NerdCast 1049 - NerdCon 2026: Ao Vivo, Tudo Pode Acontecer!
Lambda lambda lambda, nerds! 20 anos depois, ESTAMOS AQUI! Neste NerdCast especial, você vai conferir os melhores momentos da NERDCON 2026!
No programa, Alottoni e Azaghal recebem um timaço com Carlos Voltor, Rex, Katiucha Barcelos, Didi Braguinha, Marcelo Bassoli, Tucano e Sr. K, e ainda o convidado especial Cid Cidoso, para um papo divertido e cheio de surpresas, afinal, ao vivo, TUDO pode acontecer!
Este episódio é um registro de todo o carinho depositado por nós e por vocês na feitura do já histórico evento da comunidade Jovem Nerd, e se preparem... porque esse é só o começo!
Piticas
- O NerdCast Empreendedor está de volta! Ouça o primeiro episódio da nova temporada com Bruno Brau (BandUp) e Vinicius Rossetti (Piticas): https://jovemnerd.short.gy/spot_NCpiticas1
Audible
- T-Zombii está de volta! Maratone agora a série antes da nova temporada: https://jovemnerd.short.gy/audible_nc
Cinemark
- Combos, brindes e os melhores colecionáveis para as grandes estreias do ano, só na Cinemark: https://jovemnerd.short.gy/cinemark_nerdcon1
Óticas Diniz
- Dê um Power-up nos seus óculos com o cupom DINIZJOVEMNERD: https://jovemnerd.short.gy/spot_NCoticasdiniz
CITADO NO EPISÓDIO:
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- Nerdcast em vídeo e a evolução da produção de conteúdogravação remota nos primórdios·transição para o formato de vídeo·monetização de podcasts em vídeo·disponibilidade em múltiplas plataformas
- O baralho do Nerdcast e o concurso do iPadlançamento do baralho temático·concurso de autógrafos·dificuldade em completar o baralho·entrega do iPad ao vencedor
- A história do cosplay de 300 do Rex e a aposta com Azaghalempolgação com o filme 300·aposta do cosplay·reação da mãe do Rex·fotos no cinema
- A foto polêmica do Rex com Dona Vera e o ensaio fotográficofoto do Rex com idosa·fotógrafo polonês·exposição em Nova York·Dona Vera como modelo
- A lesão do joelho do Rex na academia e a ajuda misteriosaestouro do joelho na Leg Press·efeito dominó nas pernas·mulher misteriosa na academia·alucinações no hospital
- A dificuldade de Cid Cidoso em aprender a dirigir e andar de bicicletaaprendizado tardio de bicicleta·trauma com o pai na direção·aulas particulares de direção·experiência de dirigir na Tailândia
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Oi pessoal, tudo bom? Eu sou o Marcelinho, a voz de veludo que grita nos seus ouvidos todo Nerdcast Dia dos Namorados e também no show. Sejam muito bem-vindos à Nerdcon e vamos comemorar juntos os 20 anos do Nerdcast! Antes de começarmos, alguns recadinhos rápidos, ok? Celulares no silencioso, por favor. A luz da tela pode reduzir também, por gentileza? Na verdade, é bom não ficar mexendo no celular, né, que não tem muito cabimento isso.
Onde Você viu? Você tá no evento ao vivo lendo fofoca no grupo do Zap? Ah, nada de fotos, filmagens ou gravações durante o espetáculo, beleza? Eu sei que eu sou muito linda e você tá bastante animado pra ver toda a turminha do Nerdcast reunida, mas vamos respeitar a experiência do coleguinha ao lado. Hoje teremos 2 horas de espetáculo sem intervalo. Se for preciso sair pra ir ao banheiro, tudo bem, mas lave as mãos antes de voltar, né?
Em caso de deu ruim, nossas saídas de emergência estão sinalizadas e nossa equipe tá à disposição pra ajudar, né, equipe? Agora é só relaxar, curtir e se deixar levar. O show vai começar!
Lá vai, lá vai, lá vai, nerd! Aquele show dos sonhos do jovem nerd! Baby's a Nerd Call! Que lindo, que lindo!
Vocês levam jeito para isso, hein?
Parabéns! Agora, como é que a gente saiu? Luzinha em cada um.
Não vai ter mais, queimou a luz.
Queimou a luz?
Tá falando sério? Juro por Deus. Porra, é mó maneiro, gente! Cada um vai se apresentar como se fosse o Nerdcast ao vivo. É assim, brother, vai lá, faz o que O que você queria fazer então?
Eu tô com muito medo disso, cara.
É um senhor esquetista. É 013.
Aqui é o Tucano e a Vini Santos. Vini Skates.
Boa tarde para todo mundo, bom dia, boa noite. Eu sou o Diogo Braga, Didi Braguinha. É uma alegria estar aqui nesse momento maravilhoso.
Boa tarde a todos, aqui é Carlos Voltori e a gente já tá bebendo há um bom tempo.
Tá preocupante isso.
Tá preocupante.
Aqui é Catixa Barcelos e todo mundo andou de skate, mas quem é ruim das costas sou eu.
É muito injusto.
Bom dia, boa tarde, boa noite a todos os VIPs aqui presentes, criaturas. Para você, queridos, queridas, muito obrigado pela presença de vocês. É sempre um prazer estar aqui com vocês. 20 anos de maluquice, de loucura, e vocês aturando. Eu espero que a gente possa ter ajudado vocês de alguma forma.
Eu te aturando, né?
Exatamente. Você e a Priscila são as pessoas que mais me aturam, é impressionante.
Eu vou te falar, é foda. E eu não tenho nada nessa partida aí.
Queridos, queridas, bem-vindos!
Amo vocês!
Aqui é o Marcelo. E quem aí gosta de bola?
Aqui é a Azaghal. E obviamente o Rex está atrasado, como sempre. Você tá no lugar do Rex, você sabe.
O Rex vai sentar do meu lado?
É, obviamente.
Primeiro, obrigado vocês terem vindo, tanta gente vindo de longe, daqui, obrigado por estarem aqui, gente! Que dia especial!
Quem aqui não é de São Paulo?
Olha aí, nossa, gente, eu vou chorar de emoção, gente! Vocês são fodas demais! Quero agradecer muito a vocês, isso é um dia especial. A gente tá comemorando 20 anos de Nerdcast!
Impressionante que a gente começou a fazer isso com 15 anos atrás, com 15 anos, né?
Porque a gente só tem 45, pô, a gente é jovem ainda, somos jovens ainda. Mas eu quero agradecer muito, muito aos nossos patrocinadores que ajudaram a gente a levantar isso tudo. Audio, muito obrigado. Ótica Genis, Cinemark, assim, eles foram um super parceiro, super mãe, botaram a gente em uma quantidade de salas que a gente jamais conseguiria.
É o Cinemark ou a Cinemark?
A Cinemark.
Então é super mãe, obrigado.
Os artigos sempre pegam a gente. Inclusive, vocês não sabiam, é O Magalu. Todo mundo fala A Magalu, mas é O Magalu. É, você aprendeu isso hoje.
E o Jovem Nerd? É a Jovem Nerd ou Jovem Nerd?
É do Jovem Nerd.
Salva de palmas para os nossos patrocinadores, muito obrigado! E aos nossos parceiros de coração que estão aqui, que montaram esse espetáculo todo para vocês lá fora. Não foi? É PlayStation, Mago dos Dados, Jambô Editora, Seven Kings, Juanca Loto, Iron Studios, Estante Virtual, e claro, Memorial da América Latina. Muito obrigado por nos receber aqui! Peraí, peraí, peraí, gente! Que bom! Esse é o Nerdcast muito especial da nossa Nerdcon.
Não tem leitura de e-mails, mas a gente tem uns recados para dar. Um, que hoje tem um outro Nerdcast também na sua timeline, Azaghal.
Exato! Assim como semana passada a gente teve 2 Nerdcasts, nessa semana a gente tem 2 Nerdcasts. A gente tá começando uma nova série de empreendedorismo com o pessoal da Peticas com os malucos da Peticas.
Se prepara, porque, ó, você conhece a Peticas, você deve conhecer a Band Up, que foi por onde nós lançamos a camiseta do Ozobi com Batman na loja da Band Up lá na CCXP. Isso foi foda demais, e já teve uma parceria muito maneira. E aí o que acontece, esses dois malucos, o Vinícius e o Brau, eles se juntaram, Peticas e Band Up, e eles têm uma história muito maneira de empreendedorismo, cara, e tem oportunidades de muito maneiras para empreendedores. Ah, é?
Então a gente resolveu fazer essa série de podcasts contando não só a história da Peticas, que é o que a gente vai começar a contar, mas todas as experiências que eles vivem no ramo deles.
Exato.
A gente vai ter programas, por exemplo, com o pessoal da Iron Studios para falar de licenciamento.
Exato.
Que é uma das paradas incríveis da Peticas, que aí eles têm tudo que é marca possível para ter nas camisetas. Então tem Marvel, tem DC, tem anime, tem, puta, O que você imaginasse, Os Anéis, Game of Thrones, o que imaginar de marca legal de cultura pop tem na PetiCursos.
É muito maneiro que a gente vai fazer essa série toda focada no mundo nerd, porque PetiCursos, BandApp e tal trabalham muito com licença do mundo nerd. A gente falar sobre empreender aqui nesse mundo onde nós vivemos o dia a dia, respiramos o dia a dia, Zagal. Vai ser muito maneiro.
Isso tudo recheado com um monte de história maluca, porque o Vini e o Braul são dois loucos.
Não, são completamente malucos, ó. Só tem maluco no mundo nerd.
Mas a história deles é muito legal, cara.
É uma história maneira.
Escuta aí, cara, a história de como nasceu a PetiCursos, como nasceu a BandUp e tal. E a gente vai seguir todo mês falando sempre sobre algum aspecto de empreender no mundo nerd. Inclusive nós, a gente vai contar histórias nossas também junto. Então fica ligado.
Isso, história da NerdStory, história do Jovem Nerd, tá tudo aí.
Exato, exato, total. Fica ligado, tem aí, já está de volta o Nerdcast Empreendedor no Mundo Nerd, tá na sua timeline. Escuta. E eu quero, Azaghal, agradecer demais a Audible, nossa parceiraça. Nossa, no desenvolvimento de conteúdos originais como T-Zombie, e que tiveram lá na Nerdcon uma ativação foda exclusiva de T-Zombie, porque a segunda temporada tá chegando, Azaghal!
Cara, que orgulho ter um evento como a Nerdcon que a gente faz para fanbase do Jovem Nerd, né, para o nosso público especificamente. E esse casamento com a Audible perfeito, porque T-Zombie é um produto que a gente faz para o nosso público total, e um stand nível, meu amigo, CCXP, um stand nível San Diego Comic-Con.
Foi fofada, cara.
O mega container, pô, uma ativação imersiva maneiríssima, cara.
Exato, cara. A galera entrava lá e conseguia escutar o resumo da primeira temporada, porque a segunda tá chegando, vai ser muito foda. Então se prepara, olha só, Audible não se esquece. Não tem só ter zumbi lá na Audible, você encontra tudo. Tem best-seller, tem lançamento, tudo em audiobook, né? Clássicos, tem história infantil, um monte de gênero diferente, tudo narrado por atores, autores e profissionais de voz. E também conteúdos que não é só narrador lendo o livro, tem interpretação, efeitos sonoros, tem toda uma dramatização dramatização da parada, dramatização, que é o caso de The Zombie, que é um audiodrama original com atores, sonorização em binaural. Cara, é foda demais!
Não só binaural como Dolby Atmos, já vou dar esse spoiler aí.
Exato, The Zombie agora tá sendo mixado em Dolby Atmos, cara, foda demais! Então, ó, todas essas audioséries criadas especialmente para o formato de áudio, histórias que trazem toda a diversidade, a brasilidade das nossas produções. The Zombie é a história de zumbi, mas é no Brasil, meu amigo. Exato, o universo do Brasil, a cultura brasileira tá lá. Como é que seria uma invasão de zumbis? Como é que a sociedade se reconfiguraria num universo tomado por zumbis no Brasil?
É isso, isso que tá lá. The Zumbi, segunda temporada, tá chegando em breve na Audible. Você pode parar, toda primeira temporada de The Zumbi lá na Audible com 30 dias grátis. Exatamente, novos assinantes têm 30 dias grátis. E se você for assinante da Amazon Prime, são 3 meses grátis de Audible.
Nossa!
Dá para maratonar T-Zombie e um monte de outras coisas incríveis que tem lá. Aproveita enquanto você aguarda a segunda temporada de T-Zombie, ouve a primeira, você entrar no clima. Tem link aí no post. E também quero agradecer a Cinemark, claro, nosso parceiraço lá da Nerdcon e nosso parceiraço na própria carne, cara. Inesquecível, tamo junto demais. Olha só, a gente tava lá no palco com os baldes de pipocas, os copos colecionáveis que a Cinemark sempre lança quando lança filme também.
Exato, eu já fiz Nerd Off só sobre os baldes de pipoca. A gente também teve balde de pipoca da própria casa e tudo. Aliás, se você gostou de algum balde de pipoca, algum colecionável da Cinemark que já rolou, tipo a gente tinha lá de Star Wars, Avatar lá no palco e tal, dá uma olhada no site, no app da Cinemark, que quando eles ainda têm estoque eles vendem lá. E fica de olho para os próximos que estão vindo por aí também. Então, gente, lançamentos gigantescos estão chegando, fim de ano, você já sabe.
