NerdCast 1023 - 25 Anos de O Senhor dos Anéis no Cinema
Lambda lambda lambda, nerds! Nós estávamos lá... Estávamos lá 25 anos atrás...
No NerdCast de hoje, Alottoni, Marcelo Bassoli, Tucano, Carlos Voltor, Portuguesa e Azaghal retornam à Terra-Média para celebrar os 25 ANOS de estreia de O Senhor dos Anéis nos cinemas!
Vamos falar sobre o MILAGRE cinematográfico de Peter Jackson, suas irretocáveis inovações tecnológicas e por que a franquia segue viva e eternamente acesa como uma chama de esperança nos nossos corações nerds.
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- O Senhor dos AnéisImpacto cultural da trilogia · Inovações tecnológicas de Peter Jackson · Adaptação dos livros para o cinema · Personagens e suas evoluções · Trilha sonora de Howard Shore
- Efeitos Especiais e TecnologiaUso de câmeras virtuais · Desenvolvimento de software para simulação de batalhas · Efeitos práticos vs. digitais
- Personagens principaisFrodo e sua jornada · Sam como o verdadeiro herói · Boromir e sua redenção · Gandalf e sua sabedoria
- Cenas icônicasA cena do Balrog · A destruição do Anel · A coroação de Aragorn · A cena da festa de Bilbo
- Mentoria e InfluênciasImpacto no cinema moderno · Influência na cultura pop · Recepção crítica e popular
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Landa, landa, landa, nerds! Aqui é o Alexandre Antônio, do Jovem Nerd. Nem todos que vagam são vagabundos.
Aqui é o Marcelo e eu estava lá há mil
anos.
Estávamos
lá. Aqui é o Tucano e já fazem anos.
calma. Eu sinto como se fosse Exato,
a impressão é essa. Aqui é Carlos Voltor e faz tanto tempo que eu tô achando que o Sauron venceu.
Já voltou de novo. Já acharam o anel. E já tá no dedo de quem não pode.
Pois, aqui é portuguesa. I passed the test.
Ai, pois é. I
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Ai, eu quero também ficar pequenininho pro West.
Cara, eu falo isso toda
vez.
Eu
falo isso toda vez que eu resisto comprar alguma coisa. Toda vez que eu quero comprar alguma coisa e eu não compro, eu falo, I pass the test.
Porque
o André, toda vez que vem uma novidade, abre os braços, né? Instead of...
I'm a queen! Eu tenho orgulho de continuar sendo Galadriel. GALADRIEL
E o Remain
Galadriel Aqui é a Azaghal E eu não passei no teste nessa Mega Compra Comi o ar
anos
com os anéis Deixei um dinheiro Na Mega Burra
Muito bem nerds, estamos aqui Reunidos para Relembrar, para falar de anos São anos da estreia de A Sociedade do Anel
Nos cinemas e nós estávamos lá. Nossa Senhora. O começo do sonho. O começo do sonho que terminou tudo ótimo. Com Oscars.
Depende de onde você fala que terminou, né? Depois teve os três Hobbits. Os Anéis.
A
gente
determina onde acaba. É tudo apêndice depois. São outras histórias, outros livros. Os
Anéis tirou todos os Oscars de Cidade de Deus, né?
A Cidade de
Deus concorreu junto com o Senhor dos Anéis no Oscar Mas
aí a culpa é do Meirelles também, né? Escolheu o momento errado Escolheu errado
Esperasse um
pouco
mais
Esperasse três anos E veio
Canelada
Muito bem, Zagal, vamos para mais uma semana de mês e caneladas. Na Nerd Store.
Nossa. Tá todo... Mas tem novidade, Nerd Store. Tem novidade. Era por isso que tava na
minha cabeça, a Nerd
Store.
Azagal, temos pijamas do Oscar de pijama na Nerd Store. Olha aí o nosso pijama.
cutulesco, temático, muito foda. Agora com a parceria com a loja, estamos arrebentando porque nós não temos só o tamanho normal, toda grade de tamanho que a gente sempre teve. A gente tem agora a versão, por exemplo, pijama, tem versão bermuda e versão com calça. Sim. Até o 4G. Sim. Mais, tem mais. Camisetas. A gente lançou três estampas novas relacionadas ao Nesca de RPG. Aliás, próximo episódio de Washington tá...
São três estampas, cada uma retratando o primeiro capítulo de cada saga. Tem de Gunner, tem de Cyberpunk, tem de Sussurros do Caus Arrastejante, nossa saga cotonética. Tudo isso, não só com aqueles tamanhos, mas outros modelos. Tem camiseta normal, tem camiseta oversized, que é a modelagem mais folgada. Ou seja, pode ter uma camisa G normal e uma camisa G oversized. Isso. A oversized não é tipo 5G, 6G. Não, não.
É o modelo mais grandão. Que é mais folgadona. Não o tamanho maior. O mesmo tamanho, só que outro corte. Outra modelagem, exatamente. E aí, tem regata, tem cropped, tem manga longa, moletom! Exatamente. Aproveita, galera. Lançamentos nessa parceria Nerds e sua loja. Todos juntos aqui. Link na descrição pra você ver nossos pijamas. Nerds e sua loja nerds do Brasil tem link aí no post!
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Perdeu o pet e ele tava sem coleira, sem qualquer identificação. Se ele for levado pra um lugar veterinário e tal, que tenha um leitor de chip, que é muito comum hoje, vão achar. Vão achar você. Vão achar você através do microchip pet que você bota no seu pet. Então tem microchipagem gratuita pra quem tem pet love.
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E se você não quiser ouvir os recados e e-mails do último Nerdcast, pode pular diretamente para...
minutos e anéis para todos governar.
Quero agradecer os nerds que salvaram vidas doando sangue essa semana, como Tião Baixinho, Felipe Gomes Nascimento, Diógenes Rieger, Jean-Jos de Vieira, Vitor Rodrigues, Humberto Fracaroli e Inácio Pecoraro. Muito obrigado.
muito obrigado, seus nerds, doi sangue. Tira uma selfie e mande aqui pra nerdcast.com.br pra gente te agradecer e estimular todo mundo a doar sangue, porque você salva vidas quando doa sangue, mesmo que você não saiba, você salva. Boa. Arte dos fãs, agora, olha só, temos... SÓ TEMOS
o mestre Felton e alma pro Rafael Darini, que ficou muito foda no caderno. Olha lá. Na caneta. Na canetinha. Na caneta ou é nanquim? Será que é nanquim? Talvez ele tenha finalizado por cima com o nanquim. Tá muito foda. Caraca. Tá um traço muito, muito foda. Sabe qual é? O Felton tá naquele... Levitando.
Aquele levitador de praça na Europa. Aham. Que fica levitando segurando o bastão. Tá totalmente assim. Cara, que arte foda. Ficou animal. Ficou animal. E o Renan Menendez fez um Elliot K. Lewis em Unreal Engine
Caraca, ficou foda demais. Tá muito foda, cara. Olha só a
textura sujeira na cara. Se eu pudesse dar um feedback, eu botaria um bigode, um pouco mais bigode.
Ah, porque eu acho que esse bigoda, eu acho que ele tá de textura, eu acho que ele não tá modelado. Entendi. Tá bom, é? Ele tá... Me corrija se eu tiver errado, Renan. Tu botou na skin, é isso? Por isso que ele tá parecendo meio flat junto com
a
pele, né? Mas, porra, foda-se. Tá animal.
Animal. Não estamos pedindo nada. Estamos olhando o dente de cavalo. Está foda demais. Adorei. Eu acho que a expressão está condizente, né? Está
condizente a expressão.
Olha, eu vou te dizer que eu sei que o personagem aqui é o Phil Collins, mas ele está com o Kid Leonardo de Capra aí, não
está? Não. Está bem.
Galera, olha aí no link do post, tá?
Um pouquinho. Agora eu quero manter o Phil Collins.
Cara, Renan, foda demais. Muito, muito obrigado, galera. Mande a arte dos fãs aqui pra nerdcast. Muito, muito obrigado. Vamos lá. Foi porque eu fiquei preocupado.
Que no último Nerdcast de RPG, eu resolvi homenagear o Juká Chaves. Aham, no digano. Que veio a falecer durante.
Não, não, não, não
Fala isso E o Phil
Collins continua vivo Não, ele tá vivo Mas tá bem velhinho, bem debilitado De saúde Para com isso E eu tô com um certo receio
Homenageado ele já está Isso aí é verdade
Não fala isso Amém, eu tô com o que eu falar
Patrick Simas, de anos, profissional de efeitos visuais, Rio de Janeiro. Olá, nerd. Escreve pra avisar que o Azaghal se enganou quanto ao anime Space Battleship Yamato. Na verdade, ele confundiu a história com outro grande anime, o Macross. Ah, é verdade. Peraí, o Macross é o da nave... Pode ser. Que tem um canhãozão na frente, é isso? Então, acho que pode ser. E Yamato não é do canhãozão? Eu não...
Então, aí eu já não sei. Vamos ler. Realmente eu posso... É muito provável que eu tenha confundido. Space Battleship Yamato era o navio da Segunda Guerra que é transformado numa nave com um canhão na proa. O auge dos episódios é quando eles ativam a sala principal com um processo que começa incrivelmente com uma pistola disparada pelo capitão.
Mesmo quando criança eu achava aquilo muito engraçado. A história da nave alienígena que ele mencionou vem de outro desenho chamado Macross. A tal nave gigante era a mais avançada de uma raça alienígena que tinha caído na Terra e foi adaptada pelos humanos. Era nessa série que as naves pareciam caças F-14 Tomcat, como os de Top Gun. Ah,
então é isso.
que podiam se transformar em mecas, incluindo o estágio intermediário em que as asas e o cockpit... Era muito maneiro o estágio intermediário. Era maneiríssimo. As asas e o cockpit permaneciam, mas as pernas e os braços se destacavam, o que seria um tanque extra do F-14 e, no caso do anime, se tornava um Ripley.
Os alienígenas eram do tamanho dos robôs, e por isso a nave era gigantesca. Se minha memória não falha, a nave se transformava em um formato manóide pra dar o seu ataque especial. Os japoneses só confiam em braços e pernas para certas tapas.
Outro anime mencionado, de passagem, causou um celeuma na minha família. Lembro que na época tentaram me convencer a pedir um Percival de Papai Noel. Um robô de controle remoto de brinquedo de mais de meio metro de altura lançado pela estrela dos anos Era aquele marrom? Aquele era o Arthur, né? Ou era o Arthur aqui? Ah, tinha os robôs. Tinha o Arthur e tinha o Percival. Era todos os cavalheiros da catáfala redondos de robôs dos anos
Caraca.
Robô Percival, bota aí. Que tinha um marrom com os olhos meio grandão. Vermelho.
É tudo colorido. Parei de pagar o YouTube, agora tomo no cu. É um milhão de propagandas. Dobrou.
Ele era tipo um gênios. Era um robô gênios. Aí ele continua aqui. Ele vinha com uma espécie
de gênios no topo
da cabeça. É, isso aí. Ele era do tamanho do Arthur. O cara
tem os dois aqui, inclusive. Um jogo eletrônico, né? Enfim, um gênios. Aquele joguinho da memória dos sons e coisas. Era o mesmo
molde do Arthur.
Ah, só que com a cabeça de gênios. O Arthur é o que eu lembro desse marrom. Ah, então, beleza.
Mas eu bati... Percival o Genial. O
robô amigo que brinca e joga com você.
Percival o Genial. Que excelente. Bom, ele... Enfim, eu acho que ele queria um Percival, né? Na moda, minha mãe e meus irmãos mais velhos, obviamente, estavam interessados. Mas eu bati o pé e pedi um Arthur. Boa! Era a versão pobre do meu brinquedo. Boa, Arthur era a versão pobre? Porra,
mas eu tive o Arthur, eu adorava.
Esse
não fazia porra nenhuma Só tinha umas luzinhas nos olhos e uma buzina irritante Pra andar e mudar de direção O dono ré, ele gastava o PIB do Uruguai Só as pilhas Mas ele tinha uma característica matadora Para desgosto do resto da família O Arthur tinha duas anteninhas Igual o Pirata do Esparto Isso, isso
E por falar em Pirata do Espaço, eu publiquei outro dia, ontem, eu acho. O quê? Um vídeo falando de Pirata do Espaço. Pirata do
Espaço era
também que era uma nave que virava um robô também. Isso. Que criança ia na coxa do robô? Não, eles iam dentro do cockpit. Ah, iam dentro do cockpit? O cockpit era na cabeça. E aí eu publiquei o vídeo falando. E o nome do Pirata do Espaço em japonês, no original, era... Como é que era o nome? Deixa eu ver aqui, ó. Conhecido por aqui como Pirata do Espaço. Se você acha que... Voz de AI.
Groyser X. Era o nome original. Groyser X. Groyser X. Era a nave alienígena. Até ele explica. A história não fazia ideia. Não fazia ideia. Não, esse não é o Macross? Não, não. Esse é o Pirata do Espaço mesmo. Ah, não. Eu lembro desse. Passava na chucha da manchete. Isso. Só que aí a história é que essa nave, ou seja, alienígena que era na Terra, essa nave, eles ficaram congelados um tempo. Depois eles descongelaram e começaram a querer dominar a Terra. Eu adorava isso. E aí uma menina. Não lembro nada. Alienígena.
Ela fala, não, gente, que isso? E ela rouba o Groiser X, o Pirata do Espaço, e dá para os terráqueos para eles lutarem em contos alienígenas. O robô, o robôzão. Que era uma nave, e o cara aqui, a voz de AI, na verdade, fala que ele quase nunca se transforma num robô. Ele passou uma parte do desenho, mas ele falava que o desenho era sinistro em várias questões. Por isso eu não lembro. Isso também, para mim era só a nave. Exatamente.
Pablo Menezes, anos, mestre em ciências e matemática.
Ituiutaba, Minas Gerais. Após ouvir o último Nerdcast, fiquei alguns bons minutos pensando sobre qual música seria uma concorrente à altura de November Rain. Aí, o nosso adedanha. Tem que ser uma música com N. Quando já estava quase sem esperança, afinal, sendo também um grande fã de Guns N' Roses, como o Senhor da Oceania, considero essa uma das maiores obras da música mundial.
Lembrei de uma composição brasileira que conheci através do Radiofobia Classics de abril de Muito obrigado, Léo. Refiro-me à grandiosa Naquela Mesa, na voz de Nelson Gonçalves.
É um clássico, beleza, mas, puta, não chega aos pés.
Assim como November Rain, essa música traz como característica principal um drama e um impacto emocional bruto. Porém, há um elemento que torna especialmente singular. Foi composta por Sérgio Bittercourt, em homenagem ao seu falecido pai, Jacob Bittercourt, ou Jacob do Bandolim. É justamente esse luto cotidiano que a transforma em uma das composições mais impactantes e significativas da música brasileira, com uma simplicidade que se conecta de forma direta a...
qualquer um de nós. Somando isso, mesmo tendo sido interpretada por diversas vozes ao longo dos anos, acredito que essa canção tem seu ápice na voz do saudoso boêmio Nelson Gonçalves, que adiciona uma camada extra de densidade e verdade à interpretação. Olha aí. Um abraço, ouvinte, que acompanha vocês desde Tamo junto!
Caraca. Essa é aquela garçom? Não. Nessa mesa de bar? É essa? Não é? Não é.
O nome daquela música é garçom. Tu não tá confundindo com... Qual é a música então? Naquela mesa, né? Eu sou gostoso.
Naquela mesa tá faltando ele E a saudade dele Tá doendo em mim Naquela mesa Tá faltando ele E a saudade dele Tá doendo em mim E a saudade dele
Olha
aí, seu nosso gozado Tá bonito,
bonito
Mas eu
não vou ver bem,
né?
Sabe o que é mais impressionante? Se a Cate Blanchett fizesse hoje a Galadriel, não ia fazer diferença nenhuma. É verdade. Ela é maravilhosa. Ela continua maravilhosa. É verdade.
Ela continua maravilhosa. Não, o Frodo também não, pô.
O Elias também tá com o anel. Ele tá com aquele
bigode dele que dá tudo certo.
A galera dos anéis quem segura o anel porque o próprio o Ian McKellen também.
não envelheceu muito de lá pra cá, não. Faz anos que ele é o mesmo velho.
É que ele já tava mal, né? Porque o Viggo Mortensen, hoje, tem a idade que o William Macaron tinha.
O Viggo Mortensen virou uma uva passa, né? O Billy Boyd tá Papai Noel, gente. A gente viu ele lá na Mega Con agora, nos fins de semana. Ele tá de barbinha branca, etc. Quem? O Pippin.
Mas ele é fofo, gente.
Ele é fofo. Mas é porque o Pippin não usou o
anel.
Ah,
não foi porra, tá bom.
Ele só
se ferrou com a
Palantir. Pois é, ainda teve isso.
É, não, ele... Pois é, né? E o Mary espetou o Witch King of Vangmar, rapaz. Caraca, é verdade, né? A galera,
os Hobbits se
foderam,
mano. A gente tá falando dos Hobbits aí, se tivesse prêmio de casting...
Ah, o melhor casting. ...Sons
Anéis, com certeza levaria, cara. O elenco de Sons Anéis... Aquilo é um
milagre. É uma parada fenomenal.
