NerdCast Empreendedor 94 - Franquias, Galinhas, Perrengues e Camisetas
Lambda lambda lambda, nerds! Sim, o NerdCast Empreendedor está de volta, e em edição mais do que especial! A partir desta sexta-feira, vamos nos juntar a Bruno Brau (BandUp) e Vincius Rossetti (Piticas) sobre o mercado nerd de camisetas, acessórios e mais!
Neste primeiro episódio, a dupla narra o início das trajetórias da BandUp e da Piticas, e todos as glórias (envolvendo até a banda Restart?!) e perrengues de se empreender na nerdice!
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- Condições especiais para se tornar um franqueado Piticas com o Jovem Nerdinvestimento inicial de R$75 mil·bônus de R$10 mil em produtos·R$10 mil em mídia no Jovem Nerd·ausência de taxas de franquia
- O início da BandUp com foco em produtos de bandas musicaistrabalho com a banda Restart·venda de camisetas em shows·criação de e-commerce para artistas·licenciamento de bandas de rock nacional
- A trajetória inicial da Piticas e a venda de camisetas em quiosquesinspiração na Hot Topic·venda de camisetas na Galeria do Rock·abertura do primeiro quiosque em Itu·expansão para outros shoppings
- A evolução da Piticas para o modelo de franquias e fabricação própriaverticalização da produção·transição para 100% franquia·gestão de lojas próprias vs. franqueadas·expansão para todo o Brasil
- A transição da BandUp para o licenciamento de cultura popfechamento com Maurício de Souza Produções·licenciamento de Beatles·parceria com Warner Bros·produção sob demanda de camisetas
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Você está ouvindo Nerdcast no Jovem Nerd.
Aquela chana toda do Jovem Nerd, não vai faltar camiseta no seu armário.
E aí, galera, beleza? Diretamente do outro lado do mundo, que é o Bruno Brau. Eu comecei trabalhando com a Band Up uns bons anos atrás e hoje nós vamos contar um pouco de história para vocês de camiseta e de outras coisas. Bom, fala, pessoal!
Eu sou o Vinícius, Vinícius PetiCursos, sou fundador da PetiCursos. Também tenho um monte de história pra contar também sobre camisetas. E a gente vai bater um papo de como começou, aonde a gente tá, como a gente se encontrou. E vambora!
Aqui é o Azaghal querendo vender franquias. Hahaha!
Melhor! Porra!
Direto ao ponto!
Meu Deus!
Muito bem, nerds! Estamos aqui reiniciando uma série de muito sucesso no Jovem Nerd, podcast empreendedor, onde a gente começou contando nossas histórias, histórias de outros empreendedores. E hoje vamos empreender no mundo nerd. Todos aqui começaram empresas de cultura pop de alguma forma, todos trabalhamos com camisetas, a gente teve NerdStory, contou muita história de NerdStory. E aí agora chegamos na era que a concorrência toda se une, é verdade, como aliados.
Pô, cara, Peticas, quem não conhece, cara? Qualquer shopping que você entra tem o quiosque da Peticas. E se não tem, você pode resolver esse problema também, em tudo que é lugar. Você já foi, você já viu, você já vestiu. Se você não vestiu, você vestirá. E a gente teve o privilégio incrível de fazer a parceria com a BandApp e com a Warner, onde a gente colocou o Ozobi e o Batman nas mesmas camisetas. E, cara, putzgrila, cara, isso foi uma puta conquista da gente tá junto com o nosso personagem, a sua Nerdcast RPG, e a gente lá na CCP, na loja da BandApp, vendendo para todo mundo aquela caixa maravilhosa com um monte de brinde, um monte de coisa, um ativo.
Então agora que a gente tá junto para falar falar como que essas mentes empreendedoras nerds se uniram e como que a gente tá agora juntando forças para falar sobre o início desses negócios, para você se interessar e ter quem sabe uma franquia de Petit Cursos. Exatamente, a gente vai explicar muito bem.
Uma camiseta, né? Pelo menos uma camiseta, né?
Dependendo pode ser também uma camiseta, quem sabe.
Então vamos aceitar todos os inscritos.
Fica aí que a gente vai conhecer a história dessas empresas incríveis.
Não tem emails, é logo da música.
Vamos embora, vamos lá, gente! Eu quero entender. A gente já cansou de explicar como é que começou a Nerd Store.
Eu queria ouvir do Vini, do Brau, como é que começou os negócios dele. O do Vini eu sei um pouco, mas o do Brau não sei nada.
Pois é, o meu começou da forma mais colorida do mundo. O meu negócio começou com um restart.
Não, sério?
Ó, agora esse silêncio quer dizer que os caras estão chocados. Eles não sabem se eles mandam embora do programa. Bichos, vai embora, para! Eu pensei que você tinha começado com a Marvel, com a Disney, e você fala do Rei Start? Não, não é possível, né, cara? A gente começou com o Rei Start. Só para vocês verem como é verdade, vou falar o nome dos 4 integrantes, hein? Começamos com o Peluco, Pelança, Cocoba e Cotominha.
Pelança, eu lembro desse nome.
Você lembra, né, cara? Eu comecei antes da Band Up, eu tava trabalhando com um amigão meu, o Armandinho. A gente tava trabalhando um negócio de tecnologia para transferir conteúdos digitais para pessoas. Pegava conteúdo digital das gravadoras, digitalizava para elas distribuírem isso. E a gente começou a falar com a galera da indústria da música. E um dos caras que a gente trabalhou na época, ele tava presidindo a EMI, a gravadora.
E, cara, no fim a gente ficou tão amigo que um dia ele falou, bicho, ô Braulio— ele falava Braulio para mim, né, ele tocava trombone de vara e ele falava que era o Braulio do trombone de vara. Aí ele falou, vai lá ver uma banda que eu acho que é legal. Aí eu fui ver os meninos do Restart, puta os caras arrebentando lá com uma molecada lotado. Aí eu falei, pô, bicho, contrato que eu acho que vai dar bom, hein, cara. Era uma febre.
Quando eu cheguei lá, tinha uma menina vendendo camisetas e chegou assim uma carga de camisetas dentro de uns sacos gigantes, e ela vendeu tudo assim, uma coisa de 20 minutos, acabou tudo, acabou a loja, né. Falei, porra, bicho, isso daqui vai dar certo.
Camiseta da banda, é isso, a camiseta da banda.
E a gente tinha ido instalar esse negócio que a gente criou, essa tecnologia, no México, na Cidade do México. Nós ficamos um ano lá instalando e tinha uma loja muito legal lá que era Mix Up, que era como se fosse uma Virgin lá no México, cara. Tinha muito produto de banda e no Brasil não tinha. Eu falei, cara, vamos abrir um lance desse no Brasil, fazer muitos produtos de banda. Mas, cara, vamos abrir um e-commerce. Tava no começo do e-commerce, nenhuma das grandes lojas de varejo tinha e-commerce ainda. Eu falei, cara, e vamos abrir uma loja para cada artista.
Que ano era isso?
É 2009 para 2010, deve ser 2011. Putz, eu sou ruim de data. E aí quando eu voltei para cá, eu falei, pô, como que nós vamos fazer? Tinha um planinho da UOL de R$49,90 para montar o e-commerce, era uma variação de Magento e R$19,90 por email marketing. Aí eu comprei esse planinho e comecei, fiz uma loja dos caras que tinha um CD e duas camisetas escrito Shaker, Floor and Head, alguma coisa assim. E cara, aí eu tava na praia com a minha família e tinha um amigo meu que era o Gardenal.
