NerdCast Extra - Em Terra da Máfia Quem Tem Um Harry é Rei!
A guerra entre os Harrigan está só começando. Tom Hardy, Helen Mirren e Pierce Brosnan voltam em Terra da Máfia, série de Guy Ricthie, em um universo ainda mais caótico e eletrizante, onde não dá pra confiar em ninguém.
A nova temporada estreia hoje, dia 18 de setembro, só no Paramount+. Assista e entre nessa guerra!
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- A série Mobland e a máfia londrina com Guy Ritchieelenco de Tom Hardy, Helen Mirren e Pierce Brosnan·estreia da segunda temporada·conceito da série sem spoilers
- A disfuncionalidade e manipulação na família HarriganMaeve como matriarca manipuladora·Conrad como chefão impulsivo·guerra entre famílias por herdeiros merdeiros
- A complexidade e dualidade do personagem Harry (Tom Hardy)Harry como fixer e resolvedor de problemas·equilíbrio entre vida mafiosa e familiar·calma e classe em situações de tensão
- A escalada da violência e a falta de romantismo na máfiacomparação com O Poderoso Chefão e Sopranos·personagens psicopatas e sem redenção·escalada de decisões equivocadas
- O trauma de Kevin e sua busca por superaçãoabuso na prisão e bloqueio de memória·confronto com o abusador·conexão com a esposa através do trauma
- A direção de Guy Ritchie e a estética visual da sérieestilo visceral e sério·simetria e espelhamento nas cenas·trilha sonora e referências musicais
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Aqui Alexandre Antônio do Jovem Nerd. Tem uma escova de dente? Vou para Londres.
Nossa, aqui é Carlos Volto. E um dia, quando você tiver no topo olhando para baixo, vendo todo mundo lá embaixo, eu vou estar do teu lado e eu vou te empurrar lá embaixo.
Caralho, olha aí, Carlos Mafioso é foda.
Aqui é o Léo e as definições de jovem merdeiro criado pela avó foram atualizadas.
Oi, eu sou o Luquinhas e eu achava que ser capanga da máfia era difícil, mas ser pai de família é pior ainda.
Imagina os dois acumular função.
Aqui é o Azaghal e tem que acabar o jovem mesmo.
Minha frase ia ser essa: o jovem mafioso tem que acabar, mas eu resolvi mudar.
O jovem e o velho também.
A véia, a véia tem que acabar.
Muito bem!
Oi, nerds! Estamos aqui para falar de uma pérola escondida, Mobland, rapaz! Temos aí o dedo de Guy Ritchie em uma série para a Paramount Plus sobre máfia londrina, com Pierce Brosnan, com Helen Mirren dando show, com o nosso querido Tom This Is Bait Hardy. Cara, que trio, que elenco, que história. Eu que tava muito órfão de história de máfia e Guy Ritchie, cara, que presente que é Mob Land!
Eu só tenho uma, discordo de você, não conto, não tem o dedo do Guy Ritchie, tem o punho inteiro enfiado.
Então olha só, para você que não viu, a gente vai dar o conceito da série sem spoilers, mas depois a gente vai falar spoiler para cacete, porque a segunda temporada está estreando hoje, dia 18 de setembro de Então você que fala assim, caraca, tem uma nova temporada e aí já tem a primeira que eu posso maratonar? Você ouvir esse início desse Nerdcast, aí a gente vai avisar quando vai começar os spoilers da primeira temporada, que a gente vai debulhar aqui.
Aí maratona, volta aqui pra você se preparar pra segunda temporada. É isso. Ó, sem spoiler agora, gente. Pierce Brosnan é o 007 incrível. Eu, na época, eu não dei valor. Maior para o Pierce Brosnan como 007 hoje. Eu falei, puta, ele foi um dos maiores 007, vou te falar.
GoldenEye, Alexandre, como assim?
GoldenEye é um dos melhores filmes.
007 foi muito maneiro, sabe? Ele achou um monte de papel que funciona super bem. Thomas Crown, ele tem essa cara de lorde inglês, né? Essa parada, é um cara sofisticado, sofisticado, inglês, né, David? Inglês. O cara que dirige um tanque de guerra ajeitando a gravata, meu amigo.
O lorde inglês que nessa série ele é uma filha da puta, cara.
E funcionou muito Muito bem, cara, é muito bom. Ó, essa série é o seguinte, é máfia londrina, de Londres. É uma família, obviamente é a família que a gente, dos Harrigans. Máfia é uma gangue, porque máfia na italiana eles são máfia, cara, eles controlam o crime organizado, sabe, e disputam com outras famílias.
É inglês, mas ele é irlandês, os dois são irlandeses, né?
Ele é irlandês, exatamente, a família irlandesa, mas United Kingdom é baseado em Londres. E aí o que acontece, obviamente que tem esse vai e vem de família, ah, eu controlo isso agora, tem essa droga nova, E aí tem todo esse negócio de quem vai controlar a distribuição do Fantasma, tem todos esses rolês. Mas a história principal que acontece na primeira temporada é uma guerra entre duas famílias causada pelos herdeiros merdeios.
Pelos herdeiros não, é um herdeiro só.
Um herdeiro merdeiro. Logo no primeiro episódio, dois herdeiros de famílias rivais estão juntos num rolê.
Já tá errado aí. Se você é um herdeiro do crime organizado com filho do herdeiro do outro crime organizado, não vai.
Então, mas aí você é merdeiro, é por isso que você ficar andando com o cara, entendeu? Aí que acontece, o herdeiro da família rival dos Harrigans morre esfaqueado. Isso é um mini spoiler, mas é logo no primeiro episódio, porque isso é o pontapé inicial da série. E aí fica um tipo assim, foi o herdeiro dos Harrigans que matou ele? E isso vai gerar uma guerra entre famílias, e a história é sobre essa guerra. Isso é muito maneiro para quem gosta de máfia, cara.
A primeira cena da série, que é aquela negociação, os turcos, com os turcos, aquela negociação que acontece na almoxarifada, cozinha do restaurante do cara, com todos os chefes juntos e todo mundo se reúne para discutir território.
Almoxarifado da cozinha, sei lá. Esse chama dispensa.
Sei lá, é isso aí, ketchup de cavalo.
E a cena é tipo, os cara negociando: não, isso aqui é meu, isso aqui não, eu que eu quero isso, não, eu não vou fazer acordo com esse cara, eu não vou trabalhar com ele. Aí o cara que é o Tom Hardy, é o capanga, é quase um conselheiro, Harry da Souza.
Caraca, que sobrenome é esse, da Souza?
É Ninguém que quis meter um de Souza e não sabia, meteu um da Souza, né?
Com certeza.
Mas você acha que não existe um da Souza?
Claro que tem da Souza, deve ter, sei lá, mas Harry da Souza, da Souza, né?
Não, mas ele não é brasileiro, eles não falam que ele é brasileiro.
É o quê?
Eu não sei, mas ele fala que o nome dele é da Souza, é o que a gente sabe sobre ele. Mas é o Tom Hardy.
Tom Hardy, ele é o músculo, ele faz tudo, ele é o cara que resolve problema.
Ele não é simplesmente o músculo, ele é o que os gringos chamam de fixer, ele é o resolver.
Mas ele não é da família, ele é um associado da da família, que conhece o filho do cara da cadeia. E aí o cara que eles confiam, ele é plenamente leal à família. E aí ele é o moço, ele é o cara, o que resolve tudo.
Apesar que pela primeira cena eu achei que ele era filho do Pierce Brosnan, pelo jeito que ele é tratado. Mas depois a gente acaba descobrindo que ele teve um relacionamento com o segundo filho, né, o segundo filho da família, que acaba sendo tratado como filho, né, que é o Targaryen, o rei da Casa do Dragão, mano.
O pai da Raneira é o Perry Considine, né, que manda bem pra caralho. Ele é muito bom, cara, eu gosto demais dele, cara.
Inclusive a gente vai falar depois na hora dos spoilers, mas a história dele, do trauma dele, é um ponto fundamental dessa série também, né?
É sinistro, poderoso. Mas assim, aí o Tom Hardy, ele é, ele conheceu ele na cadeia, pelo que eu entendi, né? E aí eles ficam super amigos.
E ele vira, não, acho que eles se conheceram antes, antes da cadeia, né? Eles são amigos de infância, delinquentes, amigos, foram presos juntos, provavelmente Exato.
Mas a parada é que o Pierce Brosnan lá com o Roger Harrigan trata ele como filho. Sim, ele trata ele como se fosse parte da família. E se for precisar, necessariamente a Maeve Harrigan, que é a esposa do—
ela é matriarca da família, ela é uma desgraçada, uma desgraçada.
Desde o primeiro episódio tu já odeia.
A Helen Mirren é foda, né? Existem níveis e níveis de ser rainha em alguma coisa, né? De queen até outras coisas, né? Eu assisti recentemente um filme que chama The Thursday Murder Club, que uma série de livros que virou adaptação e tal, não sei o quê, que tem a Helen Mirren, o Pierce Brosnan e o Ben Kingsley como 3 velhinhos que são aposentados e estão numa casa de repouso e tem que resolver um mistério que acontece lá. Mas tudo muito fofinho, muito bonitinho, né?
Aí tu corta para cá, maluco, a mulher sanguinária.
Aí corta para terra da máfia, você vê isso aqui, olha. Então é o seguinte, ó, se vale como pitch para você assistir essa série, esquece tudo que você viu esses caras antes, imagina eles na pior das hipóteses possíveis. Só que pra gente que gosta, na melhor delas, né? Porque imagina uma rainha que é aquela rainha de copas de corta-lhe as cabeças da Alice, maluca.
A mulher é sinistra.
A Ellen Mirren, ela já fez a Morgana em Excalibur, é verdade. Ela já teve em Calígula, mas ela nunca foi, pelo menos não que esteja na minha memória, tão filha da puta como ela é nessa série.
Não, é verdade. Esse é o papel mais filha da puta dela.
Ô, Caquinho, ela era motherfucker no Red, mas ela era motherfucker. Então Ela era motherfucker, ela era fodona. Aqui ela é merdeira, né?
Depende, porque o que acontece, o Pierce Brosnan, ele é o chefão, ele é o poderoso chefão da família Harrigan, ele que manda. Mas ela é a que manda por trás da cortina, é a que manda nele, manda nele.
Ela é desgraçada e é Satanás, é isso aí.
E se ele, ai dele de não concordar, ela vai, faz mesmo assim sem ele concordar. E aí ele tem que, puta merda, que que você sabe?
Ela fica envenenando todo mundo, é muito sinistro.
Cara.
Não é nem que ela manda, porque ela nem pergunta, ela faz, ela só faz.
Exato, ela força a natureza.
Como a gente vê a evolução dela manipuladora ao longo da série?
Isso é uma coisa legal dessa série, que geralmente série de máfia é muito focado no fio condutor ali do crime, da vingança. E essa série, eles trabalham bastante as camadas dos personagens, né? Então o próprio Tom Hardy, ele é o fixer, resolve ficar resolvendo um monte de problema, só que ao mesmo tempo ele tem uma família, ele tem que ir na terapia de casal com a esposa dele. Inclusive isso é um tema que tem rolado até uma série da própria Paramount, que é a Lioness, que é do mesmo estúdio do 101, né, que é do o Sheridan, com a Zoe Saldanha.
E ela é fodona da CIA lá e tal, e aí ela chega em casa, ela tem que ter uma DR com o marido porque ela não foi na reunião das filhas. Então assim, é legal essas dualidades assim.
É isso que falou aqui, é você ser um hitman fixer da máfia e ainda ter que ser patrão.
Mas olha, eu vou te falar um negócio, se eu tivesse na situação do Tom Hardy ali, com a quantidade de coisa que aquele cara tinha para resolver— tem um episódio ali, maluco, que eu sou uma pessoa que eu resolvo muitas coisas.
