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GUIA DA COPA 2026 - Como Chega o BRASIL Pra Essa Copa? (com Xandi Barros) | Jovem Nerd Esporte Clube 07

10 de junho de 20262h2min
0:00 / 2:02:37

Todos juntos, vamos. Pra frente, Brasil. Salve a seleção! Estamos NAS PORTAS da copa, e no Jovem Nerd Esporte Clube é dia de falar sobre nossas expectativas para o Brasa no torneio! Será que finalmente uma geração inteira verá nosso país se sagrando hexacampeão mundial? E para a análise com mais ALEGRIA da internet brasileira, nosso escrete recebe a presença de honra do Xandi Barros!

Hasbro

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Participantes neste episódio4
A

Azaghal

HostPodcaster
V

Vidani

Host
M

Marcelo Bassoli

Co-hostPodcaster
X

Xandi Barros

Convidado
Assuntos15
  • Copa do Mundo 2026Campeão da Copa · Seleção decepção · Craque da Copa · Revelação jovem · Seleção Miss Simpatia · Artilheiro · Melhor goleiro · Jogador fracassado
  • Análise de JogadoresVini Jr. · Rafinha · Endrick · Matheus Cunha · Luiz Henrique · Paquetá · Bruno Guimarães · Casemiro
  • Seleção BrasileiraAmistosos recentes · Vitória contra o Panamá · Vitória contra o Egito · Desempenho de Vini Jr. · Desempenho de Rafinha · Desempenho de Paquetá · Desempenho de Casemiro · Desempenho de Bruno Guimarães
  • Lesão de RafinhaLesão muscular · Ederson · PH · Vitinho · Ibañez · Thiago Silva
  • Perspectivas eleições 2026Análise de jogadores · Alisson · Alex Sandro · Danilo · Wesley · Thiago Silva · Marquinhos · Paquetá
  • NeymarFísico e histórico de lesões · Comparação com outros jogadores · Papel tático
  • Premiacao financeira da Copa do Brasil 2026Expectativas para a Copa · Seleção Brasileira · Hexacampeonato
  • Ranking da FIFAModelo de Joachim Klement · Ranking da FIFA · Estudo da FGV
  • Recordes esportivos internacionaisMais Copas disputadas · Mais vitórias em Copas · Mais jogos sem sofrer gols · Maior derrota de um país sede · Maior goleada da história das Copas · Mais gols em uma única edição · Mais finais de Copa disputadas · Jogador mais novo a ganhar como melhor jogador
  • Análise de Jogadores e Números HistóricosRivellino · Garrincha · Maradona · Zico · Tostão
  • Apostas e jogos de azarNoruega na semifinal · Senegal e Noruega eliminando a França · Nova Zelândia se classificando
  • Debate sobre o Vinagrete e Molho à CampanhaDiferenças regionais · Técnicas gastronômicas · Ingredientes
  • Uniformes de times brasileirosUniforme titular · Uniforme reserva · Uniforme goleiro
  • Pesquisa sobre hábitos de jogadoresDembélé · Jamal Musiala · Bruno Fernandes · Van Dijk
  • Jovem Nerd Esporte ClubeLançamento e pré-venda · Design e mockups
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Marcelo Bassoli:My God.

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Voz B:I'm rocking with it.

Voz D:Okay, try it for yourself. Starbucks Refreshers concentrates are coming home. Find them in the coffee aisle and make it yours.

Voz A:O Jovem Nerd Esporte Clube é um podcast que pode ser consumido em áudio através de todos os agregadores conhecidos de podcast, mas que também pode ser consumido em vídeo, e você pode nos assistir através do nosso nosso canal no YouTube ou através do nosso Spotify. Já vem nerd esporte clube. É comigo mesmo e a enorme audiência do Já Vem Nerd, agora também no Já Vem Nerd Esporte Clube. Boa noite, torcida brasileira! Um abraço, amigas e amigos de qualquer canto desse nosso amado e pálido ponto azul, que tenhamos um programa espetacular nessa quarta-feira, dia 10 de junho de 2026. Abro agora o microfone esportivo mais famoso da cultura pop, nerd e geek, e ao lado dos meus queridos colegas de pancada, bom dia Marcelo Bassoli! Marcelo Bassoli! Caraca!

Marcelo Bassoli:Tem um Pelé aqui, né?

Voz A:Acertou no Davi contra Golias, jogou uma pedra.

Marcelo Bassoli:Como é o último programa antes da Copa, a Copa é amanhã, certo? A Copa é amanhã.

Voz A:Certo, a Copa é amanhã.

Marcelo Bassoli:Então vamos terminar o Guia da Copa aqui com a comemoração, celebração do maior de todos, Rei Pelé.

Voz A:Exatamente.

Azaghal:Aí vem a expectativa pelo sambinha, hein?

Marcelo Bassoli:Calma, segura.

Voz A:Tem que vir, tem que vir. Eu quero quando ele fizer a do goleiro do Mazembe tocando, ficando com o bumbumzinho do Arsenal. É essa que eu tô esperando, Pelinheiro.

Marcelo Bassoli:Só comemoração de jogador brasileiro, não vem com esses bodoque. Brasileiro, tá louco.

Voz A:Pô, fica no bumbuzinho, Marcelo, é legal. Bom, bom dia, Tucano.

Voz B:Tucano!

Azaghal:Olha eu primeiro, antes do Marcelo. Inverteu as ordens.

Voz A:Não, Marcelo acabou de ir, pô, acabou de fazer a comemoração do Pelé.

Azaghal:Gente, desculpa, é sábado, é sábado de noite.

Voz A:Não vou cortar, porque o Marcelo já ficou maluco no programa, agora o Tucano tá no outro.

Voz B:Tucano, essa hora a gente tá comemorando. Sábado, sábado.

Azaghal:Sábado à noite, gente, eu tô aqui no profissionalismo, após vários cafés.

Voz A:Imagina, imagina.

Marcelo Bassoli:Nem para aquele bebeu, tomou muito depois de cada gol do Brasil, que também não foi o caso.

Voz A:Não, memória de um peixinho dourado hoje, tá certo.

Voz B:Eu tô ligado nesse café que eu escuto no handcast.

Voz A:É não, é café, pô. É cafézinho, cafézinho. Bom, bom dia para o nosso querido convidado de hoje, Xande Barros. Xande Barros, sozinho. Olá, se derrubar é pena.

Voz B:Pô, essa é foda, hein?

Voz A:Foda demais.

Voz B:Inclusive, show de bola, completa a música: "Não roubaram o meu pau!" Essa daí é foda.

Voz A:Pô, Rogério Scarlatti, um grande beijo pro Rogério Scarlatti. Sim, sim, sim.

Marcelo Bassoli:Eu achei que você ia mandar o que teve uma mistura do Brasil com o Egito Pô, mano, eu fiz esse vídeo hoje.

Voz B:Essa é a mistura do Brasil com o Egito. E tem o "Ei, faraó".

Voz A:É verdade, né? Eu falei "faraó", pô. Muito foda. Bom, cara, hoje um programa mais que especial. Então acaba o aquecimento, amarre bem sua chuteira, porque hoje, pela última vez, temos nosso Guia da Copa. É o Guia, é o Guia da Copa. É o Guia, é o Guia da Copa. Guia da Copa. Guia da Copa se despedindo, última vez, hein, gente. Acabou, chega.

Marcelo Bassoli:Tchau, Guia da Copa. Tchau, Vinheta.

Voz A:Tudo que é bom dura pouco e o que é ruim acaba também, graças a Deus. Então que bom que as coisas acabam. Mas antes da gente começar, obviamente explicando que hoje a gente vai fazer um programa todo sobre como chega o Brasil, né. Nós cobrimos nos outros 6 episódios todos os grupos da Copa, passamos seleção a seleção, avaliamos, Oxande, as camisetas, o estilo, né, Esquadrão da Moda. Comentamos todo o estilo dos jogadores. E agora, o programa de hoje dedicado ao Brasil, à seleção brasileira. Entender como a gente chega, qual a nossa empolgação. Recados importantes. O primeiro é a partir de amanhã, início da Copa. O nosso próximo programa, que já vai ser sexta-feira. Todos os programas saem exclusivamente no nosso feed. Então, você que tá no feed do Nerdcast, um beijo. Eu vou falar, hein, a gente teve uma conversa. Um programinha ou outro, talvez ainda saia no feed do Nerdcast. Mas pra você garantir ouvir todos os programas Vai no feed do Jovem Nerd Esporte Clube, que é garantido. Porque vai que o Azaghal e o Alexandre vetam, né, Marcelo?

Marcelo Bassoli:Fala: "Não, não aprovei." Porque essa conversa que a gente teve não tinha nenhum dos dois, né? Então assim, a gente decidiu, mas...

Voz A:Exato. A gente decidiu, mas a gente não decide nada. Então vamos descobrir. Mas o link tá na descrição do episódio pra vocês darem uma moral, não pro nosso feed apenas, nos agregadores que vocês já usam. Lembrando, principalmente do nosso YouTube, que tá em vídeo no YouTube, tá em vídeo também no Spotify. Se vocês quiserem assistir a gente aqui vendo o rostinho bacana do Xande Baus feliz com mais uma vitória do Brasil. Ou confuso com a vitória de hoje, talvez seja mais do que feliz. Teve um momento muito triste. É, preocupante, preocupante. Vamos falar sobre isso hoje. A seleção brasileira que vem de 2 amistosos, nós vamos comentar os 2 aqui com mais detalhes. A goleada em cima do Panamá no domingo anterior, dia 31 de maio. Essa vitória simples contra o Egito por 2x1 na noite de 6 de junho. Falar sobre as chances do Brasil, sobre os caminhos que a gente enxerga pra que o Hexa, de fato, venha, se torne realidade. Quais chances que a gente tem disso ou não. Mas antes, aproveitar, Tucano, que afinal de contas, Copa do Mundo começa. Sábado tem Brasil. Não podemos deixar de chamar o Vai Brasa! Vai Brasa! Vai Brasa! Momento Vai Brasa!

Azaghal:Tucano, eu gostei.

Voz A:Sábado, quem não fizer churrasco sábado é maluco.

Azaghal:É, lógico. E não existe churrasco ruim. Ruim é não fazer churrasco.

Voz A:Olha aí, olha aí. Excelente.

Marcelo Bassoli:Tô elogiando o Seu Madruga, hein? E o Tucano disse que não gosta, disse que não gosta de chopp.

Azaghal:Ó, a parada é o seguinte, é bom ter aqui um carioca flamenguista pra palpitar nessa dica que é sobre o famigerado vinagrete.

Voz B:Ih, eu vi um Cruz de Malta aí.

Voz A:Que vinagrete?

Voz B:Molho à campanha.

Voz A:Só minha resposta.

Azaghal:Aí, é aí que eu queria chegar, molho à campanha. Porque o Brasil inteiro fala que é vinagrete e o Rio de Janeiro fala que é molho à campanha. E quem tá certo é o carioca.

Voz B:É verdade. É mesmo?

Azaghal:É, eu já ouvi falar disso também.

Voz B:Vinagrete.

Azaghal:Então, vinagrete é uma técnica francesa gastronômica de você misturar um ácido com uma gordura. No caso, você botar um vinagre com azeite.

Marcelo Bassoli:Com azeite.

Azaghal:Ou um óleo com limão, misturar, emulsificar, e isso você bota na salada ou você pode fazer um molho. Quando você bota tomate, cebola, pimentão verde, salsinha, Você faz o molho à campanha.

Voz A:Que é um vinagrete.

Voz B:O molho vinagrete é molho à campanha.

Voz A:Exato! Olha aí, ensina mesmo.

Azaghal:O molho à campanha é só um vinagrete.

Voz A:Entendi, entendi. Mas o uso pode ser de vários, cara.

Azaghal:Você pode fazer vinagrete até com abacaxi.

Voz A:Pô, e pra mim só precisa ganhar com mais vinagrete. Exato. Tem um camarada meu, Gabriel Bolicliffe, um beijo pra ele inclusive. O cara tem um Instagram maneiro, que ele faz receitas também. E ele faz um vinagrete super colorido, né, cara? Com todas as cores de pimentão, com o tomate muito bem picadinho, a cebola muito bem picadinha. Você vê o vídeo do cara fazendo, pô, dá vontade de comer de colher, né?

Voz B:O molho que ele faz. A minha filha amassa, de 3 anos, ela amassa vinagrete, molho à campanha.

Voz A:Pô, pra mim, nada melhor do que chegar no churrasco e abrir um pãozinho, tirar o miolo, entuchar ele de vinagrete e comer. Isso é absurdo, né? Muito foda.

Azaghal:Agora eu quero fazer uma pergunta pra vocês, pra cada um de vocês, se o vinagrete de vocês Vai repolho?

Voz A:Nunca comi com repolho. Não, nunca comi também.

Marcelo Bassoli:Não coloco também. E eu não curto muito limão.

Azaghal:É difícil você chegar numa pastelaria e o vinagrete não ter repolho.

Voz A:É mesmo?

Azaghal:Carrinho de pastel, tem muito repolho.

Voz B:Será que aquele tem repolho? Por isso que é gostoso e a gente come sem saber o que é.

Azaghal:Eu sou contra, sou contra o repolho também.

Voz A:Então, eu sou a favor do Pedro, mas sou contra o repolho.

Voz B:Eu te confesso que eu gosto do pastel mais puro. O pastel é um negócio que eu vejo lá, raramente eu vou colocar aquele vinagretezinho, aquele molho à campanha no vinagrete. Sabe o que que eu ponho, Xande?

Voz A:Eu sou da pimentinha, do vinagrete eu não ligo.

Voz B:Acho que é melhor pimentinha, isso aí.

Voz A:Acho que no pastel vai melhor.

Azaghal:De carne seca, pimentinha, porra.

Marcelo Bassoli:Mas aí tu quer o molho à campanha no churrasco, ele serve mais para linguiça ou mais para carne? Tanto faz? Qual que é a parada?

Azaghal:Serve com tudo, farofa, bota só farofinha e o molho. Mistura, faz aquele...

Voz A:Dentro, faço assim também.

Voz B:Como que se chama de... Mêlechete, os cearenses falam que é mêlechete. Quando você mistura farinha com alguma coisa. Meu pai é cearense, eles falam isso.

Voz A:É uma espécie de Cro, né? De Jamanta do churrasco. Pô, o Cro aí, personagem, esteve em várias novelas, combina com tudo, né? Jamanta também, ele volta em outra novela. Acho que é isso, o vinagrete, cara, qualquer churrasco, na hora da linguiça, na hora da carne, pô, vem do franguinho. Você comeu franguinho também com vinagrete? Maravilhoso, cara.

Voz B:Vinagrete é bom demais. Farofa e vinagrete, molho campanha, o que quer que Vai ser bom demais.

Voz A:Bom demais, não? Pô, excelente dica do Tucano aqui pra gente começar. É, rapaziada, chegou o Monopoly Panini Prism FIFA. O jogaço que leva toda disputa da Copa do Mundo direto pro tabuleiro de Monopoly. O Monopoly Panini Prism FIFA traz uma nova forma de jogar usando o já tradicionalíssimo tabuleiro de Monopoly junto com uma dinâmica super especial envolvendo cards. E se hoje estamos falando de seleção brasileira, não tem como não lembrar do maior de todos os tempos, o Rei Pelé, que tá aqui. E além de jogar, é possível colecionar as cartas do Monopoly Panini Prisão FIFA através dos pacotes extras de boosters. Vou abrir mais um boosterzinho pra ver o que eu ganhei dessa vez, hein. Vamos ver se eu tô com sorte. Rapaz, tô com sorte aqui, hein. Birgit Prinz, que é lenda do futebol feminino. Fede Valverde está com a gente. Quem tá aqui também? Raul Jiménez, mexicano. E temos também ele, Gonçalo Ramos. Atacante português. Olha que alegria esse boosterzinho. O Monopoly Panini Prism FIFA relembra partidas clássicas de Copa do Mundo, onde os jogadores revivem esses momentos épicos dentro do tabuleiro, através da mecânica única desse jogaço. Tendo os cards e tendo o tabuleiro, é o jogo perfeito para você disputar com seus amigos e também colecionar, porque os cards estão maravilhosos. Vale dizer que os cards de Monopoly Panini Prism FIFA têm acabamento especial e diversas raridades em versões especiais, incluindo jogadores atuais e Legends. Não perca mais tempo, adquira já o seu Monopoly Panini Prism FIFA. É o jogo perfeito para disputar e colecionar, e tem link na descrição. E vamos estrear uma vinheta nova hoje porque a nossa campanha aqui do Jovem Nerd Esporte Clube está na torcida pelo Brasil. "Atletico Mineiro, torcida pelo Brasil." Gemendo até o fim, não conseguiu parar. Mas assim, a carreira do samba tá só começando, tá? Ótimo! Vamos chegando lá. Mas vamos analisar a seleção brasileira agora sim, pra decidir o quanto a gente deveria estar empolgado pra Copa do Mundo. Porque confesso que domingo passado, Brasil 6, Panamá 2, eu acho que qualquer brasileiro que goste de futebol saiu daquele jogo pensando: Cara, não é que dá mesmo?

Voz B:Dá mesmo.

Marcelo Bassoli:É que agora vem, vem.

Voz B:Eu tava lá, hein, tomei uma gelada lá, foi, fiquei empolgadíssimo, troquei camisa com Panamê.

Azaghal:Foi o 8x1 contra Honduras em 94, foi o San Diego.

Voz B:Cara, só lembro da Copa de 94, na Copa mesmo, antes.

Marcelo Bassoli:Eu acho que assim O Brasil sempre, sempre não, mas muitas vezes foi desacreditado, né? Eu tava até olhando umas matérias ali, cara, da galera falando que em 82 só tinha cabeça de bagre, tipo assim, era umas paradas malucas, mas assim, 94 eu lembro muito bem, tipo, que a seleção foi muito achincalhada. Exato, era Dunga. E lógico, 98 tava vindo campeã, então chegou jogo, né, mas enfim, acreditada. Mas chegou na final, né, assim, perdemos, mas assim, chegamos na final, né. E 2002 também, porra, achincalhado assim, era papo de ser vexame. Exato, perdemos na Copa América. Então assim, trocamos de treinador para caramba, a gente até falou aqui. Então assim, eu acho um bom presságio a gente ir. Eu não sei se a gente tá tão achincalhado assim, eu também não acho que e tá naquele nível, mas é o nível. Eu tava até—

Azaghal:Marcelo, rapidão, vamos só botar os pingos no i. Pois isso, em 70 a seleção tava desacreditada, pois é, mas a seleção era Carlos Alberto, Gerson, Tostão, Clodoaldo, Pelé, Jairzinho, isso. Agora tá desacreditada e é Então, mas, Tucano, eu vou te falar a real.