Todo dia à tarde eu ia numa lan house, como é que é, é, tinha um amigo Gardenal, figura. E ele falava, gordo, o que que você tá fazendo? Falei, porra, Dudu, acho que eu vou fazer uma coisa que vai dar certo. E aí toda tarde eu ia lá e comecei a programar essa loja, cara. Cheguei, voltei da praia, falei com a moçada, falei, meu, vamos lançar. Abrir uma loja, porra, bicho, vendeu R$75 mil, R$78 mil na virada assim. Os caras abriram, bicho, vou ficar rico com essa porra.
Já comecei a contar tudo certinho que dava para abrir loja. Falei, meu, já marquei, caralho, R$75 mil vezes 30 dias dá Porra, dá uma fortuna, cara, porra. E aí multipliquei por umas 10 lojas, falei, meu, não é possível, bicho, caralho, tá acontecendo. E aí, claro que no segundo dia não vendeu mais tanto assim, né, no terceiro. E as próximas 9 lojas que a gente abriu não venderam 10% do que vendeu essa loja. Então a conta foi mudando, aquela empolgação inicial, né, isso foi subtraindo os números fodidamente. Mas, cara, a Bandap começou com restart.
É por isso que é Band, esse band é de banda, né?
De banda, de banda.
É, cara, eu imaginava justamente por ter muita camisa de banda, né?
Já, no sentido de vista de banda, cara. Olha aí que está.
E, cara, aí a gente começou a falar com vários artistas, porque no projeto anterior, né, na PlayStation, já tinha falado com vários caras para tentar liberar conteúdo. E a gente começou a fechar com praticamente toda a galera, com as bandas de rock nacional, com todos.
É a licença para fazer camiseta deles, é isso?
É a licença. Então a gente fez, meu, isso aqui a gente fazia a camiseta e a loja, o e-commerce dos caras. A gente chegou a ter mais de 80 lojas de bandas no ar ao mesmo tempo, 80 e-commerce separado. Fazia a loja individual, a loja individual de cada um. Então a gente teve desde todas as lojas, Paralamas do Sucesso, Titãs, Biquíni Cavadão, toda a galera de rock, até a loja do Aviões do Forró, do Los Santana, cara, de tudo. A gente teve a loja da galera inteira.
Tinha para todos os gostos. E depois de um tempo nós fechamos a Maurício de Souza Produções, foi o primeiro estúdio que a gente fechou, né? Nós queríamos ir para esses outros conteúdos.
Aí, aí é selo de qualidade. Aí tipo, quem não confia na massa da Mônica, porra? Mônica e Cebolinha, Maurício de Souza, tu fala, putz, só pode ser a melhor qualidade essa porra.
Não, foi demais. E logo conheci o seu Maurício ainda, ele desenhou um Chico Bento para mim, né, por causa desse meu sotaque. Ele desenha um Chico Bento que eu guardo até hoje. Mas tá legal que quando a gente chegou na Maurício, a Mônica Ela falou assim, pai, vem cá, esse aqui é o Bruno. Ah, seu Bruno, de onde você é? Ah, sou de Barra Bonita. Ah, você é de Barra Bonita? Ah, o senhor morou em Bauru um tempo, né? Morei e tal, tal.
A Mônica, para convencer ele, né, que ele ficou assim, pô, mas de Barra Bonita, caipira desse, vai fazer um site, vai criar os produtos e tal? E a filha dele falou assim, não, ele faz produto da Ivete Sangalo, ela usou a Ivete Sangalo de trampolim. E aí ele falou assim, não, você faz da Ivete Sangalo, então ele vai fazer bem. Então beleza. Aí por causa da Ivete a gente entendeu com a turma da Mônica. Aí da turma da Mônica depois a gente A gente, cara, conseguiu fechar o primeiro artista internacional, que foi Beatles.
Caralho, porra!
Beatles foi muito foda, porque, cara, eu tava, é, um cara, né, que era o presidente da EMAI do México, falou, Braulio, eu vou te levar para conversar com os caras da Live Nation. Aí eu cheguei lá para conversar com os caras, e o Roger Waters ia fazer aquele show do The Wall no Brasil. E aí, cara, faltavam assim 40 dias para a turnê ir para o Brasil. E aí eu conversando com eles, eles falaram, meu, a gente precisa de um e-commerce, porque tá na onda dos artistas abrirem as lojas de produtos na internet e tal, você faz.
Só que você precisa fazer a tempo pro show no Brasil. Faltava 40 dias. Eu falei, eu faço. Aí ele falou assim, cara, se você entregar a loja a tempo pro show, a gente te dá outro contrato. O cara chamava Del Furano, era um dos papas de licenciamento de artista de rock no mundo. Aí eu falei, pô, mas qualquer artista? Ele falou, qualquer artista. Aí tinha um pôster, aquele, aquela foto dos Beatles que estão os 4 num fundo branco, maravilhosa.
Acho que numa época quando os Beatles entraram no iTunes, a coletânea, eles usaram essa foto. E tinha um quadro grande assim, falei, bicho, foda-se, né? Vou pedir. Aí eu falei, cara, então Beatles. Ele falou, fechado, se você entregar Roger Waters, a gente entrega os Beatles pra você. Aí a gente entregou a loja. E aí nós viramos a primeira loja oficial de Beatles no Brasil. Foi muito legal. Aí, cara, depois de Beatles veio a Warner Bros.
E aí tá como a gente tá hoje, né? Cara, diminuiu muito o volume de caras de música. A gente ainda tem alguns, né? Mas a gente diminuiu bastante os sites. Aí nós fomos fechando os contatos de cultura pop e estamos aqui onde estamos hoje.
Esse shift de música que, pô, você descreveu um posicionamento de empresa que conseguiu entrar num vácuo ali de licenciamento de bandas que não existia, fazendo loja para cada um. Parecia tipo, escalou bem nessa parada até chegar em Beatles e etc. Mas assim, esse shift para cultura pop foi tipo porque quando vocês conheceram a Warner e vocês se deram super bem, tipo, a Warner tinha acervo tão grande de licenças e etc. que passou a ser algo mais procurado até do que as bandas? Foi meio que testando o mercado, cara?
Não foi testando no mercado. Eu sempre gostei muito de cultura pop também, né? Então a minha ideia era, puta, eu entro por música, que eu já tava conhecendo uma galera por causa do negócio anterior. E aí, cara, quando a gente tiver com uma exposição legal, eu começo a tentar algum estúdio, né? Que o primeiro que foi, foi a Maurícia de Souza. Então já tava planejando isso, tá? O que a gente conseguiu falar com muita gente na época, que foi um ponto muito legal é porque, cara, a gente colocava um e-commerce no ar muito direitinho assim, com todos os produtos, em 30 dias.
Então era muito louco naquela época que, cara, surgindo aquelas empresas de e-commerce que cobravam uma bala para pôr um e-commerce no ar, cara. É isso, a gente chegou a ter mais de 80 lojas ao mesmo tempo funcionando, mas tudo online, né?