O Azaghal é um fixer, o Azaghal é um fixer.
Você é Mr. Wolf para caralho, hein, David?
Ele só não mata ninguém, mas ele Naquele episódio eu fiquei angustiado, eu fiquei angustiado com a quantidade de coisa que o cara tinha que resolver. Ainda teve que ir lá botar o velho no asilo e ir na— puta que pariu, maluco! Eu, se fosse ele, ia chegar pra esposa e falar assim: gente, prioridade aqui.
Pra mim, aquele episódio da Antuérpia, que ele teve que falar: não, eu vou pra Antuérpia, resolvo tudo. E o cara foi, pegou moto, desceu de helicóptero, subiu no avião e tal.
Mas aí, aquele episódio, pra mim, eu acho que ia ser um— por que que ele foi fazer aquilo sozinho?
É, sabe o que que parece? Que é você tá jogando The News. GTA ou Cyberpunk, que você tem que assaltar um prédio, aí do nada toca um telefone. Você não pode pôr meu pai no asilo aqui? Aí depois toca o telefone: não, você tem que ir na reunião de não sei o quê, só que você tem que assaltar um prédio.
E aí tem um cara que morreu e tem que limpar lá o apartamento.
Nossa, aí tem que pegar o pendrive e tem que— caralho, meu irmão, não é possível.
Porra, meu irmão, tu tem que ir pra terapia de casal, senão não vai dar certo.
E tudo isso com uma classe e calma impressionante.
Isso é algo que explodiu a minha cabeça, que é o seguinte: Em nenhum momento dessa série esse personagem do Tom Hardy explodiu. Ele não levantou a voz. Você não vê ele falar, cara, a gente por muito menos do que isso várias vezes podia mandar alguém tomar no meio. E o cara não, ele—
Não, tem até um momento no final da série que ele poderia ter explodido muito numa conversa com um personagem muito irritante, num momento muito específico. Ele foi tão calminho ali que você fala, pô, cara.
Tem uma cena que eu posso falar, que não é spoiler de trama, que tem uns caras lá olhando ele do outro lado da rua, dentro do carro. Aí ele vai lá, fala com os caras. Aí eles encaixa no cara e o cara encosta a arma na porta apontada para ele, né, na altura da cintura assim, né. Aí, cara, ele com toda calma do mundo, ele olha para baixo e fala assim: isso aqui é para mim?
You talking to me? Só que sem gritar, né. Bom dia, gente, qual o serviço aí? Entendi, isso é para mim. É para atirar nas famílias agora? Não dou a mínima para sua família. O filho do Rich sumiu, então é olho por olho, porra. Mas não vou deixar você machucar minha família.
É o nível senhor K de calma, sabe? Você está apontando esta arma para mim? Você tem certeza que você tá fazendo isso? E aí, cara, é muito foda porque o Tom Hardy tem cara de brutamontes. Ele é um brutamontes, cara.
Você vê que ele nem fez figurina nem nada, ele botou as roupas dele.
É, só vem aí gravar.
O corte de cabelo dele é o corte dele normal.
Exato.
Tem um buraco aqui no canto, tem um redemoinho, a gente tá nem aí.
O figurino dele era aquela japona de motoqueiro.
Nossa, nos primeiros episódios ele tá com uma jaqueta cinturada. Caralho, que porra de jaqueta cinturada é essa, cara?
Aquele feupu na gola assim, né?
Mas assim, é maneiro porque ele era tudo pra ser um personagem explosivo e ele é o oposto disso. E quem é explosivo é o Lorde Inglês, que é o Pierce Brosnan.
Então, mas é, mas a própria Ellen Mirren fala, né, Maeve, ela fala, né, que, ah, você quer ser um, agora você quer ser um Lorde Inglês, mas você é um animal. Isso, você é um matador, você é o caralho.
É um irlandês filho da mãe, ela fala várias vezes isso, né?
Aí a gente volta pra primeira cena, que é exatamente isso que a gente vê, que é enquanto o Harry, o Tom Hardy, da Souza, da Souza, tá ali negociando e tentando fazer com que os caras aceitem a paz entre eles, e eles não aceitam. Aí ele vai lá, sai da cozinha, vai até o salão principal aonde o Harrigan tá sentado, o Pierce Brosnan. Ele fala, então, eles não estão querendo aceitar o negócio, tá dando merda, eles não estão aceitando.
Isso é logo o início do Primeiro episódio, a primeira cena. E ele, é, então tá, resolve lá.
Essa primeira cena eu tive a impressão errada. Acho que a série quis passar isso pra gente, né, de que o Pierce Brosnan era um personagem, o Conrad, ele era um cara que resolvia as coisas na maciota. Ele tava ali falando pro Harry, ele deu uma metáfora falando de poda, que você corta pela raiz o mal antes que cresça.
Não, não, essa que ele tava falando o seguinte, essa eu não esqueço, que ele fala assim, as árvores cresceram tanto, estão tão altas que os galhos estão começando se misturar. Hora da poda.
É sempre o mesmo em qualquer pomar. Você planta as árvores, as árvores crescem, e mais cedo ou mais tarde elas começam a ser mutiladas.
E antes que você perceba, as maçãs começam a apodrecer.
Então, Harry, meu filho, é hora da poda.
Puta merda, brother! Isso é Guy Ritchie pra caralho, pô.
E o que foi o estopim dele fazer essa orientação? Que ele eles estão se recusando a pedir desculpa um pro outro, né? Eles estão aceitando dar as mãos, mas eles não querem pedir desculpa. Quer dizer, ninguém acha que tá errado. E aí ele deu esse exemplo da poda, e só isso foi suficiente pro Harry ir lá e resolver. Então eu tive uma primeira impressão de que ele seria um cara que resolveria as coisas assim. Aí logo depois que isso aconteceu, ainda no mesmo episódio, você começa a ver o quão caótico ele é, né, nas emoções, no jeito de fazer as coisas assim.
Então o Pierce Brosnan, né, o Pierce Brosnan, o personagem do Conrad, é ele. Então ele vai muito no instinto de várias coisas. Né? E ele espera que o poder que ele tem, todo histórico da família e o nome, segure quando ele faz decisões merdas. E a Ellen Mirren que conserta as merdas que ele faz. Conserta nada, ela piora.
Quem tenta consertar é o Harry, é justamente o Tom Hardy.
É verdade, é verdade.
E pra mim essa cena, depois, com o decorrer da série, eu comecei a entender que ele não estava sendo o cara pra resolver o problema, porque se ele estivesse lá dentro, nenhum problema ia ser resolvido. Ele já teria explodido em cima de todo mundo muito antes.
Por isso que ele não vai.
Exatamente, por isso que ele tá fora da parada. E quem vai é o Harry, porque o Harry é o cara calmo, é o cara que tipo ele vai ouvir um lado, vai ouvir o outro, vai entender. Olha, ele vê que não vai ter solução, que eles não vão resolver aquilo ali daquela forma que ele tava querendo. E aí ele fala, então resolve lá. E aí ele só volta para dentro da reunião e mata todo mundo.
Mata todo mundo, mata todo mundo.
E aí você vê o quanto o personagem do Pierce Brosnan é É tipo psicopata que ele entra na cozinha, vê todo mundo ali, pisa no sangue. Ih, droga, pisei aqui no sangue.
Não, ele pisa no pescoço do turco e fala assim: o quanto de doce turco eu tive que comer sem gostar desta merda?
Porra!
Ele pisa no pescoço do cara assim.
Olha, eu tô falando o nome da série em inglês, que é Mobland, mas em português é Terra da Máfia.
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Antes da gente ir pra zona de spoilers, eu acho que vale dizer que é o seguinte: quando a gente assistia Poderoso Chefão, era fã, sei lá, 70 anos atrás.
Vamos lembrar, vamos mesmo falar disso.
É, a gente ficava encantado, né, pela máfia, né? Assim, era uma parada meio sedutora, o negócio da honra, eles, né, Robert De Niro, é romantizado para caramba, né?
O Leone era, não, ele é certo, ele não quer mexer com droga.
É um bando de bandido matador, brother.
Bandido do bem, bandido só mata quem merece morrer, não se mete com droga.
É, puta merda.
Aí depois a gente foi assistir Sopranos, e aí você começa com esse encantamento porque eles estão também romantizados e engraçados, né? E eles referenciam muito Poderoso Chefão e outros filmes de máfia. Só que com o passar da série você vai caindo na realidade, você vai falando, caralho, esse cara é um filho da puta, todo mundo é filho da puta, sabe? Todo soprano é um filho da puta. Na Terra da Máfia, no primeiro segundo você Todo mundo é filha da puta nessa série. Todo mundo.
Ninguém presta.
Você assiste porque você quer saber aonde vai essa merda.
Exato.
Aonde que essa desgraça escalada de decisões equivocadas vai, onde que as atitudes impensadas ou cruéis desses personagens vão levar essa história, né?
Você falou a palavra certa, escalada, né? A temporada ela vai escalando porque o desentendimento vai virando briga, a briga vai virando guerra, é cada episódio escalando demais. Aí quando você acha que as coisas você consegue prever, ah tá, já previ aonde que isso vai dar. É desse tipo, dá um cliffhanger de um episódio para o outro, que assim mudou tudo.
Tá, mas agora toca aí a zona de spoiler.
Agora vamos entrar no spoiler. Ó, galera, vai assistir a primeira temporada e volta, porque agora a gente vai falar tudo da primeira temporada com spoiler.
Toca aí, vamos lá. Eu mesmo toco a vinheta. Atenção, interrompemos a edição desse Nerdcast para alertar que a partir de Agora você está entrando na zona de spoiler. Ouça por sua conta e risco.
Então você falou assim, tem escalada que tem um desentendimento, que não tem desentendimento quando você dá 60 facadas, depois esquarteja a pessoa. Não é o desentendimento, a parada começa escalada.
Mas calma, é que não se sabia se era o Ed, que é o herdeiro, né?
Herdeiro, aquele moleque, eu bati o olho nele, eu tinha certeza.
Não, não, a gente Certeza.
Primeiro segundo de cena, quando ele tava na porta do bar, o cara falou, só tem o seu nome mais um. E ele, ah, mas são 3. Ali eu já sabia que aquele cara era problema.
A hora que os dois que não tinham nada a ver, os amigos, que não é nem o Harry, que nem o Stevenson, né, os outros dois lá, que eles falam assim, nossa, quem ia imaginar vocês dois juntos na balada?
Mas também, que clubinho que eles foram parar, né, cara?
Tudo armado, né? Foi tudo armado.
Puta merda, a juventude de Londres tá complicadíssima.
Eu achando que o maior problema era vape.
Caralho, quando que a juventude de Londres não esteve complicada?
Nossa, maluco, a gente acha que é só criança inglesa.
Os dois falam assim: quem imaginaria vocês dois juntos? Ali a gente não tinha sido apresentado ainda para família Stevenson, né?
A gente nos primeiros capítulos tá entendendo quem é quem ainda, né?
A gente tinha sido apresentado rapidamente para os Harrigan ali na cena do começo, e logo de cara, depois dessa cena que a gente acabou de citar antes aí da zona de spoilers, vem essa coisa dos jovens aí na balada, e a gente não sabe direito ainda quem é quem. Aí depois do cara tentar tentar matar o cara que mexeu com ele, encontrar com outro na beira do rio e tal. E o cara some e já aparece. Inclusive, o personagem do Jeff Bell, que faz o Richie Stevenson, que é o chefe da outra família, né, o equiparado ao Conrad, que toda série de irlandês que você assistir, de inglês, esse cara tá fazendo o papel de chefe.
Ele é demais, ele é muito, muito foda.
Quando ele aparece ali, a mulher dele chega, a Vron, chega para ele e fala assim: bebê não voltou ontem à noite.
Você fala: algo de errado não está certo. Que essa cena da boate, ela já é bizarra, porque o cara chega na boate, ele conhece o dono, mas o cara é meio estranho.
