5 Anos de ELEVA-TeTuPODes! Vamos celebrar?
Quem diria?
Quem diria que a minha voz ia chegar a onde eu nem tenho programado ir?
Quem diria que um PODCAST poderia ter o Impacto que tem? 5 anos deste desafio depois de medos e incertezas.
Tantas dúvidas e a crença que durante anos me perseguiu: É preciso muito dinheiro para ter um PODCAST.
O material de um Podcast é muito caro!
Afinal medos e crenças que me impediram de começar mais cedo. Mas sabes uma coisa...
Foi na altura certa e estou muito feliz por estar a celebrar estes 5 anos, Aceitei o Desafio da Catarina e com a Luísa gravamos este episódio especial que vale a pena escutares.
A quem fez parte da jornada o meu Obrigada, a quem faz parte da jornada o meu Bem Haja e a quem só se vai juntar hoje (porque tu vais partilhar com essa pessoa) sê Bem-vindo.
Boa escuta porque eu hoje quero é celebrar os 5 anos de PODCAST.
Tens de escutar com toda atenção este episódio
https://madalenaquialacoach.pt/podcasts/
Celebro a minha Disciplina, o meu Compromisso, a minha Dedicação e o meu SERVIR:
SIM!
Servir pois semanalmente sirvo aos meus ouvintes com conteúdo de valor totalmente gratuito. obrigada
E sobre Comunicação, dia 6 de junho realizo em luanda a imersão Comunicação Lean e tens aqui uma oportunidades de investires na tua comunicação e melhorares a mae das competências
Clica quui e garante o teu lugar https://forms.gle/Whm35E8NnccCQwAP6
- Produção de PodcastsCelebração do aniversário de 5 anos de podcasts · Lançamento simultâneo de podcasts · Evolução dos podcasts e dos negócios · Aprendizagens e desafios da jornada de podcasting · A importância da consistência e do fazer acontecer
- O Valor da Verdade e AutenticidadeAutenticidade como diferencial · Servir o outro com conhecimento e experiência · Partilhar histórias e conhecimento sem egoísmo
- A Prática da Fé e a Consagração de PlanosSuperar medos e dúvidas para iniciar um projeto · A importância de sair da zona de conforto · A direção é mais importante que a velocidade · Encontrar o que move e definir o itinerário
- Comunicação com audiênciaNinguém chega por acaso aos podcasts · Ouvintes silenciosos e o impacto da mensagem · A necessidade de ouvir a mensagem no momento certo
- Podcast como Ferramenta de ComunicaçãoAlcance global através de podcasts · Tradução automática e superação de barreiras linguísticas · Podcast como porta de saída para a exposição
- Desenvolvimento ProfissionalAutodesenvolvimento e superação de medos · Aprendizagem contínua e melhoria · Escrita como ferramenta de desenvolvimento · Maturidade e evolução com o tempo
- Interações e dinâmicas do podcastRevisitar temas antigos com nova perspectiva · Adaptação da linguagem e entrega de conteúdo · Mudança de foco de pessoal para organizacional · Renascimento do podcast 'O Lado B'
- Desafio de episódio com mesmo títuloProposta de gravar episódio com título comum
Há exatamente cinco anos o Amor Pode nasceu. E quando digo nasceu, não nasceu o primeiro episódio. Nasceu realmente aqui um projeto de eu conseguir falar para o mundo.
Só que este projeto não nasceu sozinho. Cinco anos é tempo suficiente para nós fazermos aqui também uma retrospectiva e uma celebração, porque cinco anos já é um caminho, não é? Então, eu não venho sozinha porque o meu podcast não nasceu sozinho. É como se tivéssemos estado as três na maternidade e tivemos três podcasts no mesmo dia. Aparentemente não foi planeado.
não foi combinado, mas como não há coincidências, eu quero também tentar saber se vocês se lembram porque é que os nossos podcasts nasceram no mesmo dia. A Magdalena lançou o Eleva, tu podes? A Luísa lançou o Tu podes mudar a tua vida? Acho que na altura não era exatamente este o título, mas é o atual. E eu lancei o Amor Pode. Três mulheres.
Três podcasters, três caminhos diferentes. Nós fazemos coisas diferentes, mas temos aqui também, acho que o mesmo objetivo, que é levar a nossa mensagem para o mundo. Hoje estamos aqui as três, juntas, cinco anos depois, para conversarmos sobre o que é que este caminho nos ensinou, o que é que ele nos trouxe de aprendizagens também, sobre o que é que mudou em nós e o que é que mudou nos nossos negócios.
E, sobretudo, eu quero muito também saber o que é que já começou ou está para começar, entretanto. Então, Luísa, seja bem-vinda. Madalena, seja bem-vinda. Isto é uma conversa que vai ser aqui uma conversa que tem um mini guião só para a gente não se perder porque a gente começa a conversar e isto vai por aí dentro.
A primeira pergunta que eu tenho para vocês é, se vocês se lembram do dia em que lançaram o primeiro episódio dos vossos podcasts, como é que vocês se sentiam e como é que vocês se sentem hoje, passados cinco anos? Vou deixar aqui, olha, vou-te desafiar, Luísa.
Ok, ok. Para já, obrigada por vocês ainda fazerem parte desta jornada, não é? De estarmos aqui e passar de 5 anos, que é fantástico de a gente poder estar a relembrar e ainda estarmos no ativo com os nossos podcasts, que isso é top. E lembro-me dos dias antes, quando nós depois acertámos a data, porque eu e a Madalena tínhamos datas diferentes depois que lançámos, e eu já vou partilhar essa parte, e depois da data do lançamento.
Eu e a Madalena Salveiro tínhamos colocado dois dias ou três antes do dia que depois acabámos por lançar e depois tu viestes com a informação de que na realidade havia um dia que a nível energético era melhor e então realinhámos as três para o mesmo dia e passámos para essa data.