A loja segmentadas por marca, né?
Tudo online, né? Até o quase quebrar, a gente teve 80 lojas. Então tudo online porque era lindo vendido para caralho e não dava dinheiro, mas era legal, era demais.
Então tá vendo, história de sucesso é construída assim.
Não, bicho, cara, era muito ferro, muito ferro. E eu falava, não, agora a gente vai ganhar dinheiro. Aí não rolava, né? Agora a gente vai ganhar dinheiro. Então, mas foi para nós uma puta escola, porque como a gente vivia na pendura fodido, nós tivemos que ir criando soluções para trabalhar assim. Então a primeira solução que nasceu já junto com esse e-commerce enxuto era da produção sob demanda. Então ficou um pacotinho legal porque a gente abria uma loja e de repente a loja tinha mais de 100 tipos de camiseta.
Agora você imagina ter 80 lojas no ar, com cada uma dessas 80 lojas com mais de 100 tipos de camisetas sendo vendidas lá dentro. Olha a conta de quanto que tinha de produto sendo oferecido! E ninguém entendia como que a gente fazia isso, esse pacote de ter um e-commerce aberto em 30 dias e o e-commerce abrir com um monte de produto que o cara não né, investido em estoque. Puta, isso foi muito legal para todo mundo vir procurar a gente para fazer esse tipo de negócio.
Mas, ó, uma dúvida que eu tenho: quando você abria essas lojas, as camisetas eram de silk, né? Nessa época não tinha essas máquinas como a Cornit, que é uma impressora que faz sob demanda e tal, né? Você tinha que fazer uma tiragem mínima.
É, a sorte que a gente teve foi o restart. A gente fazia uma tiragem mínima, mas que esgotava. Aí nós começamos a comprar aquelas maquininhas de caneca que você fazia uma canequinha por vez. E nós fomos procurar, bicho, lembro que começou a rolar as coisas, a gente vender bem. O Restart vendeu muito bem por um ano, mas muito bem, né? A banda vendia para caraca. E aí, bicho, eu ganhei um cartão BNDES uma semana antes de ter uma feira em São Paulo de impressão, e tinha uma maquininha da Epson que era uma gambiarra.
Fui eu e o Gui Fantin da nossa trupe aqui, da nossa trela. E aí, cara, a gente foi lá e falou, bicho, vamos baixar uma máquina para fazer camiseta on demand. E aí nós acabamos com o cartão BNDES em uma semana. O limite do meu cartão BNDES Essa dura uma semana. Aí nós compramos uma maquininha de bordar boné e compramos uma máquina que era um embrião da Cornit, era uma Epson que os caras fizeram uma gambiarra e ela imprime a camiseta.
Ah, não era uma impressora de camiseta? Era na gambiarra que ela virou uma impressora de camiseta?
Não, era uma impressora de imprimir papel grandona, grandona assim, aquelas impressoras, aquelas plotters, e os caras fizeram uma gambiarra para imprimir camiseta.
Caraca!
Você pegava aqueles lance de jardim de molhar orquídea, aí você passava aquilo ali que era um pré-tratamento na camiseta na mão, era bicho. Era gâmbia.
Caraca, que loucura!
E aí a gente começou assim. E só que como imprimia muita camiseta branca e colorida para o Hey, Insider, ela imprimia rápido.
Mas era durável?
Era durável, cara, era legal, bicho. Durável assim, né? Não tenho ninguém até hoje me encontrou na rua e ficou bravo por causa das camisetas do Hey, Insider que desbotaram. Espero que elas tenham aguentado. Esse era durável, eu respondi rápido, né? Não sei se era durável, não sei, meu bicho, mas era vendável, né? Eu não sei, é durável, você já me perdeu, né? Mas era vendável, dava para criar um monte de coisa rápida e vender. E aí, cara, quando a gente, quando teve esse lance do Roger Waters, e aí eu expliquei isso para o cara que ele não entendia, ele falou, puta, achou fodido o negócio, cara.
E a gente foi começar a imprimir, as camisetas demoravam acho que 5 minutos para ser impressas nessa maquininha, 3 a 5 minutos, cara. Aí a gente foi fazer uma camiseta do Roger Waters que tinha um muro do The Wall, cara, um personagem numa camiseta preta. Meu irmão, demorou 18 minutos. Falei, fudeu, agora fudeu. E a gente ficou virando noite ali imprimindo Roger Waters. Mas o lance começou assim, né, comprando essa maquininha e fazendo tudo on-demand, ou claro, encontrando uma galera de silk que fazia pequenininho.
Mas a sacada, quando a gente vira e começa a fazer muita loja, quando a gente compra essa máquina.
Vini, Piticas foi tão louco esse início, mais louco.
Antes dele responder, eu vou responder em cima dele para ele ficar encorajado de contar tudo que ele já me contou. Foi 10 milhões de vezes mais louco. Eu tô só esperando ele falar. Vai, solta, Vini, cara.
Piticas, ao contrário da BandApp, cara, eu não sei até hoje mexer no computador, não, eu não mexo no Instagram, Eu não tenho computador, na verdade.
Privilegiado, tá bom. Você ganhou, você venceu, zerou a vida. É isso.
O Petit Cursos começou daí do outro jeito. Eu morei fora muito tempo, né? Morei nos Estados Unidos. Meu pai foi transferido para lá quando eu era moleque. E daí a gente foi morar em 98, final de 99 a gente mudou para lá. Eu mudei com 16 anos, né? E voltei para o Brasil com 25. Então a gente teve uma experiência muito legal lá nessa época nos Estados Unidos. Lá em 2006 meus pais voltaram a gente ficou sozinho lá fazendo faculdade.
A gente morava em Kentucky, eu e meu irmão. Então era numa época que os imigrantes não eram tão bem vistos ali, né, porque foi pós-9/11. Então foi uma época meio punk, mas que criou um pouco de casca ali. A gente aprendeu para caramba e a gente sempre pensou, cara, vamos empreender alguma coisa, vamos abrir alguma coisa lá. A gente fazia de tudo para tentar conseguir dinheiro, desde show de carro até comprava moto no inverno, vendia no verão, fazer um monte de coisa para tentar ganhar dinheiro.
Como, pera aí, não, pera, o que que é isso? Comprar no inverno, vender no verão?
Na moto tem isso de verdade.
Moto?
Eu já ouvi falar de moto isso, cara. Morava em Cincinnati, era uma friaca. Chegava em outubro, você não conseguia sair de casa mais. Aí novembro congelando, a galera que tinha moto precisava de falar, bicho, agora eu vou só andar de moto em março, abril, né? Então os caras vendiam barato.
Ah, no inverno? Ah, não vou andar de moto no inverno nem fodendo.
Aí o cara vendia É, o cara vendia barato e daí quando saía aquele primeiro sol, bicho, todo mundo ia querer comprar uma moto.
Melhor época para comprar moto, ninguém.
Aí eu arranjava um jeito de ganhar um dinheirinho assim, foi um dos jeitos de ganhar dinheiro.
É um jeito honesto, você tá comprando na baixa e vendeu na alta.
Tem umas histórias muito loucas assim, teve uma vez eu fui trabalhar para um cara que tinha um parque aquático, umas baladas, uns holding de casamento. Isso foi na época do Fest and Furious, né? Tava bombando nos Estados Unidos, todo mundo fazia os carros. Bicho, eu pegava o estacionamento desse parque, lotava de gente, cobrava $1 para nego entrar, eu saía com sacos e sacos de dinheiro.
