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GUIA DA COPA 2026 - GRUPOS K & L: Didi Braguinha e a Última Chance do CR7? | Jovem Nerd Esporte Clube 06

03 de junho de 20261h57min
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Vai uma coquinha gelada aí? Em mais um episódio especial pré-copa, o Jovem Nerd Esporte Clube recebe ele, o bom vizinho compulsivo, DIDI BRAGUINHA! Vamos debater mais uma rodada de grupos do mundial, com toda a seriedade e comprometimento estatístico que o torneio merece.

Hasbro

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Participantes neste episódio4
A

Alottoni

HostPodcaster
A

Azaghal

Co-hostPodcaster
D

Didi Braguinha

ConvidadoPodcaster
M

Marcelo Bassoli

ConvidadoPodcaster
Assuntos8
  • Copa do Mundo 2026Colômbia · Portugal · República Democrática do Congo · Uzbequistão · Croácia · Gana · Inglaterra · Panamá
  • Análise de JogadoresCristiano Ronaldo · James Rodríguez · Luis Díaz · Harry Kane · Geração Portuguesa · Geração Inglesa · Musiala e Olise
  • Possível convocação de Neymar para a CopaNeymar · Rodrigo Lasmar · Tite · Romário · Seleção Brasileira
  • Análise de Uniformes de SeleçõesUniforme da Colômbia · Uniforme de Portugal · Uniforme do Congo · Uniforme do Uzbequistão · Uniforme da Croácia · Uniforme de Gana · Uniforme da Inglaterra · Uniforme do Panamá
  • Copa do MundoGol Contra de Escobar · Zaire na Copa de 1974 · Mascotes de Copas Anteriores · Penteados de Jogadores em Copas · Seleções Mais Vazadas em Copas
  • Jogo Misógino ITAProvoleta · Chimichurri · Churrasco
  • Panamá· InternacionalPanamá na CONCACAF · Suriname e Guiana na CONCACAF · Adalberto Carrasquilla · Thomas Christensen · Harpia
  • Fim da parceria FIFA e PaniniMonopoly Panini Prism FIFA · Coleção de Cartas · Jogadores Lendários
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Alottoni:O Jovem Nerd Esporte Clube é um podcast que pode ser consumido em áudio através de todos os agregadores conhecidos e podcasts mas também podem se assistir no vídeo! E você nos assiste pelo nosso canal do YouTube ou Spotify... Ô DJ tá pouquinho baixo seu microfone viu cara só isso—

Didi Braguinha:Opa? Sacanagem sacaneio alô: Parece não estar mudando nada o volume hein?! Que desgraça mano!!! Alá lálálala parece que ele está me zoado aqui velho haha Certo? Ele tá—

Alottoni:Acho que aqui o cara tá muito baixo!

Didi Braguinha:Tá muito baixo e baixou do nada agora.

Alottoni:É, baixou mais agora, foi muito baixo.

Azaghal:Caralho, tu tá fazendo ao contrário, cara!

Alottoni:Alguém tá para outro lado.

Didi Braguinha:Alô, alô, alô, alô!

Alottoni:E é sério mesmo, caralho! Incrível, inacreditável!

Azaghal:Pelo amor de Deus, tem que ir pro lugar certo!

Marcelo Bassoli:Olhando pelo espelho, né?

Didi Braguinha:Não, é porque assim, eu imprimi o negócio.

Alottoni:É que eu sou destro, né? Eu tava com a esquerda.

Didi Braguinha:É porque eu imprimi a pecinha e aí eu acho que eu tava mexendo ao contrário aqui. Ah, foda, eu não vou dar desculpa, eu fiz merda.

Alottoni:Pronto. Não, adorei. Tá ótimo. Alô, alô, alô, alô, alô.

Didi Braguinha:Melhorou? Tá de boa?

Alottoni:Melhorou, tá ótimo. Agora tá perfeito.

Didi Braguinha:Show.

Alottoni:This is the beginning. É comigo mesmo e a enorme audiência do Jovem Nerd, agora também no Jovem Nerd Esporte Clube. Boa noite, torcida brasileira! Um abraço, amigas e amigos de qualquer canto desse nosso amado e pálido ponto azul. Que tenhamos um programa espetacular nessa quarta-feira, 3 de junho de 2026. Abro agora o microfone esportivo mais famoso da cultura pop, nerd e geek, ao lado dos meus queridos colegas de bancada. Bom dia! Marcelo Bassoli. Marcelo Bassoli.

Marcelo Bassoli:Que é o nosso... Em homenagem ao nosso querido fenômeno, que chegou machucado na Copa do Mundo de 2002 e nos deu o penta aí. Bom programa a todos.

Alottoni:Chegou machucado, mas treinou desde o começo que foi convocado, né? Treinou tudo.

Marcelo Bassoli:Treinou, treinou.

Alottoni:Bom dia também, Tucano.

Azaghal:Tucano! Salve, salve. E vagabundo continua lá.

Alottoni:Continua. Chamaram, né? Chamaram ele, deixa o vagabundo lá. E hoje, com muita alegria, eu dou boas-vindas para a estreia dele, Bom Dia Didi Braguinha. Diogo Braga.

Didi Braguinha:Porra, muito sensual. Boa noite, bom dia, boa tarde, boa noite aí para todo mundo aí. Eu de verdade, eu não faço ideia do que eu vou fazer aqui hoje com vocês, mas estamos aí porque eu, futebol para mim é uma negação. Inclusive, meu time é uma merda, não tem nem por que torcer por ele, cara.

Alottoni:Você, Didi, só de você estar aqui e dando a sua visão de mundo, a sua contribuição, e girando o microfone no sentido certo, no volume, já é o melhor jogador do mundo.

Didi Braguinha:É, girando o volume.

Azaghal:Primeira pergunta: qual o teu time?

Didi Braguinha:América do Rio de Janeiro.

Alottoni:Olha aí, simpático.

Didi Braguinha:O Mário presidente.

Alottoni:Porra, muito carinhoso.

Didi Braguinha:É triste, é triste, é triste. A gente entrou no Campeonato Brasileiro, cara, com alegria. Ano passado se classificou, fomos segundo, né, e tal, aí ganhou espaço para poder entrar no Brasileiro. Entramos na Série D, feliz pra caralho. Porra, América agora! Vamos relembrar agora, 82, um ano sagrado para todo americano, caralho. Moleque, os 3 primeiros jogos, 4 a 0, 4 a 0 para o outro time. O outro time meteu 4 a 0 direto na gente.

Alottoni:A gente não tem um saldo positivo nessa merda, é só lapada. Mas é uma pica ingrata, pô.

Marcelo Bassoli:Para você não dizer que tá desconectado aí, o primeiro goleiro do Brasil em Copas era o Joel, que era um jogador do América do Rio de Janeiro, inclusive.

Azaghal:Olha aí!

Marcelo Bassoli:Marcelo Lasclivias.

Didi Braguinha:Caraca, é?

Marcelo Bassoli:E o Zagallo, nosso querido Zagallo, tetracampeão do mundo também, acho que começou a carreira no América.

Azaghal:Mais que belo, mais que belo.

Alottoni:Cara, falando nisso, as pessoas vão sentir saudade dessa vinheta, porque acabou o nosso aquecimento. Amarre bem sua chuteira, porque hoje tem Guia da Copa. Guia desse torneio mundial de futebol de 2026. É o Guia, é o Guia da Copa. É o guia, é o guia da Copa, guia da Copa.

Azaghal:Eu vi os comentários da galera falando: impossível assistir esse programa sem ficar cantando.

Alottoni:É o Marcelo mandou uma mensagem preocupado hoje, falou assim: cara, Vidani, que que você vai fazer? Porque não dá para abandonar audiência com guia da Copa. Falei: vocês vão ter que superar, vai acabar o Guia da Copa.

Marcelo Bassoli:Hoje o próximo, eu virei para o Vidani e falei: cara, essa vinheta é muito boa, ela é excelente, né? E aí assim, hoje é a gente um programa com ela, depois tem mais um e acabou, né? Aí eu falei, tá, vamos, quando for diária a gente põe: é o dia da Copa, é o dia. Ele falou: não, esquece essa merda.

Alottoni:Vocês têm que aprender, tem que desapegar, são coisas novas, novidade. A vinheta do Dia da Copa vai virar o nosso Menino Ney, tá? Nós temos que deixar ele embora, deixa ele ir. Hoje nós vamos falar dos grupos K e L. Infelizmente o grupo B já falamos no passado e separamos esses três irmãos. Recados importantes. Primeiro, sigam nosso feed. A partir do início da Copa, os programas todos vão ser exclusivamente por lá. Então essa é a penúltima semana que estamos no feed do Nerdcast também, em áudio, lembrando. Você pode consumir esse produto aqui em qualquer agregador de podcast através do feed do Nerdcast em áudio. Em qualquer agregador de podcast através do nosso próprio feed em áudio. Mas no Spotify e no YouTube, através do feed do Jovem Nerd Esporte Clube, você assiste a gente em vídeo. Então, se quiser assistir olhando nossas carinhas bonitinhas e vendo as risadas gostosas do Didi a cada vinheta que o surpreende, você mete bronca e vai pro YouTube ou vai pro Spotify. Lembrando, dá uma moral pro nosso YouTube, que nós estamos querendo chegar a 10 mil inscritos, cara. Um mês de programa, estamos quase já, do dia que a gente tá gravando.

Didi Braguinha:Então, tô muito feliz.

Marcelo Bassoli:Sensacional. Deixa o like, compartilha aqueles negócios, ativa o sininho.

Alottoni:Por favor.

Didi Braguinha:Pô, que isso.

Alottoni:Fazer um me errado aqui. Programa passado fui muito criticado, porque lembra que eu comentei do Anelka no Corinthians? E o Anelka é no Galo, né? E na verdade eu confundi com o Valeu Drogba, que é do Corinthians. Deixei ali a confusão, peço perdão, mas tá aí corrigido pra torcida do Galo, torcida do Corinthians.

Marcelo Bassoli:E lembrando... Os cara ligando pro jogador que nunca jogou no time, tipo assim: "Era pra ele ter jogado no meu time, mas não foi." E tem cara que me criticou, falou: "O Vidani odeia o Corinthians, porque ele falou do Anelka." Eu falei: "Que isso, cara?

Alottoni:Por que eu odeio por causa disso?" Não é por causa disso. Não, eu odeio Corinthians. Não, não odeio, não. Eu nasci no interior de São Paulo, gente. É difícil eu odiar algum dos times daqui, assim, meu. Eu vou assim: "Vai tão longe." Mas hoje vamos falar dos grupos de Colômbia, Portugal, Inglaterra, Croácia. Por isso que trouxemos aqui nosso grande croata Didi Braguinha.

Didi Braguinha:Porra, tá aí.

Marcelo Bassoli:Ó, já começa.

Didi Braguinha:Pra mim, a dificuldade de olhar pra esses grupos todos, primeiro, é identificar de que país é essa bandeira. Pra mim, é impossível. E a sigla é impossível pra mim. Eu sou um lixo.

Marcelo Bassoli:Eu não consigo.

Didi Braguinha:"USB". Para mim é Uzbequistão, se for.

Alottoni:É isso? É isso aí, caralho!

Didi Braguinha:Aí chutei bem, esse foi, esse foi. Mas o meu próximo chute não vai ser porque o meu próximo país seria Codeína e não existe um país chamado Codeína.

Marcelo Bassoli:Esse não tem mesmo, caralho. Bom, esse é o Congo. Antes da gente entrar no assunto, perdão, perdão, que se é Congo, é Congo Democratic Republic.

Alottoni:Puta, tá de sacanagem!

Didi Braguinha:Cara, a Sigourney Weaver vai torcer pra ele, não vai? Cara, ela tem que torcer.

Azaghal:Um dos dois Congos.

Didi Braguinha:Porra, agora tu me fodeu, porque eu não sabia que tinham dois, caralho.

Alottoni:Então, nós vamos falar disso quando chegar na era do... No grupo, na era não do Congo, né? Mas nós vamos explicar essa história. É por isso que temos o Tucano aqui, nosso querido especialista em história geopolítica e hambúrgueres. Mas no dia da gravação desse programa, antes da gente puxar o Vai Brasa, né? A gente teve uma confirmação que preocupa. Preocupa Thiago Leifert, preocupa vários jornalistas. Tem gente fazendo montagem do Neymar Tancredo, né?

Didi Braguinha:Essa montagem do Neymar Tancredo ficou maravilhosa. Ficou maravilhosa.

Alottoni:Cara, você ficou no mudo aí, acho que deu algum shabu no seu microfone, mas a sua reação em vídeo foi impecável, tá?

Azaghal:Genial, genial.

Alottoni:Muito boa, né? Muito boa. E tivemos a confirmação de que a lesão do Neymar que ele teve lá no jogo contra o Curitiba, que deixava as pessoas preocupadas se ele ia poder ou não ser convocado, É mais grave do que se imaginava, né? Não é um simples edema, inchaço na panturrilha, e sim uma lesão de grau 2 que leva aí, segundo Rodrigo Lasmar, médico da seleção brasileira, de 2 a 3 semanas pra ele começar a poder trabalhar. E aí já estaria rolando Copa do Mundo, no melhor dos cenários, né? No melhor cenário, ele entra já, perde o jogo contra o Marrocos. Praticamente certo isso. E aí, vai ter corte ou não vai?

Azaghal:Cara, se não cortou até agora, não sei. Acho que não corta, não.

Alottoni:Eu também acho que não. Eu acho que o Tcheloti já convocou sabendo que não precisava usar em campo.

Didi Braguinha:Pô, mas por quê? Pela moral, estão tentando calar o Tucano.

Alottoni:Ele tá hoje a censura, é a censura em cima do professor de história.

Didi Braguinha:Tomou um, agora alguém foi cortado, alguém foi cortado. Mas olha só, só para entender, é, o cara tá lá, não tem como mais desconvocar agora, ele não pode mudar já, agora já deu a patada final.

Alottoni:Pode mudar, ele pode mudar, pode mudar ainda. Até 24 horas antes da estreia do Brasil, ele pode cortar alguém e trocar por outro jogador.

Didi Braguinha:No América, eu vou dar uma sugestão. No América, no ano passado, o Romário falou que ia jogar. Ele botou o nome dele na escalação do time. E todo jogo que o América jogava, você olhava a ficha dos jogadores, tinha lá a escalação, o Romário tava lá dentro. E todo torcedor do América ia assistir aquela merda, falava assim: "Caralho, será que o Romário vai jogar hoje?" E os jogadores do outro time ficavam tensos, porque o baixinho... Independente se você gostar ou não dele, o cara tá sentado no banco, meu amigo, No A2 do Carioca, porra, tá o Romário no banco. Bota um respeito, né, irmão? Bota um respeito. E aí a galera ficava tensa, mas acabou que não jogou porra nenhuma.

Marcelo Bassoli:Mas inclusive tem uma história boa dessa do Ancelotti mesmo no Milan. Ele tava na pré-eleição lá e aí o Ronaldo na época jogava no Milan, fenômeno. E que o Ronaldinho Gaúcho também jogou lá, né? Mas o fenômeno. E aí o Ancelotti tava lá dando a palestra, tal, se quer, ele virou pro Ronaldo, falou "Ronaldo, você sabe quem são os zagueiros?" Não, não é isso.

Alottoni:É que os cara tava tudo de risadinha, né? Os brasileiro tava tudo de risadinha.

Marcelo Bassoli:É, brasileiro, né? Kaká, Cafu, sei lá quem era, o Serginho. Rindo, é, tudo rindo. Os cara tava de risadinha, o Ancelotti ficou meio puto, porque deu a cara de professor, né? Então você aí, né? Você, Ronaldo, você sabe quem são os zagueiros do time tal? Aí o Ronaldo falou: "Não sei não, mas eu tenho certeza que eles sabem quem eu sou." Muito bom!

Didi Braguinha:Caraca, muito bom! Muito bom.

Azaghal:Eu fiz um levantamento aqui porque a lesão que ele tá é a mesma lesão do Romário em 98, panturrilha, por causa de excessos, né, de musculares. Vou lembrar para vocês da contusão do Romário. O Romário foi cortado dia 2 de junho e a Copa começou dia 10, uma semaninha antes ele foi cortado, lembra?

Marcelo Bassoli:Sim, lembro bem.

Azaghal:Ele jogou o primeiro jogo pelo Flamengo No dia 5 de julho, em um amistoso contra o Inter, e fez um gol. Lembra disso?

Marcelo Bassoli:Lembro também.

Azaghal:Esse amistoso, ele pediu para o Flamengo marcar para mostrar para o Zagallo e para o Zico que ele poderia estar jogando, porque foi durante a Copa. Teoricamente, ele se recuperou para jogar contra a Dinamarca nas quartas de final, né, que foi no dia 3, e ele jogou no Flamengo no dia 5, e com certeza ele poderia jogar no dia 7 contra a Holanda.

