Episódios de NerdCast

NerdCast 1031 - O Justiceiro Uma Última Morte: Mas Tinha Que Ser a do Cachorro?

22 de maio de 20261h19min
0:00 / 1:19:34

Lambda lambda lambda, nerds! Se você está se perguntando por que este NerdCast foi feito, sinceramente, a gente também! Mas ei, ALEXANDRE OTTONI está de volta à cultura pop, isso conta pra algo, né?! 

Neste episódio, chamamos Natália Kreuser, Marcelo Bassoli e o eterno otimista Carlos Voltor para falar sobre O Justiceiro: Uma Última Morte, o curta/episódio/apresentação especial da Marvel que trouxe nosso amado Frank Castle de volta, mas... precisava?

Contabilizei

Hostinger

Dia da Toalha 2026

CITADO NA LEITURA DE E-MAILS

Curta metragem "EMERGÊNCIA!", baseado em leitura de e-mails do NC: https://www.youtube.com/watch?v=IWAkASpKk6E

CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD

E-MAILS

Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br

APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store

ARTE DA VITRINE: Randall Random

EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA

Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Participantes neste episódio3
A

Alottoni

HostPodcaster
C

Carlos Voltor

ConvidadoPodcaster
N

Natália Kreuser

Convidado
Assuntos7
  • O Justiceiro: Uma Última MorteFrank Castle · Marvel Studios · O Justiceiro: Uma Última Morte · Violência e trauma · Adaptação de quadrinhos · Transição de personagem
  • Demolidor: RenascidoMatt Murdock · Wilson Fisk · Karen Page · Foggy Nelson · Demolidor: Renascido · Identidade secreta · Julgamento no tribunal · Ciclo vicioso
  • Universo Cinematográfico Marvel (MCU)Homem-Aranha · Quarteto Fantástico · Vingadores · Doutor Destino · Wandavision · Conexão entre séries e filmes · Futuro do Punisher no MCU
  • 20 anos de NerdcastRogério Bastos · NerdCast 20 Anos - História e Marcos · Pouso de emergência em Guarulhos · Histórias reais em filmes
  • Jovem Nerd Esporte ClubeGuia da Copa · Análise de seleções · Programas diários durante a Copa
  • Dia da Toalha 2026Fernando Caruso · Marcelo Bassoli · Concurso cultural de toalhas · Live no YouTube
  • Dia dos NamoradosEnvio de e-mails para histórias · Histórias bizarras e engraçadas
Transcrição203 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Você está ouvindo Nerdcast, no Jovem Nerd.

Vamos lá, vamos lá, vamos lá, nerds! Aqui é o Alexandre Ottoni do Jovem Nerd e assim como o Frank Castle, eu não tenho nada a dizer. Eu sou a Natália Kreuzer e olha, eu posso dar golpes baixos diferente de Frank Castle que dá muitos golpes fortes maravilhosos, né? Gente, o homem trabalha. E grita. E grita. Faz o ovo. Aqui é Carlos Volta.

É assim, Carlos, você tem que ir pro céu da boca. É isso aí. Aqui é o Marcelo e... Aqui é o Azaghal e eu preferia ver o filme do Thomas James. Muito bem, nerds! Eu não sei por que esse Nerdcast existe. Eu vou explicar por que.

Eu não tava com vontade de fazer, porque eu não vi sentido. Mas aí eu vi o... Fui falar com o Carlos, o Carlos sempre otimista. Ah, normal, o Carlos sempre otimista. Mas aí eu vi o vídeo da Natália. Aí eu falei, calma. Então temos que conversar sobre o assunto. Tem mais outra pessoa que gostou. Vamos botar ordem nessa casa, Natália. Vamos botar ordem nessa casa. A gente vai finalmente fazer um filme de boneco um debate aqui. E-mails. Canelada.

Muito bem, Zé Calvão! Espera mais uma semana de mês encanalada da Zona, hora do cast! Vamos! Atenção você que precisa de um CNPJ. Você, eu, empresário? Olha só, professor, eu tô falando... Gente, médico, advogado, engenheiro, tem muita gente arquiteta que trabalha em certos projetos, tem que ter o CNPJ, bem normal isso, na vida de qualquer pessoa.

Mas existem casos que a pessoa fala assim, pô, eu não quero abrir empresa e fazer isso e tal, não sei o que. Eu vou pagar imposto de renda na pessoa física mesmo. E cara, esse imposto de pessoa física pode chegar até 27,5%. Então você pode estar pagando muito imposto, na parte que você não precisava se você tivesse um CNPJ.

Pra facilitar a tua vida, pra não ser tão burocrático, pra você abrir empresa. Não é burocrático, gente. Contabilizei, tem mais de 100 mil clientes resolvendo contabilidade de um jeito mega simples. Você pode ter seu CNPJ pronto em poucos dias, sem sair de casa, com suporte em cada etapa do processo. Você pode acompanhar tudo pelo celular, 24 horas por dia, emitir nota fiscal pelo WhatsApp, em segundos, tirar dúvidas até as 10 da noite. Cara, é isso. Contabilizei. Até as 10 da noite? É.

Aí sim. Os planos começam a partir de R$195 por mês, usando o cupom NERDCAST, você ganha a segunda mensalidade grátis para você, a sua eu presa, começar a crescer. Ou para qualquer outro tipo de empreendimento, qualquer coisa que necessite de suporte a CNPJ. Quero abrir uma empresa, preciso de um novo CNPJ. Quero resolver minha contabilidade, todas as facilidades. Contabilizei. Tem link aí no post, vai conhecer.

E já que você vai abrir sua empresa, você vai ter o seu site. Você vai usar Hostinger Horizons, Azaghal. Soluções completas. Olha só, Hostinger é uma empresa sólida, presente em mais de 150 países, com mais de 20 anos de experiência. Aliás, estamos juntos, Hostinger. Nerdcast 20 anos. Hostinger 20 anos.

Caraca, olha aí. Somos contemporâneos. Começou junto com o Nerdcast. Olha aí que beleza. E tamo aqui junto. São mais de 3 milhões e meio de clientes no mundo. Mais de 700 mil clientes só no Brasil. Olha só. É bem pouca gente não, cara. Olha só. A HostGuer tá lá pra você configurar a hospedagem do seu site, domina, e-mail. Tudo você resolve em poucos cliques. Você sabe que essas ferramentas de hosting sempre ofereceram formas fáceis de você criar seu site, suas aplicações, etc. Qualquer coisa que você queira hostear. E HostGuer Horizons.

é essa infraestrutura com inteligência artificial para que você possa customizar ainda mais essas ferramentas. Antigamente, você ficava no drag and drop, sabe? Você vai, ah, eu quero botar o título desse tamanho, etc. E agora, você pode promptear, entendeu? Criar o seu site. Por exemplo, você vai, as a gal, imprimir miniatura e pintar miniatura e vender. Ah, eu quero uma página, criar um site que tenha as miniaturas.

miniatórias em display e uma página de compras. Você pode promptear isso e aí a Rostiguer vai criando tudo pra você. Você vai, ah, e aí, ah, quero editar, quero ajustar, quero criar uma página que compra e venda. Você pode criar aplicações, não só a página. Excelente, hein? Não só websites simples, entendeu? Tô querendo dizer que é isso. É soluções customizadas e a sendo usada como ferramenta de complemento do seu trabalho pra você começar!

os seus empreendimentos na web com o Hostinger. Aproveita cupom JOVENNERD com 10% de desconto. Tem link aí na descrição. O Jovem Nerd tem dois avisos aqui da casa. Aham. O primeiro é dia da toalha. Ruts! Tá chegando. Segunda-feira agora é dia 25 de maio, Azaghal. Dia da toalha. Não me venha com essa palhaçada de dia do orgulho nerd.

Aqui sempre foi e sempre será Dia da Toalha. Então a gente vai fazer essa live para comemorar a Nerdice. E a gente está chamando vocês para participar de duas maneiras. A primeira delas, a mais simples é...

Assistir a live com a gente, junto com o Fernando Caruso, nerdasso. E Marcelo Bassori, também super nerd. Mas, além disso, além de participar e interagir durante a live com a gente, a gente está fazendo um concurso cultural, resgatando o que a gente fazia na Nerdstore. Exato. Onde você manda sua foto com o uso criativo da toalha. Exato. Se você é um nerd raiz, você sabe a importância.

importância da toalha e porque essa data existe. Exato. Mas não vai criar por IA. Não. Uma imagem, uma parada que você quiser um negócio artístico, né? Seja criativo e original. Faz você a parada. Exato. Aí você manda. Pra onde você manda? Você publica no seu Instagram, mas você bota a hashtag dia da toalha JN pra gente poder traquear. Isso. E pegar. E aí? A galera pediu pra vocês seguirem também o perfil do Jovem Nerd no Instagram, obviamente. E o perfil Jovem Nerd Universe também no Instagram. Isso.

Segue esses dois perfis e bota a hashtag dia da toalha JN. Aí a gente vai fazer um short list. Isso. Que a gente vai mostrar na live. E aí a galera vai decidir o primeiro ou o segundo e o terceiro lugar. E aí que tá. O primeiro e o segundo e o terceiro lugar terão recompensas, prêmios. Ô, ô. Né? Ó, o terceiro lugar ganha uma camiseta da Nestore.

O segundo lugar ganha o pijama da Nestor. Excelente. Você sabe que tem versão com bermuda e calça comprida. Você pode escolher os priorentos. E o primeiro lugar ganha o moletom Nestor, mais uma estátua Iron Studios 1.10. Toma-lhe! 1.10 é a escala da estátua. Isso, exato. A escala famosa da Iron é 1 para 10.

Uma estátua era um surto, né? Capricha, porque tem breve e tem, em primeiro lugar, é uma estátua era um surto. É brincadeira, não. É moletona, é só também. Mas então, segunda-feira, dia 25 de maio, vamos estar juntos falando de muita nerdice. A partir das sete da noite. No nosso canal do YouTube do Jovem Nerd. Já bota aí, bota o sininho, aquele sininho. Vai o sininho pra você lembrar, bota o alarme.

E manda a sua foto. Isso. Manda a sua foto de uso criativo da toalha. Isso. No seu Instagram com a hashtag de a toalha JN. Segue Jovem Nerd. Segue Jovem Nerd Universe no Instagram. Boa. A gente se vê lá. Além disso, está chegando também o dia dos namorados.

Já, tá quase lá. Tá no metade do ano já, mano. Já, já passou. E aí, caso seja de seu interesse, mande um e-mail para nerdcast.com.br trazendo sua demanda ou sua história. Se você está em busca de alguém, você manda dizendo, procura um menino, menina, etc. Se você tem uma história, você bota lá. Dia dos Namorados, bizarro, engraçado, sinistro, complicado.

Traga suas demandas. Sem fanfic. Sem fanfic. Não me invita fanfic. Mas mande para nerdcast.com.br e coloca lá no assunto. Você coloca dia dos namorados e tracinho o que é para facilitar a triagem aqui do nosso lado. Isso. Excelente. E se vocês não quiser ouvir os recados e e-mails do último Nerdcast sobre Demônio e Daruf, pode pular direto na hora de Vara. 22 minutos e 56 anti-heróis.

Quero agradecer os Nessos que doam o sangue e salvaram vidas! Victor Hugo Rocha, Leonardo Melati, Matheus Teles Catarino e Natália Mayners. Muito obrigado, galera. E tem um pedido de doação para a Juan Lincoln Souza na Fundação Emopa, em Marabá, Pará. Quem tiver aí e puder ajudar, tem informações aí no post. Todo pedido de doação nominal é urgente. Você vai salvar vidas. Muito, muito obrigado, galera.