O que o Senhor dos Anéis foi e fez Não se faz mais no cinema A gente nunca mais vai ver
Essa trilogia foi um milagre Ela
até acontecido foi um milagre Porque conseguirem aprovar o filme
Não tinha nenhum
filme
relevante No sentido de blockbuster
Então vamos lá, não é milagre não Foi o Peter Jackson que fez Não vou tirar o velho do cara Mas tudo
aconteceu e
ser
aprovado
Mas não foi
só ele
Todo mundo que morava
O filme da Nova Zelândia virou. E
outra coisa, não só botaram dinheiro no filme, como falaram. Vamos fazer os três filmes de uma vez só. Eles viveram meses
fazendo os três filmes. Cara, foi tipo assim, a tempestade perfeita, né? Porque eles deram bastante dinheiro pro Peter Jackson. Que como o Dave falou, era praticamente um desconhecido. Ele não tinha cancha pra fazer um filme.
Não era um Spielberg, não era um James Cameron. E
conseguir filmar desse tamanho levou o filme pra Nova Zelândia, que com certeza teve muito menos palpite de produção, de executivo, porque tava longe, né? É uma outra época, né? Os caras arriscaram mesmo. Conseguiram lançar um na sequência do outro, que isso faz muita diferença, né? A gente...
viu também a mesma coisa que aconteceu com Harry Potter, que saiu um atrás do outro e tal, e também foi um grande marco ali da década de cara. E hoje, assim, o Duna, o Villeneuve, precisa pedir, aguardar pra ver se o primeiro filme vai ser bom, pra liberar o dinheiro pra fazer o É, esse é
o drama de hoje, né? Qualquer filme ou série só vai adiante se a primeira versão for boa. Mas o Harry
Potter não foi filmado tudo de uma vez só. Ele realmente foi o primeiro filme, deu dinheiro, aí faz o outro. Não, mas
saía um por ano, né, André? Tipo, os caras correram lá, então, porque...
Porque as crianças estão crescendo, é isso?
É, mas eles conseguiam entregar pelo menos um filme por ano. É, hoje isso é
possível. Eles já tinham garantido os filmes para serem feitos. Eles só não fizeram todos de uma vez só. O Duna, por exemplo, o Villeneuve foi quase que um te mato. Ou o primeiro faz dinheiro ou não vai ter o segundo.
E sim, porque
o Warner é outro momento econômico. O Warner já estava mal das pernas já faz tempo. E teve pandemia. O cacete. O Duna, eu vi o primeiro Duna. Eu vi na TV, porque eu não tive coragem ao cinema ainda. Estava começando a abrir as paradas e tal. Então foi outro momento também. E que bom que Duna deu certo. Porque é um desses momentos super nerds de evento de você ir no cinema. Acompanhar o nascimento de uma obra clássica da literatura.
Que está se tornando o canon do audiovisual dessa forma. Como foi o Sousanés. Definiu um monte de coisa, né? Pronto.
O Peter Jackson também foi um gênio dele escolher a Nova Zelândia como Terra-média. Porque foi um lugar perfeito pra filmar, gente. Tinha todas as passagens, até um deserto de areia preta lá.
A terra vulcânica lá de Mordor. É que ele quis jogar em casa, né? Jogou em casa, ele sabia. Mas ele falava, meu quintal aqui tem tudo, brother. Não precisa...
É,
vou fazer aqui no meu quintal. Esse negócio de, né, que a gente falou que foi um milagre e tal, né, que essa, como o Marcelo colocou, a Perfect Storm, e o Tucano falou, não, mas não foi milagre, a gente tem que, né, mérito do Peter Jackson, né, assim, e de fato é, né, ele como diretor que conseguiu convencer os executivos e juntar toda essa galera foda, né, porque assim, o Sons Anéis é foda por um...
Números de motivos, né? O casting do filme é foda, mas também a galera da Ueta Workshop e o que fez de roupa, cenário, efeitos, golem, né? Tudo isso é incrível, né?
A Ueta nasceu como o senhor já disse? Sim, sim. Foi criada. Sim,
exatamente. Ainda dá a moral de uma empresa nova no mercado pegar uma trilogia
dessa. Mas o que eu quero dizer é que eu não quero chutar em cachorro morto, inclusive um abraço pros meus amigos aí do Prime Video.
Mas Anéis de Poder tem tudo isso, né? Tem o Dinheiro Infinito do Jeff Bezos, tem Carta Branca. Carta Branca é entre aspas, né? Mas não
tem talento, né, gente? É,
calma, calma. Eu não quero me fingir de expor com ninguém. Mas o que eu tô dizendo é que tem as temporadas prometidas. Vai ser cinco temporadas, não importa. Não tem esse negócio. Tem que dar certo a primeira pra fazer a segunda, etc. E mesmo assim não chegou lá, né? Então você vê que a parada do Peter Jackson é uma parada real mesmo, né?
Tudo que aconteceu com o Peter Jackson, Anéis de Poder, é o upside down. É o upside down, foi completamente o oposto da parada.
É uma parada que existe, que eu acho que a gente tá vendo também agora com o Duna, com o Villeneuve, que é um detalhe que é muito importante pra esse tipo de adaptação, que precisa que seja uma pessoa que ame aquele material. Não só ame e conheça aquele material. Porque o Peter Jackson, ele amava o Senhor dos Anéis, era o projeto da vida dele.
Cara, eu não sei se é só isso, não. Porque os caras que fazem isso. Não, não. Isso é importante. Não é só isso. Também são os nerdolas de Sons Anéis. Não, não.
Não pode ser. O Caquinho. O Caquinho. Não pode ser. Mas é diferente. O Caquinho fazer o que fez. Vamos lá. É a mesma coisa do Villeneuve pegar esse amor que ele tem por Duna e transformar isso na ideia do que o filme precisa ser e do que precisa estar naquela história pra ser contada da maneira certa.
Então, acho que... Caquinho, quando a gente vai
fazer uma pesquisa, tipo, sei lá, um mestrado, um doutorado, você faz de coisas que você gosta, mas você tem que se manter afastado. Porque é uma armadilha muito grande quando você gosta demais de uma parada e você tá trabalhando com isso, de você se perder, tá ligado? Sim, sim. E no caso dele, tudo bem, ele é apaixonado e tal, não sei o quê, mas não basta isso. Você tem que manter a distância, tá ligado? Pra ser profissional.
É, trabalhe com o que ame e não ame mais nada, né? Não.
Mas a
parada é, ele amar aquele material, não só amar no sentido de que eu gosto disso, é entender o material. Porque as adaptações todas que ele fez dos livros pro filme funcionam.
É, mas calma, deixa eu trazer só o mérito da Filipa Boins, que foi correteirista. E a Fran Walsh também, a mulher dele
também,
hein.
A esposa do Peter Jackson também é Fran Washington, que foi produtora e tal, mas a Philippa Bonhoz é uma dessas mega fãs de Sons Anéis, de Tolkien, desde a infância, e ela ficou sete anos debruçada em cima desse roteiro com o Peter Jackson e a Fran Washington e tal. O milagre tem nomes. Sim,
mas assim, Alexandre, ele tem nomes, mas outro dia eu tava vendo, eu não lembro quem tava dando essa entrevista, mas dizendo como o Peter Jackson era infeliz com... Não assim infeliz, né? Mas assim, infeliz com o resultado dos Orcs.
ele achava que a maquiagem não trazia o orc do jeito que ele gostaria de retratar. É
mesmo?
Tanto é que no Hobbit ele faz lá o Azog, que é uma porcaria. A ideia dele lá atrás era trazer isso, só que não tinha a tecnologia necessária, então ele foi pra maquiagem. Então você vê como a Tempestade Perfeita, ela também precisa da sorte do timing que foi feito o filme.
É, fosse um pouquinho depois ia ser tudo digital hoje, bicho.
Pois é, e o que traz o realismo é não ser digital. E o que era digital, pra mim, não ficou datado. O que é mais impressionante.
É muito impressionante porque tem grandes revoluções tecnológicas nos seus anéis, pra um filme de anos. Por exemplo, a cena da luta contra o Cave Troll lá, o Troll das Cavernas, o Peter Jackson já usou uma câmera virtual.
virtual, onde ele marcava a posição da câmera onde tinha que estar pra filmar, pra depois eles animarem a batalha com o 3D do Troll, etc. Ele já tinha uma câmera que era uma câmera virtual dessas, que ele via mais ou menos o pré-rendering da parada, onde ele tava filmando e decidiu os ângulos. Isso é muito avançado. E fora isso, o software lá, Massive, que fez com que ele simulava aquelas... Que na época, gente, você tá falando de quando eles começaram a filmar esse filme.
Exato.
Era o software que simulava aqueles exércitos batendo um contra o outro. Obviamente, ele tinha suas limitações, porque se você vê lá os cavaleiros de Rohan batendo lá contra os Mumakil, etc., o Massive não resolvia tudo. Quando você tinha que ter um Makil pisando em cima de um cavaleiro ou alguma coisa assim, eles animavam esses indivíduos, esses indivíduos que precisavam ser animados na mão, né? E o resto que fica meio no background, o seu olho não tá...
nele é tudo simulação. Mas, cara, tem anos. É muito bem feito. A abertura do primeiro filme com aquela guerra dos elfos e os humanos contra os orcs, o Sauron. Cara, tem anos isso. É absurdo demais, cara.
O Gollum é absurdo até hoje. A gente falou isso recentemente, inclusive, de que o Avatar concorreu como o melhor figurino.
Porque, de fato, os figurinos foram desenhados, fabricados, para depois serem escaneados e transformados em elementos digitais. Mas atores digitais não podem concorrer a melhor ator. E isso é a maior injustiça do Oscar. O Andy Serkis não poder ter concorrido como ator coadjuvante por nenhum dos golpes que ele fez. Não, inclusive. Que essa é uma grande
injustiça.
Pelo círculo no planeta dos macacos. Exato, né? O Andy Serkis é um dos melhores atores que existe, gente.
Essa
categoria de atuação, Senhor dos Anéis nunca, né, eu não lembro se não concorreu, acho que nem o Ian McKellen concorreu como Gandalf, enfim, os dois primeiros filmes
ganharam
Oscars ali de categorias técnicas, né, inclusive eu passei muitos anos odiando Uma Mente Brilhante por causa disso, né, porque concorreu ali, acho que foi...
Foi com duas torres, se eu não me engano. E tinha o lance do Russell Crowe ter concorrido pra ser o Aragorn e o Peter Jackson não curtiu ele, né? Tem uma parada meio...
Graças a Deus. Tem uma
história dessa aí, né? É, acho que é legal. A gente é australiano e
neozelandês.
Total, total Mas a história é
legal, porque ele falou que foi conversar com o Peter Jackson, o Russell Crowe contando isso, né? Que agora ele tá um puta contador de história, né? O Russell Crowe Tá, tá contando todas as histórias dele, com o Henry Cavill com essas putas? Não, ele contando que ele foi visitar o Coliseu à noite ver o filme, depois ele foi na Capela Sistina ele contando essa, é muito boa ele foi na Capela Sistina e aí o pessoal fala assim, ah, você quer que a gente ligue as luzes do papo?
Aí ligaram umas luzes que nunca se ligam, porque a luz danifica a pintura. Então eles só ligam quando o Papa quer olhar, quer se inspirar. E aí ele fala, caraca, por que vocês ligaram ele? Ele fala, porque você é o último imperador de Roma,
Maximus.
Caraca, exatamente isso. E tem uma outra parada que ele contou, que ele tava em Roma, e de repente ele tava saindo de um restaurante, sei lá, e viu uma multidão, uma gritaria, uma confusão. Ele falou, caraca, tá acontecendo uma coisa muito séria aqui. Aí ele começou a perguntar pros caras, gente, tem uma confusão lá fora, o que que aconteceu? Aí o cara, aconteceu você,
Maximus.
Mas o que ele tá contando o Peter Jackson? Então, ele tava contando que o estúdio queria ele como era agora. E ele foi conversar com o Peter Jackson e ele sentiu que, ah, eu acho que não é o aparato. Que o Peter Jackson já tinha alguém na cabeça dele. Que não foi ruim, ele disse assim. Foi uma conversa legal, mas ele sentiu que não ia rolar. E aí ele não insistiu. Ele falou pro estúdio que não tinha interesse. E aí depois acabou vindo...
O único
problema do Aragorn é a voz dele. É aquela voz de pato dele. Mas ele foi perfeito, gente.
É muito
boa a voz dele, cara.
Pra mim ele foi perfeito.
Mas ele
é perfeito. Porque
na hora do discurso dele, na hora do discurso é bem...
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se uma música pudesse te levar mais longe? Tá perto de novas histórias, misturando sonhos, culturas e pessoas na energia da latinidade. Com a Latam, você garante sua viagem completa e chega onde todo mundo vai se encontrar. O Rio de Janeiro, Latam Airlines. Bem-vindo a ir mais alto, é viajar com o ritmo da música. Companhia Aérea Oficial do Todo Mundo no Rio
ele vai na nafa.
Ali, ele tava falando mais de sussurrando. O Ian McKellen concorreu como ator cajuvante por Sociedade do Anel, hein? Só pra deixar registrado aqui. Não mostra. Então,
é um absurdo a esnobado também. Absurdo. Absurdo. Não quero nem saber pra não pegar raiva também.
Tem um detalhe também dos efeitos, que foi foda, que eles desenvolveram também a câmera pra acompanhar o movimento e eles construíram o cenário maior e menor pra poder fazer a diferença de escala do Gandalf pros Hobbits. Ah, nossa, perspectiva forçada. Putz, isso ficou absurdo.
Isso, cara, é uma parada que você vê os making-ofs, os documentários, tem muitos, né?
É foda demais, cara. A cena é tão bem feita que a gente não se dá conta.
Não, não se dá. Mas é mais uma coisa de efeito prático, né? Eles tinham as crianças pra atuar como hobbit ali, os dublês e tal. A charrete,
cara. Eles sempre falaram do lado. É inacreditável. A charrete em movimento.
E assim, aquilo
que a gente tava falando, né, do timing que rolou essa produção hoje, a gente discutiu, já discutimos em vários netcasts aqui, né, que hoje os caras fazem filme pra audiência que não tá prestando tanta atenção, aí tem que ficar repetindo. A Sociedade do Anel, a cena do aniversário do Bilbo, o tempo que ela demora, é uma cena incrível, assim. Eu assisto ela com o sorriso no rosto de cabo a rabo, assim. Mas aquela cena jamais existiria num filme de hoje, assim. Não existe mais esse tempo pra desenvolver uma cena desse tipo. Um quinto...
no fim das contas, nem é tão importante assim pra trama, né, digamos assim.
Cara, as coisas todas têm um tempo, assim como o filho do editor do Tolkien, que é super famoso, que falou assim, na época, né, já é uma entrevista velha, né, o Senhor Zanelli jamais seria publicado da forma que meu pai, maluco,
achou que aquilo era material pra publicar. Mas, tipo assim, hoje em dia não passaria por uma editora sem ser absolutamente cortado, capenado e tal. Isso aqui é muito longo, isso aqui ninguém... Entendeu? Então, até o Sous Anéis, como livro, teve o seu momento de existir, que não seria, não existiria da mesma forma em outra época,
entendeu? Hoje em dia seria escrito por inteligência artificial e vendido na Amazon.
Na verdade, o Jardim Guia
ia ser escrito em vários volumes e ele ia licenciar pra uma série, depois ele ia falar mal. Exato. E nem o Mark não falava.
Azaghal, você tem
meus
artes.
Você estava falando de efeitos especiais. Sabe uma parada que me marca até hoje e que eu assisti várias vezes depois pra entender? É o Legolas subindo naquele Warg. Ah, sim, sim. Que
ele passa por baixo e volta. Não, não. Isso é no cavalo. Isso é no cavalo. Isso é no cavalo. É no cavalo?
É, mas é o ataque dos wargs, sim. Mas é a mesma cena. É sinistro, cara, porque tu não
sabe o que aconteceu muito rápido. Mas tu sabe que foi uma parada foda. Exato. O cinema todo gritando, tá ligado? Sim. E
o Peter Jackson falou assim, eu fui muito feliz porque o Tolkien, ele escreveu a obra toda, Os Seus Anéis, com uma curva dramática perfeita pra filme. É claro que ele adaptou o início, o final do livro e tal, pra criar os cliffhangers diferentes, etc. Pra onde que tava a curva dramática daquela quantidade de elfos?
Mas aí você vê, a história vai crescendo, ela começa pequenininha, super pacífica no condado, etc. Aí vai formando a Sociedade do Anel, acho que vai crescendo. E no final é uma puta guerra apoteótica, apocalíptica, maluco. Então ele falou assim, cara, já tava feito o trabalho mesmo do... Que eles chamam do Professor Tolkien, né? Ele já acertou isso e ele soube, nas adaptações dele, fazer essa escala. Então, por exemplo, nos Duas Torres a gente vê esse super movimento do Legolas que a gente fica assim... Uau!
Caralho, que foda, puta que pariu E aí, hold my beer, cara Porque aí a gente vê a cena dele Matando o Olifante O Mumakil Olifante? Tipo assim, ele matando sozinho lá O Mumakil e tal Não é esse ator que o Azaghal não gosta?
Qual?
Orlando Bloom O Olifante?
