Episódios de NerdCast

NerdCast 1024 - Qual é a Pauta? Anatomia Viking, Vinho da Casa e Doping de Peru

03 de abril de 20261h24min
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Lambda lambda lambda, nerds! No NerdCast de hoje, a pauta aproveitou o feriadão e foi curtir, enquanto por aqui, juntamos os casais Alottoni e Sra. Jovem Nerd e Portuguesa e Azaghal para um double date sem qualquer compromisso com a coerência! 

Junte-se à roda para um papo completamente maluco, desde atletas ilegalmente "avantajados" até lore viking, passando por obrigatórios desvios escatológicos... 

ATENÇÃO: NÃO PULE A LEITURA DE E-MAILS PARA UM RECADO ESPECIAL! #NerdCast20Anos NerdStore

A Própria Carne

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ARTE DA VITRINE: Randall Random

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Participantes neste episódio2
A

Alottoni

HostPodcaster
A

Azaghal

HostPodcaster
Assuntos5
  • NerdCast 20 Anos - História e Marcos
  • Características da Munich WineUvas de Bordeaux · Vinho Malbec
  • Doping em Olimpíadas de InvernoÁcido hialurônico · Atletas masculinos
  • Vikings e Anatomia Histórica
  • Doação de Sangue
Transcrição789 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

E se uma música pudesse te levar mais longe? Tá perto de novas histórias, misturando sonhos, culturas e pessoas na energia da latinidade. Com a Latam, você garante sua viagem completa e chega onde todo mundo vai se encontrar. O Rio de Janeiro, Latam Airlines. Bem-vindo a ir mais alto, é viajar com o ritmo da música. Companhia Aérea Oficial do Todo Mundo no Rio

O que é? Você tá rindo?

Eu tô vendo essa reação da gente. Tá tudo pronto pra gente gravar. Já estão gravando.

Ah, já estão gravando?

Ué, aí não

tem chamadinha? O rapaziano não vai apresentar?

Não tem, não tem nada.

Pauta é uma conversa que a gente gravou sem querer. É assim que começou. Era um programa com pauta. A gente começou a conversar. E a conversa estava boa. A gente botou o rec. E aí depois de falar uma hora e meia, a gente... Obrigado, gente. Temos um programa. E aí publicamos.

Isso acabou virando um formato. Porque sempre sai coisa engraçada. E a gente acha ótimo. E a gente sentia falta de conversar com as pessoas. De uma forma mais... Sabe? Sem pauta. Sem

pauta.

Mesa de bar.

Exato. O Nerdcast,

ele começou com essa vibe de mesa de bar, só que a gente sempre criou temas. Super-homem, X-Men, quadrinhos. Mas o Sem Pauta foi na libertação. É o que a gente já fazia antes, só que sem gravar. Só que agora gravando. Aí, assim, foi autêntico. Continua sendo autêntico? Não. Não, é autêntico. Não, autêntico no sentido de que não foi a mesma autênticidade. Mas aí, quando a gente começar a falar, é que nem uma conversa. Aí é autêntico, porque a gente não sabe o que vai acontecer.

É, porque o assunto vai levando a outro. Alguém traz uma... Eu tenho uma parada que eu quero comentar há algum tempo.

E ele teve a oportunidade que foi o doping de pinto nas Olimpíadas de Inverno. What?

Ah, eu lembrei disso agora, verdade.

Doping de pinto? O doping de pinto. Nossa, isso na época, puta que já ficou velho, né? Agora há pouco

tempo. Não, faz pouco tempo que teve as Olimpíadas de Inverno. É que a

gente não liga para a Olimpíada de Inverno, mas enfim.

Mas o Brasil ganhou medalha,

foi bem, inclusive. Ganhou medalha, pois é. Não, exatamente.

A gente deixava aqui de fundo, lembra? Mas a gente

viu duas

vezes. O povo dando pirueta lá. A gente viu

algumas piruetas e falou assim, nossa, que legal. Eu tava muito mais engajado do BBB do que nas Olimpíadas de verbo. A gente

deixava

de fundo. É aquela competição que a pessoa esquia numa rampa, desce, depois sobe e aí pula na estança, sabe?

Adoro! A gente viu esse irado!

E aí o que acontece? A roupa dos atletas que participam dessa competição é colada no corpo. Nossa, que delícia! Porque não pode ter nenhuma vantagem da roupa. É só a técnica de esquiar e voar longe, sabe? Se

a roupa for larguinha, pode fazer tipo um efeito morcegão. Esquilo!

Esquilo com

asa!

É porque ninguém conseguiu comprovar esse doping. Mas supostamente os atletas masculinos estavam botando aquele ácido ilurônico, sei lá qual é o nome, no pinto, pro pinto ficar mais grosso, pra dar uma enxada.

Nossa!

Pinto de abelha. Aí media pra fazer a roupa e a roupa ficava justa. Não, não, gente. No pinto gordo. E aí passava assim os meses, né, até a Olimpíada, até as competições, esse ácido vai sendo, o corpo vai expelindo, vai saindo. Meu

Deus, gente, fazia preenchimento peniano?

Aí criava uma folga. Aí sobrava uma pelanca ali na virilha, na parte de baixo ali do saco, no campinho da calça.

Que loja!

E aí fazia um...

O cara abriu um pouco mais as pernas, não sei, dá umas minhas da delta. Estranhamente, isso dava alguma vantagem pros caras? Gente... Dava,

tipo, mais centímetros de distância. Funcionou, o ácido anual aumentou o pinto em centímetros? Não, pinto não. Porra, não.

Não pinto, pulo. Porra. Se aumentasse o pinto em centímetros, não tinha mais ácido hielurônico no planeta Terra.

não

ia ter mais pras mulheres fazerem preenchimento ia sumir mais que

pique na

prateleira caraca

você ia aumentar se um centímetro ia

ter que a galera começar a comprar com receita

tô precisando

Aí ficou essa vibe, tipo, os caras acham que... Essa suspeita desse doping. Beleza, tem a suspeita do flapping, flapping lá da calça aí, que ela não tava mais justa. Mas teve alguma comprovação de que alguém injetou o ácido hialurônico no pinto antes, na hora da medida, foi isso? A suposição

é essa.

botou realmente ácido e hilarônico no pinto. Essa palavra é

plebiscito. Eu não

sei nem falar isso, hilarônico. Hilarie,

hilarie. Não, isso é uma farada real. É uma harmonização que faz-se, realmente. O nego bota na cara, bota no pinto, bota no lugar. As pessoas botam no pinto pro pinto

ficar gordo, gordinho?

Acho que o cara não botou aquela meia enrolada dentro da cueca e só isso? É,

o cara pode resolver isso com a meia, brother.

Não é? Pois é.

Eu, se fosse atleta, eu ia comer uma puta feijoada no dia antes. Ia ficar com a pança inflada. Feijoada com chope no dia da medição. E a roupa ia sobrar litros no final. É, eu

não sei

se essa história

tá muito história de internet mesmo.

Gente, mas eu não duvido porque essa coisa... Eu acho que as coisas perderam a graça, sabe, nesse aspecto. Porque os atletas...

Não são mais, sabe? São super humanos. Eu sei que hoje

em dia... Porque é um exagero

de coisas. Mas, gente,

se você votar para a Olimpíada dos gregos, é uma medição whatever. Porque não tem um ser humano igual o outro, entendeu? Tipo, o Michael Phelps é um bom exemplo contemporâneo. O Michael Phelps tem um bilhão de medalha de ouro porque ele tem uma vantagem anatômica. É total. Ele tem a vantagem lá nos braços, nos pernas, nos dedos, não sei o que. É, nos

pés.

que

não adianta. Você pode treinar Super Saiyajin, Gravity Training que nem o Goku, até Namekusei o Michael Favos vai ganhar de você. Não tem como. Ele tem uma vantagem biológica que é do corpo dele, que é da configuração de como o corpo dele foi montado pelo DNA dele, dos pais, etc. E aí, gente...

Não tem como você medir quem é melhor ou quem não é, mesmo que as pessoas tenham o mesmo treinamento, porque existem diferenças microscópicas. Se o cara tá procurando uma diferença microscópica de sei lá quantos centímetros, botando ácido no pinto pra ele ficar mais gordo no dia da medição, porque isso dá uma vantagem vencedora pro cara. A qualquer vantagem inerente biológica do biotipo de cada corpo vai ser isso. Pode ter até mais diferença do que um detalhezinho desse anatômico de...

Mais...

Gente, isso é tão absurdo. O cara botar, tomar injeção no pinto, era só ele ir gordo no dia de botar a roupa. E depois... Não

é tão fácil emagrecer, não é verdade?

Tomar injeção de o Zepic e chegar lá 5kg mais magro no dia. Fazer

ele perder mais

muscular. Mas, gente, dois seres humanos com o mesmo peso, se estiver pelado, vai ser diferente.

Com a mesma

hora de treino, com a mesma dedicação, vai ser diferente. Esse tipo de malandragem, se a gente pode chamar assim, técnica. Isso, por exemplo, tem em luta, né? Quando o pessoal vai pesar para MMA. Ah, sim. A pesagem não é no dia da luta, é antes. Aí no dia da pesagem, a pessoa desidrata.

fica

fazendo bicicleta em macacão de borracha, não sei o que, lá não bebe água, a pessoa seca, vai desmaiando se pesar pra conseguir chegar no peso da categoria e depois engorda quilos no dia pra luta porque fica todo desidratado. Então isso já existe, né? A pessoa vai pro dia mais pesado porque ela tava acima do peso. Isso é normal a gente ver acontecer.

Por que a pessoa quer se pesar lá e ficar magrinha?

Porque se você tem um peso maior, teoricamente, você é mais músculo, né? O boxe e outras artes marciais, as categorias são por peso, né? Você luta entre X peso e o peso pesado é de tanto peso pra cima. O peso pesado não tem limite. Mas as outras categorias, peso pena, peso médio, não sei o que, tem um limite, um range, mínimo e

máximo.

O

que o cara quer fazer é, no dia da pesagem, ele tá numa categoria peso-pena, e no dia da luta, ele já pulou pra outra categoria, porque ele, quanto mais pesado ele tiver, pesado no sentido de massa e tudo, ele tem vantagem sobre o outro cara. Então, se o peso-pena, eu vou chutar, sabe? Tem, sei lá, 2kg de diferença. Entendi,

entendi. Se você

tiver no início, você tem desvantagem pro cara que tá no final desse range.

Não, entendi. Ele quer competir lá no mais leve. Se

o limite da categoria for for de a você estiver com no dia da luta, você está muito melhor do que o cara que está com

É, pois é. Faz

diferença. Pega um peso pena, um peso curma, que é um atleta magro, e vai para um peso pesado que é como se fosse uma britadeira socando sua cabeça, puta, sabe? Então é por isso que tem essa diferença de peso, né?

entendo como é que eles conseguem levar tanto soco, né, cara? Ô, gente, eu não entendo como bater no outro pode ser um esporte. Sério.

Porra, o primeiro esporte.

Gente, mete a porrada no outro e ganha uma medalha, é isso? Porque

a gente é bicho. O ser humano é um animal que nem outros mamíferos que vivem enfiando porrada no outro aqui. É verdade. A gente é bicho, gente, é isso. A gente gosta de parada, de bicho. Bater no outro é um negócio de bicho.

Nossa, cachorra brinca de brigar todo dia.

Porra.

Brinca de brigar. Não brinca de brigar, não.

Dá uma

regada nos dentes. Ah, fica puxando lá os brinquedos. Fica puxando corda, dando cabeçada. É, gente. Isso é o bicho que faz isso com tripa. Ai,

meu Deus, né? Mas os caras estão todos inchados, né? Correm juntas, bem-hum. Tem gente que fica baduda porque bateu tanto na cabeça que... Ai, sei lá, gente.

Não é um bom esporte ficar apanhando. Não, o bom é bater, né? O bom é... O bom é

bateria.