Voz A:Tudo bem, mas assim, eu acho um absurdo. Eu vou dar um exemplo pra mim, porque eu acho que esse Brasil-Panamá foi um dos melhores jogos do Vini com a camisa da seleção, desde que ele estreou. Foi um primeiro tempo excelente, cara, dele, absurdo. Não só pelo gol com 1 minuto, né, que ele faz ali, mas pela postura dele no jogo inteiro, assim. Ele foi, no primeiro tempo, só ele no ataque da seleção realmente rendeu. E ele rendeu pra caramba, assim, de servir os companheiros, de botar a bola no pé do Rafinha dentro da área e ele não conseguir chutar, de colocar toda hora... E ele assim, recebe a roubada de bola do Casemiro pro gol que abre o placar, mas o gol do Casemiro é uma jogada dele que pra mim já ia entrar. O chute dá a impressão que ia entrar. Então eu acho que a gente tem um camisa 7 do Real Madrid, pela primeira vez na história um brasileiro, o 7, que é a maior camisa dos clubes do mundo na relevância. E esse cara é questionado com razão por não demonstrar na seleção brasileira o que ele demonstrou no clube.

Azaghal:Mas com razão não, olha, não é com razão não.

Voz A:Então eu entendo com certa razão por conta da seleção dele, deveu entender.

Azaghal:2022, você, a gente voltando para 2022 friamente, ele participa de quase todos os gols do Brasil.

Voz A:Ele é o melhor do Brasil, ele é o melhor do Brasil.

Voz B:Todos os gols do Brasil praticamente começa com ele, é passe dele, rebote dele, ele chuta volta para alguém.

Voz A:E tem muita gente que critica, inclusive, o Tite tirar ele contra a Croácia. Sim, para mim foi o maior erro do Tite. Para mim foi um erro também. Mas o ponto é, fora a Copa, o Vini, cara, nos momentos que ele foi protagonista, ele deve.

Voz B:Beleza, eu entendo a galera falar que ele deve.

Voz A:Mas o ponto para mim é que eu não consigo entender o brasileiro olhar para o Vini e ler comentário chamando ele de bagre. Eu falo, bicho, vocês têm que assistir futebol.

Azaghal:Bagre não é. É maluquice.

Voz B:Mas eu vou te falar o que que é, cara. Não é softball. Primeiro, ele é revelado pelo Flamengo sem querer. Todo mundo, ainda mais no atual momento do Brasil, que o Flamengo tá dominando e o caramba e tal, os caras ficam com raiva. O cara que é mais clubista, não tem jeito, o cara vai pegar no pé. Isso é um motivo. Tem o questão da luta do racismo, que muita gente acha que é mimimi, que é blá blá blá. E o cara é o mais perseguido porque ele fala mesmo.

Azaghal:Eu ouvi isso hoje. Ele é bom na luta contra o racismo, mas habilidade mesmo ele não Não tem.

Voz A:É isso que é maluquice. Eu falo, cara, hoje contra o Egito, para mim, mais uma vez ele fez um bom jogo. Nós estamos gravando aqui no dia 6, tá assim, porém mais uma vez ele fez um bom jogo. Ele foi um jogo, cara, de driblar. Tem uma jogada que ele dá para o Rafinha contra o Egito que eu gostei muito, que ele dribla 3, 4, entrega para o Rafinha dentro da área. É um lance que todo mundo cobra, cara. Cadê o Vini no Real Madrid? Ele tá ali.

Voz B:E, mano, levou o Real Madrid a 2 Champions. Ele é o maior brasileiro já da história da Champions e vai ser, por incrível que pareça.

Voz A:Ele já é o maior jogador da Champions pós-Cristiano Ronaldo, já é ele.

Voz B:É loucura isso, é, as pessoas não conseguem mais analisar a realidade, cara.

Marcelo Bassoli:E é curioso, é curioso porque voltando ainda, né, a gente tinha isso com o Rivaldo, galera falava que o Rivaldo não jogava na seleção, galera falava do Ronaldinho Gaúcho também que não jogava o que jogava no clube na seleção. Então não é, isso também não é novo, né, é talvez que o Vini tem muito que o Xande falou também, concordo, tem uma perseguição porque ele é muito vocal em outros assuntos fora do campo, né?

Voz A:Então eu acho que isso também, que querendo ou não, mas é bobo, cara, mas a galera pega qualquer motivo, parece que pro Vini qualquer coisa corriqueira fica maior, cara, é bizarro. E pra mim é inaceitável. Eu falo pra vocês, mano, eu tenho mais do que esperança no Vini, eu entendo que ele é nosso presente e nosso futuro.

Voz B:Eu também acho.

Azaghal:Eu vi uma entrevista dele falando que não gostava de peixe, mas que ele comia peixe todo dia porque o nutricionista falou que ele tinha que comer peixe. Eu falei: caralho, maluco, isso é dedicação, tá ligado? É, caralho, maluco, tu comeu o que tu não gosta porque tu tem que ser um atleta de ponta, tá ligado?

Marcelo Bassoli:Pois é.

Voz A:E aí eu acho que essa cobrança, por exemplo, que cai nele Quem merece mais do que ele é o Rafinha, que pra mim deve mais que o Vini, no sentido de... Hoje jogou bem, né?

Voz B:Hoje, particularmente, jogou bem.

Voz A:Hoje jogou bem.

Marcelo Bassoli:Jogou bem, né, Vini Dani, também, de exigência física. E pra mim, ele...

Voz B:E Rafinha não é a mesma pessoa.

Voz A:Eu sei, mas o Rafinha faz uma coisa que só ele faz na seleção pra mim hoje, que é bola parada. Ele é o único cara que a gente tem de cobrar falta direto pro gol, ele já fez gols assim na seleção. É um cara que não tem outra pessoa no elenco que eu olho e falo: "Pô, confio nesse cara." Pra mim é o Rafinha, só ele.

Voz B:Seria o Rodrigo.

Azaghal:Me corrijam aqui se eu tiver errado. Eu ouvi que não tem mais gol de falta no futebol porque treinar bater falta é ruim pro físico, né? E aí, beleza, mas aí acabou. Gol de falta é raro hoje em dia, diminuiu, né, muito, e aumentou disparado o número de lesões porque o número de jogos aumentou, a carga aumentou pra caralho. Eles estão se fodendo sem fazer gol de falta, cara.

Voz B:É isso aí, mas se treinar Falta assim como treinava o Zico, Pelé, 100 vezes por dia, aí ia se ferrar mais ainda. Essa é a parada. Tem muito jogo, tem que diminuir a quantidade de jogos.

Azaghal:Mas tu não concorda, Xande, que tinha que os caras jogarem, chutarem 100 vezes? Acabou o jogo, chuta 100 vezes o gol para tirar a camiseta que tá pendurada lá e diminui o número de jogos do jogador para ele poder fazer o gol de falta bonito durante o ano.

Voz B:Gosta assim muito esperado, porque às vezes tu vê tanto jogo que fica aqui em casa, que eu cubro muito estádio, vou muito para jogo tal para fazer conteúdo, não só do meu time, o Vasco, Fluminense, Botafogo, às vezes fora. E minha esposa fala assim: tem jogo de novo? Tem jogo, tem hoje, tem domingo, tem quarta, tem domingo, tem quarta, tem sábado, tem terça.

Marcelo Bassoli:Tipo assim, eu tenho uma opinião, acho que eu já falei com o Vidani, galera vai me xingar aí, mas eu tenho essa opinião para E para mim, eu acho que a evolução natural do futebol, a gente vai chegar um dia nisso. Tipo, a gente tem hoje 6 substituições autorizadas. 5, e o lance da concussão que antes não existia, depois virou, né, passou 2, aí 3, agora a gente tem 5.

Voz A:Eu acho que os 5 eram para ser temporário por causa da pandemia, né, e não voltou.

Marcelo Bassoli:Exato. E eu acho que é uma possibilidade, talvez muito mudada. Até por isso que a gente tá falando aqui, pô, a galera não consegue mais treinar. Então a falta deixa de ser um negócio que é perigoso assim, né? Tem um batedor de falta, o cara teve falta, o cara entra para bater. Ou escanteio também, pô, os caras batem escanteio rasteiro para fora. Eu tava vendo um monte de brincadeira, o cara, o Saka, acho que na final da Champions, cara, bateu escanteio para fora rasteiro assim. É absurdo, não, não é isso. Então assim, daria para ter uns caras ainda mais velhos, tipo assim, batendo falta, fazendo gol. Tipo assim, o cara entra para isso, chuta e acabou.

Azaghal:Eu sei que é polêmico. Um patch, né?

Marcelo Bassoli:Faz falta.

Voz A:Então, independente do que pode vir a ser, eu ainda acho que a gente tem— e aí eu falei disso do Rafinha pensando nos jogos que a gente viu do Brasil, porque eu acho que é uma parada que não é só o Brasil que sofre com isso, é uma coisa do futebol mundial. A gente ainda tem alguns caras fora de série, como o próprio Messi, o Cristiano, que bateram muita falta na vida inteira. Hoje o Cristiano já não bate mais como batia antes, mas ainda é perigoso.

Azaghal:Nossa, ele somou uma bola outro dia, né?

Marcelo Bassoli:É, assim, vamos—

Voz B:Mas a batida dele é diferenciada, né?

Marcelo Bassoli:Mas assim, perto do Messi, o Cristiano, para bater falta não dá nem para conversar, né?

Voz A:Cara, é diferente, é que é diferente. Mas 10 anos atrás a conversa seria outra.

Marcelo Bassoli:A batida do Cristiano é mais complexa, E o Neymar batia melhor que o Cristiano também.

Voz A:Pô, eu acho que o Neymar, ele em algum momento ali em 2017, pra mim ele é o melhor batedor de falta do mundo inteiro, até melhor que o Messi pra mim. Tanto que naquele PSG e Barcelona 16x17, o Messi dá uma falta pro Neymar bater. O Messi tá em campo e o Neymar que bate, faz o gol.

Voz B:E ele faz.

Voz A:E pela seleção ele fazia um monte, ele é foda. Mas a gente teve, né, Coutinho na seleção que batia falta. Tivemos vários outros caras que— e hoje para mim só tem o Rafael.

Azaghal:Léo Virgílio, Junior, Junior.

Marcelo Bassoli:Lembra em 2006 o gaúcho quase faz o gol, cara, no 98.

Voz A:Faz em 2002, né?

Azaghal:A final do Brasileiro de 92 foi falta para o Flamengo contra o Botafogo. Meu primo tava assistindo comigo, eu falei assim: caralho, gol! Aí ele falou assim: não, pô, tá louco, é falta, não sei o quê. Eu falei: ali é pênalti.

Voz B:Pro Júnior é pênalti.

Azaghal:E é, parece que bota com a mão.

Voz A:É foda. Mas assim, e o Rafinha pra mim é um bom batedor. Não é espetacular, mas é um bom batedor. E nós temos um cara no elenco que é foda. Pra mim, a principal função dele hoje é essa, mais do que até com bola rolando e tal. Acho que inclusive tem um problema pro Ancelotti de convocação que ficou bem evidenciado contra o Panamá, que foi: se você jogar com o Vini aberto, o Rafinha perde de propósito se ele for jogar pelo meio. Para mim, contra o Panamá, ele foi muito mal, cara. Foi pior em campo, foi horrível o ataque do Brasil.

Voz B:Mas ele tem que jogar aberto na direita. É o Vini vindo aqui, Rafinha vindo aqui, ó, e aquele meio ali. Eu não confio.

Azaghal:Vocês perceberam hoje que essa seleção é comunista?

Voz A:Por quê?

Azaghal:Porque não tem direita, é só esquerda, maluco. É só esquerda.

Marcelo Bassoli:Então ela pende para esquerda, cara.

Voz A:O lance para mim que a galera clamou muito, com razão, é o Luiz Henrique. Toda vez que entrou pela direita, entrando no decorrer do jogo, foi muito bem. Contra o Panamá foi muito mal também, mas hoje, para mim, ele fez fumaça de novo, cara. Foi o cara que recebeu, arrancou.

Marcelo Bassoli:Eu acho que o problema, o problema maior da seleção, se eu fosse falar um, é a consistência. A gente não tem consistência, tipo assim, tem jogador que joga muito bem um jogo, no outro ele não joga, tipo assim, não tem um cara que você fala, pô, Reciclado.

Voz A:Hoje foi terrível.

Marcelo Bassoli:Então, Paquetá foi o melhor do jogo contra Panamá.

Voz A:Hoje foi bom.

Voz B:Seleção é assim mesmo, cara, sabia? Tu for ver os outros jogos da França aí na Copa do Marfim, seleção é um negócio mesmo que os caras se reúnem de vez em quando. E a gente tá acostumado, antigamente o futebol tinha pouco treino tático, assim, comparado com agora, né? Então era muito mais individualidade. Ronaldo, Romário pegava bola sozinho. Hoje em dia tu vê o futebol, é tudo tático. Então acredito que o entrosamento não vai valer Muito mais do que valia antigamente. Não que não valesse, mas deve valer muito mais. Mas aí, de vez em quando, o jogo fica estranho.

Azaghal:Mas aí tu citou aí o amistoso da França com a Costa do Marfim. Vale o registro aqui do duelo dos irmãos, né? Sensacional. E um cara para chamar Desirée É pica também. Eu falei do Harry Kane, mas o cara chama Desirée. Sabe quem é Desirée, Vidani?

Voz A:Desejo, né?

Azaghal:Exato, porra. O cara chama Desejo, mano.

Voz A:E eu conheço porque é o nome da esposa do Galvão Bueno, né?

Marcelo Bassoli:Mas assim, você imagina se o Brasil perde da Costa do Marfim de 2 a 1 antes da Copa?

Azaghal:Mas Desirée feminino é com 2 Es, tá?

Voz B:Se o Brasil perde qualquer amistoso, esquece.

Voz A:É, foda. Eu acho que na fase que o Brasil tá, pesaria muito uma derrota. Por isso que hoje eu falo que eu fico confuso com 2x1 contra o Egito, porque assim, contra o Panamá foi festa, foi show, foi alegria. Pra mim, a gente falou do não ter direita, mas pra mim o Ryan fez um jogaço, cara, contra o Panamá. O Hendrik, mesmo que tenha entrado como um coadjuvante, pô, participou pra caramba do ataque.

Azaghal:Eu tô falando mais desse último jogo agora.

Voz A:Contra o Egito. Sim, sim, sim. Nós vamos chegar lá.

Voz B:Pega a música aí, ô Tucano. Oi, boa noite. Vai ter gol do Rayan hoje? Vai ter gol do Rayan hoje?

Voz A:Pô, é muito— e o moleque é personalidade, tá? É muito foda.

Voz B:Moleque humilde pra caramba.

Voz A:Pô, ter esses moleques no elenco, pra mim o Hendrick e o Rayan, eles são o que a gente deveria ter tido com o Neymar em 2010, se o Dunga tivesse levado.

Marcelo Bassoli:Culpa do Dunga. O Dunga, ó.

Voz A:Eu falo até do Neymar mais até do que do Porque aquele lance do "Ganha o seu Tia 21" e tal. O Neymar era um moleque babando de raiva, de fúria de querer jogar.

Marcelo Bassoli:O Neymar precisava daquela Copa, porque ele ia sentar com o Kaká, ele ia sentar com os caras, tipo, que ele não ia chegar o reizinho da seleção.

Voz B:Não, o Ronaldinho tava jogando muito no Milan, foi a última época dele em alto nível.

Voz A:Poderia ter ido, entendeu?

Marcelo Bassoli:Ele ia chegar na miúda, tipo, aprender com os caras e talvez ter uma...

Voz A:Cara, mesmo a zaga, né? Aquela zaga, pô.

Azaghal:Tu é um sonhador, Marcelo.

Voz A:Marcelo. Mas é que aquela zaga, para mim, teria ensinado muito para o Neymar.

Azaghal:René Simões.

Marcelo Bassoli:Não, pode ser. Mas, cara, ó, tem uma parada do Hendrick. Eu sou fã do Hendrick, né?

Voz B:Mas eu gosto muito dele.

Marcelo Bassoli:Acho que ele tem um negócio que eu vi hoje, que teve no jogo hoje, que é um detalhe bobo, mas eu acho foda para caralho. Ele foi para a lateral, tomou uma água, aí ele pegou, tipo, ele bebeu e jogou a água. Aí a água caiu dentro do campo, ele E voltou para pegar água e dar na mão do ali da galera, do preparador, tipo assim. Ele jogou mal, é, ele jogou mal a garrafa, ele não tipo assim, foda-se, pega aí, tá ligado? Pega aí.

Azaghal:Eu quero deixar registrado aqui, Marcelo, eu quero deixar registrado aqui que eu quero que o Henrique jogue todos os jogos. Ele sempre entra bem, ele joga bem. Eu só não quero pegar um metrô, eu só não quero pegar um metrô em Santana, ele sentar do meu lado e até o Quara do meu lado, tá ligado?

Voz A:Outro dia você criticou ele, fica parecendo que você odeia o cara, e não é isso, pô.

Azaghal:A galera não entendeu, eu não quero ele sentado no meu lado 16 estados aí, mas às vezes ele dorme no metrô. Não dorme, não dorme, moleque novo.

Voz A:Não, é conversa, conversa e prece.

Azaghal:Eu quero ele dentro de campo jogando bola, que ele sabe fazer, joga bem.

Voz A:É, mas ó, vamos falar o seguinte só para eu concluir o lance do Panamá, para a gente chegar, porque assim No Panamá, pra mim teve, cara, primeiro, o jogo ofensivo do Brasil pra mim foi, no primeiro tempo, o Vini jogou sozinho, e no segundo, cara, o que fizeram? Paquetá, o Rayan, o próprio Iñigo Gutiérrez. Aí o Danilo, pra mim, o Danilo tem zero jogos ruins pela seleção. Todos são foda, todos. O que ele faz de pisar na área, nenhum volante do Brasil faz com a capacidade dele. E aí nem vou falar do gol dele, que é um golaço absurdo.

Azaghal:É ele que o Barcelona queria, né?

Marcelo Bassoli:Era.

Azaghal:Porra, que joga bem.

Voz B:Eu vou te falar uma coisa, Danilo e o Paquetá, se jogarem bem, se eles conseguirem, tipo, jogar bem o jogo, todos os jogos da Copa, é papo do Brasil ir para semifinal, final. Porque são os caras diferentes de meio-campo ali, que vira para lá, que gira para cá, que entra na área. Os outros são mais volantes assim, que eu acho o Bruno Guimarães, apesar de ter feito gol hoje, ele é meio aquele jogador, não é limitado, que ele não é ruim.

Voz A:Ele fez o gol porque ele roubou uma bola, tá ligado? Ele fez o gol porque Jogadaça, tá bom, eu sei, Marcelo, concordo com o Xande, de atributo que fez ele fazer o gol foi o defensivo, não foi ofensivo, não foi um momento criativo do Bruno Guimarães, tipo, caraca, fez uma tabela. Ele teve momentos assim na seleção, tem passes que ele deu pro Estevão nos amistosos e no final da eliminatória que é absurdo, muito bom. E no Newcastle ele faz isso direto, mas na seleção me incomoda muito que a gente tenha tomado gol do Panamá numa falta na entrada da área boba que ele fez, cara. Eu não eu falo, pô, ele tem que se controlar um pouco mais, sabendo que, pô, atacante do Panamá, eu não preciso fazer a falta aqui em cima do cara, eu posso confiar que o cara vai errar.