Então, gente, aquilo não era uma boate, eu não sei se vocês perceberam, aquilo era um inferno.
Era, né?
Que se isso é uma boate em Londres, ainda bem que eu fui no teatro.
Acabou de voltar de Londres, mano, que é verdade.
Você tá indo nos lugares certos ou nos lugares errados, David?
Porra, brother, tá louco!
Como o cara terminou esfaqueado nessa boate, nesse inferninho, né? Eu acho que tá indo nos certos, né? De cara a gente já tem Esse personagem, que é o filho de um dos Harrigans, que a gente não sabe ainda quem é, porque a gente não conheceu o pai, não conheceu o resto da família. Ele mata um cara a sangue frio ali por só ter, tipo, tropeçado no cara. O cara simplesmente tá puta, né?
Porque o cara acaba aparecendo no hospital depois, ele tá vivo. Ele esfaqueia o cara, né?
É agressão, agressão.
É, o cara tropeça nele, ele esfaqueia o cara.
Que é um bando de psicopatas, é isso.
É um bando de psicopatas, exato.
Psicopata, é. Me empurrou, eu esfaquei o cara. Quer dizer, já tira a faca. Não, eu achei que ele tava—
Na família Harrigan só tem um que não é psicopata, que é o menos psicopata de todos.
Não, todo mundo é psicopata mesmo, meu amigo.
Que não é, mas é o menos. O Kevin, o filho, que é o Patrick Costidine, que é o pai do psicopata, aquela família, ele é o menos psicopata de todos.
Não sei não, cara.
Essa série, o Fred que tá aqui, porque ela é literalmente ou merda ou psicopata.
Exatamente, caraca.
Mas é a filha do Harry também tá com as mãos sujas também, tá?
Todo mundo, cara, não salva um.
Todo mundo, brother. Puta merda.
O único que é o Brandon, que é aquele, o filho que se mija nas calças lá, o filho mais velho. Esse é o merda, ele é o merda, ele é o merda. Motosserra, o motosserra, o motosserra. O resto é psicopata, não tem ninguém que não seja psicopata aqui.
Não, e a única pessoa normal é a única que faz terapia, né, que é a mulher do Harry.
Normal, normal, ela não sabe o que que o cara faz, não é normal, mas ela sabe, mas se esconde da verdade, né?
Ela fica entregando a família para desconhecido, assim, nível de amadorismo.
Não, mas não tem ninguém normal ali, ninguém normal.
Agora você vê que o David citou esse filho mais velho, a gente vê que na verdade o casal Conrad e Maeve tem dois filhos, que é esse filho mais velho que tipo não fede, não cheira, tenta agradar o pai, que é o merda, que é o merda, só tenta agradar o pai, só dá golpe errado, perde dinheiro, dá prejuízo e todo mundo fica fodido com ele. Você tem um filho eventualmente que é o filho mais novo deles, que é o pai do pai, entre aspas, né, que é o Kevin, que dá todo problema, que é o personagem do Paddy Considine, né?
E aí o Conrad tem uma filha, Serafina, fora do casamento, que foi uma filha que ele teve bastarda do ponto de vista da Maeve, né?
A Maeve odeia ela pra caralho, ainda mais que é racista e ela tem ascendência indiana, etc., né? Então ela considera, né, tipo, nem parte da família, mas ela é filha do Conrad.
Vê que os três estão de alguma maneira tentando agradar sempre o pai de alguma forma, né?
Então o mais velho, merdeiro, tenta dar os golpes lá, fazer as coisas, e só dá juízo.
O do meio meio que tem esse problema todo que teve na cadeia, ele tá lá, e você vê que os cara tem um relacionamento ali meio arranhado. E a menina, ela é meio que um cérebro, digamos, de tentar ganhar dinheiro de outras maneiras, comprando joias, pedras preciosas e outras coisas assim e tal.
Muito mais competente do que o outro filho, do que o merdeiro.
Exatamente, dos filhos todos ela é a mais competente, eu diria, dentro da família ali.
Então vale dizer, com super spoiler aqui de um plot twist do final, que o jovem psicopata, o Eddie, ele não é filho do Kevin.
Não é filho do Kevin.
Essa história, porque aí você vê, porque assim, isso jamais aconteceria na família Corleone.
Não, não, louco.
É isso que eu quero dizer aqui, porque eles têm uma máfia de respeito ali, né, com valores. É uma máfia de valores, uma máfia de família. Exato.
Quando que o nosso Dom Corleone ia passar o babão na Connie? Jamais.
Jamais lá, jamais, meu, porque a filha dele. Aí isso é absurdo máximo.
Inclusive, se fosse isso, mas não é isso, tem que fosse Targaryen ele fazer isso.
Mas no filme de máfia tradicional como O Poderoso Chefão, o Dom Corleone repreende os subalternos dele que ficam a vida louca. Ele fala: não, você tem que estar na tua casa com a tua família, não tem que ficar aí na rua que nem um maluco. Nesse é o contrário, o chefe de todo mundo, o que teria que ser exemplo, vamos dizer assim, mau exemplo, mas tudo bem, é o maior pica louca da história.
Eu tava tentando achar uma expressão aqui, mas pica louca é Fica louca, cara.
O Kevin, o segundo filho, ele é casado com a Bella. E aí é um momento, acho que naquele eles explicam, a Bella era amante do Conrad, do Pierce Brosnan.
E foi ele que apresentou o filho para ela depois, uma das 7 amantes dele, né?
Mas aí, mas era assim que ele fala assim, ela era tipo amante número 7, aí depois virou amante número 5, aí virou amante número 3, aí virou amante número 1. E aí a Maeve, que é a esposa dele, descobriu essa merda. E aí ele apresentou amante para o filho e casou a amante com o filho dele, e ela estava grávida dele. Mas aí o cara assumiu o filho do pai, assumiu o próprio irmão, o irmão, o irmão, o Ed é meio irmão do Kevin, né? Mas ele criou ele como pai. Aí tem uma fofoca.
Ok, ok, beija.
Essa loucura de família, essa dinâmica faz tudo ser tão mais tóxico.
Família é o termo um pouco bonito demais para esses caras, né?
Não é então, cara, não é. O que que é isso, né?
Não é porque no final final ali, você percebe que todos se odeiam.
Todos se odeiam.
Eles têm uma relação que é muito interessante, na verdade, e bem escrita e dirigida, que é essa família absurdamente disfuncional, aonde eles tentam manter esses laços, essa estrutura. Eu acho que tá completamente demolida, acho que ela nunca existiu de fato, mas eles tentam viver nela, né? Do Conrad, que é casado com a Maeve, mas eles se odeiam. Exato. Mas ao mesmo tempo se respeitam e querem estar juntos, e se mantêm juntos por uma convenção, de certa forma.
E os filhos odeiam os pais, os pais odeiam os filhos. Tem um episódio que o Bissell fala: eu te odeio com todos os meus ossos.
Ele fala isso pro cara e pro filho.
A Mandy e o Conrad, eles se amam e eles se odeiam, mas é tipo, o ódio deles é o motor do amor deles.
Eles são meio que as duas faces da mesma moeda, né?
É porque eles fazem merda um em cima do outro, fazendo merda, merda, merda, só que eles gostam das merdas que eles fazem.
Mas é porque ela manipula ele o tempo inteiro, ela manipula todo mundo Mas ele sabe, ele deixa mais ou menos. Ele mata o melhor amigo dele por conta dela.
Eu acho que agora na segunda temporada, que estreia hoje, né, na publicação desse programa aqui, a gente vai ter alguns flashbacks do passado da Maeve com o Conrad.
Ah, deve ter.
Nossa, eu não sei se eu tenho saúde psicológica, saúde mental para ver o passado desses dois.
Você imagina?
Eu imagino eles Eles estarem vindo, porra, eles são irlandeses, né?
Sim, os dois.
Eu imagino que eles vêm ali daquele período dos anos 70.
Ah, sim, não, total, Caquinho, porque no último episódio, aquele último episódio que eles vão presos, eles saem da casa. Isso é muito doentio, né? Eles chamam a menina lá, a personagem lá, Alice, que seria lá amiga, né, da mulher do Harry, que é infiltrada, é uma policial infiltrada, que é uma policial infiltrada. E aí quando começa a revelar as coisas ali na mesa de jantar, que eles veem que a polícia tá chegando a 1 minuto Eles falam assim, peraí, somos uma família normal jantando.
Depois de ter se xingado, de meter o dedo no rabo um na cara do outro, somos uma família normal jantando. E aí vem a polícia e leva os dois. Niki leva os dois, eles saem cantando uma música tradicional irlandesa, e um complementando o verso do outro, e um fazendo sinais para o outro que estão sendo presos em carros de polícia diferentes, numa cumplicidade total os dois ali.
Total, total. É isso, essa que é a disfunção incrível da família.
Interessante que eles vão presos e eles têm um celular do outro, os dois têm um celularzinho ficam se trocando ideia.
Ah, lógico, né, meu? Lógico, cara.
É muito foda, cara, é muito foda.
Mas voltando atrás, no início dessa trama, com o assassinato do herdeiro da família rival, né, do Richie, né, o filho do Richie Stevenson, eu achei interessante a construção do culpado, né, porque ele confia com muita claridade que a família rival que tá envolvida nisso, que matou o filho dele. E aí o Harry, que é o conserta tudo, inventa um culpado, um bode expiatório lá. O cara que devia— o que que era o cara?
O dono da boate, né?
O cara, é, ele fala assim: olha, você se fudeu, é isso, você vai ter que—
o cara esquartejou o moleque.
É porque que o cara esquartejou? Eu já esqueci.
Porque ele matou na boate, ele foi esconder o corpo, ele tinha que se livrar do corpo.
O Ed pagou 10 pau, 10 mil, para o cara sumir com É verdade, só que o cara resolveu esquartejar o corpo do herdeiro e guardar. Vou guardar aqui no container, vou embalar cada pedacinho em Magipack.
E o Harry acha, descobre isso, e aí ele fala: aí, meu seu merda, agora você vai tomar a culpa para essa parada, eu vou te entregar lá para o pai desse moleque e você vai se virar lá.
É porque eles sabiam, né, que o Harry tinha feito isso, só que eles estavam querendo cavar um boi de piranha só para tirar o foco, né?
É. E aí ele é tipo assim, com muita desconfiança, é aquele negócio, né, o cara vai no território o inimigo. Para você entender que não foi a gente, eu trouxe esse cara aqui, tipo, pode interrogar ele e tá tudo certo. O que é um risco, né?
Você já ameaçou a família dele, né?
Então é, ele falou que ia matar a família do cara se ele falasse alguma coisa, né? Mas assumiu o risco, né, do cara abrir o bico e foda-se. E o cara não abriu o bico, né? Ou não sabemos, né, se ele abriu ou não.
Às vezes abriu, porque o Rich sabia que era o moleque.
Então aí no episódio 4, porque para mim essa série, tipo assim, depois do episódio 4, eu falei assim, agora eu já sei quem é quem. E aí eu tô compradaço, puta, e eu não consegui mais desgrudar. Ah, porque ele chama depois de torturar o cara, etc. e tal. Que provavelmente o cara abriu o bico, sim. Ele já sabia, né? Cara, eu achei essa cena tão foda, tão Guy Ritchie, cara. Ele chama o cara: Vem aqui, Harry. Você me entregou esse cara dizendo que ele matou meu filho.
E eu falei que eu ia confiar em você. Aí ele: Faz o seguinte, mata ele. E aí ele abre a porta, o cara tá todo fodido lá, preso na cadeira, foi torturado.
Foi essa cena que você me convenceu a ver a série, né? Quando a gente conversou uma semana atrás, você falou assim: Você tem que ver que tem uma que ele pega um pedaço de madeira e...