Fazer racha de Veloz e Furioso?
Não, era exposição. A galera pagava $1 para entrar e ficar mostrando o carro. Não era coisa mais louca?
O cara levava o carro rebaixado e tu cobrava $1 para o cara entrar e ver?
Cobrava $1 porque não podia cobrar, os cara ficava puto, né? Então você fazia $1, mas você dava uma Coca-Cola, achei Sempre fazendo essas loucuras para tentar ganhar dinheiro. E daí, cara, ficamos, daí foi cansando, a gente acabou faculdade, acabamos indicando fazer pós-graduação, né? Meus pais já tinham vindo embora. Aí em 2010 a gente resolveu voltar para o Brasil, falou, cara, vamos embora, vamos embora. E a gente já voltou com a ideia de montar essa lojinha que a gente tava sempre lá, cara.
A gente via Hot Topic lá, a Hot Topic. Tinha Hot Topic Spencer, a gente achava legal para caramba.
Explica um pouquinho como é que é Hot Topic para a galera que não conhece.
Cara, Hot Topic é uma, era uma loja ainda mais dark, né, era bem escura e vendia, tinha aqueles quadrinhos ali que pareciam quadros, mas eram camisetas expostas do piso ao teto. E eles tinham licença de, cara, na época era muito mais banda, pelo que eu lembro, era muito mais rock do que cultura pop. E tinha acessório, tinha bota, tinha calça. Aí, bicho, eu lembro que na na época, acho que minha namorada adorava aquilo, botar aquelas sainhas, aquelas meiona e tal.
Então falava, puta, esse lugar é legal para caramba. E daí a gente ficava sempre indo, via. E quando voltamos para o Brasil, cara, a gente chegou no Brasil em março, a gente abriu a loja na primeira lojinha no interior aqui, foi meus pais, onde eu tô hoje. Eles mudaram para uma chácara que a gente tinha, eles mudaram aqui perto de Itu, e a gente abriu uma loja no Hold Shopping, que é um shoppinzinho onde meus pais já tinham voltado, eles tinham aberto uma loja de Loja de carne exótica, boutique de carne nesse shoppinzinho.
E daí quando a gente voltou, a gente já tinha deixado tudo meio acertado, alugamos uma lojinha do lado.
Mas aí tu veio com a ideia de Hot Topic, que assim, depois Hot Topic começou a ter paradas nerds também, assim, né? Hoje tem Rick and Morty, enfim, tem Hora da Aventura.
Até bem, parece bem realmente uma mescla de band-up com pitido.
É verdade, é verdade. Você falou, o que que eu vou vender depois de roupa? Qual é o tema que você tava na cabeça, cara?
A gente pensou em Hot Topic. Eu fui para Galeria do Rock. Quando a gente chega na Galeria do Rock, comecei comprando camiseta para trazer aqui para lojinha no interior. Então, puta, chegava lá, pagava R$15 na camiseta, eu lembro, no atacado. E daí comecei a vender a camiseta R$29,90.
O preço inicial da Nerd Store nessa camiseta era R$29,90.
A gente vendia R$29,90.
Isso era média ali da época.
Foi 2010, né?
Por aí.
E na época não tinha, cara, não era muito cultura pop ainda, né? Da época a gente A gente vendia muita camiseta que era aquelas de frase do Pânico, tava bombando o Pânico naquela época. A gente vendia as camisetas, cara, depois eu ainda tenho umas fotos, mas eram camisetas que hoje seriam, cara, impossíveis de se vender. Banidas, é, banidas, completamente banidas, eram totalmente politicamente incorretas.
Salva-lindas para baixo, né?
Era aquele negócio, tipo, rabo de esquilo, pena de galinha, se quiser me dar aquilo, dê uma risadinha. Esse tipo de frase assim.
Já foi essa época.
Vamos relançar essa camiseta, é do caralho, pô!
Não, não, não, louco!
Essa é fodida, hein?
E daí, cara, a gente tava numa lojinha que era meio no caminho do interior, então a galera parava lá. A gente começou a pedir, chamava Patetas na época, porque eram camisetas engraçadas. Então a loja chamava Patetas Moda Criativa, eu lembro. A fachada era isso. Daí começamos a vender, ia na Galeria do Rock, enchia Tinha as camisetas, botava tudo no saco preto, trazia para cá, vendia. Ou tava lá, trazia, vendia.
Mas tu comprava no atacado mesmo, então não era para servir de balcão?
Não, não, na galeria ainda tem, bicho. Você colar lá, por exemplo, hoje você paga R$38, R$40 uma camiseta que você compra lá. Mas aí a loja de atacado é, mas dentro da galeria tinha a mesma loja que vendia consumidor final.
Eu não sou o cara da Galeria do Rock, não conheço, porque para mim a Galeria do Rock, o cara tava vendendo na vitrine ali a camisa com preço de loja, mas não era atacado.
Aí ele vendia o preço de loja também, mas se você chegasse, conversava, ele vendia no atacado, quantidade. E daí, cara, comprei lá, acho que eu lembro, comprei 100 camisetas, vendeu as 100, comprei com as 100 que vendeu, deu para comprar 200, com as 200 que vendeu deu para comprar 400, com as 400 que vendeu deu para comprar 800, porque era o dobro, né? Comprava por R$15, vendia por R$29,90.
E, cara, fui indo, tinha movimento aí no interior para justificar, tipo, para vender rápido, cara?
Bombava esse shoppinzinho, bombava assim. Final de semana ele lotava, era onde tinha o McDonald's. Então, cara, sempre lotava.
Eu vou contar uma história que a gente quase se cruzou. Tem um monte de galinha lá, umas galinha bonita. Não tinha para vender lá naquela loja?
Tinha uma fazendinha, tinha uma fazendinha famosinha, todo mundo parava nessa fazendinha.
Não, cara, tinha umas galinha, uma diferente da outra. Eu falei, rapaz, vou meter umas galinha em casa lá no quintal. E aí eu liguei para minha mãe, eu falei assim, mãe, vou meter umas galinha aí no quintal. Galinha, 2 mastinas. Para que os cachorros vão matar as galinhas! Vão nada, vão virar amigo. Aí ela ficou louca que eu queria comprar umas galinhas diferentes, só que eu comprei, sabe aquele negocinho que parece uma cuiquinha que você puxa, fazia, sabe?
Parecia um galo assim. Aí, bicho, no fim eu afinei, falei, não vou comprar as galinhas nem a pau, que minha mãe vai me matar, né? Mas cheguei em casa e tem um corredor daquele, sabe aquele corredor na minha mãe do lado ali onde fica os caiaques? Vini, o Vini agora mora no meu quarto. Dá um eco. Daí eu entrei assim com o carro, cara, já fui naquele corredor e comecei. Filha da puta, eu vou matar você e essas galinhas que você trouxe, cara! Eu acho que a gente tá na loja de galinha lá.
Um abraço para sua mãe, que eu já vi que sofreu. Mas aí não era peticas, né?