Marcelo Bassoli:Isso sempre tem, sempre tem, né? Mas assim, as últimas seleções campeãs, elas também tiveram uma substituição, uma troca na escalação titular muito fundamental para ser campeã. Então o Raí, 94, se a galera lembra, o Raí era o capitão, cara, ele era o 10 e atacante. E tipo assim, ele saiu para entrada do Zinho, e tipo assim, o time do Mazinho, desculpa, e o time mudou. E enfim, depois vai, até entrou, entrava nos jogos e tal, participou, meteu o gol, né, meteu o gol, fez gol também. Mas enfim, e em 2002 o Juninho Paulista saiu do time para entrar o Cleberson, que mudou o time. O Cleberson mudou o time, cara. Ele, ele para mim é um dos grandes nomes daquela seleção. Às vezes a galera não lembra tanto que E umas estrelas, mas assim, de repente o Danilo é esse cara que vai entrar aí e vai mudar o próprio Endrick.

Voz A:Eu acho que ele tá pedindo passagem. Para mim, os caras que pedem passagem na seleção hoje são o Danilo e principalmente, é, e o Endrick, que para mim o Cunha e o Rafinha são os que mais têm necessidade de se cuidar. Porque o Vini não é cadeira cativa, mas ele tá jogando bola. O Rafinha tá devendo e o Cunha tá devendo.

Azaghal:Eu acho que o Thiago hoje ele fez um desserviço, desserviço à carreira dele de ser titular e tudo mais.

Voz A:Também acho. Não, ele voltou para o fim da fila, Tucano, dos atacantes. Voltou para o fim. Porque ele recebeu bolas, cara, tem um lançamento do Casemiro para ele hoje por cima que ele não consegue botar o pé para dominar. Isso me deixa completamente revoltado. Falei, cara, pô, era o gol dele, era, cara, se ele faz 2 gols hoje, ele teve chance para fazer 2, aquele que ele sai na cara que quase sobra para o Vini, É bizarro, é absurdo. Fala, cara, que você não chutou? Você fica olhando para TV, controle na mão, dá vontade de voltar, bicho.

Azaghal:O que é isso, cara? Eu fui assistir, eu fui assistir o jogo na casa do, daquele amigo que eu não falo o nome, que vai na Vila, que faz a narrativa sobre o Neymar. Ele pediu para até o final da Copa eu não citar o nome dele. Eu fui assistir o jogo lá, a gente ficou discutindo isso. Na hora que você tá de frente para o gol, é o que que faz você chutar para o lado, chutar pro outro, tal. Eu falei para ele, eu acho que o cara, só o gênio, ele para, olha, e o tempo passa devagarzinho, e ele fala assim, eu vou botar no ângulo. A maioria, não tô falando que é o cara ruim, o cara bom, mas que não é gênio, ele pega a bola e chuta, bate forte, tenta fazer, mas ele não fala assim, vou botar ali, porque ali é. E eu acho que faltou isso, porque teve muito bola de frente para gol e os cara chegava e não botava no lugar certo.

Voz A:É, o Rafinha teve uma que para mim ele tinha que ter batido cruzado, claramente cruzado, bateu no primeiro pau.

Voz B:Cruzado rasteiro forte, a tendência de ser gol.

Voz A:Também bateu, desperdiçou uma chance que ele tinha que ter batido cruzado, bateu no canto do goleiro.

Azaghal:Eu falo, pô, eu acho que o Romário pega a bola e ele tá tão tranquilo que ele fala, vou bater cruzado rasteiro.

Voz B:Ele nem faz isso, ele fala assim 'Eu vou ficar enganando esse goleiro até ele cair 3 vezes, depois que eu humilhar eu estou de biquíni.' É isso que ele faz.

Marcelo Bassoli:O que o Romário fingia, fingia que ia cortar, fingia que ia chutar, tava assim. Ele caiu de lá. Eu vi um vídeo muito bom do cara falando do Paquetá no jogo contra o Panamá. Tem um lance do Paquetá ali que ele dá o lançamento pro Hendrick, eu acho, que o Hendrick, pô, se o Hendrick corta pra driblar era gol, né? Mas ele tentou Descobri uma beleza, tipo, o Paquetá, ele tem o cara, até brinca, pô, o cara é carioca e tal, tipo, ele fica tentando enganar os caras o tempo todo.

Voz A:Ele é malandro, né?

Marcelo Bassoli:E tipo assim, o Romário era esse cara dentro da área assim, na pequena área ele era isso, tipo assim.

Voz B:Então igual Romário, era Romário e Ronaldo, é um nível assim que é maluquice, não tem nenhum lugar, nem tem.

Azaghal:E essa parada, essa parada de cortar, uma parada que eu me liguei hoje também, que é claramente uma bola, tu tem que cortar para direita, mas o cara é canhoto e ele corta para esquerda. Vai para o, ao invés de ir para o meio do gol, que ele pode escolher para onde ele vai bater, ele corta para esquerda para ficar na diagonal.

Marcelo Bassoli:Ele perde o ângulo, né?

Azaghal:Ele perde o ângulo porque ele bate melhor para esquerda. É forte.

Voz A:Teve um lance contra o Egito que o Vini recebe uma bola em lançamento também incrível, lançamento para ele, e ele corre até a direção do gol e ele bate no chutou no primeiro pau. Aquele lance inteiro eu pensei, cara, se o Vini respira uma respirada mais funda, ele corta para trás igual ele fez contra a Croácia, e ele serve o Gutiago sem goleiro. Falei, puta, eu vi isso. Beleza, assim, é um amistoso, o cara tá num ritmo também pensando, pô, Wesley acabou de machucar, também não quero me estourar, tudo deve passar pela cabeça do cara. Mas ainda assim eu penso, pô, um cara do calibre do Vini, ele tem que, de cada duas bolas que ele recebe, uma ele tem que acertar. Não no gol exatamente, Tipo, acertar a decisão, mano. A decisão do drible, a decisão do chute. Ele pode errar depois, mas a decisão tá certa. Mano, fiz a jogada certa e chutei pra fora, toquei mal, beleza. Mano, você fez a jogada certa. Eu acho que é isso que diferencia o cara acima da média do cabeça de bagre. E assim, hoje, desculpa, mas o Igor Thiago hoje foi cabeça de bagre total, assim. Cara, toda bola que ele recebeu, ele parecia que não sabia o que fazer, cara. O cara falou: "Faz o simples." É isso aí, né?

Voz B:É tipo assim... Ele é artilheiro da Premier League, mas é esse estilo de jogo assim, mas de butamonte assim, né?

Voz A:Velocidade, o lance do gol, a canetinha foi absurda.

Marcelo Bassoli:Deu uma esperança, mano, esse cara tem recurso.

Voz B:Cara, vocês vão falar que eu sou flamenguista, mas só tem um cara que eu acho que brasileiro que tem essa frieza na frente do gol, só que ele é grande e é mais, e é pesado, que é o Pedro. Mas é um cara que ainda tem esse negócio de fazer aquela, dar aquela pisadinha.

Voz A:100% com você, cara.

Voz B:Mas se ele tivesse velocidade A ideia de que um Vinícius Júnior tem ferrou. Esse cara tá jogando mal.

Voz A:Se o ciclo dele tivesse sido melhor, ele era um nome sério.

Marcelo Bassoli:E Luciano, não?

Voz B:Luciano, você não é bom.

Voz A:Calma aí, vamos falar de futebol aqui.

Azaghal:Ó, deixa eu falar, posso falar um experimento que eu fiz aqui?

Voz A:Por favor.

Marcelo Bassoli:Estatístico.

Azaghal:Estatística, eu tô aqui com a prancheta.

Voz B:Caraca, era isso que eu tava fazendo?

Azaghal:Era isso. Eu fiz um Excel pegando todos os grupos. E aí, pegando um roteiro, é o Joel.

Marcelo Bassoli:Você, nosso Joel, você não tem uma pranchetinha?

Voz A:Excel aqui, ó. Caralho, agora para mim chama Excel essa prancheta sua. Não tem jeito.

Azaghal:Podemos adotar isso como Excel do Tucano. Eu peguei todos os grupos e eu peguei assim, ó, cabeça de chave.

Voz B:Tá?

Azaghal:Separei, isolei, peguei o ranking da FIFA dos outros 3, somei, dividi por 3, peguei a média aritmética, tá? E aí eu diminuí a posição do cabeça de chave da média dos outros para saber se isso, a distância do primeiro para o resto, porque eu achei que aquele grupo da Argentina tava sacanagem de fácil. Falei, não é possível, Argentina, Argélia, Áustria Jordânia. Eu falei: não, isso aí, que isso, é 78 de novo, né? Errei, errei, Rúdia. Eu vou falar quais são os grupos, primeiros grupos mais competitivos, estão mais, né, pelo ranking da FIFA. Grupo D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia. A diferença da média para os Estados Unidos, que é o cabeça de chave, é 14 pontos, tá?

Marcelo Bassoli:Mas é porque o cabeça de chave é fraco. É porque ele é sede, né?

Azaghal:Tipo assim, isso, isso, isso.

Voz B:Mas Turquia, só país bom aí.

Azaghal:Falou qual? Mas é grupo, é Holanda, Japão, Suécia e Tunísia. 26, 26, tá todo mundo na mesma. Aí os mais fáceis, o segundo mais fácil é o grupo do Brasil.

Marcelo Bassoli:Ah, acredito também, né?

Azaghal:O Brasil, o Brasil tá em sexto. 1. E aí, do 6º até a média, dá 39 pontos.

Voz A:Caraca, cara, 45 a média! Puta vida!

Voz B:É que a Escócia e a Haiti puxa muito para baixo, né?

Marcelo Bassoli:Muito para baixo.

Azaghal:Só perde, só perde para o grupo H, que é da Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai. Que a Espanha tá em 2º e a média vai, a distância para média, 47.

Voz B:Caraca, vou te falar, tá considerado fácil, né? Mas eu acho que É questão de ranking. Se tu for botar o Uruguai, Arábia Saudita, é joguinho complicado, né?

Azaghal:Isso aqui é um modelo matemático. O futebol caga para matemática.

Voz B:Exatamente.

Voz A:Não, ranking da FIFA é uma merda, né? Essa é verdade.

Marcelo Bassoli:Mas, ó, eu queria puxar um negócio.

Voz A:Então vai, puxa você.

Marcelo Bassoli:Eu queria puxar um exercício aqui. Vocês me ajudem aí.

Voz A:Se não fosse isso que eu aceito.

Marcelo Bassoli:Para a gente comparar a seleção de 22 com a de 26 do Brasil, tipo, para a gente ver o que que, qual que tá melhor assim, qual que a gente acha que é melhor. Então começando aqui, o Alisson, vamos falar que 22 ele tava melhor, certo?

Voz A:Melhor que hoje, voando, né?

Marcelo Bassoli:Exato. Deixa eu anotar aqui, né, porque porra, senão a gente vai se perder. Então 22, 1 a 0. Peguei um lápis que não tem, agora peguei. E 26, beleza. 3. Então Alisson, fechou. Aí na lateral, eu abri aqui, eu tô com as escalações aqui. Então a gente tinha Daniel Alves, Alexandro e Alexandro.

Voz A:Alexandro de 22 é muito melhor do que o de hoje. Inclusive para mim, esse jogo contra o Panamá e esses momentos que ele jogou contra o Egito, cara, eu me arrisco a dizer, e é maldade, tá, mas não tem condição de jogar.

Voz B:O Alexandro tá mal no Flamengo.

Voz A:É, não, não tem condição de jogar contra o mundo inteiro. Eu não tenho nada contra o um ser humano, Alexandro. Mas se ele torcer o pé e o Juba vier, eu vou agradecer, pô. É foda, nada.

Voz B:Não sei se segura a onda não, hein. Vai tirar o Léo Juba do Bahia, meter na Copa do Mundo. Vai, Léo Juba! As perninhas vai tremer.

Voz A:Então aí era isso, eu ia falar do Wesley, mas pelo menos tem perna para tremer, pô. O Alexandro tá foda, caraca.

Marcelo Bassoli:Wesley, Danilo, Wesley já tá voando, só que ele tá voando na Roma. Esquerda.

Voz A:A gente não sabe se ele tá com alguma coisa.

Marcelo Bassoli:A gente não sabe.

Voz A:O lance é, só para dizer, né, acho que o ponto negativo do jogo contra Egito é a lesão do Wesley. Sentiu dores na virilha esquerda, tentou cruzamento na ponta direita, sentiu a dor, foi substituído. E o que me dá impressão também, Marcelo, foi o choro. O choro me deu impressão que é de corte. É assim, o negócio de a gente não fez exame, mas o jogador sabe, mano. Ele já passou por outras lesões, ele sabe, pô, isso aqui é um mês jogador fora.

Voz B:Caraca, é, mas jogador sempre é o medo também, pode ser, né? O cara não sabe exatamente, ele sabe.

Marcelo Bassoli:Pode ser, pode ser.

Voz A:Torcemos para que não seja, porque assim, até porque o Antelotti deu entrevista depois do jogo, falou que tem um diagnóstico amanhã, vai fazer exame, é um problema muscular. E aí ele comentou, ó, aí perguntaram, Antelotti, mas se for cortado, quem que vem? E ele, cara, a melhor solução parte da equipe, porque na pré-lista ele tem PH do Vasco, que tá um lixo, tá mal demais. E o Vitinho do Botafogo, que eu acho que é a melhor opção dado o PH contra ele. Mas assim, não é uma opção maravilhosa. Pra mim, o Ibanez, com o que ele jogou hoje contra o Egito, pra mim foi um puta destaque defensivo. Jogou muito o Ibanez. No primeiro tempo, principalmente com a cagada do Marquinhos, ele jogou por 2 no primeiro tempo.

Voz B:E outra coisa, a gente tem o Ancelotti, né, que é técnico italiano e gosta de botar zagueiro na lateral, tá acostumado.

Azaghal:Isso.

Voz B:Faz a linha de 4 ali, solta os outros, vai embora.

Azaghal:O Xande, é loucura, pô. Pra ele, lateral é defensor.

Voz A:Então, deixa eu perguntar pra vocês um bagulho.

Marcelo Bassoli:É maldini, pô.

Voz A:É loucura imaginar que essa vaga do Wesley pode ir pro Thiago Silva?

Voz B:Ou tô louco? Acho que não, porque pelo físico, acho que pra jogar na lateral, apesar de ser—

Voz A:Não, mas eu não tô falando pra ele puxar o Thiago Silva pra lateral. E banho titular, Danilo reserva, e o Thiago Silva de reserva.

Azaghal:Não foi a primeira pessoa que eu ouvi essa noite falando isso, viu?

Voz B:Pode ser, vai acontecer. Se for cortado, é isso.

Marcelo Bassoli:Então o programa está cravando aqui, se o Wesley foi cortado, vem Thiago Silva.

Azaghal:Não, não, eu, eu tô falando que não foi a primeira vez que eu ouvi isso. E vem a força, pode ser.

Voz A:Atenção, emoção, plantão, meu Papel na sua mão, vai começar o Jornal do Nenê.

Voz B:O nenê, o nenê sim.

Voz A:Boa noite, eu sou o Nenê e este é o Jornal do Nenê. Notícia triste: o lateral direito Wesley viu o fim do seu sonho de defender o seu país na Copa do Mundo de 2026. No domingo, dia 7, um dia depois de sair de campo machucado no amistoso contra o Egito, a equipe médica do Brasil confirmou uma lesão. Segundo os exames de imagem realizados Apois o jogo, Wesley sofreu uma lesão de grau 3 na região adutora da coxa esquerda. Grau 3 é o mais grave para uma lesão muscular, envolve ruptura total de fibras musculares, o que exige um tempo de recuperação mais longo, que costuma ser de 2 a 3 meses. Aos 22 anos de idade, Wesley, que hoje joga pela Roma, na Itália, será substituído pelo volante Ederson, decisão de Ancelotti que surpreendeu muita gente. Ederson, do Atalanta, também do futebol italiano, que está se transferindo, ao que tudo indica, ao Manchester United ainda nessa janela. Notícia que faz com que todos os palpites que demos durante esse programa pro corte e substituição do Wesley ficassem completamente equivocados. Assim, fazendo a gente ter papel de palhaço. E agora nossos palpites soam como piadas ultrapassadas pro mundo todo. A audiência com certeza vai rir da nossa cara. Em outro assunto, notícia feliz! Pra você que acompanha o Jovem Nerd Esporte Clube, um anúncio. Teremos lives durante todos os jogos do Brasil na Copa. É isso mesmo que você ouviu! Transmissões ao vivo com participações especiais em eventos muito bacanas. Algumas lives vão ser presenciais, outras vão ser remotas, mas teremos transmissão dos jogos. Vem com o nenê comentar os lances, gols, tudo em tempo real. A primeira live já é nesse sábado, dia 13 de junho, a partir das 18:30, direto do YouTube do Jovem Nerd Esporte Clube. O link da live tá na descrição descrição desse episódio. Já ativa o sininho, hein? E eu falei que são eventos muito bacanas, né? E falei que tem eventos presenciais. E se eu te contar que esse sábado é de graça e aberto ao público? Você aceita o meu convite? Se você estiver em São Paulo e quiser ver o jogo junto com a gente, você está convidado. Estaremos diretamente transmitindo a live do Esconderijo Juan Caloto, que fica na Rua Gandavo 398, na Vila Clementino. Te espero por lá para a gente tomar uma e pra ficarmos emocionados na torcida pelo Brasil. Vamo!

Voz D:Meet Timothy. Because this is radio, you can't see Timothy. You can't see that Timothy has eczema. And you can't see that he's sliding down a slip and slide with his big brother. You see, Timothy's on DUPIXENT® (dupilumab). It helps control his moderate to severe eczema when prescription topical therapies aren't enough. And because this is radio, you can't see Timothy's clearer skin or how he's itching less. But kids as young as 6 months can see for themselves how DUPIXENT helps heal their skin from within and get ahead of their eczema. And it's not a cream, steroid, or immunosuppressant. Severe allergic reactions, including skin reactions, can occur. Get help right away for face, mouth, tongue, or throat swelling, wheezing, or trouble breathing. Tell your doctor right away of new or worsening eye problems, like eye pain or vision changes, skin symptoms, joint aches and pain, or a parasitic infection. Don't change or stop other treatments without talking to your doctor. DUPIXENT helps your child feel the heal. Ask your child's eczema specialist, visit DUPIXENT.com, or call 1-844-DUPIXENT.

Voz A:Vamos assistir o jogo juntos? Esconderijo Juan Caloto, sábado, 13 de junho, a partir das 18:30 começa a live, mas estaremos lá no Esconderijo Juan Caloto um pouco antes, então se organize, vai lá assistir esse jogão com a gente. Voltamos agora com a programação normal. Alegria.

Marcelo Bassoli:O que a gente tem hoje foi Danilo em 2022 e agora é uma incógnita, então...

Voz A:Não, mas o Wesley bem melhor, eu acho que o Wesley de hoje bem melhor que o Danilo de 2022.

Voz B:Mas ele não ajuda muito, né?

Voz A:Mas aí é disputa hipotética, aí é foda, Wesley.

Marcelo Bassoli:Vou pôr o Wesley pra agradar vocês.