Marcelo Bassoli:E a final que foi dia 12.

Azaghal:E a final que foi dia 12, e ele jogou e fez gol. A diferença aí entre Neymar, porque assim, o Neymar pode se recuperar, né, para jogar pelo menos a fase de mata-mata, né, que seria mais importante, porque todo mundo vai se classificar menos a Itália, né, e tem um jogo a mais, o que daria mais tempo para ele se classificar. A diferença consiste no seguinte: O Romário então, com 32 anos, jogou o primeiro semestre, foi artilheiro do Campeonato Carioca com 10 gols e tava jogando, ele tava jogando normalmente, né? O Neymar, ele tá nessa porra de machuca, volta, machuca, volta 4 anos, sacou?

Marcelo Bassoli:E mais velho que o Romário era também, né?

Azaghal:Mais velho do que o Romário era, com problema, mais tempo.

Alottoni:Tem uma parada tocando para falar sobre o ano de 97, né? Que em 97, o Romário editou com o Ronaldo uma das maiores duplas de ataque da história da seleção brasileira, em relação ao número de vitórias e gols, etc. É uma parada pra, tipo, 40 gols os dois juntos, se eu não me engano. É coisa perto, eu não lembro exatamente o número. Em poucos jogos, o Brasil ganhou a Copa América atropelando. Ganhou o torneio da França lá, com aquele gol de 3 dedos do Roberto Carlos, que todo mundo raspou a cabeça. Que é o chute bumerangue. Cara, absurdo! Era uma seleção absurda. E o Romário e o Ronaldo... Eles tinham um entrosamento em campo que o Neymar não demonstrou nesse ciclo com ninguém, por nenhum time, né. Nem na seleção, nem no Al-Bilal, nem no Santos, em lugar nenhum o Neymar demonstrou estar minimamente no nível de futebol que o Romário tava. Então, a comparação é meramente em relação ao problema físico. Porque em relação à performance, não existe comparação entre o Romário de 98 e o Neymar de 98.

Didi Braguinha:É impossível.

Marcelo Bassoli:E nem ao Ronaldo, que ele chegou vindo de uma condição muito mais grave, que era o rompimento do tendão patelar. Só que o Ronaldo tinha 25 anos, ele não era tipo assim, ele era 7, 8 anos mais jovem do que o Neymar é hoje. Então também não dá para usar de comparação. Pensando pelo lado até do Ancelotti, que a gente falou aqui, putz, ele levou até para não ficarem, para focar no trabalho da seleção e não ficarem falando cadê o Neymar. O fato dele não não estar apto agora, ele, repito, ele não está apto neste momento, né? Dá também, dá uma paz para ele escalar quem ele quiser nos amistosos, Panamá, não ter que botar o cara ou trazer o cara, é mesmo na fase de grupo se ele não tiver, né? E assim, eu não sei, vocês perguntaram se vai ser cortado, não vai, eu não sei, a gente não descartaria.

Didi Braguinha:Se eu fosse chutar, eu diria que não, mas eu acho que assim, de todas as pessoas que vão à Copa O único que não pode estar apto é o juiz, porque senão, né, tem que ter um reserva no bolso, senão quem vai apitar o jogo?

Alottoni:Desculpa.

Didi Braguinha:Tá bom, bom, fui para isso só, era só a única coisa que eu tinha para falar hoje.

Alottoni:Foi embora. Não, isso é excelentemente executada. Inclusive, aproveitando, Didi, você tá, você tá copado, DJ? Você tá já no ritmo de Copa? Vai pintar rua? Como é que tá as coisas aí?

Didi Braguinha:Pois é, aqui em Brasília é meio, não tem essas paradas, é muito diferente. É assim, obviamente eu torço sempre Brasil, mas eu me divirto mais com minha segunda escolha, que é tipo assim o meu time merda favorito. Todo, toda Copa tem um time merda favorito que eu torço. Não é merda, né, mas é o time mais fraco, o time mais que tá chegando lá, que porra que a gente torce. E agora, e desse ano eu tô muito empolgado que com a seleção e tô com esse outro time muito embalado pela onda coreana, né, dos doramas, dos kdramas, BTS chegando aí fazendo show pra caralho. E eu tô, porra, os caras vão abrir a Copa, fechar a Copa, sei lá, tão aí, né.

Azaghal:Ô Didi, olha só, olha uma quebra de paradigma aí. Essa Copa, o seu time merda pra tu torcer pode ser a seleção brasileira.

Didi Braguinha:Ah, depende, pelo amor de Deus, não tem como, cara.

Marcelo Bassoli:Convergência, né, a convergência.

Alottoni:Vamos respeitar. Bom, nós vamos então, Didi, com essa missão de te botar no clima de brasa, no clima de Brasil.

Didi Braguinha:Bora, bora.

Alottoni:Nosso bloco maravilhoso que é o Vai Brasa. Vai brasa, vai brasa. Momento Vai Brasa. Momento Vai Brasa que é esse momento onde a gente fala sobre a brasa. Sim, Tucano, sua dica de churrasco pros nossos ouvintes nessa...

Didi Braguinha:que maravilha.

Azaghal:Eu vou falar hoje sobre a famigerada provoleta.

Marcelo Bassoli:Provoleta?

Alottoni:Vamos pesquisar.

Azaghal:É uma delícia, consiste originalmente— você pode fazer de várias maneiras, porém vai estar errado, porque na Argentina— na Argentina nossos irmãos são muito puristas, então tem uma parada certinha de como fazer. É uma frigideirinha de ferro fundido que você bota o queijinho provoleta, né? E bota em cima da parrilha quando você vai fazer o assado, tá? Por incrível que pareça, a gente acha que é feito com provolone, mas não é. Os argentinos, na província de Córdoba, desenvolveram uma variação de provolone que chama provoleta. É daí que... Que é um queijo provolone argentino, chama queso helado. Que ele não derrete tão fácil, então dá para você cortar ele, ele fica selado dos dois lados e dá para você cortar assim como se fosse uma pizza, em 6 pedaços.

Marcelo Bassoli:E aí fica o resto dentro.

Azaghal:Isso! Eu gosto de fazer ele com a provoleta, com pimenta calabresa e folhas de manjericão, porém pode se fazer com o que quiser e dá para fazer também, fica irado com chimichurri, que é aquela misturinha de azeite, alho, desidratado e algumas ervas. Cada família tem a sua receita de chimichurri, né? Mas o tradicional é pimenta calabresa, é na verdade qualquer pimenta vermelha seca, né? Porque calabresa é daqui do Brasil. É orégano, manjericão, manjerona, salsa, mistura bem ali, bota por cima, deixa derreter ela aí, entra. Delícia!

Marcelo Bassoli:É uma delícia!

Alottoni:Não, nada como ver um especialista, né? Especialista em ervas comentando.

Didi Braguinha:As imagens são inacreditáveis assim, ver a parada, a gente fica meio Babando, é animal, cara.

Alottoni:Pô, eu vou falar uma parada sobre o queijo, que é foda, né? Porque é óbvio que eu vou falar, mas o queijo ele é sensual, não é? Com as suas curvas. Porra! Pô, ele te atrai, né? É foda, você quer comer aquele queijo, cara, pelas dobrinhas, puta, é maravilhoso, tá maluco. Porra, excelente, pô, provoleta, que dica pro seu churrasco. Ó, já fica um churrasco, porra, que é isso, profissional, vai.

Marcelo Bassoli:Que isso. Exatamente.

Didi Braguinha:Pô, provoleta é puta nome de jogada de futebol, né? O maluco meteu a provoleta quase no... Porra, parece uma...

Marcelo Bassoli:Parece, parece.

Alottoni:Uma boleta, exatamente. Caralho. Chegou o Monopoly Panini Prism FIFA, levando toda a disputa da Copa do Mundo pro tabuleiro de Monopoly. O Monopoly Panini Prism FIFA traz uma nova forma de jogar usando o já tradicional tabuleiro que consagrou o Monopoly e cards. E além de jogar, é possível colecionar as cartas aqui pra incrementar seu jogo através de pacotes extras de boosters. Vamos ver como tá a minha sorte no programa de hoje, hein? Vamos ver. O nigeriano Victor Moses. A lenda do futebol feminino americano, Abby Wambach. O craque belga Eden Hazard. E o queixo mais duro do futebol argentino, Javier Zanetti. Capitão, hein, esse aqui. Eterno, lenda. Linda a cartinha do Zanetti, cara, com acabamento vermelho. Lindo demais. Bom, Monopoly Panini Prism FIFA relembra partidas clássicas da Copa do Mundo. Onde os jogadores revivem esses momentos através da mecânica única desenvolvida pra esse jogo. Cada casa do tabuleiro, as propriedades, são partidas lendárias da Copa do Mundo. É o jogo perfeito para você disputar e colecionar. E os cards de Monopoly Panini Prism FIFA tem um acabamento mais do que especial e diversas raridades e versões especiais apresentando jogadores atuais e Legends, inclusive do futebol feminino, como aqui a Abby Wambach. Que lindo card, cara, incrível para colecionar, é absurdo. Monopoly Panini Prism FIFA, não se esqueça, o jogo perfeito para disputar e para colecionar. O link Link tá na descrição. Vamos então aqui tocando o barco pra gente começar nosso Guia da Copa. Hoje vamos estrear pelo Grupo... Que grupo que é mesmo?

Azaghal:K!

Alottoni:Grupo K! Grupo K. Grupo K?

Didi Braguinha:Por que esse tom angelical?

Alottoni:Cara, a gente vai vendo o que vai acontecer de inspiração. Mas o Grupo K é o grupo de Colômbia, Portugal, República Democrática do Congo, México e Uzbequistão. Vamos comentar esses 4 times. Eu estou aqui trajado de Colômbia, né?

Marcelo Bassoli:Colômbia, Shakira.

Alottoni:Lindo uniforme. Exato, em homenagem à Shakira. Inclusive, eu faço uma excelente imitação de Shakira, que é...

Azaghal:Saiu o clipe, né? Saiu o clipe, vocês viram?

Marcelo Bassoli:Saiu o "Dai Dai".

Alottoni:Eu só sei "wrrr" por enquanto. Não sei o resto, mas eu vou aprender. "Wrrr". "Wrrr".

Didi Braguinha:Colômbia era do Valderrama, não era do Valderrama, da Colômbia?

Alottoni:Isso.

Marcelo Bassoli:Muito bem. Claro que era.

Alottoni:E temos mais uma seleção que se classificou nas eliminatórias sul-americanas com 28 pontos pra Copa, né? Junto com Uruguai, Brasil, Paraguai. Foi um do bolo ali. A Colômbia, que terminou em terceiro lugar por conta do seu poderio ofensivo impressionante. Foram 28 gols em 18 jogos. O segundo melhor ataque da América do Sul na eliminatória. À frente de Brasil e de Uruguai. O jogador que só joga pela seleção, James Rodríguez, é talvez o maior expoente dessa e das últimas gerações da Colômbia, ex-tricolaço. Sente saudades, Marcelo? Nenhuma, nenhuma, né? Mas o colombiano sente sempre que ele não joga. Impressionante, né? Por clube ele é horroroso, mas ele tem essa missão de carregar a camisa 10 aí.

Marcelo Bassoli:No álbum da Copa, a figurinha dele, todas as figurinhas tem o nome do time onde a pessoa joga, né? Não tem nada, tem um traço, tem um traço, juro para vocês.

Alottoni:Caralho, viu? Ele tava sem clube, né, até pouco tempo atrás. É justamente por isso.

Azaghal:Mas ele tá jogando nos Estados Unidos, né, cara?

Alottoni:Eu não lembro onde é que ele tá agora.

Azaghal:Eu acho que ele tá nos Estados Unidos.

Alottoni:Ele tá jogando Minnesota United, cara.

Azaghal:Eu sabia que era Minnesota, mas só me veio Timberwolves.

Alottoni:Aí, cara, ele tá jogando não, Tucano. Ele tem um jogo pelo Minnesota United. É isso aí.

Marcelo Bassoli:Alguém caiu no conto do Ramos Rodrigues.

Azaghal:Parece o Jean Shearer, né?

Alottoni:É, cuidado, otários, que o malandro saiu de casa, né? Cuidado, todo dia.

Marcelo Bassoli:Todo dia sai um otário e um James Rodríguez de casa.

Alottoni:Exatamente. Às vezes o otário trabalha no São Paulo Futebol Clube. Mas ele tem essa missão de carregar a camisa 10 da Colômbia na sua terceira e provável última Copa. 34 anos, James Rodríguez. E uma convocação muito familiar para a gente que é brasileiro, a da Colômbia, porque John Arias, ele jogou Ah, ele não foi? O X2 da Colômbia não classificou, né?

Marcelo Bassoli:Ah, pode crer. Caraca. Aliás, em 2014 ele fez aquele golaço contra o Uruguai, né?

Alottoni:O gol da Copa que vendeu ele pro Real Madrid. Deu uma carreira pra ele esse gol, né?

Marcelo Bassoli:Deu, deu. Joga no Bayern também, né? Mas assim, na seleção ele joga muito, cara. Pelo menos a última Copa América ele jogou muito. Perdeu da Argentina na final, mas foi bem.

Alottoni:É isso que eu ia falar. É atual vice-campeão da Copa América. A Colômbia é a segunda força do seu grupo aqui nessa Copa do Mundo, atrás apenas de Portugal. É a sétima participação da Colômbia Colômbia esse ano. O melhor resultado foi as quartas de 2014, quando o Zúniga tentou assassinar o Neymar e foi embora pra Colômbia.

Didi Braguinha:Caraca, foi ele que fissurou aqui, deu aquela porrada no Neymar.

Alottoni:Foi, foi.

Didi Braguinha:Isso, Zúniga.

Alottoni:Caraca, meu irmão. Mas é uma seleção muito familiar pra gente, porque tem John Arias, ex-Fluminense, atual do Palmeiras, Carrascal do Flamengo, Portilha do Atlético Paranaense, Andrés Gomes do Vasco da Gama e o Richard Hills, ex-Palmeiras, atual Benfica. Tem muito jogador que passou ou tá no Brasil ainda, recentemente.

Azaghal:Tem 4 jogadores no futebol brasileiro. 6 no futebol argentino e 3 no Crystal Palace.

Alottoni:Mas tem, para mim, um dos caras que eu mais gosto de ver jogar hoje em dia, que é o Luis Díaz, né, ponta do Bayern de Munique. Acho ele muito bom de bola. Lembra que ele fez um golaço de voleio contra o Brasil na Copa América, naquela de 2021, na verdade, na que o Bolsonaro ganhou para Argentina, né? Aquela Copa América, o Luis Díaz fez um golaço de voleio. Eu vou sempre lembrar disso. Mais uma informação aqui que a gente tem que repetir, que o herói argentino é o Bolsonaro. Sempre lembrar disso.

Marcelo Bassoli:Mas é legal porque a Colômbia também tem uma história, agora tem vários jogadores no Brasil, mas historicamente, né, pô, teve o Rincon que jogou no Palmeiras, jogou no Corinthians, né, o Aristizabal que fez dupla de ataque com o Dodô no São Paulo muitos anos também, o Asprilla jogou no Palmeiras e tal, e no time do Iron Maiden, no CD Virtual Eleven.

Didi Braguinha:Caraca, tinha que meter o Iron Maiden, velho.

Marcelo Bassoli:Iron Maiden, os caras são do do futebol, eles gostam de futebol. No CD Virtual Eleven de 98 tem lá um time de jogadores do Iron, tipo, Iron Maiden montou uma seleção e o Asprilla era o 9 ali da seleção.

Alottoni:Caraca, quem tá convocando o Iron Maiden?

Didi Braguinha:Cara, se você escrever Virtual Eleven, a primeira sugestão do Google é o Iron Maiden, é o time do Iron Maiden.

Alottoni:Caralho. Bom, mas a expectativa para Colômbia, eu acho que com esse grupo aí a Colômbia é um potencial seleção para aprontar nessa Copa, tá, gente, de verdade. Seleção que dá trabalho aí, tem muito jogador bom, né?

Marcelo Bassoli:Gosto muito da Colômbia, cara, assim, do futebol. Eles nunca foram muito longe, né, mas assim, teve aquele ano que eles foram para as quartas, né, em 2014, o Brasil ganhou 2x0 e tal.

Alottoni:E a seleção atual muito melhor, muito melhor, muito melhor.

Marcelo Bassoli:Ah, mas aquela tinha o Falcão, né, Falcão Garcia e tal.

Alottoni:Falcao, enganador demais o Falcao, tava louco.

Marcelo Bassoli:Ospina vai para Copa? Não, o goleiro Ospina, porra, esse tá convocado. Você vai ter que assistir uma apresentação de uma hora e meia, um vídeo de 2 minutos para saber se ele tá convocado.