Não, era patetas, cara. E fizemos, foi crescendo, consegui encher a loja. Eu ainda fazia umas viagens para os Estados Unidos, comprava Abercrombie na época, lembra? Puta, contrabandeava Abercrombie, iPhone, fazia de tudo. Aí vendia lá também, arrumava iPhone. Aí fui fazendo, fazemos qualquer Fazia qualquer negócio. E daí essa lojinha foi crescendo e a gente montou o primeiro quiosque. Falou, puta, vamos aumentar. Continuou comprando na Galeria do Rock, depois montamos uma fabriquinha em Araçariguama, que é aqui pertinho também, que é na estrada ali na Castelo. Começamos a estampar as camisetas.
Mas aí vocês só tinham um quiosque e uma loja nesse comecinho?
Sim.
Aí em outubro de 2010 a gente montou o primeiro quiosque no Shopping de Itu.
Aí era um quiosque gigantesco, parecia uma loja.
Não, era um quiosquinho, cara, acho que 6, 8 metros quadrados.
Péssimo, péssimo. Não teve nem, não conectou a piada.
Agora entendi.
E tu, e tu, negócio de Telegram.
Agora entendi.
É, não, desculpa. E tu, que eu acho que é lógico.
Nossa, não tinha percebido também.
Não, esquece o que eu falei.
Aquele orelhão gigante, o orelhão gigante. Nós vamos tirar uma foto os 4 em Itu para você não ficar triste ali. Vamos lá um dia os 4 tirar uma foto naquele orelhão de Itu.
Aparentemente a galera de Itu não pegou a piada.
Impressionante.
Primeira Camila 5G do Brasil.
Agora que eu entendi, caraca.
Mas aí montamos o quiosque, foi lá em Itu, montamos 1º de outubro, rodamos dezembro, vendeu horrores. Falei, nossa senhora, agora vai. E daí o cara que administrava esse road shopping também administrava, era o Élcio da Ademol, até hoje um dos maiores, que cresceu demais hoje administro uns 30, 40 shoppings. E na época era difícil você vender camiseta em quiosque, né? Até hoje acho que ninguém vende camiseta em quiosque, só apiticas.
E na época pior ainda, porque era 2010, a galera de shopping falou, cara, não vou deixar você vender camiseta no quiosque, né? Que é um quiosque, vende perfume, vende bijuteria. Então onde eu batia, os caras não deixavam.
Ah, não, os caras não deixavam do shopping falar assim?
Não, cara, a maior parte deles não deixavam até que o Elcio deixou.
Mas qual era o empecilho que eles colocavam? Era não ter espaço para provador, por exemplo, para pessoa experimentar, ou tinha alguma outra justificativa?
O cara tinha que ficar colocando a camiseta por cima no meio do corredor, ficava meio, né, não era chique. Os shoppings eram chiques na época, né?
Ah, não é chique, saquei.
Cara, mas eu consegui que ele deixasse eu colocar lá no tatuapé, no metrô tatuapé, no shopping em São Paulo já. Aí montei essa lojinha, daí arrebentou. De vender.
É mesmo? Quando você abriu, você tinha a sua da sua cidade natal, a de Itu, e essa foi a terceira loja. Foi loja, e essa é um quiosque no caso também?
Quiosque. Daí foi tudo quiosque, foi só a primeira que foi lojinha, e daí depois quiosque em Itu, quiosque no Tatuapé. E daí vendeu, bicho, na época começou a vender muito bem.
Mas por que que você, quer dizer, quando a gente tá abrindo a história, foi para Curitiba, a gente pensou durante tempo em abrir uma loja, que era vender camiseta na loja também, online na loja acabou desistindo, ficando só online. Aonde que, para você, na sua cabeça, a diferença de fazer no quiosque, porque seria um investimento muito mais barato do que uma loja?
E porque, pelo que eu tô entendendo, nesse início você não vendia online, vendia só em loja física, né?
Não tinha online, era só físico. E o quiosque foi exatamente por isso, né? Não tinha grana para fazer loja. Loja era super complicado, você precisava ter nome, você precisava ter fiador, você precisava ter um monte de coisa. O contrato do shopping era, cara, impossível de assinar na na época não tinha grana, não tinha fiador, não tinha dinheiro para fazer uma loja no shopping. Na época era muito caro, né, era status, era bem difícil.
Então quiosquinho, contrato, paga antecipado, paga e usa. Então foi quiosque e foi assim que a gente começou, cara. Quando chegou 2011, 12, 13, a gente foi multiplicando o número de quiosques. Era tudo loja própria, não era franquia. Então montamos 1, 2, 3, 5, 10. E daí quando eu 2010. Daí montava uma por mês, duas por mês. Aí começamos São Paulo. Em 2013 a gente montou no Rio de Janeiro e Minas Gerais. E daí montamos a primeira franquia, que foi para um amigo meu.
Falei, bicho, eu vi que você montou aqui. Eu tava na Zona Leste, né, foi, montei Tatuapé, Guarulhos, Mauá, tudo ali. Esse amigo meu morava na Zona Sul. Daí eu falei, ah, beleza, cara, te vendo a camiseta, você monta a loja lá. Ele era advogado ainda, ainda é um amigo meu aí de infância. Ele fez o contrato de franquia, me ajudou, eu dei a loja para ele e a gente começou com a franquia assim lá em 2013.
Advogado, ele mesmo fez o contrato dele de franquia.
Esse aí teve o melhor contrato da história, maravilhoso, maravilhoso, cara.
Daí a cultura pop veio do mesmo, do mesmo jeito que eu acho que começou na Band Up, cara, começou a mudar, né? O negócio da camiseta do Pânico não tava tava mais tão na moda. E começou na galeria aparecer, cara, camiseta de personagem Simpson, mas não era licenciada, né? Então eles faziam o corpo do Simpson com a sua cabeça. Naquelas camisetas a gente começou a fazer isso até que já tinha crescido bastante.
A gente foi procurado pelos estúdios, no começo não de forma tão amigável, mas eu ia falar, cara, se você contar essa história comportado assim, eu tenho que denunciar. Eu falo, conta a porra certo, não me vem com história da Cinderela aqui, meu.
A gente foi intimado pelos advogados dos estúdios a gente regularizar a situação das licenças, e a gente respondeu prontamente falando, bicho, vamos fazer. E como Como era o começo ali do licenciamento adulto, né, você tinha que, você tinha um licenciamento que era muito focado em brinquedo, em coisa para criança, e tinha esse vácuo aqui no licenciamento para o adulto. E a gente encaixou certinho ali, já tinha um volume, né. Então aqui a gente, como a gente foi para o físico, foi para o shopping, cara, a gente já tava vendendo.
Cada quiosque desse vendia 1.000, 2.000 camisetas por mês. Então já tinha 50 quiosques, então já vendia uma cacetada de camiseta.
Você tá vendendo mais de 50 mil camisetas por mês?
A gente já vendia mais de 50 mil camisetas por mês. Assim, a gente montou uma fábrica maior em 2013, 14. A gente já tava na terceira fábrica, terceira expansão, porque a gente virou fábrica logo de começo. E até quando chegou em 2013, a gente já tava verticalizado produzindo tudo. Conheci um monte de gente na parte de confecção, conheci Crusoé, né, que me ensinou tudo lá. Começamos a fazer tecido, cortar, costurar, estampar. E eu lembro que em dezembro de 2013 a gente teve um quiosque no Norte Shopping no Rio de Janeiro.
