NerdCast 1037 - 1 Otimista vs. 10 Filmes Ruins
Lambda lambda lambda, nerds! Sim, a gente sabe que você provavelmente jogou no bolão que hoje seria o NerdCast de Supergirl (e meio que é), mas quando um amigo precisa de ajuda, é nossa obrigação atender.
Neste episódio, Carlos Voltor é o alvo de uma INTERVENÇÃO NERD, porque não é humanamente possível alguém ser tão otimista na vida, e nossa bancada formada por Alottoni, Rex, Bassoli e Azaghal está pronta para finalmente acabar com toda a boa vontade do nosso querido Caquinho para com o cinema medíocre.
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ATENÇÃO: ESTE EPISÓDIO TEM CHARADA PARA A CAÇA AOS SELOS VALENDO INGRESSOS DA NERDCON!
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- Reimann SupergirlCríticas ao roteiro e soluções não utilizadas · Uso da kryptonita como fraqueza · Contradição no heroísmo da personagem · Utilização do Lobo no filme · Falta de senso de urgência na trama · Comparação com os quadrinhos Woman of Tomorrow · Relevância do filme para o novo universo DC · Crítica à abordagem sombria e traumática do filme
- Star WarsPior filme de Star Wars · Retorno de Palpatine sem contexto · Falta de conexão entre os filmes da trilogia · Crítica à fala "Somehow Palpatine returned" · Cavalgada em Star Destroyer
- Nerdcast RPG WesternLançamento do segundo episódio · Camisa Widow Wood disponível na Nerdstore · Arte de fãs
- ChatGPTPrevisão de resultados de jogos · Pesquisa para criação de personagens · Resolução de problemas técnicos · Diferença entre IA e artistas humanos
- Criação de Páginas e SitesFerramenta de IA para montar sistemas · Customização de páginas de vendas · Infraestrutura de hospedagem e domínio
- Filmes Spin-off Star WarsCena que explica o nome 'Solo' · Desconstrução do personagem Han Solo · Falta de carisma do ator · Armário na Millennium Falcon
- Mulher numa narrativa específicaComparação com o primeiro filme · Crítica à história sem sentido · Retorno de Steve Trevor em outro corpo · Shia LaBeouf como ponto fraco do filme
- Charada para a Caça aos Selos da NerdconEpisódio "Fui a primeira arena onde mundos diferentes colidiram" · Prêmio de ingressos duplos para a Nerdcon
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- Mortal Kombat 2 (filme)Destruição do primeiro filme · Presença de Sean Connery · Alienígenas com dreadlocks · General Katana
Você está ouvindo Nerdcast no Jovem Nerd.
Lá vai, lá vai, lá vai, nerdzinhos! Aquele show trotônico do Jovem Nerd, nós ouvimos e não julgamos.
Aqui é Carlos Voltori, eu vou falar com um bando de velho amargurado.
É verdade, é verdade, é verdade.
Aqui é o Rex e Eu volto a ver coisa boa nas pessoas. Eu vejo a verdade.
Nossa Senhora!
O cara que defendeu o Black Adam, né? Aqui é o Marcelo e desgostar não vai te machucar.
Aqui é a Zagall e hoje é dia de esvaziar essa porra desse copo.
Muito bem, nerds! Estamos aqui para ajudar um amigo.
Ou ajudar nós mesmos, né?
Sei lá, né? Nós estamos aqui fazendo um tema que a gente nunca fez. Temos aqui um otimista contra 10 filmes ruins. Porque o Carlos Voltor, ele sempre, entre nós, a galera que ouve Nerdcast há muitos anos, Carlos Voltor tá aqui desde o primeiro Nerdcast. Ele é o cara otimista, ele é o cara que gosta dos filmes quando a gente odeia, ele adora, ele sempre defende, ele sempre vê o copo meio cheio. Azaghal conseguiu É imaginar que o copo meio cheio do Carlos é a parte de cima que fica meio cheia.
Tem um vácuo embaixo e a água sobe.
Exatamente.
Então hoje a gente quer quebrar esse copo.
A água vai flutuar.
Ah, olha aí!
Voltou, não existe copo.
É, não existe copo, não existe água, né?
Canela!
Canela!
Muito bem, Azaghal, vamos para mais uma semana de beleza e canelada, Azaghal, do Nerdcast.
Nossa, que sofrido.
Vamos. Eu não sei, eu tô rouco nesse Nerdcast e aí eu tô mais rouco agora gravando os e-mails que a gente gravou pouco depois. Eu tô ficando mais rouco.
Marcos Castro já disse.
Eu sei, Marcos Castro me deu a balinha da garganta lá na CCXP que me salvou e eu nunca mais comprei.
Não, mas não é só a balinha, ele falou para você fazer fono.
Crescer a voz.
Fazer treinamento. Mas eu acho que, calma, é só um É só uma virose, é a virose.
Olha só, o fato é que Brasil e Espanha seguem e a gente está aqui tentando prever o futuro com o ChatGPT.
Minha honra está em jogo.
A sua honra está em jogo.
Marcelo, temos uma disputa e a Espanha acabou de passar lindamente para a próxima fase.
Sim, lindamente, lindamente, gols incríveis. Não, a Espanha mandou bem pra caramba.
Brasil passou de uma forma emocionante, quase desesperadora.
Ai, meu Deus do céu, pelo amor de Deus.
Mas isso é interessante porque A gente vai falar aqui de ChatGPT, e eu usei ele recentemente antes desses jogos porque eu queria saber aonde que eu poderia estar nos próximos jogos, tanto do Brasil quanto a Espanha.
Como assim, onde você poderia estar?
Porque enquanto a gente tava na fase de grupos, e conforme ela tava se desenhando, né, finalizando, existiam algumas possibilidades do Brasil passar em primeiro, segundo lugar, e aí os jogos seriam lugares diferentes, dias e horários diferentes.
Sim, claro.
E aí eu mandei ChatGPT, quais são as possibilidades de jogo de Brasil e depois da Espanha depois dessa fase? E ele foi desenhando e mostrando as possibilidades, entendeu?
Ah, olha só, então ele foi elaborando.
Se ganhar, vai jogar tal dia, tal horário e tal lugar.
Te dando uma resposta, tá vendo? Uma resposta bem personalizada para sua pergunta. Você vê, a pergunta meio genérica, mas ele te deu uma resposta bem precisa, né? Explicando o que você queria saber. É isso, né?
Foi perfeito, me organizei todo. Só que sabe qual é a minha maior dor? Próximo jogo da Espanha, vou estar voando. Dentro de um avião voltando para Orlando.
Você vai estar voando, é verdade, você não tem nem como acessar nada.
Nossa, tô aqui pensando como ver Casimiro voando, é possível isso?
Casimiro?
É, o streaming, será que eu consigo internet de avião assistir o jogo?
Mas você vai assistir com delay, delay, eu não sei, não, você não vai conseguir, você não vai conseguir assistir, se tiver internet tu vai conseguir ver o blog do jogo, é isso que você vai conseguir, você pode ficar conversando com o chat GPT, pede pro chat GPT assistir o jogo. Narrando para você.
É uma boa, vai me atualizando.
Então tu não vai ter banda para tocar streaming no avião se tiver internet no voo, mas para fazer chat tu tem.
É verdade.
E aí faz o chatGPT, vai narrando o jogo para mim. Caraca, podia testar essa, porque você sabe que vários sites de tecnologia usaram vários modelos de LLMs diferentes para prever, para tentar fazer a previsão baseado em estatística, etc., de quem pode ser o campeão. Sabe quem o chatGPT previu como campeão?
Quem?
Espanha. Sério?
Nunca Cacritiquei, porra, chatGPT. Então, meu amigo, quando você tiver voando, fica tranquilo, vou estar confiando, eu tô confiante, meu Gambit tá garantido já.
Mas é isso, gente, se você quiser fazer, que eu espero que a gente usa para cá, coisas do dia a dia, para ter ideias do coração. Será que fica maneiro esses quadros aqui? Será que fica maneiro se eu fizer o jardinzinho dessa forma, etc., sabe? Esse tipo de informação, o chatGPT não é seu médico, não é seu psicólogo, não se esqueça disso. Ele é um assistente pra coisinhas assim no dia a dia pra gente, a gente usa dessa forma. Ele não é um artista que vai fazer arte pra você, botar na logo da sua empresa.
Pra isso você contrata humanos, artistas, designers, etc. Mas pra essas coisas do dia a dia, pra perguntas específicas, customizadas, que nem eu já resolvi um monte de problema do Logic Pro quando eu tava editando a Sketch RPG, principalmente agora, quando a gente acabou de lançar o segundo episódio, aliás, lançou o segundo episódio da Sketch RPG de Velho Oeste, já está no ar. Mas pô, tem muita coisinha técnica que eu pergunto, cara, que simplesmente era isso, era uma dúvida técnica muito específica, porque eu não achei fórum, não achei no YouTube, não achei lugar nenhum.
E eu fiz a pergunta específica, ele me deu a resposta, eu testei a resposta dele, funcionou. Então, excelente assistente para essas coisas específicas.
Não, eu usei o ChatGPT, não foi agora, foi quando eu tava criando o personagem e eu tava em dúvida que que eu ia fazer, tava pensando em fazer um médico e tal. E aí eu fiquei conversando com o chat perguntando como é que era medicina em 1800 e pouco, como é que era os tratamentos, quais as doenças principais medicamentos, tinha remédio, tinha formação médica.
Você queria fazer uma pesquisa bem específica para o seu personagem que você tava criando, para ter umas informações básicas para ver se dava liga com o que você queria fazer, é isso?
Exato. Aí ele foi me trazendo que não tinha uma escola de medicina, que muitos médicos eram pessoas que iam aprendendo em campo, não tinham muitas doenças, né, diagnosticadas, né. Então tudo era tipo virose, gangrena, tipo, sabe. E aí tinha alguns tratamentos muito específicos.
E aí corta a perna, corta o braço.
Foi uma pesquisa muito interessante, cara.
É, mas não se esqueça que assim, você tava que é preliminar para você ter informações por alto, para quem é o personagem, etc. E eu acho ótimo para abrir essa visão preliminar de um assunto.