Eu não
gosto mesmo dele.
Caralho, uma piada ruim, entra na outra. O Timothee
Chama Lê.
O Timothee Chama Lê.
Mas, cara, é muito legal que ele foi escalando até mesmo as cenas que ele foi adaptando, entendeu? Mas essa
morte do Olifante ainda conta como uma só.
Não importa que ele matou todos os
caras que caíram de cima do olifante ali também. Mas então, Alexandre, isso que você tá falando, beleza, a história tava lá, realmente tinha a batalha final que era incrível, tinha aquela batalha do Helms Deep que também era uma batalha grande, mas era numa escala diferente e tal, né?
De cerco, uma batalha de cerco e tal. Mas não o primeiro filme, ele também precisava de um encerramento. E eu acho que ele conseguiu muito bem. Porque realmente ele tinha a morte do Boromir ali nas mãos, né? Pra recriar. Foi incrível. E assim, isso eu posso falar muito bem. Porque eu me orgulho muito do trabalho que eu fiz com a minha filha aqui. De apresentação.
E a gente, quando relançou agora os filmes, ela já tinha visto comigo aqui em casa, a gente foi ver no cinema, foram três dias seguidos. Aliás, foi incrível, cara, uma experiência inacreditável. Eu acho que eles vão lançar de novo. Eu tava ouvindo conversas aí que foi tanto sucesso esse relançamento que eles devem fazer, talvez, ano que vem pros do próximo filme, enfim, né? E aí eles lançaram na versão estendida um filme por dia, foi quinta, sexta e sábado, né?
Fala.
E aí eu
fui assistir com ela e era todos na sequência. E assim, a morte do Boromir é uma parada que pega todo mundo que tá na sala do cinema. É
emocionante, cara. É um grande
herói. A
adaptação desse primeiro livro é foda demais. Porque não só a morte do Boromir, que eu tenho uma implicância com todo esse filme além dos elfos, é uma parada do Boromir. Porque eu acho a parada da corneta A corneta foi a única. A única, Cris.
Era só ele ter se inspirado num berrante brasileiro.
É porque
a paneta faz um...
E não só isso, que ela faz esse fom-fom-fom horroroso, porque os amigos escutam ao longe, né? E ela tem um negócio de fear. O Faramir escutou em Gondor. Exato. E aí, quando ele sopra a corneta, ele dá medo nos oponentes.
Ah, ele parou o Balrog com a corneta. No livro, ele para o Balrog com a corneta. Mas o que mais me desanima dessa cena... No filme, ele toca a
corneta, o Zurukihae junta mais. Exato.
E o prop dela, ele quebra no meio. Tipo assim, se fosse um chifre, ele jamais… Tipo, ele abre em dois. Era um negócio de plástico. Eu achei esquisito também isso. Não, é muito feio isso. É tipo assim, é um detalhe… Aí vocês já estão querendo… Não, mas Caquinho, começamos a falar, a criticar aqui. Eu sempre gostei do Boromir. Eu quando assisti o
filme também, eu falei… Nossa, mas esse não é o som da corneta, não pode ser esse. Porque o Boromir
é um personagem muito foda no livro. Muito foda. Muito, demais. E ele é bem representado no filme. Muito bem representado. Muito, muito bem.
Foda.
Tanto que, inclusive,
comprei uma estátuazinha do Boromir. Olha aí, na Megacom, gastou um dinheirinho. Gastei. A estátua do Boromir segurando o anel, muito maneiro, na cena da neve.
Não, não comprou só o anel. Você
sabia que aquele anel que ele segura na neve é, tipo, maior que um bracelete? Eu comprei esse anel
também.
Nossa, cara, comprou o anel gigante, o Boromir.
Não, Carlos, não é o anel. É quando eles filmam o anel em primeiro plano, na neve, quando ele tá vindo. Não, quando eles seguram o anel, é o anel pequenininho. Então, cara, mas aquele anel que tá ali na neve é gigante. Então, mas do jeito que você falou, você descreveu, parecia que era aquele telefone do Top Secret.
Quando estivemos na Nova Zelândia, que foi um privilégio imenso, nós vimos esse anel que foi usado na cena e é gigante. Ele é enorme.
Que
é aquela cena do Nen queria mesmo, né? Que ele devolve pro Frodo. Ele não pega
no
anel, ele segura pela corrente.
Muito correntinha, só pela
correntinha.
Mas o Aragón já tava com a mão ali, ó.
Tava. Isso é a pontuação da cena. A cena é muito foda, porque é uma puta tensão no meio da coisa. E aí ele fala assim, Nenê, é só uma coisinha tão pequena, tanta merda, porque é uma coisinha tão pequena.
pequena. Você vê quando o Frodo, o Aragorn fala, devolve o anel pro Frodo. Aí quando o Frodo puxa, você vê que a mão dele ainda desce, como se ele quisesse ainda, né, a dificuldade é de soltar o anel. Ele resiste, né? Ele resiste um pouco. E aí ele, ah, eu não ligo. Aí dá aquela, né, esfregada no cabelo do Frodo, como se fosse uma coisa pequena. E a pontuação da cena, que é coisa do cinema. Isso é Peter Jackson, né? Do Frodo sair, eu acho que o Frodo sai da frente, né, e você vê que o Aragorn tava com a mão no punho da espada. Puta!
que pariu, vai pontuar uma cena tensa assim lá na puta que pariu, é foda demais
mas o personagem é muito bem construído desde o Conselho do Anel, porque você consegue entender que ele não é só um escroto, você consegue entender todo o drama e todo o peso que tá nele
é, mas o Peter Jackson deu uma honra a mais pro Boromir no filme do que no livro, né
tanto que a morte dele não tem nem tanta importância porque ele morre no início dos dois torres é, essa mudança foi muito boa não é nem no cliffhanger no final que o Peter Jacks ajustou muito bem é, o cliffhanger no final do primeiro livro é o Gandalf não, não é o cliffhanger o Gandalf morre no meio do livro não, sim, mas ele é o não, mas cliffhanger não é isso você tem que saber o que é cliffhanger cliffhanger é quando você termina o negócio pendurado o Gandalf não é cliffhanger o Gandalf morreu o Gandalf
morreu
Azaghal, você tem
meus arcos.
Eu chorei quando a Galadriel começou a nadar. Nossa, o
filme começa de uma maneira extraordinária.
Quando ela
fala, the world is changed. Cara, isso
foi uma merda. Tipo, estreou no dia de janeiro de Isso. O Santos Anéis aqui. Caraca,
foi no Réveillon. É, ainda teve isso pra foder a gente. Eu tava
virado. E eu fui na primeira sessão do Rio de Janeiro. Que foi no Downtown, às horas da manhã. Aí é loucura.
Caraca, cara.
Mas
isso colaborou também, né? Os três foram lançados nessa época. Final de ano, início de ano.
Primeiro foi em janeiro, mas acho que os outros, se eu não me engano... Foi dezembro.
O retorno do rei foi dia cara. Foi no Natal mesmo. É porque
ele
foi janeiro aqui, ele sempre foi dezembro. Essa é de ninguém foi dia.
Seus Anéis é uma vez ou outra, família tem todo dia.
Mas
traz aqui, eu fui na primeira sessão da manhã no Downtown e já tinha comprado pra ir à noite, às e meia da noite no IMAX Cara, eu fui pra primeira sessão, fui na loucura, vambora Tem que comprar essa porra. Só que aí a gente entrou no cinema Começou o filme, aí vem, sobe a voz da Galadriel, e aí o filme do nada durante toda a abertura fica sem foco
Ai, não
Não, aí é foda.
Fica tudo sem foco, só a voz da Galadriel e a gente não consegue ver a tela. É, na
primeira sessão, tá? Aí o cara, que
merda, mano. Aí sai, reclama, volta. Isso é pra tacar fogo no cinema inteiro. Isso é pra ser bastados e glória, maluco. Eles
voltaram, cara? Não voltaram o filme, mas arrumaram a tela.
Nossa, que merda. Aí
a gente terminou, todo mundo saiu pra reclamar, quando acabou o filme. Aí tava uma confusão lá na frente. Uma hora de
ver o
mais, né?
Eu tava com os amigos aí, todo mundo reclamando. Aí falamos com o gerente, conseguimos ingresso a mais. A gente conseguiu dois ingressos cada um. Só que teve uma galera que saiu do cinema e rolou um quebra-quebra no downtown. De quebrar vaso, quebrar planta, quebrar coisa e tudo em volta do downtown do cinema.
Caraca! Tá vendo? É isso, a fúria dos
hobbits. Eu tenho uma história boa do mesmo filme, que assim, a gente foi ver, compramos lá, fomos a galera da escola, eu não tava mais na escola, mas enfim, a gente foi junto, todo mundo era fã de Senhor dos Anéis e tal, e a gente foi, inclusive, quando eu voltei a ver agora esse ano, eu fui no mesmo cinema, no mesmo shopping e tal, foda demais. E aí, naquela hora que tem os orcs começam a cercar a sociedade em Moria, e aí chega o Balrog, e os orcs...
saem, né? Eles fogem, né? Só que eu não sei o que os caras fizeram. Eu não sei se era emenda do rolo do filme. Eu não sei o que pegou. Mas assim, eles estão cercados em um segundo. No segundo seguinte não tem mais ninguém em volta deles. Eles olham pro outro e saem correndo. E aí, cara, todo mundo ficou assim. Porra, que puta. Aí foi foda, hein? O que aconteceu com esses orcs e tal? Não sei o quê. Tipo, e o filme acabou. E de frente do Caquinho, a gente não percebeu que era um...
problema do cinema. Pra gente, tipo assim, o filme tava cagado, entendeu? Cagaram ali. O que que aconteceu? Aí, férias, tal, fui pra praia e fomos assistir o filme de novo na praia. Aí lá, a gente viu que não era. Que praia que passou? O Penéfico? Praia Grande, né? Caraca, olha só. Aí eu vi como que era que chegava o Balrog e os orques fugiam de medo. E aí eu voltei pro cinema e falei, galera, tipo assim, ó. Aí os caras também deram a entrada grátis pra gente assistir o filme de novo. Mas foi bizarro. A gente passou uma sensação de que, tipo, que merda.
Pra gente foi uma experiência perfeita. Eu tava no caso dos pais da Andrea, na Tijuca. A gente acordou lá, tava todo mundo. Né, depois do Réveillon, a gente acorda. Aí tava todo mundo, tipo, yes, é hoje, é hoje. Aí eu falo assim, eu ouço os pássaros cantando. Aí a gente tava com um trailer tão decorado na cabeça. A Andrea ouviu ela e falou
assim,
birds, beasts.
E aí, cara, a Andrea mandou bordar a camisa com aquele J-R-R-T, aquele símbolo. A gente foi com o anel pendurado no pescoço e tal.
Cara, eu tava tão apreensiva porque, além de ter medo, porque eu tinha medo da adaptação ser ruim. A gente tava muito empolgado com os trailers, mas podia ser uma merda, vai.
Que
a gente já tinha lido os livros todos. Já tava todo mundo... Exato, exato. E
aí, o que que acontece? Foi a primeira vez, foi a primeira vez na minha vida que eu deixei o meu filho, o Almôndega, com meus pais. Eu nunca tinha me separado do meu filho.
Ah, que ele tinha dois anos, né?
Eu sempre levava ele pra todo quanto era lugar. Então foi a primeira vez que eu me separei, assim, né? E eu já tava super preocupada. Será que ele vai chorar muito? Será que não sei o quê? Será que fica aquela apreensão da primeira vez que você vai deixar seu filho com alguém?
Mas se chorar, vai sobreviver. Que essa porra é de Senhor dos Anéis, cara. Mas
eu tava com essa nervosa. Ai, será que vai dar tudo certo? Será que ele vai chorar? Será que vai comer? Aquelas coisas de mãe. Cara, eu esqueci por completo.
Qualquer apreensão
durante o filme, eu esqueci. Eu mergulhei. Não lembrava
nem que
tinha filho.
Calma!
Chegou a impressão com aquele simulante, né?
Não, é assim, de verdade, quando começa essa música, a música da Sociedade do Anel, e aí a Galadriel começa a falar, ainda com tela preta, sabe? Eu já tô arrepiado só de lembrar, quem viveu esse momento no cinema, quem era muito fã e tal, sabe que isso foi um evento de vida. Foi, foi. Léo, por favor, vamos se arrepiar, toca aí, toca aí.
O
mundo está mudado. Eu sinto isso na água. Eu sinto isso na terra. Eu sinto isso na air. O que foi que eu tinha, é perdido.
Uma
pergunta agora pra vocês. Porque nessas últimas vezes que voltou pro cinema, então nos últimos anos, o Seu Desané se tornou o filme que eu mais assisti no cinema na minha vida. Eu também. Ele bateu o que tinha sido o Star Wars, quando voltou lá em Eu assisti vezes cada um dos filmes no cinema. Meu Deus, cara!
O Carlos
é
uma
pessoa que
tá mantendo o cinema vivo. Só na época do lançamento eu vi
Quando não tá fechando as contas do cinema, o dono do cinema, ó, chama aquele rapaz do Senhor dos Anéis, vamos
botar aqui pra passar. Traz
ele aqui, Dono.
E
contando ainda, eu ainda assisti as versões que tinha orquestra ao vivo. Ah, é muito bom, cara. Que é maravilhoso. Eu só fui do
da Sociedade do Anel, porque o ano que ia ter a Duas Torres foi aí teve
pandemia. Eu fiz a cobertura quando teve aqui no Rio, do Sociedade do Anel.
Fiz a cobertura pro Então, tipo, eu ainda entrevistei a cantora Cara, foi foda E é uma sensação de você sentir os instrumentos Sentir a música, é absurdo Mas
isso que você está falando do trailer É muito louco, porque a galera tem que lembrar Num YouTube, cara, a gente baixou no discado O trailer e ficava com ele salvo No computador e ficava assistindo essa merda, cara O tempo todo Isso eu
achei genial, porque no trailer Todo esse texto que a Galadriel fala no início No trailer, era falado pelo Gandalf E
aí
Quando começa o
filme e a narração é da Galadriel, eu achei muito mais foda.
Foda? Não, muito.
Eu fiquei muito feliz de ter sido diferente do trailer, entendeu? Ela narrando foi foda demais, gente. Eu ali já fiquei em lágrimas, né?
Azaghal,
you
have
my
axe. Queria puxar um elogio aqui pra um ator, que é o John Rhys Davis.
Oh, grande John Rhys Davis. Ah, sim. Sim, meu amigo.
A pessoa, quando é alta, quando ela é muito alta, ela não tá acostumada a olhar pra cima, tá ligado? Aham.
E o Marcelo já vai falar mal do Rui Jackman, já vai falar mal do Wolverine.
Não, o Tucano tá falando conhecimento de causa, que ele é alto, né? As pessoas... Olha pra baixo. Olha um pra
baixo porque você interage com pessoas mais baixas que você. E o miserável tem 1,85m, faz o papel de um anão, velho.
É
muito sinistro. Não, não poderia ser outro. E, cara, mesmo assim, se a gente for pegar dentro do lore do próprio Peter Jackson, né? Ele fez o Aragorn. O Aragorn era um indigente mesmo, assim. Ele era sujo, né? As unhas dele.
Nem todo vagante é vagabundo. Senhor
passo largo. É
Aragorn. E aí, tipo, quando ele faz o Thorin, porra, eu não vou nem comentar, vai. Tudo bem. Mas vocês entenderam o que eu estou dizendo, né?
Mas o Thorin não era vagante, era? Não, mas o Thorin não tinha casa, ele tava barbinha bem feita. O Thorin era rei, né? Tinha vida de nobre e tal. A caracterização do Thorin, do Hobbit... Não sei porquê,
não sei porquê. Não, o que
eu quero dizer é a caracterização dos personagens, porque até então, a única visão que a gente tinha desses personagens eram as animações lá dos anos que era uma parada... E as ilustrações, né? As ilustrações foram a base de muita coisa do filme.
Sim, mas tipo, alguns visuais, tipo do próprio Aragorn, né, o do Gimli e tal, não era o que a gente viu depois na tela que o Peter Jackson trouxe. Então assim, ele criou esse visual e o visual do passo largo aí, Aragorn, ele combina demais com o personagem. Tanto quando ele vira rei depois no final, com a barba mais cheia, né, o cabelo penteado, assim, tipo, ele muda mesmo, né, é muito legal. Acho que é uma coisa que também eu tenho dúvidas que aconteceria hoje em dia, botar o galã, digamos assim, daquele jeito mal trapilho, né.
Marcelo, ele era o Red Knight.
Sim, sim, sim. Mas
a parada que você sabe quando um cast é bom é que você não consegue imaginar nenhuma outra pessoa no papel.
É verdade. Exato.
Pelo menos ali, os nove da Sociedade do Anel são, pra mim, insubstituíveis.
Insubstituíveis. Eu lembro a primeira vez que eu vi o primeiro trailer que aparece o Faramir. Ah, o Faramir pode substituir. Mas quando ele apareceu, eu automaticamente, eu achava o personagem no livro foda o Faramir.
E quando eu vi esse ator, automaticamente eu falei, caralho, o Faramir. Não tinha nenhuma indicação ainda que era o Faramir. E eu reconheci imediatamente. Ele, eu acho que
ele é substituível.