Voz B:É, por enquanto não vamos matar o cara antes não, vamos deixar ele dar.

Voz A:E torcer aos filhos recuperarem, pelo amor de Deus, tô amarrado.

Marcelo Bassoli:Marquinhos, Vinícius...

Voz A:Se o Neymar tá lá de um morto muito louco, por que o Wesley não pode estar, né?

Marcelo Bassoli:Marquinhos 22, Marquinhos 26.

Voz B:Vamos falar do Neymar.

Voz A:Marquinhos 26.

Voz B:Eu acho que Marquinhos tá melhor hoje.

Voz A:É melhor, melhor. Pô, duas Champions na lomba do cara, pô.

Marcelo Bassoli:Mas cagou na Champions e deu uma cagadinha agora aqui, hein.

Voz A:Pô, mas assim, zagueiro cagar eventualmente, relevo. Ali aqueles atacantes, ó, por exemplo, eu vi gente reclamar. Quero falar sobre isso também, porque a cagada do Marquinhos é irrefutável, uma cagada absurda. Ó, recuo fraco, pô, matou o Alisson.

Marcelo Bassoli:Coitado do Alisson, pô, que que o Duda tá reclamando do Casimiro, mas porra, o Casimiro não tinha como adivinhar que o cara ia, e foi nas costas do Casimiro, né?

Voz B:Mas assim, a culpa é do Marquinhos, ele que jogou.

Voz A:O recuo horrível. Mas assim, eu quero perguntar para vocês sobre os gols que a gente tomou do Panamá, porque para mim um gol que o Alisson toma, o de falta, é acidental, zero falha, zero.

Marcelo Bassoli:Foi na hora, ele não faz também, né? Voltar rápido para pegar, não vai fazer.

Voz A:Aí que tá, Marcelo, não é falha, mas tem goleiro que pegava. Porque é foda, você fala, pô, não pegava, velho, não pegava.

Marcelo Bassoli:Esse lance do Zico, esse lance do Zico do Egito, tipo assim, você sabe que eu comemorei, tá?

Azaghal:Eu comemorei, eu comemorei.

Voz A:O Cássio pega, porra, Marcelo.

Azaghal:O gol do Zico eu comemorei, tá?

Voz B:Não consegui.

Marcelo Bassoli:Quanto tempo que eu não ouço isso. Tem um cara no mesmo time lá no o Pyramids lá, que chama Dunga, cara, apelido, né?

Voz A:Tava em campo, Dunga, tava em campo.

Marcelo Bassoli:Não é, parei nesse. Mas porra, tá bom.

Voz A:O gol que o Ederson tomou, para mim, pô, é bizarro, que baixa o rivelino no atacante panamenho e dá o chute mais forte da história do esporte, né, que não tem como pegar também. Para mim é indefensável. Então, de todos os gols que a gente tomou, cara, eu acho que foi um gol acidental, outro arco, que pode acontecer numa Copa do Mundo. E aí eu sinto falta de um goleiro milagreiro também, que há muito tempo a gente não tem na seleção.

Marcelo Bassoli:São Alisson não vai ser, né? São Alisson não vai ser nunca.

Voz A:E nem são Ederson.

Azaghal:Quando eu vi a primeira vez, quando eu vi a primeira vez o vídeo, eu achei, falei assim, porra, era defensável. Eu acho que faltou reflexo. Quando eu vi por trás, é impossível, ninguém pegava, não pegava.

Marcelo Bassoli:Tá falando do gol do Panamá?

Voz A:Isso, do que o Alisson tomou.

Azaghal:Não pegava, não dava, ninguém pegava.

Voz A:E para mim o lance é o lance do erro é do Cunha, né? Porque o Cunha na barreira ele pula de lado e aí desvia nele de um ângulo. Pô, se ele pular reto, desvia, bate nele, vai para frente.

Voz B:É aqueles gols do acaso também, não tem como ficar. É, bate aqui, fica ali, cala a boca.

Marcelo Bassoli:É, o do Paquetá também desviou quando ele chutou e tal. É, tudo bem, não é igual, não é o mesmo lance.

Voz A:Que a bola rolando, tudo bem desviar, mas pôr numa barreira, eu fico puto. Fala, cara, tua função é ser uma barreira. Você vira de lado? Não vire de lado.

Marcelo Bassoli:Então não vai para barreira, porra.

Voz B:Não vai para barreira.

Voz A:Exato. Mas assim, o meu ponto é, é foda, né? Os cara tem medo de bolada, nunca vi isso, cara. Tudo bem. Mas assim, eu acho que o grande lance é que defensivamente a gente foi até que seguro, apesar de ter tomado gol nos dois amistosos. E eu achei, por exemplo, o Casemiro nesse segundo jogo contra o Egito Muito mal na saída de bola, foi difícil dele sair, não encaixou. Achei o Fabinho com muito mais calma e tranquilidade pra jogar do que o Casemiro.

Voz B:Casemiro tá mal, tá mal. Nenhum jogo, nenhum jogo ele se destaca.

Voz A:Eu gostei dele contra o Panamá. Pra mim, inclusive, assim, o gol do Vini, a roubada de bola dele, que ele foi cachorro ali com 1 minuto de jogo e roubou e deu a chance pro Vini. Mas eu concordo que tá abaixo do que a gente espera do Casemiro. Ele tem que entregar muito mais que aquilo pra ter o prestígio que ele tem, né?

Marcelo Bassoli:Mas assim, ó, pra— continuando ali a nossa— até podemos botar aqui o Casemiro então de 22, claramente melhor do que o de 26, certo?

Voz B:Muito melhor.

Voz A:Apesar de no clube eu achar que ele tá melhor hoje.

Marcelo Bassoli:Faltou um zagueiro, né? Gabriel Magalhães ou Thiago Silva?

Voz A:Em qualquer momento da vida, o Thiago Silva, cara. Por mais que o Gabriel Magalhães esteja voando.

Voz B:É, o foda é que o ano dele é forte, mas o Thiago Silva é muito forte.

Voz A:É que na seleção o Thiago Silva sempre foi absurdo, cara.

Marcelo Bassoli:E aí a gente tem, para fechar o meio-campo, a gente tem o Bruno Guimarães contra o Bruno Guimarães, basicamente, né?

Voz A:Não, ele não era titular.

Marcelo Bassoli:Paquetá e Bruno Guimarães, né?

Voz A:Era Paquetá e Bruno Guimarães.

Marcelo Bassoli:E aí?

Voz A:Puta, cara, é foda. Sabe por quê? Porque essa comparação é injusta. Porque eu acho que o Paquetá da Copa de 2022—

Voz B:Paquetá melhor.

Voz A:Mudaram ele de posição, pô. Ele era meia-esquerda. Aí o Tite, para encaixar o Vini Jr., puxou o Paquetá para a volância. E aí eu acho que ele foi bem. Em 2022, como ele era, como meia esquerda. Para mim ele baixou o nível. Dito isso, ele é melhor que o Bruno Guimarães.

Marcelo Bassoli:Então 2020, então 2022, certo? Ok. Aí agora nós temos Neymar e quem seria quem aí? Cunha, né? Bom, eu não vou nem vou perguntar, né? Hoje em dia estamos falando de 22.

Azaghal:Embora o Neymar Jogou o quê? 2 jogos, né, na Copa.

Voz A:Mas aquele 6 meses até a Copa, ele era cotado para melhor do mundo, cara. Absurda a temporada dele.

Voz B:Aqui falando, eu tava lá naquela convocação, né, da CBF. Aí, se o Ancelotti não convoca o Neymar, era papo de guerra mundial ali, tá? Cacadinha.

Voz A:E o Parador do Brasil seria um Luciano Huck.

Voz B:Não tinha como, não tinha como o cara não convocar.

Azaghal:A galera gritando: por que 'Por que não Neymar?' Isso, isso.

Voz B:'Por que não Neymar?' Cara, ia ser absurda a pressão no cara. Mas o cara tá acostumado, né? O cara treinava o Milan do Berlusconi. Era, pô, tipo assim, o cara tá acostumado com pressão política, não vai cair nessa bobeirinha.

Voz A:Agora, Marcelo, na sua brincadeira, Vini por Vini, Rafinha por Rafinha, Rafinha de hoje é melhor e o Vini de hoje é melhor também.

Marcelo Bassoli:Então, beleza. Vini, Rafinha. Agora falta uma posição, que era o Richarlison, que eu ia pôr com o Matheus Cunha, mas a gente pôs com o Neymar. Podemos até trocar, mas quem que era?

Voz A:Quem que a gente trocou?

Marcelo Bassoli:É foda, porque seria o Luiz Henrique, né? Luiz Henrique, com o Hendrick.

Voz A:O Hendrick ganha, com o Luiz Henrique eu não sei.

Marcelo Bassoli:Também, eu acho que o Luiz Henrique ganha do— é, tá bom.

Voz B:Apesar do Richarlison ter feito uma boa Copa, né?

Marcelo Bassoli:Mas ó, o placar final ficou 6x5 para seleção de 2022. Olha lá, quer dar empate, né? Então, pera, o Carlo Ancelotti, ele é melhor que o Tite, mas o Tite fez uma puta—

Voz B:não tem mais, não tem mais.

Marcelo Bassoli:Na seleção, o Tite tinha entregue já.

Voz A:Tudo bem, mas é um ano de trabalho contra 6 anos de trabalho, né?

Marcelo Bassoli:Claro, claro. Mas é que se o cuzão do Tchelo te dá 6, aí dá 6 a 6.

Voz B:É, viu, viu, playmaker.

Marcelo Bassoli:Dito isso, Vini Jr. tem que jogar os 90 minutos, a não ser que ele morra. Todos os jogos, a não ser que ele morra, tem que jogar todos os jogos 90 minutos, a não ser que ele fale.

Voz A:Ele é muito acima dos outros, ele é muito acima dos outros. É isso aí mesmo.

Voz B:E para mim o 8 tinha que ser titular absoluto. Vini, 8, Rafinha.

Voz A:Mas sabe qual o lance? Eu ia falar isso na sua brincadeira, Marcelo. Eu vou te ser bem vamos ser sincero, tá? O banco do Brasil dessa dá um banho no de 2022.

Voz B:Uma porra, muito, velho. O banco é foda, cara.

Voz A:Não, mas sabe por quê? Porque o Douglas Santos desse ano e o Alexandro de 22, para mim é pau a pau. E para mim o Douglas Santos vai ser o titular. Eu não acho que o Alexandro, acho que já roubou a vaga. E a gente fala, pô, o Fred contra o Danilo Santos, o Danilo Santos muito mais, cara, muito mais para mim. Aí beleza, o Fabinho com o Fabinho de lá de trás, acho que Fabinho de trás era melhor. Mas o ponto é, quando eu boto Rodrigo, Rayan nessa briga, Hendrick nessa briga, fica muito slerk. Por mais que eu adoro o Rodrigo e acho que ele, porra, seria o único que ganharia uma vaguinha aí do banco de lado. Rodrygo, Rodrygo, Rodrygo, eu adoro ele.

Marcelo Bassoli:O ataque está melhor, a defesa está pior. Aqui pelo nosso scout, a defesa meio que envelheceu e piorou, e o ataque envelheceu também, né, mas assim, melhorou porque Vini e Rafinha estão mais no auge aí é, por falar em envelhecer, por falar em envelhecer, fiz um outro Excel aqui, ó.

Azaghal:O meu Excel que trata da idade dos jogadores, né. A idade média dessa seleção é 28,6 anos, que não é muito acima da última que foi campeã, né, de 2002, que era 27,2.

Voz B:Copa geralmente é assim, né, se ganha com os caras já é O ápice físico é 27, 28 ali, né?

Voz A:E esse estudo de 27, 28 já tá ultrapassado, pensando que o futebol mudou, é mais físico, e agora a galera vai até mais longe, né?

Azaghal:Mas esse ano, esse ano nós temos 11 jogadores acima de 30 anos.

Voz B:Mas tá bom, tá mais experiente.

Azaghal:É experiente, mas não tem renovação também, né?

Voz B:Tem isso.

Voz A:Mas são 11 num grupo de 26, né, Tucano?

Azaghal:A renovação, tipo assim, A seleção, a seleção é, mudou de 22 para cá, mas não renovou, né?

Marcelo Bassoli:Não, mas então, mas algumas posições que não tivesse machucado, a gente já tá tipo, ia ser outra conversa.

Azaghal:Talvez o Hendrick não tivesse sido convocado, mesma idade, mas é, mas ó, seleção, a seleção vem de um envelhecimento de 2014 para cá, era 27 28,8% com 7 jogadores acima de 30 em 2014. 2018 foi para 28,1% com 9 jogadores acima de 30. Em 22 subiu um pouquinho para 28,4% também com 9 jogadores. Mas como o Vidani falou, agora a gente tem 11 jogadores acima de 30, subiu para 28,6%, mas temos 26 jogadores, é o que dá margem para a gente chamar um pessoal mais experiente. E se tirar Wesley e entrar o Thiago Silva, aí explode aí para 32.

Voz A:Pois é, pois é. Assim, inclusive a gente citou alguns pontos negativos desses amistosos e tal, falamos do pior ponto que é a lesão, ponto mais lamentável, né, o Wesley poder ser cortado. E para mim, porque ele vinha numa crescente, cara, cada jogo dele parecia melhor, inclusive defensivamente. Gostei muito dele contra o Panamá, achei que ele foi, inclusive no primeiro tempo que o lado direito foi pouco aproveitado. O Luiz Henrique foi muito discreto e os melhores ataques pela direita foram do Wesley, não do Luiz Henrique.

Voz B:Wesley é uma máquina, moleque, tá correndo, tá voando. Você viu os jogos da Roma? Roma sempre, né, tava embaixo, inclusive, né, a maior parte dos jogos ele joga. Não, ele tá jogando de ponta esquerda, os cara tão botando ele de ponta, começou de ala e foi para ponta mesmo, né? Ele tá fazendo gol e ele tá, mas ele corre o campo inteiro, uma loucura. Os cara tão apaixonados por ele, ainda mais futebol italiano, É, foi uma pena, cara, foi uma pena.

Marcelo Bassoli:O foda é isso também, amistoso é isso, né? O time titular, ele entra também mais com o freio de mão puxado porque os caras têm muito a perder, já que eles são os titulares, eles não querem se machucar. O reserva, o cara vem mordendo, eles querem pegar posição.

Voz A:Então tem também essa, tanto que inclusive eles têm menos medo de machucar, né, Marcelo? Porque eles querem mostrar serviço.

Marcelo Bassoli:Exato, porque assim, tipo, eu já não tô jogando, se eu machucar Tipo assim, acontece, mas eu posso roubar a vaga. Então o custo-benefício, ele compensa, né, digamos assim, né. Vale arriscar, né.

Voz A:Inclusive, tem vários fatores, né. A galera ficou muito empolgada com aquele segundo tempo contra o Panamá. Mas pra mim, ficou muito claro que, primeiro, né, é a seleção panamenha. Primeiro tempo foi nosso titular querendo chegar bem na Copa contra a seleção titular do Panamá. No segundo tempo, eram nossos jogadores reservas descansados querendo roubar a vaga. Contra os jogadores cansados do Panamá. E depois, se os titulares do Panamá são uma merda, os reservas são piores. Eles jogaram contra o time reserva do Panamá depois e virou a sacola que virou. Então assim, eu consigo entender que a empolgação ela é legal e tudo. E pô, eu super me empolguei com o Hendrik, com o Rayan, com o Paquetá, com o Danilo. Falei, cara, esses caras com certeza vão ser figurinhas que nós vamos ver todo jogo da Copa. Esses 4 aí vão estar jogando. Agora o Igor Thiago Concordo com o Tucano, pra mim ele foi um ponto negativo contra o Egito, a ponto de achar que ele foi pro fim da fila, cara. Ele pegou pole na fila, tanto que ele foi titular hoje. E aí, de repente, ele cai pro fim da fila de novo por conta de um primeiro tempo desastroso.

Marcelo Bassoli:E a prova do Rafinha jogar o jogo inteiro também é essa. O Ancelotti tá falando: "Meu amigo, joga aí, ganha ritmo, você veio de lesão, você precisa se recuperar." E ele fez assistência pro Hendrik, né?

Voz A:Foi dele a assistência, bela jogada.

Marcelo Bassoli:Mas sim, foi dele, foi dele. Precisa jogar, não dá para tirar o pé não, é porque não tô gostando.

Voz B:Eu titular, eu titular no amistoso desse, eu não entraria em uma dividida aqui, qualquer bola que achar uma semana para Copa.

Marcelo Bassoli:E assim, tinha antes, né, Xande? Sem tirar aquecimento, nem entra em campo.

Voz B:Tá louco, a chance pro azar ali é muito grande. Toda Copa se machuca, 2, 3, 1, sempre tem isso, toda Copa tem isso.

Marcelo Bassoli:Mas ainda mais que não tem, os cara tão rachando o Ele também, né?

Voz A:Caralho, eu ia falar sobre isso, a entrada do Casemiro no Hendrik. Eu fiz um tweet que ficaram muito puto comigo, que eu perguntei: "Oh, rapaziada, vocês imaginam se o Casemiro daria uma dessa no Neymar no treino? Só jogando aqui." Jamais, nunca. Primeiro que o Neymar vira uma batata se ele fizer isso, pô, ele vai sair de lá em coma.

Azaghal:A gente pode então finalizar aquela discussão do Vidani com o Marcelo, se o Casemiro odeia o Hendrik ou não.

Voz B:Odeia, odeia.

Marcelo Bassoli:Boa, achou a briga?

Voz A:Obrigado, porque aqui eu só falei que eu não vi tanto problema na entrevista dele, mas assim, não quero dizer que ele já viu o Hendrick não.

Voz B:Pô, mano, não precisava falar aquilo. Que louco, cara. Eu sei que foi meio atrapalhada a entrevista, que ele quer ser muito intelectual, né? Ele quer passar essa mensagem, mas não tem.

Voz A:Ele é prepotente em todas as palavras que saem da boca dele, né?

Voz B:Foda. Aí fala muita besteira, cara. Lembra quando faleceu o Daniel Alves? Também fazia isso, lembra? Queria falar umas coisas assim, não. Caraca, jogador de futebol tem que o Márcio tem que falar igual Romário, assim, ficar cantando de galo.

Voz A:É o Márcio que tem que falar, porque tem que fazer igual o Lise, faz igual o Lise, fala uma merda descarada mesmo, foda-se.

Azaghal:Então que nem o Gil, né, que aí vale tudo, Gil, vale tudo.

Voz A:Mas uma parada sobre isso, pra gente fechar esse momento do Brasil, acho que o que mais me deixou feliz, que aí eu tô com o Xande nessa sobre o Hendrick, que eu acho pra mim que ele é o 12º jogador hoje junto com Danilo, Ele tem que entrar, ele não tem que entrar faltando 10 minutos.

Azaghal:Então, então, matemática, mas também agora tem como entrar mais gente. Então beleza, embora eu tenha falado no começo do programa que futebol caga para matemática.

Voz A:Exatamente.

Azaghal:Então os dois são 12º.