Eu

acho

que tá bom Canelada

Canelada Muito bem, Zagalcamos Para mais uma semana de caneladas E anos de Nerdcast

vamos jovem nerd porque essa semana dia de abril não é de abril o nerdcast completou

anos

Eu já acredito. A gente já fez vários marcos com o Nerdcast, né? Já teve um bilhão de downloads. Já teve o Nerdcast mil. E agora, por data, que a gente não lembra qual é, mas é mais ou menos

de abril por aí. Agora. A gente tá considerando que é essa semana. Isso, isso. Mas esse é o ano que o Nerdcast faz anos.

essa é a parada, só que agora foi realmente o primeiro programa

foi publicado por agora você acredita nisso? quero voltar pra

Gente, entra no trem aí. Vamos voltar. Deixa eu ver aquele meme do conversão com Ah, sim,

tem muita música também, né?

Muta

que pariu, caralho, é isso. Não, eu lembro até hoje que o primeiro Nerdcast que a gente publicou teve ouvintes. Ah, tu lembra desse número? Eu não lembrava disso. Lembro, lembro. Eu lembro quando a gente chegou, mil ouvintes. Caraca, caraca.

editável, você quer lá. Porque era um blog, era um blogzinho que tinha um fórum, né?

Exato. E aí, de repente, tem um player com um post que era um, você dava play e você ouvia a gente falando. E lembra que... A gente

não.

Ai, caraca, anos dessa mágoa! Porque o Azaghal não tava nos três primeiros aí. Carlos, volta pra dizer que tá aí anos. Carlos, volta até.

Verdade, Carlos, vou estar desde o primeiro. E um beijo grande pra nossa Lady Lark, que a galera, lembra? A galera entrevistou ela, né? Quando a gente tava fazendo o Nerdcast e tal. Que bom que você tá bem, meu amor. Um beijo grande, obrigado pela inspiração, porque ela foi a primeira inspiração. Sim. Mesmo, porque ela tava na China e ela ficava contando todo dia como é que era o dia a dia dela na China. Tava maluco de curiosidade.

Eu falei, a gente podia fazer um negócio desse. Aí, eu chamei o Carlos de Votorela pra fazer um teste que era pra ser um episódio. Esse episódio que a gente gravou seria muito menor que o Nerdcast normal hoje.

Sim, sim. Só que mesmo assim, eu decidi na época... Fragmentar ele. É, fragmentar em três porque a gente não tinha nenhuma ideia do que era um formato podcast, etc. Como é que ia ser, etc. Editar áudio

mesmo, né?

Editar, etc. E aí por isso que o Azaghal tem essa mágoa aqui. Foi meio que um teste que eu gravei assim, de supetão, com quem estava disponível na hora. E aí decidi publicar, ao invés de só ser um teste piloto, sabe? E aí o Azaghal veio a partir do episódio

Mas anos depois estamos aí. A gente não vai

fazer um outro episódio de Lembrando. A gente já fez muito bem disso. Teve muito recente e ficou maravilhoso. Acho que não faz sentido. Mas a gente vai ter muita comemoração desses anos durante esse ano. Ah, vamos. Esse é o ano de anos. Porque é muita coisa. Um podcast que começou lá realmente com essa pegada de papo de bar.

e que foi mudando, se adaptando e se modificando, que se transformou em audiodramas, Nerdcast RPG, France Labirinto, T-Zombie,

filme. Tudo isso é com o

Nerdcast. Tudo isso começou com um pequeníssimo podcast com ouvintes. Obrigado vocês, ouvintes. Estavam lá desde o início.

E agora obrigado aos milhares.

milhares, milhões? De milhões de

ouvintes que escutam a gente aí semanalmente. Caraca, vocês são muito fodas, vocês mudaram nossas vidas e a gente é muito grato a todo mundo, todo mundo que ouviste, todo mundo que participou de Nerdcast através dos anos. É uma coisa incrível, é um marco, é uma identidade, a gente não consegue se entender como gente sem Nerdcast hoje em dia, né? E a gente fica muito feliz de ainda ser... O Nerdcast você vai ouvir hoje? Eu tenho anos.

Você tem Agora,

finalmente, você tem anos. O Nerdcast tem Se a gente continuar o Nerdcast por mais anos... Tu vai

colocar outra data de expiração? Vamos supor. Não, eu

posso fazer uma matemática. Porque se a gente continuar o Nerdcast por mais anos, metade da minha vida vai ser fazer o Nerdcast aos anos.

Literalmente. Porque você começou aos e aí você chega... Olha isso, é maneiro, hein? Não é? Vale puxar mais anos

aí. Caralho,

vocês não estão vendo

a cara, mas

legal.

A gente tá querendo estar vivo ainda.

Uma coisa de cada vez.

Uma coisa de cada vez, mano.

Mas o que eu quero saber de vocês é o seguinte, a gente fez umas postagens em redes sociais falando dos anos, né? E a gente chamou os participantes mais recorrentes pra falar, né? Dos programas favoritos deles nesses anos, né? E aí a gente pergunta pra vocês agora. Vocês!

Qual é o Nerdcast favorito de todos os tempos de vocês nesses últimos 20 anos? Bota a hashtag Nerdcast20anos. Exato. A gente manda. É o Nerdcast XYZ. Programa sobre isso por causa disso. Pode botar o que você quiser, mas manda aí, porque a gente é muito curioso nesse sentido.

Exato, eu acho que a gente poderia, tipo, pelo ano todo, ler. Não só no próximo episódio, sabe? Porra!

Muito pelo ano. Esse é

o ano de comemoração. A gente pode ir na leitura de e-mails sempre, pelo menos, ler um depoimento. Acho que é uma boa. Qual é o melhor Nerdcast e por quê? E a gente vai lembrando

junto. Então bote nas redes sociais que é legal a gente ver no Instagram e tal. A gente voltou no LinkedIn também, se você for um LinkedIn. Um LinkedIn. Um LinkedIn. Um LinkedIn.

Mas é legal vocês mandarem aqui pro nerdcast arrobajovemnerd.com.br Exato. Mande as suas histórias com episódios do Nerdcast. Exato. Porque é muito legal de ler e recordar isso. Acho que

a gente pode começar com o Léo Lopes. Sou eu. O cara aqui. Manda um e-mail, Léo. Manda um e-mail que a gente vai ler, porque ele certamente é uma âncora de tudo isso. Ele edita Nerdcast a mais tempo que a gente. É verdade. É VERDADE

É verdade. Então ele faz parte também, o Léo e toda a galera da radiofobia, faz parte muito da identidade do que o Nerdcast se tornou nesses anos. Então a gente quer mais uma vez agradecer e bater palmas. Léo, manda um depoimento aí. Qual é o seu Nerdcast favorito? Que a gente vai conversar com você e a galera que mande também. A gente vai guardando e vai lendo porque é bom. É bom lembrar. Tem Nerdcast que nem eu lembro. Tem Nerdcast que eu acho que a gente gravou no mês passado e que foi anos atrás. É bizarro. É assim que a gente tá na nossa memória, gente.

anos de Nerdcast, vamos comemorar! Quero falar de a própria carne em duas instâncias. Primeiro, temos estampas novas na Nerdstore com loja. Estamos agora toda hora com estampas novas. Duas estampas de a própria carne.

cara, essa é muito maneira, são dois artes uma baseada no símbolo do ritual do filme que é aquele cadeado, sabe qual é? aquela palavra minimalista então ele é minimalista na frente e nas costas tem o símbolo desenhado em sangue vermelho, é muito irado essa camiseta é muito maneira, pra quem gosta de camisa mais low profile, na frente, essa é ela mostra o que você é atrás

E a outra é o velho e a menina. Cara, é muito maneiro. Vários elementos do filme, todos cartunizados no estilo do Gui Nascimento. Maravilhoso. Tô foda demais. O artista aqui. O Gui já fez várias paradas aqui pra gente. Sim, sim. Jovem Nésia, né? Cara, é irado. Dá uma olhada. Tem link aí no posto que você vê as estampas novas. Então, você que gosta de parada espalha fatosa, entendeu? Quero mostrar que veio a própria carne no peito.

É essa do Gui Nascimento. Outra. Ah, não. Sou mais low profile. Eu faço meus rituais escondidos.

Naquela hora da noite, você já usa a outra estampa minimalista da chave na frente e o símbolo gigantesco nas costas em seguida. Além disso, a NerdStore ainda tem as camisetas, novas estampas baseadas nos primeiros episódios de cada Nerdcast RPG. Todas iradíssimas, inclusive. Exatamente. Então, gente, dá uma olhada lá em nerdstore.com.br, a maior loja nerd do Brasil com novidade à própria carne. Foda demais! Aliás... DEMAIS ALIÁS

A própria carne teve a sua campanha. A gente sabe, né, Zagal? Fez a campanha de produtos da própria carne antes do lançamento do filme. E agora ela está encerrando... Isso, o último final de semana. Último final de semana. Então, olha, gente, se você quiser garantir livro de produção, quadrinhos que expandem a história da

própria carne. Eu finalmente, quando a gente esteve no Brasil, pude pegar em mãos o livro de produção. Pois é!

a gente ainda não tinha visto. Eu só tinha visto as versões digitais, né, pra provar e tal. Maravilhoso. O quadrinho a gente pegou na CCSP, mas o livro ficou pronto agora, né, o pessoal já recebeu. Exato. Nossa, cara, que trabalho fenomenal. Fenomenal. É um livro de produção

assim, irado. Tem o roteiro todo lá, escrito e, né, tipo assim, o roteiro tava lá e ele tá todo anotado pelo Yang, coisas que se faz antes de gravar, durante a gravação. Então você vai ver todo o roteiro comentado pelo diretor.

E a gente fala com todo o resto da equipe de produção. A gente fala de figurino, de efeitos visuais, de fotografia. Crença sonora. Cenário. Cara, é incrível. Quantos atores, entendeu? Tudo.

Tudo que envolve o filme. Todos os departamentos envolvidos foram ouvidos. E aí você vai entender como é que é a produção de

um filme. Independente. Independente, é isso. Como é que a gente vê na carne e na coragem. Muito foda. Vale muito a pena. Várias

fotos. Fotos de coisas que não aparecem no filme. A criatura que tem no final.

você vê de verdade é porque ela aparece longe meio focada no livro de produção tem o 3D dela muito bonito muito informativo também então olha só gente esse é o último fim de semana agora é do dia de abril de abril é isso último fim de semana, abril de lembrando temos livro e produção de por olha o descontar

Descontaço, brother. É isso mesmo. É isso mesmo que você tá vendo aí. Um MBA por R$69,90. É isso. Um MBA. É isso mesmo. Cara, é muita informação. Muita coisa foda lá. Tem os quadrinhos de R$109,90 por R$59,90. Nossa

senhora. Cara, são seis histórias. Exato. A história é pregressa dos personagens, dos três soldados, da garota, do fazendeiro e do coronel. Exato.

Cada arte, um artista diferente. Foda demais. Capa também, outro artista diferente, né? Ivan Reis, uma turma inacreditável. E aí a gente escolheu cada artista pelo estilo, pra combinar com a história que a Marcela, que o Ian, ou que o Leonel escreveram. Nossa, que trabalho incrível, cara. Sorte,

todo mundo envolvido nessa produção, todos os artistas brasileiros, a gente tem o maior orgulho disso. Além da HQ foda, que expande toda a história dos personagens.

Você tem o balde de pipoca de R$50,00 por R$39,90. Irado. E uma peça de colecionador. Atenção. O vinil vermelho sangue. Vinil, nós estamos falando de um disco de vinil. Isso, um LP. Um LP que você pode ter só para enfeitar mesmo. Não, mas tem muita gente que tem vinil. Tem

para vender uma galo, inclusive. Você compra uma vitrola.

Tem vitróleo Magalu. Mas galera... O vinil, ele tá... Ele foi gravado. Ele toca, ele toca. As pessoas estão

querendo... Eu tava pensando nisso. A gente tem tudo no digital, né? É. Hoje. E aí a gente não vê nada, não revê nada. Isso. Quando a gente tinha as coisas no físico... A gente vê lá, pega, tem todo um ritual. É, o álbum...