Não é? Não, cara, ele manda muito bem, cara. Que nem
o Carl Urban como o Elmer. Funcionou pra mim muito bem. A cena estendida do... E é
o Elmer?
É o Carl Urban. Pô, eu achava que era o Andreas Kisser, velho. Não.
Sai, sai que é a piada velha. Ai, trouxe de volta. Tanto que
aquela cena deles em... Não é um podcast
sobre um filme de anos, caralho. Aquela cena em Osguilha, que é cena estendida também, né? Que tem o Boromir e o Faramir com a armadura. É legal pra cacete essa cena também. Muito.
E essa cena ainda passa mais um pano pro Boromir. No sentido de que mostrar que ele era um bom irmão. Ele era um cara bom, entendeu? Era que o pai era que fodia a vida dos caras, entendeu?
Você sabe a cena que é um primor? Que tudo isso que a gente tava falando do Boromir, pra mim é a cena que ajuda a gente a criar essa pessoa na nossa cabeça. Que é uma cena super rápida, ele treinando com os hobbits.
Sorry! Ah!!!
E aí
os hobbits atacam ele, mano, um For the Shire, ele cai no chão, brinca com eles e dá risada. E aí você vê, porra, esse cara é gente boa, ele é humano. Ele deu uma dicusão ali no conselho, mas ele não é um hobbit. Ele tá
preocupado, cara. Mas não tem como ele, na posição dele, ele tá segurando Mordor inteira.
Sim, sim.
Os caras de Gondor, né? É uma localização terrível onde eles
moram.
botado no papel
ali no conselho, quem foi o machucuzão foi o Gimli. Então ele fala assim, vocês estão aí, todo mundo fica fumando maconha o dia inteiro e eu tô me fudendo lá. Vocês estão de sacanagem de cumbayá, de ficar jogando... Meu irmão, não tem como ele pensar diferente. Isso é um presente pra gente derrotar o inimigo. Cara, é muito foda, cara. Não tem como...
ele pensar diferente. Personagem muito bem feito, cara. Muito bem desconstruído. Assim, o Tolkien não é um mestre em profundidade de personagens, né? Ele é da história, da lore, etc e tal. Por isso que eu acho que a contribuição do Peter Jackson pra dar profundidade e humanidade pra esses personagens, por mais que também não tenha muito espaço ali, o trabalho que ele fez no Boromir foi excepcional, cara. Personagem profundo.
Eu acho que o trabalho que ele fez em todos os personagens, eu acho que foi muito foda.
E digo mais, tem um trabalho muito importante que na época eu critiquei, porque Tucano, eu sempre fui chato, não é de agora. Na época, tem várias coisas que eu não gostei de adaptações, como por exemplo, onde está o meu Glorfindel. Eu queria o Glorfindel.
Ah, você era do turma do Glorfindel.
Isso não, isso não. Foi a melhor adaptação ter colocado a Eva em lugar. Não, não, não. Estou elogiando aqui. Foi a melhor adaptação. Foi muito bom. Digo mais, eu não tenho coragem de reler os livros porque eu acho o filme melhor. A trilogia é tão perfeita. Calma, calma.
Não, calma, entendi o que ela está dizendo.
O melhor, cara, porque, ah, pelo amor de Deus, a Elf, aquela cena, fez todo
sentido, ficou muito mais foda. Eu gosto da mudança de tirar o Glorfindel por ela nos filmes. Nossa, pelo amor de Deus. Mas aquela Elf faralhada toda em Realms Deep, não precisava de Elf ali. Não, é aquilo lá. E olha
que a Arwen tava ali, hein? A Arwen tava ali e por causa de xilique de internet tiraram ela. É verdade. Mas
tem um momento que ele grita o nome dela e não cortou e tem a sombra dela. Eles apagaram ela digitalmente, mas não apagaram a sombra.
É? Isso eu não vi. É, tem essa cena lá em Hamza. Quando eles estão recuando...
O
Marcelo falou na internet que não queria o Elf. Eu tava lá no OneRing.net xingando. OneRing.net. Porque não tinha os elfos, né? Os elfos não vão ajudar lá em Hamza. Mas na
época da filmagem vazou umas fotos em fóruns e mostrava Liv Tyler na batalha de Hamza. E aí foi um xilique absurdo. Hoje eu acho foda. Hoje eu acharia ok. Ah, mas é claro que foi um xilique, né? Os machistas não podem ter mulher guerreando, não pode. Mulher é foda amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz
amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz amiz am AMIZ AM
pra cacete. É,
não, é, hoje eu acho uma besteira o Shilick que a adaptação funcionaria muito bem pra dar mais papel pra ela.
A adaptação da Rin no lugar do Glorfindel é porque não iam fazer um personagem a mais só pra ter aquela... Claro, não, não faz sentido, né? É, mas é uma escolha prática. O Glorfindel, inclusive, ele é um personagem que ele tem a sua própria polêmica que talvez nem no livro ele deveria estar lá, né? Sim, sim, ele morre...
Porque ele morreu
lutando com os Borogs. Então, mas aí que tá tucando eu, comecei a ler Seus Anéis por Silmarillion. Caralho,
que porra é
essa? É, cara, porque... Caraca, mas ela fez tudo ao contrário. Todo mundo
leu Seus Anéis por Robin. Eu
sempre fui metaleiro, aí eu ouvi uma banda que chamava Blind Guardian.
Ai,
você era o grupo do Blind Guard. Que bonito. E
tinha um CD que chamava Nightfall at Middle Earth, que era um CD baseado em Silmarillion. Eu falei, pô, vou ler esse livro. Esse CD é foda pra cacete. E ali eu li o livro. E aí eu falei, nossa, isso aqui é bom demais. Aí eu fui pra Senhor dos Anéis, entendeu? E o Hobbit foi o último que eu li. Só que aí... Nossa,
eu fiz o oposto. Eu li pro Hobbit. Eu ri na contramão pra caralho, né, mano?
Eu
não li primeiro o Silmarillion, mas o Hobbit foi o último que eu li também. Eu li primeiro o Hobbit e depois o Sons Anéis. Eu tava
no Fórum Valinor pedindo a trilha sonora por Blind Guardian. Eu não sabia de porra nenhuma.
A trilha sonora do Hal Shor. Ah, é demais, é demais. É outro milagre, mano.
Eu era fã dos elfos e o Glorfindel é o primeiro elfo do Senhor dos Anéis que aparece, né? Tipo assim, eles nem chegaram em Valfenda ainda, né? Então você fala, puta, esse cara foda, salvou o Frodo, não sei o quê. E aí chega no filme e eles trocaram, mas assim, hoje... Hoje não, na época já, depois eu entendi. Mas na hora do filme, eu meio que torci o nariz. Assim como torci o nariz pela ausência de Tom Bombadil, certo? Ah!
A
melhor adaptação foi deixar aquele porre de lado. Mas não, Andréa.
Se tem uma coisa que o Anéis de Poder mostrou, é que dá pra fazer um tom bobadinho legal. Dá pra fazer, mas Andréa… Tu
gostou dele na série, gente? Pelo amor de Deus.
Não, eu sempre fui super fã.
É, mas é a única coisa boa, né? Você pode ter o Tom Bombadil e todo o resto uma merda, ou você pode ter todo o resto maravilhoso sem o Tom Bombadil. É isso que a gente
aprendeu. Gente, essa é a pior... Eu juro pra você. Você tem que ser corajoso pra continuar lendo O Senhor dos Anéis depois da Floresta Neta. Não fala isso. Eu acho
que a coragem é
passar pela festa. É difícil. É difícil passar pela floresta com o Tom Bombadil. O Tom Bombadil é
muito legal, cara. Ela tem uma
musiquinha insuportável. Uma musiquinha foda. A gente tá imaginando a musiquinha. As letras eram...
Ele supera o anel, ele enxerga o tipo assim, afrutador é muito bom.
Eu sei, mas aí ele não tem propósito nenhum mais na história, ele é uma curiosidade, entendeu? Cara, mas se eu roubar de um
filme, ia ser uma loucura ainda bem, essa é a melhor opção essa foi a melhor coisa
E a gente tava entendendo o que era aquele anel O poder que ele tinha, o risco Toda aquela construção do Gandalf De não tocar, aquela resistência E tal, do Frodo E aí de repente apareceu um cara que bota e tira o anel Que nada acontece, que sai que andando E você vai ir E acabou não febrado Deus te deu
essa loucura.
Ainda mais que
você ia ter uma história Que não ia levar a lugar nenhum
Nem no livro leva, gente
Tudo tem que levar a algum lugar no filme Isso prova que nem o fã Igual a gente tava falando no começo, o Tucano citou bem Eu era super fã Se eu tivesse adaptando, talvez eu tivesse colocado E não teria sido a escolha ideal Então é isso Por isso
eu acho que é melhor Os filmes são melhores que os livros
Podia ter pelo menos assim Sei lá, baixinho Frutadouro podia ter também Prutado
Não, vem linda boneca Caraca
Vou
ter um pesadelo hoje Podia ter lá ou longe Tô bombadinho Tô bombadinho Vá pra puta que pariu
Uma coisa que eu ia falar, que a gente comentou agora, é justamente que da adaptação, que pra mim é o primor, é a festa, o começo, né? A festa do Bilbo. Porque essa é a parte mais arrastada ever do livro, assim. Quem passa pela festa, vai. Ali a floresta é beleza.
É porque leva anos pro Frodo sair do condado, maluco. É o tempo que você leva pra ler a festa dele.
Mas a
festa é muito cativante.
Eu gosto muito. Eu gosto da festa também. Eu tive mais problema no
Tom Bombadil. Eu
também, eu tive muito problema pra passar dali. Porque eu tava achando um saco. Eu falei, será que vale a pena? Mas eu só li porque eu amava os Hobbits. Eu falei, eu adorei o Hobbit, eu vou ler. Porque eu acho que vai melhorar. E melhorou, graças a Deus. É só um capítulo imenso, insuportável com Tom Bombadil. Mas depois, nunca mais. O
Gandalf chegando na carroça, brincando com as crianças. A risada do Ian McKellen, tipo assim.
Ele é genial, cara. A sensação
é fantástica. Aí o
mago nunca se atrasa. Ele chega na hora que ele tem que chegar. Tipo assim, puta, é tudo muito bom, cara. É
porque o filme começa te abraçando, né, cara? Exato, exato. Você tá ali no condado, fumando cachimbo. Coração quentinho. Comendo refeições.
tá o segundo café da manhã. Aí você tá
já. A introdução do Bilbo, ela sentadinha, escrevendo. Aí, tipo, você tem a... As pessoas batendo na porta, ele assustado. Não, não, não. Isso vai te criando uma empatia, vai te criando um carinho com aqueles personagens. É que é o mesmo...
rápido.
Não começa com o aniversário, né? Porque começa com o prólogo lá da Galadriel, que a gente falou aqui. Então você já tá meio, caralho, isso aqui tá foda demais, né? Então, ele começa o alto, e aí ele vai pra festa, mas você já tá preso, né? Você já foi cativado pelo filme, né? Mas mesmo assim, tudo flui muito bem, cara. Impressionante.
E olha o desafio, porque nesse início, esse início é retomante também, é apoteótico, né? Você vê o final da Segunda Era ali, você tá vendo o momento mais fodido, você tá começando o filme com o momento mais fodido da Terra-média, sabe? A grande batalha do bem contra o mal, e essa história não é sobre isso, é sobre o que acontece depois. Tanto que a gente fala, né, a Terra-média da Terceira Era é como se fosse uma terra pós-apocalíptica, porque o apocalipse aconteceu na Segunda Era. O Sauron... O Sauron...
Destruiu tudo, cupadinho. Toda a história dos seus anéis é toda em volta de ruínas, sabe? Em volta de coisas, de ecos do passado, do mundo que foi grandioso e agora tá em ruínas. Isso é muito foda. Então, essa história, ela é já um epílogo, se você considerar o que os caras estão tentando fazer no Anéis de Poder, que é contar o grande épico da Terra-média, que é a segunda era. Mas...
Olha o quanto de exposition que o Peter Jackson tinha que fazer. Ele tinha que explicar o final da Segunda Era, a derrota do Saron. Ainda tem o Hobbit inteiro. Ainda tem o Anel ser perdido, ser encontrado pelo Gollum, ser encontrado pelo Bilbo. Ter a charada de... Olha como ele teve que resumir isso. Eu lembro que eu vi críticos de cinema na época que não conheciam o Sos Anéis e tal. Até acho que era um texto do Rubens e o outro filho.
Ele falou assim, cara, foi difícil de entender tanta informação que eles jogam pra alguém leigo.
Ah, nem me fala desse cara. Chatão.
Não, não fala. Você é a memória do Rubens Levin.
Criticava o Senhor dos Anéis toda a transmissão de Oscar, cara. Nas três, velho. Na terceira teve que engolir os onze. Ah, que catá, meu.
Mas aí,
o
fato é que eu sei que é muito expositivo. É muita história pra contar. Eu acho que mesmo pra um público leigo, eu acho que é um desafio muito bem construído.
Porque ele te explica a urgência da coisa. Ele aumenta a urgência de tudo. Você vê toda a fuga do condado com o Frodo e com os Hobbits. É super urgente no filme, né? No livro leva anos.
Tem outra coisa que faltou no filme, mas que acho ser impossível passar. Isso é uma coisa que é melhor no livro. A corneta do Boromir. O jeguinho que vai com eles do condado até a porta de Mória.
A Andrea sofreu muito com esse jeguinho. Eu não tenho o jeguinho no filme. Eu
sei, tá? Ele tá
na versão entendida.
Cara, você não tá entendendo. Você não cria a ligação que você cria no filme. Ah,
não. É, não. Não cria.
No filme? No filme você vê o Sam. Ah, então acho que agora a gente vai separar e tal. E é isso aí. Mas no livro é um puta drama. É um drama.
Você chora. Meu Deus do vieguinho, vai ficar pra trás. É desesperador. Mas aí
tem muita coisa. Todos os cavalos dentro do livro têm uma importância muito maior do que nos filmes.
Eles têm uma inteligência, né? Eles são inteligentes.
É. E aí é foda você transportar isso pro filme, porque, cara, o filme já tá extremamente extenso. Tem um problema de casting,
né, Caquinho?
Tem um problema também. Mas você falou do... Mochitaram um
cavalo que fosse muito inteligente. Um cavalo falante. Pra repreender. Mas agora eu lembrei,
você sabe, tanto o Viggo Mortensen quanto a Liv Tyler compraram os cavalos deles.
É que o Viggo Mortensen cresceu no Aras, então... Mas
eles levaram na Nova Zelândia ou levaram...
pros Estados Unidos. Ah, eu
já não sei. Eu acho que eles levaram com eles. Corcel Negro? Foi de navio? Coitado dos cavalos, não.
Brego, né, o cavalinho. Brego. Então, mas é um detalhe, acho que só tem na versão estendida ele dando tchau pro Brego ali no portão de mora. Sim, sim. Além desse, tem o detalhe do Legolas em cima da neve ali em Caradrás, né? Foda, foda. Tipo, flutuando. Mas assim, o mais...
Fica, o olho brilha. Nossa. Muito de ouro. Ah, caramba.
Todo mundo afundado na neve, o Legolas tá todo mundo, o Leonardo
DiCaprio
tá todo mundo.
Mas o mais foda é os três Trolls de pedra, cara. Sim! Eles nem comentam.
Antes é muito mais foda, né?
Exato, é um easter egg absurdo, porque eles não falam nada. Nossa, que troll só
dormiu e não viu, né? É, não
falou nada.
só que ele é o Robin. E só
pra trazer, o Brego é o cavalo do Aragorn, sim, que ele pega no segundo filme, mas o que leva eles até Mória é o Bill. Ah, tá.
Ok, ok.
É
o Pony,
que a gente...
Nossa, vamos chororô.
Que mano pro
cavalo,
né? Os seus anéis são todos rebuscados. O cavalo é Bill. É o cavalo do Sam, na
verdade, né? O cavalo
é do Sam.
Ah,
tá. É
o Pony, eu chamo de Jeguinho, gente.
Agora aqui, só corrigindo a heresia do Alexandre e do Jovem Nerd, a maior batalha da Terra-média foi a Guerra da Ira, os Valar, todo.
Não, cara, mas é porque a gente tá aqui no Lorde Sauron, entendeu? Sauron, o anel, essas porra.
Não, mas tem que respeitar. Respeita-se o Marilão. Já me basta o JP que odeia.
É isso. Jota P, odeia o Simarilho? Não, mas não tem como odiar o Simarilho. O Simarilho é foda.
O Jota P, ele fala que não tem nem que ler. Que isso?
Eu não lembro disso. Eu lembro de Terminade, como eu falei, eu li o Hobbit. Tem
algumas histórias do Simarilho que não levam a nada, mas...
É um monte de lenda, gente.
Mas eu lembro que eu li o Hobbit, aí terminei de ler, e aí perdi todos os meus amigos. Todo mundo que o Hobbit foi embora, e aí tem um certo luto ali, de ter a mesma galera e tal. E aí quando eu terminei de ler o Senhor dos Anéis, eu tava desesperado de perder meus amigos de novo.
Caralho! E aí eu fui ler o Simarillo nessa de
tentar ainda estar naquele universo. Pois é. Isso é que é o ruim. Porque você acha que vai aparecer algum personagem e não vai. Não vai.