Um quiosque vendeu 17 mil camisetas a R$29,90 em dezembro de 2013. Só em dezembro faturou mais de R$500 pau. A gente teve por muito tempo, a gente teve o recorde de faturamento em quiosque.
O Norte Shopping é uma máquina, compadre. O Norte Shopping é sinistro.
Ó, 2013. Vamos pôr que eu comecei a BandApp em 2010. De 2010 até 2013 eu não devo ter vendido 10 mil camisetas. Ele vendeu, os filha da puta, 17 mil no mês. Olha se ele soube pouco ganhar dinheiro. Vai para puta que pariu, porra!
Vendemos 17 mil camisetas em um quiosque no mês. Tinha mais de 70 quiosques, né?
Em um mês, em um quiosque foi.
Curioso que um mês, porra, que pode. Aí, na moral, próximo jantar vocês pagam essa porra.
A próxima conta é sua, né? Vamos todo mundo jantar, achar um lugar bom, e o Vini vai canetar para nós.
Mas assim, você desde o início você falou assim, ah, eu fiz uma mini fábrica lá fazendo silk, né, que é aquela técnica que você faz uma tela perfurada, né, você revela então aonde vai passar a tinta, o furo um pouquinho maior.
Normalmente a gente tá falando de estampas que são de cores chapadas, né, que cada camada é uma cor diferente chapada, que você vai botando uma camada em cima da outra, né?
Que a maioria das camisas você vê aí, só que tem muitas técnicas que fazem com que, né, não fique— você consegue mesclar as cores, né?
Mas é um processo barato, mas mais demorado, né, do que essa máquina que foi imprimir on demand.
Que aí, cara, mas aí a gente foi crescendo a fábrica, a Leda, e chegou uma época que a gente tinha uma das maiores estamparias do Brasil. Vamos aprender lá com bicho Pessoal do consulado do Roque, o Márcio. A gente fazia umas estampas lindas, grandes, coloridíssimas. A gente tinha 18 carrocéis, carrocéis com 15 cores, cada um estampava tipo 600 camisetas por hora. Cara, ficou grande a fábrica, chegamos a produzir meio milhão de camisetas por mês nessa fábrica.
Isso que é impressionante, que porque você viu que nós na Nestor a gente sempre encomendou de fornecedores, terceirizava, e a gente só fabricava e vendia, fazer o marketing, etc. Mas você notou desde então que tá desde o início do processo? Obviamente você vai ter um produto, uma markup muito maior porque você tá fazendo desde o início, né? Você tá fabricando de fato. Mas você fez isso para ter mais agilidade ou para ter mais markup mesmo, de você controlar o processo todo?
Cara, eram as duas coisas. Assim, ninguém estampava camiseta daquele jeito, a gente precisava de volume e E era o foco, era muito na fábrica. Então virou mesmo uma fábrica de camiseta, né? Desde o começo a gente focou em camiseta.
Mas você só fabricava para você? Você não virou também white label, sei lá, fábrica para outro? Teve outros clientes também? Virou fornecedor para outras?
Não, a gente fabricava só para Petit Cursos.
Caraca, não, então isso é muito maneiro. O que a gente fez muito bem nos livros, né, Azaghal? A gente fazia desde o início até gráfica, etc. Então a gente tinha, quer dizer, a gente não gráfica, né? Mas assim, por causa da gente não ser editora que vende para o varejo, a gente é Nestlé Store, né? Então a gente era editora, né? Então para a gente também os livros tinham uma cap muito mais saudável, porque você tava do início ao fim do processo, até o consumidor final, marketing, tudo.
A gente sempre misturou os nossos produtos com o universo de jovem nerd, etc., para nossa comunidade. Então é muito maneiro ver do outro lado, né, cara? Como é que vocês foram cada um cavando, né, a sua própria forma de ter o controle, uma cap maior. Mas o Braulto não tinha fábrica, né? Você tava encomendando de fornecedor.
Não, na verdade a gente encomendava a camiseta, né, sem estampa do fornecedor, e aí estampava no on-demand, já montada e costurada, né, camiseta? Isso, já montada e costurada. E a gente, como tem essa máquina digital, que na época foi um negócio novo, a gente só estampava essa impressora, né, essa impressora. E tanto que quando veio, né, essa nova nova onda de impressoras digitais, cara, nós fomos os primeiros caras do Brasil a ter essa máquina.
Assim, os outros vieram muito depois, assim, e virou uma onda disso quase 10 anos depois, né, quando as grandes empresas de varejo começaram a comprar. Mas isso daí foi muito legal. Assim, quando eu escuto a história do Vini, eu vou lembrando, né, como a gente começou na Band Up. É muito legal porque, cara, as histórias são completamente diferentes e complementares, e são muito complementares, né. Né? Porque nessa trilha que o Vini caminhou e a gente aqui também na BandUp, eu com a turma minha aqui com os dois guias, o que a gente foi aprendendo no caminho foi diferente.
Claro que muita coisa são iguais, né? Como coisas em comum que nós aprendemos os dois nessa trilha aí. Mas, cara, a gente teve, pela característica dos dois negócios, assim, muitas coisas que nós aprendemos que cada um aprendeu um bloco. Então o Vini aprendeu um bloco e que eu aprendi outro aqui com os guias. Então quando a gente se junta, isso é muito rico, é muito legal, porque realmente a gente inteligências complementares assim, coisas que a gente saber complementares.
Então eu adoro ouvir a história do Vini toda vez assim, porque é muito legal como começou. E o Vini foi muito massa, porque bicho, o Vini aprendeu muito a ganhar grana desde começando o negócio, cara. Eu nunca vi alguém começar um negócio numa forma tão legal e que fosse tão certo tão rápido assim, entendeu? Que eu falava, cara, puta, como ele acertou a mão! Ele fez muito certinho, foi muito legal.
Eu acho que daí o modelo de franquia é que, cara, daí em 2014, 15 virou tudo franquia porque tinha ficado muito grande. E daí, cara, o grande é legal, mas o grande é difícil, né? Daí já tava trabalhando 18 horas por dia, de domingo a domingo, já não tinha mais, não fazia mais nada da vida, trabalhava igual um animal, um workaholic maluco, ficou Ficou grande e complexo. A fábrica chegou a ter 1000 funcionários.
Nossa Senhora!
E a gente fazia na arrasta assim. Eu ficava dentro da fábrica, cuidava dos franqueados, era eu e meu irmão, então a gente se dividia. E fomos fazendo com pouca ajuda profissional. E foi, bicho, essa é a parte bonita, né? No meio de tudo isso tem um monte de coisa difícil e um monte de coisa que deu errado. A gente chegou em 2019 com 484 franquias, 484 lojas.
Aí nesse período você já tava 100% modelo de franquia?
Aí era 100% franquia, não tinha mais lojas próprias. A gente foi mudando o modelo, saímos de quiosque, montamos bastante loja, nas lojas pequenas. Depois a gente montou umas lojas de experiência. Em 2019 foi a primeira que a gente chamou de Peticas Experience. No meio do caminho conhecemos o Renan, no meio do caminho conhecemos o Pierre, da Omelete, o Renan da Iron, cara, fizemos muita coisa junto. Fizemos a primeira Comic Con junto com eles, fomos, né, fizemos omelete box, cara.