E lembro que eu acho que na altura não tinha noção de onde é que eu estava a ir. E foi do género, quero pôr a minha mensagem no mundo, bora lá, não faço a mínima ideia o que é que isto vai dar. Mas diverti-me tanto na jornada da aprendizagem e de pôr no ar, que só queria era fazer, não é? Como eu sou muito do fazer e do fazer acontecer e de levar a mensagem. E foi isso que eu senti na altura. E agora olhando para trás, ainda há uma semana pensei, já não sei se vai fazer 4 ou 5 anos que lancei o podcast.
Já perdi a noção do tempo. E continuo no ar, não é? Passados cinco anos, todas as semanas, e é fantástico. Por isso, na altura, foi um entusiasmo, sem saber por onde é que ia. Acho que nem... Veio aquelas borboletas no estômago, mas muito sem noção mesmo. Muito sem noção. Muito bem. E para ti, Madalena, como é que foi? E como é que tem sido?
E é incrível que você estava a ouvir a fazer a introdução deste episódio, Catarina, e sabes o que é que parece estar a voltar atrás no tempo e perceber a jornada que tem sido feita, todo este caminho que tem sido percorrido e pegar um pouco aquilo nas palavras da Luísa, que nem sabíamos muito bem o que é que íamos, mas tínhamos todos certeza de uma coisa, que aquele era o caminho e que era importante partilharmos a nossa voz com o mundo.
E realmente a Luísa aqui confirmou, nós tínhamos uma data, mas depois veio alguém, que és tu, a falar-nos da questão do retorno de Saturno e coisas assim, e que melhores dias e coisa e tal. E o que é certo é que o porquê do meu podcast, que é o meu primeiro episódio, vai ao ar no dia 7 de maio. Então, isto para dizer o quê? Foi assim que tudo começou e lá nos acertamos. Quando eu olho para trás e penso, 5 anos de podcast, e há bocado, a semana passada, faz no sábado uma semana, estava aqui a organizar.
muita coisa, já vou numa terceira temporada e apercebi-me que estava a agendar o episódio 250. Uau! E eu pensei, meu Deus, episódio 250, mas eu já estou nisto 250 vezes, como é que o tempo passou? E depois dei por mim a fazer um pequeno balanço, mas acho que vamos falar nisso mais à frente, mas lembro-me que era realmente esta necessidade e entramos nós...
as três e outras pessoas numa jornada mas também dizer aquilo que a Luísa diz é perceber que depois deste tempo todo continuamos aqui a rir e parece que o tempo não passa para nós e continuamos com aquela conexão e com aquela sinergia isto para mim é o que me deixa também muito satisfeito é que ficou ali, foi uma base muito bem criada e olha para nós, a gravarmos anos depois um episódio de celebração de cinco anos dos nossos podcasts Olha, e havia alguma mensagem?
tu quisestes passar com o teu podcast que não conseguias passar de outra forma? Sim, olha, era aquela coisa de que eu e eu vivo em Angola, resido aqui permanentemente e era aquela coisa, como é que eu posso chegar a outras pessoas? Como é que eu posso partilhar o meu conhecimento, a minha experiência o que me vai na alma?
de modo a poder contribuir, a poder servir, a poder ajudar outras pessoas espalhadas no mundo todo. Então a mensagem basicamente é eleva-te, tu podes. Ou seja, todos nós podemos e como é que este título hoje, a quantidade de pessoas que chega ao pé de mim e diz, Madalena Kelly, eleva-te, tu podes. E isto ficou. Então é perceber que a mensagem que é resgatarmos aquilo que todos temos cá dentro, temos a capacidade de nos elevarmos.
de nos colocarmos nos sítios, de prepararmos o caminho e de acreditarmos que somos capazes e que é possível, nós podemos. Mas para isso é importante fazermos um trabalho que nós somos a prova viva da consistência, da disciplina, do compromisso, de não desistirmos independentemente dos resultados. E para ti, Luísa, tu tinhas aqui uma mensagem muito própria na altura.
para passares com o teu podcast ela foi-se modificando queres falar um bocadinho sobre esta parte? Sim, porque na realidade eu comecei a falar exclusivamente de aromoterapia na altura, o podcast chamava-se Aromoterapia pode mudar a tua vida e hoje chama-se Tu podes mudar a tua vida é a evolução do meu negócio, não é? a evolução de eu como terapeuta
E, na realidade, a base é que tu podes mudar a tua vida, porque, sim, é possível, está na nossa mão, não é? Uma das coisas que eu costumo dizer é que tu tens o comando da tua vida e tu podes mudar a tua vida. É só nós queremos com consistência, porque é o que a Madalena estava a dizer, também é uma das palavras que eu utilizo muito.
para as minhas clientes, mas sobretudo na altura o que eu pensei foi, eu adoro conversar, não é? E era aquela forma, como é que eu posso conversar com mais pessoas em vários locais do mundo, como se eu estivesse a falar com vocês, que são minhas amigas, e como é que eu posso ajudar mais pessoas para além de tés, como eu costumo brincar. E foi sobretudo isso, não é? Aquela ideia...
utópica, por assim dizer, de ter muita gente à mesa do café a conversar comigo aliás, depois já tive uma rubrica que era o café virtual, porque ao fim e ao cabo é o que eu sinto quando estou aqui a falar para o microfone, é que estou a falar com pessoas que eu conheço, pessoas que até nem conheço, mas que posso ajudar e foi muito com essa ideia e foi evoluindo o meu podcast evoluiu no nome, no conteúdo mas sempre com a mesma base, tu podes mudar a tua vida e é possível, seja em que altura da tua vida estejas e dades sempre mudas a tua vida o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o
Cinco anos é realmente muito tempo. É um caminho que nós temos aqui percorrido e eu concordo com a Madalena que tem sido consistência. E o podcast das pessoas que já chegaram até ti, conversas que já aconteceram, pessoas que já te reconhecem do podcast e que tu não conheces, o que é que, no fundo, este podcast também te tem ensinado sobre ti próprio e que tu não esperavas aprender?
este podcast para mim, este podcast, o que é que me tem ensinado? Tem-me ensinado, sabes, aquela coisa de que às vezes parece tão difícil e nós em alguns momentos da nossa vida acreditamos que ninguém nos vai escutar que aquilo que nós temos para transmitir não é assim de todo tão importante e será que as pessoas vão estar disponíveis para ouvir?