Albinho de foto, VHS, os próprios DVDs, as fitas cassetes, os discos. A gente, eles estavam à nossa vista. Então a gente ia lá, mexia, manipulava, ouvia. Então a gente já tira trilhões de fotos, fica tudo no celular, você nunca vê nada. Você não vê, nunca... Nunca vê mais nada, sabe? Não vê nada, não vê nada.

É uma tristeza. Então, se você quiser ouvir a trilha sonora de A Própria Carne, tem aí o vinil maravilhoso, pouquíssimas peças sobrando. E que tem também

uma faixa de uma fala exclusiva do Percy como fazendeiro. Sim, sim. Que é ele com um outro prisioneiro dele que não tem no filme. Em algum momento do passado, ele teve outros prisioneiros lá.

que se fuderam lá. E aí é ele falando com... Cara, é muito foda. E é exclusivo. Não tem lugar nenhum. Não tem filme e tal. Tem Novinil que você... É. Se você deixou crescer um bigode, você em São Paulo... Quem tem bigode em São Paulo é obrigado. É obrigado a comprar uma vitrola. Não sei nem o que você tá

fazendo. Tem que ter.

Esse

vinil ainda. Mas se você não tem, aproveita que o vinil vai de R$149,90 para o R$119,90, a peça única, que vai para a sua coleção de vinis imaginários. Ou você que tem vídeo vai botar lá. O vinil todo é vermelho, Azaghal. É irado. É irado, cara.

aproveita, tem link aí na descrição, vai até o final desse domingo, de abril de tem parcelamento em 6x100 juros, aproveita, tem link aí no post, pra você aproveitar os últimos momentos da grande campanha, a própria carne, e também com camiseta na Nestor, essa aí tá valendo, essa aí não acaba domingo não, pode comprar, onde você quiser. Dá uma olhada nos links do post, aproveita a própria carne!

E se você não quiser ouvir os recados e e-mails do último Nerdcast, pode pular diretamente para...

39 minutos e 59

pautas ausentes. Quero agradecer aos nerds que doaram sangue e salvaram vidas. Roberto Filho, Samuel Gomes, Anton Sampaio, Jefferson Sari, Augusto Walter e João Pedro do Rosário. Muito obrigado, nerds. Lembre-se, quando você doa sangue, você tira uma selfie de você doando sangue e manda para a Nerdcast, arroba jovennerd.com.br.

E a gente agradece, a gente estimula todo mundo a doar sangue. E você doa sangue, você salva vidas. Muito obrigado, galera. Mande também seus e-mails sobre o Nerdcast. O último Nerdcast sempre para o mesmo e-mail. Nerdcast é arroba jovenerd.com.br. O que você quiser comentar. Ah, lembrando que tem pedido de doação de sangue urgente para Maria Aparecida Weingartner. No Hospital Mário Covas, em Santo André, São Paulo. Quem puder ter informações aí no post.

É sempre muito, muito importante. Uma doação nominal é sempre urgente, então... URGENTE ENTÃO

ajude a salvar a Maria Aparecida. Ela está precisando ter informações aí no post. Muito obrigado, galera. Ana Beatriz Martins, anos, médica veterinária, Belford Purple, Rio de Janeiro. Olá, senhores jovens da...

Esse é o meu primeiro e-mail, mas talvez seja o primeiro onde eu tenho conhecimento que agregue em algo. Sou médica veterinária e por algum tempo tive um hiperfoco em cavalos. Olha aí. E eu quero contribuir com aqui meus dois centavos.

imagem da trilogia Senhor dos Anéis foram usadas cavalos. Parece pouco, né? Mas mesmo assim, foi um trabalhão de logística. A maioria dos animais utilizados na filmagem eram neus-irlandeses mesmo. Eu lembro disso porque o cara falando aqui, ah, não, eles queriam pedir cavalo de fora. Não, em Nova Zelândia tem um controle... O controle lá de Ministério da Agricultura e... Pra pessoa

levar o cachorro pra Nova Zelândia, o cachorro tem que ficar em quarentena em um outro país por, acho que, dias, de fato. De exato, quarentena.

É, porque a gente fala quarentena, mas não necessariamente são só dias, né? Mas a ideia era... Nesse caso, parece que sim. Pra depois, esse cachorro poder entrar na Nova Zelândia.

Aí os caras falam, impossível. Não dá pra gente esperar. Porque levar cachorro de outro

país já é uma dificuldade pra Nova Zelândia. A ilha. Exato. Não é que nem levar, sei lá, da Argentina ou do Uruguai pro Brasil, por exemplo. Que daria pra fazer terrestre. Tem que ter muito

cavalo no navio, mano. Cara, maluco, é sinistro.

E aí, bom, é um trabalhão. A maioria dos animais utilizados eram neozelandeses, mesmo recrutados de todo o país. E todos os cavaleiros foram treinados com técnicas de cavalaria clássica para fazer parecer o mais realista possível. Inclusive, eles falam que tinha tantas mulheres que eram donas de cavalo que eles tiveram que botar barba fake porque o exército era feito de homens. Virou muito pai, toda parada. Virou muito pai, toda parada.

E virou muito pai, todas as mulheres de barba fake para fingir que eram cavaleiros homens. Só que no Mount Piter eram homens fingindo que

eram mulheres usando barba fake.

Exatamente. Mas, muito maneiro. Nos livros aqui, é citado que um montante de mil cavalos na cena onde os guerreiros de Rohirin entram em combate. Onde a maioria foi adicionada por CGI. Então, assim, você tinha uma frente... A gente foi onde eles filmaram lá os campos de Pelanorque na fazenda, né, quando a gente esteve lá. E eles falaram, cara, eram cavalos, né? Pô, que a merda não... Você imagina se cuidar de cavalos num lugar só. Alô, cocinista. cavalos!

É muita coisa, cara. É muito bicho.

É muito cocô.

É muito tudo, muito veterinário, muita logística.

O cavalo requer muito cuidado, tem que escovar o cavalo. Exato. Tem todo um

rolê, né? E tipo assim, tudo bem, devem ser donos diferentes de cavalo, mas vamos dizer que seja metade. Mas você tem que

hospedar pessoas.

Não, e é muita

gente, cada um tá cuidando do seu cavalo. E o cavalo tem coisa... Imagina que... E aí quando eles saem correndo, né? A câmera veio filmando os cavalos, os cavalos. E aí eles vão e adicionam pro CGI a galera. Mas vamos lá. Motivo do e-mail. Como é feito o transporte dos cavalos? Diferentemente como o Lorde da CNN citou, animais não são transportados em navios. Olha aí!

Então como é que vai levar? De avião? Não chega a ser uma canelada, pois animais em grupos... Porque a gente... Eu sei de onde veio isso. Veio do corção negro. Corção negro, exatamente. A ideia de que cavalos são transportados em navio. Bom, não chega a ser uma canelada, pois animais em grupos muito grandes ou de baixo valor podem ser transportados em navios para a carga viva. Mas hoje em dia, o transporte de cavalos é feito por avião. Caraca, maluco.

Como? Os cavalos viajam em contêineres especiais. Nossa, coitado dos bichos. Baías acolchoadas e climatizadas de a graus em aviões de carga como o Boeing ou Muitas vezes com acompanhamento veterinário, como é feito na maioria das vezes com... Imagina, impossível você levar cavalos de fora num rolê desse. Quantos

veterinários para cada...

Puta, isso não é avião. Fala, cavalos? Pô, um contêiner. Quantos aviões? Eu não sei, mas é possível, possível. Enfim, muitas vezes com acompanhamento veterinário, né? Como é feito a maioria das vezes com cavalos que competem nas Olimpíadas. Que fazem viagens para o país sede da competição. E às vezes meses antes para se adaptar ao clima, terreno, etc.

imagina a cavalarada de Olimpíada. É verdade. Mas assim, são né? Então, é, mas vai ser isso, imagina. Mas é um

trampo. É caríssimo. Mas aí cada país leva um, né?

É, mas gente, a galera de cavalo, Olimpíada tem dinheiro pra...

Exatamente, você já viu aquele vídeo lá do Fábio Porchat.

O famoso lá, pode ter sido o Fábio Porchat. Exatamente, maravilhoso. Esses

atletas de alto nível nesse tipo de esporte nunca moram no Brasil.

Não, nem fodendo, não. O cara tem aras na Suíça, né? Na Suíça não, porque a Suíça não nasceu um país bom pra cavalo. Mas enfim...

Exatamente, vamos lá. O transporte aéreo pode custar entre mil e mil dólares por passagem de ida, dependendo do local de origem. Ah, mas

eu vou te falar que não acho caro, não. Para transportar um cavalo? Um cavalo aéreo, a mil dólares. Hoje uma passagem aérea, para uma pessoa, está saindo tipo mil dólares. Não está saindo muito menos que isso, não. Não está barato, não, maluco.

Mas o cavalo com todo esse rolê de container, de não sei o quê? Mas é. Porra. Fora com todos os gastos com passaporte exame. Passaporte cavaleirado. Aí eu já gostei. Passaporte? Eu gostei. Cavalo tem passaporte? Porra, aí eu valorizei pra

caralho. Ah, cara. Eu quero demais. Tu acha que tu vai meter um bicho que tem passaporte no navio? Eu quero ver

o

passaporte de cavalo. Ah, não, cara. É sério isso? Tem porta do cavalo?

Eu

quero isso. Será que ele tá mostrando os dentes? Não faz a bola.

Olha, ele é um maluco. Gasta com passaporte, exame de vacinas para cumprir os critérios da inspeção sanitária do país. Mas é claro que isso nada mais é do que dinheiro de pinga para o nosso amado Vigo Mortensen, não é mesmo? Ah, é porque ele levou, né? Ah, porque diz que ele levou o cavalo dele.

Disse? Não, acho que ele ficou com o cavalo. Ele levou o cavalo da Norte da Holandia para casa. Ah, ele levou o cavalo para a Argentina, sei lá. É, não sei para onde. Ele levou o cavalo. E a Liftyler parece que também, né? A gente fala isso no programa, se eu não me engano. A Liftyler também pegou... Travou o cavalo? Travou o cavalo.

Caralho, sério? Pelo que eu entendi,

sim. O Viggo Maltz mora na Argentina? Não, não, não. Ele morou muitos anos. Foi criado na Argentina. Ele foi espanhol. Ele é poliglota. Poliglotaço. Mas ele cresceu nos pampas, nos árabes. Me dá cavalo pra caralho. Essas coisas. Por isso que ele quis cavalo. É isso.

Mas olha, vou te falar, o Viggo Morto, essa galera não ganha muito dinheiro nos seus anéis não. Depois, beleza. Ah, sim, é. Quanto é que o Lego, o Orlando Bloom falou que ele ganhou quanto? mil dólares? Realmente

não era a grana de salário que tem hoje pra essa galera. Mas assim,

mil dólares não é pouca grana não. Foi alguma coisa assim, perto de mil dólares. Não é pouca grana não. Mas assim, pra um ano e meio de trabalho, morando na Nova Zelândia. Fazendo três filmes.

Mas a

maioria

deles era desconhecido. Totalmente. O Orlando Bloom saiu da escola de teatro.

São Zanetti. Exato, então assim, é o início de carreira, né? Exato. Salários menores, acho que o maior salário devia ser do Ian McKellen. E ele também não era um ator conhecido, né? Era um ator teatro, conhecido no teatro e tal, né? Ninguém ganhou muita grana. Mas não era um filme que você... Não era um Avengers, é isso que eu tô querendo dizer. Não, não.

Ele

já era o Magneto, mas ele não era o Magneto. Hoje ele vai ganhar muito mais do que ele ganhou seus anéis em experimental pra fazer esse filme agora. A Liv

Tyler era conhecida, né? A Liv Tyler era talvez a mais conhecida. A Liv

Tyler era conhecida por causa dos clipes da Aerosmith, porque ela era a filha do homem. É isso.

Ela não tinha feito nada de cinema ainda? Não sei. Assim... O Sean Alston era, né? O Sean Alston... Não, ela tinha feito

Armageddon. É.