Punisher, né? Não, mas achei muito maneiro que o Richie fala assim, que diálogo de máfia de bandido foda, cara. Ele fala assim: você me entregou esse cara aqui, beleza, agora resolve isso aí, isso aí é tua pica, então tu resolve essa pica. Ou seja, vai lá matar o cara e eu vou ficar aqui olhando e eu vou julgar como vai ser que você, né, você vai fazer isso. E o que o meu instinto falar é a verdade. Puta que pariu! Ou seja, né, se você ficar com peninha, se não sei o quê, tipo, qualquer coisa, tipo, eu vou te sacar, Brother, eu quero que cuide disso.
Como assim?
Cuide do problema.
Eu vou assistir, eu vou assistir nosso amigo. Enquanto eu faço isso, eu vou ouvir só uma coisinha: o meu instinto. E o que quer que o meu instinto me diga, bom, é a verdade.
Na verdade, agora pensando bem, ele já sabia, já sabia, só que ele queria ver a atitude do cara, entendeu? E aí o maluco, ele dá a arma na mão do cara, né? Ele vai, checa se tem bala, devolve para capanga do Rich e dá aquele chute na vareta que tava ali, cara. E o cara manda um punish lá de tanta espetada no maluco, cara. Eu falei assim, nossa, que parada visceral! Isso é muito Guy Ritchie, fudeu, caralho, cara. Foi. E tipo assim, a Guy Ritchie, porque o Guy Ritchie fez muitos filmes que a gente gosta, que eles são esses filmes de crime, mas meio comédia, meio engraçado, né?
Para quem não sabe quem é o Guy Ritchie, tipo, o que a gente se relaciona com isso é Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes e Snatch.
Snatch, só isso, né?
E Magnatas do Crime, que também tem uma série recente que é também nesse estilo, é nessa pegada, e é tipo assim engraçadinho, tem uma levada meio, né, quebra-gelo de engraçado e tal.
E Terra da Máfia não, é sério, é visceral, é sinistro. Isso não tem piadinha, não tá com a escova de dente aí, vou para Londres, não tem essas porra, sabe?
Não tem alívio cômico.
Você tem alguns momentos assim de quebra de tensão quando o Harry se coloca numa situação tipo vai dar merda e ele tá lá calmo, tranquilo. Tipo, será que tu falou do cara?
É mais uma quebra de expectativa, né, de se achar que ele vai reagir do jeito. O próprio Pierce Brosnan tem umas cenas meio galhofonas, né, quando ele tá na sauna, por exemplo, e aí ele tá com a toalhinha, ele olha para baixo, ela fala, vou cortar isso aqui, tá? Ele é meio galhofa. A última cena também, ela é ao mesmo tempo que ela é meio psicopata, ela é meio galhofa também.
Ele fazendo uma dancinha do Coringa descendo a escada, né, uma Joker Dance ali na prisão.
Exato, eu não Não consigo entender sauna, não consigo.
É o lugar onde você sua para caralho, é isso aí.
Aí então nada faz sentido, já conhece? Sentar pelado com outras pessoas e ficar suando e passando calor. Outro dia eu vi um vídeo que existiam, que tem os países são loucos por sauna, né? Tem uns países assim escandinavos lá que tem mais sauna que carro. Tem mais sauna do que carros do país, tô te falando.
Quanto mais frio, mais sauna.
E aí teve Campeonato Mundial de Sauna, que é isso, que a pessoa fica dentro da sauna.
Ah não, eu vi isso.
E aí vai aumentando a temperatura e o tempo. O cara morreu, o cara desfez na sauna, maluco.
Que campeonato de sauna, cara? O ser humano tá de sacanagem também. O cara, lógico que o cara, alguém vai morrer.
É o Darwin Awards que chama, né?
É isso mesmo.
Mas o cara morreu porque ele trapaceou, ele passou um gel, alguma parada que fazia com que o corpo dele não sentisse o aumento da temperatura.
Mas sabe por que que ele trapaceou? Porque existe um campeonato de sauna, porque você não trapaceia Você só vai na sauna, pô.
É só ir na sauna, fica 10 minutos, vai embora, toma uma ducha.
Tira uma, tá de parabéns. Puta merda.
Mas, Alexandre, você falando aí dessa morte do capanga lá com a estaca de madeira e tal, ela culmina numa, no ápice da Guerra Fria das duas famílias, que é o velório, né? Que é um plot twist muito legal, né, cara?
Esse episódio, episódio 5, que é o do funeral do moleque que morreu no início, né? Que aí, cara, ele mata o cara lá do estilo Punisher.
Inclusive, uma curiosidade, viu, Ale? Rapidinho aqui. Esse episódio chama Funeral for a Friend, que é o nome de uma música do Elton John.
Legal.
Então acho que cada episódio é uma música, né?
É o nome de uma música, exato.
Porque tem Helter Skelter, né?
É verdade, olha aí, que nem o Ozobi, o livro do Ozobi.
Aí termina com The Beast in Me, que é do Johnny Cash.
É verdade, quase toca duas vezes inteira, né, mano?
Inclusive, obrigado, porque vai ajudar muito na sonorização desse episódio aqui. Mas é muito legal você ver quando tem essas referências, né? E esse chama Funeral for a Friend, que é uma música do Elton John.
Eu acho que é um dos episódios mais tensos porque Depois que ele vai lá e mata o cara, ele mata o cara no estilo Punisher, e o Richie fala assim: tá bom. E aí ele chama, tipo assim, meio que me convenceu, mas ele deixou rolar.
Quero todo mundo da sua família no enterro do meu filho.
E aí ele, cara, isso que eu acho foda, ele faz esse movimento de chamar pra gente ter paz. Eu quero que você traga o Conrad e a família inteira pro funeral do meu filho pra demonstrar o respeito Já que a gente não tem por que brigar. E aí, cara, é um episódio... É só tensão, porque eles ficam avaliando que nível de armadilha que eles podem estar caindo. Porque se eles vão num funeral público de uma família rival mafiosa que tá com a pulga atrás da orelha de que eles mataram o filho dele, pode ser uma armadilha pra acabar com todo mundo num lugar só, pô.
Afinal, todo mundo viu O Poderoso Chefão. Exato. E, cara, é uma tensão total. Primeiro deles decidindo se eles vão ou não. Se a gente for, fodeu. Se a gente não for, fodeu.
É uma baita encruzilhada.
Porque é uma mensagem. Se eles não forem, significa: tamo em guerra, né? Fomos nós mesmo que matamos teu filho. E se eles forem, pode ser que eles sejam mortos, né?
E o baita sangue frio, né, de já saber que é o moleque, e o moleque é um arrombado ainda com ele. Aí ele não demonstra, né, que ele já sabe, que ele gostaria de fazer com todo mundo ali, né? E aí isso é muito legal, a frieza do Rich, né?
Mas quando o Ed vem, quando eles estão chegando, se encontrando no funeral, e aí o Ed, o garoto, né, o merdeiro que matou o outro, ele vai cumprimentar a Vron, que era a mãe Nossa, que moleque desgraçado, cara. Ela vira a cara com nojo, que tipo assim, e aí ela morre. Ou seja, a mensagem para todo mundo que é: eles sabem.
Lógico que sabe.
E aí a tensão, nossa, tô até arrepiado de tanta tensão.
Esse moleque, ele é nível Joffrey, né?
Total, acertou, ele é nível Joffrey.
Esse episódio do funeral também é foda, porque exatamente fica toda essa decisão: vamos, não vamos, vamos, não vamos. Mas aí eles decidem ir, e aí tem todo o planejamento do que fazer se for uma armadilha.
É verdade, o Conrad e manda o cara implantar um monte de arma na casa do cara, da família rival.
Ele pega um capanga do cara, ele pega um dos braços direitos do cara, usa lá que o cara é amante da mulher do cara para chantagear ele.
Aí ele era amante da Vron.
Eu vou te falar também, tem foto do cara dando vron na Vron. O cara são uns criminosos também, que eu vou te falar, né?
Achei negativo, né?
Porra, o cara pega a mulher do chefe, que é um animal, e resolve tirar uma selfie, cara, quer morrer muito, cara. Porra, cara, não é possível. Ah, cadê aqueles mafiosos que não tira foto, que só paga com dinheiro, que não deixa rastro? É mafioso Nutella isso, maluco.
Não é possível. É maneiro que cada parada tem uma side quest e é o coitado do Harry que tem que resolver. Aí ele tem que ir lá chantagear o cara pro cara plantar arma, granada, tudo dentro da casa do chefe, porque eles não querem estar lá desarmados, qualquer coisa que der.
Tipo, arrumar um lugar que não seja escondido demais, mas também não seja de fácil acesso pra acidentalmente alguém num passe encontre.
E no final do funeral, a Avrão manda um como é que o Conrad foi comer essa baranga para Maeve, né, velho?
Chega na cara da Maeve e manda.
E é claro que aquele carro no final do episódio, alguém tinha dúvida de que aquele carro ia explodir no final do episódio?
Então não, me pegou muito surpresa porque, cara, para mim eles estavam super aliviados de ter conseguido. Ah não, deu certo. Mas assim, ela sai, né, porque ela sai puta, essa mulher, essa vagabunda, mil brilhou na frente de todo mundo e tal. E aí beleza, foi todo mundo para casa. E aí quando ela vai ligar o carro, no final explode.
Não, mas o legal é que porque ela não explodiu o carro necessariamente com uma reação, a bomba já tava no carro há muito tempo, que era o plano B deles.
Não, mas assim, mas aí eles ativaram, ela mandou ativar a bomba, mas era o plano B que eles tinham falado há um tempo, né?
Já tava a bomba lá uma semana já.
Mas aí por causa disso ela fala assim, eu vou explodir essa vagabunda.
Não, mas o que explodiu a cabeça foi que no começo do episódio seguinte, quando eles entraram na sala para discutir isso, o Conrad assumiu e falou, não, não foi a que mandou não fui eu.
Mas não foi, né?
Eles sem se comunicarem, se comunicando, né?
Mas ela olha para ele tão close nela olhando para ele, você já mata.
Não, é também ali que a gente descobre que quem armou de tudo isso acontecer, da morte do garoto, dela que mandou o neto para lá, foi ela, né? Foi ela. Ela queria chacoalhar o neto, né, entre aspas, né? Mas o que ela queria, uma guerra.
A culpa era da avó que mimava.
Então ela em nenhum momento ia aceitar a paz.
Não, não é. Exatamente, exatamente. E até isso nesse episódio eu tava achando que, pô, os cara vão tentar apaziguar, mas ela não, ela forçou a barra, ela falou assim, não, ninguém vai apaziguar porra nenhuma, eu quero guerra.
Então, mas ela é, você vai, avó, ela era avó de mão dentro da coxa, né? Isso, não, claro, mãozinha dentro da coxa do netinho, né?
A gente tá chamando de vó sabendo que ela não era vó, depois que ela não tem nenhuma relação sanguínea com o garoto.
É, então, mas aí o que acontece, eu acho interessante porque ele tá sob o escrutínio de todo mundo por ter feito essa merda colossal e ter colocado as famílias em guerra, o Eddie. Né, o merdeiro, herdeiro merdeiro. E eu ficava pensando, caralho, o que que eles vão fazer? Vai oferecer ele de troféu, não sei o quê. E aí, cara, ela é a primeira a defender ele com unhas e dentes e fala assim, ele é o futuro dessa família.
Em detrimento dos dois filhos genuínos dela.
Exato.
Da filha do outro. Ele é o cara que também é bastardo, que nem a Serafina, mas ele é o detentor do Harrigan.
Porque a véia tarada no moleque, psicopata também, né?
Então, mas aí eu ia perguntar, ela Ela sabe que ele não é filho.
Ela que conta para ele, inclusive.
É ela que conta para todo mundo.
Então por que que ela, tipo assim, não é sangue a parada? É alguma afinidade? Tipo assim, ela decidiu que ele é o futuro?