A gente tinha volume, então era fácil da gente conseguir as licenças. Então quando chegou em 2019, a gente tinha todas as licenças do mercado, assim como a gente tem hoje com Peticas e Band Up. Hoje a gente tem todas as licenças que existem, provavelmente a gente tem quase todas, não temos todas, mas todas lojas que interessam para o nosso público a gente tem, porque tem volume. Conseguia fazer os contratos, hoje a gente consegue fazer, né, quase todos os contratos. E foi assim.
Mas por que que vocês optaram por esse modelo de 100% franquia, de não manter algumas lojas ou alguns quiosques próprios e entregar toda a reta final, né, o PDV para o franqueado, e vocês passarem a ser back office dos caras? Teve algum motivo específico para essa decisão?
Cara, teve um empurrãozinho lá atrás. É, primeiro foi a questão de gestão, né, era muito muito difícil gerir o ponto de venda, né? Você imagina que a gente tinha todas essas lojas, cara, os funcionários tinham que ir trabalhar, né? Você tinha que fazer a gestão de todo mundo. Então você tinha gerente, supervisor, uma estrutura muito grande para você poder ter essas lojas operando bem operadas, né? Então quando a gente começou a entender que o modelo de franquia era um ganha-ganha para todo mundo, assim, o franqueado ganhava dinheiro na loja e a gente ganhava dinheiro fornecendo, aí ele operava a loja.
Né? Franqueado, ele fica responsável pela operação.
A operação ficou muito melhor, então as vendas melhoraram, né? Você imagina quando a gente tinha, cara, 20 lojas no Rio de Janeiro próprias, cara, a gente não sabia onde ia o dinheiro, a gente não sabia como se o pessoal ia trabalhar ou não ia, a gente não sabia se as camisetas estavam bem cuidadas ou não, se o atendimento tava bom, se o atendimento tava ruim. Era muito difícil, era quase impossível essa virada para franquia. Quando a gente fez e começou a entender que esse era era o melhor caminho.
E daí, olhando para o mercado também, né, as outras franqueadoras que tinham— Chili Beans não tem nenhuma loja própria, é todo mundo, né? Arezzo, Hering, todo mundo nesse modelo de franquia. Principalmente porque as franquias eram pequenas, eram quiosques, então não eram lojas que faturavam como uma Hering para você poder ter supervisor, gerente, vice-presidente e tudo.
Então é uma franquia de small business, né? Então a vantagem é que é só com capital inicial menor do que abrir loja, etc., conseguia operar. E aí ela tirava essa carga da operação de vários quiosques, que uma operação pequena, né, mas pô, somado, né, era um pesadelo para vocês. Então nesse sentido você disse que todo mundo começou a vender melhor, que cada um opera seu quiosque e todo mundo conecta, e você tá fabricando e fornecendo para todo mundo. Era isso, né?
Porque no final das contas, hoje a gente continua com o modelo 100% franquia, as lojas vendem mais, porque o papel, né, a figura do franqueado, ele é dono, né. Então, cara, no olho do dono que engorda o boi. Então você tem aqui mais de 100 donos aí da Petit Cursos hoje que estão operando as suas lojas, e daí tem um cuidado, um carinho e uma gestão muito melhor do ponto de venda do que se essas lojas fossem todas próprias, né. A gente descobriu isso lá atrás, e também ter a fábrica ajudou demais, porque quando você tem uma franquia que você domina a produção, você tem o licenciamento.
Então a diferença de uma franquia que cobra um percentual da venda dessa galera, não, a gente, né, ganha dinheiro vendendo camiseta num canal exclusivo que é a franquia. A gente descobriu que isso funciona muito melhor, que você vende a mais por ter lojas em todos os estados. Então hoje a PetiCursos tem lojas em Macapá, tem loja em Manaus, tem loja em Tefé, que é no interior de Manaus, do Amazonas, onde você só chega de barco.
Caraca, é impossível fazer isso com lojas próprias que são pequenas, né? Então modelo de franquia para a gente foi fundamental e certeiro para poder expandir.
Dito isso, quanto é que custa? Assim, as franquias estão abertas, você que tá ouvindo a gente e você, puta, eu poderia ter uma franquia da Petit Cursos. Escuta isso porque a galera pode, né?
Principalmente a pessoa tá nesse momento de pensando em empreender, né, pensando em franquias e tal. Existem vários modelos, né, que você trabalha com franquias. Como é que é para você ter um quiosque da Petit Cursos? Como funciona essa franquia?
Cara, hoje estamos inaugurando essa nossa parceria, mas o investimento inicial hoje é um investimento de R$75 mil, né, onde você compra o o quiosque, né? Então, quiosque, aquela estrutura que a gente coloca no corredor dos shoppings, e você abastece o seu estoque inicial com o primeiro estoque a preço de custo, R$25.000, e a gente já começa a trabalhar, a vender.
Então é R$75.000 no total, sendo R$50.000 que é a estrutura física do quiosque, mas obviamente junto disso vem toda a expertise de vocês para achar o melhor ponto, negociar com shopping, toda essa, tudo isso é resolvido pelo seu lado, certo?
É isso, a gente faz todas as negociações shoppings, que a gente já conhece todos os shoppings, a gente conhece todas as administradoras, todo mundo dos shoppings. Então a gente faz toda a negociação, negocia os aluguéis, aprova os projetos, desenha os projetos. A gente tem todo um time de consultoria que vai lá, implanta a loja, te ajuda a contratar, te ajuda a treinar. A gente já tem todo o sortimento de produtos, lançamentos mensais, seguindo todo o calendário de varejo, calendário de cinema principalmente.
Então cinemas, filmes e séries, a gente sempre tem os lançamentos programados. Então a gente entrega um um pacotinho ali bem, bem prontinho para quem quer empreender, você é o nosso parceiro, nosso sócio ali na ponta tocando os pontos de venda.
É R$50 mil pelo ponto e aí mais R$25 mil de produto, que dá para o quê, um mês, um mês e pouco, na primeira leva?
É esse primeiro estoque, a gente começa com ele e daí o que você vende normalmente você repõe esse estoque para ter um estoque base ali em torno de 800 a 1.000 camisetas e uma venda média de quiosque hoje, você tá falando em torno de 500 a 600 camisetas por mês num quiosque, é o que você vende.
Então desses 75 pau, 25 são valor de estoque que você vai comprar a preço de atacado, óbvio, né? Você vai ter uma margem em cima disso.
Exatamente.
Quanta grana se eu vendesse esses 25 pau de preço de atacado? Vendi o quiosque inteiro, rodei. Quanta grana esses 25 mil viram na venda depois que eu vendi tudo?
É O markup da camiseta, né, na Petit Cursos, é 2,7. Então esses R$25 mil, se você fizer vezes 2,7, ele vira R$67 mil mais ou menos.
Para cada R$1 tu vai ganhar R$2,70.
R$2,70 para cada R$100, R$270. Para cada R$10 mil vira R$27 mil, porque você compra a camiseta e põe o markup de 2,7 nela para vender para o consumidor.
E aí você tá vendendo, aí você já tá criando capital de dinheiro para você renovar o estoque, comprar essa camiseta de novo.