Aliás, Cinemark é o lugar para você assistir esses filmes todos. Dá uma olhada, garoto, eu botei lá na estante para você lembrar sempre daquela experiência maravilhosa.
Tem link na descrição.
Tamo junto, Cinemark! E olha só, vamos agradecer também nosso patrocinador maravilhoso que nos realizou um sonho: Óticas de Ninja, rapaz! Teve com a gente na NerdCon, foi foda demais.
Nossa, cara, quem conhece o Nerdcast, quem ouve a gente há muitos anos, sabe que eu já falei mais de uma vez, na verdade inúmeras vezes, que eu queria ser o Amaury Júnior da internet.
Exato.
E eu estou literalmente conseguindo. Cara, a gente foi muito impactado a nossa vida toda com o Amaury Júnior dando de presente óculos das Óticas Genis para convidados. E a gente fez isso com a galera lá na NerdCon, foi incrível. Então você que tá trocando de óculos, tá fazendo óculos novo, se liga no Power Up Óticas Genis, que eles trazem óculos com lentes com filtro de luz azul. Você que fica o dia inteiro na tela, que nem todos nós, na tela do celular, na tela do computador, na tela da televisão, na tela de tudo, tudo é tela agora. Inclusive nós já estamos usando óculos da Ótica Diniz.
Exato, na NerdCon estivemos lá no palco, eu com óculos escuros, Alexandre com óculos de grau. Eu na verdade com óculos escuros e com óculos de grau por cima.
Exato, foi maravilhoso. Tava Marília Gabriela lá. Mas olha só, na Ótica Diniz tem marcas exclusivas, que é o que a gente tava usando lá, como a D Collection, a Heat Eyewear e a DNZ. Por acaso, DNZ, né? Diniz DNZ. Olha aí, olha aí, era o que eu tava usando com grau. Aliás, são lentes com grau ou sem grau. Se você pagar óculos de sol sem grau, você pode ter também, ou até o seu óculos de sol qualquer. Você vai lá, pede, leva sua receita.
E ó, são mais de 1000 lojas pelo Brasil de ótica Genis, também no e-commerce online. Então aproveita que é por tempo limitado, tem cupom de desconto Genis Jovem Nerd. É só você entrar lá no site, você tem R$130 de desconto no kit ou 15% off em produtos das marcas exclusivas. Tudo isso por tempo limitado, então aproveita, corre lá, aproveita.
Tem link aí no post para você dar Power up na sua rotina.
Dá uma olhada em todas as opções da Óticas Diniz. Camila, obrigado, Óticas Diniz, tamo junto demais! Esse Nerdcast é o Nerdcast livre assim, é freestyle. A gente tem algumas coisas que a gente quer falar.
Livre, livre?
Não, mais ou menos.
O quão livre?
Em que momento a gente traça a linha? Qual é o limite que a gente não pode ultrapassar?
Nesse copo aí, sem refil. Mas a gente tá aqui comemorando 20 anos de Nerdcast. É realmente, começou em 2006. Caraca, era mato demais, né? A gente botava lá duas placas de áudio no mesmo PC, porque uma que pegava o nosso microfone outro que pegava o microfone dos outros, aí daqui a pouco dava conflito, aí travava tudo.
Você tá falando dos primórdios de Nerdcast, que justamente, né, a gente sempre gravou o Nerdcast remoto. Por gravar remoto, principalmente nos primórdios, 20 anos atrás, a conexão de internet era muito ruim. Hoje não é uma maravilha, né?
Naquela época era terrível para gravar, sofria muito de conexão, principalmente a do Dudu, né?
Nossa, o mega mega em Copacabana até hoje. Mas aí, como Alexandre falou, a gente hoje não existia nenhum software que fizesse a gravação remota, que é o que a gente faz, né? Que a gente tá no lugar e os outros estão em todos os lugares, vai gravar um Meet, alguma coisa assim, é um Skype na época, que nem existe mais, maluco. E a gente usava duas placas, e depois com o passar dos anos vieram os softwares, e hoje é muito mais simples. Simples a ponto da gente ter uma novidade Nerdcast em breve.
Pois é. Ah, não faz essa cara não, que você sabe.
Eu sei de um teste, eu não sei de nada.
Que isso? A gente vai agora que tá passando essa marca de 20 anos de Nerdcast, aí teve todo um negócio de o mundo todo mudou em volta. Então a gente decidiu entrar na dança e a partir de outubro o Nerdcast será igual como sempre foi, mas também em vídeo.
Olha aí, vai ser igual o Jota NEC, gente.
É, os cara copia tudo, eles copiam tudo.
Não pode ver o sucesso dos outros.
Mas vocês resolveram mudar cedo, né? Antes de todo mundo mudar.
Exato.
Pô, bem early adopter. A gente é Apple, usando telefone dobrável agora.
Não, pior que eu tô lascado, porque outro dia o Jurandir falou: não vejo a hora de o Nerdcast começar a ser gravado em vídeo. Aí eu falei, porque eu sei como que a gente grava, né? A gente grava pijama, deitado na cama, né? Aí eu falei: cara, nunca vai virar vídeo, nunca.
Até dá para fazer, se deve outra coisa.
Você pode gravar como você quiser.
Ah, mas vai ser legal, a gente vai, todo formato é igual, a gente vai continuar cada um no lugar, vai ser aquelas cabecinhas voantes né, etc. A gente vai dar close em quem tá falando, enfim, vai ser, acho que vai ser muito legal.
Exato, exato.
Mas foi bom que aí a gente botou eles, né, de piranha. A gente, exatamente, mas a gente tá muito empolgado de fazer isso. Vocês vão ver as nossas caras.
Por coincidência, o Spotify vai começar a monetizar os podcasts em vídeo no Brasil.
Mera coincidência, que sorte, hein?
Puro timing também.
Editar vídeo é mais caro que editar áudio só. Tá no lugar certo na hora certa.
Exato, porra, loucura, cara! Parabéns, que sorte!
O Spotify vai ter que mudar o servidor deles, vão ter que fazer um data center só de comentários falando que o JP não parece com a voz dele.
Caraca, pode crer! Mas olha só, não vai ser exclusivo do Spotify, vai ter no Spotify. Se você gosta de ver o Nerdcast pelo Spotify, você vai poder ver em vídeo. Mas se você— agora a gente tá publicando no YouTube, a gente também vai publicar o mesmo Nerdcast no YouTube em vídeo também, ter exclusividade. Então você vai ver onde você quiser. Se quiser continuar ouvindo em áudio, vai continuar ouvindo em áudio. A gente nunca gosta de tirar um negócio, a gente sempre gosta de botar algo a mais.
Opa, que isso, Alexandre!
Esse é o Jovem Nerd!
Quem é esse?
Aumenta o ar, por favor!
Quem é esse?
Esse é o Jovem Nerd!
Mas aí a gente tava lembrando de um negócio muito significativo, que é no início, quando a gente começou a fazer Nescafé lá em 2000. Quando é que estreou 300? Foi em 2007? 300 Esparta?
Qual é o ano de 300 Esparta?
2005. Caraca, não Não tinha Nerdcast ainda, não tinha, né, cara? E aí o filme estrear, e eu lembro que a gente tava muito empolgado. Quem viu 300 no cinema aqui? Vocês são muito jovens aqui, você é muito bom. A gente tava muito empolgado com o trailer porque tinha aquele desespero, cara.
Eu acho absurdo a gente falar sobre esse assunto e não chamar o Rex.
Você quer ligar para o Rex?
Eu vou ligar para o Rex por vídeo. Cuidado, não, jamais, nunca manda ligação de vídeo Rex, eu não consigo enxergar sem óculos mais.
Caraca, a idade, a idade, cara!
20 anos de curso, brother. Ai, tá ligando para ele, meu vizinho?
Tô ligando, é isso. Rex, onde você tá? Oi, onde você tá, cara?
Oi, você sabe qual dificuldade que é pegar um carro assim, cara?
Onde você tá de verdade? Eu tô chegando, tá?
Eu tô subindo as escadas.
Chega e vem entrar direto no palco.
Ah, é que eu tive que passar no banheiro, desculpa.
Caralho, isso é um pedaço!
Vocês têm meia hora aí de espera?
Você dormiu no hotel? Só para saber se eu joguei a diária fora.
Não, eu dormi.
Não, eu dormi. Se foi no hotel ou não, você não—
ele acabou de falar não dormi no hotel, mas eu dormi.
Você dormiu?
Acordei cedo para amanhã.
Tá bom, tá bom. Cadê você? Já subiu as escadas?
Não, pera aí, enquanto o Rex tá chegando, ele tá aqui.
Cadê?
Quer trazer?
Calma que eu tô indo para o banheiro.
Tá bem, passa o filme aí enquanto ele tá subindo.
Eu quero mostrar, a gente fez o nosso primeiro flash mob. Olha só isso, gente, a gente queria que todo mundo gritasse, disse o Esparta no cinema, filmasse e mandasse para gente, porque o nosso sonho era entrar no mailing da Warner. Agora chegou o Rex, chegou! Pode entrar, Rex!
Ele está ótimo. Agora acabou a coluna dela de vez.
Vai lá, manda o desesparto pra galera, porra!
Olha, você malha todo dia e tá com vergonha de quê?
Tu malha pra quê?
Hoje tu malhou duas vezes já.
Botou a meia que eu vi depois do evento.
O Rex tava malhando, é verdade, meia-noite.
Então o problema é que foi pegar um carro pra chegar aqui, né? O cara não queria me aceitar de sandália, eu tive que ir de tênis. Mas tudo isso começou com uma aposta, né? Você lembra, né?
Teve aposta? Ah, teve!
Porque na época a gente falou assim, poxa, a gente ficou tão empolgado com filme, porque a gente era fã dos quadrinhos e o filme ia ser, né, uma, os trailers eram muito maneiros. E aí na hora que ela rolou aquela conversa entre a gente, eu falei assim, cara, se tu, pô, eu vou de vestido. Aí o Dave falou assim, não vai porra nenhuma. Não, não vou não, tô de sacanagem. Ele, se eu conseguir a roupa, se eu fizer o figurino, você vai?
Eu falei assim, tá, você só tem uma obrigação, você só me venha com a sunga, porque eu não vou mandar fazer uma sunga de couro para você. Não, tudo bem, a sunga eu consigo. E aí ele fez toda a roupa, só que eu não acreditei, não levei fé. Beleza, vamos embora. Quando chegou no cinema, eu, minha mãe tava ali, minha mãe, cara, olha isso. Aí de repente chega o Dave em Cell Rex, trouxe sua roupa, vai lá no banheiro você trocar. Eu falei, é sério?
Ai, cara, que pena dessa senhora.
Ela também fala isso. Fui lá, botei a roupa.
Mas tu levou a sunga?
Levei a sunga. Em todo caso, então tava preparado, tava assim, ó, ansioso. Eu fui criado olhando baixo, mas eu sou homem comportado. Eu não acreditei, eu não acreditei, mas eu levei.
Ou ele usa cueca de couro dia a dia, gente.
Eu acho que essa foi minha primeira cueca.
Caralho, essa foi a minha primeira cueca! Parabéns!
Mas enfim, levei. Quando chegou na hora, a gente colocou a roupa no A gente não, você.
Deixa ele contar, deixa ele contar a versão dele.
Vamos ouvir. E aí, quando eu saí do banheiro, a gente fez as fotos.
A gente não, a gente, aquele que não quer assumir a culpa sozinho, né?
Não quer assumir a culpa sozinho. Mas foi isso, minha mãe me olhou daquele jeito. O pessoal do cinema veio perguntar se eu trabalhava para o filme. A gente fazia essa configuração para fazer.
A Andrea ficou com a mãe do Rex e ela tava, coitado do meu filho.
Minha mãe, perguntaram se ela era minha mãe, ela falou que não.
Correto, quem somos nós para julgar, né?
Mas foi isso, isso só aconteceu Porque o Dave criou essa aposta comigo.
Só não paga.
Ai, que mentira!
Eu tô te devendo alguma coisa?
Não, agora não.
Então, caraca, na cara! Olha lá o Rex, olha lá, olha lá nós.
Caraca, Rex, você tava pequeno, hein?
Não existia o dinheiro nem os remédios que tem hoje.
Vamos fazer a comparação.
Comparação.
Levanta os dois também, pô. Claro, vamos refazer a foto, pô.
Vamos lá.
A gente diminuiu, Rex cresceu. Olha isso, a gente transferiu.
Esse tipo de momento é o momento mais feliz do ano do Rex. Ele tá de cueca, seminu, na frente de centenas de pessoas. Ele adora.
Vamos lá, Rex, manda para todo mundo, manda os desfaz aí.
Todo mundo junto, hein?
Desfaz!
Caraca, eu peguei Uber ontem com o Didi, malandro. A gente começou a falar de vinho e do nada o motorista era um sommelier foda de vinho, tá ligado?
Sério, cara, eu parei, eu falei, não, não pode, Deus não é tão perfeito assim. O tucano chegou e meteu, ah, meu irmão, porque o QG da uva temperada, não sei o quê, pum, aí botou nível 2 de conhecimento de vinho.
Esse é o 2?
É o 2.
Quantos níveis?