Mas o Sean Alston já tinha feito Gooney. O Sean Alston era o mais conhecido. Não, o

Sean

Alston é

a Tom Mirim. Isso. Ele fez um

milhão de filmes. Ele fez Gooney. E John Rhys-Davis também, né? O Saladé deve ter sido mais alto. Sim,

mas o John Rhys-Davis é um... Ele é um ator.

O Saladé deve ter sido mais alto que os demais, provavelmente. Porque ele já... Talvez. Já tinha feito Indiana Jones, mano. Então, mas ele sempre foi o cara de papel secundário, cara. Mas tem secundário que ele ganha bem. Não sei. Quando o secundário é mais expressivo... Tipo James

Woods e tal. Mas ele não é o James Woods, brother.

Não ganhou muito dinheiro não, rapaz. Estou falando,

essa galera não ganhou muito dinheiro não. Não, ninguém ganhou milhões, isso com certeza.

Ninguém ganhou milhões. Com certeza,

com certeza.

O Peter Jacks teve que processar no online depois, você sabe. Porque é aquele negócio de... Ah, pior que é, teve uma treta, né? De auditoria, de... Verdade. Sabe, ele teve um processo aí, porque eles estavam querendo sentar em cima do dinheiro que o Peter Jacks falou que era dele. Não sei nem como terminou isso.

João Victor Vila não informou idade, mas ele é músico da Galícia, Azaghal, olha aí olha aí, tua terra aí Azaghal, olá pessoal, tudo bem? sou compositor de trilhas sonoras para cinema e televisão inclusive recentemente trabalhando junto com o Icles Rodrigues, olha aí

Também sou criador da série de audiodramas Eldritch Episodes, inspirada principalmente no Nerdcast RPG Couture. Olha aí, que legal, cara. Parabéns. Depois de ouvir o último Nerdcast, precisei vir nerdolar sobre a trilha de Oceã dos Anéis. Por favor. Eu diria que se você ouvir com atenção, em qualquer plataforma de streaming, consegue praticamente acompanhar toda a história dos filmes sendo contada musicalmente de forma magistral pelo Howard Shore. Sim.

Já conversei com várias pessoas da área, tanto no Brasil quanto aqui na Galícia, onde moro, e existe um conceito... Pô, cara, parabéns, o cara trabalha com TV Sonora de filme e TV e mora na Galícia. Parabéns mesmo. Parabéns para o mundo globalizado. A Galícia é algum centro de produção audiovisual, alguma parada assim? Não faça.

ou ele é o home

office,

home studio

as maiores cidades da Espanha são Galícia não é uma cidade é uma região mas na minha cabeça, tirando Santiago de Compostela que é muito mais uma cidade turística de estudante, não tem nenhuma outra grande cidade expressiva tem vírgula na Galícia e tal mas na Espanha, Barcelona, Madrid Valência Bilbao Bilbao

essas são as maiores cidades, mais expressivas Sevilha, agora a Galícia, não tem nenhuma cidade assim que seja um grande na minha cabeça tá de home studio, fodão, vivendo o melhor dos mundos, não

sei se tem a B se tem ali, eu fui preso, algum rolê assim parabéns, se você não tá num polo da sua área, parabéns isso é uma conquista

então ele falou assim, falou com um monte de gente tanto no Brasil quanto na Galicia e existe um consenso muito forte de que essa trilha é uma das maiores demonstrações do uso de leitmotifs que é quando uma frase musical passa a representar uma ideia ou um personagem leitmotifs, se escreve L-E-I-T motifs, M-O-T-I-F-S leitmotifs

Um exemplo brilhante é toda a sequência de Moria e do Balrog. A base musical ali está profundamente ligada ao universo dos anões, porque fica aqueles corais de Casadun, aqueles... No fundo, etc. Mas quando o Balrog aparece, o Howard Shore introduz por cima um coro inspirado num raca gravado por um time de rugby da Nova Zelândia. É como se a música mostrasse o Balrog tomando para si o domínio de Moria.

Já o tema dos Nazgul na perseguição em Bri é sensacional.

É foda. Cada vez que um deles surge, a trilha ganha ainda mais camadas de intensidade. Ele é construído a partir de elementos do tema do Anel e de Mordor. E talvez uma das coisas mais fascinantes é justamente o fato do Howard Choi trabalhar com línguas criadas por Tolkien. Ou seja, todos carregam o significado literal também. No caso dos Nazgul, o texto da música deles é, traduzindo, Renunciamos ao nosso criador. Apegamos-nos à escuridão. Tornamos para nós o poder e a glória. Conte...

contemplai, nós somos os nove, os senhores da vida sem fim. Foda demais. Aí ele continua, um de meus temas favoritos é a Far Green Country, na cena em que o Gandalf fala com Pippin em Minas City sobre a morte. Nossa, essa cena é de arrepiar, minha. É, foda demais. Ele fica descrevendo que o fim da vida não é o fim da aventura e que ela continua. É linda demais. A música incorpora o motif dos Grey Havens, ou seja, dos portos cinzentos, que é aquele...

Que é a música que volta a tocar na despedida, né? Inclusive que é cantada pela Annie Lennox no final do filme. É verdade, é verdade. É esse o motivo dos Grey Havens, né? De quando eles partem para o oeste, né? Então esse motivo dos Grey Havens traz algo que em inglês é chamada de Amen Cadence. Ou seja, a cadência do Amen.

Muito usado em Cânticos Cristãos como resolução final, o que traz a ligação de Tolkien com a religiosidade. Pra mim, um dos momentos mais bonitos de toda a trilha. Com certeza, essa trilha é de arrepiar, cara. E tudo isso são só alguns poucos exemplos.

Essa é aquela trilha que você escuta ao comecinho, você já reconhece a música, a cena, o momento.

É, volta tudo, né? Exatamente. E ele fala que, para quem quiser se aprofundar, recomendo muito o livro The Music of the Lord of the Rings Films, que faz uma análise da trilha, né? Tudo isso que ele está falando. Isso é uma

coisa muito interessante dos filmes de Sons Anéis, que a gente não falou, mas é que, por ter muitos fãs, a maioria idosos...

tem muita coisa sobre sobre a produção, não só livros de making of como coisas especializadas um livro sobre a música, um livro só de receitas de comidas feitas no filme tem muita coisa legal pra pesquisar e se aprofundar

um universo muito, muito gigante muito profundo

É porque é um trabalho também riquíssimo, né? Da produção, de fato. Sim. Então, realmente, dá para se aprofundar.

Dá, exatamente, né? Não só na obra de Tolkien, mas, assim, a contribuição de todos os artistas, né? Exato, exato. Faz demais. Também vale conhecer o canal Monoverantos, no YouTube, que destrincha os três filmes e outras obras, incluindo Anéis de Poder, que pode até ser horrível, mas tem uma trilha sonora bem interessante do Bear McCreary. Eu gosto do Bear McCreary, ele é bom. Não acho maravilhosa a trilha do Anéis de Poder, acho maneira, mas, assim, né?

Nem se compara com o Howard Shore, mas o Ben McCreary, ele é fodão também. Deixo também a recomendação do grupo Clamavid Profundis, que criou músicas baseadas nos poemas e músicas do próprio Tolkien. Eu não sei se essa é a da coleção que eu cheguei a ter, esses CDs não tem mais. Que chamava Tolkien Ensemble, lembra? Não. Que tinha um monte de interpretações das músicas que o Tolkien escreveu, as músicas de viagem, etc. Sim, sim, aquela cantoria

toda.

E era uma interpretação dessas músicas, né? Criando melodia pra essas músicas, né? E também tinha... Pra mim é sempre um terror ler essa parte. Eu

não sou nada musical. Eu não sou nada musical. Então eu ficava lá, Berém, Lúcia. Exato. Tem parte que eu pulo. Tá bom, música.

Pum.

pulou. Exato. Porque o Tolkien Ensemble, pra quem gosta dos Anéis, ou você que tá lendo agora, etc, entrou na vibe e quer se aprofundar nessas outras peças artísticas, se não filme, essa coleção Tolkien Ensemble, além de dar vida às músicas que o Tolkien criou a letra, né, no filme, quer dizer, é uma interpretação, tem outras, né? Sim, claro. Tipo, o Marcelo era fã do Blind Guardian. Exato.

Desde sempre, reinterpretava as obras de Tolkien da forma deles. Mas o Tolkien Ensemble, além de ter essas músicas todas, tem várias partes do livro lidas pelo Christopher Lee.

Olha que foda. Inclusive,

o poema do Anel, né? Quando ele... One Ring... Tipo assim,

Nine Rings... Enfim, pra que eu vou falar? Toma aí.

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Um ring para trazer eles todos E em escurso, os bairro de Mordor Em terra de Mordor, onde os escutores estão

Enfim, é uma coisa que tá fora do eixo do mainstream de coisas em relação aos seus anéis, mas você pode procurar aí, muito foda. E todos esses canais e livros e coisas que o João Vitor recomendou aqui. Ele termina falando, pra mim Os Os Anéis é a melhor trilha sonora já feita na história do cinema. Meu coração bate forte aqui. Mas ela tá... Tá no top. Top fácil. Enfim, junto com o John Williams, Top fácil. Sim, Howard Shore, não precisa fazer mais nada na vida. Não, não,

não.

Pra

eu que trabalho com trilha sonora, é uma obra obrigatória de se estudar.

Olha aí, mas é

verdade. Só perde pro Funk do Anel. É verdade, olha só, o Funk do Anel é uma obra única que tem... Pena que não tem continuação. Faz isso, toca aí,

Léo,

toca aí, vamos terminar.

Ai, gente, o meu algoritmo agora no Instagram tá aparecendo direto, é defesa pessoal. Agora, sei lá, ele tá falando, a minha senhora, a senhora tem que se defender. Tá aparecendo, eu vi um vídeo, sei lá, fica aparecendo direto agora. Bom, mas eu acho que tem que ter bastante defesa pessoal aparecendo pras mulheres mesmo, que a gente tá precisando. Cara, pois é. Não, e é irado, cara, porque você vê que não precisa de força, sabe? É só técnica, né? Verdade.

Porque a pessoa que é treinada, cara, é impressionante. A mulher consegue se livrar de várias situações, sabe? Até no chão já, sabe? Quando

o cara tá

enforcando a mulher, ela vai e consegue, cara, tirar os braços, chutar o cara, sabe?

É sinistro. E

aí dá aquele mata-leão lá, enforcar o cara, sabe? Estrangular pro cara desmaiar e ela sair. Cara, eu sou fascinada por isso, cara.

O meu algoritmo agora é como fazer gelo transparente, transparente.

caraca. Nossa, que coisa aleatória.

Mas tem que ser com

água destilada? Não,

é uma forma de gelo específica, porque o gelo que a gente tem na nossa geladeira, ele fica com bolha de ar. É, mas essa água é toda cheia de calcário também. A nossa água é toda... Não, mas não é só calcário. O que a gente vê branco dentro do gelo é ar. Ah, tá.

de ar, ok. São bolinhas de ar. E ela derrete mais rápido, tá? Então tem um gelo específico que você usa uma forma que tem dois layers de água e aí o ar desce e aí fica só gelo, água congelada. Olha, o algoritmo deles é... Vocês são muito bestos. Não, é muito bom, cara.

Mas e aí? Fica mais bonito? Estudura mais, é isso?

Então, em teoria dura mais, mas eu não sei o quão mais ele dura. Mas ele é um gelo mais pra drink, né? Vocês

são muito beijos, tá, gente? Vocês são muito beijos. Não, pra

fazer aquele cubão do old

fashion. É.

Ué, o Alexandre tem a forma de cubão para... Ah, mas é

aquela forma vagabunda. É, mas sei lá,

é uma forma específica. Não pode pegar o gelo da geladeira. Não, tem que bater lá. Não, Agatha, porque...

Peraí, não, mas não é só estética.