Bom, agora, Zagal, eu... Você vai, mas você volta. Eu vou, mas eu volto. Porque eu não tenho... Eu não vi o Demolidor hoje. Eu tô demais. Tô atrasado e tudo. Mas vai vir The Boys, eu vou estar no The Boys. Ah, mas eu vou chamar aqui, ó. Marcelo Bassoli pra ler aqui com a gente. Por favor. Mas aí você volta pra ler o de 20 anos. Ah, tá bom. Vai, vai. Não quero spoiler. Vê, Marcelo.

Marcelo, o Alexandre saiu pra não tomar spoiler de Demolidor provavelmente ele nunca vai assistir Pois é na verdade ele viu a primeira temporada e nem lembrava, né? que quem sabe mais? É isso ainda Mas ele tá aí pra falar de Punisher que não estava na temporada de Demolidor a gente tem dois e-mails pra ler aqui pra tentar descobrir porque que o Punisher não tava na temporada de Demolidor a gente já descobriu na verdade Exato

Marcelo Santos, 39 anos Técnico em Fabricação Digital Arquiteto Urbanista Cidade Patos de Minas Minas Gerais Cabaritado, capacitado Exato, pra falar de cidade Mas city

Cara urbanista. Bom dia, boa tarde, boa noite, caros nerds. Gostaria de contribuir com alguns pontos sobre minha percepção da temporada 2 de Demolidor Renascido. Para mim, esta foi uma temporada muito positiva, mas que, concordo, causa sentimentos conflitantes por ter muitos momentos que remetem a um e lá vamos nós de novo. É, então, cara.

O cara foi, ele foi, como é que chama? Vaselina aqui. Pois é. Ele fez carinho na gente, mas discordou, discordou concordando. Exato, exato. Mas é isso, tipo, é aquilo que a gente falou, é um ciclo vicioso essa série Demolidor. Tudo acontece e não se resolve e fica... Enfim, ele continua aqui. Diferente de vocês, as resoluções da temporada funcionam muito bem pra mim. Achei coerentes os destinos de personagens como o Capacho do Prefeito, o Hugo Gordinho. Porra, coitado Gordinho, cara, filho do soprano lá, cara.

Mas eu acho que você também gostou só porque ele é filho do Soprano. Porque ele não é tão bom assim, não é um baita personagem. Então, mas eu achei porque ele é esse cara que vai... É um lambi-saco que vai grudando no cara. Só que ele não é tão ruim quanto os caras. Ele fica seduzido pelo poder. E no final ele viu, ele fez merda. Me metiu numa parada que eu não tanco. Ele não é bandido. Ele não era bandido. Sabe qual é? É, é.

Ele era o Zé Mané mesmo. Ele era sabor bandido, não é assim que fala agora? É assim, é assim. Bom, mas enfim, falando do capacho do prefeito aqui, né? Personagem que não consegui outra percepção que não a de um Gen Z extremamente equivocado na vida e na profissão. Exato.

Exatamente isso, perfeito. Exato, mas quem que não tá equivocado na vida e na produção? Algumas excepções, claro, como incompreensível personagem de Matthew Lillard. É, cara, eu não gostei desse personagem também, cara. Não vou dizer que eu tô com o Tarantino, porque aí não é o caso. Mas isso aí foi munição pra caralho pro Tarantino.

Foi, foi, foi. É que provavelmente o Tarantino não assiste Demolidor Renascido. Duvido, cara, duvido. Se bem que ele falou outro dia que tinha um filme que a gente odeia, que ele acha incrível, né? Qual que era? Enfim, não vou lembrar agora. Highlander 2. Não, não.

Esse não. Ele segue aqui. Indo direto para o episódio final. É, porque é o que todo mundo faz, né? A gente mesmo vai pro final logo, porque é o que interessa. O julgamento de Keren foi de fato ponto alto, pois trouxe um clímax ao jogo de xadrez entre Fisk e Murdoch e em relação ao trunfo de informação que um guardava em relação ao outro.

Então, mas aí que tá, eu discordo dele Porque não tinha trunfo nenhum O trunfo era só do prefeito, do Fiske Mas não é, porque assim, ele sabia Mas se ele fala que ele era o demolidor Ele acaba de botar uma testemunha no caso Porque o demolidor estava no barco, né?

naquele momento, mas em toda a vida anterior, não, né? Ah, sim, mas naquele momento ele ia lascar o Fisk, né? Porque ele tava trazendo uma testemunha que, em teoria, não existia mais. Mas aí o próprio Demolidor fez isso. Enfim, eu acho assim, de tudo que foi ruim, essa parte é realmente o mais...

legal mesmo. Acho que foi um julgamento honesto, digamos assim. Mas ele continua aqui, ó. Sobre esse ponto, eu não enxergo a relutância de Fisk em expor a identidade do Demolidor como um simples x-t vilanesco. Fisk, assim como Murdoch, sabia que ao expor um, puxaria o outro, e que usando de maneira errada, tal revelação só traria prejuízo. Então, isso eu já não sei também, cara. Eu acho que tem mais essa parada que você mesmo comentou no cast, que é, tipo, fica esse respeito mútuo.

É, exato. Entre os dois, que, porra, eu acho que é uma parada que não tem nada a ver, assim, sabe? Tá respeitando esse assassino? Tá maluco, cara. Que isso? Exato, cara. Porra. Aí fica jogando tudo em culpa cristã? Porra, vai tomar banho. Vai ler a Bíblia do Batman, pelo amor de Deus, cara.

Pô, podia ter a Bíblia do Demolidor, né, cara? Muito mais perente, inclusive. Ah, Embraile, né? Embraile, exato. Pô, excelente. É a Bíblia do Eli, né, cara? Olha, eu lembro de Eli, muito bom. Seguindo aqui. Exposto como Demolidor, Matt estaria sujeito às leis de restrição a vigilantes, mas isso colocaria em posição de testemunha válida. É, que é o que a gente falou aqui, né? Para expor os esquemas do rei do crime. Então, quando o desenrolar ocorre no tribunal, Matt vence o duelo de timing ao lançar o trufo no tempo certo, enquanto Fiske ainda hesitava.

Nesse ponto, inclusive, vocês desgostaram da revelação e a compararam à de Tony Stark e do icônico Eu Sou o Homem de Ferro. No meu ver, essa não é uma comparação indesejada ou prejudicial. Pelo contrário, ela não só é inevitável como intencional. Ah, mas é outro clima, né, cara? É totalmente... Tá, mas eu não sei, é porque o nosso amigo aqui não é advogado.

Porque eu não sei nem se esse testemunho, e ele sendo advogado e parte interessada, se ele pode ser a testemunha. Eu não sei se legalmente ele pode ser. Ele fala, gente, eu sou demoledor e eu sou testemunha. Eu não sei se funciona isso legalmente.

E ele jogar, tipo assim, o cara falar, ah, eu sou o Ronaldinho e dá duas embaixadas, não prova nada pra ninguém, né, cara? Tipo, ele jogou o bastão, quicou duas vezes, ah, é ele mesmo. Ao colocar a fala no mesmo molde, percebi a intenção de causar esse choque gritante de impacto.

pois estamos em um contexto diferente em múltiplas camadas. Tony era um milionário, em uma época onde os super seres mal habitavam nos bastidores. Não havia leis nem preocupação estabelecida. Ou seja, ele tinha toda vantagem, pois seu status prestígio junto ao ambiente militar o blindaram tanto quanto foi possível contra os critérios legais da identidade que ele criou. Matt

Por outro lado, o fazem um tempo onde tudo está contra ele, que poderia até mesmo receber voz de prisão sem sequer ser ouvido. Isso engrandece seu sacrifício, mas é preciso entender que esse sacrifício só deu certo graças ao desgaste de Fisk e ao respeito ocasional que ele, Matt, angariou ali mesmo ao longo do seu interrogatório. É, essa perspectiva que ele traz aqui eu achei interessante mesmo, né? O Tony não tinha meio que nada a perder ali, né? Ele tava fazendo mais por vaidade, né? Digamos assim. Sim, com certeza.

Aqui o Matt fez por necessidade, né? É diferente, assim, né? O próprio Homem-Aranha, né? Também, quando foi revelada... Tudo bem, que não foi nada igual, assim, né? Mas foi revelada contra a vontade dele, né? Um terceiro revelou a identidade dele também. Então são três momentos bem diferentes aí de revelação. Sobre o futuro do personagem, eu penso que assim como ele teve após duas temporadas da Netflix...

um espaço para a série conjuntal dos Defensores, aqui também é um momento interessante para sair um pouco desse ambiente íntimo do Demolibidor suburbano. Como bem lembrado, a linha do tempo de acontecimentos nessa saga multiversal ainda é um elemento a ser desvendado, para sabermos em que momento se deu a escapada de Matt com Ash-Hulk, por exemplo.

Eu acho que o Shihuki não existe nesse universo. Eu acho que eles desencanaram, só isso. Não, e certamente foi antes, né? Tipo assim, ele não foi sair com a Shihuki nesse momento de caos aí desde a primeira temporada, né? Eu acho que eles fingem que não aconteceu. De verdade.

É, é muito mais fácil. É mais fácil mesmo. E gostaria de ver isso como um grande ponto de convergência. Provavelmente o filme... Não, não vai ter, cara. O filme do Dungeons & Dragons, os caras, tem muita coisa pra falar do que Demolidor. Ah, tem muito herói. Tem X-Men. Só de X-Men, cara. É, cara. Putz.

Quarteto Fantástico, X-Men, Vingadores. Vingadores. A gente nem sabe quem é, né? Os Vingadores nem... Não vai ter, cara. O próprio Dr. Doom, cara. A gente descobriu antes a seleção do Brasil na Copa do que a escalação do Doom e dos Vingadores, cara. Cadê esse trailer, hein, cara? Pelo amor de Deus. Você não tem nenhuma interna aí, não, Marcelo? Não tenho, cara. Não tenho. Saiu só naquele CinemaCon lá. Romariz, viu? O resto ficou chupando o dedo.

Que pariu. E, supondo que ele seja um evento catastrófico, seria legal ver uma turma low profile de ter de segurar as pontas de seja lá qual for o estado do Dr. Destino vier a deixar o mundo, enquanto os Vingadores, Quarteto e outros estiverem fora de jogo. Nesse sentido, um novo grupo de defensor... É, então, mas precisa ver se vai rolar. É, aí ele já tá supondo demais. Eu não sei. Eu juro pra você que a última coisa que eu quero ver hoje é uma série dos defensores, cara. Eu não tenho a menor vontade. Nossa, nem eu. Eu não tenho a menor vontade.

Luan Coelho, 24 anos, universitário. Universitário. Que isso? Eu não sei, cara. Universitário. Berlim do Pará. Apesar do final ou a forma que o desfecho foi conduzido ter dividido opiniões do programa, creio que o saldo de Demolidor Renascido seja promissor. Eu fico feliz pras pessoas que enxergam... Exato. O que que deu... Vamos ver. Vamos ver o que ele acha que é promissor.

Mas eles são mais felizes que a gente, cara. A gente é amargo. Caquinho é muito feliz também, cara. Ele continua aqui, ó. Pra mim, a temporada foi melhor que a primeira. Ok, também concordo. Mas até aí... Pois é. Mas não por causa do Muridou, por causa do buzai lá, né? Do mercenário. Exato. Não, porque a primeira foi um lixo, né, cara? Foi muito ruim também, né?