Pô, pelo que eu sei, não tem final, você vai. Aí o maluco do Uber comprou e dobrou a aposta. Ah, mas você não conhece a uva do Oriente Médio, não sei o quê, Pim, subiu. Eu falei, porra, Tucano, agora começou um duelo. O Tucano foi e pagou para ver.
O cara chegou, falou assim, vocês já provaram uma uva chamada Primitivo ou Zinfandel? Aí eu mandei, Primitivo ela chama na Itália, Zinfandel na Califórnia. Aí ele virou, falou assim, isso mesmo, corpo médio, taninos balanceados, arredondados. Aí eu, caralho, só faltou o cara falar assim, não, é que eu era dono antes motorista de Uber é dono de um vinhedo na Toscana.
Não, mas o final dessa viagem certo era a gente tomar uma taça de vinho em algum lugar com ele, com ele, com ele, né?
Ele tem já uma taça de vinho separada ali, ele tirar.
Vocês que gostam de vinho, Uber Wine, né?
O Didi começou a tomar vinho recentemente aí também, né?
Pô, mas ó, todo vinho para mim tem gosto de azeite salgado, não consigo, cara.
Você falou isso para o Uber?
Que bom que você gosta de vinho, né?
Falou assim, tu mandou essa no Uber?
Foi, foi.
O Tucano já sabe que a gente já tentei começar no vinho há um tempo, falei com Tucano e tal, ele deu umas dicas. E eu vou pegando vinho, eu falo: Tucano, esse aqui tem— eu consegui diferenciar o tipo de azeite salgado que eu tô bebendo.
Extra virgem, colheita noturna.
Esse aqui tem um óleozinho misturado além do azeite, não sei o quê. Esse aqui não é extra virgem, não sei o que lá. Mas ainda não é maneiro, não é uma parada que eu faço animado.
Mas adulto faz isso, velho.
Você só bebe, você não precisa fazer o vinho, Didi. Talvez por isso que esteja uma merda. Você vai lá, você compra e bebe, você não faz vinho.
Mas é muito ruim, tu chega na roda gerar o vinho, não sei o quê, a bebida maneira. Aí tu, pô, mano, tem Coca-Cola aí?
Cara, vocês não sabem, a gente tava no café da manhã, o Didi, ele parece gente boa, né?
É mentira, pareço, não sou, sou um babaca.
No prato do Didi tinha um objeto não identificado. E aí eu olhei, eu falei, o que é isso? Aí ele falou, por que você tá olhando meu prato? Que isso? Com vergonha, né?
Eu sou testemunha.
O que é isso? E era uma cebola gigante, era um anel de cebola gigante. Didi com a cara mais lisa virou para mim, você assim, é uma alga. Prova aí, porque lá em casa a gente come alga porque sem glúten e tal, não sei o quê.
Prova aí.
E aí eu falei, isso não é uma alga. Aí ele falou, é uma alga, cara, prova. E eu fiquei tipo, será que eu tô maluca?
Tava, cara. Foi assim, se eu desse uma intenção a mais de vai, vai, Cátia, vai, vai, ela ia dar uma mordida.
E eu ainda olhei e falei, colocado na direção da boca dela, ela comia.
Você não provou a alga?
Não provei. Eu olhei e disse assim, Didi, isso é uma cebola. Ele Eu disse alga.
A galera que tem restrição alimentar sabe.
Mas eu fiquei, brother, aí isso aqui eu fiquei tipo, pô, deve ser uma alga de Didi Braga. Eu não faria isso comigo. Faria? Ele faria sim.
Mas você trouxe de casa alga ou tinha no—
era uma cebola.
Ah, porque é assim, porque não, coisa séria. Ele falou, a pronúncia não é assim. Eu achava que ele ia falar em francês.
Eu tô curioso de onde é que surgiu a cebola, que tinha cebola.
Aquela presa acebolada para misturar no omelete.
Eu não vi, eu não vi.
Vocês tomam café antes ou depois O que que faz o Rex?
Nunca se sabe, ninguém nunca sabe.
Rex, você tomou café da manhã no hotel?
Tomei.
Tu tomou café da manhã que hora? Por que tu não responde ninguém no grupo quando a gente fala, ei, vamos tomar café?
Porra, Cátia, tu mandou uma mensagem 7:15 da manhã descendo para o café da manhã.
Eu acordei, eu acordei 6:15, eu esperei até 7:15 porque eu pensei, pô, aquela tia-avó velha aqui que acorda de manhã.
7:15 da manhã tomando café da manhã?
É 8 horas aqui, a gente já tava tomando café.
É sempre assim, é onde as vidas se encontram. Várias vezes eu falo com as Tipo, 5 horas da manhã ele tá indo dormir.
Eu tô falando, para falar com o Dave é bom 4 horas da manhã. 4 horas da manhã é um horário que ele tá ativo.
Eu tô terminando, eu tô entregando e a galera tá começando.
A Cátia e o Azaghal é tipo Lady Hawk, né?
Na primeira luz da manhã eles encontram ele.
O pior é que eu acho que mais da metade daqui não conhece Lady Hawk.
Quem conhece Lady Hawk?
Qual o nome do filme? Qual o nome do filme? Grita aí.
Feitiço de Áquila. A gente só fala dos mesmos filmes há 20 anos.
É lógico que a galera conhece, nem assistiu, mas conhece.
A pergunta foi errada, né?
Quem conhece aqui, assistiu até o final. Quem assistiu Ladyhawk?
Não é nem metade, cara.
Menos da metade.
E Highlander 2, quem assistiu?
Quero perguntar um negócio de netcast antigo, do Cano. Porque a gente começou a fazer netcast porque, pô, tu era o brother do Azaghal, a gente conheceu, etc. E aí toda essa parada que aconteceu Mãos Lindas, Ana Maria Braga.
Foi essa ordem.
Hambúrguer, 7-Eleven, para o cara não ir lá no 7-Eleven estando do lado e tal.
Mas também não vai.
Eu pedi duas vezes.
Caraca, é uma— eu acho um absurdo você estar a 10 passos do negócio e você pedir delivery.
Foda, né? Melhor seria ir, né?
Exato.
Mas é melhor pedir do que não ir.
Ué, ué, não, mas eu queria comer na cama.
Na cama?
Eu queria comer.
Você come na cama?
Maluco!
Não, ele come.
A faxineira entra nesse quarto.
Eu não queria fazer o rolê de botar a roupa e ir pra rua e tal.
Muito melhor comer em cima do edredom, né?
Você come pelado, começa, aí você pega a roupa de cama.
É isso, pelado e de meia.
Eu tô preocupado com a visão do entregador.
Aí bota o travesseiro aqui pra apoiar.
Não, é que eu pedi o Reisame, mereço. Como que tá aquele molho vermelho? Tive que tomar cuidado mesmo. Mas isso, mas tá ótimo. É isso, você não pediu.
Graças a Deus que eu não pedi.
Se teria que comer na cama que nem um monarca, deitado nu, esfregando tudo no edredom. É melhor realmente não, né?
Mas o problema de comer deitado é quando você segura muito tempo sanduíche, a mão vai ficando dormente, aí você tem que ficar revezando para fazer. Ah, gente, pelo amor de Deus! Todo mundo já jogou videogame deitado, já leu deitado, e aí a mão dormente, aí tu para, dá uma bombada aqui.
Quer dizer, dá uma bombada rapidamente, ficou absurdo.
Vocês entenderam?
Tá dando bombada com a mão dormente.
Pelo amor de Deus!
Entendeu?
Só eu, só eu que fico com a mão dormente.
Caquinho, o Zack Snyder precisa do amigo, ajuda ele aí.
Deixa eu ver suas unhas, cara.
Tu não tá lendo, tá lendo livro na cama deitado assim? Aí a tua mão não começa a ficar dormente, tu reveza? Tu não tem isso, cara?
Para de fazer esse gesto! Mas você demora quanto tempo para comer?
O problema foi o verbo bombar, esse foi o problema.
Não, bombar é exato, mas vai ser editado, pô, vai resolver.
Eu espero que a mente das pessoas aqui esteja editando algum Ao vivo, porque pode ser traumático.
Mas isso acontece, gente.
Que mais? Não, eu ia perguntar que mais que tu comeu na cama aí.
Mas o Aquiles defendeu Alexandre aqui. Achei o Deio e vi muito delivery normativo. Agora ele tem que justificar por que que tá pedindo. Ah, pô, ele pede de qualquer motivo.
Quando você pode comer a parada saindo da natureza lá, do pé de cambuijú, e aí você Você escolhe receber isso por um motoboy? Ele pegou e deu uma volta no quarto, intermediário, né?
Então aí justamente eu pensei, pô, já que aqui do lado ele vai sair da cozinha em 30 segundos.
Mas aí tem uma pergunta: você recebeu o motoboy pelado?
A porta semiaberta, pode entrar.
Sim, eu me vesti, levantou da cama.
É, você desceu?
Eu desci, eu desci para pegar.
Mas aí você não deu trabalho então?
Mas eu desci já roupa de ficar em casa, não de roupa de sair.
Que que é uma roupa de ficar em casa?
Edredom.
Porque se você se vestiu e dá 10 passos você chegava no restaurante?
Desci com a minha bermuda da Netflix e a blusa do—
É muito diferente a roupa de sair para ficar em um estabelecimento e a roupa de descer rapidamente para rezar que não vai encontrar ninguém no elevador e voltar. É muito diferente.
Mas você tava de pijama, é isso?
É uma roupa de ficar em casa que você pode interpretar como um pijama, mas ela não serve para tu ir na rua.
Você dormiu com essa mesma roupa depois? Não, você tava dormindo indo com essa roupa. Então você estava com uma roupa, tirou, aí colocou a roupa de receber motoboy.
Porque essa bermuda ela tem—
eu tenho uma roupa de receber motoboy.
A divisória do armário dele, o Rex, imagina ele assim, ó: não, não, não, não, não, não. Ah, essa aqui é de receber motoboy.
Ele tem que pôr na mala, precisa pôr na mala a roupa de receber motoboy.
Pela distância, né?
Se é perto é essa roupa.
Você pede pela distância ou pela preferência, assim, pelo favoritismo assim que tem assim? Ah, esse aqui também bem cotado. Não, porque, por exemplo, a minha da Netflix de ficar em casa, ela tem aquele lacinho que você recebe de lacinho.
Tipo, eu acho ruim, eu não uso como pijama porque eu não gosto de pijama com lacinho porque aperta demais. Você não precisa apertar não, mas aqui que é o problema seguinte: eu tenho aqui o pânceps pós-bariátrico, ele ocupa um espaço físico, é tipo um avental.
Por isso que ele come hambúrguer pelado.
A roupa de sair para rua eu Eu boto em cima do pânceps, tipo na altura do umbigo.
Faustão.
É, meio isso.
E aí a roupa de ficar em casa você bota embaixo?
Aí eu boto embaixo do pânceps, exatamente, para proteger a roupa, o avental. Não, pijama eu boto elástico embaixo, e aí tudo bem. Agora o lacinho, tudo bem, não sei.
E a blusa que você bota, ela é tipo, se você levantar o braço vaza tudo?
Perigoso. Eu tenho as blusas que pode levantar o braço e as que não pode levantar o braço.
Preocupante.
Que isso, usa cropped? Que isso?
É porque para você não existe esse problema, Cachucha. É porque isso é uma coisa de quem tem barriga.
Não, mas se a gente levantar e vai aparecer uns peitos, que não aparece, parece o baby pancepts.
Ah não, entendeu?
Aí a gente tá em casa.
Por que você receberia o motoboy de braço para cima?
Ô meu amigo, obrigado, hein?
Porra, obrigado, valeu, hein?
Gratidão, senhor.
É, ele levantou da mão, chegou a 7 Kings, ele louva.
Aí você mostra o lacinho e a barriguinha Faz assim para ele.
Faz o seguinte, levanta aqui minha barriguinha, bota aqui o negócio aqui entre a barriguinha.
Obrigado, hein, tchau, hein, vou lá. Ai, meu Deus do céu, a galera viajou para ver a gente falando isso, cara. Pô, foi mal, hein, galera.
Turnê bodyshaming, né, cara?
Não, a gente não tá fazendo bodyshaming. Não, não, não, não, não, a gente tá valorizando.
A gente assustadoramente estamos tentando entender isso aqui, é muito difícil, não é assim?
Olha só, é porque tem a foto lá de toalha famosa aí, que é legal.
Cadê, cadê, cadê, cadê? Produção tinha que estar na retrospectiva essa foto.
Cadê?
Quem aqui viu a foto de toalha do Alexandre?
Todo mundo já viu.
Olha lá. Não, né? Todo mundo quer ver de novo. Todo mundo quer ver.
Então, mas é porque nessa época eu nem queria.
Bota a foto aí para você.
Nessa época você nem queria.
Aí era tranquilo.
Olha só que cabelinho bonito! Olha, olha, olha só, Paquito selvagem!
Não tinha o pança Gente, vocês têm que lembrar que para ter uma foto dessa não era época de selfie. Alguém bateu para você.
Sim, sim.
Que isso?
Então alguém foi até o banheiro, pera aí, viu você de toalha e bateu a foto.
Foi a Ágata ou ela não sabe?
Não, eu queria mandar essa foto para ela.
Não, ela sabe.
Pior ainda.
Aí você falou, mãe, bate uma foto minha pelos Correios.
Pelos Correios.
Foi meu pai.
Aí revela que eu vou mandar para minha—
Aonde foi revelada essa foto?