Alottoni:Tá convocado, goleiro do Atlético Nacional, David Ospina, grande Ospina. E Herminha, cara, tem bastante jogador conhecido nosso, né, pô. Eu gosto da seleção colombiana, acho que John Córdoba, tem bastante jogador aí legal, e é uma seleção uma seleção que dá trabalho, mano, raçuda pra caramba e muito menos porradeira do que já foi, né? Antes era uma seleção muito de porrada, agora muito mais técnica e tudo, maneiro.

Marcelo Bassoli:E acho que tem uma das histórias mais tristes de Copa do Mundo, né, que foi em 94, o Escobar fez um gol contra, contra os Estados Unidos. A Colômbia chegou como favorita pro grupo, tinha ganhado da Argentina de 5 a 0 nas eliminatórias e tudo mais, Argentina do Maradona na época, foi pra Copa, foi Jogou muito mal na fase de grupos ali, ficou na fase de grupos mesmo. O Escobar fez um gol contra, acho que foi contra Estados Unidos mesmo, e foi eliminada. E numa briga de bar depois, uns meses depois da Copa do Mundo, assassinaram ele.

Azaghal:Não teve a ver, não teve a ver. A galera associou, foi notícia que foi porque o cartel mandou matar ele porque ele fez gol contra.

Alottoni:—exato, exato.

Marcelo Bassoli:Caralho!

Azaghal:E não era Pablo, né?

Marcelo Bassoli:Não era, não.

Alottoni:Nem entrei nisso, tá bom? Andrés Escobar. Caralho! Mas assim, vale dizer, e a recomendação aí, no momento cabecinha, aí, já parafraseando o Foro de Terezina, a minissérie Gol Contra, né, da Netflix, que conta justamente essa história aí, dramatização de uns 4 anos atrás por aí, conta a história do Andrés Escobar, tá aí, ó. Gol Contra. Bom, excelente lembrança. Coitado. Expectativas para Colômbia, alguém tem aí?

Marcelo Bassoli:Estão apostando forte ou não? Cara, acho que a Colômbia— O Higuito é colombiano?

Didi Braguinha:O Higuita, que era colombiano, meu irmão, esse daí, ele desafiava a morte olhando no olho, o Higuita.

Alottoni:Ele era psicopata da bola, esse é mesmo. Depois que Escobar morreu, ele nunca mais fez aquilo lá. Só comercial de frutinho, frutinho, e dá escorpião. Higuita, vai, frutinho, vai, pelo amor de Deus.

Marcelo Bassoli:O Higuita teve aquele, acho que foi em 90, que ele tentou driblar o Roger Milá, e o Roger Milá, né, 94 mesmo, né.

Azaghal:Não, não, acho que foi 90. Não, não, não, 94.

Alottoni:94, 94. 90 foi o Escorpião, 94 foi o que? Cedric Blanc. Bom, vamos falar deles então, os protagonistas do grupo. Não era a seleção das mais tradicionais.

Azaghal:Não vai ter uniforme de novo, é isso?

Alottoni:Puta vida, vai ter demais, Tucano, você tem razão. Caraca, burrice minha, ela já tava.

Azaghal:Eu tô esperando, eu tô esperando que tem um cafezinho, porque o nome da seleção, Los Cafeteros. É verdade, pô. Se não tiver cafezinho no—

Marcelo Bassoli:podia ter aquele uniforme cor de café, mas não café escuro, aquele café que é meio marronzinho claro, sabe? Aquele que você bebe aí, que a Bárbara faz, sabe? Aquele cafezinho especial, mais avermelhado. É, exatamente. Você gosta de café, Didi?

Didi Braguinha:Gosto, mas seguindo meu paladar infantil, prefiro sempre o da cafeteira mesmo, sem muito requinte.

Alottoni:Bom, esses são os uniformes da Colômbia, uniforme verde.

Didi Braguinha:Ah, elegante, e o verde é bonito ali.

Alottoni:Pois é, que é o uniforme amarelo, um calção azul.

Azaghal:Tem um detalhezinho aqui de uns negativo. Ah não, não é. Eu ia falar que é o negativo da Espanha, né? Mas as listrinhas da Espanha são azuis.

Alottoni:É, não, ele tem a parte aqui em cima azul, né?

Didi Braguinha:Não, ele é a fonte do número das camisas, é padronizada. Todo mundo usa esse, ó, porque são— Ah, tá.

Alottoni:Sei não, bonito uniforme. O reserva para mim, genérico, qualquer coisa.

Marcelo Bassoli:É de treino, é daqueles times especiais do NHL, esse daí.

Alottoni:Isso, exato, combinado América do Sul, All-Stars. Mas o titular eu acho lindo, esse tom de amarelo é maravilhoso, cara. Eu gosto, mas assim, é muito parecido com o do Brasil, então eu prefiro que— Ah, meu detalhe vermelho fica animal. Não, pera aí, eu gostava quando o reserva é vermelho, sabe?

Marcelo Bassoli:Vida, né? A camisa vermelha, por exemplo. É clássico aí. Bom, pelo menos não é isso, Marcelo.

Alottoni:E é muito bem caracterizado, meião vermelho, calção azul. É, não, é legal, é bem identificável o uniforme da Colômbia.

Azaghal:E não temos café, não temos café no uniforme.

Didi Braguinha:O que que é isso do café?

Azaghal:O nome da seleção é Los Cafeteros, que é Soft Power da Colômbia é café, né?

Didi Braguinha:Caraca, não sabia não.

Azaghal:E o Hard Power é cocaína.

Alottoni:O Soft Power é café. E o Middle Power é polenta, vocês acreditam? Sério? Caraca, polenta é bom. Eu inventei agora. Mantém, mantém. Bom, Portugal, agora sim, não era uma seleção das mais tradicionais, mas já na sua primeira participação em 66, o Pantera Negra Eusébio garantiu aos lusos o terceiro lugar. E aí, eles só voltaram em 86, caíram na fase de grupos. E depois voltaram em 2002, graças a Figo e companhia. A partir de lá, nasceu pra seleção um tal de Cristiano Ronaldo. E desde ele vir à tona, nunca mais Portugal foi fora de uma Copa do Mundo. E eles foram... jogaram em 2004, final de Euro, perderam. Foram pra todas as Copas, venceram uma Euro. E tem uma geração constantemente evoluindo na seleção portuguesa. Cada Copa que passa, o que fica é que o time melhora, evolui em posições que não tinha.

Marcelo Bassoli:E cara, já tiveram técnico brasileiro, inclusive você falou do Eusébio aí, mas não foi só o Eusébio, né? Porque graças a Deus, bem observado, Marcelo, vocês são monstros.

Alottoni:Então, não, ele me corrigiu. Obrigado, Marcelo, pela correção.

Marcelo Bassoli:Pode continuar. Graças à defesa de Portugal, os açougueiros que tiraram Gol do Pelé daquela Copa. É verdade. Ah, caraca! Porra, velho. Não tinha cartão naquela época, né? Então a porrada era como ia ser.

Alottoni:Bom, Copa após Copa eles melhoram. É a última chance, provavelmente, né? Todo mundo espera, de Cristiano Ronaldo, que aos 41 anos vem acompanhado daquela que é considerada a geração portuguesa mais forte da história. É líder de um grupo que tem... Que na verdade foi líder do grupo nas eliminatórias, que tinha Irlanda, Hungria e Armênia.

Marcelo Bassoli:Grupo B, né? É um grupelho, pelo amor de Deus, né, cara?

Alottoni:Mole. Mas, cara, trocou o Fernando Santos pelo Roberto Martínez no ciclo, conquistou a Liga das Nações em cima da Espanha nos pênaltis em 2025. E para mim tem talvez o melhor meio-campo da Copa do Mundo, cara. Vitinha, Bernardo Silva e Bruno Fernandes é um baita de um meio-campo, é absurdo. Tem um dos melhores laterais esquerdos do mundo, que é o Nuno Mendes, se não o melhor lateral do PSG. Acho que é o melhor, cara, talvez seja o melhor. Tem o Cristiano Ronaldo, que mesmo com 41 anos não para de fazer gol, mesmo que não seja o mesmo cara de 10 anos atrás. Segue sendo, diferente do que a gente citou ali, tocando atrás, do Neymar, né, da performance dele. A performance do Cristiano ainda é impressionante, tanto que tentaram substituir ele na última Copa, ele já foi reserva, e nessa não tem a menor chance dele ser reserva, porque ele é o centroavante titular da seleção novamente. Tem Pedro Neto, Rafael Leão, João Félix e muita gente boa no time, inclusive o traidor, né, Matheus Nunes, lateral direito do Manchester City, que chegou a ser convocado pelo Tite para o Brasil e falou: não, vou jogar para o Portugal. Eu nasci, sei lá, nasci no Brasil, mas vivi a vida inteira em Portugal, quero jogar para o Portugal. Trocou o Brasil de Tite para perder para o Portugal. O traidor Matheus Nunes jamais será perdoado.

Azaghal:Mas, ó, tem duas curiosidades. Fala, fala aí, você.

Marcelo Bassoli:Ó, eu não tô aqui para falar mal do Cristiano, mas só para, né, só para colocar as coisas no lugar. Cristiano Ronaldo, pô, longevidade absurdo, o cara ganhou de tudo, tal, elevou o nível da seleção de Portugal. É talvez o melhor jogador europeu de todos os tempos aí, acho que fica na briga ali. Mas assim, em Copas do Mundo, ele tá indo para a 6ª Copa do Mundo dele, certo? Mas ele tem, ele tem apenas, entre aspas, 8 gols. Mas se você considerar que são 5 Copas, porque ele fez 1 gol só em 2006, 1 gol só em 2010, 1 gol só em 2014 e um gol só em 22. Apenas em 2018 ele fez 4 gols, sendo que 3 gols desse foi no mesmo jogo, foi um jogo contra Espanha, foi um clássico contra Espanha, que ele fez até gol de falta, foi foda esse jogo. Mas era fase de grupos também, não era jogo eliminatório nem nada. Então assim, o Cristiano em Copas do Mundo, acho que ele nunca é—

Alottoni:eu concordo e acho que ele deve, pelo tamanho dele ele deve, é seguro dizer isso. Mas é o O Messi devia também, né? Isso, sendo português, gente, desculpa, é muito mais difícil para o português do que para o argentino. Vocês concordam comigo, né? Sim, gerações e seleções, etc. O Cristiano, você fala, pô, 2006 ele fez um gol, cara, mas quem era a seleção de Portugal em 2006, cara? Era uma seleção feia de ver jogar. Beleza, tinha o Deco, teve aquela batalha campal contra a Inglaterra, mas o time era horroroso, Marcelo.

Marcelo Bassoli:Foi o melhor resultado de Portugal de todos esses últimos anos aí, tirando o Eusébio.

Alottoni:Exato, desde que o Cristiano tá aí, pô, tinha, mas era um time pragmático para ganhar. Se eu quero dizer, não era um time legal. Não, Rui Costa já nem tava em 2006, eu acho que tava ainda.

Didi Braguinha:Caralho, parece que nós estamos falando da lista de roteiristas da novela da Globo, irmão.

Alottoni:É, o centroavante era o Paulinho, era o Paulinho, era o Deco, realmente jogou muita bola, pra mim foi o melhor parceiro que ele teve naquela época. E o Figo já tava mais velho, mas enfim, seguia. Mas assim, eu quero dizer, eu passo o pano pro Cristiano em relação a isso, porque de fato é Portugal, entendeu? É um país de 10 milhões de habitantes, sei lá quantos habitantes tem Portugal. Muito menos tradicional pra seleção, pro futebol do que a Argentina, do que outros, enfim, outros concorrentes dele. Eu acho que o Cristiano tirou Portugal do mapa da fome. E ele ter passado a colocar Portugal como um concorrente É foda, foda, pô. Tirou da Euro o mapa da favela, tirou mesmo. Então, porra, é mérito do cara, é revolucionário da bola.

Azaghal:Eu quero, eu quero salientar duas curiosidades aqui de Portugal. A primeira é a convocação de 27 jogadores e 4 goleiros, que chamou bastante atenção, né? Vocês viram isso?

Didi Braguinha:Não, pode, pode. Qual é a parada?

Azaghal:É o seguinte, a parada é o seguinte: durante a Copa você Você não pode convocar mais ninguém, a não ser que seja goleiro. Se o goleiro, sei lá, quebrar uma perna, ele lesionou e não vai poder mais jogar a Copa, você pode chamar outro goleiro para substituir ele. A única posição que pode é o goleiro. É, então ele chamou um quarto goleiro, e ao invés de 26 pessoas, ele tá levando 27. Só 26 estão inscritos. Se acontecer alguma coisa com goleiro, já tá lá o goleiro, mas ele tá Ele não tá achando que vai acontecer alguma coisa com o goleiro, ele tá pensando também no esquema de treinamento. Ele falou que o treinamento é muito intenso e se você tem 4 goleiros você não sobrecarrega um dos goleiros, entendeu? Então é esquema de um técnico espanhol treinando Portugal. Para vocês terem uma ideia, é como se um técnico argentino tivesse treinando o Brasil, porque português odeia espanhol, né? E engraçado que o nome do, o nome do, do quarto goleiro é Ricardo Velho, mas ele só tem 27 anos.

Alottoni:Pois é, né? É bom que ele vai ter uma longa carreira, né?

Marcelo Bassoli:Recentemente, vários técnicos portugueses, né, tiveram, estão tendo, tiveram, estão tendo sucesso no futebol brasileiro, por exemplo, né? E poderiam ser treinadores da seleção Portugal tranquilamente, né? E antes, antigamente, não tão antigamente, mas assim, o José Mourinho, né? Pô, foi um dos maiores treinadores aí de uma geração, nunca se interessou, ou de repente nunca foi chamado, não sei. Mas pô, Jorge Jesus, o próprio treinador do Palmeiras, o Abel, Sapinho, né? Exato.

Azaghal:Então assim, o Didi pensando, ele inventou essa merda, não é possível.

Didi Braguinha:O Marcelo falou se eu aceitava.

Marcelo Bassoli:Não, você inventou, existe o sapinto.

Didi Braguinha:Não, sapinto existe, eles são horrorosos. Caralho, parabéns. Parabéns à Argentina na Fórmula 1 com o Colapinto, parabéns Portugal, caralho.

Marcelo Bassoli:Não, tem o do rugby que é o Picamoles, né? O Luiz Picamoles, exato.

Didi Braguinha:Ai, caralho, esporte é muito legal, né, cara?

Azaghal:Viva o esporte! E só para introduzir uma polêmica aqui. Não introduza nada depois desse assunto. Dessa seleção portuguesa, segundo Michael Olize, o melhor jogador é o Bruno Fernandes.

Marcelo Bassoli:Ai, esse cara aí também, que uma raiva desse malandro aí.

Alottoni:O Olize, ele provocou. Mano, eu sou a favor, tá? Tem que provocar mesmo. Eu sou a favor. Ele fala do Bruno Fernandes, eu chamo ele de Olize. Foda-se.

Marcelo Bassoli:Eu sou a favor do jogador cuzão justamente porque ele me dá um motivo correto.

Alottoni:Isso é legal, é legal, personagem.

Azaghal:Pra quem não sabe, o Marcelo tá puto porque teve um vídeo desses vídeos de Instagram, TikTok, perguntando pra ele quem é o melhor jogador da Inglaterra. Harry Kane. Quem é o melhor jogador de Portugal? Bruno Fernandes. Qual o melhor jogador do Brasil? Não sei. Tipo, de bate-pronto, não sei.

Marcelo Bassoli:É a galera aqui, deixa ele aí, deixa ele.

Alottoni:Bom, vamos ver o uniforme de Portugal, aproveitar que estamos falando dessa seleção, com tradicional uniforme, com as cores. Essa blusa é muito bonita, eu acho linda também essa blusa da Puma com a mãozinha aqui para homenagear.

Azaghal:Você pode dar um zoom que eu quero ver isso, o peitoral do rapaz.

Marcelo Bassoli:Olha aí, esses risquinhos lembra a camisa do Jota Neck, né? Do Jovem Nerd Esporte Clube, a nossa, que por enquanto é só um mockup, mas vai sair, vai sair.

Didi Braguinha:Todo vascaíno tem como segundo time na Copa do Mundo Portugal? Não sei se todo, eu, mas é obrigação, tipo assim, é alguma exigência nesse sentido?

Alottoni:Algo a se pensar, né? Tem que ver se tem um contrato, né? Tem obrigação contratual, né, mano? Acho que não. Eu vou falar que eu gosto muito da história, que seria legal de ver se o Brasil perdesse Cristiano igualar o Messi aí, ganhando uma Copa, seria muito foda. Mas esse é o único motivo pelo qual eu me atreveria a torcer por Portugal. Por exemplo, tem outras seleções que eu gostaria mais de ver ganhando uma Copa, como por exemplo Congo, Senegal.

Marcelo Bassoli:Foi bem melhor, entendeu? Ah não, ok. Mas assim, dos europeus, talvez Portugal. Portugal é legal.