Isso, exato.
Mas aí eu, como gosto de informação, né, com double check, fact checking tudo, eu quando quero me aprofundar em algo, eu posso até usar essa ChatGPT como uma janela para abrir o assunto e achar fontes para eu começar a pesquisar nas fontes, entendeu?
Não, essas pesquisas que eu fiz, ela me trouxe fontes e eu fui nas fontes.
Te trouxe fontes, né?
Exato.
Aí você vai se aprofundando nas fontes, vai vendo. Então é isso, é uma janela, uma extente, uma janela customizada para você, né, conseguir uma direção. E você faz o double check, quanto mais importante a informação for, você vai fazer o double check nas fontes, etc. Muito bom, aproveite, tem link aí no post. Aí, ó, vamos seguir.
Espanha, tô confiante, chat, tamo junto.
É isso, então vamos ver, vamos ver. E lembrando que se você está fazendo aplicativo web, um sisteminha, site, página de vendas, o que você precisar, você pode usar a Hostinger Horizons. Eu passei o desenvolvimento customizado. HostGator Horizons é uma ferramenta que usa inteligência artificial para você montar esses sisteminhas, como antigamente tinha outras formas facilitar esse trabalho. Lembra quando você fazia site, você criava os quadradinhos para você colocar informação dentro, arrastava para o lado, criava formas modulares?
Isso tudo você fazia de uma forma muito plug and play antigamente com essas ferramentas de criar site sem precisar programar. Hoje a HostGator Horizons oferece uma forma de você promptar essas necessidades. Em vez de você ficar só com estruturas modulares já pré-programadas, você vai ter mais customização pra você poder descrever o que você precisa e depois editar, ajustar, etc. Pro que você precisar? Tá criando página de vendas?
Mais uma vez, tá vendendo arte com as coisas que a natureza te dá? Criar página de vendas, aproveita. Aplicativo web, sisteminha de site, o que você precisar, você usa a infraestrutura Hostinger por trás pra você poder configurar hospedagem, domínio, email, tudo com poucos cliques. Hostinger, empresa sólida presente em mais de 150 países, com mais de 20 anos de experiência, que nem o Netcast, tá parecendo o Netcast. São mais de 3 milhões e meio de clientes no mundo e mais 700 mil no Brasil.
Aproveita, tem cupom de desconto JOVENNERD, tudo junto. Aproveita, JOVENNERD, você ganha 10% de desconto. Tem link aí no post.
E Jovem Nerd já está no ar o segundo episódio do Nerdcast RPG Western. Ô meu amigo, sangue antes do amanhecer.
Ser.
Caraca, é muito bom! Morreu gente.
Sabe o que me surpreendeu? Teve gente que passou batido pelo primeiro. Ó, se você não ouviu o primeiro, volta lá porque tem o primeiro episódio, Bem-vindos ao Widowwood, e agora o segundo episódio já no ar. E teremos mais episódios esse ano, claro, lógico.
Pô, você não viu que no final tem um outro grupo chegando na cidade de trem, rapaz?
Se você não ouviu, ouça agora. Se você ouviu, reouça. E se você curtiu, temos produto Nerdstore para você.
O quê?
Justamente a camisa Willow Woods já está disponível na nerdstore.com.br. Arte do Arthur Traud reúne o primeiro grupo de cowboys, bandoleiros mineiros e bartenders.
Que grupo, que grupo maneiríssima! Porra, tá muito foda, porque ela tem o grupo todo na frente, né? É bem-vindos ao Willow Woods, e atrás você tem tipo uns cards mimagens assim com cada um deles. É muito maneiro, cara, tá muito foda essa camiseta.
E já que nós estamos falando de Jovem Nerd, de Nerdcast RPG, de 20 anos de Nerdcast, temos mais uma charadota para os selos, os 20 anos de Nerdcast, Jovem Nerd.
Temos, exatamente. Olha, você tem que achar esse Nerdcast. Atenção, abre aspas: fui a primeira arena onde mundos diferentes colidiram. E onde o Lobo e outros porradeiros do Nerdcast se destruíram. Que episódio sou eu?
Haha!
Não tem dificuldade nenhuma, isso aí é melzinho no chupinho.
Ah, não, né, zero dificuldade, gente, vai lá.
Melzeta no chupinho, como diria.
Acha qual Nerdcast é esse, vai ter o link para você baixar o seu selo, vai juntando aí que quem, né, no final dos 20 selos a gente vai dar a receita de bolo para você subir esses 20 selos e os 3 primeiros felizados vão ganhar ingressos duplos para nossa Nerdcon, dia 20 de setembro em São Paulo. Azaghal, vai ser foda demais!
Se você não quer ouvir os e-mails e as caneladas do último Nerdcast, que foi sobre He-Man, que na verdade o último foi RPG, mas não tem e-mail, você entendeu, né? A gente vai ler de He-Man. Você pode pular diretamente para 23 minutos e 40 filmes ruins. Arte dos fãs, nós temos um Eliot Cabeça Dura do Nerdcast RPG de Western por Mateus Farias. Ficou irado, cara, ficou muito legal, tá muito maneiro, puta merda. Pegou bem o espírito do Eliot e ele fez aqui um backlight, né?
Ele tem uma versão com mais um e ele botou um backlight aqui, ficou muito foda, pô.
Ficou muito animal. Foi a pistolinha na minha cabeça, a pistola do Tuco do Um Bom, Um Mal e Um Feio, exatamente como nessa imagem que você pode estar vendo aí, tem na postagem. Mas aí quando eu fui agora pesquisar recentemente, não é assim. Eu sou completamente É louco, ué, ele não pendura pistola no pescoço? Pendura, mas ele pendura ela com um cordão longo para ficar na altura da cintura. Ah, ele vai atirar, ele tem que ficar com o braço curtinho.
É verdade, ela tem um, claro, faz sentido, cara.
Puta merda, mas porra, muito boa! Mandem mais artes aí do Nerdcast RPG que a gente adora.
Foda demais!
E também tem a galera do Cassete de Agulha, né, que doa sangue e ajuda a salvar vidas: Adriano Pellegrini, Amanda Cabreira e Thiago Sena, Jonathan Silva, Hélio Henrique, Gabriel Oliveira, Carlos Henrique Lopes, Henrique Dornel e Fernanda Aidar. Muito obrigado por doarem sangue e participarem aqui dessa campanha.
Muito bom.
E vamos lá, deixa que eu leio aqui para você preservar sua voz.
Obrigado, obrigado. Eu comento.
Nicolas Bortolon, 45 anos, defensor público, Vitória, Espírito Santo. Gostaria de falar um pouquinho sobre o episódio do filme Mestres do Universo, pois ao ouvi-lo antes de do filme. Uai, apesar dos spoilers?
É isso mesmo? O Rex participou antes de ver o filme? Tá brincando?
Isso me animou mais para assistir.
Ai, que bom, que bom.
He-Man é algo que marcou muito minha infância, assim como a maioria das crianças dos anos 80. É certo que a maioria dos episódios era bem infantil, mas havia episódios bastante profundos. Um exemplo que lembro bem, pois me marcou muito, é o episódio O Problema com o Poder. The Problem with Power, em que o nosso herói, que não machucava nem uma mosca, diferente do filme, é levado a crer que matou um homem inocente com a sua super força.
Caraca, não lembro disso não.
Na verdade, tudo foi uma ilusão planejada pelo Esqueleto.
Mas caraca, que bad essa pro He-Man, brother. Nossa, o Esqueleto quase destruiu o He-Man dessa forma.
O nível de abalo do He-Man é tão grande que ele, super deprimido, atira sua espada do alto do castelo de Grayskull no abismo sem fim que o circundava.
Caraca, eu não lembro desse episódio não, brother. Que loucura!
Eu me lembro de um rolê da espada estar lá embaixo no abismo. Caraca! Acho que esse é um dos episódios mais legais e maduros da série, pois depois que descobre que foi enganado, Adam desce no abismo em busca da espada.
Eu acho que eu lembro disso também, dele descendo.
Priso, Adam faz isso.
Porra, animal!
Pois ele não podia mais virar o He-Man até recuperar a espada.
Claro!
E é um dos poucos episódios em que o príncipe e não o campeão de Eternia é o protagonista e o herói do dia.
Porra, nem mal, caraca, brother.
O filme me lembrou bem desse episódio, pois no cinema também é Adam que tem muito mais tempo de tela e protagonismo e até carisma do que o He-Man. Mas aí vem a falha do filme.
É, olha aí, concordo, já sei.
Não há um abismo sem fim em torno do castelo de Grayskull, mas água.
Isso é um vacilo, cara. Eu achava muito maneiro esse abismo sem fim.
Vacilo, diz ele. Vacilaço. É, mas fora alguns erros singelos de fanservice como esse e a morte do Rei Randor desnecessária, o filme é muito bom. E melhor ainda que eles são vocês. Olha aí, muito obrigado, grande abraço a todos.
Muito bom, muito bom, obrigado, querido.
E temos aqui, como estamos fazendo toda semana, Nerdcast, mais um e-mail para comemorar os 20 anos de Nerdcast, 20 anos de relações que nós temos com vocês.
Que lindo!
E dessa vez é o Bruno Azeredo, de 32 anos, empresário do Rio de Janeiro. Acompanho vocês há muito tempo, conheci o Jovem Nerd por volta de 2011, 2012, primeiro pelo YouTube. Em algum vídeo vocês comentaram sobre o Nerdcast.
Olha aí, cross media, legal.
Aí, a gente tem que voltar a fazer isso, a gente é vacilão, não fica fazendo cross media.
Exato.
Até então eu nunca tinha escutado podcast na vida, então antes de tudo, obrigado por me apresentarem esse mundo.
Muito bom. Nós desvirginamos os ouvidos de Bruno Azeredo com o Podol. Não, ficou horrível isso. Com o podcast. Ele era virgem de podcast, era isso que eu queria dizer.
A partir daí, o Nerdcast virou parte da minha rotina. Eu baixava os episódios e colocava no celular para ouvir nos deslocamentos entre casa, estágio e faculdade. Eu moro e morava em Campo Grande, no Rio de Janeiro. Olha aí!