Caraca, não sei. É verdade, essa foto foi revelada, brother.
Essa foto foi revelada.
Nossa, o que me fascina nessa foto não é a toalha, é o cabelo molhado caindo aqui, pega rapaz assim, ó.
É bom você ver que teve uma produção.
Mas foi bom mostrar de novo porque o Rex ele só ouve os que ele participa, né? É verdade, ele nunca tinha visto essa foto. Aí, ó, tá vendo?
Mas esse dia aqui era dia de delivery?
Não. O Alexandre, o que que você escreveu atrás dessa foto que você revelou?
A Ágata possui essa foto?
Não, porque o Azaghal quando viu ela ele travou. Boa foto.
Tem um coraçãozinho na foto, é isso?
Essa foto aqui eu achei ela na casa do Alexandre e eu peguei e guardei.
Caralho, o cara entrou na casa, invadiu a casa e bisbilhotou.
Amizade tóxica.
É, molando.
E aí fiquei assim, eu tenho que estar preparado para tudo, gente. A gente não sabe o que vai acontecer. Várias cópias digitais e guardei dentro do livro para ficar escondida, para ele não achar e tal. Na época que a gente morava junto. E aí quando eu mudei para os Estados Unidos, eu vendi todos os meus livros para o sebo. Então essa foto tá em algum lugar.
Ou seja, que comece a caçada.
Qual era o livro?
Qual era o livro?
Eu não lembro, mas sabe o que que é? Que a Ágatha, a gente tava namorando já, a gente são 32 anos, mais tempo junto do que separado. Então nesse iniciozinho de namoro eu tinha uma foto da Ágatha com vestido de tubinho que eu achava muito legal. Aí eu falei assim, eu preciso tipo oferecer algo equivalente.
Olha aí, equivalente, é isso.
Ai, meu Deus, mas tava sedutor para caramba, o cara de camiseta do Hard Rock Café. É, e de blazer por cima. Meu Deus do céu, cara, é roqueiro! Ele é roqueiro! Olha aí, agora sim, a estreia do episódio 1. Esse foi o meu cosplay de Yoda que eu ganhei de alguém. Essa máscara tava derretendo.
Essa roupa do Yoda tá maneira, quando o Yoda é mexicano.
Foi do Mário, né? Aí eu tinha um casaco que sei lá da onde, que eu falei assim, ah, parece de Jedi, vai. E eu tava de mocassinha.
Isso, eu queria entender a equivalência. Uma foto de vestido de tubinho e toma um mamilo meu.
Pois é, eu queria mandar uma foto sexy, era isso, para ela ter uma equivalência.
Pai, me ajuda a mandar um nude.
Aí de repente sou eu, agora eu tô na foto.
Eu não sei essa, tu viu o book dos lixões?
Eu sou tímido para caraca. Eu não sei qual, olha só, de verdade, eu não sei que volta que a vida deu assim. Tipo, a minha mãe falava assim, para perder a timidez, fala assim, ó, você quer sorvete? Você vai lá e pede sorvete, tá aqui o dinheiro, pede lá para o moço. E aí eu falo assim, eu não quero tanto sorvete. Eu não ia pedir o sorvete, então devolve o dinheiro.
Mas aconteceu comigo também, sabia? Eu tava uma vez com febre E aí eu não queria tomar o remédio assim, ai, não consigo engolir. Aí eu falei, será que não pode botar, sei lá, no leite, alguma coisa assim, no Toddy? Aí minha mãe, pergunta para o médico. 3 dias de febre, alucinante.
Você tinha que ligar para o médico para perguntar isso?
Ela queria que eu ligasse para o médico.
Calma, quantos anos você tinha?
22.
Eu tô imaginando ela chegando para uma criança de 5 anos dizendo, liga para o médico.
Cara, mas a melhor coisa que eu tive na minha vida, que me fez perder timidez, mesmo assim ainda sou tímido, foi fazer teatro.
Não é, Carlos? Você não é tímido não.
Mas eu fiz teatro.
Tu fez teatro, dança tango, trabalhou numa casa de swing.
Tu nunca—
Aonde tu tá conseguindo isso?
Isso é só o começo.
Eu tenho vergonha.
É?
Mas tu fez Lauro Alvim, olha aí, cara.
Fiz Lauro Alvim.
E ele fez tudo isso na casa de swing.
Não, na casa de swing eu só fotografava e filmava.
Só?
Só, só.
Imagina captar o áudio. Não, esse gemido não tá bom.
Você dirigia também?
Era uma festa, as pessoas estão lá curtindo a festa e a gente tá—
Não dava nem feedback, tipo?
A única— O único momento que a gente dirigia é quando tinha às vezes casais, pessoas que pediam pra gente fazer ensaios próprios. Você protegia o equipamento?
Nunca respingou nada em vocês?
Quando a pessoa tá no meio de uma cena e não tá legal, tu fala corta?
Você procurava, sei lá, não, esse ângulo não tá legal, vamos pegar um outro ângulo?
Tipo assim, mas então a coisa, a gente não controlava o que acontecia, a gente apenas registrava o que acontecia.
Quando você ia filmar a casa de swing, não filmava a casa de swing, filmava o—
você era contratado como se você tivesse sendo contratado para filmar um casamento, era a mesma ideia?
É a mesma ideia, porque no casamento você não dirige, você só Exatamente a mesma coisa, a gente só registra. E aí a diferença é, a gente editava para tirar rosto, editava para tirar tatuagem.
Mas a pessoa botava em porta-retrato em casa?
Não, isso era para divulgação nas páginas das festas.
Mas era blur ou quadriculado o rosto?
Era blur. Era para o promotor que fazia a festa, que era um amigo nosso que organizava aquele evento.
Ah, era amizade?
É, a gente fazia para o amigo.
Cobrava o mesmo preço no casamento, por exemplo? Era mais barato, né?
Mas você cobrava por cabeça?
Não, porque senão sairia a cara demais.
Isso que o Alexandre falou ontem, que não era para ir por esse caminho.
Não, eu tô perguntando o número de pessoas, porque no casamento tem um número de pessoas, né, que você controla ali.
No casamento existe o mínimo de direção de arte, tipo, não, não, vira só um pouquinho mais para cá, faz assim. Você gritava em pé, porra, em pé!
Não, então casamento você também não controla. Casamento você tem a foto dos noivos, você faz alguma coisa à parte, e aí quando tá rolando a cerimônia e tá rolando a festa, tu só tá filmando. Você que tem que se responsabilizar de se colocar numa posição boa.
Que beleza, só melhora!
Em que posição você se colocava?
Aí as posições variam dependendo do gosto do cliente.
Variam quanto? Fala para isso.
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É o torto, né?
O Dutch play, o cara faz Dutch play vilão holandês. Eu acho que são coisas diferentes.
Quero passar um desconforto a ele.
E tinha lugares na casa, isso aqui a gente não tinha como filmar. Por exemplo, tinha o quarto escuro.
Não, não chega.
Quarto escuro a gente não filmava.
Outro assunto, vamos lá.
Pô, agora eu tô curioso. Como é que tá seu WhatsApp.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
A gente fica sabendo de umas paradas do Caquinho, cara. Ontem, depois ele ter tomado 19 drinks lá no Roncaloto, ele começou a explicar, né, Cátia, que ele dá ajuda que ele dava para as meninas, né, para abrir negócio.
Ai, meu Deus, que medo!
Por favor, que ajuda?
Que negócio?
Ele falou de um 6 empregos diferentes, nenhum deles dá para citar aqui, cara.
Graças a Deus que a gente não vai citar, não é verdade?
Carlos Woltor é muito mais do que vocês podem imaginar. Isso aqui é só uma face desse D20 maravilhoso.
Ele só dava dicas técnicas cinematográficas, que ele é um cineasta, para as meninas abrirem canal e monetizar, entendeu? É só isso. Esse ângulo é melhor, esse ângulo aqui contraplongeiro.
Não, um cara que pensa na comunidade, né?
Aí depois ali do que eu comecei a trabalhar com isso, né, na casa de swing.
Ele olhando para Câmera do Alexandre.
Posso falar?
Posso falar?
Gente, filmmaker tem que trabalhar. É isso, onde coisas precisam ser filmadas, o filmmaker vai lá trabalhar.
Tem que dar duro, tá certo?
Essa foi a coisa menos preocupante. Isso aí não é o problema.
Diego tá aqui, o fotógrafo. Cadê ele?
Diego Padilha, por favor.
Aí, ele contou uma história desgraçada. Eu vou levar o microfone ali. Meu Deus, por favor, conta como é que foi aquela história lá do Rex.
Nossa, olha só, chega do Volta, volta, Padilha, gente amigo.
Inclusive, pô, sou muito grato a você, tu é um cara muito maneiro, te conheço há muito tempo. Mas vocês ficam aqui às vezes umas batalhas de foto antiga, não sei o quê. Eu tenho como provar que eu tenho mensagem do Rex para mim falando assim, cara, preciso que você venha aqui em casa só fazer umas fotos, negócio de trabalho, não sei o quê. Quando eu fui lá era literalmente fotografar de cueca. Então você lembra disso, cara? Tem uns anos já.
Ele não avisou antes que era só de cueca?
Não, ele avisou. Eu tenho aqui no WhatsApp, é porque ele mandou um áudio que eu não tenho mais, mas a minha resposta foi: sem roupa é mais caro. E eu tenho essas fotos, eu fiquei de mandar para o Dave.
Enfim, não, não precisa, eu tenho atualizadas, não se preocupa.
Olha, Rex, melhor que essa foto só aquela sua que eu tenho, que eu vou fazer um quadro.
Aquela foto é maravilhosa.
Eu vou fazer um quadro, sério, eu vou fazer um quadro, vou botar lá em casa só para agredir as visitas.
Mas tem que ser no banheiro.
No banheiro, puta, maravilhoso! Vou fazer isso.
Mas o problema é que a gente não tem para mostrar, você tem que descrever a foto.
Mas eu tenho a foto aqui.
Você tem ela aí?
Deixa eu achar. Pera aí, Fred, esquece isso.
40 mil fotos, ele tá procurando.
Eu vou achar, eu vou achar, calma.
Quando essa foto aparecer aqui, vai mudar tudo.
Dificilmente vai ser para melhor, mas tudo bem.
O Cid tá aqui, verdade. Cadê o Cid?
Olha aí, olha aí, olha aí, olha aí!
Salve para o Cid Sidoso! O homem mais offline da atualidade.
Atualmente sim. Tudo bom, tudo bom, tudo bom com vocês? Não estava preparado.
Vamos lá, então, antes da gente continuar, porque agora vai mudar tudo.
Foto do Rex, baixa a luz, baixa a luz, abaixa a luz, vai aparecer a foto. Por favor, fotografa, guarda isso, ok? Câmera na mão, é câmera na mão, ideia na cabeça.
Vamos lá, posso nos contar a ideia?
Depois, depois, nem relevante, não interessa.
A imagem mostra tudo, o contexto não é importante.
Manda ver na foto.
Meu Deus, você me chamou no palco para isso, cara? Você me chamou para isso, mano?
Eu vou fazer um quadro dessa foto, vou botar no banheiro. Isso é bom demais.
É o nosso Rodrigo Santoro.
Nesse momento eu entendi por que que o senhor K quer imprimir e deixar no banheiro dele. Não tem nada a ver com Rex.
O Rex é Meu Deus do céu, é por isso que tá nos favoritos, tá?
A mão do Fred fica dormente igual a do Didi, cara.
É o nosso Leonardo DiCaprio às avessas, né?
Mas qual que é a história por trás dessa foto?
Então, a história, a primeira história é que o Fred, ele tem uma queda por idosa, e aí cada vez ele corrobora essa história, cara. É inacreditável, não tinha nem me ligado disso.
Meu amigo, você precisa conhecer a cidade de Santos.
Ah, é verdade.
Mas Rex, vamos lá, explica.
Rex, o Fred falou tudo, não tem mais o que falar depois. Eu juro que eu ia tentar explicar, mas agora você tá precisando de dinheiro.
Que que você ainda se encontra com ela, Dona Vera?
Dona Vera é um amor.
Dona Vera, fala isso perto do Fred.
Dona Vera é um amor é uma frase tão maravilhosa. Dona Vera é um amor.
Ela fuma?
Não, não. Não, a senhora é super simpática, levinha. Tinha outras fotos piores.
Fumante não são simpáticos.
Peraí, peraí, peraí, peraí, peraí. Tinha outras fotos piores que essa. E você não mostrou pro Fred, graças a Deus.
Não, que tipo assim, pra contar o contexto da história, era um fotógrafo polonês e ele morava no Brasil, ele morava ali no Rio de Janeiro, e ele tava fazendo uma sessão de fotos porque ele é um expositor. Isso aí apareceu em Nova York, gente, no museu.
Caraca!
Rodou o mundo. Caraca!
E aí o que acontece, ele tava procurando o perfil de um cara que fosse, que ele queria um cara que fosse forte, mas que fosse careca. E aí uma amiga minha me indicou pra ele. Aí eu cheguei lá, ele conversou. E aí teve toda essa produção para fazer a foto com a Dona Vera. Então tinha fotos eu segurando a Dona Vera no braço, entendeu? Dona Vera andando comigo de mão, de bracinho dado. Legal, sabe? Tinham várias coisas assim com essa brincadeira com a Dona Vera.