E diria, ao menos, parte das ideias propostas são bastante possíveis, mas tem precedentes nos quadrinhos e podem até ser usados na série, construindo um foco para o sobrenatural. Ah, não, não, não. Cara, mas, ó, sabe o que eu tava pensando? A gente comentou isso, né? Ah, porra, traz o motoqueiro fantasma e tal. Isso. Cara, mas, olha só, não seria interessante, cara, o Mephisto? Agora falando sério mesmo. Nossa senhora, meteu o Mephisto. Não, não.

esquece o Mephisto do Sacha Baranconi eu nem lembro que série que ele apareceu mais eu nem assisti essa série mas assim, mesmo se for ele o ator ele é um bom ator, né cara não seria interessante trazer então já essa porra dessa culpa cristã o cara é o diabo o cara se vede

Então troca ideia com o diabo então. Olha, cara, eu gostei. Traz o diabo então pra ser seu vilão logo de uma vez, já que você é... Eu gostei o diabo tentando o diabo de Hell's Kitchen, cara. Exato, cara. E o cara com o negócio de ser cristão, da fé, da culpa cristã e o diabo... Boa, pode ser interessante, realmente. Uma parada meio coração satânico, né? É.

Então, sei lá, cara, eu acho que daria pra fazer uma parada interessante. É, como que é? Veja, mas não toque. Toque? Aham. Mas, sabe, ó, linguinha, dedinho na água, acho que podia. Tu me convenceu. Faz sentido. É um caminho melhor do que o que a gente tá agora, que a gente não aguenta mais também, né? É um caminho, poderia envolver também o motoqueiro fantasma, né, como um cara que... Sim, aí vira loucura sobrenatural no máximo.

Não, então, mas imagina ele, que é tão mundano, né? Revendo os conceitos dele, tipo assim, puta, realmente, o demônio existe, o cara tá aqui do meu lado, né, cara? Isso é, cara, seria maneiro, cara, seria maneiro. Pode ser bom. Ele continua aqui, ó. Pelas gravações, os cenários da terceira temporada ainda parecem ser Nova York. Os roteiristas podem se inspirar tanto na fase do escritor Brian Michael Bendis ou na posterior. Ambas lidam com o demolidor, tendo a identidade pública.

Há rumores que a Electra vai voltar. E para a infelicidade do Sr. K, Danny Rand, o punho de ferro também. Não, não é possível, cara. Não, não, peraí. Não é a infelicidade do Sr. K, é a infelicidade da nação, de tudo e todo. Quem que tá feliz com isso, cara? E ele diz que já tem foto de bastidores dele. Puta, né? Não vou nem procurar, cara.

Aí fudeu. A gente deu uma ideia tão boa aqui. Disney, Marvel, escuta o que a gente falou aqui. A gente deu uma ideia ótima. Eu não, Marcelo deu uma ideia maravilhosa aqui do Mephisto. Os caras já foram pro outro lado aqui. Trouxeram o Danny Rand, cara. Não sei, cara. Porra, eu gostei muito da ideia que você deu aí do Mephisto, cara. Seria maneiro pra caramba. Agora eu quero essa série. Agora você quer a quarta temporada, então. Porque na terceira a gente já viu que não vai dar. Na terceira fudeu.

Entretanto, ele continua Destaco um ponto importante Randy pode vir não como punho de ferro Mas sim substituindo o Matt Murdock Como demolidor por um tempo Ai não, que bosta Ah, é porque tipo nos quadrinhos Tem uma época que ele realmente Substitui o demolidor pra provar Que o Matt Murdock não é o demolidor, entendeu? Tipo assim

justamente porque jogar a porra do bastão pela parede não prova nada, né, cara? Se tem um outro cara vestido, ah, então você não é. O que também não prova que ele não é, porque pode ser só um outro cara vestido, né? Mas enfim, isso rola nos quadrinhos mesmo. E ele finaliza aqui, ó. Rand é um dos personagens recorrentes desse período, e após Fiske sair da prefeitura nos quadrinhos, Luke Cage chega a construir sua própria candidatura e vira prefeito da cidade.

Olha aí! Acho que esses são ângulos onde os dois poderiam funcionar bem. Ai, eu odeio essa ideia.

Eu não quero saber desses cara defensores, pô de ferro, Luke Cage. Não dá. Eu quero essa história. Demolidor, Mephisto, Motoqueiro Fantasma. Puta, eu adorei essa ideia, cara. Deve ter algum quadrinho já com essa história aí. Vou procurar pra ler. Ah, é o mínimo? Não conheço, mas deve ter, cara. Deve ter. Espero que... Pergunta pro Carlos. É, pode crer.

Porra, agora eu não quero outro. Ah, que posta. Bem, vou cancelar minha assinatura aí do Diner Plus por um tempo mesmo. Não tem jeito. Valeu, Marcelo. Agora o Alexandre volta pra ler o e-mail de 20 anos de Nerdcast. Valeu, fique com a maravilhosa Nerdcast de Punisher. O punidor. Aproveitando, você tá aqui, Marcelo. Antes da gente ficar com o Nerdcast de Punisher, faz o jabá aí do JNEC.

Ah, é verdade, Azaghal. Inclusive, né, nessa última semana, nessa semana que estamos gravando aqui, o senhor foi o participante ilustre ali do Jotanek. Brilhei. Pode falar que eu brilhei. Brilhou, trouxe informações relevantes, estava pautado, não veio despreparado para o debate.

Então, mas o ponto mais interessante é eu não me preparei, eu já estava preparado. Ah, entendi. A vida me preparou. Entendi, entendi. Não, mas pô, você sabia os times dos grupos, pelo menos. Você tinha uma listinha ali da galera. Ah, sim, eu vou abrir uma tabela aqui, né?

Você sabia quando o Brasil ia jogar de sexta à noite, de sábado. Porque isso é uma sacanagem inacreditável com o povo brasileiro. É foda, é foda. Mas a gente está fazendo um programa por semana nesse pré-copa, falando de dois grupos por semana, analisando os uniformes dos times, as seleções, o que a gente espera.

Agora as escalações, né? Exatamente. Nesse último programa, a gente fez um adendo já breve sobre a escalação, a convocação do Brasil que rolou na segunda-feira. Mas a gente vai abordar isso num programa, no último programa desse pré-copa, que é só sobre a seleção brasileira. Então ainda faltam os últimos dois grupos. Na verdade, faltam dois programas e aí esse da seleção brasileira. E durante a Copa, a gente vai fazer programas diários ali, né?

Todos os dias que tiverem jogos pra falar da rodada e tudo mais. No feed do Jovem Nerd Esporte Clube, em qualquer agregador de podcast,

e no YouTube também. E no YouTube vocês podem nos ver, assim como no Spotify, no Jovem Nerd Esporte Clube. Isso. Quem tá seguindo pelo feed do Nerdcast, igual que a gente tá aqui, vai só durante esse pré-copa, que é o Guia da Copa. Depois disso, os programas diários só lá no feed do Jovem Nerd Esporte Clube.

Pronto, voltei. Quero ler o e-mail dos 20 anos de Nerdcast que a gente tá lendo toda semana aqui. Não esquece, você tem uma história onde o Nerdcast interagiu com a sua vida de uma forma significativa, você achava muito foda e tal. Conta pra gente aqui, cara. Exato. Manda pra nerdcast.com.br

E quem mandou foi o Léo Kaufmann, 45 anos, editor de imagens e futuro, cineasta, São Paulo, capital. Olha aí. Olha aí. Vim contar como o nosso querido, saudoso amigo Adolfo Paiva. Nossa. Meu querido Adolfo. Esse mesmo dono do Jeep, Abigail. Nossa, cara. Esse foi uma vítima do Covid, né?

Pois é, pois é. Tristeza, cara. Ele tinha um jipe Abigail, jipe original de 1942, Segunda Guerra Mundial. O exército americano era muito foda. Foi me buscar no aeroporto Galeão de jipe. Foi a travessia da linha vermelha mais assustadora da minha vida, porque não tinha cinto segura, não tinha capota. A gente foi com ele. Eu, Almondegui e Sr. K. Vamos até o White House.

Vocês pegaram a adulta. Vocês tão loucos. Nossa, cara. Porra, eu vou te falar. Adolfo era gente boa demais. Muito gente boa. Muita saudade. Bom, ele falou que o Adolfo Paiva me apresentou ao mundo jovem nerd. E de como nós criamos um filme baseado em um relato contado há mais de 10 anos atrás em uma canelada do Nerdcast. Quê? Como vocês sabem, o Adolfo era uma ficcionada pela história da Segunda Guerra Mundial. E gostaria de compartilhar com vocês um pouco da minha história com esse nerd que nos deixa muita saudade.

Com certeza. Conheci Adolfo trabalhando na Globosat. Isso, ele trabalhava na Globosat. E logo entendi sua fascinação pelo conflito. Seu pai, Aldo, lutou na Itália por esse motivo. E ele tinha uma ligação tão forte com o tema. Por conta disso, acabou adquirindo um Jeep Willys de 1945. Ah, não era de 42, era de 45. O famoso Abigail, que levou o Dave, Sr. Caio, e o Mondrian naquele rolezinho pra visitar o glorioso White House Motel. Olha aí. Tem isso aí mesmo. Tem isso?

Não, e teve outros rolês. Tem uma vez que ele foi pro You Peaks do Rio, parou lá na porta do... Andou no rolê de Jeep também. Muita coisa legal. Muita memória. Meu pai dirigiu aquele Jeep, pô. Caramba. Desde que nos conhecemos, descobrimos que tinha um interesse em comum. Fazer cinema. Depois de algumas aventuras cinematográficas, fomos atrás de outras histórias para podermos transformar em filme. E criamos o projeto Baseado em Fatos Reais.

com a ideia de buscar histórias reais e transformar em obras de ficção. Um belo dia, Adolfo mandou um link de um podcast dizendo que ali nós teríamos a história do nosso próximo filme. Cara, não conheço a história. Esse episódio era o Nerdcast 370. E se ganhássemos da loteria? Olha aí.

Eu não acredito. No tempo, 13 minutos e 45 segundos, o médico e ouvinte Luiz Gabriel Signorelli Ah, era na leitura de e-mail. Nossa. O médico e ouvinte Luiz Gabriel Signorelli conta o relato em que um paciente psiquiátrico entra em um plantão alegando ter tido um parafuso implantado em sua cabeça. Baseado nessa história, nós escrevemos o roteiro e guardamos pra um dia poder filmar. E depois de um tempo, mudei pra São Paulo pra trabalhar na Discovery Channel e nossa ideia de virar um cineasta foi ficando distante.

Aí veio a pandemia e a Covid levou embora também o nosso querido amigo Adolfo. Depois que pudemos voltar ao convívio social, resolvi estudar cinema na AIQ. Me formei... AIQ? Ou AIC? Ou pode ser AIC também, eu não sei. Ignorância minha. Me formei no final de 2023 e acabei resgatando esse coteiro que foi escrito há mais de 10 anos. Caramba. Pra ser meu TCC. Ah, muito bom. Junto com alguns amigos, finalmente gravamos o curta-metragem Emergência. Olha aí, cara.

E gostaria de compartilhar com vocês e todos os nerds para que possam conferir o resultado. Tem link aí do YouTube. Porra aí, cara. Que foda, parabéns, cara. Tenho certeza que Adolfo estaria muito orgulhoso desse nosso trabalho. Que foda. Com certeza, cara. Agora estou buscando trocar a solidão da ilha da edição pela vida turbulenta de direção e produção de cinema. E tenho certeza que tanto Adolfo quanto vocês são responsáveis por esse meu movimento de mudança. Pô, parabéns, cara. Que foda, cara.