Eu ia falar que a gente faz lançamentos mensais, então todo mês a gente lança 25 novas estampas. Essas estampas nunca são relançadas, então todo mês a gente tem lançamento de 25 novas estampas e a gente segue o calendário. Era o próximo lançamento agora de outubro, a gente já tem Doomsday, por exemplo. Aí daí a gente tem Harry Potter para série, a gente acabou de sair de um Spider-Man que foi um baita sucesso. Tivemos aí um verão de vários blockbusters, né, de filmes aí.
Toy Story, ano que vem tem 50 anos de Star Wars e tem Starfighter ano que vem também. A gente tá maluco aqui, a cultura nerd finalmente voltou com tudo. Mas a gente tem que contar a condição especial que a gente tem aqui para quem quiser ter uma franquia.
Já que a gente tá aqui junto nessa, a gente vai oferecer condições especiais para galera.
A gente não ia vir aqui, né, não oferecer nada, né?
Quer cupom? Quer cupom?
Acho que esse aqui é o primeiro cupom que você tem de franquia anunciado aqui no Nerdcast. Galera, o que a gente tá fazendo, a gente tá bonificando R$10 mil em produto para celebrar essa parceria com Jovem Nerd.
Ou seja, a pessoa investe R$75 mil naquelas condições que a gente já disse, que R$50 mil é para o ponto, né, para estrutura física, na verdade, R$25 mil em produto. Só que você leva mais R$10.000 em produto. Então você bota R$25.000 e leva R$35.000 em produto.
É isso, na sua primeira compra a gente vai te bonificar R$10.000 em produto. Isso você vai usar, ajuda demais nesse primeiro capital de giro, nesse primeiro giro de abastecimento de venda de tudo que você vendeu. Vamos dar essa força para celebrar essa nossa parceria aqui.
E essa não é a única força não, porque a pessoa que fechar usando o cupom JOVENNERD, além desses R$10.000 em produtos, né, né, bonificado, leva R$10.000 em mídia no Jovem Nerd bonificado para fazer marketing do teu quiosque. Exato, na inauguração, a gente falando aqui, mídia nas redes sociais, né, falando da sua estreia, o seu quiosque com público que conversa com o que você vai vender lá.
Óbvio, tá? A Pitica é boa de fazer camiseta, Jovem Nerd é bom de fazer jabá.
Então pronto, a gente faz umas boas camisetas também, Jovem Nerd.
Claro, não, eu sei. Eu tô enchendo o saco, eu tô enchendo a bola do cliente aqui, bro.
Não, mas isso vai ajudar demais. Assim, a gente nunca fez esse tipo de mídia nas inaugurações e para nenhum franqueado, até por causa do investimento não ser baixo. Então agora, cara, com essa bonificação, a gente vai ter estreias ainda melhores aí dos quiosques, inaugurações ainda maiores para os nossos franqueados.
Mas eu tenho uma pergunta aqui que todo mundo deve estar pensando: aonde tá a entrelinha? Onde tá, sei lá, royalty, verba de marketing, luva? Tem isso?
Não, não tem nada. De novo, a gente continua sendo uma grande fábrica de camiseta, então não tem taxa de franquia, não estamos pagando, ninguém tá comprando conhecimento, né? Ninguém tá comprando sistema. A gente tá realmente focado na expansão porque a gente quer levar lojas, para mais shoppings no Brasil. E, cara, como que a Boutique ganha dinheiro com isso? Vendendo a camiseta, licenciando os produtos, criando novas estampas.
A gente tem um, cara, um departamento de marketing, estamos fazendo todos os eventos. Agora vamos estar na BGS, vamos estar na Comic Con, a gente acabou de sair do Anime Friends, a gente tava na Gamescom. Então a gente tá sempre em todos os eventos aí, levando a marca aí nesse universo nerd geek, para quem não conhece conhecer. Agora estamos no Jovem Nerd, nossa primeira primeira vez estreando aqui nesses últimos 15 anos. A gente nunca, né, tinha feito nada junto.
Então agora estamos aqui trazendo a PetiCursos para esse público imenso aí que ouve o Nerdcast.
Passava na frente da Petica lá na CCSP, fala assim, caralho, mano, ó a Petica ali, sinistra! Qual o caminho das pedras, Vini? Como entra? Em que site? Como é que procura? Faz assim, eu quero, onde é que bota o cupom Jovem Nerd?
Como é que entra Cara, eu não sei como que a gente vai falar isso, porque era o clique aqui, agora vai clicar onde?
Excelente, excelente! Procura no Google aí, mano.
Você digita no Google Piticas quero ser um franqueado, já veio aqui franqueado Piticas, é franquia.piticas.com.br, um cupom do Jovem Nerd, vamos criar agora, né? Ele é foda, vamos lá, cria um cupom aí, bora! O site eu já tenho aí, franquia.peticas.com.br, mais barato que um cuid.com.br. Foda! Vamos lá, agora vamos ganhar um cupom.
A gente pensou em tudo, esqueceu dessa parte.
Então vamos lá, o cupom vai ser JOVENNERD10. Pronto, não tem nada mais óbvio do que isso. Pode ser JOVENNERD10. A turma do TI aí abre um chamado no TI, JOVENNERD10. Ganha 10 conto de produto, 10 conto de mídia, vamos ser feliz, certo? Todo mundo aí entra aí, ó, franquia.peticas.com.br. Vamos pôr Jovem Nerd mais Peticas mais Bandaf, todo mundo junto, super amiguinho, Sala da Justiça. Venha ficar rico com a gente, vamos comprar um monte de link, vai apontar tudo para lá.
Agora eu vou ter que falar uma coisa que vocês não falaram, tá? Eu vou fazer um desafio de mil aqui. Você que tá ouvindo, abre o ChatGPT, tá famoso para caralho esse carinha, e digita lá: tenho 75 conto, eu não sei se eu compro um carro popular ou se eu abro uma franquia da Pitica. Só aqui aberto, já fodeu. Que carro? Ó, ó, leitura do ChatGPT: um carro 0 km mais barato, Citroën C3, R$77.290. Renault Kwid, o famoso Kwid, R$78. Fiat Mobi, 92, Fiat Argo, nunca vi na minha vida. 94, Hyundai HB20, show. 95, pau.
Você não compra uma porra de um carro popular, você vira um empresário da Petica. Puta que pariu! Abre a boca do ChatGPT e coloca isso daí, entendeu? Ele vai responder, não sou eu, bicho. Você monta uma franquia da Petica, fica amigo do Vini, amigo do Jovem Nerd, vai virar amigo meu também. Aprendi a trocar trombone de vara, piano, pilotar avião, fazer qualquer merda, cara. Você faz isso e não consegue nem comprar um Renault Kwid, um Citroën C3, nenhum desses carros populares dá um bicho. Você tá esperando o quê para vir na franqueada?
Eu achava que a gente era bom de jabá, né?
Não, cara, é só para o ChatGPT, não sei o que, tô falando, digita nessa porra aí: tenho 75 conto, quero comprar um carro popular zero. Mas também posso ser um franqueado da PetiCursos. Ele vai ter que responder isso, cara. Ele deu a lista com preço até o centavo aqui, sacou? Fudeu o bicho. Não sou eu falando, é a IA falando.
Estamos só começando, esse é o primeiro episódio.
Piticas
Franquia