E às vezes mais do que ouvir, de que forma é que nós podemos impactar e ajudar as pessoas a darem um salto diferente. E tem-me ensinado que de facto quando nós queremos, independentemente de onde nós estivermos, que é possível. E hoje com as tecnologias nós vemos que todos nós aprendemos de tantas formas. Temos a possibilidade de obter e de beber e trazer conhecimento para as nossas vidas de tantas formas. E o podcast é mais uma destas formas. É de poder servir, é de poder com dicas tão simples.
mas que estão muito ligadas à minha essência, a quem eu sou, ao meu percurso, aquilo que tem sido a minha caminhada, os meus altos e baixos, as minhas aprendizagens. Então poder partilhar isto é mostrar que todos nós aprendemos uns dos outros e se este podcast serve, impacta, ajuda, toca nas outras pessoas além fronteiras, isto é meio caminho andado para eu poder dizer valeu a pena, valeu a pena. Mas, Luísa, não achas que aqui a Catarina só nos está a fazer perguntas? E o que é que achas de nós perguntarmos? Porque eu já percebi.
Tu perguntaste-nos sobre os nossos podcasts e qual era a mensagem dos nossos podcasts. Catarina, Baptista, então e tu? Como é que começaste e quando olhas para trás se encontras depois? Conta-nos um pouco. Olha, Madalena, obrigada por teres devolvido essa pergunta, porque realmente, quando eu olho para trás, eu vejo uma Catarina tão diferente. Porque
Eu tinha muito esta questão de falar, não é? E eu agora desafiei-vos a vocês fazerem um podcast de entrevistas comigo, que é uma coisa que, curiosamente, eu fui desafiada há uns tempos atrás a fazer um podcast de entrevistas. Eu pensei assim, um podcast de entrevistas não estava nos meus planos, não é? Então, é fazer acontecer. E é muito... A minha necessidade de eu levar a minha voz para o mundo era tão grande.
que eu tinha, até tinha algum receio do que é que isto podia acontecer, até onde é que eu podia chegar, não é? Porque há tantas aquilo que eu sinto é que o podcast tornou-se maior do que eu, não é? O meu podcast chega a países que eu não sei falar as línguas, não é? Portanto...
ultimamente tive um boom ali na zona do Paquistão e coisas, e esses países assim aí ali à volta, que eu pensei assim, Paquistão, Irão, Iraque, países que até alguns estão agora em conflito, não é? E parece que as pessoas cada vez mais têm necessidade de ouvirem a nossa voz. E não é por acaso, porque tu estás em Angola, nós estamos em Portugal, mas português fala-se nos quatro cantos do mundo.
Então, nós podemos levar a nossa mensagem a pessoas que reconhecem a nossa voz e hoje em dia com a tecnologia, como tu dizias, Madalena, até faz-se a tradução automática daquilo que nós dizemos, não é? Então, é importante, quando nós temos uma mensagem, quando nós temos um propósito, levar a nossa mensagem e o podcast para mim foi a porta de... foi a porta não, foi o pontapé de saída para eu ter esta coragem de me expor.
e de expor a minha mensagem, primeiro sem esta parte das câmaras, não é? Porque era só o áudio, portanto eu e vocês estávamos um bocadinho reservadas em relação à nossa imagem. Eu até fui algo relutante a fazer videocast, mas hoje em dia já ligo a câmera e já falo aquilo que tenho que falar. Mas foi um processo de autodesenvolvimento para mim.
Para mim não foi fácil no início. Luísa? Olha, pegando o processo de autodesenvolvimento, para mim foi o desafio, porque eu no início não utilizava script. Aliás, ainda hoje, passado cinco anos, é algo que é super desafiante. Eu acho que só para aí, há dois anos e meio que eu comecei a utilizar script.
Com muita resistência, porque para mim o falar aqui para o microfone não tinha problema. Era problema com os vídeos, por isso é que eu escolhi o podcast. Precisamente porque queria falar para as pessoas e não queria aparecer no vídeo, porque para mim era complicado fazer vídeo e depois acabei também de ir para o videocast. Mas na realidade foi...
O desafio do podcast foi a meio caminho, não é? Mais ou menos a meio caminho, a começar a fazer scripts para o podcast. Eu ligava o microfone, tinha um tema, como é óbvio, as ideias na minha cabeça e bumba, bumba, era assim que eu fazia. Hoje em dia também tenho essas ideias, mas escrevo, sou obrigo-me a escrever e isso foi onde eu desenvolvi mais, não é? Esta parte da escrita.
que agora sai muito mais fluido confesso que eu gosto é de ligar o microfone assim como nós estamos aqui sem guião e a ver aqui e poder falar à vontade mas isso foi onde eu me desenvolvi mais no podcast ou seja, não foi no áudio mas foi na escrita, por incrível que pareça Estamos sempre em constante aprendizagem sempre em constante descoberta de nós próprios é o que eu sinto e os nossos podcasts são de áreas diferentes o nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso nosso
mas eu acho que temos aqui realmente uma linha condutora, um fio condutor comum. O que é que vocês acham que nos une às três? Para além da data do aniversário dos nossos podcasts.
Eu acho que é o fazer acontecer, não é? É aquela, vamos, cada uma com os seus medos, cada uma com as suas dificuldades, cada uma com as suas autenticidades e com o que faz melhor, mas acho que a palavra que é mais comum em nós as três é a consistência e o fazer acontecer, não é? O não baixar os braços, mesmo às vezes com as dificuldades. Não sei se vocês concordam, mas olhando aqui para o ecrã e conhecendo-nos às três, acho que é o ponto em comum.