Voz A:Mas o ponto para mim que eu vi as manchetes do marca e do AS Jornais espanhóis, mano, o Hendrik agora voltou do empréstimo do Lyon, tá voltando pro Real Madrid. Cara, a capa do Marca é: "Hendrik dinamita os planos do Ancelotti". A do AS é: "Hendrik é um canhão". Mano, assim, esses são os jornais que o Ancelotti lê, tá ligado? Mano, ele é iluminado pra caramba. O Bob Charlton, exato, cara. Isso pra mim é até uma coisa que eu gosto dele, sabia, cara? É o fato dele ser um maluco É maravilhoso, cara.

Voz B:É maravilhoso.

Marcelo Bassoli:Mas você sabe, ó, eu acho, esse negócio do— eu gosto, não é que eu gosto, mas assim—

Voz B:Eu gosto pelo folclore, né, que cria mais coisa.

Marcelo Bassoli:Mas é legal porque assim, tipo assim, ele foi mal, ele mandou mal, mas assim, ele pelo menos foi atrás de alguém. Tipo assim, não é que ele chegou e tipo, não conheço ninguém aqui, sei lá, mano, só xinga.

Voz B:Tipo assim, isso é FIFA, cara. Ele tentou, ele tentou achar uma conversinha. É, é o time aí, time, claro.

Voz A:Menino Neymar, precisamos falar disso, né?

Voz B:Vamos falar, vamos falar.

Voz A:No momento que ele esteja saudável, não tô falando saudável no critério de um atleta saudável de alto nível, que a gente não é o Neymar.

Voz B:Aí vai esperar em qual rodada, em qual rodada, pergunta assim.

Voz A:Onde ele entra, Xande? Esse é meu ponto, na vaga de quem ele entra?

Voz B:Ele vai ser reserva, né? O Neymar não vai ser titular.

Voz A:Não, mas quando ele for entrar?

Voz B:Pra entrar ele de 10, é a única vaga que tem pra ele, ou então de falso 9, Mateus Cunha ali, O Ancelotti deu a entender em entrevistas que seria lá, o mais avançado dos atacantes seria lá.

Marcelo Bassoli:Isso, lá na frente, não volta, não volta.

Voz A:Vocês já viram o jogo do Santos? O Neymar, que não recebe bola, ele começa a voltar, ele recebe bola na cabeça de área, pô. Ele fica puto, porque ele quer jogar com a bola o tempo todo.

Voz B:Vocês já viram esse lance? O time do Santos estava muito ruim, tá ainda, né? Aí ele volta lá na área, os zagueiros estavam dando chutão, ele volta na área dele, E fala: "Calma, pros caras saírem jogando com ele." Aí o cara sai jogando com ele.

Voz A:Ele rola pro Zé Ivaldo, né?

Voz B:O lateral sonha, bola pra frente, ele fica muito puto.

Voz A:É muito... Mas assim, ele vai fazer isso na seleção também. Cara, o Neymar jogou a vida inteira com a bola no pé.

Azaghal:Ele jogou a vida inteira sem jogar. Eu tava discutindo com um amigo meu, Santista. Esse lance é muito bom, eu tava louco. E aí eu soltei o argumento do: "O Neymar não desequilibra nem contra o Ricoleta reserva." Aí ele falou: "Não, pô." Que é semiprofissional, né?

Voz A:Que é os cara que são padeiro, inclusive lá.

Azaghal:Ele falou assim: "Esse argumento é uma merda, não sei o quê. Quer dizer que se a gente jogar contra a Holanda e ele desequilibrar, aí esse argumento aí..." Aí eu falei assim: "Então, nesse momento a gente tem um fato: ele não desequilibrou contra o Recoleta reserva. Se ele desequilibrar é outro, é especulação, é outra parada." Mas eu falei: "Talvez a gente nunca saiba." Porque eu acho que ele nem vai entrar.

Marcelo Bassoli:Ele pode, eu vou dizer assim, eu espero que ele entre, eu espero que ele entre, por exemplo, no terceiro jogo do grupo, que isso quer dizer que o Brasil já tá bem classificado e tá suave, entendeu?

Voz B:Eu acho que ele, o Neymar, cara, o Neymar não tem físico, tipo assim, o cara é cracaço, é gênio, sei lá o quê, muito bom, muito bom, o cara que surgiu diferente depois dos Ronaldos, pô, do Romário e tal.

Voz A:É de longe o melhor da geração dele, ninguém vai ser louco de contrário.

Voz B:Todo mundo acha isso, no mundo inteiro, Messi, Cristiano Ronaldo, acho todo mundo. Mas fisicamente o cara se machucou muito, se cuidou pouco, e aí chegou agora, ele tá tentando dar o, sabe aquela, ele tá tentando aquele último dia feliz, não, ele tá tentando aquele último respiro do, e lesões graves, mexente, tá meio mal, sabe? Tipo assim, ele tá tentando isso.

Marcelo Bassoli:Quando a gente fala, a gente cita o Romário direto aqui, né, mas o Romário também teve lesões na carreira, tanto que ele foi cortado de algumas Copas, né. Tipo, em 90 ele se machucou, em 98 foi... enfim. Mas o Romário nunca teve lesões tão graves quanto a do Neymar.

Voz B:Não tinha, era lesão muscular, de falta de cuidado, de futebol, essas palhaçadas.

Voz A:Então, mas o meu ponto é: eu não consigo enxergar, mesmo que pra fazer uma homenagem pro Neymar, pra deixar ele entrar, ele sendo útil. Porque eu não consigo entender, cara. Nessa seleção que é pegada, que é físico, que é tudo, ele colaborar. Pra mim, ele vai ser um cara que ele vai ficar frustrado lá na frente, porque ele não vai receber uma bola, os zagueiros vão marcar ele fácil, porque ele não tem velocidade, nem explosão, nem corpo pra jogar de costas, então ele vai ter que jogar de falso 9. E na hora que ele voltar pra trocar com o Rafinha, com o Cunha, com alguém que vai filtrar, ou com o mesmo Hendrik, por exemplo. Mesmo que seja o Hendrik que joga de segundo atacante pra ele jogar de falso 9. Cara, ele não vai acompanhar o ritmo do Hendrik. Você tá falando de um touro, um moleque que é um fenômeno agora, com o Neymar envelhecido.

Marcelo Bassoli:É difícil, cara. E uma coisa que me preocupa muito no Neymar é a cabeça dele, cara. Tipo assim, ele caiu em pilha de jogador. Torcedor gordinho, deixa eu ver o torcedor gordinho. Eu vou dar um status aqui, eu vou dar uma estatística aqui. Fala aí um jogador aí, tipo, dos últimos anos, um jogador caneludo, um jogador que... Caneludo não, que batia. Fala um jogador que batia. Você tem aí um jogador?

Voz B:Que batia?

Marcelo Bassoli:O primeiro que vem na cabeça de vocês. Puta, esse cara batia, hein?

Azaghal:Felipe Melo.

Marcelo Bassoli:Precisa ser recente, mais recente, pô. Mas me ajuda aí, mais recente.

Voz A:Sérgio Ramos.

Marcelo Bassoli:Tá, vai, eu vou pegar. Eu achei que vocês iam falar então, é que eu tô preparado aqui, o Pepe da seleção portuguesa, brasileira e tal.

Voz A:Mas você queria que a gente adivinhasse, ler sua mente, é isso? Porque tudo bem.

Azaghal:O Pepe tem na carreira, na carreira, não podia ser Mestre de RPG, né, Vidani?

Marcelo Bassoli:Eu posso abrir o Sérgio Ramos aqui para a gente ver, mas eu vou abrir do Pepe.

Voz B:Ah, um RPGzinho de futebol, hein?

Voz A:Bastante.

Marcelo Bassoli:153 cartões amarelos na carreira, o Pepe. 10 vermelhos. 153 amarelos, 10 vermelhos. Vou pegar o Neymar aqui agora.

Voz A:Peraí, mas vou te falar, mas quem reclama ganha muito mais vermelho do que amarelo.

Marcelo Bassoli:Então, mas esse é justamente o meu problema. A gente vai chegar, se tá no jogo tenso, né, uma parada, o cara desestabiliza e toma cartão ou é expulso, tipo deixa o time com a menos. Ó, vou pegar, peguei aqui, 153 e 10. O Neymar, 174 cartões amarelos e 12 vermelhos. É muita coisa, e menos jogos que o Pepe jogou até os 41, cara. Não tá jogando, né, nem sei, acho que ele já aposentou.

Voz A:É, e ele jogou, porque ele tinha física, inclusive, né? Tá escrito aí.

Marcelo Bassoli:36 amarelos com a seleção brasileira. 36 amarelos, cara.

Voz B:Teve mês zero.

Voz A:Ele é o maior artilheiro da seleção, você não pode falar isso. Medalha de ouro olímpica, invalida seu argumento. É assim que funciona o Twitter, tá? Você entra assim que funciona. Mano, inclusive, queria deixar claro, só pra Oxande. Queria deixar claro uma parada, porque eu sei que vai ter um comentário que vai falar: "Não, o problema do Neymar foi revelar o voto dele." Porque se não fosse isso, vocês iam elogiar. Queria dizer que o Vinícius Jr. acabou de se filiar PCB, né? O Rafinha tá na Unidade Popular fazendo campanha. O Matheus Cunha, Jones Manoel na cabeça. Eles todos são comunistas. Não, todos eles que estão elogiando, todo mundo adora o R10.

Voz B:O R10, caralho, gente, é jogador de futebol, é rico, cara.

Voz A:Os cara tão tudo divulgando bet. É a porra do lugar que mais tem bet, pra cima e pra baixo. É isso.

Voz B:A discussão com o Neymar é o seguinte: é o primeiro de uma geração ali que a gente geração do Neymar como foi a minha geração do Ronaldo, sabe? Primeira coisa que viu no futebol foi Ronaldo. E aí você tem um encantamento que não acaba, não adianta, cara.

Marcelo Bassoli:Mas, cara, a gente tava discutindo isso, Xande, entre nós até. O Ronaldo, mesmo assim, na época que ele virou o Ronaldo gordo, né, o, enfim, tireoide, tireoide, não era, cara, não tinha essa, não tinha essa rivalidade essa rivalidade, tipo assim, da galera que quer que ele—

Voz A:e os fãs do cara, né? E até apaixonado para acabar com a Z Planeta hoje em dia. Se fosse umas horas, o segundo Ronaldo ficou muito forte mesmo.

Voz B:Mas eu acho que é muito essa vibe de Twitter também, de rede social.

Marcelo Bassoli:E assim, ó, só para não deixar a informação pela metade aqui, Sérgio Ramos aí era foda mesmo. 263 amarelos. Lá, vermelho.

Voz A:Marcelo, quando eu falo para você a diferença dos psicopatas da bola para os psicopatas, é essa a diferença.

Marcelo Bassoli:Mas ele nunca tomou um cartão vermelho pela Espanha e ele tem menos amarelos que o Neymar pela Espanha.

Voz B:Ele tomou 25 apenas.

Marcelo Bassoli:Olha aí, olha aí, seleção era mais, mais ou menos.

Voz A:Para mim, melhor zagueiro que eu vi jogar, disparado, melhor zagueiro que eu vi jogar.

Voz B:Odiava quando tava na moda esse futebol da Espanha, do Barcelona. Eu não gostava, é uma desgraça.

Voz A:Que jogo, né?

Azaghal:Não parecia handball.

Voz B:O dia que o Chelsea ganhou do Barcelona, gol do Ramiz, eu lembro disso até hoje, eu comemorava, falei: 'Toma, pô!' Tipo assim, horrível o Chelsea, horrível, ganhou do Barcelona.

Voz A:Então é assim, eu queria puxar uma parada Já falamos do Neymar, só deixa eu falar um negócio para vocês que saiu essa semana, que é uma polêmica, que é Estevão dando testemunha na igreja falando que tá curado. Vocês viram essa fita?

Voz B:Eu vi isso aí, mas primeiro que tá curado da lesão, teria que iniciar os treinamentos, não é tipo assim, não é assim?

Voz A:Não, eu só trouxe isso porque eu dei risada ali nisso. Diz que fez o exame, o médico falou: a lesão não tá mais aqui.

Marcelo Bassoli:Ele tem que marcar um jogo contra o Internacional, né, Isso, isso. E fazer um gol. Fazer gol, tem que fazer gol.

Azaghal:Aí a gente acredita.

Voz B:Ele tem que mostrar o exame e aí o cara vai acreditar.

Voz A:Vai no departamento do médico do Santos e vê o que eles falam, Estevam. Vai lá, deixa eles te examinar. Galera lá é confiável. Diga aí, Tucano, o que você vai puxar?

Azaghal:Eu queria saber a opinião dos cavalheiros sobre o modelo matemático do economista cientista alemão Joachim Klement. Sabe qual é?

Voz B:Não.

Azaghal:O cara acertou o campeão das últimas 3 Copas com esse modelo econométrico. E aí ele lançou o seguinte: sabe que isso é mentira, né?

Voz B:Ele deve ter mandado 4 resultados e apagou os outros.

Marcelo Bassoli:Ele não levante ninguém salvo o Brasil.

Azaghal:O Brasil perde pro Japão nas péssimas de final.

Voz A:Eu vi essa aqui também.

Voz B:E quem é campeão?

Azaghal:Holanda, Países Baixos, numa final contra Portugal.

Voz B:Até que fim vai ser campeão?

Azaghal:Tá bom. A trajetória da Holanda é Marrocos nas péssimas, Canadá nas oitavas, França nas quartas, Espanha na semi e Portugal na final.

Marcelo Bassoli:E vence Portugal. Então o melhor do mundo vai ser, vai jogar no Corinthians, é isso?

Voz A:Que é o Memphis Depay, melhor do mundo. Se preparem, se preparem.

Azaghal:Vou te falar que se ganhar nesse caminho aí, merece muito, né? Ganhou da França, Espanha e Portugal.

Marcelo Bassoli:Porra, merece pra caralho.

Voz B:Mas assim, eu dou minha cara a tapas se a Holanda for campeã do mundo.

Marcelo Bassoli:Essa era uma pergunta que eu ia fazer pra vocês. Eu não sei se eu posso fazer agora, mas assim, qual é— a gente tem que escolher aqui a seleção que vai menos machucar vocês se for campeã. Tipo assim, não é a que a gente acha que vai ser, que a gente quer que seja.

Voz B:Ah, fácil, pra mim é fácil.

Voz A:Mas tem que ser um papo coerente, não pode ser... Pô, senão eu falaria Curaçao, hein?

Marcelo Bassoli:Não, não, lógico que Portugal.

Azaghal:Das prováveis, das prováveis.

Voz A:Portugal, com certeza.

Voz B:Cristiano, ia gostar.

Marcelo Bassoli:Ai, puta, será, cara? Imagina a galera que é fã do Cristiano.

Voz A:Pô, eu vou falar a real, tá? A Inglaterra não me magoa, a Holanda não me magoa e Portugal me agrada. Esse é o lance. Por ele me agrada. Porque assim, Argentina me magoa, França me magoa, Espanha me magoa.

Azaghal:Eu acho que Portugal ganhando, a gente é hexa, porque é um estado nosso, né?

Voz A:Pernambuco de pé, Guiana brasileira. Inclusive, antes da gente voltar, eu iria na do Tucano aí.

Voz B:A padaria aqui na Tijuca, Pastel de Belém, porra, liberado na semana.

Voz A:Pãozinho folhado aqui da padaria da esquina é foda.

Marcelo Bassoli:Tipo assim, de todos os elencos que a Holanda já teve, talvez esse é o o menos qualificado para ser campeão.

Voz A:É, mas assim funciona, mas às vezes é assim que funciona, né?

Azaghal:Então tem um estudo da FGV, tem um estudo da FGV também que é o ranking de quem tem mais chance de vencer, né?

Voz A:Isso.

Azaghal:Primeiro lugar, Espanha, com 15,5% de chance de ser campeão. Segundo, Argentina, com 13,6%. E terceiro, Inglaterra, 9,2. França em quarto com 7,8.

Voz A:Agora sim, França atrás da Inglaterra é foda, tá?

Azaghal:Quinto lugar, do meio da Colômbia.

Marcelo Bassoli:Porra, Colômbia ia ser um time que se fosse campeão ia ser foda demais, tá? Muito foda, não, muito foda.

Voz A:Tipo assim, é a união Coca-Cola, Colômbia, café, não tem jeito.

Marcelo Bassoli:Troféu, cara, puta que pariu, cara.

Voz B:Esse, isso acontecer, eu acho que a Terra para de rodar.

Voz A:Nós vamos ficar no mesmo dia para sempre. Levanta o troféu, acabou.

Marcelo Bassoli:Na outra Copa deixaram aquele otário do cara do Salzinho lá segurar, mas se a Colômbia vier e derem as taças para Shakira segurar, eu Eu deixo claro, porque ela é da Copa, né?

Voz A:Vou sonhar com isso.

Voz B:Eu tenho um ódio desse cara daquela comidinha com ouro que o negócio tu compra no Mercado Livre, é barato, ele bota como se fosse um bagulho impossível.

Voz A:Cara, eu já tô emocionado de pensar a Shakira dando a declaração falando com a taça na mão.

Azaghal:Porra, eu fui para Colômbia uma vez, foi maravilhoso, porque eu tava atravessando a rua, olhei para o lado, tinha uma Conversando do meu lado, velho. Tinha uma galera vendendo formiga. Caralho, formigas colonizadoras. Vocês não são curiosos que vocês não perguntaram nesse ranking da FGV onde está o Brasil? Isso, porque teve depois da Colômbia ainda teve Alemanha, Marrocos, Portugal e nono Brasil. E depois ainda Países Baixos.

Marcelo Bassoli:É assim que a gente gosta, pô.

Voz A:Cagaram em cima de Brasil e Portugal, tá? Cagaram em cima.

Voz B:E mais um dado: de 70 a 94, quantos anos dá isso aí?

Marcelo Bassoli:Quando a gente foi campeão de Euro.

Azaghal:24.

Voz B:E de 2002 para 26, quantos anos temos?

Marcelo Bassoli:24 também.

Voz B:Exatamente. Mais um ponto.

Marcelo Bassoli:Assim, a única coisa que me, tipo assim, se a Inglaterra ganhar, a única coisa que me chateia, não me chateava porque a Inglaterra quando ganhou, mas se a Inglaterra ganhasse, o Brasil ia ser a seleção com maior jejum Depois do Uruguai, que porra, Uruguai é complicado. Então assim, ficaria mal para a gente também.

Voz A:Entendi.

Voz B:É, não, vamos ganhar.

Voz A:Ou pelo menos vamos gorar a Inglaterra.

Marcelo Bassoli:Ô Vini, antes da escalação, bota o uniforme aí do Brasil.

Voz A:Então, eu quero trazer o Esquadrão da Moda, eu quero trazer. Mas antes do Esquadrão da Moda, eu queria perguntar para vocês, escalação contra Marrocos, o que vocês acham?

Voz B:Como é que vai ser? Cara, com a cabeça do Ancelotti ou o que eu faria?

Voz A:O que vocês acham que ele vai fazer?

Voz B:Isso eu não tenho a menor ideia do que ele vai fazer depois desses amistosos.