Olha aí, Adaga!
Então, qualquer trajeto era praticamente uma jornada. Jornada, Campo Grande.
Pô, grande é longe.
Fiquei tão viciado que decidi fazer o caminho completo. Voltei mais de 200 episódios e comecei a escutar desde o primeiro programa.
Nossa Senhora, mais um herói.
Foram meses ouvindo diariamente, em média, 2 episódios por dia.
Meu Deus, cara.
Eu saía de casa às 8 horas da manhã e só voltava lá pelas 11, meia-noite.
Caraca, brother, sinistro. Paulera, paulera, paulera.
No meio dessa rotina puxada, o Nerdcast acabou virando minha companhia diária. E ao longo desses anos, propaguei a palavra do Nerdcast para muita gente. Muito obrigado, cara!
Obrigado!
Mas uma experiência muito especial aconteceu com minha namorada, hoje minha esposa, Thay. E aí, Thay? Ela nunca tinha assistido a Lost, eu já.
Nossa!
E lá por volta de 2019 falei: bora assistir Lost, você precisa ver, é uma experiência. E meus amigos, que experiência é reassistir Lost com alguém que nunca viu antes?
Puta, é um animal, hein?
É maravilhoso! Confesso que senti quase tudo de volta, como se eu também estivesse vendo pela primeira vez. Puta, que maneiro, cara!
É, a gente tem um sentimento de empatia quando a gente tá mostrando um negócio que a gente gosta para outra pessoa, e quando ela tá absorvendo aquilo, a gente meio que recebe um pouco da, né, dessa vibe de descoberta.
Eu vou te falar que eu no começo do ano eu reassisti o primeiro episódio de Lost e, porra, é fantástico, é fenomenal!
Foda demais, né? Puta merda, a gente era feliz!
E ele continua: como as discussões sobre os episódios e temporadas ficavam só entre eu e ela, e um dos grandes lances de Lost sempre foi justamente a discussão e teorias, propus a seguinte dinâmica: a cada temporada que terminássemos, só poderíamos começar a próxima depois dela escutar o Nerdcast daquela temporada.
Caraca, que maneiro! Porque aí tá acompanhando o nosso raciocínio de que a gente também não sabia, né, o que que tava rolando.
Porra, muito bom!
Puta, que animal, cara! Que experiência legal!
Então ela escutava, a gente dava um intervalo de 3 a 5 dias para ela ficar tanto nas teorias.
Legal, legal.
E só depois começamos a temporada seguinte.
É porque se tu assistir tudo de uma vez, aí tu não consegue nem degustar, né?
Pois é, exato.
É que nem tu tomar um, sei lá, pegar um vinho mega foda, mega caro, mega sinistro, e tomar um shot, um gole só, sabe? Tu não vai ter a mesma experiência de que você tiver indo, né, experimentando e degustando, né, cada gole, cada parada. Isso que é foda.
Assim, em 2019, ela teve uma experiência muito próxima de quem viveu Lost Nerdcast 10 anos antes.
Muito legal.
Confesso que até eu, que assisti a série na época em que ela foi lançada, ficava ansioso pela próxima temporada e pelos próximos episódios do Nerdcast, porque muita coisa eu já tinha esquecido. E na boa, hoje mais velho e com muito mais bagagem, quando finalizamos a série, eu chorei no último episódio, coisa que não aconteceu quando eu vi pela primeira vez.
Então, cara, eu vou te falar que eu chorei quando eu revi o último episódio assim, tempos depois, que eu também não chorei na Né, porque a gente ficou muito puto. Não tinha razão.
Eu lembro de ter ficado emocionado, cara, porque a gente era muito apegado aos personagens, né?
Não é, então, mas o que dá, o que dá emoção na gente são os personagens. No final é os personagens.
É, exato.
Aí sabe que a conclusão da história não era aquela que eles estavam mortos. A gente sabe qual é. Quem viu Lost sabe que aquilo aconteceu, né? Eles estavam mortos naquele flash forward, mas isso aconteceu depois de tudo realmente ter acontecido na ilha de verdade. Mas assim, aquele reencontro, apesar de ser uma coisa meio de novela, todo mundo lá na igreja junto, como você ama os personagens, você ama ver o encontro deles, que é uma coisa que a gente sente um pouco no Senhor dos Anéis, quando todos os personagens se reencontram depois de toda aventura, né?
Sim, aquele reencontro, né, aquela reunião deles é muito emocionante. Então isso deixa a gente emocionado, não tem jeito. É foda, também chorei revendo o último episódio. Ainda odeio, mas chorei.
Definitivamente Lost se consolidou como uma das minhas séries favoritas. Então para todo mundo, inclusive vocês que talvez nunca tenham revisto ou até nunca tenham visto Lost, façam isso, reassistam ou assistam. Ela é de longe superior a 90% das séries que assistimos hoje em dia. É um fato, é um fato. Apesar do final, a experiência é puta, cara.
Porra, foi inesquecível.
Assistam e escutem os Nerdcast, faça como eles fizeram.
É uma boa ideia essa, muito boa.
E ele começa a encerrar o e-mail gigante dele assim: aliás, fica a dica, em comemoração aos 20 anos de Nerdcast, que tal um Nerdcast ou NerdOffice revisitando Lost. Quem sabe até após terem reassistido a série— não sei se eu vou ter tempo para reassistir Lost.
Para ver se tudo não é foda, mas a gente de 2026, a gente pode pensar nos momentos, melhores momentos assim.
Mas assim, um fato é que é que ele falou aqui, é verdade, cara. Eu acho que Lost talvez tenha sido o produto de cultura pop que a gente mais falou dentro do universo do Jovem Nerd.
Foi isso, Game of Thrones, é isso.
Exato. Talvez Star Wars pelo volume de coisas, né? Mas assim, Lost a gente fazia 2 episódios dependendo da temporada.
É, sim, sim, pô, muito foda.
Foi algo muito marcante. A gente fez vídeo, primeiro vídeo do canal que a gente tem era o Station Zero: The Nerds.
É, exatamente.
Pô, demais, cara.
Muito bom, muito bom.
E ele termina, não termina, não tá longe de terminar. Nota importante: a trilha sonora feita pelo Michael Giacchino é esplendorosa. Trilha sonora de Lost é um puta que pariu. Ele ainda dá daqui, ó: Leo, sobe aí, por favor, a faixa Life and Death.
Puta, muito bom.
E veja instantaneamente qualquer pessoa que assistiu Lost se emocionar.
Foda, foda demais, cara.
Olha isso.
Enfim, muito obrigado pela jornada até aqui, de estudante a estagiário, de estagiário a dono de empresa. Vocês foram e continuam sendo uma constante na minha vida.
Nossa, que emocionante! Muito bom, cara. Valeu mesmo. Olha, esse Nerdcast surgiu porque a gente obviamente ia gravar o Nerdcast de Supergirl, porque é filme de boneco, a gente grava os filmes de boneco tudo e tal. Desse, estávamos muito, né, empolgados com filmes, né, Lobo ia vir aí, etc. e tal. Então nós fomos, né, com Marcelo, Bassole, na pré-estreia, a Zagallo, eu tava no Brasil.
Uma celebração celebração, era para ser uma celebração, era para ser uma alegria, uma festa, né, cara?
Aí a gente saiu assim, rapaz, não, a gente nem saiu.
Marcelo tava do meu lado, olhou para mim e falou assim: se for gravar nerdcast, nem me chama.
Aí a gente chegou no nosso grupo abacaxito para chorar as mágoas, etc. E aí o Carlos surgiu, né? Ele surge, surgiu imediatamente defendendo. E a gente falou assim: peraí, isso aqui é a maior que todos nós. O Nerdcast acabou de mudar de tema. Então, Carlos, a gente não tá aqui pra te julgar, a gente tá aqui pra—
A gente tá, né?
Literalmente é o que a gente vai fazer.
Exato, é isso que a gente vai fazer.
Voltou. O mundo não é um morango.
O mundo não é um morango, mas eu gosto de comer morangos.
Olha!
Tá preparado?
O cara já deu o tapa na cara, já derrubou o primeiro.
O Carlos come um morango azedo e finge que tá gostoso, porque ele tá enchendo esse morango de creme de leite e açúcar.
Aí é fácil comemorando. Vamos começar. Filme número 1: Supergirl. O pivô de toda essa história aqui.
Ah, então não é contra 10 filmes ruins, é 10 filmes péssimos, é isso?
Caralho, eu vou falar que eu não queria gravar nesse podcast Supergirl porque eu não queria bater muito Supergirl, porque eu queria que o filme fosse bom de verdade. Eu fui com o coração aberto.
É, cara, todos nós. Surgiu na internet porque o filme foi detonado por muita gente. Obviamente essa merda virou uma guerra de incel red pill e que o filme é woke demais. "É por isso que é uma merda." E com a galera falando assim: "Não, mas é um filme, né, de empoderamento, etc e tal." E não é o mérito que a gente tá discutindo aqui. A gente tá discutindo que o filme a gente achou chato pra caralho. A gente tava empolgado. A gente falou no trailer office que era o filme que a gente tava mais empolgado pra ver esse filme do que o do Superman.
Por que que vocês acharam chato?
Cara, podemos começar então?
Vai, vai, vai.
Eu vou trazer só 3 pontos aqui, ó. Eu quero, por favor, que o Votor me dê esse momento de atenção e carinho e ouvidos abertos.
A Supergirl tava pequena.
Não! Não!
Levar franga. Era isso, velho. Não vale, Rex.
Não, o problema que eu vi no filme, tipo assim, primeira coisa que mais me, assim, chateou no filme é porque tem soluções tão ali e não são usadas. Para começo de conversa, cara, se é só perto de um sol amarelo que você se cura, por que ela não pegou o cachorro e levou para lá? Já começa por aí. Ah, mas eles explicam no filme. Machucado não ia aguentar uma viagem.
Calma, calma, calma, calma, calma. Olha só, o Carlos já viu, vou levantar bandeirinha, Rex.