além desta questão que nos une que está relacionado com aquilo que a Luísa disse de termos esta coisa de fazer acontecer é para fazer, é para fazer e entre nós sempre foi muito assim, vamos, vamos tens uma ideia, temos, então pegas nisto pegas, e sempre foi de não deixar em mãos alheias e seguir atrás e depois eu acho que não, temos algo que nós estamos disponíveis e nós não estamos a competir umas com as outras nós verdadeiramente estamos umas para as outras
E puxamos umas às outras. E é incrível porque eu estou em Angola, vocês estão em Portugal, mas sempre que é possível nós arranjamos forma de estarmos sempre conectadas. Ou seja, o podcast que nos uniu e nasceu no mesmo dia fez com que nascesse também uma amizade verdadeira, um puxar pelo outro. E às vezes passamos algum tempo sem nos falarmos, mas lá estamos. E é da forma natural como as coisas acontecem. E eu acho que uma das características que nós trazemos também para o nosso podcast é efetivamente...
esta característica de nós estarmos ali umas para as outras, sermos naturais, sermos congruentes com quem nós somos, que se tivermos que parar, paramos. E todas nós já passamos por aquele momento esta semana e não saiu o episódio e no início era um problema, agora não é um problema. E o que nos une é exatamente esta capacidade que nós temos de estar com as outras, umas com as outras, de puxarmos umas pelas outras, de darmos sugestões, de darmos bitites.
É incrível como nós estamos juntas e fazemos brainstorming sem nenhuma definir, ok, agora vamos sentar e abordar este tema e falar sobre isto. Como é que está o teu negócio? Catarina, como é que está o teu negócio, Luísa? Como é que está o teu negócio, Madalena? E nós fazemos isto de forma super natural. Estamos aqui umas para as outras e vamos nos acompanhando, vamos nos monitorizando e vamos dando sugestões.
Este espaço que existe entre nós de quando uma tem alguma questão de estar à vontade para colocar, Luísa, estou a passar por isto, o que é que achas disto, Catarina, olha, estou assim, como é que tu vês isto? E nós estamos ali super transparentes a puxar umas pelas outras e isto é o fazer acontecer e é esta disponibilidade para estarmos umas com as outras. Olha, eu curiosamente, enquanto estava a ouvir a falar, eu acho que há um valor que nos une às três, que é a autenticidade.
Nós não estamos aqui para agradar a ninguém. Nós estamos aqui para levar a nossa mensagem, cada uma à sua, de forma autêntica. E hoje em dia, com inteligências artificiais e com todo este mundo a mudar, a gente chega a um ponto que já não se sabe o que é autêntico e o que é que não é autêntico. Então eu acho que a autenticidade também é um valor que nos une às três.
cada uma da sua forma, umas mais espontâneas, outras mais reservadas, somos muito autênticas. Aquilo que nós temos para dizer, dizemos, e eu tenho esta máxima, tudo se pode dizer desde que seja dito de um lugar de respeito e de amor, até pelo outro, de respeito pelo outro e isto é o nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio nosso próprio
Para mim é um valor muito comum a nós as três, o que é muito curioso. Tenho aqui mais uma pergunta para vos fazer. Vocês acreditam que as pessoas chegam ao vosso podcast por acaso ou há algo que as faz chegar ao vosso podcast? Luísa.
Boa pergunta, nunca pensei nisso. Ou pelo menos dessa forma. Às vezes pergunto-me, cara, está como estavas a dizer, não é? Às vezes uma pessoa vai ver onde é que nos estão a ouvir ou há um disparo enorme num país e uma pessoa pergunta, mas porquê que de repente começaram a nos ouvir? Não sei, eu acho que se calhar é o passo à palavra, possivelmente, não é?
Possivelmente alguém comentou que ouviu o facto de nós partilharmos noutras redes, no Instagram, no Facebook e fazemos esta partilha e palavra passa palavra e eu acho que é o melhor cartão de visita, não é? Eu não sei, acho que é um bocadinho de tudo. Acho que às vezes as pessoas à procura de algo específico, não é?
de cada uma das nossas áreas ou às vezes é pura coincidência de aparecermos essas pessoas precisamente numa plataforma de podcast e nada é por acaso por isso acho que é um misto de tudo acaba de ser um misto de tudo não tenho, por acaso às vezes pergunto-me o porquê eu já tenho quase 300 episódios e às vezes penso assim 300 episódios é muita coisa e o
Já está, eu comecei o podcast com uma área diferente e às vezes há pessoas que ainda vão ouvir os podcasts do início. Por isso, olha, acho que é um misto de tudo. E isso é também o que faz maravilhoso, não é? Podermos chegar a todo lado, a toda a gente, de forma diferente. Olha, em relação a mim, eu posso atrever-me a dizer que nada é por acaso. Nada é por acaso. Nós nos conhecemos de nenhumas circunstâncias,
entramos neste processo do podcast por outras circunstâncias, cada uma movida por algo que nós no início nem sequer sabíamos e eu acredito muito que, está bem, hoje temos mais ajuda das tecnologias do que tínhamos há cinco anos atrás, se calhar.
Mas quem nos escuta precisa naquele momento de nos escutar. E o curioso também é perceber que quem nos escuta hoje, se calhar vão chegar até nós de forma orgânica, passa a palavra, e se calhar vão escutar alguma coisa que não vai fazer sentido algum. Mas nos escutar daqui a um ano, se calhar vai fazer todo sentido. Eu acredito e ultimamente tenho percebido que nada é por acaso. As coisas acontecem quando têm que acontecer e quando nós estamos preparados para acolher determinadas coisas. E as pessoas que chegam até nós.
é porque precisam de escutar-nos, porque, sabem aquela frase que dizem, há tanta gente que precisa de te ouvir, e nós ouvimos isto, há tanta gente que precisa daquilo que tu tens para passar, da mensagem que tu carregas aí frutatória.
do teu conhecimento. E a pessoa reza todos os dias para encontrar uma Catarina, para encontrar uma Luísa, uma Madalena. Então, quando nós partilhamos isto, alguém está à espera. Pode não ser naquele momento. E a propósito disto, eu lembro-me quando nós começamos, há cinco anos atrás, que nós olhávamos e tínhamos aqueles encontros em que olhávamos para os números e a Luísa sempre foi a campeã.