Porque ele é psicopata que nem ela e que nem o cara. Ela fez ele ser um psicopatinha.
É o herdeiro criado pela, agora bota umas aspas, pela avó, né?
Que ela pode controlar ele.
Ah, exato.
Ela é como ela controla o pai, como ela controla o Conrad.
Mas ela controla muito mais ele que é jovem, que ela moldou ele, né?
No final ela Ela fala pra ele, ah, você vai ser o rei de tudo e eu vou ser a rainha. Aí ele fala, peraí, você vai ser a rainha? Mas como assim a gente vai... Aí fica aquele constrangimento assim. Ela não, ela já desconversa. Então assim, já ficou na cara ali que ele é um projeto dela.
Ai, que nojo.
E o resto espero que ele não mostre na série.
Você falou no ai, que nojo aí, eu lembrei, temos o nosso amigo em comum, Michel Arouca, querido lá do Série Maníacos, que ano passado quando ele fez o vídeo, ele falou que essa série é meio comparativo como Game of Thrones da modernidade, né?
Tem muita vibe de Game of Thrones, que a briga é fora e dentro da família. É a briga de sucessão, é a briga de quem é que vai mandar, é briga de quem é que vai tomar o poder. O Pierce Brosnan começa a enfraquecer, aí fica todo mundo se movimentando pra ver quem é que vai herdar essa porra. É muito isso o tempo todo, né, cara? Porque ela sabe disso, ela sabe que vai dar merda pra família e ela precisa remodelar, resetar a matriz de poder na família, né?
Remoldar a matriz de poder. E como ela tá criando o Ed desde o início pra ser completamente o puppet, né, a marionete dela, ela controla muito mais ele do que o marido, que o Pierce Brosnan.
E ela fala, né, que tem— eles criaram primeiro filho, mas o primeiro filho se mostrou um merda. Como é que o Dave falou? Um merda, merda, merda. Não é merdeiro, merdeiro é o mais novo, né? O segundo, um psicopata, e a terceira, uma bastarda que ela não reconhece. Então quem é que vai levar essa família para frente?
Tá, mas eu não acho que o segundo é psicopata não, justamente por isso é que ela não confia nele.
Exato, é o que eu falo.
Ah, porque não é psicopata o suficiente?
É porque ele só é um criminoso. Ele até é o mais centrado ali entre os criminosos, ele é o mais centrado entre os criminosos.
Mas é que o lance dele é que Ele é emasculado, né? Assim, não falando de gênero, mas de— ele é sempre o—
de moral, né?
De moral, ele é sempre rebaixado. Ele tá com a amante do pai, ninguém respeita ele, o filho não é dele.
Eu acho que muito disso é por causa do trauma. E eu acho que nessa próxima temporada ele talvez venha com mais força. Até porque ele termina a temporada—
então, isso é que eu fiquei em dúvida—
enfrentando o trauma dele.
E termina a temporada ele enfrentando o Conrad ali no vidro da prisão, mandando um truco 6-9-12 ali pro pai, falando: é eu que vou vou mandar nessa porra. A partir de agora o poder mudou, sou eu que vou. Agora eu fico pensando na segunda temporada, será?
Não vai mudar porra nenhuma enquanto o Conrad estiver vivo e a Maeve não vai mudar.
Mas é que a briga interna, porque o Conrad saiu com aquela cena triunfante descendo a escada sendo ovacionado pelo presídio inteiro ali. Será que o segundo filho dele vem ali mesmo, ali, o Viserys Targaryen?
O pai tá preso, ele vai aproveitar isso aí.
Mas ele mesmo fala que, ah, vamos deixar, eles têm uma forma de tirar os dois da prisão.
Não, mano, aquela última cena que ele tá descendo saindo da escada, claramente para mim ele tá saindo da prisão.
Não, não tá saindo não, ele tá indo para o lugar comum ali, o pátio.
Ah, para mim ali ele tava saindo, tipo alguém falou assim, você tá livre.
Eu achei que ele tá sendo recebido na prisão pela galera.
É, também eu achei que ele tava sendo ovacionado pelos prisioneiros, pelos presos, tá cheio de aliado ali.
Eu interpretei que ele tava sendo libertado já e que ele tava meio que dando uma coringada, sabe?
O Kevin mostra para o Harry lá uma gravação que inocentava eles, que eles sairiam. E aí ele fala, vamos deixar eles ficar uma semaninha lá dentro, né?
Aí deixa mais um pouquinho, né?
Eu acho que o Kevin vai ter um pouco mais de força agora, porque tudo que tava travando ele era o trauma. Ele tava pegado na porra do trauma, do trauma.
O trauma é que o Harry diz que viu um guarda, que era um guarda filha da puta lá da prisão, na época que eles estavam presos juntos, na casa de repouso da mãe da empregada dele, que ele foi tentar achar um lugar pra ela ficar. Exato. Aí ele viu assim, caralho, eu vi o cara que era o guarda da nossa— sabe? E aí o Kevin, ele não lembra disso, e de repente ele, ele sente que ele tinha um bloqueio, porque esse cara estuprou ele várias vezes dentro da cadeia.
Era um abusador, né?
Abusou dele pra caralho na prisão. E esse era o trauma dele.
E aí ele tinha esquecido disso. E aí o cara meteu um triplex na cabeça quando ele começou a lembrar de tudo. E aí o Kevin passa a pensar só nisso. Tipo assim, o cara, a maior side quest vira a main quest do cara.
Com os 3 episódios tendo os flashbacks, né? Só os 3 ou 4 episódios tendo esses flashbacks até a conclusão dessa saga aí.
O que eu achei muito bem feito do próprio cara que antes não— Ah, quem que você encontrou? Encontrou. E aí o trauma vai desabrochando de uma fortaleza. Eu achei muito bem escrito, cada personagem tem um mundo dentro dele, né?
E eu acho que isso é muito importante, porque exatamente isso, ele era travado, ele era esse cara tipo rebaixado por causa disso, por causa do que ele sofreu. E aí, à medida que ele confronta isso e passa a lembrar e a confrontar, e até o momento em que ele tá frente a frente com o cara, e ele ainda fica naquela coisa, naquele estornamento da dúvida, faço, não faço? E aí tipo ele resolve com o cara, ele mata o cara, ele se Exato, agora eu tenho poder.
Teve uma camada que eu achei bem interessante, que é quando ele conversa com a esposa dele e eles, os dois, assumem um pro outro seus traumas, que são iguais. Ela até comenta que ele falava enquanto dormia. Então o trauma tava lá. Depois que o Harry engatilhou o trauma, ele entendeu o que era pra direcionar, ele vai lá se vingar e tal. Mas ele não tinha conexão com a esposa, eles não eram um casal normal. E ali naquele momento que eles conversam, ela fala, pô, também fui abusada.
E aí ele, tamo junto? Tamo junto. Aí eles se conectam por causa desse trauma e eles superam isso, né.
Os dois viram algo em comum, né? E aí se conectaram mais. E aí isso vai criar uma nova dinâmica de poder ali na família, né?
Mas você tá falando aí que agora o Kevin se libertou desse trauma e agora ele vai—
então, gente, não se libertou, mas ele acha que ele tá bom.
Ele confrontou o trauma, né? Vamos dizer assim. Mas a verdade é, vai ganhar essa guerra quem tiver o Harry do lado. É simples assim, gente. Onde o Harry tivesse, ele sobreviveu lá a facada que ele tomou no final, mas provavelmente ele sobreviveu. Mas ele que é fator determinante, cara. Todo mundo quer ele. A mãe do Esqueceram de Mim quer ele. Esqueceram de Mim, que o nome dela é McAllister.
É da família do Kevin McCallister.
Mas ela quer que o Harry venha trabalhar para ela, porque o cara, o cara é um exército de homem só, literalmente.
A McAllister é a mulher da CIA, sei lá, super—
acho que ela é uma super mafiosa. Acho que ela não é da CIA não.
Você acha que ela é mafiosa?
Ela tava no jatinho, tomou, depois foi tomar chá no Japão. É vilão de James Bond.
Ela era tipo uma super agente da CIA, ela é uma MI6 da vida.
Ela tava tomando chá no Ofurô no Japão, de repente tava na Inglaterra assim.
Eu acho que ela é uma super criminosa.
Ela aparece bem depois da temporada, com eles pedindo, ele pediu um favor para ela, e ela: puta, você pediu um favor para essa mulher? Fudeu, fudeu.
Vale falar dessa mulher, né? A gente contextualiza depois. Aparece um cara lá conversando com a Xuxa, né, que é um dos braços direitos dele lá, junto com o Kiko. Xuxa e Kiko, né, os dois O cara tem 2 assistentes e são faz tudo, não faz tudo, né, Davi?
Porque os cara tão terceirizando o exército, maluco. É a folha de pagamento, até no crime a folha de pagamento não pode pesar mais. Os cara só tem 3 pessoas na folha.
É a pejotização do crime, não é?
Os cara tão pegando freela do pejotinho.
E aí o cara vai para porra da Antuérpia da F sozinho. Ele foi de helicóptero, por que que ele não levou o Kiko e a Chiquinha com ele, cara?
Porque elas estavam resolvendo outras paradas. Ele deixou eles protegendo a família e ele dizimou uma gangue inteira sozinho.
Pois é, tudo que o cara fala, maluco. Você matou todo mundo sozinho, parabéns, cara.
Mas a gente chega numa cena que é tensa, né, porque a filha bastarda, a Serafine, com o Brandon, que é o filho Bobão, merda, vão pra fazer um negócio na Antuérpia, fazer lá uma, ah, vamos fazer um negócio com um cara armado, pedras brutas, pedras brutas, pedra preciosa, né, não é pedra bruta, não, não, é porque era bruta, ela analisando, ela era uma pedra não lapidada, que eu quero dizer, né, pedra preciosa, mas é, mas são preciosas.
E essa, eles vão armar essa parada pra fazer ela pagar dinheiro, só que é no mesmo momento em que eles estão sendo todos atacados, né, pela outra família, pelos Stevenson, que contratou, pelos Stevenson que contratou, o mexicano que tem uma mágoa, né.
Terceirizou os mexicanos, que terceirizou os marroquinos.
Exato, velho.
O maluco é um caraca.
É assim que o mundo do crime funciona, pô. Todo mundo terceiriza.
Todo mundo tá trabalhando de aplicativo, até no crime, mano.
Até no crime, pô.
É a uberização das gangues.
Ó, meus mercenários estão atrasados aqui, pô. Acabei de pedir, tá dando que vai chegar assim.
Vou dar nota 3 pra esse mercenário aqui.
Cara, abriu... 3 estrelas pra você.
Abriu o app e pediu 10 mercenários.
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Google us. Ó, eu tô vendo aqui no fandom wiki que a Cat McCallister realmente é uma gangster de alto nível do cartel. Então é isso. Ela não é nada de si.
Eu achava que ela não porque ela deu uma ligação pro Jaime. Ligou pro Jaime e ele falou assim: Olha, chegou tarde demais que já tinha matado um. Só sobrou a outra, né? Tamanho poder que ela tinha. Sobre ele, né?
E não, e é legal essa parte que a Maeve, que entregou os dois para o Johnny tá até lá.
Caraca, que filha da puta, cara! Como era?
Esperando que a menina morresse e o filho voltasse. E aí o que acontece é o contrário, para ferrar mais ainda.
Vê como ela é filha da puta, porque ela entregou os filhos, né, o filho e a enteada, na expectativa que ela falou: não toca no meu filho, vai na enteada. Só que deu tudo errado. E aí, quando tudo errado, ela quis bota a culpa no Harry. Ela falou, tem um traidor aqui, deve ser o Harry, não sei o quê. Ela começou, cara, ela é um demônio, cara.
O tempo inteiro ela tá querendo foder tudo.
Agora, falar em traidor, alguém viu a traição da advogada?