Calma, eu vou levantar plaquinha, Rex. Vou levantar plaquinha aqui, ó.
Eu vou levantar os 3 pontos primeiro, depois eu dou a voz. Audaciado, audaciado.
Então, mas eu tenho que colocar uma coisa aqui: não é porque eles explicam no filme que, né, faz sentido, né?
Exato. Segunda coisa: não é porque você é um kryptoniano que tá escrito na sua testa e todo mundo sabe no universo inteiro que kriptonita é sua fraqueza.
Cara, isso foi uma parada que me pegou demais.
Eu olho para o Votor e fala assim: Votor, eu sei que você é alérgico a amendoim, então toma esse amendoim na tua boca.
Caraca, eu nunca vi o Votor na vida, ele não tinha nenhum símbolo no peito.
Eu não sei quem é um kryptoniano, ele não tem um S para eu saber. Calma, calma.
Fez a sua base num planeta maldade de amendoim. Exato. E agora você tem que fazer o amendoim fazer mal para o outro.
E o terceiro e final, cara, ela passa o filme inteiro falando assim: você não pode fazer maldade, você tem que ser melhor, você não pode, a vingança vai te consumir, que não sei o quê. E aí o cara tá caído no chão rendido, ela fura a barriga e mata o cara friamente.
Totalmente ao contrário do quadrinho.
Então você vê o filme, fica assim: caraca, que porra de roteiro é esse, sabe? Que heroísmo é esse?
Que tipo assim, você apresenta mais superficiais que eu achei que o Rex foi até extremamente profundo nas críticas dele, tô até meio bolado, porque a gente queria ver a Supergirl, né? E a gente queria ver o lobo. E eu, de verdade, o lobo que eles trouxeram pro filme, eu preferia que nem tivesse. Porque ele é uma side quest, foi uma jogada de marketing, né? Pra gente se animar e achar que ia ter o lobo. Não tem, não faria diferença nenhuma no filme. Eu preferia ter mais tempo de tela da Supergirl lutando do que do lobo.
Ah, eu também, fazendo qualquer coisa.
A gente deixa de ter tempo de tela da Supergirl por conta do lobo e deixa de ter tempo de tela da Supergirl por conta daquela garota que não tem poder, que não tem nada e que fica lutando. A garota livra o lobo da cadeia. Como pode isso, cara?
Cara, isso era tão fácil de resolver na cena. Ela tenta enforcar o cara, o cara gruda na grade, o lobo vai e mata o cara.
Não, sabe como é que seria mais fácil resolver? O lobo come as grades da cadeia, cara. O lobo sai na mão com o Super-Homem, cara.
Então você botar ele de esconderijo é uma maluquice. É melhor não ter É verdade, ele não tem nenhuma cena tipo Mr. Terrific que teve no filme Superman, nada.
Pode crer, boa comparação.
A participação dele é ser pequena mesmo, isso aí.
Ela pode ser pequena, mas ela não foi marcante.
Exatamente, não foi marcante, é isso aí. Eu acho que até o Michael Keaton no filme do Flash foi mais marcante que o Lobo nesse filme.
Muito melhor, porra.
Yondu no Guardiões 2, porra, a cena dele da flecha em todos os Guardiões, não só nos dois.
Isso, a cena da flecha é um exemplo. Yondu, ele é um personagem super secundário, né, um personagem que ninguém conhecia. E aí, tipo assim, depois dessa cena, todo mundo: "Cara, esse cara é o cara mais badass, que merda que mataram ele, foda demais!" E o cara ficou no imaginário. E tipo, tudo isso sem sangue, sem porra nenhuma. É claro que o Lobo ia vir, tipo, mais domesticado. Ele é assim quando ele tá com a Liga, até na animação da Liga também.
O Lobo não é uma maluquice que ele é sozinho nos quadrinhos, né, dele. Mas ficou realmente roubando tempo de tela da própria protagonista, que já tinha uma personagem que tem secundária que mexia, que eles querem fazer o paralelo dela com a garota, né? Isso, exato. E beleza, entendeu? E ela é um plot device, né? Ela não é nenhuma heroína da DC, ou é? Eu tô errado?
Não, não é.
Mas aí eu acho que a minha crítica pro Lobo é essa, de que ele foi tão mal utilizado que ele acabou roubando tempo de tela e de história da personagem principal.
Ele rouba até o protagonismo, ele salva ela no final. Se ele não aparece ali, ela morre.
Eles estarem juntos, um salvar o outro, é uma parada até beleza, mas assim, era pra nada. Ele tava lá só pra fazer marketing mesmo, pra os manjo, que gosta de fechar a gente e mamilo duro.
É isso.
Eu quero perguntar uma coisa para vocês: qual é o foco dessa história?
Ninguém sabe.
Eu sei, ela descobri que ela tem uma família na Terra e ela não precisa ficar sozinha.
Prima é família? Vamos começar por aí.
Prima é família?
Depende do primo, né?
Acho que por homem, ok. Depende da pessoa, depende da família.
Já que a gente fez as nossas exposições e o Carlos agora vai ter o momento dele, eu quero acrescentar uma coisa além do que foi dito, que é a questão do senso de urgência.
É zero.
E ela, eles estabelecem isso no começo, ó, Cachorro é morrer em 72 horas nesse relógio maluco aqui. E ela não tem senso de urgência nenhum. Ela passa o filme inteiro sentada, de perna cruzada, e o cachorro morrendo maluco. Isso também me deixou fodido. Caralho, cadê o senso de urgência que eles estabeleceram?
O cachorro está morrendo, ela tem tempo até de comer cocô alienígena, mas não tem tempo de correr atrás do cachorro.
Exato, é meio doido isso, cara. Pode ir, cara, não tem o que falar.
Vamos lá, Rex, me fala de novo aí seus 3 pontos. Os 3 pontos foram.
Primeiro, se ela se cura com sol amarelo, isso é canônico em toda mitologia do Superman, já foi usado em diversos filmes, inclusive dos do James Gunn. Porque ela pegou o cachorro e foi para um sol amarelo no filme.
A curandeira fala para ela: se você levar ele daqui, ele não vai chegar a tempo até um sol amarelo.
Isso é falado no filme.
O cachorro vai morrer em 3 dias e um dia ela chega no sol amarelo.
É que nem você mover uma pessoa morrendo. Você deixar ela no hospital sendo tratada é uma coisa, você meter ela dentro de um ônibus e carregar ela rápido, o tempo passa Como é que ela vai voar rápido? Ela também não tem poder.
Não, se ela pegar uma nave, então o tempo passa para quem tá mais rápido, não é relatividade isso aí?
Não, calma, não é tão isso, não entra em relatividade filme de boneca.
Não é assim que funciona não, ela tem que esperar uma nave porque não tinha mais nave ali, o cara roubou a nave dela, o cara roubou uma das únicas naves que tinha ali.
O que eu queria entender de você é o seguinte: você leu Woman of Tomorrow, certo? A Mulher da Manhã, beleza. Então você foi com alguma expectativa para esse filme porque você fala para a gente que o seu grande poder, a sua grande habilidade Na verdade, é esvaziar a sua expectativa a zero, certo?
O que que esse filme para mim não me trouxe que eu esperava dele? Era mais do drama da Kara, da Supergirl, com a Ruth, com a garota, que nos quadrinhos isso é muito mais explorado. Sim, muito mais explorado a história das duas, a relação delas e a conexão que as duas vão tendo, da perda, da vingança, da depressão que a Supergirl tá. Isso é muito mais explorado nos quadrinhos. O vilão da história, ele é completamente irrelevante nos quadrinhos, né?
Ele é um vilão que faz lá, faz a vilanice dele e é isso. A A história inteira a gente vê coisas que ele vai fazendo no decorrer da trajetória delas tentando encontrar ele. Então elas veem coisas que ele fez, mas a gente não acompanha a história do vilão.
Vamos falar do filme, porque a gente tá falando do quadrinho. Beleza, o quadrinho é ótimo.
Então, então, o vilão para mim, cara, eu achei que tinha feito demais.
Não enrola, defende esse filme.
Pera aí, pera aí, deixa ele falar.
Vai entornar, Carlos.
O vilão no filme é irrelevante para mim. Quando eu fui ver Ela é tão irrelevante para mim quanto era nos quadrinhos. Achei até que ele teve muito tempo de tela. Então, exatamente, podia ter tido menos. A parte que me deixou chateado no filme é essa, de que poderia ter tido mais da Kara e da Ruth juntas e na história delas, porque isso não é um filme de ação. A história principal desse negócio não é um filme de ação, é um filme de elas ajudando pessoas no caminho e descobrindo o heroísmo que não tem esse caminho.
Então, faltou uma série, não filme.
Tá no filme, não, o filme tem 1 hora e 40, 1 hora e 50, podia ter tido mais 30 minutos de filme.
Não, não, 30 minutos não, não, pelo amor Pelo amor de Deus, é.
Mas você concorda então que o filme ficou aquém do que a gente tava esperando?
Não, ele não é o que o quadrinho é. O quadrinho é melhor ainda. Aí eu assisti o filme, eu vi, para eu gostei da atuação que vocês não gostaram.
Não, como assim?
Não, não falei da atuação dela.
Vocês falaram que não tinha gostado da atuação dela.
Eu acho que era uma excelente atriz, mas ela teve pouco tempo de tela, é isso. Mas ela não manda mal não.
As cenas de flashback são muito fodas.
Todas as cenas são muito fodas. Em termos de talento e atriz, não. Os pontos colocados foram outros.
Mas, cara, como atuação, até o mesmo Momoa de Lobo, que a gente sempre defendeu aqui, que ele nasceu para fazer o Lobo, cara, o curta-metragem do Deadpool lá do Ryan Reynolds, ele vendia muito mais o personagem do que todo o tempo de tela que o Lobo teve nesse filme, cara. Eles não venderam o personagem. Não é possível, Caquinho, que você gostou desse Lobo, cara.
Muito ruim, muito ruim mesmo, de verdade, assim, só umas frases de efeito, um charuto.
O Lobo é isso, cara, fora dos quadrinhos dele, aonde ele é o o lobo bizarro, sinistro, fodão.
