele diz que ele é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo que pedimos, pensamos, sonhamos, imaginamos. Nada do que nós podemos imaginar, sonhar, desejar, se compara com aquilo que Deus nos propôs em Cristo Jesus. Não tem mais bode e nem carneiro. Não tem mais um dia no ano.
Não tem um sacrifício humano falível que não é duradouro e nem eterno. Agora, em Cristo Jesus, nós temos a verdadeira redenção de uma vez por todas. Porque Deus aceitou o sacrifício. Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ele é o sacrifício perfeito.
Nele nós temos a redenção e o perdão dos nossos pecados. Nele nós temos a herança e o direito de sermos filhos, de vivermos uma nova vida. Como não dizer, como Paulo, porque dele, por ele, para ele são todas as coisas. Não há nada em nós. Ele é tudo para nós.
É Ele. Tem tudo a ver com Ele. É por causa dEle. O motivo é Ele. O Senhor é Ele. O Rei é Ele. O Mestre é Ele. O Cristo é Ele. O Deus é Ele. O digno é Ele. O santo é Ele. Maravilhoso é Ele.
Eu quero finalizar dizendo. Primeira texta do licença, 519. Paulo diz. Não apaguem o espírito. Não apaguem o espírito. Não apaguem. Porque mantendo acesa a chama.
O óleo da prensa de Deus. Enquanto Deus está nos prensando, entenda uma coisa. Talvez você não entendeu, talvez não ficou claro. Mas quando Deus está nos prensando, é a hora que o óleo está caindo, está descendo. Não vai faltar óleo enquanto você está sendo prensado. Mas quando a gente foge, quer ser apenas uma performance externa. Muitas vezes as pessoas nos aplaudem, muitas vezes a gente acha que está bem. Mas quando a gente está fora da prensa de Deus, do propósito de Deus, não está produzindo óleo.
As lamparinas se apagam. Nós não servimos de alimento para ninguém. Estamos secos, frios, insensíveis. Não apaguem o espírito. Meus irmãos, se alegrem nas tribulações.
É nelas que nós vencemos, é nelas que nós produzimos frutos no Senhor, é nelas que Deus se agrada de nós, é nelas que nós nos parecemos tão perto com Jesus. São elas que testificam. Nós somos parte do que Deus está fazendo. São elas que as pessoas podem olhar e Deus sobretudo dizer, é isso.
Meu filho está sendo glorificado em vocês. Não apaguem o Espírito para que os seus propósitos eternos sejam plenamentos cumpridos em nós e através de nós. Não apaguem. Não apaguem. Eu queria orar. Se você puder ficar de pé, seria importante
Eu não quis entrar aqui em questões teológicas mais sérias, mais complexas. Acerca da nossa visão. Mas nós podemos falar disso. Se você tiver uma dúvida, você pode nos procurar. Pode me procurar. Por causa do tempo também.
Não quis entrar em predestinação, eleição, não quis entrar em expiação limitada, não quis, porque eu quis enfatizar aquilo que, em primeira mão, é mais importante nesse momento. E eu quero orar com você, não apenas para agradecer a Deus por estarmos aqui, pela sua palavra, mas para clamarmos juntos, eu queria ouvir mesmo a sua voz comigo, assim como um só povo.
clamar o Senhor para que a palavra do Senhor pudesse ser cravada no nosso coração. Que não seja mais alguém falando aqui à frente, mas que a gente pudesse...
ansiar por isso, entender, viver, dar fruto. Se a gente pudesse dizer assim, Senhor, não sei o que o Senhor tem para mim. Eu não entendo muitas vezes os teus propósitos, mas eu quero estar 100% disposto e disponível a viver tudo o que o Senhor tem para me passar, seja as prensas, seja tudo o que o Senhor tem para mim. Amém?