Assim, você tá de sunga nessa foto?
Tô, tô ali. Dá para ver a partinha preta de trás, tá vendo? Minha defesa ali, ó. Nossa Senhora, só para garantir.
Mas você manteve essa cueca durante todo o ensaio?
Foi, foi.
Quantos anos tem esse ensaio aí, cara?
Isso foi o quê? Acho que 2010.
Caraca, Dona Vera!
Aí, Fred, Dona Vera agora tá no ponto.
16 anos depois.
Contato com Dona Vera, nunca mais respondeu no Facebook, então não sei.
É lógico que era no Facebook.
Essa foto de 2010, 2010, eu só soube que essa foto existia tipo poucos anos atrás. Então você, Rex, guarda segredo.
Excelente em guardar segredo.
Ah, mas não é segredo, é vergonha, né? Porque o Rex tem muitos segredos aí, né, que não conta pra galera.
Tu guardou o segredo de que tu virou as pernas que nem galinha?
Aqui é D-209 do Robocop, tá ligado?
Ele tá falando da lesão do joelho do Rex, aquele não tá tá escolhendo as palavras muito bem.
Exato, virou perna que nem galinha, tava meio curupira.
Hoje é que estava levantando meia tonelada na, como é que é o nome, na Leg Press, e aí a sua perna decidiu virar para o outro lado.
Não, ela não virou para o outro lado, o joelho que saiu do lugar junto com todo o quadríceps patelar.
Deu aquele estouro de, deu um estalo, foi dois estalos na verdade.
É estalo ou estralo?
Estalo, estralo.
Acho que foi um estralo.
Pois é, foi estralo, que deu uma chibata dentro do, da, mas se desceu, onde é que foi parar tua perna?
Não, normal. Na hora que eu desci, o joelho veio normal, tranquilo, tranquilo.
Terça-feira, porra.
Terça-feira.
Mas aí você estourou o joelho?
Estourou o primeiro da esquerda e todo o peso foi pra perna da direita, estourou da direita na sequência.
Caraca, efeito dominó!
Quantas pessoas foram necessárias pra tirar o peso de você pra você sair dali?
Não, travou na máquina, eles me tiraram só.
Aí chegou o atendimento médico.
Gente, essa história é tão surreal, cara. Vamos pular?
Não, pular tu não vai porque o joelho tá estourado. Então continua contando.
Ninguém vai acreditar, mas aconteceu. Minha vida não é um pornô, só pra deixar claro. Na hora que estourou, eu tava na época até com uma namorada minha na academia.
Ah, tu queria impressionar ela? Não, onde é que Na tua cabeça tava para botar meia tonelada.
Eu juro que eu tava começando devagar e fui progredindo o peso, só que foi na última. E aí quando estourou, porra, eu fiquei puto na verdade, porque não doeu.
Que isso, pô, o cara tá anestesiado.
Poxa, é porque eu achei que eu tinha só saído, deslocado o joelho, alguma coisa do tipo.
O teu sistema nervoso não funciona? Como não doeu, cara?
Não doeu, na verdade.
Aí eu fiquei no chão da academia parado. Aí de repente chegou uma médica do nada. Eu sou médica, pode deixar. Que aconteceu? Ela começou a apertar meu joelho, falou: tá doendo? Só quando eu dobro, beleza. Aí ela, vou ligar para ambulância, beleza. Ela começou a ligar para ambulância e de repente, do nada, eu juro, eu tava deitado no chão, aí eu sinto só meu tronco sendo levantado assim. Aí alguém me apoia no peito, era acho que tá cheirando.
E quando eu olho, uma mulher do nada chegou assim e apoiou e ficou assim, calma, vai ficar tudo bem, isso vai passar.
E a mulher não era sua namorada?
E a mulher não era minha, esse é o ponto. E aí eu fiquei com aquela cara meio que colada aqui.
Então você sabe que isso não aconteceu, você tava alucinando.
Eu achei que era um anjo.
A Dona Vera aí, era Dona Vera.
Ele não doeu, ele só desmaiou e tava sonhando.
No céu, no céu, ela é em teu seio!
A cabeça dele, que ele achou que tava no decote, tava em dois daqueles dumbbells lá, sabe qual é? Gritando, gritando, se debatendo, convulsionando. Ele achou que tava falando, mas ele tava convulsionando e babando.
E aí ele Acho que essa história é bonita, que ele explodiu os joelhos e falou: eu juro que eu teria acreditado na sua teoria se não fosse quando eu tava no hospital. Eu fiquei nervoso, né, porque eu cheguei no hospital, o cara falou: você vai ter que operar amanhã.
Você estava alucinando no hospital, Rex.
É a primeira vez que o Rex demonstrou alguma emoção que faz sentido, ele tá nervoso. Então pode continuar, por favor.
Porque eu fiquei assim, eu cheguei para minha namorada, falei assim: você lembra de uma menina que chegou lá na academia e me começou a fazer nervoso por causa da sua namorada? Não porque você tinha arrebentado, não, não, porque eu tava com medo dela pegar uma anilha e finalizar ali depois de ver aquela cena. Aí ela falou: cara, lembro, só que eu tava tão preocupada com teu joelho, eu não sabia o que fazer, que eu também não entendi nada. Mas uma mulher chegou, te botou no colo e ficou assim, vai passar.
Uma mulher botou o Rex no colo?
Calcule o tamanho dessa mulher, calcule aquela professora de educação física do Porcs, Dona Balbrica. Dona Balbrica.
Mas foi só isso? E tipo, e aí essa pessoa nunca mais apareceu na sua vida nem nada?
Essa pessoa não existe, Rex.
Ela aumentou esse peso sem você saber para te agarrar e aí ela poder ter esse fetiche de botar bombados no colo e ninar eles.
Ela era médica? Ela era médica?
Não, não é médica, era outra pessoa.
Você tá vendo que quanto mais a história passa, essa pessoa não existe?
Só tem mulheres na história da academia do Rex. Ele é o único homem que malha.
A vida do Rex a gente não pode julgar.
É ele, a namorada dele, a Pietá, a médica.
Não chegou um gigante lá para ajudar o Rex, chegou ninguém.
Quem me levou para o Uber foram dois caras da academia aqui agora, da academia vizinha, não era da sua.
A história tá mudando.
A motorista do Uber era mulher também.
Exato, demorou muito para chegar, tava previsto chegar em 4 horas. Eu falei, porra, 4 horas, eu tava em que cidade?
Porque isso, cara, eu tava na Leste Europeu, eles estavam procurando, tava vindo da Polônia, eles estavam indo até o final do Leste Europeu para dar a volta.
Caralho, 4 horas, ambulância 4 horas, é, meu irmão, 4 horas não vai dar não, deixa eu morrer, foda-se.
Não, porque era gravidade, o cara não tá berrando, não tá chorando.
Tava berrando e chorando na sua cabeça que não tava.
É que tem diferença de emergência emergência para urgência. O negócio dele era emergência, mas não era urgência. Ele podia ficar lá estribuchando, foda-se, não ia morrer.
Não toda emergência é urgência.
Não, não, porque ele não vai morrer, não é risco de vida, entendeu?
O meu estação não era risco de vida.
É pulseira amarela, puseram pulseira amarela nele. Dá atenção para o moleque quando puder.
Dá um encaixe, encaixa essa ideia.
Mas aí é só anjo de ninar, foi só naquele momento.
Essa porra é uma desculpa para ele tá com a perna fina aí.
Calma, a perna tá fina, o fino são 3.
Respeita, ele Jogou a capa em cima da perna para não mostrar, ó.
Agora eu entendi o porquê da capa.
Agora eu entendi que ele não quer mostrar que não tem cicatriz.
Entre a perna dele e a gleba tem jornal para dar enchimento, tá ligado?
O que que o sujeito vai para pular o dia de perna, né, cara?
Não, não, não. Quem sabe o que tem embaixo da roupa do Rex?
Ninguém quer saber.
Ah, é o Bassoli.
É Marcelo Bassoli que ajudou ele a se vestir.
Parabéns, hein? Parabéns!
As duas vezes ela ajudou ajudou o Rex a se vestir.
Fez questão de ajudar o Rex todas as vezes.
Não, não, não.
Cadê o Baby Oil, Rex?
Eu perdi no joca em popo Didi, aí eu tive que ajudar a fechar a tanga do Rex. Realmente foi verdade.
Ah, que linda amizade! Mas um ano atrás, quando eu tive o acidente lá do box no dia do Nerdcast 1000, que explodiu o vidro, que eu me feri todo e tal, alguém te botou no colo também?
Não, foi a mesma mulher do Rex.
Pareceu morena de vermelho, Matrix.
O cara tá na Matrix.
Aí A pessoa que eu liguei que tava lá no outro quarto do hotel para me ajudar foi o Azaghal. Liguei para o Azaghal, aí de cueca no corpo, eu botei a cueca antes do Azaghal chegar, mas aí fiquei esperando ele lá, todo sangrando e tal, esperando chegar. E aí o Azaghal me ajudou a me vestir para me levar no hospital. Gente, é isso, tá?
Todo mundo é brother, famoso broderagem.
Exatamente.
Alexandre, eu tava tentando imaginar a cena e fiquei com uma dúvida: a sua cueca tem porta-cheque na frente?
Ainda vende cueca com porta-cheque?
É zorba, é zorba! Vende vinil, vende de vinil.
O Rex não vai saber, né?
O que é um porta-cheque?
Agora, que é cheque, né?
Agora explica.
Cheque é uma nota de dinheiro que você bota qualquer valor.
Não, eu sei o que é um cheque, mas uma cueca tem um porta-cheque? Para mim não faz sentido.
Não, é os buraquinhos, aquele buraquinho para, sabe qual é, tem umas que tem uma fenda.
Eu não sei porque eles inventaram isso, não faz o mínimo sentido aqui, não faz sentido, sabe?
Quando Sabe quando você tem as duas portas que fazem assim para você fazer um zigue-zague? É assim, ó, porta-cheque da cueca é um zigue-zague de tecido.
Tá marcado um cheque dobrado ali, uma folha do talãozinho de cheque dobrado, né?
Tipo uma carteirinha.
Guardava teu dinheiro na cueca?
Mas, gente, é para guardar o documento, cara.
Na verdade, é uma saída dos documentos na cueca.
Depende da cueca, pode ser porta-cartão também.
Pode ser também.
Mas vocês acham que aquilo foi inventado como uma saída de emergência? Se a pessoa tiver muito apertada, a gente vai muito apertado, tu abre aqui a frentinha já.
Não é prático, sei lá, para ventilar. Talvez seja uma camada dupla roupa na frente para evitar futuros respingos, entendeu?
Mas por que que ela tem uma abertura?
É para sair, pô.
Ou vou falar, tá? Vou falar, tá? Isso é imundo, tá?
A sua teoria é que a primeira camada retém o respingo e a segunda fica lisinha?
Vocês não têm acesso a papel higiênico no banheiro masculino? Não tem?
Tem, mas para frente.
Quem passa papel higiênico no negócio?
Se você vai no mictório, não tem.
Geralmente na cortina.
Quer ver uma coisa Que coisa!
Toalha de rosto, a toalha.
Não, não, vou dar uma polida aqui.
Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí.
Então eu acho que aí você foi longe demais.
Mas não dá para pegar um papel, não dá para pegar um lencinho e fazer?
Não pode esfregar muito.
Para de fazer esse gesto.
Óleo de chapeleta.
Não dá para pegar um lencinho e fazer?
Ah, claro que dá.
Qual o sentido?
A tua cueca não ficar imunda.
É só você guardar sem nada.
Né, mas é o mictório. Mictório não tem papel higiênico.
É, o problema é no mictório, cara, que isso me entristece.
Você lava na água, sacanagem, brincadeira. Vai, vai, vai, brincadeira, claro que não.
Na pia, na pia, dá uma lavadinha na pia. Não é pia, ele é—
dá descarga e bota o negócio lá.
Pronto.
O Jovem Nerd já não tem esse problema, né?
Por quê?
Tu vai continuar?
Ele faz sentado e já encosta na água, tá ligado?
Dá descarga junto, já dá descarga Sentado para lavar, né?
Fica na louça.
Que ele contou no Nerdcast, o que ele contou é que o saco dele é rendido.
Você conta uma história, Nerdcast, que aconteceu uma vez na vida e ela vira um padrão.
Ah é?
Mas é isso sério? Ele descobriu agora, né?
Porra, sério? Tem certeza? Sério?
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A gente, apesar de estar comemorando 20 anos de JNEC, Esse ano. Ano que vem a gente comemora 25 anos de Jovem Nerd.
Tu tem quantos anos de internet, Cid?
Nossa, 25! 25!
Caraca, 25!
Olha aí, Cidão, tamo junto!
Legal, legal, legal!
Os fundadores, os fundadores, fundadores, né?
Eu ganhei uma medalha esse ano de 25 anos de universidade.
Olha aí, olha aí, olha aí, professor! Inacreditável!
A professora falava que eu ia morrer com 16 anos.
Te afundar na Chafurdar na lama.
Mas uma coisa não impediu a outra, né? O chafurdar na lama sempre aconteceu.
Calma, calma, calma, calma, que minha mãe tá aí na plateia. Inclusive, Fred, não chega perto dela. Mãe, se ele vier falar com você, foge! Eu odiaria ter um padrasto assim.
Eu ia fazer a piada, mas como era sua mãe, foi melhor você.