Mas se ele é isso, tira ele para ele não atrapalhar o filme.
É porque que ele tava nesse filme, nessa história, entendeu? Não tem porquê.
Para quê?
Exato. Aí entra aquela roupa de bolacha bizarra que ele fica se movendo, meio esquisito. Aquela roupa de amigona, ele foi colocado nesse filme por causa do próprio Tom King, que é o escritor da revista, que a história original do quadrinho ia ser o Lobo com a Supergirl, e ele trouxe essa ideia para o filme.
Ele foi colocado no filme que o James Gunn é amigo dos amigos, é isso.
Sabe qual o problema, Vôtor, que eu vejo aqui? É que eles tiveram a chance de fazer uma coisa muito maneira com o lobo na história e não fizeram. Porque, por exemplo, você vê que a Kara tá vivendo uma vida meio nihilista, né? Tipo assim, ela—
O quê?
Nihilista?
Eu não sei se eu falei a palavra certa.
Nihilista.
Nihilista, não é isso?
Nihilista. É, ela tá no nihilismo destrutivo ali.
Ela tá no processo de autodestruição porque ela tá em depressão e tudo mais. E ela é muito porra louca, bebe, dá porrada, vai brigar. Ela quer se sentir viva pelas razões dela de depressão de ver a planeta sendo destruída, as pessoas morrendo e tudo mais. E o lobo representa muito isso, esse lado destrutivo. Cara, o lobo seria uma excelente forma de você colocar ele no roteiro, ele, o lobo e a Ruth. E ela fala assim: cara, se você continuar nesse caminho, você vai terminar que nem esse maluco, né? Mas faltou bom diálogo, assim, eu não tenho.
Mas isso é a ideia, o lobo na Ruth, mas isso não é o diabinho no ombro dela. Ele é o que fala: vai para vingança, vai atrás da sua vingança.
Balança. Calma, mano, eu entendo. Só que tipo assim, se ele servisse de balança e a garota equilibrasse isso, olha, se você seguir o caminho igual desse cara, você vai ser tão filha da puta quanto ele. E ela tem uma base heroica, ou James Gunn apresentou ela como heroica no Pacificador. Ela aparece junto com a Liga da Justiça ali no final alternativo que ele refez, ali no meio daquele grupo de super-heróis. Ela faz parte da Liga, ela tá ali envolvida.
Ela é uma pessoa boa, ela faz o bem, mas ela não é uma pessoa legal, ela não é uma pessoa tipo com os mesmos padrões do Super-Homem.
É o filme inteiro a família dela falando que ela tem que ser boa. O que faltou foi, tipo assim, heroísmo. E faltou ter essa diferença. O lobo ali não serviu pra nada.
Ó, eu tenho um ponto aqui pro Caquinho, que eu até falei com o David e com o Alexandre lá depois que a gente viu o filme. Quando o James Gunn anunciou esse filme, Supergirl, vai ser Superman e depois Supergirl. Tipo assim, na minha cabeça, eu falei: "Porra, o cara tem uma baita história pra contar", né. Porque se ele tá trazendo a Supergirl, na ideia dele ali de continuidade do universo que ele tá criando, é uma parada muito importante que ele vai trazer.
Cara, Vôtor, numa boa, você realmente achou que esse filme faz sentido ele estar aqui, ser o segundo filme do novo universo da DC nos cinemas do James Gunn? Ele é tão relevante assim? Qual que é a relevância desse filme?
Ele é standalone, né? Ele não tá querendo expandir o universo muito, né?
É, ele trouxe, na verdade, ele apresentou a personagem, ele trouxe a personagem pro universo. Ele não trouxe nada além de apresentar a Supergirl pra esse universo e trazer ela como uma personagem que vai estar ao lado do Super-Homem agora.
Acho, e vocês concordam, no final das contas é uma história que a premissa toda essa história é super dark, é super sombria, é muito trauma, ela é destrutiva, ela tá assim envenenando o tempo todo, etc. e tal, e ela vai se encontrar ali, etc. Então tema muito pesado, o lobo também, personagens pesados. E aí parece que eles foram, como esse filme tinha que ser agradável para entrar numa faixa etária X de filme de boneca, etc., então parece que eles foram aparando tantas arestas da escuridão e do peso dessa história, da premissa da história, que virou uma historinha de depressão de pelúcia, sabe?
É isso, eles enfeitaram tanta coisa, botaram tantas, sabe, almofadinhas de proteção em volta do roteiro que ele acabou perdendo o que poderia fazer ele ser único.
É depressão PG-13 e violência PG-13, né?
Mas o tema em si psicológico da luta psicológica dela é pesada, entendeu? E a gente se empolgou com essa história de, pô, Super-Homem é todo, sabe, ele vê a bondade das pessoas, eu vejo a verdade. Pô, isso, pô, é super foda, entendeu? E eu só achei que continua sendo uma premissa foda, só que acho que foi entregue assim com muita proteção volta e ele ficou aguado, ficou com pouco sabor, sabe?
Ele não é um grandioso filme. Eu acho até que se o James Gunn tivesse dirigido este filme, esse filme poderia ser com certeza melhor.
Então não foi bom, seria um outro filme.
Não existe só ruim ou bom, não existe só bom, não existe extremos, só isso.
Eu quero perguntar uma coisa para você.
Para mim esse é um filme de 7,5, 8 para 10.
De 7,5 ou 8 para 10.
Caquinho!
Matrix 4? Ah não, meu Deus, não Marcelo, o Caquinho não gostou disso.
Você gostou de Matrix 4 Carlos?
Não é possível, para mim ele tá no mesmo patamar do 3 desgraçado. Tá no mesmo patamar do 3 ali.
Não tá cara, pelo amor de Deus.
Só que você levando ele como um filme crítica da Złaszczyński lá.
Olha só tem uma declaração fazer: eu tenho Eu tenho muita inveja do Voltor, cara. Ele vê o mundo de uma forma muito alegre.
É aquilo, não é um filme que eu vou pegar para assistir de novo, não é um filme tipo, eu vi aqui, eu vi esse filme, achei legal, acabou.
A capa do filme, aquele do Will Smith lá, Em Busca da Felicidade, tinha que ser a cara do Carlos Voltor no DVD. Não tinha que ter o Will Smith, tinha que ter o Caquinho, porque o Will Smith tava atrás do Carlos.
O filme é fraco, tanto quanto o terceiro foi fraco para mim.
Não, mas o terceiro tem cenas empolgantes.
Tem cenas de ação legais. Mas como história não fechou.
Você viu esse filme aonde? No cinema, em casa, no avião?
No cinema.
Você pagou ingresso? Saiu de casa, você pagou ingresso?
Não paguei ingresso, não paguei ingresso. Eu fui numa pré-estreia.
Ah, mas olha só, eu viajei para São Francisco, tirei foto com Keanu Reeves e a Karen Moss, fui para festinha VIP depois, não paguei ingresso, vi o filme lá no Castro, e cara, eu achei uma merda. E não fui só eu não, foi todo mundo que estava no cinema. O filme acabou, as pessoas estavam caladas, desesperadas, porque elas iam para uma festa depois, não sabia o que sabe o que fazer, não sabe o que falar para voltar.
Aquela festa com clima de velório, né?
Não, não foi clima de velório, que tinha bebida para cacete, todo mundo se estragou na porra da festa.
Então é beber para esquecer, né?
Totalmente.
O Dave teve que pedir para a filha de Will Smith ver como é que tava a Andrea no banheiro.
Esse é o nível, maluco. E a Andrea ficou lá alugando a watch house, falando que ela era uma exemplo, bababá, no piso de dança. Foi uma vergonha, todo mundo bêbado, porque era a única parada que saiu desse filme, foi isso.
A Andrea ficou jogando uma Blachowski toda bêbada.
Horas. Nossa, puta merda! E é só isso de bom que eu tenho para falar desse filme inteiro, cara. O filme é asqueroso, cara, é tudo ruim. O Mero Vision é péssimo, virou uma cena piorada da vida do Brasil.
Cara, e aquele cara querendo fazer o Morpheus.
Nossa, cara, você olha para aquele Morpheus e lembra do nosso Morpheus e você fala: não, isso aqui é igual ao 3. Não é, porque no 3 tinha o Morpheus, porra.
De crer, né, cara? Mas o que eu tô falando, que esse filme me deixou decepcionado, como 3 me deixou decepcionado.
Mas, cara, eles trouxeram a Dia de da Força nesse daí, cara.
A Trinity, o Neo, mas assim, tá mal engembrado, ele não consegue nem andar direito, cara.
Ele tá na má vontade, né?
Parece que é possível que você lembre dos outros Matrix, do primor que era, e esse filme continua sendo foda pra caralho, absurdo, um dos melhores filmes do cinema, no mesmo pacote, não, um box de DVD, e você fala esse aqui é tão bom quanto 3. Então beleza, então o que que você acha do 3?
Então você não gosta do 3 e do 4?
Qual que é a nota, Caquinho? Nota para o Matrix 4?
6, 5, 5, 6.
Porra, tô impressionado!
Conseguimos aqui, David, porque a ideia do filme e levar ela para o entendimento do que que a Wachowski, que agora eu não lembro qual foi que dirigiu, que foi só uma delas que dirigiu, que tá dirigindo o filme, deu a ideia de que eu não quero fazer essa porra, tô fazendo isso porque senão eles vão fazer de qualquer jeito, e aí eu tô fazendo isso como uma crítica.
E é o ruim de propósito.
Aí não, mas isso não faz o filme ser bom, porque você tá dizendo que ela cagou o filme de propósito, brother.
Sim, então não foi bom, mas eu entendo o que ela quis fazer com o filme.
Mas você gostou do filme?
Não, eu saí decepcionado desse filme.
Que pariu, ganhamos uma, ganhamos uma!
Mas aí, cara, aí vocês têm que entender uma coisa muito importante.
20 anos de Nerdcast, entendeu?
Uma coisa muito importante sobre como eu vejo filmes: se eu não gosto, se o filme me decepciona, ele saiu, acabou. Eu não vou ficar pensando nele, eu não vou ficar. Mas você pode dizer que não gostou Pronto, sim, e é isso.