Marcelo Bassoli:Eu acho que ele vai na primeira formação lá contra o Panamá, o time 4-2-4 original lá com o Luiz Henrique aberto.

Voz B:Mas o meio campo você vai manter? Casemiro e Bruno Henrique?

Marcelo Bassoli:Eu acho que ele vai manter no primeiro jogo, acho que ele vai manter.

Voz A:Também acho. Eu acho que o titular dele é aquele time lá mesmo também.

Voz B:Talvez... Aí bota Rafinha, Mateus Cunha, tocando de boa.

Voz A:Então, talvez ele troque o Cunha pelo Hendrick, talvez, cara, talvez.

Voz B:Eu acho que não, é isso eu acho que não. Eu faria, mas eu não faria.

Marcelo Bassoli:Eu acho que não, porque o Casimiro vai chegar no quarto dele, vai falar: Mister, o menino ainda não vamos pôr pressão, ele ainda não tá no grupo e tal, ele tá dormindo num quartinho lá no fundo, debaixo da escada, né?

Voz B:A gente tem que abrir todo dia o cadeado dele. É o Harry Potter, o Hendrick, olhando a foto do Bob Eschalta assim, ó, igual Wolverine, né?

Voz A:Ficar com fotinho da Jim Foda, foda demais. Bom, vamos ver, ó, isso aqui é maneiro, tá? A FIFA liberou os uniformes que o Brasil vai usar e vamos enxergar aqui. Contra Marrocos na estreia, vamos de Brasil, né? Camisa amarela, calção azul, o goleiro inteiro de preto, o juiz também de preto. E que ideia, hein? Gandulinha de cinza. Ó, gostei do ball kid, garoto bola, legal.

Voz B:Tá aí, ó, documento.

Voz A:E o Marrocos de vermelho, verde, vermelho, legal. Não é pebolim. Goleiros pebolim, né, Marcelo?

Marcelo Bassoli:Não, goleiro pode ser pebolim, goleiro tudo bem.

Voz A:Aí nós teremos jogo 2, Brasil e Haiti. Aí não, Brasil pebolim.

Marcelo Bassoli:Não, esse Brasil pebolim é uma merda.

Voz A:E o meião ser preto? E o meião ser preto?

Marcelo Bassoli:Não, não, porra, mete o calção branco aí, cara, pelo amor de Deus.

Voz B:A Bárbara tava reclamando.

Azaghal:Das manchas dessa, dessa, desse uniforme. Parece que eles estão mijados e parece que eles já estão suados antes de começar o jogo.

Voz B:Eu falei isso, inspiração, né, que tem um demônio.

Marcelo Bassoli:Gente, Xande, tá valendo, hein!

Voz A:Foi isso que eu achei quando anunciaram o uniforme. Eu não gostei. Acho que a parte que o uniforme que eu não gosto é essa, que parece que o jogador já entra todo suado, todo molhado. E quando você vê de longe, fica muita essa impressão. Uniforme já tá manchado. Eu não curto muito, mas cada vez que eu vejo esse uniforme, ele vai me ganhando, tá? Ele vai ficando mais bonitinho.

Voz B:Não, é uniforme feio, quando ganha, vira muito sinistro, todo mundo quer. Sempre assim, se ganhar uniforme feio, melhor que 94. Era um uniforme feio, lembra? Eu lembro meu pai falando: essa camisa é cheia de desenhos de escudos assim. Eu lembro meu pai reclamando.

Marcelo Bassoli:Mas a gente não jogava pebolinha, Xande. O azul tinha o calção branco. É azul, entendeu? Mas aí não gostei, não parece Brasil em nada para mim.

Voz A:E goleirão de magenta, sim, uniforme genérico, só botaram o símbolo do Brasil. Não tanto faz, porque no terceiro uniforme a camisa vermelha da CBF veio aí, molecada, no nosso goleiro.

Voz B:Goleiro comum, né?

Voz A:Mas teremos o Brasil de ovo, né, Marcelo?

Marcelo Bassoli:Aí, ó, aí Não dá também, cara. Essa aqui, o Brasil vestido de ovo, me incomoda.

Voz A:Camisa fazendo a parte amarela do ovo, né?

Voz B:Vocês sabem qual é. Era só botar a Escócia com short branco, tranquilo.

Marcelo Bassoli:Exato, cara. Vai botar a Escócia de pebolim para o Brasil jogar de ovo? Eu não dá, cara.

Voz A:Eu não entendo.

Marcelo Bassoli:É que os caras querem vender os uniformes, eu sei, quer vender calção branco, quer vender que é vender tudo, pô.

Voz A:Eu fico puto porque a gente tem um uniforme, um calção branco, e não vai usar no segundo jogo, mas vai usar no terceiro. Pô, não faz sentido aquele calção da Jordan lá, não faz sentido nenhum. Mas dito isso, eu lembro de jogos memoráveis do Brasil jogando de ovo, tá? Então esse uniforme dá sorte para nós.

Voz B:2006, né?

Voz A:É horrível esteticamente, Marcelo, mas talvez funcione, cara. Talvez aí tem que jogar de ovo sempre.

Voz B:Cineform me lembra, sabe qual música?

Voz A:Maria, eu sou contra também, Marcelo, mas eu vou ficar muito feliz em ver os closes do Alisson de camisa vermelha. Muito feliz. Isso vai ser foda.

Marcelo Bassoli:Esse tá pebolinzasso, né? Vermelho ainda, que é uma cor clássica do pebolim.

Voz B:Caraca, confundi mesmo.

Voz A:Se eu fosse com ele, eu iria com uma máscara vermelha também para ele ficar inteiro vermelho. Mangalonga, luva vermelha, barbudão.

Voz B:Ele tá meio—

Marcelo Bassoli:essa da Escócia é aquela que parecia a do Remo, né? A cor azul, esse azul.

Voz A:Bonito, bonito, muito bonito.

Voz B:Mas assim, nessa Copa, porque ele sempre teve aquela carinha meio de, sabe, de falar com ninguém. Agora ele tá com a cara meio de brabo, né?

Voz A:Não, ele tá, mano, ele tá total— passei 10 anos afastado no mato e voltei.

Voz B:Isso, isso. Foda, foda, né? Agora sim, defensor tem que ser assim.

Marcelo Bassoli:Tem outra camisa aí, Vidani? Tem outra camisa aí pra mostrar, não?

Voz A:Ah, não, é verdade. Tem outra camisa também pra mostrar, mas essa daqui ela é só pra dar um teaserzinho pros nossos queridos espectadores aqui, porque estará em breve. Ó, eu vou dar esse spoiler já, hein. Ah, Vidani, mas e se não rolar? Aí, meus amigos, aí vocês me cobram, tá?

Azaghal:Vai, é tipo 3 RPG por ano, né?

Marcelo Bassoli:Foda-se. Não, tipo Romário, vocês me cobram.

Voz A:Isso não vai ser a primeira promessa furada do Jovem Nerd, gente, fiquem tranquilos. Eu tô muito sossegado quanto a isso, mas a galera pediu e teremos muito em breve a venda, em pré-venda, a camisa do Jovem Nerd Esporte Clube.

Marcelo Bassoli:Vem aí, hein?

Voz A:Caraca, estamos aqui com mockup, porra! Tá bonito, hein?

Azaghal:Isso aí, isso aí é o design livre e solto, sem o diretor de arte enchendo o saco atrás.

Marcelo Bassoli:Exatamente.

Voz B:Vamos botar um time, vamos botar um time.

Marcelo Bassoli:Ó, Xande, me chamar, eu jogo, hein?

Voz A:Em algum momento tem que ter uma peladinha nossa aqui, de todos convocados aqui, ó. Pô, vai acontecer. Mas isso aqui, gente, em breve vocês poderão adquirir. Essa, essa versão aqui que eu tô mostrando, que tem o logo do nosso os patrocinadores, ela é uma versão que nós vamos estar usando em breve nas gravações, inclusive, né?

Marcelo Bassoli:Então, exato, exato. Aí a camisa vai chegar para vocês assistirem a Copa, inclusive, né? Que vai, vai, isso, exato.

Voz A:E a questão de assim, ó, depois de amanhã tem episódio, talvez já seja o anúncio, né, Marcelo? A gente não sabe, mas fiquem ligados nos próximos episódios aí para saberem como comprar essa maravilha, a camisa do Jovem Nerd Esporte Clube. Muito bem lembrado, Marcelo. Maravilhoso.

Marcelo Bassoli:Ó, eu quero, eu vou puxar uns recordes da história das Copas e é para a gente decidir aqui se a gente acha que eles vão ser batidos ou não, certo? Então eu vou começar aqui o primeiro recorde que já vai ser batido. Esse é mais maior número de Copas disputadas, o recorde é de 5 Copas, mas Cristiano Ronaldo, Messi e Oshoa estão para a 6ª Copa do Mundo. Exato, eles vão bater este record na Copa.

Voz B:Bate a 7.

Voz A:É diferente de quem fez isso se arrastando, Messi e Cristiano como titulares, né? E o show é banco, se não me engano.

Marcelo Bassoli:2006 não, né? Ele era banco, né?

Voz A:Ele era banco, mas ele era o banco que entrava no jogo.

Voz B:Show, tá? Um dos mitos da Copa do Mundo.

Marcelo Bassoli:Inclusive, menosprezou um pouco, Xande, ele menosprezou um Pouco, ele aparece.

Voz A:Eu não mais prezei nem menosprezei, eu simplesmente Agnaldo Timóteo.

Voz B:O outro que estaria seria o assumido, né?

Voz A:Desassumido.

Marcelo Bassoli:O Modric poderia ter sido, mas como eles não foram, eles perderam a Copa de 2010, que ele tava lá em 2006 também. Aí agora esse aqui, ó. Maior número de vitórias em Copas. O recorde é do Miroslav Klose, com 17 jogos, 17 vitórias, desculpa. E tem um concorrente aí que é o Messi, com 16 vitórias.

Voz A:Ah, porra, daqui a 2 jogos ele já bateu já.

Voz B:É isso?

Marcelo Bassoli:Vocês que não sabem.

Voz A:Eu vou fazer a boa.

Marcelo Bassoli:Ok, ok, beleza. Esse aí vai bater. Ó, mais jogos sem sofrer gols. Até fiz uma trivia aqui. O Bartes é o recordista Ele tem 10 jogos sem sofrer gols. Tem um candidato aqui para bater esse recorde, que é o Courtois. Courtois tem 7 jogos sem sofrer gols. Ele precisa de 3 jogos sem sofrer para igualar e 4 para bater. Não vai bater.

Voz A:Zaguinha da Bélgica é complicado, não dá, não dá.

Marcelo Bassoli:Então tá bom, então esse aí vai ser mantido. Maior derrota de um país sede na história das Copas é o Brasil. 7x1 no Brasil.

Voz B:Aí, isso é uma vergonha absurda.

Voz A:Ó, por favor, alguém massacre o Canadá. É pedir demais?

Marcelo Bassoli:É muito ruim, Vidani. Quem que vai massacrar o Canadá ali? Não tem como.

Voz A:O México é muito simpático pra massacrar e o dos Estados Unidos também é ruim, cara. É foda.

Marcelo Bassoli:Acho que não vai rolar, né? Vai ser o Brasil, né?

Voz B:Não vai, não vai. Cara, esse 7x1 não vai sair da nossa caixa. Não tem que ganhar pra esquecer, sabe?

Marcelo Bassoli:Maior goleada da história das Copas, 10 a 1 da Hungria em cima de El Salvador.

Voz A:Potencial para estourar essa Copa aí, tá? Esse dá.

Marcelo Bassoli:Portugal e Congo, vai ou não vai?

Voz A:Portugal e Congo vai 11 a 0.

Azaghal:Eu acho que não, mas eu não sei, eu não sei, porque eu descobri que Curaçao tem um Valderramazinho ali que joga bola, hein?

Marcelo Bassoli:Aí tem os irmãos Bacuna, né?

Azaghal:Também os Bacuna. Aí eu tava esquecendo Uma parada, não vai para Copa também, não vai.

Voz A:Uma bebida que ninguém bebe.

Marcelo Bassoli:A Itália não vai também, não vai também, tá?

Voz B:A Itália não vai para Copa, não vai, não vai.

Marcelo Bassoli:Bom, então vai bater, vamos, vamos, vamos, vamos.

Voz A:Eu tiro 11 a 0. Cristiano Ronaldo vai passar o close também.

Voz B:Tá bom, então eu vou nessa também que eu quero ver.

Voz A:Boa!

Marcelo Bassoli:Mais jogos, desculpa, mas então dentro disso que o Vidani falou, mais gols dentro de um jogo só. Talenco em 94. Oleg Salenko fez 5 gols em 94.

Voz B:Camarões, não foi?

Marcelo Bassoli:Foi Camarões, exatamente. Vai bater, Vitor?

Voz A:6 de Cristiano Ronaldo contra o Congo, já tá. Tem que ter coragem no palpite, Marcelo, tem que ter ousadia.

Marcelo Bassoli:Essa eu quero ver. 13 gols em uma única edição do Justin Fontaine em 58.

Voz B:Cristiano bate 13.

Azaghal:Caraca, calma aí, ouve, Dani. 6 contra o Congo, ele só precisa fazer mais 7.

Voz B:É verdade, caralho!

Voz A:Contra o Uzbequistão ele faz 4, né?

Azaghal:Ele vai para o final contra países Países Baixos, não é isso?

Marcelo Bassoli:Mas o Uzbequistão tem os beckstão lá.

Voz A:Os beckstão, os beckstão.

Marcelo Bassoli:Não, você está postando Cristiano mesmo, então é isso. Cristiano Ronaldo, o cara faz um gol por Copa e Messi ele vai fazer 200.

Voz A:Concorda comigo? Ele nunca enfrentou o Congo e Uzbequistão na mesma fase de grupo.

Azaghal:Marcelo, limpa aqui, limpa aqui, Marcelo. É seu veneno, veneno, veneno.

Voz A:O mesmo programa que ele cita o Luciano, ele tá falando mal do Cristiano Ronaldo. Ó, loucura, cara.

Voz B:Luciano, pô, Messi, Cristiano. A gente tem noção que a gente vai ver é a última Copa dos caras, mano.

Marcelo Bassoli:Caraca, uma era, né? Graças a Deus, o Messi, tchau, velho, tchau.

Voz A:A gente já tem que voltar a forma humilde que merece, né?

Voz B:Tirando essa parte da Argentina, não tem mais jogador desse nível assim, não tem no momento, não tem.

Marcelo Bassoli:Não aguento mais isso. De 4 em 4 anos o cara vira lá o Munhá, velho. Volta para a Rússia, não quero mais. Ó, esse aqui não vai bater, que é uma Copa inteira sem nenhum empate. Não, não tem como, esquece. 1930.

Voz A:México e África do Sul, estreia 0x0.

Marcelo Bassoli:Outro que eu acho que não vai bater, esse aqui nunca vai bater. Gol mais rápido da história das Copas, Hakan Sukur em 2002, 11 segundos.

Voz A:É, então é 10 segundos de jogo.

Marcelo Bassoli:Não, É difícil uma saída errada do Congo, Curaçao ali.

Voz B:Os cara toma um tumbo!

Voz A:Toca pro goleiro e o goleiro deixa passar no gol contra.

Marcelo Bassoli:Cara, se tem uma Copa que dá para bater esse recorde é essa hein? Mas 11 segundos gente, é muito rápido, nada, pra superar tem que ser aqueles gols meio tontos sabe?

Voz B:Vamos tentar ver aqui... Não vai não, acho que também não, difícil.

Marcelo Bassoli:Ah então beleza. Ó mais finais copas disputadas, se Deus quiser, não vai ser batido, porque o Cafu tem 3 copas.

Azaghal:Essa só tem uma, né, Vidani?

Voz A:É isso? Só tem uma final de Copa, só uma.

Azaghal:Não vai bater não, vai ser igual.

Voz A:O Cafu disputou 3, Cafu continua na frente dessa Copa.

Marcelo Bassoli:E o Messi e o Mbappé tem 2 finais, né? Eles podem igualar o Cafu nessa.

Voz A:É perigoso, hein? É perigoso para o Mbappé. Acho que é perigoso.

Voz B:Eu vou fazer um, eu vou fazer uma Vai, vai, Xande, profetizar uma parada aqui.

Voz A:Olha só, segura, segura. Nós vamos ter daqui a pouco um momento da aposta maluca. Você quer guardar para aposta maluca?

Voz B:Ah é, que é uma que não é aposta, é certeza, tá?

Voz A:Entendo, gostei do seu nível de certeza.

Voz B:Recebi informação aqui interna.

Voz A:Vou segurar a audiência, segurar a audiência. Daqui a pouco a gente vai perguntar isso aí.

Marcelo Bassoli:E o último, o último aqui: jogador mais novo a ganhar como melhor jogador da Copa, Ronaldo, em 98, com 21 anos. A gente tem aí o Ryan, não, o Henrik, né, La Mini Amau, tá aí também se recuperar e tal.

Voz B:Enfim, nada de nada, é isso.

Voz A:Ou é Ronaldo, é nós.

Marcelo Bassoli:Não vai bater, não vai bater. Então beleza, vamos torcer.

Voz A:Também acho, sendo realista, pode mesmo, pode mesmo.

Voz B:É só dar moral para ele começar a sair os gols e se animar.

Marcelo Bassoli:É só falar que ele é do grupo, né, Xande? Traz ele, traz ele.

Voz A:Continuar maltratando ele, mano, ele entra mais puto, pô.

Marcelo Bassoli:Tá certo, o cara é forjado assim, o cara vai pegar o troféu, mandar um dedo para todo mundo.

Voz A:É, os cara do refeitório tem que jogar, tem que jogar a bandeja dele no chão, tá ligado? Oi, escola de filme domingo, derrubar o suquinho do rei, tem que tratar ele mal.

Voz B:Assim no campo assim, ó, na final.

Azaghal:Eu acho que ele nem fica puto, hein, viu? Eu acho que ele nem tá se ligando o que que tá acontecendo.

Voz B:Eu acho também não, ele tá no mundo do Hendrik, pô.

Voz A:Deixa ele lá, o Bob Schalter, pô.

Voz B:Ele vai estar caído no campo assim, ó, tipo Cavaleiros do Zodíaco, aí alguém falando assim: Bob Schalter, você consegue!

Voz A:O Ben Kenobi dele, né?

Voz B:Foda, né? Me dê sua força, me dê sua força, pobre Sheldon! Ele levanta assim.

Voz A:Tem mais algum recorde, Marcelo?

Marcelo Bassoli:Não, é isso. Fizemos nossos, deixamos nossas apostas aqui.

Voz A:Vamos palpitar então, vamos palpitar, porque agora tem Palpita Coração, estreio de bloco que nós vamos ter quase todo o programa praticamente. Então vamos embora.

Voz B:Palpita Coração!

Voz A:Vamos palpitar sobre a Copa do Mundo. Quero uma resposta de cada um em várias categorias.

Voz B:Campeão da Copa, pode começar a palpitar aí.

Marcelo Bassoli:Eu vou de brasileiro, eu vou de agora. Eu não quero ganhar, eu não quero ganhar ganhando sozinho, eu quero ganhar com vocês.