O Old Fashioned tem aquele cubão de gelo, porque... Qual a diferença? Você pode botar o mesmo volume de gelo, mas se você triturar o gelo, ele vai derreter muito mais rápido. Sim, sim. Porque tem mais superfície de contato do gelo com o líquido. Quanto mais superfície de contato, mais troca de calor e o gelo derrete mais rápido. Então, o cubão de gelo serve para diminuir a superfície de contato com o whisky e ele demorar mais para derreter. Exato. O cubo de gelo

grande tem uma função real.

Ah, tá. Mas o Dave tem aquela bola de metal. A bola de metal.

Que não derrete. Pra preguiçoso, né? Pra preguiçoso. Ela não derrete, mas ela deixa algum gosto.

Ela

não gela

que nem gelo. Ah, mas pra uísque funciona.

Essas coisas não gelam que nem gelo, porque a gente tinha o do Mickey, lembra, André? A gente tinha aqueles gelinhos do Mickey? E não gelava que nem gelo. O gelinho

do Mickey era um plástico, um plástico com água dentro. Então, eu acho que não gelava direito, porque o plástico não gela que nem a água que tá congelada lá dentro. Era muito vagabundo aquele troço.

A Brara tá bonitinha ali do Mickey. Agora eu tô em busca do copo térmico que mantém as coisas geladas horas, que não existe.

horas? Peraí, você tá querendo inventar a lei da física? Alguma coisa assim? Andréia...

Porque eu vi no Instagram o carro que pegou fogo, aí não sobrou nada. Aí a mulher chegou lá, tava lá o copo dela térmico, abriu, tinha gelo dentro ainda. Aí

eu falei, eu quero

esse copo.

É

o Stanley Cup, porque os caras usaram isso como marketing, esse rolê aí.

Comprei. Comprei, David. Sabe o que acontece? Eu comprei primeiro um copo lindo da Hello Kitty. Falei, ai, nossa, o copo mais lindo da Hello Kitty que eu

já vi. A Galadriel já não passou no teste. Aí, pronto.

Aí, a porra do negócio não mantém gelado merda nenhuma. O copo é lindo, maravilhoso, gigante, mas não mantém gelado. Aí, agora, eu comprei o do Stanley Cup. Eu vou fazer o teste. Quero ver se vai realmente. Mas tu

comprou o copo ou garrafa? Eu comprei o copo.

Eu acho péssimo o copo. Depende do seu uso. Se você vai usar o copo na sua mesa de trabalho, sei lá o que, no carro, beleza. Mas quando é uma garrafa, especificamente, é melhor. Porque fecha, melhor, mais fácil de guardar. André, tem um copo que ela leva na rua. Só com uma caneca na mão, que nem se tivesse no Oktoberfest.

Não, essa caneca... É uma modinha. Tem alça?

Tem alça?

Tem

tampa. Tu

sai na rua com um copão de alça? É modinha, todo mundo tem. Tu sai na rua, quem te leva no carro.

A gente leva no carro. E aí, quando eu saio pra ir nos lugares, eu sinto sede e eu carrego. Caraca, tu

virou americana

minha. Mas eu levo a minha garrafa, só que eu tenho um porta-garrafa que eu levo comigo. Lembra, André? É, a Ágata tem uma bolsinha porta-garrafa. A bolsinha é só pra enfiar a garrafa.

Só pra enfiar. É, tipo, parada aí. Equipamento de D&D, sabe? SABE

É de D&D, e ela é de corinho. Ah, você podia comprar tipo Lara Croft, né? Amarrar a mão na coxa e encaixar. Caraca, que excelente! Eu podia

botar aquele capacete, que tem dois porta-copas assim. E o canudo. Cala

a boca! Não, gente, a minha garrafa é boa. Nossa garrafa é boa. Ela

ficava horas, mas acho que ela tá velha e ela não tá ficando mais horas. O que me irrita nas garrafas é que elas são chatas de lavar. LAVAR

Eu odeio carregar qualquer coisa que me cava no meu bolso. O copão, o Dei

pode reclamar que eu sou só copão de óculos do Bethesda. Mas o copão é você lavar com a sua mão. Eu odeio quando tem que ficar com escovinha, com inferno. Na verdade, o

copão não tem aquele canudo embutido?

Tem, mas você pode lacrar a parte do canudo.

Você pode não usar o canudo, né? É, eu não uso o canudo. Ah, mas ele tem uma boquinha? Então, mas olha só, todo mundo que tem garrafa de boquinha, essa boquinha tem que lavar todo dia. Sim.

Sim, claro.

Não é tipo, fica uma semana sem lá, não, porque... Não,

gente, tá nojento. Eu uso uma vez a bota na...

Todo dia. Ih, mas pode ir na máquina? Não estraga?

Pode, pode. Não, então,

o da Hello Kitty não pode. Mas agora...

Já vi que botou e

derreteu, né? Meu Deus do céu. Não, não, não pode. A Hello

Kitty tá Hello Freaky, né?

Não tá, não. Eu lavo ele. Agora, o outro que eu comprei agora, que eu vou testar, tava escrito que era dishwasher safe. Então, meu filho, agora eu quero ver. Se eu tacar fogo no carro e ele sobreviver.

Nossa Senhora. Se eu tacar fogo no carro.

ainda tiver gelo dentro dele, valeu

esse é o teste

a

garota querendo viralizar, olha aí daquei fogo no meu carro e a garrafa você vai ver

eu consigo entender, por exemplo, levar uma garrafa d'água dentro do carro ou se você tá no seu trabalho mas vou no shopping, levar uma garrafa d'água pra mim é uma parada inaceitável eu levo,

eu não pago água no shopping não é isso, por que? POR

QUE

Você não aguenta aquelas duas horas sem beber nada?

Nossa, eu não aguento. Gente, eu ando boca seca mesmo. Eu também. Eu ando sentindo o seu de tempo todo. E aí não tem como. Tem que estar com a garrafa ali o tempo todo. Eu

odeio

carregar qualquer coisa aqui no carro. E eu odeio comprar a garrafa de plástico. Aquela em cinco minutos a água tá choca. Isso, exatamente. Tá nojenta. Eu gosto de água gelada com gelinho, gente.

É porque, gente, é que Azaghal vive no modo duna, entendeu? Então, ele fica duas horas sem beber água, ele fica oito horas e meia sem fazer xixi, porque já peguei voo e ter essa hora com esse cara, e ele simplesmente não vai ao banheiro, mano. E isso, gente? Entendeu? Porque o cara tá no Poitras aí, só não...

Eu tô Road Dogg, que fala, né? Eu tô no modo sobrevivência.

Caraca, gente! Eu também não faço xixi toda hora, não. O mais que eu preparava. Mas eu não faço xixi toda hora porque eu eduquei minha bexiga, não fazendo a rua que eu tenho nojo. Como você educou, gente?

Educou a bexiga.

Então, eu seguro... Ela é elástica, ela é elástica. Ela

consegue, né? Fica horas sem o jovem.

Fica

horas. Você só tá criando uma infecção urinária a longo prazo, que é o que você chama de educar a bexiga. Não, deu. anos não teve, não vai ter mais.

Se

até anos não

teve, não

vai ter mais. Gente, como é que pode?

Gal, asa.

Essa é a

melhor sabedoria.

Gente, não coisa, não adianta. Eu não consigo na rua. Olha, eu já contei isso aqui, mas vou recordar a viver. Eu tenho nojo e eu só vou se eu estiver morrendo na rua. Eu tenho nojo de tudo. Aí eu tenho que ir desinfetar o vaso, não sei o que, aquela coisa.

Não sei fazer xixi em pé. Não sei se é essa mágica que as mulheres fazem xixi em pé.

Aquele cone de xixi. Cone de xixi de papel. Mas aí é carregar tanto acessório.

Pelo amor de Deus. Ah, não, gente. Eu não vou meter um cone de xixi. Ah, isso é esqueroso. E eu não sei fazer xixi em pé, gente. Eu sei qual que é a mágica se a galera consegue fazer xixi em pé. Eu não sei o que é isso.

Se eu fizer, vou me mijar na perna, vou mijar no pé, sei lá. Então, eu não faço xixi em pé. E eu faço hashtag, mas assim... Mas eu tenho que estar morrendo pra fazer isso. E aí, teve uma vez que eu fui num show no Rock in Rio.

Pior lugar pra fazer xixi.

Então, eu fui pra assistir o Ahá. Eu, quando eu era jovem, era a minha banda favorita.

Isso foi um evento canônico, histórico. Você foi no show do Arrá no Rock in Rio. Isso aí é uma parâmetro. Ah, isso aí

é irado. Pois é. Mas eu fui em vários shows do Arrá. Porque toda vez que o Arrá vinha pro Brasil, quando eu era adolescente, eu tava lá, na fila, pra comprar uma ingressa que eu queria assistir o Arrá. Então eu fui a vários shows. Quando eles voltaram, quando eu já era adulta, já, com filho, já barbado e tudo, eu soube que eles iam vir. Eu fiquei louca. Eu falei, gente, eu tenho que ir no show do Arrá.

E eu nem ia, porque eu tava viajando, mas eu voltei a tempo. E aí eu falei, não, eu vou comprar um voo, vou pro Rio, vou assistir o show da Rá. E aí fui. Já coroa, já não é mais coroa, assim. Fui eu e uma amiga minha. Falei, vamos no show da Rá, nós duas. Beleza, a gente ama.

Amiga minha, Maria José, a gente sabe. Não, não foi, não foi, Maria José.

Não

era,

Maria José? Não era, não era. Nossa, Maria José sabe

disso, que você foi no show da

Rá. Tem, é, Rá. A Maria José nunca foi do Rá. A Maria José não era do Rá. Aí.

A gente chegou lá, começou a chover picas. Mas chovia, chovia. Foi no dia lá que o Cacique Cobra Coral, sei lá, não chamaram ele. E aí choveu no Rock in Rio. Foi o único dia.

Maldito.

Logo no dia que eu vou, não chamo a Cobra

Coral. Cara,

foi um dilúvio no Rock in Rio. Chovia, chovia, chovia. E aí eu olhei pra minha amiga e falei assim, estou achando uma merda, amiga.

Acho que a gente tá velha pra show, hein? Acho que tô achando escroto. Aí eu olhava pra ela e falei assim, tá com frio, amiga? Ela, tô morrendo de frio. Falei, tá foda. Tô toda molhada, tá ventando. Eu falei, eu tô quase indo embora, hein? Antes de começar o show? Não, já é. Pô, eu tava tendo outras bandas. E com a Raya, ia encerrar.

Ah, tá.

Tava achando uma merda. Ela também tava achando uma merda. A gente tava assim, caraca, não acredito.

Tu tava na plateia zona mesmo. Debaixo da chuva, o cacete.

É, no Rock and Re não tem isso. No Rock and Re é todo mundo.

Não

tava em salinha VIP De camarão Não,

então, o Dave sempre descolava As salinhas VIP, mas como Olha aí, o rei do camarote Que isso, rapaz Mas como eu não, a gente tava viajando E eu achei que eu não ia no Arraia Eu não pedi pra ele descolar Aí chegou, fui na cara e na coragem Caraca, o que que vai ser com a coragem?

Mas que descola Salinha VIP assim? Ah, eu não sei. Eu sei que o Alan foi no Queen com os amigos do Salinha VIP. Todo mundo queria ir lá. Você vê

quem são os anunciantes, quem são os patrocinadores masters. E aí você vai rastreando onde você conhece gente. É assim. Olha! Caracol, Azaghal.

Caraca, faz um cara...

Caraca! Mas não deu tempo, porque eu realmente não ia nesse show. A gente foi numa viagem, eu voltei a tempo e acabei indo. E aí, eu olhei pra ela, pra minha amiga e falei assim, amiga, só tem um jeito da gente achar isso tudo maravilhoso. A gente tem que encher a cara. É

isso, gente, é isso. A gente vai

ficar aqui com cara de coxa, achando tudo uma merda.