Quando ele descobrir Santos, as aposentadas de Santos.
Você já foi em Santos?
Lógico que foi.
Não, nunca. Ah não, foi uma vez, foi uma vez.
Todas as farmácias de Santos, farmácias idosas.
Não, a gente foi ver o pinto do padre, pô, lembra? Sabe o pinto do padre?
Pior que eu sei, pior que eu sei exatamente do que ele tá falando. Existe uma estátua em Santos que é de um padre que fica na frente da igreja lá no Embaré.
É inclusive o Santo Antônio, Santo Casamenteiro.
E dependendo do ângulo que você olha, é que eu vou tentar explicar, ele tá com a mão assim, só que dependendo do ângulo, o ângulo de você, parece que ele tá com o pito para frente assim, porque o dedão dele é enorme, tá ligado?
Eu queria avisar também, porque eu não comuniquei vocês, eu tô de mudança, né? Vocês estão sabendo? Não, né?
Porque aí já vem um caos qualquer.
Não é verdade, eu vou mudar, eu, minha família toda.
Não consigo acreditar. Vamos lá, vou comprar piada. Vamos para onde?
Para Fortaleza?
Ninguém acredita mais em ninguém.
Eu vou mudar para Brasília Dia Med.
Onde é que é? O que que é isso?
Apartamento de 12 milhões.
O Tucano começou uma luta contra corretores de imóvel no WhatsApp.
Se eu conseguir vender o apartamento pelo que eu tô pedindo, aí é foda.
Pediu, você pode pedir qualquer coisa.
O apartamento do lado do meu tá com um anúncio na OLX, só que não fala qual é o apartamento. Então eu não sei como, só diz o prédio, só fala o prédio.
E eles têm um aplicativo lá que eles acham WhatsApp das pessoas do prédio.
E o corretor de imóvel, tem corretor de imóveis aí?
Tem algum corretor de imóveis aí?
Ninguém tem coragem de assumir.
Tivesse, né?
Isso é uma plateia seleta pra caralho.
Tem alguém com 6 dedos ou que nasceu com 6 dedos e tirou?
Não.
Olha lá, lá, lá, viu?
Sério, toda vez que tiver mais de 1000 pessoas tem pelo menos uma pessoa ali. Tem duas, tem duas acima da média.
Tem algum contador aí? Contador ali, tem ali contador.
Tem vários.
Pô, eu tô precisando de um contador.
Eles botaram esse anúncio e tal, e aí o corretor de imóveis ele olha fotos, ele já sabe qual andar é do lado do meu. Eu comecei a receber mensagem 3 vezes por semana de corretores querendo vender o meu apartamento. O O primeiro eu bloqueei direto, o segundo eu já tava preparado, eu falei não.
Quem dá mais, né? Quem dá mais.
Aí, ah, o senhor que tá querendo vender o apartamento? Sim, 5 milhões. Mas aonde é o seu? Aí eu fico respondendo, né? Eu falei das Ilhas Diomede e tal, não sei o quê. E realmente eu tô querendo mudar para lá. Tem a imagem aqui, gente?
Cara é muito preparado, pô.
Mas aí é onde os cara vai ver se a Terra é plana, mano.
É no Estreito de Bering.
Ó, desse lado aqui é a Rússia, desse lado Isso daqui é o Alasca, certo? Onde tem aquele círculo vermelho são as Ilhas Diomede. São duas: Diomede Maior, que fica do lado russo, Diomede Menor, que fica do lado estadunidense. A curiosidade é que entre a Ilha Diomede Grande e a Pequena passa uma linha. Essa linha é o que divide o que é um dia do outro. A distância entre as duas é de 3,8 km, mas quando você atravessa, você tem deslocamento de 24 horas.
Caraca, ela tá na costura!
Caraca!
Por isso essa é chamada a Ilha do Amanhã e essa a Ilha do Ontem.
Porra, né? Chegar atrasado nunca.
Depende se ela tiver indo da Ilha do Amanhã para a Ilha do Ontem.
Pode passar, por favor.
Caralho, professor!
Caraca, ele veio preparado, cara!
Parabéns, cara! Parabéns!
É por isso que acordou tarde, pô.
25 anos de universidade, gente.
Com a idade eu parei de beber um pouco, então eu só bebo de sexta, né, e sábado.
E hoje, hoje é domingo, viu?
Então, excepcionalmente. Mas enfim, dá para você viver assim, ó: segunda na Geomédia menor, né? Terça na menor, quarta na menor. Na quinta você vai para Geomédia da Rússia maior e já é sexta. Aí você passa sexta, sábado, e volta no tempo para o sábado. Você tem 2 sábados na semana.
Caraca!
E aí passa o domingo, segundo, terça, quarta, quinta, volta para outra ilha. E assim eu vou ter 2 sextas e 2 sábados.
Vou resolver o problema da escala 6 por 1 que a galera tá esperando.
Ninguém me avisou que eu tinha que fazer slide.
Ele sempre joga a barra para cima, cara.
Eu poderia ter surpreendido negativamente todo mundo.
O Didi trouxe um teaser, tu trouxe uma bola autografada. Não, mas tá ok.
Tucano veio com apresentação e de skate, e eu fui o único que recebeu a mensagem que era para vir fantasiado.
Fred trouxe fotos de idosa, Dona Vera.
O Azaghal me trouxe, eu trouxe o Sid.
E uma cadeira de praia. Você anda de skate, Cid?
Cara, não faço a menor ideia como se anda no skate.
Seria legal se ele andasse aqui.
Não, não, não tem seguro que pague isso.
Eu não tenho coordenação motora, cara. Eu não ando nem de bicicleta, imagina de skate, cara.
Duas pernas esquerdas.
Ô, eu não ando de bicicleta também, caraca, obrigada.
Olha, dois não bicicletados.
Tu tá bem no geral?
Mas vocês nunca aprenderam a andar de bicicleta?
Cara, eu aprendi com 15 anos de idade. Aí eu andei numa praça, daí eu encontrei um professor meu. Ele falou, olha lá, tá tentando andar de bicicleta.
Daí eu...
Ele vai contar para todo mundo.
Mas tu tava de rodinha?
É, a que eu tava, tava de rodinha.
Isso explica muita coisa.
Aí eu fiquei assustadíssimo de tomar um exposed do professor. E aí eu não, não, não, não, foi na Praça do Sesc.
Aí, papo de santista, era duas rodinhas ou uma rodinha?
Duas. Tava no curso.
Duas é foda, ele tá certo, ele tá certo.
Duas rodinhas, quatro no total, né?
Assim, ué, mas tem bicicleta que é só uma rodinha extra.
Exato. Quando você é mais velho, tu vai aprender, você bota uma rodinha para passar meia vergonha.
Didi, tu não tem lugar de fala, tu aprendeu quando era criança, tu não sabe. Não, você não sabe. Aí você vai colocar uma rodinha só, se você cair justo para o lado que não tem a rodinha, é muito pior.
Não, é assustador.
Ô, Cátia, você não se inspirou nem com o Roy Kent aprendendo a andar de bicicleta em Amsterdã?
Eu não vou mentir que me inspirou um pouco, mas não o suficiente.
Tu tem família lá, né?
Eu tenho família na Holanda, mas a vez que eu pisei em Amsterdã, eu fui quase atropelado por uns 4 bicicletas. Eu pensei, esse veículo é o padrão.
Não, eu fiz pior, eu aluguei uma bicicleta em Amsterdã.
Eu falei, nossa, tá todo mundo andando, deve ser muito fácil. Eu só preciso mentalizar que eu sei andar, né? Porque, pô, na academia eu consigo, então não deve ser tão difícil.
E você não ia encontrar o professor lá, certeza?
Com certeza não. Aí eu aluguei a bicicleta, aí eu paguei lá, sei lá, 10 euros, sei lá quanto que era o aluguel. Subir na bicicleta, falei, não vai dar, não vai, né?
Não dá.
Aí eu voltei, falei, amigo, eu lembrei que eu não sei andar de bicicleta.
Sem retorno, né?
Aí eu meio que, é, eu meio que tenho, tipo, sem zoeira, durou 3 minutos.
Mas ele não te ofereceu um triciclo?
Não, eu queria que ele oferecesse o dinheiro de volta e ele falou ok. E foda-se, eu perdi 10 euros assim em 3 minutos.
Tem um irmão que mora lá, mas é porque ele mora no interior do interior do interior, né?
Não, não, não, isso não existe. O país é desse tamanho, o interior do interior já não é Bélgica.
Ele nem mora em Amsterdã agora, ele se mudou, mas o nome da cidade dele Era vir em reverso, tinha ele, uma cabra, 3 idosos, era isso.
Aí, Fred, caralho, o Fred já tá de malas prontas.
É isso, eu não sei andar de bicicleta escondida. Eu caí, um dos 3 riu de mim, pô. Foda, caramba, de 3 habitantes na cidade, um riu que eu tava andando tão devagarinho. Talvez esse foi o erro, na verdade. Aí eu andei um pouquinho, um pouquinho, e eu tipo não tinha, eu não tinha quebrado bem ainda essa, né? Aí parou, aí eu fiquei não andando, andando, andando, andando.
Esse é o problema.
E lá não tem rodinha, as crianças são Tudo ar de cores, não sei do quê.
A gente tem o mesmo problema. Se eu andar rápido de bicicleta, eu consigo andar. O problema é quando eu tenho que parar.
É isso.
Aí você freia e você tira o pezinho e põe do lado.
Não é simples assim.
Tira o pezinho.
Tem que pegar bicicleta sem pedal.
Bicicleta sem pedal.
A sem pedal é a moda da molecada que tá aprendendo e dos adultos.
É a bicicleta dos Flintstones.
É tipo isso. Você não tem o pedal, você empurra a bicicleta com teu pé no chão.
Ah, já vi, já vi de criancinha.
Bicicleta de equilíbrio.
É, mas não tem uma uma bicicleta alta assim, né? Porque senão você tem que ter umas pernas muito grandes.
Sem pedal, gente, é andar, é um andador, é um andador.
Às vezes você imprime velocidade, puxa suas perninhas e vai, né?
Mas uma dúvida, eu tenho essa dúvida real, tá? Vocês não sabem andar de bicicleta? Não tô querendo fazer exposed, eu tô querendo valorizar aí.
Não, já foi.
Não, tá tranquilo, relaxa.
Mas por exemplo, o fato de você não saber de andar, andar de bicicleta, faz com que você não consiga andar com outros meios de transporte? Por exemplo, patinete elétrico. Tu também não sabe andar?
Nunca tentei, muito difícil.
Eu aluguei o patinete. O trajeto a pé da minha casa até a padaria era 10 minutos. Eu aluguei o patinete, cronometrei, eu cheguei em 48 minutos e gastou uma fortuna ainda. Eu gastei uma grana absurda e eu tinha cupom.
E tu ia trazer o pão como?
Não, tem uma alcinha para pendurar, pô.
É, tem uma alcinha e tal, mas assim, cara, impossível. Não tem o equilíbrio. Eu cheguei à conclusão que não é, não é que eu não sei andar de determinada coisa, eu não tenho equilíbrio nesse necessário.
E se alguém chamar você para andar de moto, a pessoa não sabe o risco que ela tá correndo.
Ah, porque você pode desequilibrar, você balanceia errado a moto da pessoa.
Teve uma vez que eu tive medo de atrapalhar um cavalo quando eu fui subir nele. O cavalo dorme, coitado, centro de massa dele todo errado aqui.
Agora fiquei com uma dúvida: vocês não sabem andar de bicicleta, e nadar vocês sabem?
Pera aí, qual foi a relação?
Caraca, são aquelas coisas que você aprende quando criança, é bem básico.
É, não parece, mas nadar Nadar não precisa de equilíbrio. Eu só queria deixar aqui.
Mas tem muita gente mais velha que não sabe nadar.
Não, eu sei nadar.
Mas talvez saiba andar de bicicleta.
Não dá para ter tudo.
É porque são coisas que você aprende na infância.
É o que o Cacrinho tá querendo dizer, é que parece um pouco de descaso familiar. Isso que ele tá querendo falar.
Se você não aprendeu a andar de bicicleta na criança, quando era criança, é porque os seus pais não te ensinaram a andar de bicicleta.
Não foi por falta de tentativa dos meus pais.
Aí desistiram.
Não, é que o pai da Cátia ensinou ela a tirar. Aí é outra parada, entendeu?
Aí Precisava mais andar de bicicleta. Enquanto os outros estão indo de bicicleta, ela tá atirando.
Mas eles tentaram me ensinar a andar de bicicleta também. A diferença é que atirar eu sabia, andar de bicicleta não.
Prioridades, né?
Seus pais tentaram atirar em mim?
Vai fundamentar o ponto do cara.
É fundamental.
Em algum momento, pelo menos, eles devem ter pensado.
Todo pai tem bomira, cara.
O seu pai deve ter pensado várias vezes.
Não, meu pai, eu tive um problema com meu pai porque assim, não ando de bicicleta, não ando de skate, continuando de patins, mas chegou o momento de andar de carro. E aí eu fiz 18, falei, não, pera aí, vou aprender a andar de carro. Fui na autoescola, passei de primeira, fiz a baliza de primeira. O delegado lá tentando deixar nervoso, eu tranquilão. Delegado? Delegado?
Você fica na cadeia?
É quem faz a prova, é delegado.