Voz B:É isso aí, autocanetando a Noruega.

Azaghal:É sério que vocês estão acreditando mesmo, ou é só por—

Voz B:Mata-mata é assim, cara, tu não pode acontecer.

Marcelo Bassoli:É, cara, temos o menino Hendrik, Vini Jr.

Azaghal:Eu acho que vai ser a França.

Marcelo Bassoli:Que desgraça, hein? Isso é uma desgraça, hein, Tucano?

Voz B:Ah, que chatice esse Olímpico, ninguém aguenta esse cara.

Marcelo Bassoli:Só não é pior do que se a Argentina ganhar de novo, tipo assim, é o top 2 pior resultado.

Voz B:Esse Olímpico, você já viu naquele vídeo dele chutando a plaquinha e o trabalhador do estádio botando no lugar e ele chutando de novo. Você já viu esse vídeo?

Voz A:Não vi, caralho, não vi isso aí não.

Voz B:Dá vontade de entrar no gramado e de enganar ele, porque isso aí pode falar o que quiser dos brasileiros, de marra, de não sei o quê, nunca fizeram isso, cara.

Voz A:São tudo gente boa, os cara só quer dançar, os brasileiros, pô, suave.

Voz B:Ele chuta a plaquinha, ele chuta aquela que fica no chão, sabe, que é meio em 3D, que tá no chão, mas parece que tá em pé.

Marcelo Bassoli:Public Matters.

Voz B:Ele chuta Aí o cara vem, bota de novo, ele chuta de novo, cara, e o cara trabalhando de novo, bota de novo, e ele na cara do cara.

Azaghal:Vacilão, caralho!

Marcelo Bassoli:Bom, o brasileiro só quer dar alegria para o povo, só quer dar alegria.

Azaghal:O que eu vi foi o Yamal tentando chutar a bola entre o M, né, patrocinador. O Bruxo vai lá e de primeira, pô, foi demais!

Marcelo Bassoli:Os caras investigaram Tem um ângulo que já tem uma bola ali no meio do M.

Voz A:Tipo, alguém jogou. Não, mas tá no vídeo inteiro a bola ali no meio do M.

Marcelo Bassoli:Então alguém já tinha chutado, ele tentou e escuiu mal. Escuiu mal. Boa, boa, boa.

Voz A:Bom, eu quero saber seleção decepção da Copa pra vocês.

Marcelo Bassoli:Argentina.

Voz A:Alguma que... França. França. Eu vou de França também, sabia, Xande? Essa é a minha, cara, eu...

Voz B:Escuta o que eu tô falando.

Voz A:Essa seria sua aposta agora de pouco? Eu tô com essa sensação também.

Voz B:Eu tô pensando, França... Se não for eliminado na fase de grupos, vai ser eliminado naquela fase do 32 avos.

Voz A:Não, é impossível ser eliminado na fase de grupo agora.

Voz B:É impossível. Juro pra vocês, França quando vai no oba-oba assim com os craques, sempre tem confusão. Vocês não veem, não lembram das outras Copas? Tem confusão, tem briga, não veem o Ceará.

Voz A:Inclusive, fica a dica do documentário da Netflix, A Greve da Seleção da França, excelente documentário contando toda a loucura com Raymond Domenech, Evra, Nelka.

Voz B:Vai dar caô.

Marcelo Bassoli:Tem um histórico bom que em 2002 a França foi eliminada na fase de grupos sem fazer nenhum gol, cara.

Voz B:Gol do Bubba Diop. Eu acordei de manhã, botei, tava lá, Diop, cruzou e gol do Bubba Diop.

Marcelo Bassoli:Inclusive, ó, se a gente for pegar, em 2006 a Itália ganhou, 2010 não passou de grupo. 2010 a Espanha ganhou, 2014 não passou do grupo. Foi europeu, não ganhou nem mais. Em 2014 a Alemanha ganhou, 2018 não passou de grupo.

Voz A:Agora, Marcelo, o que o Haaland vai fazer com a França, vocês não estão preparados.

Marcelo Bassoli:Essa é a minha aposta ousada: Noruega nas semifinais.

Voz A:Calma aí, guarda que nós vamos ter uma, pô, tá bom.

Azaghal:Para ser decepção da Copa, tem que ser uma que tá bem cotada, certo?

Voz A:Certo.

Azaghal:Então tem que ser Espanha, Argentina, Inglaterra ou França.

Voz A:O Brasil, por exemplo, Brasil tá vindo muito lá de trás, é até bom. O Brasil, tamanho do Brasil, entendeu?

Azaghal:Mas o que seria uma decepção da Copa do Brasil?

Voz A:Eliminando a fase de grupos? Não jogar bem nenhum jogo, cair no momento cedo demais. Para mim não é nem quando cai, é o jeito que cai, entendeu?

Azaghal:Não, mas assim, puxa pau.

Marcelo Bassoli:Não, é decepção pra caramba. Pra mim, o Brasil, se não chegar na semi, É decepção, cara. A gente sempre cai nessa.

Azaghal:A Espanha vai ser a decepção da Copa.

Marcelo Bassoli:Espanha, tá bom, legal.

Azaghal:Do nosso amigo Azaghal.

Marcelo Bassoli:Legal, legal.

Voz A:E vai valorizando o prêmio do Tucano, que não para de crescer, né? O prêmio da aposta. Bom, craque da Copa do Mundo.

Voz B:Craque, é, felizmente vai ficar aí Cristiano. É Vini, pode ser também o crack. Eu vou te falar o crack: Vinícius Júnior. Tô brasileiro pra caraca, Vinícius Júnior, crack da Copa.

Azaghal:Eu não posso falar que a Espanha vai ser a decepção e o Amau vai ser o crack, então já corta ele.

Voz A:E aí, você vai botar em quem então, já que não vai? Amau tá pensando aí. Eu vou dar um nome aqui, tá, para craque da Copa, estilo 2018 Modric: Bruno Fernandes. Acho que vai jogar para caralho, mas não vai ganhar.

Voz B:Esses caras meio regão, não sei dizer.

Marcelo Bassoli:Mas tem que chegar na final, né, Vidani?

Voz A:É nós, vai mamar.

Marcelo Bassoli:Tirando o Furlan, que ganhou craque da Copa em 2005.

Voz B:O cara destruiu, né?

Voz A:Mas acho que o Bruno Fernandes tá na melhor fase da vida dele, ele é absurdo, mano. E eu acho que ele, dos 10 gols de Portugal contra o Uzbequistão, 10 assistências dele, por exemplo.

Marcelo Bassoli:Cara, eu vou assim, como eu tô confiando no, torcendo muito para o Brasil, cara, mas queria muito votar no Hendrik. Vou votar no Hendrik para revelação jovem, tem esse prêmio, né?

Voz A:Tem outra categoria, exato. Ok.

Marcelo Bassoli:Pô, o Tucano votou já?

Voz A:Votou nada, tá enrolando. E você aí?

Voz B:Tucano, Haaland.

Marcelo Bassoli:Haaland, cara. É, pior que eu não quero votar. Eu não quero votar em ninguém porque eu vou estar dizendo que vai ser, entendeu?

Voz A:Tem uma escolha fácil, pô. Se o campeão dele é a França, ele pode ter uma escolha facinho.

Marcelo Bassoli:Exato, exato.

Azaghal:Então, mas eu não quero ir no fácil. O craque da Copa é o que vai ser escolhido mesmo no final como o melhor jogador da Copa. Então ele vai para final.

Marcelo Bassoli:Eu vou botar, eu vou dar um chute aqui. Ai, cara, o Bellingham vai ser Bellingham. A Inglaterra vai longe.

Voz A:Eu achei que o outro, ele tá mal, mas esse era o jogar fácil.

Marcelo Bassoli:Não, não vou falar Bellingham não, não vai ser, não vai, não vai ser.

Voz B:Pode ser, pode ser.

Marcelo Bassoli:Não, mas não vai, não vai ser. Tem razão, ele não vai ser bom.

Voz A:O Harry Kane tem mais chance.

Voz B:Não, eu vou com o Xande, eu vou no Vini, vou no Vini.

Voz A:Gostaria de novinho também, mas é uma pata de chuteira.

Marcelo Bassoli:Isso aqui é o Pachecão, somos Pacheco.

Voz B:Eu tô muito, eu me entreguei muito.

Voz A:Melhor goleiro da Copa, hein, categoria melhor goleiro. Eu vou com o Alisson, tá? Eu queria muito essa jornada para ele, pô, na moral mesmo. Ele numa semifinal pegando o pênalti, classificando nós à Latafarel, eu queria isso.

Azaghal:Confio muito não, mas é vontade, não é palpite, né?

Voz B:Vontade.

Voz A:Eu vou palpitar com vontade.

Voz B:Sabe, tu ganha que quando esses palpites, bolões, geralmente ganha quem não tá ligado em nada e fala as paradas assim da cabeça, é o que ganha.

Marcelo Bassoli:Eu vou de Courtois, vou de Courtois, mas acho que não fez muita chance para ele defender bola, entendeu?

Voz B:Isso caindo na oitava de final já não, às vezes é um goleiro tipo da Costa Rica, né?

Marcelo Bassoli:O Prodome em 94, ele passou das oitavas e foi melhor da Copa.

Azaghal:Deixa eu ver, a Bélgica tem um histórico de goleiro foda, né? É verdade. Thibaut Courtois também meteu um.

Marcelo Bassoli:Pro Dom, você viu, né? Boa.

Voz A:Você vai de quem, goleiraço?

Voz B:O Neuer não tá, né? Senão ia nele. Tá, foi, foi, ele foi no final, ele foi chamado, né?

Voz A:Cara, eu acho que ele vai acabar sendo titular.

Voz B:Claro que vai. Não, não, se botar o Neuer no banco é loucura. Puta, é estéril pra qualquer um. Eu vou no Neuer então e acho que ele vai jogar de titular.

Voz A:Também acho, eu acho que vai mesmo. Bom, agora eu quero um jogador fracassado, um jogador em que se deposita esperança e não vai entregar nada na Copa do Mundo.

Voz B:Police. Bom demais! Já vou botar a figurinha dele Ele no freezer, filho.

Marcelo Bassoli:Então eu vou aqui, ó, Jude Bellingham, de um ponto pro outro.

Voz A:Muito bom, muito bom, muito bom, cara. Eu vou com Dembélé nessa aí, eu vou com Dembélé.

Marcelo Bassoli:Se pra mim a França vai ser a decepção, mais gente boa da França ali, pô.

Voz A:É mesmo, sim, cara.

Marcelo Bassoli:Vai torcer, vou botar aqui, decepcionar. Eu não consigo eu não consigo.

Azaghal:Eu chutei a Espanha como decepção, mas eu não consigo ir contra o Jamal. Acho ele muito foda.

Voz B:É, ele teve a parada lá do apoio, né, Palestina, mas ele também teve umas atitudezinha antes disso, tipo assim, bem babaquinhas, umas parada que ele veio no Brasil, as crianças falando com ele, tipo assim, sabe aquela atitude bem de estrela máxima? Eu não gostei muito do jeito que ele foi.

Voz A:É, é. Mas então é o Jamal.

Voz B:Toma no cu, filha da puta! Esses caras são de cara, esses caras europeus, eles podem ter uma visão melhorzinha, outra que ele, eles são muito cuzão nesse tratamento com as pessoas assim, cara. É inacreditável. Vejo vários vídeos que os cara tem, vários vídeos desse que tu fala assim, meu Deus, como é que pode, cara, ter feito isso?

Azaghal:É, né, Diego? A última Copa dele, caralho, adoro!

Voz A:O cara vai de Gold Palmer do nada.

Voz B:Tu já viu um vídeo? Tem um vídeo do Van Dijk que o cara chega correndo para abraçar ele e ele ignora o cara assim, ficou olhando para o cara assim, parece um faraó olhando para o rei dos imortais.

Voz A:Cara, loucura!

Voz B:E tu vê que os caras da América toda são mais maneiros, até os americanos são mais maneiros quando chega alguém para abraçar. É muito estranho o jeito que eles tratam, tirando o, acho que o de Portugal também tem essa vibezinha, mas de tratar fã assim, futebol "Eu acho que tô melhor do que os franceses." Então, pior que eu já vi muito comentário sobre isso, sobre o próprio Bruno Fernandes, a galera que cobre lá a Premier League fala que ele é gente boa demais mesmo. É, o Cristiano, um fã, tem várias cenas dele abraçando e falando assim: "Ô, calma aí." E tirando os caras. Tu sente isso, né?

Voz A:Bom, agora revelação jovem. Eu tô de Hendrik, 100% Hendrik Kahn.

Marcelo Bassoli:Hendrikzado.

Azaghal:Fechei.

Voz B:Eu também vou de Hendrik.

Azaghal:Fechei com o chato.

Voz B:Se der moral pro Bob... Bob Valor.

Voz A:Cravo, ele crava o roteirinho. E aí vamos de seleção Miss Simpatia, aquela seleção que não vai ganhar, mas que em algum momento todo mundo vai torcer por ela. Eu acho que na última Copa o Marrocos foi essa seleção.

Marcelo Bassoli:Verdade.

Voz A:Noruega é uma grande candidata.

Marcelo Bassoli:Então, mas aí que tá, porque assim, tem aquela seleção que é a galera gosta, mas tem a surpresa que vai longe.

Voz A:Então, para mim, a Miss Simpatia tem que fazer algo notável. Ela pode ir longe, ela pode eliminar uma favorita, por exemplo. Às vezes ela, pô, ela não foi longe, mas é a seleção. Por exemplo, Japão elimina o Brasil e depois cai.

Marcelo Bassoli:É muita gente fazendo simpatia.

Voz B:Em 22 foi o Marrocos, em 18 foi a Islândia. Todo mundo ficou assim fazendo com ele.

Marcelo Bassoli:E a da Noruega tem arremada, você viu os cara fazendo?

Voz B:Em 14 foi a Costa Rica. Costa Rica, todo mundo saiu a roda pra Costa Rica. Por aí vai. Essa aí, hein? Eu acho que vai ser.

Marcelo Bassoli:Eu vou votar, eu vou votar na Costa do Marfim, que a gente teve já um gostinho do—

Voz B:legal.

Azaghal:Eu acho que pode ser, hein? Pode ser.

Voz A:Eu vou votar em uma seleção que eu tenho certeza que vai aprontar, tá? E eu vou ter muito prazer de torcer por ela, que eu vou botar na Colômbia aqui nesse momento. Cara, Colômbia vai aprontar, é, mano, é um segundo ano, então é, já é mais tão abaixo do mundo.

Marcelo Bassoli:Não, mas tá em quinto na...

Voz A:Tá em quinto no FGV aí, pô.

Marcelo Bassoli:Então, na estatística.

Voz B:Que que é isso aí?

Voz A:Que tradução é essa, pô?

Azaghal:Não, eu tô aí com o Guel Due da Costa do Marfim, pode crer.

Voz B:Então, eu gosto do Marfim também, gostei desse palpite.

Voz A:Eu vou manter Colômbia porque eu gosto de sul-americano. Cara, se a Colômbia elimina o Espanha, eu vou ficar maluco. Colômbia, aquela Copa de 2018 que eles quase eliminaram a Inglaterra. Puta, como eu torci para Colômbia, mano.

Marcelo Bassoli:Caralho, Colômbia, aquele uniforme amarelo, calção azul, meião vermelho, é uma parada que é tipo assim, só não é melhor porque amarelo igual do Brasil a camisa, mas se não, porra, foda demais. E o artilheiro, não vamos, não vamos votar no artilheiro?

Voz A:Ah, podemos votar no artilheiro antes também. Artilheiro é uma boa. Cristiano Ronaldo. Eu vou de Cristiano Ronaldo.

Marcelo Bassoli:Tem que ser coerente, né, Vitor? Tem que ser coerente.

Voz A:Tem que ser coerente, pô.

Voz B:É porque o cara vai vir treinado só para isso, o cara vai querer meter gol de tudo quanto é jeito.

Voz A:Mano, o Bruno Fernandes quebrou o recorde de assistência da Premier League, ele tá se especializando em rolar a bola para o lado na cara do gol, entendeu? O Cristiano vai estar lá, pô.

Voz B:O Cristiano, Tucano, é um cara que vai treinar 100 faltas por jogo agora, tipo assim, 10, já tá reta final, falta pouco para o milésimo, última falta.

Marcelo Bassoli:Eu voto no Haaland. É bom também, bom papinho. Tô torcendo para Noruega também ser semifinalista. Acho que, tipo assim, tem, sempre tem, cara. Toda Copa tem a seleção que ninguém espera e chega nas semis.

Voz B:Tô falando sério, tá?

Voz A:É que o grupo da Noruega tem a França, né? Tem Senegal e tem outro país, eu não lembro qual que é o outro. A depender do que a Noruega conseguir fazer com Senegal, o Haaland é um candidato a bater o recorde do Fontaine, tá? Pelo histórico dele na seleção de fazer metade dos gols na eliminatória.

Voz B:Caramba, o Senegal vai ganhar A França novamente. O Mané foi para Copa?

Marcelo Bassoli:Foi, foi.

Voz B:Então é isso, é o homem que vai fazer a boa.

Voz A:Ó, se Senegal e Noruega—

Marcelo Bassoli:vou fazer uma promessa aqui, tá?

Voz A:Aposta maluca, já vou puxar a aposta maluca aqui. Aposta maluca aqui, ó.

Voz B:Aí sim, eu já vou apostar que Senegal e Noruega vão fuder a França.

Voz A:E se isso acontecer, eu tatuo metade da bandeira de cada um no meu corpo. Metade Senegal, metade Noruega.

Marcelo Bassoli:A bandeirinha aqui, ó.

Voz B:Vai acontecer, tu vai lançar.

Voz A:Vai. Não tô garantindo uma grande tatuagem, mas eu já tenho MC Brinquedo, a silhueta dele no meu braço. O que que é uma bandeira metade Senegal e metade da Noruega, né? Se eles fuderem a França, vai virar tatuagem, gente.

Voz B:Você me apoia? Vale a pena, vale a pena, vale a pena. Eu, cara, assim, ó, porra, vai virar hino. Vou botar post aqui.

Marcelo Bassoli:O Elisa é odiado, cara. Eu, eu acho que Noruega pega uma, vai pegar semifinal. Essa é a minha aposta aí.

Voz A:Noruega pegando semifinal. Você tocando, qual a sua maluquice aí que você aposta para acontecer nessa Copa, que seria delicioso?

Azaghal:Cara, eu queria ver a nova Nova Zelândia se classificando, isso seria foda, pelo menos chegar nas péssimas, chegar pelo menos, que é a última, né?

Voz B:80 e caralhada, sabe por que que o time da Nova Zelândia não ganha no futebol? Porque não faz o hacker, tinha que fazer. Se eles fizerem, esquece.

Azaghal:Jogou hoje Nova Zelândia, nunca faz, pô, time de futebol nunca faz.

Voz A:E o resultado da Nova Zelândia hoje, tu quer que você vai dar ou não?

Voz B:Qual foi?