Nunca é tarde, meu amigo. Pra começar, uma parada que você gosta pra caralho, cara. É muito foda. Muito obrigado por tudo que fizeram por mim e pelo carinho que vocês sempre tiveram com o Adolfo. Um grande abraço e espero que curta o resultado do nosso filme. Que foda, cara. Olha isso. Pense, qual foi a minha surpresa quando comecei a acompanhar os programas Nerdcast do Nerd Office e quando me deparei com o meu colega de faculdade da Universidade com C, Tiago Valenzuela!

com uma sunga de texugo vestido de várbaro. Um abraço pro Rex, o nerd mais bombado e também mais pamparrão que eu já conheci. Ah, excelente. Muito bom. Valeu, cara.

O Caquinho mandou lá no grupo, galera, assisti o Punisher e achei foda. Alguma coisa assim, né? Como isso é estranho. E aí, eu fiquei sem graça de responder que eu tinha achado uma merda. E aí eu falei, puta, nem assisti ainda. Pra não... Entendeu? Tipo assim, eu não queria desanimar o Caquinho ou abrir uma discussão no grupo. Eu simplesmente falei que eu nem tinha visto ainda. De tão ruim que eu achei. Eu não fui o único no grupo que gostou. É, não, olha.

Eu ia até perguntar aqui, será que todo mundo odiou? Eu vou ser o único ponto positivo, eu tô até feliz que eu tenho o Carlos. Eu vou te falar, eu não gostei também, eu não anudiei assim, porque eu tava tentando conectar essa série com as histórias dos stand-alone que eu lia do Punisher em quadrinhos que eram tipo assim um monte de histórias únicas, sabe? Que não é uma trama enorme e tal, é ele sempre perseguindo alguém, algum bandido, algum filho da puta que ele descobriu que não sei o que.

E aí ele se filtrando, planejando, se fudendo, voltando, não sei o que. Era meio que isso aí. Ele e o Microchip juntos. Sabe? Tipo, umas histórias muito episódicas. Ah, isso tem cara de uma história episódica, né? Eu não quis nem saber. Ah, isso tem cara de série que eles cancelaram e que eles pegaram um pedaço da série, não sei o que. Ou de um filme que ia ser. A Disney fica transformando as coisas. Série em filme. Filme em série e tal, não sei o que.

Então, assim, 50 minutos é um curta-metragem? Não chega a ser longa-metragem, né? Então, o que é isso? Parece algo que eles simplesmente jogaram pra ser um episódio de uma série, etc. No meu vídeo, eu chamei de episódio especial. Ele ficou com essa carinha, assim, pra mim. Porque ele é realmente uma passagem. Exatamente. É um período ali que vai transicionar o justiceiro que a gente viu na série do Demolidor e na série do Demolidor Born Again pro justiceiro que a gente vai começar a acompanhar nesse novo universo aí da Marvel, a partir de Homem-Aranha. Mas não era só ele ter ido no barbeiro no final?

Basicamente, basicamente Exatamente, cara, literalmente Esse episódio especial poderia ter sido Uma cena de barbeiro Achei que você ia falar que podia ser um e-mail Marcelo, eu estou fazendo upgrade Na piada, Marcelo Estou tematizando a piada Você acha que eu vou fazer uma piada barata Dessa do poderia ser um e-mail E não vou incrementar e botar um enfeite em cima Ô, Marcelo Você já fez mais que a Disney Plus

Marcelo, olha, eu tenho que te chamar... A piada foi minha, já se impulsou. Literalmente, eu acabei de falar. O quê? Eu falei que o episódio podia ter sido o Barbeiro. A piada é minha. Você falou. Você acabou de se apropriar da parada. Eu não ouvi você falar. What? Eu não falei com as palavras da minha boca esse episódio poderia ter sido o episódio Barbeiro? Não. Foi eu que falei. Toca aí, Léo. Mas não era só ele ter ido no Barbeiro? No final da semana. Não, basicamente.

E eu falei depois, é isso? Sim, senhor. Eu não ouvi você falar, não prestei atenção, eu tava tanto querendo falar isso, olha só que loucura do TDAH.

O meu ponto é que, assim, como todo barbeiro, tem os que servem chopp. Caraca! E aí, tem camadas, entendeu? Tá certo. Tem barbeiros e barbeiros. É a experiência! Como você quer se sentir com o seu novo... Esse episódio... É o visagismo. Esse episódio especial é só o Frank Castle dizendo que tipo de homem que ele quer ser agora. É basicamente isso. Não melhorou?

O que me espanta, na época que a Disney pegou, ah, vamos fazer o Born Again, Demolidor e tal, e aí trouxe de novo a atriz que faz a Vanessa, trouxe a Karen Page de novo, aí trouxe o Foggy Nelson e tal. E o Punisher também, na época, falou assim, ó, ele aceitou voltar pra ganhar esse especial, porque ele tem uma ideia na cabeça. Tipo, pelo menos, eu não sei se é verdade ou não, mas era o que eu li e lembro da época que voltou no ano passado, acho que quando voltou a série.

Só tem alguém que tá, não sei se você, Marcelo, tá mexendo alguma latinha, alguma coisa assim. Ah, fui eu aqui, sem querer. Carlos, 40 anos gravando. Literalmente, Carlos, 20 anos de curso esse ano.

E aí, cara, tem toda aquela história de, tipo, que ele chegou quando ele foi pegar o justiceiro e foi na comic shop, e aí o cara falou, não, não pega esses gibis, pega esses daqui. Eu lembro, é, ele falando isso. E eu não sei, cara, assim, eu gosto do John Bertal, acho ele maneiro. Eu gosto dele com o Punisher. Pra caralho, pra caralho. Qual que é o meu grande problema? O Punisher, ele não é um cachorro louco nos quadrinhos. Ele é um cara muito mais tático e ele planeja muito mais as ações que vai tomar, tanto que ele usa muito rifle sniper e tal.

Exato. A primeira aparição do judiceiro, ele destipe aquele, pegava o Homem-Aranha, mano. Só que cada aparição dele, e principalmente na última temporada ali do Born Again, e agora, ele é um imbecil, ele vai pra morte certa toda hora, ele não planeja nada, ele só vai, sai andando, leva tiro, leva facada, dá tiro, dá facada. Faz a colheita. Tudo bem, ele faz a colheita, eu sei, mas ele colheita de uma forma muito rudimentar.

Mas isso ele já faz desde as séries da Netflix. Então, mas foi piorando, Caquinho. Pra mim, foi piorando. Mas aí tem uma parada. Esse especial, esse episódiozinho, foi uma coisa que o Joe Beretal queria, exatamente. Isso que tu falou. Ele voltou porque ele ia ter esse especial. Só que, aparentemente, não deram espaço e verba.

deram a verba pra fazer um episódio e foi isso que ele fez, um episódio mas o problema não é a grana, assim acho que o problema não tá nos efeitos no elenco, pra mim o problema tá na história não tem história pra mim ali ele fez ali basicamente uma cena de ação isso que pra mim é o problema, assim, porque eu literalmente antes de entrar aqui, eu terminei de assistir os 10 minutos daquele curta independente que o Thomas Jane fez lá com o Paul Perlman inclusive, eu tava lembrando desse curta e...

E a cena de ação dele é maneiríssima. É uma parada totalmente baixa o orçamento, baixíssimo orçamento, low budget, e é muito legal. E aí você vai na temporada do Punisher lá, tem aquela cena que ele começa brigando no banheiro e depois vai pro bar. É uma cena de ação maneiríssima. É, a do bar é foda demais.

É assim, tem uma ação legal, uma ação super gore, né? Mostrou coisas que a Disney nunca mostrou na vida. Mas a história que conecta o ponto A ao ponto B, pra mim, é o whatever. Eu entendo que tem lá uns pontos de estresse pós-traumático. Eu até vi uns vídeos de uma galera que passou por isso e descreve os estágios. Mas não tem nada de novo. Nada que a gente não tenha visto dele. Dele ficar lembrando da família, não sei o que lá, enchendo a cara. Grupo de apoio.

Mas isso que pra mim pega nessa história. Essa história foi exatamente pra transição, cara. Porque esse justiceiro que a gente conhecia da Netflix, ele não vai mais existir, não vai ser mais aquilo. A gente vai ter agora o justiceiro que vai estar ali, nos filmes da Marvel, que apareceu o nome Aranha. E vai ter as coisas solo dele violentas. Porque eu já vejo que a próxima história dele vai ser a continuação disso aí. Vai ter outra história?

Então, a Mamma Nute, que é a personagem que aparece ali, que ele mata os filhos. A mafiosa. É, porque ela ficou viva. Tem a maior cara de intro de parada, né?

Nossa, cara, por que que não matou essa véia? Não faz sentido. Exato. Por que que a véia não matou ele? Por que que a véia não atropelou ele de carro? Então, ali é a escolha do final. O final ali era ele ir pra vingança, matar a mulher ou salvar. Não é vingança, é punição. É a maior lição do Punisher. Olha só, a gente viveu pra exaltar o Thomas Jane de Punisher.

E o Duff London Green também. Sabe qual que é o problema? E esse é um problema da Marvel. É maior. É o problema da Marvel que a gente falou na série do Demolidor agora há pouco, semana passada. Eles não concluem nada. A Mamanute ficou viva pra uma próxima temporada. O Rei do Crime ficou vivo pra uma próxima. Tipo assim, meu amigo, conclui. Peraí, peraí, peraí. Você tá me dizendo, vamos matar todos os vilões sempre? Isso era o que a gente mais reclamava em todos os times antigos? Não dá pra matar a Mamanute? Ele vai matar.

É improdutório, né? Pra ela você morre. Você queria que em 40 minutos, então, tivesse matado mais pessoas, mais ela. Ele só matou um monte de pobre. Ele matou os capangas. Não era capanga não, Caquinha. Ela botou a cabeça dele a prêmio. A galera precisa de dinheiro porque tá fudida lá. Tá todo mundo pobre, passando fome. E os caras foram atrás do cara. E ele matou todo mundo. Tudo bem, mas ainda assim, eles são a representação do que ele luta contra, né? Tipo, da violência. Eles são os assassinos.

Eles foram como assassinos. Ali eles estavam mais como pessoas desesperadas, no caso, né? Eu acho que hoje em dia, esse argumento de matar bandido de rua, sabe, os caras que mataram, as mafiosas que mataram, isso tá velho, cara. Mas aí que tá, o justiceiro não é um herói bonzinho. Você sabe o que o justiceiro tem que ser hoje em dia? Porque os quadrinhos sempre refletem a sua época, entendeu?

O judicífero tinha que estar matando o supremacista branco, tinha que estar matando o nazista, tinha que estar matando a galera que está defendendo Jim Crow, estourando a gente da ICE, libertando pessoas do campo de concentração que estão sendo aprisionadas ilegalmente, sabe? Tipo assim, os quadrinhos contam histórias contemporâneas. Se o judicífero é um herói violento...