Azaghal:Uzbequistão, Cabo Verde. Irã. O Irã ganhar uma Copa contra os Estados Unidos.

Didi Braguinha:Irã. É inacreditável, ia ser muito bom.

Alottoni:Essa é a titular e essa aqui é a reserva.

Azaghal:Aí, gente, sacanagem, maluco, tá de sacanagem, porra. Você quer fazer isso? Faz um, faz, porra, é foda, cara. Faz um pastelzinho de Belém, tá ligado? Faz uma parada mais maneira aqui no programa passado, né, cara?

Didi Braguinha:Cabeça de ir para o shopping, tá maluco, para a galera, playboy, para o shopping.

Alottoni:É camisa pra ir pra fila do Outback, não dá, né, pô? Aí é foda. Não dá, não dá. Bota um coqueiro e escreve Oklahoma, né? Se for pra fazer isso.

Didi Braguinha:Usaram o modelo pra bater foto na praia, porque a camisa é cheia de onda, tá vendo? Ela é assim, aqui. É, não.

Azaghal:Feia. Que isso?

Didi Braguinha:Será que é Nazaré? Cara, não é pelo tamanho da onda, não. Ah, gostei! Mostrar Nazaré ia mostrar aquele paredão inacreditável, tal, do farol, porra. Onde é de merda ali? Que ele é Barra da Tijuca ali, que é mais barato.

Azaghal:Não, não, não, tô falando na camisa, na camisa. A onda é para homenagear Nazaré, será? Não, ali atrás não é, com certeza ali é a Barra.

Alottoni:Eu acho que pode ser, pode ser, ou pode ser simplesmente ondas e grandes navegações, né?

Didi Braguinha:Pode ser algo nesse contexto também. Beleza, beleza, faz sentido a gente ficar por aí.

Marcelo Bassoli:Ele é da Madeira ali assim, ó, que foi onde o Cristiano nasceu, pelo menos já que é a última Copa.

Alottoni:Você levaria o Marcelo, se você fosse designer da Puma, você levaria madeirada para camisa de Portugal?

Marcelo Bassoli:Não, eu acho que não necessariamente, depende da situação.

Alottoni:Interessante.

Didi Braguinha:Mas a gente tem certeza que o pitch dessa camisa, o cara falou: a gente tá fazendo aqui com onda porque a gente vai tirar onda nessa Copa. Deve ter alguma fala dessa para vender assim, né? Exato.

Marcelo Bassoli:Tem alguém alto de Pinheiros que fez um call com essa ideia de, com certeza, trabalha na Não, mas acho que em Portugal tirar onda eles levam ao pé da letra mesmo, é remover uma onda.

Alottoni:Mas sobraram o quê no mar? Tiraram onda? Tiraram onda, o que que sobrou? Beleza. Bom, República Democrática do Congo, os Leopardos que garantiram vaga na repescagem retornando ao Mundial após 52 anos, a primeira com o nome atual. Afinal de contas, em 74 O Zaire disputou, enfrentou o Brasil, Iugoslávia e Escócia na fase de grupos, onde caíram, obviamente, no grupo do Brasil já. Chegaram mamando e foram eliminados. Mas um time, cara, que é quase um estreante, né? Mas que tá há tanto tempo, não joga uma Copa do Mundo, 52 anos que ninguém sequer era nascido. Ou nem da comissão técnica, se bobear, lembra dessa Copa. E esse time que tem alguns jogadores um pouco conhecidos pra quem acompanha a Premier League. O Wissah, do Newcastle. Wambisaka, ex-Manchester United, agora no West Ham. E, cara, não tem expectativa alta em cima do Congo, essa é bem a verdade. Eles vêm, apesar de ter chegado com pompa, hein, pra Copa, porque venceu na repescagem duas veteranas africanas, Camarões e Nigéria, né? Deixaram pra trás o Congo. É verdade. Eles ficaram em segundo no grupo do Senegal, né?

Marcelo Bassoli:O Senegal passou em primeiro.

Azaghal:Lembra que a gente falou do Maciala? Que ele escolheu ir para Alemanha. Musiala, Musiala. É isso, Musiala. E a gente falou que ele escolheu ir para Copa porque pela Nigéria não iria. E aí ficou aquela discussão se ele iria ou não classificar. Mas pô, eles perderam para o Congo, para República Democrática do Congo, na final, né, da repescagem. Então se tivesse o Musiala e o Olise, que também o pai dele é nigeriano, Imagina essa miséria, maluco.

Marcelo Bassoli:Então é forte. É aí que tá. Eu acho que é difícil, né, porque tem um monte de jogar. A gente falou até no grupo da França, né, muitos filhos descendentes de pais africanos que moram na França, nasceram. Muito jogador bom, né, mas assim, não existe um grande craque africano, acho. A gente falou do Mané, mas também já tá encerrando. O próprio Salah tá encerrando. Mas hoje assim, não tem um grande craque, tipo como teve Drogba, como tinha o Samuel Eto'o uns anos atrás e tal assim.

Alottoni:Acho que é estabelecido, é difícil, estabelecido é difícil. A gente tem alguns aí que prometem bastante, a gente tem Gana, por exemplo, o semênio, que é jogador do City, que promete muito, mas ainda de fato não, muito distante de uma, né, de Drogba.

Marcelo Bassoli:Para tristeza de Didi Braguinha e Tucano, o Congo também eliminou a Jamaica, né, na repescagem para Copa do Mundo.

Alottoni:Porra, o lamento do Didim.

Didi Braguinha:Porque assim, eu não conheço muito de esporte em geral, mas o maior sucesso que eu tenho da Jamaica para mim é no Bob Esledge, né, no filme Jamaica Baixinho. Naquele documentário que mostrou. E o Brasil agora seguiu o mesmo caminho também. Abalando aí, parabéns. É, porra, uma pena. Mas, ó, você falando do Camarões, meu irmão, eu lembro a primeira Copa que o Camarões jogou, que eu vi, e era uma, meu irmão, era inacreditável os caras jogando futebol, meu irmão, a velocidade, meu irmão, a gente tinha, pô, foi maluco. Eu lembro a gente junto, a família junta, torcendo para o time do Camarões, irmão, foi muito foda, mano.

Marcelo Bassoli:94 foi foda. Tem uma história do Congo que era azar, e como o Wideren falou, Em 74 foi a última Copa que eles jogaram e o primeiro jogo eles tinham perdido de 9 a 0 da Iugoslávia. Caralho, que filha da puta, hein?

Didi Braguinha:Para no 7 pelo menos, né?

Marcelo Bassoli:Aí qual que foi o lance, né? É uma história triste até porque o Zaire era governado por um ditador, não lembro o nome. Mobutu. Mobutu, exatamente. Ó, o professor. Tá sempre, não. E aí esse ditado, tipo, aí tem um lance, eles estão jogando contra o Brasil, Zaire tá jogando com o Brasil, tá 2 a 0 para o Brasil, tem uma falta na entrada da área, o Rivellino vai bater a falta, vem um zagueiro do Zaire e dá um picão na bola antes da falta ser cobrada. E na época todo mundo, porra, tirou sarro, né? Time africano, os cara não sabe a regra, aquela parada toda. Tava toda menosprezando os caras, né? Tinha acabado de tomar uma surra e tavam perdendo também, vieram a perder, acho que foi 3x0, se eu não me engano. Mas depois veio a se revelar que o ditador Mobutu, ou ele por intermédio de alguém, mandou avisar: ó, se tomar 4 ou mais, vocês não voltam para o Zaire. Tipo assim, eu não sei se foi uma ameaça de morte, se foi, né, tipo, ou só não volta porque vai ficar exilado tal. Então os caras com medo, né, tô tentando, né, mas assim, os caras com medo. Então os zagueiros pegou, ele deu bicão para— tava no segundo tempo já, para ver se ganhava tempo e não dava tempo de tomar os 4 gols que eles não podiam tomar. Tanto que não tomaram, né? Acho que eles perderam de 3 a 0 para o Brasil. Então é uma história curiosa e triste ao mesmo tempo.

Alottoni:Baita história sobre a seleção congoleza que você que só ouve aqui no Jovem Neto Esporte Clube. Seleção Congolese aqui, tem uniforme da ONG, bonita, uma zebrinha. Legal, hein? Porra, vai virando zebrinha. Tem aqui a bandeira tocando, ó, a bandeira aqui, ó.

Azaghal:Isso aí que eu ia falar, eu não curto muito essa cor, mas é a cor da bandeira, tem porquê.

Alottoni:Então não, e pô, Federação de Futebol Mango chama Fake Off.

Didi Braguinha:Tá bonito pra caralho, podia ser a camisa toda, né? Podiam ter feito tudo, ficaria mais interessante.

Alottoni:Foi o diretor de arte atrás do designer.

Azaghal:Porra, faz um degradê aqui, faz um degradê. Porra, até a reserva é maneira, reserva é legal também.

Didi Braguinha:Exato, cara, vai ficar mais legal que a principal, mano.

Alottoni:Quando ela tiver o número, né, certinho, bonitinho, a fonte, vai preencher um pouco mais a camisa. Meio fogo aqui, né, uma lava, o chão, o magma, né.

Marcelo Bassoli:Verdade, gostei, gostei. O Tucano, preciso que fosse esse azul com a faixa vermelha aqui, né, tipo a bandeira mesmo. Não, não, eu gostei, gostei.

Azaghal:Não precisa ser exatamente a bandeira, tem que lembrar bandeira. Foda é tu fazer uma parada que não tem nada a ver, né, pô.

Marcelo Bassoli:Mas não é curioso que não tenha nenhuma seleção? Eu posso estar falando merda, mas eu não me lembro de uma seleção que tem a faixa tipo a do Vasco Piru, porra, também, né?

Azaghal:Tem pra caralho.

Marcelo Bassoli:Na Copa ainda não tem nenhuma, né? Na Copa ainda não, na Copa ainda não. Piru realmente tem razão.

Alottoni:Bom, esse foi o Congo e temos também para fechar o grupo K, Uzbequistão. Agora sim, estreante desde a sua independência da União Soviética. Quase falei Universidade Soviética, que seria versão dos senhores, mas desde a sua independência da União Soviética A seleção Uzbek de futebol fez ótimas eliminatórias do Grupo A: 21 pontos só atrás do Irã que fez 23; ficou à frente dos Emirados Árabes e do Catar (que tá na Copa), da Coreia do Norte e do Kirguistão. E eles são os Lobos Brancos! Inclusive Eldor Shomurodov é o principal nome do país, ele pertence à Roma e está atualmente emprestado para o Istanbul Başakşehir...

Azaghal:Não não não não não, principal nome da seleção é Fábio Cannavarro! Quem disse que a Itália não vai para Copa, cara?

Alottoni:Olha aí, Brasil e Uzbequistão unidos por italianos, né? É verdade. Enfim, o comandante, é verdade, né? O campeão do mundo em 2006, Fábio Cannavaro. Melhor do mundo, cara, não é exagero considerar. Exato, melhor do mundo em 2006, graças à cabeçada do Zidane. E não é exagero considerar que Uzbequistão talvez seja a seleção estreante mais bem preparada para Copa do Mundo. Não que isso signifique muita coisa, não.

Didi Braguinha:Pô, mas como assim?

Alottoni:Porque bons jogadores, pensando nos outros estreantes da Copa, é que os outros são piores. É isso, é isso, é isso. É Curaçao e Cabo Verde.

Didi Braguinha:O herói, ele é bom só até a altura do seu vilão, né, do seu adversário. Só sobe até aquele mar, não tem como.

Alottoni:Mas dessas nações dissidentes da União Soviética, o Uzbequistão vem com uma crescente de futebol por lá. Assim, não é nada que brilha os olhos de ninguém ainda, mas eles têm pelo menos o objetivo é fortalecer cada vez mais o esporte para tentar trazer um pouco da tradição que existia na União Soviética do futebol.

Azaghal:Enfim, eu dei uma pesquisada, Vidani, eu dei uma pesquisada e praticamente não existiu jogador da União Soviética nascido nos Beskutsk-Uzbekistan, tá ligado?

Alottoni:Ah, mas eles pegam a cultura só Enfim, né, do— eles querem herança, né, esperança espiritual, vai sobre isso.

Azaghal:E uma parada nessa pesquisa que eu fiz, uma parada que eu achei interessante é a russificação dos nomes de jogadores de outras repúblicas. Por exemplo, ucranianos e bielorrussos tinham seus nomes russificados.

Marcelo Bassoli:Mas então, eu tava vendo aqui, o nome dos caras é tipo todo Iskanderov, Tomurodov, Também era os Bulgária, também tem os nomes meio assim, né? Cara, né, eslavo, tá tudo nessa pegada.

Azaghal:O Uzbequistão não é eslavo, né? Mas, mas sabe quanto custa uma passagem para o Uzbequistão?

Didi Braguinha:R$15.000. Eu tô embaixo do mercado. 15 conto para tu ir, uma perna, 15 conto.

Marcelo Bassoli:Mas é um voo direto para o Uzbequistão?

Didi Braguinha:Não, direto de 1 a 3 dias. Tipo assim, se tiver escala pra caralho, 15 conto, desculpa, meu irmão, vamos de Delta, porra, deve parar no Panamá pelo menos, para no Panamá.

Alottoni:Vamos de ônibus, vamos de ônibus. Mas olha só, a seleção, os beck, Didi, eles têm aí essa esperança, expectativa de fazer uma graça nessa Copa do Mundo e eles sabem que o confronto direto com o Congo é o jogo decisivo do grupo para tentar alcançar um melhor terceiro colocado, que vai ser muito difícil dado Portugal e Colômbia. Os dois são os favoritos do grupo. E a tendência é que os dois façam no mínimo 6 pontos. Mas, de repente, segurar ali um resultado de 1x0 contra Portugal, perdendo só. E conseguir um bom resultado um contra o outro, com um gol, os beicão, eles vão se matar ali pra tentar essa vaga em terceiro colocado. Nessa, os comandados do Cannavaro podem surpreender e conseguir uma classificação. E acabar sem querer parando nas péssimas de final, o que seria surpresa para eles mesmos.

Marcelo Bassoli:Eu acho que você tá menosprezando, assim, você tá considerando Portugal como primeiro do grupo. Eu acho que desse grupo aí a Colômbia vai sair em primeiro lugar, cara, sinceramente. Rapaz, eu acho que, eu não sei, cara, não boto fé em Portugal, apesar de tudo que a gente falou aqui.

Alottoni:Acho que essa geração de Portugal é muito foda. O Vitinha joga muita bola, pô. Eu gosto muito da seleção de Portugal, mano, não tem jeito.

Marcelo Bassoli:Tá vendo, ó, vai torcer pro europeu diante da América do Sul aí, me dane.

Alottoni:Jamais! Eu tô com uniforme de quem? Eu tenho uniforme de Portugal.

Marcelo Bassoli:Gosta de monarquia, entendeu? Ele gosta da monarquia.

Alottoni:Pô, nas palavras dele.

Azaghal:Pô, o cara não teve rei, gente. Ele tá maluco, velho.

Marcelo Bassoli:Mas teve, mas teve, né? Mas a Colômbia nunca teve, né?

Azaghal:Nas palavras dele, mano. Teve, lógico que teve.

Marcelo Bassoli:O rei da Espanha, falava da minha ídola, Marcelo.

Didi Braguinha:Só atualizar aqui, eu vi um voo mais rápido de 27 horas para o Uzbequistão por R$18.900, saindo do Brasil.

Marcelo Bassoli:Primeiro comentar, cara, fala um ponto turístico do Uzbequistão aí para a gente.

Azaghal:Aí eu vi aqui, aí não é Não é porque você não conhece que não tem, tá ligado?

Alottoni:Eu achei o menosprezo. A tua ignorância não resume um país, Marcelo.

Didi Braguinha:Todo gol do Uzbequistão, as pessoas têm que entrar lá na rede social do Marcelo e mandar chupa, Marcelo, e botar o gol do Uzbequistão. Nossa, Uzbeq! É, aqui é Uzbeq. E botar a foto do pão sagrado que eles têm lá no Uzbequistão. É um pão lá muito especial.

Alottoni:E realmente é um time que tem tradição na defesa. Né? Afinal de contas, focou todo o seu futebol nos back, né?

Didi Braguinha:Jamais que eu ponho no outro lado, né?

Azaghal:Mas pode ser tradição e outra coisa. Exato.

Alottoni:A Holanda, Jamaica e os back não tem esse encontro.

Didi Braguinha:Joga com 11 pontas. Esse aí todo jogo vai para o pênalti. Olha isso, bonito, hein? Olha ali aquele mosaico ali, que coisa bonita, cara.

Azaghal:Eu vou te falar, eu vou te falar, isso aqui, ó, tá do nível da Noruega, brother.