Ela nem aparece na série, ela apareceu duas vezes. Aí não dá para, sei lá, eu pelo menos eu não pensei que seria.
Eu fiquei pensando em todo mundo quando falou, tem um rat entre nós e tal. Advogada também, aí para mim foi, mas assim, eu nem tava me ligando nela.
Para mim, The X-Men Nela apareceu pouco.
Isso é um negocinho que eu esperava mais, porque quando o traidor lá do Richie fala com o Harry, ó, tem um rat aí no seu lado, aí corta a cena, ele joga o cara de cima do prédio, cai no carro. Daí eu já pensei, putz, é alguém, sei lá, é a própria Maeve que tá traindo todo mundo, sei lá, alguém grande.
Não, isso aqui que eu achei, eu achei que, eu fiquei com muito medo, eu achei que era o Harry, que ele fala assim, tem um traidor na tua família. Aí ele fala, quem? E aí de repente a cena seguinte é o cara caindo e morrendo.
Eu falei, porra, não, mas eu não esperava que seria advogado porque ela é muito low profile na série. Mas eu acho que faz sentido.
Porque não faz sentido, não fez sentido. A explicação fez sentido, aí não tinha como adivinhar, era meio que isso. Mas eu acho que assim, essa série também ela é muito hábil em dar pra gente expectativas e quebrar essas expectativas depois, né? Sim, ela deixa a gente pensar uma coisa que nem essa que você, ó, Alexandre, falou agora, que quando o cara caiu do estacionamento deu a entender que era alguém do lado do Harry que eventualmente tinha sido descoberto, e no fim não era. Ele só jogou o cara porque o cara sabia demais, digamos assim, né?
Ele O cara não prestava mais para ele, não prestava mais, e foda-se. Exato. Mas que foi para mostrar que, porque o Harry fica sendo esse, essa voz do bom senso do crime, e aí você fica com essa expectativa, você cria com essa criança, porque a gente tem uma, acho que uma necessidade de conectar com algum personagem, né? Então a gente fica buscando naquele antro de desgraçados alguém para conectar. E aí, como ele tem um bom senso e é calmo, educado, pede por favor, obrigado, a gente começa a conectar nele.
E aí de alguma maneira essa cena, porque quando ele joga a gente nem vê ele jogar, o cara só cai. Mas isso te dá um estalo assim, sabe? Esse cara também é um assassino frio, sabe?
Tem até cena que ele tá conversando com a filha e aí ele fala para ela não se relacionar com ele porque ele é um assassino psicopata. E ela fala, você já ouviu falar no complexo de Electra? Que é quando a filha se apaixona por alguém parecido com o pai.
Aí tipo ele fica lá com aquela cara de paisagem, você é um assassino psicopata.
Exato. E acaba até desconectando isso dele. E esse momento é legal legal na série, porque ele te dá um— esse cara também é um assassino, matou outro cara de graça.
A cena que ele vai falar com o Eddie, que o Eddie tá comendo a filha dele, e ele acha que vai ter uma expectativa e a outra, me lembrou a cena dele como Bane no Batman, no terceiro Batman do Nolan, quando ele bota a mão em cima do bandido assim e fala assim: você acha que realmente é você que tem o poder aqui agora? Sabe quando ele põe a mão no ombro do cara, só encosta a mão? Uma frase que ele falou pro Eddie dizendo assim: olha, tá tudo bem quando você tiver lá, eu vou estar do teu lado e eu vou te empurrar. Foi o que o Caquinho falou, né? Vou te empurrar de lá de cima, irmão.
Primeiro que a relação com o Eddie é fodida desde o início, né? Quando ele tá lá tentando, o cara vai cheirar cocaína no banheiro da família rival, caralho, no funeral. Aí ele vai lá dar uma dura no cara e o cara pega uma tesourinha de unha como se fosse reagir. Aí, cara, essa cena é maravilhosa. Com toda calma do mundo, ele olha para tesourinha e fala: Are you fucking serious? Que personagem foda demais!
E rima até no final, né? Porque nessa cena o cara fica com a tesoura de unha e o cara, pô, uma tesoura de unha mesmo? E no final ele toma uma facada da esposa.
Exato.
E aí ele vai andando pra sala, senta sem esboçar reação nenhuma e fala, agora você tem minha total atenção.
Cara, que especial! Ele é muito bom, cara. Não tem coisa disso mais de bom.
Puta merda, Jen. Bom, agora Você tem toda a minha atenção.
E essa relação dele com o Ed, ela é turbulenta.
Aí quando ele escuta todo mundo, né, os capangas dele lá, o Kiko e a Chiquinha, tem uma hora que eles enfiam porrada no moleque.
Exato. É, nossa, é muito bom porque o Kiko joga, joga o Ed para fora do quarto e a Chiquinha ela só tá com ela, só deixa o punho na barriga dele, ela nem mexe, ela tá, pá, caralho. Eu falei, que porrada com estilo, cara.
Eu tô vendo o Randall fazendo a Chiquinha na vitrine.
Essa construção é muito maneira porque Porque ele tá sendo criado pela mãe pra ser o herdeiro e todo mundo da família odeia ele e esculacha ele.
Ninguém respeita ele.
Ninguém respeita ele, exatamente. Porque ele é um merda.
Ele é um merda.
E um psicopata. Ele é um merda e psicopata.
E é o problema, porque se ele vai herdar a família, cara, ninguém vai respeitar a família mais.
Ele é o Joffrey, cara. Total, né?
Exatamente. Vai ser tipo pau pra todo mundo. Qualquer um que for desafiar a família vai olhar pra esse cara e vai falar, foda-se o poder deles.
Então achei muito foda culminar essa relação clara entre o Harry e o Eddie quando eles estão lá escondidos, que começou a guerra e vai todo mundo se esconder no casarão lá da família, inclusive a esposa do Harry e a filha do Harry. Todo mundo tá protegido no safe house.
É uma gangue muito pequenininha, né? A gente parava pensando.
Pois é, uma gangue pequena.
Engraçado que isso é uma característica de série de máfia, de filme de máfia.
Família Corleone era pequena.
Era ninguém, era 3 caras.
Exato.
Os caras tão pegando porteiro pra fingir que é segurança. Tem guerra de família, não tem ninguém. E no próprio Sopranos não tem muita gente, né? Bons companheiros também não tem.
Mas é que, que é, eu não sou versado no mundo de crime, mas assim, ali é um núcleo duro de completa confiança, entre aspas, né? Você não pode ter mil estagiários e PJs e coisas ali porque você tá no risco de ser traído, né? Então o núcleo mesmo fica só, cara.
Não tem como. A gente aprendeu nessa série, você vai ser traído, não importa onde você esteja.
É, pois é. Mas então eu achei foda que quando tá todo mundo na mesma casa, aí o Ele vai, pô, o cara jovem, a garota jovem, aí eles ficam naquele rolo de jovens. E aí o Harry vai ter esse papo de sogrão.
Em paralelo a isso, o Conrad tá metendo a mão na coxa de todo mundo, cara. Não pode ver ninguém sentado na escadinha. Ai, aqui é meu lugar preferido, tal, mão na coxa.
Ele tá em cima da mulher do Harry, ele tá em cima da mulher do Harry.
Qual o termo dele? Pica-loca?
Pica-loca, maluco, o cara tá incontrolado, cara.
Eu adoro a personagem da esposa do Harry, que é a É feita pela Joanne Froggatt. Ela manda muito bem, eu adorava ela porque ela fazia Downton Abbey. Ela era uma das principais na série do Downton Abbey. E porra, também tem aquela coisa da classe. Eu vejo ela com uma austeridade dentro dessa confusão toda que é essa série. Que é a pessoa mais, a princípio, centrada e normal.
Não é normal. Não é, não é.
Ela é casada com um criminoso, mãe dos filhos, filha desse criminoso. Ela sabe onde ela tá. Que ela fala assim, ah, você vai lá, não quero saber se você é médico, se você... Não, não, você sabe exatamente quem ele é. Não vem com esse papo furado. Ah, não sei se você é médico. Se você é médico, motorista ou day trader.
Não é isso? Você sabe que ele é um assassino.
Sabe que naquela hora que aparece o helicóptero, ele vai, entra no helicóptero, a outra vira e fala: nossa, isso é sexy. E ela fala: ah, não acho mais que é sexy, para mim já não é mais sexy. Mas era, ela gosta de homem brabo, é isso.
Aquela hora que a polícia bate na casa deles, 7 horas da noite de uma terça-feira, na hora da janta, o cara vai de pijaminha.
E o cara educado: o que que foi agora?
Foi aqui?
Ah, Tá bom, gente, eu vou ali na delegacia, já volto, tá? Tipo terça-feira, jantar, sabe? Tô me prendendo, normal.
Essa conversa de Sou Grão com o Ed, que ele vai com toda calma, e eu achei muito foda. O que eu queria ressaltar nesse diálogo é: você acha que ele tá sendo um cara legal em vez de esculachar? Porque o Ed tava esperando isso. É, tu vai me falar para de comer tua filha, e é isso mesmo, eu vou tomar esporrinho. E aí ele senta e ele fala com aquela calma: não, cara, eu quero que você, se você vai ficar com ela, quero que você respeite ela. E aí você: porra, o cara tá sendo sensato! E aí você: eu vou estar com você.
Aí ele volta, né? Ele vai voltar, bate na porta de novo. Antes que eu esqueça, você vai estar lá, você vai subir, eu vou estar do seu lado e eu vou te empurrar para baixo. Só para dizer que você tá certo, você é o futuro, rapaz. E aconteça o que acontecer, eu vou estar do seu lado enquanto você sobe. E um dia, quando você estiver no topo e estiver olhando para tudo isso, eu vou estar lá com você, rapaz, bem do seu lado. Eu vou te empurrar ladeira abaixo.
Cara, que texto! Que texto! Assim, o cara não muda o tom de voz. E olha só que filho da puta, ele faz o discurso todo todo amigável, todo tipo assim, cara, tá tudo certo. Ele faz de propósito, ele sai para deixar o moleque desbaratado, que ele achava que ele ia tomar esporro, que ia tomar porrada, que ele queria mesmo isso para usar contra ele. E aí ele volta com a maior calma do mundo, ah, eu vou te matar, cara. Que coisa incrível, cara.
A Maeve, com toda a sua classe, foi falar com a menina e destruiu ela. Vou te matar, vou te esquartejar, você não sei o quê. Então você espera que o pai da menina vai ter esse discurso, mas é a Maeve que ameaça enfrentar ela e ela fica toda assustada.
Ele é muito foda, e personagem muito foda. Puta que pariu, cara, é muito bem escrito esse personagem.
É uma parada que é foda porque ele é realmente, é o cara que conserta tudo. Ele, a princípio, né, desde o início, a gente vê que o Conrad confia completamente nele. O filho que foi com ele para O Kevin é amigo dele, acredita e confia nele. Aí cê tem a Maeve, que quer fuder com a porra toda, né, porque é pirada do caramba, quer botar o neto, né, entre aspas ali, como o chefão da parada.
Neteado, vamo chamar de neteado.
Neteado.
E a foda é porque ela olha pro Harry e mesmo que ela olhando pro Harry ela vê que ele é o cara que resolve todas as merdas. Se eles não tivessem o Harry, eles tavam completamente fodidos.
Completamente, tavam mortos já.
Mas ao mesmo tempo ela olha pra ele e vê, tá, ele tá resolvendo o problema, mas Eu não confio nele porque ele é fiel ao Kevin e é fiel ao Conrad. Ele não é fiel ao Ed e nem a ela.
Exatamente.