Então, a violência dele passa a ser só um cara que a galera do estrangeiro gosta de botar o símbolo dele na... Porque ele é um cara matador, entendeu? Mata bandido bom, bandido morto. O Gilceiro não é isso mais, entendeu? Ele é uma crítica exatamente a isso. É isso que eu tô falando. Mas aí, hoje, 2026, o cara faz um especial que ele tá matando um monte de gente no Project. Sabe? Esses prédios que são, tipo, favelas verticais, etc. Essa coisa, tudo. Pô, é baixa renda, a galera mora...

pensando, porra, se você gritar e tiver alguém atrás de você, o Júcio vai atirando esse cara sem saber quem é. Entendeu? Qualquer... Tipo assim, eu já tava assim, porra, como é que esse cara tá escolhendo quem ele vai matar? Aí eu... Tá, mas isso é o que me incomodou no final, né? Porque me incomoda menos quando ele reage, que é o que aconteceu, botar a cabeça...

a cabeça dele é a prêmio. Exato. Os caras foram caçar ele e ele tava lá se defendendo e tentando defender a vizinhança. Não tava se importando muito com a vizinhança, mas foi uma consequência ali. No final ele salva a família lá do café e tal. O que me incomodou foram duas coisas na estrutura do roteiro. O começo, quando eles jogam ou matam cachorro pra fazer todo mundo ficar com raiva daquele cara e ficar triste. Porque quando mata cachorro todo mundo fica abalado. Inclusive a Catiu já dropou nesse momento.

E no final, quando ele resgata esse cara que matou o cachorro, e executa o maluco, sem ser por uma reação, né? No sentido, o cara tá batendo, tá atacando alguém, tá ameaçando a vida de alguém, ele vai lá e executa o cara que jogou o cachorro na frente do carro. Mas aí vocês estão querendo que o justiceiro não seja o justiceiro. Mas, Carlos, o justiceiro tem que se adaptar ao tempo de bom terra. Não é possível, cara. Ele vai ser o cara reativo, maluco.

Então esse é o momento exatamente que a gente tá vendo nesse episódio. O momento final na qual ele deixa a Mamadute ir embora e vai salvar o cara. Mas quando ele mata o maluco do cachorro no final, não é isso mais. Deixou de ser. Não é, não é. E ele nem sabia qual motivo. Ele olhou pro velho, o velho falou, ah, ele me tirou mais do que não sei o que, meu boné.

Aí pum, matou o cara, caralho Ah não, era só minha carteira, tirou o boné e a carteira É, ele virou juiz dread, maluco Vai no que o Alexandre falou, ele olha e o cara tem uma suástica Sei lá, cara, alguma parada assim É isso que eu tô querendo dizer Se o cara é a máquina de matar, não sei o que A gente já viu isso no No Revis, cara

Tem coisas que realmente... Não é que não precisa construir isso. Pra mim, ele sabe assim como a audiência sabe ali naquele momento, sabe? Porque o que dá a entender é que ele passa tempo suficiente ali naquela vila, que tá super violenta, e ele tá se cegando pra aquelas coisas. Mas ele já presenciou muitas coisas. Então, ele sabe quem são as pessoas que estão ali fazendo coisas. Eu não vejo como algo tão aleatório assim. Porque a gente, como audiência, sabe o que aconteceu, sabe?

Mas assim, é que a motivação eu achei tão qualquer coisa que eu acho cenas bizarras, porque ele vai lá no final, mata o cara lá todo tatuado e fica furando todos os chakras do cara. Um por um. Tá! Pum! Aqui! Você quer fazer uma parada super... Mas é porque a caneta é mais forte que a arma. Pois é! Aí é tipo assim, o cara mata com o requite cruel. Dá beleza, é o Punisher e tal, não sei o quê.

Aí, dois segundos depois, ele tá abraçando a criancinha. Ai, muito obrigado, não sei o quê. Beijinho, beijinho, papo. A criancinha tá abraçando ele. E a menina gosta dele because of reasons também, né? Tipo assim. Porque ele salvou o pai dela. Cara, essa cena pra mim, né? Mas é bizarro. Mas sabe o que que é? Não foi assim, o cara tava... Não, eles viram o cara enfiar a caneta no cara inteiro.

Devagarzinho. Um, dois, contem comigo. Três, quatro. Gostaram? Me dá um abraço aqui, criançada. Bizarro, bizarro, cara. Cara, essa cena é um resumo de como esse episódio é fora de tom. Pra mim, ele é totalmente fora de tom.

E ele é fora do tom atual que a gente tá falando aqui. A menina gostar dele, não tem motivo nenhum pra ela gostar. Aquele momento que ele acabou de ser um carniceiro em cima daquele cara. Também não era um motivo pra uma menina, tipo, de 10, 9 anos ali. Ter uma afeição, dar uma florzinha. Olha, toma aqui, você acabou de fazer o cara sangrar 10 litros de sangue.

É muito exato, cara. É que nem o Super Homem é Lois Lênin se beijando com a metade metrópole destruída atrás deles. Falar assim, caraca, que fora de tom, brother. Sabe, não é que a gente não pode, a gente pode curtir a cena violenta sinistra e tal. Não, é porque não faz nem sentido, cara. O cara acabou de matar o maluco e não é que, ah, matei o boss, acabou. Não. O negócio tá pegando fogo lá de fora ainda. A violência tá escaladíssima e a família tá ali entregando florzinha. Pô, pelo amor de Deus, gente, sai correndo mais rápido.

muito possível. Ela vai acordar todo dia de manhã olhar pra aquela bancada e lembrar daquele careca lá, ensfaqueado, cara. Exato. Puta que pariu. Tipo, ela vai ter um estresse post-traumático ali, cara, bizarro, cara. Tem um ponto que é interessante observar, que é o seguinte. A série trata no começo desse cara quebrado, cheio de trauma, com estresse post-traumático de...

guerra, de violência urbana, da assassinato da família, são todas questões ali que trazem ele. Ele usa droga, ele bebe, né? Ele tá tentando superar isso, ele vai e mata todo mundo que tava envolvido na morte da família dele e tal. E aí, no final, você reverte isso, porque você bota uma criança numa situação que vai jogar ela num transtorno mental absurdo, a violência que ela tá vendo lá de fora é sinistra, e a violência do dia a dia é complicada de se viver. Mas aquela cena de violência gore que ela viu dentro da loja do pai dela, é uma

A parada que vai jogar ela no estresse pós-traumático é um absurdo. Coisa que esse cara tá tentando se libertar a vida inteira também. Então não faz nem sentido. Acabou de presentear ela. Todos os traumas dele aí. A flozinha que ela deu para brigar. Agora também sou igual a você. Tenho um estresse pós-traumático. Vou ficar aqui o não, não, não, não, não. A garotinha vai acordar no meio da madrugada. Não, não, não, não, não, não, não.

Então a solução era o quê? Ele ter matado ele rápido? Cara, eu não sei. A solução talvez seria o roteiro de escrever outra história.

A solução, talvez, nessa cena específica, fosse a garota estar em choque, chorando, desesperada, e não celebrando ele. Eles poderiam ter construído uma relação dele com a menina um pouquinho antes também. Eles fazem isso rapidamente. Eles fazem isso muito rapidamente. Porque, exatamente, não tem tempo. Nos momentos que eles cruzam com ele no restaurante, quando ele serve ele no restaurante. Essa é a relação deles.

É, tem um Noia na loja, aí o cara fala, Noia, sai daqui. Puta, foi mal, tomou um café de graça. Essa é a construção de relação, não é? Mas essa é uma construção rápida pra dizer que ali é onde ele tá vivendo naquele momento. Aquelas pessoas conhecem ele. É, as pessoas sabem que ele tá lá, né? Exato, as pessoas sabem.

quem ele é, as pessoas sabem que ele tá ali. Mas isso poderia ser um e-mail. Entendam que as pessoas aqui conhecem ele. Você não vai se afeiçoar com ninguém, porque você não conhece essas relações. Eu só tô te informando que essas pessoas conhecem ele. Você não tem nenhuma relação com ele, nem com essas pessoas aqui. Então, você vai só observar isso. Você não vai sentir nada.

Tem um ponto que é, se você for analisar a história que a gente tá observando, ele não é um cara conhecido na vizinhança. Porque quando ele sai do apartamento, a vizinha da frente fala Ah, quer dizer que ele sai de casa. Então, pra ela é o vizinho maluco que nunca sai de casa, que fica gritando no no no a noite inteira. E se cortando. O cara chato fica balhando. O cara tá balhando aí, que merda.

E se eu não me engano, tem o contexto do jornalzinho que passa até na vendinha falando que ele mora lá, alguma coisa assim. As pessoas sabem que ele mora lá, só que ele não sai muito de casa, entendeu? Ele não se envolve nos problemas do bairro. Ele é famoso, ele é conhecido. A identidade do Frank Castle é conhecida, né? Ele é conhecido, gente.

Então, aí eu vou fazer uma pergunta relacionada ao MCU. Se as pessoas sabem que o Frank Castle tá morando ali, aonde na linha do tempo essa história se encaixa que não tem os agentes do Fisk dentro do apartamento do cara? Depois que o Fisk é preso. Então, eu pergunto pra você de novo, cara. Se é depois da história do Fisk, Nova York tá pegando fogo, tá todo mundo fodido, o cara impede foragido, cacete, e cadê o...

Punisher que fingiu que não... Ah, não. Aí não é possível. Ah, mas aí é isso. Você tá pegando fogo. Ele tá... Não é exatamente nessa hora que acontece essa história? Quando você tá pegando fogo? Ele saiu de lá. Ele foi realizar a final da missão dele, que é matar esses caras. E aí, quando ele termina de resolver o problema que era a última família responsável, que ele acreditava ser responsável pela morte da família dele, que eram os caras da família Nutt. Isso acontece depois do Born Again.

Mas olha como isso é ruim, porque ele tava preso naquelas gaiolas junto lá com os padachinhos, não sei o que lá. Aí ele cumprimentou o maluquinho, conseguiu fugir. E aí ele falou, puta, tem um problemaço aqui, né? Um monte de gente sequestrada, o bicho pegando, Fisk, Força-Tarefa, Ice da Marvel. Tudo acontecendo. Mas quer saber? Eu vou ali resolver uma outra questão ali minha e vou deixar isso pra lá. Mas é isso, é esse justiceiro que existia. Que era o justiceiro que só estava atrás da vingança. Não era.

De resolver o problema da família dele. Agora a gente tem um outro justiceiro. Que não se importa só com a vingança. Na primeira temporada lá de Demolidor. Ele também tem muitos conflitos com o Matt. Então tipo assim. Eu também vejo ele como. Ah tá bom. Essa é a parada do Matt. Tipo. Tem aqui a galera que tá escondida na cidade. Pra vencer contra o Fiske. Só que o próprio Matt. Ele não quer que mate ninguém. Que não faça nada.

Tanto que tem até a cena ali na segunda temporada. Que é ele subindo escada. Falando pras pessoas não matarem o Fiske. E tudo mais.

Ele acaba meio dando uma protegida nele. Isso o justiceiro, por exemplo, jamais concordaria com ele, sabe? Então, eu acho que também faz sentido ele ir fazer as paradas dele, sabe? Se ele não pode fazer o que ele quer também ali, enquanto ele tá junto com o demolidor. É, mas ele não tá fazendo nada. Ele tava só leilou. Aquilo ali era o final da missão dele. Que era a única coisa que ele tinha. Por isso, ele tem todo aquele estresse ali.

Ele matou todo mundo que ele tinha pra matar. Ele não sabe mais o que fazer da vida dele. Aí ele botou o arame farpado na barra. Isso, pra fazer barra. Ele já tava perdido.