Mas é por isso que os eventos ficam divertidos. Menina, aí começamos uma cervejinha, duas cervejinhas. A porra da cerveja tava chovendo pra cacete. A cerveja não baixava, né? A gente bebia, bebia, bebia e aí o copo enchia de tanta chuva. Mas a gente foi, tomou um copo, tomou outro, foi, comprou outro, comprou outro. Quando chegou o show da Rá, uma chuva do caralho. Porra, ficou chovendo o tempo todo, caralho. Cara, choveu, choveu o tempo todo. Gente, você não levou aquelas capinhas, aquelas capinhas de plano? Não,

se cobra coral faz diferença, né? Pra você

ver.

Aí, cara, a gente amou o show, a gente amou, a gente tava curtindo. Só que a gente bebeu muita cerveja e aí não tinha como segurar, gente.

Aí eu virei e falei assim, amiga, eu... Eu tava bêbada. Eu vou ao banheiro. Ela, você tem coragem aqui no Rock in Rio? Falei, amiga, só se vive uma vez. A chuva lavou tudo, sei lá o quê. Ela falou, a chuva, o banheiro não é assim aberto, não. O banheiro é fechado. Eu falei, não, mas eu vou, tá tudo certo. Cara, eu cheguei lá no banheiro, eu tava tão bêbada. Que eu me lembro, eu juro que eu lembro. Eu falei isso em voz alta. Eu olhei, abri a porta do banheiro do Rock in Rio, gente.

Fila imensa pro meu banheiro. Abri a porta e falei assim, gente! Nunca vi um banheiro tão...

limpo. Toda minha vida. Não vou nem fazer hashtag. E eu fui o banheiro desse jeito, bêbada. Na minha cabeça tava lindo, maravilhoso. Eu até hoje, eu acho que eu abri a porta, tinha alguém sentado, eu sentei no colo de alguém e me enxerguei em cima de alguém. Não é possível, gente. Gente, mas é pra provar que o álcool é o melhor desinfetante, tá

vendo?

Ah, é? Você tava com o filtro do álcool. O álcool é o

melhor desinfetante. Puta que pariu. Tá, mas no dia seguinte tava eu ligando pra ginecologista e falei olha, tô aqui, peguei todas as doenças do mundo, fica fácil.

Gente, mas olha, tem gente que vai de fralda pra esses eventos. Ah, sim. Aí sim. Melhor não ir, né? É

melhor não beber água. Que tal você não beber água? Pronto, resolveu o problema.

Gente, aquele pessoal que quer ficar lá no gargarejo, na frente, eles botam fralda, porque não tem como sair dali. Ah, não é possível. Aí o Bad Bunny te chama pra subir no palco e você tá com fralda. Mas ninguém vê. Tá

cagado em mijar água.

Não, não, mas não é pra cocô, gente. Não é pra cocô, é pra assistir. Mas eu

não consigo imaginar.

Como que fica o look da pessoa com fraldinha por baixo?

Exato. Se

for mulher, pode ir de saia. Ninguém vai ver.

Vai ficar ótimo, idade média.

Caraca, você acha que não bate aquele ventinho, a saia não sobe? Quando você tá em sobe. Se o Bello pode ir de saia de chão.

Vai aparecer lá

a Minnie Mouse.

Não, gente, o Bad Bunny, ele não vai passar a mão na bunda de ninguém. Então, ninguém vai sentir. O Bad Bunny não precisa passar a bunda. A câmera vai pegar o ventinho. Gente, mas as fraldas, que fralda é essa que vocês estão imaginando? Hoje em dia tem aquelas fraldas modernas, fraldas calcinha, fraldas...

Qual é a que você tá usando,

Ami?

Eu nunca fui, gente. Eu nunca fui achar assim. Fralda, calcinha. Vocês nunca foram aqui na farmácia, vocês veem. Fralda bonitinha. Eu nunca experimentei. Eu não fico procurando

fralda.

Mas eu não experimentei uma fralda calcinha. Gente, não é possível que vocês não... Pra ver se vai ficar bonitinha. Não, gente. Ali no setor. Eu

não vou nessa parte da farmácia, não vou.

Não, gente. Claro que vai. Por enquanto.

Bengala, fraldas. Fora é gatabes.

Eu

juro, gente Não, tem calça bonitinha, gente

Não é

possível, vocês nunca viram Eu fico imaginando o desprendimento social De você estar num lugar Cheio de gente encostando em você Você quer saber? Vou mijar agora Aqui, no meio das pessoas

Você tá bêbado, você tá bêbado. Pulando, você... Se você tá bêbado, você não precisa dar fralda, você vai no banheiro químico. É, você é igual, você vai se achar limpíssimo. Você vai estar limpo, você já bêbado. Gente, as pessoas que ficam lá na frente, sabe aquelas? Elas não podem sair. Essas pessoas são umas coitadas, vamos falar.

Não,

elas estão bem.

Não, gente, são. Porque elas chegam, elas dormem. Elas curtem. É um sacrifício. Elas dormem três dias na fila de barraca.

É um sacrifício, explodido. Não, eu sei, mas o sacrifício que elas acham que vale a pena.

Aí, calma, tá três dias sem tomar banho e três dias de fralda, né? A

fralda já vem citaça, né? Não, mas aí troca a fralda, gente. Não é assim também, gente.

A pessoa chega lá na frente, a multidão fica no sol, só fica na cabeça. Se o vaqueira na cabeça, se

for a pessoa baixa.

Aí a galera de trás vai chegando e vai te... Vai

espremendo. Te

espremendo lá na grade, gente.

Faz parte do risco de toda atividade de ficar na frente. Ah, eu não quero.

Eu quero poder dançar, ter espaço pra dançar, entendeu?

Mas tem gente que quer ficar apertada lá gritando, olha pra mim. Eu já contei essa história, né? Mas a vida é isso, é se repetir, né? Eu fui no show do Guns N' Roses, no Rio de Janeiro, lá no autódromo.

Pô, na época que o Ex-Rose cantava bem... E

aí, eu não estava muito na frente. Estava mais ou menos ali da meiuca, sabe? Longe pra cacete. Fiquei horas sem dobrar o joelho. A gente saiu de casa uma hora da tarde e voltou uma da madrugada. E eu não sentei em nenhum momento desse período.

Olha essa juventude, que beleza.

Nossa, hoje... Mas

juventude sentava no chão.

Tu foi pra frente, então, é isso? Não, eu fiquei... Ficou na frente? Não, eu fiquei... Ação!

Pra ver ele de shortinho de lá, que era uma delícia, né? Não, eu fiquei... A gente não conseguiu

ficar muito na frente. A gente ficou ali no meio, tipo... Era um pouquinho mais do que o meio. Não tava nem perto do palco, assim. Tinha muita gente sentada no chão. Quem tava na frente ali, do meio pra frente, começou a sentar no chão. Porque a gente chegou muito mais cedo do que o horário. A gente chegou, tipo, três da tarde. E o show ia começar, sei lá, sete, oito da noite.

Ah, gente,

que inferno. Gente, eu já cancelei.

Não, mas com o adolescente você iria.

Ai, gente, nem quando jovem eu fui. Eu fui.

Fui em vários.

Não, com o adolescente eu ia. Só que o que aconteceu? Não, não é tão cedo assim. A

gente tava em pé ali esperando e tal, grunges, fazendo pose. E de repente tinha uma torre, que eu acho que era a torre da rádio, alguma coisa assim. A rádio que tava cobrindo o show, patrocinando o show. Tinha uma torre, não era a torre de som e tal, né, do show.

Era a torre lateral. E saiu um loiro cabeludaço dessa torre. E alguém gritou que era o Axl Rose. Meu Deus. Quando a pessoa gritou, sei lá, Axl Rose, todo mundo levantou. E quando tem um monte de gente sentada e essas pessoas levantam, faz um espaço gigante. Porque o espaço que uma pessoa sentada ocupa é muito... É pelo menos metade do espaço que uma pessoa em pé ocupa. E aí tu foi...

Cara, eu falei, é agora, vira para os amigos. E a gente foi que nem um stealth, sabe qual é? No meio das pessoas, assim, cortando. Só que as pessoas não só levantaram, como elas meio que instintivamente começaram a andar. Em direção a torre. Deram alguns passos em direção até o torre.

Essa foi boa, hein? Essa foi uma boa oportunidade.

o negócio começou a espaciar. A gente não ficou no gargarejo lá, porque a galera do gargarejo não sai, não libera, né? Não é maluca. Mas tu andou um espaço ser impossível. Mas a gente chegou muito mais perto do palco. Mas quem criou Edson Rose? Você? Não, infelizmente não fui eu. Teria sido muito bom se tivesse sido eu. Porra! Seria uma história melhor, inclusive. Podia ter

mentido, inclusive.

Mas aí,

ó, essa técnica eu levei pra vida. Não sei se você lembra quando a gente tava... A gente foi ver os fogos da Bastilha lá na França, quando a gente tava na Copa do Mundo. Mas a gente

foi escroto. A gente foi no modo This is Brazil. Foi o

mesmo modo. A gente chegou tranquilamente. Que horror!

A gente foi fazer nosso piquenique informal Sentando

A galera que tá lá na França Que gosta da Bastilha, que comemora Aquela coisa toda Eles chegam, como o Dave falou, meio dia fazem piquenique Levam cesta A gente chegou desavisado Vai ter fogos ali na Torre Eiffel Vamos lá ver

Foi um perfil de Instagram que me deu a dica Aí a

gente foi tipo assim, meia hora antes de começar Ah, vamos lá E aí

A gente comprou um

queijo, um champanhe, sei lá. É, a gente

tava se achando. Queijo e vinho. Ai, que beijo. Aí a gente chegou, a parada lotada, lotada.

Peraí, era o dia da Bastilha, mas vocês não se ligaram que era o dia da Bastilha? Não, a gente sabia, a gente sabia. O dia da Bastilha é tipo ano novo,

Réveillon. Ano novo, ano novo.

Não, é lindo demais. E era a Copa

do... No final da Copa, onde a França foi campeã e Bastilha, um dia depois do outro. Ah, tá, foi nesse ano. O

último jogo da Copa... Foi no dia seguinte.

Que era a França. Quem que foi que jogou com a França? Não foi a Rússia? Acho que no final foi a França e Rússia. Acho que foi. E aí, no dia seguinte daquele show, ia ter o último jogo.

Que foi inclusive porque a gente ficou. E aí, o que aconteceu? Eu vi aquela multidão de francês sentado no chão. Eu tinha certeza que na hora dos fogos, essa galera ia se levantar pra ver os fogos. Porque o que acontece? É um movimento natural. As pessoas da frente começam a se levantar. As de trás têm que levantar, porque se elas não vão ver nada. A gente ficou de boaça, comendo nosso queijo na caixinha de papel. E aí, gente.

bebendo champanhe no corpo descartável embolando jogamos tudo no lixo tudo direitinho aí quando começou a chegar na hora do show a gente começou a se aproximar sorrateiramente das pessoas ali aconteceu exatamente isso as pessoas começaram a levantar pra ver os fogos eu puxei a André e falei This is Brazil quando elas

levantaram abriu espaço e você foi abriu espaço, eu não dei chance pra frosir se juntar

A gente chegou no gargarejo Mas quando a gente chegou A galera que tava ali desde o início Viu que a gente apareceu do nada, brotou no chão Eles ficaram de cara feia Lembra que eles ficaram de cara feia pra

gente? Todos os maus tratos que eu sofri

Aí a gente olhou A gente olhou pros caras e falou Viva La France, campeão do mundo Champion

Aí os caras, champion! Aí ficaram amigos, entendeu? Pronto,

aí foi aí, pronto. Ih, meu Deus do

céu. Champion, vim pra Brasil, acabou. Que gostoso, né?

Esse foi bom mesmo. Mas também, pra ir embora, a gente se fudeu, porque era uma multidão pra sair dali. É, tipo,

arrastado até o metrô, a gente sabe. Eu nem estava indo pra estação certa, a gente foi

arrastado. Foi no Imotep, né? Foi. Foi no Imotep. Total. Bando de zumbi, dando devagarzinho. Mas foi

lindo.