A ela, mas a preocupação dela é ele não ser fiel a ela. Porque se ele fosse fiel a ela, é porque ela não tem ninguém que é fiel a ela, né, da família. Ela até, a gente até em algum momento acha que aquele Paul, que é um outro capanga esquisitíssimo, uma barba esquisita, o cabelo esquisito, é uma vibe de Jared Leto. Nossa, cara, não sei, aquele cara ali tá esquisito demais, ele tem que ir no visagismo, mas Nem esse cara que ela chama, ele que explode o carro e tal, nem esse cara tá no time dela.
Não, então é isso que é o problema dela, ela não tem ninguém na hora que der merda total. Por isso que ela é tão maluca, porque ela é um bicho solto ali, descontrolado.
Ela manipula, exato, ela não tem aquela lealdade.
E a manipulação dela de colocar um contra os outros, exato, falando: olha, ele tá te traindo, ela tá te traindo, ele tá te enganando, ele tá mentindo, não sei o quê. Ela fica o tempo inteiro fazendo isso. Tanto que no começo ela faz o Conrad matar o Art, que é o melhor amigo dele, justamente pela proximidade que eles tinham. E ela foi lá e começou a vernizar a cabeça do cara até o ponto que ele foi lá e matou o melhor amigo sem prova nenhuma, sem prova nenhuma.
E aí isso, a vida deles no final, tipo assim, isso mostra que ela já tá puxando o tapete do Conrad desde o início. Exato, isso é para desestabilizar ele. Fez o cara matar o melhor amigo de fentanil, que nem era verdade a parada, para deixar mais fácil ele ser manipulado. Exato, cara, isso é brilhante, muito bem escrita essa série, cara. A trama de relações e motivações de cada um é muito bem descrita.
As ações têm consequências na série, né?
E você vê que ela é vazia o tempo todo e ela nunca vai encontrar a lealdade que o próprio Conrad Pierce Brosnan tem, por exemplo, do Harry. Eu fiquei assim, será que o Harry é leal mesmo? E aí quando você vê, cara, não, esse cara vai até o inferno, mas ele não vai mudar a palavra dele.
Eu já tinha pulado daquele barco há muito tempo.
Eu já tinha pulado do barco ou do avião, David? Agora uma dúvida para a próxima temporada: se o Harry é amigo do Kevin, mas ao mesmo tempo ele é leal ao Percy Brosnan, se eles se separarem, para que lado que ele vai ir, né?
Exato, vai ser testado na segunda temporada isso, porque a família vai se fragmentar toda.
Outra dúvida: será que que o Harry vai virar avô na próxima temporada? Porque a semente pode ter sido plantada.
Pode ter sido.
Eu acho que não, acho que aquele moleque ali não tem suco não.
Tem semente que é podre, né, que não planta nada.
Eu acho que eles fariam isso para criar mais um vínculo.
Nossa, aí seria, então.
Mas eu não sei, eu lembro que teve no penúltimo, no último episódio, teve uma fala do Harry com a Cat, que ele tava falando a respeito de mudança de poder. Eu não sei o quanto que ele tem de cumplicidade com o Kevin, a ponto de talvez ele ser um aliado do Kevin agora numa tomada de poder, agora contra ou manipulando o Conrad e a Maeve, entendeu?
Mas caralho, é, fodeu.
Mas é porque ele tem consciência que o Conrad já era. Tanto ele quanto a esposa Maeve, eles são uns bicho louco, mas todas as decisões deles são equivocadas.
Mas você sabe que eu acho que eles vão trazer, por isso que eu eu tenho quase certeza que eles vão trazer nessa segunda temporada flashback da juventude deles na Irlanda e do relacionamento deles. Porque a gente teve aquele personagem do detetive lá, do tal do Colin lá, do velhão, aquele cara que aparece lá em Vingadores e tudo, que acabou traindo lá o Fisk, a Mukaça lá, os dois detetives. O cara que era o computador vivo lá da Hydra, o computador isso lá do Capitão América.
É, aquele é o cabeça de nós todos, mano.
Cabeça de nós todos, exato. É o Churchill, ele era um pau-mandado do próprio Richie. Acaba chamando o cara de coração de Lionheart, não sei o quê e tal, uma fidelidade total a ele que virou, meio que tentou virar o jogo ali no final. Eu acho que a Maeve tem relacionamentos que vão ser trazidos agora nessa segunda temporada que a gente não conhece ainda. Claro, né, que vai ter coisas, vai ter personagens novos, enfim, morreu tanta gente que vai ter que ter personagem novo, senão não rende, né?
Mas porra, mataram o Kiko no final, deixaram sem resposta.
Ele morreu assim, ai, Chavinho! Ele morreu assim.
Aliás, vocês puxaram aí o Colin, né, o Toby Jones, que é o cara que é mancomunado com o Richie. Mas ele é, ele é da polícia, né, ele é da Scotland Yard, né.
Ele é veterano, ele tinha sido aposentado já, né.
Exato. Ele volta para falar assim, ah, esse é o cara que sabe derrubar a família criminosa e ele e tal. E ele, só que assim, ele joga aqueles dois agentes, né, porque tem aquele núcleo da Scotland Yard, né, que tá atrás, né, das famílias e fica fazendo tocaia o tempo todo e tal, né. E a amiga da esposa do lá, a Alice, tipo assim, sendo uma infiltrada, né? Ela, a garota, também tá dando mole para cacete, tendo uma amiga confidente de conhece ela 6 semanas, né?
Tipo, e graças a esse cara a gente descobre que ela era veterana já em undercover, né?
É. E aí ele fica falando, vocês são uns doentes, vocês que ficam vendo essa vida disfarçada e da dupla, né? Tipo assim, é muito maneiro que todas as escadas de perspectiva de poder, até dentro da polícia, cara, tipo assim, o cara acha que essa galera que vive disfarçada, doente, Gente, vocês são uns psicopatas também.
Mas são mesmo.
Ah não, é, é isso mesmo, que essa galera é viciada em adrenalina, né? Exato, né?
E o cara oferece 50 mil libras para ela fazer o serviço lá de ir na mansão aquela noite toda lá que os caras são presos. Ela vai e volta, ele dá 100 mil e trai.
Então aí que eu tenho que entender o negócio, que eu fiquei meio sem entender. Se vocês entenderem, me expliquem. O próprio cabeça de nós todos, o Toby, ele leva os dois agentes para uma tocaia, que ele sabia que os caras iam morrer.
Sim, com certeza, tanto que ele tava na sala do lado.
Exato, só esperando os caras morrerem. E aí ele fala assim, beleza, vamos fazer negócio, etc. E aí eu pensei, eu acho que esse cara é muito mais ligado à máfia, ao Richie, etc., do que— ele parece ter um cara da máfia que foi implantado na Scotland Yard, né? É isso, né? Com certeza, ele é totalmente leal aos Stevenson, né? Ele é um implante na polícia, né? Tanto que ele foda-se os policiais. Ele deu dinheiro sujo na mão da outra para fazer o negócio que ele dava. Mas é derrubar os Hergens do que seguir a lei, prender, etc. Ele quer matar.
E eu digo mais, e não foi o próprio Stevenson que tirou ele do ostracismo, da aposentadoria, para resolver esse BO e colocou ele de volta ali.
Foi ele, foi o Rich que tirou ele da—
a gente vai saber agora na segunda temporada.
Eu tenho essa impressão, que dá a entender que os policiais foram catar, achou o cara aí que entende muito mais, né, um consultor.
Não, não, não, não teve um acha um cara aí. O cara foi colocado.
Eles falam assim, não, ele apareceu lá, falou, vocês estão fazendo merda, eu que sei fazer essa porra.
O detetive fala para ela, fala assim, não, chamaram veterano aqui agora porque ele entende muito mais da relação dessas famílias. Ele veio meio que como um conselheiro para ajudar a gente aqui, entendeu?
Então, porque ele fala que ele meteu o Rich na cadeia 10 anos.
Não, ele meteu ele na cadeia com 10 anos, ele saiu, depois ele meteu de novo, o cara ficou mais 15.
Então, mas ele é fiel ao cara, não é? Que ele meteu o cara na cadeia.
Talvez isso seja antes, né? E aí eles fizeram um acordo, ou senão é só história mesmo.
Mas, Alexandre, você sabe o que que é você meter um cara na cadeia, entre aspas, cadeia, e ele não vai numa cela comum, ele vai preso numa suíte presidencial.
Pô, mas 10 anos, porra, não é maneiro para um cara desse ficar 10 anos na academia, que ele esteja controlando o crime. O cara não quer estar na cadeia.
Não sei, mas aí depende. Se o cara tá com 70 anos de idade, o cara ficou 25 anos na cadeia, teve 45 fora, e esses 25 que ele teve dentro da cadeia ele ficou—
é isso que eu fiquei confuso, se ele era um policial que depois acabou ficando leal ao cara, ou se ele quer.
Eu acho que vai ser falado isso na segunda temporada, que tá contado como que eles se conheceram, né?
Do ponto de vista de mafioso irlandês que tá lá como um dos pica das galáxias na Inglaterra, o cara ser preso e ter total imunidade dentro da cadeia, ter controle de tudo lá, com tudo que ele tem, com a mesma grana, com o mesmo poder, com o mesmo controle, como acontece aqui no Brasil com as facções criminosas também, em outro lugar também, no mundo inteiro. Exato, o cara tá vivendo no paraíso, pô. Então ele só tá no endereço diferente.
Ah não, mas ele não quer estar cerceado, sabe? Ele fica limitado preso, né? Não é o cara, tipo, ele sabe que ele vai ser preso por alguma merda, mas vai sair.
É aquilo, ele tá lá dentro, manteve o poder dele, tá continuando fazendo as coisas dele, esperando o momento em que vai conseguir essa liberdade.
E o cabeça de nós todos deve ter sido um cara chave para ele continuar manipulando as coisas fora também. Acho que nessa segunda temporada vem muita coisa de flashback, contar a história pregressa desses personagens-chave, né? Vai ter que aparecer gente nova, porque, né, como eu falei, morreu tanta gente, se não aparecer—
Então não sei se vai ter tanto flashback assim não, porque uma característica da primeira temporada foi que a história avançou bastante, né? O conflito iniciado, ele foi resolvido, né, vamos dizer assim, no final da temporada. E um monte de coisa aconteceu, um monte de revelação, que filho de avô, é o cara que foi violentado, é um monte de side quest, né? Um monte de coisa aconteceu. Então, pelo que a gente viu na primeira temporada, a segunda temporada tem muito insumo para essa história continuar.
Porque eles terminam falando que a guerra começou e eles resolvem várias coisas com diálogo, né? Então a gente sabe muitas histórias do passado da família porque eles estavam conversando. E aí pode ser um recurso usado na segunda temporada.
A gente tem o Jaime que não tá resolvido ainda, a gente tem a Cat que ficou puta com o Harry que não quis ficar do lado dela, tá devendo dois favores, tá devendo dois favores, e pague o aluguel. A gente tem o Kevin querendo tomar o poder, a gente tem o Conrad e a Maeve que ainda estão na cadeia, a gente tem o Ed que descobriu que é o Alfred, que é o mais novo. Puta, tem mesmo, David, tem muita coisa agora para rolar daqui para frente. Tem razão, total.
Um detalhe dessa temporada, da próxima, né, dessa segunda temporada, né, a primeira temporada o Guy Ritchie ele dirigiu apenas 2 episódios, que acho que foi o primeiro e o segundo. Nessa temporada agora, dos 10 episódios, ele vai ter dirigido 7. Nossa, vai ser um deleite assistir, vai estar na mão dele aí 7 episódios dessa segunda temporada. E já tá confirmada a terceira temporada.
Caraca!
Ai, muito obrigado, muito bom.
Aquela treta lá que tava rolando do Tom Dorinho ser demitido e voltar e tal, vocês acham que foi real ali ou foi para dar uma esquentada?
Eu acho que tava, provavelmente deve ter sido real, porque a facada no último episódio acidental, por nada, eu acho que foi a saída que eles tinham. Se ele aceitar, a gente traz ele de volta.