da maratona e nós dizemos, mas como é que é? como é que deixa de ser? como é que as coisas acontecem? e é incrível nós percebermos que nós chegamos aqui e nós temos que chegar e então eu acredito que às vezes é mesmo por acaso nós atraímos porque a partir do momento em que nós colocamos a nossa voz no mundo com a possibilidade de qualquer pessoa escolher escutar em qualquer parte do mundo com a possibilidade de poder traduzir é incrível e é mesmo aí que a magia acontece e isto é fazer acontecer o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o nosso o
Eu também concordo com a Madalena. Eu acho que ninguém chega a nós por acaso, não é? Chega a nós quem tem que chegar e as pessoas, sobretudo se andam à procura de um determinado mensagem, vão-nos encontrar. Se nós tivermos aquela mensagem para aquela pessoa...
vai fazer o METS, vão encontrar. E já me aconteceu a mim e provavelmente já aconteceu a vocês. Receber uma mensagem e dizer era mesmo isto que eu hoje precisava de ouvir. Ou não recebeis mensagens de pessoas que recebem tudo o que a gente diz e nunca nos dão fim. Portanto, nós também temos esses ouvintes que são ouvintes silenciosos, que não nos dão retorno.
e que um dia podem nos encontrar e darem-nos um feedback e nós pensarmos, olha, nem fazia ideia que esta pessoa me ouvia, não é? Então é muito gratificante nós fazermos este trabalho, porque é um trabalho...
que gera grande valor em quem nos chega, em quem nos ouve, e é um trabalho completamente gratuito da nossa parte. Portanto, é um trabalho que eu considero um trabalho feito de decoração.
E a Luísa até tem ali um... A camisa dela tem os coraçõezinhos. É feito de coração, porque se não fosse de coração nós já tínhamos desistido, não é? Pronto. Então é fazer algo que nós fazemos mesmo que não nos pague. Portanto, por isso é que continuamos aqui, não é? E cinco anos depois... Vocês têm...
algo que estejam a começar, vocês são mulheres de fazer, de fazer acontecer, algo que tu ainda não planeaste e que sentes que vais começar, entretanto. Luísa.
Luísa? Neste momento eu continuo a fazer o que fazia e o que quero fazer que é cada vez chegar a mais pessoas e o que está para nascer é o crescimento todos os dias do negócio e da mensagem, portanto e de melhorar cada vez mais o podcast, os conteúdos que entrego os processos terapêuticos que eu entrego e cada vez estar o
em melhor forma, não física mas também física, emocional e espiritual para as pessoas que eu quero ajudar e portanto é esse o foco que eu continuo Olha, tu fizeste lembrar uma frase que eu ouço com alguma regularidade que é
fazem a mesma coisa todos os dias com pessoas diferentes. Sim, sim. E sempre para melhor, não é? Todos os dias, eu acho que aí também temos a mesma forma de estar, que é todos os dias fazer melhor do que fiz ontem. E todos os dias procurar. Tem mesmo a ver com a questão da melhoria contínua, quer dizer, a forma. E a Luísa, uma aprendizagem que eu também tenho estado a fazer, porque eu sou, era muito Luísa, e nós as duas tínhamos isto muito particular e semelhante.
liga o microfone e fala, lá vai, magia para a programação, e depois multiplicar o conteúdo e o dividir e tudo mais, mas era lá ligar e falar, e hoje em dia tem sido uma aprendizagem o escrever antes de gravar, e realmente facilita-nos, mas tivemos que passar por aquele processo, então esta questão da melhoria contínua, de nós estarmos sempre a melhorar, já são três temporadas, no meu caso, que eu vou mudando.
As temporadas, vou mudando algumas coisas, vou fazendo melhorias àquilo que é a minha forma de comunicar, à aprendizagem que eu vou tendo, o saber escutar os feedbacks e ajustar onde é necessário.
tudo isso tem sido uma jornada, uma aprendizagem. Então, coisas novas. É uma nova forma de estar nas mesmas coisas, porque também já somos diferentes, já estamos diferentes, estamos muito mais crescidas, o tempo passa e trazemos também para este modelo do nosso negócio também esta maturidade, que sem sombra de dúvidas acaba por ajudar-nos também na melhoria daquilo que são os nossos resultados nesta era do podcast.
Olha, vocês sentem que há temas que vocês têm necessidade de voltar a eles ao fim destes cinco anos?
Olha, outro dia lembrei-me de precisamente tentar ir ver os episódios todos e os temas, mas depois caiu em saco roto porque não tive tempo, confesso. E não sei, de certeza que já toquei... Aliás, eu acho que todos os episódios têm tudo em comum, mesmo na evolução, neste caso do meu negócio que comecei na aromoterapia, mas tudo está interligado, porque a aromoterapia ainda continua a ser uma técnica que eu continuo a utilizar nos meus processos.
E na realidade, acho que todos os episódios estão, quase os 300 episódios estão todos ligados e de certeza que tem pontos em comum mesmo com a diferença destes 5 anos. Mas eu não sei, é engraçado, eu não sei se...
O tema pode ser o mesmo, até porque eu continuo... Os temas são mais ou menos os mesmos, por assim dizer, mas são olhados de forma diferente, são falados de forma diferente, são com uma entrega diferente minha, porque cá está como a Madalena disse, eu também já não sou a mesma Luísa de que era há um ano atrás, e por isso eu não tenho problemas em voltar a falar do mesmo tema e pensar assim, eu lembro que no início isto era um drama.
pensar como é que eu vou ter conteúdos para falar todas as semanas. Não é algo que eu penso e também não me preocupo nada se volto a tocar no mesmo tema. Por algum motivo é, porque eventualmente quem está do outro lado precisa de ouvir. Ou eu tenho outra forma de entregar esse tema e trazer mais informação e mais ajuda para impactar quem está do outro lado. Por isso, não sei se já repeti temas em termos de títulos, por exemplo, porque às vezes até pode ser mais ou menos o mesmo título, mas acho que os conteúdos...