Então você não gostou de Make Me Snap?
É, ele é um filme que me decepcionou. E aí eu vou reclamar do Saco do Trem porque o Saco do Trem me decepcionou. Ele não é ruim.
É tipo a minha sogra que não consegue falar a palavra frio.
Carlos Paulo, Lula Molusco não pediu desculpa pro Bob Esponja.
Bob Esponja, você gostou do filme, Lula Molusco?
Eu acho que eu gostei do filme.
Release your anger!
Prometheus?
Não, não, Carlos, não, não, por favor, não, por favor, não faça isso comigo!
Aí você tá de sacanagem. Eu vou dizer que eu gostei, hein? Então agora faz com o Exki.
Prometeu para mim é merda, louco!
Caraca, bro, ufa, ufa, ufa!
A gente tem a pior equipe de cientistas da história da humanidade numa missão espacial, que é a pior—
continua, continua—
que é a pior do que os caminhoneiros mineradores do primeiro Alien.
Ninguém fala nada, a gente tá fazendo aquele círculo para ninguém chegar perto do cara.
Protege, protege ele, protege ele.
Mas, cara, a gente gravou, né, a gente prometeu, João, gravou? Eu lembro disso, acho que a gente gravou, né, que a gente prometeu.
Eu acho que sim, muito puto, exato.
Então, tipo, a minha opinião naquela época, vocês não lembram que eu já falei mal de filme, é porque, né, hoje a gente faz de filmes que eu gostei, eu apreciei, né?
Qual que é a nota desse?
Tipo 2.
Ok, ok, tá bom, tá bom, tá bom.
Chegar num zero aí.
Eu tenho aqui pro Voltor e eu vou tocar numa ferida, hein.
Todos são pro Voltor, Rec.
Cara não entendeu o briefing.
Ô, edição, aquele que se mexe no programa.
Risque que não aconteceu, vai.
Mulher Maravilha, 1989.
Uy, agora foi cruel, foi na tatuagem, cara, foi na tatuagem, meteu o dedo na tatuagem.
Eu amei, eu adorei o primeiro filme, eu amei aquele primeiro filme. Eu tô falando 1984, calma, eu tenho que chegar lá. Eu amei o primeiro filme, para mim eu me emociono assistindo aquela cena do No Man's Land, do Terra de Ninguém, cara, eu me emociono para caralho vendo aquela cena.
Legal, mas isso não é o filme que a gente tá falando.
Agora, tanto que a gente a gente nem gravou dessa porra.
Raramente eu falo dessa porra, hein, meu amigo.
Caraca, esse foi um dos filmes que mais me decepcionou, porque como eu disse, eu amei o primeiro filme, tanto que eu tenho a tatuagem do primeiro filme. Então tipo, esse filme, ele pegou na ferida, ele bateu na ferida. Porque ele é um filme que não faz o menor sentido. É tipo um Prometeus da vida, devidas proporções, que Prometeus eu acho que não tem como ser pior.
Mas por que que ele é ruim?
Primeiro, a história não tem nem pé nem cabeça. O vilão do filme tem um objetivo que não faz o menor sentido. De repente ela cavalga raios, tipo, sendo que ela voava, né? Então, tipo, do nada ela passa a cavalgar raios. E tem uma das piores coisas que eu não entendi até hoje, por que que eles fizeram isso e transformaram ela numa pessoa muito bizarra, que é trazer um outro personagem que morreu, o Steve Trevor, no primeiro filme.
Em vez de explorar essa perda, não, eles fazem ela trazer ele de volta no corpo de uma outra pessoa. E aí ela está conversando como se fosse ele, que a gente vê no filme ele, mas na verdade é outro corpo, é outra pessoa.
Era a Oda Mae Brown?
É tipo isso, é tipo isso. É tipo a Oda Mae Brown.
Eu ia falar que fosse a Whoopi Goldberg, cara.
Aí seria alguma coisa ali interessante. Mas isso realmente é uma parada muito bizarra desse filme. Isso especificamente do filme me fez ficar tipo: "Caralho, que porra eu tô assistindo?" Porque não faz o menor sentido.
Qual é a nota?
Esse é um pouquinho melhor que Prometheus, é 3.
Tá bom, tá bom.
Hoje foi bem, hein?
A gente tá preparado, tá muito bem.
Eu tenho um para o Carlos, eu tenho um para o Carlos. Fiz que nem o Rex, né? Critiquei, fiz igual. A língua, o chicote do corpo.
É para o Carlos esse aí que você vai fazer então?
Para mim, né? Para mim, para mim.
Han Solo, uma história Star Wars.
Ai, meu Deus, nossa, esse filme me fez brigar e não gravar o Nerdcast. Cara, ele brigou e saiu.
Cara, eu gostei do filme.
Ai, ai, ai, meu coração!
Ai, ai, calma, calma. Tem uma cena nesse filme que é o que faz, eu acho, que esse filme ser perdido para sempre.
Tem uma cena sozinho, em nome dele virar solo.
É isso, isso, isso. Essa cena é a cena que joga fora todo mundo do filme.
É a cena que tipo todo mundo levantado e ir embora do cinema.
Essa cena acaba com o filme. Você tá sozinho? Ah, tá, vou te chamar de solo. E essa cena, essa piadoca, acaba com aquele filme. Só que todo o resto do filme é legal, é divertido.
Não é, cara.
Não é. Ele encontrar o Chewie que nem um monstro comendo gente na cela. Pra que eu precisava saber disso? Pior exposição possível. Preferia ter o Chewie lá no copiloto, que ele entende e ninguém entende. Porra, cara, tem umas coisas que a gente não precisa de explicação. Esse filme é o exemplo clássico disso. Por que o nome dele é Solo? Porque ele tava sozinho em outra galáxia.
Não faz sentido. Então, mas aí que eu bato a tecla. Esta cena, que é logo no início do filme, Ela faz com que o filme seja, tipo, todo mundo que tá vendo ele passe por essa cena e fale: "Caralho, que merda, acabou, não consigo mais continuar vendo essa porra." "Foda-se, Yoda, tudo é ruim, cara." Ele ainda faz a gente idiota porque tudo que a gente conhece do Han Solo parece que aconteceu na mesma aventura.
Então ele conhece o tio, ele pega a arma, ele faz os dois passagens.
Passagem de tempo, né, filme?
Ele pega a menina do palco.
Mas os caras pegaram, olha como é fraco o roteiro. A gente vai fazer um filme para explicar todas as coisas legais do Han Solo e destruir todas elas. Parece que a gente tá vendo Lost em 1 hora e meia. Destruir até o final da série.
Mas aí eu vou trazer uma coisa aqui para vocês. Quem é o Han Solo antes do Episódio 4?
O Han Solo é só o maior anti-herói da história do cinema.
Depois do Episódio 4, depois do Episódio 4, ele é um contrabandista que trabalha para o Jabba e tava com a cabeça preta porque foi encurralado pelo Imperial. Mas ele era um cara que trabalhava no alto clima ali para o Jabba e perdeu a carga do negócio e tá devendo grana para caralho para ele.
Beleza, mas o Han Solo que a gente viu no filme solo já tinha passado por todos os outros filmes, não filme que surgiu no meio disso tudo. O Han Solo que tá lá é o Han Solo que fala "I know", sabe qual é? É o Han Solo que fala "don't tell me the odds". É um personagem que a gente ama, cara. Que eu fui ver a porra do filme lá, quando o Kylo Ren matou ele eu chorei no cinema, nem esperava por isso, maluco. Esse personagem foi construído ao longo de toda essa cinebiografia.
E aí você não pode isolar ele e falar "ah, mas nesse momento ele era nada, aí esse filme se justifica". Não se justifica, porque esse filme, Han Solo: Uma História de Star Wars, só existe porque ele é esse personagem foda e eles resolveram fazer um filme para desconstruir, destruir esse personagem.
Para mim não faz sentido nenhum isso, maluco.
É porque o que que eles trouxeram de novo, de maneiro, de empolgante sobre o Han Solo que a gente já não conhecia, né? Tipo assim, só trouxeram para referências meio ridículas.
O que o Marcelo falou é exatamente a maior crítica desse filme, porque tudo o que a gente conhece do Han Solo acontece em um filme só. Então parece que ele é um cara hoje que tem mais, sei lá, uns 35 no primeiro, no Episódio 4, que vive de conquistas passadas. Parece aquele jogador de futebol do colégio que Mas o Han Solo era isso!
O Han Solo quando ele encontra com Luke e Obi-Wan é um cara que tá contando sentado ali naquele bar essas historinhas: "Ah você não me conhece?
Eu fui o cara que ganhou!" Ele deu tiro no personagem já estava ali, cara, o personagem já estava ali sim mas ele se sentir herói, cara, ele já tava lá desde o começo, ele não era um ponta charmoso e veio pro segundo filme, não, o personagem já tava construído esse anti-herói, esse cara que atira antes, que está sendo procurado, ele não era genérico que se transformou num personagem personagem por outros motivos, cara. É muito pelo contrário, já tava construído aí, cresceu.
Mas o personagem está ali, o Harrison Ford entregou o personagem desde o primeiro momento, cara. Mas ele não era um herói, apaixonante. No Han Solo tu fica, caralho, eu quero ser esse pirata espacial, sabe, marrento, sabe qual é, charmoso, porra. Não é que esse pessoal não valia nada e aí de repente ele ficou foda, muito pelo contrário.
Mas é que tá, ele não era um herói, ele se torna um herói a partir do episódio 4. Não, ele se torna esse herói a partir do episódio 4, antes ele era só um bandido.
Mas, Carlos, você sabe qual o maior problema desse filme? Que é a única coisa que o cara não era carismático. Aí você tá botando na conta do ator, do ator, da direção, de tudo, da história do filme. Você entende que o Harrison Ford é o carisma encarnado? Ele é só carisma.
Eu também não tenho problema com o ator, mas se ele passar na minha frente, entendeu?
Então esse filme sofreu muito por isso. Mas assim, fora isso, o que que você gostou de Han Solo? Tipo assim, que a gente tava atacando, o Carlos tá defendendo, mas fala agora a espada maneira. Fala a espada que você gostou.