Você encontrou
o Zagal, porra. O Simarillo, ele resume o Senhor dos Anéis, é resumido, sei lá, em uma página e meia.
É outro tipo de literatura. Outra parada. Tipo, o Sauron
era
um...
panga
do Melco, né? Tipo assim. O
Silmarillion nem foi feito, foi compilado, pós-mortem. É, o Christopher Tolkien, né? Mas é maneiro,
tem histórias maneiras, daria pra fazer, sabe?
É, mas não tem uma sequência de história, tipo, a narrativa que tem o Hobbit, que tem os seus anéis, é totalmente diferente.
Não, não, é totalmente diferente. E eu li metade do Silmarillion na Cedai, tentando resolver um problema na minha relógio de
água.
Um leduna na coxia do baile, ouvindo o pagode, outro lê, se marido no acedai. É, a vida é
assim. Uma coisa que é foda foi a adaptação de Lothloren.
Ah, não. Puta merda. Nossa. Lindíssimo, lindo. Na minha
cabeça, era uma parada meio Ewoks, entendeu? Na minha cabeça,
era uma vila hippie.
Todo mundo de pé sujo, dreadlock. Que absurdo. Umas madeirinhas nas árvores, todo mundo dormindo ao relento.
Pra mim era igual a vila do Zeawox.
Era, vila do Zeawox. Essa era a referência que a gente tinha. Sério? Era pra caralho.
Era casas na árvore, maluco. Eu não visualizava aquela arquitetura élfica foda. Pra mim foi extraordinário. Nossa,
gente. Quando a gente vai ofendo, já dá uma noção ali do que vai ser.
Pra mim, o mais marcante foi Moria.
Não, meninas, Moria é muito...
foda. Tem muitas locações, né? E, tipo, até o Weathertop, que é super rapidinho ali.
Mas é que a maioria das locações, a gente, eu, pelo menos no meu caso, né? Eu imaginei algo que não era como tava no filme, gravamente. Grandioso
daquele jeito.
Mas a minha imaginação chegou perto, sabe? Era algo assim. O Love Lauren foi uma parada pra mim que eu, a minha cabeça virou do avesso. A minha também. Eu não imaginava nada. Primeiro que começa com o melhor elfo de todos, Aldir. Aldir.
A Gal gosta da petulância, da arrogância. Eu adoro Aldir, cara.
Caraca, mas
mais petulante que o Elrond?
Ele é mais. Não, mais.
O Elrond era foda porque ele era calvo, né? Elfo calvo foi foda.
Mas que ele é meio elfo, né? Ele é meio elfo. Ah, então tá explicado. anos depois, entendi.
O anão respira tão alto que você consegue atingir ele no escuro. É muito maravilhoso, cara. Isso
é muito bom, isso é muito bom.
Ah, cara, é muita pompa. Ele é foda. Esse aqui é casting. Exato.
Cria um personagem do nada e esse cara é um ponta maravilhoso e tem action figure, inclusive.
E quando ele morre, a gente tem tipo Aldir. Mal? Fica mal, né, cara? Fiquei mal quando
morreu Aldir. É, puta, é. Então, eu fiquei duplamente puto pros elfos não tinham que estar lá e depois eles foram e matam Aldir. É foda, cara.
Isso é patético, cara. Patético. Os elfos irem lá e tomarem aquele pau. Não, não dá, não dá, Tucano. Não dá, né?
É, eu acho que não tinha que ter ido alfo nenhum, mas eu, assim como o Marcelo, fiquei mal quando morreu o Aldir, cara.
Eu fiquei mal no final do Estouro, porque tem a maior adaptação mais difícil pro fã, que é o Faramir, que é um personagem ultra honrado. E aí ele fala assim, eu vou te entregar pro meu pai. Eu fiquei muito bolado com esse final do Estouro no cinema.
Meu Deus, o que que eu já não sabia? Fudeu Vão estragar, o sonho acabou, fuderam O personagem do Faramir e cara E aí depois, quando você encaixa Todas as peças, né, isso é tudo A adaptação do Peter Jackson de dar profundidade Para os personagens, ele está tentando agradar O pai, que era impossível de ser agradado
e depois ele volta a ser, né? Ele consegue fazer esse desvio do caráter, mas que não era um desvio de caráter G, eu fiquei achando, mas que era só, é uma reação humana, né? E aí ele, no final, o caráter dele vem, não, foda-se o meu pai, eu vou te ajudar e eu vou te colocar no lugar certo, na trilha certa, né? Então ele recupera a honra do Faramir, do Faramir ser um cara, um personagem quebrável, mas ele deu muito mais profundidade dele, sofrer pela rejeição do pai. E dar o medinho da
gente, né? Que a gente fica, a gente faz essa história, né?
E isso é maneiro,
porque a gente tem ali três personagens, três humanos, né? Botando aí o Aragorn como humano também, que sofrem sobre o desejo do anel, né? E reações completamente distintas, né? Você tem o Boromir, que vai sofrendo ali a coisa do anel no início. E aí ele sucumbe. É, o
anel corrompe ele, né? Corrompe ele, ele sucumbe.
Temporariamente. Temporariamente. Porque depois ele
volta atrás e tem aquela cena de morte dele. Quando ele tá morrendo e falando, você é meu rei, você é pro Aragorn. Aquilo ali pra mim sempre me emociona pra
caramba.
É foda, é foda demais. Aquela cena
ali é maravilhosa. Aí você tem o Aragorn, quando o Frodo também ainda com medo. Logo depois que o Boromir quase tomou o anel dele. O Aragorn vai, aí você tem aquela voz assim, chamando ele do anel. Ele olhando. Tipo, se você não lê o livro, você fica na tensão pra ver o que vai acontecer e ele só fecha a mão do Frodo. Vai. Eu teria ido com você até o final da parada, mas eu entendo que você tem que ir sozinho.
Eu iria com você até o final, até os esforços de
Mordor. Foda, foda. E aí você tem o Faramir, que chega também, meio que sofre ali a pressão do Anel, sofre a pressão do Anel e do pai, né? Assim como o próprio Boromir sofre, você acha que ele vai tomar a mesma atitude do Boromir, só que aí ele, no final, para e desfaz aquilo e liberta o Frodo, seguindo o vibe.
Tipo, você tem que fazer a tua missão, você tem que destruir isso, você tem que seguir. E porra, é muito foda. Essas três relações que a gente tem de personagens sendo submetidos à pressão do anel. Submetidos ao desejo do anel. Eu acho muito foda. E ele faz isso
muito bem. Sempre que eu dou pra uma pessoa alguma coisa que eu não queria muito dar, eu faço, tipo, igual o Aragorn fecha a mãozinha do Frodo, assim.
sabe que ele fecha de um jeito, tem um jeito especial que ele fecha tira isso da minha frente logo exato, ele tiver a mãozinha ainda assim vai, leva tem que virar a carinha assim e
virar a cara
agora isso é uma coisa irritante do Frodo né caraca maluco, todo lugar esse porra tá com a mão aberta com o anel, olha babando mostrar o anel pro Farami não faz sentido nenhum, que é o que você tá fazendo maluco, que porra é
ele vai sofrendo a influência do anel aos poucos que é isso da cara
Nossa, ele tava sucumbindo. Tanto que ele tinha uma compaixão pelo Gollum. Justamente que ele sabe que o Gollum foi consumido por um anel. E ele tava sentindo a mesma coisa. E ele vê no
Bilbo. Na hora que o Bilbo ataca ele. Ele sente ali e vê o que o anel fez com ele. Essa cena é muito foda.
Muito foda. Muito foda. Muito foda.
Você
tem todas as cenas, quando ele tá perto dos Nazgul, que faz com que o poder do anel influencie mais ele. E aí, sempre que ele quer tirar, botar o anel. É, ele tá toda hora virando o olho, cara. O anel tá fudendo
a cabeça dele. E
ele não acha que ele vai conseguir concluir a missão.
Não, quando ele vê a Galadriel, ele fica tão encantado que ele já abre a mão e fala assim, aqui o anel, se quiser vir ver.
Toma, toma aí. E a Galadriel não só fala, não vou ficar com esta porra, como você tem que seguir sozinho.
Sai fora daqui. Falou, ó,
você viu que ele tentou tirar o anel, vamos tentar tirar de novo.
É que nem a Camilla Klein, chegando a Andréia.
não
passou não passei mudei do Brasil então exatamente por isso você não passou em queixo nenhum Andréia Osmog
em cima de uma tonelada de Camila Klein acho que Camila Klein está tudo saindo da pele da Andréia
fica tudo
You have my axe.
Deixa eu perguntar uma parada. Foi o Peter Jackson que lançou o design do elfo com rabo de costeleta? Putz, cara.
Acho que sim, né? É. Os desenhos e os filmadores
eu acho que não tinha, né? Hoje em dia virou um padrão de elfo, né? Rabo de costeleta.
Um brido do lado, na frente da orelha. Talvez.
Você quer ouvir uma coisa muito ruim que vai te dar pesadelo relacionado a rabo de costeleta? Manda. Eu vi um cara analisando o topete, o cabelo do Trump. E aí o gel e tal. Ele tem rabo de costeleta. É só você olhar uma foto dele de perfil e ver. Não, mas é peruca, é peruca. Não, quando você vê o cabelo, o desenho que ele faz do gel em cima da orelha, quando ele acorda e ele tá sem gel, ele é um elfo.
Ai, deu milírio. Ele tem rabo de costeleta, cara. Toma, dorme com essa.
Ele já é orca. Já é orca corrompida há bastante tempo. Já virou orca, é isso aí.
Não, mas esse rabo de costeleta aí é o que faz muita diferença quando a gente assiste as perucas horríveis de anéis de poder lá que eles não têm essa parada. Para
os professores entenderem o que é um rabo de costeleta.
É uma costeleta comprida.
Isso, o cabelo vem na frente da orelha e ele desce reto.
Obviamente, pra disfarçar a maquiagem ali da orelha. Da orelha. Tanto que os hobbits também tem, porque tem orelhas grandes, então o cabelo deles é sempre cheio, cobra da orelha. E aí no anéis, não quero ficar aqui atacando anéis de poder, mas aí eles inventaram de fazer elfos diferentões, né? Elfos que trabalham no escritório. No quarto do
novo.
Exato.
E aí eles não tem que perder pra nenhuma,
né? Ah, é, pois é. O que
é
péssimo.
Ó, uma outra adaptação que é pouco falada, mas que faz muita diferença, assim, no filme não faz, porque eu achei bom também, que é o lance da Narcil e da Andoril, né? O Aragorn, ele já sai com a Andoril, que é a espada reforjada.
Desde o início, né? Desde o
início de Valfenda, né?
Isso foi perfeito no filme, porque dá importância pra espada, faz a espada surgir num momento crítico da história, onde ela vai ter uma importância muito maior. Isso é
vacilo o Boromir derrubar a espada de mil anos e não pegar do chão. Nossa,
porra. Bem cuzão mesmo, né? Tá muito amavorada.
Tá pra caramba. Tá, tá aborada. Mas, porra, essa da coleção do Auronde, cara.
Mas porra, o Boromir, depois que tu vê o pai dele, tu passa um pano
muito grande pras coisas que o Boromir faz. É isso que dá não deixar atrás do vidro outras peças de coleção, velho. É isso
que dá. Você tem que entrar com impressão digital, malandro.
É assim que resolve.
Aliás, os personagens que vão surgindo depois, o Denethor também, cara, segura demais o tipo de personagem que ele é, o regente. Denethor,
te odeio.
Porra, te odeio. Inclusive, esnobado, o Bernard Hill, esnobado, faleceu ano passado, não apareceu em memória do Oscar. Caraca.
E ele
tá nos dois filmes recordistas de
Oscar.
Exato, no Titanic. Caraca, é verdade, meu capitão.
Mas o Oscar sempre dá essas vaciladas, né, cara? Não tem jeito. Não foi vacilada. Desnobada? É,
Motelden não precisa disso também.
O Théoden, ele é uma coisa incrível, cara. Tipo assim, ele fodido pelo Língua de Cobra e depois o retorno dele, como ele se tornou um personagem foda. É claro que tem outras adaptações, por exemplo, quem grita morte, morte até o fim do mundo na Batalha de Pernaner é o Elmer, não é o Théoden, né? Na minha cabeça já me botou até no livro. Ficou tão mais foda.
Agora que vocês falaram...
Não,
não, não, não, não, não, não, não, não, não. André, você tá de chapéu até o pé. De
elmo, tá de elmo até o pé. De elmo até o pé.
No livro, o Peter Jackson tem algum problema com corneta, realmente. No livro, antes do ataque, ele toca a corneta e a corneta explode. E eu fiquei esperando a porra da corneta explodir, fiquei com cara de Pokémon fudido.
O
problema do Peter Jackson é que nunca apresentaram pra ele,
gente. Na verdade, tem corneta. Tem um corneteiro lá.
Quem imaginava a corneta é gigante também, igual um berrante. Não tem, mas não
explode. Não, mas a corneta é foda, que ela anuncia a chegada de Jorririm e é num momento fudido de que tá tudo perdido. Então, assim, ela não tem aquele... É, pois é. O Peter Jackson não gostou de botar o poder mágico nas cornetas, mas...
a cada um.
Cara, um berrante, André, agora você falou tudo, hein? Puta que pariu. Ele nunca viu um berrante na
vida dele. Eu tava imaginando o tempo todo um berrante. Só que eu imaginava um berrante mais sinistro, sabe? Um som mais assustador. Um som de
berrante é foda.
É muito foda. Você que é o nosso professor... Eu até imaginava que ele era mais grosso. O
berrante, ele é uma parada brasileira, América do Sul? Ou usa-se em outros locais?
Acho que é gaúcho, não é? Não é gaúcho. É uma coisa meio regional, não é só Brasil. Então, não, não sei. Ele é
regional.
Ah,
lógico que só tem no Brasil, gente. Não é possível.
Não acho que é só Brasil, não. Gaúcho é coisa de região, não é delimitado. Gaúcho tem gaúcho argentina. Não, então, mas não tem nos Estados Unidos, Berrante. Lá os caras iam no laço e não assumiam. Sei lá. Mas assim, tem uma corneta foda. Gente, a gente tem que fazer justiça a uma corneta. A corneta do cara condutor dos Mumakil.
Que
é uma corneta meio... Ela tem um tom meio árabe. É uma corneta meio distorcida, né?
Aí faz mais foda essa corneta do que a do Boromir.
O piloto de Mumaquil é foda também, né? Aquele cara
do Mad Max correr, né?
Exatamente, é. Porra. Aquilo é o momento do Mad Max. É, porque eles são de uma região bem ferrada, né? Então os Mumaquil são os carros de Mad Max do Senhor dos Anéis.
É,
não, pô, o visual deles todos, aquela hora que o Frodo e o Sam estão no portão de Mordor, né, e aí chega a galera lá, o exército dos homens ali, daqueles povos lá, os Haradrim, sei lá como chama, o visual deles também é muito louco, eles se escondem com a capa e tudo mais, né.
Ah, muito
foda.
Isso é uma parada maneira, né? Porque a capa... Eu acho que na verdade... Eu não lembro se na versão do cinema tinha ou não agora. Porque eu não acho mais que é a versão do cinema. Eu confundo já
todas as versões.
Não, a versão... A capa virando pedra? A capa... Vira pedra! Tem, tem, tem.
Mas tem um detalhe, né? Que a capa foi dada a eles pela Galadriel, né? Pelos elfos lá em Lothlórien. Junto com todos os outros presentes, né? Que acabam... Tipo, a gente só vai... Acho que na versão do cinema, a gente só vai sabendo à medida que eles vão usando. Vai tendo ali rápido alguns flashes, né?
E aí, na versão estendida, é uma cena bem mais longa, que você tem até o Gimli recebendo os cabelos, os fios de cabelo da Galadriel.
A Galadriel dá aquela palha jamaicana pra eles, né? Dá, dá.
E na versão estendida tem o Boca de Sauron, que não teve no filme.
Então, o Boca de Sauron, eu tenho sentimentos mistos, assim, do filme.
Por quê? Tu não é fã do Lobão? Caraca, eu não vou falar do Lobão, cara.
Eu imaginei o Lobo é clássico, o Lobo é a boca de Sauron, cara. A boca do Lobo é gigante, vai de orelha em orelha.
E tem que entender que o Sauron ia aparecer nessa cena? Na cena da batalha ali?
Depois, né? É, na cena da batalha. Mas
você sabe quem é o ator que faz a boca do Sauron, né? A gente tá falando de Mad Max, ele é o cara que tinha o helicóptero do Mad Max. Aquele magrinho.
Olha aí.
Eu
gosto da boca de Sauron. Nossa,
a gente gosta.
Foi maneiro pra caramba. Eles chegaram a testar a boca de Sauron falando com a boca de lado, assim. Tipo, de lado não. Eles inverteram o eixo da boca, né? Pra ela abrir pros lados, né? Ah, tá. Entendi. Que
isso? A boca ia de xereca? Caraca, berração.
Exatamente. Era a boca de xereca. Era exatamente. Aí eles testaram pra ver como é que ia ficar. Aí eles falaram, não. Tá uma merda. Tava xereca. Isso foi de xereca. Sauron foi de xereca.