Alottoni:Ó, eu gosto, Tucano, da combinação desse azul com esse verde, tá? Me pega, me pega mesmo, porque elas são coisas que se confundem, né? Ali tem um detalhezinho verde, ele quase mescla nesse azul, mas ele dá uma destacada. Pô, eu gostei de verdade. E a reserva também é linda, das poucas uniformes brancos que a gente viu. Que foda, cara, lindo, lindo.

Marcelo Bassoli:Branca ou azul? Um azul. Porra, bonito, meu amigo, cara.

Alottoni:E eu vou falar, hein, o designer que terminou de fazer as camisas respirou fundo e escreveu.

Azaghal:É legal essa que tem as cores da bandeira, que é azul, branco e verde. E provavelmente, provavelmente esse grafismo aí tem a ver com alguma coisa da cultura deles, é também ignorância.

Marcelo Bassoli:Dei uma busca aqui, tem um tipo um palácio assim grandão que eu não achei o nome aqui, mas lembra os desenhos que tem na arquitetura desses negros.

Azaghal:Então, para mim, tá, Noruega e Nova Zelândia estão acima, prateleira de cima de uniformes, tá?

Didi Braguinha:Só a crítica, só a crítica, que questão de usabilidade. Essas linhas, normalmente ele tem umas linhas brancas que vem de cima até o final da camisa, pegando pela lateral. Normalmente essas linhas são inferno quando tu veste, cara, porque elas não são só pintadas, é um bordado escroto que às vezes quando tu veste, dependendo do que é, fica incomodando, roçando, é uma merda. Se for essa parada aqui, normalmente é. Puta, eu acho um saco vestir camisa assim, cara, fica tipo pinicando.

Alottoni:Eu gosto dessa linha em particular, eu entendo o conforto, Didi, concordo com ele, tá? Queria dizer isso.

Azaghal:Eu acho que é linha pintada, porque veja, dá um zoom aqui na barra, tá vendo que é, tá vendo que tem sombra direita ali, né?

Alottoni:Pode ser, pode ser um relevinho assim, tá vendo? Um relevinho bem de leve, pode ser. Mas o ponto para mim é que ela me remete muito uma camisa de 99, 2009, 2000, tá ligado? Parece uma camisa de 25 anos atrás. Isso eu gostei, cara, achei bonito mesmo, porque me remeteu ali a uma época onde eu era mais feliz, o mundo era mais fácil. Então assim, eu gostei. Obrigado, os mecs, então, por essa viagem no tempo que vocês permitiram aqui. Então, um grupo baba para Portugal e Colômbia, né, gente? Vamos falar a verdade, baba, baba, não tem o que falar. Interrompendo rapidinho aqui, rapidinho, recadinho da firma. Vocês estão acompanhando em outros programas que a gente tem feito uma brincadeira com pros fãs aqui do universo Jovem Nerd. Comemorando 20 anos de Nerdcast, a gente escondeu selos comemorativos pelos programas da casa. Começamos a dinâmica do Nerdcast 1030, onde divulgamos a primeira pista. E aí tem vários outros programas já com pistas também. Se você não ouviu, vai lá conferir. Mas até o dia 15 de julho, as pistas vão aparecer em Nerd Office, Nerdcast, Jovem Nerd Esporte Clube, depois Expediente, enfim, nos programas da casa. E cada pista vai levar você até o post de um programa específico do Nerdcast. Um programa clássico, que vai ter a ver com a pista, óbvio, né? Escondido dentro desse post, na legenda, vai ter um selo secreto. A missão é muito simples. Descubra qual episódio, corre pro post no site ou no app do Jovem Nerd, encontra o selo, baixa ele e deixa guardadinho. Serão 20 selos espalhados ao longo dessa jornada. E já avisamos ali nas redes sociais do @jovenerduniverse um gabarito de todos os programas que tem as dicas. Qual programa daquele dia tem uma dica, hein? Tem o gabarito lá pra te facilitar, quebrar esse galho. E por que fazer isso? Por que guardar esses 20 selos? No segundo semestre vai rolar um evento muito especial, um evento do Jovem Nerd em São Paulo. E os 3 primeiros que conseguirem enviar corretamente os 20 selos vão ganhar pares de ingressos pro evento. E a pista de hoje é: a verdadeira origem dos extraterrestres. A inseminação artificial na mulher macaco. Então vai agora até o post do programa que você acha que tem a ver com essa pista, encontra o selo, coloca na tua coleção e fica atento nos próximos programas. Beijo, voltamos com o JNec. E então vamos aproveitar pra conhecer nossos próximos candidatos do Grupo L. Nosso último grupo, gente, do Guia da Copa. Olha que alegria, pô. Chegamos lá. Grupo L! Grupo L, o grupo L tem Croácia, Gana, Inglaterra e Panamá. E nós vamos começar por eles, nossos ainda dói. Ai, vem devagar, Croácia, são só 4 minutos. Eu às vezes me pego acordando de madrugada: não, Fred, não sobe! Enfim, Croácia, a última seleção a eliminar o Brasil numa Copa do Mundo, né?

Didi Braguinha:Ah, é verdade! Caraca, pode crer!

Alottoni:Os nossos últimos agressores, eles vêm aí com novamente Modrić, o maior jogador croata de todos os tempos. Posso falar isso aí?

Marcelo Bassoli:Com certeza, com certeza!

Alottoni:Desfilando em sua última oportunidade numa Copa do Mundo, já passando também dos 40. A Croácia que vem de dois resultados incríveis, né? Vice 2018, terceira colocada em 22, já mostrou que não pode ser descartada, apesar de trazer uma geração envelhecida que tem uma situação duríssima de repetir esses resultados. É muito improvável que eles consigam isso pela terceira vez. Mas eu me arrisco a dizer que já era improvável conseguir isso uma vez. Então, não dá pra duvidar da Croácia também. Apesar de não herdar oficialmente os resultados esportivos da Iugoslávia, a Croácia ficou com a tradição, né, de participação em Copas. Então, o time que de fato herdou as participações e essa já tradicional presença foi a Croácia, desde que o país se filiou à FIFA 7 dos 8 mundiais disputados, à exceção de 2010, quando fracassou nas eliminatórias. Mas tirando 2010, todas as outras a Croácia esteve presente. Liderou eliminatórias de 26 no grupo com República Tcheca, Ilhas Faroe, Montenegro, Gibraltar, peraí também, mas invicto, com o pé nas costas. E a expectativa é que não tenha dificuldade nenhuma de passar na fase de grupos, né, contra Inglaterra, Panamá e Gana. O único O perigo é se complicar contra a Gana, que não tem a melhor geração ganesa também da história. Então é só a Inglaterra que realmente representa um problema para a seleção. Show para a Brasil.

Marcelo Bassoli:Mas não teve renovação mesmo, né, Vitor? Ele não tem um cara bom mais jovem, né? Tipo, ainda é o Kovacic, o Perisic. Kovacic é considerado jovem, né?

Alottoni:Se for para você ver como tá envelhecido o time.

Azaghal:É uma trivia legal para você, Marcelo, é perguntar se é jogador da Croácia ou anti-inflamatório.

Marcelo Bassoli:Vou preparar essa no dia de jogo da Croácia.

Didi Braguinha:Entrando aqui nessa também, passagem para Croácia no valor de R$5.600, que é menos de um dia de viagem, já tá mais acessível.

Alottoni:Dá para considerar, Didi, já dá para considerar.

Didi Braguinha:Croácia é legal, né? Bonita ali a parada, impressionante.

Alottoni:Vale dizer que a Croácia acabou de perder para o Brasil, né, em março agora, foram último amistoso antes desse amistoso contra o Panamá, que é nessa semana, cujo apelido é Os Ardentes.

Azaghal:Sério? Ou o time xadrez. Para mim, eu costumo chamar de Os Piqueniques, mas oficialmente—

Marcelo Bassoli:E é curioso que em 2018 o Brasil fez um amistoso também antes da Copa contra a Croácia e ganhou, né, da Croácia. E aí a Croácia acabou chegando na final e o Brasil, a gente sabe.

Alottoni:Ou seja, mas assim, inclusive vale dizer que a Croácia costumou levar as decisões para os pênaltis, né, sempre que possível. É uma tradição croata. E cara, se eles conseguirem amarrar o jogo com esses jogadores experientes que eles têm, pode ser de fato uma das seleções mais insuportáveis para se assistir nesse Mundial. Então fique ligado, hein, pode prometer muita amarração de jogo a Croácia aí, se eles quiserem jogar daquele jeito. Eles já mostraram que sabem, Apesar que com o fôlego dos caras envelhecidos, cara, de verdade eu acho que, ah, não sei não se eu boto fé na Croácia, tá, nesse ano aí, sinceramente.

Marcelo Bassoli:Ah, cara, mas não dá assim, pode ser, mas também não podemos descartar os caras, os caras já provaram. Ainda mais nesse grupo fraco. Pois é, pois é.

Didi Braguinha:Aí vocês estavam passando pano pro Cristiano Ronaldo de 41 anos, pelo amor de Deus, vamos ser coerentes.

Marcelo Bassoli:A gente não, Príncipe Vidani.

Alottoni:Ah, tá, Príncipe Vidani. Exato. Só que a Croácia é uma seleção com uns 15 Cristiano Ronaldo e nenhum deles é o Cristiano Ronaldo, é foda. Os 15 velhos de 41 anos e nenhum deles é o Cristiano Ronaldo. É foda também. Porra. Bom, Modrić, o nosso modelo aqui com a camisa croata, que tem o que eu mais odeio em camisa, que é um degradê que vai apagando o piquenique aqui no bicho. Nossa, meu Deus do céu, horroroso. Eles fizeram isso lá.

Marcelo Bassoli:Diminuíram bem o quadriculado dessa vez, hein?

Didi Braguinha:Cara, essa camisa parece design de balão. Saco, ela é balão.

Alottoni:Que porra de reserva azul com azul, mas é o mesmo design.

Azaghal:Teve um ano quebrou mesmo.

Alottoni:O degradê não tem porquê, cara. Até rima, né? Você vê como faz sentido.

Azaghal:Dá um zoom para a gente ver a tristeza.

Alottoni:Olha lá os risquinhos, cara.

Didi Braguinha:Caraca, o fato de ser em linha— não, eu tô tentando suavizar. É porque ele é degradê. Mas olha só, olha que maravilha. Isso é arte agora, na moral. Dá um zoom maior, porque não é um degradê, ele vai afastando as linhas.

Azaghal:Pô, é diferente. Mas os quadrados anteriores não tem linha.

Didi Braguinha:Pô, e tem uns quadrados manchados ali, hein, que parece que derramou água e vazou.

Alottoni:Sabe o que parece? Que ele botou o uniforme e ele botou uma camisa por cima aberta, tá ligado? Ele tá indo pro baile. Cara, você não pode crer. É uma camisinha de seda de manga curta por cima do arregata.

Marcelo Bassoli:Não dá, gente, não dá. Mas ó, pra valorizar aí, pra não dizer, eu acho muito legal essas seleções que têm uniformes únicos, né? Então, por exemplo, Uruguai, aquele azul celeste nenhum outro país tem, é um quadriculado. Congo agora vem com força. É, então o Congo tá tentando replicar, mas eu acho legal mesmo. Tipo, por exemplo, é o laranja da Holanda, agora tem a costa do Marfim também laranja, mas assim, é essa daí, ninguém nunca vai repetir uma camiseta igual essa, vai ser único para sempre. Sem dúvida, sem dúvida.

Alottoni:Eu gosto do conceito, mas eu acho que a execução desse ano da Croácia ela é terrível, infelizmente. E a reserva é isso, a reserva é menos pior porque ela mistura mais, né, fica mais azul.

Azaghal:É, não dá para ver o degradê, não dá para ver o degradê.

Alottoni:Porque tem, tem, tem. O vermelho tá aqui num pequenos detalhes, na verdade, mesma linha, mano.

Didi Braguinha:Tem um manchado nesses quadrados, que porra é esse friso manchado, tá vendo?

Alottoni:E tem o chifrinho, é o chifrinho aqui no ombrinho, chifrinho no ombrinho.

Azaghal:Olha só, ele tem ali, eu falei para o Didi que não tinha as listrinhas e tem, né? Tem listrinhas, mesmo na parte que tá mais quadriculada tem listrinha, é toda, não é só, não é em todo lugar. A outra também, bota lá, bota lá.

Didi Braguinha:É, tem sim ali embaixo, parece manchado.

Alottoni:Não dá para dar mais um que isso aqui não, mas aqui é o máximo.

Didi Braguinha:Não, mas mostra embaixo, parece que sabe quando o prédio, a lateral do prédio, ela pega a água, fica descendo muito por um lado, aí tu vê a tinta escorrendo.

Alottoni:Caralho, cara, coisa horrível!

Azaghal:Que merda, cara! É isso aí, é isso aí.

Alottoni:Parabéns, Dai. Parabéns, Nike. Aí nós vamos ter que criticar, não tem jeito. Quando você vê de longe, é feio. De perto, parece que tá vendo de longe. É, ó. Caralho! Enfim, agora vamos falar de Gana, os Black Stars, né, que chegam ao Mundial pela 5ª vez. Desde a estreia em 2006, só ficaram de fora em 2018, mas viraram figurinha carimbada na competição. É um ciclo complicado pros ganeses, que não conseguiram se classificar nem pra Copa Africana de Nações. Pela primeira vez em 20 anos isso aconteceu, inclusive. E nesse momento ocupam a 74ª posição no ranking da FIFA. Só tá na frente de Curaçao, Haiti e Nova Zelândia.

Marcelo Bassoli:Curaçao que tem os irmãos Bakuna, né? Isso, isso.

Azaghal:Não podemos deixar de lembrar deles.

Marcelo Bassoli:Mas assim, eu sinto falta do ranking do Tucana. Ele não trouxe mais o ranking da FIFA pra gente, né? Ele abandonou. 74º. Agora que eu falei, que eu faço? Mas eu quero—

Azaghal:não, não, tudo bem. Então vamos lá. Portugal tá em quinto, Portugal tá em quinto, Colômbia 13º, Congo 46º, 46º também famoso, Uzbequistão 50º, Inglaterra 3º, Croácia 11º, Gana 74º e Panamá 33º. Fala sério, porra!

Marcelo Bassoli:Brincadeira, inventaram o futebol aí da porra.

Didi Braguinha:É, você ia falar, tem mérito por isso, né? Eles inventaram, eles estão aí, pô, sempre convidados para o Scopter aqui. Na regra, tem que ficar no top 10.

Alottoni:Bom, o principal jogador ganês é o atacante do City que eu já citei, o Sermênio, ex-Bournemouth, e bom jogador e tudo, mas sozinho não vai fazer muito verão. E é certo que a estreia é o jogo fundamental para a campanha de Gana, afinal de contas a estreia é contra o Panamá na primeira rodada. O sonho de uma classificação passa por uma boa vitória contra os canadieiros, panameiros. Então vamos ver o que Gana consegue aprontar.

Azaghal:O treinador de Gana tá na 5ª Copa do Mundo consecutiva. Foda, hein?

Alottoni:Porra, com Gana todas? Ele é português, né?

Azaghal:Carlos Queiroz. Em 2010 ele era o técnico de Portugal, depois 3 Copas consecutivas com o Asquirã e agora com Gana. Olha isso aí, bom, é copeiro, maluco, é copeiro e retranqueiro.

Alottoni:Inclusive, o Carlos Queiroz, conhecido pelo potencial defensivo. E vamos ver a estratégia certa para enfrentar a Inglaterra e principalmente a Croácia, né, uma vez que é uma seleção que também joga no contra-ataque. Tem tudo para ser um dos piores jogos da primeira fase, Croácia e Gana. Mas Gana, como seleções africanas geralmente fazem, vem na ousadia do seu uniforme. Quanto que é a passagem para Gana aí, Didi?

Didi Braguinha:Quanto tá custando? Vamos lá, passagem para Gana, voo de 18 horas, R$10.300, com estadias a custos interessantes para Gana.

Marcelo Bassoli:Tá ficando mais barata aí, daqui a pouco Panamá vai ser tranquilo, 2 conto.

Alottoni:Eu particularmente amei o uniforme de Gana, tá lindíssimo, maneiro, hein, maneiro.

Marcelo Bassoli:É legal porque a estrela preta, né, que é o símbolo da bandeira tá contemplada aí. Gostei também. Eles até puseram ali um animal ali da estrela estar aí, mas o uniforme em si não me gostei muito não.

Didi Braguinha:Fizeram até um leopardo saindo de dentro da estrela, né? Coisa meio de herói assim, né? Eu sei, caralho, eu não sou esse idiota completo também, pelo amor de Deus.

Alottoni:Você dificulta para a gente.

Azaghal:Eu não vou criticar o uniforme porque eu realmente não entendi esses grafismos aí, eu realmente não entendi.

Alottoni:Eu também não entendi o porquê, eu só achei um— Ó, eu vou dizer, tá?