Delegado do trânsito, é?
Não, calma, calma.
Em Santos? Em Santos?
Não, é outra parada.
Pera aí, não é um delegado que fica do teu lado?
É o xerife. O xerife de Santos.
Ô, meu pai falou que era um delegado.
Ele pede porque você não tem carta.
Caralho, eu jurava, eu não tô nem brincando.
Desde que o cara do Detran, o delegado do Detran, é isso que tá do teu lado?
É o cara que fica do teu lado na prova do Detran, não é delegado?
Tu tem certeza que tu tem carteira de motorista?
O cara tem o abre as portas.
Tu não tá confundindo com inspetor? Tipo, ah, o inspetor do Detran. Aí tu botou associado delegado?
Acho que é. É, a palavra é inspetor, cara.
É que inspetor e delegado também O cara faz prova pra polícia rodoviária federal e fala, parabéns, você passou, agora você vai aplicar a prova no Detran.
É isso, porra.
Você sabia que meu marido é inspetor?
Não, mas assim, fiz a prova, passei de primeira, tudo tranquilo. Cheguei em casa, chegou o negócio em casa lá, carteirinha e tal. Falei, pai, tirei a carta, agora você vai ter que me emprestar o carro. Ele falou, não, você aprendeu a andar no carro da autoescola. Pra andar no meu carro, você tem que passar na minha prova.
Aí sim é o delegado.
E agora veio.
E aí eu falei, porra, foi tranquilo passar lá, vai ser tranquilo passar na prova do meu pai. E eu fiquei 3 anos tentando passar na prova de carro do meu pai e eu não consegui.
Tinha que dar um drift? Que isso?
Não, eu ficava tipo, é o Fiuk. Não, é que eu ficava muito nervoso do lado do meu pai porque ele sentava no passageiro e ele botava o pé em cima do painel, pegava no puta que pariu, e eu falo, mano, eu vou matar o velho.
Tinha que subir o Morro da Fazia de novo assim, entrava, parava no meio.
É, não, eu dirigia tudo errado quando eu tava com meu pai. Eu esquecia qual era o pedal, eu falava, nossa, eu inverti a perna, fazia tudo errado. E ele nunca me emprestou o carro.
Mas ele falava não passou quando terminava aquele rolê?
Uma merda.
Não, ele só fazia aquela cara de pai decepcionado, sabe?
Isso explica muita coisa, né?
E o tempo ia passando, você ia dirigindo menos.
Exatamente, sabia cada vez menos.
E aí chegou no momento que Uber, eu falei, ah, foda-se, aí Caguei pro teu carro, hein?
É, foi isso.
Mas hoje você dirige?
Eu fiz aula particular há pouquíssimo tempo. Eu falei, não, eu vou perder esse medo, cara. Primeiro dia eu chorei.
Seu pai te traumatizou mesmo?
Eu chorei no primeiro dia.
Mas o teu pai te liberou ou você parou de perguntar? Porque tá me parecendo que ele pulou uma etapa.
Mas não peguei o carro do meu pai ainda, vai chegar esse momento.
Você chorou porque foi o mesmo delegado?
Não, eu tava apavorado, mano, eu tava apavorado. Mas assim, fiz aulinha, dirigi e tal, e aí eu fui pra Tailândia de carro.
Caraca!
É que na Tailândia pode fazer mais de uma vez, né, cara?
O teu pai tem uma parada de aprovação muito absurda.
Eu aluguei um carro na Tailândia na mão inglesa e andei por 2 dias.
Aí, porra, aí, parabéns, merecido aí.
Quantos quarteirões?
Mas o pai não liberou.
Aparentemente você não aprendeu a frear, né? Você só foi 2 dias, acabou a gasolina e foda-se, parou.
Infelizmente atropelei meu pai no caminho.
Essa é foda, ele alugar o carro 3 minutos depois ele devolve.
Eu não sei dirigir, eu não sei ligar, desculpa. É bom, é bom você ter se proposto a tipo ter qualquer BO de direção na Tailândia. Pelo menos teu pai não ia saber.
Já dirigiu no Brasil?
Já, já dirigi. Eu tenho um aplicativo que você pega carro de— sabia disso?
Compartilhado, carro compartilhado.
Você pega o carro, daí você no aplicativo libera a porta no aplicativo, chama Localiza.
Não, eu tô ligado nesse aplicativo, é maneiro, como se fosse um aluguel ali rapidinho.
Isso, aperta lá, abre a porta do carro no aplicativo tal, você entra e um cheiro de maconha absurdo.
Isso que eu ia perguntar, como é que o estado do carro?
As pessoas alugam para fumar maconha.
Agora tá com aparelhinho, né, não tem bafômetro, tem agora o maconhômetro, tem o drogômetro, drogômetro, é drogômetro agora, perigosíssimo.
Então só não usar maconha.
Não, mas não tem problema porque você pode fumar com o carro parado.
Você via carro parado, você não vai passar na blitz.
Você pode também não fumar no carro, gente.
Aí a catiúcha caiu.
Não, mas é bom que você fecha a janela e vira uma sauna dentro, né?
Que nem no filme Predador.
Predador fumava maconha?
Talvez.
Aí é o prensador.
O Predador fala assim: agora vou pegar o Danny Glover, tô com fome.
Por isso que ele atacou primeiro a gangue jamaicana, pô.
Caralho, tudo tá fazendo sentido.
Aí ele tem raça, né, o Predador?
Ele tem, exatamente.
Nem Não todos, alguns têm coque, os mais jovens.
Mas é um coque com rasta, né?
Ah, é? Eu não vi o filme.
Você não viu o filme?
Tá falando, só viu o trailer? Meu trabalho é esse, Marcelo. Tem muitas obras cinematográficas, eu prefiro ver só o trailer, de verdade.
Ver o trailer, inventa o resto, fica muito melhor na minha cabeça.
Obras cinematográficas, não vou falar de Anéis de Poder.
Não, não, não, não vamos.
É maneiro.
Pera aí, maneiro não.
Tu vai puxar Game of Thrones aí?
Não, não, não.
Caraca, pera, pera. Ontem na Juan Calô, eu deixei 5 minutos o Marcel sozinho e ele já tava gritando Game of Thrones, não sei o quê, que tava discutindo.
Não, os cara vieram falar comigo, mas você não gosta mesmo do final?
Falei, cara, eu estou aqui, não, cuidado.
Ah, todo mundo aqui, eu tô vendo.
Mas o que eu ia puxar é o seguinte, eu acho que obra cinematográfica, ok, porque tem bastante, tem muita oferta, 2 horas você assiste. Às vezes o David não consegue, tudo bem. Mas série, são muitas séries, muitos streamings, todos eu adoro, todos ótimos. Antigamente as séries eram, tinha TV aberta, lógico, era TV aberta, né, 24 horas. Então era horário nobre, ali, eram poucas. O que eu quero dizer era pouca oferta de séries, então dava para todo mundo assistir a mesma.
Tinham temas mais definidos, temas definidos, e todo mundo meio que assistia, tava na mesma página. Hoje é impossível com tanto de série que tem, e cada vez os caras lançam mais séries, certo? Então eu acho que tinha que propor uma parada, um limite de séries. Eu acho que é diferente, a gente não consegue aproveitar, não consigo ver as séries, cara.
Ainda fica ansioso, né, com fome.
Exato.
Tem que pagar os influenciadores para recomendar as séries para o público. Quanto mais série, melhor.
Eu, por exemplo, divulguei o Idoboy exaustivamente, mas você divulgou de graça, mas você divulgou. O Tucano assistiu tudo na maratona, deu certo, mas deu certo porque vocês gravaram um episódio de 2 horas, mas vocês não conversaram, não teve grupo.
Isso é, ah, não teve durante a série que você quer dizer, mas poderia ter se você tivesse assistido, Marcelo Bassoli.
Alguém vê Silo?
Eu não vi essa Tem muita temporada ainda, calma.
Saiu bom pra caramba.
É uma boa série pra ficar discutindo depois do— porque é episódio semanal e com mistérios. Aí fica uma semana discutindo o mistério.
Eu acho que tem uma outra situação especial nesse programa de hoje, que é— eu não sei se vocês lembram, sei lá, quase 20 anos atrás, se bobear, né?
Uns 15, uns 15 anos atrás a gente lançou o Baralho do Nerdcast.
E alguém finalmente Conseguiu? Calma, porque você tá queimando a pauta, desgraça!
Não é possível.
Deixa eu dar o contexto para quem não conhece a história. Então a gente fazia esses produtinhos, os livros.
Não, não, quem não conhece a história pode ir embora.
Alguém aqui não conhece o baralho do Jovem Nerd?
Não, é que ele não quer que eu conte parte da história.
Eu fiz um baralho junto com a Copag.
Isso, aí tinha os números, era todo tematizado. E aí os nerdcasters eram o rei, rainha, valete e tal.
Toma, quem era valete?
O Tucano era um valete.
Olha, um valete, não era o O meu valete.
Olha aí, o meu valete. Pinico, senhor.
O valete, ele é o servo do rei.
Não, é ele que estaciona o carro do rei, né?
Não, o problema nunca foi esse, cara. Até o valete de copas, ele é o La Hire. Escreve La Hire, o francês, que foi um dos principais amigos da Joana d'Arc, que tentou salvar ela quando ela tava presa, tal, não sei o quê. Ele é chamado La Hire, que é a ira de deus, que ele era foda, ele era um comandante guerreiro.
Não tem isso no filme, hein?
O problema é que a porra do Valete tem aquele cabelinho de Creuza lá, velho, porra, enroladinho aqui do lado, aquele chapeuzinho.
Mas toma no cu, maluco!
Que porra é essa?
Cabelinho irado, que isso?
Bigodinho, bigodinho, caralho! Nunca vi uma pessoa com raiva do Valete.
Os amigos dele são rei, eu sou o Valete.
Que porra é essa?
O cara não vai na minha hamburgueria, tá no hotel do lado, não vai na minha hamburgueria, não pede delivery, me bota de Valete. É o meu Valete, é o meu Valete.
Você vê que são 15 anos muito mágoa, malandro.
O cara abriu o coração agora, machucou tanto que o cara abriu uma hamburgueria chamada Seven Kings.
Eu sou dono dos reis todos agora.
Mas enfim, a gente fez esse baralho que tinha essas personalidades todas do Nerdcast. E aí a gente falou, ah, galera, lançou um concurso aqui cultural. Quem conseguir assinar todas as cartas, né, cada pessoa, né, pegar o autógrafo, que assinar qualquer um conseguiria. Não, não, é chamar, explica direito, tem que conseguir os autógrafos Por exemplo, a carta do senhor K tinha que ter o autógrafo do senhor K, da Galdê, do Tucano.
E a gente falou, quem completar o baralho com tua assinatura, a gente vai dar um iPad de presente. Foi 15 anos atrás, o iPad da época, o iPad da época que a pessoa conseguiu assinar vai ganhar um iPad 1, carregador de 30 pinos, que é uma puta relíquia, né?
A bateria tá meio ruim, mas fica tranquilo.
A gente falou que ia ser o iPad mais novo que ia ter, mas é para todo mundo que conseguir. Não, foi o primeiro, primeiro. E aí 15 anos passaram Falaram, e puta, é super difícil e tal, nunca rolou. Teve até a galera, a gente assinou muitas cartas durante esses anos. Nós um tempo atrás recebemos um email do nosso querido César Hoffmann que falou, galera, eu tô quase. E eu fiz até, pô, criei um site, criou um site.
Tá com CCG as cartas?
Não tá com CCG.
Certificado, né, para saber se é real autógrafo.
Não, não, a gente acredita.
Deu trabalho esse negócio, deu trabalho para mim.
É que teve uma vez que a gente que a Francina, esposa do JP, tá no baralho. E ela participou de poucos, né? Esquece, mora nos Estados Unidos. Impossível ele conseguir.
Mas o cara que mais participou é um valete.
Aí ela é rainha, né?
Se você fosse casado com JP.
Mas aí, aí a gente até falou, não, pô, a gente pode pegar a carta com ele, levar lá para Francina Azaghal. Não, não, não, deixa ele trabalhar. Não, não, não, não, não. Mas ele conseguiu, ele achou a Francine, que ela tava no Brasil de férias com os filhos e tal. E aí faltava só Guilherme Briggs, que não é tão difícil. Super difícil. Foi mais difícil porque tá super incluso, exato e tal.
Ele saiu do Rio, foi morar fora.
Era rei o Guilherme Briggs?
O Briggs é o eremita da montanha, literalmente.
Exato. Mas aí ele falou assim, não, o Briggs vai estar num evento, né, em Goiás.
Vamos chamar ele para contar a história, né?
Vamos. César, você tá aí? Chega aí, César!
Tudo começou ali pelo Nerdcast 950, né? Aquela coisa de, tava naquela brincadeira de será que vai acabar o Nerdcast? E não acabou, né? Tá, graças a Deus estamos aqui até hoje, até o 10 mil, segundo ali a Dona Magalu. E enfim, cozinhei essa ideia de, pô, ninguém, eu escuto desde 2007 e eu sabia da ideia do baralho, eu nunca Eu nunca tinha comprado baralho, foi uma coisa que eu fui atrás depois na vida, na vida nunca. E tive essa ideia de, pô, para que não essa homenagem aí, né, alguém atrás acabar com essa história?