O
Fijão, teve dois atores que fizeram o Boca de Sauron. Ah,
teve dois? É porque eles tinham testado inicialmente sem ser aquela figura tão bizarra. Bruce Spence
no Senhor dos Anéis e Don Massick no Retorno do Rei.
Não, então, eu acho que eu dou o Retorno do Rei. Mas aí no final ele decidiu só aumentar a boca pra ficar uma coisa bem bizarra, mas não tão alienígena.
Ficou sinistro, ficou foda.
Não, ficou ótimo. Boca de Sauron é incrível, cara. É foda. É
foda. E não tem no filme, é só na versão estendida.
É, não, mas eu entendo não ter no filme de cinema, porque ali você já tava na reta final.
O jeito que ele editou, ele fica focando na boca, porque a boca, como não tem lábio, né? O jeito que ela se mexe e tal, flertou com o cômico, pra mim, assim, entendeu? Não me pegou o terror que ele queria passar, assim.
É que tem uma hora que ele termina de falar e
ele faz um...
Faz um... Exatamente. Aí aparece uma coisa até meio cômica. Tanto é que a espada do Aragorn
tá suja, na versão do cinema normal, a espada do Aragorn tá com sangue. Que ele cortou a cabeça dele. Porque ele acabou de decapitar, só que não mostra essa cena. Então ela tá suja do nada, né?
A pena é que essa cena termina muito foda com ele decapitando o Boca do Sarão. Tipo, foda-se, né? Mas eu entendo o ritmo que ele teve que imprimir para um filme de versão de cinema que, puta, não dá para fazer quatro horas de filme.
No outro dia eu vi que dava para fazer O Seu dos Anéis em um filme só. Se o Frodo e o Sam tivessem pegado a águia... Ah, não, não comendo. Não vai trazer essa piada velha.
Pelo amor de Deus. Não, porque fizeram o DIY.
Ah, fizeram o DIY. Claro que fizeram o DIY.
Temos que levar o anel. Aí vai aparecer as águias... Aí todos os chusam
os
gus. Tchau, tchau.
Vem nove
Nasgul voando pra cima da águia. Não tem como, gente.
Falta muito foco pra esses Nasgul voador, né, cara? Se eles tivessem um pouquinho mais de foco ali, eles tinham ganho a porra da guerra, né?
Marcelo, se o Sauron tivesse investido mesmo no início da Guerra do Anel... Porque ele investiu muito pouco. Ele botou os caras de cavalo pra ficar procurando Hobbit, cheirando Hobbit. A galera tinha muita tranquilidade, muita paciência.
Exato, se eles tivessem chegado Já de Weaver, aqueles bichos voadores dele O Felbeast, né O Felbeast, tacando terror na porra do condado inteiro Meu irmão, não tinha um anel, ia aparecer Mas aí vocês tem que entender
o seguinte Não vai subir ninguém A gente tá trabalhando Com a nossa percepção de tempo Ele já tava esperando um anel há mil anos
Mas é que ele foi meio preguiçoso Ele foi aos pouquinhos, tava espreguiçando ainda
O cara tinha juntado o olho e uma boca,
malandro. Ele tava num ritmo diferente.
A
gente falou da voz do Aragorn, também falou da abertura do filme com a voz da Cate Blanchett. Mas apesar da voz do Aragorn, esse filme tem vozes poderosíssimas. A própria Cate Blanchett tem uma voz foda. E o Saruman.
Christopher Lee tem uma voz foda, Auron tem uma voz foda o Ian McKellen tem uma voz foda e o John Bruce Davis tem uma voz foda cara, a galera é de 10x0
no Vigor Motson o Elrond manda bem também o
Elrond também tem uma puta voz é verdade o
Christopher Lee queria ter feito o Gandalf
Só que aí, cara, imagina a Nora que fez lá. Ele
foi o único cara do elenco que conheceu o Tolkien. Exato. É verdade. Ele era apaixonado.
E ensinou pro Peter Jackson como é que se funciona uma facada. É, exato.
Esse cara teve uma vida...
Christopher Lee é absurdo. O é inspirado na
vida dele, cara. O autor do era primo, né? O Ian Fleming. Então, o Ian Fleming acho que era primo, era parente dele e fez o inspirado no próprio Christopher Lee, cara. Foda demais.
Eu não sei se eles fizeram audição, se eles convidaram essas pessoas. Ah, não, esse tipo
de cara, é... Pelo amor de Deus, você quer fazer meu filme? Mas aí o
cara, ah, eu quero fazer o Ganda. Eu falei, não, meu filho, não tem convidão. Eu acho que no caso, o Doc Christopher, e ele se
convidou. E ele fala, né, que assim, a obra que ele mais acha que ia marcar, né, que ele ia ser Lembrado, ia ser Senhor dos Anéis. E ele faleceu recentemente, e ele revia Senhor dos Anéis com frequência. A última coisa que ele viu foi Senhor dos Anéis. O último dia de vida,
ele pediu...
assistir o filme.
Eu vou falar que eu tenho um carinho especial por atores que veem seus filmes.
É porque a maioria não vê, não gosta de ver Todo mundo é cheio de não gosta de ver Aí vem o Christopher Lee da vida, é um cara foda
Tem ator que não vê filme nenhum, né David? Tipo a Millie Bobby Brown e tal
Também não faz, né? Filme nenhum Ela é
pronto Ah, pronto É uma verdade, é uma verdade Palavras dela, inclusive
Eu não gosto de ver as entrevistas que eu faço Eu sou desses aí Eu acho uma merda, fico com vergonha Tudo uma bosta
As pessoas gostam, mas eu não gosto de
ver. Mas a entrevista só tem você e o ator. O filme é uma produção gigante, não é sobre você, né? Não é sobre aquele ator, né?
Não, mas nem a entrevista é sobre mim, mas eu tenho vergonha de me ver. Então eu entendo a parada dos caras se verem, entendeu? Um abraço pro Christopher Lee pra gostar de ver os filmes dele. O John Williams nunca viu Star Wars, Marcelo.
Outro destaque que a gente dá é pra trilha sonora de Sordes Anéis. É a
Howard Shore, né? Nossa, cara. Que veio do nada. A Howard Shore, assim... E a Enia, gente. A Enia.
Foi genial botar a Enia.
Exato.
Chamou a Eni Lennox. Cara, a Nirón. A Sordes Anéis é muito incrível, porque ela é muito marcante, cara. Você ouve os primeiros segundos de qualquer música. Você é transportado...
imediatamente para o filme, para o sentimento que você teve quando viu a primeira vez. É uma parada incrível. Qualquer momento. A música é muito marcante o tempo inteiro. Muito,
gente.
E tem muitos temas diferentes, né?
Cada localização tem a sua música.
Cara, não sei se tu lembra, Alexandre. A Luana, filha do Beto.
A gente jogando RPG com a Leda Bebê. Tinha um, dois anos. E aí, do nada, ela chorava a gente jogando RPG e parava. Chorava, parava, em vários momentos. E aí, a gente percebeu que ela tava chorando. Porque quando tocava o tema dos Hobbits, aquela musiquinha lenta, suave dos Hobbits, ela chorava, porque ela ficava emocionada.
E aí acabava a música, ela parava de chorar. Fiquei
gênio, fiquei gênio. No parto da minha filha, depois que ela nasceu, tipo, eu dei o primeiro banho lá, né? Tinha esse lance do, ah, o pai dá o primeiro banho e tal, não sei o quê. E aí você podia escolher uma música pra tocar ali durante o banho. Eu escolhi Aniron, que é a música da Aenia, que toca a música do Aragorn com a Arwen, né? Porra, toda vez que eu ouço essa música, me faz uma outra conexão também. É foda demais, puta merda. É foda
demais.
O Dave me deu de presente colada a Howling uma vez. Ah,
pela vespertina, pô. Isso. Eu
não pusei, ele tem.
Não agradou.
caraca, David não
agradou é pra você, é pra
você
você tá errado, que eu usei na Nova Zelândia
usa você, porque o Aragorn usa, entendeu? é verdade
ah, é o Aragorn que usa
olha aí, é verdade mas
eu usei na Nova Zelândia, eu levei pra isso
dei também pra La Ferroada, também não agradou é como diz o Aragorn
Deu a ferroada escrito Dave, né? É a bola
do Homer, né? A bola de boliche do Homer.
A ferroada é foda, ela acende luz, ela fica azul.
Eu não posso falar nada porque eu já dei um Barbárvore action figure pra Agatha de Natal. Porra
aí.
Como
é que a tua avó falou? Donieda, viu? Agatha abriu Barbárvore. Você ganhou um graveto?
Ela é minha filha. Eu ganho o verco.
Pô,
custou caro aquele graveto
Pô, pelo menos eu ainda Dei uma coisa mais melhor Dei um grute que é um vazinho de planta
Pois é, e tem mais personalidade O
Barbaro, inclusive Que é o John Rose Davis que faz a voz Também, né, o Gimli, o ator do Gimli
É verdade A gente tava falando do Howard Shore, né A trilha dele é magistral, assim, não tem muito o que dizer Mas acho que a música mais legal É a de Rohan, assim, aquela A gente tá falando do Gimli
Ah, não tem como escolher uma. Eu vi a entrevista do Peter Jackson, ele falou assim, o meu teste, quando o Howard me mandava as prévias das músicas e tal, a gente tava filmando, etc, e tal, era se eu, em algum momento, eu decorava a melodia principal e começava a cantar o lá. E ele disse que ele tava lá, andando numa estrada lá dessa Nova Zelândia, indo pro set de filmagem, aí do nada, sem nada, ele começou.
Aí ele fala assim, opa, tá aprovado então. Já vou mandar um e-mail dizendo que tá aprovado. Porque eu tô cantarolando a porra da música.
O Rohan, pra mim, é a parada mais foda dos filmes. A galera sempre gosta de gondo. Eu sou, tipo, Rohan até o final. Mas você não
acha vacilo o cara ter um primeiro ajudante lá que chama língua de verme, né? Tipo assim, já não dava pra esperar alguma coisa. Língua de cobra. É, língua de cobra.
Não, mas isso é um apelido. É um apelido maldoso que a galera deu. É, não é o nome dele. Mas não é um apelido
pelas costas. É um apelido que a galera sabe. Todo mundo fala. Sim, mas aí a parada... O rei já tava corrompido. É, foda-se. Ele não tá nem aí. Não é tipo... Vai, brasa. Isso aí
é uma aranjada,
velho.
O gole do reptiliano, não tinha.
Ele tinha a língua bifurcada. Ele tinha a língua bifurcada. Cara, falando em língua de cobra, essa cena que o Gandalf liberta o Theoden, né? Nossa, é foda demais. Tem uma parada que é muito foda que o Peter Jackson sacou, que é a sutilidade na magia de Senhor dos Anéis. Sutiliza. Sutiliza,
sutiliza a sua palavra. Eu
inventei, que nem brasa.
Já
pode
trabalhar
em agência aí.
A sutileza da magia, que ela não é um raio, não é um negócio. Tem vários momentos que isso acontece. Esse é um que é muito foda, cara. Primeiro que você não vai deixar um velhinho sem o seu cajado. E aí os caras deixam, quando ele revela. Nossa, é tudo muito incrível, cara. Aí o Liga de Cobra, eu falei pra vocês
pegarem o cajado do mago! É muito bom, cara.
E quando ele expulsa, e aí você vê a cena mudar pro Sarumando sendo jogado pra trás. Cara, que incrível. Isso é absoluto cinema, cara. Falando nisso, a gente tem
que lembrar das frases que viraram meme, né, cara?
Há muitas, é. You have no power here. You have no power here. Mas é o jeito, né? You
have no power here. No power.
Virou um meme quando o filho leva a criança na casa dos avós. Os avós dão tudo, doce e tal, não sei o que.
A criança pros pais. You have no power here. A
outra frase também que virou, que tem placa em capacho, que é you shall not pass.
Essa
é a frase.
Essa é a frase, né, cara? You
shall not pass!
Esse momento é outro fodástico também. Nossa, cara. O Balrog,
né? É algo muito
importante. Apesar de até hoje eu não me conformar do Legolas não falar Ai, ai, um Balrog. Exato. Faltou. Como no livro. Só faltou isso. Quando ele manda o Você não vai passar, o Sean O'Paz, e ele bate, e tipo assim, nada acontece no final, né? Ah, beleza. Gritou, bateu, mas acontece. A magia foi feita, só que ela é sutil, né? Puta que é muito... MUITO
É muito foda. E ele cai, aí fica a câmera lenta, a música de leve e o Aragorn assim, abismado, né? E as flechas vão ricocheteando na parede. Puta, é muito bem feita essa cena, cara. É foda. E
aí ele vai tomando a liderança da situação. Ele fica um segundo atônito, né? E aí imediatamente ele vai tomando a liderança. Vambora!
E
aí, tipo, a
gente
tava falando da abertura do primeiro filme. E aí, dessa cena, a abertura do segundo filme. Nossa senhora, cara! Que a gente vai pra esse momento. Eu tinha que precisar
de lembrar,
mano.
Porra! Que é do lado de fora, você só vê a montanha, só vê Edor, só vê, tipo, caralho, e aí você, de repente, começa a ouvir o Gandalf, o barulho deles fugindo, e aí você vai pra queda e eles lutando. Puta, cara, que eu tô... A gente ganhou pra caralho! Caralho!
E é muito doido,
porque eles estão caindo E aí eles terminam a batalha num bico Tipo assim, é uma parada Realmente fora do nosso tempo Fora do nosso...
Eles caem numa caverna, caem numa caverna de água Eles caem na água, e aí tipo, a parada vai mudando É só de fora, cara
Cara, é foda demais.
Não, e quando o Balrog cai na neve e apaga... Puta, é um puto efeito sutil, assim. Mas... É muito marcante, assim, quando eles morrem, né? E
o detalhe dessa cena, quando eles tão caindo, né? Quando a gente começa a mostrar eles caindo, que o Gandalf pega a espada. E aí ele vira pra, tipo, ir pro ataque.
pra cima do Balrog. É, pra ganhar velocidade. Porra, é muito foda, cara. E aí, tipo, a gente tem ali a abertura maravilhosa do primeiro filme, e aí a gente vai pra essa abertura do segundo, que é épica pra caraca. Aí
o que acontece? A gente vai na Megacon, anos de São Os Anéis, aí tem lá um belo Doom Gandalf, né, chamando a chama de um Doom pra enfrentar o Balrog. E a parede tá aqui em casa, é isso que aconteceu. Tá aqui
em casa. Acende luz o fogo.
Ah, só
se
vive
uma
vez, David. É isso aí
mesmo.
A gente foi na MHC só um dia, né? Na quinta-feira. E a gente vê essa peça aqui, a da Peace Kingdom, né? É. Que é foda, a peça foda. E aí a gente
resistiu.
Resistiu.
O André, mas tem uma peça da Ueta, que tava na San Diego ano passado, que tem toda a Sociedade do Anel subindo mais. Nossa!
Essa eu sempre quis. Tem um lugar legal aí
na sala de vocês pra essa peça, sem sacanagem. Mas ela esgotou
em segundos. Sério? Mas eu
consigo pra você.
Eu consigo.
aí ferrou,
aí ferrou
olha aí, tô te mandando mensagem agora é o
meu sonho aquela peça só que esgotou rápido demais a gente dá um jeito
a gente dá um jeito aí a Andrea liberou então,
David
gente, eu sou beat de seus anéis essa peça
que é eles subindo uma torre em espiral nossa,
é muito
foda gigantesca, é pra
Agora tu se comprometeu, foda. Agora coroa. Agora todos esses DIY que eu recebi e transportei pro Brasil, vão ter o teu pagamento. Mas não valido a pena eu ter levado uma mala de DIY até a China pra levar pro Brasil na sequência.
Caraca, eles viajaram esses daí, hein? Eu tava vendo uma entrevista do designer de som do filme. E ele colocou, ele pegou uma pele de cobra pra fazer o som. É muito sutil quando ele tá entrando no quarto que tá o filho do Thelden morto. E tá a Elwyn lá triste e tudo mais. Ele dá uma chegada, uma assediada nela e tal.
Mas esse é o som do vestido dele, né? Do hobby dele.
Isso, é a capa dele arrastando no chão, né?
Que é um som de pele de cobra arrastando. Que ele gravou muito foda esses detalhes. E
é tipo assim, a detalhe que, meu, você não percebe, mas... Tu não vai saber, é. É legal eles terem o cuidado, né, de colocar isso lá, né. Porque essa parada das versões estendidas também, é um negócio que não tinha na época, né. Assim, também foi uma outra parada que ele meio que...
trouxe. Tinha uma versão diretor do Blade Runner, né, umas paradas assim. Mas não... O jeito que foi feito, e ir no cinema de novo, aí lança Blu-ray. Porra, o que ele vendeu de home video, esses filmes, também não tá no gibi, né, cara?
Cara, eu fiquei maluco, porque aqui no Brasil não lançou as versões estendidas. Demorou muito tempo. Não, lançou, sei lá, dez anos, quase.
Não, que dez anos, cara? Não foi assim, não,
cara. Foi muito, foi por aí. Foi? Que isso, cara. Aqui no Brasil foi por aí. Tanto que eu comprei os importados.