Azaghal:Parece aqueles mapas de RPG, tá ligado?

Alottoni:Mas eu gostei, aqui é um padrãozão meio Wakanda aqui pra mim, tá vendo? Esses daqui, os de cima ali, ó, os que estão mais pro lado. Aí o do meio, realmente esses quadradão mais fechado, não entendi. Muito bem.

Didi Braguinha:Isso não parece uma nota de dinheiro que você tem que ficar virando para ver se ele é falso ou não? Aí você fica girando, ele tem um símbolo lá dentro, tem uma paradinha no fundo assim, vai ter um sampiche, o desenho, uma parada dessa.

Alottoni:E aí o reserva, vamos preparar para o reserva, que ele é um mapa de metrô, né?

Didi Braguinha:Aranhaverso, metrô Aranhaverso, ele vem com Capitão América.

Azaghal:Ó, essa aí tá legal, tá legal.

Alottoni:Não, não parece a filha do Tucano que fez. É exatamente.

Azaghal:A Liv dá uma canetinha para ela e uma camisa branca, ela faz igual, melhor.

Alottoni:De longe para mim parece um mapa de metrô, gente. Desculpa, porque eu bati o olho e falei: ah, isso aqui é São Paulo.

Didi Braguinha:Mas assim, mas ele bateu nessa foto com flash, é isso mesmo?

Marcelo Bassoli:Porque se o preto da estrela tá desbotado, eu achei interessante a ousadia da camisa branca.

Didi Braguinha:Mas de perto ele é mais legal. Eu concordo.

Marcelo Bassoli:Mas assim, agora falando da branca só com a estrela preta aqui no peito, acho que ia ser foda, ia ser mais foda.

Didi Braguinha:Porra, tu quer o Botafogo, cara?

Marcelo Bassoli:Tem que ter personalidade, porra. Essa estrela preta, ela preta, ela traz aí a personalidade.

Alottoni:Eu vou falar real, eu acho simpática, mas não me remete a um Uniforme, tá ligado?

Didi Braguinha:Eu vou te falar o seguinte, eu acho que essa foto não valorizou essa camiseta, porque essa luz que eles puseram tá tirando um pouco da saturada. Essa imagem tem que ser um pouco mais saturada para a gente ver essas cores brilhosas aí. Eu acho que ela não tá tão, sabe, tá meio esquisito. O preto da gola também, né?

Marcelo Bassoli:Se o calção for branco, for preto, vai ficar animal. Mas se for preto, vai ficar legal. Exatamente, exatamente.

Alottoni:Eu espero que seja preto o calção dessa blusa aqui, mas enfim, pelo menos os detalhes são cores vivas o suficiente pra gente ver o detalhe de longe, né? Não vai ser um detalhe que vai sumir na camisa quando a gente assistir pela TV. A gente vai ver a camisa rabiscada ali, vai ser um efeito legal.

Azaghal:Vai sumir, vai sumir.

Marcelo Bassoli:É, mas assim, vendo aqui os times do grupo, que são Inglaterra, Croácia e Panamá, em teoria ela não precisaria usar essa branca aí, ela iria só com a amarela. Dourada. Saturada aí, né? Ah, beleza, né? Que não vai fazer conflito com outra camiseta. Realmente.

Alottoni:Bom, vamos falar deles então. Após a frustração da derrota para a Espanha na final da Eurocopa de 24, os ingleses estão com sangue nos olhos para 60 anos depois tentarem trazer o futebol de volta para casa. It's coming home, né?

Marcelo Bassoli:Eles dizem. Eles vêm de 2 vices, né, Vidani? 2 vices da Euro, né?

Alottoni:2 vices para a Itália aí para Espanha agora, né? Vem de 2 meses da Euro.

Marcelo Bassoli:A Itália aqui não foi, né? Isso, essa mesma.

Alottoni:Isso, essa mesma.

Marcelo Bassoli:Outra que é bem lembrada. Rapidão, eu vou lembrar aqui. Eu peguei que minha mãe me deu aqui, que ela tava ouvindo o programa. Olha isso aqui, que ela é um chaveiro. Olha só, da Copa de 82! Olha que louco, aqui, ó, tem o estádio atrás.

Alottoni:E aqui, ó, é o Bernabéu.

Marcelo Bassoli:Aqui, ó, o Naranjito. Olha aí!

Azaghal:É muito bom, cara. Tua mãe foi para lá?

Marcelo Bassoli:Não, então, um amigo do meu avô foi lá assistir a Copa e trouxe para ela.

Alottoni:Ela guardou.

Marcelo Bassoli:E que legal, cara! Que organização, cara! Que maneiro! Legal para caralho! Muito foda, muito foda!

Azaghal:Muito massa! Legal que esse mascote foi localizado, porque hoje o pessoal chama de Naranjito, mas na época era Laranjito. Isso mesmo aqui.

Marcelo Bassoli:Localizado para o Brasil, né?

Didi Braguinha:Agora rolou o mesmo efeito do Caco, do Caco, do Kermit, que a gente chamava de Caco, e aí depois teve que chamar de Kermit. Eles pediram, vamos atualizar essa porra, chama de nada.

Marcelo Bassoli:O mano e o Milk Bar, o Marshall, fiquei puto com isso, hein?

Alottoni:Quando eu cresci no McDonald's lá, o bicho roxo chamava shake, né? E agora ele chama Grimace. Que porra é essa? Porra, por que que mudaram o nome do meu filho? Mudaram, mudaram.

Didi Braguinha:Mas eles também sumiram do Brasil, esses bichos todos sumiram do Brasil, nunca mais deram a cara aqui.

Alottoni:O Papa Burger, né? Onde anda o Papa Burger?

Didi Braguinha:Ele era um bandido. Foi preso, né? Foi preso. Ou deve estar solto pelo Rio, algum lugar, a gente vai achar lá.

Alottoni:Ele tava sequestrando minhoca pro McDonald's parar de fazer lanche.

Azaghal:Vocês não sabem, retorno triunfal. O Rafael, ele vai ser candidato ao governo do Rio, vai ganhar.

Alottoni:Se bobear, já foi. Bom, vamos então falar da Inglaterra, que vai para Copa do Mundo do próximo mês agora, na verdade do mês atual, porque já estamos em junho no dia que vocês estão ouvindo, sem vários rostos conhecidos da galera. Afinal de contas, os meio-campistas que eram candidatos a camisa 10 Phil Foden e Cole Palmer fora da convocação, não foram convocados.

Marcelo Bassoli:Caraca, então o que que aconteceu com o Foden?

Alottoni:Porque muito mal nas últimas duas temporadas, né, muito mal. E o, mas e o Palmer? Porque o Palmer, porra, ele voltou de lesão também, nunca voltou a ser o mesmo.

Marcelo Bassoli:Exato, machucou e nunca mais voltou mesmo. Na final do Mundial de Clubes fez gol e tal. Sim, fez um bom Mundial de Clubes e não, eu achei que tinha sido por lesão que eles não tinham sido convocados.

Alottoni:Não, eles foram, eles e o Alexander-Arnold, lateral direito do Real Madrid, ex-Liverpool também, fora da seleção por questão técnica do Tuchel, né, do Thomas Tuchel, que é o treinador que inclusive é ex-Chelsea, o cara.

Marcelo Bassoli:O Grealish também não tá, né?

Alottoni:Ah, o Grealish, esse aí acabou, esse aí é papo de monstros, roubaram o poder dele, botaram na bola e tão com perna longa jogando, acabou, acabou, o Grealish não tem mais poder, não tem jeito. Mas assim, o Harry Maguire também, zagueiro conhecido por ser o horroroso da bola lá do Manchester United, também não foi convocado, que é um reforço se a gente for parar para pensar. Mas é um time, o time inglês, cara, ele é um time recheado de bons jogadores. Não teve espaço para o meio-campista do Nottingham Forest, que é o Gibbs-White, né, o Morgan Gibbs-White, que fez uma temporada excelente na Premier League. Teve uma convocação surpresa polêmica, que é o Ivan Toney, né, que é do Al-Ahli, que não jogava pela Inglaterra há 1 ano. E o veterano meio-campista ex-Liverpool, Jordan Henderson, foi para sua 4ª Copa do Mundo, surpreendendo muita gente também. Convocado ele, que já tava acabado para seleção inglesa, e de repente apareceu na Copa do Mundo. Mas dito isso, dito toda essa confusão, surpresas de convocação, ela segue sendo uma das candidatas ao título, senão uma das favoritas. Passa longe de ser descartável. E acha que ela tá no mesmo patamar do Brasil, tá?

Didi Braguinha:É, tá, tá certo. Sério?

Marcelo Bassoli:Olha aí, mas estamos falando mal do Brasil até agora aqui, pô.

Azaghal:Não, mas ó, é que o Brasil não tá no patamar do Brasil.

Didi Braguinha:É verdade, é verdade, é verdade, é verdade. Mas olha, eu descobri aqui uma pechincha, a pechincha essa daqui, Últimas Poltronas, tá em promoção, R$4.800, voo para Londres, R$4.800. Últimas, são 3 poltronas faltando aqui, se quiser, quem vai fazer agora, mas a média é 6 e pouco, tá?

Azaghal:Sabe o que que é mais impressionante, Didi? Todas essas passagens são mais baratas do que entrada para jogo dessas seleções na Copa. Tu tá de sacanagem, sério? Porra, o Ministério Público dos Estados Unidos, o Ministério Público dos Estados Unidos está investigando a FIFA por cobrança abusiva.

Didi Braguinha:Que isso, cara? 6 conto, mano? Caraca, maluco! Market. Gostei. Você queria falar free market, né? Free market de público.

Alottoni:Bom, mas vale dizer da geração inglesa, que comandada por Harry Kane, né, que para mim é o grande centroavante dessa Copa do Mundo, ao lado do Haaland. Se for pensar em dois nomes, são os dois. Mas tem o Declan Rice, volante do Arsenal, finalista da Champions. O Arsenal, aliás, tem esse, tem Saka, o Bellingham, meio-campista que não fez a melhor temporada de todas, mas é um baita jogador. O Ollie Watkins, o Anthony Gordon, que tá sendo contratado pelo Barcelona agora, o Reece James, o Guerreiro, Stones. Cara, muito jogador bom na Inglaterra mesmo.

Azaghal:Eu vou te falar que o cara se chamar Harry Kane é pica pra caralho, né? É foda, né?

Didi Braguinha:É bom, cara. É muito bom.

Marcelo Bassoli:E eu acho que ele é um cara que a galera zoa porque jogou muitos anos no Tottenham, não ganhava nada, não sei o quê. Aí foi para o Bayern de Munique, não ganhou, foi o único ano que o Bayern de Munique não ganhou o campeonato alemão, mas agora ganhou. Eu acho ele um baita centroavante, cara, ele é um puta camisa 9 assim. Para mim, melhor que Lewandowski, que também jogou no Bayern de Munique e tal. Eu acho que, eu não sei, talvez porque eles, eu não sei, acho que a galera tem uma birra com ele, uma, você gosta de jogo, ele teve a pecha de azarado por É muito tempo, né, cara? Ele é pouco subestimado, é isso que eu quero dizer, entendeu?

Alottoni:E eu acho também que ele é mesmo, mas ele sempre jogou muita bola, assim, desde que ele surgiu. E eu acho que, diferente dos outros camisas 9 paradões, ele é muito inteligente, cara. Ele é um armador. Tem hora que ele volta, tem vários vídeos dele jogando ali de segundo volante, praticamente, saindo armando jogada. Ele é muito bom de bola. E assim, pra mim, se alguém me deixasse feliz por um inglês ganhar uma Copa, seria o Harry Kane, porque eu acho ele um cara maneiro de ver jogando bola. É um cara que é gostoso de assistir ele, mano, fazendo o que ele faz. Ele é um trombador quando ele precisa ser, ele é o— mas ele não é o Haaland, que é o raçudo maluco. Ele é inteligente. Não que o Haaland seja burro, mas ele pensa mais, ele é menos instintivo, ele é mais racional nesse sentido.

Azaghal:Então, pô, é muito maneiro. A gente pensando aqui, no último episódio a gente falou que Copa do Mundo, eu lancei isso, acho que vocês concordam, né? Copa do Mundo É um campeonato com 6 seleções que podem ganhar. Na prática, por aí são 8 que já ganharam, só que uma é Itália, que eu acho que não vai, não vai. A outra é Uruguai, que ganhou nos anos 30, né, não ganha mais porra nenhuma. E a Inglaterra, não, não chega tanto, calma. Mas, mas anos, anos e anos A Inglaterra eu acho que é a que dessas aí, se ganhar, ok, tá ligado? Não incomoda, saca? Como a Argentina ganhar mais uma, como a França ser tricampeã.

Alottoni:Eu acho que se for para uma seleção que não ganhou ainda ganhar, eu apostaria em Portugal ou Holanda facilmente, assim, que são seleções que, cara, já chegaram, tem alguma tradição. Mas assim, não me incomoda elas ganharem.

Marcelo Bassoli:Assunto aqui, mas tipo, a Holanda que já teve tantos jogadores incríveis, nunca ganhou, ganhar com esses caras agora, eu fico assim, eu sempre faço essa conta.

Alottoni:É foda, cara. Então não vou falar nada de pai, depois vou falar que eu odeio Corinthians.

Marcelo Bassoli:A Inglaterra, a Inglaterra, eu acho que a grande seleção deles dos últimos, deles dos últimos tempos, que foi a de 2006, que tinha, porra, era Owen Rooney, Lampard, tipo assim, esse era o time que tinha que ter ido mais longe, não foi, né? Mas então, mas o próprio Harry Kane, sabe quantos gols eles têm em Copa? 8, igual Cristiano Ronaldo, só que ele só jogou 2.

Alottoni:Olha aí, mas fez aquele 6x0 no Panamá também, que, ó, balãozinho, tá? Ele é 6x1, né?

Marcelo Bassoli:O Cristiano Ronaldo jogou contra a, o Cristiano Ronaldo jogou Jogo contra Coreia do Norte, Portugal fez 7 gols e ele só fez 1. É isso que eu queria dizer.

Alottoni:Ele é carinhoso, tocou a bola.

Azaghal:Eu queria voltar, eu queria voltar num assunto recorrente que é Musiala e Olise. Lá vem, porque eles podiam estar jogando pela Nigéria e classificar da Nigéria e serem heróis na Nigéria, né? Porque os pais são, o pai dos dois, né, na verdade Eu acho que não são, não é o mesmo pai, mas o pai de cada um deles é nigeriano, mas só que eles são britânicos nigerianos. O inclusive, o Olise nasceu na Inglaterra, né? Então os dois podiam, os dois podiam estar jogando nessa Inglaterra, e se tivesse os dois ia ser um time.

Alottoni:É, pois é, pois é, com certeza. Apesar de achar que o Musiala, ele é, tem jogadores melhores que ele, mas eu acho que o Talvez ele estaria titularaço nessa seleção mesmo, no lugar do Rashford, por exemplo, né? Que pra mim é o lado que eu não gosto do ataque da Inglaterra, é o lado esquerdo. Porque o lado direito com o Saka, acho muito bom, velho. O Saka e o Kane se completam demais. Mas concordo super, realmente. Seria foda, né? Mas até feliz que eles não estão, né? Se bem que o Olise também foi jogar numa França que o que não falta é atacante também. Vai tomar no rabo, né? Muito cara foda. Mas... Vamos ver então. Aliás, vale dizer, né, que a Inglaterra fez uma campanha de 100% nas eliminatórias, 22 gols a favor, zero sofridos, sofreu nenhum.

Azaghal:Só tinha Sérvia, né, no grupo. Só tinha Sérvia. Albânia, Letônia, Andorra e Sérvia. Andorra é o país, o JP já foi para Andorra. Olha, ele falou que se você não se não ficar ligado, você sai do país dando uma volta, tá ligado? Você vai passear, aí tu vai andando assim, de repente, porra, já tô na Espanha!

Alottoni:É tipo paquetá, só que sem esquema de aposta.

Marcelo Bassoli:Mas ó, essa pegou, cara! Ganhou apertado de Andorra, foi 1x0 só, hein?

Alottoni:1x0 e 2x0.

Didi Braguinha:É, mas O país é pequeno, Andorra, é, e o aeroporto deve ser complicado também porque a passagem para lá é 15 conto, maluco.

Alottoni:Puta merda, você não precisa pesquisar a passagem.

Didi Braguinha:O lugar já não é conhecido, ainda vai dificultar o maluco de conhecer a parada, porra.

Azaghal:É porque É, porque pra tu ir direto pra Andorra, o avião é teu, né? É só você indo pra lá.