No quarto dele, em volta dele, tá todos os caras que foram responsáveis pela morte da família dele. Todo mundo morto. A parada era, ele não tinha mais missão. Tanto que ele vai pra tentar se matar. Ele pensa em se matar porque ele não sabe mais o que fazer da vida. Porque ele não tinha mais propósito. O Thomas Jane passou por isso também. Mesma coisa que o Thomas Jane. Então, essas duas histórias, por incrível que pareça, a história do filme do Thomas Jane é baseada no mesmo quadrinho.

Isso, que tem o Russo, né? Que eles não botaram... É, mas o Russo, o filme do Tomagene, não tem o Snoot. Que é aquele Russo do filme do Tomagene, pelo amor de Deus. Não, mas então, nesse quadrinho, Dave, o Justiceiro, ele tem uma hora lá que ele tá fugindo dos caras, ele entra no zoológico de Nova York, e ele usa os animais contra os capangas. É legal esse... Assim, não é muito legal, não é uma das melhores histórias. Mas assim...

A primeira história é do Garf Ennis, do arco do Garf Ennis, do Justiceiro. É interessante essa história. E aí, a parte do zoológico... Tudo bem, não tinha budget pra fazer animal matando capanga, né? E aí...

Mas então, essa parte ainda pode vir mais pra frente, porque é exatamente a parte que envolve a Mamanute, né? Que é quando ele joga ela... Eu acho que a única solução pra esse Punisher é agora come aranha, vamos ver se ele muda de Ares e o Aranha dá um up nele, cara. Mas é isso que eu queria entender. Qual foi a transição que aconteceu nesse episódio especial? É um Punisher que escolheu ajudar as pessoas, que antes ele tava pouco se fudendo.

Ele só tava se preocupando com o que ele tinha que fazer na missão dele. Ele ajudou lá o Matt, mas também se ajudava. E não ajuda aquela garota cabeluda lá na temporada dele? Tinha o cabelo glorioso, é. Sim, mas tudo tava envolvido em coisas que estavam acontecendo com as pessoas que ele tinha que resolver. Ele ajudou ela, mas ele ajudou ela num episódio. Nossa, é a série inteira. A segunda temporada é a série inteira ele protegendo a garota. Não era?

Sim. Claro que é, Carlos. Mas como não? Tá ligando a realidade? A realidade, Carlos? Não era isso. Mas a parada sempre foi a missão dele ali. É achar os responsáveis pela morte da mulher e dos filhos. Então, nessa série, nessa temporada, ele especificamente tá nesse bar, a garota sobre ameaça, e ele vai e compra a briga dela. É literalmente isso. E aí nesse feature filme aí, filme pra TV, filme especial de TV, ele resolveu ignorar isso tudo, até que ele lembrou aquele café gostoso que ele tomou e salvou a família do café. E nem a barba ele fez. E nem a barba ele fez.

Nem a barba ele fez, porque no final ele tá de barba ainda. Não, barba e side cut ali. É, ele foi do barbeiro só, gente. E passou o tablet de Santo Antônio ali na barba, ela conseguia meu avô. Pintou a barba de preto ali, rapaz. Mas essa temporada que vocês estão falando é da série da Netflix, né? Mas teve ele no Demônio de Douro agora, da Disney?

Ele apareceu na primeira temporada, né? Então é isso, a gente tá vendo o final desse arco dele. Não é possível que você não lembre, Alexandre. Ele foi preso, lembra? Eu não via. O cara não viu. Tá fora. Não, ele viu a primeira temporada, ele gravou um podcast com a gente. Cara, tem que lembrar isso pra você? Não, não gravou não. Não gravei. Porra, presta atenção!

Nas temporadas da Disney de Demolidor, não tem nada dessa história de Mão Nhoque, Mão Anute, sei lá qual o nome dela. Nem de família Anute, não tem nada disso. Ele só aparece em um momento pra ajudar a Karen, que pede ajuda. Ele vai lá, ajuda o Demolidor numa luta e depois ele só deixa eles ficarem lá naquele apartamento que ele tava ficando. E aí ele vai embora.

E aí você vê como é louco isso, cara. Porque ele gosta da Karen. Ele tem uma relação com ela. Ele sabe um monte de informação que pode ser importante porque ela tá fazendo. Ele não dá informação, cara. Eles não sabiam onde os caras estavam presos. Onde o espadachim tinha um monte de gente sequestrada. E ele não se importou em dizer isso, cara. Pra Karen, isso não conversam com o personagem que existia até aí. Então, esse que é o meu ponto, sabe?

Tudo bem que depois, depois dos acontecimentos, e aí no final desse filme, ele pode ter ficado completamente pirado e virou essa pessoa insensível, mas ele não era essa pessoa completamente sem empatia e desensibilizado, cara. Ele tinha uma relação com a Karen, ele ajudou a garota da temporada Netflix e é o mesmo personagem, não é um personagem diferente. Pode ter coisas diferentes e tal, mas a Disney não mudou o personagem, falou novo Punisher, é o mesmo ato.

Toma, Lu. Toma o mesmo personagem. Esse cara dessa série não conversa com a parada que aconteceu imediatamente. Não é que passaram 30 anos, 20 anos, 10 anos, 2 anos, 1 ano. Não passou um período de tempo longo pra ele ter uma mudança tão drástica na cabeça dele, entendeu? É, da série da Netflix pra série da Disney foram 10 anos.

Não, sim, cara, mas eu tô falando do Demolidor Renascido pra agora, cara Ele tava lá, a Karen foi lá, ajuda aqui Fudeu, ele foi lá e ajudou, com a machadinha dele lá E aí depois disso ele não deu um call Pra Karen, sabe, pra falar E aí, tá tudo bem? Porque eu tô vendo que aqui o bicho tá pegando fogo Caraca, maluco Eu não sei se portava com a Karen

E ele se portava pra cacete com ela, cara. É verdade. Ele tava foragida. E isso, pra mim, que é uma falada bizarra. Ele não podia aparecer na segunda temporada da série Demolidor? Não faz sentido ele não estar lá só pra estar nesse feature filme, cara. É porque a gente comentou isso. O mercenário fez o papel dele. Exatamente o papel que o Gustavo faria, né?

Eu senti muita falta dele na segunda temporada. Eu acho que isso realmente foi um erro dele não ter aparecido em nenhum momento. Eu fiquei esperando até o último episódio. Apesar de ter gostado muito mais da segunda temporada do que da primeira, eu achei uma falha grande ele não aparecer justamente por isso. Porque era um momento que a cidade estava pegando fogo. O que, pra mim, é tipo...

Tipo, ah, ok, se ali em Little Sicily ele já tava ignorando a violência, então pra mim faz um pouco mais de sentido ele também ignorar o que tava acontecendo em Nova York. Porque ele tava nesse estado, sabe? Mesmo que seja uma passagem de tempo pequena e tal.

É que o ponto que o David comentou é que é isso. Na série da Netflix, ele já tinha tido esse arco, assim, de se importar com as pessoas. Agora ele parou de se importar de novo com as pessoas e foi pra missão dele. E aí agora ele acabou a missão dele. E agora ele não tem o que fazer. E agora ele vai se importar com as pessoas. Porque tem o filme do Homem-Aranha, entendeu? Então, tipo assim, fica dando voltas.

A mesma coisa que aconteceu com o Demolidor, o Demolidor da Disney também deu as mesmas voltas, passou pelos mesmos lugares que a série da Netflix já tinha passado. Aquele final deles dois, um ajoelhado na frente do outro na escada, que você comentou, Natália, eles fizeram a mesma coisa na casa do Fisk, na terceira temporada lá da Netflix. Essas séries da Disney estão dando voltas, cara, elas estão dando voltas.

Mas aí isso faz um sentido do tipo, eles não vão se basear tudo que aconteceu nas séries da Netflix. Eles querem trazer os elementos pra cá. Então, tipo, eles não podem trazer coisas em que vai depender das pessoas terem assistido as séries da Netflix pra ver. Mas você pode avançar a história, você não precisa repetir ela. Esse que é o ponto. Não, mas eles avançaram a história. Foram pra lugares diferentes do que a história da Netflix foi, só que trouxeram elementos que a história da Netflix já usou.

Foi, cara. O que aconteceu de fato no Demolidor? Assim como esse filme do Demolidor, no final, o que aconteceu? Nada. Ele continua o meu cara. Só que agora botou a roupa do Punisher por cinco segundos. Eles poderiam ter construído, então, melhor como ele vai ser no filme do Homem-Aranha. Porque nada do que ele faz aqui vai ser carregado pro filme do Homem-Aranha, cara. Esquece. Ah, é? Com certeza não.

Então vai ficar fora de tom de novo, porque a gente vai ver o filme daqui dois meses, um mês, sei lá. E aí eu vou falar, caralho, esse Punisher não é o mesmo do especial dele lá? Enfim. Se ele ficar mais agente, que nem você tinha falado, que sentia falta dele, ele é mais tático, né? Sim. Às vezes ele aparece mais assim também no filme, sabe? Eu espero que sim, Natália, mas... Não, ainda não consegui nem falar palavrão, que vai tomar teia na boca.

Mas então, eu também, eu espero que sim. Eu acho que é um jeito que funcionaria muito bem com a Homem-Aranha. Porém, no final dessa série, ele tá executando o cara à luz do dia no meio da calçada, com um tiro na cara, com a roupa do Punisher. Ele tá andando na rua de Punisher, né? Isso virou um nível de loucura máximo, né? Ele tá, cara, ele tá.

E cabelo cortado. E é justamente uma coisa que eu ia perguntar. A gente já não viu isso? Essa evolução dele? Tá o cara não uniformizado, não sei o quê, muito louco e tal. E aí no final ele vai lá e, pum, bota o colete de pano e cheirinho. E você, nossa, e agora o pano? A gente já não viu isso. Já viu tudo isso.

Eu concordo, mas eu acho que em vários outros aspectos a gente tem ciclos muito similares. O próprio Homem-Aranha, eu lembro que no último filme, eu tava falando, tá gente, legal, né? Eu amo o filme, mas chegou num ponto que eu falava, agora as coisas não podem ser ele consertando a merda que ele fez, sei lá. Porque ele deu óculos pro cara que era vilão, sabe? E aí ele consertando isso. E todos os filmes do Homem-Aranha tem meio essa estrutura dele fazendo uma cagada e ele consertando a cagada.

A gente vê isso em vários personagens da Marvel. Eu acho que a gente também não pode considerar tanto a série da Netflix. Isso que o Carlos estava falando. Que eles vão rodar um pouquinho pra trazer pra Disney agora, que faz parte da casa e etc. E construir a partir disso. Ok, pode descaracterizar um pouco quando você pensa em continuismo de história. O que é diferente do Homem-Aranha. Ele tem uma evolução, né? Mesmo que seja meio parecido, assim.

Mas é isso. A partir daqui, eles precisam começar a trabalhar diferente. Realmente, senão aí vai ficar...

Mas o Punisher, ele é um personagem muito problemático pra Disney, nos dias de hoje principalmente. E a Disney perdeu, na minha opinião, a oportunidade de atualizar esse cara que a gente falou aqui no começo do programa. Eles perderam essa oportunidade na série do Demolidor, quando ele fala, ah, vocês não podem usar esse símbolo aí.

porque comigo é diferente, né? Aí ele vai falar e não fala nada. Tipo assim, o discurso dele é super vazio. Ele não traz uma profundidade pra dizer porque que ele pode sair matando a galera e punindo e aqueles caras lá não podem usar o símbolo dele e matar e punindo. Não aproveitar esse momento. Aí na série dele agora aqui, também eles não aproveitam nada pra atualizar em nada. Exato, me pareceu antigo. Um argumento antigo. Muito antigo, tipo assim, datado pra cacete, assim, velho. Datado, exatamente. Um argumento datado, essa é a melhor palavra.