Não, porque eu quero saber se você gostou do armário que tinha na frente da Millennium Falcon. Isso foi maneiro, isso foi uma parada. O armário de capas Armário de casa do Lando. É, isso foi pro top, agora sim, muito melhor.
Milena Falkner, sabe a Milena Falkner que todo mundo ama? Então agora você vai ver a versão merda dela.
Merda, a mais merda possível, agora com um armário aqui, é isso.
Até porque isso que você tá falando, Caquinho, se ele se tornou o cara que a gente conhece interessante no episódio 4, para que que os caras vão contar a história dele então quando ele não era interessante? Porque foi isso que eles fizeram.
Exato, Marcelo, é isso. A gente precisava conhecer essa história, é uma não história, é isso aí.
Exato.
Ainda bem que é um filme solo, né?
Não era vai fazer, né?
Esse filme acabou com a parada da Lucas de fazer as histórias. Qual que é a nota, Caquinho? Qual que é a nota?
Para mim, esse filme é 6,5 para 7.
Não é possível, cara!
Flash! Nossa, nossa, caraca!
Agora eu ia falar isso que é o último, último—
não, não, não, cara, você sabe qual? Você sabe?
Você acha que ele tá falando da série que usava roupa de veludo?
Que pergunta cretina!
Tá ganhando tempo cozinhando elas no micro-ondas esse Flash. O Flash que rouba o Nicolas Cage de Super-Homem para um bota ele no filme.
Henrique Cavill ter tudo é foda, porque esse filme ele tem muita coisa merda, tem muita coisa merda.
Você gostou desse filme?
Eu gostei do Michael Keaton como Batman, eu gostei da Supergirl, gostei do—
eu gostei da Supergirl. Pena que ela perdeu o posto dela para outra menina, que também é boa, Supergirl. Mas eu quero saber o seguinte: essas coisas que não tem nada a ver com esse filme, basicamente, você gostou? Você falou assim: esse é um filme que se tiver no cinema eu vou gastar dinheiro, tá saindo de casa, eu vou gastar dinheiro, eu vou comprar o ingresso, essa, você vai para ver o Erza Miller de novo.
Tanto que eu nem revi esse filme.
Olha aí, ótimo.
Você não gostou desse filme, você pode falar isso, por favor.
Esse é o seu momento, esse é o seu momento.
Fala, é uma merda, é um filme.
Ele não consegue, ele não consegue, é ruim, ele não consegue.
Se o filme é ruim, logo você não—
Ai, meu Deus, que desespero.
Que nota, Caquinho?
Anota, anota, anota só.
Exato, esse aí eu dou 4. Impossível! Ele ainda tem mais coisa boa do que o Prometeu.
Deu 4 só para o Michael Keaton aí, para superar.
Olha, eu tenho aqui Indiana Jones e a Caveira de Cristal.
Esse é dureza.
Olha isso, a gente quis gostar na época, hein?
Porra, se tu tirar o Shia LaBeouf, o filme fica bom.
Esse filme você pode piorar ele se você juntar o seguinte, inclusive, né?
Nossa Senhora!
O último é melhor do que A Caveira de Cristal, mas eu gostei.
Eu tava treinando minha mente, eu tava fazendo exercício mental de só lembrar dos filmes bons de Indiana Jones.
Agora você acabou de puxar o gatilho.
Aí eles voltaram para minha cabeça, cara.
O Caveira de Cristal, eu gostei da premissa, eu gostei da coisa dos alienígenas. Para mim foi de boa, não tinha problema nenhum com isso, que faz parte desse universo.
Mas nem é alienígena de outra dimensão ali, não. Ele meio que jogou no terreno cinzento, né? Ele fala que não é de espadouro do espaço, ele fala que é de outra, múltipla dimensão.
É, de dimensão interna, parada bizarra.
Não, mas beleza, o filme é ruim. O filme tem uma cena boa, que é a primeira, quando aparece a marmota. Fudeu, estragou o filme inteiro.
A marmota é a primeira coisa que aparece.
A coisa ruim desse filme é o Shia LaBeouf, que tipo tá ali pra fazer não sei o quê.
Mas não é só o Shia LaBeouf que é, não, o Shia LaBeouf vai lá com um papel muito claro, que era substituir o Paul de Comediano Jones, né?
Nem de perto ele conseguiu isso, nem de perto. Eles tentaram pra caralho meteu essa.
Tanto que no final do filme ele ia ficar com chapéu, e aí o Harrison Ford falou: não, não, não, não, chapéu é meu ainda, garoto.
Pode crer.
E foi tão merda que ele é ignorado no filme seguinte. O filho dele não tinha se existido.
É porque o Shia LaBeouf é o cara que acabou a carreira do cara, né?
O cara que sai na porrada em Mardi Gras.
Não tinha nem como trazer. Ainda bem que não trouxe mais.
Ainda bem que não foi, porque exatamente ele foi a pior coisa desse filme. De resto, cara, o Harrison Ford tá bem. Eu gostei muito da volta da de resto o filme funciona dentro desse universo, é pior do que todos os originais, isso aí não tem nem que se questionar, os originais estão lá, se quiser vai ver de novo, que nesse filme não chegam perto.
Você já reviu esse filme? Você já reviu algumas vezes?
Vi, eu acho que uma vez só depois.
E a sua nota é? Sua nota?
Ah, pra esse é 5.
Caraca, ô David, a gente tá numa média fodida aqui, se você for ver.
5? O Carlos é o cara mediano.
É, não, mas esse filme tá próximo de Flash pra você?
5, 5 pro Carlos É muito, muito ruim, gente. Vocês têm que também mudar a forma de entender essa, essa, tudo que a gente conseguir abaixo de 7,5 aqui é muito bom.
O novo, eu dou 6,5 para 7, tá bom? Eu gostei dos personagens, eu gostei da história, eu gostei muito da personagem da Phoebe Waller-Bridge. Eu veria tipo uma continuação desse universo com ela como a personagem principal.
Vai ver lá o Fleabag, melhor você ganhar mais. Também é muito bom.
Eu tenho um aqui que eu acho que a gente viu o Carlos se abrir recentemente, que é episódio 9.
Nossa, essa era a cartada final, tu já trouxe?
Olha aí, eu tô preocupado.
Isso aí a gente até gravou, né, podcast sobre, né?
Não, gravamos, o senhor defendeu.
Não, mas você, você se conteve. O que o Carlos mandou a mensagem de áudio no grupo foi tão assustador, foi tão— que aí que a gente falou assim, caraca, o Carlos tá precisando muito de uma intervenção de amigos, de abraço, porque tem energia acumulada aí dentro.
Foi imperador, release your anger.
É, cara, eu não sei nem se a galera tá preparada para ouvir o Carlos dessa forma.
A gente tem que fazer um pedido aqui, Carlos, de peito aberto, fala a verdade do que que você achou de Episódio 9.
Cara, ele é o pior filme de Star Wars que a gente já tem.
Achei melhor que o Han Solo.
Tá muito calmo, acho que tem que ficar um pouco mais irritado.
Mas aí é que tá a realidade da minha vida, cara.
O filme, ele passa, mas esse filme enterrou Star Wars, enterrou mesmo, enterrou Star Wars de uma maneira inacreditável.
Que demorou, sei lá, 7 anos para sair o outro filme e foi Mandalorian.
Mas pensa que a gente viveu eu, eu, desde que, tipo, eu só vi O Retorno do Jedi na época, quando ele foi lançado no cinema. E depois daquilo, a gente levou, que foi o quê, 82, né?
81, 83, né?
O Retorno do Jedi, mais de 20 anos para ver no cinema, 16 anos.
É, para a gente ter de novo Star Wars no cinema. Então, tipo, enterrar Star Wars não enterrou, porque eu tenho matéria, até tá saindo material de Star Wars que, tipo, dá com o pau aí em comparação com que a gente viveu no nosso período de adolescência.
Quantidade Não é qualidade, não mete essa loucura não.
Porra, eu gostei de Mandalorian, cara. A gente foi agraciado com uma das melhores coisas que já existiu de Star Wars, que foi Andor.
Mas isso foge do que o filme queria contar, não é o que a gente tá falando aqui, pô.
Você tem que falar de Episódio 9.
Episódio 9 foi o Batman e Robin de Star Wars, foi, cara, foi mesmo.
Só faltou os mamilos, cara, porque o resto tá tudo lá.
O Oscar Isaac, cara, ele fala recorrentemente que ele acorda à noite gritando porque ele teve que falar a pior fala da história de Star Wars, cara.
Essa é a pior frase da história de Star Wars.
E ele já falou isso em entrevista, que ele fala: caralho, como é que me deram isso para falar, mano?
É tão ruim que eu não consigo lembrar disso. Qual é a frase, por favor?
Somehow Palpatine returned. Somehow Palpatine returned.
Caralho, cara, como você consegue ouvir isso e ter qualquer mínimo de simpatia ou de piedade por esse filme.
Os caras andando de cavalo em cima da Star Destroyer, cara. Puta que pariu, cara.
Um beijo, cara, um beijo, um beijo, caralho.
O imperador trocando de roupa quando ele suga energia da Rey, cara.
Vocês viram esse filme de novo recentemente?
Nunca mais, tá louco.
Por que que vocês têm a memória de todas essas cenas tão recente? Porque vocês guardam. Aí que tá a nossa diferença. Vocês guardam o que vocês não gostam no coração de vocês de uma maneira que endurece, que escurece a alma de vocês. Se eu não curto, eu vi, me diverti ali rapidinho, foda-se, não vou ver de novo e acabou. Aí eu lavo a minha alma e deixo escapar para lá.
O Carlos tinha que dar um curso para fazer isso.
Eu preciso.
Você acha que o boi ele gosta de ser marcado com brasa? Ele não gosta, mas a brasa fica lá e tá lá marcado para sempre.
Se tivesse uma máquina que nem brilha a terna de Uma Mente Sem Lembranças, eu pagaria para apagar isso da minha mente.
A maquininha do MIB, né?