Alottoni:Só é, pode crer. Tem que pagar caro. Bom, vale dizer que a seleção inglesa, que fez essa campanha toda na reta final de preparação pra Copa, perdeu para o Japão por 1x0 no último teste antes da convocação derradeira, 31 de março. 1x0 Japão. A pergunta que dá pra fazer é se a Inglaterra vai pipocar como sempre pipoca, né? Espero que sim. Essa é a parada, porque você ter um resultado revés contra o Japão com uma geração dessa, num trabalho sólido do Tuchel, é um sinal de alerta, assim, pelo menos pro torcedor. Meu querido amigo Luca Viana, filho de Herbert Viana, inclusive, que é meio inglês, né, por parte de mãe. O cara fica desesperado pensando: "Pô, será que mais uma vez não vai come home?" de futebol. Se fosse apostar, é difícil, tá difícil de caminho.

Marcelo Bassoli:Não, mas se Lian Gallagher está triste, eu estou feliz.

Alottoni:Então, exato. E vamos falar de uniforme. Uniforme branco clássico da Inglaterra. É bonito, é bonito, é bonito. Eu gosto do símbolo da Inglaterra também, do escudo, né, com os 3 leões. É lindo demais, acho, pô, é um grande escudo. Tem o chifrinho, É o mesmo molde ali dessa camisa.

Azaghal:Podia ser a bandeira, né?

Alottoni:Podia ser a bandeira, podia, né? Cruz, né? A cruzona aqui, ó. E o reserva me lembra muito os reservas de 98 e tal.

Marcelo Bassoli:Lindo o reserva, lindo, bonito também.

Didi Braguinha:Mas ele pagou mamilo, vai tomar no cu, pelo amor de Deus. É mamilinho, tá parecendo mamilinho na camisa. Desculpa, não, na moral, cara, o malandro jogador de futebol vai ficar correndo com essa blusa, o mamilo roçando na camisa, vai se foder. O foda que o Harry Kane Ele é...

Marcelo Bassoli:Eles jogam com topzinho de time.

Alottoni:Ah, é verdade, é verdade. É Sutian, Sutian jogador.

Didi Braguinha:Pensei que fosse ele e o Bernard Dowski, que colam uns paradrapos.

Alottoni:É que é muito difícil querer torcer pelo Harry Kane com essa cara de USA, gente, que ele tem, né, cara? Essa cara de vilão. Capitão Paca. Caralho, é muito, cara. É um ódio. Mas eu gosto do Harry Kane. Porque é legal, porque ele tá de boca fechada, ele tá assim. Mas vamos lembrar que ele é britânico, a hora que ele abrir a boca, não tem muito tempo. Tem uns 10. Uma meia dúzia só. Média de madeira e tá tudo certo. Bom, tá aí o Harry Kane, bonito uniforme. O símbolo da Confederação Inglesa é bonito, né?

Azaghal:Os três leões. É bonito, é bonito. Então acho que agora o Marcelo não tá perguntando se tinha leão na Inglaterra, né?

Marcelo Bassoli:É, não, porque daí eu já sei que não tem, né? Porque esses putz são tipo os Lannister, não tinha leão lá também. Eles usavam.

Alottoni:Olha esse terceiro leão dando tchauzinho, que simpatia, carisma, vai!

Didi Braguinha:Aí, na moral, esse terceiro não coube na parada, eles tiveram que reduzir no paint, né, para poder caber. Ele tá meio amassadinho ali embaixo, mano. É um filhote, porra. Todo dobradinho. Porra, será? Aí parece ser um filhote, mas pode usar.

Azaghal:Não é filhote não, tem juba, caralho.

Alottoni:É o João Vicente do Porta dos Fundos lá, que ele falou que é o leãozinho do Caetano Veloso, pô.

Azaghal:É ele mesmo.

Didi Braguinha:Excelente, pô!

Alottoni:A narrativa é tudo, né? Pois é. Bom, Panamá. 8 anos depois, o Panamá retorna à Copa do Mundo num cenário diferente da estreia. Afinal de contas, se em 2018 tudo era novidade, tudo era festa, inclusive o gol feito no 6x0 contra a Inglaterra, que virou 6x1, e o planeta parou pra celebrar o gol do Panamá, eles agora tentam ficar um pouco mais ambiciosos, porque afinal de contas Sem Estados Unidos, México e Canadá nas eliminatórias, os canalheiros aproveitaram o momento ruim da Costa Rica e protagonizaram a CONCACAF. Então, dentro daquela confederação de futebol podre que existe na América do Norte, o Panamá, de certa forma—

Azaghal:Panadá.

Marcelo Bassoli:Panadá, né? Eu descobri, vendo sobre as eliminatórias aí da CONCACAF, que o Panamá se classificou, descobri que o Suriname E a Guiana, que são países que fazem fronteira aqui com o Brasil, né, são países da América do Sul. Eles são, eles jogam pela CONCACAF, eles não jogam. Tu descobriu agora que eles jogavam pela CONCACAF? Sim, eu achei que eles não jogavam.

Azaghal:Achei que tu já viu, já viu o Brasil e Suriname alguma vez, Marcelo?

Marcelo Bassoli:Não, mas eu achei que eles não, não, Brasil e Guiana, eliminatórias da CONMEBOL, Brasil e Guiana, eles nem tentavam, entendeu? Não tinha seleção.

Didi Braguinha:Achei que ia ser futebol. Guiana Francesa eu também achava que não tinha não, porque eu achei que ela tinha que ser jogada para França.

Azaghal:Não, é Guiana Francesa não joga, é Guiana mesmo, que é antiga Guiana Inglesa, holandesa.

Marcelo Bassoli:Não, Suriname não era antigas holandesas lá? O Suriname não era? Os caras jogam? Era Guiana Holandesa.

Azaghal:Caraca, Guiana é a região ali, aquela região é Guiana. Quando foram os europeus foram colonizando, foram cada um pegando a sua parte da Guiana, e aí ficou a Guiana Inglesa a francesa e a holandesa, que virou Suriname.

Marcelo Bassoli:Então, mas ele achava mais jogo eles tentarem na América do Sul aqui, talvez. Então será que não?

Azaghal:Que isso, não tem chance.

Alottoni:Jamaica, Panamá, Brasil, Argentina, Colômbia.

Marcelo Bassoli:Não, mas porra, lá não tem vaga nem com um trem.

Alottoni:Mas aqui a Bolívia para eles é bicho papão, mano. Eles vão jogar contra Bolívia, eles vão apanhar.

Marcelo Bassoli:Nossa, você tá menosprezando o grande Suriname aí, que com certeza Atenção Suriname, veio me pegar, pô!

Azaghal:Fazer o quê? Marcelo, olha o grupo do Panamá: Nicarágua, Guiana, Montserrat e a esquecida Belize, que é Desafeto do Bad Bunny. Ih, caralho!

Alottoni:Isso, mas isso na segunda fase, que na terceira fase eles pegaram Suriname, Guatemala e El Salvador. Essa foi a fase errada.

Marcelo Bassoli:Suriname ficou em segundo, fala deles.

Alottoni:Em segundo, exato, chegou a Chegou a cogitar a repescagem, mas não ficou como um dos melhores segundos. Enfim, mas o Panamá que tem como craque do time Adalberto Carrasquilla, que já foi sondado pelo Botafogo, que não quer dizer nada, que afinal de contas se bobear a gente já foi, né? Se olhar direitinho nessa fase que o Botafogo tá agora, é capaz deles estarem cogitando em contratar um de nós. Mas ele foi eleito o melhor jogador, Bola de Ouro da Copa Ouro de 2023, que é tipo a Copa América ali da América do Norte Central. E ele foi eleito o melhor jogador da CONCACAF também, enfim, é um jogador que tem alguma relevância, principalmente nesse ciclo em que Estados Unidos, México e Canadá não jogaram as eliminatórias. Mas assim, a verdade é que os panameios querem dar trabalho pra Inglaterra, pra Croácia e tal. Tem o Thomas Christensen, que é o treinador, encaixando um time. É um time que jogou Copa América, né, o Panamá, recentemente e tudo mais. Não é um time desprezível por si só, mas é muito abaixo.

Marcelo Bassoli:Não vai dar nada, né? Não vai dar nada, né?

Alottoni:Não dá. E assim, se for parar para pensar, estreia contra a Gana, vale tudo mesmo, porque qualquer um dos dois que vencer ali tem uma chance em não ser tão goleado contra Inglaterra e Croácia e tentar classificar nos melhores terceiros. Vai ser muito difícil.

Azaghal:Eu queria saber como esse Thomas Christensen chegou no Panamá. Qual foi o jogo?

Didi Braguinha:Panamá escala para qualquer lugar do mundo, então chegou, ele acho que deve ter ficado lá. Foi de Copa, né?

Marcelo Bassoli:Foi de Copa Airlines.

Didi Braguinha:Ele foi de Copa, ficou ali. Está no Panamá, pronto.

Azaghal:Ele é dinamarquês e espanhol. Ele chegou a fazer um jogo pela Espanha, pela seleção espanhola, em 93, e ficou por aí. E como é que ele foi parar no Panamá, velho?

Alottoni:A lavagem, né? Panama Papers.

Marcelo Bassoli:Foi ver a cruza lá do cara.

Didi Braguinha:Pô, mas ó, nesses dois, nesses dois, nessas duas chaves temos aqui aqui a passagem mais barata de todas, né, como já imaginado, que é, pô, temos aqui voos a R$2.500, por exemplo.

Azaghal:Aí o Marcelo chutou e acertou.

Alottoni:E o Panamá tem sido um dos destinos favoritos brasileiros. Ah é?

Didi Braguinha:Que legal, cara.

Alottoni:É o Caribe, né, o Caribe ele virou moda, né, para o viajante brasileiro.

Azaghal:Foi lavar ali um negócio, né, Marcelo.

Alottoni:Bom, antes que a gente se complique, vamos ver aqui os uniformes do Panamá.

Didi Braguinha:E que isso, tem gola essa blusa aí?

Alottoni:É, porra, essa tem uma golinha. Ele parece o da Inglaterra invertido, né?

Marcelo Bassoli:Esse maluco tá na fila do Outback aí, vida.

Alottoni:Ele tá cansado, esse cara é jogador, ele tá de calça jeans, pô. Com certeza tá na fila do Outback. Mas assim, eu acho bonito o uniforme, tá, da Ribóquia, que meio classicão, parece o inglês falando diretamente de 98.

Azaghal:Marcelo, se tivesse a bandeira, seria uma das, seria uma das, dos uniformes que você falou que são únicos, que a bandeira do Panamá é um quadriculado branco, vermelho, azul e branco, e as estrelinhas.

Marcelo Bassoli:A galera da Áustria ali, sei lá, sei lá, mano, não gostei.

Alottoni:Não, aqui é um papagaio, é uma galinha.

Marcelo Bassoli:Tudo bem, mas é um passarinho.

Didi Braguinha:Eu gosto de galinha para caralho, mas porra, pelo amor de Deus, como muito europeu esse, né?

Azaghal:Eu gosto de galinha para caralho.

Didi Braguinha:Eu tenho um sonho, eu tenho um sonho, já verifiquei no meu prédio se o código do condomínio lá, a convenção do condomínio, permitia que eu tivesse uma galinha na minha varanda. Não deixava. Inacreditável. É, tive que perguntar se eu podia deixar na minha vaga. Pois é, mas lá tá complicado, lá tá complicado, tá com os caramujos lá de merda, e aí pode matar a bichinha.

Marcelo Bassoli:Aqueles africanos, caramujo, tá foda lá. Galinha-de-angola mata até escorpião.

Azaghal:Informação: a ave símbolo nacional do Panamá é a harpia, aquela águia que tem no Brasil.

Didi Braguinha:Caralho, eles têm uma criatura do Monsters Manual!

Marcelo Bassoli:Caralho, é a maior ave de rapina do mundo, né?

Alottoni:Cara, o animal que a primeira vez que eu vi ao vivo num zoológico, num bagulho assim, eu nunca senti tanto medo na minha vida. Que a primeira vez que eu vi o marpia.

Didi Braguinha:Não quero menosprezar você não, pelo amor de Deus, mas você nunca tomara revoada de um bando de quero-quero que tavam zoando você no jardim. Tu nunca viu um quero-quero botar um ovo no jardim na frente da tua casa? Olhando para você, o filho da puta, botando ovo lá. Vou botar ovo aqui mesmo, no jardim, na tua frente mesmo, filho da puta.

Azaghal:Agora esse jardim é meu, tudo daqui é meu. Quero, quero. É muito territorialista, né? Muito, porra, muito. É o terror dos campos de futebol, inclusive.

Alottoni:Exatamente. Uma vez eu tava num aniversário de criança aqui em Araraquara e a gente foi jogar bola. Eu fui buscar a bola que caiu ali atrás, né, do gramado, né? Aí eu peguei a bola e a hora que eu vi o Quero Quero Ver atrás já naquela rasante, a hora que ele veio voando na minha direção, eu tive uma reação que foi pular e eu matei o Quero Quero no peito. Pulei aqui, cara, ele veio direto no meu peito. Pô, ele vai matar você assim, pô. É porque ele ia vir na minha cara, eu pulei pra cara dele, saí.

Marcelo Bassoli:Eu não falei, mano, tá vindo um bicho voando na tua direção, em vez de se abaixar você pula?

Alottoni:É o John Wick, pô. Eu pulei, me protegi, minha reação foi só, matei no peito. Aí fui eu para um lado, quero quero para o outro, e o animal tem o olho vermelho, né? O animal peçonhentíssimo, quero quero, violento, caralho.

Azaghal:Isso aqui virou realmente um programa esportivo de velho. Olha, tô me lembrando de uma Copa do Brasil que o Flamengo foi jogar em Manaus, e aí o Silvio Luiz fala assim, tava um jogo, tava horrível. E aí ele olha assim, falando: tem uns pássaros muito bonitos aqui, ó, sobrevoando o estádio. Vou perguntar aqui, ó, o repórter de campo. Fulano, vê se você descobre aí que pássaros são esses, são maravilhosos, não sei o quê. Aí o cara vai: eu vou perguntar aqui para o policial. Aí vai lá: o amigo, esses pássaros aqui que estão sobrevoando o estádio, que pássaros são? Aí o policial olha assim: urubu.

Didi Braguinha:A beleza tá nos olhos de quem vê, irmão.

Alottoni:É isso, é isso. Uniforme reserva do Panamá, não dá para ver direito na foto, mas tá aqui, ó, o rapaz que tem muito, tá mostrando o pacote ali, ó, o pacote ali, ó, na cara do cara. Olha esse boneco, caralho! Gostei, mas achei simpático os uniformes, tá? Achei esse país louco.

Azaghal:Os caras de calça jeans, velho, que parada é essa?

Alottoni:É uma merda. E eu não achei foto dos jogadores, tá, com esses uniformes aqui.

Marcelo Bassoli:Eu procurei. Não parece uniforme de time da América Latina aqui, parece time europeu esses porra.

Didi Braguinha:É verdade, isso é verdade.

Alottoni:Atenção, emoção, plantão, meu pau na sua mão, vai começar o Jornal do Menino. "O nenê." "O nenê sim." Boa noite, eu sou o Nenê e este é o Jornal do Nenê. O Brasil goleou o Panamá por 6x2. Um resultado expressivo, maravilhoso. E toda a torcida brasileira queria uma performance daquela. Belo gol de Vinícius Júnior em bela roubada de bola do Casemiro. Depois, belo gol do Casemiro em belo lance de Vinícius Júnior. Um gol acidental do Panamá, com desvio na barreira. Chegou a ficar 1x1 o jogo, mas beleza. Talvez o pior momento do Brasil no jogo tenha sido enquanto tava 1x1, mas logo fizemos 2x1. No segundo tempo, o Ancelotti trocou 10 pessoas, mudou o time inteiro. E o time reserva deu um show. Oi, boa noite. Teve gol do Ryan, aquela noite. Também teve um golaço do Igor Thiago, depois de uma bela caneta. Um chutaço do Paquetá, com desvio, mas um belo gol. E um lançamento incrível do Paquetá, pra mim, melhor em campo. Pra uma jogadaça do Danilo Santos, que tá cravando sua vaga de titular, implorando, pelo amor de Deus. Que driblou o zagueiro, matou o goleiro e chutou pro gol. Depois teve uma bomba indefensável do Panamá também. Que eu não acho que o Ederson falhou. Mas ficou em 6x2. Vai ter o próximo amistoso no próximo sábado contra o Egito. E o programa que vem é especial Seleção Brasileira. Então, vou deixar pra fazer os comentários sobre esses dois jogos, com o Tucano, com o Marcelo e com o nosso próximo convidado, no programa que vem. Mas não pude ignorar o fato de que a seleção goleou e já viajou, já está em terras americanas pra se preparar pra Copa do Mundo. Voltamos agora com o Jovem Nerd Esporte Clube. E semana que vem tem mais comentários sobre o Brasil.

Marcelo Bassoli:Didi, aproveitando que o senhor está aqui pela primeira vez, é uma honra tê-lo aqui no nosso programa, e o senhor está ostentando uma cabeleira inacreditável. Eu selecionei aqui grandes cabeleiras da história das Copas do Mundo, certo? Então eu selecionei algumas cabeleiras aqui e eu vou provar, eu vou provar para o senhor.