Mas eu acho que há um tempo as séries da Disney não têm tido muito reflexo nos filmes. Tentou uma conversa ali, mais pro início. Mas, ao mesmo tempo, eles pegavam, sei lá, uns cinco minutos do filme. Explicavam a série inteira e acabou. Então, teoricamente, você não precisava conversar com a série e o filme, sabe?

O único filme e série que era pra ter conversado, que era o início dessa conversa, que eu acho que seria emblemático e seria funcional e tudo mais, eles não fizeram. Foi o Wandavision. Foi o Wandavision. Nossa, nem falo. O universo da loucura. Então, tipo, a partir desse momento, eu entendi. Os filmes vão ser os filmes, as séries vão ser as séries. Sim. Vão ter ali conexões, mas o que acontece na série não necessariamente vai ser exatamente o que vai acontecer nos filmes.

Mas você entende que a expectativa que a gente tem do Punisher e do filme do Homem-Aranha é não ser esse cara que vai matar alguém com a caneta na frente do Peter Parker. Isso não vai acontecer, entendeu? Vai ser a ideia que a gente tem dos quadrinhos. É que nem como eles vão usar o Deadpool. Deadpool é um outro personagem que é um problema pra usar. Se você for colocar ele num filme de grupo e você for fazer os filmes dele solo.

Não, mas é diferente. O Dead Pan, o problema está em filme de grupo, mas ele funciona muito bem no filme solo. O excesso de público e bilheteria. Todo mundo adora, os filmes são divertidíssimos e tal. Ah, e porque ele usa a violência como humor, né? O ponto que o Marcel levantou e que é extremamente relevante é o Panjshir é um personagem complicado na sua essência, que é um cara que executa pessoas ao seu bel prazer. Ele é juiz e carrasco da parada. Isso é uma parada extremamente complicada.

E aí a Disney teve uma oportunidade de atualizar esse discurso. Eu tô repetindo o que o Marcel falou. Porque ela podia simplesmente também não mexer nesse personagem. Deixa o Punisher pra lá, não quero saber de Punisher. Mas ela resolveu, não, vamos continuar falando do Punisher. E vamos continuar falando desse discurso complicado que é bandido bom e bandido morto. Porque esse discurso é simplista. Esse que é o ponto, né? É, exato.

pra isso acontecer, você tem que criar um argumento de uma história interessante envolvente, onde as pessoas sejam muito, tipo, ou todo mundo indo matar ele, que nem John Wick sabe, e aí ele se defendendo ou você faz uma história muito envolvente, que você esteja muito por dentro do que tá acontecendo, você sabe tudo que tá em risco e porquê que o cara tá matando e etc e tal

Ou você, se você não vai ter profundidade de argumento, atualiza o personagem. Manda ele começar a estourar um monte de fascistas, sabe? Que nem fizeram com o Batman agora, eles também. Ou nessa série nova do Batman, que o cara tá batendo na cacacá, sabe? Mas aí eu tenho duas perguntas. Vocês acham que eles pretendem usar ele pra filme? Ou fazer uma série própria em algum momento? E se eles não podem trazer essa narrativa, de repente, com a Manute?

Já que ela foi introduzida, sabe? De fazer um negócio meio de máfia e com mais propósito de violência.

Eu gostaria de ver como um filme, que eu acho que tem mais possibilidade. Se bem que é de série, hoje eles estão podendo botar 18 anos. Porra, você acha que um filme... Caralho, maluco. O que você espera mais do Punisher? Mas a parada é, a história que poderia seguir agora, se a gente for seguir esse especial, que ainda tem a Mamanute viva, é você seguir esse arco da história dela.

que é ele voltando a uma vida na cidade, atacando de novo, pegando criminosos. Só que aí você acompanha, não só ele. Porque as principais histórias do justiceiro, ele não é o único personagem que a gente acompanha. Até porque senão é só matança. A gente acompanha a polícia, geralmente um detetive, geralmente um policial que tá trabalhando com ele ou que tá atrás dele. Pessoas de onde ele mora que convivem ali com ele, que sabem quem ele é, mas tem esse questionamento. E aí você tem essas interações.

com ele, e ele caçando pessoas e pessoas caçando ele. Eu prefiro ver eles no filme, respondendo a pergunta, porque pelo menos vai dar uma atualizada e uma revigorada, porque realmente essa série pra mim mostrou que, assim, eles não tem mais o que fazer com o justiceiro, ficou matando, parecia o Shane do Walking Dead de novo.

Matando um monte de zumbi correndo pra cima dele ali. A galera toda mascarada. Tava na cara, tipo assim, é óbvio que são dublês, né? Mas assim, sabe aqueles vídeos que você vê no Instagram dos dublês levando tiro e caindo? Tipo, mostrando como que é o trabalho deles? Tava muito bosta nesse nível, assim. Eu não gostei da ação. Eu achei ela super, tipo assim, ah, beleza, legal. São dublês levando tiros falsos. É, eu sei, mas é porque eu não tinha emoção. É só um clipe.

Não, então, mas é um videoclipe. Mas assim, eu gostaria de ver, por exemplo, ele protegendo o Aranha, dos ninjas do tentáculo, que provavelmente vai ser isso que vai acontecer. Ele atirando nos caras de sniper, matando... Ele pode matar alienígena, cara. Ele pode matar quem ele quiser. Pelo menos vai sair um pouco dessa parada que eles puseram de ficar matando gente que tá em situação precária ali, em desespero. Porque só um cara desesperado que tá precisando muito de dinheiro pra ir atrás do justiceiro com uma faca na mão.

foi escalando, né? Começou no level 1 e foi subindo de nível, né? Antes fosse que nem no John Wick que aí é a Superliga de assassinos malucos, sabe? Mas assim, imagina o nível de desespero pra você ver todo mundo conhece o Justiceiro, já sabe o que ele fez já foi noticiado, caramba, pra você ir atrás dele com uma corrente na mão você tá maluco, você tá...

É isso, porque é só o Esnoia. E aí, Marcelo, sabe o que eu gostaria de ver? Que poderia salvar o Jesusseiro nessa parada do Jesusseiro entrando no mundo amável, no MCU de verdade, etc? A série. Olha aqui, ó, anota. Punisher e Rocket Raccoon. Pronto. É isso. Pode ser? Em qualquer lugar. Fazendo qualquer merda. Não sei, isso é engraçado. Bota esses dois. É tipo um Baby Yoda da parada. Isso aqui é o Baby Yoda mais desbocado do mundo.

E o Punisher? Isso poderia funcionar pra caralho, entendeu? Só isso. Rocket and Punisher.

Pânice e Hacum. Pânice e Hacum. Doutor Destino falando um monte de groselha pro Senhor Fantástico. Aí, de repente, vem só a mirinha laser vermelha, assim, no olhinho, no olho, no meio do olho do Doutor Destino, assim, ó. É, aí, válido. Tipo assim, eu tô brincando aqui, tô usando, mas eu acho que o Justiçairo, ele precisa de um Novos Ares, galera. Novos Ares ali, uma parada mais leve pra ele, entendeu? PG3, MCU.

Mas aí é uma loucura, porque o cara dá tiro, facada, canetada, e aí o cara vai virar PG-13? Bota ele no espaço, aí ele mata o alienígena, sangue verde, o caralho. Ele mata a Minion, porque, querendo ou não, esses caras que ele matou eram Minions, nem o rosto eles mostravam. Não, virou Minion mesmo, virou Ninja, né? Virou Ninja urbano, né? Ninja de subúrbio. Ah, eu acho que ele tem que abraçar a galhão, Focopadio.

Eu duvido que o Punisher do Bantrop vai entrar pela galhofa. Esse cara parece que não curte. Não me parece que é onde ele levaria esse personagem. Vamos ver no Homem-Aranha. No Homem-Aranha vai dançar com a galhofa. Ele já tomou teia na boca no trailer que a gente já viu, entendeu? Tomou teia na boca, tomou teia na boca.

Ele é o cara da ação mesmo, que ele quer fazer esse papel, né? Mas o menino Tom vai conseguir trazer ele, tipo assim. Os dobrar, hein? A era o wellness do Punisher. Exato, acho que ele consegue, ele consegue. Ele já foi fazer o corte de costura ali, né? Ele já fez a barba, já fez o... Ele já deu um tapa na... O Homem-Aranha vai transformar ele numa clean girl. Não, tipo, sabe o exterminador com o John Connor? Agora você não pode matar, ele fica dando tiro de gás no joelho.

Vai usar bala de borracha Bala de borracha Caralho, maluco, é muita borracha Aja seringueira, maluco Vai ter a cena dele jogando as balas no chão Faca, machadinha, não sei o que Não, mas galera, pode ser uma dinâmica Muito foda, tipo Wolverine E Deadpool, assim, lógico O Aranha não é tão escrachado quanto Deadpool E o Punisher é muito mais sisudo que o Wolverine Mas acho que rola, cara, acho que pode ser Não, não, não

Eu acho que o que pode rolar é você ter algumas cenas do justiceiro partindo pra cima dos caras, com o Homem-Aranha, impedindo ele de matar os caras. Jogando a teia, puxando a arma pra baixo. Aí, tipo, ele atira no pé do cara. Sim, não, pode ser, pode ser. Coisas desse tipo. A gente vai ver isso daqui a dois meses, literalmente. Não precisa nem ficar especulando. É, não vai demorar muito. É foda, porque esse quadrinho do justiceiro, do Garfanes, é bizarro.

Porque o Garfanes odeia super-herói. Ele é o cara que fez The Boys. Sim, tá aí, The Boys.

Exatamente, ele odeia super-heróis E aí todas as aparições que tem de outros heróis Nesse quadrinho do Justiceiro Tipo o Demolidor, o próprio Homem-Aranha É sempre zoado Ah, ele esculhamba o Wolverine pra caralho Ele esculhamba o Demolidor, ele esculhamba o Homem-Aranha Né, tipo O Homem-Aranha aparece pra lutar com o cara que o Justiceiro tá lutando Que tá fugindo, na verdade Porque é um cara sinistro E o cara só arremessa o Homem-Aranha pra longe O Homem-Aranha volta e o cara arremessa o Homem-Aranha pra longe E fica nessa dinâmica do Homem-Aranha Que ele não consegue fazer nada com o cara E aí

Então, pelo visto, foi esse quadrinho que o cara da Comic Shop lá deu pra ele, né?

Tinha uma galera também que tava criticando bastante a cena, né? Com CGI, falando que ficou mal finalizado. Qual cena? Aqui ele cai do prédio em cima de uma estrutura de metal. Não era mais fácil ter cortado aquela queda? Então, mas a cena, a queda é real. É, eles falaram que fizeram efeitos práticos, mas é isso, né? Não deve ser finalizado.

O que mudou foi, é porque eles fizeram o rosto do John Berenthal sobre o rosto do dublê. A queda é real, a queda realmente foi um dublê que caiu. Mas eu acho que o que a galera tava criticando era a queda. O que acontece, eu vi um cara que tava explicando, acho que trabalha na indústria, e ele tava falando o seguinte, que o que causa, o que todo mundo achou bizarro na cena é porque realmente eles meteram uma maquiagem digital no dublê, pra ficar mais parecido com o Bereton.