Ah, a gente comprou os importados. Os primeiros eram tudo importados. A gente comprou os importados. Porque demorou muito tempo pra lançar a versão estendida aqui no Brasil.
É porque era um negócio muito nichado, né, cara? Enfim, produto caro, né? Então...
É, produto caro. Mas, cara, a solução é ter mídia física, porque os stream estão editando filme, cara. Pois é, pois é. E aparecendo coisa que você nunca mais vai ter, velho. É,
os stream estão fazendo o que a televisão fazia antigamente. Faz ainda hoje, né?
Quem vem lançando essas versões remasterizadas, essas coisas, eles podiam melhorar o som da corneta, né? Eu tô com a corneta engasgada. Que
calado. Agora, André, tu faz com o AI. Melhorar a voz do Aragorn também.
Vou
fazer com AI,
né? Puta nossa.
Não, agora eu deixo a vozinha de pato, mas a correntinha pode.
Já vale a polêmica do DLSS5 lá da NVIDIA, que vai pasteurizar a cara de todo mundo nos jogos. É isso que eu vou fazer com os filmes, maluco. Vamos começar a botar AI em cima de tudo pra ele consertar as paradas.
Não tem que consertar. Filme tá feito, tá na lata e é isso. Fala isso pro Jorge Lucas. Não sei. Ano que vem, em vai fazer anos de lançamento de A Nova Esperança, de Star Wars. Então eles falaram que vão botar o filme no cinema originalzaço. Porra, aí vai valer a pena demais.
Se voltar pro cinema Star Wars, talvez bater o recorde agora de novo e passar de novo. O Lucas
falando Carrie, né? Tem que ter essas paradas aí, né?
O Luke
tem que falar Carrie, não pode consertar falando Leia, exatamente.
Pois é, mas eles perderam a chance que relançaram para o cinema, seus anéis, podia ter só melhorado a corneta. Alguém me dá o telefone do Peter Depp. A corneta
edition. Meu querido. Caraca. A Andreia está cornetando aí
o... Meu nome é Rã.
Mas ó, ano que vem, em você falou aí, Alexandre, teremos a caçada de Gollum, cara. Que eu tô com medo do filho da puta, cara.
Ih, eles tão filmando. É Ian McKellen. Esse é um
programa pra gente exaltar os seus anéis. Pra que você veio trazer esse... Não, pra levar um palão. Tô avisando.
Calma,
não sabemos ainda o futuro. Ai, mas cara, já não vai ser o Vigor Morte, vai ser o Maragô. A gente tá muito
traumatizado,
gente. Gente, a gente vai tá comendo cebola no cinema por causa do fallout nuclear. Então a gente vai tá feliz com qualquer parada que a gente
tem.
Foi só eu que senti falta dos Druedain ou vocês também? Ah, não. Dunedain? Não, não. Aquelas criaturas da floresta, Druedain, não os Dunedain.
Não, eu não senti falta nem. Mas
que é da floresta negra? Eu
não tô nem lembrando mais.
Era aquele povo que eram os caras esquisitinhos, o homem da floresta, que ajuda a roja e tal. Ah,
tá. Não, é muito um passão, cara. Não. Já teve isso no Frozen. Não tem isso? É verdade.
Não, ele já limou os do Nedain Que também, gente, não precisava contar Tanta história Mas ele fez boas escolhas de tirar coisa Eu achei que ele ia tirar os fantasmas Ele manteve os fantasmas, foi incrível, cara A gente tem que entender que pro filme Tem que
ser coisa que vai avançar a história E que seja importante pra desenvolver os personagens Tem muita coisa que tem no livro Que não precisa estar no filme
Os fantasmas pra mim era o maior medo que eu tinha Da adaptação Era complicado pra caramba E isso vai acontecer
acontecer nesse... E ficou fofo. Como? Ficou fofo. Ficou meio Pirata do Caribe, mas meio Barbossa. Piratas do Caribe. Aquele cara parece o Barbossa mesmo.
Foi, ó, precede Piratas do Caribe. Precede Piratas do Caribe. Mas é igual o Barbossa, cara, mas eles serviram pra pontuar a batalha, que pra mim foi o ponto de equilíbrio perfeito entre ter a parada da Lorde e fechar a guerra, com os fantasmas chegando só pra dar o golpe final, entendeu? Eu achei que foi super bem feito a chegar, porque em Nipoga, quando chega o Aragorn, eles estão dando um pulo Get off your ships!
Aí eles pulam, aí vem a música, sobe Aí eles julgam, o que que é isso? Aí eles se animam pra matar uns três carinhas E de repente vê aquela fantasma alada É bonito demais de ver, cara
Sabe o que é foda? Uma vez você falou, Alexandre Em algum Nerdcast aqui, acho que era uma citação de alguém Comentando como seria bom A gente saber que está nos bons e velhos tempos Quando a gente está neles, né?
Prazo do Andy do The Office, exatamente
Mas eu acho que na época do Senhor dos Anéis, a gente sabia que a gente tava vivendo uma parada especial, assim, né? Ah,
sabia. Ah, sabia, sabia. Ah, com certeza,
com certeza. A gente sabia que a gente tava nos bons e velhos tempos. Naquele momento ali que a gente tava vivendo uma coisa que... A gente não viveu com Star Wars, né? Eu não vi Star Wars no cinema quando estreou e tal.
Não, não vivemos isso com Star Wars.
Também não, é. No lançamento, não.
Então, o Senhor dos Anéis foi a nossa trilogia, né? Ele foi a... Aí
você acabou de explicar por que eu fui vezes ir no cinema assistir essa porra. É claro.
Eu tava vivendo ali um momento Que era especial pra caramba
Foi um evento canônico Gente, e
se for ela pensar Que tá fazendo anos Tem gente que nasceu e nunca assistiu
Mas é um privilégio isso, André Porque a pessoa pode assistir pela primeira vez Agora, cara, imagina O quanto você daria pra esquecer E poder assistir como se fosse a primeira vez Mas
se ela não viu, ela vai ver e não vai gostar
Não, não, vai estar no celular
Não
Tem vários vídeos de uma galera que tá assistindo só agora, hein?
Eu vi uma moça chorando, assim, pronta, assim. Ela fala assim, meu Deus, eu fiquei, eu não vi esse filme a vida toda, porque eu achei que era só um monte de homenzinho lutando. E eu não sabia que o filme ia mudar a minha vida, que o filme é sobre lealdade, sobre amizade, sobre os pequenos.
pequenos fazendo a diferença nas coisas grandiosas, sabe? Cara, isso é muito foda. Aliás, que é a melhor parte do Hobbit, do filme do Hobbit é a frase do Gando falando com a Galadriel por que você escolheu o Bilbo, né? Por que ele tava ajudando o Bilbo e tal naquela... E ele fala do small folk, né? Das pessoas pequenas que é meio que uma... é um duplo sentido no sentido dos Hobbits serem pequenos.
pequenos, né? As pessoas simples, pessoas comuns. E essa é a mensagem de tudo. Fala assim, gente, não tem super-herói, não tem Luke Skywalker, não tem Jedi, não tem Messias, Jesus Cristo. É um monte de gente trabalhando junto e, principalmente, o maior poder tava na mão dos pequenos, sabe? O poder tá no povo, tá no pequeno. Mas é isso, mas é isso. A história é
essa.
Porque até os grandes heróis, os grandes heróis do Aragorn fala, né? A gente não tem o que fazer. A única coisa que a gente pode fazer é ganhar tempo pro Frodo. É, exatamente. A gente é uma distração. Nós, os grandes heróis da Terra, né?
O Tolkien separa todo mundo, né? No primeiro livro já. E aí, os livros todos, eles são até divididos. Você primeiro só vê a galera de Rohan, o Gimli, o Legro. Depois você só vê o Frodo e o Sam. Ele não fica misturando que nem no filme. Peter Jackson recriou todo o ritmo da narrativa, né? Que é ótimo pro filme. É muito melhor.
Mas o foda disso é que você fica com todo mundo separado a história inteira. E aí, beleza, tá todo mundo guerreando lá. É uma guerra cada vez maior. Os povos unidos sendo massacrados pelos orques, os Uruk-hai, etc. Lutando pela sobrevivência. Mas aí você fala assim...
Porra, enquanto isso tá o Frodo e o Sam sozinhos, um gola, um lá e tal. Mas como que uma coisa influencia na outra? E aí no final ele junta tudo. Se eles não tivessem vencido toda aquela sequência de batalhas, tudo aquilo, eles não iam poder chamar atenção, ser a distração nos portões de Mordor. Cara, isso é gênio. Isso é foda, cara, de juntar tudo, cara. For Frodo, cara.
No final,
quem salva o dia é o Gollum, porque o Frodo mesmo não conseguiu destruir o anel.
É, não, mas isso é genial, André. É muito
genial.
Não tinha, por mais que o Frodo tenha sido escolhido ali e conseguido segurar na duras penas e tal, e que se não fosse o Sam, né, eu não posso carregar o anel pro senhor, mas eu posso carregar o senhor. Essa cena é fada demais. Puta que pariu. Puta
que pariu, cara.
Só que
assim, ele não teria também a força de se desfazer do anel. O anel não queria ser destruído.
Ninguém teria. Então
a única solução é que fosse sem querer. Tipo, a única solução é o Gollum cair com essa bosta sem querer e morrer. Ficou muito bom no filme.
Ficou, ficou. Porque no livro acho que é meio galhofa. Assim, no livro você até entende. O Gollum começa a comemorar, cair e morre.
Acabou. Mas no filme ia ficar anticlimático.
E naquele momento, caberia muito, assim, quem não conhecia a história, o Frodo morrer. Se soltar ali. Porque ele tava cansado, ele tava mutilado. Ele tava, assim... Ele não tá. Ele tava derrotado, né? Porque ele não conseguiu cumprir o que ele tinha pra fazer, né? Ele não conseguiu jogar o anel. Ele tava envergonhado, né, até. Então ali é um momento de tensão fudido pra quem não conhece a história também. Puta, ele vai morrer.
Esse filho da puta vai morrer. E ele volta e tal de novo. O Sam. O Sam é incrível, cara. O Sam. O Sam é tudo. Eu tenho certeza que é o...
Ele é o maior herói do Santos Anéis. Ele é. Ele é o popular mesmo. Ele é uma pessoa comum, né? O trabalhador, a salariada ali, o jardineiro e tal. Foda demais.
CLT da Serra Média. O
Sam
é o
CLT. É aquilo. Todo mundo carrega um anel todo dia.
Não, não. É incrível. O Sam, obviamente, também é o meu pessoal de preferida, etc. Mas, assim, é um conjunto, né? É todo mundo junto.
Todas essas relações, se não tivesse o Pippin tocado na palantia
Isso, todos se ajudaram
Tudo que foi acontecendo foi levando pra aquele momento pro Frodo conseguir chegar lá O Gandalf falando, ah, por que ele tem que morrer por que a gente mataria o Gollum
Exatamente, quem somos nós pra julgar A gente não sabe qual é o papel que ele tem a desempenhar nisso, entendeu? Caralho
Exatamente, se eles matam o Gollum ia dar merda O Sam
queria se livrar do Gollum Obrigado
E lendo o
livro Foi um grande jogo de xadrez Porque Erebor lá também A montanha solitária também teve defesa ali Ele teve que eliminar o dragão Não sei quantos anos antes Pra o dragão depois não se aliar ao Sauron Então tipo, o Gandalf tava pensando nisso já Teve luta em Lothlórien também Isso tem nos apêndices Foi a terra inteira Aquela parte da terra média inteira Combatendo, não foi Uma pessoa só E aí
A frase que o Gandalf fala pra Galadriel no Hobbit sobre o Bilbo é que ele fala assim, ele me dá
coragem.
É
muito foda. O cara que é um Star, um mago foda, uma entidade cósmica, ele fala que o pequenininho Hobbit, no caso era o Bilbo, mas reflete para todos os Hobbits da aventura, eles são tão importantes quanto os deuses que estão aqui.
Eles me dão coragem, eles dão coragem pra um deus, cara. Pra um semideus. É foda demais isso.
E aí você pega no filme, tem uma cena pra mim que representa muito bem isso. Que é quando o Gandalf chega, tipo, voltando lá, depois de descobrir que é o anel. Falando, Frodo, você tem que sair, você tem que levar essa porra, você tem que levar pra prisão. E aí ele simplesmente já pega a bolsa, pega o cajado, pega o anel. Beleza, pra onde é que eu tenho que ir? E aí o Gandalf para, olha pra ele. Uts.
É tão impressionante o como os Hobbits são. Essa cena representa exatamente isso. O quanto os Hobbits são a galera foda ali, que são os simples, mas que estão preparados para o sacrifício. A bondade
do coração, puros. É isso, por nós. Puros por nós. Os Hobbits são puros por nós.
Azaghal, you have my axe.
Essa cena da casa, né, quando o Gandalf volta, né, que ele descobre que aquele é ou um anel e tal, é muito maneiro e esse acontecimento se repete algumas vezes nos filmes, que é quando o Frodo, ele, beleza, e aí, pra onde eu tenho que ir, não sei o que? E é o olhar que o Gandalf faz, né, de tipo... De carinho, né, de
carinho, de surpresa. É um olhar de pobre diabo, mal sabe o que tá...
É, mas
é um olhar que é muito foda e sutil. E que acontece... Admiração. É um olhar de admiração. E acontece no conselho do Anel, né? Quando o Frodo fala, vou levar... É um alívio,
né? Pra ele, na verdade, aquele momento ali, né? Porque ele não tinha ninguém pra
ele. Ali ele tem algumas emoções. Ele tem a tristeza de ver
que o Frodo tá
tendo que levar. Tem tristeza. Tem tristeza, sim.
A admiração pelo fato de que, tipo, eles são capazes. Ele tá se propondo a isso. E ele é um ator, cara, que ele consegue passar tudo simples.
falar uma
palavra.
Ele é muito bom.
Ele é
muito foda. Ele é um dos melhores gifs que tem, gente, pra mandar no Telegram.
Qual o gif?
O Gandalf, orgulhoso.
Ah, tá. E depois, mais no final, na batalha final, quando aparece o Chainmail do Frodo, né? A expressão da Sociedade da Anel quando vê e, puta, ele morreu, não sei o que lá. Essa é devastadora, cara, assim, é emocionante. Essa é foda. O Aragorn manda for Frodo,
puta.
Agora, vocês falaram do Conselho de Arrow, eu odeio todos aqueles figurantes, cara. Eu tenho muita raiva daqueles caras. Eles são muito ruins, bicho. A maquiagem
dos anões ananos, anicos, sei lá, é terrível. Não, e eles têm uns
olhados perigosos.
Parece que
tem papel de dinheiro com molhado, assim. É horrorosa, sabe? Não tem expressão nenhuma. É asquerosa a maquiagem dos alinhados. Não, cara,
imagina você participar do conselho de Eurotipo, da maior trilogia, de uma das maiores da história, e você ter esse papel medíocre de figurante. Para! Que não consegue olhar pro... Não, cara, eles olham pro lado perdido.
É ruim mesmo.
Eles têm uns olhares perdidos. É ruim, cara, é ruim.
Eu
nunca reparei isso. Você vai me fuder essa cena? Não, não faça isso. Não, é
ruim, é ruim. Desculpa. Nunca
reparei nisso.
Porque assim, os únicos que falam são os caras da sociedade.
Ah, depois quando começa a briga do Gimli com o Legolas, a galera se levanta e começa a falar no fundo. Ah, mas é um generalizado, assim. Não tem fala, não
tem fala. Aqui, ó, faltou uma escola Wolfmeyer ali pros caras, velho. Não
tem como, não.
Faltou método, né? O Xambim
tá abaixando a cabeça pra ler o texto, porra! Isso é muito
maravilhoso, né, cara? Isso é muito
foda! Isso
é muito foda! Ele mudou da noite anterior. Então não teve tempo de decorar. Mas ele falou, vambora. Ele literalmente tava com o texto na perna, na coxa, ele paparra tava pra falar.
Mas deu o ritmo, né, cara? Porra, pra caramba. Ficou foda, ficou foda. Que esse é um outro meme que virou, né? One is not simply. Aí qualquer coisa.
Exato, é. O
Aragorn abrindo a porta ali em Elm's Deep também. A
cena dos beacons, cara, é uma coisa que ele tava... É outra que emociona demais também. Aqueles faróis acendendo com aquela música, cara. Aquele Howard Shore tava super Sayajin 5, maluco.
A
câmera
acompanhando as montanhas. Não acreditava. Aí eu fico feliz quando pessoas da nova geração fazem um vídeo todo emocionado, chorando, cheio de lágrima no olho. Fala assim, caraca, como é que eu nunca vi isso antes? Que coisa incrível, que história incrível, que história atemporal, que história rica.
que o Tolkien falava, isso aqui não é, o anel não é bomba atômica, gente, não é uma porra de uma metáfora, eu escrevo com aplicabilidade, ou seja, essa história, ela pode ser o que você quiser, pode se encaixar no que você quiser, no momento da sua vida, no conceito geopolítico, whatever, e ele sabia fazer isso, cara, e isso é incrível, porque a história que ele escreveu é um condensado de mitologias humanas, né, e falando...