Azaghal:É o Zagueiro da Rocha?

Marcelo Bassoli:Não, é o Leonardo Cuellar. Da do México em 78, mas eu vou provar para vocês que a Copa de 94 tinha os melhores penteados. Então esse aqui é o Leonardo Cuéllar, certo? Aí depois dele, Junior.

Didi Braguinha:Caraca, isso é 94? Não, isso aí é 82.

Marcelo Bassoli:Aí tivemos também da Nigéria Taribo West, 98, sensacional aí, performático, Ronaldo Fenômeno. Né, esses são clássicos. Agora eu vou para Copa de 94, que tem os melhores penteados. Então temos aí Henrik Larsson da Suécia. Vai analisando aí para o senhor eleger aqui. Beleza. Então temos aqui o Henrik Larsson, temos Higuita, falamos dele aqui, maravilhoso.

Azaghal:Esse aí é, caralho, se ele manda um, um outro da Colômbia aqui, que é o Álvarez também, se ele manda um Soul Glow, é O Álvares, ele lembra aquele músico brasileiro, como que ele chamava?

Didi Braguinha:Porra, esqueci. Esse cara parece o Lúcio na década de 70. O Zé Ramalho.

Marcelo Bassoli:Exatamente, parece muito Zé Ramalho com o cabelo do— pô, como chama aquele outro? Não é o Bocchior.

Didi Braguinha:É o Caldas. Não, também não. Luiz Caldas.

Marcelo Bassoli:Não vou lembrar agora, mas deixa aí nos comentários. Temos incrível Marcelo Balboa, com seu cabelinho de Chitãozinho Chororó. Foda, né?

Azaghal:Seu cabelinho de redneck pesado.

Marcelo Bassoli:É, pesado, malitição. E essa bigoda, né? A bigoda.

Didi Braguinha:Tem um brinquinho ali do lado esquerdo. Roberto Baggio. Esse cabelo do Baggio.

Marcelo Bassoli:Com rabicó.

Alottoni:O melhor apelido de jogador que já teve é o Rabinho Divino, né? Muito foda, né, esse apelido do Baggio na Itália, né?

Didi Braguinha:Esse é o apelido dele? Caraca!

Alottoni:É, na Itália. Divino Codino. De vinho. Exatamente.

Marcelo Bassoli:Temos aqui Alan Sutter da Suécia, que era uma parada mais heavy metal.

Didi Braguinha:Ó, Fabian, meteu o Fabian.

Alottoni:Caraca, o que é heavy metal? Isso aí é malhação total, malhação 100%. Fabian, Fabian. Colírio. Temos Lala Sutter.

Didi Braguinha:Ah, é chato, eu lembrava desse cara.

Azaghal:Ele tinha uma banda grunge.

Marcelo Bassoli:Isso. Alex Vargas. É verdade, cara.

Alottoni:Chamava Visconde e os Sabugosas, né, a banda dele. Puta que pariu.

Marcelo Bassoli:Ele fazia dupla de zaga com Marcelo Balboa, que eu mostrei agora pouco aqui. Ivanović, saudoso Ivanović aqui.

Alottoni:Ele, cara, do Matias Pinto, né, do Matias Pinto, cara.

Marcelo Bassoli:Que pariu! É que ele tem a barba do pescoço aqui também, ele deixava tudo. O Azaghal não gosta disso, é que Mas o Ivanovi não liga para o Azaghal, ele olha o olhar dele, vai te matar.

Alottoni:Vale dizer que uma galera de São Paulo fez uma taça chamada Trifon Ivanovi aí, ó, em homenagem. Esse grande, a galera das publicidades, jornalismo, aquele grande público.

Azaghal:E aqui para mim, que é o top 1, peraí, o Paulo Derrama.

Didi Braguinha:Meu irmão, porra, existe escolha? Não tem escolha.

Marcelo Bassoli:Eu tenho uma missão rosa aqui para você falar, mas o cara só trouxe os cabeludos. Não, tem o Letikov também.

Alottoni:Na moral, na moral, esse cabelo na testa é muito foda, é um pompom, é um pompom.

Azaghal:O cara tem que se garantir muito, né, cara? O cara tem que ser chinfras para ele fazer isso.

Alottoni:O cara tem uma barbicha em cima, cara, é muito foda.

Azaghal:O Cavanhaque, ele é aqueles desenhos, sabe, que você inverte e fica outra pessoa.

Didi Braguinha:É o seu coelho, é o pato, é a gostosa velha. Muito bom. Mas acho que a cabeleira mais simbólica é do Valderrama. Se eu trouxe excelentes cabeleiras aí, mas o Valderrama, meu amigo, porra, cara, é muito foda porque era maravilhoso, cara.

Alottoni:Eu acho que o Lance do Valderrama que me pega muito é que, além de tudo, é uma cabeleirona loira, né, cara? Porque, tipo, isso deixa ele super sad mesmo, tá ligado? É tipo Twisted Sister, né, cara?

Marcelo Bassoli:Caraca, cara, que era um bigode preto. Então assim, ele tinha uma quebra, né?

Azaghal:A cabeleira e barba do Didi é Sebastián Chabal, jogador de rugby da França.

Didi Braguinha:Da gravação, cortou o cabelo, pô? Cortei, pô, botei aqui, fiquei jovem, botei, mudei o cabelo. Caraca, muito foda, pô. Bom, porra, você baixou o chabal, é mendigo style pra caralho, né, cara?

Azaghal:Ele é gigante.

Didi Braguinha:Caraca, maluco, porra, eu vi a foto dele aqui mesmo, maluco, cara, é Hardcore, maneiro.

Alottoni:Turma, o negócio é o seguinte, hein, estamos então encaminhando para o fim do jogo, finalmente, olha aí, chegando ao fim. A pito árbitro, fim de jogo! Gritaria, que eu gosto muito da gritaria. Semana que vem, último episódio do Guia da Copa, especial sobre a seleção brasileira com convocada, analisando os amistosos aí que já vão ter passado, vamos preparar para o início da Copa. Quem será que vem como convidado ou convidada na semana que vem? Deixa o seu palpite aí nos comentários do episódio. Então vamos de top fan com seu primeiro top fan, Marcelo Bassoli. Top fans do Marcelo Bassoli!

Marcelo Bassoli:Queria mandar um abraço para toda a galera do grupo 10 Jardas, que é o grupo do JP ali, que a gente fala de futebol americano e tal. Eu estou nesse grupo e a galera lá, muita gente boa, gosta muito de futebol também. Quem fez a cobrança foi o Leandro Donda, mas toda a galera lá tem um monte de gente boa lá, maluco pra caramba. E então abraço para eles e um abraço também para Pedro Aramis, que mandou no meu Instagram. Ele que participou e trabalhou na produção do Brasil 70, que é a série que vai sair agora na Netflix. Sobre o tricampeonato do Brasil. Ele, enfim, falou que o— pera, corta essa parte aqui que eu me embaralhei, mas assim, não, não, não, não, não, deixa.

Azaghal:Aí é foda, né?

Marcelo Bassoli:Mas ele falou que o produtor do elenco da série é o Oscar Gabriel Domingues, que foi indicado ao Oscar pelo Agente Secreto. Então é uma série aí que eu tô ansioso para assistir também. E o Pedro Aramis, ouvinte aqui, participou da produção também, então um abração.

Alottoni:Bom demais! Valeu, inclusive tô ansioso pra assistir, hein? No dia que a gente tá gravando aqui, falta um dia pra lançar a série, tô bem ansioso pra ver. Bom, top fãs do Tucano. Top fãs do Tucano!

Azaghal:Caralho, muito bom. Meu top fãs vai pro Luiz Guerra, que... Me mandou o top fans no WhatsApp, fã de todos nós aqui, e que inclusive é primo da Tupá Guerra, historiadora e demonóloga. Vai o top fans para os dois então, para os primos.

Marcelo Bassoli:Um abraço aí para vocês. Safado, né? Grande Tupá.

Azaghal:Não, não, não, não, não confundiu, confundiu.

Alottoni:Não, não, não, não, não, mas tudo bem. Bom demais! Vou mandar meus top fans aqui também. Esse é o top fans do Um grande beijo pra Camille Albuquerque, minha querida, que é lá de Berlim, que conheci quando fui visitar Berlim alguns anos atrás. Artista, pintora, tem um quadro dela aqui na minha parede. E ela mandou, lembrei agora, de presente, você pode me mandar. Foi aniversário dela esses dias. Parabéns, então, pra Camille. Um gemidão em alemão no TopFans do Vidani. Olha aí! Ela escreveu aqui: "Hier sind alle Nachrichten von Vidani's TopFans." Não sei se são de direito. E aqui o gemido, ai, um gemido para você em alemão. E para Ju Sonora também um gemidão. E tem um gemido aqui de um top fã, do querido, cadê aqui que eu tinha anotado, Matheus Santos mandou: o hambúrguer Príncipe Vidani da Seven Kings precisa de jalapenho para soltarem um ai, que picante, toda vez que a mãe dele é eleita, cara. Já fica a galera querendo mandar os seus ingredientes.

Marcelo Bassoli:Bota no bingo também no programa aí, Tucano.

Alottoni:Pô, Didi, é pedir demais querer que a galera vá me comer na Seven Kings? Porra, caraca, eu tô no tema, é príncipe.

Didi Braguinha:Você comeria o príncipe, Dani? Você podia fazer um prato com um prato kids, cara, aquele pequenininho.

Marcelo Bassoli:Tem que fazer 5 minutos para o Didi poder comer, porra. Exato.

Didi Braguinha:Mas não pode dizer aquela porcaria é só carne, não, tem que Tem que fazer o pãozinho, porra, que a galera bota salada e pão, vai todo no cu. Tem que fazer o pãozinho, porra.

Alottoni:E Didi, você não fica sem nesse programa, tudo que tem para nós tem para você, afinal de contas, TopFans do Diogo Braga. Esse é o TopFans do Didi Braguinha. Olha o trabalho, cara. Olha o trabalho. Manda seus abraços.

Didi Braguinha:Quero mandar um abraço especial para minha mãe, para meu pai. Meu pai não, que morreu. Mas para minha mãe, mentira, brincadeira, peguei deselegante, pesado, pesei o clima. Mas já tem tempo, tá tranquilo, tá todo mundo de boa com isso, é a vida, foda-se. É, porra, para minha mãe então só, que tá aí, ficou viúva. E porra, tô me sentindo agora Narcisa falando merda. Caralho, não quero mandar bicho para ninguém, irmão, tá tranquilo. Devo passar, tá, vai dar merda.

Alottoni:Só pro vizinho do Didi, que agora tá com uma coquinha gelada bem trincando na cama dele. Muito obrigado pela presença. Acompanhe Didi Braguinho em todos os cantos que ele tá aí produzindo coisas pela internet inteira. E muito obrigado, Didi. Mas antes de mais nada, Marcelo, temos trivia, né? Temos. Então, vambora! Oh, que belo, oh, que belo é a trivia do Vou trazer o Didi sempre, se divertiu com todas as vinhetas do programa.

Didi Braguinha:Porra, maravilhoso, meu irmão. Isso aqui é, tem que entrar no Museu da FIFA, maluco. Essa porra, sei lá, caralho, acervo de áudio da FIFA tem que ter.

Marcelo Bassoli:Ia ser incrível. Ó, já que como Didi veio no programa hoje e ele torce para América do Rio de Janeiro, eu trouxe uma trivia temática. Então eu quero saber dos senhores quais são as seleções que mais sofreram gols em uma única edição de Copa do Mundo. Conforme foi do programa passado, não adianta chutar tipo, ah, Letônia, sei lá. Tem que falar a seleção e o ano da Copa que vocês acham que ela deixou a desejar. Suíça de 54, e caralho, não tá, não tá na lista, caralho.

Didi Braguinha:Caraca, vocês já falaram de um time aí que tomou de 9 a 0.

Marcelo Bassoli:Chutou bem, chutou bem, mas não foi, não foi. Mas tem a Suíça, eu vou dar uma lambuja aqui. A Suíça, a Suíça... Ô meu Deus, não, não tem a Suíça, eu li errado aqui. É a Suécia. Tá bom. A Suécia de 1950 é a top 2, tomou 15 gols em 5 jogos. Foi bem? Caralho!

Didi Braguinha:3 gols por jogo, hein. Pô, parece uma América aí, bem temático, viado. Exato, exato.

Alottoni:América mesmo, pode crer, América. Eu acho...

Marcelo Bassoli:É 15 gols em 5 jogos, é a segunda maior marca.

Alottoni:Eu tô pensando no Brasil de 2014 porque acho que ele tomou uns 10, 11, né?

Marcelo Bassoli:Mas eu não sei qual dos 7 jogos. Brasil de 2014 é o top 5, tomou 14 gols em 7 jogos.

Azaghal:Imaginei. Porra, tô triste. Tomou no terceiro e quarto também, né? Tomou também.

Alottoni:É, pensei nisso, falei, cara, tomou 10 gols nos últimos 2 jogos da Copa, porra.

Didi Braguinha:Nossa, são 10 gols aí, caraca. Essa foi um momento muito triste para a gente, né? Puta merda, cara.

Azaghal:Pode ser a seleção que ainda não foi, tipo Curaçao 2026, é top 5, certeza.

Marcelo Bassoli:É a trivia precog, porra, você tá chutando, né?

Didi Braguinha:Não, mas vocês não falaram de um time que tomou de 9 a 0 e o maluco falou: se tomar de 4 eu mato vocês, eu não vou deixar de voltar.

Marcelo Bassoli:Mas é que jogou menos jogos, né? Não passou da da fase, aí acabou não—

Didi Braguinha:o cara tomou 9-1.

Marcelo Bassoli:É um bom chute, mas não, Zaire não está na lista. Eu vou trazer aqui, é curioso, o top 4. E desculpa, tem 1, 2, é isso. Então Brasil é o top 5 com 14. A Bélgica de 1986, que foi um time, né, que teve uma relevância ali na época. E o goleiro era pica, era o Fafi, não era o Prodome?

Azaghal:Era o Fafi, não era? Pode ser, pode ser.

Marcelo Bassoli:Mas tomou 15 gols também, de 90. Isso, 90, 94. Tomou 15 gols também, mas em mais jogos, então a média é um pouco menor, por isso que tá em 4º lugar. A França de 1958, que teve um dos melhores ataques Teve o Justin Fontaine com 13 gols ali também, mas também teve uma defesa que não ajudou, tomou 15 gols também em 6 jogos. Só falta só o top 1, time que mais sofreu gols.

Alottoni:Cara, mas aí eu ia chutar esses times aí de 50 e pouco por aí, porque no fim das contas é quando o placar era mais elástico e tudo, né? Pensando em finalista. Não é Alemanha não, na Alemanha não vai ter sido, pragmática pra caramba. Nossa, não vou adivinhar nunca.

Marcelo Bassoli:Ó, o Tucano falou da Copa de 54. Chutou a Suíça. Não foi a Suíça, foi a Coreia do Sul, pô, que foi a primeira Copa da Coreia do Sul, tá? Em homenagem ao Didi aí também, que tá torcendo para Coreia do Sul aí. Foi a primeira Copa do Sul, tava no meio da Guerra da Coreia ali, ou tinha, né?

Azaghal:É isso que eu ia falar, já tinha Coreia do Sul, caraca!

Marcelo Bassoli:16 gols em 2 jogos, 9 a 0, né, irmão? 8 gols por jogo aí de média na Copa de 54. A Coreia do Sul, time mais vazado em uma única edição da Copa do Mundo.

Didi Braguinha:Caraca, e tomou de 7 a 0.

Azaghal:E o voo é R$7.500.

Didi Braguinha:Olha aí, vamos ver BTS lá, caralho. Porra, o preço do ingresso, tu vai e volta, porra. Que isso, ainda, né?

Marcelo Bassoli:É isso, não dá.

Alottoni:Vocês estão muito bem, Marcelo. Excelente trivia hoje, eu vou dizer. Hoje foi nível hardíssimo, né, cara?

Marcelo Bassoli:Vocês tomaram um gol.

Alottoni:Eu meti o Brasil 2014 para dar um— tá bom, fiz o meu golzinho, vai. Tomei pau, mas fiz um gol do Oscar. Exato, gente. É isso então, com grande prazer que encerra a transmissão do Jovem Nerd Esporte Clube. Trago aqui o nosso apito final, espero todos vocês no nosso próximo episódio. Alegria e tranquilidade, até a semana que vem. Valeu! Esse episódio do Jovem Nerd Esporte Clube foi editado inteiramente por mim, Príncipe Vidani. Ah! Semana que vem tem o último Guia da Copa e a partir de sexta-feira começam os programas diários. Beijo, um queijo, vejo vocês lá!

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