Só que não foi uma parada super rebuscada. Então, pra começar, o cabelo e a barba, ao invés de ser fios, não sei o que, era um bloco, um cabelo de Lego, sabe qual é? Então já fica esquisito. O rosto, a mesma coisa. Só que ele falou que deixa a cena ruim mesmo é a lentidão dela. Porque ela acontece num super slow motion, ele cai realmente numa estrutura que tem um colchão embaixo, ele até mostra, ó, dá pra ver o colchão aqui disfarçado e tal, né, com um negócio metálico em cima, e as placas que voam meio esquisitas devagar. E aí como esse slow motion...

muito devagar, o conjunto da obra que é a execução desse slow motion capturado dessa maneira e a maquiagem digital em slow motion entregou a cena, ela ficou bizarra. Ele falou, se você acelera um pouquinho essa cena, ela já fica melhor, porque você não vai prestar tanta atenção na cara dele e o ambiente vai se comportar de uma forma diferente e não vai ficar tão artificial, porque a cena foi filmada. Isso é o que é mais bizarro. Ele é feito prático.

Não precisava ser câmera lenta Não precisava O efeito Jack Snyder Zoou a parada, podia ser mais maneiro E mais cru, simplesmente veio o cara Caindo assim, pá! Tem muita gente que acha que a cena é só um boneco Caindo, a parada meio GTA

Sabe qual é? É wasted total. Agora, tem uma cena que eu achei maneira, a ideia da cena, mas assim, eu fiquei em conflito quando eu vi ela. Que é quando ele tá dentro de casa e começa a entrar, sei lá, bebida, gasolina, não sei o que é que eles tão jogando ali no corredor. É, eu sabia que você ia gostar dessa cena, a hora eu falei. Então, eu gostei. O cara joga ataca fogo.

O fogo entra depois de baixo da... Começa a queimar as pernas dele. Ao mesmo tempo que eu achei irado, e ele saiu pegando fogo pra bater nos caras, eu fiquei, caralho, maluco, esse cara, ele realmente perdeu tudo, né? Porque as pernas do cara tão pegando fogo e ele não tá nem aí pra nada. Ele fica horas, horas pra ter uma reação. Caralho, maluco. O cara foi no banheiro, lavou a mão, se preparou. E aí voltou e pulou. O conceito da cena é maneira. Mas ela é muito louca.

viajando loucaço, né? É porque ela também tá em câmera lenta, né? Eles ainda botam câmera lenta nessa cena. Não, mas ele tá viajando ali, né? Uma coisa meio conceitual, um sonho, se mesclar com a realidade aí. Tanto que eu falei assim, eu achava que aquele fogo era coisa da cabeça dele, sabe? Eu também achei que ele ia piscar e apagar o fogo, assim.

Isso. E aí quando ele saiu correndo, eu falei, não, a parada é pegando fogo mesmo, sabe? E eu achei maneiro essa cena. Eu já tava no mundo real ali. Então pra mim ficou esquisita porque eu não achei em momento nenhum que era um sonho. Entendi. Pra mim ele realmente tava pegando fogo e ele tava olhando, tô pegando fogo aqui, caralho. Eu achei que era uma viagem dele. Mas a ideia da cena eu achei maneira. Inclusive foi ele mesmo que fez a cena, né? Ah, foi? Foi.

Puta merda. Não, foi ele que trocou o cachorro de verdade pelo cachorro de pelúcia pra jogar em frente ao terceiro de making-off. O cara tá vindo na rua com o cachorrinho no colo e o caminhão vindo na lateral. Um contra-regra vai e tira o cachorro de verdade da mão do ator e o Berylton joga o cachorro de pelúcia na mão do ator pra o ator jogar em frente ao caminhão. O cara tá fazendo o papel de contra-regra, mano. Pra ver como é que tava o orçamento disso.

Ele estava muito na pegada Ele gostou mesmo desse roteiro Não é possível Ele escreveu, estou vendo aqui Roteiristas de Umbertal Ele fez essa merda Esse episódio é simples mesmo Ele não é pra ter essa profundidade Em quem eu estou batendo É só tipo, e se eu fizesse Essa transição do justiceiro E acabou, sabe? O resto só escalona o negócio Eu não acho que ele é hiperpensado também E eu nem falo isso de forma negativa Eu falo tipo assim E eu não acho que ele é um problema

Até pra audiência, como ela recebe, sabe? De tipo, ah, tá bom, tô vendo aqui um negócio de ação. Eu não tenho nenhum problema com uma história simples. Acho que faltou só eu me envolver de alguma forma com aquelas pessoas. Porque as cenas de ação eu achei maneiro. Eu só queria estar motivado pra... Sabe, quando começa no apartamento dele, ele vai e pega o cara, escopeta do cara, vira, fica carregando o cara, dando tiro no... Essas cenas eu achei maneiríssimas.

Pô, boa cena de ação, o cara tá trazendo um negócio de, sabe, tiroteio, close quarters e... Super bem feito. Até o Marcelo achou pataquada lá hoje.

o show dos dublês mas eu tava achando maneiro eu tava achando tudo aquilo maneiro, mas ao mesmo tempo com uma pena meio agridoso, foi assim poxa, eu queria estar me importando com o que ele tá fazendo exato, mas esse é o ponto, porque na série Demolidor, na segunda temporada se você por acaso não tá ouvindo isso aqui e não assistiu, dá uma pulada aí pra frente um pouquinho

Mas tem um episódio que o mercenário, né? O Bullseye, ele liga, ele tá dentro de um bar. E ele liga pra milícia do Fisk. E fala, olha, eu tô aqui no boteco tal. E o Frank Castle tá aqui. O cara, o Punisher? É. Ih, meu Deus, ele tá com uma arma. E desliga assim, porque ele queria trair os caras, né? A gente podia ter a mesma ideia de série que a gente teve aqui. Só que em vez de ter a mama brusqueta lá, do... Do... Do... Do família Nhoque.

podia ter alguém falando e o Punisher tá nesse prédio e ele matar um monte de agente da milícia do Físico, que seria muito mais relevante e interessante, com a mesma qualidade de ação, o mesmo tipo de ação do que a gente ver um bando de coitado de nóia, indo pra cima do cara de corrente de bicicleta e grampeador, sacou é os caras eram com mais uma maluca eu sei que ele quis fazer uma parada meio videogame que os primeiros caras vinham com armas menores e as armas vão crescendo e tal Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost Ost

Isso eu gostei. Ele trocando de arma, pegando a arma dos caras, foi uma palavra que eu realmente achei massa. O interessante é que ele troca de arma, mas quando ele vai aumentando o calibre, mas quando ele pega uma arma igual, a pessoa tá com uma arma similar, ele não troca de arma. Isso eu achei maneiro. Porque a arma tá funcionando.

Então ele continua usando, ele só pega o pente da arma do outro, né? Então essa parte de curadoria tava maneira. Ele pegava a arma e não saia atirando aqui no idiota. Ele pegava a arma, tirava o pente, via quantas balas tinha, colocava de volta. Isso é legal. O pano tinha um personagem pra você ter essa aí, que é de detalhes, técnicos ali, de militar, troteio, caralho. Aí ressalta isso. O personagem é esse cara, entendeu? Só que...

Então talvez se fosse mais interessante a gente ver uma série, não é uma série, é um episódio do Punisher, por exemplo, salvando a galera que tava presa, enjaulada, lá no negócio do Fisk, os padachinhos demais, podia ter a mesma qualidade de ação, ele invadindo, matando pra cacete, liberando a galera no final, do que essa série. Porque isso aí parece que é um episódio solto no ar, que não leva a lugar nenhum. E a gente poderia ter isso acontecendo dentro ou não da série do Demolidor, por exemplo, e que transformaria esse personagem de alguma forma.

Porque a transformação dele não é tão poderosa no final. Que você fala, nossa, mudou tudo mesmo. Agora é outro Punisher, sabe? Não mudou. É a mesma coisa. É, mas o que me pega é porque eu acho que a parada foi feita pra ser a parte de tudo. Era pra ser uma história só do Punisher, só do Justiceiro. Sem ter conexão praticamente com nada do que foi mostrado no Demolidor. Até eu acho que pra desconectar agora ele do Demolidor. Mas aparecem todos os personagens.

Aparece o amigo dele. Aparece a Karen. Aparece todo mundo. Então não tá desconectando nada.

Essa tua ideia aí, David, eu acho foda. Mas você lembra como ele teve isso na primeira temporada do Born Again? Ele chegou lá, agora a gente falou, puta, agora ele vai matar todos esses caras da Task Force aí e tal. Ele chega de peito aberto na porta da frente, tem 300 caras lá da Task, matam os dois caras e é capturado. Toma um tiro no peito de 12. Esse justiceiro não tem essa finesse. Ele não consegue, ele não consegue.

Tá, mas talvez a gente pudesse ver a transição dele pro Justiceiro com o Finesse, né? Poderia, poderia, então. Só que assim, sabe onde ele perde? O ponto de conexão com o Justiceiro é ele perder a família. Só que ele perdeu a família há muito tempo. E por mais que tenha uns flashbacks, não é a mesma coisa.

Até porque imagina as pessoas que nem viram a série da Netflix, né? Que a gente citou aqui. Às vezes os caras não viram a série da Netflix, não é obrigado a ver, né? Tá vendo agora isso daí. Tipo assim, aí mesmo que tem menos conexão ainda, porque ele não sabia da relação com a mulher, com os filhos. Tipo assim, fica muito mais fraca essa vingança dele, né? Essa fúria dele.

E aí você tem que ensinar isso, que ele tem o trauma da família que foi assassinada e também tem os traumas de guerra militar, o caralho. Exato. Que não mostra, né? E outra coisa é que tinha filho preferido, né? Tinha. Claramente, a garotinha é a preferida ali, Valor.

Sempre é a garotinha. O início do episódio desse especialzinho é isso. É mostrando os traumas dele de guerra, mostrando o trauma da família e todo mundo que ele matou. Não, mas pra gente que conhece a história, que a gente leu o quadrinho, viu série, sabe tudo. Beleza, pra gente conecta em um segundo. Vamos supor que tem uma pessoa que só viu a série do Demolidor da Disney e é isso aí. A pessoa não tá entendendo nada. Não, e ela não entendeu nem porque chama One Last Kill. Mata a gente pra caralho, né, inclusive, né?

Tudo que tá naquele prédio conta como um. Ou é isso, aquele cara que... É porque ele falou com o Gimli antes, pô. O Gimli falou que a galera ali conta como um só. Mas a última morte é a dele mesmo, de quem ele era. Olha, Natália Kroiser. Tem que vir alguém diferente mesmo.

Excelente, excelente. Ô, Natália, tem que vir alguém diferente mesmo? Porque toca aí, Léo. Nerdcast 977. O Alexandre gravou Born Again. Olha. Primeira temporada. E nem ele, nem o Azaghal lembram dessa porra. Eu não gravei, eu não vi. Toca aí, Léo, por favor.

Landa, landa, landa, nerds! Aqui é Alexandre Ottoni, do Jovem Nerd. E na vida real, a gente ganha Wilson Fils-Presidente e Nenhum Demolidor. Eu não vi a temporada Borna... ou eu vi? Eu tô pegando fogo ou eu tô imaginando que eu tô pegando fogo? Eu tô muito aluno, velho. Você vê o que eu faço aqui na sala. É isso aí.

Cara tão maluco. Não, você tá fazendo gaslighting comigo. Não, não, não, não, não. Não, não, não, não, não. Beleza. Alguém tem mais algum ponto pra trazer? Já durou mais que o episódio, né?

Este Nerdcast foi editado por Radiofobia, podcast e multimídia.

Anunciantes2

Contabilizei

Abertura de CNPJ
external

Hostinger

Criação de sites
external