Que era na

Torre Eiffel que a gente foi, né? Não,

teve... Acho que a Céline Dion cantou aquele dia lá. A Céline Dion. Céline Dion e teve outras lá, celebridades francesas, que a gente não sabe o nome, mas... Teve Celebrates cantando lá ao vivo. É lindo.

Charles Arnavou? Será que tinha?

Eu não lembro. A gente também já tava meio bêbado, né? Aí fica lá no livro. Não, mas aí tinha fogos, né? Não fez xixi? Não

fez xixi na rua? Claro que não. Não, gente. Aqui

é a bexiga treinada.

Gente, quando eu

viajo...

A gente

viaja pra se divertir, não é pra ficar mijando. Gente, eu mijo em todos os lugares.

Eu faço, inclusive, número dois. Tem duas pessoas que fazem sentido, quando a gente viaja aí é outro ritmo. Que é minha sogra e a água. Gente, eu não consigo. Minha

mãe, ela bebe sem brincadeira, uns seis litros de água por dia.

Ela tá ótima. Ela é... Seis litros de água, ela leva pro quarto. Pra dor... Não tô brincando. Ela enche dois galões de água e leva pro quarto. Tá certa ela aí. Ela

bem, é isso

aí.

Gente, não é possível. Eu faço número um, número dois, em todos os lugares. Ah,

que isso, Agra. Eu não tenho preço, não.

Eu batizo

todos os banheiros.

Isso eu uso o hotel. Pra isso que eu pago hotel. Se não, dormir na rua. Ô, gente, que

coisa miserável. Ô, gente, olha, fazer número dois na rua é só se realmente eu for me cagar no chão. Nossa, eu...

Direto. Agora que eu, com o advento do Duipes, eu consigo ir na rua com mais tranquilidade. Alquinho pra limpar a tampa. Mas tem mais técnicas de achar banheiros bons. Olha uma vez que a gente tava na liberdade em São Paulo. E a André tava desesperada por ir ao banheiro. E a gente tava no meio daquelas lojas de...

varejão, de coisa de nerd, de anime e tal. E eu falei, meu Deus, vai achar banheiro? Aí eu falei, calma. Aí eu comecei a escanear a região, hospital. Banheiro de hospital tem que ser limpo. Não é

possível. O D foi gênio. Ele olha um hospital aqui. Pronto, agora deu essa dica, ferrou. Eu entrei no hospital, procurei o primeiro lugar lá que tinha banheiro, limpíssimo.

Mas o hospital tem menos densidade, né? Tipo assim, é mais fácil você, se você estiver procurando desespero, é hotel. Lobby de hotel. Todo lobby de hotel tem banheiro. Lobby de hotel,

mas o hospital é mais limpo, né? É que realmente tem menos hospital. Eu tô entendendo você tá falando. É porque eu escaneei e achei o hospital, entendeu? Sim, beleza. Aí você teve como escolher até. Mas às vezes você não tem como, né? Porque se eu achasse um hotel na Liberdade, segundo as experiências do Pedro Duarte, eu não sei se valeria a pena... Gente, mas...

Mas, Dave, lembra a última vez? A última vez que a gente viajou agora foi pra ano passado. Nós dois fizemos anos.

Olha aí, dois idosos. De vida,

não de relacionamento.

anos, tá fudido. aninhos, e aí fala, vamos comemorar nossos anos. Vamos, aí nós viajamos pra Espanha, pra França, aquela coisa maravilhosa. Fizemos uma road

trip, que é o que a gente gosta de fazer.

É, e bebemos vinho, é isso que a gente

queria. Quando a gente foi pra Itália, nós quatro aqui vamos pra Itália, a gente, eu e o André, tentamos ir num tour de vinho, né, pra ir ver lá as vinícolas, e foi uma frustração, só tinha dry stick. Ah, que tava tudo seco. Não era a época, né, e aí dessa vez a gente chegou e era a época, era...

E foi perfeito. A gente nem tinha planejado, mas foi o timing perfeito. A gente chegou e viu os campos, as uvas, os cachos gigantes. Vocês não foram catar uva lá? Então, a gente não catou uva, mas a gente viu colheita. A gente viu uva no pé, no cacho, e viu

colheita.

Não

pisaram? Não pisaram nas uvas, gente? Pelo amor de Deus. Não, hoje em dia não pisa mais. A gente não bota os turistas pra pisar nas uvas, né? Não

pisa mais, a gente tá nojento. A

gente provou

uva do pé.

É, mas a gente não pode tocar. É a mulher que pega lá, porque senão você estraga todo o vinhedo. Uma ovinha

pra cada

um. Ela pisou e aí vocês beberam a... Não, ela dá pra gente comer. Não,

ela dá pra você provar a uva.

Não, Alexandre,

que ideia. Uva do pé. Na minha cabeça, ele falou, vamos ver uma uva do pé. Eu já imaginei ela esmagando.

Caraca, ela espitou o pé e a gente lambeu o pé dela. Que isso, gente. Que

nojo. Era

só uma raia que serviu a uva pra gente. Eu viajei aqui, gente.

Depois que pisa, aquilo vai fermentar. Não é assim. Se fosse a samarraia, a gente teria lambido o pé dela.

com aquela cobra, aquela maravilhosa de biquíni, a gente teria lábido pra dentro nossa, no drink no inferno, né, que espetáculo, né tudo

tarantino, na viagem ao tarantino mas aí a gente provou a uva que é usada pra fazer vinho caraca, é a uva mais doce ever que a gente provou

é mais

doce que aquela

uva que a gente compra no supermercado é tipo

mil vezes mais doce

Sério? Minhas vezes.

Caraca, então eu nunca comi uma uva de verdade. Não, não. A uva que a gente come... A

uva que faz vinho, ela tem um gosto forte de uva. Nessa uva que a gente compra no mercado aguada, sabe? E a mulher falou isso porque não é uma uva Malbec.

Isso, que é mais...

Se fosse

a Malbec, que é a uva para todos dominar, aí vocês iam ver o que é a uva nossa. E ela é

micro. A uva que a gente comprou era pequenininha. Pequenininha mesmo, assim, tipo... É, ela é pequenininha, né? Metade de uma uva que você tá imaginando. Nesse uvão, que é só água dele. É,

metade.

Zé, zé. Aqui, super saborosa. E é isso, tipo, essas uvas, que são as melhores, são usadas pra fazer.

Então, mas agora, por causa

disso que a gente foi lá e a gente provou uva do pé, quando eu chego no mercado, eu fico procurando uvas pequenininhas e bem pretinhas. E são mais gostosas.

Você acha que vai achar a uva Malbec no supermercado? Não, não vai, mas... Não vai!

Não vai! Gente, mas que pecado! Agora eu quero comer a uva. Eu não quero vinho. Eu quero comer essa uva.

Então, você vai ter que ir visitar um negócio. Porque eles não vão te vender a uva. Eles vão ganhar muito mais dinheiro.

Vamos contextualizar. Aonde a gente tava, a uva vale uma fortuna. Porque a gente tava... Embordou. Embordou.

Nossa, que gente nojenta. Eles estavam assim, bordô. Um cacho de uva de bordô vale ouro. Então, olhando eles, não vou vender pra você um cacho de uva de bordô.

A gente estava em Saint-Emilion, que é do lado de bordô, pra ser mais preciso. Então, vou

vender este ouro escuro para uma plebe que não sabe o que está

tocando. Não, mas acho que nem é isso. É porque é um insumo que eles conseguem transformar em algo de maior valor, do que vender simplesmente in natura, sabe? Não, claro.

É, não faz sentido. Acho que esse é o ponto. Se ele pegar uma uva de mercado,

ele não vai virar um bom vinho, né? É melhor pra eles transformarem aquela uva num vinho do que sair vendendo ela.

Gente, os caras têm toda uma ciência pra aquela uva ser perfeita.

Nossa, é impressionante demais.

E não pode usar agrotóxico, não pode usar irrigação.

Artificial.

artificial.

Isso é? É todo um processo. Por isso que é esse negócio de dock, né? DOC, de origem controlada. Porque é isso. Eles criam uma série de regras. Tem que ser na chuva? Tem que ser na chuva. Sério? E o

metro

quase? Nesse lugar específico. E como é considerado

o terreno perfeito pra cultivar uvas lá? As uvas

lá são o Gran Cru, né? Que é o tal do Gran Cru. Tem que seguir um monte de regra. Mas na moral, isso é foda, hein?

Como a parada é a Rayser Site lá, o negócio, é o metro quadrado mais caro de fazenda da história. Eles têm o museu do vinho,

aí a gente foi na... Cara, pra quem gosta de vinho e tal, é muito impressionante aprender um pouco mais. A gente nem fez nenhum tipo de curso, a gente tinha até uns cursos lá, mas a gente fez só um passeio no museu, vi uns vídeos e leu os negócios. Caraca, a quantidade de ciência aplicada, porque lá em Bordeaux tem uma universidade pra formar esses profissionais. Porra, lógico.

O jeito que poda, cada ano o vinho é diferente Porque climaticamente é diferente Chove mais, chove menos, faz mais calor Faz menos calor

Nunca um vai ser igual ao outro, né? A uva que tá num pedaço do terreno

Que é um pouco mais alto e na inclinação do morro Um metro já é diferente Não é

o menos sabor do vinho

Cara, muito impressionante. E aí eles usam técnica, por exemplo, eu preciso que as raízes vão mais fundo pra lutar mais por água lá embaixo. Então eles deixam crescer a erva daninha nos pés porque a raiz vai ter que se aprofundar pra

pegar

mais água.

Ah, pra não disputar ali os nutrientes. Caraca, que animal. Eu

admiro muito isso, sabe?

Não, mas olha só, faz muito sentido o negócio ser na chuva e não poder ter irrigação artificial, porque, pô, os caras estão nessa região fazendo vinho há milhares de anos. Então, o que mantém, né, tipo assim, a natureza orgânica mesmo daquele vinho é o ciclo de chuvas que é bem, sabe, tem uma média nesses milhares de anos. Então, se você introduzir qualquer coisa mais artificial, você vai diluir o valor natural que aquele vinho tem, né? Então, puta, lindo que seja só na chuva.

Mas essa galera tá sofrendo por causa do aquecimento global. Que mudou tudo.

Então aí, beleza. Aí a gente tá estragando o rolê natural. De milhares e milhares

de anos. E aí a gente aprendeu também por que que... Ah, quando o cara fala assim... Ah, esse vinho de é uma safra excelente. Porque ele sabe das condições climáticas daquele ano que...

Estavam mais favoráveis a fazer vinhos melhores. Sim. Ele não decora cada tipo de vinho. Ele sabe que vinhos desse ano, dessa região, estavam em condições melhores, sabe? Então, muito impressionante, muito legal.

Gente, eu aprecio isso, a Bianca. Porque imagina só, cara, que paixão, né? Daquela pessoa ter. Eu simplesmente, gente, eu beio qualquer vinho lá, acho tudo ótimo. Que não tem vinho ruim. A Europa não tem vinho ruim, gente. Eu nunca tomei um vinho ruim na Europa. Já tomou? Não.

Nossa, mas que gente nojenta Eu fico

com a Andréia A taça de champanhe para o alto Gente, na Europa não tem ruim

Eu nunca provei um ruim, gente Dá o mais baratinho Eu vou botar você Com a Narcisa Vai lá, você é bacia

Ai, que gostosa! Você chega lá, qualquer restaurante, eu não entendo de vinho. Então eu não sei. Ah, eu quero vinho, blê, blê, blê, meu amor. Eu não sei. Então eu chego lá, qual vinho você quer? Vinho da casa. Na França é... Como é que a gente fala? Vain de la maison? Como é que é? É vain de la maison mesmo? Vain de la maison?

É, vinha vã. É.

Olha aí, vain de la maison. É o vinho da casa,

isso aí.

E quando eu tava na Itália era... Vino

de la casa.