Azaghal:Eu mudei para começar o jogo do Brasil, mas tava segurando aí o empate.

Voz A:Vamos ver a Nova Zelândia hoje.

Azaghal:Se perdeu foi de 1 a 0, 1 a 0 para Inglaterra.

Voz B:Bom jogo, tá? Um gol nos acréscimos do primeiro tempo. Grande jogo, tá?

Marcelo Bassoli:Grande jogo, foi bom para ele aí.

Voz B:Bom palpite para você. Artilheiro.

Azaghal:Quando eu mudei, tava 1x0 ainda.

Voz B:1x0 só, é um grande resultado, tá? Acho que é o maior resultado da história da Nova Zelândia.

Voz A:Se bobear, brincadeirinha mesmo.

Voz B:Onde foi o jogo? Foi já nos Estados Unidos?

Marcelo Bassoli:Já, acho que sim. Agora todos são, né?

Voz A:Bom, e amanhã já começa a Copa do Mundo, amanhã, dia de lançamento desse episódio, parece, em relação ao dia de lançamento desse episódio. E já temos duas partidas, então vamos palpitar Pra terminar esse bloco de palpites, México e África do Sul, 4 da tarde no Estádio Azteca. Meu querido Marcelo Bassoli.

Marcelo Bassoli:3x0 pro México, 3x0 pro México, pra galera pôr aquela festa no Azteca, galera vibrando, mexicano feliz de novo, e é isso aí.

Voz B:Pô, vai ser maneiro, vai ser maneiro. 2x1 México, 2x1. Pode anotar.

Voz A:Tucano?

Azaghal:0x0.

Voz A:Tô contigo, Tucano, 0x0 também. Mano, vai ser uma... um fun fact, é a primeira vez que o jogo de abertura de uma Copa se repete, né? 2010 foi México-Africa do Sul.

Voz B:O gol do Xabalala.

Voz A:E 2016 também.

Marcelo Bassoli:Xabalala.

Voz B:Foi 1x1.

Azaghal:No mesmo dia, né?

Voz A:Foi 1x1 na época. No mesmo dia, exato. Caraca, meu Deus do céu. Isso é uma coincidência enorme. E 1x1 lá, 0x0 aqui, resolvido pra todo mundo. Nada pra ninguém. E aí teremos a noite Coreia do Sul e República Tcheca, 23h da noite no Akron Stadium do Chivas Guadalajara.

Marcelo Bassoli:Também no México, tá?

Voz A:Já tem palpite, Xande?

Voz B:2x2.

Voz A:2x2, legal.

Azaghal:Tucano? 2x0 Coreia.

Marcelo Bassoli:Esse eu vou no 1x1.

Voz B:Vai ser um jogo, acredito, vai ser um jogo aqui, ó, muito de gol. Coreia é mais leve, no K-pop ali, República Tcheca mais recuada.

Azaghal:Eu vou, cara, eu vou invadir o—

Voz B:vai invadir, pô.

Voz A:Eu vou com 3x1 Coreia do Sul, tá? Eu acho que esse jogo vai ser legal mesmo.

Voz B:Eu, caraca, eu acho que Jogo com a Tcheca, pô, não tem mais chance, né? Né, Tcheca?

Azaghal:Já chega bêbado, eles já chegam bêbados.

Voz A:Não dá para dizer que estão errados também, né? E bom, chegamos ao fim, finalmente, desse programa que eu achei que ia durar uma hora, já durou duas. Eu mais uma vez errando na previsão de tempo.

Marcelo Bassoli:Eu acertei, né?

Voz A:Você acertou muito. E vamos de fim de jogo.

Voz B:Fim de jogo!

Voz A:Beleza, passada a gritaria. Amanhã não tem episódio, mas a partir de sexta-feira, 12 de junho, inclusive um feliz Dia dos Namorados para todos os ouvintes e todas ouvintes, né, que estarão celebrando em plena Copa do Mundo. Episódios diários por aqui a partir de sexta-feira.

Marcelo Bassoli:A regra é: se inscrevam aí no canal, gente, se inscrevam no canal, isso, por favor.

Voz A:Aqui teve jogo ontem, tem episódio hoje. Essa é a regra. Sobre os jogos de ontem. A partir desse dia 12 de junho, vamos comentar essa Copa do Mundo todos os dias.

Marcelo Bassoli:A ideia, né, Vidani, é sair meio-dia os programas para você conseguir assistir, barra, ouvir antes de começar a rodada, né? Que a rodada começa aí 1 da manhã, 1 da tarde, certo?

Voz A:1:30. É, às vezes 1, às vezes 2, por aí. Mas incluindo sábado e domingo, tá?

Marcelo Bassoli:Não é dia útil, todos os dias. Aqui é escala 7 por 0 na A Copa.

Voz B:Não quer trabalho, Muricino falava, quer trabalho.

Voz A:Serão 34 episódios comentando os 34 dias que terão jogos da Copa do Mundo. Então nós vamos até o episódio 41 aqui do Jotanec nessa Copa, no mínimo até o 41. Vai que alguma marca fala: pô, queremos episódio extra sobre a série aí que lançaram da Copa de 70. Quem sabe, né? A gente consegue.

Marcelo Bassoli:Quem sabe? Alô, marcas, né? Alô, marcas.

Voz A:Tentando, exato. Mas a maior parte dos episódios vão ter meia hora, né, 20, 30 minutos, porque a gente vai comentar só os jogos rapidinho. Não, mas isso é verdade, vai ter que ter, senão não vou poder entregar. É isso, preciso entregar. E o Jovem Neto Esporte Clube vai ser a companhia diária para você acompanhar a Copa. Então vai ser divertidíssimo, acompanha aqui com a gente. Sigam o canal do YouTube, sigam a gente no Spotify, se inscrevam, não percam os episódios que vão ser muito maneiros. E TopFans, agora é o momento.

Voz B:Top fãs do Marcelo Passoli.

Marcelo Bassoli:Cara, meu top fã vai para o Will Domingues. Deixa eu ver se tô lendo o nome dele certo. É Will Domingues, que ele mandou para mim a foto de despedida da seleção da Noruega que eles tiraram. Vocês viram essa foto aí?

Voz B:Como é embaçado, meu querido.

Marcelo Bassoli:Vocês viram essa foto?

Azaghal:Não, da Suécia, não é?

Voz B:Não, não, Noruega, igual Vikings.

Marcelo Bassoli:Com escudo no barco, os fiordes atrás. Foda demais, foda demais.

Voz B:Os cara invadiram os Estados Unidos lá e todo desmaiando de calor.

Marcelo Bassoli:Porra, aí minhas apostas vão para cacete assim.

Voz B:Estavam tudo desmaiado hoje com gelo, sofrendo para caramba.

Voz A:Bom, seu top fan tucano. Top fans tucano.

Azaghal:Meu top fã vai para o meu amigo que pediu para não ser identificado, para não apoiar a torcida do Santos, e que trouxe as camisas aí da Noruega.

Voz A:Bom demais! Bom, meu top fã do Vidani aqui nesse momento— esse é o top fã do Vidani— meu top fã do Vidani vai para o Léo Oliveira, meu querido Léo Oliveira, que é editor aí de podcast também, beijo pra ele, que pediu o seu Top Fan. E pra Carol e pro Vitor Sonoda, namorados, que estão juntinhos assistindo ao Jovem Nerd Esporte Clube. Muito obrigado, tamo junto. E Xande Barros, queremos saber pra quem você manda seus abraços no seu próprio Top Fans também, aqui, ó. Esse é o Top Fans do Xande Barros! Gemido legal.

Voz B:Top fã de hoje, já que a Copa, né, começando, vai para o meu pai Carlos Barros, que todo mundo para ele é ruim, só serve do nível, só serve jogador do nível do Romário, Zico, Pelé, esses caras assim, Ronaldo. Não dá nem para culpar muito o cara. Ele tá só uma porcaria, já garanto. Vai para ele, vai ser assistir a Copa do lado dele, é só ele falando mal de todos os jogadores.

Azaghal:Agora me lembrei que hoje eu fui à feira e realmente o Brasil já está copado, hein?

Voz B:É mesmo?

Azaghal:Tô ali comprando uma cenourinha, um tomate, chegou um coroa do meu lado e fala: 'Hoje tem jogo do Brasil, né? Ao meio-dia.' Aí o feirante: 'É, ao meio-dia.' Eu falei: '19.' Aí ele: 'Isso, 19 horas.' Do nada brotou mais um, falou assim: 'Eu não conheço um jogador dessa seleção.' Indo para assistir o jogo, para o amistoso, a gente tava no Uber, eu falei para Bárbara, eu falei assim: o goleiro da Argélia é filho do Zidane. Aí o motorista, que tava em silêncio até aquele momento, virou já felizão e falou assim: tu acha que ele fez peneira?

Voz B:Porra, vida boa, caralho!

Voz A:Melhor comentário possível.

Voz B:A Argélia tá na Copa.

Voz A:Caralho, muito foda, muito foda. É verdade, esse foi um comentário que tem, tiveram ouvintes que fizeram e a gente não comentou isso quando falamos da Argélia, né? Verdade, que vai enfrentar o Messi, né? Que louco, foda, né?

Marcelo Bassoli:Tomara que já dá uma cabeçada.

Voz B:Força, menino Zidane!

Voz A:Cara, Marcelo tá na fúria hoje, tá maluco.

Marcelo Bassoli:Enfim, gente, não, Marcelo, que você acha que eu vou esquecer de você?

Voz A:É o melhor momento Aliás, quero dizer hoje que eu, antes de mais nada, quero fazer uma referência também ao Aviator vai te catar, que tá voltando. Porque hoje teve um momento do Brasil e Egito, a gente não comentou isso, em que o Danilo se machuca depois de ele mesmo se dar uma bolada na cara. Isso muito me alegrou. Vocês viram o Danilo Santos cabeceando a bola? Caiu com ela. "Bolada na cara!" Copa nem começou e já tivemos a primeira bolada na cara. Que alegria!

Marcelo Bassoli:E o senhor ficou: "Nossa, tomou uma pancada." Aí depois ele ficou: "Foi a bola? Ele tomou uma bolada na cara?" Muito foda, grande momento.

Voz A:O Everaldo encontrou... "Foi a bola?" Muito foda. Vamos de Trívia do Marcelo agora, nesse momento, pelo amor de Deus. Oh, que belo, oh, que belo, é a Trívia do Marcelo. Trívia do Marcelo.

Marcelo Bassoli:Ó, eu queria trazer uma estatística aqui. Maior Copa com gols de fora da área foi a de 2018, com 35, certo? E em compensação, a de 2022, eu sumi os status aqui, mas foi uma das piores. Eu quero saber de vocês os jogadores que mais fizeram gols de fora da área na história das Copas. Vou dar de lambuja aqui, o quarto, são 4 só, tá? Porque o resto tava tudo empatado ali 2. Então temos aqui Davi Villa da Espanha, fez 3 gols de fora da área. E o outro colocado tá na— também tem 3 gols de fora da área aí, tá?

Voz B:Mas Rodrigues tem?

Marcelo Bassoli:Não, não está. Maradona também não está. Vou te falar, não tá também. O Pelé?

Voz A:Zico?

Marcelo Bassoli:Também não está. O Zico?

Voz A:Não, Roberto Carlos tem 2 gols.

Marcelo Bassoli:O Messi é o segundo colocado, ele tem 4 gols de fora da área.

Voz B:Messi, Cristiano Ronaldo, tá?

Marcelo Bassoli:Não, Cristiano nem tem gol em Copa. Rogério Senna, se tivesse jogado, teria, tá? E aí, tá?

Voz B:E aí, Rivaldo?

Marcelo Bassoli:Não, não, não é o Rivaldo.

Voz A:Então tô pensando no Ronaldinho Gaúcho, mas não tem tanto assim, né? Não é ele não, né?

Marcelo Bassoli:O terceiro colocado com 3 gols também é o Diego Forlán. A gente falou dele aqui.

Voz B:Ah, meteu de falta.

Marcelo Bassoli:Gols de fora da área. O primeiro colocado é de que país? Brasil. Lógico que ia trazer um recorde brasileiro, né?

Voz B:Sério?

Voz A:Hoje, fenômeno, é o fenômeno.

Voz B:Não, não, de fora da área, porra, gente, de fora da área, gente. Pô, eu te falei, Zico, Rivellino, Rivellino, top 1.

Marcelo Bassoli:Impulso do canhotinha, caralho, do Rivellino. Esse é um recorde que o mais pode igualar o Bapê também nessa Copa, infelizmente. Aí tem 4.

Voz A:Pois é, cara, eu vou te falar real, tá? Eu acho que o tempo— e isso é cruel, né, mano? Porque o tempo ele vai apagando algumas pessoas da história e vai tirando o prestígio. O Rivellino, para mim, hoje ele é um cara subestimado pelo tamanho dele no futebol. Pô, ele é o herdeiro da camisa 10 do Pelé. Isso não é qualquer bosta, tá? Jogou muito.

Voz B:Não, de 74.

Voz A:Sim. E o que ele fez por clube, cara, a gente fica pensando em revolução com Ronaldinho Gaúcho, né? Pô, Ronaldinho Gaúcho deu elástico na carreira por conta do Rivellino, de ter visto, ouvido falar, ido atrás e, porra, que drible foda que ninguém mais dava, que era ele que dava.

Voz B:Então o próprio Garrincha também hoje em dia é subestimado demais, não aparece nenhuma lista dos melhores.

Marcelo Bassoli:E o Rivellino, ele era o ídolo do Maradona, cara. Maradona ficava enlouquecido.

Voz A:Esse é o maior troféu do Rivellino, se você parar para pensar assim, ó, o maior jogador da geração pós dele, falava aos quatro cantos que o ídolo dele era o Rivellino. Mano, isso é um absurdo. Para mim isso era um troféu, porque ele foi ídolo do Maradona durante o Maradona 86, né? E o Maradona falava naquela época já que era o ídolo dele. Então, mano, é absurdo mesmo. E você vê um cara desse não ter o prestígio. Quando você bota aquelas imagens de Iá, quem levanta para o Neymar sentar?

Voz B:O Rivellino nem tá.

Marcelo Bassoli:E, cara, ele gol, tipo, ele foi meio que mal comparando mais uma vez, tipo o Kaká em 2010 tinha toda aquela galera em 6, o Kaká tava sozinho em 10, né? Sim, o Rivellino em 74, tipo, tudo bem, tinha o Jairzinho também, né? Jairzinho, o único jogador que fez gol em todos os 7 jogos da Copa do Mundo. Talvez nunca ninguém conseguir igualar, talvez agora tem 8 jogos, é mais difícil ainda de igualar, mas Tipo, o Tostão não tava mais, o Pelé não tava mais, o Gerson não tava mais, enfim, tipo todo aquele elenco estrelado lá, tipo meio que o Rivellino ficou com a seleção para ele ali, né.

Voz A:Enfim, é uma geração mesmo que assim, apesar de ter tido uns caras que surgiram ali e tal, foi muito a partir de 74 começou a vir Falcão, começou a vir a galera que brilhou, é, o Zico e tal. Então realmente, cara, eu O Rivellino, ele fora que, né, fora que, gente, jogador de bigode, porra, vai tomar no cu, entendeu? Muito foda, caralho. Falta um bigodudaço na seleção brasileira, eu vou ter que defender isso, gente. Rivellino, além de toda bola que jogou, ele é um visual icônico, pô.

Marcelo Bassoli:Eu queria, acho que esse é o momento, quando eu era moleque, cara, tinha o apito final que era Luciano Duvalli apresentando, era o Gerson, o Rivellino E o Tostão, posso estar esquecendo alguém. É, porra, tipo assim, era animal esse programa, adorava assistir. Quando tinha Copa do Mundo, os cara... Acho que tinha o Armando Nogueira também, né? Eu não sei, mas era foda demais esses caras falando.

Voz A:Pô, Tostão até hoje pra mim é assim, top 1 cronista esportivo que o Brasil já teve, já produziu.

Voz B:Verdade, verdade.

Voz A:Bom, excelente trivia, Marcelo. Pô, bela lembrança. Um beijo pro Rivellino. Inclusive, um beijo, esses dias mandaram pra mim um link, o nosso querido Wallace Borges. Lá, o vagabundo tá lá, né? Do De Sola aí. Citou a gente numa live dele, hein? Citou o Jovem Nerd Sports Clube lá, falou: "Os caras estão fazendo programa de Copa, né? Pô, vou ver lá depois." Então, se você ver, Wallace, um beijo pra você. Está convidado.

Marcelo Bassoli:Valeu demais, valeu demais.

Voz A:Caso queira vir aqui, qualquer momento, é só avisar a produção nossa que está colando.

Marcelo Bassoli:E Xande, onde que a galera encontra você aí também?

Voz B:No, durante a Copa. É só procurar nas redes sociais aí, todas as redes, Xande Barros, Xande Barros oficial, Xande com i, é bom lembrar, mas acho, mas acho. E aí a gente tá fazendo, fazer vídeo na rua pra caramba e muita coisa pra rolar.

Voz A:Bom demais, muito obrigado por ter aceitado o convite nosso, cara, valeu pelo tempo. Estamos aqui 10 para 1 da manhã de um sábado para domingo, então valeu.

Marcelo Bassoli:2 horas bruta.

Voz B:Quando eu ouvia a Nerdcast Aí falava assim: "Não, nerd não gosta de futebol." Ficava maluco. Falei: "Quê? Quê? Não gosta?" Eu sei todas as escalações de 80 e pouco até agora. Fala de todas as equipes.

Voz A:O cara vive de cosplay, pô. Camisa de time, nada mais é do que isso.

Voz B:Tá maluco? É, pô, tá maluco?

Voz A:Como é que eu não sei?

Voz B:Como é que ele não sabe de nada?

Voz A:Pois é, pô. Amo futebol. Bom, é com grande prazer então que eu encerro por aqui a transmissão do Jovem Nerd Esporte Clube. Trago aqui nosso apito final. Espero todos vocês no nosso próximo episódio. Alegria e tranquilidade até depois de amanhã. Olha aí, até daqui a pouquinho, finalmente, Marcelo.

Azaghal:Estamos à beira, agora, agora é para valer.

Voz B:Agora a cobra vai fumar.

Azaghal:A gente vai começar a mostrar aqui as—

Voz B:Hashtag do Professor Tucano.

Voz A:Quero isso, hein.

Voz B:O que que eu faço, Professor?

Voz A:Eu quero o Tucano mostrando as bolas dele no programa que vem, quero ver. Mostra as bolinhas, Tucano. Esse foi mais um episódio do Jovem Nerd Esporte Clube, editado por mim, Príncipe Vidani. Reforço o convite, hein? Esconderijo Juan Caloto, próximo sábado, 13 de junho. Quer assistir com a gente o jogo do Brasil e Marrocos? Vem, pode vir. Um beijo, um queijo e um gemido muito gostoso para todo o Brasil.

Voz B:Awww!

Voz A:Até sexta, tem mais episódios. Começa o diário. Tô com um pouquinho de medo, mas vai dar tudo certo. Vou entregar tudo, confia em mim, pais.

Voz B:Ah, eu vou ter que dançar, hein?

Voz A:Que isso?

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