vira e mexe, são quase sem ser a mesma coisa
Olha, Luís, eu estava a te ouvir e estava a pensar realmente nisto, de escutarmos. Há uns tempos atrás estive a escutar alguns dos primeiros episódios e foi estranho. Foi estranho porque é Madalena, mas já é uma Madalena completamente diferente da Madalena de 2026. Então foi super estranho, mas lá está. É a maturidade com que naquela altura, há cinco anos atrás, nós falávamos sobre determinados temas. Quando eu olho para trás e penso o que é que aconteceu na minha vida,
Nos últimos cinco anos, eu vejo que mudou tanta coisa. Eu sempre fui muito focada, no início deste podcast, naquilo que é o autoconhecimento, desenvolvimento pessoal, muito voltada para a pessoa, o indivíduo, o ser. Eu hoje falo mais para organizações, mas quem faz as organizações são as pessoas. Então, a forma de abordar os mesmos temas é que mudou. Quantas formações eu fiz ao longo destes cinco anos?
que experiências tive eu ao longo destes cinco anos. Então é aquilo que a Luísa diz, às vezes muda o título, o tema é o mesmo, de uma outra forma, até a forma como nós fazemos as pausas, como nós nos tratamos e estamos com o microfone ligado, tudo isto mudou. Porquê? Porque trazemos o nosso ser atual, com a bagagem do passado, mas sempre melhorando aquilo de dia para dia. E têm sido assim, os temas, naquilo que é a minha área de trabalho, andam por ali, pelos mesmos.
mas com formas completamente diferentes e isso também ajuda-nos a chegar a determinado tipo de pessoas e a diferentes tipos de pessoas que, pelo momento em que se encontram, acolhem de forma diferente aquilo que também é o conteúdo que nós estamos a passar. Deixa-me só acrescentar aqui uma coisa, Catarina, que é aquilo que tu disseste há pouco. Quando se faz as coisas com autenticidade...
é autêntico, portanto é aquilo e eu acho que isso é o nosso grande diferencial o facto de nós estarmos sem tretas, aliás estamos aqui a partilhar de algumas dificuldades que nós tivemos e de coisas que evoluímos e de certeza que ainda há coisas que nós não estamos 100% confortáveis mas acho que a autenticidade é que faz a diferença mesmo que até se calhar tivéssemos o mesmo tema todas as semanas ou focada na mesma área todas as semanas ...
Oh, Catarina, desculpa lá, tenho uma pergunta para ti. Força. Força, não é? Estás a nos questionar do que mudou, o que é que não mudou. Tu também, nestes cinco anos, aquilo que foi os teus, o teu podcast, porque a Catarina, não é, Luísa? A Catarina houve uma altura que eram dois. Dois ou três. Eu acho que ela chegou quase a uma altura até quase a terceira nascer.
Conta-nos um pouco esta evolução, esta mudança da própria Catarina destes cinco anos. E como é que tu hoje olhas para o podcast? Olhas da mesma forma ou não? E de que forma é que este podcast que tu apresentas hoje também impulsiona aquilo que é o teu trabalho? Eu ia mesmo falar um bocadinho disso, que é O Amor Pode, foi o meu primeiro podcast.
e ele trazia aqui alguns temas, eu na primeira temporada abordei alguns temas de algumas ferramentas que eu utilizo, como as constelações familiares, o Feng Shui, a Rádio Estes e etc. E lá para as tantas precisei de ajustar a comunicação e lancei o lado B.
e o lado B ficou na primeira temporada e eu ando aqui com algumas vontades de o reativar. É, ando com vontade de o reativar. Preciso também aqui de estruturar algumas coisas porque o lado B, mais dia menos dia, ele vai voltar à segunda temporada.
como um podcast de entrevistas. Para mim está muito claro que vai ser podcast de entrevistas de pessoas que fazem acontecer, como a Luísa, como tu, Madalena... Está para nascer, então, ou renascer. Está a renascer. Está aqui o lado B está a renascer. Está a renascer para uma segunda temporada, que eu já ando aqui com alguma vontade. O Amor Pode, eu voltei a ele passado, sei lá, uns dois anos, ou uma coisa assim, e porquê?
porque eu foquei-me sobretudo nas constelações familiares sistémicas e é este tema que eu tenho falado ao longo destes últimos tempos. O ano passado foi um ano desafiante para mim e eu tive algum tempo parada e voltei este ano na quarta temporada e realmente vai haver aqui novidades também em breve, porque eu estou aqui...
Vou puxar também aqui para os meus alunos, que eu já formei de constelações familiares, e a Luísa é uma delas, não é? Para, vou desafiá-los, porque eu sinto que é importante cada vez mais levar esta mensagem e esta mensagem da consciência sistémica a cada vez mais pessoas, a cada vez mais famílias, a cada vez mais empresas também, levar esta consciência. E o podcast vai ser também esse veículo de termos gerações conscientes ...
para termos gerações mais livres e menos presas a coisas do passado que nós não podemos mudar. Mas temos que ter consciência delas para sermos também cada vez mais livres. Então...
este movimento que eu estou aqui a gerar, também a gerar, que são o movimento das gerações conscientes e que eu estou aqui já a trazer com o nome e tudo, vai ser um...
O podcast vai ser também um dos veículos desta mensagem que eu quero levar para o mundo. Mas o podcast tem, como eu estou aqui a partilhar com vocês, tem dançado comigo ao longo destes anos. À medida que eu vou mudando algumas coisas no meu negócio, ele vai evoluindo comigo. E até em termos de linguagem própria que eu trago...
dos últimos episódios desta temporada, nos primeiros episódios desta temporada, trouxe muita consciência dos vínculos, os vínculos que nós herdamos, os que nós cultivamos e os vínculos que tantas vezes ficam por ver e por falar e por terem vistos também, não é? Então é...
Muito o podcast evolui à medida que eu também vou evoluindo como pessoa, como mentora, como formadora e como pessoa. A nossa vida é só uma, não é? Nós temos a área pessoal, a área profissional, mas a vida é só uma. Então, à medida que a vida evolui, o podcast evolui comigo.
Então hoje obviamente sou uma outra pessoa, completamente diferente da Catarina de 2021, quando lançou o primeiro episódio. Portanto, o Amor Pode e os meus podcasts têm evoluído comigo. É muito curioso. Estamos aqui já há algum tempo. Eu sei que temos aqui um tempo muito limitado aqui por contingências.
da Luísa, e eu quero lançar aqui mais uma pergunta. Se vocês pudessem, numa frase, dizer, deixar aqui a vossa mensagem para quem nos está a ouvir, que mensagem é que vocês gostariam de deixar? Imaginem que está alguém a ouvir-nos pela primeira vez. Que mensagem é que vocês gostariam de deixar a essa pessoa? Luísa.