Não, ele tá, teve uma treta.
Não, ele tá na segunda.
Não, para terceira temporada teve uma fofoca que eu não sei se verídico é, mas eu vi alguns portais falando e tal que ele tinha sido demitido e não iria voltar para terceira temporada, ou briga de elenco, alguma coisa assim.
Se não tiver ele, eu não assisto mais, hein.
Aí eu fiquei em dúvida se às vezes é só para esquentar a série ou se realmente aconteceu alguma coisa assim. É que eu também não me aprofundei, né, só falaram, falaram, e eu tô repassando.
Assunto para o Nerdcast, Luquinhas, para a gente conversar aqui.
Aqui é, tá na Variety: Don Hard não foi demitido da Terra da Máfia. As negociações para estão em andamento, as coisas estão sendo resolvidas criativamente. Data 28 de maio de 2026.
Isso aí já deve ter sido resolvido.
É, não, eu acho que não tem como ele sair da série. Já confirmaram uma terceira temporada, porque esse cara é um personagem fundamental para série.
Ele é o personagem principal da série.
Ele que fica costurando os núcleos, né? Exato. Ele vai para os Harrigan, vai para os Stevenson, vai para a Kat McAllister, vai para o mexicano. É ele que conecta tudo, né?
Tudo. E ainda ensina a gente é controlar a raiva.
Porra, cara, uma pessoa equilibrada, equilibradíssima, com a faca no peito.
Agora você tem toda a minha atenção, a faca e o peito na mão.
Essa frase é muito foda porque ele tem tanta treta para resolver essa temporada inteira e a esposa tem as paradas de família, a filha e não sei o quê. E ele tipo assim, cara, pera aí, eu tenho toda hora tem uma a mensagem no celular, puta, agora tem que resolver isso, agora tem que limpar o apartamento do cara, agora o cara morreu ali. E aí a família vai ficando no segundo plano. E aí você vai ver que ele na dinâmica assim, puta, agora esse herdeiro merdeiro tá pegando a minha filha e tal.
E eu acho que vai meter o boneco, porque isso faz com que a dinâmica fique ainda mais amarrada. Sim, se o Eddie for pai do neto do Harry, porra, fodeu, cara, porque eles se odeiam, casos de família, um quer matar o outro, mas agora eles são família mesmo.
Vai fazer o DNA aqui, ratinho!
E é interessante porque todas as histórias da família dele ficam em segundo plano porque a emergência tá sempre surgindo com a guerra das famílias, mafiosos, etc. E é muito interessante que quando ela dá a facada sem querer, quem sabe sem querer ou não, sem querer, mas aquele sem querer querendo.
Olha aí, Chaves, sem querer querendo, sem querer, que meteu meia polegada de lâmina no peito do cara.
Não ficou só o Punhadura para fora.
Ele senta e ele fala assim: tá, eu deixei isso em segundo plano por tempo suficiente até o momento que eu tomei uma facada da minha esposa. E aí ele fala assim: agora você tem minha total atenção, ou seja, eu vou voltar a priorizar. Cara, é muito bem escrita essa série, cara, vai se ferrar, cara, é muito bom.
Eu não queria terminar aqui antes de falar um negócio também, que às vezes o pessoal tá ouvindo Ah, máfia e tal, morte. A série é muito violenta, é muito legal. A gente tá falando aqui, muito bem escrita. Todos nós 5 estamos aqui extremamente empolgados com a série. Mas eu não sou nerd de filmografia, de desenho, de foto, essas coisas assim. Mas eu achei alguns momentos da série, assim, espelhados. Eu gosto muito de simetria, eu vejo muito essa coisa da luz chegando e tal.
Cara, tinha umas horas assim que tinha um reflexo, parecia que as cenas estavam num espelho, que as coisas estavam acontecendo, sabe, lado a lado, assim, as reações. Cara, eu achei muito foda isso, cara.
Quando o Conrad e a Maeve estão presos, né, e eles vão receber visita na cadeia, fica o reflexo da pessoa e o outro do outro lado. Bem maneiro mesmo.
Alguns takes da casa também, quando eles entram assim, que as pessoas estão sentadas no sofá, aí a câmera virava, pegava no vidro da porta, e a hora que virava as pessoas estavam na mesma posição, só que espelhada, sabe, invertida ali e tal. Eu achei essa parte do Luquinhas, talvez tenha visto isso também, não sei, mas É Guy Ritchie, né, também, né, gente?
É muito, muito. Tem uma pequena pitada de Guy Ritchie lá, que é o movimento de câmera. Às vezes tinha takes que ele ia mostrar dois planos diferentes, e ao invés dele cortar, ele faz a câmera ir com movimento a pan, vai da esquerda para direita, e acontece uma coisa na direita, e depois na esquerda para direita volta a câmera. Outra pan, outra pan. E aí tem bastante disso também. Às vezes vai pegar um objeto, vai pegar o celular, a câmera acompanha junto.
Guy Ritchie usava a Guy Ritchie Velho Testamento usava bastante isso. Então é legal também nessa série.
E aí, aliás, o Léo falou que não entende muito de fotografia, e o Luquinhas, ele é filmmaker, é fotógrafo, editor, então ele sabe o que tá falando, tá corroborando aí, Léo.
Não, tá certo.
E depois manda o Pix aí, Luquinhas.
A gente acabou nem falando dessa parte muito técnica, montagem e tal, cinematografia e tal, mas é uma característica do Guy Ritchie, né? Então, como ele dirigiu os 2 primeiros episódios, a série inteira tem aquele tom que ele deu ali no início, né? Só que é um Guy Ritchie mais do Novo Testamento, que eu chamo, né, que ele tá mais contido e tal. Mas você vê ali essas pequenas coisas, até na própria edição. A edição tem uma agilidade ali, tem umas brincadeiras e tal.
Então é legal que ele tá ali ainda, né? Agora eu fiquei empolgado que o Caquinho falou da segunda temporada ter mais episódios com ele dirigindo, se ele vai pôr um pouquinho mais a mão ali com as características que a gente gosta tanto dele.
Eu fiquei ligado porque eu sou um cara, eu me ligo muito em simetria, sabe? Então, sei lá, eu sou um cara que vê aqueles filmes do Wes Anderson, sabe, que tem tudo retinho, tudo espelhado e tal. Cara, eu fico, eu sou o cara que tem lápis torto na mesa, eu vou lá, arrumo certinho. O Fred, a gente tem a mesma doença, eu acho, né, de arrumar as coisas, simetria bonitinho, quadradinho.
Ah, então você gosta tudo arrumadinhas aí, que bonito.
Aí quando eu vi essas cenas assim, que eu vi essas espelhagens, né, essas coisas assim de luz, eu falei, nossa, não é só uma série de máfia, é um negócio, sabe? A minha referência de Guy Ritchie também vem mais de Snatch, não vi tanta coisa assim.
Mas cara, eu fiquei tudo alinhadinho nessa série, admirado. Fora, voltando aqui, fazendo callback, vocês falaram que os títulos são nomes de música, a trilha sonora também, um absurdo, né?
Tanto da abertura cultura.
É muito bom aquele rock sujão, bem inglêsão assim. E aí a própria série, ela tem a trilha sonora incidental mais de espionagem, mais contida assim, mas quando entra rock, quando entra as músicas mesmo, aí, putz, é um contraste bonito demais.
Não, cara, é uma pérola, é uma pérola escondida, literalmente, cara. Eu fiquei feliz para caraca de conhecer essa série. Tipo assim, jabá fácil de fazer para Monteflores demais.
Obrigado por ter indicado, né?
Obrigado por ter indicado, estou passando adiante essa empolgação para todo mundo. Porque é isso, ela fora do eixo, ela não tá no Emmy, né? Por exemplo, é uma série britânica, entendeu? Não é a série de Hollywood, sabe, aquele padrãozão.
Isso é até uma característica interessante, né? Porque os locais, né, que a gente vê não são costumeiros como a gente tá acostumado, que a maior parte das séries se passam nos Estados Unidos e tal. E essa é bem Londres, e não só região central, mas subúrbios e outras regiões, né, portuárias e tal. Mas principalmente a forma deles falarem, eles usam muita gíria inglesa, caraca, que às vezes é difícil entender o que que significa as coisas que eles estão falando, sabe?
Tipo assim, gírias que são muito fora. A legenda em português ajuda muitíssimo, mas se você tiver prestando atenção no inglês deles, é muito fora do usual e do contexto para gente, sabe?
Que eu vi na Paramount Plus gringa, e aí eu só tinha legenda em inglês para mim. E aí o contexto vai para o brejo, porque a legenda tá, é, gírias inglesas que são diferentes.
Mas é maneiro porque te leva para esse lugar que é meio alienígena quando a gente tá vendo coisa de máfia, porque a gente tá acostumado a ver ítalo-americana, ítalo-americana, exatamente.
Então é muito maneiro assim, mas quem viu filme do Guy Ritchie já sabe, já tem uma pitada disso, uma pitada disso e tal.
É, mas é porque normalmente os filmes do Guy Ritchie eles têm aquele alívio cômico, né? Coisa que essa série não tem. Ela é 100% tensa, séria, sinistra, sabe? Não tem nenhum momento para você relaxar e falar, uhu, que engraçado. Não tem, mano.
Então até eu brinquei do Guy Ritchie do Velho Testamento, do Novo Testamento, mas o Guy Ritchie dos últimos filmes, ele tá nessa pegada séria. Então o próprio, aquele Covenant também, que é um filme bem legal com o Jake Gyllenhaal. Aí tem aquele filme que eu esqueci o nome agora, que é com o Jason Statham também, que é do Guy Ritchie, que é de um assalto a um carro-forte também. É um filme sério. Então assim, ele tá indo nessa, né?
Então essa série tem muito a ver com ele, desse Garrick Novo Testamento aí. Mas eu gosto muito mais do... Aliás, eu gosto do Garrick dos dois testamentos, mas eu gosto bastante do Velho Testamento, que tinha essa pegada cômica.
Tu gosta da Bíblia toda, a Bíblia toda.
A Bíblia toda.
Cara, na moral, todos os episódios acima de 8 no IMDb. Só o episódio 4 que é 7,9, que eu não sei por quê, porque é o episódio da espetada puncher, que eu achei foda pra caralho. Foi uma surpresa pra mim, cara. E eu tô muito, muito feliz. Vou maratonar agora a segunda temporada quando sair. A Paramount precisa dar um tostão.
Eu vou...
Também, se quiser dar, ninguém reclama, vai.
Se quiser também liberar para a gente assistir os episódios antes, porque vai sair um por semana.
É, porra, brother! Não, maravilhoso.
Não precisa pagar um tostão, mas se quiser também.
Não, fiquei muito feliz. Puta descoberta, sabe, de série. Mas eu adoro quando eu descubro coisas que não estavam no meu radar. E aí pronto, tô apaixonado agora. E até lá. Sopranos é série de cabeceira que eu vou esperar cada temporada. Que bom que vai ter a terceira temporada, excelente. Que bom que o Tom Hardy tá de bem, que todo mundo— mas, cara, é foda. Elenco foda: Tom Hardy, Pierce Brosnan, Helen Mirren, Tondurinho, Fardelinho.
Caraca, brother, esses caras, eles carregam muito essa série, cara. O Pierce Brosnan, cara, com cara de, sabe, com aquele óculos meio escuro dele, meio amarelado. Porra, cara, você acredita? Cadê o James Sumiu. Porque, cara, James Bond fica muito marcado a carreira de ator.
Você sabe que o James Bond, se viver até a idade que o Pierce Brosnan tá, acho que dá uma despirocada igual, né?
Caraca, a gente pode acreditar que é. James Bond do GoldenEye, puta que pariu!
Vou falar que James Bond dá muito uma pirocada do que eu. Isso eu te garanto.
Este Nerdcast foi editado por Radiofobia Podcast e Multimídia.