Vino de la casa, e é isso, a gente, pô O vinho da casa, que o cara chega lá Que só traz a taça pra você, não traz nem a garrafa É maravilhoso

E de fato lá tem vinho mais barato que água, é uma realidade Que coisa, né? É mesmo, água mineral Aí a gente

vai pra Curitiba, Santa Felicidade

Nossa, vai cuspir? Não vinha

o que... Não fala, eu não vim que

você... E

quando eu era nova, quando eu fui morar em Curitiba, eu achava, ai, que massa, você me passou a tua felicidade, vamos provar vinho de graça, que lá tem as provinhas. Porra, não era bom? Não é. Então, o problema é que você...

Eu aprendi a beber vinho bom viajando. Porque antes eu só ia, sei lá, a Santa Felicidade achava tudo ótimo. Aí eu fui viajar, descobri que existe vinhos bons e agora, cara, não desce. Aquilo é asqueroso. Não, mas isso faz sentido, gente. Porque, por exemplo, vamos agora defender aqui o Brasil. Por exemplo, você vê um turista, um gringo indo lá e comendo a manga brasileira pela primeira vez?

Ele

tem um orgasmo. Eu vi um cara ter quase um orgasmo. Ele ficou se esfregando na manga. Ele chupou o caroço. Ele falou, meu Deus! Sabe, é uma orgia. Outra parada,

outra parada. Porque

não tem como você reproduzir. Não existe manga mais gostosa que a manga do Rio de Janeiro. Do Rio de Janeiro.

Rio de Janeiro, é verdade. É, mas isso é

o que a gente tá falando das condições climáticas. As regiões do Brasil que são mais favoráveis eram ali no finalzinho do sul do Brasil que é mais favorável a ter bons vinhos, sabe? Então já vai emendando ali pra baixo, pra Argentina, pra não sei o que lá. Por isso que a Argentina tem uma tradição de vinho, Chile também, porque são climas mais frios. O clima do Brasil... A

Curitiba tá ruim de vinho. Não.

Tem que

descer

mais.

Tem que descer mais. Bem mais pro sul, na verdade. Então, o Brasil, ele é muito bom em outros tipos de coisa. Como cacau, como café, porra. Café. Você sai do Brasil, inacreditável.

Porra, café? A gente tem o melhor café do mundo de Minas Gerais. É o

melhor café do mundo, Minas. E

o cacau da Bahia também é foda.

Açaí.

Abacaxi. Banana. Banana, gente. Banana brasileira é boa pra cacê.

Uma coisa é que você vai no supermercado aqui, só tem cinco frutas. Que é maçã, pera, banana, abacaxi e limão. É isso. E laranja, seis frutas no total. Não, mentira. Só tem isso? O que mais tem? Tem

cereja, tem uva, tem blueberry. Tem blueberry, tem... Cereja

nem fruta é. Chuchu.

Não,

a cereja é boa. A cereja é boa daqui. E cereja, eu como aos píncaros. Tem muito pouco, mas você vai no mercado... As berries daqui são melhores que as berries do Brasil. Blueberry, raspberry, não sei o quê. Tudo é melhor que no Brasil, eu acho. Tem morango, melão, melancia. Essas de frutinha que chamam de berry. Cara, você vai no mercado do Brasil,

a quantidade de fruta é absurda. Ah,

não, não tem como comparar.

absurdo, assim. Mas no Brasil todas

as frutas são melhores

que tirando as berries. Eu estive no Brasil recentemente, eu estive no supermercado, eu falei, caraca, maluco, é muita fruta. A gente nem foi no mercado grande, não, foi no mercado de barra, assim. Caraca, é muita fruta, é muita variedade. São todas maravilhosas.

O mamão do Brasil, nossa, gente, o mamão daqui é uma merda, o mamão daqui é uma merda. A manga daqui, eles não sabem o que é manga. A manga daqui é do diabo, você devolve pra ele. Eu não vou comer aquela manga que o diabo amassou, gente, é horrível. Eles não sabem o que é manga. É uma coisa horrível.

No outro dia eu comprei manga congelada pra fazer suco, aquelas polpas. Nossa, que nojo. Que nojo, que nojo. Cara, eles sabem o que é um bom suco de manga, né? Aquela manga boa. Pão aqui

é asqueroso também nos Estados Unidos.

Você acha, pão?

Nossa, os pãos de forma tudo com água sanitária, tudo em uns branquiçados que te mata por dentro. Eu acho tudo horrível, tudo doce.

Ah, eu...

compro um pão agora mais artesanal.

Pãozinho francês maravilhoso. A Cris tem a vantagem de morar aqui no estado mais ao norte do Brasil, que é a Flórida. E aí a gente tem pão francês aqui nos mercados e a gente salva a vida. Mas os pães normais, cara, eu não gosto, assim, a gente come, né? Não tem o que fazer. Puta, eu acho terrível. Até o sabor dos pães aqui, eu não

gosto. É, não, não. É ruim. Eu tô comprando um pãozinho que é mais artesanal. Ele só tem três ingredientes.

Ah, eu sei você com esse pão Pão Ezequiel

Não é o Ezequiel, é o Ezequiel É uma merda, ele é um pão que vende lá no áudio, ele é só três ingredientes Nossa, eu comprei uma vez, ficou verde podre, ninguém comeu Não é verde podre, agora eu tô comendo multigrão, gente o meu café da mãe é bem do Instagram, né não? E

massa de pão

A Agatha é white woman White

woman do Instagram Nossa, a gente não Tá muito macro macro

O pãozinho

integral com o quê? Descreve. Eu vou descrever.

Eu pego um pão artesanal multigrão. Coloco prosciuto.

Prosciuto.

Avocado.

Semente de abóbora, semente de girassol.

Semente de abóbora? Você tá precisando de um empréstimo?

Você

não consegue comprar a fruta inteira? Você tá comprando a

semente só?

Não, não. Não, é uma delícia. Semente de abóbora é a palavra milagrosa pra próstata. Mas Agatha não tem...

Não, mas eu tô falando pra você começar a comer semente de abóbora aí que tu tá na idade da próstata aí, maluco.

Não, eu já fiz tudo certo na minha próstata e eu tô com todos produtos químicos que...

Não, David, a gente tá todo errado. Vamos comer semente de girassol. É de girassol? Não é de girassol, você tá inventando comer outra semente, nada a ver. Gente, é muito gostoso. É de abóbora,

pepitas,

pepitas. É de girassol, é de abóbora, bota as duas. Mas a próstata é o negócio da abóbora.

Aí, calma, que você esqueceu da linhaça. A linhaça vai na vitamina. E ainda, eu boto cânhamo. Sabe o que é cânhamo? Aquela semente que vem da maconha? Mas não é maconha, gente. Não vai dar barato.

Caraca, mas aí você come esse negócio todo seco. Não, tem azeite e avocado.

Azeite, aquele maravilhoso que a gente conhece. E aí, bota pra dentro. E a vitamina. A vitamina com banana, ameixa, morango, cenoura, beterraba, linhaça, chia. E meto pra dentro, gente. Cara, que vitamina de Henrique tem até chia.

Mas é tão gostoso, sabe? Eu tô feliz, eu tô feliz, gente, eu não, sabe? Não, você tá sem fita, tá comendo as frutas, tá fazendo certo, é o que tem que fazer. Não, eu nunca mais tomei whey, cansei dessa vida de whey. Você acabou

de trazer, foi no Costco e comprou toneladas daquela caixinha de todinho de whey? Ah,

não, aquilo não é whey, aquilo é uma bebidinha com proteína, mas não é whey aquele que eu batia. Quando eu

ia na academia no Brasil, eu sempre terminava o meu treino e tomava um whey putino. Nossa, um whey putino. Não, eu não.

É, pois

é. Não, eu parei de usar aquele pó de whey e enjoei. Eu não consigo aquilo mais, não. Enjoei, olha aí. Enjoei. Enjoei aquele... Gente, eu nunca consegui ser esse negócio de tomar creatina, de tomar whey, eu nunca consegui ser essa pessoa. Eu não tomo nem água. Eu tomo mais creatina. Eu não faço mais

isso. Gente,

eu não tomo as fit. Eu engordei, mas eu tô feliz. Eu tô fazendo exercício, mas eu tô querendo

ficar que nem os vikings. Lembra os vikings, gente? Eles eram gordinhos, né? Eles eram gordinhos.

Essa frase foi maravilhosa.

garantida a vitrine da Ágata.

Ágata é rica.

Eu quero ficar rica. Sabe, barrigudinha, só que forte. É

que eles tinham sustentas. Eu quero

ficar troncuda. Eu não quero ficar magrinha. Caraca, agora tu tecnovique. Pra tu chegar no tecnovique. Eu quero ver. Não, não. O tecnovique não.

O tecnovique

é muito

seco. O tecnovique é muito moderno. Os vikings lá de antigamente, eles chamam barriga, gente. É barriga e músculo.

Eu quero ficar sem agora. Barriga

visculosa. Que ótimo. Eu posso dizer que eu sou viking. Vai. Eu sou viking. Você é gordo ou não? Eu sou viking. Eu

sou viking. É que nem o pet-to. Eu mando o pet-to. Não, gente. É sério. É sério. A vida

inteira tomando no cu.

Agora quando pegaram o lugar e tiver Onde

que tá? É perto daquele viking ali Vestido com a camisa da Disney Camisa de Star Wars Viking de camisa de Star Wars Não é gente,

mas você acha Que naquela época Eles comeram banho de porco Eles não eram Caralho, isso é uma libertação Pra tudo mesmo, Tiagra

Uma libertação

Gordo não Viking, que porra é essa?

Puta que pariu, dieta do viking Peraí, eu tô sem ar Vou fazer a dieta do viking, o que você come? Brownie Cachorro-queite

Não é assim,

gente. Não é

assim. Eles eram fortes. Eles eram fortes. Fortes

e

gordos.

O famoso fordo, né?

Mas o Dave é forte e gordo, né? Eu sou vicky. Vou

lançar uma camisinha e tá nessa hora amanhã. vicky. Escrito na barrica.

Não, mas vocês estão dentro do pó dos vicks, gente. Os vicks tinham músculo. Eles tinham músculo e gordura.

Ai

meu Deus, meu marido vai desmaiar Ô gordão,

a vida inteira Ô gordão, gordão é a puta que

te pariu que

eu sou viking Que porra é essa? Tá falando com quem?

Aqui é viking,

porra Aqui é viking, cacete

Tô vindo de

dinheiro remando essa

merda nesse

barco

Ai que horror

Mas, David, você sempre se espelhou nesse tipinho de gordinho assim, né? Porque você ama esse tipinho. Tipinho.

Esse tipinho.

Porque você adora os anões. Eu gosto, eu sou. Eu sou os gordinhos atarracados. Tá vendo? Os anões, eles eram fortes e gordos. É isso. Isso. Óbvio, você pode usar. Você pode mirar no anão ou no vintenho. Eu tava mirando errado.

Tinha

terminado no Viking Minha vida teria sido mais

fácil

Não, porque

eu quero é isso, gente. É liberdade, sabe? É forte e parruda. Nada dessa moda aí de Ozempic. Porra, eu não tô achando legal essas pessoas muito magras. É, só cabeção.

Agora tem cabeça de Ozempic, xereca de Ozempic e dente de Ozempic. Vocês viram

aí? Dente de Ozempic, é. Dente. O que emagrece muito tem com os dentão pra fora, é isso? É, a Mila de Ovovique tá assim.

A menina de jovem que você tomou dozenpique não é possível

Não, não sei, mas ela tá muito magra e tá dentuça Fica dentuça Porque perde a carne, perde a carne e volta da boca Perde, não tô falando dozenpique Pra quem precisa, é porque tem muita gente Que não precisa e tá tomando Meninas que precisam perder Cinco quilinhos, sabe, tão ficando muito Magras, tão ficando fracas Porque perde a massa, né?

E fica com a xeraca rendida

O que acontece com o xereca? O xereca cai?

Perde a massa. É com

essa bestuda.

É bom para a Olimpíada de inverno. Para a Olimpíada

de inverno. Valeu. Meu

Deus, que delícia. É isso, gente.

Não é nada de ácido alurônico no peru. É saco de Ozenpique.

Dá volta ao mundo

voando.

Este Nerdcast foi editado por Radiofobia, podcast e multimídia.

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