Dos problemas humanos, da ideia de você ter um fardo que você tem que carregar e que ninguém mais consegue, e o resto do mundo ajudando o fardo a ser carregado, sabe? E o paralelo de todos os personagens é muito bem feito nesse sentido. Tanto que, voltando à história de os Hobbits serem pequenos, isso é até uma metáfora, né? Para o que ele estava querendo falar, de uma forma mais grandiosa, a cena que foi muito bem adaptada, que...
Eu fui com tanta expectativa de chorar no retorno do rei. Eu já falei isso no outro Nerdcast. Fui com tanta expectativa de chorar no retorno do rei. Fui com tanta expectativa de chorar no retorno do rei. Fui com tanta expectativa de
quando você carrega o Frodo, o cacete. Caraca, é o modus operandi, né? O cara vai querendo chorar já. Não! Já leva o mexicano do lado para tirar
o...
Não é nada disso. Porque eu lendo o livro, na hora que o Sam botar o Frodo nas costas, eu vou chorar. Não chorei. Eu não sei por que eu não chorei. Eu tava vendo ali o filme. Mas na hora... Aí a adaptação do Peter Jackson, quando os hobbits se curvam pro Aragorn, o coração... Oh, my friends. E ele... Cara, toca aí.
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Cara, quem não chorou é psicopata, já pode apontar. Não, é possível. Essa cena é tudo. Não só porque ela é uma surpresa, tipo assim, óbvio que faz sentido. Tipo assim, os hobbits salvaram todo mundo ali. Eles todos tiveram um valor único. Mas naquele momento, os hobbits, os pequeninos lá do condado, eles estão mais altos do que o reino de Gondor inteiro.
Ninguém tá acima deles ali. Do que a Terra-média inteira. Do que a Terra. Todo mundo se curva e eles estão no topo do mundo ali, cara, sendo homenageados pelo mundo, que eles ajudaram a salvar. É lindo demais aí, caraca, de arrepiar, de chorar. É
como em Mulan, que a China inteira se curva pra Mulan.
Essa
cena é foda. Só é osso o Gimli segurando a almofada, né, cara? Puta que pariu. Caralho, os caras não tem alguém pra segurar a coroa. Tem que ser o anão, filha da puta.
Ué,
deixa o amigo segurar aí. É uma homenagem, cara. Eles botaram só porque ele era baixinho e não ia aparecer na cena.
Ah, se falar em cena de emocionar, eu sempre me emociono. Eu não sei porquê, mas é uma cena que sempre me emociona. É quando a Owen tá fugindo, né? Com o Frodo, né? Dos Narsilhuk. Eu acho a cena foda. É foda pra caramba. É muito foda. Live action, cara. Foda demais. Mas aí, quando ela chega no rio e ela faz aquele canto lá, né? E as ondas de cara, eu acho tão foda aquilo pra mim. É muito foda de cavalo. Sempre. Não tem como,
cara.
No original, a Aron é o Rond que fazia porque ele tava com o anel, né? Um dos anéis de poder. Ele usa um dos anéis de poder pra fazer a parada. Mas, mais uma vez, né? Dando espaço pra Aron ali. Foi perfeito ela fazer a magia e etc, né? E quando a gente viu os cavalos de água, a gente...
Os cavalos de água ele fez! Cara, é impressionante. É realmente um milagre. É um milagre de anos que a gente tem que ver de novo, apresentar para as novas gerações.
A gente tinha que assistir todo ano, gente. Eu
assisto todo
ano. Eu
assisto
todo ano.
vida. Ia
ter que ser a
versão estendida.
Eu só vejo a versão estendida. Só quando no cinema, quando eu fui ver de novo, que quando não passaram a versão estendida. Mas em eles passaram o Retorno do Rei versão estendida e o Duas Torres versão estendida no cinema.
E aí agora eu tô olhando aqui a Academia vai lá e me dá pro melhor ator coadjuvante de Iris. Jim Broadbent. Puta que pariu, cara. O Edvaldo Filho deve ter gostado. Ah,
você já tá com essa mágoa do Gandalf, do Ian McKellen. Caraca,
que filme é esse, Iris? Então, pois é,
André.
Pois é! Nobody
cares! Azaghal, you have my axe!
Tem uma outra modificação do roteiro, adaptação, que pra mim foi muito foda, que foi terem tirado o expurgo do Condado.
Ah, foi mesmo. Essa foi boa mesmo. Não dava, né? E aí... O filme
tem finais, né, gente? É, a versão estendida, então,
tem uma porrada. Não tem um
expurgo, não. Na versão estendida, tem
uma visão do expurgo, né? Tem uma visão. Não, não, mas no normal tem também.
Tem.
É, na versão normal tem, tem a visão que pode acontecer.
Mas tem dica que eles matam, mostra o Saruman morrendo realmente, né? É,
aí ele morre, só que morre em Asengard, né? É,
no início do Retorno do Rei, ele morre lá em Asengard, morto pelo Língua de Cobra. E ficou
ótimo, ficou ótimo, é isso.
Ficou ótimo. Com a exceção da Fireball, que aí já era magia muito... Nossa, puta. Aí já saía da sutileza do Tolkien, aquela Fireball lá. A
sutileza do Tolkien, quando o Gandalf vai enfrentar o Witch King com a luz... Puta, essa cena é foda demais também, cara. Que ele sai com o escadofago... O cajado cabrado. Ah, essa
cena. Pra salvar o Faramir, né? Pra salvar o cavaleiro. Quando o
Witch King quebra o cajado do Gandalf também é... Puta, é desesperador.
Caraca, quebra o canal do Gampo, deu. Ah, mas daí falta o
foco e ele vai embora,
né? E
aí tem
também uma cena muito foda que é a Elwyn matando o Whittgen. Cara, falando da Elwyn, tem uma parada que eu não gosto da versão estendida. Eu entendo que é uma piada e tal, beleza. Mas assim, que ela cozinha e o Aragorn come. Tipo assim, o Aragorn, passo largo, ele jamais ia ter nojinho. Que, ah, ela cozinha mal e tal. O cara ia mandar o pratão pra dentro.
É, tem umas piadinhas meio… Essa piada
ficou meio deslocada pro Aragorn. Ainda bem que ela não tem na versão normal. Na estendida ela é bem… Na verdade, o melhor é o Mas essa cena aí, ela é bem… O melhor estendido, né? Desculpa. Eu prefiro o melhor filme, eu acho que é a Sociedade. Mas a versão estendida mais completa é a do Só que essa cena, acho que ela não tem nada a ver, assim. Da Arwen e ele e…
Nessa cena você inclui também, tem a cena dela perguntando sobre as mulheres anãs pro Gimli. Isso é engraçado.
Isso pode.
Ué, o Guilherme é o Pagem, você não fala nada. O
Guilherme é o Pagem, você não fala nada. O Guilherme é o Pagem, você não fala nada. O Guilherme é o Pagem, você não fala nada. Tem um fetiche
em Elfa e isso. Mas os anões têm que falar do Cômico, inclusive no Hobbit.
É,
não, isso é verdade. Eles
sempre não tiveram, eles seguem a vibe do Tolkien.
anos e continuam as mesmas implicâncias.
Não mudou nada. Nada mudou, nada mudou.
Mas, cara, você sabia que a cena final, que é a cena que o Frodo vai embora com o Bilbo?
Qual final?
O final final.
Fala de cena final. Tem uma que é maravilhosa, que virou meme na internet, que a galera fala que o Frodo não sabe o nome do Lérgula.
Isso é bom
demais. Isso
é bom demais. Eles não falam, eles não conversam. A única vez que o Legolas se dirige ao Frodo é quando ele fala, you have my bow. E eles não falam mais. E aí a galera achou que ele falou assim, eu acho que ele não sabe o nome do Legolas. Porque quando ele acorda, chega todo mundo ligando. Sam, Aragorn. Aí quando chega o Legolas, ele... Ele não sabe o nome. Ele não
sabe. É muito bom. É muito bom, é muito bom. Nem nunca, né? Nem nunca.
Essa cena é incrível, cara. Tá lá ainda? Você tá lá ainda, tá lá ainda? Ih, rapaz. Eu acho que
essa cena foi a primeira que eles gravaram, sabia?
Ah, eu vi o Ian McKellen falando disso, eu acho.
Essa foi a primeira cena que eles gravaram, Herói, da trilogia. E o Ian McKellen falou que hoje em dia…
Memória falsa.
Não é memória falsa.
A primeira cena que o Gand gravou foi ele chegando à carruagem. A segunda cena foi a despedida dos portos cinzentos. Ah, é isso, é isso aí. E ele fala assim, eu conheço esses caras. Aí o Peter Jackson, pretty much. E aí ele fala que ele não conhecia o livro, ele não conhecia nada. Então ele tava indo...
E essa era a despedida dele do pós-600. Ele falou que se ele tivesse feito isso depois de tudo, ele teria feito outro tipo de interpretação. Ele acha que ele não tem muita emoção. Eu acho que tem. Mas ele, o Ian McKellen, fala assim, ah, não tem muita emoção, não. É porque o Ian McKellen sem
demonstrar emoção já demonstra muita,
né? Agora, essa cena que o Dave falou é incrível, porque, tipo assim, o Frodo acorda de branco num quarto e a primeira pessoa que ele vê é o Gandalf, que ele lembra dele ter morrido. Exato.
Morri. A de branco também.
Aí eu falei, todo mundo morreu. Aí acho que eu e Dave fizemos piada disso quando a gente fez a versão resumida, né? Sim. Porque o grande é o que está de branco, né? Eles estão no
nosso lar. É isso. Nosso lar.
É
Lost, né, cara? Final de Lost, essa merda. Mas que tem uma, entre aspas, morte do Frodo, né? Que é quando ele e o Sam estão lá no meio da lava, que na montanha já caiu, o castelo já caiu, a torre. E aí vem a Zagre, que é uma cena foda também, né?
Não, tudo é foda, cara. Tudo é
uma experiência incrível. A gente faz essa brincadeira que o filme tem vários finais e tal. Mas isso faz até um pouco de sentido, porque a gente não quer que o filme acabe, né? A gente não quer que essa história acabe. Então, esse negócio de ter um final atrás do outro... Eu não...
Mais um finalzinho, mais um final, pra não acabar nunca. Me dá mais um pouquinho, mais
um pouquinho. No final das contas, só os hobbits poderiam ir pra Valinor?
Não, não. Todo mundo que teve contato com a Nel. Inclusive o Gimli e o Legolas. O Legolas iria, porque ele é elf, né? Mas o Gimli também vai, né? Então,
mas parece que o Gimli vai, porque é uma maracutaia aí que eles fizeram, né? É, a galera da
sociedade, né? É, mas é tipo,
foi meio que por fora.
Mas eu acho que...
É pistolão, né? Foi pistolão. Pistolão
pra caralho. O Sam casou
com a Rosinha, teve os filhinhos. Só ele foi pro Vale, não pôde deixar a família. Porque o Sam, ele
vive mais. Porque teve contato com o Anel, ele vive mais do que os Hobbits normais. Então, ele tem toda a vida dele no condado. Prefeito. Morre com a Rosinha, filho. Morre todo mundo. Ele sobrevive a todos eles. Eles têm vida natural, morrem. E aí, quando ele sobra, ele vai. Porra, maluco. Mas a família dele não
foi.
Não foi. Porque a família dele morreu. O pessoal defende elfo. Elfo é complicadíssimo.
Porque quando vai pra Valinor você torna imortal, não é isso? Tá vendo? Você dá
a mão pro anão Valinor é o céu, é o paraíso Valinor é como se eles fossem pro paraíso É,
mas
aí não vai encontrar a família deles e Valinor não
Foi pro umbral Foi
paraíso
Tem uma parada do final que eu gosto muito, que é quando eles voltam pro condado e tem toda aquela narração deles falando da vida normal, deles tendo que se adaptar.
É muito bom o final. Eles estão lá sentados e o cara com a... Olha a minha abóbora, olha que beleza. É aquela de abóbora. O cara é...
É uma cena sem diálogo, mas que os olhares dizem tudo, né, cara? A
gente não falta disso.
Ó, a gente tá falando do Sam. Tem dois momentos muito foda do Sam também, que é quando no começo, quando ele, ó, se eu der mais um passo, eu vou estar mais longe do que eu jamais estive na minha vida. Tipo, eu já fiz isso. Eu já pensei isso várias vezes durante a minha vida, mas aí...
Ué, peraí, mas aí o quê? Quando você der esse passo pra esse avião, eu vou... É isso?
Não, é, cara. Sei lá, quando eu cheguei no Japão, eu pensei, caralho. Porra!
Eu nunca vim tão longe, entendeu? Tem que ser tido
na moca, sei lá. Não, não.
Eu não vim tão
na
moca, eu nunca vim tão longe. Eu até em Buda D'Arc. ARC
O mais longe que eu já fui na minha
vida. Aí depois no final, quando eles estão lá na destruição, no fim do mundo ali e tal, que ele fala, tipo, eles lembram, putz, eu só queria voltar pra casa, eu só queria sentir o gosto de... Eu não lembro direito o que ele fala, né? Mas assim, ele queria voltar pro condado, que é a vida simples ali, né? As pessoas que ele conhece e tudo mais. É muito simbólico isso aí também, cara.
E aí o Sam, que era todo tímido, que não conseguia falar com a Rosinha, ele volta, meu filho, volta, então voou.
Exato, não, é incrível. Aí isso tudo volta para todo o tema, desde o Hobbit, que é o Dare and Back Again. Ou seja, você vai para a aventura, mas depois você volta para casa, né?
Eles nem achavam que o Hobbit fez. O retorno do status quo,
do jornal da The Royce. Eles não
tinham toda certeza que era uma ida sem volta, né?
Sim. Não, não, eles não achavam isso. O Sam não achavam, eles não
achavam que iam voltar para casa. O Frodo
talvez.
É, o Frodo chega num momento que ele já não acredita no retorno. Mas o Sam é o que continua acreditando. É tipo, tem a cena que é maravilhosa, que é tipo, o Sam desesperado procura... Meu Deus, eu perdi, meu Deus! O Frodo, o que aconteceu? O que aconteceu? Eu não sei onde eu botei o tempero! Tipo, como é que a gente vai voltar sem ter o tempero pra comer? Então, tipo, o Sam é aquele cara que vai dando a esperança o tempo inteiro pro Frodo.
Do tipo, cara, a gente tá aqui, mas a gente vai voltar. A gente vai conseguir voltar. Vai dar certo. É, mas
aí a Galadriel mostra pro Frodo lá na...
Lá em Lothlore mostra com o dado pegando fogo, o inferno acontecendo ele já sabia que na verdade o Frodo tinha cagaço ali foi o alarme,
tipo, se você não jogar o anel, é isso que vai acontecer
porque é mais do que isso, tem toda essa exposition, a responsabilidade que ele tinha, mas tem o fato do que ele estava sentindo por estar com o anel colado no corpo dele puxando ele, tentando ele o tempo inteiro ele tinha uma resiliência amém
É um
senso, gente. Ele não aguentava nem mais andar.
É muito maneiro esses detalhes de produção que eles fazem, né? A cicatriz que a corrente do anel faz no pescoço dele. Nossa, é demais. O peso do anel. Então, simbolicamente, mas também, o cara tá sendo consumido, né? Então, a esperança dele já não existe mais. Ela tá sendo consumida pelo anel. A
Galadriel cagou ele lá porque a gente sabe, né? A loirona mercenária que gosta de pastora.
Aliás, isso virou um outro meme que eu vi recentemente, que é uma imagenzinha de um cérebro na camisa de cabeceira enquanto a pessoa está tentando dormir. E eu falo assim, sobre o que você está ansioso? Aí a voz da Galadriel, né, como se fosse o cérebro falando coisas que foram, coisas que são e algumas coisas que ainda não aconteceram.
É a frase da ansiedade. Total. Aquilo que ela mostrou foi um banho de ansiedade para o
Frodo.
Tem todos do denetor também, do filho favorito. Ah, se fosse o Boromir, não sei o que lá.
Pai, eu trouxe não sei o que lá. Se fosse o Boromir, faria não sei o que lá. Aí,
Tucano, quem quer o seu Boromir aí?
Ih, o Tucano
tá mudo. Tucano dormiu.
Tucano caiu.
Tucano tá lutando com o Balrog nas profundezas. É porque ele tem dois anéis pra carregar, né? É um só. Ele tem.
Ele vai retornar como Tucano ou branco? Não é fardo não, tá? Só pra lembrar. Não,
eu tô brincando. Não é porque é o trabalho que dá. Imagina, não é fardo nenhum. É que você não viu o meu pescoço aqui,
André.
Tá cheio
de cicatriz, né, Marcelo? Tá
louco. Agora o Marcelo foi cretino e queria meter no Tucano quem é seu filho favorito, quem é seu Boromir. Caraca. Caraca. Eu vou te inverter essa. Quem é sua Boromir aí, Marcelo? Marcelo,
Marcelo. Você também tem duas, é. Escolhe aí. Ai, ai, o Balrog, né? Brurarum,
Brurarum.
Tava no banheiro, gente. Ih, tava no banheiro.
A
galera tava dizendo que você tinha caído porque tem que carregar dois anéis.
Eu ouvi, eu tava ouvindo. Fui com o fone. Então fala aí, Tucano, quem que é o
seu moroni?
Quem que é o seu moroni? Vai tomar no cu.
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