Sobretudo que tudo é possível, pegando aquilo que eu estava a dizer há pouco, é possível mesmo com medo, mesmo com dúvidas, é só nós querermos, não é? E está na nossa mão nós fazemos a diferença e saímos da zona de conforto. Por isso, quem está a ouvir desse lado, seja um podcast, seja outra coisa qualquer que esteja a pensar fazer, que esteja com medo, porque acha que não é capaz, porque não tem confiança, porque...
com muitas dúvidas, não é? Porque vem-nos muitas dúvidas não há nada como sair da zona de conforto e fazer porque onde a gente está, a gente já conhece então há que arriscar e porque quando a gente arrisca evolui e às vezes há surpresas fantásticas, para não dizer quase sempre há surpresas fantásticas do outro lado
E por isso vai-se mesmo com medo e depois é fantástico olhar para trás. Eu há bocado estava a ver o programa de alta definição que deu ontem e uma pergunta que ele costuma fazer é o que é que dirias à menina lá atrás e lá para a frente, não é? Então acho que a mensagem é sempre a mesma, força, vamos para a frente, é possível, com consistência, com vontade e mesmo com medo e com autenticidade.
Olha, o que eu vou dizer é mais importante do que a velocidade é a direção. E definirmos bem onde estamos e onde queremos chegar e escolhermos o caminho que nós vamos seguir é extremamente importante.
Eu sei que é muito mais fácil estarmos constantemente a compararmos com os outros, a quem já está a fazer, como é que está a fazer e tudo mais. Uma coisa é certa, isto é desperdício. É desperdício de tempo, é desperdício de energia. Se tu olhares para o lado é para modelares e perceberes e questionares se tiveres a oportunidade para entender o que é que o outro está a fazer ou como é que faz para lá chegar. Mas lembra-te que aquela medida que serve ao outro poderá não ser a medida que te vai servir a ti.
Então nada como tu calçares as botas, arregaçares as mangas e definires o teu caminho.
Às vezes vai parecer que os outros estão muito mais à frente do que tu, que tu não vais conseguir, que te faltam as forças. Mas nós as três somos prova viva de que, muitas vezes, não tivemos força, não tínhamos ânimo, não queríamos, mas mesmo de pijama, com as câmaras desligadas, estávamos ali.
Então, cada uma na sua direção. Não temos as três, os mesmos números de episódios. Não temos as três, os mesmos números de pessoas que nos escutam, de downloads. Mas uma coisa é certa, cada uma de nós está a fazer o seu caminho. Então, porquê? Porque cada uma de nós sabe qual é a direção. O motivo que nos move, nos faz a seguir este caminho. Então, tu só precisas de encontrar o que te move e depois definir o itinerário.
E o resto, uma estrada faz-se andando. Então, com altos e baixos, com quedas, com desafios. Mas não desistas, como a Luísa diz, dá o teu melhor. E sempre que tu chegares ao final do dia e tiveres certeza que deste o teu melhor, ainda que não tenhas chegado lá, está tudo certo. Deste o teu melhor. Então, dá o teu melhor no encontrar a direção de definir o itinerário.
E nós estamos aqui deste lado, cada uma nas suas áreas, áreas que se complementam para te apoiarmos, para te ajudarmos, para te mostrarmos caminho que tu podes experimentar e ver se funciona para ti. Mas lembra-te sempre que uma estrada faz-se andando, que a tua digital, a tua pegada é única, tal como a de nós as três, únicas, mas que conseguimos encontrar sinergias para seguirmos juntas. Olha, a minha frase, vamos dizer assim, é que todas nós temos algo para partilhar com o outro.
Então, todas nós temos histórias, todas nós temos conhecimento e é importante nós... Eu hoje vou usar mesmo esta palavra. Temos que deixar de ser egoístas e partilharmos aquilo que temos. Porque se nós ficarmos com o nosso conhecimento para nós, com o nosso percurso para nós, com as nossas opiniões para nós, nós não estamos a ajudar o outro, não é? E o podcast para mim também é servir.
É muito servir o outro. Então, bora lá fazer acontecer, não é? E ajudar também quem precisa de nós. Porque há pessoas que precisam da minha mensagem, há pessoas que precisam da mensagem da Luís, há pessoas que precisam da mensagem da Madalena, e todos nós, até mais ou menos coisa, falamos de processos de autodesenvolvimento, vocês as duas são coach, portanto, mas...
Se a gente decidir as três, o mesmo título com o episódio vão ser coisas completamente diferentes. Porque nós somos pessoas diferentes, não é? Então, com vivências diferentes, com experiências de vida diferentes. Então, é muito isto que eu queria partilhar com vocês.
Não sei se tem alguma pergunta para fazerem umas às outras. Não, mas já que um desafio ao Vivi a cores, não é? Que é que tal gravarmos um episódio em que o título é o mesmo, mas cada uma traz um bocadinho da sua área sobre esse título. Acho que ia dar um episódio muito engraçado.
Nós não somos mulheres de não aceitar desafios, não é? Portanto, o desafio está aceito. Ficamos à espera que tu nos mandes o título. Ok. O Lígia vai analisar que título será e vai partilhar connosco. Boa. Então, pronto, está combinado. Eu aceito o contra-desafio de ser eu a pegar no título.