Ele tá cravado na minha alma porque ele é o fim de uma sequência de merda e de picuinha de diretor e de um bando de filha da puta que parece que quer destruir Star Wars, tomou todas as piores decisões do mundo, os Os caras trazem Han Solo, Luke Skywalker e Leia Organa, problema, o filme não bota eles interagindo, matam os três, vai se fuder, cara.
Isso foi também, né, a gente nunca teve essa trilogia, né, porque nunca foi uma trilogia. Eles fizeram 3 filmes que não tinha conexão nenhuma, cada um fez o que quis.
É uma briga de vaidade com bilhões, né, bilhões de dólares.
Exatamente, cada um fez o que quis e tipo trilogia mesmo nunca existiu porque não tinha uma história que foi contada em 3 filmes, né, só fizeram essa sacanagem de matar todo mundo e foda-se.
Mas então tipo, cara, acabou, Acabou, acabou. Eu tô até cansado, eu tô aqui, eu tô exaurido. Qual é a nota que você dá para Star Wars Episódio 9?
Deixa eu relembrar aqui, porque para fazer—
tá pensando, ele tá pensando, cara.
Eu tô pensando porque faz tanto tempo, eu tenho que pensar para calcular qual é a nota que eu vou dar para isso.
Calcular?
Se você tá googlando, você tá colocando algum valor aí, cara.
Exato, isso é uma loucura, isso é loucura.
Tá pensando alguma coisa além do zero, né?
Exatamente.
Eu tô lembrando de coisas que tipo, que na época eu curti.
Você sabe que eu tenho lembrado? Ah, antes eu comi na Grande Muralha, no Shopping Botafogo. Isso?
Legal.
É isso que você tá lembrando?
É tipo isso. Eu fui com o Momos.
E aí foi legal que a gente conversou.
É isso que você tá trazendo?
Porque isso não é possível.
Você foi isso? Eu daria um 3.
3, cara, você tem que ser contratado pela Lucasfilm, você tem que estar na folha dos caras assim, vitalício. Por favor, eu acho que vale a pena a gente tocar aqui o áudio original do Carlos falando a verdade.
Por favor, quero deixar claro aqui que isso foi porque eu perdi uma aposta.
Não importa, os motivos não importam.
Claro que importa, a verdade tá aí, cara.
Aí toca aí.
Vocês querem que eu fale mal do episódio 9? Tá bom, vamos falar mal então do episódio filme que não sabe o que quer ser, a continuação que só levou em consideração um filme e esquece o anterior, como um diretor que só vive para nunca abrir sua caixa misteriosa. Ele traz de volta um vilão dos filmes originais sem contexto, sem saber o que fazer com ele. Depois de matar dois personagens principais, sobrando apenas a mulher que voou no espaço agora e o cachorro que não tem medalha, ela faz outra ser neta do vilão que do nada agora teve um filho, um clone, ou o quê, do nada, para ser pai dessa garota.
Diz que faz sentido para os personagens que foram esquecidos e largados, por exemplo, Paul Dameron, enfim, que agora não serve para nada. Era para ter Afonso, agora não tem nada. Eles que não serve pra porcaria nenhuma na história, tão ali só pra tapar buraco, forjam a morte de mais um personagem original pra trazer ele de volta no segundo seguinte, e no final o filho que matou o pai é quase morto pelo tio e que nunca encontra com a mãe, a história inteira ele se apaixona e deixa de ser mimadinho pra mudar de lado, mas no geral os recursos do universo inteiro são gastos pra construir naves que são destruídas sem esforço nenhum, sem esforço real, ou sacrifício de ninguém, apenas do filhinho mimado. E no final a mulher que é filha do vilão vira Skywalker.
Release your anger!
Não acertou ainda o filme que você dá zero, né, cara?
Não, não, Adão Negro, mas acho que Adão Negro muito óbvio, não. Eu gostei, você é muito escroto, Rex, vai se foder! Essa foi muito boa, a vozinha lá no fundo.
Você gostou de Highlander 2, Carlos? Não solta o pano, gostou? Gostou? Pô, não.
Eu lembro quando eu assisti, eu assisti Highlander 2 no cinema. Ele literalmente falou que não gostou, caralho. Eu só falei não.
Qual que é a nota desse filme, Caquinho? Que nota que você daria para isso?
4, caralho.
Não é possível, filho da puta.
Não é zero, não é zero, cara.
No filme que tem aquele, ele tem Sean Connery de volta. Não é possível que você acha maneiro pegar a história irada de Highlander, irada, história irada, apesar do filme tá datado, a história é irada, o filme é foda, e você quer falar assim, quer A, B, não é nada disso, são alienígenas, aliens.
Você tá querendo dizer, Carlos, que você tem um Sean Connery, ele já ganha uns 4 pontos, é isso?
Não, ganhou 3.
3? Qual é o outro ponto? Qual é o outro ponto possível nesse filme?
Olha, Liga Extraordinária, 3, eu dei 3, 3, talvez 4, 3 para 4, porque aí volta o Sean Connery e tal.
Aí você tá dizendo, atribuindo toda essa pontuação à presença do Sean Connery, é isso?
É, se foi isso, Liga Extraordinária.
Esquece, vamos focar em Highlander. Ele tem que focar, cara.
Highlander 2, ele é um— ele destrói o primeiro filme. Exato, o primeiro filme joga ele fora. Ele tem coisas legazinhas, mas não é um filme que eu odeio. Legalzinho, legalzinho, que eu cresci amando filme trash.
Que que é isso, maluco? Tá louco?
Eu não sei, cara.
Aqueles alienígenas de hoverboard e dreadlock.
Que porra é essa, cara?
Não é possível você defendendo isso, cara.
Não, General Katana, Caquinho, vai tomar no cu.
Porra, Michael Ironside?
Não, cara, não é possível você tá defendendo isso.
General Katana é muito absurdo, cara.
Não é possível, o cara tem esse nome e você tá defendendo.
Eu tô dando voto pra 3, eu não tô defendendo o filme.
É um absurdo. Eu não posso nem ficar aqui, vou fechar esse filme nota 3. Não vou até o final.
Ele falou 4.
3 para 4, 3, 3,5.
O cara ganhou todo o conhecimento do mundo e o mundo foi para merda, cara. Tá brincando? Ele lia a mente das pessoas, cara. Lembra como Highlander 1 era lindo? Você adora fazer isso, puxar os outros filmes. Lembra como esse filme é uma desgraça, cara? Não é possível, cara.
Mas você tem que dizer, você tem que dizer, você existe no mundo. Não, eu tenho ódio no meu coração, só que ele tá ali guardadinho e só libera usaram ele quando é necessário. Quando não é necessário, tipo, né, vamos jogar esse filme para nota 2.
Ele tá negociando nota do filme, eu não vou aceitar nota 3, nota 4.
Ele não é melhor que Prometheus, cara.
Ele tem uma versão do diretor.
Não é possível que ele tem uma versão Versão do diretor, não tem, não pode ter, Carlos.
Não, que é um pouquinho melhor do que a original. Caralho, eu assisti ela com o tucano até a versão do diretor.
Ai meu Deus, de verdade, eu quero dar parabéns para sua mãe, para seu pai. Inspiraram uma pessoa muito boa, muito, muito maravilhosa. Exato, caralho, eles criaram uma pessoa, um ser humano que olhou assim, falou caralho, Highlander, O Mother 2 tem uma aversão para o diretor. Não vou me torturar dessa forma.
Eu vou assistir.
Eu assisti até a versão do diretor do Demolidor.
Ai, meu Deus do céu, gente!
Pô, e é bom, hein?
Socorro! Até a versão de diretor do Alien 3, do diretor, não, da reedição do Alien 3, é melhor do que a original.
Meu Deus do céu, cara, eu não sei se eu tenho poder de chegar ao fim dessa intervenção.
Vamos fechar na nota 2 então, Caquinho.
Pode ser 2,5, 2,5.
Tá bom, aceita, aceita, aceita.
A gente não conseguiu descobrir qual filme que o Carlos realmente não gosta, que é nota zero.
Eu vou trazer aqui, vou falar onde foi que eu falei desse filme para vocês.
Pera aí, só um minutinho que tem uma barata aqui que eu tenho que matar.
Caralho, cara, é tanto ódio que os animais estão aparecendo na casa.
Ele precisa cometer um assassinato para se acalmar.
Então eu falei do filme que eu mais odeio no nosso Nerdcast 1000 ao vivo.
Ah, foi lá então, é verdade. Eu lembrava que você tinha falado, mas era um filme que ninguém conhecia, não é isso?
Não, é um filme de produção considerável até para um filme de terror. É um filme de terror, né, com uma produção até considerável. Tem aquele ator Dylan Minnette que fez vários filmes, fez Homem da Trevor. Dylan Minnette, cara, tem aquele ator Dylan Minnette, ele é famoso, pô, fez 13 Reasons Why, fez Homem nas Trevas, fez Pânico, mano, é o grande. Tem Os Suspeitos, é o filho do cara dos Suspeitos, grande ator, é conhecido, é conhecido.
Ah, era o filho do Jack no Lost, o Azaghal, é o ator conhecido.
Conhecido, porra. Ele pode não ser conhecido no nosso meio, mas ele é um ator conhecido. Ele fez filmes e séries conhecidas.
Não, não é, não é, não é, caralho.
Ele não é um ator famoso, porra, mas ele é conhecido. Ator de série, ator.
Se você fala Dylan Minnette, nada vem na minha mente. Eu consigo ter minha imagem de nada.
É o botão do vazio absoluto.
Acho da parada é o Dylan Minnette. Qual é o filme, caralho? O grande Dylan Minnette.
O que que o Tarantino acha?
Boa pergunta. Caralho, mano. Mas qual é o nome do filme, vô? Qual é o filme, caralho?
Ah, nem importa.
É verdade, é verdade, é um filme com Dylan Minnette, brother.
Puta que tem nota zero.
Eu tô achando que o Rex tá quieto também porque ele gosta desses filmes, viu, dele gosta da maioria. Ele viu fazer intervenção e descobriu que ele também é um paciente, né?
Este Nerdcast foi editado por Radiofobia Podcast e Multimídia.
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