E comecei. Eu sou desenvolvedor web, como eu falei no email até que eles leram na sexta-feira. Eu sempre trabalhei no site dos outros, né, para outras empresas, mas nunca fiz o meu. Daí, pô, fazer um projetinho já junto. E bom, e virou isso, né, basicamente virou uma animação ali de entrada que eu juntei uma equipe, fizemos para um encerramento que infelizmente não ficou pronto a tempo, mas sempre tem um Nerd Office futuro, quem sabe.
E essa aventura que foi percorrida em 13 mil km entre viagens e eventos, tem umas aqui meio borradas, mas eu mandei foto de todas ali sendo tiradas direitinho. Mas é realmente, aí vale a pena você ver aí. Enfim, e foi essa coisa fantástica, conheci muita gente bacana do mundo jovem nerd que eu não conhecia antes, conheci vocês todos. Então muitíssimo obrigado todo mundo, né, por estar prestigiando esse momento.
Não agradece não.
Eu não lembro de ter assinado não.
Olha aí, pera aí, Azaghal, cadê os principais?
Os principais?
Nossa Senhora, quero saber quem são. Quem são os principais?
Tá levantando por quê, Tucano? Volta aqui.
O Valete já tá indo embora. Estaciona o carro do Cid lá, Valete.
Quem for Valete pode ir embora.
É só os principais.
Eu só tava querendo dizer que os números não Não tem ninguém, era só isso. Isso, os principais.
Todos os baletes são tucanos.
Então o quê, Caquinho?
Tu é as?
Eu era um as.
Você tem do Harold?
Caraca!
Tem alguma que ficou em dúvida aí, ô David?
Não, então valeu.
Não, tá tudo 100%.
Você pediu nas duas.
Todo mundo que tá aqui lembra de ter assinado certinho?
Lembra?
Eu não lembro de que eu assinei hoje.
As cartas todas assinadas, sala de Missão cumprida, missão cumprida! E a gente vai obedecer, a gente prometeu, então tem que cumprir. Um iPad 1, atenção!
Caraca, carregador de 30 pinos!
Está entregue o iPad do Baralho do Nerdcast, direto de 2005.
Agora não tem que mostrar o iPad para mostrar que não é iPad 1.
De um.
Tomara que seja de botão, vamos ver.
Olha aí, quem é poker, né?
Assinou é poker para ele.
Alô, alô, fã!
Esse veio na mão do Pedro, certeza, com certeza veio o iPad, mas o meu Toblerone não.
Pois é, muito Não, agora quero saber uma coisa do Tucano, que lá no início do Nerdcast você tentou meter um apelido no Azaghal porque ele meteu o apelido Tucano de volta, que era uma coisa que você tinha se livrado, né? Que você inclusive operou o nariz milênios atrás. E aí as pessoas, quando não te conhecia, tu falava, né, que a galera, ah, já entendi porque é Tucano.
E tem isso, né? As pessoas olham hoje, fala assim, olha aí, cara, agora entendi porque é Tucano. Eu cortei o nariz já faz 40 anos.
Tucano, JP, Azaghal e o irmão JP com ele novo, aquele irmão mais velho, que esse é o JP. Ele não parece, até hoje falam isso.
Não, não é isso, é que ele tá com a bochecha rosinha, tá bom, cara?
Mas nunca o apelido do Azaghal que não vingou fez tanto sentido, cara, que agora ele parece muito o Ximu.
Tem um fun fact, né, que o Tucano todo Nerdcast, ou quase todo, ele fala, só que é sempre cortado na edição, nunca entra.
O Léo tem ordem expressa de cortar toda vez que eu falar Ximu.
Mas olha só, ele que Quem te botou o apelido de Tucano? Foi isso? E aí ficou na escola, gente.
O cara entrou na sala de aula, primeiro entrou 2 km de nariz, depois entrou ele.
Eu falei, caralho, parece um tucano!
Eu era adolescente, cara, que isso?
Beleza. Aí você conseguiu se livrar, você se mandou para Santos, você tava morando no Rio, vocês estavam juntos, mudou de cidade, traumatizado. E aí morreu o apelido Tucano. Qual era o teu apelido de escola em Santos?
Era Nando?
Então, meu apelido dentro de casa era Nando, e eu odiava também Nando, tipo Tipo, Nando não é um—
aí tu quer ser o Jack.
Mas aí meu irmão me chamou na frente de outras pessoas de Nando, e aí todo mundo começou a me chamar de Nando, aí virou Nando.
E aí quando você veio gravar o Nerdcast pela primeira vez lá no início, você queria— porque cada um escolheu um apelido no início, tipo o David escolheu Azaghal antes de existir Nerdcast.
O mundo é muito injusto.
O Dudu na época escolheu Vince Globo e tal.
Todo mundo, todo mundo tem. Tu era o Alotone.
Não, eu escolhi Alotone.
Azaghal, Rei dos Anões. O João Paulo, JP.
Antes era Atalaia Jurubeba, eu mudei.
Mas aí você quis criar um apelido?
Foi Nerdcast, X-Men nos quadrinhos.
X-Men nos quadrinhos.
Aí gravamos 4 vezes esse aí, né?
Inclusive a gente tem apresentação do Tucano nesse programa.
Eu sou o Tucano e odeio me apresentar dessa maneira.
Ele falou, é, que odeia se apresentar dessa maneira porque ele falou, eu vou dizer, sei lá qual é o—
eu cheguei e falei, quando chegou na minha vez, eu tinha o blog Chamar de Câncer de Jack. Aí eu falei, aqui é o Jack. Aí ele, o JP, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, eu me recuso a participar de um programa e te chamar de Jack. Hoje em dia eu agradeço que Jack tem outra conotação, né?
Eu lembro do JP falar, cara, eu não vou conseguir te chamar de Jack nem fuder, tu é Tucano e acabou.
Aí o caralho, passado voltando, né, na minha cara.
Não, e você falou, ah, eu detesto me apresentar dessa forma, porque você tava nesse momento criando essa fama. E aí você Odeia tucano. Quer dizer, você não odeia mais tucano, você abraçou o tucano.
Me chame de Susan se isso te faz feliz.
Inclusive, a gente tem a primeira apresentação do Fred também. É?
Não, pô, então bota aí.
Toca aí, toca aí.
Até o senhor Caio, estou jantando.
Agora sabe qual é o pior de todos? A gente tem o primeiro Nerdcast, Nerd Connection. Nerd Connection, cara, esse é terrível.
Não, não queremos ouvir isso.
Toca, toca, toca.
Não, não pode tocar. Vamos dar Landa, landa! Aqui quem vos fala é o Alô Tony, o Jovem Nerd, em mais um podcast. Na verdade, o primeiro podcast do Jovem Nerd. Bem-vindos à nossa loucura, vamos ver se isso vai dar certo.
É o Cortella falando, porra!
Aqui quem vos fala é o Alô Tony, o Jovem Nerd, em mais um podcast. Na verdade, o primeiro podcast do Jovem Nerd. Bem-vindos à nossa loucura, vamos ver se isso vai dar certo. É o Cortella falando, porra! Aqui quem vos fala—
eu não sei o que eu tava fazendo, gente, cara, mas deu certo.
Aqui quem vos fala é Alô Tony.
Deu certo na insistência. Insistência, deu certo na insistência.
Ele começou falando como Cortella e agora tá ficando parecido com Cortella.
Eu só queria entender uma coisa, David. Pelo que eu entendi da relação do apelido e tal, você meio que salvou o Tucano de um termo que seria ruim para ele. Então ele te deveria um pedido de agradecimento, na verdade, né?
Verdade, é verdade mesmo, né?
Eu senti que é o momento de reconciliação e tal.
É uma gíria da cadeia, mas acho que vocês não foram presos.
Ah, não, já sei, já lembrei.
O Rex não falou nada, você viu?
Eu quero também.
Não, é pesada, pesada, pesada. Giricadeia pesada.
Como é que vocês sabem que são uma giricadeia?
Calma, gatinho, você não sabe onde eu já passei. Eu nem sempre fui professor.
Caraca, cara, isso tem 20 anos, esse lúmbado.
Ei, não fale assim do meu amigo Jovem Nerd. Não, foi legal. Lambda, lambda, lambda. Foi legal, foi legal.
Aqui quem vos fala é péssimo demais.
Tava se esforçando, tu queria impressionar.
Eu era tímido. Muito legal.
Vamos Vamos ver onde vai dar essa loucura.
Esse foi pesado, esse foi pesado. Mas tem uma parada que é muito maneira, tem certos lugares que durante muitos anos eu ouvia podcast, todo mundo ouve andando, de carro e tal, não sei o quê. E aí tem alguns lugares que ficam associados pra mim com alguns Nerdcast. Então eu passo por um determinado local e eu lembro de algum programa específico do Nerdcast onde algum dos participantes falou tal parada. Cara, vem uma memória conectando toda a bagunça de um lugar que não tem nada a ver com a história, com o senhor cá falando alguma parada, o David rindo e zoando.
E aí sempre que eu passo naquele lugar me remete ao Nerdcast.
Isso é bizarro, cara, porque eu cruzei aquele lugar e aí ri para caramba no carro, alguma coisa assim, e aí aquela memória associou aquele lugar. Eu passo ali, vem aquele sabor de Nerdcast da parada, sacou? É muito, cara, tem muitos lugares que são marcados com Nerdcast para mim. E eu tava chegando em Brasília, então não conhecia a cidade. Ah, lá em Brasília, então foi um bagulho que assim, tem vários lugares que eu passo, eu falo, pô, Nerdcast 192, Alujô, tô falando aquela hora, porra, essa ponte aqui é maravilhosa. Engraçado, o Carlos falou aqui nessa ponte.
Ah, então você não é que nem o Rex, que só ouve os que ele participa.
Você ouve todos.
Antes de participar, era fã pra caceta dele. Cheguei, olha que ridículo, chegou ao ponto uma vez, eu tava em Brasília, não tinha nem conhecido ninguém, ninguém, ninguém, sozinho. Eu ficava, eram meus amigos. Eu sonhei que eu tava no Play da minha casa na Tijuca, e aí chega o Azaghal e o Jovem Nerd. Aí, bora jogar RPG, Tagmar. Para, mano, não sabia que tu jogava, mano. Caraca, eu tenho um guerreiro, chama o William Wallace. E eu joguei RPG com vocês no Play, sentado no chão, mano. Rola o D20 aí. Foi isso.
Eu achei premonitório, foi premonitório.
Não, porque Eles nunca jogaram nada comigo, fiquei 5 anos tentando jogar Bang com eles.
A gente jogou Bang, foi legal para caramba. Eu comprei o jogo depois que a gente jogou, inclusive.
É mesmo?
Sim, adorei.
Ah, pô.
E a gente já jogou, você já gravou Nerdcast RPG, pô.
Sim, é verdade.
Você lembra o primeiro Nerdcast que você participou?
O que eu participei? Eu não ouço, diferente do Rex, eu não ouço que eu participo.
Ah, sou louco.
É o anti-Rex, ele é o anti-Rex.
Gente, estamos chegando na reta final da nossa apresentação. Muito obrigado por vocês estarem aqui hoje com a gente. Foi uma parada muito foda fazer esse Nerdcast ao vivo. Espero que vocês tenham gostado. Se não gostaram, mintam, é isso que importa. Espero que vocês tenham gostado do evento lá fora, sabe?
Foi incrível essa organização, gente. Olha isso, que paixão receber vocês nessa sala lotada, cara. Vocês são demais.
Gente, temos que agradecer também, que não tá na ficha, ao Randall, que fez essas artes maravilhosas.
É, todas as nossas artes incríveis.
Ele tá na roda de artista lá fora.
É, faça lá, cara.
Gabu tá lá, puta, é muita gente lá.
Então, exato. Obrigado, Didi Braguinha, Carlos Volta, Rex, Cachucha, seu Tucano Marcelo. Obrigado, equipe Jovem Nerd, que não existiria nada desse evento Agradecer essa equipe incrível. Vem aqui, equipe Jovem Nerd, vem aqui todo mundo!
Vocês querem ficar sem vergonha?
Sem vergonha! Venham, venham, gente! Salva de palmas, equipe Jovem Nerd, que é foda para caralho! Obrigado, gente, vocês são fodas demais, levantaram esse evento incrível. Muito, muito obrigado! E muito obrigado a vocês, vocês fizeram, cara, a gente tá lendo os de como o Nerdcast mudou a vida de vocês, mas vocês mudaram a nossa vida de verdade, gente. Muito obrigado por estar com a gente. Obrigado, obrigado, gente. Amo vocês demais, cara. Vocês são foda demais. E a gente ano que vem tem 25 anos de homenagem.
Calma, calma, que tem a foto.
A foto? Pera aí que vou tirar foto. Todo mundo, 1, 2, 3, Nerd Power! É, galera! Valeu, galera! Obrigado, galera! Valeu, valeu, galera!
Olá de novo, amiguinhos! Poxa vida, acabou! E acabou mesmo, tá?
Não tem cena pós-crédito não.
Ou será que tem? Jesus, não, não tem não, fica tranquilo. E aí, vocês gostaram do Nerdcast ao vivo? Foi demais, né? Será que a gente se vê aqui de novo ano que vem? Eu espero que sim! Um beijão do Marcelinho e muito obrigado pela sua presença. Tchau!
Tchau!
Este Nerdcast foi editado por Radiofobia Podcast e Multimídia.
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