Ok, definirmos um dia ainda este ano para esse episódio com o mesmo tema, vamos assim dizer, ir para o ar no mesmo dia. E isto já sabemos que implica aqui outra gestão de agendas, mas vamos definir. Sim, sim. O que é para o outro lado? Os três que estão a sair em que dia? Terça-feira. Ah, todos. Eu e a Madalena temos o mesmo dia. Temos as três o mesmo dia, terça-feira, porque nesta última temporada eu escolhi começar...
numa terça-feira exatamente para estas estamos super alinhadas super alinhadas super alinhadas
super alinhadas, vamos lá fazer acontecer esse episódio com o mesmo título no mesmo dia não sei se Madalina se tens alguma questão que... Olha, quero agradecer-te aqui neste videocast de 5 anos para mim vai ser um episódio especial mas quero aqui agradecer-te Catarina por teres tido esta iniciativa mais uma vez com muito tempo de antena e muito bem programada
de acordo com as nossas agendas, mas nós somos assim, arranjamos sempre solução e é isso que nos caracteriza, porque mais uma vez estamos ali para umas, para as outras. Então agradecer-te esta iniciativa. Luísa, é sempre um prazer e dizer que vocês são muito especiais na minha vida, no meu percurso, naquilo que é a Madalena. Uso, já usei e continuo a usar dos vossos serviços. Catarina, sabes bem porquê? Luísa, tu também, ainda aqui nos últimos tratamentos estive a fazer ainda ontem, lembrei-me de ti, cada vez que eu uso.
um óleo lembro-me de ti então agradecer esta parceria este estar, este cuidado
que têm existido entre nós e fazem parte deste percurso tão bonito. Eu digo que o podcast é um percurso de servir tão bonito, em que vocês fazem parte. Então, farão sempre. Estão sempre no meu coração. E obrigada por estarem comigo nestes cinco anos. Já são cinco anos. Muito, muito obrigada por já enchermos uma mão e esperamos continuar a encher mais.
Claro que sim, já agora aproveito aqui as palavras da Madalena, porque na realidade deste podcast surgiu uma grande amizade, não é? E que se mantém, e cá está como a Madalena estava a dizer, estamos ao virar da esquina umas para as outras, mais perto fisicamente umas e outras mais longe, mas sempre, sempre perto.
e sempre a fazer acreditar e não me levem a mal loucas como sempre, porque acabámos aqui de aceitar mais uma loucura para fazermos, mas é isso também que nos caracteriza e por isso obrigada Catarina pelo convite obrigada Madalena e Catarina por fazerem parte desta jornada e serem parte daqui também do meu ambiente de amigas chegadas e quero também agradecer a Madalena e a Luísa obrigada às duas por terem estado aqui comigo o dia
por terem dito sim, sem hesitarem, e por serem cada uma à vossa maneira um espelho também do meu próprio caminho. Porque sem este caminho nós não estaríamos aqui cinco anos depois. Quando eu lancei o Amor Pode, eu não fazia ideia do que é que eu estava a construir. Isto aqui é a realidade. Sabia que eu queria...
Pôr a minha voz no mundo, mas não fazia ideia do que é que isto, nem de onde é que me ia levar, nem da forma como é que eu hoje olho para os mesmos temas. E, no fundo, eu tinha aqui algumas crenças limitantes que foram ficando pelo caminho ainda bem. E hoje, cinco anos depois, e depois desta conversa, eu tenho aqui uma clareza muito grande, que é a amizade está acima de tudo.
Minhas amigas. Aquele abracinho. É, é, é. E este trabalho nunca foi só sobre ajudar o outro. E também nós podemos participar no crescimento dessas pessoas, não é? Compreender padrões e valer aniversário sem lágrima, não é? Isto faz parte, a emoção é muito grande.
e ajudarmos realmente cada vez mais pessoas e nos próximos tempos eu vou continuar a partilhar com vocês estes movimentos que eu tenho estado a fazer e nomeadamente este movimento de grande expansão que eu tenho estado aqui a sentir na minha vida e ainda bem que vocês fazem parte dele também.
Então, obrigada. Obrigada. E obrigada a quem nos vai escutar e quem nos vai ver e mantenham-se firmes e irtes aí deste lado. Nós choramos sempre, não é? Catarina começa, depois ficamos nós aqui. Ah, claro, claro. E fica aqui a promessa, malta. Daqui a 10 anos estamos aqui outra vez a fazer este videocast. Eu hoje estou para provocar-vos, portanto, olha. Não, não, não. Porque, no fundo, este caminho não termina...
Não termina em nós, não é? Este caminho continua para além de nós. A nossa voz está no ar, não é? Portanto, já ninguém tira daqueles episódios. A nossa voz está no ar e o curioso disto tudo é que já não sei se foi a Luísa ou se foi a Madalena que referiu ao bocado que os primeiros episódios continuam a ser ouvidos.
Portanto, aquilo que diz muito sobre aquilo que nós podemos partilhar com os nossos ouvintes. Porque cada pessoa que descobre o podcast Eleva-te, tu podes, o amor podes ou tu podes mudar a tua vida, quando o descobrem, descobrem-nos já num ponto...
de maturação, não é? A gente sabe que a maior parte dos podcasts não passa, já não sei qual é a estatística, mas... Já nem sei atualmente qual é. Também não. Mas pronto. Ao fim de três anos, mais de, se calhar, 90% já ficou pelo caminho. Nós já somos aqui umas dinossauras do podcast. E o curioso, no meio disto tudo, é que cada vez que há pessoas novas que descobrem cada um dos nossos podcasts,
eles têm a possibilidade de ouvirem tudo para trás, não é? E acompanhar o nosso curso. E então vão ouvindo todo o nosso percurso destes cinco anos e que é fantástico. É muito bom poder estar aqui com vocês. É muito bom poder ter aceito o desafio da Luísa.
E também o teu, Madalina, porque daqui a cinco anos nós estaremos cá, com certeza. Isso é sempre a Luísa, é sempre a Luísa. É um tema comum, é sair no mesmo dia, agora são cinco anos, pronto, vamos fazer o que a gente diz que sim.
Adoro ter amigas loucas como eu que aceitam estes desafios e que bora lá, malta, bora lá. É para fazer, é tal história. É para fazer, bora lá. Então, olha, mais uma vez, obrigada a vocês as duas por terem aceito este meu convite e em breve daremos notícias a quem está aqui a ouvir sobre os desafios que fomos lançando aqui umas às outras.
Boa tarde e um grande beijinho para vocês as duas. Beijinho 5.
Comunicação Lean
Imersão Comunicação Lean